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A história do Eufônio

O

eufônio é menor que a tuba.

O

eufônio é um instrumento de sopro com uma válvula de pistão e um furo cônico. Ele

faz um som caloroso, brando e geralmente é tocada no alcance tenor-barítono. Sua tubulação enrola em torno de si mesma e termina em um grande sino. Ele é parecido com a tuba, mas é um pouco menor. O nome do instrumento, derivado do grego, poderia significar "voz doce" ou "grande voz". Fãs desse pilar de fanfarra concordam que ambos estão corretos.

História

Entre os antepassados do eufônio se encontra o oficleide, que parecia um fagote bronzeado, e a serpente, um instrumento de sopro sinuoso, com curvas e com aberturas para os dedos. Ambos foram ineficazes em ficar em sintonia e produzir um tom seguro. Por volta de 1818, produtores de instrumentos de sopro começaram a usar válvulas de pistão, o que tornou possível a produção de trompas com som consistente. A maioria dos historiadores da música acredita que o inventor do eufônio foi Ferdinand Sommer de Weimar, Alemanha, em 1843.

Alcance

O intervalo do eufônio se estende acima e abaixo da clave. Geralmente tocado desde o F

abaixo do bastão até o A na linha de cima, ele é capaz de soar tons úteis desde o C

abaixo do bastão até o F, sete linhas acima. A maioria dos músicos intermediários consegue fazer o B, que está quatro linhas acima do bastão.

Tom

Como a tuba, trompa, fliscorne e a corneta, o eufônio tem uma tubulação que fica maior conforme ela chega mais próxima ao sino. Isso lhe dá um som mais suave e gentil que instrumentos como o trompete ou trombone, que têm calibre cilíndrico.

Equívocos

Historiador do bronze Greg Monks comenta que há certa confusão sobre a proveniência do eufônio. Alguns o vêem como uma tuba tenor plana em B, ou como um fliscorne em tenor ou barítono. Outros teorizam que sua origem se baseia no plano de Adolphe Sax (inventor do saxofone) de preencher a lacuna entre metais e instrumentos de sopro. Monks está no lado da conexão da tuba: fliscornes tem um alcance comparativamente limitado. O eufônio, como a tuba, tem um alcance muito maior. Nomenclaturas confusas podem ter dado origem à teoria de Sax, diz Monk. Mais confusão existe em relação ao eufônio e a trompa barítona. Os dois instrumentos têm o mesmo alcance e frequentemente tocam as mesmas músicas, mas o barítono possui um calibre cilíndrico com um timbre mais claro.

Dois sinos

Eufônios com dois sinos, para produzirem diferentes tipos de tons, eram populares nas fanfarras de colégios e do exército do fim do século XIX e início do XX. Obsoletos desde meados do século XX, o nome desses instrumentos ainda vive na canção "Seventy-Six Trombones", do musical de Meredith Wilson, "The Music Man".

Wikipédia

Eufônio

Wikipédia Eufônio O eufónio ou eufônio ou bombardino é um aerofone da família dos metais. O

O

eufónio ou eufônio ou bombardino é um aerofone da família dos metais.

O

eufónio é frequentemente confundido com o barítono. Contudo, o barítono pertence à

classe das saxotrompas (tubo mais estreito, bocal mais semi-esférico), enquanto o eufónio pertence à classe das tubas (tubo mais largo, bocal mais profundo).

O nome do instrumento provém da palavra Euphonium que significa “som bonito”.

Assim é chamado por ter o timbre mais suave e “redondo” que o do trombone. Usualmente tem 4, 5 ou 6 válvulas e também é conhecido como tuba tenor. A sua extensão é semelhante à do trombone e à do fagote, alcançando 4 oitavas.

O eufónio é caracterizado por um timbre escuro, suave e delicado. O som do eufónio

não consegue se destacar no meio de uma orquestra, por sua característica suave e madura. Além disso, a posição da campânula virada para cima, tendo a peculiaridade de misturar seu som com o dos outros instrumentos.

