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2012 Empreendedorismo Prof. Leonardo Santos IFPI
2012
Empreendedorismo
Prof. Leonardo Santos
IFPI

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Empreendedorismo

2 Empreendedorismo “ O sucesso de um empreendimento inovador não depende de “mágica” e sim de

O sucesso de um empreendimento inovador não depende de “mágica” e sim de uma série de fatores e condições tanto pessoais, como do negócio que o empreendedor deve levar em consideração antes de iniciá-lo. (Dornelas, 2006)

1. Empreendedorismo

designa os estudos relativos ao empreendedor, seu perfil, suas origens, seu

sistema de atividades, seu universo de atuação, atividade humana que trata do desenvolvimento de negócios, mobilizando recursos humanos, materiais e

tecnológicos na consecução das melhores praticas de gestão.

(Drucker 2003)

A cultura do Brasil é do empreendedor espontâneo. Ele só precisa de estímulo

como uma flor precisa de sol e um pouco de água para brotar na primavera. O Brasil está sentado em cima de uma das maiores riquezas naturais do mundo, ainda relativamente pouco explorado: o potencial empreendedor dos brasileiros. Creio que o Brasil é atualmente um dos países onde poderia haver uma grande explosão empreendedora. Só os brasileiros têm poder para que

isso aconteça

empreendedorismo). É cada vez maior a importância da micro, da pequena empresa e de trabalhadores autônomos na economia dos países. Este fenômeno vem gerando uma necessidade das pessoas se prepararem para entrar no mundo dos negócios, pois é necessário mais que dinheiro e sorte para concretizar

(Louis J. Filion, especialista canadense em

dinheiro e sorte para concretizar (Louis J. Filion, especialista canadense em Prof. Leonardo – IFPI Empreendedorismo
dinheiro e sorte para concretizar (Louis J. Filion, especialista canadense em Prof. Leonardo – IFPI Empreendedorismo

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sonhos de sucesso. Para quem decide tocar uma atividade empresarial, o dinheiro é importante, sem dúvida; a sorte, como espécie de acaso favorável, pertence ao terreno místico e das crendices, e como tal não deve orientar decisões. Que importa, de resto? Conhecimento, capacidade, vocação e disposição para aprender.

capacidade, vocação e disposição para aprender. 2. Origem e analise histórica A palavra empreendedorismo

2. Origem e analise histórica

A palavra empreendedorismo foi utilizada pelo economista Joseph Schumpeter em 1950. Como sendo uma pessoa com criatividade e capaz de fazer sucesso com inovações.

A palavra empreendedor (entrepreneur) surgiu na França por volta dos séculos XVII e XVIII, com o objetivo de designar aquelas pessoas ousadas que estimulavam o progresso econômico, mediante novas e melhores formas de agir.

Entretanto, foi o economista francês Jean-Baptiste Say, que no início do século XIX conceituou o empreendedor como o indivíduo capaz de mover recursos econômicos de uma área de baixa para outra de maior produtividade e retorno.

Posteriormente, Peter Ferdinand Drucker, considerado “o pai da administração moderna”, é que amplia a definição proposta por Jean-Baptiste Say, descrevendo os empreendedores como aqueles que aproveitam as oportunidades para criar as mudanças.

3. Empreendedorismo no Brasil

as oportunidades para criar as mudanças. 3. Empreendedorismo no Brasil Prof. Leonardo – IFPI Empreendedorismo
as oportunidades para criar as mudanças. 3. Empreendedorismo no Brasil Prof. Leonardo – IFPI Empreendedorismo
as oportunidades para criar as mudanças. 3. Empreendedorismo no Brasil Prof. Leonardo – IFPI Empreendedorismo

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No Brasil, o empreendedorismo começou a ganhar força na década de 1990,

durante a abertura da economia. A entrada de produtos importados ajudou a

controlar os preços, uma condição importante para o país voltar a crescer, mas

trouxe problemas para alguns setores que não conseguiam competir com os

importados, como foi o caso dos setores de brinquedos e de confecções, por

exemplo.

Para ajustar o passo com o resto do mundo, o país precisou mudar. Empresas de

todos os tamanhos e setores tiveram que se modernizar para poder competir e

voltar a crescer. O governo deu início a uma série de reformas, controlando a

inflação e ajustando a economia, em poucos anos o País ganhou estabilidade,

planejamento e respeito. A economia voltou a crescer. Só no ano 2000, surgiu um

milhão de novos postos de trabalho. Investidores de outros países voltaram a

aplicar seu dinheiro no Brasil e as exportações aumentaram. Juntas essas

empresas empregam cerca de 40 milhões de trabalhadores.

4.

empresas empregam cerca de 40 milhões de trabalhadores. 4. As classificadas em 3 áreas: habilidades requeridas

As

classificadas em 3 áreas:

habilidades

requeridas

Técnicas:

de

um

empreendedor

podem

ser

Envolve saber escrever, ouvir as pessoas e captar informações, ser organizado, saber liderar e trabalhar em equipe.

