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PELE E EPIDERME

Figura 1- Estratificado moderado da Epiderme, Epiderme, Derme, Hipoderme Tecido Adiposo.

PELE E EPIDERME Figura 1- Estratificado moderado da Epiderme, Epiderme, Derme, Hipoderme Tecido Adiposo. Figura 2-

Figura 2- Estrato Córneo, Estrato Granuloso, Estrato Espinhoso, Estrato Basal, Estrato Derme,

Corpúsculo Táctil,

Ropiloso Dérmicas, Vaso Sanguíneo Capilar Dérmica.

PELE E EPIDERME Figura 1- Estratificado moderado da Epiderme, Epiderme, Derme, Hipoderme Tecido Adiposo. Figura 2-

Figura 3- Pele de Uma Pessoa de Cor escura Com grande quantidade de Pigmento. (Melanina).

PELE E EPIDERME Figura 1- Estratificado moderado da Epiderme, Epiderme, Derme, Hipoderme Tecido Adiposo. Figura 2-

Figura 4 Pele da Polpa Digital Humana.

Figura 4 – Pele da Polpa Digital Humana. Figura 5 – Glândula Sudorípara, Glândula Sebácea, Haste

Figura 5 Glândula Sudorípara, Glândula Sebácea, Haste de Pelo, Epiderme, Corte Longitudinal na direção do Pêlo, Raiz do Pêlo, Camada Sudorípara, Gales, Bainha do Pêlo, Pupila do Pêlo.

Figura 4 – Pele da Polpa Digital Humana. Figura 5 – Glândula Sudorípara, Glândula Sebácea, Haste

Figura 6 Pele da Asa do Nariz, Artéria, Fibras Musculares Esqueléticas.

Figura 4 – Pele da Polpa Digital Humana. Figura 5 – Glândula Sudorípara, Glândula Sebácea, Haste

Figura 7 Camada de henie, Camada de Huxley, Bainha interior da raiz, Corte Transversal da raiz de um pelo, bainha Externa da Raiz, Bainha Dermica , Vaso Sanguineo, Membrana Vitrea, Cuticula do Pêlo da Bainha, Cortex Pêlo.

Figura 8 – Acino Secretor, Inicio do Ducto Excretor, Células Moepiteliais. Figura 9 – Glândulas Sebáceas

Figura 8 Acino Secretor, Inicio do Ducto Excretor, Células Moepiteliais.

Figura 8 – Acino Secretor, Inicio do Ducto Excretor, Células Moepiteliais. Figura 9 – Glândulas Sebáceas

Figura 9 Glândulas Sebáceas Holocrinas.

Figura 8 – Acino Secretor, Inicio do Ducto Excretor, Células Moepiteliais. Figura 9 – Glândulas Sebáceas

Figura 10 - Bainha Externa Raiz, Camada de henie, Camada de Huxlcey, Bainha Dérmicas, Bulbo do Pêlo, Papita do Pêlo, Pigmento Membrana Vitrea, Bainha Externa Raiz, Cortex Pêlo, Medula do Pêlo, Camada de Huxiey, Bainha da Cuticula, Cuticula do Pêlo.

EPITELIOS DE REVESTIMENTO Figura 1 - Epitélio Isopriomático. Figura 2 – Endocárdio Humano com epitélio delgado,

EPITELIOS DE REVESTIMENTO

Figura 1 - Epitélio Isopriomático.

EPITELIOS DE REVESTIMENTO Figura 1 - Epitélio Isopriomático. Figura 2 – Endocárdio Humano com epitélio delgado,

Figura 2 Endocárdio Humano com epitélio delgado, Epitélio Peritoneal.

Figura 3 – Epitélio prismático. Figura 4 – Epitélio Cilíndrico que serve a mucosa das pregas

Figura 3 Epitélio prismático.

Figura 3 – Epitélio prismático. Figura 4 – Epitélio Cilíndrico que serve a mucosa das pregas

Figura 4 Epitélio Cilíndrico que serve a mucosa das pregas do ouvido humano.

Figura 3 – Epitélio prismático. Figura 4 – Epitélio Cilíndrico que serve a mucosa das pregas

Figura 5 Epitélio Pavimentoso estratificado não queratinizado.

