NORMA TÉCNICA

Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A
EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS

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02

SUMÁRIO
1

FINALIDADE ............................................................................................................................... 7

2

CAMPO DE APLICAÇÃO ........................................................................................................... 7
2.1

Esta norma se aplica .......................................................................................................... 7

2.2

Esta norma não se aplica ................................................................................................... 7

3

RESPONSABILIDADES.............................................................................................................. 7

4

DEFINIÇÕES ............................................................................................................................... 8
4.1

Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL ............................................................... 8

4.2

Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT ....................................................... 8

4.3

Aterramento......................................................................................................................... 8

4.4

Cabo Concêntrico ............................................................................................................... 8

4.5

Cabos Isolados Multiplexados .......................................................................................... 9

4.6

Cargas Elétricas Especiais ................................................................................................ 9

4.7

Carga Instalada ................................................................................................................... 9

4.8

Centro de Medição (CM)..................................................................................................... 9

4.9

Centro de Proteção Geral (CPG) ....................................................................................... 9

4.10

Consumidor ......................................................................................................................... 9

4.10.1 Consumidor Especial ....................................................................................................... 9
4.10.2 Consumidor Livre ............................................................................................................ 9
4.10.3 Consumidor Potencialmente Livre ................................................................................ 10
4.11

Demanda ............................................................................................................................ 10

4.12

Demanda Contratada ........................................................................................................ 10

4.13

Desmembramento............................................................................................................. 10

4.14

Disjuntor Termomagnético .............................................................................................. 10

4.15

Distribuidora...................................................................................................................... 10

4.16

Edificação de Uso Individual ........................................................................................... 10

4.17

Edificação de Múltiplas Unidades Consumidoras - EMUC .......................................... 10

4.18

Empreendimentos habitacionais para fins urbanos .....................................................11

4.19

Empreendimentos habitacionais para fins urbanos de interesse social ................... 11

4.20

Empreendimentos habitacionais integrados à edificação ........................................... 11

4.21

Energia Elétrica Ativa ....................................................................................................... 11

4.22

Energia Elétrica Reativa ................................................................................................... 11

4.23

Entrada de Serviço ........................................................................................................... 11

4.24

Fator de Potência .............................................................................................................. 11

4.25

Fornecimento Provisório ................................................................................................. 11

4.26

Inspeção ............................................................................................................................ 12

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4.27

Lote .................................................................................................................................... 12

4.28

Loteamento........................................................................................................................ 12

4.29

Malha de Aterramento ...................................................................................................... 12

4.30

Medição agrupada ............................................................................................................ 12

4.31

Medidor .............................................................................................................................. 12

4.32

Medição totalizadora ........................................................................................................ 12

4.33

Módulo de Medição........................................................................................................... 12

4.34

Módulo de Distribuição .................................................................................................... 12

4.35

Ponto de Entrega .............................................................................................................. 13

4.36

Ponto de Ligação .............................................................................................................. 13

4.37

Poste Auxiliar .................................................................................................................... 13

4.38

Ramal de Entrada.............................................................................................................. 13

4.39

Ramal de Ligação ............................................................................................................. 13

4.40

Solicitação de fornecimento ............................................................................................ 13

4.41

Tensão de Atendimento ................................................................................................... 13

4.42

Tensão de Fornecimento ................................................................................................. 13

4.43

Tensão Nominal ................................................................................................................ 13

4.44

Unidade Consumidora ..................................................................................................... 14

4.45

Vistoria ............................................................................................................................... 14

5

REFERÊNCIAS ......................................................................................................................... 14

6

DISPOSIÇÕES GERAIS............................................................................................................ 15
6.1

Generalidades ................................................................................................................... 15

6.2

Limites de Fornecimento ................................................................................................. 16

6.2.1 Limites de Fornecimento CEMAR .................................................................................... 16
6.2.2 Limites de Fornecimento CELPA...................................................................................... 17
6.2.3 Critérios de Fornecimento à EMUC’s ............................................................................... 18
6.3

Características

de

Atendimento

à

Edificação

de

Múltiplas

Unidades

Consumidoras............................................................................................................................ 19
6.3.1 Atendimento através da Rede de Baixa Tensão da CEMAR ou da CELPA .................... 19
6.3.2 Atendimento através da Rede de Média Tensão da CEMAR ou da CELPA ................... 19
6.4

Responsabilidades do Consumidor ............................................................................... 19

6.5

Responsabilidades da CEMAR e da CELPA .................................................................. 21

6.6

Localização da Subestação ............................................................................................. 21

6.7

Acesso às Instalações Consumidoras ........................................................................... 22

6.8

Entrada de Serviço ........................................................................................................... 22

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6.8.1 Ramal de Ligação ............................................................................................................. 22
6.8.1.1 Ramal de Ligação derivado da Rede de Baixa Tensão da CEMAR e da CELPA ........ 22
6.8.1.2 Ramal de Ligação derivado da Rede de Média Tensão da CEMAR e da CELPA ....... 23
6.8.2 Ponto de Entrega .............................................................................................................. 26
6.8.2.1 Edificações Verticais com alimentação derivada da Rede de Baixa Tensão da
CEMAR ou da CELPA ...................................................................................................... 26
6.8.2.2 Edificações Verticais com alimentação derivada da Rede de Média Tensão da
CEMAR ou da CELPA ...................................................................................................... 26
6.8.2.3 Edificações Horizontais ................................................................................................. 26
6.8.3 Ramal de Entrada ............................................................................................................. 27
6.8.3.1 O Ramal de Entrada deve obedecer às seguintes prescrições: ................................... 27
6.8.3.2 Prescrições do Ramal de Entrada Derivado da Rede de Baixa Tensão ...................... 27
6.9

Padrões Construtivos e Características Gerais das Subestações.............................. 28

6.10

Medição.............................................................................................................................. 28

6.10.1 Generalidades ............................................................................................................... 28
6.10.2 Centro de Medição - CM ............................................................................................... 29
6.10.3 Localização da Medição e do Medidor .......................................................................... 31
6.10.4 Medição para Bomba de Incêndio ................................................................................. 32
6.10.5 Medição Totalizadora .................................................................................................... 32
6.11

Proteção ............................................................................................................................. 32

6.11.1 Centro de Proteção Geral - CPG .................................................................................. 32
6.11.2 Proteção de Edificação com alimentação derivada da Rede Secundária da CEMAR
ou da CELPA .................................................................................................................... 32
6.11.3 Proteção de Edificação com alimentação derivada da Rede Primária da CEMAR ou
da CELPA ......................................................................................................................... 33

7

6.12

Aterramento....................................................................................................................... 34

6.13

Geração Própria ................................................................................................................ 35

ATENDIMENTO AO CLIENTE .................................................................................................. 35
7.1

Obtenção de Estudo de Viabilidade Técnica ................................................................. 36

7.2

Projeto ................................................................................................................................ 37

7.2.1 Generalidades ................................................................................................................... 37

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7.2.2 Apresentação do projeto ................................................................................................... 38
7.2.2.1 Considerações Gerais ................................................................................................... 38
7.2.2.2 Projeto Elétrico .............................................................................................................. 38
7.2.3 Análise do Projeto ............................................................................................................. 42
7.2.4 Responsabilidades............................................................................................................ 43
7.2.5 Execução do Projeto ......................................................................................................... 43
7.3

Solicitação de Fornecimento ........................................................................................... 43

7.3.1 Generalidades ................................................................................................................... 43
7.3.2 Solicitação de Vistoria e Ligação do Empreendimento .................................................... 44
7.3.3 Solicitação de Vistoria e Ligação de Unidade Consumidora pertencente à Edificação ... 45
7.4
8

Casos Omissos ................................................................................................................. 45

ANEXOS .................................................................................................................................... 46
ANEXO I – CÁLCULO DE DEMANDA DA INSTALAÇÃO CONSUMIDORA ............................. 46

TABELA A ................................................................................................................................48
ANEXO II – SOLICITAÇÃO PARA ESTUDO DE VIABILIDADE TÉCNICA................................ 60
ANEXO III – CARTA DE APRESENTAÇÃO DE PROJETO ........................................................ 61
ANEXO IV – MODELO DE SOLICITAÇÃO DE VISTORIA E LIGAÇÃO ..................................... 62
ANEXO V – TERMO DE TRANSFERÊNCIA ................................................................................ 63
ANEXO VI – MODELO DO MEMORIAL TÉCNICO DESCRITIVO DE USO COLETIVO ............ 64
9

TABELAS .................................................................................................................................. 73
TABELA 1 – POTÊNCIA DE APARELHOS ELETRODOMÉSTICOS ......................................... 73
TABELA 2.1 – FATORES DE DEMANDA PARA ILUMINAÇÃO E TOMADAS DE USO GERAL
PARA UNIDADES CONSUMIDORAS NÃO RESIDENCIAIS ...................................................... 74
TABELA 2.2 – FATORES DE DEMANDA PARA ILUMINAÇÃO E TOMADAS DE USO GERAL
PARA UNIDADES CONSUMIDORAS RESIDENCIAIS ............................................................... 75
TABELA 3 – LIMITES DE QUEDA DE TENSÃO ......................................................................... 75
TABELA 4 – FATORES DE DEMANDA DE MOTOR-BOMBA HIDROMASSAGEM ................. 76
TABELA 5 – FATORES DE DEMANDA DE APARELHOS DE AQUECIMENTO E
ELETRODOMÉSTICOS EM GERAL ............................................................................................ 76
TABELA 6 - FATORES DE DEMANDA DE APARELHOS DE AR CONDICIONADO ............... 77
TABELA 7 – FATORES DE DEMANDA PARA ELEVADORES ................................................. 78
TABELA 8 – DETERMINAÇÃO DA DEMANDA EM FUNÇÃO DA QUANTIDADE DE MOTORES
- (VALORES EM kVA) – MOTORES MONOFÁSICOS ................................................................ 78
TABELA 9 – DETERMINAÇÃO DA DEMANDA EM FUNÇÃO DA QUANTIDADE DE MOTORES
- (VALORES EM kVA) – MOTORES TRIFÁSICOS ..................................................................... 79
TABELA 10 – DEMANDA POR APARTAMENTO RESIDENCIAL EM FUNÇÃO DA ÁREA ÚTIL
80

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TABELA 11 – FATOR DE DIVERSIDADE ................................................................................... 81
TABELA 12 – FATOR PARA DIVERSIFICAÇÃO DA DEMANDA EM FUNÇÃO DO NÚMERO DE
APARTAMENTOS RESIDENCIAIS DA EDIFICAÇÃO ................................................................ 82
TABELA 13 – FATORES DE DEMANDA INDIVIDUAIS PARA MÁQUINAS DE SOLDA A
TRANSFORMADOR E APARELHOS DE RAIOS X E GALVANIZAÇÃO ................................... 84
TABELA 14 - DIMENSIONAMENTO PELA CAPACIDADE DE CORRENTE DO BARRAMENTO
DE BAIXA TENSÃO ...................................................................................................................... 84
TABELA 15 – DIMENSIONAMENTO DE CONDUTORES E PROTEÇÃO PARA UNIDADES
CONSUMIDORAS ......................................................................................................................... 85
TABELA 16 – DIMENSIONAMENTO DE TRANSFORMADORES ............................................. 86
TABELA 17 – DISPOSITIVO DE PARTIDA DE MOTORES TRIFÁSICOS ................................. 87
10

DESENHOS ............................................................................................................................... 88
DESENHO 1 – PLANTA DE SITUAÇÃO...................................................................................... 88
EXEMPLO 1 - PLANTA DE SITUAÇÃO APLICADO A CEMAR ................................................. 88
EXEMPLO 2 - PLANTA DE SITUAÇÃO APLICADO A CELPA .................................................. 89
DESENHO 2 – AFASTAMENTOS MÍNIMOS ENTRE CONDUTORES E EDIFICAÇÕES .......... 90
DESENHO 3 – CABINE DE PROTEÇÃO E TRANSFORMAÇÃO – ENTRADA AÉREA ........... 91
DESENHO 4 – CABINE DE PROTEÇÃO E TRANSFORMAÇÃO – ENTRADA SUBTERRÂNEA
92
DESENHO 5 – ESPAÇAMENTOS PARA INSTALAÇÕES INTERNAS (A) ................................ 94
DESENHO 6 – ESPAÇAMENTOS PARA INSTALAÇÕES INTERNAS (B) ................................ 95
DESENHO 7 – BACIA DE CONTENÇÃO DE ÓLEO ................................................................... 96
DESENHO 8 – RAMAL DE LIGAÇÃO DERIVANDO DA REDE DE MÉDIA TENSÃO CEMAR OU
DA CELPA - ENTRADA SUBTERRÂNEA COM MUFLAS MONOFÁSICAS ............................. 97
DESENHO 9 – RAMAL DE LIGAÇÃO DERIVANDO DA REDE DE MÉDIA TENSÃO DA CEMAR
OU DA CELPA - ENTRADA AÉREA............................................................................................ 98
DESENHO 10 – RAMAL DE LIGAÇÃO DERIVANDO DA REDE DE MÉDIA TENSÃO DA
CEMAR E DA CELPA - ENTRADA MISTA .................................................................................. 99
DESENHO 11 – BANCO DE DUTOS PARA ENTRADA SUBTERRÂNEA DA REDE
SECUNDÁRIA ............................................................................................................................. 100
DESENHO 12 – BANCO DE DUTOS PARA ENTRADA SUBTERRÂNEA DA REDE PRIMÁRIA
101
DESENHO 13 – RAMAL DE LIGAÇÃO DERIVADA DA REDE DE BAIXA TENSÃO DA CEMAR
OU DA CELPA ............................................................................................................................ 102
DESENHO 14 – CAIXA DE PASSAGEM LACRÁVEL ............................................................. 103
DESENHO 15 – TRAVESSIA SUBTERRÂNEA ......................................................................... 104
DESENHO 16 – PROTEÇÃO DO RAMAL DE ENTRADA DERIVADO DA REDE DE BAIXA
TENSÃO DA CEMAR OU DA CELPA........................................................................................ 105
DESENHO 17 – PROTEÇÃO DO RAMAL DE ENTRADA DERIVADO DA REDE DE MÉDIA
TENSÃO DA CEMAR OU DA CELPA........................................................................................ 106
DESENHO 18 – LIGAÇÃO DE BOMBA DE INCÊNDIO ............................................................ 107
DESENHO 19 – CENTRO DE MEDIÇÃO ................................................................................... 108
DESENHO 20 – CENTRO DE MEDIÇÃO – DETALHES DOS MÓDULOS ............................... 110

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DESENHO 21 – SUPORTE PARA FIXAÇÃO DAS MUFLAS INTERNAS E DA CHAVE
SECCIONADORA TRIPOLAR .................................................................................................... 111
DESENHO 22 – SUPORTE PARA FIXAÇÃO DA CHAVE SECIONADORA TRIPOLAR –
CUBÍCULOS DE PROTEÇÃO E TRANSFORMAÇÃO .............................................................. 112
DESENHO 23 – SUPORTE PARA FIXAÇÃO DA CHAVE SECIONADORA TRIPOLAR –
CUBÍCULOS DE PROTEÇÃO E TRANSFORMAÇÃO .............................................................. 113
DESENHO 24 – SUPORTE PARA FIXAÇÃO DOS CABOS ISOLADOS DE MÉDIA TENSÃO114
DESENHO 25 – SUPORTE PARA FIXAÇÃO DOS ISOLADORES DE APOIO DE MÉDIA
TENSÃO ...................................................................................................................................... 115
DESENHO 26 – SUPORTE PARA FIXAÇÃO DOS PÁRA-RAIOS ........................................... 116
DESENHO 27 – CHAPA DE PASSAGEM.................................................................................. 117
DESENHO 28 – TELA METÁLICA PARA CUBÍCULO DE DISJUNÇÃO ................................. 118
DESENHO 29 – TELA METÁLICA PARA CUBÍCULO DE TRANSFORMAÇÃO ..................... 119
11

CONTROLE DE REVISÕES.................................................................................................... 120

12

APROVAÇÃO .......................................................................................................................... 120

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a fim de possibilitar o fornecimento de energia elétrica em média tensão (15 kV e 36. 3 RESPONSABILIDADES Gerência de Normas e Padrões: Estabelecer as normas e padrões técnicos para o fornecimento de energia elétrica a edificações de múltiplas unidades consumidoras. tais como: Motel. ampliações e reformas. Hotel.31. respeitando-se a legislação emanada pelos órgãos competentes. a reformas ou ampliação de instalações já existentes e respeitam o que prescrevem as legislações oficiais.2 Esta norma não se aplica Esta Norma não se aplica à ligação de edificações caracterizadas por serviços de hotelaria. 2 2. Pousadas. que pela localização necessitam de medição agrupada. no âmbito da CEMAR e da CELPA. Também se aplica a todas as empresas responsáveis pela elaboração de projetos e construção de instalações de Edificações de Múltiplas Unidades Consumidoras novas. à Gerência de Operação do Sistema Elétrico. Participar do processo de revisão desta norma. pertencentes à Diretoria de Distribuição. à Gerência de Planejamento do Sistema Elétrico. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . as normas da ABNT e os documentos técnicos da CEMAR e da CELPA em vigor. 2. atendidas em Baixa Tensão. à Gerência de Serviços de Rede e à Gerência de Manutenção do Sistema Elétrico.1 CAMPO DE APLICAÇÃO Esta norma se aplica Aplica-se à Gerência de Expansão e Melhoria do Sistema Elétrico.2 kV) e em baixa tensão (220/380V ou 127/220V) pela CEMAR e pela CELPA.004 02 FINALIDADE Esta Norma Técnica tem a finalidade de estabelecer condições técnicas mínimas exigidas pela Companhia Energética do Maranhão-CEMAR e pela Centrais Elétricas do Pará. etc. localizadas na área de concessão da CEMAR e da CELPA.CELPA na elaboração de projeto e execução das entradas de serviços de energia elétrica para ligação de unidades consumidoras localizadas em edifícios de uso coletivo e a edificações individuais atendidas através de medições agrupadas. Gerência de Expansão e Melhoria do Sistema Elétrico: Realizar as atividades relacionadas à expansão e melhoria do sistema elétrico de acordo com as regras e recomendações definidas neste instrumento normativo. Gerência de Planejamento do Sistema Elétrico: Realizar as atividades relacionadas ao planejamento do sistema elétrico de acordo com as regras e recomendações definidas neste instrumento normativo. As recomendações aqui contidas aplicam-se a novas instalações.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS 1 Elaborado em: Página: 14/11/2013 7 de 120 Código: Revisão: NT. bem como Edificações individualizadas. Coordenar o processo de revisão desta norma. à Gerência de Recuperação de Energia e à Gerência de Relacionamento com o Cliente. pertencentes à Diretoria Comercial.

transmissão. Gerência de Recuperação de Energia: Realizar as atividades relacionadas à recuperação de energia de acordo com as regras e recomendações definidas neste instrumento normativo. Gerência de Serviços de Rede: Realizar os serviços de rede de acordo com as regras e recomendações definidas neste instrumento normativo. 4.004 02 Gerência de Operação do Sistema Elétrico: Realizar as atividades relacionadas à operação do sistema elétrico de acordo com as regras e recomendações definidas neste instrumento normativo. 4 4.ABNT Associação privada sem fins lucrativo responsável pela elaboração das normas técnicas no Brasil.4 Cabo Concêntrico Cabo composto de um condutor fase isolado.31. Gerência de Manutenção do Sistema Elétrico: Realizar as atividades relacionadas à manutenção do sistema elétrico de acordo com as regras e recomendações definidas neste instrumento normativo. Projetistas e Construtoras que realizam serviços na área de concessão da CEMAR e da CELPA: Realizar suas atividades de acordo com as regras e recomendações definidas neste instrumento normativo. Participar do processo de revisão desta norma.427 de 26/12/1996 com a finalidade de regular e fiscalizar a produção. 4. Participar do processo de revisão desta norma.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 8 de 120 Código: Revisão: NT.2 Associação Brasileira de Normas Técnicas . DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . e um condutor neutro disposto helicoidalmente sobre esta isolação e recoberto por outra camada isolante protetora. distribuição e comercialização de energia elétrica.3 Aterramento Ligação à terra de todas as partes metálicas não energizadas de uma instalação.ANEEL Autarquia criada pela Lei 9. divulgando as mesmas ao cliente. Participar do processo de revisão desta norma.1 DEFINIÇÕES Agência Nacional de Energia Elétrica . de acordo com a legislação e em conformidade com as diretrizes e as políticas do governo federal. Participar do processo de revisão desta norma. Participar do processo de revisão desta norma. Gerência de Relacionamento com o Cliente: Realizar as atividades de relacionamento com o cliente de acordo com as regras e recomendações definidas neste instrumento normativo. incluindo o neutro da rede e da referida instalação. 4.

aparelhos de raios-x. expressa em quilowatts (kW). assumindo as obrigações decorrentes deste atendimento à(s) sua(s) unidade(s) consumidora(s). 15 e 16 da Lei no 9. individualmente. segundo disposto nas normas e nos contratos. em condições de entrar em funcionamento. que solicitar à CEMAR ou à CELPA o fornecimento de energia elétrica ou o uso do sistema elétrico.004 02 Cabos Isolados Multiplexados Cabos constituídos por um. 15 e 16 da Lei no 9. 26 da Lei no 9.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS 4.5 Elaborado em: Página: 14/11/2013 9 de 120 Código: Revisão: NT. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . de direito público ou privado.31. os requisitos dispostos nos arts. das Unidades de Consumo do prédio. sendo: 4. 4.074. 4. torcidos em torno de um condutor. da categoria de comercialização. da categoria de comercialização. cujo regime de funcionamento possa causar perturbações ao suprimento normal de energia dos demais Consumidores tais como: motores.10.7 Carga Instalada Soma das potências nominais dos equipamentos elétricos instalados na unidade consumidora. de 26 de dezembro de 1996. de 7 de julho de 1995. que adquire energia elétrica proveniente de empreendimentos de geração enquadrados no § 5º do art. etc. para unidade consumidora ou unidades consumidoras reunidas por comunhão de interesses de fato ou de direito cuja carga seja maior ou igual a 500 kW e que não satisfaçam.8 Centro de Medição (CM) É o conjunto dos módulos de distribuição e medição de energia elétrica. 4. legalmente representada. máquinas de solda.10 Consumidor Pessoa física ou jurídica. dois ou três condutores isolados.427. individualmente.10.9 Centro de Proteção Geral (CPG) Módulo para instalação dos equipamentos de seccionamento e proteção do ramal de entrada.074.6 Cargas Elétricas Especiais Aparelhos elétricos. com funções de condutor neutro e de elemento de sustentação. que adquire energia elétrica no ambiente de contratação livre para unidades consumidoras que satisfaçam. utilizados como condutores fase. 4. os requisitos dispostos nos arts.2 Consumidor Livre Agente da CCEE. 4. 4.1 Consumidor Especial Agente da CEEE. de 1995.

os requisitos dispostos nos arts.074. desde que não implique a abertura de novas vias e logradouros públicos.EMUC É toda edificação que possui mais de uma unidade consumidora e que dispõe de área comum de circulação com utilização de energia elétrica. respectivamente.3 Consumidor Potencialmente Livre Aquele cujas unidades consumidoras satisfazem. contra sobrecarga e curto-circuito. individualmente. solicitadas ao sistema elétrico pela parcela da carga instalada em operação na unidade consumidora. 4. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . constituindo uma Unidade Consumidora. 4. 15 e 16 da Lei no 9. 4. 4. expressas em quilowatts (kW) e quilovolt-ampère-reativo (kVAr).13 Desmembramento Subdivisão de gleba em lotes destinados a edificação.16 Edificação de Uso Individual Todo e qualquer imóvel. no ponto de entrega e que será integralmente paga.14 Disjuntor Termomagnético Equipamento destinado a proteger os condutores e demais equipamentos da unidade consumidora.12 Demanda Contratada É a demanda de potência ativa prevista em contrato. durante um intervalo de tempo especificado.10.11 Demanda Média das potências elétricas ativas ou reativas. 4.31. colocada continuamente à disposição do Consumidor. porém não adquirem energia elétrica no ambiente de contratação livre. de 1995. com aproveitamento do sistema viário existente.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 10 de 120 Código: Revisão: NT. incluindo postos de combustíveis com lojas de conveniência.004 02 4. reconhecido pelos poderes públicos. nem prolongamento.15 Distribuidora Agente titular de concessão ou permissão federal para prestar o serviço público de distribuição de energia elétrica. 4. modificação ou ampliação dos já existentes. interligadas ou agrupadas no mesmo terreno. e que possua área em condomínio com utilização de energia elétrica. independentemente de ser ou não utilizada durante o período de faturamento em quilowatts (kW). 4.17 Edificação de Múltiplas Unidades Consumidoras . Podem ser edificações isoladas.