Gerenciais:ser organizado, saber liderar e trabalhar em equipe. Incluem as áreas envolvidas na criação e gerenciamento

Incluem as áreas envolvidas na criação e gerenciamento da empresa (marketing, administração, finanças, operacional, produção, tomada de decisão, planejamento e controle).

produção, tomada de decisão, planejamento e controle). Características pessoais: Ser disciplinado, assumir riscos,

Características pessoais:

Ser disciplinado, assumir riscos, ser inovador, ter ousadia, persistente,

visionário, ter iniciativa, coragem, humildade e principalmente ter paixão pelo

que faz.

ter iniciativa, coragem, humildade e principalmente ter paixão pelo que faz. Prof. Leonardo – IFPI Empreendedorismo
ter iniciativa, coragem, humildade e principalmente ter paixão pelo que faz. Prof. Leonardo – IFPI Empreendedorismo

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5 Pesquisas recentes realizadas nos Estados Unidos mostram que o sucesso nos negócios depende principalmente de

Pesquisas recentes realizadas nos Estados Unidos mostram que o sucesso nos negócios depende principalmente de nossos próprios comportamentos, características e atitudes, e não tanto do conhecimento técnico de gestão quanto se imaginava até pouco tempo atrás. No Brasil, apenas 14% dos empreendedores têm formação superior e 30% sequer concluíram o ensino fundamental, enquanto que nos países desenvolvidos, 58% dos empreendedores possuem formação superior. Quanto mais alto for o nível de escolaridade de um país, maior será a proporção de empreendedorismo por oportunidade.

será a proporção de empreendedorismo por oportunidade. 5. Mas o que é ser empreendedor?  É

5. Mas o que é ser empreendedor?

É o individuo capaz de transformar idéias ou sonhos em algo real, exeqüível.

Sujeito com vontade de auto-realização, assumir novos desafios desejo de assumir responsabilidades e independência estando sempre propondo novas idéias.

Individuo que esta sempre se auto-avaliando, se autocriticando e controlando seu comportamento em busca do Autodesenvolvimento.

Dicionário da Língua Portuguesa Aurélio (1999).

do Autodesenvolvimento. Dicionário da Língua Portuguesa Aurélio (1999) . Prof. Leonardo – IFPI Empreendedorismo
do Autodesenvolvimento. Dicionário da Língua Portuguesa Aurélio (1999) . Prof. Leonardo – IFPI Empreendedorismo

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Empreendedor: que empreende; ativo, arrojado, cometedor. Aquele que empreende.

Dicionário Webster (1970).

Pessoa que organiza e gere um negócio, assumindo o risco em favor do lucro.

Dicionário de Ciências Sociais (1964).

“O termo empreendedor denota a pessoa que exercita total ou parcialmente as funções de: iniciar, coordenar, controlar e instituir maiores mudanças no negócio da empresa; e/ou assumir os riscos nessa operação, que decorrem da natureza dinâmica da sociedade e do conhecimento imperfeito do futuro, e que não pode ser convertido em certos custos através de transferência, cálculo ou eliminação.”

Baumol:

inovação e liderança. O empreendedor (queira ou não, também exerce a função de gerente) tem uma função diferente. É seu trabalho localizar novas idéias e colocá-las em prática. Ele deve liderar talvez ainda inspirar; ele não pode deixar que as coisas se tornem rotineiras e, para ele, a prática de hoje jamais será suficientemente boa para amanhã.

Em resumo, ele é inovador. Ele é o indivíduo que exercita o que na

literatura da administração é chamado de “liderança

,mesmo não

estando presente, ele é percebido como se estivesse. Drucker

(1968).

“O empreendedorismo é tido como um complexo fenômeno envolvendo o Empreendedor, a empresa e o ambiente no qual ele ocorre”. (Begley, 1995).

6. Características do comportamento empreendedor:

Nas últimas décadas cientistas estudaram o empreendedorismo sob o enfoque das ciências humanas. A necessidade de desenvolver programas de treinamento e desenvolvimento cresce a cada ano em todo o mundo. No caso

de treinamento e desenvolvimento cresce a cada ano em todo o mundo. No caso Prof. Leonardo
de treinamento e desenvolvimento cresce a cada ano em todo o mundo. No caso Prof. Leonardo

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específico do nosso tema, qualquer tipo de estudo que o aborde deve

considerar que o perfil do empreendedor deve variar segundo os contextos

sócio-econômicos.

Busca de oportunidades e iniciativa Persistência Comprometimento Exigência de qualidade e eficiência Correr riscos

Busca de oportunidades e iniciativa

Persistência

Comprometimento

Exigência de qualidade e eficiência

Correr riscos calculados

Estabelecimento de metas

Busca de informações

Planejamento e monitoramento

sistemáticos

Características de Comportamento Empreendedor:

Habituar-se a se antecipar aos fatos e criar novas oportunidades de negócios, desenvolver novos produtos e serviços, propor soluções inovadoras.

Enfrentar os obstáculos decididamente, buscando ininterruptamente o sucesso, mantendo ou mudando as estratégias, de acordo com as situações.

Fazer sacrifícios pessoais despender esforços extras para completar uma tarefa; colaborar com os subordinados e até mesmo assumir o lugar deles para terminar um trabalho; esmerar-se para manter os clientes satisfeitos e colocar boa vontade em longo prazo acima de lucro em curto prazo.

Decidir que fará sempre mais e melhor, buscando satisfazer ou superar as expectativas de prazos e padrões de qualidade.

Dispor-se assumir desafios ou riscos moderados baseados em estudo e analise antecipado as ações e responder pessoalmente por eles.

Assumir metas e objetivos que representem desafios e tenham significado pessoal; definir com clareza e objetividade as metas de longo prazo; estabelecer metas de curto prazo mensuráveis.

Interessar-se pessoalmente por obter informações sobre clientes, fornecedores ou concorrentes; investigar pessoalmente como fabricar um produto ou prestar um serviço; consultar especialistas para obter assessoria técnica ou comercial.