Figura 6 – Camada Queratinizada. Figura 7 – Células superficiais com condensação citoplasmática, Epitélio Estratificado. Figura

Figura 6 Camada Queratinizada.

Figura 6 – Camada Queratinizada. Figura 7 – Células superficiais com condensação citoplasmática, Epitélio Estratificado. Figura

Figura 7 Células superficiais com condensação citoplasmática, Epitélio Estratificado.

Figura 6 – Camada Queratinizada. Figura 7 – Células superficiais com condensação citoplasmática, Epitélio Estratificado. Figura

Figura 8 Epitélio Cilíndrico, membrana basal, pequenos vasos Sanguíneo.

Figura 9 – Demonstração de imu no-histoquímica da calcitonina nas células da tireoide de rato. Figura

Figura 9 Demonstração de imu no-histoquímica da calcitonina nas células da tireoide de rato.

Figura 9 – Demonstração de imu no-histoquímica da calcitonina nas células da tireoide de rato. Figura

Figura 10 Demonstração de imuno-histoquimica de laminas nas basais de todos os epitélios.

Figura 9 – Demonstração de imu no-histoquímica da calcitonina nas células da tireoide de rato. Figura

Figura 11 Prega da mucosa de Vesícula biliar, Rede Terminal.

Figura 12 – Ducto estriado da glândula salivar submandibular humana. Figura 13 - Epitélio de Transição

Figura 12 Ducto estriado da glândula salivar submandibular humana.

Figura 12 – Ducto estriado da glândula salivar submandibular humana. Figura 13 - Epitélio de Transição

Figura 13 - Epitélio de Transição da bexiga humana, Porções Terminais de glândulas condensação citoplasmática, célula superficial binucleada.

Figura 12 – Ducto estriado da glândula salivar submandibular humana. Figura 13 - Epitélio de Transição

Figura 14 - Epitélio do revestimento do Jejum, Lamina basal.

Figura 15 - Epitélio de Cilíndro simples da trompa uterina humana. Figura 16 - Estereocílios. EPITELIOS

Figura 15 - Epitélio de Cilíndro simples da trompa uterina humana.

Figura 15 - Epitélio de Cilíndro simples da trompa uterina humana. Figura 16 - Estereocílios. EPITELIOS

Figura 16 - Estereocílios.

Figura 15 - Epitélio de Cilíndro simples da trompa uterina humana. Figura 16 - Estereocílios. EPITELIOS

EPITELIOS GLANDULARES

Figura 1 a) _ Glândulas do tubo simples, b) Glândulas tubulosa simples enoveladas, c)_ Glândula tubulosa ramificada, d)_ Glândula acinosa simples, e)_ Glândula aveolar ramificada, f)_ Glândula acinosa composta, g) _ Glândula tubulosa composta,h) _ Glândula túbulo acinosa.

Figura 2 – Célula calciforme no epitélio da mucosa do ílio humano. Figura 3 – Glândulas

Figura 2 Célula calciforme no epitélio da mucosa do ílio humano.

Figura 2 – Célula calciforme no epitélio da mucosa do ílio humano. Figura 3 – Glândulas

Figura 3 Glândulas no epitélio pseudo estraficado na mucosa do septo nasal humana, Luz de uma glândula intra epitelial.

Figura 2 – Célula calciforme no epitélio da mucosa do ílio humano. Figura 3 – Glândulas

Figura 4 Depressões tubuliformes, Musculares mucosa.

Figura 2 – Célula calciforme no epitélio da mucosa do ílio humano. Figura 3 – Glândulas

Figura 5 Células adiposas, Luz de dois ductos acinosos.

Figura 6 – Glândulas ceruminosas da pele do canal auditivo externo humano. Figura 7 – Glândula

Figura 6 Glândulas ceruminosas da pele do canal auditivo externo humano.

Figura 6 – Glândulas ceruminosas da pele do canal auditivo externo humano. Figura 7 – Glândula

Figura 7 Glândula odorífera axilar humana, Cúpula citoplasmática contendo secreção.

