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ESTADO DE SANTA CATARINA

SECRETARIA DE ESTADO DA SEGURANÇA PÚBLICA
CORPO DE BOMBEIROS MILITAR
DIRETORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS - DAT

NORMAS DE SEGURANÇA
CONTRA INCÊNDIOS

INSTRUÇÃO NORMATIVA
(IN 007/DAT/CBMSC)

SISTEMA
HIDRÁULICO PREVENTIVO

Editada em: 28/03/2014

IN 007/DAT/CBMSC – Sistema Hidráulico Preventivo

SUMÁRIO
CAPÍTULO I
Seção I
Seção II
Seção III

- DISPOSIÇÕES INICIAIS
- Objetivo
- Das referências
- Terminologias

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CAPÍTULO II - REQUISITOS ESPECÍFICOS
Seção I - Da exigência do sistema
Seção II - Das especificidades de exigência do sistema

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CAPÍTULO III
Seção I
Subseção I
Subseção II
Seção II
Subseção I
Subseção II
Subseção III
Seção III
Seção IV
Seção V
Seção VI

- COMPONENTES DO SHP
- Das canalizações
- Do tipo
- Do diâmetro
- Dos reservatórios
- Por reservatório superior
- Por reservatório inferior
- Por castelo d’água
- Dos hidrantes
- Dos abrigos de mangueiras
- Das linhas de mangueiras
- Do hidrante de recalque

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CAPÍTULO IV
Seção I
Seção II
Seção III

- DIMENSIONAMENTO DO SHP
- Critérios de dimensionamento do SHP
- Dimensionamento das bombas de incêndio
- Dimensionamento da Reserva Técnica de Incêndio – RTI

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CAPÍTULO V - DISPOSIÇÕES FINAIS
ANEXOS
A
B
C
D

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- Terminologias específicas
- Detalhes
- Exemplo de cálculo do SHP por gravidade
- Exemplo de cálculo do SHP por bomba

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IN 007/DAT/CBMSC – Sistema Hidráulico Preventivo

INSTRUÇÃO NORMATIVA
(IN 007/DAT/CBMSC)
SISTEMA HIDRÁULICO PREVENTIVO - SHP

Editada em: 28/03/2014

O Comando do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina – CBMSC, no uso das
atribuições legais que lhe confere o inciso II do artigo 108 da Constituição Estadual, e ainda o que
dispõe a Lei 16.157/13 e o art. 1° do Decreto 1.957/13, considerando as necessidades de adequação e
atualização de prescrições normativas, face evoluções tecnológicas e científicas, resolve editar a
presente Instrução Normativa.
CAPÍTULO I
DISPOSIÇÕES INICIAIS
Seção I
Do Objetivo
Art. 1º Esta Instrução Normativa tem por objetivo estabelecer e padronizar critérios de
concepção e dimensionamento do Sistema Hidráulico Preventivo (SHP), dos processos analisados e
fiscalizados pelo Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Santa Catarina (CBMSC).
Seção II
Das Referências
Art. 2º Referência utilizada na elaboração desta norma: ABNT NBR 13714:2000 – Sistemas
de hidrantes e de mangotinhos para combate a incêndio.
Seção III
Terminologias
Art. 3º Aplicam-se as terminologias específicas definidas no Anexo A.
CAPÍTULO II
REQUISITOS ESPECÍFICOS
Art. 4º O Sistema Hidráulico Preventivo (SHP) é constituído por uma rede de tubulações
que tem a finalidade de conduzir água de uma Reserva Técnica de Incêndio (RTI), por meio da
gravidade ou pela interposição de bombas, permitindo o combate do princípio de incêndio através da
abertura de hidrante para o emprego de mangueiras e esguichos e/ou o emprego do mangotinho.
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conjunto de unidades isoladas. II . b) não possuindo laje em cobertura. c) 12m quando ambas as paredes frontais possuírem aberturas. deverá ser previsto a instalação de hidrante urbano. será computada a área do conjunto para efeito da exigência do Sistema Hidráulico Preventivo.por ocupação de acordo com a IN 001/DAT/CBMSC. prolongando-se até o nível das telhas. de cada unidade. além do previsto nas alíneas “a” e “b”. deverá possuir. 7º Esta IN não se aplica como exigência.passagens cobertas. direta ao exterior. as seguintes áreas: I . as residências unifamiliares e a parte residencial.quando se tratar de conjunto de unidades isoladas. independente da área total construída. Art. 4/38 . Art. agrupadas ou em blocos independentes. desde que: a) possua parede em alvenaria com reboco. caracterizando isolamento entre telhados. não será computada como “área construída”. de edificação mista. que possuam acessos independentes e isolamento e/ou compartimentação entre as partes. com saída.IN 007/DAT/CBMSC – Sistema Hidráulico Preventivo Seção I Da Exigência do Sistema Art. b) 6m. com até dois pavimentos. independente do afastamento existente entre as unidades. Seção II Das especificidades de exigência do Sistema Art. 8º No que tange a definição da exigência em função da área total construída. III . entre unidades. destinadas apenas à circulação de pessoas ou mercadorias. observando-se. 5º O sistema hidráulico preventivo será exigido nas seguintes situações: I . constituídas por blocos individuais. os seguintes afastamentos mínimos: a) 3m.possuam afastamentos entre as unidades isoladas. com prolongamento de 1m acima do telhado compondo áreas compartimentadas menores que 750m². com laterais abertas. II e III. com área inferior a 750m2. II . exclusivamente unifamiliar. isolamento ao nível da cobertura através de platibanda. exclusivamente para fins de determinação de exigência do Sistema Hidráulico Preventivo. quando ambas as paredes frontais não possuírem aberturas (paredes cegas). com largura máxima de 3m. quando apenas uma das paredes frontais possuir aberturas. c) possuindo área superior a 750m2 por bloco. possua isolamento por parede em alvenaria com reboco. II . até a altura da laje em cobertura. 6º Não se enquadram no critério do inciso II do artigo 5º os conjuntos de edificações que atendam as seguintes características: I .conjunto de unidades geminadas. de acordo com o disposto na IN 025/DAT/CBMSC. Para as situações previstas nos incisos I. Parágrafo único.beirais de telhado.