Planejar dividindo tarefas de grande porte em sub tarefas com prazos definidos; revisar constantemente seus planos, considerando resultados obtidos e mudan- ças circunstanciais; manter registros financeiros e

constantemente seus planos, considerando resultados obtidos e mudan- ças circunstanciais; manter registros financeiros e
obtidos e mudan- ças circunstanciais; manter registros financeiros e Prof. Leonardo – IFPI Empreendedorismo
obtidos e mudan- ças circunstanciais; manter registros financeiros e Prof. Leonardo – IFPI Empreendedorismo

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utilizá-los para tomar decisões.

Persuasão e rede de contatos

Utilizar de estratégias para influenciar ou persuadir os outros; utilizar pessoas-chave como agentes para atingir seus objetivos, desenvolver e manter relações comerciais.

Independência e autoconfiança

Buscar autonomia em relação a normas e procedimentos; manter seus pontos de vista mesmo diante da oposição ou de resultados desanimadores; expressar confiança na sua própria capacidade de complementar tarefa difícil ou de enfrentar desafios.

Vamos

refletir!

Nossas características pessoais sempre marcam o estilo com que realizamos as coisas em

nossa vida. O comportamento empreendedor estará presente em todas as nossas ações,

sejam elas pessoais familiares e profissionais. Cabe a cada um de nós descobrirmos quais

destas características são pontos fortes nossos e utilizá-las em tudo o que fizermos. Não

menos importante é reconhecer e refletir a respeito de nossos pontos fracos e desenvolver

características que não temos. Como se pode ver, é longo o caminho do

EMPREENDEDOR. Longo e gratificante.

7. Razões do empreendedorismo e pensar como empreendedor

O empreendedorismo busca a auto-realização que quem utiliza este método de

trabalho, estimular o desenvolvimento local, apoiando a pequena empresa,

ampliando a base tecnológica, criando empregos proporcionando assim, o

desenvolvimento economico, social e cultural .

Características

Gerente

Empreendedor

Intra-empreendedor

Motivação

Poder

Liberdade de ação, Auto-motivação

Liberdade de ação e recompensa Organizacional

Atividades

Delega a sua autoridade

Arregaça as mangas, Colabora com os outros

Delega mas colabora

Competência

Administração,

Negócios, Gerência e Política

Empreendedor com mais habilidade Política

Política

e Política Empreendedor com mais habilidade Política Política Prof. Leonardo – IFPI Empreendedorismo
e Política Empreendedor com mais habilidade Política Política Prof. Leonardo – IFPI Empreendedorismo

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e Política Empreendedor com mais habilidade Política Política Prof. Leonardo – IFPI Empreendedorismo

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Interesses

Acontecimentos internos da empresa

Tecnologia e mercado

Dentro e fora da empresa, mercado

Erros

Evitar erros

Aprendizagem com erros

Erros são evitados, mas aprende-se com eles

Decisões

Interage do assunto para depois delegar

Visão e decisão própria, Ação versus Discussão

Fundamentação

Sistema

Burocracia o satisfaz

Se o sistema não o satisfaz, constrói o seu

Acomoda-se ou provoca curto-circuito

Relações

Hierarquia

Negociação

Hierarquia "amiga"

8. Os 10 pecados dos empreendedores

"amiga" 8. Os 10 pecados dos empreendedores Conheça os deslizes mais comuns dos empreendedores

Conheça os deslizes mais comuns dos empreendedores brasileiros em geral:

Relutam em delegar tarefas. Quando o fazem, os empreendedores são altamente exigentes e impacientes;

Têm dificuldade em motivar a equipe;

e impacientes;  Têm dificuldade em motivar a equipe;  Subestimam a complexidade dos problemas; 

Subestimam a complexidade dos problemas;

São teimosos: querem que tudo saia do jeito deles;

Não sabem ouvir;

Impõem seu ritmo de trabalho aos outros;

Assumem muitas tarefas e não as concluem;

Gerenciam pela autocracia, ou seja, gostam de reinar absolutos nas empresas;

Gerenciam pela autocracia, ou seja, gostam de reinar absolutos nas empresas; Prof. Leonardo – IFPI Empreendedorismo
Gerenciam pela autocracia, ou seja, gostam de reinar absolutos nas empresas; Prof. Leonardo – IFPI Empreendedorismo

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Não sabem administrar bem o tempo;

Não são bons o suficiente em comunicação.

Tenha objetivos. Seja objetivo

Fonte: Thomas International

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Os objetivos funcionam como um potente motor capaz de impulsionar a empresa e as pessoas que nela trabalham. Sem sua força orientadora dificilmente nos moveremos na direção certa. Uma empresa que acredita ter como único objetivo o lucro descobrir á, mais adiante, que também possui responsabilidade em relação aos sócios, à comunidade, aos funcionários, além de compromisso com o seu próprio desempenho. A busca de um objetivo desfocado, mal definido, portanto, pode ser frustrante para uma organização.

portanto, pode ser frustrante para uma organização. Ao definir os objetivos gerais da empresa, é

Ao definir os objetivos gerais da empresa, é desaconselhável que estes sejam muito específicos. A limitação desses objetivos gerais pode desviar o foco de atenção da empresa tornando-a desatenta aos impedimentos e ameaças bem como às oportunidades de lucro. Ao lado de objetivos gerais, porém, a empresa deve definir também objetivos específicos, com o maior acerto possível. Quanto mais específico um objetivo, mais fácil fazê-lo compreendido junto às pessoas comprometidas com o sucesso da empresa. Da mesma forma, claros se tornarão os critérios de avaliação do desempenho organizacional.

