NORMA TÉCNICA

Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A
EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS

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02

SUMÁRIO
1

FINALIDADE ............................................................................................................................... 7

2

CAMPO DE APLICAÇÃO ........................................................................................................... 7
2.1

Esta norma se aplica .......................................................................................................... 7

2.2

Esta norma não se aplica ................................................................................................... 7

3

RESPONSABILIDADES.............................................................................................................. 7

4

DEFINIÇÕES ............................................................................................................................... 8
4.1

Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL ............................................................... 8

4.2

Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT ....................................................... 8

4.3

Aterramento......................................................................................................................... 8

4.4

Cabo Concêntrico ............................................................................................................... 8

4.5

Cabos Isolados Multiplexados .......................................................................................... 9

4.6

Cargas Elétricas Especiais ................................................................................................ 9

4.7

Carga Instalada ................................................................................................................... 9

4.8

Centro de Medição (CM)..................................................................................................... 9

4.9

Centro de Proteção Geral (CPG) ....................................................................................... 9

4.10

Consumidor ......................................................................................................................... 9

4.10.1 Consumidor Especial ....................................................................................................... 9
4.10.2 Consumidor Livre ............................................................................................................ 9
4.10.3 Consumidor Potencialmente Livre ................................................................................ 10
4.11

Demanda ............................................................................................................................ 10

4.12

Demanda Contratada ........................................................................................................ 10

4.13

Desmembramento............................................................................................................. 10

4.14

Disjuntor Termomagnético .............................................................................................. 10

4.15

Distribuidora...................................................................................................................... 10

4.16

Edificação de Uso Individual ........................................................................................... 10

4.17

Edificação de Múltiplas Unidades Consumidoras - EMUC .......................................... 10

4.18

Empreendimentos habitacionais para fins urbanos .....................................................11

4.19

Empreendimentos habitacionais para fins urbanos de interesse social ................... 11

4.20

Empreendimentos habitacionais integrados à edificação ........................................... 11

4.21

Energia Elétrica Ativa ....................................................................................................... 11

4.22

Energia Elétrica Reativa ................................................................................................... 11

4.23

Entrada de Serviço ........................................................................................................... 11

4.24

Fator de Potência .............................................................................................................. 11

4.25

Fornecimento Provisório ................................................................................................. 11

4.26

Inspeção ............................................................................................................................ 12

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4.27

Lote .................................................................................................................................... 12

4.28

Loteamento........................................................................................................................ 12

4.29

Malha de Aterramento ...................................................................................................... 12

4.30

Medição agrupada ............................................................................................................ 12

4.31

Medidor .............................................................................................................................. 12

4.32

Medição totalizadora ........................................................................................................ 12

4.33

Módulo de Medição........................................................................................................... 12

4.34

Módulo de Distribuição .................................................................................................... 12

4.35

Ponto de Entrega .............................................................................................................. 13

4.36

Ponto de Ligação .............................................................................................................. 13

4.37

Poste Auxiliar .................................................................................................................... 13

4.38

Ramal de Entrada.............................................................................................................. 13

4.39

Ramal de Ligação ............................................................................................................. 13

4.40

Solicitação de fornecimento ............................................................................................ 13

4.41

Tensão de Atendimento ................................................................................................... 13

4.42

Tensão de Fornecimento ................................................................................................. 13

4.43

Tensão Nominal ................................................................................................................ 13

4.44

Unidade Consumidora ..................................................................................................... 14

4.45

Vistoria ............................................................................................................................... 14

5

REFERÊNCIAS ......................................................................................................................... 14

6

DISPOSIÇÕES GERAIS............................................................................................................ 15
6.1

Generalidades ................................................................................................................... 15

6.2

Limites de Fornecimento ................................................................................................. 16

6.2.1 Limites de Fornecimento CEMAR .................................................................................... 16
6.2.2 Limites de Fornecimento CELPA...................................................................................... 17
6.2.3 Critérios de Fornecimento à EMUC’s ............................................................................... 18
6.3

Características

de

Atendimento

à

Edificação

de

Múltiplas

Unidades

Consumidoras............................................................................................................................ 19
6.3.1 Atendimento através da Rede de Baixa Tensão da CEMAR ou da CELPA .................... 19
6.3.2 Atendimento através da Rede de Média Tensão da CEMAR ou da CELPA ................... 19
6.4

Responsabilidades do Consumidor ............................................................................... 19

6.5

Responsabilidades da CEMAR e da CELPA .................................................................. 21

6.6

Localização da Subestação ............................................................................................. 21

6.7

Acesso às Instalações Consumidoras ........................................................................... 22

6.8

Entrada de Serviço ........................................................................................................... 22

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6.8.1 Ramal de Ligação ............................................................................................................. 22
6.8.1.1 Ramal de Ligação derivado da Rede de Baixa Tensão da CEMAR e da CELPA ........ 22
6.8.1.2 Ramal de Ligação derivado da Rede de Média Tensão da CEMAR e da CELPA ....... 23
6.8.2 Ponto de Entrega .............................................................................................................. 26
6.8.2.1 Edificações Verticais com alimentação derivada da Rede de Baixa Tensão da
CEMAR ou da CELPA ...................................................................................................... 26
6.8.2.2 Edificações Verticais com alimentação derivada da Rede de Média Tensão da
CEMAR ou da CELPA ...................................................................................................... 26
6.8.2.3 Edificações Horizontais ................................................................................................. 26
6.8.3 Ramal de Entrada ............................................................................................................. 27
6.8.3.1 O Ramal de Entrada deve obedecer às seguintes prescrições: ................................... 27
6.8.3.2 Prescrições do Ramal de Entrada Derivado da Rede de Baixa Tensão ...................... 27
6.9

Padrões Construtivos e Características Gerais das Subestações.............................. 28

6.10

Medição.............................................................................................................................. 28

6.10.1 Generalidades ............................................................................................................... 28
6.10.2 Centro de Medição - CM ............................................................................................... 29
6.10.3 Localização da Medição e do Medidor .......................................................................... 31
6.10.4 Medição para Bomba de Incêndio ................................................................................. 32
6.10.5 Medição Totalizadora .................................................................................................... 32
6.11

Proteção ............................................................................................................................. 32

6.11.1 Centro de Proteção Geral - CPG .................................................................................. 32
6.11.2 Proteção de Edificação com alimentação derivada da Rede Secundária da CEMAR
ou da CELPA .................................................................................................................... 32
6.11.3 Proteção de Edificação com alimentação derivada da Rede Primária da CEMAR ou
da CELPA ......................................................................................................................... 33

7

6.12

Aterramento....................................................................................................................... 34

6.13

Geração Própria ................................................................................................................ 35

ATENDIMENTO AO CLIENTE .................................................................................................. 35
7.1

Obtenção de Estudo de Viabilidade Técnica ................................................................. 36

7.2

Projeto ................................................................................................................................ 37

7.2.1 Generalidades ................................................................................................................... 37

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7.2.2 Apresentação do projeto ................................................................................................... 38
7.2.2.1 Considerações Gerais ................................................................................................... 38
7.2.2.2 Projeto Elétrico .............................................................................................................. 38
7.2.3 Análise do Projeto ............................................................................................................. 42
7.2.4 Responsabilidades............................................................................................................ 43
7.2.5 Execução do Projeto ......................................................................................................... 43
7.3

Solicitação de Fornecimento ........................................................................................... 43

7.3.1 Generalidades ................................................................................................................... 43
7.3.2 Solicitação de Vistoria e Ligação do Empreendimento .................................................... 44
7.3.3 Solicitação de Vistoria e Ligação de Unidade Consumidora pertencente à Edificação ... 45
7.4
8

Casos Omissos ................................................................................................................. 45

ANEXOS .................................................................................................................................... 46
ANEXO I – CÁLCULO DE DEMANDA DA INSTALAÇÃO CONSUMIDORA ............................. 46

TABELA A ................................................................................................................................48
ANEXO II – SOLICITAÇÃO PARA ESTUDO DE VIABILIDADE TÉCNICA................................ 60
ANEXO III – CARTA DE APRESENTAÇÃO DE PROJETO ........................................................ 61
ANEXO IV – MODELO DE SOLICITAÇÃO DE VISTORIA E LIGAÇÃO ..................................... 62
ANEXO V – TERMO DE TRANSFERÊNCIA ................................................................................ 63
ANEXO VI – MODELO DO MEMORIAL TÉCNICO DESCRITIVO DE USO COLETIVO ............ 64
9

TABELAS .................................................................................................................................. 73
TABELA 1 – POTÊNCIA DE APARELHOS ELETRODOMÉSTICOS ......................................... 73
TABELA 2.1 – FATORES DE DEMANDA PARA ILUMINAÇÃO E TOMADAS DE USO GERAL
PARA UNIDADES CONSUMIDORAS NÃO RESIDENCIAIS ...................................................... 74
TABELA 2.2 – FATORES DE DEMANDA PARA ILUMINAÇÃO E TOMADAS DE USO GERAL
PARA UNIDADES CONSUMIDORAS RESIDENCIAIS ............................................................... 75
TABELA 3 – LIMITES DE QUEDA DE TENSÃO ......................................................................... 75
TABELA 4 – FATORES DE DEMANDA DE MOTOR-BOMBA HIDROMASSAGEM ................. 76
TABELA 5 – FATORES DE DEMANDA DE APARELHOS DE AQUECIMENTO E
ELETRODOMÉSTICOS EM GERAL ............................................................................................ 76
TABELA 6 - FATORES DE DEMANDA DE APARELHOS DE AR CONDICIONADO ............... 77
TABELA 7 – FATORES DE DEMANDA PARA ELEVADORES ................................................. 78
TABELA 8 – DETERMINAÇÃO DA DEMANDA EM FUNÇÃO DA QUANTIDADE DE MOTORES
- (VALORES EM kVA) – MOTORES MONOFÁSICOS ................................................................ 78
TABELA 9 – DETERMINAÇÃO DA DEMANDA EM FUNÇÃO DA QUANTIDADE DE MOTORES
- (VALORES EM kVA) – MOTORES TRIFÁSICOS ..................................................................... 79
TABELA 10 – DEMANDA POR APARTAMENTO RESIDENCIAL EM FUNÇÃO DA ÁREA ÚTIL
80

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TABELA 11 – FATOR DE DIVERSIDADE ................................................................................... 81
TABELA 12 – FATOR PARA DIVERSIFICAÇÃO DA DEMANDA EM FUNÇÃO DO NÚMERO DE
APARTAMENTOS RESIDENCIAIS DA EDIFICAÇÃO ................................................................ 82
TABELA 13 – FATORES DE DEMANDA INDIVIDUAIS PARA MÁQUINAS DE SOLDA A
TRANSFORMADOR E APARELHOS DE RAIOS X E GALVANIZAÇÃO ................................... 84
TABELA 14 - DIMENSIONAMENTO PELA CAPACIDADE DE CORRENTE DO BARRAMENTO
DE BAIXA TENSÃO ...................................................................................................................... 84
TABELA 15 – DIMENSIONAMENTO DE CONDUTORES E PROTEÇÃO PARA UNIDADES
CONSUMIDORAS ......................................................................................................................... 85
TABELA 16 – DIMENSIONAMENTO DE TRANSFORMADORES ............................................. 86
TABELA 17 – DISPOSITIVO DE PARTIDA DE MOTORES TRIFÁSICOS ................................. 87
10

DESENHOS ............................................................................................................................... 88
DESENHO 1 – PLANTA DE SITUAÇÃO...................................................................................... 88
EXEMPLO 1 - PLANTA DE SITUAÇÃO APLICADO A CEMAR ................................................. 88
EXEMPLO 2 - PLANTA DE SITUAÇÃO APLICADO A CELPA .................................................. 89
DESENHO 2 – AFASTAMENTOS MÍNIMOS ENTRE CONDUTORES E EDIFICAÇÕES .......... 90
DESENHO 3 – CABINE DE PROTEÇÃO E TRANSFORMAÇÃO – ENTRADA AÉREA ........... 91
DESENHO 4 – CABINE DE PROTEÇÃO E TRANSFORMAÇÃO – ENTRADA SUBTERRÂNEA
92
DESENHO 5 – ESPAÇAMENTOS PARA INSTALAÇÕES INTERNAS (A) ................................ 94
DESENHO 6 – ESPAÇAMENTOS PARA INSTALAÇÕES INTERNAS (B) ................................ 95
DESENHO 7 – BACIA DE CONTENÇÃO DE ÓLEO ................................................................... 96
DESENHO 8 – RAMAL DE LIGAÇÃO DERIVANDO DA REDE DE MÉDIA TENSÃO CEMAR OU
DA CELPA - ENTRADA SUBTERRÂNEA COM MUFLAS MONOFÁSICAS ............................. 97
DESENHO 9 – RAMAL DE LIGAÇÃO DERIVANDO DA REDE DE MÉDIA TENSÃO DA CEMAR
OU DA CELPA - ENTRADA AÉREA............................................................................................ 98
DESENHO 10 – RAMAL DE LIGAÇÃO DERIVANDO DA REDE DE MÉDIA TENSÃO DA
CEMAR E DA CELPA - ENTRADA MISTA .................................................................................. 99
DESENHO 11 – BANCO DE DUTOS PARA ENTRADA SUBTERRÂNEA DA REDE
SECUNDÁRIA ............................................................................................................................. 100
DESENHO 12 – BANCO DE DUTOS PARA ENTRADA SUBTERRÂNEA DA REDE PRIMÁRIA
101
DESENHO 13 – RAMAL DE LIGAÇÃO DERIVADA DA REDE DE BAIXA TENSÃO DA CEMAR
OU DA CELPA ............................................................................................................................ 102
DESENHO 14 – CAIXA DE PASSAGEM LACRÁVEL ............................................................. 103
DESENHO 15 – TRAVESSIA SUBTERRÂNEA ......................................................................... 104
DESENHO 16 – PROTEÇÃO DO RAMAL DE ENTRADA DERIVADO DA REDE DE BAIXA
TENSÃO DA CEMAR OU DA CELPA........................................................................................ 105
DESENHO 17 – PROTEÇÃO DO RAMAL DE ENTRADA DERIVADO DA REDE DE MÉDIA
TENSÃO DA CEMAR OU DA CELPA........................................................................................ 106
DESENHO 18 – LIGAÇÃO DE BOMBA DE INCÊNDIO ............................................................ 107
DESENHO 19 – CENTRO DE MEDIÇÃO ................................................................................... 108
DESENHO 20 – CENTRO DE MEDIÇÃO – DETALHES DOS MÓDULOS ............................... 110

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DESENHO 21 – SUPORTE PARA FIXAÇÃO DAS MUFLAS INTERNAS E DA CHAVE
SECCIONADORA TRIPOLAR .................................................................................................... 111
DESENHO 22 – SUPORTE PARA FIXAÇÃO DA CHAVE SECIONADORA TRIPOLAR –
CUBÍCULOS DE PROTEÇÃO E TRANSFORMAÇÃO .............................................................. 112
DESENHO 23 – SUPORTE PARA FIXAÇÃO DA CHAVE SECIONADORA TRIPOLAR –
CUBÍCULOS DE PROTEÇÃO E TRANSFORMAÇÃO .............................................................. 113
DESENHO 24 – SUPORTE PARA FIXAÇÃO DOS CABOS ISOLADOS DE MÉDIA TENSÃO114
DESENHO 25 – SUPORTE PARA FIXAÇÃO DOS ISOLADORES DE APOIO DE MÉDIA
TENSÃO ...................................................................................................................................... 115
DESENHO 26 – SUPORTE PARA FIXAÇÃO DOS PÁRA-RAIOS ........................................... 116
DESENHO 27 – CHAPA DE PASSAGEM.................................................................................. 117
DESENHO 28 – TELA METÁLICA PARA CUBÍCULO DE DISJUNÇÃO ................................. 118
DESENHO 29 – TELA METÁLICA PARA CUBÍCULO DE TRANSFORMAÇÃO ..................... 119
11

CONTROLE DE REVISÕES.................................................................................................... 120

12

APROVAÇÃO .......................................................................................................................... 120

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a fim de possibilitar o fornecimento de energia elétrica em média tensão (15 kV e 36. Pousadas. Gerência de Planejamento do Sistema Elétrico: Realizar as atividades relacionadas ao planejamento do sistema elétrico de acordo com as regras e recomendações definidas neste instrumento normativo.004 02 FINALIDADE Esta Norma Técnica tem a finalidade de estabelecer condições técnicas mínimas exigidas pela Companhia Energética do Maranhão-CEMAR e pela Centrais Elétricas do Pará. 2. As recomendações aqui contidas aplicam-se a novas instalações. a reformas ou ampliação de instalações já existentes e respeitam o que prescrevem as legislações oficiais. que pela localização necessitam de medição agrupada. pertencentes à Diretoria de Distribuição.1 CAMPO DE APLICAÇÃO Esta norma se aplica Aplica-se à Gerência de Expansão e Melhoria do Sistema Elétrico. as normas da ABNT e os documentos técnicos da CEMAR e da CELPA em vigor. à Gerência de Recuperação de Energia e à Gerência de Relacionamento com o Cliente. respeitando-se a legislação emanada pelos órgãos competentes. Também se aplica a todas as empresas responsáveis pela elaboração de projetos e construção de instalações de Edificações de Múltiplas Unidades Consumidoras novas.CELPA na elaboração de projeto e execução das entradas de serviços de energia elétrica para ligação de unidades consumidoras localizadas em edifícios de uso coletivo e a edificações individuais atendidas através de medições agrupadas. localizadas na área de concessão da CEMAR e da CELPA. etc. tais como: Motel. bem como Edificações individualizadas. Participar do processo de revisão desta norma. 2 2. no âmbito da CEMAR e da CELPA. 3 RESPONSABILIDADES Gerência de Normas e Padrões: Estabelecer as normas e padrões técnicos para o fornecimento de energia elétrica a edificações de múltiplas unidades consumidoras. Gerência de Expansão e Melhoria do Sistema Elétrico: Realizar as atividades relacionadas à expansão e melhoria do sistema elétrico de acordo com as regras e recomendações definidas neste instrumento normativo.2 kV) e em baixa tensão (220/380V ou 127/220V) pela CEMAR e pela CELPA. à Gerência de Planejamento do Sistema Elétrico. atendidas em Baixa Tensão.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS 1 Elaborado em: Página: 14/11/2013 7 de 120 Código: Revisão: NT. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .31. à Gerência de Serviços de Rede e à Gerência de Manutenção do Sistema Elétrico. à Gerência de Operação do Sistema Elétrico.2 Esta norma não se aplica Esta Norma não se aplica à ligação de edificações caracterizadas por serviços de hotelaria. Coordenar o processo de revisão desta norma. pertencentes à Diretoria Comercial. ampliações e reformas. Hotel.

Participar do processo de revisão desta norma. 4 4. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . Participar do processo de revisão desta norma.ABNT Associação privada sem fins lucrativo responsável pela elaboração das normas técnicas no Brasil.1 DEFINIÇÕES Agência Nacional de Energia Elétrica .2 Associação Brasileira de Normas Técnicas . transmissão. divulgando as mesmas ao cliente.31. Participar do processo de revisão desta norma. incluindo o neutro da rede e da referida instalação.3 Aterramento Ligação à terra de todas as partes metálicas não energizadas de uma instalação.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 8 de 120 Código: Revisão: NT. Participar do processo de revisão desta norma. 4. 4. 4. Participar do processo de revisão desta norma. Projetistas e Construtoras que realizam serviços na área de concessão da CEMAR e da CELPA: Realizar suas atividades de acordo com as regras e recomendações definidas neste instrumento normativo. Gerência de Manutenção do Sistema Elétrico: Realizar as atividades relacionadas à manutenção do sistema elétrico de acordo com as regras e recomendações definidas neste instrumento normativo. de acordo com a legislação e em conformidade com as diretrizes e as políticas do governo federal. Gerência de Recuperação de Energia: Realizar as atividades relacionadas à recuperação de energia de acordo com as regras e recomendações definidas neste instrumento normativo. distribuição e comercialização de energia elétrica. Gerência de Relacionamento com o Cliente: Realizar as atividades de relacionamento com o cliente de acordo com as regras e recomendações definidas neste instrumento normativo.427 de 26/12/1996 com a finalidade de regular e fiscalizar a produção. e um condutor neutro disposto helicoidalmente sobre esta isolação e recoberto por outra camada isolante protetora.4 Cabo Concêntrico Cabo composto de um condutor fase isolado.ANEEL Autarquia criada pela Lei 9.004 02 Gerência de Operação do Sistema Elétrico: Realizar as atividades relacionadas à operação do sistema elétrico de acordo com as regras e recomendações definidas neste instrumento normativo. Gerência de Serviços de Rede: Realizar os serviços de rede de acordo com as regras e recomendações definidas neste instrumento normativo.

que adquire energia elétrica no ambiente de contratação livre para unidades consumidoras que satisfaçam. da categoria de comercialização. etc.6 Cargas Elétricas Especiais Aparelhos elétricos. utilizados como condutores fase.2 Consumidor Livre Agente da CCEE. os requisitos dispostos nos arts. torcidos em torno de um condutor.10. 15 e 16 da Lei no 9. expressa em quilowatts (kW). para unidade consumidora ou unidades consumidoras reunidas por comunhão de interesses de fato ou de direito cuja carga seja maior ou igual a 500 kW e que não satisfaçam.074. assumindo as obrigações decorrentes deste atendimento à(s) sua(s) unidade(s) consumidora(s). 4. que adquire energia elétrica proveniente de empreendimentos de geração enquadrados no § 5º do art. cujo regime de funcionamento possa causar perturbações ao suprimento normal de energia dos demais Consumidores tais como: motores. os requisitos dispostos nos arts. 4. das Unidades de Consumo do prédio. com funções de condutor neutro e de elemento de sustentação. 4. segundo disposto nas normas e nos contratos. em condições de entrar em funcionamento. 15 e 16 da Lei no 9.5 Elaborado em: Página: 14/11/2013 9 de 120 Código: Revisão: NT.074.9 Centro de Proteção Geral (CPG) Módulo para instalação dos equipamentos de seccionamento e proteção do ramal de entrada.10 Consumidor Pessoa física ou jurídica. que solicitar à CEMAR ou à CELPA o fornecimento de energia elétrica ou o uso do sistema elétrico. 4. 4.427. legalmente representada.31. dois ou três condutores isolados.8 Centro de Medição (CM) É o conjunto dos módulos de distribuição e medição de energia elétrica. de direito público ou privado. individualmente. máquinas de solda. 4. de 1995.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS 4.10. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . 26 da Lei no 9.7 Carga Instalada Soma das potências nominais dos equipamentos elétricos instalados na unidade consumidora. aparelhos de raios-x. sendo: 4.1 Consumidor Especial Agente da CEEE. da categoria de comercialização.004 02 Cabos Isolados Multiplexados Cabos constituídos por um. individualmente. de 7 de julho de 1995. de 26 de dezembro de 1996.