Figura 6 – Glândulas ceruminosas da pele do canal auditivo externo humano. Figura 7 – Glândula

Figura 8 Glândulas tubulares ramificadas na porção pilórica, faviola, glândulas pilóricas.

Figura 9 – Célula adiposa serosa, acino seroso. Figura 10 – Glândulas salivar submandibular humana, acino

Figura 9 Célula adiposa serosa, acino seroso.

Figura 9 – Célula adiposa serosa, acino seroso. Figura 10 – Glândulas salivar submandibular humana, acino

Figura 10 Glândulas salivar submandibular humana, acino seroso, porção estriada, crescente seroso, túbulo mucoso.

Figura 9 – Célula adiposa serosa, acino seroso. Figura 10 – Glândulas salivar submandibular humana, acino

Figura 11 Canal secretor.

Figura 9 – Célula adiposa serosa, acino seroso. Figura 10 – Glândulas salivar submandibular humana, acino

TECIDOS CONJUNTIVOS E TECIDOS DE SUSTENTAÇÃO

Figura 1 Células mesenquinas, vasos sanguíneos à direita com células sanguínea nucleada, metáfase.

TECIDOS CONJUNTIVOS E TECIDOS DE SUSTENTAÇÃO Figura 1 – Células mesenquinas, vasos sanguíneos à direita com

Figura 2 Corte longitudinal paramediano, cavidade amnótica, segmentos somíticos.

TECIDOS CONJUNTIVOS E TECIDOS DE SUSTENTAÇÃO Figura 1 – Células mesenquinas, vasos sanguíneos à direita com

Figura 3 Tecido conjuntivo mucoso com fibras.

TECIDOS CONJUNTIVOS E TECIDOS DE SUSTENTAÇÃO Figura 1 – Células mesenquinas, vasos sanguíneos à direita com

Figura 4 Tecido conjuntivo reticular do seio medular de um lonfonodo(gato), linfócitos, células reticulares.

Figura 5 – Membrana do omentum najus de rato. Figura 6 – Mesentério de rato, fibrócito,

Figura 5 Membrana do omentum najus de rato.

Figura 5 – Membrana do omentum najus de rato. Figura 6 – Mesentério de rato, fibrócito,

Figura 6 Mesentério de rato, fibrócito, mastócito, fibra colágena, fibra elástica com ramificação.

Figura 5 – Membrana do omentum najus de rato. Figura 6 – Mesentério de rato, fibrócito,

Figura 7 Fibras colágenas e elásticas da derme humana, Fibra elástica com ramificação, feixe de fibra colágena.

Figura 8 – Fibras reticulares Figura 9 – Vários mastócitos, mastócitos, núcleo endotélio, núcleos de células

Figura 8 Fibras reticulares

Figura 8 – Fibras reticulares Figura 9 – Vários mastócitos, mastócitos, núcleo endotélio, núcleos de células

Figura 9 Vários mastócitos, mastócitos, núcleo endotélio, núcleos de células da túnica média.

Figura 8 – Fibras reticulares Figura 9 – Vários mastócitos, mastócitos, núcleo endotélio, núcleos de células

Figura 10 Célula pigmentar, núcleo da célula pigmentar.

Figura 11 – Macrofágos Figura 12 – Macrófagos. Figura 13 – Tecido adiposo pardo, célula adiposa

Figura 11 Macrofágos

Figura 11 – Macrofágos Figura 12 – Macrófagos. Figura 13 – Tecido adiposo pardo, célula adiposa

Figura 12 Macrófagos.

Figura 11 – Macrofágos Figura 12 – Macrófagos. Figura 13 – Tecido adiposo pardo, célula adiposa

Figura 13 Tecido adiposo pardo, célula adiposa univacuolar, célula adiposa plurivacuolar.

Figura 11 – Macrofágos Figura 12 – Macrófagos. Figura 13 – Tecido adiposo pardo, célula adiposa

Figura 14 Tecido conjuntivo frouxo, pequena artéria, tecido adiposo.

Figura 14 – Tecido conjuntivo frouxo, pequena artéria, tecido adiposo. Figura 15 – Grupo de células

Figura 15 Grupo de células adiposas no mesentério humano.