claros se tornarão os critérios de avaliação do desempenho organizacional. Prof. Leonardo – IFPI Empreendedorismo
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claros se tornarão os critérios de avaliação do desempenho organizacional. Prof. Leonardo – IFPI Empreendedorismo

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Em resumo, a empresa deve trabalhar não apenas em função de objetivos globais, que retratem o compromisso institucional da organização, mas também fazer-se orientar por objetivos inerentes ao âmbito operacional. Este, ao contrário dos objetivos gerais, tem como características a temporalidade, a revisão periódica, a adaptabilidade às frenéticas contingências mercadológicas, a especificidade dos detalhes como prazos, níveis de excelência, índices de produtividade e de qualidade, diminuição de custos, crescimento das vendas etc. Com o planejamento, definimos quais são e como atingir os objetivos da empresa.

definimos quais são e como atingir os objetivos da empresa. 9.1 Objetivos “acredita -se que a

9.1 Objetivos “acredita-se que a diferença vital entre o sucesso e o fracasso de uma empresa pode freqüentemente ser atribuída à questão de ate que ponto a organização a aproveita bem a energia e o talento de seu pessoal. Que faz ela para ajudar as pessoas a achar um denominador comum que as aproximem? Como as mantém direcionada em torno de um mesmo objetivo?”

Thomas J. Watson Jr. Objetivos são resultados quantitativos e qualitativos que a empresa precisa alcançar em prazo determinado, no contexto do seu ambiente, para cumprir sua missão. “Se você não sabe para onde quer ir, qualquer caminho lhe servirá”. Henry Kissinger

não sabe para onde quer ir, qualquer caminho lhe servirá”. Henry Kissinger Prof. Leonardo – IFPI
não sabe para onde quer ir, qualquer caminho lhe servirá”. Henry Kissinger Prof. Leonardo – IFPI

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9.1.1 Características dos objetivos:

Coerentes;12 9.1.1 Características dos objetivos: Viáveis, porém desafiantes; Aprazados; Mensuráveis; Claros, explícitos e

Viáveis, porém desafiantes;12 9.1.1 Características dos objetivos: Coerentes; Aprazados; Mensuráveis; Claros, explícitos e concisos; Conhecidos e

Aprazados;dos objetivos: Coerentes; Viáveis, porém desafiantes; Mensuráveis; Claros, explícitos e concisos; Conhecidos e

Mensuráveis;Coerentes; Viáveis, porém desafiantes; Aprazados; Claros, explícitos e concisos; Conhecidos e acreditados por

Claros, explícitos e concisos;Viáveis, porém desafiantes; Aprazados; Mensuráveis; Conhecidos e acreditados por toda empresa. 9.1.2 Temas para

Conhecidos e acreditados por toda empresa.Aprazados; Mensuráveis; Claros, explícitos e concisos; 9.1.2 Temas para objetivos: Crescimento; Rentabilidade;

9.1.2 Temas para objetivos:

Crescimento;e acreditados por toda empresa. 9.1.2 Temas para objetivos: Rentabilidade; Participação de mercado; Produtividade;

Rentabilidade;por toda empresa. 9.1.2 Temas para objetivos: Crescimento; Participação de mercado; Produtividade; Qualidade. 9.1.3

Participação de mercado;9.1.2 Temas para objetivos: Crescimento; Rentabilidade; Produtividade; Qualidade. 9.1.3 Indicadores de desempenho

Produtividade;Crescimento; Rentabilidade; Participação de mercado; Qualidade. 9.1.3 Indicadores de desempenho para objetivos:

Qualidade.Rentabilidade; Participação de mercado; Produtividade; 9.1.3 Indicadores de desempenho para objetivos:  

9.1.3 Indicadores de desempenho para objetivos:

 

Objetivos

 
 

Resultados

 
     

Planejado

Temas

Indicadores

de

Atual

1º ano

2º ano

3º ano

4º ano

5º ano

desempenho

Crescimento

Faturamento

ou

           

produção

Rentabilidade

Receita liquida patrimônio liquido e/ ou lucro liquido

           

Participação

de

Faturamento/ faturamento do setor ou produção/ produção do setor

           

mercado

Produtividade

Faturamento

por

           

funcionário

ou

por             funcionário ou Prof. Leonardo – IFPI Empreendedorismo
por             funcionário ou Prof. Leonardo – IFPI Empreendedorismo

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vendas / fabricação de produtos/ prestação de serviços Qualidade Nível de satisfação do cliente
vendas / fabricação
de
produtos/
prestação
de
serviços
Qualidade
Nível de satisfação
do cliente

9.1.4 Exemplo de objetivos Geral e específico de uma organização:

O Banco Nacional, no seu plano estratégico para o período 89/93, de acordo com a revista Exame de 13/12/89, definiu como o seguinte objetivo:de objetivos Geral e específico de uma organização: Geral “ Ser um dos três melhores bancos

Geral

Ser um dos três melhores bancos atuando no Brasil.” Especifico Ser um dos três melhores bancos atuando no Brasil.” Especifico

Realizar atendimento personalizado aos clientes;dos três melhores bancos atuando no Brasil.” Especifico Aumentar em 12% o numero de clientes; Diminuir

Aumentar em 12% o numero de clientes;Especifico Realizar atendimento personalizado aos clientes; Diminuir de 9% para 3% os problemas técnicos e

Diminuir de 9% para 3% os problemas técnicos e administrativos.aos clientes; Aumentar em 12% o numero de clientes; A TAM, em reportagem do JB de

A TAM, em reportagem do JB de 11/06/91, intitulada “TAM planeja voar mais alto”, definiu como objetivo:

Geral

“Aumentar o faturamento de R$ 80 milhões (1990), para R$ 110 milhões aturamento de R$ 80 milhões (1990), para R$ 110 milhões

(1991)”.