utilizadas para posicionamento de veículos para operações de reabastecimento de combustível. devendo. exclusivamente como área de lazer e/ou salão de festas. tais como artefatos de concreto. peças e máquinas metálicas. § 1º As que adotem áticos. com até 4 pavimentos. deverá obrigatoriamente possuir propriedade não propagante. os depósitos que armazenem produtos sintéticos e/ou aqueles com produtos já previstos em IN específica. que sendo de material sintético.áreas cobertas. em respectivos postos de revenda no varejo. não precisarão instalar hidrante para atendimento daquela área.a área total construída seja inferior a 750m2. a exemplo dos gases e líquidos inflamáveis. abertas. quando constituídos de blocos separados. considerando-se ainda a inexistência ou reduzida possibilidade de fontes de ignição.as coberturas de bombas de combustível. seja considerada desprezível.áreas cobertas. desde que inexista área comum para circulação. devendo em compensação duplicar o número de extintores que normalmente seriam previstos. etc. § 2º As que adotem áticos. VII . exclusivamente como área de lazer e/ou salão de festas. X . com população reduzida e sem permanência constante de pessoas.IN 007/DAT/CBMSC – Sistema Hidráulico Preventivo III .as seguintes áreas de praças de esportes (áreas cobertas e abertas): a) área da quadra ou campo. destinadas a estacionamento de veículos.áreas destinadas à armazenagem e/ou manuseio de materiais incombustíveis. sem qualquer tipo de parede.piscinas. desde que não sejam utilizadas para outros fins. no entanto. banheiros. II . a critério do CBMSC. quando não constituída de material combustível ou com propriedades não propagante. haver a cobertura do hidrante do pavimento anterior. quando constituídas de pavimento único e térreo. V .ocupação residencial privativa multifamiliar. terão o SHP dispensado na integra desde que cumulativamente se enquadrarem nas seguintes condições: I . 9º Edificações residenciais privativas multifamiliares que adotem áticos como ocupação residencial em cobertura (duplex). destinadas a depósito. VIII . cujo 4º pavimento seja ocupado única e exclusivamente por salão de festas. c) os materiais com característica não propagante deverão atender o disposto na IN 018/DAT/CBMSC. será dispensada a exigência de hidrante. observando-se as condições de pressão e vazão. cuja carga de fogo. abertas. b) área de superfície de arquibancada destinada a acomodação de público.excetuam-se ao previsto no item anterior. 5/38 . IV . Art. excluída a do salão de festas. independente do tipo do revestimento do piso. VI .áreas cobertas. IX . vestiários e assemelhados.

principalmente em sistemas automatizados. guarnecido por tampa metálica pintada de vermelho. onde estará instalada a conexão FG x PVC. conforme o estabelecido no caminhamento. devendo ser dimensionada de modo a proporcionar as pressões e vazões exigidas por normas nos hidrantes hidraulicamente menos favoráveis. Em qualquer situação a resistência da canalização deverá ser superior a 15kgf/cm2. Parágrafo único. Devem as canalizações do SHP terminar no hidrante de recalque. observando-se as condições de pressão e vazão. As redes subterrâneas. Art. Fibrocimento ou categoria equivalente. § 2º Nos pontos de união dos tubos de PVC ou de categoria equivalente com tubos metálicos. 12. exteriores à edificação. 10. 11. 17. 6/38 . Art. conexões e peças quando se apresentarem expostas. CAPÍTULO III COMPONENTES DO SISTEMA HIDRÁULICO PREVENTIVO Seção I Das Canalizações Subseção I Do Tipo Art. 16. As canalizações do SHP poderão ser alimentadas por barrilete. 14. Art. Não haverá exigência de colocação de hidrantes de parede nos mezaninos e sobrelojas que possuam até 100m2 de área. § 2º Deverá ser procedida ancoragem das juntas e/ou outras ligações nas canalizações. Admite-se que as canalizações de cobre. As canalizações. Subseção II Do Diâmetro Art. aéreas ou não. Art. desde que os hidrantes do pavimento assegurem a proteção. Art.2m de profundidade. aço preto ou cobre. § 1º As tubulações deverão ser enterradas a pelo menos 1. com o fim de absorverem os eventuais golpes de ariete. § 1º As conexões e peças do sistema devem suportar a mesma pressão prevista para a canalização. A canalização do Sistema deverá ser em tubo de ferro fundido ou galvanizado. poderão ser com tubos de Cloreto de Polivinila Rígido. O diâmetro interno mínimo da canalização do Sistema Hidráulico Preventivo deverá ser de 63mm (2 ½”). 15.IN 007/DAT/CBMSC – Sistema Hidráulico Preventivo Art. tenham diâmetro mínimo de 54mm (2”). 13. deverão ser pintadas de vermelho. deve ser construído um nicho com as dimensões mínimas de 25 x 30cm.

Os reservatórios de fibra. igual à do próprio reservatório. a adução será feita por gravidade. 20. metálico.por Reservatório Inferior (inclusive mananciais naturais). exceto quando localizado em situação livre da ação de um incêndio. significa: a cobertura de toda a edificação. c) o termo “teto do pavimento localizado imediatamente abaixo”. III . com altura. III .quando localizado sobre a edificação. 7/38 . para permitir a limpeza e a manutenção de uma célula. Os reservatórios poderão ser compartimentados. 21. 18. Art. 19. A construção do reservatório das edificações pode ser em concreto armado. II . cloreto de polivinila – PVC ou outro material similar deverão: I .quando localizado fora da projeção da edificação. acima de qualquer elemento de cobertura: a) possuir base em concreto armado e proteções laterais com resistência mínima de 4 horas. Art. hidráulicos e estruturais da edificação. ou. no mínimo. Art. A forma e o local do reservatório que conterá o volume para incêndio. com altura. enquanto a outra supre de água a edificação e o sistema de combate ao fogo. deverá possuir base em concreto armado e proteções laterais em material com resistência ao fogo por 4 horas. mecânicas e a intempéries. O abastecimento do Sistema Hidráulico Preventivo poderá ser feito: I . 23. Parágrafo único. devendo ainda. igual à do próprio reservatório. deverá possuir base em concreto armado e proteções laterais em alvenaria comum. b) possuir base em concreto armado e proteções laterais em alvenaria comum.por Reservatório Superior. No abastecimento por Reservatório Superior.IN 007/DAT/CBMSC – Sistema Hidráulico Preventivo Seção II Dos Reservatórios Art. Subseção I Por Reservatório Superior Art. cloreto de polivinila – PVC ou outros materiais. com altura no mínimo igual a do próprio reservatório. exceto quando é usado manancial natural como reservatório do SHP. No mesmo reservatório do Sistema Hidráulico Preventivo deverá estar acondicionada a água para consumo da edificação. Art. chamado de Reserva Técnica de Incêndio (RTI) e o volume para consumo da edificação são determinados pelos condicionantes arquitetônicos.por Castelo D’água. 22. não sendo suficiente somente a laje dos pavimentos destinados exclusivamente à casa de máquinas e barrilete e/ou construídas exclusivamente para caracterizar a situação descrita. desde que se garantam as resistências ao fogo. fibra. II .quando localizado sob a cobertura da edificação. no mínimo. normalmente. ser em laje. o teto do pavimento localizado imediatamente abaixo.