Geralmente os eufónios estão afinados em Si b e em Dó, tendo o eufónio em Sib um som mais áspero e brilhante. Este eufónio foi fabricado quase exclusivamente para Portugal.

Uma Saxotrompa alto (ou Saxhorn), um barítono e um eufónio O Sistema de Válvulas Até

Uma Saxotrompa alto (ou Saxhorn), um barítono e um eufónio

O Sistema de Válvulas

Até à segunda metade do século XVIII, os instrumentos de metal tinham uma grande limitação, possuir uma única série harmônica em cada instrumento. Se um músico tivesse de tocar uma peça que estivesse na tonalidade de Sol Maior, ele teria que utilizar um instrumento que estivesse afinado na tonalidade de Sol Maior. Para evitar que os músicos tivessem de carregar instrumentos nas várias tonalidades ou voltas que alternassem a tonalidade, Heinrich Stölzel e Friedrick Blushmel inventaram o sistema de válvulas, possibilitando, num só instrumento, tocar uma escala cromática e fazer transposições. A válvula é um dispositivo que, quando premido, desvia o ar, passando-o por um pequeno tubo extra, que baixa o registo do instrumento; a 2ª válvula baixa no registo meio tom; a 1ª válvula baixa um tom e a 3ª baixa um tom e meio. Com a série de três válvulas apenas, foi possível tocar uma escala cromática, abaixo representada, premindo as válvulas em sete combinações diferentes.

A 4ª válvula tem duas funções: a principal é o registo grave, a partir do Fá# o eufonista tem que usar a 4ª válvula. Esta também ajuda na afinação do Ré2 e Réb2.

O sistema compensado

O sistema compensado foi inventado pelo britânico David Blaikey em 1874, para que, no caso do eufónio, possa-se tocar uma escala cromática afinada ao utilizar o registo grave. Nos eufónios de sistema não-compensado, a 4ª válvula é a mais desafinada, sobretudo nas notas mais graves, em que estas chegam a estar meio tom mais altas. Nos eufónios com sistema compensado, é possível tocar uma escala cromática afinada. Esse sistema entra em acção quando o eufonista usa uma combinação da 4ª válvula com outra(s). Ao premir a 4ª válvula, o ar é canalizado de forma a passar por uma pequena

extensão de tubo, baixando ligeiramente a afinação, e assim, resolvendo o problema da afinação das notas graves.

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Barítono (saxotrompa)

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

(saxotrompa) Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Uma saxotrompa alto, um barítono e um eufónio . O

Uma saxotrompa alto, um barítono e um eufónio.

O barítono é um instrumento musical pertencente à família das saxotrompas.

Foi inventado por Adolphe Sax em 1848.

A História do barítono

Tal como toda a família das saxotrompas, o barítono tem como base a trompa de postilhão, à qual foi adicionada um sistema de pistões.

A invenção das válvulas/pistões, atribuída a Heinrick Stozel e a Friederich Blushmel,

por volta de 1815, revolucionou o design dos metais. O sitema de válvulas foi um sucesso pois facilitou na afinação e na extensão do instrumento. Este sistema foi utilizado pela primeira vez em 1623 no tenorbasshorn que era uma trompa idêntica ao

eufónio [carece de fontes] .

Entre 1842 e 1845 Adolph Sax produz a família das saxtrompas. Estes instrumentos de válvulas compreendem, entre outros, a saxotrompa barítona ou barítono (baritone saxhorn) em Si b e a saxotrompa baixo (bass saxhorn) em Mi b.

Em 1859 e posteriormente em 1870 o professor Phasey, professor de Eufónio e Barítono, melhorou o instrumento alargando o tubo.

É a partir da década de 1870 que o barítono assuma a sua estrutura actual.