Especifico

Aumentar as parcerias em 20% no ano vigente;milhões (1990), para R$ 110 milhões (1991)”. Especifico Aumentar a frota de aeronaves de vôos nacionais.

Aumentar a frota de aeronaves de vôos nacionais.Especifico Aumentar as parcerias em 20% no ano vigente; Baronesa materiais para construção: Geral “Ser líder

Baronesa materiais para construção:

Geral

“Ser líder em vendas no segmento de atuação na região de Santa Cecília e Higienópolis no prazo de dois anos”. Especifico Especifico

região de Santa Cecília e Higienópolis no prazo de dois anos”. Especifico Prof. Leonardo – IFPI
região de Santa Cecília e Higienópolis no prazo de dois anos”. Especifico Prof. Leonardo – IFPI

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Abertura de mais 03 filiais até 1º de Março de 2010;14 Reduzir os custos gerais em 8%; Aumentar em 15% as metas de vendas mensais; Direcionar

Reduzir os custos gerais em 8%;14 Abertura de mais 03 filiais até 1º de Março de 2010; Aumentar em 15% as

Aumentar em 15% as metas de vendas mensais;até 1º de Março de 2010; Reduzir os custos gerais em 8%; Direcionar 3% do faturamento

Direcionar 3% do faturamento para publicidade e campanhas de responsabilidade social.gerais em 8%; Aumentar em 15% as metas de vendas mensais; 10. Planeje e reduza riscos

10. Planeje e reduza riscos Planejar é decidir antecipadamente o que fazer, de que maneira, quando, e quem deve fazer, de forma flexível e fundamentada em conhecimentos, estimativas e finalidades.

e fundamentada em conhecimentos, estimativas e finalidades. Com o planejamento se selecionam alternativas para a

Com o planejamento se selecionam alternativas para a empresa, se determinam objetivos e a maneira de alcançá-los. É com ele que desvendam possibilidades de desenvolvimento no futuro, a partir da análise de informações relevantes, atuais e passadas, bem como projetadas. Trata-se de uma proposta de ação que torne possível à empresa atingir seus objetivos.

que torne possível à empresa atingir seus objetivos. No planejamento é que se propõe o caminho

No planejamento é que se propõe o caminho para o empreendedor alcançar seus objetivos. É planejando que o empreendedor consegue organizar o seu negócio, identificar e extrair o melhor proveito das oportunidades com que se depara constantemente.

e extrair o melhor proveito das oportunidades com que se depara constantemente. Prof. Leonardo – IFPI
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10.1 Planejar requer seriedade e profissionalismo. São etapas

importantes para querer planejar:

1

Estabelecer objetivos;

2

Prever as atividades a serem realizadas para atingir os objetivos;

3

Elaborar cronograma de atividades;

4

Determinar o grau de responsabilidade das pessoas incumbidas de realizar as atividades.

Na vida as coisas, às vezes, andam muito devagar. Mas é importante não parar. Mesmo um pequeno avanço na direção certa já é um progresso, e qualquer um pode fazer um pequeno progresso.

Se você não conseguir fazer uma coisa grandiosa hoje, faça alguma coisa pequena.

Pequenos riachos acabam convertendo-se em grandes rios.

Continue andando e fazendo.

O que parecia fora de alcance esta manhã vai parecer um pouco mais próximo amanhã ao anoitecer se você continuar movendo-se para frente.

A cada momento intenso e apaixonado que você dedica a seu objetivo, um pouquinho mais você se aproxima dele.

Se você pára completamente é muito mais difícil começar tudo de novo.

Então continue andando e fazendo. Não desperdice a base que você já construiu. Existe alguma coisa que você pode fazer agora mesmo, hoje, neste exato instante.

Pode não ser muito mas vai mantê-lo no jogo.

Vá rápido quando puder. Vá devagar quando for obrigado.

Mas, seja, lá o que for, continue. O importante é não parar!!!

11. Informe-se mais e melhor

Daniel goleman

A quantidade e a qualidade das informações de que o empreendedor dispõe

permanentemente sobre o seu negócio são fatores determinantes para colocá-

lo à frente da concorrência.

são fatores determinantes para colocá- lo à frente da concorrência. Prof. Leonardo – IFPI Empreendedorismo
são fatores determinantes para colocá- lo à frente da concorrência. Prof. Leonardo – IFPI Empreendedorismo

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É importantíssima a capacidade do empreendedor de buscar por si

próprio, ou seja, de empenhar-se pessoalmente na pesquisa, no levantamento

de informações relacionadas à sua empresa, seus clientes, seus parceiros e seus concorrentes.

A incessante busca de novas informações ajuda o empreendedor a manter a

competitividade necessária no mercado onde atua. Assim, ele consegue

estabelecer objetivos em bases reais, ou seja, planejar e desenvolver melhor o seu negócio.

A ampliação do conhecimento sobre seu setor, sobre novas tecnologias, sobre

o futuro do mercado dará ao empreendedor uma base sólida para a tomada de

decisão acerca do desenvolvimento do seu negócio.