quanto a válvula de retenção. 30. 25. de maneira a bloquear o recalque. Abaixo do registro de gaveta para a manutenção deverá ser instalada válvula direcional (válvula de retenção). 31.IN 007/DAT/CBMSC – Sistema Hidráulico Preventivo Art.do fundo do reservatório (quando a adução for feita na parte inferior do reservatório) até o centro geométrico da tomada d'água do hidrante mais desfavorável hidraulicamente. Quando o abastecimento é feito pela ação da gravidade. A prumada no SHP apresentará nos pavimentos ou setores um ou mais hidrantes. Art. não sendo permitida a instalação de registro nas colunas. Abaixo do reservatório. reservatórios de fibra/PVC) até o centro geométrico da tomada d`água do hidrante mais desfavorável hidraulicamente. deverão ser instalados de modo a facilitar o acesso. os reservatórios elevados devem estar à altura suficiente para fornecer as vazões e pressões mínimas requeridas. Art. até a altura do registro. Parágrafo único. Parágrafo único. em instalações no interior da edificação a proteger. 28. A canalização para o consumo predial deve ser instalada com saída lateral. deverá haver a possibilidade de isolá-las por meio de registro de paragem. Art. 24. Art. quando instalado em barrilete. A canalização para limpeza do reservatório deverá ser metálica. 8/38 . a altura é considerada: I . o exame visual e a manutenção. Admite-se a instalação de uma bomba de reforço com acionamento automático e manual. que não haja existência de materiais inflamáveis. II . Art.a bomba deve ser instalada em local protegido contra o fogo. sendo que. e essas se intercomunicarem. que também deverá ser metálico. 27. obedecendo aos seguintes requisitos: I . local de fácil acesso para visualização e manutenção. no mesmo diâmetro da canalização. excetuando-se nos casos de reservatórios de PVC e Fibrocimento instalados em compartimento protegidos. III . Art. entre o reservatório e os hidrantes menos favoráveis. ex. a canalização do SHP deverá ser dotada de registro de gaveta para a manutenção no mesmo diâmetro da canalização. Art. Os reservatórios devem ser dotados de dispositivos para acesso a vistoria interna. Tanto o registro de gaveta.a bomba de reforço deve ser dotada de manômetro para determinação da pressão em sua descarga. medidos entre a parte inferior do fundo do reservatório e o hidrante hidraulicamente menos favorável. Art. de modo a assegurar a RTI. No caso em que houver mais de uma prumada no sistema. 26. 32.estar instalada de forma a garantir em compartimentos que permitam uma altura mínima de 4m. II .da face inferior do tubo de adução (quando a adução for feita nas paredes laterais dos reservatórios – p. 29. A posição do acesso ao interior do reservatório superior (visita) deverá permitir a visualização e medição da altura da saída da canalização para consumo.

ou III . 9/38 . usada para pressurizar e manter pressurizada a rede. com retardo. VII . onde haja vigilância permanente. d) falta de energia no comando de partida.o funcionamento desta bomba deverá ser automático. Deve ser apresentada esta sinalização em prancha de detalhes. b) bomba em funcionamento. Subseção II Por Reservatório Inferior Art. desde a entrada de energia elétrica da concessionária. § 1º Em substituição ao motor a combustão (bomba reserva). 33. VI . V . antes da caixa seccionadora ou do disjuntor automático geral da edificação. e II . de modo que o corte de energia elétrica na ocorrência do incêndio não inutilize o funcionamento das bombas. No abastecimento por Reservatório Inferior. devendo ser apresentado no esquema multifilar o circuito independente e o dispositivo de proteção e testes.duas bombas elétricas. a adução será feita por duas bombas fixas: I . possuindo indicação sonora e visual indicando: a) painel energizado. pode ser utilizado uma bomba elétrica ligada a um gerador. § 1º A alimentação de energia para esses motores (elétricos) deverá derivar do cabo alimentador da edificação.ser instalado um painel de sinalização da bomba de reforço. através de pressostato ou chave de fluxo. através de chave de alarme e fluxo. Art.uma bomba elétrica. ser interligadas a um gerador. § 2º A partida das bombas será feita automaticamente com a simples abertura de qualquer hidrante. dotado de uma botoeira para ligar manualmente tal bomba. sinalizada de modo a diferenciá-la de outras chaves.a alimentação da bomba de reforço deve ser independente do consumo geral.a chave elétrica de alimentação da bomba de reforço deve ser sinalizada com a inscrição “ALIMENTAÇÃO DA BOMBA DE INCÊNDIO – NÃO DESLIGUE”. de forma a permitir o desligamento geral da energia elétrica. § 3º Quando a instalação for de grande porte. preferencialmente ao lado da central de alarme de incêndio e/ou. utiliza-se uma bomba auxiliar “jockey”. devendo neste caso.uma bomba com motor a combustão. 34.IN 007/DAT/CBMSC – Sistema Hidráulico Preventivo IV . As bombas elétricas deverão dispor de redes independentes com chave para desarme no quadro de entrada. c) falta de fase. sem prejuízo do seu funcionamento. além da ligação com a rede elétrica da concessionária. sendo esta a bomba principal. sendo esta a bomba reserva.

observando-se as alturas das tomadas de admissão das bombas. sempre que possível. 41. 38. esta deve ser anunciada em monitor com alarme visual/sonoro. 46. 35. para a entrada do moto-gerador ou moto-bomba de combustão interna. As bombas devem ter instalados nas canalizações. As bombas deverão ser instaladas em compartimentos próprios (denominado casa de bombas). Art. Parágrafo único. Art. do gerador e das bombas. ou dispor de outros recursos de modo a garantir a coluna na tomada de admissão. 42. devem ter suas tomadas de descarga dirigidas para o exterior. A autonomia mínima para os motores do gerador e das bombas é de 2 horas sob a carga máxima do sistema. não deve ser superior a 12 segundos. 10/38 . Em sistemas automatizados. dispositivo para registros de pressão negativa. Art. Art. 40. principalmente. com diâmetro de 6mm. Art. de modo a assegurar a RTI. Art. agentes químicos e da umidade. espaço interno para manobras. quando da entrada de bombas em funcionamento. 37. Art. Art. na casa de bombas. ofereça proteção contra a ação das chamas e ventiladas de modo a facilitar a dissipação do calor gerado pelos motores. de eventuais danos mecânicos. que permitam fácil acesso. Art.IN 007/DAT/CBMSC – Sistema Hidráulico Preventivo § 2º Os condutores do circuito elétrico devem ser protegidos por eletrodutos e possuírem traçado que os preserve de danos pelo calor e/ou das chamas. 36. 45. quando na saída da inércia ou da reposição de carga. 47. Art. Na saída da bomba será obrigatória a colocação de registro de manutenção e válvula direcional para bloqueio de recalque. O sistema deve dispor de canalização para teste. 44. No mesmo reservatório deverá estar acondicionada a água para consumo da edificação. As bombas devem ser instaladas em carga e possuir dispositivos de escorva automática. Art. criadas. Art. 43. As tomadas de admissão das bombas serão independentes. Art. manutenção. dispositivos que absorvam as vibrações fora de frequência. O tempo de comutação da fonte. As bombas devem ter. Art. As bombas afogadas devem ter um registro de paragem instalado na tomada de admissão e próximo à bomba. sem interposição de correias ou correntes. 48. dispositivos para os seus desarmes manuais. com dispositivos para os seus desarmes manuais. Recomenda-se. que as bombas sejam instaladas “afogadas”. As bombas devem ser de acoplamento direto. 39. instalado preferencialmente em ponto (s) de vigilância ou controle. com injeção de retorno permanentemente aberto. Os motores de combustão interna.