13 Desmembramento Subdivisão de gleba em lotes destinados a edificação. incluindo postos de combustíveis com lojas de conveniência. porém não adquirem energia elétrica no ambiente de contratação livre.31. constituindo uma Unidade Consumidora. 4.17 Edificação de Múltiplas Unidades Consumidoras . colocada continuamente à disposição do Consumidor. nem prolongamento. 4. e que possua área em condomínio com utilização de energia elétrica. 4.004 02 4. com aproveitamento do sistema viário existente. de 1995. respectivamente. 15 e 16 da Lei no 9. modificação ou ampliação dos já existentes. independentemente de ser ou não utilizada durante o período de faturamento em quilowatts (kW). Podem ser edificações isoladas. 4. contra sobrecarga e curto-circuito.EMUC É toda edificação que possui mais de uma unidade consumidora e que dispõe de área comum de circulação com utilização de energia elétrica. reconhecido pelos poderes públicos. 4. durante um intervalo de tempo especificado. desde que não implique a abertura de novas vias e logradouros públicos.15 Distribuidora Agente titular de concessão ou permissão federal para prestar o serviço público de distribuição de energia elétrica. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . 4. interligadas ou agrupadas no mesmo terreno. no ponto de entrega e que será integralmente paga. solicitadas ao sistema elétrico pela parcela da carga instalada em operação na unidade consumidora.11 Demanda Média das potências elétricas ativas ou reativas.16 Edificação de Uso Individual Todo e qualquer imóvel. individualmente.10.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 10 de 120 Código: Revisão: NT.12 Demanda Contratada É a demanda de potência ativa prevista em contrato.074.3 Consumidor Potencialmente Livre Aquele cujas unidades consumidoras satisfazem. os requisitos dispostos nos arts. expressas em quilowatts (kW) e quilovolt-ampère-reativo (kVAr).14 Disjuntor Termomagnético Equipamento destinado a proteger os condutores e demais equipamentos da unidade consumidora. 4.

obras ou similares.21 Energia Elétrica Ativa Aquela que pode ser convertida em outra forma de energia.23 Entrada de Serviço É o conjunto de equipamentos. ou construídos no âmbito de programas habitacionais de interesse social implantados pelo poder público. expressa em quilovolt-ampère-reativo-hora (kVArh). estas autorizadas por lei a implantar projetos de habitação. desmembramentos. de expansão urbana ou de urbanização específica. 4.25 Fornecimento Provisório É aquele cujo fornecimento se destina ao atendimento de eventos temporários. destinados predominantemente às famílias de baixa renda. Distrito Federal.Elaborado em: Página: 14/11/2013 11 de 120 Código: Revisão: NT. na forma da legislação em vigor. 4. assim definidas pelo plano diretor ou aprovadas por lei municipal. Municípios ou suas entidades delegadas. É constituída pelo ramal de ligação e ramal de entrada. condutores e acessórios instalados a partir do ponto de conexão na rede da CEMAR ou da CELPA até a medição. expressa em quilowatts-hora (kWh).31. 4. consumidas num mesmo período especificado. parques de diversões.18 Empreendimentos habitacionais para fins urbanos Loteamentos.19 Empreendimentos habitacionais para fins urbanos de interesse social Empreendimentos habitacionais.24 Fator de Potência Razão entre a energia elétrica ativa e a raiz quadrada da soma dos quadrados das energias elétricas ativa e reativa. Estados. concomitantemente à implantação das obras de infraestrutura/urbanização. estando o atendimento condicionado à disponibilidade de energia elétrica. 4. implantados em zona habitacional declarada por lei como de interesse social. tais como: festividades. 4.22 Energia Elétrica Reativa Aquela que circula entre os diversos campos elétricos e magnéticos de um sistema de corrente alternada.20 Empreendimentos habitacionais integrados à edificação Empreendimento em que a construção das edificações nos lotes ou unidades autônomas é feita pelo responsável pela implantação do empreendimento. sem produzir trabalho. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . 4. condomínios e outros tipos estabelecidos na forma da legislação em vigor.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS 4. 4. ou promovidos pela União. circos. exposições. localizados em zonas urbanas.

de logradouros públicos ou prolongamento.31.34 Módulo de Distribuição Módulo lacrável destinado à instalação do barramento e da proteção geral. 4. o funcionamento do sistema de medição e a confirmação dos dados cadastrais. Este módulo deve conter os elementos de comando e proteção geral da instalação de cada unidade consumidora.31 Medidor Aparelho fornecido e instalado pela CEMAR e pela CELPA. quando for o caso. 4. 4. com abertura de novas vias de circulação. enterrados no solo. para fins de faturamento entre o ponto de entrega e o barramento geral. 4. localizados em edificações que não possuam área em condomínio com utilização de energia elétrica.30 Medição agrupada Sistema de medição destinada a até quatro unidades consumidoras. pelo Distrito Federal.29 Malha de Aterramento É constituída de eletrodos de aterramento interligados por condutores nus. com o objetivo de medir e registrar o consumo de energia elétrica de cada consumidor. sempre que não for utilizado o sistema de medição convencional. com vistas a verificar sua adequação aos padrões técnicos e de segurança da CEMAR e da CELPA.28 Loteamento Subdivisão de gleba de terreno em lotes destinados à edificação. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .27 Lote Terreno servido de infraestrutura básica cujas dimensões atendam aos índices urbanísticos definidos pelo plano diretor ou lei municipal para a zona em que se situe. 4.26 Inspeção Fiscalização da unidade consumidora. Cada unidade consumidora deverá ter carga instalada de até 12 kW para a área de concessão CEMAR e 10 kW para área de concessão CELPA. 4.32 Medição totalizadora Aquela cujos equipamentos são instalados em entradas coletivas.33 Módulo de Medição Módulo lacrável destinado a instalação do medidor. por conveniência do consumidor e concordância da distribuidora. cujo projeto tenha sido devidamente aprovado pela respectiva Prefeitura Municipal ou. 4. modificação ou ampliação das vias existentes.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 12 de 120 Código: Revisão: NT. quando necessário. 4.004 02 4. posteriormente à ligação.

004 02 4. 4. precária ou crítica.41 Tensão de Atendimento Valor eficaz de tensão no ponto de entrega ou de conexão. elevar e/ou desviar o ramal de ligação e o ramal de entrada. quer seja nova ou existente.39 Ramal de Ligação Conjunto de condutores e acessórios instalados entre o ponto de derivação da rede da CEMAR ou da CELPA e o ponto de entrega. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . obtido por meio de medição. 4. expresso em volts (V) ou quilovolts (kV). 4. 4. segundo disposto nas normas e nos respectivos contratos.42 Tensão de Fornecimento Tensão fixada pela CEMAR e pela CELPA para fornecimento de energia elétrica dentro dos limites definidos pelo poder concedente. caracterizando-se como o limite de responsabilidade do fornecimento. expressa em volts (V) ou quilovolts (kV).37 Poste Auxiliar Poste situado na Unidade Consumidora com a finalidade de fixar. expresso em volts (V) ou quilovolts (kV). 4.40 Solicitação de fornecimento Ato voluntário do interessado na prestação do serviço público de fornecimento de energia ou conexão e uso do sistema elétrico da CEMAR ou da CELPA. 4.31. de acordo com a leitura efetuada.36 Ponto de Ligação É o ponto da rede da CEMAR e ou da CELPA do qual deriva o ramal de ligação da unidade consumidora. 4.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 13 de 120 Código: Revisão: NT. podendo ser classificada em adequada. 4.43 Tensão Nominal Valor eficaz da tensão de linha pela qual o sistema é designado.35 Ponto de Entrega Ponto de conexão do sistema elétrico da CEMAR ou da CELPA com as instalações elétricas da Unidade Consumidora. efetivado pela alteração de titularidade de unidade consumidora que permanecer ligada ou ainda por sua ligação.38 Ramal de Entrada Conjunto de condutores e acessórios instalados pelo consumidor entre o ponto de entrega e a medição ou a proteção de suas instalações.

45 Vistoria Procedimento realizado pela CEMAR ou pela CELPA na unidade consumidora.Módulo 8: Qualidade da Energia Elétrica. correspondente a um único consumidor e localizado em uma mesma propriedade ou em propriedades contíguas. coma finalidade de verificar sua adequação aos padrões técnicos e de segurança da CEMAR e da CELPA. 5 REFERÊNCIAS [1] ANEEL (2010). [6] NT.0kV a 36.001. [11] NBR 12693:2010 – Sistemas de proteção por extintores de incêndio. [2] ANEEL (2010). 4.44 Unidade Consumidora Conjunto composto por instalações.31. ramal de entrada. equipamentos elétricos. [4] NT.Elaborado em: Página: 14/11/2013 14 de 120 Código: Revisão: NT.Incorporação de Redes de Distribuição.31.Leiaute e dimensões.31. incluída a subestação. condutores e acessórios. [5] NT. Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional (PRODIST) .Fornecimento de Energia Elétrica em Baixa Tensão. com medição individualizada.017.31.2 kV) [7] NBR 5410:2008 – Instalações elétricas de baixa tensão.Requisitos específicos para instalação em estabelecimentos assistenciais de saúde.Fornecimento de Energia Elétrica em Média Tensão (15 e 36.02 . [14] NBR 14039:2005 – Instalações elétricas de média tensão de 1. [10] NBR 10898:1999 – Sistema de iluminação de emergência. [15] NBR 15688:2009 – Redes de distribuição aérea de energia elétrica com condutores nus.05 . Resolução Normativa Nº 414 .03 . [13] NBR 13570:1996 – Instalações elétricas em locais de afluência de público . DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . [3] ANEEL (2010). caracterizado pelo recebimento de energia elétrica em apenas um ponto de entrega. previamente à ligação. [9] NBR 10068:1987 – Folha de desenho .Estabelece as Condições Gerais de Fornecimento de Energia Elétrica de forma atualizada e consolidada.2kV. [12] NBR 13534:2008 – Instalações elétricas de baixa tensão .004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS 4.Módulo 1: Introdução.002. [8] NBR 5419:2005 – Proteção de estruturas contra descargas atmosféricas. quando do fornecimento em tensão primária.Requisitos específicos. Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional (PRODIST) .

c) Somente serão ligadas ao sistema de distribuição da CEMAR ou da CELPA instalações de imóveis devidamente identificados e regularizados pelos poderes públicos. h) O consumidor deve assegurar livre acesso aos técnicos da CEMAR ou da CELPA devidamente credenciados. i) Os eletrodutos e caixas de inspeção dos ramais não podem ser utilizados para outros fins que não os elétricos. ainda que graciosamente. em especial no padrão de entrada ou o impedimento de acesso para fins de leitura. e) O acesso aos equipamentos de medição somente será permitido aos colaboradores autorizados da CEMAR ou da CELPA. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .31.Requisitos. a fim de efetuar a leitura de medidores. b) Qualquer ligação à rede da CEMAR ou pela CELPA só poderá ser efetuada por seus colaboradores devidamente autorizados e depois de observadas todas as exigências regulamentares estabelecidas por esta Norma. g) É proibido ao consumidor. sob quaisquer pretextos. d) O Consumidor deve manter em bom estado de conservação os equipamentos de medição da CEMAR ou da CELPA instalados no Centro de Medição da edificação e responderá pelos eventuais danos a eles causados por sua ação ou omissão.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS [16] NBR 15751:2009 – Sistemas de aterramento de subestações . bem como o Código de Posturas Municipais pertinentes. 6 6. para o fornecimento de energia elétrica. j) Devem ser obedecidas rigorosamente as recomendações das Normas de Segurança e de Meio Ambiente. substituição do medidor e inspeções faculta a suspensão do fornecimento de energia três dias após notificação à unidade consumidora. apoderar-se dos direitos da CEMAR e da CELPA.1 DISPOSIÇÕES GERAIS Generalidades a) Somente serão ligadas à rede de distribuição da CEMAR e da CELPA. conforme artigos 171 e 173 da REN n° 414. as instalações elétricas das unidades consumidoras que foram executadas de acordo com as regras e recomendações estabelecidas por esta Norma. [17] NR 10:2004 – Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade. f) A falta de execução pelo Consumidor de correções indicadas pela CEMAR ou CELPA quando da constatação de deficiência não emergencial na unidade consumidora. inspecionar e verificar as instalações ou equipamentos.Elaborado em: Página: 14/11/2013 15 de 120 Código: Revisão: NT. aos locais em que estejam instalados os aparelhos de medição. estendendo instalações que se interliguem com instalações de outrem. do Ministério do Trabalho e Emprego.

com o limite de até 12kW de carga instalada. 6. No caso da instalação possuir gerador ele deve ser provido de chave reversora com intertravamento mecânico ou eletromecânico visível que garanta o não paralelismo entre os sistemas. especifica. deverá a Unidade Consumidora providenciar a adequação de suas instalações às exigências desta Norma.CONEXÃO DE GERADORES PARTICULARES AO SISTEMA ELÉTRICO. será atendida por ligação monofásica. reforma ou ampliação na Edificação que exija a substituição dos equipamentos auxiliares de medição e/ou medidor (se for o caso) é de responsabilidade da CEMAR e da CELPA. de acordo com a Resolução Normativa Nº 414/2010. A reversão é de inteira responsabilidade do projetista. em uma unidade consumidora suprida em tensão primária de distribuição. n) O aumento de carga que venha a caracterizar uma unidade consumidora suprida em tensão secundária de distribuição. p) Para os casos omissos relativos às condições de fornecimento.004 02 k) Cada unidade consumidora deve ser suprida por intermédio de circuito independente. • Aparelho de Raios-X com potência superior a 2kVA. sem a qual a unidade consumidora fica sujeita às sanções legais por operar irregularmente. 6.31.2.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 16 de 120 Código: Revisão: NT.009 . bem como terá medição em separado.31. l) Qualquer alteração. prevalecerão as condições gerais. b) Ligação Trifásica DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . • Aparelho com potência individual superior a 5kVA. através de 01(um) fase e 01(um) neutro . desde que não possua: • Motor com potência individual superior a 5cv. o) Qualquer aumento de carga deve ser precedida da aceitação da CEMAR ou da CELPA. paralelismo permanente entre geradores particulares e o sistema da CEMAR ou da CELPA. da ANEEL.2 Limites de Fornecimento Os limites de fornecimento estabelecidos abaixo são aplicáveis para empreendimentos com demanda de até 2500 kW.220V. estipuladas em legislação pertinente. Para maiores informações consultar a NT. na sua última versão. que estiverem em vigor. em hipótese alguma. m) Não é permitido.1 Limites de Fornecimento CEMAR a) Ligação monofásica A unidade consumidora pertencente à EMUC.

• Aparelho de Raios-X com potência superior a 2kVA. equivalerá à potência demandada pelos mesmos.31.380/220V. com o limite de até 10kW de carga instalada. através de 02(duas) fases e 01(um) neutro .2 Limites de Fornecimento CELPA a) Ligação monofásica A unidade consumidora pertencente à EMUC.2. o máximo possível. Em uma unidade consumidora que possua mais de 01 (um) motor em suas instalações.Elaborado em: Página: 14/11/2013 17 de 120 Código: Revisão: NT. deve-se evitar. será atendida por ligação monofásica. desde que não possua: • Motor com potência individual superior a 2cv. c) Ligação Trifásica DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . referida nos parágrafos acima. b) Ligação Bifásica A unidade consumidora pertencente à EMUC.220V. através de 03 (três) fases e 01 (um) neutro . em 380V. • Aparelho de Raios-X com potência superior a 4kVA.127V. calculada conforme o roteiro de cálculo do ANEXO I – CÁLCULO DE DEMANDA DA INSTALAÇÃO CONSUMIDORA.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS A unidade consumidora pertencente à EMUC. • Aparelho trifásico com potência individual superior a 15kW. com carga instalada superior a 12kW até o limite de 75kW. Nota: 1. desde que não possua: • Motor trifásico com potência individual superior a 30cv. • Aparelho com potência individual superior a 5kVA. com o limite de até 15kW de carga instalada. fase-fase. será atendida por ligação trifásica. partida simultânea entre os mesmos. 6. o limite de potência instalada. • Motor monofásico com potência individual superior a 5cv. 2. • Aparelho com potência individual superior a 10kW em 380V. • Aparelho de Raios-X trifásico com potência superior a 20kVA. através de 01(um) fase e 01(um) neutro . desde que não possua: • Motor com potência individual superior a 5cv. será atendida por ligação bifásica. No caso de instalação de mais de um aparelho de Raios-X ou máquina de solda numa mesma unidade consumidora. fase-fase.

durante consulta prévia. Nota: 3. d) Cada unidade consumidora pertencente à EMUC. Em uma unidade consumidora que possua mais de 01 (um) motor em suas instalações. 6. desde que cada unidade tenha carga instalada de até 12 kW para a área de concessão CEMAR e de até 10 kW para área de concessão CELPA. o limite de potência instalada. • Aparelho de Raios-X trifásico com potência superior a 20kVA. • Aparelho com potência individual superior a 10kW em 220V.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS A unidade consumidora pertencente à EMUC. com ligação bifásica/trifásica.2kV). c) A CEMAR e a CELPA pode atender a unidade consumidora em tensão secundária de distribuição. em 220V. partida simultânea entre os mesmos. manutenção e operação serão de responsabilidade do interessado. • Aparelho de Raios-X com potência superior a 4kVA. • Aparelho trifásico com potência individual superior a 15kW. bem como eventuais custos de adaptação da rede. deve-se evitar. a maneira conveniente de alimentar a unidade consumidora. projeto.Elaborado em: Página: 14/11/2013 18 de 120 Código: Revisão: NT. fase-fase. calculada conforme o roteiro de cálculo do ANEXO I – CÁLCULO DE DEMANDA DA INSTALAÇÃO CONSUMIDORA. referida nos parágrafos acima. cujos investimentos. No caso de instalação de mais de um aparelho de Raios-X ou máquina de solda numa mesma unidade consumidora. com o limite de até 75kW de carga instalada.31.3 Critérios de Fornecimento à EMUC’s a) A análise de projeto é dispensável pela CEMAR e pela CELPA quando a edificação tiver até 04 (quatro) unidades consumidoras. 4. equivalerá à potência demandada pelos mesmos. aplicando-se os critérios constantes da Norma NT. na sua última versão. construção. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . deve ser suprida por subestação individual. com carga instalada superior a 75kW. a EMUC deve ser atendida a quatro fios (três fases e um neutro). fase-fase. desde que não possua: • Motor trifásico com potência individual superior a 30cv. ainda que a mesma não apresente carga suficiente para tanto.002 Fornecimento de Energia Elétrica em Média Tensão (15 e 36.220V. através de 03 (três) fases e 01(um) neutro . Neste caso a CEMAR e a CELPA determinará. o máximo possível. desde que o consumidor se responsabilize pelo pagamento da diferença de preço do medidor e demais equipamentos de medição a serem instalados. • Motor monofásico com potência individual superior a 5cv.2. será atendida por ligação trifásica. b) Acima de 4 (quatro) unidades.31.

b é delimitada pela área total do terreno do empreendimento. quando a demanda total do Empreendimento ultrapassar a 75 kVA. a infraestrutura interna citada no item 6. c) Para empreendimentos construídos em etapas. b) O projeto e construção das obras de infraestrutura básica das redes de distribuição de energia elétrica citadas no item anterior contempla toda a infraestrutura elétrica interna ao empreendimento.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS 6.3.4. A alimentação deverá ser individual do restante do prédio. 6.a contemplam inclusive os custos: • Das obras do sistema de iluminação pública ou de iluminação das vias internas. quando a demanda total do Empreendimento não ultrapassar a 75 kVA e desde que nenhum consumidor individual possua carga instalada superior a 75kW. houver necessidade de instalação de unidade de transformação.2 Atendimento através da Rede de Média Tensão da CEMAR ou da CELPA a) O atendimento será feito através da Rede de Média Tensão da CEMAR ou da CELPA. a critério da CEMAR ou da CELPA.4.Elaborado em: Página: 14/11/2013 19 de 120 Código: Revisão: NT.4 Responsabilidades do Consumidor a) De acordo a legislação vigente o empreendedor é responsável pelos investimentos necessários para o projeto e construção das obras de infraestrutura básica das redes de distribuição de energia elétrica destinadas ao atendimento das Edificações de Múltiplas Unidades Consumidoras. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . a construção da rede de distribuição de energia elétrica necessária para conectar o empreendimento ao sistema de distribuição de energia existente da CEMAR ou da CELPA na época da emissão do orçamento de conexão. e não somente pela área da etapa que está sendo construída.3.1 Características de Atendimento à Edificação de Múltiplas Unidades Consumidoras Atendimento através da Rede de Baixa Tensão da CEMAR ou da CELPA a) O atendimento será feito através da Rede Baixa Tensão Aérea da CEMAR ou da CELPA. b) Quando. c) Cada unidade consumidora com carga instalada superior a 75 kW será atendida pela Rede Primária e se caracterizará como consumidor do Grupo A. conforme o caso. a mesma deve ser localizada na via pública. com exceção dos empreendimentos habitacionais para fins urbanos de interesse social ou de regularização fundiária.3 6. A critério da CEMAR e da CELPA poderá ser adotado a alimentação única no prédio. observando-se a legislação específica. d) Os investimentos mencionados no item 6. 6.31. bem como.

que necessitar de reforma ou ampliação na rede para ser atendido. Nas instalações abrigadas. o) O espaço destinado ao caminhamento do ramal de ligação e da subestação deve ser transferido à CEMAR ou a CELPA.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 20 de 120 Código: Revisão: NT. e) Fornecimento e instalação de materiais e equipamentos elétricos. l) Instalação de iluminação artificial. observadas as condições estabelecidas sobre participação financeira conforme Resolução nº 414 da ANEEL.31. h) Sistema de drenagem do óleo para transformadores que contenham 100 litros ou mais de líquido isolante (Ver DESENHO 7 – BACIA DE CONTENÇÃO DE ÓLEO). paredes divisórias e demais serviços de alvenaria. O meio extintor deve ser gás carbônico (CO2) e o aparelho deve estar de acordo com a NBR 15808. i) Construção e instalação de portas. j) Construção da malha de terra e interligação desta com as partes metálicas não energizadas. g) Construção de canalizações e caixas de passagens necessárias aos condutores de média e baixa tensão. o custo referente a estas obras na rede serão de responsabilidade do consumidor conforme Art. que não seja de cunho social ou de regularização fundiária de interesse social. Para tanto deve ser preenchido o formulário ANEXO V – DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . Na impossibilidade de ventilação natural. pisos impermeáveis com soleira apropriada podem ser utilizados como depósito se não existirem mais que três transformadores ou outros equipamentos instalados. deve ser utilizada. • Dos transformadores de distribuição necessários para o atendimento. de acordo com as normas e padrões técnicos da CEMAR e da CELPA. janelas de ventilação e telas metálicas internas e externas. As dimensões mínimas devem estar de acordo com o DESENHO 3 – CABINE DE PROTEÇÃO E TRANSFORMAÇÃO – ENTRADA AÉREA e DESENHO 4 – CABINE DE PROTEÇÃO E TRANSFORMAÇÃO – ENTRADA SUBTERRÂNEA. f) Construção do recinto para instalação dos equipamentos de proteção. 48 da Resolução nº 414 da ANEEL. em quaisquer níveis de tensão. transformação e manobra. k) Fixação dos suportes das chaves e dos isoladores de apoio. ventilação forçada. m) Instalação de extintor de incêndio para uso em eletricidade localizada nas imediações da porta de acesso a pessoas. para a conexão à rede de propriedade da distribuidora.004 02 • Das obras necessárias. quando não houver condições técnicas para construção do tanque de contenção do líquido isolante. n) Todo e qualquer empreendimento. e se cada um deles contiver menos de 100 litros.

ser de fácil acesso. i) Quando a subestação fizer parte integrante da edificação. g) As subestações devem situar-se no andar térreo. principalmente de transformadores. mesmo que haja paredes de alvenaria e portas corta-fogo. 6. h) Quando a subestação não fizer parte integrante da edificação podem ser utilizados transformadores a óleo. até o ponto de entrega de acordo com a legislação vigente.31. c) As paredes que limitam a área da subestação devem ser construídas em alvenaria e permitir o seu isolamento com relação à área interna da edificação.6 Localização da Subestação a) Estar situada dentro da propriedade particular fora da área de projeção da edificação.5 Responsabilidades da CEMAR e da CELPA a) Instalação de equipamentos de medição. c) Operação e manutenção das instalações. f) A área da subestação é de uso exclusivo da CEMAR e da CELPA e não deve ser utilizada como depósito ou outros fins pelo condomínio ou administração. e) A subestação deve possuir janelas de ventilação com área de circulação de ar adequada à potência nominal do transformador ou estar provida de um sistema de ventilação mecânica. possuir uma placa de advertência com a seguinte frase: “ALTA TENSÃO” e ser dotada de sistema de tranca que permita o seu fechamento a chave. 6. d) A porta de acesso da subestação deve estar voltada para área externa da edificação com abertura para fora. Nota: DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .004 02 TERMO DE TRANSFERÊNCIA pelo proprietário da obra e ter firma legalmente reconhecida.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 21 de 120 Código: Revisão: NT. de acordo com o Padrão CEMAR e CELPA. quando do recebimento e energização do empreendimento. no momento de sua conexão à rede da CEMAR ou da CELPA. após incorporação e energização pela CEMAR ou da CELPA das instalações elétricas implantadas pelo Empreendedor. somente será permitido o emprego de transformadores a seco e disjuntores a vácuo ou SF6. assegurando rápida retirada de equipamentos. p) A CEMAR ou a CELPA terá acesso livre ao ramal de ligação e à subestação sempre que achar necessário e conveniente. b) Incorporação das instalações elétricas de empreendimentos. b) A subestação deve permitir fácil acesso às pessoas e aos equipamentos a partir da via pública e estar livre de obstáculos.

