NORMA TÉCNICA

Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A
EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS

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02

SUMÁRIO
1

FINALIDADE ............................................................................................................................... 7

2

CAMPO DE APLICAÇÃO ........................................................................................................... 7
2.1

Esta norma se aplica .......................................................................................................... 7

2.2

Esta norma não se aplica ................................................................................................... 7

3

RESPONSABILIDADES.............................................................................................................. 7

4

DEFINIÇÕES ............................................................................................................................... 8
4.1

Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL ............................................................... 8

4.2

Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT ....................................................... 8

4.3

Aterramento......................................................................................................................... 8

4.4

Cabo Concêntrico ............................................................................................................... 8

4.5

Cabos Isolados Multiplexados .......................................................................................... 9

4.6

Cargas Elétricas Especiais ................................................................................................ 9

4.7

Carga Instalada ................................................................................................................... 9

4.8

Centro de Medição (CM)..................................................................................................... 9

4.9

Centro de Proteção Geral (CPG) ....................................................................................... 9

4.10

Consumidor ......................................................................................................................... 9

4.10.1 Consumidor Especial ....................................................................................................... 9
4.10.2 Consumidor Livre ............................................................................................................ 9
4.10.3 Consumidor Potencialmente Livre ................................................................................ 10
4.11

Demanda ............................................................................................................................ 10

4.12

Demanda Contratada ........................................................................................................ 10

4.13

Desmembramento............................................................................................................. 10

4.14

Disjuntor Termomagnético .............................................................................................. 10

4.15

Distribuidora...................................................................................................................... 10

4.16

Edificação de Uso Individual ........................................................................................... 10

4.17

Edificação de Múltiplas Unidades Consumidoras - EMUC .......................................... 10

4.18

Empreendimentos habitacionais para fins urbanos .....................................................11

4.19

Empreendimentos habitacionais para fins urbanos de interesse social ................... 11

4.20

Empreendimentos habitacionais integrados à edificação ........................................... 11

4.21

Energia Elétrica Ativa ....................................................................................................... 11

4.22

Energia Elétrica Reativa ................................................................................................... 11

4.23

Entrada de Serviço ........................................................................................................... 11

4.24

Fator de Potência .............................................................................................................. 11

4.25

Fornecimento Provisório ................................................................................................. 11

4.26

Inspeção ............................................................................................................................ 12

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4.27

Lote .................................................................................................................................... 12

4.28

Loteamento........................................................................................................................ 12

4.29

Malha de Aterramento ...................................................................................................... 12

4.30

Medição agrupada ............................................................................................................ 12

4.31

Medidor .............................................................................................................................. 12

4.32

Medição totalizadora ........................................................................................................ 12

4.33

Módulo de Medição........................................................................................................... 12

4.34

Módulo de Distribuição .................................................................................................... 12

4.35

Ponto de Entrega .............................................................................................................. 13

4.36

Ponto de Ligação .............................................................................................................. 13

4.37

Poste Auxiliar .................................................................................................................... 13

4.38

Ramal de Entrada.............................................................................................................. 13

4.39

Ramal de Ligação ............................................................................................................. 13

4.40

Solicitação de fornecimento ............................................................................................ 13

4.41

Tensão de Atendimento ................................................................................................... 13

4.42

Tensão de Fornecimento ................................................................................................. 13

4.43

Tensão Nominal ................................................................................................................ 13

4.44

Unidade Consumidora ..................................................................................................... 14

4.45

Vistoria ............................................................................................................................... 14

5

REFERÊNCIAS ......................................................................................................................... 14

6

DISPOSIÇÕES GERAIS............................................................................................................ 15
6.1

Generalidades ................................................................................................................... 15

6.2

Limites de Fornecimento ................................................................................................. 16

6.2.1 Limites de Fornecimento CEMAR .................................................................................... 16
6.2.2 Limites de Fornecimento CELPA...................................................................................... 17
6.2.3 Critérios de Fornecimento à EMUC’s ............................................................................... 18
6.3

Características

de

Atendimento

à

Edificação

de

Múltiplas

Unidades

Consumidoras............................................................................................................................ 19
6.3.1 Atendimento através da Rede de Baixa Tensão da CEMAR ou da CELPA .................... 19
6.3.2 Atendimento através da Rede de Média Tensão da CEMAR ou da CELPA ................... 19
6.4

Responsabilidades do Consumidor ............................................................................... 19

6.5

Responsabilidades da CEMAR e da CELPA .................................................................. 21

6.6

Localização da Subestação ............................................................................................. 21

6.7

Acesso às Instalações Consumidoras ........................................................................... 22

6.8

Entrada de Serviço ........................................................................................................... 22