devendo ser observado o constante da Subseção I e II. Seção III Dos Hidrantes Art. enquanto nas edificações de risco “Médio ou Elevado”. § 2º Os hidrantes devem ser dispostos de modo a evitar que. admitir-se-á. § 1º Os hidrantes deverão sempre ocupar lugares de modo a se proceder a sua localização no menor tempo possível e estar situados em locais de fácil acesso. com diâmetro mínimo de 15cm. o desmembramento do reservatório inferior no máximo em 4 unidades interligadas pelo fundo. Em instalações de risco “Médio e Elevado” os hidrantes devem ser sinalizados. Art. As bombas instaladas em mananciais naturais devem dispor junto à válvula de pé. poderá alimentar a rede de hidrantes internos e/ou externos. 49. terão saída dupla. plenamente comprovada. referentes ao reservatório.IN 007/DAT/CBMSC – Sistema Hidráulico Preventivo Art. Art. 55. § 1º Os reservatórios elevados do tipo Castelo D’água poderão ser montados em estruturas independentes da edificação ou edificações que o sistema irá proteger ou instalado em cota dominante do terreno. no que couber. No abastecimento por Castelo D’água. em caso de sinistro. com um quadrado de cor amarela ou vermelha com 1m de lado. 54. Subseção III Por Castelo D´Água Art. O reservatório deverá possuir dispositivos antivórtice. preferencialmente. fiquem bloqueados pelo fogo. 11/38 . § 2º O sistema. Para as edificações de risco “Leve”. Art. possuindo uma câmara de decantação e uma de sucção. pintado no piso e com as bordas de 10cm. em sistema de vasos comunicantes. 50. a adução será feita por gravidade. referente a bombas. de modo que seja permitida a manobra e substituição de qualquer peça. Deverá ser atendido. Art. os hidrantes terão saída singela. 56. observando-se as condições mínimas de pressão e vazão. de um sistema de ralos e filtros para evitar a entrada de detritos que possam causar danos. no que couber. observando-se as condições estabelecidas para o uso de bombas. As tomadas de admissão das bombas serão independentes. 52. 57. No caso de impossibilidade técnica de construção. dentro do abrigo de mangueiras. pintados na cor branca. Art. Parágrafo único. partindo desses reservatórios. Os hidrantes poderão ser concebidos com instalações internas e/ou externas. Art. 51. as exigências contidas na Subseção I. 53. § 3º Admite-se o emprego de “Booster Pump”. O hidrante deverá ser instalado.

Art.20 e 1. 59. Art. junto dos abrigos de mangueiras. Os hidrantes serão dotados de registro de comando no mesmo diâmetro da canalização na qual estiverem instalados. preferencialmente. com saída efetiva de 6. Os hidrantes não poderão ser instalados em rampas.IN 007/DAT/CBMSC – Sistema Hidráulico Preventivo § 1º Os hidrantes externos poderão ser instalados em anteparas de alvenaria de tijolos. Quando externos. 64. 62. com redução para 38mm. Art. para as instalações de risco Leve. § 2º As portas dos abrigos deverão dispor de viseiras de vidro com a inscrição “INCENDIO”. em letras vermelhas com as dimensões mínimas: traço de 5mm e moldura de 3 x 4cm. § 1º Os carretéis devem estar permanentemente ligados às tomadas d’águas. tendo como referencial o piso acabado. nos sistemas de edificações de Risco Leve. § 2º Quando os hidrantes externos forem instalados separados dos abrigos.50m. com as dimensões máximas de 90cm de altura. haverá em cada pavimento pelo menos um hidrante. 58. 61. Art.35mm ou 9. no entanto. em escadas e nem seus patamares. apresentada em carretel móvel. Art. forma paralelepipedal. Os abrigos terão. por 70cm de largura. distar mais de 15m. Em edificações onde a razão vertical é predominante. 12/38 . §1º Para instalações de risco Médio e Elevado deverão ser observadas dimensões que permitam abrigar com facilidade os lances de mangueira determinados para cada projeto. com comprimento máximo de 30m e o diâmetro de 19mm. 60. §2º Os hidrantes devem ter o centro geométrico da tomada d’água variando entre as cotas de 1. não podendo. § 1º Os hidrantes deverão estar situados em locais de fácil acesso. os hidrantes devem ser localizados tanto quanto possível afastados das paredes da edificação. é facultada a instalação de carretéis com mangueiras semirrígidas. O número de hidrantes de uma edificação é determinado pela cobertura proporcionado pelas mangueiras. estes não poderão distar mais de 5m um do outro. Seção IV Dos Abrigos de Mangueiras Art. § 2º Na extremidade da mangueira semirrígida deve ser instalado um esguicho de vazão regulável. por 20cm de profundidade. Para instalações industriais. 63. Art. § 3º Os hidrantes podem apresentar adaptador Rosca X Storz.52mm.

a. Comerciais e industriais.o abrigo para a chave deve possuir dimensões mínimas de 10 x 15 x 4cm.a parte frontal do abrigo da chave deve ser envidraçada.c. Destina-se à área naval e Mangueira com 2 reforços Tipo 3 150 industrial.a. residencial. 68. Tipo 4 é desejável uma maior resistência 140 acrescida de uma película à abrasão. onde Mangueira com 1 reforço têxtil. prevista no §3º. 13/38 . Nota: 100 m. quando separado do hidrante de parede. de modo a evitar o desenvolvimento de fungos e/ou líquens no interior dos abrigos. externa de plástico. 65. Dispensa-se o uso de abrigo de mangueiras. Destina-se a edifícios Tipo 2 140 Mangueira com 1 reforço têxtil. III . devendo observar: I . Os abrigos de mangueiras poderão ser dotados de dispositivos de fechamento à chave. = 10 kgf/cm² Art. fixado em suporte à parede. Art. acondicionadas em carretel móvel-articulado. 66. externo de borracha. com espessura máxima de 3mm. Destina-se à área industrial. onde Mangueira com 1 reforço têxtil. As mangueiras deverão resistir à pressão de trabalho mínima de acordo com o tipo de mangueira usada. e a ventilação.a chave (ou outro dispositivo que possibilite a abertura) deve estar situada ao lado do abrigo de mangueiras. § 4º Em edificações residenciais. Seção V Das Linhas de Mangueiras Art. II . contendo informações quando a sua destinação e forma de acioná-la. têxteis sobrepostos. quando na instalação existir o uso de mangueiras semirrígidas. Art.IN 007/DAT/CBMSC – Sistema Hidráulico Preventivo § 3º A porta do abrigo deverá possuir dispositivos para ventilação. aos demais requisitos deste artigo. 67. Tipo 5 é desejável uma alta resistência à 140 acrescida de 1 revestimento abrasão e a superfícies quentes. conforme estabelece a tabela 1. atendendo ainda. §5º A porta do abrigo poderá ser em vidro.c. Tabela 1 – Tipos de mangueiras Pressão de Mangueira Aplicação trabalho Constituição (m.) Destina-se a edifícios de ocupação Tipo 1 100 Mangueira com 1 reforço têxtil. Os tipos de mangueiras estão definidos na tabela 1. Destina-se à área industrial. A escolha do tipo de mangueira é em função do local de uso e da condição de aplicação. o abrigo de mangueira não poderá ser instalado a mais de 3m de distância. deverá ser igual ou superior a 10% da área envidraçada.