Figura 14 – Tecido conjuntivo frouxo, pequena artéria, tecido adiposo. Figura 15 – Grupo de células

Figura 16 Células adiposas univacuolares.

Figura 14 – Tecido conjuntivo frouxo, pequena artéria, tecido adiposo. Figura 15 – Grupo de células

Figura 17 Tecido conjuntivo frouxo intersticial.

Figura 14 – Tecido conjuntivo frouxo, pequena artéria, tecido adiposo. Figura 15 – Grupo de células

Figura 18 Tecido conjuntivo frouxo intersticial.

Figura 18 – Tecido conjuntivo frouxo intersticial. Figura 19 – Corte transversal de um ligamento elástico

Figura 19 Corte transversal de um ligamento elástico do Tecido Conjuntivo, núcleo de fibrócitos.

Figura 18 – Tecido conjuntivo frouxo intersticial. Figura 19 – Corte transversal de um ligamento elástico

Figura 20 Corte longitudinal de um ligamento elástico do Tecido Conjuntivo.

Figura 18 – Tecido conjuntivo frouxo intersticial. Figura 19 – Corte transversal de um ligamento elástico

Figura 21 Cartilagem hialina embrionária humana.

Figura 22 – Cartilagem hialina traquéia humana. Figura 23 – Cartilagem elástica, tecido conjuntivo fibroso ,

Figura 22 Cartilagem hialina traquéia humana.

Figura 22 – Cartilagem hialina traquéia humana. Figura 23 – Cartilagem elástica, tecido conjuntivo fibroso ,

Figura 23 Cartilagem elástica, tecido conjuntivo fibroso , cartilagem elástica, artéria.

Figura 22 – Cartilagem hialina traquéia humana. Figura 23 – Cartilagem elástica, tecido conjuntivo fibroso ,

Figura 24 Cartilagem fibrosa do disco intervertebral humano.

Figura 22 – Cartilagem hialina traquéia humana. Figura 23 – Cartilagem elástica, tecido conjuntivo fibroso ,

Figura 25 Cartilagem hialina embrionária, epitélio do brônquio.

Figura 25 – Cartilagem hialina embrionária, epitélio do brônquio. Figura 26 – Cartilagem hialina, matriz territorial,

Figura 26 Cartilagem hialina, matriz territorial, degeneração amiantoide, dois condrócitos da matriz territorial.

Figura 25 – Cartilagem hialina embrionária, epitélio do brônquio. Figura 26 – Cartilagem hialina, matriz territorial,

Figura 27 Cartilagem elástica da orelha de porco, grupo bicelular de condrócitos.

Figura 25 – Cartilagem hialina embrionária, epitélio do brônquio. Figura 26 – Cartilagem hialina, matriz territorial,

Figura 28 Células cartilaginosas da matriz hialina.

Figura 29 - Folículo piloso, epiderme vaso sanguíneo, centro de ossificação, osteoblastos. Figura 30 – Osteoblastos,

Figura 29 - Folículo piloso, epiderme vaso sanguíneo, centro de ossificação, osteoblastos.

Figura 29 - Folículo piloso, epiderme vaso sanguíneo, centro de ossificação, osteoblastos. Figura 30 – Osteoblastos,

Figura 30 Osteoblastos, osteócitos.

Figura 29 - Folículo piloso, epiderme vaso sanguíneo, centro de ossificação, osteoblastos. Figura 30 – Osteoblastos,

Figura 31 Osteoblastos.

Figura 29 - Folículo piloso, epiderme vaso sanguíneo, centro de ossificação, osteoblastos. Figura 30 – Osteoblastos,

Figura 32 Osteoblastos, osteoclastos nas lacunas de howship.

Figura 33 – Colar ósseo pericondrial, Cartilagem hipertrófica, pericôndrio. Figura 34 – Cartilagem epifisária (não modificada)

Figura 33 Colar ósseo pericondrial, Cartilagem hipertrófica, pericôndrio.

Figura 33 – Colar ósseo pericondrial, Cartilagem hipertrófica, pericôndrio. Figura 34 – Cartilagem epifisária (não modificada)

Figura 34 Cartilagem epifisária (não modificada) cartilagem seriada ou de multiplicação, cartilagem hipertrófica, medula óssea primária, pericôndrio, broto periósteo, colar ósseo pericondrial.