É preciso identificar, portanto, que informações são importantes, onde e de que

forma obtê-las. E, se bem utilizada, informação é poder. As informações e o conhecimento adquiridos só se transformam em aprendizagem quando inovam e criam oportunidades de negócio, no competitivo mercado (atual). O empreendedor deve, portanto, estar sempre disposto a aprender.

deve, portanto, estar sempre disposto a aprender. 12. Mercado O que é Mercado Mercado é a

12. Mercado

O que é Mercado

Mercado é a relação entre a oferta pessoas ou empresas que desejam vender bens e serviços e a procura Pessoas ou empresas que querem comprar bens ou serviços.

e a procura – Pessoas ou empresas que querem comprar bens ou serviços. Prof. Leonardo –
e a procura – Pessoas ou empresas que querem comprar bens ou serviços. Prof. Leonardo –

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Neste sentido, quando alguém decide abrir um negócio, para atuar nesta relação (oferta e procura), significa dizer que se dispõe a desempenhar um novo papel no mercado, ou seja, deixar de ser consumidor (procura) para atuar do lado da oferta. Assim, neste novo papel, o empreendedor precisa prestar atenção a componentes de mercado que são fundamentais para manter a empresa sempre em sintonia e atenta às mudanças mais significativas que possam ocorrer no mercado. Para tanto, o empreendedor deverá buscar informações

que lhe ajudem a enxergar e a entender o melhor possível os seguintes mercados:

1. Mercado Consumidor;

2. Mercado Concorrente;

3. Mercado Fornecedor.

13. Mercado Consumidor

Concorrente; 3. Mercado Fornecedor. 13. Mercado Consumidor Mercado Consumidor é o conjunto de pessoas ou

Mercado Consumidor é o conjunto de pessoas ou organizações que, para satisfazer as suas necessidades, procuram bens ou serviços que uma empresa (ou uma pessoa) vende. Desta forma, para que uma empresa obtenha sucesso no seu negócio, a determinação do mercado-alvo é de extrema importância no desenvolvimento do negócio. Esta determinação permitirá identificar segmentos de mercado específicos que desejam ser conquistados e, também, mostrará os caminhos para alcançá-los. Para que possamos realizar a definição dos clientes (mercado-alvo), devemos levar em consideração os seguintes pontos:

clientes (mercado-alvo), devemos levar em consideração os seguintes pontos: Prof. Leonardo – IFPI Empreendedorismo
clientes (mercado-alvo), devemos levar em consideração os seguintes pontos: Prof. Leonardo – IFPI Empreendedorismo

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18 14. Descrição demográfica a) Pessoa física : faixa etária, faixa de renda, sexo, profissão, estado

14. Descrição demográfica

a) Pessoa física: faixa etária, faixa de renda, sexo, profissão, estado

civil, tamanho da família, grupo étnico, nível de escolaridade, se tem

casa própria etc.

b) Pessoa jurídica: setor, ramo de atividade, número de anos em operação,

faturamento, número de empregados, número de filiais etc.

15. Descrição geográfica

A região que se pretende atender (área específica de uma cidade, a cidade

inteira, uma região do Estado, toda uma região do país, todo o País ou parte do

mercado internacional).

O que os indivíduos fazem e como usufruem o tempo livre; -As atividades O que
O que os indivíduos
fazem e como usufruem
o tempo livre;
-As atividades
O que é importante;
-Os interesses
O que pensam.
-As opiniões
atividades O que é importante; -Os interesses O que pensam. -As opiniões Prof. Leonardo – IFPI
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16. Descrição dos fatores decisivos para a compra

Quais fatores que levam o cliente a tomar decisão? Preço? Prazo de

pagamento? Descontos? Qualidade? Marca? Embalagem? Local da compra?

Garantia?

17. Analisando o seu Mercado consumidor

Para conhecer melhor as características do consumidor deste produto, procure

imaginar o seu comprador mais comum e liste abaixo as seguintes informações

sobre ele:

 
 

Item

Resposta

 

Sexo

 
 

Idade

 

Bairro onde mora

 

Ele tem família?

 

Quantas pessoas existem na família?

 

Qual é a posição dele na família? (pai, mãe, filho etc.).

 

Ele trabalha?

 

Bairro onde trabalha

 

Renda média aproximada por mês

 

Ele estuda?

 

Bairro onde estuda

 

Nível médio de escolaridade

 

O

que ele mais gosta de fazer?

 

Ele possui televisão?

 

Ele lê algum jornal? Qual?

 

Ele assina alguma revista? Qual?

 

O

que ele faz nas horas vagas?

 

18. Mercado Concorrente

  O que ele faz nas horas vagas?   18. Mercado Concorrente Prof. Leonardo – IFPI
  O que ele faz nas horas vagas?   18. Mercado Concorrente Prof. Leonardo – IFPI

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20 O Mercado Concorrente é composto pelas pessoas ou empresas que oferecem mercadorias ou serviços iguais

O Mercado Concorrente é composto pelas pessoas ou empresas que oferecem mercadorias ou serviços iguais ou semelhantes àqueles que serão colocados no Mercado Consumidor pelo empresário. Pode-se aprender muito analisando os acertos ou erros dos concorrentes. Avaliá-los em profundidade significa dizer que estamos não somente sintonizados com a nossa realidade, mas também com a viabilidade futura de nosso negócio. Ao fazer uma busca de informações sobre a concorrência, deve-se estabelecer prioridades, planejar como obter essas informações e, finalmente, organizar essas informações de forma que possam ser analisados os seguintes pontos:

Quem são os concorrentes Identifique quem são os seus concorrentes. Saber quem irá disputar os clientes com as sua empresa deve estar claro. Por exemplo: no caso de uma empresa do ramo de material de construção, não quer dizer que todos os estabelecimentos da cidade ou bairro sejam necessariamente concorrentes. Tamanho dos concorrentes Determinar o volume de vendas estimado dos principais concorrentes. Quem é considerado o líder do mercado-alvo?