sem produzir trabalho.18 Empreendimentos habitacionais para fins urbanos Loteamentos. implantados em zona habitacional declarada por lei como de interesse social.21 Energia Elétrica Ativa Aquela que pode ser convertida em outra forma de energia.25 Fornecimento Provisório É aquele cujo fornecimento se destina ao atendimento de eventos temporários. Estados. 4. estas autorizadas por lei a implantar projetos de habitação. na forma da legislação em vigor.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS 4. obras ou similares. condutores e acessórios instalados a partir do ponto de conexão na rede da CEMAR ou da CELPA até a medição. 4.Elaborado em: Página: 14/11/2013 11 de 120 Código: Revisão: NT. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . concomitantemente à implantação das obras de infraestrutura/urbanização. localizados em zonas urbanas.20 Empreendimentos habitacionais integrados à edificação Empreendimento em que a construção das edificações nos lotes ou unidades autônomas é feita pelo responsável pela implantação do empreendimento. desmembramentos. expressa em quilowatts-hora (kWh). de expansão urbana ou de urbanização específica. 4. exposições. destinados predominantemente às famílias de baixa renda. ou construídos no âmbito de programas habitacionais de interesse social implantados pelo poder público. expressa em quilovolt-ampère-reativo-hora (kVArh). 4. estando o atendimento condicionado à disponibilidade de energia elétrica. consumidas num mesmo período especificado. tais como: festividades. 4.24 Fator de Potência Razão entre a energia elétrica ativa e a raiz quadrada da soma dos quadrados das energias elétricas ativa e reativa. assim definidas pelo plano diretor ou aprovadas por lei municipal. Municípios ou suas entidades delegadas.23 Entrada de Serviço É o conjunto de equipamentos.22 Energia Elétrica Reativa Aquela que circula entre os diversos campos elétricos e magnéticos de um sistema de corrente alternada. 4.19 Empreendimentos habitacionais para fins urbanos de interesse social Empreendimentos habitacionais. É constituída pelo ramal de ligação e ramal de entrada. 4. ou promovidos pela União.31. Distrito Federal. circos. condomínios e outros tipos estabelecidos na forma da legislação em vigor. parques de diversões.

para fins de faturamento entre o ponto de entrega e o barramento geral. modificação ou ampliação das vias existentes. o funcionamento do sistema de medição e a confirmação dos dados cadastrais.27 Lote Terreno servido de infraestrutura básica cujas dimensões atendam aos índices urbanísticos definidos pelo plano diretor ou lei municipal para a zona em que se situe. pelo Distrito Federal. 4. cujo projeto tenha sido devidamente aprovado pela respectiva Prefeitura Municipal ou. 4.33 Módulo de Medição Módulo lacrável destinado a instalação do medidor.31 Medidor Aparelho fornecido e instalado pela CEMAR e pela CELPA.34 Módulo de Distribuição Módulo lacrável destinado à instalação do barramento e da proteção geral. 4. localizados em edificações que não possuam área em condomínio com utilização de energia elétrica.28 Loteamento Subdivisão de gleba de terreno em lotes destinados à edificação.30 Medição agrupada Sistema de medição destinada a até quatro unidades consumidoras.004 02 4. com o objetivo de medir e registrar o consumo de energia elétrica de cada consumidor. 4. Este módulo deve conter os elementos de comando e proteção geral da instalação de cada unidade consumidora.32 Medição totalizadora Aquela cujos equipamentos são instalados em entradas coletivas. com abertura de novas vias de circulação. com vistas a verificar sua adequação aos padrões técnicos e de segurança da CEMAR e da CELPA. quando for o caso.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 12 de 120 Código: Revisão: NT.26 Inspeção Fiscalização da unidade consumidora.31. enterrados no solo. 4. 4.29 Malha de Aterramento É constituída de eletrodos de aterramento interligados por condutores nus. 4. de logradouros públicos ou prolongamento. sempre que não for utilizado o sistema de medição convencional. quando necessário. Cada unidade consumidora deverá ter carga instalada de até 12 kW para a área de concessão CEMAR e 10 kW para área de concessão CELPA. por conveniência do consumidor e concordância da distribuidora. posteriormente à ligação. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . 4.

4. podendo ser classificada em adequada. segundo disposto nas normas e nos respectivos contratos. 4. 4. expressa em volts (V) ou quilovolts (kV).39 Ramal de Ligação Conjunto de condutores e acessórios instalados entre o ponto de derivação da rede da CEMAR ou da CELPA e o ponto de entrega. expresso em volts (V) ou quilovolts (kV).NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 13 de 120 Código: Revisão: NT. obtido por meio de medição.37 Poste Auxiliar Poste situado na Unidade Consumidora com a finalidade de fixar.004 02 4. 4. de acordo com a leitura efetuada.43 Tensão Nominal Valor eficaz da tensão de linha pela qual o sistema é designado. elevar e/ou desviar o ramal de ligação e o ramal de entrada. quer seja nova ou existente. caracterizando-se como o limite de responsabilidade do fornecimento.40 Solicitação de fornecimento Ato voluntário do interessado na prestação do serviço público de fornecimento de energia ou conexão e uso do sistema elétrico da CEMAR ou da CELPA. 4. 4.38 Ramal de Entrada Conjunto de condutores e acessórios instalados pelo consumidor entre o ponto de entrega e a medição ou a proteção de suas instalações.41 Tensão de Atendimento Valor eficaz de tensão no ponto de entrega ou de conexão. 4.36 Ponto de Ligação É o ponto da rede da CEMAR e ou da CELPA do qual deriva o ramal de ligação da unidade consumidora. expresso em volts (V) ou quilovolts (kV). 4. precária ou crítica.35 Ponto de Entrega Ponto de conexão do sistema elétrico da CEMAR ou da CELPA com as instalações elétricas da Unidade Consumidora. efetivado pela alteração de titularidade de unidade consumidora que permanecer ligada ou ainda por sua ligação.31.42 Tensão de Fornecimento Tensão fixada pela CEMAR e pela CELPA para fornecimento de energia elétrica dentro dos limites definidos pelo poder concedente. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .

Fornecimento de Energia Elétrica em Baixa Tensão. [9] NBR 10068:1987 – Folha de desenho .Módulo 8: Qualidade da Energia Elétrica. equipamentos elétricos. [2] ANEEL (2010). [5] NT.31.Elaborado em: Página: 14/11/2013 14 de 120 Código: Revisão: NT.31. [8] NBR 5419:2005 – Proteção de estruturas contra descargas atmosféricas.31.Requisitos específicos para instalação em estabelecimentos assistenciais de saúde. coma finalidade de verificar sua adequação aos padrões técnicos e de segurança da CEMAR e da CELPA. Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional (PRODIST) .Fornecimento de Energia Elétrica em Média Tensão (15 e 36.Estabelece as Condições Gerais de Fornecimento de Energia Elétrica de forma atualizada e consolidada. incluída a subestação. quando do fornecimento em tensão primária.02 . correspondente a um único consumidor e localizado em uma mesma propriedade ou em propriedades contíguas. previamente à ligação. 5 REFERÊNCIAS [1] ANEEL (2010). 4. ramal de entrada. caracterizado pelo recebimento de energia elétrica em apenas um ponto de entrega.44 Unidade Consumidora Conjunto composto por instalações.Requisitos específicos. com medição individualizada. [12] NBR 13534:2008 – Instalações elétricas de baixa tensão . [6] NT. Resolução Normativa Nº 414 . Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional (PRODIST) .004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS 4.2 kV) [7] NBR 5410:2008 – Instalações elétricas de baixa tensão. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . [13] NBR 13570:1996 – Instalações elétricas em locais de afluência de público .001.45 Vistoria Procedimento realizado pela CEMAR ou pela CELPA na unidade consumidora.0kV a 36.05 .2kV. [4] NT.31. [11] NBR 12693:2010 – Sistemas de proteção por extintores de incêndio.Módulo 1: Introdução.002.Leiaute e dimensões.017. [14] NBR 14039:2005 – Instalações elétricas de média tensão de 1. condutores e acessórios.Incorporação de Redes de Distribuição.03 . [15] NBR 15688:2009 – Redes de distribuição aérea de energia elétrica com condutores nus. [10] NBR 10898:1999 – Sistema de iluminação de emergência. [3] ANEEL (2010).

31. 6 6. as instalações elétricas das unidades consumidoras que foram executadas de acordo com as regras e recomendações estabelecidas por esta Norma. em especial no padrão de entrada ou o impedimento de acesso para fins de leitura. h) O consumidor deve assegurar livre acesso aos técnicos da CEMAR ou da CELPA devidamente credenciados. f) A falta de execução pelo Consumidor de correções indicadas pela CEMAR ou CELPA quando da constatação de deficiência não emergencial na unidade consumidora.Elaborado em: Página: 14/11/2013 15 de 120 Código: Revisão: NT. b) Qualquer ligação à rede da CEMAR ou pela CELPA só poderá ser efetuada por seus colaboradores devidamente autorizados e depois de observadas todas as exigências regulamentares estabelecidas por esta Norma. estendendo instalações que se interliguem com instalações de outrem. apoderar-se dos direitos da CEMAR e da CELPA. sob quaisquer pretextos. inspecionar e verificar as instalações ou equipamentos. substituição do medidor e inspeções faculta a suspensão do fornecimento de energia três dias após notificação à unidade consumidora. e) O acesso aos equipamentos de medição somente será permitido aos colaboradores autorizados da CEMAR ou da CELPA. [17] NR 10:2004 – Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade. a fim de efetuar a leitura de medidores. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . para o fornecimento de energia elétrica. do Ministério do Trabalho e Emprego. d) O Consumidor deve manter em bom estado de conservação os equipamentos de medição da CEMAR ou da CELPA instalados no Centro de Medição da edificação e responderá pelos eventuais danos a eles causados por sua ação ou omissão. g) É proibido ao consumidor.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS [16] NBR 15751:2009 – Sistemas de aterramento de subestações . i) Os eletrodutos e caixas de inspeção dos ramais não podem ser utilizados para outros fins que não os elétricos. bem como o Código de Posturas Municipais pertinentes.Requisitos. j) Devem ser obedecidas rigorosamente as recomendações das Normas de Segurança e de Meio Ambiente. aos locais em que estejam instalados os aparelhos de medição. c) Somente serão ligadas ao sistema de distribuição da CEMAR ou da CELPA instalações de imóveis devidamente identificados e regularizados pelos poderes públicos.1 DISPOSIÇÕES GERAIS Generalidades a) Somente serão ligadas à rede de distribuição da CEMAR e da CELPA. conforme artigos 171 e 173 da REN n° 414. ainda que graciosamente.

estipuladas em legislação pertinente. especifica. reforma ou ampliação na Edificação que exija a substituição dos equipamentos auxiliares de medição e/ou medidor (se for o caso) é de responsabilidade da CEMAR e da CELPA. o) Qualquer aumento de carga deve ser precedida da aceitação da CEMAR ou da CELPA. m) Não é permitido. p) Para os casos omissos relativos às condições de fornecimento. da ANEEL. A reversão é de inteira responsabilidade do projetista. através de 01(um) fase e 01(um) neutro . de acordo com a Resolução Normativa Nº 414/2010. em uma unidade consumidora suprida em tensão primária de distribuição. 6. sem a qual a unidade consumidora fica sujeita às sanções legais por operar irregularmente. Para maiores informações consultar a NT. em hipótese alguma. será atendida por ligação monofásica. que estiverem em vigor. n) O aumento de carga que venha a caracterizar uma unidade consumidora suprida em tensão secundária de distribuição.009 . paralelismo permanente entre geradores particulares e o sistema da CEMAR ou da CELPA. prevalecerão as condições gerais.31. desde que não possua: • Motor com potência individual superior a 5cv. 6. No caso da instalação possuir gerador ele deve ser provido de chave reversora com intertravamento mecânico ou eletromecânico visível que garanta o não paralelismo entre os sistemas. bem como terá medição em separado.1 Limites de Fornecimento CEMAR a) Ligação monofásica A unidade consumidora pertencente à EMUC.220V. • Aparelho de Raios-X com potência superior a 2kVA.CONEXÃO DE GERADORES PARTICULARES AO SISTEMA ELÉTRICO.2 Limites de Fornecimento Os limites de fornecimento estabelecidos abaixo são aplicáveis para empreendimentos com demanda de até 2500 kW. • Aparelho com potência individual superior a 5kVA.2. com o limite de até 12kW de carga instalada.004 02 k) Cada unidade consumidora deve ser suprida por intermédio de circuito independente. b) Ligação Trifásica DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . l) Qualquer alteração.31. na sua última versão. deverá a Unidade Consumidora providenciar a adequação de suas instalações às exigências desta Norma.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 16 de 120 Código: Revisão: NT.

• Motor monofásico com potência individual superior a 5cv. Nota: 1. No caso de instalação de mais de um aparelho de Raios-X ou máquina de solda numa mesma unidade consumidora. em 380V.Elaborado em: Página: 14/11/2013 17 de 120 Código: Revisão: NT.2 Limites de Fornecimento CELPA a) Ligação monofásica A unidade consumidora pertencente à EMUC. equivalerá à potência demandada pelos mesmos.220V. com o limite de até 15kW de carga instalada. calculada conforme o roteiro de cálculo do ANEXO I – CÁLCULO DE DEMANDA DA INSTALAÇÃO CONSUMIDORA. • Aparelho com potência individual superior a 5kVA. fase-fase. será atendida por ligação bifásica. b) Ligação Bifásica A unidade consumidora pertencente à EMUC.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS A unidade consumidora pertencente à EMUC. será atendida por ligação trifásica. c) Ligação Trifásica DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . desde que não possua: • Motor com potência individual superior a 2cv.380/220V. fase-fase. através de 03 (três) fases e 01 (um) neutro . através de 02(duas) fases e 01(um) neutro . • Aparelho com potência individual superior a 10kW em 380V.2. deve-se evitar. com carga instalada superior a 12kW até o limite de 75kW. • Aparelho de Raios-X trifásico com potência superior a 20kVA. será atendida por ligação monofásica. • Aparelho trifásico com potência individual superior a 15kW. com o limite de até 10kW de carga instalada. 6. • Aparelho de Raios-X com potência superior a 2kVA. partida simultânea entre os mesmos. o máximo possível. desde que não possua: • Motor com potência individual superior a 5cv. o limite de potência instalada.31. Em uma unidade consumidora que possua mais de 01 (um) motor em suas instalações.127V. desde que não possua: • Motor trifásico com potência individual superior a 30cv. referida nos parágrafos acima. através de 01(um) fase e 01(um) neutro . • Aparelho de Raios-X com potência superior a 4kVA. 2.

• Motor monofásico com potência individual superior a 5cv.220V. deve ser suprida por subestação individual. através de 03 (três) fases e 01(um) neutro .2kV). fase-fase. d) Cada unidade consumidora pertencente à EMUC. o limite de potência instalada.2. equivalerá à potência demandada pelos mesmos. Nota: 3. 4. • Aparelho de Raios-X com potência superior a 4kVA. projeto. calculada conforme o roteiro de cálculo do ANEXO I – CÁLCULO DE DEMANDA DA INSTALAÇÃO CONSUMIDORA. durante consulta prévia. desde que o consumidor se responsabilize pelo pagamento da diferença de preço do medidor e demais equipamentos de medição a serem instalados. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . • Aparelho com potência individual superior a 10kW em 220V.31. com ligação bifásica/trifásica. deve-se evitar. desde que cada unidade tenha carga instalada de até 12 kW para a área de concessão CEMAR e de até 10 kW para área de concessão CELPA. bem como eventuais custos de adaptação da rede. referida nos parágrafos acima. manutenção e operação serão de responsabilidade do interessado. • Aparelho de Raios-X trifásico com potência superior a 20kVA.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS A unidade consumidora pertencente à EMUC. a EMUC deve ser atendida a quatro fios (três fases e um neutro). • Aparelho trifásico com potência individual superior a 15kW. será atendida por ligação trifásica.Elaborado em: Página: 14/11/2013 18 de 120 Código: Revisão: NT. b) Acima de 4 (quatro) unidades. com o limite de até 75kW de carga instalada. Em uma unidade consumidora que possua mais de 01 (um) motor em suas instalações. na sua última versão. o máximo possível. com carga instalada superior a 75kW. aplicando-se os critérios constantes da Norma NT.3 Critérios de Fornecimento à EMUC’s a) A análise de projeto é dispensável pela CEMAR e pela CELPA quando a edificação tiver até 04 (quatro) unidades consumidoras. c) A CEMAR e a CELPA pode atender a unidade consumidora em tensão secundária de distribuição. fase-fase. 6. Neste caso a CEMAR e a CELPA determinará.31. ainda que a mesma não apresente carga suficiente para tanto. partida simultânea entre os mesmos. a maneira conveniente de alimentar a unidade consumidora. desde que não possua: • Motor trifásico com potência individual superior a 30cv.002 Fornecimento de Energia Elétrica em Média Tensão (15 e 36. construção. cujos investimentos. No caso de instalação de mais de um aparelho de Raios-X ou máquina de solda numa mesma unidade consumidora. em 220V.

4. 6.4 Responsabilidades do Consumidor a) De acordo a legislação vigente o empreendedor é responsável pelos investimentos necessários para o projeto e construção das obras de infraestrutura básica das redes de distribuição de energia elétrica destinadas ao atendimento das Edificações de Múltiplas Unidades Consumidoras. a infraestrutura interna citada no item 6.3.4. A alimentação deverá ser individual do restante do prédio.3. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . observando-se a legislação específica. c) Para empreendimentos construídos em etapas.1 Características de Atendimento à Edificação de Múltiplas Unidades Consumidoras Atendimento através da Rede de Baixa Tensão da CEMAR ou da CELPA a) O atendimento será feito através da Rede Baixa Tensão Aérea da CEMAR ou da CELPA. d) Os investimentos mencionados no item 6. houver necessidade de instalação de unidade de transformação. quando a demanda total do Empreendimento não ultrapassar a 75 kVA e desde que nenhum consumidor individual possua carga instalada superior a 75kW.31. bem como. A critério da CEMAR e da CELPA poderá ser adotado a alimentação única no prédio. a critério da CEMAR ou da CELPA.2 Atendimento através da Rede de Média Tensão da CEMAR ou da CELPA a) O atendimento será feito através da Rede de Média Tensão da CEMAR ou da CELPA. e não somente pela área da etapa que está sendo construída.a contemplam inclusive os custos: • Das obras do sistema de iluminação pública ou de iluminação das vias internas.Elaborado em: Página: 14/11/2013 19 de 120 Código: Revisão: NT.3 6. b) O projeto e construção das obras de infraestrutura básica das redes de distribuição de energia elétrica citadas no item anterior contempla toda a infraestrutura elétrica interna ao empreendimento. com exceção dos empreendimentos habitacionais para fins urbanos de interesse social ou de regularização fundiária. a construção da rede de distribuição de energia elétrica necessária para conectar o empreendimento ao sistema de distribuição de energia existente da CEMAR ou da CELPA na época da emissão do orçamento de conexão.b é delimitada pela área total do terreno do empreendimento. quando a demanda total do Empreendimento ultrapassar a 75 kVA. conforme o caso. 6.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS 6. a mesma deve ser localizada na via pública. c) Cada unidade consumidora com carga instalada superior a 75 kW será atendida pela Rede Primária e se caracterizará como consumidor do Grupo A. b) Quando.

f) Construção do recinto para instalação dos equipamentos de proteção. o custo referente a estas obras na rede serão de responsabilidade do consumidor conforme Art. que não seja de cunho social ou de regularização fundiária de interesse social. O meio extintor deve ser gás carbônico (CO2) e o aparelho deve estar de acordo com a NBR 15808. g) Construção de canalizações e caixas de passagens necessárias aos condutores de média e baixa tensão. n) Todo e qualquer empreendimento. paredes divisórias e demais serviços de alvenaria. 48 da Resolução nº 414 da ANEEL. janelas de ventilação e telas metálicas internas e externas. • Dos transformadores de distribuição necessários para o atendimento. pisos impermeáveis com soleira apropriada podem ser utilizados como depósito se não existirem mais que três transformadores ou outros equipamentos instalados.31. de acordo com as normas e padrões técnicos da CEMAR e da CELPA. Nas instalações abrigadas. j) Construção da malha de terra e interligação desta com as partes metálicas não energizadas. deve ser utilizada. e se cada um deles contiver menos de 100 litros. ventilação forçada. que necessitar de reforma ou ampliação na rede para ser atendido. em quaisquer níveis de tensão. observadas as condições estabelecidas sobre participação financeira conforme Resolução nº 414 da ANEEL.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 20 de 120 Código: Revisão: NT. Para tanto deve ser preenchido o formulário ANEXO V – DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . o) O espaço destinado ao caminhamento do ramal de ligação e da subestação deve ser transferido à CEMAR ou a CELPA. para a conexão à rede de propriedade da distribuidora. quando não houver condições técnicas para construção do tanque de contenção do líquido isolante. Na impossibilidade de ventilação natural. l) Instalação de iluminação artificial. transformação e manobra.004 02 • Das obras necessárias. e) Fornecimento e instalação de materiais e equipamentos elétricos. As dimensões mínimas devem estar de acordo com o DESENHO 3 – CABINE DE PROTEÇÃO E TRANSFORMAÇÃO – ENTRADA AÉREA e DESENHO 4 – CABINE DE PROTEÇÃO E TRANSFORMAÇÃO – ENTRADA SUBTERRÂNEA. h) Sistema de drenagem do óleo para transformadores que contenham 100 litros ou mais de líquido isolante (Ver DESENHO 7 – BACIA DE CONTENÇÃO DE ÓLEO). i) Construção e instalação de portas. m) Instalação de extintor de incêndio para uso em eletricidade localizada nas imediações da porta de acesso a pessoas. k) Fixação dos suportes das chaves e dos isoladores de apoio.

Nota: DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . e) A subestação deve possuir janelas de ventilação com área de circulação de ar adequada à potência nominal do transformador ou estar provida de um sistema de ventilação mecânica. 6. possuir uma placa de advertência com a seguinte frase: “ALTA TENSÃO” e ser dotada de sistema de tranca que permita o seu fechamento a chave. de acordo com o Padrão CEMAR e CELPA. 6. assegurando rápida retirada de equipamentos. principalmente de transformadores. b) Incorporação das instalações elétricas de empreendimentos. b) A subestação deve permitir fácil acesso às pessoas e aos equipamentos a partir da via pública e estar livre de obstáculos. f) A área da subestação é de uso exclusivo da CEMAR e da CELPA e não deve ser utilizada como depósito ou outros fins pelo condomínio ou administração. após incorporação e energização pela CEMAR ou da CELPA das instalações elétricas implantadas pelo Empreendedor. no momento de sua conexão à rede da CEMAR ou da CELPA. c) As paredes que limitam a área da subestação devem ser construídas em alvenaria e permitir o seu isolamento com relação à área interna da edificação. c) Operação e manutenção das instalações. d) A porta de acesso da subestação deve estar voltada para área externa da edificação com abertura para fora.31. h) Quando a subestação não fizer parte integrante da edificação podem ser utilizados transformadores a óleo. ser de fácil acesso. i) Quando a subestação fizer parte integrante da edificação.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 21 de 120 Código: Revisão: NT. até o ponto de entrega de acordo com a legislação vigente.004 02 TERMO DE TRANSFERÊNCIA pelo proprietário da obra e ter firma legalmente reconhecida. g) As subestações devem situar-se no andar térreo.5 Responsabilidades da CEMAR e da CELPA a) Instalação de equipamentos de medição. quando do recebimento e energização do empreendimento. p) A CEMAR ou a CELPA terá acesso livre ao ramal de ligação e à subestação sempre que achar necessário e conveniente.6 Localização da Subestação a) Estar situada dentro da propriedade particular fora da área de projeção da edificação. mesmo que haja paredes de alvenaria e portas corta-fogo. somente será permitido o emprego de transformadores a seco e disjuntores a vácuo ou SF6.

operado e mantido pela CEMAR ou pela CELPA.5m quando for previsto trânsito de veículos ou de 3.8. no intuito de agilizar a leitura do medidor e a inspeção das instalações pela CEMAR ou pela CELPA. construído. Elaborado em: Página: 14/11/2013 22 de 120 Código: Revisão: NT.31. 6. O isolamento mínimo requerido é de 0.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS 5. devem ser de propriedade da CEMAR ou da CELPA. com sustentação pelo neutro nú.7 Quando a subestação pertencer à CEMAR ou a CELPA: • Não é permitido paralelismo de transformadores. b) O consumidor deve assegurar livre acesso aos técnicos da CEMAR ou da CELPA devidamente credenciados. inspecionar e verificar as instalações ou equipamentos. ficando a cargo do Empreendedor a operação e manutenção dos mesmos. o pessoal autorizado da CEMAR ou da CELPA tenha acesso às instalações de cada Edificação. e dispositivos complementares. c) A Administração da EMUC deve sempre propiciar as condições para que. d) O acesso ao Centro de Medição deve ser mantido limpo e desimpedido pela Administração da EMUC. para transformadores até 75 kVA.8. a fim de efetuar a leitura de medidores. 6. atrasos ou transtornos. sua altura em relação ao solo ou piso seja no mínimo de 5.6/1kV. Acesso às Instalações Consumidoras a) Apenas o pessoal da CEMAR e da CELPA deve ter acesso aos equipamentos de medição que.5m para trânsito apenas de pedestres. d) Os condutores devem ser instalados de forma que. e a qualquer época. c) A CEMAR e a CELPA devem utilizar condutores multiplexados. e incluem medidores. com a participação financeira do consumidor de acordo com a legislação em vigor. 6. isolados em XLPE. sem impedimentos. b) Ser projetado. no ponto mais baixo.1.004 02 Quando o empreendedor optar pelo uso de transformador a seco e disjuntor a vácuo ou a gás SF6.1 Ramal de Ligação derivado da Rede de Baixa Tensão da CEMAR e da CELPA a) Deve ser aéreo e ao tempo em toda a sua extensão. os mesmos não serão objeto de incorporação pela CEMAR e pela CELPA. • A potência máxima de cada transformador deve ser de 500 kVA. transformadores de corrente e de potencial. sempre.8 6.1 Entrada de Serviço Ramal de Ligação 6. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . aos locais em que estejam instalados os aparelhos de medição.