69. 76. 74. O hidrante de recalque será dotado de válvula angular com diâmetro de 63mm. Art. O hidrante de recalque será localizado preferencialmente junto à via pública. 73. em substituição ao esguicho com requinte. § 1º Quando o caminhamento for de até 25m. Seção VI Do Hidrante de Recalque Art.IN 007/DAT/CBMSC – Sistema Hidráulico Preventivo Art. Art. admite-se o emprego de lance único de mangueira. os esguichos deverão ser do tipo vazão regulável. § 1º O abrigo do hidrante de recalque deverá ser em alvenaria de tijolos ou em concreto. de fibra resistente à umidade e com revestimento interno de borracha. dotado de adaptador Rosca x Storz de 63mm com tampão cego. de modo a facilitarem o seu emprego imediato. com as dimensões mínimas de 50 x 40 x 40cm. dotado de dreno ligado à canalização de escoamento 14/38 . Para efeito de cálculo da vazão e da pressão dinâmica mínima. As mangueiras devem ser flexíveis. Em edificações de risco Médio ou Elevado. O hidrante poderá ser instalado junto à via de acesso de veículos. § 2º Para caminhamento acima de 25m. será de 30m. Art. observando-se as mesmas cotas para instalação dos hidrantes de parede. as mangueiras deverão ser em dois lanços de 15m. As mangueiras deverão estar acondicionadas nos abrigos. na calçada ou embutido em muros ou fachadas. para as linhas de mangueiras. Os diâmetros mínimos das mangueiras e os requintes a serem adotados nos esguichos obedecerão aos valores da tabela 2: Tabela 2 – Diâmetros de mangueiras e requinte Diâmetro Risco Diâmetro requinte Mangueiras Leve 38mm (1 ½”) 13mm (1/2”) Médio e Elevado 63mm (2 ½”) 25mm (1”) Paragrafo único. quando o esguicho for de vazão regulável. tipo Storz. 72. dotadas de juntas de união. de modo a ser operado com facilidade e segurança e em condições que lhe permitam a fácil localização. As mangueiras poderão ser dotadas de esguicho de vazão regulável. 71. Art. desde que a pressão residual. adota-se a diâmetro do requinte para o jato compacto. Parágrafo único. via de circulação interna. Art. 75. 70. Art. As mangueiras deverão ser previstas de modo a não existirem áreas brancas. medida no esguicho. sendo que o caminhamento máximo. atenda às exigências de pressão mínima.

4 kgf/cm2 (4 m.). deve dispor de dreno em pingadeiras.c. dos diâmetros. com eixo pivotante. medido no requinte. Art. 15/38 .0.a). 77. 79. para edificações de risco leve. § 4º O hidrante de recalque poderá ser instalado em um nicho (quando for em paredes). Art.a). observando as dimensões de 40 x 50 x 20cm. para edificações de risco médio. quando a ligação do dreno com a canalização não puder ser efetuada. O risco de incêndio da edificação deve ser dimensionado conforme especificação da IN 003/DAT/CBMSC.0 kgf/cm2 (30 m. um hidrante externo.5 kgf/cm2 (15 m. instalado em uma curva de 45° em relação a vertical. O local mais desfavorável hidraulicamente deve ser aquele que proporciona menor pressão dinâmica no esguicho. tipo industrial . no caso de conjuntos residências em blocos. A pressão dinâmica no hidrante hidraulicamente menos favorável. conforme exemplos de cálculo no Anexo C (SHP por gravidade) e Anexo D (SHP por bomba).c. O dimensionamento do SHP deve consistir na determinação do caminhamento das tubulações. conexões e mangueiras. não poderá ser inferior a: I .c. 78. II . não provocando quebra com perda de carga.coluna. projetando a saída para frente. CAPÍTULO IV DIMENSIONAMENTO DO SHP Seção I Critérios de dimensionamento do SHP Art. § 2º A borda superior do hidrante de recalque não pode ficar abaixo de 15cm da tampa do abrigo. Em edificações residenciais é proibido o uso de válvula de retenção que impeça a retirada de água do sistema. § 3º A tampa do abrigo do hidrante de recalque será metálica com as dimensões mínimas 40 x 30cm e possuirá a inscrição INCENDIO.1. 80.a. III . de modo a facilitar a absorção da água.IN 007/DAT/CBMSC – Sistema Hidráulico Preventivo pluvial ou com uma camada de 5cm de brita no fundo. desde que os reservatórios elevados se apresentem na mesma cota e com a mesma altura. dos acessórios. poderá substituir o registro de recalque. Parágrafo único. para edificações de risco elevado. § 1º É permitida a interligação de duas ou mais colunas em um único hidrante de recalque. deve ocupar uma posição que facilite o engate da mangueira. Art. deve constar a inscrição incêndio na viseira da porta em fibra de vidro. § 2º Nas indústrias. através do hidrante de recalque. e a saída do hidrante dentro do abrigo.3. da perda de carga na tubulação. da pressão dinâmica mínima e vazão necessária para garantir o funcionamento do sistema.

D = diâmetro interno do tubo (ou diâmetro nominal – DN).87 Onde: J = perda de carga unitária da tubulação. [m³/s]. 85. II . H = pressão dinâmica.c.852 C 1. Q = vazão. d = diâmetro mínimo do requinte do esguicho.a. Adota-se para o cálculo da perda de carga no esguicho.852  D 4. a seguinte equação: Je  0.c. Adota-se para o cálculo da vazão. IV . Adota-se para o cálculo da perda de carga unitária das tubulações e mangueiras. [m. [m]. O Sistema Hidráulico Preventivo deve ser dimensionado para fornecer as vazões e pressões mínimas requeridas. [m/m].]. Art. 82.3 Hidrantes: quando instalados 5 ou 6 hidrantes. [mm]. Art.1 Hidrante: quando instalado 1 hidrante.2046  d 2  H Onde: Q = vazão.]. 83. Adota-se para o cálculo da vazão o coeficiente de descarga (Cd) igual a 0. [m. são dados na Tabela 3: Tabela 3 – Coeficientes de rugosidade Tipo de tubulação Coeficiente de rugosidade Ferro fundido e Aço preto 100 Aço galvanizado 120 Mangueiras de incêndio (borracha) 140 Cobre e PVC 150 16/38 . 81.IN 007/DAT/CBMSC – Sistema Hidráulico Preventivo Art. [l/min].65  Q1. Parágrafo único. Parágrafo único. 84.0396  H Onde: Je = perda de carga no esguicho.].a.98. a fórmula de Hanzen-Willians: J= 10.2 Hidrantes: quando instalados de 2 a 4 hidrantes. [m. em função da classe de risco e o funcionamento de: I . [adimensioinal]. C = coeficiente de rugosidade de Hanzen-Willians. Os valores do coeficiente de rugosidade de Hanzen-Williams. III .4 Hidrantes: quando instalados 7 ou mais hidrantes. a seguinte equação: Q = 0. Esta equação só é aplicável para: 13mm ≤ diâmetro requinte ≤ 25mm.c. H = pressão dinâmica mínima. das paredes internas das tubulações e mangueiras. Art.a. Art.