Figura 35 – Corte longitudinal do osso metacarpo, osso pericondrial. Figura 36 – Células cartilaginosas hipertrofiadas,

Figura 35 Corte longitudinal do osso metacarpo, osso pericondrial.

Figura 35 – Corte longitudinal do osso metacarpo, osso pericondrial. Figura 36 – Células cartilaginosas hipertrofiadas,

Figura 36 Células cartilaginosas hipertrofiadas, substância fundamental cartilaginosa calcificada, núcleo de um condrócito retraído, osso pericondral epífise.

Figura 35 – Corte longitudinal do osso metacarpo, osso pericondrial. Figura 36 – Células cartilaginosas hipertrofiadas,

Figura 37 - Osso pericondrial.

Figura 37 - Osso pericondrial. Figura 38 – Osso pericondrial, Vasos cheios de elitrócitos. Figura 39

Figura 38 Osso pericondrial, Vasos cheios de elitrócitos.

Figura 37 - Osso pericondrial. Figura 38 – Osso pericondrial, Vasos cheios de elitrócitos. Figura 39

Figura 39 Cartilagem epifisária, cartilagem seriada, cartilagem hipertrófica, substância intracelular calcificada, resto de substância intracelular, centro de ossificação endocondrial, medula óssea primária , camada fibrosa e osteogênica do periósteo.

Figura 37 - Osso pericondrial. Figura 38 – Osso pericondrial, Vasos cheios de elitrócitos. Figura 39

Figura 40 Tecido ósseo subcondral, membrana fibrosa, membrana synoviais, vaso sanguíneo, célula adiposa, linha limtrofe, zona de mineralização.

Figura 41 – Osso fíbula humana, canal de havers. Figura 42 – Articulação do dedo, vilosidade

Figura 41 Osso fíbula humana, canal de havers.

Figura 41 – Osso fíbula humana, canal de havers. Figura 42 – Articulação do dedo, vilosidade

Figura 42 Articulação do dedo, vilosidade sinovial, fenda de articulação, cartilagem da articulação, tecido ósseo.

Figura 41 – Osso fíbula humana, canal de havers. Figura 42 – Articulação do dedo, vilosidade

Figura 43 Camada compacta da diáfise do fêmur, canículos osseos, pequenas cavidades ósseas.

Figura 43 – Camada compacta da diáfise do fêmur, canículos osseos, pequenas cavidades ósseas. Figura 44

Figura 44 Corte de um osso de um canal de havers.

Figura 43 – Camada compacta da diáfise do fêmur, canículos osseos, pequenas cavidades ósseas. Figura 44

Figura 45 Musculatura lisa do útero humano.

Figura 43 – Camada compacta da diáfise do fêmur, canículos osseos, pequenas cavidades ósseas. Figura 44

Figura 46 Fibra muscular branca, fibra muscular vermelha.

Figura 43 – Camada compacta da diáfise do fêmur, canículos osseos, pequenas cavidades ósseas. Figura 44

Figura 47 Musculatura esquelética humana, núcleos celulares.

Figura 47 – Musculatura esquelética humana, núcleos celulares. Figura 48 - Musculatura esquelética lisa, eritrócitos dentro

Figura 48 - Musculatura esquelética lisa, eritrócitos dentro do capilar.

Figura 47 – Musculatura esquelética humana, núcleos celulares. Figura 48 - Musculatura esquelética lisa, eritrócitos dentro

Figura 49 Musculatura lisa, núcleo celular.

Figura 47 – Musculatura esquelética humana, núcleos celulares. Figura 48 - Musculatura esquelética lisa, eritrócitos dentro

Figura 50 Musculatura cardíaca humana, disco intercalar, núcleo celular.

Figura 47 – Musculatura esquelética humana, núcleos celulares. Figura 48 - Musculatura esquelética lisa, eritrócitos dentro

Figura 51 Musculatura esquelética humana, núcleos celulares.