8. houver trânsito de veículos ou apenas de pedestres. g) Não deve ser acessível a janelas. conforme legislação em vigor.8. Dependendo das particularidades de trabalho na DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .“e”.Elaborado em: Página: 14/11/2013 23 de 120 Código: Revisão: NT.5 (cinco e meio) metros ou 3.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS e) O ramal de ligação deve entrar preferencialmente pela frente do terreno. “g”. “i” do subitem 6.31. instalado no terreno particular. o ramal de ligação pode ser fixado na sua própria fachada ou em poste auxiliar. j) Não serão admitidas emendas nos condutores do ramal de ligação. f) Não deve cruzar terrenos de terceiros.1. A distância mínima dos condutores a quaisquer destes pontos deve ser de acordo com o DESENHO 2 – AFASTAMENTOS MÍNIMOS ENTRE CONDUTORES E EDIFICAÇÕES. as emendas poderão ser feitas. II) Quando a subestação for construída separada do corpo da EMUC.1. Neste caso a subestação deve ter altura suficiente para fixação do ramal de acordo com o DESENHO 9 – RAMAL DE LIGAÇÃO DERIVANDO DA REDE DE MÉDIA TENSÃO DA CEMAR OU DA CELPA . II) O condutor mais baixo do ramal de ligação deve manter uma altura mínima com referência ao piso ou solo de 5. o ramal de ligação deve ser fixado em poste auxiliar de concreto armado.1. quando respectivamente.ENTRADA AÉREA. desde que os condutores não estejam submetidos a esforços mecânicos. 6. b) Ramal de Ligação Aéreo Devem ser obedecidas as seguintes prescrições: I) As definidas nas alíneas “b”.2 Ramal de Ligação derivado da Rede de Média Tensão da CEMAR e da CELPA O ramal de ligação pode ser totalmente aéreo ou misto. devendo obedecer às seguintes prescrições: a) Fixação do Ramal de Ligação I) Quando a subestação fizer parte integrante da EMUC.5 (três e meio) metros. terraços ou lugares congêneres. além do que será necessária a extensão da rede de distribuição de energia elétrica na qual o consumidor participará financeiramente. ficando livre de qualquer obstáculo e ser perfeitamente visível. do qual deriva o trecho subterrâneo do ramal. Somente por ocasião de manutenção e quando absolutamente necessário. h) Deve partir do poste da rede secundária de distribuição mais próximo do ponto de entrega e não deve exceder a 30m de comprimento. de acordo com o DESENHO 10 – RAMAL DE LIGAÇÃO DERIVANDO DA REDE DE MÉDIA TENSÃO DA CEMAR E DA CELPA . sacadas. “f”.ENTRADA MISTA. seja em áreas privadas ou públicas.

no vão entre postes da chave até a subestação. III) Os dutos (corrugados ou aço zincado por imersão a quente.8. indicará o ponto do seu sistema no qual há condições técnicas para derivar o ramal de ligação. por ocasião da consulta prévia. IV) A classe de isolamento requerida deve ser a mesma da linha do qual deriva o ramal de ligação.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS área de entrada. Para o trecho subterrâneo prescrevem-se as seguintes exigências: I) Deve derivar de um poste fixado no terreno da EMUC.1. telhados.31. envelopados em concreto) devem estar situados a uma profundidade mínima de 650 mm.Elaborado em: Página: 14/11/2013 24 de 120 Código: Revisão: NT. ou altura maior por razões de segurança. plantações de médio ou grande porte sob o mesmo. devendo qualquer condutor do ramal obedecer ao afastamento mínimo disposto no DESENHO 2 – AFASTAMENTOS MÍNIMOS ENTRE CONDUTORES E EDIFICAÇÕES. VI) Os equipamentos de manobra instalados na derivação do ramal de ligação devem ser operados exclusivamente pela CEMAR ou pela CELPA. deve também ser seccionada a cerca ou grade metálica que tiver extensão superior a 30 metros. notadamente no caso da construção ter sido edificada posteriormente à ligação da unidade consumidora. e quando cruzar locais destinados a trânsito de veículos devem ser protegidos por uma das DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . pode ser necessário o uso de cabo isolado. c) Ramal de Ligação Misto O trecho aéreo do ramal de ligação misto obedecerá às prescrições do subitem 6. etc. ou qualquer obstáculo que lhe possa oferecer dano. passarelas. VIII) No caso de travessia de cerca ou grade metálica deve haver aterramento no trecho sob o ramal. Além de aterrada. V) Não deve ter vão superior a 40 (quarenta) metros. sacadas.b. VII) Não pode haver edificações. marquises. X) A CEMAR e a CELPA não se responsabiliza por quaisquer danos decorrentes de contato acidental em suas linhas com tubovias. seja em domínio público ou privado. Para rede compacta o tamanho limite do vão é de 60 (sessenta) metros. III) A CEMAR e a CELPA.2. elevados. a critério da CEMAR e da CELPA. II) Não deve cruzar terrenos de terceiros. definitivas ou provisórias. IX) Não deve ser acessível a janelas. áreas ou quaisquer outros elementos fixos não pertencentes à rede.

devem ser impermeabilizadas com materiais que permitam posterior remoção. X) Não deve conter emendas nem derivações. VIII) Em todo ponto onde haja mudança de direção do ramal. XIV) Os dutos devem ser instalados de modo a permitir uma declividade de 2% no sentido das caixas de passagens. IV) Não deve cruzar via pública. nas caixas de passagens. sendo um desses cabos para reserva e da mesma natureza dos cabos energizados. sem causar danos aos dutos e ao isolamento dos cabos. Nas extremidades do eletroduto deve ser prevista proteção mecânica contra danificação do isolamento dos condutores. XIII) As extremidades dos dutos. V) No trecho fora do solo o ramal de ligação deve ser protegido mecanicamente até a uma altura de 5 m. esta deve ter um raio de curvatura superior a 20 vezes o diâmetro do cabo. XI) Quando for utilizada curva longa de 90 graus para permitir a descida ou subida dos condutores do ramal subterrâneo. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS formas sugeridas no DESENHO 12 – BANCO DE DUTOS PARA ENTRADA SUBTERRÂNEA DA REDE PRIMÁRIA. VI) Deve ser construída uma caixa de passagem a 700 mm do poste de derivação do ramal. A tampa de entrada da caixa deve permitir a inscrição de um círculo de 600mm de diâmetro. XII) Todo ramal subterrâneo deve ser composto de quatro cabos unipolares.Elaborado em: Página: 14/11/2013 25 de 120 Código: Revisão: NT. IX) As caixas de passagem devem ter dimensões internas mínimas de 800x800x800mm. com ângulo igual ou superior 45 graus. através de eletroduto de aço galvanizado de diâmetro interno mínimo igual a 100 mm. com uma camada de 100mm de brita no fundo da mesma.31. deve ser construída uma caixa de passagem. VII) O comprimento máximo retilíneo entre duas caixas de passagens é de 30 m. conforme mostra o DESENHO 12 – BANCO DE DUTOS PARA ENTRADA SUBTERRÂNEA DA REDE PRIMÁRIA.

praças. água. ou seja. onde a rede elétrica interna não seja de propriedade da CEMAR ou da CELPA.8. devendo os transformadores ser instalados.004 02 Ponto de Entrega 6.2 Elaborado em: Página: 14/11/2013 26 de 120 Código: Revisão: NT. e a CEMAR ou a CELPA não será responsável pela manutenção e operação das referidas redes. o ponto de entrega situar-se-á na entrada do barramento geral. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . 6. onde a rede elétrica interna seja de propriedade da CEMAR ou da CELPA. o ponto de entrega deverá situar-se no limite da via interna do condomínio com cada fração integrante do parcelamento.3 Edificações Horizontais a) Em condomínio horizontal. em que os equipamentos de transformação da CEMAR e da CELPA estejam instalados no interior da propriedade. o ponto de entrega deverá situar-se no limite da via pública com o condomínio. avenidas. se for construída em desacordo com o Padrão CEMAR e da CELPA.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS 6.2 Edificações Verticais com alimentação derivada da Rede de Média Tensão da CEMAR ou da CELPA Nas edificações verticais de múltiplas unidades consumidoras. Nestes casos.2.2.31. Em qualquer circunstância a distância máxima entre o poste da CEMAR ou da CELPA e o ponto de entrega será de 30 metros. se for construída de acordo com o Padrão CEMAR e da CELPA. sempre que tecnicamente for possível. o ponto de entrega se localizará no limite da propriedade particular com o alinhamento da via pública. que pode utilizar materiais e equipamentos que atendam os seus objetivos. pavimentação e outros) concluídos e residências prontas para ocupação imediata.1 Edificações Verticais com alimentação derivada da Rede de Baixa Tensão da CEMAR ou da CELPA a) Na ligação de edificações construídas sem recuo com relação ao alinhamento da via pública. etc. b) Em condomínio horizontal. projetando-se dentro da propriedade particular somente a Rede de Baixa Tensão.8. c) Para ser atendido pela CEMAR ou pela CELPA o condomínio deve estar edificado. ou seja.8. d) A rede de iluminação das vias externas (ruas. construída e mantida pelo empreendedor. desde que o terreno da instalação consumidora atinja o alinhamento supracitado. na própria fachada.8. b) Na ligação de edificações construídas recuadas do alinhamento da via pública. telefone. 6.2. o condomínio é responsável pelo consumo de energia.) deve ser projetada. com todos os serviços de infraestrutura (instalações elétricas internas. em domínio público. podendo ser na própria fachada ou no poste auxiliar. o ponto de entrega se localizará no primeiro ponto de fixação do ramal de ligação.

b) O eletroduto de descida do poste deve ser de aço zincado por imersão a quente.0 m do piso. embutido ou aparente) e instalações pré-fabricadas do tipo “leito metálico” devidamente selado em toda a sua extensão. 6. e) Quaisquer serviços no ramal de entrada devem ser feitos mediante autorização e supervisão da CEMAR ou da CELPA.8. para livre acesso da CEMAR ou da CELPA.0 kV. h) Não são permitidas emendas nos condutores.1 O Ramal de Entrada deve obedecer às seguintes prescrições: a) Deve atender aos requisitos estabelecidos nas normas NT. b) A isolação mínima requerida é de 1. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .NORMA TÉCNICA Elaborado em: Página: 14/11/2013 27 de 120 Código: Revisão: NT. a uma altura mínima de 5. inclusive a terceiros. g) Não é permitida a travessia da via pública. f) Termo de permissão assinado pelo condomínio ou proprietário.3.002 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM MÉDIA TENSÃO 15 E 36.8.31.2 kV. 6. em XLPE 90° ou EPR 90° ou HEPR 90º ou condutor com corrente máxima equivalente.004 02 Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS e) Deve ser construído pelo responsável uma via de acesso e portão com dimensões que possibilitem o tráfego de veículos para operação e manutenção da rede. f) A CEMAR ou a CELPA se isenta da responsabilidade de quaisquer danos pessoais ou materiais que a construção ou reparo do ramal de entrada possa acarretar.3 Ramal de Entrada 6.001 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM BAIXA TENSÃO e NT.31. d) O ramal de entrada deve ser construído.8. em local não sujeito a abalroamento e que preencha os requisitos técnicos que a CEMAR e a CELPA exigir. A extremidade superior deve ficar abaixo da armação secundária (ver DESENHO 13 – RAMAL DE LIGAÇÃO DERIVADA DA REDE DE BAIXA TENSÃO DA CEMAR OU DA CELPA.2 Prescrições do Ramal de Entrada Derivado da Rede de Baixa Tensão Em prédios com alimentação derivada da rede de Baixa Tensão da CEMAR ou da CELPA devem ainda ser obedecidas às seguintes prescrições: a) Quando o ramal for derivado de um poste auxiliar. em sua revisão vigente. este poste deve ser instalado dentro do terreno do consumidor. firmemente fixado através de fitas ou abraçadeiras metálicas.3. nem ao tempo e nem dentro dos eletrodutos. nem de terreno de terceiros. c) Pode ser em eletroduto (subterrâneo. mantido e reparado às custas do usuário.31.

e) Os eletrodutos devem ser enterrados a uma profundidade mínima de 0.7. f) Será permitida a instalação de uma caixa de passagem localizada a 0.1 Subestações ao Tempo: no Solo ou em Poste e 6.70m da base do poste. a tubulação pode ter. com dispositivo para lacre. no máximo. 6. Em nenhum caso deve existir curva com deflexão maior do que 90 graus. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . d) Os eletrodutos da parte subterrânea podem ser de polietileno de alta densidade .2kV). ou de aço zincado por imersão a quente. sem que haja redução do diâmetro interno.Fornecimento de Energia Eletrica em Média Tensão (15 e 36. três curvas de 90 graus.2 Subestações Abrigadas (Cabines) da Norma NT.1 Generalidades a) A energia fornecida a cada unidade consumidora deve ser medida num só ponto. O ramal de entrada subterrâneo deve ser instalado a partir do poste particular. devem ser protegidos por uma das formas sugeridas pelo DESENHO 11 – BANCO DE DUTOS PARA ENTRADA SUBTERRÂNEA DA REDE SECUNDÁRIA. − As curvas devem ser feitas de forma que o diâmetro interno não seja reduzido. em sua última versão. g) As curvas e emendas no eletroduto devem obedecer as seguintes prescrições: − No trecho embutido.10 Medição 6. − As emendas devem ser feitas através de luvas atarraxadas externamente aos eletrodutos ou por intermédio de conexões soldadas.31. 6.PEAD (dutos corrugados).31.002 .004 02 c) Não é permitida a entrada subterrânea em baixa tensão derivando diretamente do poste da rede de distribuição da CEMAR ou da CELPA. construída de acordo com o DESENHO 14 – CAIXA DE PASSAGEM LACRÁVEL . b) A edificação utilizada por um único consumidor que a qualquer tempo. venha a ser subdividida ou transformada em edificação de múltiplas unidades consumidoras.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 28 de 120 Código: Revisão: NT.10.7. nas vias internas do empreendimento. não sendo permitida medição única a mais de uma unidade consumidora. deve ter suas instalações elétricas internas adaptadas pelos interessados para permitir a medição e a proteção individualizada de cada unidade consumidora.30m sendo que quando cruzar locais destinados a trânsito de veículos.9 Padrões Construtivos e Características Gerais das Subestações As subestações deverão ser construídas com base nos padrões apresentados nos itens 6.

31. os mesmos devem ser usados exclusivamente para medição. f) Os equipamentos para medição serão instalados e fornecidos pela CEMAR e pela CELPA. − Precariedade da instalação do ramal de entrada. e) O disjuntor geral do centro de medição deve ser instalado em um módulo exclusivo para proteção (módulo tipo IV). Ver DESENHO 19 – CENTRO DE MEDIÇÃO. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . os barramentos.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 29 de 120 Código: Revisão: NT. podendo ser ele em chapa de aço ou em policarbonato. − Abalroamento nas estruturas de suporte de entrada ou outras avarias de ordem mecânica. ataque por insetos e consequente incêndio. por danos a pessoas ou bens decorrentes de deficiência técnica das instalações da unidade consumidora. e) O consumidor é responsabilizado por danos causados a equipamentos de medição ou a rede de distribuição. infiltração de água e umidade. − Corrosão por agentes químicos. o equipamento de medição que apresentar defeitos ou falhas que não sejam decorrentes do mau uso do mesmo. ou de sua má utilização.10. tais como: − Dimensionamento errado das instalações internas. devido ao envelhecimento dos condutores. Havendo necessidade de uso de TC’s. d) A CEMAR e a CELPA não é responsável. todos com dispositivo para lacre. 6.CM a) Cada centro de medição é construído por módulos que alojarão os medidores. resultantes de defeitos inerentes à sua instalação particular.2 Centro de Medição . b) Deve ser previsto um módulo de distribuição (módulo tipo III) para cada 33 (trinta e três) unidades consumidoras. d) O módulo Tipo I deve ser usado para unidades consumidoras monofásicas e o módulo Tipo II para unidades consumidoras trifásicas. decorrentes de aumento de carga ou alterações de suas características à revelia da CEMAR e da CELPA. (ver DESENHO 19 – CENTRO DE MEDIÇÃO).004 02 c) O consumidor será responsável. ainda que tenha procedido a vistorias. a proteção geral e as proteções individuais. na qualidade de depositário a título gratuito pela custódia dos equipamentos de medição e responderá por danos ocasionais neles verificados. c) Os módulos de medição padronizados para as EMUC’s são de acordo com o DESENHO 19 – CENTRO DE MEDIÇÃO. g) A CEMAR e a CELPA substitui sem ônus para o usuário.

g) Será exigido no ramal de entrada.20m.35m. A localização destas estampas não deve comprometer a visualização da medição por parte dos leituristas. m) Deve ser estampado de forma legível e indelével o nome ou marca do fabricante em local bem visível.004 02 Os módulos de medição devem ser marcados externamente e internamente com o número do apartamento ou sala comercial. de forma a identificá-los com os respectivos consumidores.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS f) Elaborado em: Página: 14/11/2013 30 de 120 Código: Revisão: NT.70m. i) A seção dos condutores instalados entre o barramento e o disjuntor da medição deve ser compatível com a capacidade de corrente da proteção geral da Unidade Consumidora. sendo no mínimo de 4 mm² para área de concessão da CEMAR e de 6 mm 2 para a da CELPA. l) Todos os módulos do centro de medição devem ser homologados pela CEMAR e pela CELPA. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . A marcação externa do número de identificação nos módulos de medição e centro de proteção geral deve ser efetuada através de plaquetas com rebites ou pintura com tinta indelével. em que são ligadas as unidades consumidoras. k) O medidor e demais equipamentos de medição serão fornecidos e instalados pela CEMAR e pela CELPA. Quando existir o módulo V esta cota deve ser 0. 2 sendo no mínimo de 4 mm² para a área de concessão da CEMAR e de 6 mm para a da CELPA. recomenda-se que não sejam efetuadas estampas no centro das tampas das caixas de medição. correlacionadas com o faseamento da rede de distribuição da CEMAR e da CELPA. logo. a fim de identificar as fases. no ponto de acesso ao quadro de medição. h) A cota da base do centro de medição em relação ao piso é de 0.31. A cota superior não deve ser maior que 1. Nota: 7. É exigida também identificação dos condutores fase até a instalação de cada medidor do módulo de medição. j) A seção dos condutores instalados entre o módulo de medição e o centro de distribuição da Unidade Consumidora deve respeitar os critérios de capacidade de corrente e queda de tensão. a colocação de anilhas (fitas plásticas com as cores padronizadas pela ABNT) nos condutores.

3 Localização da Medição e do Medidor A CEMAR e a CELPA reservam-se ao direito de.004 02 6. obedecendo as seguintes recomendações: − Prédios com até 16 medidores: devem possuir um único centro de medição. poeiras. g) Nos prédios alimentados através de subestações próprias o centro de medição deve localizar-se fora do recinto da subestação e no mesmo pavimento desta. − Prédios com mais de 16 medidores: é permitida a instalação de mais de um centro de medição no mesmo local (térreo ou subsolo). trepidações excessivas ou sujeitas a abalroamento de veículos. indicar o local mais adequado para instalação da medição.31. desde que se verifique a quantidade mínima de 5 medidores por centro de medição. h) Fica a critério da CEMAR e da CELPA.10. c) Todos os centros de medição devem ser instalados em áreas de uso comum. devendo sempre que possível. inundações. − Prédios com mais de 51 medidores: é permitida a instalação de mais de um centro de medição no mesmo local (térreo ou subsolo). desde que se verifique a quantidade mínima de 23 medidores por centro de medição.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 31 de 120 Código: Revisão: NT. paredes externas do prédio ou muro. somente poderão ser instalados ou rompidos pela CEMAR ou pela CELPA. bem como sua substituição quando considerada conveniente. em qualquer caso. e) Não são aceitos locais de difícil acesso. ter acesso direto para a via pública. o mais próximo possível da entrada do prédio. Os casos em que o consumidor opte pela utilização de medidores não padronizados pela CEMAR e pela CELPA serão objetos de estudos específicos. localizado no térreo ou subsolo. que tenham dimensões insuficientes. caixas e cubículos. b) Em prédios comerciais os centros de medição devem situar-se no andar térreo ou subsolo que não esteja sujeito a inundações. de livre e fácil acesso as pessoa credenciadas pela CEMAR ou pela CELPA. localizado no térreo ou subsolo. Por exemplo: locais como pilotis. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . mal iluminados e sem condições de segurança tais como: locais sujeitos a gases corrosivos. f) Os lacres dos medidores. observadas as seguintes disposições: a) Em prédios residenciais os centros de medição devem situar-se no andar térreo ou subsolo que não esteja sujeito a inundações. obedecendo os seguintes procedimentos: − Prédio com até 51 medidores: deve possuir um único centro de medição. d) Em frente ao centro de proteção geral e ao centro de medição deve existir o espaço livre de no mínimo 1metro para permitir as atividades de leitura e instalação dos medidores. escolher os medidores e demais equipamentos de medição que julgar necessário.

conforme a) DESENHO 18 – LIGAÇÃO DE BOMBA DE INCÊNDIO. deve ser instalada plaqueta metálica gravada ou esmaltada a fogo com os dizeres: “BOMBA DE INCÊNDIO”. 6.10. deve ser instalada medição e a sua alimentação deve ser derivada antes da proteção geral de baixa tensão. 6. O circuito alimentador da bomba de incêndio deve ter dispositivo de proteção independente. 9. em local de fácil acesso. d) Os circuitos secundários de cada transformador devem ser individualmente separados.10.CPG a) O CPG deve ser uma caixa metálica com dispositivo de lacre com dimensões apropriadas e ter aprovação prévia da CEMAR ou da CELPA. livre de inundações e não sujeito às intempéries ocasionais.2 Proteção de Edificação com alimentação derivada da Rede Secundária da CEMAR ou da CELPA e) A proteção do ramal de entrada deve ser feita através de disjuntores tripolares termomagnéticos.31. 6. dimensionados de acordo com a corrente nominal da carga demandada. caixas ou CPG’s comuns. sendo um localizado antes do barramento e um em cada saída do ramal para os centros de medição (Figura 1 do DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . c) Para identificar a proteção do conjunto moto-bomba. conforme b) DESENHO 18 – LIGAÇÃO DE BOMBA DE INCÊNDIO. Quando for prevista a instalação de conjunto moto-bomba de incêndio. não podendo ser instalados em dutos.11. c) O CPG de edificação com alimentação derivada da rede primária da CEMAR ou da CELPA deve ser localizado na subestação.11 Proteção 6. b) A instalação do CPG deve ser abrigada.4 Medição para Bomba de Incêndio 8.11. instalados no Centro de Proteção Geral (CPG).Elaborado em: Página: 14/11/2013 32 de 120 Código: Revisão: NT.5 Medição Totalizadora O empreendimento deve disponibilizar espaço físico adequado após a saída do secundário da unidade de transformação (ou unidades de transformações) para instalação de medição totalizadora nos termos do artigo 19 da Resolução Normativa Nº 414/2010 da ANEEL.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS 6.1 Centro de Proteção Geral .

b) Subestação com 1 (um) transformador e 2 (dois) ou mais centros de medição (Figura 4 do DESENHO 17 – PROTEÇÃO DO RAMAL DE ENTRADA DERIVADO DA REDE DE MÉDIA TENSÃO DA CEMAR OU DA CELPA).11. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . 6. − A proteção geral deve ser feita por disjuntores instalados no CPG antes do barramento e em cada saída do ramal que vai para os centros de medição.31. medidos ao longo do circuito do ramal de entrada. g) Quando houver somente um Centro de Medição (CM) e este obedecer a distância referida na alínea (a).3 Proteção de Edificação com alimentação derivada da Rede Primária da CEMAR ou da CELPA a) Subestação com 1 (um) transformador e 1 (um) centro de medição (Figura 3 do DESENHO 17 – PROTEÇÃO DO RAMAL DE ENTRADA DERIVADO DA REDE DE MÉDIA TENSÃO DA CEMAR OU DA CELPA).NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 33 de 120 Código: Revisão: NT. referidos na alínea anterior. h) Quando a demanda for inferior ou igual a 75kVA o disjuntor deve ter capacidade de Interrupção Simétrica mínima de 5kA. − As proteções dos centros de medição devem ser feitas por disjuntores instalados no módulo de distribuição dos respectivos centros. − A proteção deve ser feita por um disjuntor instalado no CPG e por outro localizado no módulo de distribuição do centro de medição. no máximo. a proteção do ramal é a mesma proteção geral do centro de medição e se localizará no módulo de distribuição (Figura 2 do DESENHO 16 – PROTEÇÃO DO RAMAL DE ENTRADA DERIVADO DA REDE DE BAIXA TENSÃO DA CEMAR). − A capacidade de interrupção simétrica mínima dos disjuntores. O referido disjuntor é dispensado quando os centros de medição forem instalados a uma distância de até 15m e no mesmo compartimento do Centro de Proteção Geral (CPG).004 02 DESENHO 16 – PROTEÇÃO DO RAMAL DE ENTRADA DERIVADO DA REDE DE BAIXA TENSÃO DA CEMAR OU DA CELPA). i) Quando a demanda for superior a 75kVA até 300kVA. é em função da potência do transformador e da distância do CPG ao centro de medição. O Centro de Proteção Geral (CPG) deve estar. f) A proteção de cada Centro de Medição (CM) deve ser feita através de disjuntor tripolar termomagnético instalado no módulo de distribuição do respectivo centro. a 30 metros do ponto de entrega. o disjuntor deve ter capacidade de Interrupção Simétrica mínima de 10kA.