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6.8.1 Ramal de Ligação ............................................................................................................. 22
6.8.1.1 Ramal de Ligação derivado da Rede de Baixa Tensão da CEMAR e da CELPA ........ 22
6.8.1.2 Ramal de Ligação derivado da Rede de Média Tensão da CEMAR e da CELPA ....... 23
6.8.2 Ponto de Entrega .............................................................................................................. 26
6.8.2.1 Edificações Verticais com alimentação derivada da Rede de Baixa Tensão da
CEMAR ou da CELPA ...................................................................................................... 26
6.8.2.2 Edificações Verticais com alimentação derivada da Rede de Média Tensão da
CEMAR ou da CELPA ...................................................................................................... 26
6.8.2.3 Edificações Horizontais ................................................................................................. 26
6.8.3 Ramal de Entrada ............................................................................................................. 27
6.8.3.1 O Ramal de Entrada deve obedecer às seguintes prescrições: ................................... 27
6.8.3.2 Prescrições do Ramal de Entrada Derivado da Rede de Baixa Tensão ...................... 27
6.9

Padrões Construtivos e Características Gerais das Subestações.............................. 28

6.10

Medição.............................................................................................................................. 28

6.10.1 Generalidades ............................................................................................................... 28
6.10.2 Centro de Medição - CM ............................................................................................... 29
6.10.3 Localização da Medição e do Medidor .......................................................................... 31
6.10.4 Medição para Bomba de Incêndio ................................................................................. 32
6.10.5 Medição Totalizadora .................................................................................................... 32
6.11

Proteção ............................................................................................................................. 32

6.11.1 Centro de Proteção Geral - CPG .................................................................................. 32
6.11.2 Proteção de Edificação com alimentação derivada da Rede Secundária da CEMAR
ou da CELPA .................................................................................................................... 32
6.11.3 Proteção de Edificação com alimentação derivada da Rede Primária da CEMAR ou
da CELPA ......................................................................................................................... 33

7

6.12

Aterramento....................................................................................................................... 34

6.13

Geração Própria ................................................................................................................ 35

ATENDIMENTO AO CLIENTE .................................................................................................. 35
7.1

Obtenção de Estudo de Viabilidade Técnica ................................................................. 36

7.2

Projeto ................................................................................................................................ 37

7.2.1 Generalidades ................................................................................................................... 37

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7.2.2 Apresentação do projeto ................................................................................................... 38
7.2.2.1 Considerações Gerais ................................................................................................... 38
7.2.2.2 Projeto Elétrico .............................................................................................................. 38
7.2.3 Análise do Projeto ............................................................................................................. 42
7.2.4 Responsabilidades............................................................................................................ 43
7.2.5 Execução do Projeto ......................................................................................................... 43
7.3

Solicitação de Fornecimento ........................................................................................... 43

7.3.1 Generalidades ................................................................................................................... 43
7.3.2 Solicitação de Vistoria e Ligação do Empreendimento .................................................... 44
7.3.3 Solicitação de Vistoria e Ligação de Unidade Consumidora pertencente à Edificação ... 45
7.4
8

Casos Omissos ................................................................................................................. 45

ANEXOS .................................................................................................................................... 46
ANEXO I – CÁLCULO DE DEMANDA DA INSTALAÇÃO CONSUMIDORA ............................. 46

TABELA A ................................................................................................................................48
ANEXO II – SOLICITAÇÃO PARA ESTUDO DE VIABILIDADE TÉCNICA................................ 60
ANEXO III – CARTA DE APRESENTAÇÃO DE PROJETO ........................................................ 61
ANEXO IV – MODELO DE SOLICITAÇÃO DE VISTORIA E LIGAÇÃO ..................................... 62
ANEXO V – TERMO DE TRANSFERÊNCIA ................................................................................ 63
ANEXO VI – MODELO DO MEMORIAL TÉCNICO DESCRITIVO DE USO COLETIVO ............ 64
9

TABELAS .................................................................................................................................. 73
TABELA 1 – POTÊNCIA DE APARELHOS ELETRODOMÉSTICOS ......................................... 73
TABELA 2.1 – FATORES DE DEMANDA PARA ILUMINAÇÃO E TOMADAS DE USO GERAL
PARA UNIDADES CONSUMIDORAS NÃO RESIDENCIAIS ...................................................... 74
TABELA 2.2 – FATORES DE DEMANDA PARA ILUMINAÇÃO E TOMADAS DE USO GERAL
PARA UNIDADES CONSUMIDORAS RESIDENCIAIS ............................................................... 75
TABELA 3 – LIMITES DE QUEDA DE TENSÃO ......................................................................... 75
TABELA 4 – FATORES DE DEMANDA DE MOTOR-BOMBA HIDROMASSAGEM ................. 76
TABELA 5 – FATORES DE DEMANDA DE APARELHOS DE AQUECIMENTO E
ELETRODOMÉSTICOS EM GERAL ............................................................................................ 76
TABELA 6 - FATORES DE DEMANDA DE APARELHOS DE AR CONDICIONADO ............... 77
TABELA 7 – FATORES DE DEMANDA PARA ELEVADORES ................................................. 78
TABELA 8 – DETERMINAÇÃO DA DEMANDA EM FUNÇÃO DA QUANTIDADE DE MOTORES
- (VALORES EM kVA) – MOTORES MONOFÁSICOS ................................................................ 78
TABELA 9 – DETERMINAÇÃO DA DEMANDA EM FUNÇÃO DA QUANTIDADE DE MOTORES
- (VALORES EM kVA) – MOTORES TRIFÁSICOS ..................................................................... 79
TABELA 10 – DEMANDA POR APARTAMENTO RESIDENCIAL EM FUNÇÃO DA ÁREA ÚTIL
80

