PORTFÓLIO DE ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO DA EDUCAÇÃO

Eleny Aparecida de Oliveira – RA: 1346213

FORMAÇÃO DE PROFESSORES EM HISTÓRIA

OS NÍVEIS E AS MODALIDADES DE EDUCAÇÃO E DE ENSINO NO BRASIL E
SUAS CARACTERÍSTICAS
A Constituição Federal de 1988 determina que a educação é dever da família e do
Estado. Para reafirmar as disposições da Constituição e estabelecer a estrutura e a organização
do ensino brasileiro em 1996, foi promulgada a Lei de Diretrizes e Bases da Educação
Nacional (LDB) Lei n. 9.394/1996.
De acordo com a LDB/1996, os princípios que devem nortear a educação
brasileira são: igualdade de condições para o acesso e permanência na escola; liberdade de
aprender, ensinar, pesquisar, divulgar a cultura, o pensamento, a arte e o saber; pluralismo de
ideias e de concepções pedagógicas; respeito à liberdade e apreço à tolerância; coexistência de
instituições públicas e privadas de ensino; gratuidade do ensino público em estabelecimentos
oficiais; valorização do profissional da educação escolar; gestão democrática do ensino
público; garantia de padrão de qualidade; valorização da experiência extraescolar; vinculação
entre a educação escolar, o trabalho e as práticas sociais.
No Brasil, o sistema de ensino se organiza em federal, estadual e municipal,
conforme a Constituição Federal de 1988 e a nova LDB. A LDB n. 9.394/1996 ainda
estabelece que os sistemas de ensino devem ser organizados em regime de colaboração. Prevê
ainda um conjunto de responsabilidade para cada esfera, cada uma zelando pela efetivação e
pela garantia de suas atribuições.
A educação escolar brasileira é composta por dois grandes níveis: o nível da
Educação Básica, suas etapas são Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio e
o nível da Educação Superior.
Segundo Libâneo (2011), a Educação Básica tem por finalidade desenvolver o
educando, assegurando-lhe a formação comum indispensável para o exercício da cidadania e
fornecendo-lhe meios para progredir no trabalho e em estudos posteriores.
A Educação Infantil é a primeira etapa da Educação Básica e tem como finalidade
o desenvolvimento integral da criança de até 5 anos, em seus aspectos físico, psicológico,
integral e social, complementando a ação da família e da comunidade. Deve ser oferecida em
creches, ou entidades equivalentes, para crianças de até 3 anos de idade, e em pré-escola, para
crianças de 4 a 5 anos completos até dia 30 de junho, sob a responsabilidade dos municípios.
Com a aprovação da LDB 9394/96, a Educação Infantil não é obrigatória, embora
fizesse parte da Educação Básica. Porém, a partir de 2016 quem tiver filhos acima de 4 anos
terá que colocá-los em uma escola, conforme a PEC 96A/2003, que foi aprovada pelo Senado

Federal no dia 27/10/2009. Ou seja, o Estado ou a família que se recusar em matricular uma
criança que esteja nessa faixa etária poderá sofrer as consequências da lei.
O profissional da Educação Infantil cumpra as funções de educar e cuidar. O
caráter indissociável entre o educar e o cuidar na Educação Infantil exige um profissional
qualificado que tenha capacidade para compreender o desenvolvimento infantil,
proporcionando experiências enriquecedoras de conhecimento, considerando também os
aspectos afetivos e psicológicos, sem negligenciar os cuidados necessários para que a criança
possa viver a infância em sua plenitude.
No que se refere à titulação exigida para atuar na Educação Infantil, é a
licenciatura ou o curso normal superior, sendo admitida a formação em nível médio e na
modalidade normal. Porém, muitos municípios consideram aptos ao cargo os profissionais de
nível superior, licenciatura, com habilitação em Educação Infantil.
Nesta etapa não há a obrigatoriedade de cumprir a carga horária mínima anual de
800 horas distribuídas em 200 dias letivos, como também não há avaliação com o objetivo de
promoção.
Segundo o artigo 31 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, a
avaliação na educação infantil, deve ser feita mediante acompanhamento e registro do
desenvolvimento da criança, não tendo o objetivo de promoção para o acesso ao ensino
fundamental. Dentro desta perspectiva, a avaliação na Educação Infantil poderá se dá por
meio da observação, registro sistemático das atividades realizadas, dossiê e produção de
portfólios Essa avaliação é realizada semestralmente por meio de um relatório.
No entanto, é preciso recordar que, anteriormente, a Educação Infantil
contemplava as crianças de até 6 anos. A partir de 2010, elas foram incluídas no primeiro ano
do Ensino Fundamental.
A Lei n. 11.274/2006, por sua vez, altera o artigo 32 da LDB, determinando que:
“O Ensino Fundamental obrigatório, com duração de 9 (nove) anos, gratuito na escola
pública, iniciando-se aos 6 (seis) anos de idade [...] (BRASIL, 1996)”. Seu não oferecimento,
ou sua oferta irregular, importa responsabilidade da autoridade competente. Deste modo, a
creche continua a atender crianças de até 3 anos e a pré-escola, de 4 e 5 anos de idade.
O Ensino Fundamental foi a etapa mais passou por mudanças, inclusive no que
diz respeito à duração e à idade de ingresso. Em 2006 passou a contar com um ano a mais,
sendo que a proposta de trabalho para os primeiros anos está centrada em atividades lúdicas,
baseadas em jogos e atividades interativas. O letramento ganha espaço nesse contexto em um
trabalho com leitura e escrita na visão sociointeracionista.