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Revisão:

NT.31.004

02

6.12 Aterramento
Nas Edificações de Múltiplas Unidades Consumidoras com alimentação da rede primária ou
secundária, deve existir malha de terra, com dimensões convenientes, destinada ao aterramento
de todas as partes metálicas não destinadas a conduzir corrente elétricas:
a) O condutor de ligação à terra deve ser de cobre nu, tão curto e retilíneo quanto possível,
sem emendas, chaves ou dispositivos que possam causar sua interrupção;
b) O ponto de conexão do condutor de terra com a haste de terra deve ser feito através de
conectores apropriados ou solda exotérmica e acessível à inspeção, através de caixa
individual para cada haste;
c) A bitola mínima do condutor de terra deve estar de acordo com as prescrições da NBR5410;
d) Para prédios com alimentação pela rede secundária da CEMAR ou da CELPA exige-se que
a malha de terra contenha um número mínimo de 3 hastes devendo, em qualquer caso, a
resistência máxima em qualquer época do ano, ser de 10 ohms;
e) Para prédios com alimentação derivada da rede primária da CEMAR ou da CELPA, exige-se
que a malha de terra das subestações abrangidas por esta Norma contenha um número
mínimo de 6 hastes devendo, em qualquer caso, a resistência máxima, em qualquer época
do ano, ser de 10 ohms;
f)

As interligações entre as hastes devem ser feitas com condutores de cobre nu de seção
mínima igual a 50 mm². Todas as ferragens, tais como tanque de transformadores e
disjuntores, portas metálicas, telas, etc, devem ser ligadas ao sistema de terra com condutor
de cobre nu de bitola mínima de 25 mm². Os equipamentos da subestação devem estar
sobre a área da malha de terra;

g) As hastes de terra devem ser de aço cobreado e ter dimensões mínimas de 2,40m de
comprimento x 16mm diâmetro e com distância entre eles igual ao comprimento da haste;
h) Nas transições de linha aérea para subterrânea, as blindagens dos condutores subterrâneos
também deverão ser aterradas, sendo ligadas ao condutor de aterramento dos pára-raios;
i)

A extremidade superior dos eletrodos deverá ficar aproximadamente a 0,10 metros abaixo
da superfície do solo e protegida com caixa de alvenaria ou concreto com dimensões
mínimas de 0,30 x 0,30 x 0,30 metros e com drenagem e tampa adequada, permitindo o
acesso para fins de inspeção e de medição do valor da resistência de aterramento;

j)

O aterramento de pára-raios tipo Franklin deve ficar independente do aterramento do prédio
quando a distância entre malhas for superior a 15m. Quando a distância for inferior a 15m,
as malhas devem ser interligadas e a resistência deve se, no máximo, de 10 ohms.

DOCUMENTO NÃO CONTROLADO

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Revisão:

NT.31.004

02

6.13 Geração Própria
A instalação de geração alternativa ou de emergência deve seguir as normas da CEMAR e da
CELPA, obedecendo às seguintes prescrições:
a) Produtores independentes ou autoprodutores, cuja viabilidade técnica determine a conexão
ao sistema de média tensão da CEMAR ou da /CELPA, devem seguir a norma NT.31.015 CRITÉRIOS DE ACESSO DE AUTOPRODUTORES E PRODUTORES INDEPENDENTES
DE ENERGIA AO SISTEMA ELÉTRICO DA CEMAR/CELPA, na sua última versão;
b) Consumidores de média tensão que possuam gerador de emergência devem seguir o que
determina a norma NT.31.009 - Conexão de Geradores Particulares ao Sistema Elétrico
da CEMAR/CELPA, específica para estes casos, em sua última versão.
Nota:
10. O gerador deve ficar localizado em área separada, fisicamente, do recinto onde estão instalados
os equipamentos destinados à subestação.

7

ATENDIMENTO AO CLIENTE
a)

Atendimento Corporativo CEMAR (São Luís, Bacabal, Timon e Imperatriz) ou estabelecer
contato com a Central de Atendimento Corporativo através do telefone 0800 280 2800;

b)

O Consumidor, ou Representante Legal, deve dirigir-se a uma Agência com Atendimento
Corporativo CEMAR ou da CELPA, para obter todos os esclarecimentos de ordem comercial,
técnica, legal e econômico-financeira, necessários e relativos ao fornecimento de energia
elétrica, onde, entre outras informações, deve fornecer dados para caracterização da Unidade
Consumidora, particularmente no que se refere à produção, posição do projeto, discriminação
da potência instalada e previsões de carga em caráter preliminar;

c)

Para efetuar as solicitações relacionadas ao fornecimento de energia elétrica em média
tensão, o Consumidor, ou Representante Legal munido de procuração assinada e
reconhecida em cartório, deve dirigir-se a uma Agência com Atendimento Corporativo
CEMAR (São Luís, Bacabal, Timon, Imperatriz e Balsas) ou Atendimento Corporativo CELPA
(Belém, Castanhal, Marabá e Santarém), portando os documentos necessários para cada tipo
de solicitação;

d)

Na fase de análise subsequente, sob a coordenação do órgão responsável pelo Atendimento
Corporativo, caso julgue necessário, o interessado deve discutir, junto com os demais órgãos
envolvidos com o projeto, os aspectos técnicos e comerciais do mesmo;

e)

Cabe à CEMAR e a CELPA disponibilizar ao interessado as normas técnicas, orientar quanto
ao cumprimento de exigências obrigatórias, fornecer as especificações técnicas de materiais
e equipamentos, informar os requisitos de segurança e proteção, e que será procedida a
fiscalização da obra antes do recebimento.

DOCUMENTO NÃO CONTROLADO

NORMA TÉCNICA
Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A
EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS
7.1

Elaborado em:

Página:

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Código:

Revisão:

NT.31.004

02

Obtenção de Estudo de Viabilidade Técnica
O Estudo de Viabilidade Técnica será exigido para as edificações de múltiplas unidades
consumidoras que pretendem ser atendida pelo sistema elétrico da CEMAR ou da CELPA. Este
estudo antecede à apresentação do projeto elétrico das instalações, sendo solicitado para
cargas, em sistema isolado ou interligado, para atendimento em rede de baixa tensão (BT) ou
média tensão (MT), conforme o caso. Deve ser solicitado pelo proprietário ou representante
legal, visando obter informações e a disponibilidade de atendimento técnico à ligação solicitada,
quando tratar-se de ligações novas ou aumento de carga. No estudo de viabilidade técnica
serão detectadas as reais necessidades de atendimento da unidade consumidora e informado à
mesma.
O Estudo de Viabilidade Técnica é dispensável pela CEMAR e pela CELPA quando a
edificação tiver até 04 (quatro) unidades consumidoras, desde que cada unidade tenha carga
instalada de até 12 kW para a área de concessão CEMAR e de até 10 kW para área de
concessão CELPA;
Para obtenção do estudo de viabilidade técnica o consumidor deverá apresentar à CEMAR ou a
CELPA Anteprojeto, em 01(uma) via, contendo os seguintes elementos:
a) Requerimento preenchido conforme ANEXO II – SOLICITAÇÃO PARA ESTUDO DE
VIABILIDADE TÉCNICA;
b) Planta da situação conforme DESENHO 1 – PLANTA DE SITUAÇÃO, contendo a
localização e delimitação da propriedade e/ou edificação em relação à via pública, rodovias,
vias de acesso, áreas de passeios, acidentes geográficos, etc; representação e indicação
de vias paralelas e transversais; cotas de distâncias; pontos de referências; indicação do
norte geográfico; indicação da rede elétrica próxima e localização do posto de
transformação e a distância deste ao ponto de derivação da rede trifásica da CEMAR ou da
CELPA, mais próxima, com indicação das respectivas coordenadas geo-referenciadas
(preferencialmente em UTM fuso 22 para a CELPA e UTM fuso 23 para a CEMAR); postes
existentes e postes a serem implantados com respectivos esforços, altura e estruturas.
Deverá ser desenhada na escala 1:2000, identificando a localização da obra e o ponto de
entrega pretendido, incluindo:
• Nome das ruas adjacentes;
• Ponto de referência significativo;
• Identificação do Poste CEMAR mais próximo à entrada de serviço desejada (informar
número do mesmo).
c) Relação das cargas/equipamentos: discriminando quantidade e respectivas potências
nominais, que correspondam ao total de carga declarada a ser instalada;

DOCUMENTO NÃO CONTROLADO

14. − Segurança em projetos. se houver sócios. 12. Arquitetura e Agronomia – CREA e ter registro ativo. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . É indispensável informar o número da unidade consumidora (UC) quando se tratar de alteração de potência instalada ou se já existir ligação em baixa tensão (BT). − Segurança na construção.31. montagem. Nota: 11. c) O projeto deve atender também ao que dispõe a Norma Regulamentadora N°10 Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade (NR-10). A CEMAR e a CELPA tem prazo máximo de 30 (trinta) dias para comunicar do atendimento a esta solicitação de viabilidade técnica. no mínimo. RG. devidamente registrado no Conselho Regional de Engenharia. 13. b) Devem ter seus projetos elétricos analisados e aceitos pela CEMAR ou pela CELPA todas as edificações de múltiplas unidades consumidoras na área de concessão da CEMAR ou da CELPA.2.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS d) Razão social ou Nome completo do cliente. forem escalonadas. 7. − Sinalização de segurança. ou seja. se pessoa jurídica CNPJ e contrato social. operação e manutenção. − Proteção contra incêndio e explosão.92. capacitação e autorização dos trabalhadores. qualificação. última alteração cadastral. se houver. os primeiros 12 (doze) meses.2 7. que deve ser assinado por responsável técnico legalmente habilitado. − Segurança em instalações elétricas desenergizadas. deverão ser apresentados. os respectivos cronogramas contemplando. à parte. − Trabalhos envolvendo alta tensão (AT). no que segue: − Medidas de controle. Nesta carta deverá constar a participação financeira do empreendedor. − Segurança em instalações elétricas energizadas. através da Carta de Viabilidade Técnica. − Habilitação. RG e CPF dos sócios. Deverá ser considerado fator de potência de referência mínimo de 0.1 Projeto Generalidades a) A execução das instalações deve ser precedida de projeto elétrico que atenda as regulamentações técnicas oficiais estabelecidas.Elaborado em: Página: 14/11/2013 37 de 120 Código: Revisão: NT. previstas. Se as potências instaladas em transformadores e as demandas. no mesmo endereço do posto de transformação. CPF.

7. encaminhada pela concessionária. b) 02 (duas) vias da “Carta de Apresentação do Projeto” (ANEXO III – CARTA DE APRESENTAÇÃO DO PROJETO).004 02 − Procedimentos de trabalho. 7.2. devidamente assinadas pelo Responsável Técnico. cortes.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 38 de 120 Código: Revisão: NT. − Situação de Emergência.2. c) Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) emitida pelo CREA. e) Os projetos de edificações que. c) Os desenhos de plantas. em formato mínimo A2 (para subestações aéreas o formato mínimo A4). ao todo. com comprovante de pagamento. em sua última revisão. com os seguintes elementos: a) 01 (uma) via da “Carta de Viabilidade Técnica”.2 Projeto Elétrico O Projeto Elétrico deverá ser apresentado à CEMAR ou à CELPA. b) As fotos em referencia deverão ser apresentadas impressas coloridas. devem ser submetidos à análise e aprovação por parte da CEMAR ou da CELPA. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . a apresentação de fotografias. mostrando o local onde a rede e/ou a subestação será construída. referente ao Projeto.2.2. Nota: 15. no mínimo 2( duas) em ângulos/perspectivas diferentes. com impressão legível.1 Considerações Gerais a) É obrigatória. detalhes e vistas devem ser apresentados em formato ® compatível com o AutoCAD 2004. o projetista precisará consultar a CEMAR ou a CELPA para obtenção dos valores das potências de curto-circuito monofásico e trifásico e os ajustes da proteção de retaguarda do alimentador que suprirá as instalações de múltiplas unidades consumidoras para dimensionamento e cálculos dos ajustes de proteção. ou em parte. f) Recomenda-se que o projeto das instalações elétricas internas das unidades consumidoras atenda às prescrições da NBR 5410.31. em suas últimas revisões.2 kV. Antes da elaboração do projeto. independente se a construção for executada ou não pela CEMAR ou pela CELPA. devem atender aos requisitos da NBR 5410 e da NBR 13570. d) O projetos elétricos de unidades consumidoras atendidas em tensão de fornecimento de 15 e 36.2. permitindo fácil visualização e entendimento na análise dos desenhos impressos.2 Apresentação do projeto 7. como parte integrante do Projeto Elétrico. possuam locais de afluência de público.

do centro de proteção geral e caminhamento dos circuitos.Elaborado em: Página: 14/11/2013 39 de 120 Código: Revisão: NT. áreas de passeios. especificações dos equipamentos de comando e proteção. superior e legenda (simbologia). o(s) centro(s) de medição. e) 01 (uma) via da Planta da situação conforme DESENHO 1 – PLANTA DE SITUAÇÃO. e pilotis. • Identificação do Poste CEMAR ou CELPA mais próximo à entrada de serviço desejada (informar número do mesmo). postes existentes e postes a serem implantados com respectivos esforços. cotas de distâncias. pontos de referências. explicitando.31. II) Planta baixa do subsolo. onde deverão constar todos os equipamentos. f) Projeto da Subestação. dispositivos e materiais essenciais. na escala 1:50. em 01 (uma) via em CD (em CAD – versão 2004) e 02 (duas) vias impressas. identificando a localização da obra e o ponto de entrega pretendido. III) Planta baixa indicando a localização do centro de medição. bitola e isolação dos condutores. altura e estruturas. contendo os seus valores elétricos nominais. indicação do local de instalação do CPG e do caminhamento do ramal até. mais próxima. acidentes geográficos. indicação da rede elétrica próxima e localização do posto de transformação e a distância deste ao ponto de derivação da rede trifásica da CEMAR ou da CELPA.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS d) 02 (duas) vias do Memorial Técnico Descritivo com o cálculo de queda de tensão e de demanda e detalhes da carga instalada (Anexo VI) e 01 (uma) cópia em CD. se for o caso. e diagrama detalhado do mecanismo ou dispositivo de intertravamento eletromecânico do gerador. com indicação das respectivas coordenadas geo-referenciadas (em UTM-Fuso 22). Deverá ser desenhada na escala 1:2000. indicação do norte geográfico. representação e indicação de vias paralelas e transversais. etc. VI) Diagrama Unifilar. contendo a localização e delimitação da propriedade e/ou edificação em relação à via pública. incluindo: • Nome das ruas adjacentes. na escala 1:50. IV) Esquema vertical elétrico ou coluna montante (com indicação dos condutores e eletrodutos). apresentando a área reservada para a futura SE. rodovias. se for o caso. do ponto de entrega ao barramento de baixa tensão. contendo: I) Detalhes com vistas frontal. lateral. • Ponto de referência significativo. vias de acesso. faixas de ajuste e ponto DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . desde o ponto de ligação até a proteção geral de baixa tensão. V) Diagrama unifilar.

18. h) Circuito de Iluminação Pública Independente com Medição.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 40 de 120 Código: Revisão: NT. VII) Detalhes de montagem (com cortes) e especificação (dimensões. II) Dimensionamento e localização de dutos e caixas nas instalações de média tensão e baixa tensão até o quadro de medição.31. 17. no mínimo 2(duas) em ângulos/perspectivas diferentes. detalhando o sistema de reversão adotado. mostrando o local onde será efetivado o projeto. etc) dos CPG. VII) Especificação dos equipamentos.004 02 de regulação. ventilação e espaço para manobra. Caso exista geração própria. V) Subestação particular (se for o caso). altura da instalação. das caixas de medição e equipamentos de proteção geral. A Construtora deverá apresentar declaração assumindo a manutenção e pagamento da iluminação pública até que a construtura providencie a transferência total de responsabilidade para o condomínio. 19. Na apresentação do projeto deverá informada a previsão de entrega do empreendimento. material. como parte integrante do Projeto Elétrico. indicar o ponto de reversão com a instalação ligada à rede de suprimento da CEMAR ou da CELPA. espessura da chapa. As fotos em referencia deverão ser apresentadas impressas coloridas. plantas contendo detalhes construtivos de: I) Cabine de proteção e transformação. VIII) Detalhes de aterramento de acordo com prescrições desta Norma e da NBR-5410. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . VI) Localização e tipo dos extintores de incêndio. IX) Quadro de carga referente a todos os centros de distribuição. a apresentação de fotografias. Nota: 16. dutos e da seção e isolamento dos condutores. IV) Aterramento (malha). em formato A4. III) Iluminação artificial. É obrigatória. g) Em edificações alimentadas a partir da rede primária. i) Lista de Materiais (especificação e quantificação de todos os materiais necessários à execução do projeto).

• RG e CPF dos Sócios. Se o projeto do empreendimento de interesse social (p. sendo. • Localização do(s) centro(s) de distribuição. • Demanda total diversificada. • Demanda parcial por unidade de consumo. com as indicações dos pontos de consumo e as respectivas cargas. • Cartão CNPJ. nos casos de instalação com mais de um centro de distribuição. • Demanda de cada centro de distribuição. ART com comprovante de pagamento.ex: Minha Casa Minha Vida . deverão estar assinados pelo responsável pelo projeto. fica assegurada a responsabilidade da construção da rede de distribuição pela CEMAR ou CELPA. • Contrato Social. • Cronograma de Obra. • Localização do quadro de medidores. • Somatório das cargas de cada fase. desenvolvido conforme norma ABNT/NBR-5410 deverá possuir. Neste caso será necessária a apresentação dos seguintes documentos: • Projeto do Empreendimento Completo (Memorial descritivo. O quadro de distribuição de cargas deverá apresentar as seguintes características: • Carregamento de cada circuito. 24.MCMV).MCMV) for apresentado com menos de 01 ano de antecedência. desde a proteção geral até os quadros de distribuição das unidades de consumo. 22. Planta de Localização. O projeto da instalação interna.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS 20. quando este existir. for apresentado com 01 ano de antecedência. Todos os documentos impressos. com dados técnicos. Calculo de Demanda e Fotos de onde vai ser construída a subestação). 23. Se o projeto do empreendimento de interesse social (p. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . • Localização do sistema de geração própria. os seguintes elementos: • Planta do pavimento tipo e dos demais pavimentos do prédio.31. • Licenças.ex: Minha Casa Minha Vida . entretanto necessária a apresentação dos documentos listados em nota 21 acima para análise e aprovação da CEMAR ou CELPA. Calculo de Queda de Tensão. 21. Diagrama Unifilar. no mínimo. • Documento do banco informando que a construtora não recebeu o recurso para construção da Rede de Distribuição Urbana.Elaborado em: Página: 14/11/2013 41 de 120 Código: Revisão: NT. Lista de Materiais. • Desenho indicativo da prumada. a responsabilidade pela a construção da rede de distribuição será do Empreendedor.

31. 28. mediante consulta à CEMAR e á CELPA.3 Análise do Projeto a) Só serão analisados os projetos em que as cópias estejam assinadas pelo projetista responsável com o respectivo registro do CREA. c) A análise do projeto efetuada pela CEMAR e a CELPA limita-se ao trecho situado entre o ponto de ligação e a proteção geral de cada unidade consumidora localizada no centro de medição. Bacabal. o responsável pelo empreendimento deverá formalizar o pedido de ligação junto à CEMAR ou à CELPA. e) A análise de projeto é dispensável pela CEMAR e pela CELPA quando a edificação tiver até 04 (quatro) unidades consumidoras. na situação de apresentação de projeto com 1(um) ano de antecedência ou menos. com as normas da ABNT e com as normas expedidas pelos órgãos oficiais competentes. Na CELPA: Belém.2. deverá apresentar projeto do canteiro de obras que servirá para ligação de todos os equipamentos necessários à construção do empreendimento. A partir desta data serão contados os prazos segundo a legislação vigente. o empreendimento Minha Casa Minha Vida (MCMV). Na área de concessão da CEMAR as agências do Atendimento Corporativo são: São Luís. o cliente deverá a se dirigir à CEMAR ou à CELPA e apresentar projeto complementar com as mudanças realizadas. f) Uma vez aprovado o projeto. Timon e Imperatriz (endereços disponíveis no site da CEMAR). b) Para sua aprovação pela CEMAR ou pela CELPA o projeto deve obrigatoriamente estar de acordo com as normas e padrões da mesma. Nota: 26. Castanhal. somente pode ser feita através do responsável pelo mesmo. As partes do projeto não sujeitas à análise da CEMAR e da /CELPA são de inteira responsabilidade dos projetistas.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 42 de 120 Código: Revisão: NT. na agência do Atendimento Corporativo da concessionária na localidade onde será realizada a ligação a carta de aprovação e uma via do projeto elétrico aprovado. Após aprovação do projeto e execução das obras. Se durante a execução for alterado o projeto da subestação. a CEMAR e a CELPA a informará ao cliente que encontrase disponível para recolhimento. Marabá e Santarém (endereços disponíveis no site da CELPA). DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . devendo atender às recomendações das Normas Técnicas Brasileiras.004 02 25. 7. d) Toda e qualquer alteração no projeto já aprovado. desde que cada unidade tenha carga instalada de até 12 kW para a área de concessão CEMAR e de até 10 kW para área de concessão CELPA. Nota: 27.

NORMA TÉCNICA
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EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS

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Código:

Revisão:

NT.31.004

02

g) A CEMAR e a CELPA dará um prazo de, no máximo, 30 meses a partir da data de
aprovação do projeto, para que o responsável pelo empreendimento formalize o pedido
de ligação de sua unidade consumidora, conforme item 7.3 Solicitação de Fornecimento.
Expirado este prazo, a aprovação do projeto tornar-se-á sem efeito.
7.2.4

Responsabilidades
Os projetos das instalações devem ser de responsabilidade de pessoa ou firma devidamente
habilitada pelo Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia - CREA e deve
ser acompanhado da respectiva Anotação de Responsabilidade Técnica - ART. Deste modo,
todos os desenhos devem levar a assinatura do responsável técnico e a indicação de seu
registro no CREA.