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Saxotrompa

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

-- Saxotrompa Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Uma saxotrompa alto , uma saxotrompa tenor e um

Uma saxotrompa alto, uma saxotrompa tenor e um eufónio

Uma Saxotrompa (ou Sax-horn, como é mais conhecida no Brasil) é um instrumento de sopro que pertence à família do mesmo nome.

Índice

1 História

2 Construção

3 Diferenciação com os fliscornes e tubas

4 Referências

História

Esses intrumentos foram desenvolvidos por Adolphe Sax, e resultam da adaptação de pistões à trompa de postilhão. O objectivo de Sax era de desenvolver uma família homogénea de instrumentos (à imagem de o que ele tinha feito com os saxofones), para serem usados como substitutos dos metais de orquestra, para as bandas militares e as bandas de metais. Posto isto, em 1844 foram apresentados 1 uma série de instrumentos

indo desde o (mais agudo) sopranino até o (mais grave) sub-contrabaixo. Nem todos os tamanhos chegaram a ser frequentemente utilizados, mas sabe-se que foram utilizados, por exemplo 2 , em bandas militares dos Estados Unidos. Alguns tamanhos foram gradualmente abandonados, ou devido a problemas de afinação 3 , ou devido à qualidade sonora superior de outros instrumentos. Hoje em dia, as bandas utilizam as cornetas de pistões para substituir as saxotrompas mais agudas e as tubas (ou alternativamente os helicons ou os sousafones) para substituir as saxotrompas mais graves. As saxotrompas mais vistas hoje em dia são a saxotrompa alto [4][5] e a saxotrompa tenor (barítono)

[6][7].

Construção

As saxotrompas são feitas de latão, com embocadura de bocal, e são feitas em pelo menos cinco tamanhos (da mais aguda à mais grave): a saxotrompa sopranino em Mi bemol, a saxotrompa soprano em Si bemol, a saxotrompa alto em Mi bemol, a saxotrompa tenor em Si bemol (também conhecida por barítono ou bombardino), e a saxotrompa baixo em Mi bemol (também conhecida por bombardão).

Na altura da sua invenção, as saxotrompas tinham um aspecto diferente de o que têm hoje. A campânula era mais estreita e a tubagem dava menos voltas. Chegaram a ser construídas em dois formatos: um formato vertical [8] adequado para a cavalaria, e um formato «sobre o ombro» (over the shoulder) [9] adequado para o transporte em infantaria. O formato «sobre o ombro» entretanto desapareceu, enquanto que o formato vertical tornou-se mais compacto, com a tubagem mais enrolada.

Diferenciação com os fliscornes e tubas

As saxotrompas são frequentemente confundidas com os fliscornes e com as tubas, mas existem diferenças entre esses dois grupos de instrumentos.

As saxotrompas são sobretudo um desenvolvimento franco-belga enquanto que os fliscornes e as tubas desenvolveram-se na Áustria e na Alemanha.

As saxotrompas foram desenvolvidas em conjunto, como uma família homogénea, os fliscornes e as tubas desenvolveram-se separadamente.

As saxotrompas desenvolveram-se adaptando pistões à trompa de postilhão, enquanto que o fliscorne desenvolveu-se adaptando pistões à trompa de chaves e a tuba desenvolveu-se adaptando pistões ao oficleide.

Por ser um desenvolvimento da trompa de postilhão, as saxotrompas possuem uma tubagem cónica mais estreita (o que confere um som mais brilhante), enquanto que os fliscornes e as tubas possuem uma tubagem cónica mais larga.

As saxotrompas usam um bocal semi-esférico enquanto que os fliscornes e as tubas usam um bocal com a forma de uma semi-elipsóide (o que confere um som menos brilhante).

Por ter um tubo ligeiramente mais comprido, as saxotrompas têm facilidade em produzir mais harmónicos; por ter um tubo mais largo as tubas têm mais facilidade em produzir as notas pedais.

Por ser um desenvolvimento franco-belga, é mais raro encontrar saxotrompas com válvulas rotativas.