6. atrasos ou transtornos.7 Quando a subestação pertencer à CEMAR ou a CELPA: • Não é permitido paralelismo de transformadores. Elaborado em: Página: 14/11/2013 22 de 120 Código: Revisão: NT. a fim de efetuar a leitura de medidores.1 Ramal de Ligação derivado da Rede de Baixa Tensão da CEMAR e da CELPA a) Deve ser aéreo e ao tempo em toda a sua extensão. com sustentação pelo neutro nú. inspecionar e verificar as instalações ou equipamentos.004 02 Quando o empreendedor optar pelo uso de transformador a seco e disjuntor a vácuo ou a gás SF6. 6. os mesmos não serão objeto de incorporação pela CEMAR e pela CELPA. ficando a cargo do Empreendedor a operação e manutenção dos mesmos.31. e a qualquer época. devem ser de propriedade da CEMAR ou da CELPA. b) Ser projetado. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . e dispositivos complementares.1 Entrada de Serviço Ramal de Ligação 6. sem impedimentos.8. no ponto mais baixo.5m para trânsito apenas de pedestres. O isolamento mínimo requerido é de 0. construído. com a participação financeira do consumidor de acordo com a legislação em vigor. no intuito de agilizar a leitura do medidor e a inspeção das instalações pela CEMAR ou pela CELPA. transformadores de corrente e de potencial. c) A CEMAR e a CELPA devem utilizar condutores multiplexados.6/1kV. • A potência máxima de cada transformador deve ser de 500 kVA. aos locais em que estejam instalados os aparelhos de medição.1.8 6. sempre.5m quando for previsto trânsito de veículos ou de 3.8. sua altura em relação ao solo ou piso seja no mínimo de 5. c) A Administração da EMUC deve sempre propiciar as condições para que. d) O acesso ao Centro de Medição deve ser mantido limpo e desimpedido pela Administração da EMUC. isolados em XLPE. Acesso às Instalações Consumidoras a) Apenas o pessoal da CEMAR e da CELPA deve ter acesso aos equipamentos de medição que. operado e mantido pela CEMAR ou pela CELPA.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS 5. o pessoal autorizado da CEMAR ou da CELPA tenha acesso às instalações de cada Edificação. e incluem medidores. para transformadores até 75 kVA. d) Os condutores devem ser instalados de forma que. b) O consumidor deve assegurar livre acesso aos técnicos da CEMAR ou da CELPA devidamente credenciados. 6.

5 (cinco e meio) metros ou 3. “i” do subitem 6. do qual deriva o trecho subterrâneo do ramal. II) Quando a subestação for construída separada do corpo da EMUC. A distância mínima dos condutores a quaisquer destes pontos deve ser de acordo com o DESENHO 2 – AFASTAMENTOS MÍNIMOS ENTRE CONDUTORES E EDIFICAÇÕES.31.1.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS e) O ramal de ligação deve entrar preferencialmente pela frente do terreno. “f”. o ramal de ligação deve ser fixado em poste auxiliar de concreto armado.2 Ramal de Ligação derivado da Rede de Média Tensão da CEMAR e da CELPA O ramal de ligação pode ser totalmente aéreo ou misto. h) Deve partir do poste da rede secundária de distribuição mais próximo do ponto de entrega e não deve exceder a 30m de comprimento.ENTRADA MISTA. houver trânsito de veículos ou apenas de pedestres. “g”. g) Não deve ser acessível a janelas. 6. quando respectivamente. o ramal de ligação pode ser fixado na sua própria fachada ou em poste auxiliar. desde que os condutores não estejam submetidos a esforços mecânicos. Dependendo das particularidades de trabalho na DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . instalado no terreno particular.ENTRADA AÉREA. II) O condutor mais baixo do ramal de ligação deve manter uma altura mínima com referência ao piso ou solo de 5. de acordo com o DESENHO 10 – RAMAL DE LIGAÇÃO DERIVANDO DA REDE DE MÉDIA TENSÃO DA CEMAR E DA CELPA . b) Ramal de Ligação Aéreo Devem ser obedecidas as seguintes prescrições: I) As definidas nas alíneas “b”.Elaborado em: Página: 14/11/2013 23 de 120 Código: Revisão: NT. Neste caso a subestação deve ter altura suficiente para fixação do ramal de acordo com o DESENHO 9 – RAMAL DE LIGAÇÃO DERIVANDO DA REDE DE MÉDIA TENSÃO DA CEMAR OU DA CELPA .1.5 (três e meio) metros. seja em áreas privadas ou públicas. conforme legislação em vigor.“e”. j) Não serão admitidas emendas nos condutores do ramal de ligação. terraços ou lugares congêneres.1. além do que será necessária a extensão da rede de distribuição de energia elétrica na qual o consumidor participará financeiramente. Somente por ocasião de manutenção e quando absolutamente necessário. sacadas.8. devendo obedecer às seguintes prescrições: a) Fixação do Ramal de Ligação I) Quando a subestação fizer parte integrante da EMUC. f) Não deve cruzar terrenos de terceiros. as emendas poderão ser feitas. ficando livre de qualquer obstáculo e ser perfeitamente visível.8.

VII) Não pode haver edificações. Para rede compacta o tamanho limite do vão é de 60 (sessenta) metros. etc. a critério da CEMAR e da CELPA. ou altura maior por razões de segurança.2.31. e quando cruzar locais destinados a trânsito de veículos devem ser protegidos por uma das DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . indicará o ponto do seu sistema no qual há condições técnicas para derivar o ramal de ligação.Elaborado em: Página: 14/11/2013 24 de 120 Código: Revisão: NT. ou qualquer obstáculo que lhe possa oferecer dano. seja em domínio público ou privado. notadamente no caso da construção ter sido edificada posteriormente à ligação da unidade consumidora.8. VIII) No caso de travessia de cerca ou grade metálica deve haver aterramento no trecho sob o ramal.b. definitivas ou provisórias. III) A CEMAR e a CELPA.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS área de entrada. telhados. III) Os dutos (corrugados ou aço zincado por imersão a quente. passarelas. por ocasião da consulta prévia. deve também ser seccionada a cerca ou grade metálica que tiver extensão superior a 30 metros. Para o trecho subterrâneo prescrevem-se as seguintes exigências: I) Deve derivar de um poste fixado no terreno da EMUC. c) Ramal de Ligação Misto O trecho aéreo do ramal de ligação misto obedecerá às prescrições do subitem 6. IX) Não deve ser acessível a janelas. sacadas. X) A CEMAR e a CELPA não se responsabiliza por quaisquer danos decorrentes de contato acidental em suas linhas com tubovias. Além de aterrada. elevados. áreas ou quaisquer outros elementos fixos não pertencentes à rede. IV) A classe de isolamento requerida deve ser a mesma da linha do qual deriva o ramal de ligação. V) Não deve ter vão superior a 40 (quarenta) metros. envelopados em concreto) devem estar situados a uma profundidade mínima de 650 mm. II) Não deve cruzar terrenos de terceiros. no vão entre postes da chave até a subestação.1. devendo qualquer condutor do ramal obedecer ao afastamento mínimo disposto no DESENHO 2 – AFASTAMENTOS MÍNIMOS ENTRE CONDUTORES E EDIFICAÇÕES. VI) Os equipamentos de manobra instalados na derivação do ramal de ligação devem ser operados exclusivamente pela CEMAR ou pela CELPA. plantações de médio ou grande porte sob o mesmo. pode ser necessário o uso de cabo isolado. marquises.

através de eletroduto de aço galvanizado de diâmetro interno mínimo igual a 100 mm. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS formas sugeridas no DESENHO 12 – BANCO DE DUTOS PARA ENTRADA SUBTERRÂNEA DA REDE PRIMÁRIA. com uma camada de 100mm de brita no fundo da mesma. XII) Todo ramal subterrâneo deve ser composto de quatro cabos unipolares. IV) Não deve cruzar via pública. VII) O comprimento máximo retilíneo entre duas caixas de passagens é de 30 m. sendo um desses cabos para reserva e da mesma natureza dos cabos energizados. Nas extremidades do eletroduto deve ser prevista proteção mecânica contra danificação do isolamento dos condutores. com ângulo igual ou superior 45 graus. sem causar danos aos dutos e ao isolamento dos cabos.31. VI) Deve ser construída uma caixa de passagem a 700 mm do poste de derivação do ramal. A tampa de entrada da caixa deve permitir a inscrição de um círculo de 600mm de diâmetro. deve ser construída uma caixa de passagem. devem ser impermeabilizadas com materiais que permitam posterior remoção. XIV) Os dutos devem ser instalados de modo a permitir uma declividade de 2% no sentido das caixas de passagens.Elaborado em: Página: 14/11/2013 25 de 120 Código: Revisão: NT. X) Não deve conter emendas nem derivações. nas caixas de passagens. conforme mostra o DESENHO 12 – BANCO DE DUTOS PARA ENTRADA SUBTERRÂNEA DA REDE PRIMÁRIA. VIII) Em todo ponto onde haja mudança de direção do ramal. IX) As caixas de passagem devem ter dimensões internas mínimas de 800x800x800mm. XIII) As extremidades dos dutos. XI) Quando for utilizada curva longa de 90 graus para permitir a descida ou subida dos condutores do ramal subterrâneo. V) No trecho fora do solo o ramal de ligação deve ser protegido mecanicamente até a uma altura de 5 m. esta deve ter um raio de curvatura superior a 20 vezes o diâmetro do cabo.

2 Elaborado em: Página: 14/11/2013 26 de 120 Código: Revisão: NT. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .1 Edificações Verticais com alimentação derivada da Rede de Baixa Tensão da CEMAR ou da CELPA a) Na ligação de edificações construídas sem recuo com relação ao alinhamento da via pública.3 Edificações Horizontais a) Em condomínio horizontal.2. o ponto de entrega se localizará no limite da propriedade particular com o alinhamento da via pública. b) Em condomínio horizontal. 6.004 02 Ponto de Entrega 6. telefone. praças. na própria fachada.8. o ponto de entrega se localizará no primeiro ponto de fixação do ramal de ligação. etc.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS 6.2. o ponto de entrega situar-se-á na entrada do barramento geral.2 Edificações Verticais com alimentação derivada da Rede de Média Tensão da CEMAR ou da CELPA Nas edificações verticais de múltiplas unidades consumidoras. avenidas. água. em que os equipamentos de transformação da CEMAR e da CELPA estejam instalados no interior da propriedade. com todos os serviços de infraestrutura (instalações elétricas internas. se for construída de acordo com o Padrão CEMAR e da CELPA. o ponto de entrega deverá situar-se no limite da via interna do condomínio com cada fração integrante do parcelamento.8. podendo ser na própria fachada ou no poste auxiliar. o condomínio é responsável pelo consumo de energia. desde que o terreno da instalação consumidora atinja o alinhamento supracitado. onde a rede elétrica interna seja de propriedade da CEMAR ou da CELPA. ou seja. devendo os transformadores ser instalados. construída e mantida pelo empreendedor. o ponto de entrega deverá situar-se no limite da via pública com o condomínio.2. e a CEMAR ou a CELPA não será responsável pela manutenção e operação das referidas redes. c) Para ser atendido pela CEMAR ou pela CELPA o condomínio deve estar edificado. projetando-se dentro da propriedade particular somente a Rede de Baixa Tensão. ou seja. sempre que tecnicamente for possível. d) A rede de iluminação das vias externas (ruas. Em qualquer circunstância a distância máxima entre o poste da CEMAR ou da CELPA e o ponto de entrega será de 30 metros. que pode utilizar materiais e equipamentos que atendam os seus objetivos. b) Na ligação de edificações construídas recuadas do alinhamento da via pública.) deve ser projetada. onde a rede elétrica interna não seja de propriedade da CEMAR ou da CELPA. em domínio público.8.31. pavimentação e outros) concluídos e residências prontas para ocupação imediata. se for construída em desacordo com o Padrão CEMAR e da CELPA. Nestes casos. 6.8.

b) O eletroduto de descida do poste deve ser de aço zincado por imersão a quente.3.8.8. inclusive a terceiros. em XLPE 90° ou EPR 90° ou HEPR 90º ou condutor com corrente máxima equivalente. e) Quaisquer serviços no ramal de entrada devem ser feitos mediante autorização e supervisão da CEMAR ou da CELPA.8. f) A CEMAR ou a CELPA se isenta da responsabilidade de quaisquer danos pessoais ou materiais que a construção ou reparo do ramal de entrada possa acarretar. este poste deve ser instalado dentro do terreno do consumidor. 6. f) Termo de permissão assinado pelo condomínio ou proprietário.31. em local não sujeito a abalroamento e que preencha os requisitos técnicos que a CEMAR e a CELPA exigir.NORMA TÉCNICA Elaborado em: Página: 14/11/2013 27 de 120 Código: Revisão: NT.0 m do piso. d) O ramal de entrada deve ser construído. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . A extremidade superior deve ficar abaixo da armação secundária (ver DESENHO 13 – RAMAL DE LIGAÇÃO DERIVADA DA REDE DE BAIXA TENSÃO DA CEMAR OU DA CELPA.3.004 02 Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS e) Deve ser construído pelo responsável uma via de acesso e portão com dimensões que possibilitem o tráfego de veículos para operação e manutenção da rede. b) A isolação mínima requerida é de 1. em sua revisão vigente. embutido ou aparente) e instalações pré-fabricadas do tipo “leito metálico” devidamente selado em toda a sua extensão.1 O Ramal de Entrada deve obedecer às seguintes prescrições: a) Deve atender aos requisitos estabelecidos nas normas NT. nem ao tempo e nem dentro dos eletrodutos. nem de terreno de terceiros. firmemente fixado através de fitas ou abraçadeiras metálicas.31. c) Pode ser em eletroduto (subterrâneo.002 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM MÉDIA TENSÃO 15 E 36. g) Não é permitida a travessia da via pública.3 Ramal de Entrada 6. a uma altura mínima de 5.2 Prescrições do Ramal de Entrada Derivado da Rede de Baixa Tensão Em prédios com alimentação derivada da rede de Baixa Tensão da CEMAR ou da CELPA devem ainda ser obedecidas às seguintes prescrições: a) Quando o ramal for derivado de um poste auxiliar. mantido e reparado às custas do usuário.2 kV.0 kV.31.001 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM BAIXA TENSÃO e NT. h) Não são permitidas emendas nos condutores. 6. para livre acesso da CEMAR ou da CELPA.

em sua última versão. d) Os eletrodutos da parte subterrânea podem ser de polietileno de alta densidade . b) A edificação utilizada por um único consumidor que a qualquer tempo. 6. f) Será permitida a instalação de uma caixa de passagem localizada a 0. g) As curvas e emendas no eletroduto devem obedecer as seguintes prescrições: − No trecho embutido.2 Subestações Abrigadas (Cabines) da Norma NT.10 Medição 6.1 Subestações ao Tempo: no Solo ou em Poste e 6. construída de acordo com o DESENHO 14 – CAIXA DE PASSAGEM LACRÁVEL .31. nas vias internas do empreendimento. O ramal de entrada subterrâneo deve ser instalado a partir do poste particular.002 . não sendo permitida medição única a mais de uma unidade consumidora.10.1 Generalidades a) A energia fornecida a cada unidade consumidora deve ser medida num só ponto. devem ser protegidos por uma das formas sugeridas pelo DESENHO 11 – BANCO DE DUTOS PARA ENTRADA SUBTERRÂNEA DA REDE SECUNDÁRIA. deve ter suas instalações elétricas internas adaptadas pelos interessados para permitir a medição e a proteção individualizada de cada unidade consumidora. 6.PEAD (dutos corrugados). três curvas de 90 graus.2kV). − As emendas devem ser feitas através de luvas atarraxadas externamente aos eletrodutos ou por intermédio de conexões soldadas. − As curvas devem ser feitas de forma que o diâmetro interno não seja reduzido.7. ou de aço zincado por imersão a quente. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .9 Padrões Construtivos e Características Gerais das Subestações As subestações deverão ser construídas com base nos padrões apresentados nos itens 6. no máximo.31.7.30m sendo que quando cruzar locais destinados a trânsito de veículos. e) Os eletrodutos devem ser enterrados a uma profundidade mínima de 0. venha a ser subdividida ou transformada em edificação de múltiplas unidades consumidoras. a tubulação pode ter.70m da base do poste. sem que haja redução do diâmetro interno.Fornecimento de Energia Eletrica em Média Tensão (15 e 36.004 02 c) Não é permitida a entrada subterrânea em baixa tensão derivando diretamente do poste da rede de distribuição da CEMAR ou da CELPA. Em nenhum caso deve existir curva com deflexão maior do que 90 graus.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 28 de 120 Código: Revisão: NT. com dispositivo para lacre.

resultantes de defeitos inerentes à sua instalação particular. a proteção geral e as proteções individuais. d) A CEMAR e a CELPA não é responsável. na qualidade de depositário a título gratuito pela custódia dos equipamentos de medição e responderá por danos ocasionais neles verificados. b) Deve ser previsto um módulo de distribuição (módulo tipo III) para cada 33 (trinta e três) unidades consumidoras.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 29 de 120 Código: Revisão: NT. (ver DESENHO 19 – CENTRO DE MEDIÇÃO).004 02 c) O consumidor será responsável. decorrentes de aumento de carga ou alterações de suas características à revelia da CEMAR e da CELPA. Havendo necessidade de uso de TC’s. e) O consumidor é responsabilizado por danos causados a equipamentos de medição ou a rede de distribuição.31. podendo ser ele em chapa de aço ou em policarbonato. e) O disjuntor geral do centro de medição deve ser instalado em um módulo exclusivo para proteção (módulo tipo IV). d) O módulo Tipo I deve ser usado para unidades consumidoras monofásicas e o módulo Tipo II para unidades consumidoras trifásicas. ou de sua má utilização. ataque por insetos e consequente incêndio.CM a) Cada centro de medição é construído por módulos que alojarão os medidores.2 Centro de Medição . 6. o equipamento de medição que apresentar defeitos ou falhas que não sejam decorrentes do mau uso do mesmo. devido ao envelhecimento dos condutores. todos com dispositivo para lacre. tais como: − Dimensionamento errado das instalações internas. c) Os módulos de medição padronizados para as EMUC’s são de acordo com o DESENHO 19 – CENTRO DE MEDIÇÃO. por danos a pessoas ou bens decorrentes de deficiência técnica das instalações da unidade consumidora. g) A CEMAR e a CELPA substitui sem ônus para o usuário. − Precariedade da instalação do ramal de entrada. ainda que tenha procedido a vistorias. os barramentos. infiltração de água e umidade. f) Os equipamentos para medição serão instalados e fornecidos pela CEMAR e pela CELPA. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .10. − Abalroamento nas estruturas de suporte de entrada ou outras avarias de ordem mecânica. Ver DESENHO 19 – CENTRO DE MEDIÇÃO. os mesmos devem ser usados exclusivamente para medição. − Corrosão por agentes químicos.

31. j) A seção dos condutores instalados entre o módulo de medição e o centro de distribuição da Unidade Consumidora deve respeitar os critérios de capacidade de corrente e queda de tensão. de forma a identificá-los com os respectivos consumidores.70m. Quando existir o módulo V esta cota deve ser 0. correlacionadas com o faseamento da rede de distribuição da CEMAR e da CELPA. no ponto de acesso ao quadro de medição. g) Será exigido no ramal de entrada. i) A seção dos condutores instalados entre o barramento e o disjuntor da medição deve ser compatível com a capacidade de corrente da proteção geral da Unidade Consumidora. A marcação externa do número de identificação nos módulos de medição e centro de proteção geral deve ser efetuada através de plaquetas com rebites ou pintura com tinta indelével. a fim de identificar as fases. a colocação de anilhas (fitas plásticas com as cores padronizadas pela ABNT) nos condutores. sendo no mínimo de 4 mm² para área de concessão da CEMAR e de 6 mm 2 para a da CELPA. A localização destas estampas não deve comprometer a visualização da medição por parte dos leituristas. h) A cota da base do centro de medição em relação ao piso é de 0. A cota superior não deve ser maior que 1.35m. k) O medidor e demais equipamentos de medição serão fornecidos e instalados pela CEMAR e pela CELPA.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS f) Elaborado em: Página: 14/11/2013 30 de 120 Código: Revisão: NT. Nota: 7. É exigida também identificação dos condutores fase até a instalação de cada medidor do módulo de medição. m) Deve ser estampado de forma legível e indelével o nome ou marca do fabricante em local bem visível.004 02 Os módulos de medição devem ser marcados externamente e internamente com o número do apartamento ou sala comercial. em que são ligadas as unidades consumidoras. recomenda-se que não sejam efetuadas estampas no centro das tampas das caixas de medição.20m. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . l) Todos os módulos do centro de medição devem ser homologados pela CEMAR e pela CELPA. 2 sendo no mínimo de 4 mm² para a área de concessão da CEMAR e de 6 mm para a da CELPA. logo.

004 02 6. devendo sempre que possível. em qualquer caso. Por exemplo: locais como pilotis. f) Os lacres dos medidores. h) Fica a critério da CEMAR e da CELPA. paredes externas do prédio ou muro. obedecendo os seguintes procedimentos: − Prédio com até 51 medidores: deve possuir um único centro de medição. obedecendo as seguintes recomendações: − Prédios com até 16 medidores: devem possuir um único centro de medição. mal iluminados e sem condições de segurança tais como: locais sujeitos a gases corrosivos. o mais próximo possível da entrada do prédio. desde que se verifique a quantidade mínima de 23 medidores por centro de medição.3 Localização da Medição e do Medidor A CEMAR e a CELPA reservam-se ao direito de. caixas e cubículos.10. c) Todos os centros de medição devem ser instalados em áreas de uso comum. localizado no térreo ou subsolo. − Prédios com mais de 16 medidores: é permitida a instalação de mais de um centro de medição no mesmo local (térreo ou subsolo). ter acesso direto para a via pública. − Prédios com mais de 51 medidores: é permitida a instalação de mais de um centro de medição no mesmo local (térreo ou subsolo). indicar o local mais adequado para instalação da medição. que tenham dimensões insuficientes. inundações. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . observadas as seguintes disposições: a) Em prédios residenciais os centros de medição devem situar-se no andar térreo ou subsolo que não esteja sujeito a inundações. escolher os medidores e demais equipamentos de medição que julgar necessário. bem como sua substituição quando considerada conveniente. Os casos em que o consumidor opte pela utilização de medidores não padronizados pela CEMAR e pela CELPA serão objetos de estudos específicos. localizado no térreo ou subsolo. g) Nos prédios alimentados através de subestações próprias o centro de medição deve localizar-se fora do recinto da subestação e no mesmo pavimento desta. d) Em frente ao centro de proteção geral e ao centro de medição deve existir o espaço livre de no mínimo 1metro para permitir as atividades de leitura e instalação dos medidores. desde que se verifique a quantidade mínima de 5 medidores por centro de medição. de livre e fácil acesso as pessoa credenciadas pela CEMAR ou pela CELPA. e) Não são aceitos locais de difícil acesso.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 31 de 120 Código: Revisão: NT. somente poderão ser instalados ou rompidos pela CEMAR ou pela CELPA. trepidações excessivas ou sujeitas a abalroamento de veículos. poeiras.31. b) Em prédios comerciais os centros de medição devem situar-se no andar térreo ou subsolo que não esteja sujeito a inundações.

c) O CPG de edificação com alimentação derivada da rede primária da CEMAR ou da CELPA deve ser localizado na subestação. deve ser instalada plaqueta metálica gravada ou esmaltada a fogo com os dizeres: “BOMBA DE INCÊNDIO”. caixas ou CPG’s comuns. não podendo ser instalados em dutos. instalados no Centro de Proteção Geral (CPG).11.CPG a) O CPG deve ser uma caixa metálica com dispositivo de lacre com dimensões apropriadas e ter aprovação prévia da CEMAR ou da CELPA. Quando for prevista a instalação de conjunto moto-bomba de incêndio. dimensionados de acordo com a corrente nominal da carga demandada. c) Para identificar a proteção do conjunto moto-bomba.2 Proteção de Edificação com alimentação derivada da Rede Secundária da CEMAR ou da CELPA e) A proteção do ramal de entrada deve ser feita através de disjuntores tripolares termomagnéticos. em local de fácil acesso. d) Os circuitos secundários de cada transformador devem ser individualmente separados.10. conforme a) DESENHO 18 – LIGAÇÃO DE BOMBA DE INCÊNDIO. 6.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS 6. b) A instalação do CPG deve ser abrigada. sendo um localizado antes do barramento e um em cada saída do ramal para os centros de medição (Figura 1 do DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . 6.11. conforme b) DESENHO 18 – LIGAÇÃO DE BOMBA DE INCÊNDIO. 6.31.1 Centro de Proteção Geral .11 Proteção 6.4 Medição para Bomba de Incêndio 8. deve ser instalada medição e a sua alimentação deve ser derivada antes da proteção geral de baixa tensão. 9. O circuito alimentador da bomba de incêndio deve ter dispositivo de proteção independente. livre de inundações e não sujeito às intempéries ocasionais.10.Elaborado em: Página: 14/11/2013 32 de 120 Código: Revisão: NT.5 Medição Totalizadora O empreendimento deve disponibilizar espaço físico adequado após a saída do secundário da unidade de transformação (ou unidades de transformações) para instalação de medição totalizadora nos termos do artigo 19 da Resolução Normativa Nº 414/2010 da ANEEL.