7.2.5

Execução do Projeto
a) A ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) de execução do projeto (obra) deve ser
de emissão do CREA (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia) do estado onde a
obra será executada;
b) Recomenda-se que a aquisição de materiais e a execução da instalação elétrica somente
sejam iniciadas após a aprovação do projeto elétrico pela CEMAR ou pela CELPA;
c) Caso a aquisição de materiais e a execução da instalação se antecipem à aceitação do
projeto elétrico, serão de inteira responsabilidade do interessado os problemas
decorrentes de eventual necessidade de modificações na obra ou substituição de
equipamentos;
d) Caso o Empreendedor haja em desacordo com esta Norma, caberá à CEMAR e a CELPA
o direito de rejeitar e até mesmo embargar a obra até adequação por parte do
Empreendedor, ficando os prazos suspensos até correção;
e) Se durante a execução das obras houver necessidade de modificações no projeto elétrico
já aprovado pela CEMAR ou CELPA, o cliente deverá informar a necessidade de
modificações e apresentar projeto complementar, encaminhando à CEMAR ou a CELPA
as pranchas modificadas, em duas (02) vias para análise e aprovação. O cliente após
submeter às modificações deverá aguardar o parecer (favorável ou não as modificações)
da CEMAR ou CELPA para poder dar continuidade às obras.

7.3
7.3.1

Solicitação de Fornecimento
Generalidades
a) É obrigatória no ato da solicitação de fornecimento a apresentação de fotografias
mostrando a subestação ou rede construída, em diferentes fotos, destacando o que
segue:

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NORMA TÉCNICA
Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A
EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS

• A foto do ponto de entrega, ou seja, conexão do sistema elétrico da CEMAR ou da
CELPA com as instalações elétricas do cliente;
• 02 (duas) fotos, uma frontal e uma lateral, do posto de transformação, cabine de
proteção e/ou cabine de transformação, com ênfase para a unidade de transformação e
os dispositivos de proteção;
• 02 (duas) fotos, do padrão de medição, sendo uma afastada contemplando a estrutura
da qual faz parte e a outra próxima;
Nota:
29. Na CEMAR caso a solicitação de fornecimento seja feita por meio eletrônico (corporativo@cemarma.com.br) as fotos deverão fazer parte dos arquivos anexados;
30. Caso a solicitação de fornecimento seja feita por meio de ofício/carta, as fotos deverão ser
impressas, coloridas como anexo da solicitação.

b) A ligação de Unidade Consumidora pertencente à EMUC ao sistema da CEMAR e da
CELPA processar-se-á somente após terem sido tomadas pelo Empreendedor,
sucessivamente, todas as providências relatadas nos itens anteriores;
c) À CEMAR e a CELPA se reservam ao direito de recusar-se a proceder à ligação de
unidade consumidora pertencente à EMUC, caso haja discordância entre a execução das
instalações e o projeto outrora aprovado;
d) Cabe à CEMAR e à CELPA alertar que a não-conformidade com o definido deverá ser
explicitada, implicando o não recebimento das instalações e a recusa de ligação das
Unidades Consumidoras até que sejam atendidos os requisitos estabelecidos no projeto
aprovado.
7.3.2

Solicitação de Vistoria e Ligação do Empreendimento
O Empreendedor deverá apresentar à CEMAR ou à CELPA os seguintes itens:
a) Solicitação de Vistoria e Ligação conforme ANEXO IV – MODELO DE SOLICITAÇÃO DE
VISTORIA E LIGAÇÃO;
b) Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) emitida pelo CREA, referente à Execução
da Obra;
c) Informações Adicionais:
I)

Razão Social da Unidade Consumidora ou nome completo do cliente;

II)

Nº CNPJ ou CPF;

III)

Endereço completo do Empreendimento;

IV)

Contrato Social , se pessoa jurídica;

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NORMA TÉCNICA
Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A
EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS
V)

Procuração se não for o titular;

VI)

RG e CPF da pessoa que recebeu a procuração;

VII)

Registro, Escritura ou Contrato de Locação;

VIII) Notas Fiscais dos Equipamentos instalados;
IX)

Ensaio dos Transformadores;

X)

Anotação de Responsabilidade Técnica de execução com comprovante de
pagamento;

XI)

Fotos da subestação construída;

XII)

Última alteração cadastral;

XIII) Se houver sócios, documento de identidade e CPF do(s) sócio(s);
XIV) Cópia da Carta de liberação do Projeto;
XV)

Carta informando demanda a contratar, período de demandas escalonadas (se
houver).

Nota:
31. A edificação de múltiplas unidades consumidoras que solicitar alteração de grupo de tensão
deverá apresentar a documentação listada no item 7.3.2 acima;
32. O fornecimento somente será efetuado após aprovação do pedido de ligação.

7.3.3

Solicitação de Vistoria e Ligação de Unidade Consumidora pertencente à Edificação
a) O atendimento à solicitação de ligação de Unidade consumidora pertencente à Edificação
processar-se-á somente após cumpridas todas as exigências contidas no item 7.3.2
Solicitação de Vistoria e Ligação do Empreendimento, resultando na

efetivação da

ligação da Edificação;
b) O cliente deve dirigir-se a uma Agência de Atendimento da CEMAR ou da CELPA, onde
conforme orientação ali recebida procederá ao pedido de ligação.
c) O atendimento ao pedido de ligação não responsabiliza a CEMAR ou CELPA quanto ao
projeto e execução técnica das instalações elétricas internas do consumidor.
7.4

Casos Omissos
Os casos omissos nesta Norma Técnica, ou aqueles que pelas características excepcionais
exijam estudos especiais serão objeto de análise prévia e decisão por parte da CEMAR e da
CELPA, que tem o direito de rejeitar toda e qualquer solução que não atenda às condições
técnicas exigidas pela mesma.

DOCUMENTO NÃO CONTROLADO

deve ser feito pela demanda total da edificação. Critério da carga Instalada Este método leva em consideração a quantidade e tipo de carga da instalação.1. pode adotar o critério que julgar conveniente. b2 = aquecedores de água por acumulação ou por passagem. o engenheiro responsável pelo projeto elétrico. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .31.Elaborado em: Página: 14/11/2013 46 de 120 Código: Revisão: NT. 1. b = demanda referente aos aparelhos eletrodomésticos e de aquecimento.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS 8 ANEXOS ANEXO I – CÁLCULO DE DEMANDA DA INSTALAÇÃO CONSUMIDORA 1. b1 = chuveiros. e a demanda é calculada pela expressão abaixo: (É aplicável tanto para a demanda total de edificações. das edificações de uso coletivo e dos agrupamentos. 1. Apresentamos dois critérios mais usuais para o cálculo das demandas.1. torneiras e cafeteiras elétricas. desde que o mesmo não apresente valores de demanda superiores aos calculados pelos critérios estabelecidos por esta Norma. em kW. para a carga instalada dos seguintes grupos de aparelhos. quanto para demanda de cada unidade).1. - Para Demanda Total da Edificação 1 D = (a+b+c+d+e+f+g) x h - Para Demanda de Cada Unidade D = (a+b+c+d+e+f+g) Onde: a = demanda referente a iluminação e tomadas (tabela 02). neste caso o cálculo da demanda deverá ser submetido a área de norma para aprovação. Os fatores de demanda dados pela tabela 05 devem ser aplicados separadamente. Na determinação da demanda. CALCULO DA DEMANDA Critérios de Cálculos de Demandas O dimensionamento dos componentes da entrada de serviço (ramais de ligação e de entrada. alimentadores).

considerar o fator de demanda igual a 100%. 1. máquinas de lavar louça e ferro. e = demanda de máquinas de solda a transformador. Critério em função da Área Útil Este método baseia-se na área útil dos apartamentos e é aplicável apenas a edificações residenciais e para o cálculo das demandas totais e parciais da edificação. Para central de condicionamento de ar. c = demanda dos aparelhos condicionadores de ar. ventilador.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 47 de 120 Código: Revisão: NT. determinado por: 100% da potência do maior aparelho.1. fogões e aparelhos tipo "Grill". 40% da potência do terceiro maior aparelho e 30% da potência dos demais aparelhos. g = Moto-bomba de hidromassagem (tabela 04). d = demanda relativa a motores elétricos (tabelas 08 e 09). Para o cálculo da demanda de cada apartamento deve ser usado o critério da carga instalada conforme item 1. f = demanda dos aparelhos de raio X. ebulidor etc). geladeira. h = Fator de diversidade da instalação (tabela 11).1. dada pela tabela 01 e 06. b5 = demais aparelhos (TV. determinado por: 100 % da potência do maior aparelho. freezer. Não se aplica as unidades individuais. batedeira.004 02 b3 = fornos. A demanda total será determinada pela formula abaixo: D =(D1 + D2) x fs onde: D1 = demanda dos apartamentos D2 = demanda do condomínio fs = fator de segurança a ser aplicado a critério do projetista Os valores mínimos permitidos para o fator de segurança são estabelecidos de acordo com a DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .1.2. conjunto de som. Neste critério. torradeira. 10 % da potência do segundo maior aparelho.31. 70% da potência do segundo maior aparelho. b4 = máquina de lavar e secar roupas. para obter-se o valor total da demanda deve-se tratar independentemente a demanda correspondente aos apartamentos e a demanda do condomínio. liqüidificador. exaustor.

2 1. Para os edifícios cujos apartamentos não tenham a mesma área.31.895075 2 onde y representa a demanda do apartamento em kVA e X corresponde à área útil em m do apartamento.034939 X 0. dos aptos) D1 ≤ 25kVA 25 kVA < D1 ≤ 50kVA 50kVA < D1 ≤ 100 kVA D1 > 100 kVA Fs mínimo 1. Ver tabela abaixo: TABELA A D1 (dem.Elaborado em: Página: 14/11/2013 48 de 120 Código: Revisão: NT. 2 Por exemplo.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS demanda dos apartamentos (D1). o critério poderá ser adotado determinando-se a área útil a ser aplicada na tabela 10 pela média ponderada das áreas envolvidas. Demanda do Condomínio (D2) A demanda do condomínio é calculada pelos seguintes critérios: • para carga de iluminação: 100% para os primeiros 10kW 25% para os demais • para as cargas de tomadas: 20% da carga total. Para apartamentos com área superior.5 1.0 Demanda dos Apartamentos (D1) A demanda dos apartamentos (D1) será calculada conforme a seguir: D1= S x f onde: S = demanda em kVA dos apartamentos. deverá ser feito o cálculo através da fórmula: Y = 0. 2 deve ser tratado como um edifício com 40 apartamentos de 75m .3 1. edifício com 20 apartamentos com área útil de 100m e 20 com área útil de 50m². DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . conforme tabela 12 A tabela 10 é aplicável na determinação da demanda de apartamentos com área útil até 400 2 m . conforme tabela 10 f = fator para diversificação da demanda.

saunas.1.2. No cálculo das cargas do condomínio. 1. que se destina a agrupamentos de unidades.0 às mesmas. deverão ser considerados os fatores de potência de cada uma dessas cargas.Residenciais A demanda total dos edifícios residenciais poderá ser calculada pelo método de cálculo de demanda em função da área útil descrito no item 1.aplicação das tabelas 08 e 09 para cada tipo de motor existente da instalação. Cuidados na utilização do critério Devido a diferença entre este critério. Este método e mais aconselhável que o critério baseado na carga instalada. como para o cálculo das demandas de cada unidade consumidora (salas ou lojas).1 tanto para o cálculo da demanda total da edificação.2.1.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS • para os motores: .3.Não Residenciais Para edificações de uso coletivo não residenciais deverá ser utilizado o critério da carga instalada descrito no item 1. A demanda individual das unidades consumidoras (cada apartamento) deverá ser calculada conforme o critério da carga instalada descrito no item 1.Elaborado em: Página: 14/11/2013 49 de 120 Código: Revisão: NT.1. garantindo que o equipamento de proteção de cada unidade tenha capacidade inferior a do equipamento de proteção geral da instalação. e o critério utilizado para a determinação da demanda individual das unidades consumidoras. São apresentados alguns exemplos de cálculos da demanda em edifício de uso coletivoresidencial. 1. individualmente aplicando-se fator de demanda 1. Tal medida visa dotar a proteção das instalações internas do edifício de seletividade necessária. Demanda de Edificações de Uso Coletivo . deverão ser tratados do mesmo modo. 1.1. pois evita o superdimensionamento dos ramais de serviço e do transformador.2.1. centrais de refrigeração ou de aquecimento. como motores para piscinas. o qual é baseado na carga instalada.1. Deve-se sempre considerar as ressalvas dos itens 1.1. Demanda de Edificações de Uso Coletivo .31.1. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .2. recomenda-se que o dimensionamento da demanda dos apartamentos (D1) seja tal que a corrente correspondente não seja inferior a corrente equivalente a uma carga igual a 26 kVA. Outras cargas eventualmente encontradas em condomínios.

aceitáveis. Demanda de Loteamentos Residenciais São apresentados a seguir os valores mínimos de demanda. Ressalvamos que. Não utilizar o critério da área útil.2. em projetos de redes de distribuição de energia elétrica para loteamentos residenciais: Área do terreno (m²) Demanda individual diversificada (kVA) Até 600 3. ou seja: Da = Dc + Dr 1. conforme descrito no item 1. 1. pois subdimensionaria a demanda. Demanda de Pequenos Edifícios ou Agrupamentos (Sem Projeto) Para edifícios ou agrupamentos horizontais em que a CEMAR e a CELPA não exige a apresentação de projeto (ver item 7.Misto Residencial e Comercial Para calcular a demanda total de edificações mistas (comercial e residencial). Para a parte comercial deverá ser utilizado o critério da carga instalada (item 1.4.5. Será mostrado um exemplo deste cálculo. A demanda total será uma somatória destas duas demandas.1. caso seja um agrupamento ou edifício misto residencial e comercial.1.1.3 desta norma) a demanda deve ser calculada pelo método da carga instalada.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS 1. 1.7. Demanda de Apart-hotéis Para o cálculo de demanda de apart-hotéis deverá ser utilizado o critério da carga instalada considerando-os como residenciais.1.31.1) e para a parte residencial poderá ser utilizado o critério em função da área útil. A demanda do agrupamento (Da) será a somatória dessas duas parcelas. deverá ser aplicado o critério para a parte comercial (Dc) e para a parte residencial (Dr) separadamente. Elaborado em: Página: 14/11/2013 50 de 120 Código: Revisão: NT. Ressalvamos que a demanda de cada unidade consumidora deverá ser calculada conforme item 1.5 De 601 a 1200 7 De 1201 a 2000 10 Maior do que 2000 14 DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .1.004 02 Demanda de Edificações de Uso Coletivo . a parte comercial será tratada separadamente da residencial.6.

2. calculada no item 1.5 14. não será necessário calcular a demanda dos apartamentos.56 TOTAL I.31.1. 20. Características da Edificação – Nº de pavimentos : 6 – Nº de apto.8 15 Tomada Simples 100 1.Elaborado em: Página: 14/11/2013 51 de 120 Código: Revisão: NT.0 2 Tomada Força (TUE) 600 1. Edificação Neste caso. Cálculo da Carga Instalada I.13 2 Motores 3Ø-5CV/220V (Elevador) 4780 9.3. o edifício é exclusivamente residencial. Apartamento Tipo Neste exemplo. utilizaremos o critério da área útil DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS EXEMPLOS DE CÁLCULOS DE DEMANDA I. típico : 90m2 I.9 20 Tomada Simples (TUG) 100 2.2.2 2 Chuveiro Elétrico 4200 8.4 1 Ar Condicionado 1500 1. Exemplo nº 1: Edifício Exclusivamente Residencial I.(W) TOTAL(kW) DESCRIÇÃO 9 Lâmpada Incandescente 100 0..1.3.3.1.(W) CARGA TOTAL(kW) 38 Lâmpada Incandescente 100 3.1.19 Cálculo das Demandas I. Apartamento Tipo QT CARGA UNIT. Condomínio QT DESCRIÇÃO UNIT.2.2.5 1 Chuveiro Elétrico 4200 4. todos os apartamentos são iguais ao típico. por pavimento : 4 – área útil do apto.0 TOTAL I.2 1 Motores 3Ø-1CV/220V (Bomba d'água) 1130 1. portanto.0 kW).2. Como a carga instalada. I.2. é menor que 15 kW (CI = 14.

8 = 3.004 02 descrito no item 1.2.1.2.03 = 9.4.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 52 de 120 Código: Revisão: NT.8 + 0.1 (CI = 14.2 + 1.1. Tipo de Fornecimento às Unidades Consumidoras Tensões da rede: Primária = 15 kV Secundária = 220 /127 V I.3 + 4.92 + 18.56 kVA (tab 08 – 1 motor) Demanda dos Motores de 5 CV = 9.0 kW).2.89 kVA Onde: Demanda de Iluminação = 100% x 3.31.70 A DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .03 = 18.1.92 kVA) D2 = 3. Apartamento Tipo O tipo de fornecimento será definido pela Carga Instalada calculada em I.5 = 0.96x19.2 fases + neutro (Tabela 15) Proteção : Disjuntor bipolar . I.15 kVA OBS: O projetista poderia usar um fs > 1. Fornecimento : Bifásico .8 kVA Demanda de Tomadas = 20% x 1.4. caso julgasse necessário.3 kVA Demanda de Chuveiro = 100% x 4. para D1 = 38.86 = 38.56 + 9.56 = 1.3.3 (Ver tab A – item 1.2 = 4.89) x 1.92 kVA (Ver tab 10 – área útil = 90 m² e tab 12 – Nº de aptos = 24) fs = 1. ou seja: D = (D1+D2) fs D= demanda total da edificação D1 = demanda dos apartamentos D2 = demanda do condomínio fs = fator de segurança D1= Sxf = 1.03 kVA (tab 09 – 2 motores) D = (38.2 kVA Demanda do Motor de 1 CV = 1.3 = 75.

000 BTU/h) 1400 2.0 . : 150 m² – Nº total de lojas: 20 (sendo. Fornecimento : Trifásico .3. Cálculo da Carga Instalada II.60A Condutores : 3#16(16) mm – cobre . Condomínio O tipo de fornecimento será definido pela demanda calculada no item I.2 (D2 = 18. Apartamento Tipo QT DESCRIÇÃO UNIT.4 2 Ar Condicionado.3 desta Norma.8 18 Tomada Simples (TUG) 100 1. Condomínio DOCUMENTO NÃO CONTROLADO 15.2.2 (D = 75. 2 aptos/pavimento) – área útil do apto. 1 pav.cobre – 0.31.10 kVA).2 e 6. tipo janela (10.4.2 2 Chuveiro Elétrico 4200 8. Características da Edificação – Nº total de pavimentos : 10 (sendo.2.3 fases + neutro Proteção Geral : Disjuntor tripolar – (250A) Condutores : 3#120(70) mm .004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Condutores 2 : 2#16(16) mm –cobre PVC/750V (prumada) I. conforme indicado nos itens 6.8 TOTAL II.3 fases + neutro (Tabela 15) Proteção : Disjuntor tripolar .89 kVA).(W) CARGA TOTAL(kW) 8 Lâmpada Incandescente 100 0.3. todas com mesma área e características) II.1.2.6 / 1 kV (Ramal de Entrada) 2 Exemplo nº 2: Edifício com Unidades Residenciais e Comerciais II. Comercial e demais residencial) – Nº total de apartamentos: 18 (sendo.3. II.8 2 Tomada Força (TUE) 600 1.Elaborado em: Página: 14/11/2013 53 de 120 Código: Revisão: NT.3.PVC/750V 2 O atendimento será através da rede secundária da CELPA. Fornecimento : Trifásico . e de acordo com a demanda calculada no item I.1.

2.2 1 Motores 3Ø-5CV/220V (Bomba d'água) 4780 4.calculada pelo critério da carga instalada descrito no item 1. Edificação Neste caso. em ambos os casos é menor que 15kW (item II.0 1 Chuveiro Elétrico 4200 4.3.85) 40 1. Apartamento e Loja (Unidade) Neste exemplo.500 BTU/h-1550 VA) 1300 1.3.3.1 e II.3 1 Motores 3Ø-5CV/220V (Bomba d'água) 4780 4. Loja (Unidade) QT DESCRIÇÃO UNIT.(W) 6 Lâmpada Incândescente 100 0.(W) TOTAL(kW) DESCRIÇÃO 3 Lâmpada Incandescente 100 0.3.2..004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS QT CARGA UNIT.3 40 Lâmpada Fluorescente (f.88 =49.1.78 2 Motores 3Ø-7. todos os apartamentos e todas as lojas são iguais . II. o edifício é parte residencial e parte comercial.5 2 Ar Condicionado.2.23 kVA (Ver tab 10 – área útil = 150 m² e tab 12 – Nº de aptos = 18) DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .p = 0.1.80 27.18 Cálculo das Demandas II.78 TOTAL II.3). Como a carga instalada.6 5 Tomada Simples (TUG) 100 0. tipo janela (8.1.31.3. não será necessário cálculo de demanda. ou seja: D = (D1+D2)fs + D3 D1 = demanda dos apartamentos D2 = demanda do condomínio Fs = fator de segurança D3= demanda das lojas D1 = Sxf = 3. portanto a demanda total (D). CARGA TOTAL(kW) 7. será uma somatória da parte residencial (D1 + D2) x fs) – calculada pelo critério da área útil descrito no item 1.68 TOTAL II.5CV/220V (Elevador) 6900 13.6 15 Tomada Simples 100 3.Elaborado em: Página: 14/11/2013 54 de 120 Código: Revisão: NT.1.1x15.2 com a parte comercial (D3) .

6 kVA demanda de chuveiro = 100% x 4. = 6.88 + 0.4.98 = 26.55) = 15.60/0. Fornecimento : Bifásico – 2 fases + neutro (tabela 15) Proteção : Disjuntor bipolar – 70A Condutores : 2#16(16) m .1 (CI = 15.2. Condomínio O tipo de fornecimento será definido pela demanda calculada no item II.18 kVA II.3 (Ver tab A – item 1. Tipo de Fornecimento a Unidades Consumidoras Tensões da rede: Primária = 15 kV Secundária = 220/127 V II.3 + 26.2 = 4.1.cobre – PVC/750V (prumada) 2 II.98 = 12.2 + 12.1.02 = 6.2 kVA demanda do motor de 5 CV.0 kVA (tab.0 = 0.88 kVA demanda das tomadas = 20% x 3.2.2. Loja DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .85) = 2.23 + 26.2 (D2 = 26.4.68) x 1. 06) D = (49.5 kVA (tab.0+1. 01 e tab.60 + 0. 02) c = demanda dos ar condicionados = 100% 10 x (1.08 – 1 motor) demanda dos motores de 7.23 kVA) D2 = 2.5 CV = 12. para D1 = 49.98 kVA (tab.4. Apartamento Tipo O tipo de fornecimento será definido pela Carga Instalada calculada em II.31.3.02 kVA (tab.50) = 11.00 kW).Elaborado em: Página: 14/11/2013 55 de 120 Código: Revisão: NT.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS fs = 1.5 = 125.5 kVA (para 10 lojas) Onde: a = demanda de iluminação e tomadas = 100% 10x(0.3.09 – 2 motores) D3 = a + c = 11 + 15.6 + 4.cobre – PVC/750 V 2 II.68 kVA Onde: demanda de iluminação = 100%x(1.4.5 = 25.68 kVA) Fornecimento : Trifásico-3 fases + neutro (tabela 15) Proteção : Disjuntor tripolar – 70A Condutores : 3#16(16) mm .

2.3.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS O tipo de fornecimento será definido pela Carga Instalada calculada em II. Cálculo da Carga Instalada III.cobre – PVC/750 V 2 II.0 2 Tomada de uso geral (TUG) 600 1.08 10 Tomada de uso geral (TUG) 100 1.350A Condutores : 3#2 x 70(70) mm .1.Elaborado em: Página: 14/11/2013 56 de 120 Código: Revisão: NT. Edificação O atendimento será através da rede primária .2 2 Tomada de uso específico (TUE) (aquecedor e máquina de lavar) 1.2.2.cobre – 0.4 kW) Fornecimento : Monofásico – 1 fase + neutro (tabela 15) Proteção : Disjuntor unipolar – 40A Condutores : 1#6(6) mm .5 TOTAL DOCUMENTO NÃO CONTROLADO 6. Características da Edificação – número de pavimentos: 04 – número de apartamentos: 16 – número de apartamentos p/pavimento (tipo): 04 – área útil do apartamento: 80 m2 III. Transformador : 112.500 1.2.6 / 1kV 2 Exemplo nº 3 – Edifício exclusivamente residencial Neste exemplo.4.(W) CARGA TOTAL(kW) 10 Lâmpada Incandescente 100 1. (D= 125.31.4.98 . III.3. mostraremos o cálculo das demandas para dimensionamento da caixa de medição no poste e desenhos ilustrativos.000 BTU) 1.2 2 Tomada de uso específico (TUE) (condicionador de ar 7.2 desta Norma e de acordo com a demanda total calculada no item II.18 kVA) III. Apartamento Tipo QT DESCRIÇÃO UNIT.3.100 2. (CI = 2. conforme indicado nos itens 6.1.0 2 Lâmpada Fluorescente 40 0.5 kVA Proteção Geral : Disjuntor tripolar .