Figura 51 – Musculatura esquelética humana, núcleos celulares. Figura 52 – Célula musculares lisa da túnica

Figura 52 Célula musculares lisa da túnica muscular do apêndice núcleos de células musculares lisas.

Figura 51 – Musculatura esquelética humana, núcleos celulares. Figura 52 – Célula musculares lisa da túnica

Figura 53 - Célula muscular cardíaca, núcleos com região livre de miofibras.

Figura 51 – Musculatura esquelética humana, núcleos celulares. Figura 52 – Célula musculares lisa da túnica

Figura 54 Fibras musculares esqueléticas do M. oriculares, eritrócito dentro de um capilar, núcleo da fibra muscular esquelética.

Figura 55 – Células musculares lisas, núcleo de uma célula muscular lisa. Figura 56 – Tecido

Figura 55 Células musculares lisas, núcleo de uma célula muscular lisa.

Figura 55 – Células musculares lisas, núcleo de uma célula muscular lisa. Figura 56 – Tecido

Figura 56 Tecido estriado cardíaco, disco intercalares, grânulos de Lipofuscina, Nucleo com Nucleolo.

Figura 55 – Células musculares lisas, núcleo de uma célula muscular lisa. Figura 56 – Tecido

.

Figura 57 Linha 2 nas faixas 1, Faixa A.

Figura 55 – Células musculares lisas, núcleo de uma célula muscular lisa. Figura 56 – Tecido

Figura 58 Feixes de células musculares lisas, núcleos de células musculares lisas ramificadas.

Figura 58 – Feixes de células musculares lisas, núcleos de células musculares lisas ramificadas. Figura 59

Figura 59 Musculatura cardíaca, miocárdio, sistema de condução de excitação, endocárdio, cavidade cardíaca.

Figura 58 – Feixes de células musculares lisas, núcleos de células musculares lisas ramificadas. Figura 59

Figura 60 Musculo esquelético, vênula, arteríolas.

Figura 58 – Feixes de células musculares lisas, núcleos de células musculares lisas ramificadas. Figura 59

Figura 61 Corte Transversal do Cardioca.

Figura 61 – Corte Transversal do Cardioca. TECIDO SANGUÍNEO Figura 1- Granócito basófilo, linfócito, eritrócitos. Figura

TECIDO SANGUÍNEO

Figura 1- Granócito basófilo, linfócito, eritrócitos.

Figura 61 – Corte Transversal do Cardioca. TECIDO SANGUÍNEO Figura 1- Granócito basófilo, linfócito, eritrócitos. Figura

Figura 2 Plaquetas, granulócitos neutrófilos.

Figura 61 – Corte Transversal do Cardioca. TECIDO SANGUÍNEO Figura 1- Granócito basófilo, linfócito, eritrócitos. Figura

Figura 3 - Linfoc itos, monócitos.

Figura 4 – Granulócitos Eusinofilos, neutrófilos. Figura 5 – Granulócito Neutrofilo. Figura 6 – Linfócito pequeno,

Figura 4 Granulócitos Eusinofilos, neutrófilos.

Figura 4 – Granulócitos Eusinofilos, neutrófilos. Figura 5 – Granulócito Neutrofilo. Figura 6 – Linfócito pequeno,

Figura 5 Granulócito Neutrofilo.

Figura 4 – Granulócitos Eusinofilos, neutrófilos. Figura 5 – Granulócito Neutrofilo. Figura 6 – Linfócito pequeno,

Figura 6 Linfócito pequeno, linfócito grande.

Figura 7 – Monócito. CAVIDADE ORAL E GLÂNDULAS SALIVARES Figura 1 – Região dorsal da língua

Figura 7 Monócito.

Figura 7 – Monócito. CAVIDADE ORAL E GLÂNDULAS SALIVARES Figura 1 – Região dorsal da língua

CAVIDADE ORAL E GLÂNDULAS SALIVARES

Figura 1 Região dorsal da língua humana.

Figura 7 – Monócito. CAVIDADE ORAL E GLÂNDULAS SALIVARES Figura 1 – Região dorsal da língua

Figura 2 Corte pelo epitélio lateral de uma papila circumralada, corpúsculo gustativo.