Com a implantação do Ensino Fundamental de nove anos, ficou estabelecido faixa
etária até os 14 anos, sendo dividida em anos iniciais de 6 a 10 anos, com duração de cinco
anos e anos finais de 11 a 14 anos, com duração de 4 anos. Sua carga horária anual mínima de
oitocentas horas, distribuídas, no mínimo, em 200 dias letivos. Para os anos iniciais do Ensino
Fundamental, houve uma valorização dos saberes que ocorrem nos primeiros anos que tem
como objetivo a alfabetização dos alunos como forma de garantir a aprendizagem das
competências leitora e escritora que garantirão as outras aprendizagens. Os anos finais do
Ensino Fundamental têm como objetivo aprofundar os conhecimentos trabalhados nas
primeiras etapas, visando à preparação para a cidadania. Este deve ser ministrado em língua
portuguesa, garantindo às comunidades indígenas a utilização de suas línguas maternas e
processos próprios de aprendizagem.
Em relação aos currículos e programas foi abordada a necessidade da atualização
em consonância com as mudanças do mundo atual; o currículo não pode mais ser tratado
como um programa fechado, mas sim a partir de uma abordagem interdisciplinar.
De acordo com parecer CNE/CEB nº 4/2008, há algumas normas que devem ser seguidas,
dentre elas temos: novo Ensino Fundamental, que exige um projeto político-pedagógico
próprio para ser desenvolvido em cada escola; os três anos iniciais são importantes para a
qualidade da Educação Básica: voltados à alfabetização e ao letramento, é necessário que a
ação pedagógica assegure, nesse período, o desenvolvimento das diversas expressões e o
aprendizado das áreas de conhecimento estabelecidas nas Diretrizes Curriculares Nacionais
para o Ensino Fundamental; alfabetização dar-se-á nos três anos iniciais do Ensino
Fundamental; a avaliação tem de assumir forma processual, participativa, formativa,
cumulativa e diagnóstica e, portanto, redimensionadora da ação pedagógica.
Assim, o Ensino Fundamental de nove anos tem como objetivo principal, nos
textos legais, uma nova abordagem pedagógica que considere o aluno em seu processo de
desenvolvimento.
O professor que atua no Ensino fundamental deve realizar seu trabalho voltado
para o desenvolvimento dos princípios que norteiam essa modalidade de ensino. Também é
necessária uma abordagem em relação aos temas transversais que constituem assuntos que
devem ser levados à sala de aula como elemento fomentador das temáticas atuais. Os temas
transversais do Ensino Fundamental são os seguintes: ética, saúde, pluralidade cultural, meio
ambiente e orientação sexual. As áreas de conhecimento são: Língua Portuguesa; língua
materna (para populações indígenas e migrantes); Matemática; Ciências; Geografia; História;