54 TOTAL III.85) 40 0.32 = 25. não será necessário calcular a demanda dos apartamentos.32 kVA Onde: demanda de iluminação = 100%x5.2.98 kW).6 2 Motores (bomba recalque) sendo um reserva 3CV-3Ø 4.31.12 kVA demanda do motor de 3 CV. = 4.16 = 5.780 4.10 – 1 motor*) *Não é necessário computar bomba de reserva DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .16 20 Tomada de uso geral (TUG) 100 2. Como a carga instalada..3 (Ver tab A – item 1. calculada no item III.04 kVA (tab.0+3.16 + 1.2.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS III. para D1 = 64. Apartamento Tipo Neste exemplo.12 + 4.04 = 4. ou seja: D = (D1 + D2)fs D = Demanda total da edificação D1 = Demanda dos apartamentos D2 = Demanda do condomínio fs = Fator de segurança D1 = Sxf = 1.0 4 Lâmpada Fluorescente (f.6) = 1.1.80 15.0 6 Tomada de uso geral (TUG) 600 3. o edifício é exclusivamente residencial.1.2. III.1.2kVA (Ver tab 10 – área útil = 80 m² e tab 12 – Nº de aptos = 16) fs = 1.p = 0.72 kVA) D2 = 5.(W) CARGA TOTAL(kW) 50 Lâmpada Incandescente 100 5. Edificação Neste caso.3.3.2.3.16 kVA demanda das tomadas = 20%x (2.Elaborado em: Página: 14/11/2013 57 de 120 Código: Revisão: NT. portanto. é menor que 15kW (6.76x14.04 = 10.1. Condomínio QT DESCRIÇÃO UNIT. Cálculo das Demandas III.2. utilizaremos o critério da área útil descrito no item 1.2. todos os apartamentos são iguais ao tipo.

PVC/1000V (prumada) 2 III.17 kVA A demanda para as caixas de medição será calculada pelo critério da área útil (item 1.item 1.área útil = 80 m e tab.4.72 = 13.2. para D1 = 13. Apartamento Tipo O tipo de fornecimento será definido pela Carga Instalada calculada em III. Tipo de Fornecimento às Unidades Consumidoras Tensões da rede: Primária = 15 kV Secundária = 220/127 V III.5 = 20.1.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS D = (25 + 10.58 (ver tab.2.76 x 7.98 kW) Fornecimento : Monofásico .área útil = 80 m e tab. A .31.76 x 7.32 kVA III.2.4. que é indicado também para o cálculo de demandas parciais exclusivamente residenciais.1 fase + neutro (Anexo I .2.3.32 kVA) DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .58 kVA) DC1 = 13.).58 (ver tab.5 = 20.item 1.37 kVA CAIXA III – 01 Medidor (condomínio) Dcond = D2 = 10.Elaborado em: Página: 14/11/2013 58 de 120 Código: Revisão: NT. CAIXA I – 08 Medidores DC1 = (D1) x fs 2 D1 = S x f = 1.Tabela 01/categoria M2) Proteção : Disjuntor unipolar – 60A Condutores : 1#16(16) mm . 12 .2 (D2 = 10.5 (ver tab.número de apto = 08) fs = 1.4.32) x 46.37 kVA CAIXA II – 08 Medidores DC1 = (D1l) fs 2 D1 = S x f = 1. para D1 = 13.1.58 kVA) DC1 = 13.72 = 13. 12 .58 x 1.1.58 x 1.1.número de apto = 08) fs = 1. Condomínio O tipo de fornecimento será definido pela demanda calculada no item III.cobre .2. a . 10 .5 ( ver tab.1 (CI = 6. 10.

3 desta Norma e de acordo com a demanda total da edificação (D = 46.Elaborado em: Página: 14/11/2013 59 de 120 Código: Revisão: NT.3 fases + neutro . CAIXA I e II – 08 Medidores cada − Dimensionamentos dos condutores a) Da caixa de medição no poste ao centro de proteção 2 Condutores : 8 x 2#10(10) mm – cobre – 0.2 e 6.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS III.6/1kV 2 Edificação O atendimento será através do ramal de ligação.31.cobre – 0.02 kVA). direto da rede secundária.: Os condutores deverão ser verificados para condição de queda de tensão de acordo com a NBR 5410.quadro com TC (tabela 15) Proteção : Disjuntor tripolar . Fornecimento : Trifásico . 0.6/1kV Caixas de Medição no Poste: 03 caixas. CAIXA III – 01 Medidor (condomínio) 2 Condutores : 3# 10(10) mm – cobre – 0.3.6 / 1 kV Eletroduto :2x∅2½“ Disjuntores : 8 x 2P – 40A Obs. alumínio multiplex. 2 Condutores: # (3 x 1 x 25 +25) mm . conforme indicado nos itens 6.40A Condutores : 3#10(10) mm .6 / 1 kV Eletroduto :∅1¼“ Disjuntor : 3P – 40A DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . sendo duas com 08 medidores para os 16 apartamentos tipo e uma com 01 medidor para o condomínio.4.

Utilizar papel A4 e escala adequada.a ser reduzida: OBS: Anexar a esta solicitação: 1 Croqui de localização: contendo a localização e delimitação da propriedade e/ou edificação em relação à via pública. representante legal.a ser aumentada: . os primeiros 12(doze) meses. com indicação das respectivas coordenadas geo-referenciadas (em UTMFuso 22 para CELPA). 7 Os Anexos 1 e 2 são dispensados se constantes no projeto elétrico. NOTAS: 4 É indispensável informar o número da unidade consumidora (UC) quando se tratar de alteração de potência instalada ou se já existir ligação em baixa tensão (BT).em ligação nova: Demanda prevista (kW): .a ser reduzida: . forem escalonadas. necessitando. 8 Deverá ser considerado fator de potência de referência mínimo de 0. etc. representação e indicação de vias paralelas e transversais.92. deverão ser apresentados. indicação do norte geográfico. pontos de referências. apresentado juntamente com esta solicitação. que a mesma esteja em via original e reconhecida em cartório. cotas de distâncias. indicação da rede elétrica próxima e localização do posto de transformação e a distância deste ao ponto de derivação da rede trifásica da CEMAR/CELPA. os poderes e o prazo de vigência. rodovias. _______________________________________________________________ Nome legível do interessado ou solicitante RG/CPF: DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . 3 Caso o solicitante não seja o interessado. de forma clara e específica. os respectivos cronogramas contemplando. deverá apresentar procuração para representá-lo perante a CEMAR/CELPA contendo. 2 Relação das cargas/equipamentos: descriminando quantidade e respectivas potências nominais.31. obrigatoriamente. mais próxima.a ser aumentada: Previsão de ligação da carga (mês/ano): . ou titular do posto de transformação. no mesmo endereço do posto de transformação. previstas. à parte.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 60 de 120 Código: Revisão: NT.em ligação nova: Previsão de conclusão da obra (mês/ano): Informações adicionais: Localização da Subestação em área: ( ) Urbana ( ) Industrial ( ) Rural ( ) Poder Público ( ) Serviço Público do posto de transformação: Secundaria: Carga total instalada (kW): . no mínimo. 9 A CEMAR/CELPA tem prazo máximo de 30(trinta) dias para comunicar do atendimento a esta solicitação de viabilidade técnica. acidentes geográficos. que correspondam ao total de carga declarada a ser instalada. vias de acesso.004 02 ANEXO II – SOLICITAÇÃO PARA ESTUDO DE VIABILIDADE TÉCNICA SOLICITAÇÃO PARA ESTUDO DE VIABILIDADE TÉCNICA Solicitação Nº: _________________________ ( ) Ligação nova provisória ( ) Ligação nova permanente ( ) Alteração de potência instalada Nome ou razão social do interessado ou titular da UC: CPF/CNPJ: RG: Nome ou razão social do solicitante: E-mail: Telefone / Fax: Município: Estado: Endereço para resposta: CEP: DADOS TÉCNICOS E DE LOCALIZAÇÃO DO POSTO DE TRANSFORMAÇÃO Endereço completo: CEP: Unidade Consumidora (UC): Município: Localidade / Bairro: Tipo de Rede Primária: ( ) Monofásica ( ) Trifásica Atividade a ser desenvolvida ou existente: ( ) Residencial ( ) comercial Coordenadas do poste (em UTM): de Derivação da RD: Tensão do Transformador: Primaria: Potência total em transformador (es) (kVA): . 6 A análise de projeto elétrico somente será considerada após o resultado do estudo de viabilidade técnica. 5 Se as potências instaladas em transformadores e as demandas.

( ) Cabine de medição primária.31. ( ) Subestação de _________ kVA.004 02 ANEXO III – CARTA DE APRESENTAÇÃO DE PROJETO À CEMAR/CELPA Solicitação Nº__________________ __________________________________________________ vem pelo presente solicitar de V. bairro ___________________________________ no Município de _________________________ conforme consulta feita a CEMAR/CELPA. registrada sob o nº da solicitação informado. a aprovação do projeto para execução de obras das Instalações Elétricas em sua propriedade. Atesto que as Instalações Elétricas acima mencionadas foram por mim projetadas de acordo com as Normas Técnicas vigentes no País e instruções gerais da CEMAR ou da CELPA. ( ) Rede de distribuição rural.Sa. IDENTIFICAÇÃO DO ENGENHEIRO Nome: Endereço: CREA: Fone: ( ) E-mail: _________________________________________________ Assinatura do Engenheiro Responsável DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . ( ) Rede de distribuição urbana. número _________. ( ) Prédio de múltiplas unidades consumidoras. situada à __________________________________________________________.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 61 de 120 Código: Revisão: NT.

de sua propriedade.. _____ de ______________ de __________.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 62 de 120 Código: Revisão: NT. conforme nº da solicitação informado. a vistoria e posterior ligação das Instalações Elétricas. ___________________. denominada ______________________________________________________________________________ situado(a) à _________________________________________________________________.Sa. IDENTIFICAÇÃO DO COLABORADOR DA CEMAR/CELPA Nome: Matrícula: Fone: E-mail: ( ) _______________________________________________________ Assinatura do Colaborador da CEMAR/CELPA DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . _____________.004 02 ANEXO IV – MODELO DE SOLICITAÇÃO DE VISTORIA E LIGAÇÃO À CEMAR/CELPA Solicitação GERC Nº__________________ ____________________________________________________________ vem pelo presente solicitar de V.31. _______________________________________________________ Assinatura do Proprietário ou Representante Legal Atesto que as Instalações Elétricas acima mencionadas foram por mim vistoriadas de acordo com as Normas Técnicas vigentes no País e instruções gerais da CEMAR ou da CELPA. bairro ______________________________________ no número Município de ________________________________________ conforme projeto aceito por esta companhia.

profissão ________________________________. A presente Transferência é feita.Elaborado em: Página: 14/11/2013 63 de 120 Código: Revisão: NT. se compromete a permitir a qualquer hora o livre acesso à CEMAR ou a /CELPA nas instalações de sua propriedade. E por estar dispondo de livre e espontânea vontade. brasileiro. assino este Termo na presença de duas testemunhas. ___________________. que também o assinam. que transfere à CEMAR ou a CELPA a área utilizada pelo ramal de ligação e pelos equipamentos de propriedade da mesma. para atender outros consumidores no fornecimento de energia elétrica. _______________________________________________________ Assinatura do Proprietário ou Representante Legal Nome: CPF: ______________________________________ Assinatura da Testemunha 1 ______________________________________ Assinatura da Testemunha 2 Nome: Nome: CPF: CPF: ______________________________________________________ Assinatura do Colaborador da CEMAR/CELPA Nome: Matrícula: Nota: 33.31. O presente documento deve ser registrado em cartório. ficando a critério da donativa. _____ de ______________ de __________. residente e domiciliado na ________________________________________________________________________________ declara para todos os efeitos legais. estado civil __________________. O Responsável pela Transferência. através do presente instrumento. CPF: ______________________________.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS ANEXO V – TERMO DE TRANSFERÊNCIA _________________________________________________________. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . sem qualquer restrição e reconheço nenhum direito houver por reclamar sobre a propriedade ou domínio dos bens ora transferidos. a utilização dos mesmos. portador da cédula de identidade civil nº ______________.

..mm2 e destas até o transformador também em fio de cobre de nu de ......... situado (a) no (a) . - Atendimento em tensão primária: ......... (....... - Tensão no secundário do transformador: 220 / 127V. - Freqüência: 60 Hz... A medição será direta para os apartamentos e condomínio... CARACTERÍSTICAS DA ENTRADA DE SERVIÇO: O ramal de ligação será aéreo em cabo de alumínio de .mm2... - Classe de tensão: ...........kA.................estrela aterrado............ com ..... kVA..x. conforme padrão estabelecido pela CEMAR/CELPA.mm...............x............ Será instalado um transformador de ................ ...... CARACTERÍSTICAS ELÉTRICAS: - Transformador de ............ daN..... serão conectados pára-raios (um para cada fase) e chaves fusíveis (uma para cada fase) através de fio de cobre nu de .. a saber: 3............1 ... 4............. (....) pavimento típicos e .. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO ....... Foram seguidas as normas brasileiras (ABNT – NBR’S 5356 e 5410) e a normas técnicas de fornecimento de energia elétrica a edificações de uso coletivo da CEMAR/CELPA.. kVA no poste acima especificado.) níveis de garagem...........004 02 ANEXO VI – MODELO DO MEMORIAL TÉCNICO DESCRITIVO DE USO COLETIVO 1. 2. Bairro do (a) . AWG-CA até os isoladores da cruzeta de concreto .................... sendo ............ Aos condutores do ramal de entrada............... PROTEÇÕES: 4...Pára-raios: As características dos pára-raios serão as seguintes: - Capacidade de interrupção: .... - Neutro acessível..... (.. instalados no mesmo poste ..kV..... DADOS DA INSTALAÇÃO: O presente memorial técnico descritivo trata das instalações elétricas da subestação transformadora para um edifício ..NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 64 de 120 Código: Revisão: NT. (...............) pavimentos.......... x # .......) apartamentos duplex........ da subestação........31..... - Medição direta em baixa tensão................... cidade (estado)...... - Ligação em delta ..... kV.

. para o ramal de AT.... e destes até o transformador................V..A........ de corrente nominal .004 da CEMAR/CELPA..3 ..A (...Edifício Exclusivamente Residencial: 8.1 ..... utilizaremos uma chave tipo faca...31....kV....Proteção Geral de Baixa Tensão: Para proteção geral de BT. x # ...Elaborado em: Página: 14/11/2013 65 de 120 Código: Revisão: NT..) fusíveis tipo NH de ....... x # .... (... com .....” . - Classe de tensão: ... 6.. - Capacidade de interrupção: ....# . - Freqüência: 60Hz.kV da saída do transformador até a chave geral de BT....31... 5............ do ramal de AT até os pára-raios e chaves fusíveis.................. 8...2 ..A (....Características da Edificação: DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .k.....)mm 2 de cobre..(.. com isolamento para .1.. - Elo fusível: .... − ....mm de cobre nu.. e desta até a última caixa de passagem será com eletroduto de PVC ∅ ..... - Nível básico de isolamento: .........Chaves Fusíveis: As características serão as seguintes: - Corrente nominal: ...kA........amperès).1 ....x ... com acionamento sob carga........ amperès).kV....... TUBULAÇÃO: Será de ferro galvanizado ∅ ...... envelopado em concreto magro.. CARGA INSTALADA – DEMONSTRATIVO DE DEMANDA PROVÁVEL (exemplo): 8......... 2 − ......” da saída do transformador até a caixa de passagem no pé do poste... 4... 4... ATERRAMENTO: Conforme orientações contidas na NT...004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS - Tensão nominal: . CONDUTORES: Utilizaremos os seguintes condutores: − ....AWG-CA.. 7.....

NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 66 de 120 Código: Revisão: NT.31mm 2 8.20 01 Ar condicionado 2400 2.80 QUANT DESCRIÇÃO 22 TOTAL 30.2 .31.30 68 Lâmpada incandescente 40 2.Condomínio: QUANT DESCRIÇÃO CARGA UNITÁRIA CARGA (W) TOTAL (kW) 17 Tomada simples (TUG) 100 1.2 .70 01 Tomada força (TUE) 300 0.Apartamento-tipo: CARGA UNITÁRIA CARGA TOTAL (W) (kW) Tomada simples (TUG) 100 2.004 02 – Nº de pavimentos: 28 – Nº de apartamentos típicos: 44 – Nº de apartamentos duplex: 02 – Nº de níveis de garagem: 04 – Área útil do apartamento típico: 115.00 03 Chuveiro elétrico 2000 6.2.32 25 Lâmpada incandescente 60 1.00 01 Aquecedor de banheira 3200 3.95m 2 – Área útil do apartamento duplex: 219.1 .40 08 Lâmpada incandescente 40 0.50 08 Lâmpada incandescente 100 0.Cálculo de Carga Instalada: 8.72 DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .32 8.70 05 Tomada força (TUE) 1000 5.20 04 Ar condicionado 1550 6.2.20 09 Tomada força (TUE) 300 2.

75 02 Ar condicionado 2400 4.3 .40 19 Lâmpada mista 160 3.75 8.2.50 02 Tomada força (TUE) 600 1.004 02 Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS 220 Lâmpada incandescente 60 13.20 DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .80 10 Lâmpada incandescente 40 0.80 01 Motor 10cv – 220V(Recalque) 7360 7.36 TOTAL 48.00 05 Chuveiro elétrico 2000 10.40 60 Lâmpada incandescente 60 3.00 01 Sauna 4000 4.45 01 Motor 1/2cv –220V(Filt) 570 0.20 34 Lâmpada incandescente 100 3.04 03 Lâmpada HQI 150 0.incend) 2.21 02 Motor 7.208 2.20 05 Tomada força (TUE) 300 1.00 01 Aquecedor de banheira 3200 3.5cv – 220V(elevad) 6900 13.57 01 Motor 3cv –220V(B.31.20 05 Ar condicionado 1550 7.NORMA TÉCNICA Elaborado em: Página: 14/11/2013 67 de 120 Código: Revisão: NT.60 12 Lâmpada incandescente 100 1.Apartamento Duplex: QUANT DESCRIÇÃO CARGA UNITÁRIA CARGA (W) TOTAL (kW) 32 Tomada simples (TUG) 100 3.20 05 Tomada força (TUE) 1000 5.

94 = 81.3.20 13.Elaborado em: Página: 14/11/2013 68 de 120 Código: Revisão: NT. A) 8.810 = 3.04 kVA *Demanda dos motores 7.2 (Item 1.98 kVA DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .81 x 100% x 10.3. o edifício é exclusivamente residencial.2 .hid) 410 TOTAL 0.2 tab.20 kVA *Demanda das tomadas: 2. 10 e 12) fs = 1.Cálculo das Demandas: 8.3.31.1.2 do anexo I desta e utilizaremos o critério da carga instalada para o condomínio onde: D = (D1 + D2 + D3) X FS D = Demanda total de edificação D1 = Demanda dos apartamentos típicos D2 = Demanda do condomínio D3 = Demanda dos apartamentos duplex fs = Fator de segurança 8.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS 02 Motor 1/3 cv – 127V(fil.3 .20 = 0. Portanto.Condomínio: (D2) *Demanda de iluminação: 22.000 = 10.54 x 31.tipo: (D1) D1 = s x f = 2.Edificação: Neste caso.13 (Tab.00 25% x 12. descrito no item 1.3 .00 x 0.Apartamento .1 .5cv = 12.87 kVA *Demanda do motor de 3cv = 4. utilizaremos o critério da área útil para os apartamentos típicos e apartamentos duplex.40 kVA *Demanda do motor de1/2 cv = 0.67 8.82 46.1.

75 = 4.00 x 0. secar roupa e ferro elétrico 5.2 + 4.54) x 1.31.Apartamentos duplex: (D3) D3 = s x f + (a+b) = 4.20 b2 = Aquecedor de banheira 3.2 kVA b = Demanda do aquecedor de banheira: 3.96 = 8.51 b4 = Máquina de lavar louça.30 DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .55 x 0.80 = 2.20 c = Ar condicionado 12.10 b5 = Sauna 4.70 x 0.00 x 0.24 kVA Corrente de projeto = 450 A .54 (tab.40 + 0.54 = 4.56 b3 = Fogão a aparelho tipo grill 2.8 kVA D3 = 8.54 b = Aparelhos eletrodomésticos e de aquecimento : b1 = Chuveiro 10. 10 e 11) a = Demanda da sauna: 4 x 2 x 0.Apartamento duplex (Demanda individual): DD = (a + b + c + d).87 + 4.8 = 18.54 kVA D = (81.20 + 0.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS *Demanda do motor de 10cv = 11.90 = 11.00 x 0.40 x 0.62 = 6.Elaborado em: Página: 14/11/2013 69 de 120 Código: Revisão: NT.54 kVA D2 = 13.120 A 8.36 x 1.03 + 18.80 = 3. onde: a = iluminação e tomadas 8.13 + 43.65 = 5. roupa.2 = 171.04 + 12.40 x 0.3.56 = 1.4 .98 + 11.2 x 2 = 6.03 kVA Padrão = 3P .54 + 5.62 = 3.54 = 43.20 x 0.

86 kVA Padrão = 3P . Foi considerado um queda de tensão de 2%.87 kVA Padrão = 3P .68 = 3.10 c = Ar condicionado 8.1) + 9.20 x 0.46 = 32.70 A Tipo de fornecimento às unidades consumidoras: 8.56 b3 = Fogão a aparelho tipo grill 2.4 .46 DD = 4.20 + 11.31.56 = 0.56 + 1.Apartamento tipo (Demanda individual): DT = (a + b + c + d).28 + (4. roupa.00 x 0.86 kVA) Fornecimento = Trifásico 3 fases + neutro Proteção = Disjuntor tripolar de 70A Condutor = Ver esquema vertical.00 x 0.6 : 0.2 b2 = Aquecedor de banheira 3.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 70 de 120 Código: Revisão: NT.37 b4 = Máquina de lavar louça.92 x 1 = 9.30 + 0.35 DT = 3.100 A .70 x 0.Apartamento tipo: O tipo de fornecimento será definido pela carga instalada calculada no item 8.35 = 23.82 x 0. secar roupa e ferro elétrico 5.37 + 3.80 = 2.54 + 6.2 + 2.51 + 3.51 = 1.70 = 4.004 02 d = Filtro de piscina 1/3cv .62 = 3.20 + 2.28 b = Aparelhos eletrodomésticos e de aquecimento : b1 = Chuveiro 6.82 x 0. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .10 + 3.hidromassagem 1/3cv 0.5 (DT = 23. onde: a = iluminação e tomadas 4.56 + 1.

54 DP III = (28.7.3.7 .56 kVA Corrente nominal = 143.4) DP III = (Da + Db) x fs Da = s x f = 2.Condomínio: O tipo de fornecimento será definido pela demanda calculada no item 8.20 = 28.Elaborado em: Página: 14/11/2013 71 de 120 Código: Revisão: NT.3.Demanda dos painéis de medidores: A demanda dos painéis de medidores será calculada pelo critério de área útil 8..31.54) x 1.Apartamento duplex: O tipo de fornecimento será definido pela demanda calculada no item 8.45 Db = 18.4 (DD = 32.87 kVA) Fornecimento = Trifásico 3 fases + neutro Proteção = Disjuntor tripolar de 100A Condutor = 3 x # 70 (# 50) mm2 cobre /PVC – 750V 8.45 + 18.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS 8.7.5 .3 A 8.54 + 11.32 = 36.Painel I e II (16 caixas padrão polifásicas cada): DP I e II = (DI) x fs DI = s x f = 2.3 (D2 = 43.03 kVA) Fornecimento = Trifásico 3 fases + neutro Proteção = Disjuntor tripolar de 120A Condutor = 3 x # 50 (# 50) mm2 cobre /PVC – 750V 8.3 = 61.5 DP I e II = 36. 10 e 11) Fs = 1.6 .37 x 1.1 .5 = 54.Painel III (14 caixas padrão polifásicas): a = 12 medidores típicos b = 02 medidores duplex (calculada no item 8.2 .37 (tab.54 x 14.09 kVA Corrente Nominal = 160 A DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .

.... com fusível tipo NH de 500A Condutores = 2 x 3 # 120 (120) mm2 isolamento para 1kV Eletroduto = ∅ 4” ....... conforme indicado no item 5...............03...............de .........004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS 8.3 da norma NTD .8 ..... Assinatura do profissional CREA DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .................... RAMO DE ATIVIDADE: A presente edificação trata de um edifício de múltiplas unidades consumidoras exclusivamente residenciais.........31.... 10............... de ............ de ... cidade (estado)......... . De acordo com a tabela 3 do anexo I adotaremos: Transformador = 150 kVA Proteção = Chave tipo faca 600A..ferro galvanizado e PVC 9........Tipo de fornecimento da edificação: O atendimento será através da rede primária...... .Elaborado em: Página: 14/11/2013 72 de 120 Código: Revisão: NT.............................. DATA PREVISTA PARA LIGAÇÃO DEFINITIVA: ........ com SE construída pela concessionária.

modelos.31.de água passagem: 4000 a 8000 Exaustor 300 a 500 Aquecedor ambiente (Portátil) 700 a 1300 Ferro elétrico 800 a 1650 Aspirador de pó 250 a 800 Fogão elétrico 4000 a 12000 10 Grill 1200 70 a 1300 Lavadora de louças 1200 a 2800 Bomba d` água 1/4 CV 335 Liquidificador 270 Bomba d` água 1/2 CV 613 Máquina de costura 60 a 150 Bomba d` água 3/4CV 849 Máquina de lavar roupa 400 a 1500 Bomba d` água 1CV 1051 Microondas 1200 a 2000 Cafeteira 600 Ponto de Luz e tomada 100 Maquina de Café 1. etc.000 BTU/h 625 Relógio 5 6. Havendo disponibilidade dos dados de placa do equipamento.000 BTU/h 2600 Ventilador 60 a 300 21.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS 9 TABELAS TABELA 1 – POTÊNCIA DE APARELHOS ELETRODOMÉSTICOS POTÊNCIA DE APARELHOS ELETRODOMÉSTICOS POTÊNCIA (W) APARELHOS 50 a 100 litros APARELHOS POTÊNCIA (W) 1000 Congelador(Freezer) 1250 Computador/Estabilizador/Impressora 180 1500 DVD 30 2000 Enceradeira 500 2500 Estabilizador 200 Aquec. recomenda-se a utilização dos mesmos no cálculo da carga instalada e/ou demanda. estado de conservação.000 BTU/h 760 Secador de cabelo 500 a 1500 7.200 Projetor Slide 250 Chuveiro elétrico 2500 a 5400 Rádio 50 Circulador de ar 150 Som 120 5.000 BTU/h 1600 Torradeira 500 a 1200 14. Os valores acima estabelecidos são estimados.Elaborado em: Página: 14/11/2013 73 de 120 Código: Revisão: NT.500 BTU/h 1300 Televisor 70 a 100 10.000 BTU/h 2800 30.000 BTU/h 3600 150 a 200 litros Aquecedor de água por acumulação 250 litros (Boiler) 300 a 350 litros 400 litros Barbeador elétrico Batedeira Condicionador de Ar 350 a 500 Nota: 34.000 BTU/h 1900 TV 100 15.000BTU/h 2000 Triturador de lixo 300 18. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . devido às diferenças entre fabricantes.000 BTU/h 1400 Torneira elétrica 2500 a 3200 12.100BTU/h 900 Secador de roupa 2500 a 6000 8.

vapor de mercúrio/sódio metálico) considerar kVA = kW/0.1 – FATORES DE DEMANDA PARA ILUMINAÇÃO E TOMADAS DE USO GERAL PARA UNIDADES CONSUMIDORAS NÃO RESIDENCIAIS DESCRIÇÃO FATOR DE DEMANDA (%) Auditórios. salões p/exposições e semelhantes 100 Bancos. utilizando fatores de demanda. 37.92.31.004 02 TABELA 2. Para lâmpadas incandescentes e halógenas. 38. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO outros . considerar kVA = kW (fator de potência unitária). 36. Para lâmpadas de descarga (fluorescente. É recomendável que a previsão de cargas de iluminação e tomada feita pelo consumidor atenda as prescrições da NBR-5410. salões de beleza e semelhantes 100 Clubes e semelhantes 100 100 para os primeiros 12 kVA Escolas e semelhantes 50 para o que exceder de 12 kVA 100 para os primeiros 20 kVA Escritórios 70 para o que exceder de 20 kVA Garagens comerciais e semelhantes 100 40 para os primeiros 50 kVA Hospitais e semelhantes 20 para o que exceder de 50 kVA 50 para os primeiros 20 kVA Hotéis e semelhantes 40 para os seguintes 80 kVA 30 para o que exceder de 100 kVA Igrejas e semelhantes 100 100 para os primeiros 20 kVA Oficinas e Indústrias 80 para o que exceder de 20 kVA Restaurantes e semelhantes 100 NOTA: 35. Tomadas específicas (aparelhos especiais) devem ser consideradas a parte.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 74 de 120 Código: Revisão: NT. lojas e semelhantes 100 Barbearias.

a partir de uma instalação de alta tensão.31. 7% 7% C – que possuam fonte própria. a partir de uma rede de distribuição pública de baixa tensão.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS TABELA 2.I. É recomendável que a previsão de cargas de iluminação e tomada feita pelo consumidor atenda as prescrições da NBR 5410. 4% 4% B – alimentadas diretamente por subestação de transformação ou transformador. 41. utilizando outros fatores de demanda. TABELA 3 – LIMITES DE QUEDA DE TENSÃO A – alimentadas diretamente por um ramal de baixa tensão.I. vapor de mercúrio/sódio metálico) considerar kVA=kW/0.Elaborado em: Página: 14/11/2013 75 de 120 Código: Revisão: NT.D 0<P(kW) ≤1 (86) 6<P(kW) ≤7 (60) 1<P(kW) ≤2 (81) 7<P(kW) ≤8 (57) 2<P(kW) ≤3 (76) 8<P(kW) ≤9 (54) 3<P(kW) ≤4 (72) 9<P(kW) ≤10 (52) 4<P(kW) ≤5 (68) CI>10 (45) 5<P(kW) ≤6 (64) 100 para os primeiros 10 kW Prédios Residenciais 20 para os seguintes 110 kW 10 para o que exceder de 120 kW NOTA: 39. 7% 7% DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . Para lâmpadas incandescentes e halógenas. Tomadas específicas (aparelhos especiais) devem ser consideradas a parte.92. F. 40. Unidades Consumidores Residenciais F.2 – FATORES DE DEMANDA PARA ILUMINAÇÃO E TOMADAS DE USO GERAL PARA UNIDADES CONSUMIDORAS RESIDENCIAIS DESCRIÇÃO FATOR DE DEMANDA (%) C.D C. considerar kVA=kW (fator de potência unitária). 42. Para lâmpadas de descarga (fluorescente.

75 0.66 0.40 0.32 16 0.50 5 0.56 0.47 0.28 DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .80 0.45 6 0.43 7 0.45 0.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 76 de 120 Código: Revisão: NT.36 9 0.5kW 1 0.59 0.38 0.32 12 0.004 02 TABELA 4 – FATORES DE DEMANDA DE MOTOR-BOMBA HIDROMASSAGEM NÚMEROS DE APARELHOS FATOR DE DEMANDA % 1 100 2 56 3 47 4 39 5 35 6 A 10 25 11 A 20 20 21 A 30 18 ACIMA DE 30 15 TABELA 5 – FATORES DE DEMANDA DE APARELHOS DE AQUECIMENTO E ELETRODOMÉSTICOS EM GERAL FATOR DE DEMANDA % NÚMERO DE APARELHOS POTÊNCIA INDIVIDUAL ATÉ 3.80 2 0.28 17 0.34 11 0.51 0.40 8 0.53 0.5kW POTÊNCIA INDIVIDUAL MAIOR QUE 3.41 0.43 0.55 4 0.65 3 0.32 13 0.39 0.32 14 0.62 0.35 10 0.31.49 0.70 0.32 15 0.

00 26 a 30 0.52 0.80 1.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 77 de 120 Código: Revisão: NT.00 1.26 24 0.37 0.80 51 a 75 0.30 0.30 0.00 21 a 25 0.26 25 0.90 1.33 0.80 41 a 50 0.FATORES DE DEMANDA DE APARELHOS DE AR CONDICIONADO FATOR DE DEMANDA % NÚMEROS DE APARELHOS EDIFÍCIOS RESIDENCIAIS EDIFÍCIOS COMERCIAIS 1 a 05 1.16 TABELA 6 .28 21 0.30 0.70 1.30 0.80 0.00 31 a 40 0.22 28 0.85 1.26 26 0.34 0.70 76 Acima a de 100 100 DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .28 19 0.30 0.35 0.31 0.33 0.31.18 30 0.00 11 a 15 0.80 0.00 06 a 10 0.00 16 a 20 0.5kW 18 0.30 0.65 1.5kW POTÊNCIA INDIVIDUAL MAIOR QUE 3.38 0.20 29 0.45 0.30 0.004 02 FATOR DE DEMANDA % NÚMERO DE APARELHOS POTÊNCIA INDIVIDUAL ATÉ 3.60 0.26 23 0.24 27 0.26 22 0.36 0.28 20 0.

704 14.212 4.165 9.248 4.888 12 1/2 14.361 10.186 3.082 3.226 5.26 16.254 1.266 62.738 50.94 25.455 5.584 12.574 2.3 2.628 1 1.41 32.755 8.3 3.99 1.872 7 1/2 8.094 5 6.77 2.35 3.82 55.733 9.616 6.52 29.6 3.989 12.079 2.824 5.618 4.7 3 3.422 4.474 3 4.714 3.168 16.66 0.431 14.21 13.873 17.964 3.46 22.16 9.91 9.2 1/4 0.87 2 2.784 58.772 3.02 4.56 2.004 02 TABELA 7 – FATORES DE DEMANDA PARA ELEVADORES NÚMERO DE ELEVADORES FD % 1 80 2 70 3 65 4 60 5 50 Acima de 5 45 TABELA 8 – DETERMINAÇÃO DA DEMANDA EM FUNÇÃO DA QUANTIDADE DE MOTORES (VALORES EM KVA) – MOTORES MONOFÁSICOS QUANTIDADE DE MOTORES POTÊNCIA DO MOTOR (CV) 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 FATOR DE DIVERSIDADE 1 1.105 7.692 11.772 31.48 20.186 38.68 5.94 22.476 37.24 11.801 10.771 2.084 6.05 7.9 2.518 1.46 9.019 8.148 DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .956 3/4 1.98 2.07 6.338 44.328 22.97 4.412 41.31.588 4.92 38.128 10 11.176 24.782 1.77 1.34 2.155 1.386 34.01 2.116 26.643 6.962 45.405 6.552 1 1/2 2.463 1.428 34.362 40.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 78 de 120 Código: Revisão: NT.82 49.396 48.066 71.904 45.5 1.465 5.172 31.652 15.841 8.824 34.546 3.41 28.024 25.541 2.84 13.148 5.302 53.868 26.984 66.242 2.003 3.9 4.54 3.525 4.31 2.18 1.64 17.602 4.178 2.332 23.345 7.772 1/3 0.894 4.34 2.796 20.902 60.748 15 16.234 1/2 1.376 2.632 18.

40 91.74 108.29 8.42 200 190.40 269.04 6.76 16.76 DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .45 324.02 9.74 59.76 1.95 28.74 77.13 6.28 2.97 4 5.79 244.38 1 1/2 2.13 3.49 85.56 86.27 46.44 13.21 281.01 286.28 108.06 7.19 160.51 91.93 79.82 25 25.78 57.31 0.7 3 3.67 66.15 386.97 381.54 45.50 1.99 70.30 72.65 24.85 16.41 513.02 5.29 1 1.35 344.65 741.53 11.26 1.56 143.72 10.54 17.09 16.36 25.29 211.17 5.57 146.23 75 72.87 21.10 4.61 2.79 258.61 75.59 684.99 166.91 12.34 3 4.08 41.00 2.18 285.27 361.70 798.93 26.05 175.34 437.68 9.87 1.91 5.50 4.52 2.04 351.49 570.57 13.25 18.99 50.24 195.9 4.39 2.11 19.31.84 238.34 181.62 21.54 627.90 209.52 45.01 48.99 100.26 4.9 2.60 18.15 41.16 7.94 268.49 133.10 33.24 92.35 2.81 8.61 150 141.78 4.65 3/4 1.08 59.89 3.2 1/3 0.01 174.26 508.98 16.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 79 de 120 Código: Revisão: NT.38 456.87 119.10 8.29 10.99 5.70 4.49 30 30.35 125 117.06 19.94 64.13 5 6.96 49.98 2.65 0.89 2.03 128.67 60 58.52 260.48 25.14 143.40 107.93 6.34 226.03 11.91 9.18 15 16.14 26.72 54.09 21.11 2 2.41 38.62 38.73 73.43 190.74 36.42 137.04 42.56 11.47 12 1/2 14.50 491.90 23.67 23.33 14.30 119.74 157.16 216.58 100 95.08 131.58 15.55 31.3 3.004 02 TABELA 9 – DETERMINAÇÃO DA DEMANDA EM FUNÇÃO DA QUANTIDADE DE MOTORES (VALORES EM KVA) – MOTORES TRIFÁSICOS QUANTIDADE DE MOTORES POTÊNCIA DO MOTOR (CV) 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 FATOR DE DIVERSIDADE 1 1.12 13.03 593.72 109.87 466.20 82.63 38.3 2.73 1/2 0.6 3.84 38.18 40 39.46 9.45 191.05 204.75 49.98 31.17 3.86 6.51 7.54 4.03 7.15 87.77 32.56 100.5 1.15 2.12 4.84 59.53 2.34 2.16 34.21 7.48 423.22 131.16 4.28 7 1/2 8.68 315.33 166.54 15.33 10 11.81 175.90 3.24 1.93 20 22.02 372.64 551.06 154.95 54.95 59.87 3.95 59.44 19.22 316.95 2.19 92.98 1.56 5.93 69.55 9.68 401.54 31.89 303.56 219.41 69.31 21.58 222.29 44.39 3.23 110.59 112.91 50 48.27 421.65 12.40 3.14 33.50 50.10 92.05 5.

91 701 – 800 13.36 221 – 240 4.01 51 – 55 1.54 601 – 650 11.71 111 – 120 2.30 131 – 140 2.86 351 – 400 7.1000 16.72 61 – 65 1.57 261 – 280 5.45 86 – 90 1.36 56 – 60 1.28 901 .170 3.05 181 –190 3.47 241 – 260 5.180 3.73 651 – 700 12.35 551 – 600 10.91 101 – 110 2.16 501 – 550 9.76 301 – 350 6.31.61 81 – 85 1.07 66 – 70 1.67 281 – 300 5.76 76 – 80 1.28 91 – 95 2.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS TABELA 10 – DEMANDA POR APARTAMENTO RESIDENCIAL EM FUNÇÃO DA ÁREA ÚTIL ÁREA ÚTIL m² DEMANDA (S) kVA ÁREA ÚTIL m² DEMANDA (S) kVA até 40 1.65 41 – 45 1.10 801 – 900 15.93 161 .51 121 – 130 2.26 201 – 220 4.Elaborado em: Página: 14/11/2013 80 de 120 Código: Revisão: NT.86 141 – 150 3.40 151 – 160 3.42 71 – 75 1.10 96 – 100 2.47 DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .16 191 – 200 4.06 451 – 500 9.00 171 .96 401 – 450 8.84 46 – 50 1.

10 88 a 125 1 1.20 163 a 200 1 1.50 Nota: 43.25 201 a 237 1 1.004 02 TABELA 11 – FATOR DE DIVERSIDADE m+n (h) Para Edifícios Comerciais (h) Para Edifícios Residenciais Até 50 1 1. É recomendável que a previsão de cargas de iluminação e tomada feita pelo consumidor atenda as prescrições da NBR-5410. Para valores fora da tabela utilizar a equação: Onde: h = fator de diversidade da instalação.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 81 de 120 Código: Revisão: NT. m+n obtido da tabela.40 313 a 350 1 1.05 51 a 87 1 1. 44.15 126 a 162 1 1. m = número de aparelhos de ar condicionado n = número de aparelhos de aquecimento DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .31. em função de m+n.35 276 a 312 1 1.45 351 a 387 1 1.30 238 a 275 1 1.

32 66 44.65 72 47.86 117 67.84 23 19.76 64 43.00 51 35.54 65 43.82 108 65.46 127 69.84 15 13.59 22 18.34 25 20.84 7 6.34 5 4.96 52 36.50 111 66.64 60 40.69 59 40.90 101 63.58 104 64.80 56 38.70 106 64.09 12 11.09 20 17.54 120 68.74 115 67. (F) 1 1.59 14 12. DIV.66 69 45.º APTº F.19 DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . (F) N.79 27 21.42 61 41.78 124 69.02 103 64.86 74 48.34 9 8.84 3 2.90 126 69.88 68 45.14 105 64.98 63 42. DIV.09 8 7.59 2 1.22 123 69.46 102 63.44 70 46. (F) N.84 55 38.59 6 5.59 10 9.09 24 19.06 112 66.42 118 67.09 4 3.59 26 21.34 21 18.06 76 49.02 128 70.99 28 22.27 78 51. DIV.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 82 de 120 Código: Revisão: NT.04 71 47.46 75 49.26 107 65.94 110 65.20 62 42.62 113 66.92 53 37.98 119 68.34 17 15.004 02 TABELA 12 – FATOR PARA DIVERSIFICAÇÃO DA DEMANDA EM FUNÇÃO DO NÚMERO DE APARTAMENTOS RESIDENCIAIS DA EDIFICAÇÃO N.31.84 11 10.18 114 66.34 13 11.º APTº F.09 16 14.76 57 39.º APTº F.10 121 68.66 122 68.72 58 39.67 77 50.59 18 15.30 116 67.25 73 48.88 54 37.84 19 16.38 109 65.34 125 69.10 67 44.

90 84 54.82 133 71.33 93 59.92 89 57.10 96 61.59 41 30.78 99 62.10 86 55.22 98 62.99 38 28.29 84 53.59 DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .88 79 51.19 34 25.39 45 32.99 33 25.99 43 31.79 32 24.79 37 27.48 80 52.71 87 56.50 85 54.004 02 29 22.39 40 29.30 141 72.14 130 70.50 136 71.22 148 74.39 35 26.10 146 73.34 100 63.39 50 35.99 48 34.08 81 52.19 49 34.59 36 27.52 90 57.86 142 72.19 44 31.12 91 58.31.62 138 72.74 140 72.42 143 73.06 137 71.69 82 53.98 144 73.19 39 28.18 139 72.66 97 61.34 150 74.79 42 30.78 149 74.94 94 59.26 132 70.58 129 70.70 131 70.79 47 33.39 30 23.54 145 73.38 134 71.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 83 de 120 Código: Revisão: NT.94 135 71.59 46 33.31 88 56.59 31 24.54 95 60.66 147 73.73 92 58.

35 2.004 02 TABELA 13 – FATORES DE DEMANDA INDIVIDUAIS PARA MÁQUINAS DE SOLDA A TRANSFORMADOR E APARELHOS DE RAIOS X E GALVANIZAÇÃO EQUIPAMENTO POTÊNCIA DO APARELHO FATOR DE DEMANDA (%) 1º maior 100 2º maior 70 3º maior 70 Soma dos demais 30 Solda a Maior 100 resistência Soma dos demais 60 Aparelho de Maior 100 raios X Soma dos demais 70 Solda a arco e aparelhos de galvanização NOTA: 45.60 X 6.35 2.40 X 6.1/2” X 1/4” 700 50.18 3/4" X 1/8” 250 25.3/4” X 1/4” 1130 88.77 1.40 X 3.10 X 3.” X 3/16” 460 38.35 1.1/2” X 1/8” 340 25.35 4” X 1/4” 600 25.80 X 6.31.18 1.70 1” X 1/2” 1010 50.35 1” X 1/4” 544 38.1/2” X 1/4” 1250 101.80 X4 . Máquinas de solda tipo motor gerador deverão ser consideradas como motores.00 X 3.50 X 6.35 3.10 X 6.40 X 12.40 X 4.70 2” X 1/2” 1425 76.” X 1/8” 370 38.1/2” X 1/4” 1000 70.70 3” X 1/2” 1810 101.20 X 6.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 84 de 120 Código: Revisão: NT. TABELA 14 .35 2” X 1/4” 850 63.DIMENSIONAMENTO PELA CAPACIDADE DE CORRENTE DO BARRAMENTO DE BAIXA TENSÃO Barramento Corrente (A) Seção transversal (mm) Seção transversal (polegadas) 208 19.10 X 4.60 X 10.77 2” X 3/16” 400 25.77 1.80 X 12.18 1.70 4” X 1/2” DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .1/2” X 3/16” 595 50.90 X 6.20 X 12.

Onde: FP.1 até 57 150 - - 70 3” 35 50(25) 57.1 até 10 63 ou 70 10 - - 3/4” 6 10(10) ≤10 40 - 10 - 1.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 85 de 120 Código: Revisão: NT.Fator de Potência.85. FD= 80% e ∆V= 2% na medição. FD.Queda de Tensão. FD= 80% e ∆V= 2% na medição.1 até 66 175 - - 95 3” 35 70(35) 66.004 02 TABELA 15 – DIMENSIONAMENTO DE CONDUTORES E PROTEÇÃO PARA UNIDADES CONSUMIDORAS • CELPA DISJUNTOR TIPOS DE CARGA TERMOMAGNÉTICO FORNECIMENTO INSTALADA MÁX (A) RAMAL DE LIGAÇÃO (CABO DE ALUMÍNIO MULTIPLEXADO) (mm²) DUPLEX TRIPLEX QUADRUPLEX DIÂMENTRO DIÂMENTRO CONDUTOR DE NOMINAL Ø NOMINAL Ø ATERRAMENTO ELETRODUTO ELETRODUTO (Aço Cobreado) DE AÇO ATERRAMENTO (mm²-mínimo) GALVANIZADO (pol) CONDUTORES DE COBRE PARA INSTALAÇÃO INTERNA (BITOLA MÍNIMA) mm² * Até 4 30 ou 32 10 - - 3/4” 6 6(6) 4. • Valores admitidos nos cabos: a.Fator de Demanda.1/4” 25 16(16) 27.1 até 15 60 - 16 - 1. Ligação Monofásica – FP= 1.1/4” 6 10.1 até 38 100 - - 35 2” 35 25(25) 38. Ligação Bifásica e Trifásica – FP= 0. ∆V.1/4” 16 10(10) 15. b.1/4” 6 10(10) ≤ 15 40 - - 16 1. Bitola mínima do condutor de cobre.1 até 75 200 - - 95 3” 35 70(35) Nota: 46.31.1 até 47 125 - - 50 2” 35 MONOFÁSICO 3/4” 10(10) BIFÁSICO TRIFÁSICO 35(25) 1” 47. obedecido os critérios de projeto. deve ser considerado o cálculo de queda de tensão para o dimensionamento real do condutor.1 até 27 70 - - 25 1. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .

1 a 40.1 a 30.1/4” 35 100(TRI) 50.0 16 1.31.0 10 1.0 25 1.0 35 2” 35 125(TRI) TABELA 16 – DIMENSIONAMENTO DE TRANSFORMADORES Demanda calculada (kVA) Transformador recomendado (kVA) Até 33 30 34 à 49 45 50 à 82 75 83 à 124 112.5 125 à 165 150 166 à 250 225 251 à 333 300 334 à 555 500 DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .1/4” 6 40(TRI) 20.1/4” 16 63(TRI) 30.1 a 75.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS • CEMAR Trifásico Monofásico Tipo de Fornecimento Carga Instalada (kW) Condutor Mínimo para alimentação da UC (mm²) Eletroduto Diâmetro Nominal (pol) Condutor de Aterramento (mm²) Corrente Máxima do Disjuntor (A) Até 4 4 3/4“ 6 25(MONO) 4a8 6 3/4" 6 50(MONO) 8 a 12 10 3/4" 6 63(MONO) 12 a 20 6 1.1/4” 25 80(TRI) 40.Elaborado em: Página: 14/11/2013 86 de 120 Código: Revisão: NT.1 a 50.