004 02 DESENHO 16 – PROTEÇÃO DO RAMAL DE ENTRADA DERIVADO DA REDE DE BAIXA TENSÃO DA CEMAR OU DA CELPA). h) Quando a demanda for inferior ou igual a 75kVA o disjuntor deve ter capacidade de Interrupção Simétrica mínima de 5kA. − A proteção geral deve ser feita por disjuntores instalados no CPG antes do barramento e em cada saída do ramal que vai para os centros de medição. referidos na alínea anterior. é em função da potência do transformador e da distância do CPG ao centro de medição. a 30 metros do ponto de entrega.11. f) A proteção de cada Centro de Medição (CM) deve ser feita através de disjuntor tripolar termomagnético instalado no módulo de distribuição do respectivo centro. 6. no máximo. − A capacidade de interrupção simétrica mínima dos disjuntores. − A proteção deve ser feita por um disjuntor instalado no CPG e por outro localizado no módulo de distribuição do centro de medição. o disjuntor deve ter capacidade de Interrupção Simétrica mínima de 10kA. b) Subestação com 1 (um) transformador e 2 (dois) ou mais centros de medição (Figura 4 do DESENHO 17 – PROTEÇÃO DO RAMAL DE ENTRADA DERIVADO DA REDE DE MÉDIA TENSÃO DA CEMAR OU DA CELPA). a proteção do ramal é a mesma proteção geral do centro de medição e se localizará no módulo de distribuição (Figura 2 do DESENHO 16 – PROTEÇÃO DO RAMAL DE ENTRADA DERIVADO DA REDE DE BAIXA TENSÃO DA CEMAR). i) Quando a demanda for superior a 75kVA até 300kVA. O referido disjuntor é dispensado quando os centros de medição forem instalados a uma distância de até 15m e no mesmo compartimento do Centro de Proteção Geral (CPG). g) Quando houver somente um Centro de Medição (CM) e este obedecer a distância referida na alínea (a). − As proteções dos centros de medição devem ser feitas por disjuntores instalados no módulo de distribuição dos respectivos centros. O Centro de Proteção Geral (CPG) deve estar. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .31.3 Proteção de Edificação com alimentação derivada da Rede Primária da CEMAR ou da CELPA a) Subestação com 1 (um) transformador e 1 (um) centro de medição (Figura 3 do DESENHO 17 – PROTEÇÃO DO RAMAL DE ENTRADA DERIVADO DA REDE DE MÉDIA TENSÃO DA CEMAR OU DA CELPA). medidos ao longo do circuito do ramal de entrada.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 33 de 120 Código: Revisão: NT.

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6.12 Aterramento
Nas Edificações de Múltiplas Unidades Consumidoras com alimentação da rede primária ou
secundária, deve existir malha de terra, com dimensões convenientes, destinada ao aterramento
de todas as partes metálicas não destinadas a conduzir corrente elétricas:
a) O condutor de ligação à terra deve ser de cobre nu, tão curto e retilíneo quanto possível,
sem emendas, chaves ou dispositivos que possam causar sua interrupção;
b) O ponto de conexão do condutor de terra com a haste de terra deve ser feito através de
conectores apropriados ou solda exotérmica e acessível à inspeção, através de caixa
individual para cada haste;
c) A bitola mínima do condutor de terra deve estar de acordo com as prescrições da NBR5410;
d) Para prédios com alimentação pela rede secundária da CEMAR ou da CELPA exige-se que
a malha de terra contenha um número mínimo de 3 hastes devendo, em qualquer caso, a
resistência máxima em qualquer época do ano, ser de 10 ohms;
e) Para prédios com alimentação derivada da rede primária da CEMAR ou da CELPA, exige-se
que a malha de terra das subestações abrangidas por esta Norma contenha um número
mínimo de 6 hastes devendo, em qualquer caso, a resistência máxima, em qualquer época
do ano, ser de 10 ohms;
f)

As interligações entre as hastes devem ser feitas com condutores de cobre nu de seção
mínima igual a 50 mm². Todas as ferragens, tais como tanque de transformadores e
disjuntores, portas metálicas, telas, etc, devem ser ligadas ao sistema de terra com condutor
de cobre nu de bitola mínima de 25 mm². Os equipamentos da subestação devem estar
sobre a área da malha de terra;

g) As hastes de terra devem ser de aço cobreado e ter dimensões mínimas de 2,40m de
comprimento x 16mm diâmetro e com distância entre eles igual ao comprimento da haste;
h) Nas transições de linha aérea para subterrânea, as blindagens dos condutores subterrâneos
também deverão ser aterradas, sendo ligadas ao condutor de aterramento dos pára-raios;
i)

A extremidade superior dos eletrodos deverá ficar aproximadamente a 0,10 metros abaixo
da superfície do solo e protegida com caixa de alvenaria ou concreto com dimensões
mínimas de 0,30 x 0,30 x 0,30 metros e com drenagem e tampa adequada, permitindo o
acesso para fins de inspeção e de medição do valor da resistência de aterramento;

j)

O aterramento de pára-raios tipo Franklin deve ficar independente do aterramento do prédio
quando a distância entre malhas for superior a 15m. Quando a distância for inferior a 15m,
as malhas devem ser interligadas e a resistência deve se, no máximo, de 10 ohms.

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NT.31.004

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6.13 Geração Própria
A instalação de geração alternativa ou de emergência deve seguir as normas da CEMAR e da
CELPA, obedecendo às seguintes prescrições:
a) Produtores independentes ou autoprodutores, cuja viabilidade técnica determine a conexão
ao sistema de média tensão da CEMAR ou da /CELPA, devem seguir a norma NT.31.015 CRITÉRIOS DE ACESSO DE AUTOPRODUTORES E PRODUTORES INDEPENDENTES
DE ENERGIA AO SISTEMA ELÉTRICO DA CEMAR/CELPA, na sua última versão;
b) Consumidores de média tensão que possuam gerador de emergência devem seguir o que
determina a norma NT.31.009 - Conexão de Geradores Particulares ao Sistema Elétrico
da CEMAR/CELPA, específica para estes casos, em sua última versão.
Nota:
10. O gerador deve ficar localizado em área separada, fisicamente, do recinto onde estão instalados
os equipamentos destinados à subestação.

7

ATENDIMENTO AO CLIENTE
a)

Atendimento Corporativo CEMAR (São Luís, Bacabal, Timon e Imperatriz) ou estabelecer
contato com a Central de Atendimento Corporativo através do telefone 0800 280 2800;

b)

O Consumidor, ou Representante Legal, deve dirigir-se a uma Agência com Atendimento
Corporativo CEMAR ou da CELPA, para obter todos os esclarecimentos de ordem comercial,
técnica, legal e econômico-financeira, necessários e relativos ao fornecimento de energia
elétrica, onde, entre outras informações, deve fornecer dados para caracterização da Unidade
Consumidora, particularmente no que se refere à produção, posição do projeto, discriminação
da potência instalada e previsões de carga em caráter preliminar;

c)

Para efetuar as solicitações relacionadas ao fornecimento de energia elétrica em média
tensão, o Consumidor, ou Representante Legal munido de procuração assinada e
reconhecida em cartório, deve dirigir-se a uma Agência com Atendimento Corporativo
CEMAR (São Luís, Bacabal, Timon, Imperatriz e Balsas) ou Atendimento Corporativo CELPA
(Belém, Castanhal, Marabá e Santarém), portando os documentos necessários para cada tipo
de solicitação;

d)

Na fase de análise subsequente, sob a coordenação do órgão responsável pelo Atendimento
Corporativo, caso julgue necessário, o interessado deve discutir, junto com os demais órgãos
envolvidos com o projeto, os aspectos técnicos e comerciais do mesmo;

e)

Cabe à CEMAR e a CELPA disponibilizar ao interessado as normas técnicas, orientar quanto
ao cumprimento de exigências obrigatórias, fornecer as especificações técnicas de materiais
e equipamentos, informar os requisitos de segurança e proteção, e que será procedida a
fiscalização da obra antes do recebimento.

DOCUMENTO NÃO CONTROLADO

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Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A
EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS
7.1

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Revisão:

NT.31.004

02

Obtenção de Estudo de Viabilidade Técnica
O Estudo de Viabilidade Técnica será exigido para as edificações de múltiplas unidades
consumidoras que pretendem ser atendida pelo sistema elétrico da CEMAR ou da CELPA. Este
estudo antecede à apresentação do projeto elétrico das instalações, sendo solicitado para
cargas, em sistema isolado ou interligado, para atendimento em rede de baixa tensão (BT) ou
média tensão (MT), conforme o caso. Deve ser solicitado pelo proprietário ou representante
legal, visando obter informações e a disponibilidade de atendimento técnico à ligação solicitada,
quando tratar-se de ligações novas ou aumento de carga. No estudo de viabilidade técnica
serão detectadas as reais necessidades de atendimento da unidade consumidora e informado à
mesma.
O Estudo de Viabilidade Técnica é dispensável pela CEMAR e pela CELPA quando a
edificação tiver até 04 (quatro) unidades consumidoras, desde que cada unidade tenha carga
instalada de até 12 kW para a área de concessão CEMAR e de até 10 kW para área de
concessão CELPA;
Para obtenção do estudo de viabilidade técnica o consumidor deverá apresentar à CEMAR ou a
CELPA Anteprojeto, em 01(uma) via, contendo os seguintes elementos:
a) Requerimento preenchido conforme ANEXO II – SOLICITAÇÃO PARA ESTUDO DE
VIABILIDADE TÉCNICA;
b) Planta da situação conforme DESENHO 1 – PLANTA DE SITUAÇÃO, contendo a
localização e delimitação da propriedade e/ou edificação em relação à via pública, rodovias,
vias de acesso, áreas de passeios, acidentes geográficos, etc; representação e indicação
de vias paralelas e transversais; cotas de distâncias; pontos de referências; indicação do
norte geográfico; indicação da rede elétrica próxima e localização do posto de
transformação e a distância deste ao ponto de derivação da rede trifásica da CEMAR ou da
CELPA, mais próxima, com indicação das respectivas coordenadas geo-referenciadas
(preferencialmente em UTM fuso 22 para a CELPA e UTM fuso 23 para a CEMAR); postes
existentes e postes a serem implantados com respectivos esforços, altura e estruturas.
Deverá ser desenhada na escala 1:2000, identificando a localização da obra e o ponto de
entrega pretendido, incluindo:
• Nome das ruas adjacentes;
• Ponto de referência significativo;
• Identificação do Poste CEMAR mais próximo à entrada de serviço desejada (informar
número do mesmo).
c) Relação das cargas/equipamentos: discriminando quantidade e respectivas potências
nominais, que correspondam ao total de carga declarada a ser instalada;

DOCUMENTO NÃO CONTROLADO

− Habilitação. se houver. Nota: 11.2.Elaborado em: Página: 14/11/2013 37 de 120 Código: Revisão: NT. Deverá ser considerado fator de potência de referência mínimo de 0. ou seja.2 7. CPF. − Sinalização de segurança. no que segue: − Medidas de controle. − Trabalhos envolvendo alta tensão (AT). 7. operação e manutenção.31. que deve ser assinado por responsável técnico legalmente habilitado. forem escalonadas. 13. b) Devem ter seus projetos elétricos analisados e aceitos pela CEMAR ou pela CELPA todas as edificações de múltiplas unidades consumidoras na área de concessão da CEMAR ou da CELPA. 14. se houver sócios. através da Carta de Viabilidade Técnica.1 Projeto Generalidades a) A execução das instalações deve ser precedida de projeto elétrico que atenda as regulamentações técnicas oficiais estabelecidas. montagem. última alteração cadastral. − Segurança em instalações elétricas energizadas. − Segurança na construção. A CEMAR e a CELPA tem prazo máximo de 30 (trinta) dias para comunicar do atendimento a esta solicitação de viabilidade técnica. à parte. Nesta carta deverá constar a participação financeira do empreendedor.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS d) Razão social ou Nome completo do cliente. Arquitetura e Agronomia – CREA e ter registro ativo. os respectivos cronogramas contemplando.92. c) O projeto deve atender também ao que dispõe a Norma Regulamentadora N°10 Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade (NR-10). se pessoa jurídica CNPJ e contrato social. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . devidamente registrado no Conselho Regional de Engenharia. 12. RG. capacitação e autorização dos trabalhadores. É indispensável informar o número da unidade consumidora (UC) quando se tratar de alteração de potência instalada ou se já existir ligação em baixa tensão (BT). no mínimo. − Proteção contra incêndio e explosão. previstas. no mesmo endereço do posto de transformação. qualificação. deverão ser apresentados. − Segurança em instalações elétricas desenergizadas. − Segurança em projetos. RG e CPF dos sócios. Se as potências instaladas em transformadores e as demandas. os primeiros 12 (doze) meses.

o projetista precisará consultar a CEMAR ou a CELPA para obtenção dos valores das potências de curto-circuito monofásico e trifásico e os ajustes da proteção de retaguarda do alimentador que suprirá as instalações de múltiplas unidades consumidoras para dimensionamento e cálculos dos ajustes de proteção. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . devem atender aos requisitos da NBR 5410 e da NBR 13570.2. devidamente assinadas pelo Responsável Técnico.2. 7. cortes. com comprovante de pagamento. f) Recomenda-se que o projeto das instalações elétricas internas das unidades consumidoras atenda às prescrições da NBR 5410. em sua última revisão. b) As fotos em referencia deverão ser apresentadas impressas coloridas.2.2 Projeto Elétrico O Projeto Elétrico deverá ser apresentado à CEMAR ou à CELPA. encaminhada pela concessionária. referente ao Projeto. devem ser submetidos à análise e aprovação por parte da CEMAR ou da CELPA. e) Os projetos de edificações que. b) 02 (duas) vias da “Carta de Apresentação do Projeto” (ANEXO III – CARTA DE APRESENTAÇÃO DO PROJETO). no mínimo 2( duas) em ângulos/perspectivas diferentes. 7. c) Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) emitida pelo CREA. d) O projetos elétricos de unidades consumidoras atendidas em tensão de fornecimento de 15 e 36.2.2 kV. detalhes e vistas devem ser apresentados em formato ® compatível com o AutoCAD 2004. em suas últimas revisões.004 02 − Procedimentos de trabalho. possuam locais de afluência de público. com os seguintes elementos: a) 01 (uma) via da “Carta de Viabilidade Técnica”.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 38 de 120 Código: Revisão: NT. ao todo. ou em parte.1 Considerações Gerais a) É obrigatória. com impressão legível. a apresentação de fotografias. Nota: 15.31. em formato mínimo A2 (para subestações aéreas o formato mínimo A4). independente se a construção for executada ou não pela CEMAR ou pela CELPA. − Situação de Emergência.2. permitindo fácil visualização e entendimento na análise dos desenhos impressos. c) Os desenhos de plantas.2 Apresentação do projeto 7. como parte integrante do Projeto Elétrico. mostrando o local onde a rede e/ou a subestação será construída. Antes da elaboração do projeto.

indicação do norte geográfico. dispositivos e materiais essenciais. contendo: I) Detalhes com vistas frontal. f) Projeto da Subestação. do centro de proteção geral e caminhamento dos circuitos. etc. Deverá ser desenhada na escala 1:2000. faixas de ajuste e ponto DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . VI) Diagrama Unifilar. acidentes geográficos. superior e legenda (simbologia). indicação do local de instalação do CPG e do caminhamento do ramal até. desde o ponto de ligação até a proteção geral de baixa tensão. bitola e isolação dos condutores. lateral. IV) Esquema vertical elétrico ou coluna montante (com indicação dos condutores e eletrodutos). representação e indicação de vias paralelas e transversais. apresentando a área reservada para a futura SE. rodovias. e pilotis. II) Planta baixa do subsolo. se for o caso. incluindo: • Nome das ruas adjacentes. contendo a localização e delimitação da propriedade e/ou edificação em relação à via pública. áreas de passeios. pontos de referências. altura e estruturas. e diagrama detalhado do mecanismo ou dispositivo de intertravamento eletromecânico do gerador. identificando a localização da obra e o ponto de entrega pretendido. explicitando. na escala 1:50. cotas de distâncias. postes existentes e postes a serem implantados com respectivos esforços. o(s) centro(s) de medição. contendo os seus valores elétricos nominais. na escala 1:50. mais próxima. em 01 (uma) via em CD (em CAD – versão 2004) e 02 (duas) vias impressas. III) Planta baixa indicando a localização do centro de medição. com indicação das respectivas coordenadas geo-referenciadas (em UTM-Fuso 22). onde deverão constar todos os equipamentos.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS d) 02 (duas) vias do Memorial Técnico Descritivo com o cálculo de queda de tensão e de demanda e detalhes da carga instalada (Anexo VI) e 01 (uma) cópia em CD. • Ponto de referência significativo. • Identificação do Poste CEMAR ou CELPA mais próximo à entrada de serviço desejada (informar número do mesmo). e) 01 (uma) via da Planta da situação conforme DESENHO 1 – PLANTA DE SITUAÇÃO. do ponto de entrega ao barramento de baixa tensão.Elaborado em: Página: 14/11/2013 39 de 120 Código: Revisão: NT. V) Diagrama unifilar. se for o caso.31. vias de acesso. indicação da rede elétrica próxima e localização do posto de transformação e a distância deste ao ponto de derivação da rede trifásica da CEMAR ou da CELPA. especificações dos equipamentos de comando e proteção.

espessura da chapa. altura da instalação. É obrigatória. VIII) Detalhes de aterramento de acordo com prescrições desta Norma e da NBR-5410.31. das caixas de medição e equipamentos de proteção geral. 17. etc) dos CPG. 18.004 02 de regulação. III) Iluminação artificial. indicar o ponto de reversão com a instalação ligada à rede de suprimento da CEMAR ou da CELPA. como parte integrante do Projeto Elétrico. detalhando o sistema de reversão adotado. VII) Especificação dos equipamentos. no mínimo 2(duas) em ângulos/perspectivas diferentes. Na apresentação do projeto deverá informada a previsão de entrega do empreendimento. IV) Aterramento (malha). i) Lista de Materiais (especificação e quantificação de todos os materiais necessários à execução do projeto). em formato A4.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 40 de 120 Código: Revisão: NT. material. As fotos em referencia deverão ser apresentadas impressas coloridas. ventilação e espaço para manobra. plantas contendo detalhes construtivos de: I) Cabine de proteção e transformação. mostrando o local onde será efetivado o projeto. h) Circuito de Iluminação Pública Independente com Medição. Caso exista geração própria. g) Em edificações alimentadas a partir da rede primária. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . dutos e da seção e isolamento dos condutores. II) Dimensionamento e localização de dutos e caixas nas instalações de média tensão e baixa tensão até o quadro de medição. Nota: 16. VII) Detalhes de montagem (com cortes) e especificação (dimensões. IX) Quadro de carga referente a todos os centros de distribuição. a apresentação de fotografias. V) Subestação particular (se for o caso). A Construtora deverá apresentar declaração assumindo a manutenção e pagamento da iluminação pública até que a construtura providencie a transferência total de responsabilidade para o condomínio. 19. VI) Localização e tipo dos extintores de incêndio.

sendo. Lista de Materiais. 22. com as indicações dos pontos de consumo e as respectivas cargas. • Cartão CNPJ. • Demanda total diversificada. • Desenho indicativo da prumada. Neste caso será necessária a apresentação dos seguintes documentos: • Projeto do Empreendimento Completo (Memorial descritivo. ART com comprovante de pagamento.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS 20. Calculo de Queda de Tensão.ex: Minha Casa Minha Vida . • Documento do banco informando que a construtora não recebeu o recurso para construção da Rede de Distribuição Urbana. Diagrama Unifilar. • RG e CPF dos Sócios. O quadro de distribuição de cargas deverá apresentar as seguintes características: • Carregamento de cada circuito. • Somatório das cargas de cada fase. • Demanda de cada centro de distribuição. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . a responsabilidade pela a construção da rede de distribuição será do Empreendedor.MCMV). fica assegurada a responsabilidade da construção da rede de distribuição pela CEMAR ou CELPA. • Localização do quadro de medidores. Se o projeto do empreendimento de interesse social (p.31. • Localização do(s) centro(s) de distribuição. Planta de Localização. quando este existir. Calculo de Demanda e Fotos de onde vai ser construída a subestação). • Contrato Social.ex: Minha Casa Minha Vida . nos casos de instalação com mais de um centro de distribuição.Elaborado em: Página: 14/11/2013 41 de 120 Código: Revisão: NT. Se o projeto do empreendimento de interesse social (p. • Licenças. 23. • Localização do sistema de geração própria. os seguintes elementos: • Planta do pavimento tipo e dos demais pavimentos do prédio. for apresentado com 01 ano de antecedência. 21. 24. Todos os documentos impressos. no mínimo. entretanto necessária a apresentação dos documentos listados em nota 21 acima para análise e aprovação da CEMAR ou CELPA. • Demanda parcial por unidade de consumo. deverão estar assinados pelo responsável pelo projeto. O projeto da instalação interna.MCMV) for apresentado com menos de 01 ano de antecedência. desde a proteção geral até os quadros de distribuição das unidades de consumo. desenvolvido conforme norma ABNT/NBR-5410 deverá possuir. • Cronograma de Obra. com dados técnicos.

deverá apresentar projeto do canteiro de obras que servirá para ligação de todos os equipamentos necessários à construção do empreendimento. Bacabal. b) Para sua aprovação pela CEMAR ou pela CELPA o projeto deve obrigatoriamente estar de acordo com as normas e padrões da mesma.3 Análise do Projeto a) Só serão analisados os projetos em que as cópias estejam assinadas pelo projetista responsável com o respectivo registro do CREA. Após aprovação do projeto e execução das obras. As partes do projeto não sujeitas à análise da CEMAR e da /CELPA são de inteira responsabilidade dos projetistas. f) Uma vez aprovado o projeto. A partir desta data serão contados os prazos segundo a legislação vigente. somente pode ser feita através do responsável pelo mesmo. desde que cada unidade tenha carga instalada de até 12 kW para a área de concessão CEMAR e de até 10 kW para área de concessão CELPA. d) Toda e qualquer alteração no projeto já aprovado. o empreendimento Minha Casa Minha Vida (MCMV). c) A análise do projeto efetuada pela CEMAR e a CELPA limita-se ao trecho situado entre o ponto de ligação e a proteção geral de cada unidade consumidora localizada no centro de medição. Na área de concessão da CEMAR as agências do Atendimento Corporativo são: São Luís. 28. Timon e Imperatriz (endereços disponíveis no site da CEMAR). Nota: 26. Castanhal. 7.31. Se durante a execução for alterado o projeto da subestação. devendo atender às recomendações das Normas Técnicas Brasileiras.004 02 25. mediante consulta à CEMAR e á CELPA. o cliente deverá a se dirigir à CEMAR ou à CELPA e apresentar projeto complementar com as mudanças realizadas. Na CELPA: Belém. a CEMAR e a CELPA a informará ao cliente que encontrase disponível para recolhimento. Nota: 27. o responsável pelo empreendimento deverá formalizar o pedido de ligação junto à CEMAR ou à CELPA. na situação de apresentação de projeto com 1(um) ano de antecedência ou menos. Marabá e Santarém (endereços disponíveis no site da CELPA). DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . com as normas da ABNT e com as normas expedidas pelos órgãos oficiais competentes.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 42 de 120 Código: Revisão: NT. e) A análise de projeto é dispensável pela CEMAR e pela CELPA quando a edificação tiver até 04 (quatro) unidades consumidoras.2. na agência do Atendimento Corporativo da concessionária na localidade onde será realizada a ligação a carta de aprovação e uma via do projeto elétrico aprovado.

NORMA TÉCNICA
Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A
EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS

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Código:

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NT.31.004

02

g) A CEMAR e a CELPA dará um prazo de, no máximo, 30 meses a partir da data de
aprovação do projeto, para que o responsável pelo empreendimento formalize o pedido
de ligação de sua unidade consumidora, conforme item 7.3 Solicitação de Fornecimento.
Expirado este prazo, a aprovação do projeto tornar-se-á sem efeito.
7.2.4

Responsabilidades
Os projetos das instalações devem ser de responsabilidade de pessoa ou firma devidamente
habilitada pelo Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia - CREA e deve
ser acompanhado da respectiva Anotação de Responsabilidade Técnica - ART. Deste modo,
todos os desenhos devem levar a assinatura do responsável técnico e a indicação de seu
registro no CREA.