Figura 2 – Corte pelo epitélio lateral de uma papila circumralada, corpúsculo gustativo. Figura 3 –

Figura 3 Superfície da língua, ponta queratinizada da papila filiforme, lamina própria, tecido conjuntivo do ceme da papila fugiforme.

Figura 2 – Corte pelo epitélio lateral de uma papila circumralada, corpúsculo gustativo. Figura 3 –

Figura 4 Papilas secundarias, sulco circular, epitélio, célula nervosa, glândula de Ebner, fibra musculares estriadas, lâmina própria, corpúsculos gustativos.

Figura 2 – Corte pelo epitélio lateral de uma papila circumralada, corpúsculo gustativo. Figura 3 –

Figura 5 Músculo estríado, superfície faríngea do palato mole, glândulas palatinas, folículo

linfoide, glândulas palatinas, musculo estriado, superfície ponta da úvula.

Figura 5 – Músculo estríado, superfície faríngea do palato mole, glândulas palatinas, folículo linfoide, glândulas palatinas,

Figura 6 Lobulo glândula perotida.

Figura 5 – Músculo estríado, superfície faríngea do palato mole, glândulas palatinas, folículo linfoide, glândulas palatinas,

Figura 7 Lobulo glândula submandibular.

Figura 5 – Músculo estríado, superfície faríngea do palato mole, glândulas palatinas, folículo linfoide, glândulas palatinas,

, epitélio, vasos sanguíneos,

Figura 8 Corte glândula sublingual mucosserosas.

Figura 9 – Ducto intercalar, ducto estriado, acino seroso. Figura 10 – Glândula submandibular, ducto estriado,

Figura 9 Ducto intercalar, ducto estriado, acino seroso.

Figura 9 – Ducto intercalar, ducto estriado, acino seroso. Figura 10 – Glândula submandibular, ducto estriado,

Figura 10 Glândula submandibular, ducto estriado, acino seroso.

Figura 9 – Ducto intercalar, ducto estriado, acino seroso. Figura 10 – Glândula submandibular, ducto estriado,

ESÔFAGO

Figura 1 Mucosa do esôfago humano, tecido conjuntivo da papila, veia na lamina própria, musculares mucosal.

ESÔFAGO Figura 1 – Mucosa do esôfago humano, tecido conjuntivo da papila, veia na lamina própria,

Figura 2 Técnica muscular do terço do esôfago humano, musculatura estriada esquelética, musculatura lisa.

ESÔFAGO Figura 1 – Mucosa do esôfago humano, tecido conjuntivo da papila, veia na lamina própria,

Figura 3- Mucosa cárdia do estômago humano, foveola.

ESÔFAGO Figura 1 – Mucosa do esôfago humano, tecido conjuntivo da papila, veia na lamina própria,

Figura 4 Mucosa da região fúndica do estômago humano, foveola.

Figura 4 – Mucosa da região fúndica do estômago humano, foveola. Figura 5 – Mucosa da

Figura 5 Mucosa da punção pilórica do estômago humano, foveola, glândulas, folículo linfoide.

Figura 4 – Mucosa da região fúndica do estômago humano, foveola. Figura 5 – Mucosa da

TRATO RESPIRATÓRIO MUCOSA RESPIRATÓRIA

Figura 1 Corte longitudinal do epiglote humano, superfície lingual do epiglote, nervos, ductos das glândulas, glândulas epiglotase, cartilagem elástica, superfície faríngea epiglote, nódulo linfático.

Figura 2 – Músculo hioide, nervos, glândulas epiglóticas, cartilagem, epiglote, superfície faríngea, secculus laryngis, músculo ventriculares,

Figura 2 Músculo hioide, nervos, glândulas epiglóticas, cartilagem, epiglote, superfície faríngea, secculus laryngis, músculo ventriculares, ventrículos laryngis, ptica venticulares, M.

vocalis ,

, M. cricosyfeanoideus , epitélio, glândulas

, laryngeas , cartilagem cricoíde, cartilagem tranqueal, traqueia, cartilagem tyreoidea.

TECIDO NERVOSO Figura 1 – Neurônios sensitivos.

TECIDO NERVOSO

Figura 1 Neurônios sensitivos.