5< P≤ 40 NOTA: 47.31. deverá existir dispositivo de bloqueio para impedir a partida do motor com as escovas levantadas. NO MÍNIMMO.5< P≤ 25 RESISTÊNCIA OU REATÂNCIA DE PARTIDA INDIRETA AUTOMÁTICA GAIOLA 5< P≤ 25 CHAVE COMPENSADORA TENSÃO DA 220/127 INDUÇÃO SÉRIE-PARALELO TENSÃO 12λs .5< P≤ 25 REDE PLACA (V) (V) 220/127 ou 380/220 6λ 380/220 220 3 λ ou 3 ∆ 380/220 6 λ ou 6 ∆ ou 220/127 INDUÇÃO GAIOLA Nº DE TAPS TAPS TERMINAIS DE PARTIDA - - - - ou - - 50. Para motores do tipo rotor bobinado.Elaborado em: Página: 14/11/2013 87 de 120 Código: Revisão: NT.5< P≤ 25 ou ou 6λs .12∆\\ A TENSÃO DEVE SER REDUZIDA A.12∆\\ 220/127 INDUÇÃO GAIOLA 7.5 5< P≤ 25 INDIRETA MANUAL ESTRELATRIÂNGULO 7. 65% DO VALOR NOMINAL 5< P≤ 30 7.9∆\\ 220/380/4 40/760 380/220 5< P≤ 25 ESTRELATRIÂNGULO DE 380/220 7.5< P≤ 30 5< P≤30 SÉRIE-PARALELO AS OUTRAS CARACTERÍSTICAS SÃO IGUAIS AS DAS CHAVES MANUAIS 7. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .5< P≤ 30 CHAVE COMPENSADORA 5< P≤ 40 7. 48.65 e 80 50 9λs .004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS TIPO DE PARTIDA TABELA 17 – DISPOSITIVO DE PARTIDA DE MOTORES TRIFÁSICOS POTÊNCIA TIPO DE CHAVE DO MOTOR DIRETA (cv) TIPO TIPO DO DO MOTOR ROTOR - - ≤5 ≤ 7.6∆\\ 220/380/4 40/760 380/220 ou 12λs . A chave estrela-triângulo só poderá ser utilizada quando a tensão da rede coincidir com a tensão de placa em triângulo.

PLANTA DE SITUAÇÃO APLICADO A CEMAR DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .31.004 02 10 DESENHOS DESENHO 1 – PLANTA DE SITUAÇÃO EXEMPLO 1 .NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 88 de 120 Código: Revisão: NT.

004 02 EXEMPLO 2 .31.812 Y 9.837.PLANTA DE SITUAÇÃO APLICADO A CELPA X 779.931 Edifíci o Carpe diem DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 89 de 120 Código: Revisão: NT.

004 02 DESENHO 2 – AFASTAMENTOS MÍNIMOS ENTRE CONDUTORES E EDIFICAÇÕES DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 90 de 120 Código: Revisão: NT.31.

31.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 91 de 120 Código: Revisão: NT.004 02 DESENHO 3 – CABINE DE PROTEÇÃO E TRANSFORMAÇÃO – ENTRADA AÉREA CEMAR/CELPA MEDIÇÃO CEMAR/CELPA DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .

004 02 DESENHO 4 – CABINE DE PROTEÇÃO E TRANSFORMAÇÃO – ENTRADA SUBTERRÂNEA MEDIÇÃO CEMAR/CELPA DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 92 de 120 Código: Revisão: NT.31.

deve ter uma placa de advertência com os dizeres: “CUIDADO! ALTA TENSÃO!”. devem ser construídos cubículos de transformação com as mesmas dimensões do primeiro. Deve ser instalada iluminação no corredor. Para subestações ao tempo no solo ou abrigadas é obrigatória a construção de dispositivo de drenagem para óleo.31. de acordo com o DESENHO 7 – BACIA DE CONTENÇÃO DE ÓLEO. 54. um para cada transformador. no mínimo. 52. Dimensões mínimas para transformadores de até 500 kVA. Caso haja mais de um transformador.004 02 Nota: (DESENHOS 3 E 4) 49. exceto onde indicado. 55. 53. Todas as aberturas de iluminação e ventilação devem ser providas de telas metálicas zincadas com malha de. 50. no máximo 13 mm. Na porta da Subestação. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . Medidas em milímetros. com no mínimo de 150 lux. 5 mm e. 51.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 93 de 120 Código: Revisão: NT.

000 VER "K" E "H" A - R 1.ETC.000 ALTURA MÍNIMA DE UM ANTEPARO HORIZONTAL F 1.31. NO NÍVEL DO PISO. ESTRADOS.ESPAÇAMENTO PARA INSTALAÇÕES INTERNAS.).ESPAÇAMENTO PARA INSTALAÇÕES INTERNAS.700 ALTURA MÍNIMA DE UM ANTEPARO VERTICAL J 600 ALTURA MÍNIMA DE UMA PARTE VIVA SEM CIRCULAÇÃO DIMENSÕES MÁXIMAS EM MILÍMETROS E 300 ALTURA MÍNIMA DE UMA PARTE VIVA SEM CIRCULAÇÃO DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .200 LOCAIS DE MANOBRA VALORES DA TABELA B (FASE E TERRA) H 2.Elaborado em: Página: 14/11/2013 94 de 120 Código: Revisão: NT. CONFORME TABELA "A" FIGURA 1 .004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS DESENHO 5 – ESPAÇAMENTOS PARA INSTALAÇÕES INTERNAS (A) FIGURA 1 . AS DIMENSÕES VERTICAIS DEVEM REFERIR-SE A ESSE PISO. CONFORME TABELA "A" PARTES VIVAS CONVENÇÕES: ANTEPAROS: TELA OU GRADE METÁLICA DISPOSITIVOS DE MANOBRA NOTA: SENDO EMPREGADO PISO ISOLANTE (TAPETES. TABELA A VALORES DE ESPAÇAMENTO PARA INSTALAÇÕES INTERNAS DIMENSÕES MÍNIMAS EM MILÍMETROS L 3.700 ALTURA MÍNIMA DE UMA PARTE VIVA K 2.

ESTRADOS.Elaborado em: Página: 14/11/2013 95 de 120 Código: Revisão: NT.500 ÁREA DE CIRCULAÇÃO D 500 PROTEÇÃO COM TELA F 2.000 CIRCULAÇÃO E 600 ALTURA DA PARTE VIVA DIMENSÕES MÁXIMAS EM MILÍMETROS ALTURA MÍNIMA DE UMA PARTE VIVA SEM CIRCULAÇÃO DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .).004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS DESENHO 6 – ESPAÇAMENTOS PARA INSTALAÇÕES INTERNAS (B) CONVENÇÕES: PARTES VIVAS AN TEPAROS: TELA OU GRADE METÁLICA DISPOSITIVOS DE MANOBRA ÁREA DE CIRCULAÇÃO PERMITIDA A PESSOAS ADVERTIDAS ÁREA DE CIRCULAÇÃO PROÍBIDA NOTA: SENDO EMPREGADO PISO ISOLANTE (TAPETES.ETC.000 EM LOCAL COM TRÂNSITO DE VEÍCULO H' 5.000 EM LOCAL COM TRÂNSIT O DE PEDESTRES SOMENTE J 800 L 2.000 ALTURA DA PROTEÇÃO EXTERNA R 2. AS DIMENSÕES VERTICAIS DEVEM REFERIR-SE A ESSE PISO.000 SEM TELA (PARA AS DIMENSÕES INFERIORES.31. TABELA B VALORES DE ESPAÇAMENTO PARA INSTALAÇÕES EXTERNAS AO NÍVEL DO PISO DIMENSÕES MÍNIMAS EM MILÍMET ROS A 1.500 DISTÂNCIA ENTRE A PARTE VIVA E A PROTEÇÃO EXTERNA B 4. USAR A ALTURA MÍNIMA ENTRE A PARTE VIVA E O SOLO) C 1.000 ALTURA SUPERIOR DO ANTEPARO H 6.

NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 96 de 120 Código: Revisão: NT.004 02 DESENHO 7 – BACIA DE CONTENÇÃO DE ÓLEO VISTA SUPERIOR CORTE TRANSVERSAL Nota: 56.80 m³. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . no mínimo. igual a 0. A capacidade útil de armazenamento do tanque de coleta deverá ser.31. 57. O eletroduto de escoamento deverá ser de aço galvanizado com diâmetro mínimo de 3” (75mm).

NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 97 de 120 Código: Revisão: NT. Os eletrodutos em aço galvanizado devem ser todos instalados de forma aparente. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . 59.ENTRADA SUBTERRÂNEA COM MUFLAS MONOFÁSICAS A A LEGENDA: CORTE A-A Nota: 58. A montagem na CELPA dever ser feita com cruzeta retangular 90x90x2000mm com mão francesa.004 02 DESENHO 8 – RAMAL DE LIGAÇÃO DERIVANDO DA REDE DE MÉDIA TENSÃO CEMAR OU DA CELPA .31.

2 kV.004 02 DESENHO 9 – RAMAL DE LIGAÇÃO DERIVANDO DA REDE DE MÉDIA TENSÃO DA CEMAR OU DA CELPA .ENTRADA AÉREA POSTE CEMAR/CELPA Nota: 60.31. 62. Utilizar dois isoladores para sistema 15 kV e três isoladores para 36. Os eletrodutos em aço galvanizado devem ser todos instalados de forma aparente. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . 61. A montagem na CELPA dever ser feita com cruzeta retangular 90x90x2000mm com mão francesa.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 98 de 120 Código: Revisão: NT.

Utilizar dois isoladores para sistema 15 kV e três isoladores para 36.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 99 de 120 Código: Revisão: NT. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .ENTRADA MISTA REDE CEMAR/CELPA Nota: 63.31. Os eletrodutos em aço galvanizado devem ser todos instalados de forma aparente. A montagem na CELPA dever ser feita com cruzeta retangular 90x90x2000mm com mão francesa.2 kV. 65.004 02 DESENHO 10 – RAMAL DE LIGAÇÃO DERIVANDO DA REDE DE MÉDIA TENSÃO DA CEMAR E DA CELPA . 64.

DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . (*) Dutos. Cada eletroduto de aço zincado deve conter um circuito completo (condutores fase e neutro).NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 100 de 120 Código: Revisão: NT. com diâmetros variáveis devem ser compatíveis com os condutores a serem instalados. Dimensões em milímetros. 68. 67.004 02 DESENHO 11 – BANCO DE DUTOS PARA ENTRADA SUBTERRÂNEA DA REDE SECUNDÁRIA 1 DUTO EM PEAD 2 DUTOS EM PEAD 1 DUTO EM PEAD 2 DUTOS EM PEAD M O DELO S DE D RENAG EM Nota: 66.31.

004 02 DESENHO 12 – BANCO DE DUTOS PARA ENTRADA SUBTERRÂNEA DA REDE PRIMÁRIA 2 DUTOS EM PEAD 4 DUTOS EM PEAD 4 DUTOS EM PEAD ESPAÇADORES SUPORTES MODELOS DE DRENAGEM Nota: 69.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 101 de 120 Código: Revisão: NT. Dimensões em milímetros.31. com diâmetros variáveis devem ser compatíveis com os condutores a serem instalados. (*) Dutos. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . 70.

Toda ferragem utilizada (curvas. armação secundária. Os condutores não podem conter emendas entre os suportes de fixação do ramal de ligação. 75. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . A conexão com a rede da CEMAR ou da CELPA deve ser feita por meio de conector.31. parafusos. porcas e abraçadeiras). 74. 76.000 mm. Utilizar tubo de aço zincado até uma altura mínima de 5. O ramal de ligação não pode exceder a 30 metros de comprimento. A altura do ramal de ligação deve estar de acordo com esta Norma. 72.NORMA TÉCNICA Elaborado em: Página: 14/11/2013 102 de 120 Código: Revisão: NT.004 02 Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS DESENHO 13 – RAMAL DE LIGAÇÃO DERIVADA DA REDE DE BAIXA TENSÃO DA CEMAR OU DA CELPA REDE CEMAR/CELPA Nota: 71. deve ser zincada por imersão a quente. 73.

79. zincada por imersão a quente.31. 78. Usar chapa de aço nº 12 USSG. A tampa de concreto armado deve apresentar uma resistência mínima à compressão de 150 kgf/cm. Dimensões em milímetros.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS DESENHO 14 – CAIXA DE PASSAGEM LACRÁVEL TAMPA DE CONCRETO/FERRAGEM TAMPA DE CONCRETO CHAPA DE AÇO GALVANIZADA Nº12 Nota: 77. A caixa de 300 x 500 x 500 só deve ser usada em circuitos monofásicos cujos condutores tenham seção inferior ou igual a 16 mm². 80. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .Elaborado em: Página: 14/11/2013 103 de 120 Código: Revisão: NT.

004 02 DESENHO 15 – TRAVESSIA SUBTERRÂNEA DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 104 de 120 Código: Revisão: NT.31.

DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .31. D3 – disjuntores tripolares termomagnéticos com capacidade de interrupção simétrica mínima de acordo com esta Norma.004 02 DESENHO 16 – PROTEÇÃO DO RAMAL DE ENTRADA DERIVADO DA REDE DE BAIXA TENSÃO DA CEMAR OU DA CELPA FIGURA 1 UM CPG E DOISOU MAIS CM CPG D1 D2 D2 CM CM D3 D3 FIGURA 2 UM CPG INSTALADO NO CM D3 Nota: 81. D2.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 105 de 120 Código: Revisão: NT. D1.

DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .31.Elaborado em: Página: 14/11/2013 106 de 120 Código: Revisão: NT. Disjuntores termomagnéticos com capacidade de interrupção simétrica mínima de acordo com esta Norma.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS DESENHO 17 – PROTEÇÃO DO RAMAL DE ENTRADA DERIVADO DA REDE DE MÉDIA TENSÃO DA CEMAR OU DA CELPA FIGURA 3 FIGURA 4 UM TRANSFORMADOR COM DOIS OU MAIS CENTRO DE MEDIÇÃO UM TRANSFORMADOR COM UM CENTRO DE MEDIÇÃO C PG CPG D1 D1 D2 D2 CM CM CM D3 D2 FIGURA 5 DOIS TRANSFORMADORES EM PARALELO COM UM CENTRO DE MEDIÇÃO C PG D2 D3 D3 FIGURA 6 DOIS TRANSFORMADORES EM PARALELO COM DOIS OU MAIS CENTRO DE MEDIÇÃO CPG D1 D1 D1 D1 D2 D2 D2 D3 D3 D3 Nota: 82.

31.004 02 DESENHO 18 – LIGAÇÃO DE BOMBA DE INCÊNDIO IN STA LA ÇÃ O N ORM A L CEM A R OU CELPA M ED M ED E PROT CEM A R OU CELPA IN STALA ÇÃO DE COM BATE A IN CÊN DIO IN STA LA ÇÃ O N ORM A L M ED M ED E PROT C EM AR OU CELPA IN STALA ÇÃO DE COM BATE A IN CÊN DIO IN STALAÇÃO N ORM AL M ED M ED E PROT CEM AR OU CELPA IN STALAÇÃO DE COM BATE A IN C ÊN D IO IN STALAÇÃO N ORM AL M ED M ED E PROT IN STALAÇÃO DE COM BATE A IN CÊN DIO DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 107 de 120 Código: Revisão: NT.

NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 108 de 120 Código: Revisão: NT. Módulo IV – módulo de proteção. É usado quando a seção do condutor da unidade consumidora for superior a 35 mm². 84.31. Módulo II – módulo para medição trifásica. É usado quando a seção do condutor da unidade consumidora for de até 25 mm². 86.004 02 DESENHO 19 – CENTRO DE MEDIÇÃO VAZIO CONS UMIDO R DISJU NTOR GER AL BARRAM ENTO MÓ DUL O DE FIAÇÃO MÓ DUL O D EFIAÇÃ O PI SO C ON SU MI DO R M ON O FÁS IC O P IS O V AZI O D IS JUN TO R C ON SU M ID OR T RI FÁS IC O BA RR AM EN TO PISO P IS O Nota: 83. É usado para instalação do disjuntor geral do centro de medição. Módulo III – módulo de distribuição (módulo para instalação do barramento) é usado na posição horizontal. A sua montagem será obrigatoriamente na posição vertical. 85. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . Módulo I – módulo para medição direta monofásica ou trifásica.

Módulos vazios: espaços destinados a passagem dos cabos de alimentação do centro de medição. Caixa em chapa de aço laminado a frio nº 18 USSG ou em policarbonato. 93. Dimensões em milímetros. com 20 fios por polegada. Os módulos de distribuição e de proteção. A distância entre barras correspondentes a diferentes fases e entre estas e a estrutura de montagem devem obedecer às prescrições da NBR 5410. 98. 100. duas demãos de pintura anticorrosiva. no mínimo. após tratamento com jato de areia ou fosfatização. 97. 101. Utilizar. Quaisquer outros tipos de módulos.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 109 de 120 Código: Revisão: NT. etc. loja. 88. A cota da base do módulo III deve ser de 400 mm em relação ao piso pronto. condomínio. Os módulos devem permitir a montagem de medidores e disjuntores. 92. 90. tipos III e IV. deverão receber interna e externamente. 99.004 02 87. quanto a dimensões e material de fabricação. 95. Identificação: cada módulo deve ser identificado com o número do apartamento. tipo zarcoprimer e mais duas demãos de tinta esmalte sintético cor cinza clara. 89. um módulo de distribuição para cada 23 módulos de medição. tanto monofásicos como trifásicos. devem ser instalados na parte mais central possível do centro de medição. Somente serão ligadas as unidades consumidoras cujas caixas tenham sido aprovadas pela CEMAR ou pela CELPA. 94. Todos os módulos devem possuir luvas para alojamento do parafuso de segurança de 1/4". Não serão admitidos cantos vivos na superfície de contato com os condutores. 96. 91. monofásica ou trifásica. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . Os módulos devem ser firmemente atarraxados com parafusos zincados de 1/4" e 3/4". devem ser submetidos à prévia aprovação da CEMAR ou da CELPA. Preferencialmente será utilizado pintura a pó epóxi poliéster com espessura mínima de 80 micrômetros. As caixas em chapa de aço.31.

Exceto onde indicado. 103. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 110 de 120 Código: Revisão: NT.004 02 DESENHO 20 – CENTRO DE MEDIÇÃO – DETALHES DOS MÓDULOS CONSUMIDOR TRIFÁSICO DISJUNTOR BAR RAMENTO BAR RAMENTO VISTA FRONTAL DETALHE DE POSICIONAMENTO DOS MÓDULOS NA PARTE CENTRAL DO CENTRO DE MEDIÇÃO AGRUPADA Nota: 102. Admite-se uma tolerância de ± 2% nas cotas apresentadas. Dimensões em milímetros.31.

31. em aço ABNT 1010 a 1020. Material: cantoneira de perfil “L”. zincado por imersão a quente.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 111 de 120 Código: Revisão: NT. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . Dimensões em milímetros. laminado. 50 x 50 mm. 105.004 02 DESENHO 21 – SUPORTE PARA FIXAÇÃO DAS MUFLAS INTERNAS E DA CHAVE SECCIONADORA TRIPOLAR PERSPECTIVA Nota: 104. Onde marcado (*) as cotas são variáveis de acordo com as dimensões da chave utilizada.

NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 112 de 120 Código: Revisão: NT.004 02 DESENHO 22 – SUPORTE PARA FIXAÇÃO DA CHAVE SECIONADORA TRIPOLAR – CUBÍCULOS DE PROTEÇÃO E TRANSFORMAÇÃO FIGURA 1 . 107.SUPORTE PARA FIXAÇÃO DA CHAVE SECCIONADORA TRIPOLAR (CUBÍCULO DE TRANSFORMAÇÃO) Nota: 106. em aço ABNT 1010 a 1020.31. Material: cantoneira de perfil “L”. laminado. 50 x 50 mm. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . Dimensões em milímetros. zincado por imersão a quente.SUPORTE PARA FIXAÇÃO DA CHAVE SECCIONADORA TRIPOLAR (CUBÍCULO DE DISJUNÇÃO) FIGURA 2 .

Elaborado em: Página: 14/11/2013 113 de 120 Código: Revisão: NT. Abraçadeira – barra chata de 40 x 4 mm em aço zincado. laminado.SUPORTE PARA FIXAÇÃO DO EIXO DE ACIONAMENTO DA CHAVE SECCIONADORA TRIPOLAR (CUBÍCULO DE TRANSFORMAÇÃO) FIGURA 2 . 109. zincado por imersão a quente. Suporte cantoneira de perfil “L” – 50 x 50 mm. em aço ABNT 1010 a 1020. Onde marcado (*) as cotas são variáveis de acordo com as dimensões da chave utilizada. laminado. ABNT 1010 a 1020. 110.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS DESENHO 23 – SUPORTE PARA FIXAÇÃO DA CHAVE SECIONADORA TRIPOLAR – CUBÍCULOS DE PROTEÇÃO E TRANSFORMAÇÃO ABRAÇADEIRA FIGURA 1 . Dimensões em milímetros. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . zincado por imersão a quente.31.SUPORTE PARA FIXAÇÃO DO EIXO DE ACIONAMENTO DA CHAVE SECCIONADORA TRIPOLAR (CUBÍCULO DE DISJUNÇÃO) DETALHE DE MONTAGEM Nota: 108.

Dimensões em milímetros. zincado por imersão a quente.31. em aço ABNT 1010 a 1020. Material: cantoneira de perfil “L”.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 114 de 120 Código: Revisão: NT. laminado. 112.004 02 DESENHO 24 – SUPORTE PARA FIXAÇÃO DOS CABOS ISOLADOS DE MÉDIA TENSÃO VISTA FRONTAL VISTA SUPERIOR VISTA LATERAL Nota: 111. 50 x 50 mm. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .

zincado por imersão a quente. 50 x 50 mm. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .004 02 DESENHO 25 – SUPORTE PARA FIXAÇÃO DOS ISOLADORES DE APOIO DE MÉDIA TENSÃO VISTA SUPERIOR VISTA LATERAL VISTA FRONTAL Nota: 113. Material: cantoneira de perfil “L”.31. Dimensões em milímetros. 114.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 115 de 120 Código: Revisão: NT. em aço ABNT 1010 a 1020. laminado.

em aço ABNT 1010 a 1020. zincado por imersão a quente. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . Material: suporte cantoneira “L”.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS DESENHO 26 – SUPORTE PARA FIXAÇÃO DOS PÁRA-RAIOS V ISTA FRONTA L VISTA SUPERIOR VISTA LA TERAL Nota: 115. 116. Dimensões em milímetros.31.Elaborado em: Página: 14/11/2013 116 de 120 Código: Revisão: NT. laminado.

NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 117 de 120 Código: Revisão: NT. zincado por imersão a quente.31. Material: chapa em aço ABNT 1010 a 1020.004 02 DESENHO 27 – CHAPA DE PASSAGEM Nota: 117. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . laminado. com 5 mm de espessura. Dimensões em milímetros. 118.

30 x 40 mm. com malha de 13 x 13 mm. 40 x 5 mm.31. Cantoneira de perfil “L”.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS DESENHO 28 – TELA METÁLICA PARA CUBÍCULO DE DISJUNÇÃO JANELA PARA ENGATE DO PAINEL DO DISJUNTOR DIMENSÕES VARIÁVEIS DE ACORDO COM O DISJUNTOR UTILIZADO DETALHE A DETALHE A Nota: 119. 120. Cantoneira de perfil “L”. Material: Tela metálica. Todas as partes metálicas devem ser zincadas por imersão a quente. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . Dimensões em milímetros.Elaborado em: Página: 14/11/2013 118 de 120 Código: Revisão: NT. chumbada à parede.

Dimensões em milímetros.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS DESENHO 29 – TELA METÁLICA PARA CUBÍCULO DE TRANSFORMAÇÃO DETALHE A DETALHE A Nota: 121. Material: Tela metálica.Elaborado em: Página: 14/11/2013 119 de 120 Código: Revisão: NT. 40 x 5 mm. 30 x 40 mm. chumbada à parede. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .31. Cantoneira de perfil “L”. com malha de 13 x 13 mm. 122. Cantoneira de perfil “L”. Todas as partes metálicas devem ser zincadas por imersão a quente.

Gerência de Expansão e Melhoria do Sistema Elétrico Emanoel Fernando Ramos dos Santos .Gerência de Normas e Padrões Eduardo Nunes Raposo .004 02 11 CONTROLE DE REVISÕES REV 00 01 02 DATA 07/12/2010 30/08/2013 14/11/2013 ITEM DESCRIÇÃO DA MODIFICAÇÃO RESPONSÁVEL Emissão Inicial Francisco Carlos Martins Ferreira/ Larissa Cathariny Ramos de Souza/ Orlando Maramaldo Cruz Revisão Geral Francisco Carlos Martins Ferreira/ Orlando Maramaldo Cruz/ Adriane Barbosa de Brito Revisão Geral Francisco Carlos Martins Ferreira/ Orlando Maramaldo Cruz/ Adriane Barbosa de Brito - Todos Todos 12 APROVAÇÃO ELABORADOR (ES) / REVISOR (ES) Adriane Barbosa de Brito .Gerência de Operação do Sistema Elétrico Enoque Gomes dos Reis .Gerência de Normas e Padrões APROVADOR (ES) Jorge Alberto Tavares de Oliveira .31.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 120 de 120 Código: Revisão: NT.Gerência de Relacionamento com o Cliente Orlando Maramaldo Cruz .Gerência de Planejamento do Sistema Elétrico Francisco Carlos Martins Ferreira .Gerência de Normas e Padrões DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .Gerência de Normas e Padrões Thays De Morais Nunes Ferreira .Gerência de Normas e Padrões Marcelo Fernandes Augusto Junior .

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