85 Onde: Jm = perda de carga unitária da mangueira.08  Q1.]. Adota-se as seguintes formulas reduzidas para o calculo da perda de carga unitária nas tubulações de aço galvanizado: 2½” (63mm)  Jt  1065. LV = comprimento virtual da tubulação. Art. [m/m].85 Onde: Jt = perda de carga unitária da tubulação.34  Q1. 90. Adota-se as seguintes formulas reduzidas para o calculo da perda de carga unitária nas mangueiras: 1½” (38mm)  Jm  9399. A altura manométrica para o dimensionamento da bomba de incêndio é calcula pela equação: 17/38 . Adota-se as seguintes formulas reduzidas para o calculo da perda de carga unitária nas tubulações de cobre ou PVC: 2½” (63mm)  Jt  705.IN 007/DAT/CBMSC – Sistema Hidráulico Preventivo Art. 87.76  Q1. [m].41 Q1. A perda de carga total na tubulação é determinada pela seguinte equação: ∆ hf = J  (L + LV ) Onde: ∆hf = perda de carga total na tubulação. Q = vazão.89  Q1. J = perda de carga unitária da tubulação.85 5” (125mm)  Jt  25.85 Onde: Jt = perda de carga unitária da tubulação.85 2½” (63mm)  Jm  801. [m/m]. [m.a. [m³/s].38  Q1.98  Q1. Q = vazão. Art.33  Q1. L = comprimento real da tubulação. Seção II Dimensionamento das bombas de incêndio Art.85 4” (100mm)  Jt  74. 88. Art.85 4” (100mm)  Jt  112. 89.85 3” (75mm)  Jt  301. [m/m].85 3” (75mm)  Jt  455.c. [m³/s]. [m/m].88  Q1. [m³/s]. 86.85 5” (125mm)  Jt  37. Q = vazão. [m].38  Q1.

Art. JR = perda de carga unitária da tubulação de recalque [m/m].c. [m. A perda de carga unitária das tubulações de sucção e de recalque é calculada pela fórmula de Hanzen-Willians. calculada pela fórmula: hmin = 2. hfs = perda de carga total na sucção.a. [m]. LS = comprimento real da tubulação de sucção. [m.c. [%]. [m.c. η = rendimento do conjunto moto-bomba. Art. [m. [m]. P = pressão requerida no hidrante menos favorável. Para evitar a entrada de ar e a formação de vórtices na tubulação de sucção da bomba.]. Art.].].].37 = constante para adequação das unidades e do peso específico da água. hmin = altura mínima entre o nível de água da fonte de abastecimento e a parte superior da válvula de pé e crivo. LR = comprimento real da tubulação de recalque. 95. [m/m]. Art. Uma vez determinada à vazão e a altura manométrica. A perda de carga total na tubulação de sucção é determinada pela equação: hf S = J S . [m³/h]. a válvula de pé e crivo deve estar mergulhada a uma altura mínima. JS = perda de carga unitária da tubulação de sucção. 94.10 Onde: d = diâmetro interno da tubulação de sucção. [m].a. A perda de carga total na tubulação de recalque é determinada pela equação: hf R =J R . já citada neste capítulo.a. Art. [m. LvR = comprimento virtual da tubulação de recalque. Hg = altura geométrica.a.c.]. 92.10 metros. LvS = comprimento virtual da tubulação de sucção. hfr = perda de carga total no recalque.a. 93. [m].c.IN 007/DAT/CBMSC – Sistema Hidráulico Preventivo Hman = Hg + hfs + hfr + P Onde: Hman = altura manométrica.(LS + LvS ) Onde: hfS = perda de carga total na tubulação de sucção. Q = Vazão da bomba. [m].c. 91.c. Hman = altura manométrica.a.c. [m. 0.( L R +Lv R ) Onde: hfR = perda de carga total na tubulação de recalque.].a. 0.10 = 0.5. [m]. a potência da bomba será determinada pela equação: Pb  0.37  Q  Hman  Onde: Pb = potência da bomba. 18/38 . [cv].]. [m. [m.a.].d + 0.

c. Art.26 2.33 . para todas as classes de risco.IN 007/DAT/CBMSC – Sistema Hidráulico Preventivo Art.0011 x altitude local).a.13 0. Logo. [m. II .06 0.83 da água (m.31 4. a RTI mínima deve ser de 5. § 2º A RTI.75 1.3).43 0. será o dobro da previsão para a do reservatório elevado. (calculada como Patm=10.c. 19/38 . Admite-se o desmembramento da RTI em reservatório elevado em células separadas com unidades equivalentes. c) 3 Hidrantes: quando instalados 5 ou 6 hidrantes. que representa a energia disponível na entrada da bomba.].24 0. Para evitar a ocorrência do fenômeno da cavitação. § 1º Em edificações de risco leve. Hs = altura de sucção. Os valores da pressão de vapor da água em função da sua temperatura local são dados na Tabela 4: Tabela 4 – Pressão de vapor da água para determinadas temperaturas Temperatura da 0 4 10 20 30 40 50 60 80 água (ºC) Pressão de Vapor 0. considerando em uso simultâneo: a) 1 Hidrante: quando instalado 1 hidrante.]. deverão ser consideradas as seguintes vazões: I .08 0.a vazão no hidrante mais favorável.33 Seção III Critérios de dimensionamento da reserva técnica de incêndio (RTI) Art.0. [m.c.c.a.) 100 10. 96. caracterizada pela sigla NPSH.a.].c.000 litros.]. desde que estas sejam interligadas em colar ou barrilete e abasteçam o mesmo sistema. quando em reservatório subterrâneo. 98.as vazões nos hidrantes mais desfavoráveis. d) 4 Hidrantes: quando instalados 7 ou mais hidrantes.a. b) 2 Hidrantes: quando instalados de 2 a 4 hidrantes. as bombas devem funcionar com uma condição de aspiração adequada. 97.risco médio e risco elevado . Pv = pressão de vapor (ver tabela abaixo).]. [m.a. Art. Patm = pressão atmosférica. [m.a. No dimensionamento da reserva técnica de incêndio. acrescido de 2 minutos por hidrante excedente a quatro. Parágrafo único. hfS = perda de carga total na sucção. e acrescer 2 minutos por hidrantes excedente a quatro.c. [m. A reserva técnica de incêndio será dimensionada de tal forma que forneça ao sistema uma autonomia mínima de 30 minutos.risco leve . NPSHd = Patm – hfs – Pv ± Hs Onde: NPSHd = NPSH disponível. 99. NPSH disponível > (NPSH requerido pela bomba + 0.

Art. com vigência em todo o território catarinense. 28 de março de 2014. desde que este comporte as RTI mínimas para cada um dos blocos. 101.MARCOS DE OLIVEIRA Comandante Geral do Corpo de Bombeiros Militar _________________________________________________________________________________ ANEXOS A – Terminologias específicas B – Detalhes C – Exemplo de cálculo do SHP por gravidade D – Exemplo de cálculo do SHP por bomba 20/38 . Blocos de edificações poderão ter suas prumadas alimentadas por um único reservatório elevado (superior ou em Castelo d’água). Quando o Reservatório for inferior e em células separadas. Florianópolis. Cel BM . estas terão que ser desmembradas em unidades equivalentes. ficando revogada a IN 007/DAT/CBMSC. editada em 18 de setembro de 2006 e atualizada em 15 de fevereiro de 2011. 100. entra em vigor na data de sua publicação. Esta IN. CAPÍTULO V DISPOSIÇÕES FINAIS Art.IN 007/DAT/CBMSC – Sistema Hidráulico Preventivo Parágrafo único.

