2 EDITORIAL

Dos Unófilos Fanáticos, A ideia de uma newsletter não é nova no callcenter de Coimbra, que já antes havia criado um projecto similar, com o ojectivo de dinamizar a informação, fomentar as relações entre pessoas no local de trabalho. A família de Coimbra já nasceu do Outbound, mantendo-se hoje em dia no activo na Unidade de Operações de Fidelização da Zon, a UNOF, e mantem o mesmo espirito de equipa que sempre se orgulhou de demonstrar. Fazia todo o sentido que se criasse algo motivador e que articulasse as ideias de cada um nesta equipa, de forma a representar a união e a amizade que nos distingue e nos enche de orgulho. Papiris renasce de um outro passado, para evocar este novo presente, um grupo de amigos que por acaso também trabalha em conjunto, com uma vontade enorme de partilhar histórias e experiências pessoais, de fazer com que este trabalho se desenvolva com sucesso, quer nos objectivos profissionais, quer nas boas relações humanas. Hoje é a equipa de Fidelização Proactiva de Coimbra que dá a cara neste projecto, retoma a ideia de “Vamos Aderir” que desapareceu com o Outbound, mas que foi um sucesso de união, com histórias dos callcenters de Coimbra, do Porto e de Lisboa. Papiris almeja seguir o seu próprio caminho, e quiçá servir de mote para uniões futuras com outros telemarkistas.

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4 MEGADAYS

Todos os meses ocorrem vários megadays e megaweeks, que impulsionam os comunicadores a fazer fidelizações com mais afinco. Nos últimos tempos foram ganhos muitos prémios, resultado de sucessivos cumprimentos de objectivos. O comunicador Ivo ganhou uma máquina fotográfica, durante um “megamonth” em que cada um ia colocando uma rifa num saco, de cada vez que fazia uma Iris. Noutro evento, Tiago Rafael ganhou um fim-de-semana numa pousada para 2 pessoas, fruto de ter ganho a competição para ver quem “roubava” mais clientes à concorrência. Noutra competição que houve, organizaram-se duplas para reter com Iris, quem levou os vales de prémio foi a dupla “Os Batistas”. Nos últimos tempos têm sido sorteados bilhetes de cinema todos os dias, comprovando que no callcenter de Coimbra a motivação é diária e inesgotável. Venham mais megadays.

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6 CAPA

O SUCESSO DO DESAFIO IRIS
Para quem a conhece, sabe que a hipervisora Lourdes é um apoio constante no callcenter de Coimbra. Dá apoio moral, apoio técnico, demagogo e até parental, aos operadores que necessitam, mesmo que não o peçam. A sua dinâmica é contagiante e foi essencial para que a equipa superasse o desafio Iris com êxito.

Maria de Lurdes Torres, supervisora da equipa de Coimbra, cumpriu com a sua promessa. O desafio do projecto de credenciação de supervisores 2013, foi superado com sucesso. O desafio para a Lurdes era fazer com que a sua equipa fechasse o mês de Maio com 350 upgrades para Iris (o proposto pela Zon eram 500, sendo reduzido o objectivo devido a operadores de baixa e de férias). A equipa de Coimbra acabou Maio com 401 upgrades, garantido o cumprimento por excesso e por distinção. O objectivo cumprido foi celebrado efusivamente por toda a operação, com direito a um delicioso bolo de chocolate feito pela Lurdes, especialmente feito para mimar os operadores opôs um mês em grande. Toda a equipa se vai unir para dar força à Lurdes, quando for a apresentação dos resultados em Lisboa, junto dos superiores da Zon, em data a estabelecer. O bolo de chocolate estava tão bom, que a malta sugeriu que era bom termos objectivos todas as semanas, para haver um bolo todas as sextas feiras, pois é um motivo doce para fazer com que superemos objectivos cada vez mais e melhor. Força Lurdes!