19. Posição Competitiva

Quem é considerado o líder do mercado-alvo? 19. Posição Competitiva Prof. Leonardo – IFPI Empreendedorismo
Quem é considerado o líder do mercado-alvo? 19. Posição Competitiva Prof. Leonardo – IFPI Empreendedorismo

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Os concorrentes podem ser avaliados apenas pelo fato de que seu produto ou

serviço é melhor. Contudo, outros fatores interferem na sua competitividade

frente à concorrência. Talvez eles tenham capacidade de conseguir melhores

preços junto aos fornecedores em função do volume de compras, ou a marca

deles é mais antiga e / ou conhecida e os clientes optem pela credibilidade em

vez do preço.

Os seguintes aspectos devem ser considerados em uma análise

competitiva da concorrência:

20. Fatores de percepção dos clientes

a)

Qualidade

Atributos inerentes ao produto, tais como durabilidade, satisfação das necessidades, comodidade de embalagem, imagem das empresas no mercado com relação a este quesito.

b)

Preço

Qual a importância do preço para os clientes? Qual a posição de seus preços com relação a seus concorrentes em média (em %)? São mais altos ou mais baixos? Como isso poderá afetar o desempenho das vendas?

c)

Conveniência

Facilidade de acesso aos produtos, horários de atendimento, serviços de assistência técnica etc.

Fatores estratégicos

a)

Metas do

Metas do concorrente: O concorrente está satisfeito com a sua posição atual? Possui metas bem definidas? Nossas ações interferirão no alcance destas metas levando os concorrentes a tomar atitudes defensivas ou retaliações?

concorrente

b)

Recursos

Capacidade dos concorrentes em conseguir recursos junto a instituições financeiras.

financeiros

c)

Poder de

Qual a capacidade de nossos principais concorrentes de conseguir condições mais favoráveis nas negociações junto a fornecedores e clientes?

barganha

d)

Parcerias

As empresas instaladas atualmente no mercado alvo apresentam uma convivência pacífica entre elas, regulamentada por acordos (formais e informais), ou, ao contrário, há uma disputa entre elas visando melhorar o seu posicionamento estratégico? Como poderá tirar proveito dessas disputas entre as empresas líderes? Você representará uma ameaça (novo entrante) para as empresas instaladas? Existe possibilidade de eles fazerem acordos estratégicos (parcerias) para barrar a sua entrada no mercado?

estratégicas

(parcerias) para barrar a sua entrada no mercado? estratégicas Prof. Leonardo – IFPI Empreendedorismo
(parcerias) para barrar a sua entrada no mercado? estratégicas Prof. Leonardo – IFPI Empreendedorismo

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e) Posição no

O principal concorrente é um líder consolidado que procura manter sua posição? É uma empresa agressiva que deseja aumentar sua participação no mercado? Em que se baseia a liderança desse concorrente?

mercado

21. Analisando o seu mercado concorrente

a.

Quais são os três principais concorrentes?

b.

c.

d.

2. Liste, abaixo, os dois principais pontos fortes dos concorrentes

em relação à sua empresa:

Concorrente “a”

Concorrente “b”

Concorrente “c”

3. Agora, liste os dois principais pontos fracos dos concorrentes

em relação à sua organização:

Concorrente “a”

Concorrente “b”

Concorrente “c”

4. Agora, compare as seguintes características dos seus concorrentes atuais

com a sua organização. Use a escala abaixo:

5

4

3

2

1

Muito bom

Bom

Regular

Ruim

Muito ruim

Item

Sua

 

Concorrente

Organização

“a”

“b”

“c”

Localização

       

Reputação

       

Atendimento

       

Qualidade dos Produtos

       
      Qualidade dos Produtos         Prof. Leonardo – IFPI Empreendedorismo
      Qualidade dos Produtos         Prof. Leonardo – IFPI Empreendedorismo

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Preços Tempo de mercado Garantias Atendimento
Preços
Tempo de mercado
Garantias
Atendimento

Analisando o seu mercado fornecedor

1. Quais são os três principais produtos / serviços que sua empresa consome

no seu processo de produção / comércio?

a.

b.

c.

2.

Liste, abaixo, os principais fornecedores de quem você compra de cada um

dos produtos / serviços listados acima:

Produto “a”

Produto “b”

Produto “c”

Se você conhece bem seus concorrentes, então fica mais fácil saber o que sua empresa
Se você conhece bem seus concorrentes, então fica mais fácil saber
o que sua empresa precisa melhorar para conquistar ainda mais
consumidores. Além disso, saber o que eles estão fazendo impede que
você seja surpreendido por novos produtos ou serviços que eles
possam lançar.
seja surpreendido por novos produtos ou serviços que eles possam lançar. Prof. Leonardo – IFPI Empreendedorismo
seja surpreendido por novos produtos ou serviços que eles possam lançar. Prof. Leonardo – IFPI Empreendedorismo

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3. Além desses, que outros fornecedores você conhece para cada um desses

produtos (e de quem você ainda não compra)?