IN 007/DAT/CBMSC – Sistema Hidráulico Preventivo ANEXO A Terminologias Especificas Área construída: soma das áreas dos pisos utilizáveis. quando estes não puderem ser abastecidos somente pelo reservatório elevado. podendo ser do tipo regulável (neblina ou compacto) ou de jato compacto. Bomba de incêndio – de reforço: bomba hidráulica centrífuga. Bomba de incêndio – de pressurização (Joquey): bomba hidráulica centrífuga. mangueiras de incêndio e demais acessórios. metálico ou em lona). Área aberta: com no mínimo dois lados (quadrantes) desprovidos de paredes (admite-se proteção por tela metálica). Esguicho: dispositivo adaptado na extremidade das mangueiras. direção e controle ao jato. que permite o recalque de água para o sistema. destinado a dar forma. de todos os pavimentos de uma edificação. Área coberta: área que possua cobertura (telhado convencional. Reserva Técnica de Incêndio: volume de água destinado exclusivamente ao combate a incêndio. destinada a manter o sistema pressurizado em uma faixa preestabelecida. Bomba de incêndio – principal: bomba hidráulica centrífuga destinada a recalcar água para os sistemas de combate a incêndio. destinada a fornecer água aos hidrantes mais desfavoráveis hidraulicamente. Hidrante de recalque: dispositivo para uso do Corpo de Bombeiros. podendo ser dentro da propriedade quando o acesso do Corpo de Bombeiros estiver garantido. cobertos ou não. Hidrante: ponto de tomada de água onde há uma (simples) ou duas (duplo) saídas contendo válvulas angulares com seus respectivos adaptadores. 21/38 .

IN 007/DAT/CBMSC – Sistema Hidráulico Preventivo ANEXO B Detalhes 22/38 .

(Modelo) Hidrante de Coluna – e Abrigo de Mangueiras (RISCO LEVE) 23/38 .IN 007/DAT/CBMSC – Sistema Hidráulico Preventivo Hidrante de Parede e Abrigo de Mangueiras DETALHE 3 .

(Modelo) Hidrante de Parede Saída Dupla e Abrigo de Mangueiras.IN 007/DAT/CBMSC – Sistema Hidráulico Preventivo DETALHE 4 . 24/38 .

IN 007/DAT/CBMSC – Sistema Hidráulico Preventivo 25/38 .

IN 007/DAT/CBMSC – Sistema Hidráulico Preventivo Reservatório com 2 células 26/38 .

IN 007/DAT/CBMSC – Sistema Hidráulico Preventivo 27/38 .

IN 007/DAT/CBMSC – Sistema Hidráulico Preventivo 28/38 .

IN 007/DAT/CBMSC – Sistema Hidráulico Preventivo 29/38 .

IN 007/DAT/CBMSC – Sistema Hidráulico Preventivo 30/38 .

IN 007/DAT/CBMSC – Sistema Hidráulico Preventivo 31/38 .

IN 007/DAT/CBMSC – Sistema Hidráulico Preventivo 32/38 .

IN 007/DAT/CBMSC – Sistema Hidráulico Preventivo 33/38 .

0396  4  0.90 m 0. 2.85  0.001151.IN 007/DAT/CBMSC – Sistema Hidráulico Preventivo Anexo C Exemplo de cálculo do SHP por gravidade Método Simplificado Ocupação: Residencial Privativa Multifamiliar Esquema Isométrico: Ver detalhe nº 07 Risco: Leve Número de hidrantes: 10 Hidrantes em uso simultâneo: 04 Tipo de tubulação: aço galvanizado (AG) Diâmetro da tubulação: 3” e 2½” Comprimento mangueira: 30 m com 1½” Pé direito: 2. 1.03m.04  0. Cálculo da pressão no Ponto “A” 1.25m.0396  H  0.80m 1.4 Perda de carga total na mangueira Jm1  Jm  Lm  0. Cálculo da altura – X 34/38 .059  0.a 1.0343 m m 1. 1.20)  0.85  0.a.16m.a.c.03  0.15  0.88  Q1.a.001151.2046 132  4  69.16  5.8 Pressão no Ponto “A” Pa  H1  Jm1  Jh1  Je  4  1.6 Perda de carga nas conexões – Leq Hidrante H1 Quantidade Unid.38  Q1.0039  0.04 m 1.71 m 3.c.1 Cálculo da vazão no hidrante mais desfavorável H1 Q1  0.85  9399.00115 m s 60000 1.85  1065.2 Perda de carga no esguicho Je  0.43 m Comprimento equivalente Total 10.0343  30  1.71 m 3.0039 m m 1.00 m 0.43 m 15.00 m 0. 1 1 1 1 pc pc pc pc Conexão Registro angular 2½” Redução 3” x 2½” Redução 2½” x 1½” Te passagem lateral 2½” Leq total Comprimento equivalente 10.38  0.059m.c.2046  d 2  H1  0.c.88  0.15 l min  3 69.5 Perda de carga unitária na tubulação do hidrante H1 Jh1  1065.3 Perda de carga unitária na mangueira Jm1  9399.7 Perda de carga total na tubulação do hidrante H1 Jh1  ( Leq  Lr )  Jh1  (15.90 m 0.

8  2.a 2.2046  d 2  H10  0.76 l   0. H3 e H4 3 90.0407 X )m.20 m 0.0407 X ) 5.755 X  6.504  0.6 Altura – X Pa  X  Jt Pa  X  (0.8)  121.50 m 9.IN 007/DAT/CBMSC – Sistema Hidráulico Preventivo 2.14  8.3 Volume da RTI RTI  T  Q10  42 193.98  0.3 Perda de carga nas conexões: Trecho RTI ↔ Ponto “A” Quantidade Unid. Cálculo da Reserva Técnica de Incêndio – RTI 3.9593 X 5.2046  d 2  H 4  0.1 Autonomia da RTI – (Tempo de uso) T  30  10  4 2  30  12  42 min 3.2046  d 2  H 2  0.8  2.4 Perda de carga unitária na tubulação: Trecho RTI↔ Ponto “A” Jt  455.17  0.00647 m 3 s 2.85  0.00115  0.2 Vazão no hidrante mais favorável – H10 Q10  0.9593 3.1 Cálculo da vazão nos Hidrantes H2.2046 132  (4  2.25  0.111.8)  107.00203 m min 60000 s Q2  0.76 Q4  0.5 Perda de carga total na tubulação: Trecho RTI ↔ Ponto “A” Jt  ( Leq  Lr  X )  Jt  (12.00178  0.504  0.17 l  2.8 litros 35/38 .98  Q1.504  0. Conexão 1 1 1 pc pc pc Entrada de borda 3” Registro de gaveta aberto 3” Válvula retenção vertical Leq total Comprimento equivalente 2.0407 m m 2.0407 X 5.2046 132  (4  2.00178 m min 60000 s 3 121.0015  0.14 l min 3.85  455.20 m 0.2046  d 2  H 3  0.00m 0.70 m Comprimento equivalente Total 2.504  0.0407  (0.2046 132  31.50 m 9.40 m 2.8)  90.20  193.13 Q3  0.25  X  0.40  X )  0.0015 m min 60000 s 3 107.006471.70 m 12.2046 132  (4  2.00203  0.8  2.13 l   0.2 Cálculo da vazão total no trecho RTI ↔ Ponto “A” Qtotal  Q1  Q2  Q3  Q4  0.c.