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Tuba

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Nota: Para outros significados, veja Tuba (desambiguação).

Para outros significados, veja Tuba (desambiguação) . Tuba Duas tubas, uma fabricada em 1900 e outra

Tuba

outros significados, veja Tuba (desambiguação) . Tuba Duas tubas, uma fabricada em 1900 e outra fabricada

Duas tubas, uma fabricada em 1900 e outra fabricada em 2004

Informações

Classificação

Metais

Aerofone

Classificação

423.232

Hornbostel-

Aerofone com

Sachs

válvulas.

 

Extensão

Aerofone com Sachs válvulas.   Extensão Instrumentos relacionados Tuba, Trombone , Trompete ,

Instrumentos relacionados

Tuba,

Trombone,

Trompete,

Flugelhorn,

Saxotrompa,

Eufônio.

A tuba é um instrumento musical de sopro da família dos metais. Consiste num tubo

cilíndrico recurvado sobre si mesmo e que termina numa campânula em forma de sino.

Dotado de bocal e de três a cinco pistões, possui todos os graus cromáticos.

Existem tubas de vários tamanhos: tenor (também chamado de eufônio), baixo e contrabaixo. Desde o seu aparecimento, na primeira metade do século XIX, logo foi incorporado nas orquestras sinfônicas.

Índice

1 Alguns elementos históricos

2 Tipos de Tuba

o

2.1 Tuba de marcha

o

2.2 Helicon

o

2.3 Sousafone

Alguns elementos históricos

A tuba é originária do “oficleide”, uma trompa de chaves grave, utilizada por volta de

1800 (século XIX), ainda antes da invenção do sistema de pistões. Este instrumento

começou a ganhar popularidade nas pequenas bandas de metais da Grã-Bretanha, onde um antecessor do atual Sousafone, chamado Helicon, era usado devido à sua portabilidade (mais fácil de transportar).

Mais tarde, Richard Wagner utilizaria uma variante deste instrumento (basicamente uma tuba baixo mas com um bocal de trompa), razão pela qual surgiu a chamada Tuba Wagneriana. Em 1860, John Philip Sousa patenteou um novo tipo de tuba baseado no Helicon, dando origem ao atualmente chamado Sousafone.

Por esta altura, os alemães Johann Moritz e Wilhelm Wieprecht construiram o modelo de tuba que seria o precursor do modelo mais utilizado hoje em dia. Desde esta altura, o design e conceito geral da Tuba permaneceram inalteráveis, mas diversas variantes foram sendo introduzidas, incluindo instrumentos com 4, 5 e 6 pistões, pistões com válvulas rotativas, Sousafones em fibra de vidro (para serem usados em desfiles).

Atualmente, as tubas podem ser encontradas nas mais diferentes formas e combinações. Existem quatro afinações para Tuba. As Tubas Baixas que são afinadas em MIB e FA e

as Tubas Contra-Baixas que são afinadas em DÓ e SIB. A Tuba é um instrumento que

tem uma extensão muito variada. Pelos tipos que dela são encontrados, a extensão média da tuba é do (Dó-1 ao Fá3), podendo variar muito de acordo com a tuba e com quem a executa. Assim, encontramos Tubas com campânulas desde 36 a 77 centímetros de diâmetro, voltadas para cima ou para a frente, lacadas ou cromadas, com pistões normais ou com válvulas rotativas (ou ambos), com 2 até 6 pistões etc. e a variedade é ainda maior se adicionarmos as várias cambiantes dos Sousafones (como por exemplo o raríssimo Sousafone com 2 campânulas).

Nas bandas filarmônicas, cabe às Tubas o fundamental papel de suporte harmônico, uma vez que compõe o naipe de instrumentos que atua no registo grave.