Produto “a”

Produto “b”

Produto “c”

4. Agora, compare as seguintes características do seu principal fornecedor

atual com a principal empresa que ainda não fornece para a sua. Use a escala

abaixo:

5

4

3

2

1

Muito bom

Bom

Regular

Ruim

Muito ruim

 

Item

Fornecedor Atual

Empresa pesquisada

Localização

     

Facilidade de acesso

     

Atendimento

     

Qualidade do produto

     

Pontualidade de entrega

     

Capacidade de entrega

     

Condições

de

Garantia

dos

   

produtos

Relacionamento

     

Outros.

   

22. Variação de estilos de fazer negócios (segundo a perspectivas de

norman r. smith, 1967):

Empreendedor oportunista (oportunidade)

Evita o paternalismo;

Delegar autoridade às pessoas;

Empregar estratégias de marketing e esforços de venda mais variados;

“Nada é mais perigoso do que uma idéia, quando ela é a única que temos.” (Alain Emile Chartier. Apud. Dornelas, 2001)

Obter capitalização original de varias fontes;

Planejar o crescimento futuro do negocio;

original de varias fontes;  Planejar o crescimento futuro do negocio; Prof. Leonardo – IFPI Empreendedorismo
original de varias fontes;  Planejar o crescimento futuro do negocio; Prof. Leonardo – IFPI Empreendedorismo

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Utilizar sistemas de registro e controle, orçamento apropriado, oferta

precisa e pesquisa sistemática de mercado.

Qual será o novo negocio: produto/serviço/mercado;

Qual será o tipo de cliente a ser atendido;

Qual será a forma legal de sociedade mais adequada;

Quais serão as necessidades financeiras do novo negócio;

Qual será o local adequado para o novo negócio;

Como administrar as operações cotidianas do novo negócio;

Como produzir bens e serviços dentro de um padrão de qualidade e de

custo;

Como obter os conhecimentos profundos sobre o mercado e,

principalmente, sobre a concorrência;

Como dominar o mercado fornecedor;

Como vender e promover os produtos/serviços;

Como encantar o cliente.

22.1 Identificando oportunidades de negócios a partir da Analise de SWOT ou matriz FOFA:

de negócios a partir da Analise de SWOT ou matriz FOFA: É uma ferramenta utilizada para

É uma ferramenta utilizada para fazer análise de cenário (ou análise de

ambiente), sendo usado como base para gestão e planejamento

estratégico de uma corporação ou empresa, mas podendo, devido a sua

estratégico de uma corporação ou empresa, mas podendo, devido a sua Prof. Leonardo – IFPI Empreendedorismo
estratégico de uma corporação ou empresa, mas podendo, devido a sua Prof. Leonardo – IFPI Empreendedorismo

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simplicidade, ser utilizada para qualquer tipo de análise de cenário,

desde a criação de um blog à gestão de uma multinacional.

a criação de um blog à gestão de uma multinacional. O termo SWOT é uma sigla

O termo SWOT é uma sigla oriunda do idioma inglês, que significa:

Forças (Strengths);

Fraquezas (Weaknesses);

Oportunidades (Opportunities);

Ameaças (Threats).

 

Análise interna

Forças

Fraquezas

1. Liderança de mercado no segmento;

7. Competência para utilizar tecnologia disponível;

2. Custo de processos;

3. Canais de vendas e distribuição;

8. Falha na implementação de diferencial competitivo;

4. Atendimento e serviços;

5. Parcerias;

9.

Todos os aspectos relacionados aos pontos fortes de forma inversa.

6. Outros.

 

Análise externa

Oportunidades

 

Ameaças

1. Crescimento de um determinado mercado ou segmento;

1. Poder de barganha;

2. Maturidade no mercado;

2. Mudanças tecnológicas;

3. Comportamento organizacional;

3. Prioridades políticas;

4. Mudanças tecnológicas;

4. Aspectos de leis;

5. Aspectos referentes a oportunidades que caracterize ameaças.

5. Comportamento do consumidor;

6.

Outros.

Cultura;

 

Aspecto social;

Densidade demográfica;

Valor percebido;

Outros.

• Densidade demográfica; • Valor percebido; • Outros. Prof. Leonardo – IFPI Empreendedorismo
• Densidade demográfica; • Valor percebido; • Outros. Prof. Leonardo – IFPI Empreendedorismo

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REFERÊNCIAS

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BARON, Robert A; SCOTT A. Shane. Empreendedorismo: uma visão do

processo. São Paulo, 2007.

DOLABELA, Fernando . Oficina do Empreendedor: A Metodologia de

ensino que Ajuda a Transformar Conhecimento em Riqueza . Cultura

Editores Associados,1997 DORNELAS, José Antonio. Empreendedorismo: transformando idéias em negócios. São Paulo, 2003.

PEREIRA, Mauricio Fernandes; ARAUJO, Pedro da Costa. WOLF, Sergio Machado. Educação empreendedora no Brasil, uma confrontação com a prática. São Paulo, 2006.

www.sebrae.com.br programa Brasil empreendedor, 2008.

São Paulo, 2006 . www.sebrae.com.br programa Brasil empreendedor, 2008. Prof. Leonardo – IFPI Empreendedorismo
São Paulo, 2006 . www.sebrae.com.br programa Brasil empreendedor, 2008. Prof. Leonardo – IFPI Empreendedorismo

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