7.2.5

Execução do Projeto
a) A ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) de execução do projeto (obra) deve ser
de emissão do CREA (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia) do estado onde a
obra será executada;
b) Recomenda-se que a aquisição de materiais e a execução da instalação elétrica somente
sejam iniciadas após a aprovação do projeto elétrico pela CEMAR ou pela CELPA;
c) Caso a aquisição de materiais e a execução da instalação se antecipem à aceitação do
projeto elétrico, serão de inteira responsabilidade do interessado os problemas
decorrentes de eventual necessidade de modificações na obra ou substituição de
equipamentos;
d) Caso o Empreendedor haja em desacordo com esta Norma, caberá à CEMAR e a CELPA
o direito de rejeitar e até mesmo embargar a obra até adequação por parte do
Empreendedor, ficando os prazos suspensos até correção;
e) Se durante a execução das obras houver necessidade de modificações no projeto elétrico
já aprovado pela CEMAR ou CELPA, o cliente deverá informar a necessidade de
modificações e apresentar projeto complementar, encaminhando à CEMAR ou a CELPA
as pranchas modificadas, em duas (02) vias para análise e aprovação. O cliente após
submeter às modificações deverá aguardar o parecer (favorável ou não as modificações)
da CEMAR ou CELPA para poder dar continuidade às obras.

7.3
7.3.1

Solicitação de Fornecimento
Generalidades
a) É obrigatória no ato da solicitação de fornecimento a apresentação de fotografias
mostrando a subestação ou rede construída, em diferentes fotos, destacando o que
segue:

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02

NORMA TÉCNICA
Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A
EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS

• A foto do ponto de entrega, ou seja, conexão do sistema elétrico da CEMAR ou da
CELPA com as instalações elétricas do cliente;
• 02 (duas) fotos, uma frontal e uma lateral, do posto de transformação, cabine de
proteção e/ou cabine de transformação, com ênfase para a unidade de transformação e
os dispositivos de proteção;
• 02 (duas) fotos, do padrão de medição, sendo uma afastada contemplando a estrutura
da qual faz parte e a outra próxima;
Nota:
29. Na CEMAR caso a solicitação de fornecimento seja feita por meio eletrônico (corporativo@cemarma.com.br) as fotos deverão fazer parte dos arquivos anexados;
30. Caso a solicitação de fornecimento seja feita por meio de ofício/carta, as fotos deverão ser
impressas, coloridas como anexo da solicitação.

b) A ligação de Unidade Consumidora pertencente à EMUC ao sistema da CEMAR e da
CELPA processar-se-á somente após terem sido tomadas pelo Empreendedor,
sucessivamente, todas as providências relatadas nos itens anteriores;
c) À CEMAR e a CELPA se reservam ao direito de recusar-se a proceder à ligação de
unidade consumidora pertencente à EMUC, caso haja discordância entre a execução das
instalações e o projeto outrora aprovado;
d) Cabe à CEMAR e à CELPA alertar que a não-conformidade com o definido deverá ser
explicitada, implicando o não recebimento das instalações e a recusa de ligação das
Unidades Consumidoras até que sejam atendidos os requisitos estabelecidos no projeto
aprovado.
7.3.2

Solicitação de Vistoria e Ligação do Empreendimento
O Empreendedor deverá apresentar à CEMAR ou à CELPA os seguintes itens:
a) Solicitação de Vistoria e Ligação conforme ANEXO IV – MODELO DE SOLICITAÇÃO DE
VISTORIA E LIGAÇÃO;
b) Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) emitida pelo CREA, referente à Execução
da Obra;
c) Informações Adicionais:
I)

Razão Social da Unidade Consumidora ou nome completo do cliente;

II)

Nº CNPJ ou CPF;

III)

Endereço completo do Empreendimento;

IV)

Contrato Social , se pessoa jurídica;

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NORMA TÉCNICA
Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A
EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS
V)

Procuração se não for o titular;

VI)

RG e CPF da pessoa que recebeu a procuração;

VII)

Registro, Escritura ou Contrato de Locação;

VIII) Notas Fiscais dos Equipamentos instalados;
IX)

Ensaio dos Transformadores;

X)

Anotação de Responsabilidade Técnica de execução com comprovante de
pagamento;

XI)

Fotos da subestação construída;

XII)

Última alteração cadastral;

XIII) Se houver sócios, documento de identidade e CPF do(s) sócio(s);
XIV) Cópia da Carta de liberação do Projeto;
XV)

Carta informando demanda a contratar, período de demandas escalonadas (se
houver).

Nota:
31. A edificação de múltiplas unidades consumidoras que solicitar alteração de grupo de tensão
deverá apresentar a documentação listada no item 7.3.2 acima;
32. O fornecimento somente será efetuado após aprovação do pedido de ligação.

7.3.3

Solicitação de Vistoria e Ligação de Unidade Consumidora pertencente à Edificação
a) O atendimento à solicitação de ligação de Unidade consumidora pertencente à Edificação
processar-se-á somente após cumpridas todas as exigências contidas no item 7.3.2
Solicitação de Vistoria e Ligação do Empreendimento, resultando na

efetivação da

ligação da Edificação;
b) O cliente deve dirigir-se a uma Agência de Atendimento da CEMAR ou da CELPA, onde
conforme orientação ali recebida procederá ao pedido de ligação.
c) O atendimento ao pedido de ligação não responsabiliza a CEMAR ou CELPA quanto ao
projeto e execução técnica das instalações elétricas internas do consumidor.
7.4

Casos Omissos
Os casos omissos nesta Norma Técnica, ou aqueles que pelas características excepcionais
exijam estudos especiais serão objeto de análise prévia e decisão por parte da CEMAR e da
CELPA, que tem o direito de rejeitar toda e qualquer solução que não atenda às condições
técnicas exigidas pela mesma.

DOCUMENTO NÃO CONTROLADO

Na determinação da demanda. para a carga instalada dos seguintes grupos de aparelhos. b = demanda referente aos aparelhos eletrodomésticos e de aquecimento. Os fatores de demanda dados pela tabela 05 devem ser aplicados separadamente. 1. b2 = aquecedores de água por acumulação ou por passagem. em kW.Elaborado em: Página: 14/11/2013 46 de 120 Código: Revisão: NT. neste caso o cálculo da demanda deverá ser submetido a área de norma para aprovação. das edificações de uso coletivo e dos agrupamentos. o engenheiro responsável pelo projeto elétrico. Critério da carga Instalada Este método leva em consideração a quantidade e tipo de carga da instalação. b1 = chuveiros. e a demanda é calculada pela expressão abaixo: (É aplicável tanto para a demanda total de edificações.1.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS 8 ANEXOS ANEXO I – CÁLCULO DE DEMANDA DA INSTALAÇÃO CONSUMIDORA 1. deve ser feito pela demanda total da edificação.1. pode adotar o critério que julgar conveniente. Apresentamos dois critérios mais usuais para o cálculo das demandas. - Para Demanda Total da Edificação 1 D = (a+b+c+d+e+f+g) x h - Para Demanda de Cada Unidade D = (a+b+c+d+e+f+g) Onde: a = demanda referente a iluminação e tomadas (tabela 02). desde que o mesmo não apresente valores de demanda superiores aos calculados pelos critérios estabelecidos por esta Norma. 1. CALCULO DA DEMANDA Critérios de Cálculos de Demandas O dimensionamento dos componentes da entrada de serviço (ramais de ligação e de entrada. quanto para demanda de cada unidade).1. alimentadores). DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . torneiras e cafeteiras elétricas.31.

b4 = máquina de lavar e secar roupas.31. 40% da potência do terceiro maior aparelho e 30% da potência dos demais aparelhos.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 47 de 120 Código: Revisão: NT. torradeira. ventilador.004 02 b3 = fornos. A demanda total será determinada pela formula abaixo: D =(D1 + D2) x fs onde: D1 = demanda dos apartamentos D2 = demanda do condomínio fs = fator de segurança a ser aplicado a critério do projetista Os valores mínimos permitidos para o fator de segurança são estabelecidos de acordo com a DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . determinado por: 100 % da potência do maior aparelho. exaustor. d = demanda relativa a motores elétricos (tabelas 08 e 09). g = Moto-bomba de hidromassagem (tabela 04). 10 % da potência do segundo maior aparelho. máquinas de lavar louça e ferro. para obter-se o valor total da demanda deve-se tratar independentemente a demanda correspondente aos apartamentos e a demanda do condomínio. considerar o fator de demanda igual a 100%. freezer. Critério em função da Área Útil Este método baseia-se na área útil dos apartamentos e é aplicável apenas a edificações residenciais e para o cálculo das demandas totais e parciais da edificação. 70% da potência do segundo maior aparelho. 1. liqüidificador.1. c = demanda dos aparelhos condicionadores de ar. Para central de condicionamento de ar. ebulidor etc). geladeira. fogões e aparelhos tipo "Grill".1. Neste critério. dada pela tabela 01 e 06. f = demanda dos aparelhos de raio X.2. Não se aplica as unidades individuais. conjunto de som.1. h = Fator de diversidade da instalação (tabela 11). Para o cálculo da demanda de cada apartamento deve ser usado o critério da carga instalada conforme item 1. determinado por: 100% da potência do maior aparelho. batedeira. b5 = demais aparelhos (TV. e = demanda de máquinas de solda a transformador.

o critério poderá ser adotado determinando-se a área útil a ser aplicada na tabela 10 pela média ponderada das áreas envolvidas.0 Demanda dos Apartamentos (D1) A demanda dos apartamentos (D1) será calculada conforme a seguir: D1= S x f onde: S = demanda em kVA dos apartamentos.31.5 1. conforme tabela 12 A tabela 10 é aplicável na determinação da demanda de apartamentos com área útil até 400 2 m . 2 deve ser tratado como um edifício com 40 apartamentos de 75m . Ver tabela abaixo: TABELA A D1 (dem.Elaborado em: Página: 14/11/2013 48 de 120 Código: Revisão: NT. Para apartamentos com área superior. Demanda do Condomínio (D2) A demanda do condomínio é calculada pelos seguintes critérios: • para carga de iluminação: 100% para os primeiros 10kW 25% para os demais • para as cargas de tomadas: 20% da carga total.2 1. Para os edifícios cujos apartamentos não tenham a mesma área.895075 2 onde y representa a demanda do apartamento em kVA e X corresponde à área útil em m do apartamento.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS demanda dos apartamentos (D1).3 1. 2 Por exemplo. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . edifício com 20 apartamentos com área útil de 100m e 20 com área útil de 50m². deverá ser feito o cálculo através da fórmula: Y = 0.034939 X 0. dos aptos) D1 ≤ 25kVA 25 kVA < D1 ≤ 50kVA 50kVA < D1 ≤ 100 kVA D1 > 100 kVA Fs mínimo 1. conforme tabela 10 f = fator para diversificação da demanda.

Demanda de Edificações de Uso Coletivo . pois evita o superdimensionamento dos ramais de serviço e do transformador. São apresentados alguns exemplos de cálculos da demanda em edifício de uso coletivoresidencial. deverão ser considerados os fatores de potência de cada uma dessas cargas. A demanda individual das unidades consumidoras (cada apartamento) deverá ser calculada conforme o critério da carga instalada descrito no item 1. recomenda-se que o dimensionamento da demanda dos apartamentos (D1) seja tal que a corrente correspondente não seja inferior a corrente equivalente a uma carga igual a 26 kVA.1. 1.1 tanto para o cálculo da demanda total da edificação. centrais de refrigeração ou de aquecimento.31. deverão ser tratados do mesmo modo. saunas.1. Outras cargas eventualmente encontradas em condomínios. individualmente aplicando-se fator de demanda 1.Não Residenciais Para edificações de uso coletivo não residenciais deverá ser utilizado o critério da carga instalada descrito no item 1.2. Deve-se sempre considerar as ressalvas dos itens 1.2.Residenciais A demanda total dos edifícios residenciais poderá ser calculada pelo método de cálculo de demanda em função da área útil descrito no item 1. No cálculo das cargas do condomínio. que se destina a agrupamentos de unidades.3.1. 1. Cuidados na utilização do critério Devido a diferença entre este critério. Este método e mais aconselhável que o critério baseado na carga instalada.1.1.1. o qual é baseado na carga instalada.1. Demanda de Edificações de Uso Coletivo .aplicação das tabelas 08 e 09 para cada tipo de motor existente da instalação.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS • para os motores: . DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . 1. como motores para piscinas.2. como para o cálculo das demandas de cada unidade consumidora (salas ou lojas). e o critério utilizado para a determinação da demanda individual das unidades consumidoras. garantindo que o equipamento de proteção de cada unidade tenha capacidade inferior a do equipamento de proteção geral da instalação.0 às mesmas.Elaborado em: Página: 14/11/2013 49 de 120 Código: Revisão: NT. Tal medida visa dotar a proteção das instalações internas do edifício de seletividade necessária.1.2.

1. 1.2. deverá ser aplicado o critério para a parte comercial (Dc) e para a parte residencial (Dr) separadamente. ou seja: Da = Dc + Dr 1. A demanda do agrupamento (Da) será a somatória dessas duas parcelas.1. aceitáveis. Demanda de Loteamentos Residenciais São apresentados a seguir os valores mínimos de demanda.1.1.4. pois subdimensionaria a demanda. Elaborado em: Página: 14/11/2013 50 de 120 Código: Revisão: NT.004 02 Demanda de Edificações de Uso Coletivo . Demanda de Pequenos Edifícios ou Agrupamentos (Sem Projeto) Para edifícios ou agrupamentos horizontais em que a CEMAR e a CELPA não exige a apresentação de projeto (ver item 7. A demanda total será uma somatória destas duas demandas.5 De 601 a 1200 7 De 1201 a 2000 10 Maior do que 2000 14 DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .3 desta norma) a demanda deve ser calculada pelo método da carga instalada.1. caso seja um agrupamento ou edifício misto residencial e comercial.5. Será mostrado um exemplo deste cálculo.1) e para a parte residencial poderá ser utilizado o critério em função da área útil. Para a parte comercial deverá ser utilizado o critério da carga instalada (item 1.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS 1. a parte comercial será tratada separadamente da residencial. Ressalvamos que.7. Ressalvamos que a demanda de cada unidade consumidora deverá ser calculada conforme item 1.Misto Residencial e Comercial Para calcular a demanda total de edificações mistas (comercial e residencial). conforme descrito no item 1. Não utilizar o critério da área útil.31.6.1. em projetos de redes de distribuição de energia elétrica para loteamentos residenciais: Área do terreno (m²) Demanda individual diversificada (kVA) Até 600 3. Demanda de Apart-hotéis Para o cálculo de demanda de apart-hotéis deverá ser utilizado o critério da carga instalada considerando-os como residenciais.

(W) CARGA TOTAL(kW) 38 Lâmpada Incandescente 100 3. todos os apartamentos são iguais ao típico.2. Apartamento Tipo Neste exemplo.1. o edifício é exclusivamente residencial. Edificação Neste caso.4 1 Ar Condicionado 1500 1.3. Condomínio QT DESCRIÇÃO UNIT.0 kW).5 14.1. é menor que 15 kW (CI = 14. Cálculo da Carga Instalada I.2. I.. Exemplo nº 1: Edifício Exclusivamente Residencial I.1.8 15 Tomada Simples 100 1.13 2 Motores 3Ø-5CV/220V (Elevador) 4780 9.0 2 Tomada Força (TUE) 600 1. utilizaremos o critério da área útil DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . Como a carga instalada. Características da Edificação – Nº de pavimentos : 6 – Nº de apto. Apartamento Tipo QT CARGA UNIT. por pavimento : 4 – área útil do apto.3.31.2 2 Chuveiro Elétrico 4200 8. portanto. calculada no item 1. típico : 90m2 I.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS EXEMPLOS DE CÁLCULOS DE DEMANDA I.Elaborado em: Página: 14/11/2013 51 de 120 Código: Revisão: NT.3.2 1 Motores 3Ø-1CV/220V (Bomba d'água) 1130 1.56 TOTAL I.2.(W) TOTAL(kW) DESCRIÇÃO 9 Lâmpada Incandescente 100 0.2.5 1 Chuveiro Elétrico 4200 4.2.0 TOTAL I. não será necessário calcular a demanda dos apartamentos. 20.19 Cálculo das Demandas I.2.9 20 Tomada Simples (TUG) 100 2.1.

86 = 38.4. caso julgasse necessário.15 kVA OBS: O projetista poderia usar um fs > 1.89) x 1. Apartamento Tipo O tipo de fornecimento será definido pela Carga Instalada calculada em I.2.3 (Ver tab A – item 1.1.1.0 kW).70 A DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .92 + 18.56 + 9.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 52 de 120 Código: Revisão: NT.5 = 0.004 02 descrito no item 1.3 + 4.8 kVA Demanda de Tomadas = 20% x 1.2 fases + neutro (Tabela 15) Proteção : Disjuntor bipolar .56 = 1.89 kVA Onde: Demanda de Iluminação = 100% x 3. I.2 kVA Demanda do Motor de 1 CV = 1.31.8 = 3.8 + 0.92 kVA) D2 = 3.3.92 kVA (Ver tab 10 – área útil = 90 m² e tab 12 – Nº de aptos = 24) fs = 1.03 = 9.03 kVA (tab 09 – 2 motores) D = (38.56 kVA (tab 08 – 1 motor) Demanda dos Motores de 5 CV = 9.03 = 18.1 (CI = 14.3 kVA Demanda de Chuveiro = 100% x 4.2. ou seja: D = (D1+D2) fs D= demanda total da edificação D1 = demanda dos apartamentos D2 = demanda do condomínio fs = fator de segurança D1= Sxf = 1.2 = 4. Tipo de Fornecimento às Unidades Consumidoras Tensões da rede: Primária = 15 kV Secundária = 220 /127 V I.2 + 1. para D1 = 38.4.96x19.1. Fornecimento : Bifásico .3 = 75.2.

2 (D2 = 18.2 2 Chuveiro Elétrico 4200 8.31.PVC/750V 2 O atendimento será através da rede secundária da CELPA.10 kVA).(W) CARGA TOTAL(kW) 8 Lâmpada Incandescente 100 0. II. tipo janela (10.1.Elaborado em: Página: 14/11/2013 53 de 120 Código: Revisão: NT.60A Condutores : 3#16(16) mm – cobre . Apartamento Tipo QT DESCRIÇÃO UNIT.3 fases + neutro Proteção Geral : Disjuntor tripolar – (250A) Condutores : 3#120(70) mm . Fornecimento : Trifásico .3 desta Norma.8 2 Tomada Força (TUE) 600 1.3. Condomínio O tipo de fornecimento será definido pela demanda calculada no item I. : 150 m² – Nº total de lojas: 20 (sendo.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Condutores 2 : 2#16(16) mm –cobre PVC/750V (prumada) I.1. todas com mesma área e características) II. e de acordo com a demanda calculada no item I.4 2 Ar Condicionado.8 18 Tomada Simples (TUG) 100 1.2. 2 aptos/pavimento) – área útil do apto.000 BTU/h) 1400 2.2.89 kVA). Características da Edificação – Nº total de pavimentos : 10 (sendo. Comercial e demais residencial) – Nº total de apartamentos: 18 (sendo.4.3.0 .6 / 1 kV (Ramal de Entrada) 2 Exemplo nº 2: Edifício com Unidades Residenciais e Comerciais II. Cálculo da Carga Instalada II.2 (D = 75. conforme indicado nos itens 6.3. 1 pav.3.cobre – 0.3 fases + neutro (Tabela 15) Proteção : Disjuntor tripolar .2. Fornecimento : Trifásico . Condomínio DOCUMENTO NÃO CONTROLADO 15.8 TOTAL II.2 e 6.

CARGA TOTAL(kW) 7.3 1 Motores 3Ø-5CV/220V (Bomba d'água) 4780 4.68 TOTAL II.(W) 6 Lâmpada Incândescente 100 0.6 5 Tomada Simples (TUG) 100 0. Como a carga instalada. Edificação Neste caso.3.1.3.2 1 Motores 3Ø-5CV/220V (Bomba d'água) 4780 4. ou seja: D = (D1+D2)fs + D3 D1 = demanda dos apartamentos D2 = demanda do condomínio Fs = fator de segurança D3= demanda das lojas D1 = Sxf = 3. será uma somatória da parte residencial (D1 + D2) x fs) – calculada pelo critério da área útil descrito no item 1.23 kVA (Ver tab 10 – área útil = 150 m² e tab 12 – Nº de aptos = 18) DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .85) 40 1.80 27. em ambos os casos é menor que 15kW (item II. o edifício é parte residencial e parte comercial..78 2 Motores 3Ø-7.1.Elaborado em: Página: 14/11/2013 54 de 120 Código: Revisão: NT.6 15 Tomada Simples 100 3.31.18 Cálculo das Demandas II.calculada pelo critério da carga instalada descrito no item 1. Apartamento e Loja (Unidade) Neste exemplo.2. todos os apartamentos e todas as lojas são iguais .78 TOTAL II.2 com a parte comercial (D3) .(W) TOTAL(kW) DESCRIÇÃO 3 Lâmpada Incandescente 100 0. Loja (Unidade) QT DESCRIÇÃO UNIT.88 =49.3 40 Lâmpada Fluorescente (f.5 2 Ar Condicionado.p = 0.3. tipo janela (8.3.3. não será necessário cálculo de demanda.1.2.1.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS QT CARGA UNIT.1 e II. portanto a demanda total (D). II.3).5CV/220V (Elevador) 6900 13.2.0 1 Chuveiro Elétrico 4200 4.1x15.500 BTU/h-1550 VA) 1300 1.

1.09 – 2 motores) D3 = a + c = 11 + 15.88 kVA demanda das tomadas = 20% x 3. Apartamento Tipo O tipo de fornecimento será definido pela Carga Instalada calculada em II.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS fs = 1.5 CV = 12.Elaborado em: Página: 14/11/2013 55 de 120 Código: Revisão: NT.98 = 26.4.0 kVA (tab.23 + 26. = 6.2.23 kVA) D2 = 2.88 + 0.68 kVA) Fornecimento : Trifásico-3 fases + neutro (tabela 15) Proteção : Disjuntor tripolar – 70A Condutores : 3#16(16) mm . 01 e tab. 06) D = (49.3. para D1 = 49.2 + 12.2 kVA demanda do motor de 5 CV.98 = 12.2.5 kVA (para 10 lojas) Onde: a = demanda de iluminação e tomadas = 100% 10x(0.2.02 kVA (tab.2 (D2 = 26.1 (CI = 15.5 kVA (tab.3 (Ver tab A – item 1.18 kVA II.98 kVA (tab.3 + 26.68) x 1.0 = 0.55) = 15.50) = 11.60/0.85) = 2.cobre – PVC/750V (prumada) 2 II.6 kVA demanda de chuveiro = 100% x 4. Loja DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .00 kW).2 = 4.68 kVA Onde: demanda de iluminação = 100%x(1.cobre – PVC/750 V 2 II.31.0+1. 02) c = demanda dos ar condicionados = 100% 10 x (1.4.02 = 6.1.4.5 = 125.4. Fornecimento : Bifásico – 2 fases + neutro (tabela 15) Proteção : Disjuntor bipolar – 70A Condutores : 2#16(16) m .5 = 25. Tipo de Fornecimento a Unidades Consumidoras Tensões da rede: Primária = 15 kV Secundária = 220/127 V II.08 – 1 motor) demanda dos motores de 7.3.60 + 0.6 + 4. Condomínio O tipo de fornecimento será definido pela demanda calculada no item II.

2.2 2 Tomada de uso específico (TUE) (aquecedor e máquina de lavar) 1.Elaborado em: Página: 14/11/2013 56 de 120 Código: Revisão: NT.100 2.31. III.6 / 1kV 2 Exemplo nº 3 – Edifício exclusivamente residencial Neste exemplo.08 10 Tomada de uso geral (TUG) 100 1.4.1. (D= 125.3.2.000 BTU) 1.1.4.(W) CARGA TOTAL(kW) 10 Lâmpada Incandescente 100 1.3.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS O tipo de fornecimento será definido pela Carga Instalada calculada em II.5 kVA Proteção Geral : Disjuntor tripolar .2 desta Norma e de acordo com a demanda total calculada no item II. mostraremos o cálculo das demandas para dimensionamento da caixa de medição no poste e desenhos ilustrativos.4 kW) Fornecimento : Monofásico – 1 fase + neutro (tabela 15) Proteção : Disjuntor unipolar – 40A Condutores : 1#6(6) mm .500 1. Apartamento Tipo QT DESCRIÇÃO UNIT. conforme indicado nos itens 6. Transformador : 112. Edificação O atendimento será através da rede primária .cobre – PVC/750 V 2 II.98 .0 2 Tomada de uso geral (TUG) 600 1.350A Condutores : 3#2 x 70(70) mm .18 kVA) III.2.5 TOTAL DOCUMENTO NÃO CONTROLADO 6.0 2 Lâmpada Fluorescente 40 0.2 2 Tomada de uso específico (TUE) (condicionador de ar 7.3.2. (CI = 2.cobre – 0. Cálculo da Carga Instalada III. Características da Edificação – número de pavimentos: 04 – número de apartamentos: 16 – número de apartamentos p/pavimento (tipo): 04 – área útil do apartamento: 80 m2 III.