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TABELA 11 – FATOR DE DIVERSIDADE ................................................................................... 81
TABELA 12 – FATOR PARA DIVERSIFICAÇÃO DA DEMANDA EM FUNÇÃO DO NÚMERO DE
APARTAMENTOS RESIDENCIAIS DA EDIFICAÇÃO ................................................................ 82
TABELA 13 – FATORES DE DEMANDA INDIVIDUAIS PARA MÁQUINAS DE SOLDA A
TRANSFORMADOR E APARELHOS DE RAIOS X E GALVANIZAÇÃO ................................... 84
TABELA 14 - DIMENSIONAMENTO PELA CAPACIDADE DE CORRENTE DO BARRAMENTO
DE BAIXA TENSÃO ...................................................................................................................... 84
TABELA 15 – DIMENSIONAMENTO DE CONDUTORES E PROTEÇÃO PARA UNIDADES
CONSUMIDORAS ......................................................................................................................... 85
TABELA 16 – DIMENSIONAMENTO DE TRANSFORMADORES ............................................. 86
TABELA 17 – DISPOSITIVO DE PARTIDA DE MOTORES TRIFÁSICOS ................................. 87
10

DESENHOS ............................................................................................................................... 88
DESENHO 1 – PLANTA DE SITUAÇÃO...................................................................................... 88
EXEMPLO 1 - PLANTA DE SITUAÇÃO APLICADO A CEMAR ................................................. 88
EXEMPLO 2 - PLANTA DE SITUAÇÃO APLICADO A CELPA .................................................. 89
DESENHO 2 – AFASTAMENTOS MÍNIMOS ENTRE CONDUTORES E EDIFICAÇÕES .......... 90
DESENHO 3 – CABINE DE PROTEÇÃO E TRANSFORMAÇÃO – ENTRADA AÉREA ........... 91
DESENHO 4 – CABINE DE PROTEÇÃO E TRANSFORMAÇÃO – ENTRADA SUBTERRÂNEA
92
DESENHO 5 – ESPAÇAMENTOS PARA INSTALAÇÕES INTERNAS (A) ................................ 94
DESENHO 6 – ESPAÇAMENTOS PARA INSTALAÇÕES INTERNAS (B) ................................ 95
DESENHO 7 – BACIA DE CONTENÇÃO DE ÓLEO ................................................................... 96
DESENHO 8 – RAMAL DE LIGAÇÃO DERIVANDO DA REDE DE MÉDIA TENSÃO CEMAR OU
DA CELPA - ENTRADA SUBTERRÂNEA COM MUFLAS MONOFÁSICAS ............................. 97
DESENHO 9 – RAMAL DE LIGAÇÃO DERIVANDO DA REDE DE MÉDIA TENSÃO DA CEMAR
OU DA CELPA - ENTRADA AÉREA............................................................................................ 98
DESENHO 10 – RAMAL DE LIGAÇÃO DERIVANDO DA REDE DE MÉDIA TENSÃO DA
CEMAR E DA CELPA - ENTRADA MISTA .................................................................................. 99
DESENHO 11 – BANCO DE DUTOS PARA ENTRADA SUBTERRÂNEA DA REDE
SECUNDÁRIA ............................................................................................................................. 100
DESENHO 12 – BANCO DE DUTOS PARA ENTRADA SUBTERRÂNEA DA REDE PRIMÁRIA
101
DESENHO 13 – RAMAL DE LIGAÇÃO DERIVADA DA REDE DE BAIXA TENSÃO DA CEMAR
OU DA CELPA ............................................................................................................................ 102
DESENHO 14 – CAIXA DE PASSAGEM LACRÁVEL ............................................................. 103
DESENHO 15 – TRAVESSIA SUBTERRÂNEA ......................................................................... 104
DESENHO 16 – PROTEÇÃO DO RAMAL DE ENTRADA DERIVADO DA REDE DE BAIXA
TENSÃO DA CEMAR OU DA CELPA........................................................................................ 105
DESENHO 17 – PROTEÇÃO DO RAMAL DE ENTRADA DERIVADO DA REDE DE MÉDIA
TENSÃO DA CEMAR OU DA CELPA........................................................................................ 106
DESENHO 18 – LIGAÇÃO DE BOMBA DE INCÊNDIO ............................................................ 107
DESENHO 19 – CENTRO DE MEDIÇÃO ................................................................................... 108
DESENHO 20 – CENTRO DE MEDIÇÃO – DETALHES DOS MÓDULOS ............................... 110