Tipos de Tuba

As Tubas, independente de seus tipos, podem possuir pistos ou rotores (válvulas), que abrem e/ou fecham tubos metálicos e forma a alterar a cirulação do ar advindo do sopro e consequentemente alterar a sonoridade. As válvulas são encontradas com mais frequencia em Tubas grandes e profissionais e facilitam a troca rápida de notas em músicas que exigem agilidade. Os Tubas menores normalmente são utilizados por aprendizes ou em orquestras que não exijam muita agilidade.

A maioria das Tubas podem possuir 3 ou 4 pistos ou rotores. O 4o. pisto é utilizado para facilitar ao músico adicionar uma oitava mais grave em seu repertório.

Os tipos de Tubas mais conhecidos são:

Tuba de marcha

Nome dado a tubas com a tubagem horizontal, parecida com a tubagem de um trompete. É colocada sobre o ombro esquerdo do executante, e foi concebida para facilitar o transporte em marchas. Nos Estados Unidos é muito usada em Drum e Bugle Corps e é conhecida como contrabass bugle ou "contra".

Helicon

Nome dado a Tubas com forma circular, envolvendo o corpo do executante, e com a campânula dirigida para a frente. Era muito usado nas bandas brasileiras do começo do século XX, pois os sousafones ainda não haviam chegado ao Brasil.

XX, pois os sousafones ainda não haviam chegado ao Brasil. Helicons da cavalaria da Garde Républicaine

Helicons da cavalaria da Garde Républicaine francesa

Sousafone

O Sousafone é um instrumento também da família das Tubas de tamanho grande. O seu

formato evoluiu a partir do Helicon circular, mas a tubagem termina em “S” e a campânula (também dirigida para a frente) é maior.

A Tuba não é um instrumento transpositor. Essa tradição parte do princípio que todo

material escrito para instrumentos graves antes da invenção da tuba(serpent, oficleide)eram escritos em dó. A existência de instrumentos de tais afinações (Dó, Sib, Fá e Mib) apenas é diferenciada pela extensão, ou seja, o limites de alcance de suas notas e sua tessitura (também diferenciada).

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Fliscorne

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

O fliscorne (do inglês flugelhorn, nome disseminado no Brasil; em alemão

Flügelhorn) é um instrumento de sopro do grupo dos metais da família dos trompetes,

porém tendo uma campânula mais cônica, em contraposição à do trompete, que é mais cilíndrica, e sua volta do tubo é também mais espaçosa.

A origem do nome Flügelhorn vem do alemão flügel (asa; ala) e horn (chifre; corne;

trompa). O instrumento foi originalmente concebido nos meios militares, para comandar

as alas da infantaria e da cavalaria, de maneira análoga a uma corneta.

Ao princípio, era recurvado em forma de meia-lua e mais tarde tornou-se enrolado de maneira semelhante ao trompete mas com tubo cónico. Como instrumento antigo de chaves, mais tarde substituídas por pistões.

semelhante ao trompete mas com tubo cónico. Como instrumento antigo de chaves, mais tarde substituídas por

Um Fliscorno, ou Flugelhorn, de pistões

O mesmo instrumento com outra definição

O fliscorne é um instrumento musical com um timbre diferenciado, mais suave, com afinação em Si bemol, fabricado com tubo de bitola interna menor com relação ao trompete. A sua campânula é mais larga, que gera uma sonoridade mais aveludada e introspectiva, porém dotada de menos projeção do som; também apresentando uma volta do tubo mais espaçosa.

No jazz, vários artistas do trompete alternativamente dedicam-se a este instrumento musical. Alguns dos mais conhecidos são Freddie Hubbard, Clark Terry e Shorty Rogers. O trompetista que usou largamente o fliscorne com muito êxito foi Chet Baker:

seu disco Baker's Holiday foi gravado com fliscorne.

O artista Chuck Mangione sempre foi um adepto do Flugelhorn em Si bemol. Possuindo uma grande discografia em discos. Sendo seu primeiro sucesso "Feels So Good" na década de 80.