Vazão no hidrante mais desfavorável H7 Q  0.15 l min  3 69.001151. Perda de carga no hidrante H7 Quantidade Unid.20)  0.00 m 0.30 m Joelho 90º 2½” Tê passagem lateral 2½” Leq total Jt H 7 A  Jh7  0.0039 m m Jt H 7 A  ( Leq  LR )  Jt  (10.00 m 4.30 m 36/38 .0396  H  0. 1 1 pc pc Conexão Registro ângulo aberto 2½” Redução 2½” x 1½” Leq total Comprimento equivalente 10.85  9399.16m. Conexão Comprimento equivalente 2.) Número de hidrantes: 7 Hidrantes em uso simultâneo: 04 Esquema Isométrico: Ver detalhes nº 10 e nº 11 Tipo de tubulação: aço galvanizado (AG) Diâmetro da tubulação: 2½” Comprimento mangueira: 30 m Temperatura: 45 ºC Altitude local: 600m 1.71 m Jh7  1065.0039  0.001151.71 m Comprimento equivalente Total 10. Perda de carga na mangueira Jm7  9399.00115 m s 60000 2.IN 007/DAT/CBMSC – Sistema Hidráulico Preventivo Anexo D Exemplo de cálculo do SHP por bomba Método Simplificado Ocupação: Comercial Risco: Leve (pressão mínima = 4 m.a.c.9)  0.03m.38  0. 3.a 3 1 pc pc Comprimento equivalente Total 6.88  Q1.71 m 10.a 5.0039 m m Jh7  ( Leq  LR )  Jh7  (10.71  0.a.85  0.00 m 0.0396  4  0.85  0.0343  30  1.c.30 m 10.c.0039  0.88  0.c.00 m 4. Perda de carga no trecho: H7 – Ponto “A” Quantidade Unid.85  1065. 4. Perda de carga no esguicho Je7  0.2046 132  4  69.38  Q1.c.04m.3  21.a.15  0.13m.0343 m m Jm7  Jm7  Lm  0.2046  d 2  H  0.

00 m 2.00115  4  0.10 m 4. Perda de carga no trecho: Ponto “B” – Ponto “C” Quantidade Unid.30 m m  (4.50 m m JtC BOMBA  ( Leq  LR )  JtC BOMBA  (21.3  12.00 m 2.40 m Tê passagem lateral 2½” Válvula de retenção pesada 2½” Joelho 90º 2½” Registro de Gaveta 2½” Leq total 3 QC  BOMBA  Q  4  0.2)  0.21m.60 m 8.00231.50 m Comprimento equivalente Total 22.30 m 1.49m.88  0.00115  2  0.0  2.88  QAB  1065.0216 m 1 1 1 pc pc pc Comprimento equivalente 22.3  13.88  0.00461.60m.a 9.c.0506  1.c.50 m 0.c.00461.80 m 21.0216  0.00115  4  0.0014 m 1 pc Jt AB  ( Leq  LR )  Jt AB Comprimento equivalente Total 1.85 Jt S  455.a 7.014  0.30 m Tê passagem direta 2½” Leq total 3 QAB  Q  2  0.003451.88  QC BOMBA  1065.85  0.10 m 2.0297 m 1 pc Jt BC  ( Leq  LR )  Jt BC Comprimento equivalente Total 4. Perda de carga na Sucção Quantidade Unid.6)  0.a 37/38 . Perda de carga no trecho: Ponto “A” – Ponto “B” Quantidade Unid.c.0297  0. Conexão Comprimento equivalente 4.00345 m s 1.85 Jt BC  1065.50 m 25.85  0. Perda de carga no trecho: Ponto “C” – Bomba Quantidade Unid.0046 m s 1.5)  0.85 Jt C BOMBA  1065.85  0.85  0.50 m 0.30 m 8.98  0. Conexão Válvula de pé e crivo 3” Joelho 90º 3” Registro de Gaveta 3” Leq total 3 QS  Q  4  0.88  QBC  1065.00115  3  0.30 m m  (1.0506 m 2 1 2 2 pc pc pc pc Comprimento equivalente Total 8.00 m m Jt S  ( Leq  LR )  Jt S  (25.30 m 4.IN 007/DAT/CBMSC – Sistema Hidráulico Preventivo 6.98  QS  455.a 8.85 Jt A B  1065.00 m 0.00 m 0.30 m Tê passagem lateral 2½” Leq total 3 QBC  Q  3  0. Conexão Comprimento equivalente 1.95)  0. Conexão Comprimento equivalente 4.0023 m s 1.88  0.5  6.0046 m s 1.44m.

37  Hman  Qb 0.10  0.67 m.IN 007/DAT/CBMSC – Sistema Hidráulico Preventivo 10.04  0.1 m³/h Pb = 1. Cálculo da NSPHd Pressão de vapor à 45 ºC = 1.a.6 16.6m. 38/38 . Cálculo da Reserva Técnica de Incêndio – RTI Autonomia da RTI – (Tempo de uso) T  30  7  4 2  30  6  36 min Vazão da RTI QRTI  0.03  0.c.075)  0.50 1.2046  d 2  Hman  0.10  0.90)  11.42cv % 50 13.5 cv Marca/modelo = Schneider BPI-92 15.00  1.13  0.1 = 5.37 11.6 m h 1000 12.00  0.2046 132  14  129.21  0. Especificações da Moto-Bomba Hman =14 m. Qb = 17.00 m.49  1.c.6 l min  3 276.5  )  0.44  0.67 – 0.00 – 2.c.10  (2.97 m.16  1.29m 14.15  4  276.a. Profundidade mínima da válvula de pé e crivo H min  (2. Altitude = 600m Patm=10.6 – 1.33 – 0. Vazão da bomba Qb  Q  4  69. 11.0011 x altitude Patm = 10.0011 x 600 Patm = 10.a.38  9.6  60  16.60  (2. Cálculo da altura manométrica Hman  H  Je7  Jm7  Jh7  Jt H 7 A  Jt AB  Jt BC  Jt C BOMBA  J S  Hg Hman  4.315.66 = 9.33 – 0.36 litros 16.c. NSPHd = Patm – hfs – Pv ± Hs NSPHd = 9.a. Potência da bomba 0.5  0.a.38 l min Volume da RTI RTI  2  T  QRTI  2  36 129.6 Pb    1.33 – 0.c.