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DESENHO 21 – SUPORTE PARA FIXAÇÃO DAS MUFLAS INTERNAS E DA CHAVE
SECCIONADORA TRIPOLAR .................................................................................................... 111
DESENHO 22 – SUPORTE PARA FIXAÇÃO DA CHAVE SECIONADORA TRIPOLAR –
CUBÍCULOS DE PROTEÇÃO E TRANSFORMAÇÃO .............................................................. 112
DESENHO 23 – SUPORTE PARA FIXAÇÃO DA CHAVE SECIONADORA TRIPOLAR –
CUBÍCULOS DE PROTEÇÃO E TRANSFORMAÇÃO .............................................................. 113
DESENHO 24 – SUPORTE PARA FIXAÇÃO DOS CABOS ISOLADOS DE MÉDIA TENSÃO114
DESENHO 25 – SUPORTE PARA FIXAÇÃO DOS ISOLADORES DE APOIO DE MÉDIA
TENSÃO ...................................................................................................................................... 115
DESENHO 26 – SUPORTE PARA FIXAÇÃO DOS PÁRA-RAIOS ........................................... 116
DESENHO 27 – CHAPA DE PASSAGEM.................................................................................. 117
DESENHO 28 – TELA METÁLICA PARA CUBÍCULO DE DISJUNÇÃO ................................. 118
DESENHO 29 – TELA METÁLICA PARA CUBÍCULO DE TRANSFORMAÇÃO ..................... 119
11

CONTROLE DE REVISÕES.................................................................................................... 120

12

APROVAÇÃO .......................................................................................................................... 120

DOCUMENTO NÃO CONTROLADO

Hotel. a reformas ou ampliação de instalações já existentes e respeitam o que prescrevem as legislações oficiais. As recomendações aqui contidas aplicam-se a novas instalações. as normas da ABNT e os documentos técnicos da CEMAR e da CELPA em vigor. atendidas em Baixa Tensão. etc. 2 2. que pela localização necessitam de medição agrupada. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . Gerência de Planejamento do Sistema Elétrico: Realizar as atividades relacionadas ao planejamento do sistema elétrico de acordo com as regras e recomendações definidas neste instrumento normativo. à Gerência de Recuperação de Energia e à Gerência de Relacionamento com o Cliente. Também se aplica a todas as empresas responsáveis pela elaboração de projetos e construção de instalações de Edificações de Múltiplas Unidades Consumidoras novas. Coordenar o processo de revisão desta norma.31. à Gerência de Operação do Sistema Elétrico.CELPA na elaboração de projeto e execução das entradas de serviços de energia elétrica para ligação de unidades consumidoras localizadas em edifícios de uso coletivo e a edificações individuais atendidas através de medições agrupadas.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS 1 Elaborado em: Página: 14/11/2013 7 de 120 Código: Revisão: NT. à Gerência de Planejamento do Sistema Elétrico.1 CAMPO DE APLICAÇÃO Esta norma se aplica Aplica-se à Gerência de Expansão e Melhoria do Sistema Elétrico. Participar do processo de revisão desta norma. à Gerência de Serviços de Rede e à Gerência de Manutenção do Sistema Elétrico. pertencentes à Diretoria Comercial. pertencentes à Diretoria de Distribuição. Pousadas. 2. respeitando-se a legislação emanada pelos órgãos competentes. no âmbito da CEMAR e da CELPA. bem como Edificações individualizadas. Gerência de Expansão e Melhoria do Sistema Elétrico: Realizar as atividades relacionadas à expansão e melhoria do sistema elétrico de acordo com as regras e recomendações definidas neste instrumento normativo. localizadas na área de concessão da CEMAR e da CELPA.004 02 FINALIDADE Esta Norma Técnica tem a finalidade de estabelecer condições técnicas mínimas exigidas pela Companhia Energética do Maranhão-CEMAR e pela Centrais Elétricas do Pará. 3 RESPONSABILIDADES Gerência de Normas e Padrões: Estabelecer as normas e padrões técnicos para o fornecimento de energia elétrica a edificações de múltiplas unidades consumidoras.2 kV) e em baixa tensão (220/380V ou 127/220V) pela CEMAR e pela CELPA. ampliações e reformas.2 Esta norma não se aplica Esta Norma não se aplica à ligação de edificações caracterizadas por serviços de hotelaria. a fim de possibilitar o fornecimento de energia elétrica em média tensão (15 kV e 36. tais como: Motel.