2. III.0 6 Tomada de uso geral (TUG) 600 3. todos os apartamentos são iguais ao tipo. = 4..1.(W) CARGA TOTAL(kW) 50 Lâmpada Incandescente 100 5.16 + 1.16 20 Tomada de uso geral (TUG) 100 2.2. para D1 = 64.04 = 4.32 = 25.04 = 10.32 kVA Onde: demanda de iluminação = 100%x5.80 15. portanto. utilizaremos o critério da área útil descrito no item 1.3 (Ver tab A – item 1.p = 0.3.2kVA (Ver tab 10 – área útil = 80 m² e tab 12 – Nº de aptos = 16) fs = 1.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS III.2.12 + 4.6 2 Motores (bomba recalque) sendo um reserva 3CV-3Ø 4.10 – 1 motor*) *Não é necessário computar bomba de reserva DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .31.0 4 Lâmpada Fluorescente (f.3.780 4.16 kVA demanda das tomadas = 20%x (2.54 TOTAL III.76x14. Condomínio QT DESCRIÇÃO UNIT. Edificação Neste caso.2.1.0+3.85) 40 0.72 kVA) D2 = 5. Apartamento Tipo Neste exemplo. não será necessário calcular a demanda dos apartamentos. Como a carga instalada.98 kW).12 kVA demanda do motor de 3 CV. o edifício é exclusivamente residencial. Cálculo das Demandas III. ou seja: D = (D1 + D2)fs D = Demanda total da edificação D1 = Demanda dos apartamentos D2 = Demanda do condomínio fs = Fator de segurança D1 = Sxf = 1.2.Elaborado em: Página: 14/11/2013 57 de 120 Código: Revisão: NT.3.2.16 = 5.04 kVA (tab. é menor que 15kW (6. calculada no item III.6) = 1.1.1.

4. Apartamento Tipo O tipo de fornecimento será definido pela Carga Instalada calculada em III.2.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS D = (25 + 10. 10 .58 kVA) DC1 = 13.1 fase + neutro (Anexo I .58 kVA) DC1 = 13.Elaborado em: Página: 14/11/2013 58 de 120 Código: Revisão: NT. para D1 = 13. que é indicado também para o cálculo de demandas parciais exclusivamente residenciais. 10.5 = 20.1. Condomínio O tipo de fornecimento será definido pela demanda calculada no item III.76 x 7.2 (D2 = 10.58 x 1.2.item 1. CAIXA I – 08 Medidores DC1 = (D1) x fs 2 D1 = S x f = 1.17 kVA A demanda para as caixas de medição será calculada pelo critério da área útil (item 1.área útil = 80 m e tab.31.5 (ver tab. Tipo de Fornecimento às Unidades Consumidoras Tensões da rede: Primária = 15 kV Secundária = 220/127 V III.2.2.área útil = 80 m e tab.72 = 13.3.número de apto = 08) fs = 1.item 1.cobre .72 = 13.1.1.32 kVA) DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .98 kW) Fornecimento : Monofásico .37 kVA CAIXA II – 08 Medidores DC1 = (D1l) fs 2 D1 = S x f = 1.76 x 7.37 kVA CAIXA III – 01 Medidor (condomínio) Dcond = D2 = 10.32) x 46.número de apto = 08) fs = 1. 12 .). 12 .5 ( ver tab.32 kVA III.58 (ver tab.PVC/1000V (prumada) 2 III.Tabela 01/categoria M2) Proteção : Disjuntor unipolar – 60A Condutores : 1#16(16) mm .58 x 1. A .1. para D1 = 13.2.4.5 = 20.58 (ver tab.4.1 (CI = 6. a .

CAIXA III – 01 Medidor (condomínio) 2 Condutores : 3# 10(10) mm – cobre – 0.3 fases + neutro .40A Condutores : 3#10(10) mm .2 e 6. conforme indicado nos itens 6.: Os condutores deverão ser verificados para condição de queda de tensão de acordo com a NBR 5410. direto da rede secundária.Elaborado em: Página: 14/11/2013 59 de 120 Código: Revisão: NT. 0.cobre – 0. alumínio multiplex.3.6/1kV Caixas de Medição no Poste: 03 caixas. sendo duas com 08 medidores para os 16 apartamentos tipo e uma com 01 medidor para o condomínio. CAIXA I e II – 08 Medidores cada − Dimensionamentos dos condutores a) Da caixa de medição no poste ao centro de proteção 2 Condutores : 8 x 2#10(10) mm – cobre – 0.4.02 kVA). 2 Condutores: # (3 x 1 x 25 +25) mm .6 / 1 kV Eletroduto :∅1¼“ Disjuntor : 3P – 40A DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .6/1kV 2 Edificação O atendimento será através do ramal de ligação.quadro com TC (tabela 15) Proteção : Disjuntor tripolar .6 / 1 kV Eletroduto :2x∅2½“ Disjuntores : 8 x 2P – 40A Obs.31.3 desta Norma e de acordo com a demanda total da edificação (D = 46. Fornecimento : Trifásico .004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS III.

Utilizar papel A4 e escala adequada. no mesmo endereço do posto de transformação.a ser aumentada: . 8 Deverá ser considerado fator de potência de referência mínimo de 0. forem escalonadas.em ligação nova: Demanda prevista (kW): . ou titular do posto de transformação. representante legal. que a mesma esteja em via original e reconhecida em cartório. 6 A análise de projeto elétrico somente será considerada após o resultado do estudo de viabilidade técnica. vias de acesso. previstas. deverão ser apresentados. 3 Caso o solicitante não seja o interessado. 2 Relação das cargas/equipamentos: descriminando quantidade e respectivas potências nominais.em ligação nova: Previsão de conclusão da obra (mês/ano): Informações adicionais: Localização da Subestação em área: ( ) Urbana ( ) Industrial ( ) Rural ( ) Poder Público ( ) Serviço Público do posto de transformação: Secundaria: Carga total instalada (kW): . _______________________________________________________________ Nome legível do interessado ou solicitante RG/CPF: DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . cotas de distâncias. no mínimo. mais próxima.a ser reduzida: . deverá apresentar procuração para representá-lo perante a CEMAR/CELPA contendo. à parte. acidentes geográficos. indicação da rede elétrica próxima e localização do posto de transformação e a distância deste ao ponto de derivação da rede trifásica da CEMAR/CELPA. os primeiros 12(doze) meses. os poderes e o prazo de vigência. 9 A CEMAR/CELPA tem prazo máximo de 30(trinta) dias para comunicar do atendimento a esta solicitação de viabilidade técnica.31. os respectivos cronogramas contemplando. com indicação das respectivas coordenadas geo-referenciadas (em UTMFuso 22 para CELPA). 7 Os Anexos 1 e 2 são dispensados se constantes no projeto elétrico. representação e indicação de vias paralelas e transversais. necessitando.a ser reduzida: OBS: Anexar a esta solicitação: 1 Croqui de localização: contendo a localização e delimitação da propriedade e/ou edificação em relação à via pública. etc.a ser aumentada: Previsão de ligação da carga (mês/ano): . pontos de referências. 5 Se as potências instaladas em transformadores e as demandas.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 60 de 120 Código: Revisão: NT. que correspondam ao total de carga declarada a ser instalada.004 02 ANEXO II – SOLICITAÇÃO PARA ESTUDO DE VIABILIDADE TÉCNICA SOLICITAÇÃO PARA ESTUDO DE VIABILIDADE TÉCNICA Solicitação Nº: _________________________ ( ) Ligação nova provisória ( ) Ligação nova permanente ( ) Alteração de potência instalada Nome ou razão social do interessado ou titular da UC: CPF/CNPJ: RG: Nome ou razão social do solicitante: E-mail: Telefone / Fax: Município: Estado: Endereço para resposta: CEP: DADOS TÉCNICOS E DE LOCALIZAÇÃO DO POSTO DE TRANSFORMAÇÃO Endereço completo: CEP: Unidade Consumidora (UC): Município: Localidade / Bairro: Tipo de Rede Primária: ( ) Monofásica ( ) Trifásica Atividade a ser desenvolvida ou existente: ( ) Residencial ( ) comercial Coordenadas do poste (em UTM): de Derivação da RD: Tensão do Transformador: Primaria: Potência total em transformador (es) (kVA): . de forma clara e específica.92. rodovias. indicação do norte geográfico. apresentado juntamente com esta solicitação. NOTAS: 4 É indispensável informar o número da unidade consumidora (UC) quando se tratar de alteração de potência instalada ou se já existir ligação em baixa tensão (BT). obrigatoriamente.

registrada sob o nº da solicitação informado. bairro ___________________________________ no Município de _________________________ conforme consulta feita a CEMAR/CELPA. Atesto que as Instalações Elétricas acima mencionadas foram por mim projetadas de acordo com as Normas Técnicas vigentes no País e instruções gerais da CEMAR ou da CELPA. ( ) Subestação de _________ kVA. ( ) Rede de distribuição rural. IDENTIFICAÇÃO DO ENGENHEIRO Nome: Endereço: CREA: Fone: ( ) E-mail: _________________________________________________ Assinatura do Engenheiro Responsável DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .Sa.31.004 02 ANEXO III – CARTA DE APRESENTAÇÃO DE PROJETO À CEMAR/CELPA Solicitação Nº__________________ __________________________________________________ vem pelo presente solicitar de V. a aprovação do projeto para execução de obras das Instalações Elétricas em sua propriedade. ( ) Cabine de medição primária. número _________. ( ) Rede de distribuição urbana. situada à __________________________________________________________. ( ) Prédio de múltiplas unidades consumidoras.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 61 de 120 Código: Revisão: NT.

denominada ______________________________________________________________________________ situado(a) à _________________________________________________________________. a vistoria e posterior ligação das Instalações Elétricas.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 62 de 120 Código: Revisão: NT. _____________. bairro ______________________________________ no número Município de ________________________________________ conforme projeto aceito por esta companhia.Sa.31.004 02 ANEXO IV – MODELO DE SOLICITAÇÃO DE VISTORIA E LIGAÇÃO À CEMAR/CELPA Solicitação GERC Nº__________________ ____________________________________________________________ vem pelo presente solicitar de V. _______________________________________________________ Assinatura do Proprietário ou Representante Legal Atesto que as Instalações Elétricas acima mencionadas foram por mim vistoriadas de acordo com as Normas Técnicas vigentes no País e instruções gerais da CEMAR ou da CELPA. conforme nº da solicitação informado. ___________________. _____ de ______________ de __________.. de sua propriedade. IDENTIFICAÇÃO DO COLABORADOR DA CEMAR/CELPA Nome: Matrícula: Fone: E-mail: ( ) _______________________________________________________ Assinatura do Colaborador da CEMAR/CELPA DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .

a utilização dos mesmos. residente e domiciliado na ________________________________________________________________________________ declara para todos os efeitos legais. portador da cédula de identidade civil nº ______________. brasileiro. que transfere à CEMAR ou a CELPA a área utilizada pelo ramal de ligação e pelos equipamentos de propriedade da mesma. profissão ________________________________. O Responsável pela Transferência. E por estar dispondo de livre e espontânea vontade. para atender outros consumidores no fornecimento de energia elétrica. ___________________. _______________________________________________________ Assinatura do Proprietário ou Representante Legal Nome: CPF: ______________________________________ Assinatura da Testemunha 1 ______________________________________ Assinatura da Testemunha 2 Nome: Nome: CPF: CPF: ______________________________________________________ Assinatura do Colaborador da CEMAR/CELPA Nome: Matrícula: Nota: 33. _____ de ______________ de __________. através do presente instrumento. CPF: ______________________________. se compromete a permitir a qualquer hora o livre acesso à CEMAR ou a /CELPA nas instalações de sua propriedade.Elaborado em: Página: 14/11/2013 63 de 120 Código: Revisão: NT. A presente Transferência é feita.31. sem qualquer restrição e reconheço nenhum direito houver por reclamar sobre a propriedade ou domínio dos bens ora transferidos. que também o assinam. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . assino este Termo na presença de duas testemunhas. O presente documento deve ser registrado em cartório. estado civil __________________. ficando a critério da donativa.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS ANEXO V – TERMO DE TRANSFERÊNCIA _________________________________________________________.

...... kVA.... A medição será direta para os apartamentos e condomínio......... kVA no poste acima especificado...................004 02 ANEXO VI – MODELO DO MEMORIAL TÉCNICO DESCRITIVO DE USO COLETIVO 1.1 . DOCUMENTO NÃO CONTROLADO ... Foram seguidas as normas brasileiras (ABNT – NBR’S 5356 e 5410) e a normas técnicas de fornecimento de energia elétrica a edificações de uso coletivo da CEMAR/CELPA.. CARACTERÍSTICAS DA ENTRADA DE SERVIÇO: O ramal de ligação será aéreo em cabo de alumínio de .. - Classe de tensão: .....) níveis de garagem.............) apartamentos duplex...... conforme padrão estabelecido pela CEMAR/CELPA.. (.. (.......31..... 2...estrela aterrado.............mm2................mm2 e destas até o transformador também em fio de cobre de nu de . a saber: 3. CARACTERÍSTICAS ELÉTRICAS: - Transformador de ..... - Medição direta em baixa tensão..........x................ Será instalado um transformador de ................... - Atendimento em tensão primária: ...Pára-raios: As características dos pára-raios serão as seguintes: - Capacidade de interrupção: ....mm.................. - Neutro acessível.. kV..........) pavimentos.. PROTEÇÕES: 4. 4... x # ..... da subestação.kA....... - Freqüência: 60 Hz..... ........ (........NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 64 de 120 Código: Revisão: NT.... cidade (estado)............ com ...................... (.... instalados no mesmo poste ....................) pavimento típicos e ..x. - Tensão no secundário do transformador: 220 / 127V... Aos condutores do ramal de entrada..... Bairro do (a) ............... sendo .... serão conectados pára-raios (um para cada fase) e chaves fusíveis (uma para cada fase) através de fio de cobre nu de .. situado (a) no (a) ... daN............. - Ligação em delta .. AWG-CA até os isoladores da cruzeta de concreto ....kV... DADOS DA INSTALAÇÃO: O presente memorial técnico descritivo trata das instalações elétricas da subestação transformadora para um edifício ..

4.. do ramal de AT até os pára-raios e chaves fusíveis.. - Capacidade de interrupção: .... amperès).....004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS - Tensão nominal: .....004 da CEMAR/CELPA.. x # .... - Nível básico de isolamento: .31..” ...........x ........... de corrente nominal ..# .....” da saída do transformador até a caixa de passagem no pé do poste....A.. (.) fusíveis tipo NH de ... − . e desta até a última caixa de passagem será com eletroduto de PVC ∅ .2 ..A (..... 2 − ...... utilizaremos uma chave tipo faca.... para o ramal de AT.kA....amperès)..... x # ...1 ............ com acionamento sob carga.1 .. CARGA INSTALADA – DEMONSTRATIVO DE DEMANDA PROVÁVEL (exemplo): 8... 5...... com ............k.. com isolamento para ... TUBULAÇÃO: Será de ferro galvanizado ∅ .. envelopado em concreto magro.AWG-CA...mm de cobre nu..A (..3 ..Edifício Exclusivamente Residencial: 8. 4....... 8.........Proteção Geral de Baixa Tensão: Para proteção geral de BT.. e destes até o transformador.Chaves Fusíveis: As características serão as seguintes: - Corrente nominal: .1.kV.........(... CONDUTORES: Utilizaremos os seguintes condutores: − ...... 7........kV.... ATERRAMENTO: Conforme orientações contidas na NT........31.. - Elo fusível: .V.. 6... - Freqüência: 60Hz..........Elaborado em: Página: 14/11/2013 65 de 120 Código: Revisão: NT........kV da saída do transformador até a chave geral de BT...........)mm 2 de cobre..Características da Edificação: DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .... - Classe de tensão: ....

31mm 2 8.31.50 08 Lâmpada incandescente 100 0.2.72 DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .00 03 Chuveiro elétrico 2000 6.2 .Cálculo de Carga Instalada: 8.20 04 Ar condicionado 1550 6.95m 2 – Área útil do apartamento duplex: 219.32 25 Lâmpada incandescente 60 1.00 01 Aquecedor de banheira 3200 3.80 QUANT DESCRIÇÃO 22 TOTAL 30.20 09 Tomada força (TUE) 300 2.70 01 Tomada força (TUE) 300 0.30 68 Lâmpada incandescente 40 2.Condomínio: QUANT DESCRIÇÃO CARGA UNITÁRIA CARGA (W) TOTAL (kW) 17 Tomada simples (TUG) 100 1.20 01 Ar condicionado 2400 2.004 02 – Nº de pavimentos: 28 – Nº de apartamentos típicos: 44 – Nº de apartamentos duplex: 02 – Nº de níveis de garagem: 04 – Área útil do apartamento típico: 115.Apartamento-tipo: CARGA UNITÁRIA CARGA TOTAL (W) (kW) Tomada simples (TUG) 100 2.2.2 .32 8.1 .70 05 Tomada força (TUE) 1000 5.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 66 de 120 Código: Revisão: NT.40 08 Lâmpada incandescente 40 0.

45 01 Motor 1/2cv –220V(Filt) 570 0.20 DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .3 .incend) 2.00 01 Sauna 4000 4.40 19 Lâmpada mista 160 3.208 2.5cv – 220V(elevad) 6900 13.20 05 Ar condicionado 1550 7.20 05 Tomada força (TUE) 1000 5.75 02 Ar condicionado 2400 4.Apartamento Duplex: QUANT DESCRIÇÃO CARGA UNITÁRIA CARGA (W) TOTAL (kW) 32 Tomada simples (TUG) 100 3.80 01 Motor 10cv – 220V(Recalque) 7360 7.004 02 Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS 220 Lâmpada incandescente 60 13.57 01 Motor 3cv –220V(B.60 12 Lâmpada incandescente 100 1.36 TOTAL 48.75 8.40 60 Lâmpada incandescente 60 3.20 34 Lâmpada incandescente 100 3.2.20 05 Tomada força (TUE) 300 1.80 10 Lâmpada incandescente 40 0.21 02 Motor 7.31.50 02 Tomada força (TUE) 600 1.NORMA TÉCNICA Elaborado em: Página: 14/11/2013 67 de 120 Código: Revisão: NT.00 01 Aquecedor de banheira 3200 3.00 05 Chuveiro elétrico 2000 10.04 03 Lâmpada HQI 150 0.

40 kVA *Demanda do motor de1/2 cv = 0.98 kVA DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .Condomínio: (D2) *Demanda de iluminação: 22.20 13.87 kVA *Demanda do motor de 3cv = 4.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS 02 Motor 1/3 cv – 127V(fil. A) 8.3 .Elaborado em: Página: 14/11/2013 68 de 120 Código: Revisão: NT.20 kVA *Demanda das tomadas: 2.54 x 31.5cv = 12.81 x 100% x 10.tipo: (D1) D1 = s x f = 2. Portanto.13 (Tab.82 46.2 tab.2 (Item 1. descrito no item 1.3.00 x 0.3 . o edifício é exclusivamente residencial.Cálculo das Demandas: 8.94 = 81.20 = 0.67 8.3.hid) 410 TOTAL 0.1.1 .04 kVA *Demanda dos motores 7.Apartamento .Edificação: Neste caso.31.2 .000 = 10. utilizaremos o critério da área útil para os apartamentos típicos e apartamentos duplex.00 25% x 12.2 do anexo I desta e utilizaremos o critério da carga instalada para o condomínio onde: D = (D1 + D2 + D3) X FS D = Demanda total de edificação D1 = Demanda dos apartamentos típicos D2 = Demanda do condomínio D3 = Demanda dos apartamentos duplex fs = Fator de segurança 8.3.810 = 3.1. 10 e 12) fs = 1.

04 + 12.2 = 171.03 kVA Padrão = 3P .54) x 1.65 = 5.51 b4 = Máquina de lavar louça.20 b2 = Aquecedor de banheira 3.80 = 3.54 + 5.87 + 4.40 x 0.10 b5 = Sauna 4.62 = 6. 10 e 11) a = Demanda da sauna: 4 x 2 x 0.4 .75 = 4.62 = 3.20 x 0.Apartamentos duplex: (D3) D3 = s x f + (a+b) = 4.55 x 0.56 b3 = Fogão a aparelho tipo grill 2.80 = 2.96 = 8.24 kVA Corrente de projeto = 450 A .00 x 0.20 c = Ar condicionado 12.120 A 8.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS *Demanda do motor de 10cv = 11.20 + 0.31.2 + 4.54 kVA D = (81.54 kVA D2 = 13.54 = 4. roupa.56 = 1.00 x 0.54 b = Aparelhos eletrodomésticos e de aquecimento : b1 = Chuveiro 10.30 DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .70 x 0.00 x 0.36 x 1. onde: a = iluminação e tomadas 8. secar roupa e ferro elétrico 5.2 kVA b = Demanda do aquecedor de banheira: 3.3.2 x 2 = 6.90 = 11.98 + 11.54 = 43.40 + 0.54 (tab.Apartamento duplex (Demanda individual): DD = (a + b + c + d).03 + 18.Elaborado em: Página: 14/11/2013 69 de 120 Código: Revisão: NT.40 x 0.13 + 43.8 = 18.8 kVA D3 = 8.

2 b2 = Aquecedor de banheira 3.20 x 0.68 = 3.28 + (4.46 = 32.51 + 3.Apartamento tipo (Demanda individual): DT = (a + b + c + d).35 DT = 3. secar roupa e ferro elétrico 5.62 = 3. onde: a = iluminação e tomadas 4.28 b = Aparelhos eletrodomésticos e de aquecimento : b1 = Chuveiro 6.37 + 3. roupa.5 (DT = 23.51 = 1.46 DD = 4.87 kVA Padrão = 3P .6 : 0.20 + 2.1) + 9.70 = 4.100 A .70 x 0.Apartamento tipo: O tipo de fornecimento será definido pela carga instalada calculada no item 8.10 c = Ar condicionado 8.35 = 23.56 = 0.10 + 3.37 b4 = Máquina de lavar louça.hidromassagem 1/3cv 0.31.70 A Tipo de fornecimento às unidades consumidoras: 8.86 kVA) Fornecimento = Trifásico 3 fases + neutro Proteção = Disjuntor tripolar de 70A Condutor = Ver esquema vertical.56 b3 = Fogão a aparelho tipo grill 2.82 x 0.2 + 2.80 = 2.56 + 1.86 kVA Padrão = 3P .004 02 d = Filtro de piscina 1/3cv .92 x 1 = 9.82 x 0. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 70 de 120 Código: Revisão: NT.56 + 1.4 .00 x 0.54 + 6.20 + 11.00 x 0.30 + 0. Foi considerado um queda de tensão de 2%.

03 kVA) Fornecimento = Trifásico 3 fases + neutro Proteção = Disjuntor tripolar de 120A Condutor = 3 x # 50 (# 50) mm2 cobre /PVC – 750V 8.Elaborado em: Página: 14/11/2013 71 de 120 Código: Revisão: NT.5 DP I e II = 36.09 kVA Corrente Nominal = 160 A DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .54 x 14.6 .87 kVA) Fornecimento = Trifásico 3 fases + neutro Proteção = Disjuntor tripolar de 100A Condutor = 3 x # 70 (# 50) mm2 cobre /PVC – 750V 8.54 DP III = (28.7 .3.3 (D2 = 43.4) DP III = (Da + Db) x fs Da = s x f = 2.32 = 36.54) x 1..Apartamento duplex: O tipo de fornecimento será definido pela demanda calculada no item 8.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS 8.56 kVA Corrente nominal = 143.20 = 28.3 A 8.1 .Painel I e II (16 caixas padrão polifásicas cada): DP I e II = (DI) x fs DI = s x f = 2.5 = 54.Condomínio: O tipo de fornecimento será definido pela demanda calculada no item 8.Painel III (14 caixas padrão polifásicas): a = 12 medidores típicos b = 02 medidores duplex (calculada no item 8.3 = 61.45 + 18.7.7.Demanda dos painéis de medidores: A demanda dos painéis de medidores será calculada pelo critério de área útil 8.37 x 1.54 + 11.3.31.37 (tab.2 .4 (DD = 32.5 .45 Db = 18. 10 e 11) Fs = 1.

..... com fusível tipo NH de 500A Condutores = 2 x 3 # 120 (120) mm2 isolamento para 1kV Eletroduto = ∅ 4” ..8 ....03.. com SE construída pela concessionária...................de ...ferro galvanizado e PVC 9.. Assinatura do profissional CREA DOCUMENTO NÃO CONTROLADO ...Elaborado em: Página: 14/11/2013 72 de 120 Código: Revisão: NT............3 da norma NTD ... DATA PREVISTA PARA LIGAÇÃO DEFINITIVA: ... De acordo com a tabela 3 do anexo I adotaremos: Transformador = 150 kVA Proteção = Chave tipo faca 600A.......31............ de .............004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS 8.................. conforme indicado no item 5.. .. cidade (estado)............ RAMO DE ATIVIDADE: A presente edificação trata de um edifício de múltiplas unidades consumidoras exclusivamente residenciais............. .. 10.....................Tipo de fornecimento da edificação: O atendimento será através da rede primária....................... de ...