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8 TERAPIA DO RISO
Os unófilos fanáticos do callcenter de Coimbra são uma família divertida. Das inúmeras peripécias que acontecem, algumas hilariantes, muitas ficam marcadas durante muito tempo, entre chacota e regozijo, funcionando como motor, de grande parte da motivação desta equipa. Nos últimos tempos o comunicador João Ruivo tem espalhado pelos outros comunicadores, o prazer da competição amigável que inventou com os seus clientes, em que, ganha quem disser o ultimo obrigado durante a chamada. Apesar de ganhar muitas vezes, há clientes imbatíveis que desligam a chamada a dizer: “Obrigado, obrigado, obrigado, obrig…”. Literalmente até cessar a ligação. É impossível ganhar aos mais simpáticos. Outra coisa contagiante no trabalho tem sido o reportório de musicas parolas, que os comunicadores mais animados vão cantarolando, resultando num dia inteiro de trabalho, toda a gente a cantar a mesma musica. Desde os hits antigos de Bon Jovi ou Brian Adams, passando pelas brasileiradas que passam nas novelas, parecem vírus que se propagam por todo o callcenter. A musica do “ hotji dogui” já ninguém pode ouvir, tal como aquela dos Imagine Dragons do anuncio da concorrência. Rui “power” Peralta, foi visto a vacilar ao telefone, um destes dias, em plena chamada enquanto fechava a adesão. A megachefe só ouviu: “Oh Dora, traz-me água com açucar…”, quando olhou estava o menino todo branquela, reclinado na cadeira a fechar o negócio. Só depois se dirigiu à copa para recuperar da “quebra de tensão”, sempre a falar sem se calar, o que leva a crer que enquanto falou com o cliente ficou preso num “loop” de conversação eterna. A comunicadora Cláudia Lopes é facilmente reconhecida no callcenter, pois quando se ouve na sala “Que parvalhão!”, já se sabe onde é que ela se senta, sendo que, é a única comunicadora que liga aos clientes, e depois eles não a deixam falar, só falam eles. Agora acontecem umas coisas engraçadas ao telefone neste callcenter. As chamadas são atribuídas automaticamente, e o pessoal está sem olhar para o computador até ouvir aquele som antes de qualquer chamada iniciar, começa por dizer: “ Boa tarde! O meu nome é tal tal tal, estou a ligar da… aliás, peço desculpa! O senhor é que me está a ligar…”. A isto, meus amigos, chama-se chamada Inbound, e o pessoal esquece-se que às vezes também as recebe, originando estes discursos hilariantes.

CALINADAS 9
do lado de cá: “...o senhor vai-se casar? Com a sua esposa não é?...” do lado de lá: “...depois o meu marido vai à Segurança Social e fala com a piscóloga...” do lado de lá: “...eu agora aderi à Zopt...” do lado de lá: “...eu tenho um DMI, regenerência da mácula devido à idade, mas as pessoas novas também apanham... do lado de lá: “...eu tenho a televisão inundada...” do lado de lá: “...eu vou sempre pagar à playshop...” do lado de lá: “...tenho aqui uma anormalia no equipamento...” do lado de cá: “...vai ser instalada no horário que falámos, do meio dia às onze...” do lado de lá: “...agora já tenho contracto com a Ops...” do lado de lá: “...a minha casa esteve desligada...” do lado de lá: “...vocês têm muitos canais de noticias estrangeiros, gosto muito daquele do Zabergão...” do lado de cá: “...o senhor é cliente da nossa empresa?...” do lado de lá: “Eu não! Sou angolano...” do lado de lá: “...esta semana já aqui vieram três brigadas da Mel a minha casa...” do lado de lá: “...eles disseram que eu tinha de desligar o modéme, porque podia vir o virus...” do lado de lá: “...montaram-me aqui nesta casa...” do lado de lá: “...ela agora está encamada...” do lado de cá: “...vou averigar a situação...” do lado de cá: “...fica com possibilidade de recuar no tempo até sete dias por semana...” do lado de lá: “...eu não sei se foi estupidez ou se foi burridez...” do lado de lá: “...Internet?Não amigo, isto é Vila Nova de Gaia...” do lado de lá: “...não vejo bem duma vista e dum ouvido...” do lado de lá: “...como sou invisual tenho um telefone que tem números grandes e um ecranzinho...” do lado de lá: “...eu farto-me de trabalhar, o meu marido chega, senta-se no estefá e não quer outra coisa...” do lado de lá: “...sou filho, da filha dessa senhora...” do lado de lá: “...agora não posso. É que estou a lavar a minha esposa, ela tem Alzheimer e esquece-se de tomar banho...” do lado de lá: “...depois o senhor fala com a minha filha que ainda é nova, só tem 60 anos...” ddo lado de lá: “...vou lá meter o piquetezinho na box...” do lado de lá: “...tenho um mal contacto no teclado do telefone...” do lado de lá: “...porra que otelefone toca dura...” do lado de lá: “...vieram cá os senhores da Têpê, porque eu tenho uns cabos aéreos...” do lado de lá: “...eu já não tenho a Jonhson...” do lado de lá: “...estou muito desinibido com a vossa operadora... quero acabar com vocês...” do lado de lá: “...o presidente da junta é que disse para desligarmos os equipamentos...” do lado de lá: “...eu tenho a Melo, não quero a Zóni...” do lado de lá: “...agora não posso falar, estou muito ocupada... a descansar...” do lado de cá: “...no modem?” do lado de lá: “Sim. Incomoda-me...” do lado de cá: “...ligo para a rua de angola em Figueira da Foz?...” do lado de lá: “Não! Está a ligar para Portugal...” do lado de lá: “...agora não posso, tive um acidente. Parti braços, parti pernas, parti tudo...”