divulgando as mesmas ao cliente. Participar do processo de revisão desta norma.31. Gerência de Relacionamento com o Cliente: Realizar as atividades de relacionamento com o cliente de acordo com as regras e recomendações definidas neste instrumento normativo. Gerência de Serviços de Rede: Realizar os serviços de rede de acordo com as regras e recomendações definidas neste instrumento normativo. Gerência de Recuperação de Energia: Realizar as atividades relacionadas à recuperação de energia de acordo com as regras e recomendações definidas neste instrumento normativo.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 8 de 120 Código: Revisão: NT. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . Participar do processo de revisão desta norma. Gerência de Manutenção do Sistema Elétrico: Realizar as atividades relacionadas à manutenção do sistema elétrico de acordo com as regras e recomendações definidas neste instrumento normativo. transmissão. Participar do processo de revisão desta norma.ABNT Associação privada sem fins lucrativo responsável pela elaboração das normas técnicas no Brasil. 4.2 Associação Brasileira de Normas Técnicas .1 DEFINIÇÕES Agência Nacional de Energia Elétrica . 4 4. Participar do processo de revisão desta norma. 4.3 Aterramento Ligação à terra de todas as partes metálicas não energizadas de uma instalação. e um condutor neutro disposto helicoidalmente sobre esta isolação e recoberto por outra camada isolante protetora.004 02 Gerência de Operação do Sistema Elétrico: Realizar as atividades relacionadas à operação do sistema elétrico de acordo com as regras e recomendações definidas neste instrumento normativo. Projetistas e Construtoras que realizam serviços na área de concessão da CEMAR e da CELPA: Realizar suas atividades de acordo com as regras e recomendações definidas neste instrumento normativo.427 de 26/12/1996 com a finalidade de regular e fiscalizar a produção. distribuição e comercialização de energia elétrica. 4.ANEEL Autarquia criada pela Lei 9. de acordo com a legislação e em conformidade com as diretrizes e as políticas do governo federal. incluindo o neutro da rede e da referida instalação.4 Cabo Concêntrico Cabo composto de um condutor fase isolado. Participar do processo de revisão desta norma.

torcidos em torno de um condutor. 4. para unidade consumidora ou unidades consumidoras reunidas por comunhão de interesses de fato ou de direito cuja carga seja maior ou igual a 500 kW e que não satisfaçam. de 26 de dezembro de 1996. com funções de condutor neutro e de elemento de sustentação. sendo: 4. legalmente representada. 4. assumindo as obrigações decorrentes deste atendimento à(s) sua(s) unidade(s) consumidora(s).074.2 Consumidor Livre Agente da CCEE. que adquire energia elétrica proveniente de empreendimentos de geração enquadrados no § 5º do art. em condições de entrar em funcionamento.1 Consumidor Especial Agente da CEEE. 15 e 16 da Lei no 9. os requisitos dispostos nos arts. aparelhos de raios-x. de 1995. 4.5 Elaborado em: Página: 14/11/2013 9 de 120 Código: Revisão: NT. 15 e 16 da Lei no 9.10 Consumidor Pessoa física ou jurídica.074. máquinas de solda. individualmente.31.10. de 7 de julho de 1995. os requisitos dispostos nos arts.427. que solicitar à CEMAR ou à CELPA o fornecimento de energia elétrica ou o uso do sistema elétrico. que adquire energia elétrica no ambiente de contratação livre para unidades consumidoras que satisfaçam. das Unidades de Consumo do prédio. 4. utilizados como condutores fase. cujo regime de funcionamento possa causar perturbações ao suprimento normal de energia dos demais Consumidores tais como: motores. individualmente. da categoria de comercialização.004 02 Cabos Isolados Multiplexados Cabos constituídos por um. 4.7 Carga Instalada Soma das potências nominais dos equipamentos elétricos instalados na unidade consumidora. dois ou três condutores isolados. de direito público ou privado. da categoria de comercialização. segundo disposto nas normas e nos contratos.9 Centro de Proteção Geral (CPG) Módulo para instalação dos equipamentos de seccionamento e proteção do ramal de entrada. etc.10.6 Cargas Elétricas Especiais Aparelhos elétricos. 26 da Lei no 9. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . expressa em quilowatts (kW).8 Centro de Medição (CM) É o conjunto dos módulos de distribuição e medição de energia elétrica.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS 4. 4.