200 Projetor Slide 250 Chuveiro elétrico 2500 a 5400 Rádio 50 Circulador de ar 150 Som 120 5. estado de conservação. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . Os valores acima estabelecidos são estimados.500 BTU/h 1300 Televisor 70 a 100 10.000 BTU/h 625 Relógio 5 6.000 BTU/h 2800 30.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS 9 TABELAS TABELA 1 – POTÊNCIA DE APARELHOS ELETRODOMÉSTICOS POTÊNCIA DE APARELHOS ELETRODOMÉSTICOS POTÊNCIA (W) APARELHOS 50 a 100 litros APARELHOS POTÊNCIA (W) 1000 Congelador(Freezer) 1250 Computador/Estabilizador/Impressora 180 1500 DVD 30 2000 Enceradeira 500 2500 Estabilizador 200 Aquec. etc.000 BTU/h 1900 TV 100 15. Havendo disponibilidade dos dados de placa do equipamento. devido às diferenças entre fabricantes.000 BTU/h 2600 Ventilador 60 a 300 21.100BTU/h 900 Secador de roupa 2500 a 6000 8.000BTU/h 2000 Triturador de lixo 300 18. recomenda-se a utilização dos mesmos no cálculo da carga instalada e/ou demanda.Elaborado em: Página: 14/11/2013 73 de 120 Código: Revisão: NT.000 BTU/h 1400 Torneira elétrica 2500 a 3200 12.000 BTU/h 1600 Torradeira 500 a 1200 14.000 BTU/h 760 Secador de cabelo 500 a 1500 7.de água passagem: 4000 a 8000 Exaustor 300 a 500 Aquecedor ambiente (Portátil) 700 a 1300 Ferro elétrico 800 a 1650 Aspirador de pó 250 a 800 Fogão elétrico 4000 a 12000 10 Grill 1200 70 a 1300 Lavadora de louças 1200 a 2800 Bomba d` água 1/4 CV 335 Liquidificador 270 Bomba d` água 1/2 CV 613 Máquina de costura 60 a 150 Bomba d` água 3/4CV 849 Máquina de lavar roupa 400 a 1500 Bomba d` água 1CV 1051 Microondas 1200 a 2000 Cafeteira 600 Ponto de Luz e tomada 100 Maquina de Café 1. modelos.31.000 BTU/h 3600 150 a 200 litros Aquecedor de água por acumulação 250 litros (Boiler) 300 a 350 litros 400 litros Barbeador elétrico Batedeira Condicionador de Ar 350 a 500 Nota: 34.

Para lâmpadas incandescentes e halógenas.92. vapor de mercúrio/sódio metálico) considerar kVA = kW/0. Para lâmpadas de descarga (fluorescente. Tomadas específicas (aparelhos especiais) devem ser consideradas a parte. utilizando fatores de demanda. 38. lojas e semelhantes 100 Barbearias. É recomendável que a previsão de cargas de iluminação e tomada feita pelo consumidor atenda as prescrições da NBR-5410. 37. salões p/exposições e semelhantes 100 Bancos. salões de beleza e semelhantes 100 Clubes e semelhantes 100 100 para os primeiros 12 kVA Escolas e semelhantes 50 para o que exceder de 12 kVA 100 para os primeiros 20 kVA Escritórios 70 para o que exceder de 20 kVA Garagens comerciais e semelhantes 100 40 para os primeiros 50 kVA Hospitais e semelhantes 20 para o que exceder de 50 kVA 50 para os primeiros 20 kVA Hotéis e semelhantes 40 para os seguintes 80 kVA 30 para o que exceder de 100 kVA Igrejas e semelhantes 100 100 para os primeiros 20 kVA Oficinas e Indústrias 80 para o que exceder de 20 kVA Restaurantes e semelhantes 100 NOTA: 35.1 – FATORES DE DEMANDA PARA ILUMINAÇÃO E TOMADAS DE USO GERAL PARA UNIDADES CONSUMIDORAS NÃO RESIDENCIAIS DESCRIÇÃO FATOR DE DEMANDA (%) Auditórios. considerar kVA = kW (fator de potência unitária). DOCUMENTO NÃO CONTROLADO outros .004 02 TABELA 2.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 74 de 120 Código: Revisão: NT.31. 36.

É recomendável que a previsão de cargas de iluminação e tomada feita pelo consumidor atenda as prescrições da NBR 5410. TABELA 3 – LIMITES DE QUEDA DE TENSÃO A – alimentadas diretamente por um ramal de baixa tensão.D 0<P(kW) ≤1 (86) 6<P(kW) ≤7 (60) 1<P(kW) ≤2 (81) 7<P(kW) ≤8 (57) 2<P(kW) ≤3 (76) 8<P(kW) ≤9 (54) 3<P(kW) ≤4 (72) 9<P(kW) ≤10 (52) 4<P(kW) ≤5 (68) CI>10 (45) 5<P(kW) ≤6 (64) 100 para os primeiros 10 kW Prédios Residenciais 20 para os seguintes 110 kW 10 para o que exceder de 120 kW NOTA: 39. F. a partir de uma instalação de alta tensão.Elaborado em: Página: 14/11/2013 75 de 120 Código: Revisão: NT.I. 4% 4% B – alimentadas diretamente por subestação de transformação ou transformador. Tomadas específicas (aparelhos especiais) devem ser consideradas a parte. vapor de mercúrio/sódio metálico) considerar kVA=kW/0.92. considerar kVA=kW (fator de potência unitária). 41.D C. 7% 7% C – que possuam fonte própria. 7% 7% DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . Para lâmpadas de descarga (fluorescente. a partir de uma rede de distribuição pública de baixa tensão. Unidades Consumidores Residenciais F.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS TABELA 2.I.31. Para lâmpadas incandescentes e halógenas.2 – FATORES DE DEMANDA PARA ILUMINAÇÃO E TOMADAS DE USO GERAL PARA UNIDADES CONSUMIDORAS RESIDENCIAIS DESCRIÇÃO FATOR DE DEMANDA (%) C. 40. 42. utilizando outros fatores de demanda.

53 0.43 7 0.55 4 0.32 12 0.50 5 0.28 DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .39 0.32 16 0.32 14 0.36 9 0.70 0.65 3 0.45 6 0.28 17 0.41 0.31.49 0.32 13 0.51 0.5kW 1 0.34 11 0.66 0.80 0.59 0.56 0.75 0.5kW POTÊNCIA INDIVIDUAL MAIOR QUE 3.45 0.40 0.004 02 TABELA 4 – FATORES DE DEMANDA DE MOTOR-BOMBA HIDROMASSAGEM NÚMEROS DE APARELHOS FATOR DE DEMANDA % 1 100 2 56 3 47 4 39 5 35 6 A 10 25 11 A 20 20 21 A 30 18 ACIMA DE 30 15 TABELA 5 – FATORES DE DEMANDA DE APARELHOS DE AQUECIMENTO E ELETRODOMÉSTICOS EM GERAL FATOR DE DEMANDA % NÚMERO DE APARELHOS POTÊNCIA INDIVIDUAL ATÉ 3.62 0.35 10 0.32 15 0.40 8 0.80 2 0.43 0.47 0.38 0.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 76 de 120 Código: Revisão: NT.

26 25 0.24 27 0.28 20 0.80 41 a 50 0.36 0.38 0.26 24 0.26 26 0.00 11 a 15 0.33 0.30 0.5kW POTÊNCIA INDIVIDUAL MAIOR QUE 3.31.34 0.16 TABELA 6 .18 30 0.26 23 0.00 21 a 25 0.85 1.22 28 0.52 0.33 0.30 0.37 0.FATORES DE DEMANDA DE APARELHOS DE AR CONDICIONADO FATOR DE DEMANDA % NÚMEROS DE APARELHOS EDIFÍCIOS RESIDENCIAIS EDIFÍCIOS COMERCIAIS 1 a 05 1.80 1.28 21 0.31 0.30 0.80 0.35 0.45 0.26 22 0.30 0.20 29 0.70 76 Acima a de 100 100 DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .28 19 0.00 1.00 06 a 10 0.80 51 a 75 0.60 0.65 1.004 02 FATOR DE DEMANDA % NÚMERO DE APARELHOS POTÊNCIA INDIVIDUAL ATÉ 3.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 77 de 120 Código: Revisão: NT.00 26 a 30 0.80 0.30 0.00 31 a 40 0.30 0.90 1.70 1.30 0.00 16 a 20 0.5kW 18 0.

02 4.476 37.56 2.105 7.422 4.242 2.3 2.128 10 11.652 15.31 2.962 45.82 55.079 2.66 0.172 31.6 3.226 5.772 1/3 0.68 5.755 8.455 5.412 41.87 2 2.873 17.338 44.18 1.361 10.26 16.01 2.332 23.956 3/4 1.094 5 6.186 3.084 6.24 11.92 38.082 3.841 8.376 2.5 1.168 16.518 1.796 20.824 5.94 22.632 18.98 2.148 5.266 62.77 2.552 1 1/2 2.704 14.574 2.902 60.964 3.584 12.212 4.405 6.46 9.463 1.99 1.428 34.019 8.066 71.116 26.474 3 4.2 1/4 0.248 4.82 49.618 4.888 12 1/2 14.178 2.97 4.07 6.52 29.46 22.431 14.525 4.628 1 1.772 31.176 24.588 4.21 13.894 4.77 1.824 34.41 32.9 4.771 2.148 DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .396 48.541 2.05 7.48 20.024 25.904 45.748 15 16.546 3.186 38.772 3.302 53.602 4.31.64 17.643 6.868 26.692 11.733 9.16 9.782 1.345 7.54 3.386 34.7 3 3.989 12.165 9.362 40.004 02 TABELA 7 – FATORES DE DEMANDA PARA ELEVADORES NÚMERO DE ELEVADORES FD % 1 80 2 70 3 65 4 60 5 50 Acima de 5 45 TABELA 8 – DETERMINAÇÃO DA DEMANDA EM FUNÇÃO DA QUANTIDADE DE MOTORES (VALORES EM KVA) – MOTORES MONOFÁSICOS QUANTIDADE DE MOTORES POTÊNCIA DO MOTOR (CV) 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 FATOR DE DIVERSIDADE 1 1.254 1.84 13.35 3.465 5.155 1.872 7 1/2 8.616 6.34 2.784 58.94 25.003 3.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 78 de 120 Código: Revisão: NT.328 22.714 3.34 2.738 50.234 1/2 1.801 10.41 28.9 2.984 66.3 3.91 9.

36 25.78 57.18 15 16.27 361.24 195.98 1.89 3.13 6.85 16.99 5.64 551.73 1/2 0.40 107.3 3.01 174.26 4.38 456.2 1/3 0.50 491.29 8.30 119.54 15.74 36.56 5.22 131.76 DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .15 87.54 4.65 0.16 4.21 7.50 1.27 421.02 9.10 4.61 150 141.84 38.93 69.49 133.40 3.56 219.50 50.05 204.96 49.59 112.79 244.35 344.95 2.06 7.62 38.45 191.06 154.70 798.17 5.58 100 95.99 70.01 48.19 92.87 466.24 1.30 72.34 3 4.53 11.74 59.15 386.84 59.91 50 48.24 92.76 1.05 5.94 268.91 5.33 10 11.94 64.43 190.67 23.25 18.13 3.004 02 TABELA 9 – DETERMINAÇÃO DA DEMANDA EM FUNÇÃO DA QUANTIDADE DE MOTORES (VALORES EM KVA) – MOTORES TRIFÁSICOS QUANTIDADE DE MOTORES POTÊNCIA DO MOTOR (CV) 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 FATOR DE DIVERSIDADE 1 1.68 9.6 3.82 25 25.52 260.05 175.55 9.16 34.77 32.62 21.04 351.49 570.02 372.19 160.87 21.35 125 117.34 437.23 75 72.51 91.3 2.12 13.28 7 1/2 8.65 24.9 4.20 82.52 45.03 593.17 3.39 2.59 684.34 226.65 3/4 1.31.74 108.93 20 22.98 16.09 21.02 5.29 1 1.13 5 6.54 31.63 38.99 100.89 303.73 73.16 216.00 2.35 2.18 40 39.47 12 1/2 14.44 19.41 513.95 59.18 285.74 77.54 45.50 4.45 324.65 741.29 211.42 137.03 128.04 42.29 10.72 54.40 91.95 59.91 12.28 2.58 15.90 209.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 79 de 120 Código: Revisão: NT.44 13.12 4.48 25.65 12.46 9.91 9.26 1.08 59.15 2.06 19.86 6.68 401.78 4.60 18.11 2 2.15 41.52 2.33 14.97 4 5.98 2.68 315.57 146.38 1 1/2 2.76 16.14 143.28 108.81 8.49 85.51 7.99 50.54 17.67 60 58.95 28.90 23.39 3.04 6.21 281.22 316.99 166.7 3 3.14 33.23 110.33 166.11 19.90 3.79 258.5 1.48 423.16 7.55 31.29 44.14 26.42 200 190.10 33.81 175.56 11.57 13.84 238.93 79.03 7.72 10.75 49.97 381.34 2.93 26.10 8.09 16.41 38.87 119.03 11.95 54.40 269.9 2.87 1.41 69.67 66.93 6.01 286.31 0.08 41.89 2.54 627.87 3.70 4.53 2.34 181.74 157.27 46.08 131.10 92.56 100.61 75.98 31.56 143.49 30 30.56 86.61 2.58 222.72 109.26 508.31 21.

86 351 – 400 7.1000 16.36 56 – 60 1.47 241 – 260 5.26 201 – 220 4.Elaborado em: Página: 14/11/2013 80 de 120 Código: Revisão: NT.35 551 – 600 10.72 61 – 65 1.01 51 – 55 1.42 71 – 75 1.54 601 – 650 11.16 501 – 550 9.30 131 – 140 2.00 171 .51 121 – 130 2.45 86 – 90 1.40 151 – 160 3.61 81 – 85 1.28 901 .10 96 – 100 2.31.28 91 – 95 2.16 191 – 200 4.170 3.10 801 – 900 15.71 111 – 120 2.76 301 – 350 6.86 141 – 150 3.65 41 – 45 1.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS TABELA 10 – DEMANDA POR APARTAMENTO RESIDENCIAL EM FUNÇÃO DA ÁREA ÚTIL ÁREA ÚTIL m² DEMANDA (S) kVA ÁREA ÚTIL m² DEMANDA (S) kVA até 40 1.84 46 – 50 1.07 66 – 70 1.73 651 – 700 12.96 401 – 450 8.76 76 – 80 1.57 261 – 280 5.93 161 .47 DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .05 181 –190 3.91 101 – 110 2.67 281 – 300 5.06 451 – 500 9.36 221 – 240 4.91 701 – 800 13.180 3.

004 02 TABELA 11 – FATOR DE DIVERSIDADE m+n (h) Para Edifícios Comerciais (h) Para Edifícios Residenciais Até 50 1 1.31.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 81 de 120 Código: Revisão: NT. m = número de aparelhos de ar condicionado n = número de aparelhos de aquecimento DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .10 88 a 125 1 1. m+n obtido da tabela. Para valores fora da tabela utilizar a equação: Onde: h = fator de diversidade da instalação.50 Nota: 43.40 313 a 350 1 1.05 51 a 87 1 1.30 238 a 275 1 1.25 201 a 237 1 1. em função de m+n.15 126 a 162 1 1. É recomendável que a previsão de cargas de iluminação e tomada feita pelo consumidor atenda as prescrições da NBR-5410.45 351 a 387 1 1. 44.35 276 a 312 1 1.20 163 a 200 1 1.

06 112 66.79 27 21. (F) N.84 23 19.88 54 37.59 22 18.34 13 11.67 77 50.34 125 69.72 58 39.59 14 12.74 115 67.59 26 21.59 10 9.02 128 70.19 DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .26 107 65.14 105 64.70 106 64.62 113 66.99 28 22.º APTº F.84 7 6.98 119 68.64 60 40.84 55 38.58 104 64.34 25 20.10 67 44.30 116 67.09 16 14.42 118 67.09 12 11. (F) 1 1.84 3 2.34 21 18.86 117 67.66 122 68.94 110 65.76 64 43.90 126 69.º APTº F.10 121 68.59 6 5.46 75 49.78 124 69.09 20 17.54 120 68.20 62 42.09 8 7.34 17 15.90 101 63.004 02 TABELA 12 – FATOR PARA DIVERSIFICAÇÃO DA DEMANDA EM FUNÇÃO DO NÚMERO DE APARTAMENTOS RESIDENCIAIS DA EDIFICAÇÃO N.00 51 35.84 11 10.34 5 4.27 78 51.65 72 47.84 19 16. DIV. (F) N.59 2 1.69 59 40.84 15 13.25 73 48.02 103 64.18 114 66.44 70 46.98 63 42.80 56 38.38 109 65.59 18 15.31.66 69 45.04 71 47.88 68 45.46 127 69. DIV.32 66 44.86 74 48.46 102 63.50 111 66.09 24 19.76 57 39.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 82 de 120 Código: Revisão: NT.42 61 41.92 53 37.06 76 49.82 108 65.º APTº F.96 52 36.34 9 8.22 123 69.09 4 3. DIV.54 65 43.

06 137 71.59 DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .33 93 59.59 36 27.99 48 34.19 44 31.39 50 35.99 43 31.50 85 54.26 132 70.73 92 58.59 46 33.54 95 60.31 88 56.62 138 72.19 34 25.90 84 54.99 33 25.98 144 73.86 142 72.29 84 53.52 90 57.79 32 24.39 30 23.39 40 29.59 41 30.19 39 28.79 42 30.66 147 73.39 45 32.88 79 51.19 49 34.74 140 72.78 149 74.66 97 61.94 135 71.48 80 52.22 98 62.38 134 71.92 89 57.69 82 53.18 139 72.59 31 24.94 94 59.10 146 73.12 91 58.39 35 26.34 100 63.78 99 62.54 145 73.99 38 28.34 150 74.82 133 71.22 148 74.79 37 27.70 131 70.08 81 52.42 143 73.14 130 70.71 87 56.79 47 33.10 96 61.10 86 55.50 136 71.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 83 de 120 Código: Revisão: NT.31.30 141 72.004 02 29 22.58 129 70.

1/2” X 1/4” 1250 101.80 X 6.80 X4 .” X 3/16” 460 38.40 X 3.70 2” X 1/2” 1425 76.80 X 12.35 2” X 1/4” 850 63.50 X 6.DIMENSIONAMENTO PELA CAPACIDADE DE CORRENTE DO BARRAMENTO DE BAIXA TENSÃO Barramento Corrente (A) Seção transversal (mm) Seção transversal (polegadas) 208 19.77 2” X 3/16” 400 25.35 2.40 X 4.31.70 4” X 1/2” DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .10 X 3.35 4” X 1/4” 600 25.77 1.1/2” X 3/16” 595 50.” X 1/8” 370 38.10 X 6.90 X 6.35 3.20 X 6.1/2” X 1/4” 700 50.3/4” X 1/4” 1130 88.77 1.00 X 3.35 1.20 X 12. Máquinas de solda tipo motor gerador deverão ser consideradas como motores.18 1.1/2” X 1/8” 340 25.35 1” X 1/4” 544 38.35 2. TABELA 14 .70 1” X 1/2” 1010 50.60 X 10.18 3/4" X 1/8” 250 25.40 X 6.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 84 de 120 Código: Revisão: NT.60 X 6.70 3” X 1/2” 1810 101.18 1.10 X 4.40 X 12.004 02 TABELA 13 – FATORES DE DEMANDA INDIVIDUAIS PARA MÁQUINAS DE SOLDA A TRANSFORMADOR E APARELHOS DE RAIOS X E GALVANIZAÇÃO EQUIPAMENTO POTÊNCIA DO APARELHO FATOR DE DEMANDA (%) 1º maior 100 2º maior 70 3º maior 70 Soma dos demais 30 Solda a Maior 100 resistência Soma dos demais 60 Aparelho de Maior 100 raios X Soma dos demais 70 Solda a arco e aparelhos de galvanização NOTA: 45.1/2” X 1/4” 1000 70.

1 até 27 70 - - 25 1. b. Onde: FP. FD= 80% e ∆V= 2% na medição.1/4” 25 16(16) 27.1 até 47 125 - - 50 2” 35 MONOFÁSICO 3/4” 10(10) BIFÁSICO TRIFÁSICO 35(25) 1” 47.Fator de Demanda.31. obedecido os critérios de projeto. deve ser considerado o cálculo de queda de tensão para o dimensionamento real do condutor.004 02 TABELA 15 – DIMENSIONAMENTO DE CONDUTORES E PROTEÇÃO PARA UNIDADES CONSUMIDORAS • CELPA DISJUNTOR TIPOS DE CARGA TERMOMAGNÉTICO FORNECIMENTO INSTALADA MÁX (A) RAMAL DE LIGAÇÃO (CABO DE ALUMÍNIO MULTIPLEXADO) (mm²) DUPLEX TRIPLEX QUADRUPLEX DIÂMENTRO DIÂMENTRO CONDUTOR DE NOMINAL Ø NOMINAL Ø ATERRAMENTO ELETRODUTO ELETRODUTO (Aço Cobreado) DE AÇO ATERRAMENTO (mm²-mínimo) GALVANIZADO (pol) CONDUTORES DE COBRE PARA INSTALAÇÃO INTERNA (BITOLA MÍNIMA) mm² * Até 4 30 ou 32 10 - - 3/4” 6 6(6) 4.1/4” 6 10(10) ≤ 15 40 - - 16 1.1 até 15 60 - 16 - 1.1/4” 16 10(10) 15. FD= 80% e ∆V= 2% na medição.85. FD. Ligação Bifásica e Trifásica – FP= 0.1 até 66 175 - - 95 3” 35 70(35) 66.Fator de Potência. ∆V.1/4” 6 10. Ligação Monofásica – FP= 1.1 até 10 63 ou 70 10 - - 3/4” 6 10(10) ≤10 40 - 10 - 1.1 até 57 150 - - 70 3” 35 50(25) 57.1 até 38 100 - - 35 2” 35 25(25) 38.Queda de Tensão. • Valores admitidos nos cabos: a. Bitola mínima do condutor de cobre.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 85 de 120 Código: Revisão: NT. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .1 até 75 200 - - 95 3” 35 70(35) Nota: 46.

1 a 50.1/4” 6 40(TRI) 20.1 a 75.1/4” 25 80(TRI) 40.1 a 30.0 16 1.31.1/4” 35 100(TRI) 50.0 10 1.0 25 1.1 a 40.5 125 à 165 150 166 à 250 225 251 à 333 300 334 à 555 500 DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .1/4” 16 63(TRI) 30.Elaborado em: Página: 14/11/2013 86 de 120 Código: Revisão: NT.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS • CEMAR Trifásico Monofásico Tipo de Fornecimento Carga Instalada (kW) Condutor Mínimo para alimentação da UC (mm²) Eletroduto Diâmetro Nominal (pol) Condutor de Aterramento (mm²) Corrente Máxima do Disjuntor (A) Até 4 4 3/4“ 6 25(MONO) 4a8 6 3/4" 6 50(MONO) 8 a 12 10 3/4" 6 63(MONO) 12 a 20 6 1.0 35 2” 35 125(TRI) TABELA 16 – DIMENSIONAMENTO DE TRANSFORMADORES Demanda calculada (kVA) Transformador recomendado (kVA) Até 33 30 34 à 49 45 50 à 82 75 83 à 124 112.