10 CULTO TAGARELA
PARA LER
A mão do diabo Autor: José Rodrigues dos Santos Para os que têm seguido as aventuras do historiador e criptanalista Tomás Noronha, decerto que já se aborrecem com o facto de o pacato professor estar sempre à beira da morte e em situações de risco eminente, e safa-se sempre, quase incólume, qual James Bond latino. Neste ultimo romance, o autor transporta-nos através dos caminhos ilícitos e obscuros da economia e politica mundiais. À semelhança dos volumes anteriores da saga, o autor capta desde logo a atenção dos leitores, e, do mesmo modo simples e entusiástico que nos tem habituado, explica aos leigos os meandros do poder económico e da política mundial, fazendo-nos entender um pouco das causas sucessivas que provocaram este novo paradigma social, em permanente crise, que atinge o próprio herói do livro. Da Grécia a Espanha, Portugal e Itália, o historiador é perseguido por pessoas com poderes acima das leis, tudo por causa de um DVD que ameaça desmascarar os verdadeiros culpados da crise mundial. Com auxílio de uma agente da Interpol espanhola, vai-se safando dos seus captores, que além de tudo também fazem parte daquelas seitas satânicas, cujos rituais também vão sendo mostrados ao longo da história. ... [I.A.A.] de televisão, contratou David Benioff e D. B. Weiss para escreverem e servirem como produtores executivos da série, que iria cobrir todo o material relevante de cada livro por temporada. Inicialmente, foi planejado que Benioff e Weiss escreveriam todos os episódios, com exceção de um, por temporada, que o autor dos livros e co-produtor executivo George R. R. Martin iria escrever. Entretanto, Jane Espenson e Bryan Cogman foram adicionados à equipa de roteiristas, onde cada um escreveu um episódio da primeira temporada. “The Sopranos na Terra Média” foi a tagline para a série, que Benioff sugeriu por brincadeira, referindo-se ao conteúdo sombrio de intriga e o cenário de fantasia. A fantasia é descrita como incidental da série, com o presidente de programação da HBO, Michael Lombardo, achando a história atraente ao invés de mágica e exótica, a HBO contratou o linguista David J. Peterson, da Sociedade de Criação de Língua, para desenvolver a língua dothraki — “possuindo seu som único, vocabulário de mais de 1.800 palavras e estrutura gramatical complexa”—para ser usada na série. O primeiro e o segundo, rascunhos do piloto, escritos por Benioff e Weiss, foram submetidos em agosto de 2007 e Junho de 2008, respectivamente. Apesar da HBO ter gostado dos dois rascunhos, um episódio piloto não foi encomendado até Novembro de 2008, com a greve dos roteiristas dos Estados Unidos (2007-08) possivelmente adiando o processo. Game of Thrones foi creditado por aumentar a popularidade dos temas de fantasia e a aceitação do género pelos média. “Depois desse fim-de-semana”, escreveu a CNN antes da estreia da segunda temporada da série,

PARA VER
Guerra dos Tronos Sinopse: O desenvolvimento da série começou em Janeiro de 2007.9 A HBO, depois de adquirir os direitos de “A Song of Ice and Fire” com a intenção de transformar os livros em uma série

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“terão dificuldades em encontrar alguém que não é fã de alguma forma de fantasia épica”. De acordo com Ian Bogost, Game of Thrones continua uma série de adaptações bem-sucedidas, começando com a trilogia The Lord of the Rings em 2001 e continuando com a série Harry Potter, que estabeleceram a fantasia como um género com um grande mercado lucrativo e qualidade artística. [Wikipédia] peeled”. Todo este misterioso, obscuro e perigoso mundo de “Like a Clockework” está á espera de ser visitado. “Is it wonderful?”[Carlão/A.C.]

PARA JOGAR
Ps4 - o futuro das consolas? A Sony® anunciou no dia 10 de Junho aquela que vai ser a futura consola desta empresa. Expectativas? Mais que muitas … :) Após ver a conferência, apercebemo-nos de que as novidades são mais que muitas. Gráficos de babar. Funcionalidades inovadoras, novo comando, novas maneiras de interagir, etc.

PARA OUVIR
Queens of the Stone Age – Like Clockwork [2013] Queens of the Stone Age mais uma vez seduz-me aos seus encantos com o álbum “Like Clockwork”, sendo este o mais obscuro, estranho, e melodramático trabalho que alguma vez editaram e sem dúvida o mais brilhante. Apesar do terror violento e artístico emitido nos vídeos passados pela banda na apresentação do “Like Clockwork”, as músicas têm efeitos sedutores, anestesiantes, excitantes. Queens of the Stone a Age leva-nos a gostar do lado mais negro e menos belo da vida. Quem não gostaria de cometer exageros sem medo das reacções e das consequências? Queens of Stone Age deixa-nos um pouco do sabor desse mundo na nossa boca através das músicas “If I Had a Tail”, “keep your eyes

Jogos de lançamento com notas já cotadas como muito boas, tendo como exemplo os exclusivos “Knac”, “Infamous Second Son”, “Killzone Shadow Fall”, “Drive CLub”, entre muitos outros. A maior novidade / boa notícia dada pela Sony® foi, sem dúvida alguma, o preço de lançamento de tal plataforma a 399€. Inicia assim a nova competição de quem tem a melhor consola. Se a Sony®, se a Microsoft®. Qual a tua opinião? O que tens a dizer destas novidades? Vai ser um sistema de entretenimento na tua lista de Natal? Mais novidades e reviews na próxima edição. ;) [Tiago Pucarinho]

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