14 Disjuntor Termomagnético Equipamento destinado a proteger os condutores e demais equipamentos da unidade consumidora. com aproveitamento do sistema viário existente.3 Consumidor Potencialmente Livre Aquele cujas unidades consumidoras satisfazem.10.11 Demanda Média das potências elétricas ativas ou reativas.13 Desmembramento Subdivisão de gleba em lotes destinados a edificação. Podem ser edificações isoladas. contra sobrecarga e curto-circuito.004 02 4.16 Edificação de Uso Individual Todo e qualquer imóvel.EMUC É toda edificação que possui mais de uma unidade consumidora e que dispõe de área comum de circulação com utilização de energia elétrica. 4.15 Distribuidora Agente titular de concessão ou permissão federal para prestar o serviço público de distribuição de energia elétrica. expressas em quilowatts (kW) e quilovolt-ampère-reativo (kVAr). individualmente. e que possua área em condomínio com utilização de energia elétrica. nem prolongamento. durante um intervalo de tempo especificado. solicitadas ao sistema elétrico pela parcela da carga instalada em operação na unidade consumidora.17 Edificação de Múltiplas Unidades Consumidoras . de 1995. 4. no ponto de entrega e que será integralmente paga. desde que não implique a abertura de novas vias e logradouros públicos. 4. independentemente de ser ou não utilizada durante o período de faturamento em quilowatts (kW). 4. incluindo postos de combustíveis com lojas de conveniência.12 Demanda Contratada É a demanda de potência ativa prevista em contrato. 15 e 16 da Lei no 9. os requisitos dispostos nos arts.074.31.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 10 de 120 Código: Revisão: NT. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . 4. 4. porém não adquirem energia elétrica no ambiente de contratação livre. reconhecido pelos poderes públicos. constituindo uma Unidade Consumidora. respectivamente. 4. modificação ou ampliação dos já existentes. colocada continuamente à disposição do Consumidor. interligadas ou agrupadas no mesmo terreno.

4. Distrito Federal. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . sem produzir trabalho. É constituída pelo ramal de ligação e ramal de entrada. de expansão urbana ou de urbanização específica. 4. condomínios e outros tipos estabelecidos na forma da legislação em vigor. destinados predominantemente às famílias de baixa renda. circos. na forma da legislação em vigor. expressa em quilovolt-ampère-reativo-hora (kVArh). estando o atendimento condicionado à disponibilidade de energia elétrica. consumidas num mesmo período especificado.22 Energia Elétrica Reativa Aquela que circula entre os diversos campos elétricos e magnéticos de um sistema de corrente alternada. condutores e acessórios instalados a partir do ponto de conexão na rede da CEMAR ou da CELPA até a medição.21 Energia Elétrica Ativa Aquela que pode ser convertida em outra forma de energia. Estados. implantados em zona habitacional declarada por lei como de interesse social.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS 4. concomitantemente à implantação das obras de infraestrutura/urbanização. 4. 4. exposições. ou construídos no âmbito de programas habitacionais de interesse social implantados pelo poder público. desmembramentos. localizados em zonas urbanas. obras ou similares. tais como: festividades. Municípios ou suas entidades delegadas. 4.Elaborado em: Página: 14/11/2013 11 de 120 Código: Revisão: NT. estas autorizadas por lei a implantar projetos de habitação. ou promovidos pela União.25 Fornecimento Provisório É aquele cujo fornecimento se destina ao atendimento de eventos temporários.31. assim definidas pelo plano diretor ou aprovadas por lei municipal. 4. expressa em quilowatts-hora (kWh).20 Empreendimentos habitacionais integrados à edificação Empreendimento em que a construção das edificações nos lotes ou unidades autônomas é feita pelo responsável pela implantação do empreendimento. parques de diversões.24 Fator de Potência Razão entre a energia elétrica ativa e a raiz quadrada da soma dos quadrados das energias elétricas ativa e reativa. 4.23 Entrada de Serviço É o conjunto de equipamentos.18 Empreendimentos habitacionais para fins urbanos Loteamentos.19 Empreendimentos habitacionais para fins urbanos de interesse social Empreendimentos habitacionais.

27 Lote Terreno servido de infraestrutura básica cujas dimensões atendam aos índices urbanísticos definidos pelo plano diretor ou lei municipal para a zona em que se situe. com o objetivo de medir e registrar o consumo de energia elétrica de cada consumidor.33 Módulo de Medição Módulo lacrável destinado a instalação do medidor.26 Inspeção Fiscalização da unidade consumidora.31. Cada unidade consumidora deverá ter carga instalada de até 12 kW para a área de concessão CEMAR e 10 kW para área de concessão CELPA. Este módulo deve conter os elementos de comando e proteção geral da instalação de cada unidade consumidora. 4. modificação ou ampliação das vias existentes. com vistas a verificar sua adequação aos padrões técnicos e de segurança da CEMAR e da CELPA. quando necessário. 4. quando for o caso. de logradouros públicos ou prolongamento.32 Medição totalizadora Aquela cujos equipamentos são instalados em entradas coletivas.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 12 de 120 Código: Revisão: NT. posteriormente à ligação. enterrados no solo. 4. sempre que não for utilizado o sistema de medição convencional.29 Malha de Aterramento É constituída de eletrodos de aterramento interligados por condutores nus.004 02 4. o funcionamento do sistema de medição e a confirmação dos dados cadastrais. 4. 4. para fins de faturamento entre o ponto de entrega e o barramento geral. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . pelo Distrito Federal. cujo projeto tenha sido devidamente aprovado pela respectiva Prefeitura Municipal ou. 4.31 Medidor Aparelho fornecido e instalado pela CEMAR e pela CELPA. por conveniência do consumidor e concordância da distribuidora. com abertura de novas vias de circulação. 4.30 Medição agrupada Sistema de medição destinada a até quatro unidades consumidoras.28 Loteamento Subdivisão de gleba de terreno em lotes destinados à edificação. localizados em edificações que não possuam área em condomínio com utilização de energia elétrica. 4.34 Módulo de Distribuição Módulo lacrável destinado à instalação do barramento e da proteção geral.