língua estrangeira (obrigatória nas séries finais); Educação Artística; Educação Física;
Educação Religiosa (na forma do art. 33 da LDB).
Para a formação de profissionais que atendam a essas exigências, o artigo 63 da
LDB determina que, para as últimas séries/anos do Ensino Fundamental e para o Ensino
Médio, a formação será em nível superior, em curso de licenciatura, de graduação plena em
universidades e institutos superiores de educação.
O Ensino Médio é considerado, no contexto da estrutura e funcionamento da
educação brasileira, como a etapa final da Educação Básica. Essa etapa deve ter a duração
mínima de três anos e deve ter a finalidade de consolidar e aprofundar os conhecimentos
adquiridos no Ensino Fundamental, possibilitando o prosseguimento dos estudos.
Na nova lei da educação, o Ensino Médio tem as seguintes finalidades:
aprofundamentos de conhecimentos adquiridos no ensino fundamental; preparação básica
para o trabalho e para a cidadania do educando; aprimoramento do educando como pessoa
humana; formação ética e desenvolvimento da autonomia intelectual e do pensamento crítico;
compreensão dos fundamentos científico-tecnológicos dos processos produtivos.
Os princípios pedagógicos estruturantes dos currículos do ensino médio são:
identidade, diversidade e autonomia, interdisciplinaridade e contextualização.
O aluno ao finalizar o ensino médio poderá optar em realizar o ENEM como
forma de ingressar no curso superior em universidades públicas e privadas que utilizam o
desempenho pessoal como forma de seleção. Vale ressaltar, que o ENEM Exame Nacional do
Ensino Médio - foi criado pelo MEC (Ministério da Educação e Cultura) no ano de 1998. Este
sistema de avaliação tem por objetivo avaliar os estudantes de escolas públicas e particulares
do Ensino Médio.
A Educação Superior está expressa nos artigos 43 e 47 da LDB/1996 (BRASIL,
1996). Dentre suas finalidades, está a de formar profissionais nas diferentes áreas do saber.
Além disso, objetiva a criação cultural e o desenvolvimento do espírito científico e do
pensamento reflexivo, incentivando o trabalho de pesquisa e a investigação científica,
promovendo a extensão.
O ensino superior abrange os seguintes cursos e programas: cursos de graduação;
cursos de Pós- Graduação, compreendendo programas de mestrado e doutorado, cursos de
especialização e outros; cursos de extensão.
O ano letivo regular nas instituições que oferecem o ensino superior é de 200 dias.
A presença de professores e alunos é obrigatória, e o professor deve ministrar em mínimo de
oito horas semanais.

O Decreto n. 2.306/1997, que regulamenta a LDB, prevê a organização da
Educação Superior sob a forma de universidades, centros universitários, faculdades
integradas, faculdades e institutos superiores ou escolas superiores.
A LDB/1996 apresenta três modalidades de educação: Educação de Jovens e
Adultos, Educação Profissional, Educação Especial e Educação a Distância.
A Educação de Jovens e Adultos destina-se aos que não tiveram, na idade
apropriada, acesso ao Ensino Fundamental e Médio ou continuidade de estudos nesses níveis
de ensino. Esta modalidade prevê cursos e exames supletivos para a conclusão do Ensino
Fundamental para maiores de 15 anos, e, no nível de conclusão do Ensino Médio, para
maiores de 18 anos.
Consta o seguinte no art. 4º, inciso VII da LDB: O dever do Estado com educação
escolar pública será efetivado mediante a garantia de: oferta de educação regular para jovens e
adultos, com características e modalidades adequadas às suas necessidades e disponibilidades,
garantindo-se aos que forem trabalhadores as condições de acesso e permanência na escola.
Nesse momento, a EJA é reconhecida como direito público, fazendo parte da lei de diretrizes,
e torna-se modalidade da educação básica.
A Educação de Jovens e Adultos (EJA) é uma categoria organizacional constante
da estrutura da educação nacional, com finalidades e funções específicas. É marco importante
para educação de jovens e adultos foi a 5ª Conferência Internacional sobre EJA (Confintea),
que teve como objetivo manifestar a importância da aprendizagem de jovens e adultos e
conceber compromissos regionais numa perspectiva de educação ao longo da vida que viesse
facilitar a participação de todos no desenvolvimento sustentável e equitativo, de promover
uma cultura de paz baseada na liberdade, justiça e respeito mútuo e construir uma relação
sinérgica entre educação formal e não formal, demonstrando que o desenvolvimento das
sociedades exige de seus membros capacidade de descobrir e potencializar os conhecimentos
e aprendizagens de forma global e permanente.
Em relação às pessoas analfabetas ou pouco letradas, essa função reparadora da
EJA é de suma importância para o crescimento psicossocial desses sujeitos. Considerando a
educação, “direito de todos e dever do Estado”, cabe a mesma, pelas políticas públicas,
proporcionar a diminuição das desigualdades não somente no campo da equiparação na
distribuição de renda, como também na oferta de conhecimentos para os que foram
socialmente excluídos na sociedade moderna. Não somente as pessoas analfabetas, mas
também os sujeitos que tiveram sua escolaridade interrompida fazem parte da clientela da
EJA e precisam ter a garantia de acesso à escola e ofertas de vagas para oportunizar a