TECIDO NERVOSO Figura 1 – Neurônios sensitivos.

Figura 2- Células glanglionares, cone de implantação, células de manto, feixe da atração entre as células glanglionares e do manto.

Figura 2- Células glanglionares, cone de implantação, células de manto, feixe da atração entre as células

Figura 3 Corte transversal da medula espinhal humana.

Figura 2- Células glanglionares, cone de implantação, células de manto, feixe da atração entre as células

Figura 4 Corte transversal da medula espinhal humana.

Figura 2- Células glanglionares, cone de implantação, células de manto, feixe da atração entre as células

Figura 5 Corte transversal da medula espinhal humana.

Figura 6 – Corte transversal da medula cervical humana. Figura 7 – Núcleos olivaris inferior, feixe

Figura 6 Corte transversal da medula cervical humana.

Figura 6 – Corte transversal da medula cervical humana. Figura 7 – Núcleos olivaris inferior, feixe

Figura 7 Núcleos olivaris inferior, feixe piramidal.

Figura 6 – Corte transversal da medula cervical humana. Figura 7 – Núcleos olivaris inferior, feixe

Figura 8 Medula espinhal, septo medula dorsal, folículos dorsais, folículos laterais, folículos ventrais, folículos medianos ventrais.

Figura 9 – Neurônio, núcleo das células gliais , clone de implantação do axônio., dendrito. Figura

Figura 9 Neurônio, núcleo das células gliais , clone de implantação do axônio., dendrito.

Figura 9 – Neurônio, núcleo das células gliais , clone de implantação do axônio., dendrito. Figura

Figura 10 Piricardios, núcleo com nucléolo.

Figura 9 – Neurônio, núcleo das células gliais , clone de implantação do axônio., dendrito. Figura

Figura 11 Corte longitudinal do nervo esquiático, no de ranvier, incisura de ascimit- lanterman.

Figura 12 – Ramificação em forma de , dendritos das células de purkinge do cérebro. Figura

Figura 12 Ramificação em forma de , dendritos das células de purkinge do cérebro.

Figura 12 – Ramificação em forma de , dendritos das células de purkinge do cérebro. Figura

Figura 13- Corte longitudinal de grande nervo periférico humano.

Figura 12 – Ramificação em forma de , dendritos das células de purkinge do cérebro. Figura

Figura 14 Corte transversal nervo periférico.

Figura 14 – Corte transversal nervo periférico. Figura 15 – Dois pequenos nervos vegetativos dentro da

Figura 15 Dois pequenos nervos vegetativos dentro da glândula submandibular humana,

Figura 14 – Corte transversal nervo periférico. Figura 15 – Dois pequenos nervos vegetativos dentro da

Figura 16 Corte transversal nervo periférico, endoneuro, epineuro, faixa de fibra nervosa, vaso sanguíneo, feixe de fibra nervosa, perineuro, Nervo periférico, artéria, veia, endoneuro, feixe de fibras nervosas, perineuro.

Figura 16 – Corte transversal nervo periférico, endoneuro, epineuro, faixa de fibra nervosa, vaso sanguíneo, feixe

Figura 17 Axônio vegetativo, região da medula superior.

Figura 16 – Corte transversal nervo periférico, endoneuro, epineuro, faixa de fibra nervosa, vaso sanguíneo, feixe

Figura 18 Células nervosas com cortes transversais.

Figura 16 – Corte transversal nervo periférico, endoneuro, epineuro, faixa de fibra nervosa, vaso sanguíneo, feixe

Figura 19 Astrócitos fibrosos.

Figura 19 – Astrócitos fibrosos. Figura 20 – Astrócitos da substância cinzenta da célula humana, oligodendrocitos.

Figura 20 Astrócitos da substância cinzenta da célula humana, oligodendrocitos.

Figura 19 – Astrócitos fibrosos. Figura 20 – Astrócitos da substância cinzenta da célula humana, oligodendrocitos.

Figura 21 - Astrócitos, Veia pequena.

Figura 19 – Astrócitos fibrosos. Figura 20 – Astrócitos da substância cinzenta da célula humana, oligodendrocitos.

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