4.41 Tensão de Atendimento Valor eficaz de tensão no ponto de entrega ou de conexão. 4.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 13 de 120 Código: Revisão: NT. elevar e/ou desviar o ramal de ligação e o ramal de entrada.42 Tensão de Fornecimento Tensão fixada pela CEMAR e pela CELPA para fornecimento de energia elétrica dentro dos limites definidos pelo poder concedente.36 Ponto de Ligação É o ponto da rede da CEMAR e ou da CELPA do qual deriva o ramal de ligação da unidade consumidora.38 Ramal de Entrada Conjunto de condutores e acessórios instalados pelo consumidor entre o ponto de entrega e a medição ou a proteção de suas instalações.35 Ponto de Entrega Ponto de conexão do sistema elétrico da CEMAR ou da CELPA com as instalações elétricas da Unidade Consumidora. caracterizando-se como o limite de responsabilidade do fornecimento.004 02 4. 4.43 Tensão Nominal Valor eficaz da tensão de linha pela qual o sistema é designado. 4. precária ou crítica. obtido por meio de medição.39 Ramal de Ligação Conjunto de condutores e acessórios instalados entre o ponto de derivação da rede da CEMAR ou da CELPA e o ponto de entrega.40 Solicitação de fornecimento Ato voluntário do interessado na prestação do serviço público de fornecimento de energia ou conexão e uso do sistema elétrico da CEMAR ou da CELPA.31. segundo disposto nas normas e nos respectivos contratos. expresso em volts (V) ou quilovolts (kV). de acordo com a leitura efetuada.37 Poste Auxiliar Poste situado na Unidade Consumidora com a finalidade de fixar. 4. expressa em volts (V) ou quilovolts (kV). 4. expresso em volts (V) ou quilovolts (kV). efetivado pela alteração de titularidade de unidade consumidora que permanecer ligada ou ainda por sua ligação. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . 4. 4. podendo ser classificada em adequada. quer seja nova ou existente.

[13] NBR 13570:1996 – Instalações elétricas em locais de afluência de público .Módulo 8: Qualidade da Energia Elétrica. [14] NBR 14039:2005 – Instalações elétricas de média tensão de 1. [12] NBR 13534:2008 – Instalações elétricas de baixa tensão . ramal de entrada. [5] NT.Incorporação de Redes de Distribuição.31. Resolução Normativa Nº 414 . caracterizado pelo recebimento de energia elétrica em apenas um ponto de entrega. incluída a subestação. [3] ANEEL (2010). DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . [11] NBR 12693:2010 – Sistemas de proteção por extintores de incêndio.Módulo 1: Introdução.002.Requisitos específicos. com medição individualizada. condutores e acessórios.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS 4.31. [6] NT.02 .0kV a 36.31.Elaborado em: Página: 14/11/2013 14 de 120 Código: Revisão: NT.Fornecimento de Energia Elétrica em Média Tensão (15 e 36. [2] ANEEL (2010). [9] NBR 10068:1987 – Folha de desenho .44 Unidade Consumidora Conjunto composto por instalações.Fornecimento de Energia Elétrica em Baixa Tensão. correspondente a um único consumidor e localizado em uma mesma propriedade ou em propriedades contíguas.001.31.017. quando do fornecimento em tensão primária.Requisitos específicos para instalação em estabelecimentos assistenciais de saúde. [4] NT. 5 REFERÊNCIAS [1] ANEEL (2010).2 kV) [7] NBR 5410:2008 – Instalações elétricas de baixa tensão. Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional (PRODIST) .05 . Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional (PRODIST) .Estabelece as Condições Gerais de Fornecimento de Energia Elétrica de forma atualizada e consolidada.45 Vistoria Procedimento realizado pela CEMAR ou pela CELPA na unidade consumidora.Leiaute e dimensões.2kV. equipamentos elétricos.03 . [15] NBR 15688:2009 – Redes de distribuição aérea de energia elétrica com condutores nus. 4. coma finalidade de verificar sua adequação aos padrões técnicos e de segurança da CEMAR e da CELPA. previamente à ligação. [8] NBR 5419:2005 – Proteção de estruturas contra descargas atmosféricas. [10] NBR 10898:1999 – Sistema de iluminação de emergência.