equalização, ou seja, devem ser garantidas a esse cidadão maiores oportunidades de acesso e
permanência na escola, em função da sua histórica desigualdade social, que impossibilitou sua
permanência regular no ambiente escolar. Abordando a EJA dessa forma, pode-se concluir
que ela possibilita não somente a retomada do estudo, mas, sobretudo, o desenvolvimento das
potencialidades de jovens e adultos que, por razões variadas, não puderam concluí-lo na faixa
etária prevista.
Segundo as Diretrizes Curriculares Nacionais para EJA, essa modalidade deve
desempenhar três funções: reparadora - não se referindo apenas à entrada dos jovens e adultos
no âmbito dos direitos civis, pela restauração de um direito negado – o direito a uma escola de
qualidade – mas também ao reconhecimento da igualdade ontológica de todo e qualquer ser
humano de ter acesso a um bem real, social e simbolicamente importante; equalizadora relaciona-se à igualdade de oportunidade, que possibilite oferecer aos indivíduos novas
inserções no mundo do trabalho, na vida social, nos espaços da estética e nos canais de
participação. A equidade é a forma pela qual os bens sociais são distribuídos tendo em vista
maior igualdade, dentro de situações específicas. Nessa linha, a EJA representa uma
possibilidade de efetivar um caminho de desenvolvimento a todas as pessoas, de todas as
idades, permitindo que jovens e adultos atualizem seus conhecimentos, mostrem habilidades,
troquem experiências e tenham acesso a novas formas de trabalho e cultura, e a função
qualificadora - refere-se à educação permanente, com base no caráter incompleto do ser
humano, cujo potencial de desenvolvimento e de adequação pode se atualizar em quadros
escolares ou não escolares. Mais que uma função, é o próprio sentido da educação de jovens e
adultos.
A Educação Profissional não se coloca como um nível de ensino, mas tipo de
formação que se integra ao trabalho, à ciência e à tecnologia e conduz ao permanente
desenvolvimento de aptidões para a vida produtiva. Está regulamentada nos artigos 39, 40 e
41 da LDB. Esta modalidade de educação deve ser desenvolvida em articulação com o ensino
regular, em instituições especializadas ou no ambiente de trabalho. Destina-se a alunos
matriculados no Ensino Fundamental, Médio ou Superior, bem como ao trabalhador em geral,
jovem ou adulto. Para isso, apresenta-se em três níveis: Básico, Técnico e Tecnológico.
A Educação Profissional é complementar à educação básica, de caráter geral.
Grande parte dos perfis profissionais propostos pelo setor produtivo apresentam
características muito vinculadas à formação geral do trabalhador, no sentido de que ele precisa
ter uma forte base humanística, científica e tecnológica, e competências para tomada de

decisão, para o trabalho em grupo e para a adequação às constantes mudanças que se
processam no mundo do trabalho.
A Educação Especial deve ser oferecida preferencialmente na rede regular de
ensino para o educando com necessidades educativas especiais. Sempre que necessário, deve
haver serviços de apoio especializado, na escola regular, para atender às peculiaridades dos
alunos de Educação Especial.
A Educação Especial, de acordo com o artigo 58 da LDB, é uma modalidade de
educação oferecida preferentemente na rede regular de ensino, para os educandos portadores
de necessidades especiais.
Com a promulgação da Lei 9.394, que fixa as Diretrizes e Bases da Educação
Nacional, a Educação a Distância passou a ser considerada alternativa regular – e
regulamentada - de prestação educacional aos brasileiros. Hoje, é de uma estratégia de acesso
à educação de qualidade, direito do cidadão e dever do Estado e da Sociedade, que os textos
legais e as normas oficiais passam a tratar.
A Educação a Distância (EAD), embora busque atender os espaços educacionais,
reconhece a escola como um espaço privilegiado da atividade educacional, tendo condições
de oferecer-lhe um sistema tecnológico que amplie seu potencial didático-pedagógico.
De acordo com o parágrafo 1º, artigo 80, a educação a distância, organizada com
abertura e regime especiais, será oferecida por instituições especificamente credenciadas pela
União.
No PNE (PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO), a educação a distância é
entendida como estratégia de democratização do acesso à educação, especificamente àquela
de nível superior, bem como da melhoria dos processos de ensino-aprendizagem.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ARELARO, Lisete Regina Gomes. O ensino fundamental no Brasil: avanços, perplexidades e
tendências. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/%0D/es/v26n92/v26n92a15.pdf>.
Acesso em: 27 ago. 2013.
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Acesso em: 26 ago. 2013.
EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA. Disponível em: http://www.virtual.epm.br/home/resenha.htm.
Acesso em: 26 ago. 2013.
LIBÂNEO, José Carlos (Org.) Educação escolar: políticas, estrutura e funcionamento do
ensino. 10. ed. São Paulo: Avercamp, 2011.
PADILHA, Anna Maria Lunardi. Práticas pedagógicas na educação especial: a capacidade de
significar o mundo e a inserção cultural do deficiente mental. São Paulo: autores Associados,
2005. 2° ed.
RODRIGUES, David. Inclusão e educação: doze olhares sobre a educação inclusiva. São
Paulo: Summus, 2006.

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