48.5 5< P≤ 25 INDIRETA MANUAL ESTRELATRIÂNGULO 7.31.5< P≤ 30 5< P≤30 SÉRIE-PARALELO AS OUTRAS CARACTERÍSTICAS SÃO IGUAIS AS DAS CHAVES MANUAIS 7.6∆\\ 220/380/4 40/760 380/220 ou 12λs .12∆\\ A TENSÃO DEVE SER REDUZIDA A. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .5< P≤ 25 RESISTÊNCIA OU REATÂNCIA DE PARTIDA INDIRETA AUTOMÁTICA GAIOLA 5< P≤ 25 CHAVE COMPENSADORA TENSÃO DA 220/127 INDUÇÃO SÉRIE-PARALELO TENSÃO 12λs .65 e 80 50 9λs .5< P≤ 25 ou ou 6λs .5< P≤ 30 CHAVE COMPENSADORA 5< P≤ 40 7.Elaborado em: Página: 14/11/2013 87 de 120 Código: Revisão: NT.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS TIPO DE PARTIDA TABELA 17 – DISPOSITIVO DE PARTIDA DE MOTORES TRIFÁSICOS POTÊNCIA TIPO DE CHAVE DO MOTOR DIRETA (cv) TIPO TIPO DO DO MOTOR ROTOR - - ≤5 ≤ 7. NO MÍNIMMO.12∆\\ 220/127 INDUÇÃO GAIOLA 7. Para motores do tipo rotor bobinado. 65% DO VALOR NOMINAL 5< P≤ 30 7. deverá existir dispositivo de bloqueio para impedir a partida do motor com as escovas levantadas.9∆\\ 220/380/4 40/760 380/220 5< P≤ 25 ESTRELATRIÂNGULO DE 380/220 7.5< P≤ 40 NOTA: 47. A chave estrela-triângulo só poderá ser utilizada quando a tensão da rede coincidir com a tensão de placa em triângulo.5< P≤ 25 REDE PLACA (V) (V) 220/127 ou 380/220 6λ 380/220 220 3 λ ou 3 ∆ 380/220 6 λ ou 6 ∆ ou 220/127 INDUÇÃO GAIOLA Nº DE TAPS TAPS TERMINAIS DE PARTIDA - - - - ou - - 50.

NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 88 de 120 Código: Revisão: NT.004 02 10 DESENHOS DESENHO 1 – PLANTA DE SITUAÇÃO EXEMPLO 1 .31.PLANTA DE SITUAÇÃO APLICADO A CEMAR DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .

NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 89 de 120 Código: Revisão: NT.PLANTA DE SITUAÇÃO APLICADO A CELPA X 779.812 Y 9.931 Edifíci o Carpe diem DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .31.837.004 02 EXEMPLO 2 .

31.004 02 DESENHO 2 – AFASTAMENTOS MÍNIMOS ENTRE CONDUTORES E EDIFICAÇÕES DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 90 de 120 Código: Revisão: NT.

004 02 DESENHO 3 – CABINE DE PROTEÇÃO E TRANSFORMAÇÃO – ENTRADA AÉREA CEMAR/CELPA MEDIÇÃO CEMAR/CELPA DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 91 de 120 Código: Revisão: NT.31.

31.004 02 DESENHO 4 – CABINE DE PROTEÇÃO E TRANSFORMAÇÃO – ENTRADA SUBTERRÂNEA MEDIÇÃO CEMAR/CELPA DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 92 de 120 Código: Revisão: NT.

Na porta da Subestação.004 02 Nota: (DESENHOS 3 E 4) 49. Para subestações ao tempo no solo ou abrigadas é obrigatória a construção de dispositivo de drenagem para óleo. exceto onde indicado. 55. 52. Medidas em milímetros. 5 mm e. Caso haja mais de um transformador.31. no mínimo. de acordo com o DESENHO 7 – BACIA DE CONTENÇÃO DE ÓLEO. deve ter uma placa de advertência com os dizeres: “CUIDADO! ALTA TENSÃO!”. Todas as aberturas de iluminação e ventilação devem ser providas de telas metálicas zincadas com malha de. 53. devem ser construídos cubículos de transformação com as mesmas dimensões do primeiro. um para cada transformador.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 93 de 120 Código: Revisão: NT. no máximo 13 mm. 51. 50. 54. Dimensões mínimas para transformadores de até 500 kVA. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . Deve ser instalada iluminação no corredor. com no mínimo de 150 lux.

CONFORME TABELA "A" PARTES VIVAS CONVENÇÕES: ANTEPAROS: TELA OU GRADE METÁLICA DISPOSITIVOS DE MANOBRA NOTA: SENDO EMPREGADO PISO ISOLANTE (TAPETES.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS DESENHO 5 – ESPAÇAMENTOS PARA INSTALAÇÕES INTERNAS (A) FIGURA 1 . NO NÍVEL DO PISO. AS DIMENSÕES VERTICAIS DEVEM REFERIR-SE A ESSE PISO.200 LOCAIS DE MANOBRA VALORES DA TABELA B (FASE E TERRA) H 2. ESTRADOS. TABELA A VALORES DE ESPAÇAMENTO PARA INSTALAÇÕES INTERNAS DIMENSÕES MÍNIMAS EM MILÍMETROS L 3.000 VER "K" E "H" A - R 1.31.700 ALTURA MÍNIMA DE UM ANTEPARO VERTICAL J 600 ALTURA MÍNIMA DE UMA PARTE VIVA SEM CIRCULAÇÃO DIMENSÕES MÁXIMAS EM MILÍMETROS E 300 ALTURA MÍNIMA DE UMA PARTE VIVA SEM CIRCULAÇÃO DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .ESPAÇAMENTO PARA INSTALAÇÕES INTERNAS.ESPAÇAMENTO PARA INSTALAÇÕES INTERNAS.Elaborado em: Página: 14/11/2013 94 de 120 Código: Revisão: NT.). CONFORME TABELA "A" FIGURA 1 .ETC.000 ALTURA MÍNIMA DE UM ANTEPARO HORIZONTAL F 1.700 ALTURA MÍNIMA DE UMA PARTE VIVA K 2.

AS DIMENSÕES VERTICAIS DEVEM REFERIR-SE A ESSE PISO.000 ALTURA SUPERIOR DO ANTEPARO H 6.ETC.000 SEM TELA (PARA AS DIMENSÕES INFERIORES.000 EM LOCAL COM TRÂNSIT O DE PEDESTRES SOMENTE J 800 L 2.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS DESENHO 6 – ESPAÇAMENTOS PARA INSTALAÇÕES INTERNAS (B) CONVENÇÕES: PARTES VIVAS AN TEPAROS: TELA OU GRADE METÁLICA DISPOSITIVOS DE MANOBRA ÁREA DE CIRCULAÇÃO PERMITIDA A PESSOAS ADVERTIDAS ÁREA DE CIRCULAÇÃO PROÍBIDA NOTA: SENDO EMPREGADO PISO ISOLANTE (TAPETES. ESTRADOS.000 EM LOCAL COM TRÂNSITO DE VEÍCULO H' 5.500 ÁREA DE CIRCULAÇÃO D 500 PROTEÇÃO COM TELA F 2.500 DISTÂNCIA ENTRE A PARTE VIVA E A PROTEÇÃO EXTERNA B 4. TABELA B VALORES DE ESPAÇAMENTO PARA INSTALAÇÕES EXTERNAS AO NÍVEL DO PISO DIMENSÕES MÍNIMAS EM MILÍMET ROS A 1.Elaborado em: Página: 14/11/2013 95 de 120 Código: Revisão: NT.000 ALTURA DA PROTEÇÃO EXTERNA R 2.). USAR A ALTURA MÍNIMA ENTRE A PARTE VIVA E O SOLO) C 1.31.000 CIRCULAÇÃO E 600 ALTURA DA PARTE VIVA DIMENSÕES MÁXIMAS EM MILÍMETROS ALTURA MÍNIMA DE UMA PARTE VIVA SEM CIRCULAÇÃO DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .

004 02 DESENHO 7 – BACIA DE CONTENÇÃO DE ÓLEO VISTA SUPERIOR CORTE TRANSVERSAL Nota: 56.31. igual a 0. O eletroduto de escoamento deverá ser de aço galvanizado com diâmetro mínimo de 3” (75mm).80 m³. no mínimo. 57. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . A capacidade útil de armazenamento do tanque de coleta deverá ser.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 96 de 120 Código: Revisão: NT.

Os eletrodutos em aço galvanizado devem ser todos instalados de forma aparente.31. 59. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 97 de 120 Código: Revisão: NT.ENTRADA SUBTERRÂNEA COM MUFLAS MONOFÁSICAS A A LEGENDA: CORTE A-A Nota: 58.004 02 DESENHO 8 – RAMAL DE LIGAÇÃO DERIVANDO DA REDE DE MÉDIA TENSÃO CEMAR OU DA CELPA . A montagem na CELPA dever ser feita com cruzeta retangular 90x90x2000mm com mão francesa.

Os eletrodutos em aço galvanizado devem ser todos instalados de forma aparente.31.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 98 de 120 Código: Revisão: NT. 62.2 kV. A montagem na CELPA dever ser feita com cruzeta retangular 90x90x2000mm com mão francesa. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .004 02 DESENHO 9 – RAMAL DE LIGAÇÃO DERIVANDO DA REDE DE MÉDIA TENSÃO DA CEMAR OU DA CELPA .ENTRADA AÉREA POSTE CEMAR/CELPA Nota: 60. Utilizar dois isoladores para sistema 15 kV e três isoladores para 36. 61.

2 kV.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 99 de 120 Código: Revisão: NT. 65.31.004 02 DESENHO 10 – RAMAL DE LIGAÇÃO DERIVANDO DA REDE DE MÉDIA TENSÃO DA CEMAR E DA CELPA . DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . 64. Os eletrodutos em aço galvanizado devem ser todos instalados de forma aparente.ENTRADA MISTA REDE CEMAR/CELPA Nota: 63. Utilizar dois isoladores para sistema 15 kV e três isoladores para 36. A montagem na CELPA dever ser feita com cruzeta retangular 90x90x2000mm com mão francesa.

68.004 02 DESENHO 11 – BANCO DE DUTOS PARA ENTRADA SUBTERRÂNEA DA REDE SECUNDÁRIA 1 DUTO EM PEAD 2 DUTOS EM PEAD 1 DUTO EM PEAD 2 DUTOS EM PEAD M O DELO S DE D RENAG EM Nota: 66. Cada eletroduto de aço zincado deve conter um circuito completo (condutores fase e neutro).NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 100 de 120 Código: Revisão: NT. (*) Dutos. com diâmetros variáveis devem ser compatíveis com os condutores a serem instalados. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . 67. Dimensões em milímetros.31.

com diâmetros variáveis devem ser compatíveis com os condutores a serem instalados.004 02 DESENHO 12 – BANCO DE DUTOS PARA ENTRADA SUBTERRÂNEA DA REDE PRIMÁRIA 2 DUTOS EM PEAD 4 DUTOS EM PEAD 4 DUTOS EM PEAD ESPAÇADORES SUPORTES MODELOS DE DRENAGEM Nota: 69. Dimensões em milímetros.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 101 de 120 Código: Revisão: NT. 70. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .31. (*) Dutos.

004 02 Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS DESENHO 13 – RAMAL DE LIGAÇÃO DERIVADA DA REDE DE BAIXA TENSÃO DA CEMAR OU DA CELPA REDE CEMAR/CELPA Nota: 71. Toda ferragem utilizada (curvas.NORMA TÉCNICA Elaborado em: Página: 14/11/2013 102 de 120 Código: Revisão: NT. 74. 72.31. 73. A conexão com a rede da CEMAR ou da CELPA deve ser feita por meio de conector. Os condutores não podem conter emendas entre os suportes de fixação do ramal de ligação.000 mm. O ramal de ligação não pode exceder a 30 metros de comprimento. deve ser zincada por imersão a quente. 75. A altura do ramal de ligação deve estar de acordo com esta Norma. parafusos. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . Utilizar tubo de aço zincado até uma altura mínima de 5. porcas e abraçadeiras). 76. armação secundária.

A tampa de concreto armado deve apresentar uma resistência mínima à compressão de 150 kgf/cm.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS DESENHO 14 – CAIXA DE PASSAGEM LACRÁVEL TAMPA DE CONCRETO/FERRAGEM TAMPA DE CONCRETO CHAPA DE AÇO GALVANIZADA Nº12 Nota: 77. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . A caixa de 300 x 500 x 500 só deve ser usada em circuitos monofásicos cujos condutores tenham seção inferior ou igual a 16 mm². Usar chapa de aço nº 12 USSG. 79. 78.31. zincada por imersão a quente. Dimensões em milímetros.Elaborado em: Página: 14/11/2013 103 de 120 Código: Revisão: NT. 80.

004 02 DESENHO 15 – TRAVESSIA SUBTERRÂNEA DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 104 de 120 Código: Revisão: NT.31.

004 02 DESENHO 16 – PROTEÇÃO DO RAMAL DE ENTRADA DERIVADO DA REDE DE BAIXA TENSÃO DA CEMAR OU DA CELPA FIGURA 1 UM CPG E DOISOU MAIS CM CPG D1 D2 D2 CM CM D3 D3 FIGURA 2 UM CPG INSTALADO NO CM D3 Nota: 81.31.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 105 de 120 Código: Revisão: NT. D2. D3 – disjuntores tripolares termomagnéticos com capacidade de interrupção simétrica mínima de acordo com esta Norma. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . D1.

Disjuntores termomagnéticos com capacidade de interrupção simétrica mínima de acordo com esta Norma. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .Elaborado em: Página: 14/11/2013 106 de 120 Código: Revisão: NT.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS DESENHO 17 – PROTEÇÃO DO RAMAL DE ENTRADA DERIVADO DA REDE DE MÉDIA TENSÃO DA CEMAR OU DA CELPA FIGURA 3 FIGURA 4 UM TRANSFORMADOR COM DOIS OU MAIS CENTRO DE MEDIÇÃO UM TRANSFORMADOR COM UM CENTRO DE MEDIÇÃO C PG CPG D1 D1 D2 D2 CM CM CM D3 D2 FIGURA 5 DOIS TRANSFORMADORES EM PARALELO COM UM CENTRO DE MEDIÇÃO C PG D2 D3 D3 FIGURA 6 DOIS TRANSFORMADORES EM PARALELO COM DOIS OU MAIS CENTRO DE MEDIÇÃO CPG D1 D1 D1 D1 D2 D2 D2 D3 D3 D3 Nota: 82.31.

NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 107 de 120 Código: Revisão: NT.004 02 DESENHO 18 – LIGAÇÃO DE BOMBA DE INCÊNDIO IN STA LA ÇÃ O N ORM A L CEM A R OU CELPA M ED M ED E PROT CEM A R OU CELPA IN STALA ÇÃO DE COM BATE A IN CÊN DIO IN STA LA ÇÃ O N ORM A L M ED M ED E PROT C EM AR OU CELPA IN STALA ÇÃO DE COM BATE A IN CÊN DIO IN STALAÇÃO N ORM AL M ED M ED E PROT CEM AR OU CELPA IN STALAÇÃO DE COM BATE A IN C ÊN D IO IN STALAÇÃO N ORM AL M ED M ED E PROT IN STALAÇÃO DE COM BATE A IN CÊN DIO DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .31.

NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 108 de 120 Código: Revisão: NT. 86. Módulo III – módulo de distribuição (módulo para instalação do barramento) é usado na posição horizontal.004 02 DESENHO 19 – CENTRO DE MEDIÇÃO VAZIO CONS UMIDO R DISJU NTOR GER AL BARRAM ENTO MÓ DUL O DE FIAÇÃO MÓ DUL O D EFIAÇÃ O PI SO C ON SU MI DO R M ON O FÁS IC O P IS O V AZI O D IS JUN TO R C ON SU M ID OR T RI FÁS IC O BA RR AM EN TO PISO P IS O Nota: 83. Módulo II – módulo para medição trifásica. A sua montagem será obrigatoriamente na posição vertical. É usado quando a seção do condutor da unidade consumidora for superior a 35 mm². DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . 84. É usado para instalação do disjuntor geral do centro de medição. Módulo IV – módulo de proteção. 85.31. É usado quando a seção do condutor da unidade consumidora for de até 25 mm². Módulo I – módulo para medição direta monofásica ou trifásica.

90. A distância entre barras correspondentes a diferentes fases e entre estas e a estrutura de montagem devem obedecer às prescrições da NBR 5410. 101. 94. 88. Módulos vazios: espaços destinados a passagem dos cabos de alimentação do centro de medição. quanto a dimensões e material de fabricação. 100. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . Utilizar. Todos os módulos devem possuir luvas para alojamento do parafuso de segurança de 1/4". Quaisquer outros tipos de módulos. Caixa em chapa de aço laminado a frio nº 18 USSG ou em policarbonato. Os módulos devem ser firmemente atarraxados com parafusos zincados de 1/4" e 3/4". Preferencialmente será utilizado pintura a pó epóxi poliéster com espessura mínima de 80 micrômetros.31. tipos III e IV.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 109 de 120 Código: Revisão: NT. tipo zarcoprimer e mais duas demãos de tinta esmalte sintético cor cinza clara. devem ser instalados na parte mais central possível do centro de medição. após tratamento com jato de areia ou fosfatização. 95. tanto monofásicos como trifásicos. Dimensões em milímetros. 92. 93.004 02 87. loja. Identificação: cada módulo deve ser identificado com o número do apartamento. no mínimo. Os módulos de distribuição e de proteção. devem ser submetidos à prévia aprovação da CEMAR ou da CELPA. Os módulos devem permitir a montagem de medidores e disjuntores. Não serão admitidos cantos vivos na superfície de contato com os condutores. um módulo de distribuição para cada 23 módulos de medição. monofásica ou trifásica. 99. 98. 91. A cota da base do módulo III deve ser de 400 mm em relação ao piso pronto. deverão receber interna e externamente. 89. 96. 97. duas demãos de pintura anticorrosiva. etc. com 20 fios por polegada. As caixas em chapa de aço. condomínio. Somente serão ligadas as unidades consumidoras cujas caixas tenham sido aprovadas pela CEMAR ou pela CELPA.

DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 110 de 120 Código: Revisão: NT. Exceto onde indicado. Admite-se uma tolerância de ± 2% nas cotas apresentadas.31.004 02 DESENHO 20 – CENTRO DE MEDIÇÃO – DETALHES DOS MÓDULOS CONSUMIDOR TRIFÁSICO DISJUNTOR BAR RAMENTO BAR RAMENTO VISTA FRONTAL DETALHE DE POSICIONAMENTO DOS MÓDULOS NA PARTE CENTRAL DO CENTRO DE MEDIÇÃO AGRUPADA Nota: 102. Dimensões em milímetros. 103.

105. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . 50 x 50 mm. zincado por imersão a quente. Onde marcado (*) as cotas são variáveis de acordo com as dimensões da chave utilizada.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 111 de 120 Código: Revisão: NT.31. laminado.004 02 DESENHO 21 – SUPORTE PARA FIXAÇÃO DAS MUFLAS INTERNAS E DA CHAVE SECCIONADORA TRIPOLAR PERSPECTIVA Nota: 104. Material: cantoneira de perfil “L”. em aço ABNT 1010 a 1020. Dimensões em milímetros.

31.004 02 DESENHO 22 – SUPORTE PARA FIXAÇÃO DA CHAVE SECIONADORA TRIPOLAR – CUBÍCULOS DE PROTEÇÃO E TRANSFORMAÇÃO FIGURA 1 . 107.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 112 de 120 Código: Revisão: NT. Material: cantoneira de perfil “L”.SUPORTE PARA FIXAÇÃO DA CHAVE SECCIONADORA TRIPOLAR (CUBÍCULO DE DISJUNÇÃO) FIGURA 2 . 50 x 50 mm. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . em aço ABNT 1010 a 1020. Dimensões em milímetros. zincado por imersão a quente. laminado.SUPORTE PARA FIXAÇÃO DA CHAVE SECCIONADORA TRIPOLAR (CUBÍCULO DE TRANSFORMAÇÃO) Nota: 106.

Dimensões em milímetros. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . 110. Suporte cantoneira de perfil “L” – 50 x 50 mm. zincado por imersão a quente.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS DESENHO 23 – SUPORTE PARA FIXAÇÃO DA CHAVE SECIONADORA TRIPOLAR – CUBÍCULOS DE PROTEÇÃO E TRANSFORMAÇÃO ABRAÇADEIRA FIGURA 1 . Abraçadeira – barra chata de 40 x 4 mm em aço zincado.31. laminado. ABNT 1010 a 1020.SUPORTE PARA FIXAÇÃO DO EIXO DE ACIONAMENTO DA CHAVE SECCIONADORA TRIPOLAR (CUBÍCULO DE TRANSFORMAÇÃO) FIGURA 2 . laminado.Elaborado em: Página: 14/11/2013 113 de 120 Código: Revisão: NT. zincado por imersão a quente. 109. Onde marcado (*) as cotas são variáveis de acordo com as dimensões da chave utilizada.SUPORTE PARA FIXAÇÃO DO EIXO DE ACIONAMENTO DA CHAVE SECCIONADORA TRIPOLAR (CUBÍCULO DE DISJUNÇÃO) DETALHE DE MONTAGEM Nota: 108. em aço ABNT 1010 a 1020.

DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . Dimensões em milímetros. em aço ABNT 1010 a 1020.31. Material: cantoneira de perfil “L”. 50 x 50 mm.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 114 de 120 Código: Revisão: NT. 112. laminado. zincado por imersão a quente.004 02 DESENHO 24 – SUPORTE PARA FIXAÇÃO DOS CABOS ISOLADOS DE MÉDIA TENSÃO VISTA FRONTAL VISTA SUPERIOR VISTA LATERAL Nota: 111.

114.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 115 de 120 Código: Revisão: NT.31. em aço ABNT 1010 a 1020. Dimensões em milímetros. zincado por imersão a quente. laminado. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . 50 x 50 mm. Material: cantoneira de perfil “L”.004 02 DESENHO 25 – SUPORTE PARA FIXAÇÃO DOS ISOLADORES DE APOIO DE MÉDIA TENSÃO VISTA SUPERIOR VISTA LATERAL VISTA FRONTAL Nota: 113.

31. Dimensões em milímetros. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . em aço ABNT 1010 a 1020. 116. Material: suporte cantoneira “L”.Elaborado em: Página: 14/11/2013 116 de 120 Código: Revisão: NT.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS DESENHO 26 – SUPORTE PARA FIXAÇÃO DOS PÁRA-RAIOS V ISTA FRONTA L VISTA SUPERIOR VISTA LA TERAL Nota: 115. laminado. zincado por imersão a quente.

Material: chapa em aço ABNT 1010 a 1020.31. 118.004 02 DESENHO 27 – CHAPA DE PASSAGEM Nota: 117. com 5 mm de espessura. zincado por imersão a quente. laminado. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 117 de 120 Código: Revisão: NT. Dimensões em milímetros.

chumbada à parede. Cantoneira de perfil “L”.31. Cantoneira de perfil “L”. 30 x 40 mm. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . com malha de 13 x 13 mm. 40 x 5 mm.Elaborado em: Página: 14/11/2013 118 de 120 Código: Revisão: NT. 120. Material: Tela metálica. Todas as partes metálicas devem ser zincadas por imersão a quente. Dimensões em milímetros.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS DESENHO 28 – TELA METÁLICA PARA CUBÍCULO DE DISJUNÇÃO JANELA PARA ENGATE DO PAINEL DO DISJUNTOR DIMENSÕES VARIÁVEIS DE ACORDO COM O DISJUNTOR UTILIZADO DETALHE A DETALHE A Nota: 119.

Dimensões em milímetros. 30 x 40 mm. chumbada à parede.31.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS DESENHO 29 – TELA METÁLICA PARA CUBÍCULO DE TRANSFORMAÇÃO DETALHE A DETALHE A Nota: 121. Cantoneira de perfil “L”. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . 40 x 5 mm.Elaborado em: Página: 14/11/2013 119 de 120 Código: Revisão: NT. Material: Tela metálica. com malha de 13 x 13 mm. Cantoneira de perfil “L”. Todas as partes metálicas devem ser zincadas por imersão a quente. 122.

Gerência de Normas e Padrões Eduardo Nunes Raposo .Gerência de Expansão e Melhoria do Sistema Elétrico Emanoel Fernando Ramos dos Santos .Gerência de Relacionamento com o Cliente Orlando Maramaldo Cruz .Gerência de Planejamento do Sistema Elétrico Francisco Carlos Martins Ferreira .004 02 11 CONTROLE DE REVISÕES REV 00 01 02 DATA 07/12/2010 30/08/2013 14/11/2013 ITEM DESCRIÇÃO DA MODIFICAÇÃO RESPONSÁVEL Emissão Inicial Francisco Carlos Martins Ferreira/ Larissa Cathariny Ramos de Souza/ Orlando Maramaldo Cruz Revisão Geral Francisco Carlos Martins Ferreira/ Orlando Maramaldo Cruz/ Adriane Barbosa de Brito Revisão Geral Francisco Carlos Martins Ferreira/ Orlando Maramaldo Cruz/ Adriane Barbosa de Brito - Todos Todos 12 APROVAÇÃO ELABORADOR (ES) / REVISOR (ES) Adriane Barbosa de Brito .Gerência de Normas e Padrões APROVADOR (ES) Jorge Alberto Tavares de Oliveira .Gerência de Normas e Padrões DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .31.Gerência de Normas e Padrões Thays De Morais Nunes Ferreira .Gerência de Normas e Padrões Marcelo Fernandes Augusto Junior .Gerência de Operação do Sistema Elétrico Enoque Gomes dos Reis .NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 120 de 120 Código: Revisão: NT.

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