d) O Consumidor deve manter em bom estado de conservação os equipamentos de medição da CEMAR ou da CELPA instalados no Centro de Medição da edificação e responderá pelos eventuais danos a eles causados por sua ação ou omissão. g) É proibido ao consumidor. aos locais em que estejam instalados os aparelhos de medição. apoderar-se dos direitos da CEMAR e da CELPA.31. ainda que graciosamente. do Ministério do Trabalho e Emprego. conforme artigos 171 e 173 da REN n° 414. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . a fim de efetuar a leitura de medidores. inspecionar e verificar as instalações ou equipamentos. 6 6. bem como o Código de Posturas Municipais pertinentes. as instalações elétricas das unidades consumidoras que foram executadas de acordo com as regras e recomendações estabelecidas por esta Norma. c) Somente serão ligadas ao sistema de distribuição da CEMAR ou da CELPA instalações de imóveis devidamente identificados e regularizados pelos poderes públicos. b) Qualquer ligação à rede da CEMAR ou pela CELPA só poderá ser efetuada por seus colaboradores devidamente autorizados e depois de observadas todas as exigências regulamentares estabelecidas por esta Norma.1 DISPOSIÇÕES GERAIS Generalidades a) Somente serão ligadas à rede de distribuição da CEMAR e da CELPA. em especial no padrão de entrada ou o impedimento de acesso para fins de leitura. e) O acesso aos equipamentos de medição somente será permitido aos colaboradores autorizados da CEMAR ou da CELPA.Elaborado em: Página: 14/11/2013 15 de 120 Código: Revisão: NT. estendendo instalações que se interliguem com instalações de outrem. h) O consumidor deve assegurar livre acesso aos técnicos da CEMAR ou da CELPA devidamente credenciados. sob quaisquer pretextos. j) Devem ser obedecidas rigorosamente as recomendações das Normas de Segurança e de Meio Ambiente. i) Os eletrodutos e caixas de inspeção dos ramais não podem ser utilizados para outros fins que não os elétricos.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS [16] NBR 15751:2009 – Sistemas de aterramento de subestações .Requisitos. [17] NR 10:2004 – Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade. f) A falta de execução pelo Consumidor de correções indicadas pela CEMAR ou CELPA quando da constatação de deficiência não emergencial na unidade consumidora. para o fornecimento de energia elétrica. substituição do medidor e inspeções faculta a suspensão do fornecimento de energia três dias após notificação à unidade consumidora.

6.2. 6. No caso da instalação possuir gerador ele deve ser provido de chave reversora com intertravamento mecânico ou eletromecânico visível que garanta o não paralelismo entre os sistemas. A reversão é de inteira responsabilidade do projetista. b) Ligação Trifásica DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . Para maiores informações consultar a NT.220V.1 Limites de Fornecimento CEMAR a) Ligação monofásica A unidade consumidora pertencente à EMUC. deverá a Unidade Consumidora providenciar a adequação de suas instalações às exigências desta Norma.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 16 de 120 Código: Revisão: NT. sem a qual a unidade consumidora fica sujeita às sanções legais por operar irregularmente. prevalecerão as condições gerais. o) Qualquer aumento de carga deve ser precedida da aceitação da CEMAR ou da CELPA. da ANEEL. bem como terá medição em separado.009 . l) Qualquer alteração.004 02 k) Cada unidade consumidora deve ser suprida por intermédio de circuito independente. na sua última versão. através de 01(um) fase e 01(um) neutro . que estiverem em vigor. • Aparelho de Raios-X com potência superior a 2kVA. reforma ou ampliação na Edificação que exija a substituição dos equipamentos auxiliares de medição e/ou medidor (se for o caso) é de responsabilidade da CEMAR e da CELPA.31. estipuladas em legislação pertinente. em uma unidade consumidora suprida em tensão primária de distribuição. desde que não possua: • Motor com potência individual superior a 5cv. em hipótese alguma.CONEXÃO DE GERADORES PARTICULARES AO SISTEMA ELÉTRICO.31. de acordo com a Resolução Normativa Nº 414/2010. p) Para os casos omissos relativos às condições de fornecimento. paralelismo permanente entre geradores particulares e o sistema da CEMAR ou da CELPA. especifica. n) O aumento de carga que venha a caracterizar uma unidade consumidora suprida em tensão secundária de distribuição. será atendida por ligação monofásica.2 Limites de Fornecimento Os limites de fornecimento estabelecidos abaixo são aplicáveis para empreendimentos com demanda de até 2500 kW. • Aparelho com potência individual superior a 5kVA. com o limite de até 12kW de carga instalada. m) Não é permitido.

será atendida por ligação bifásica. o máximo possível. • Motor monofásico com potência individual superior a 5cv.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS A unidade consumidora pertencente à EMUC. 2. através de 03 (três) fases e 01 (um) neutro . fase-fase. • Aparelho trifásico com potência individual superior a 15kW. com o limite de até 15kW de carga instalada. • Aparelho com potência individual superior a 5kVA. através de 01(um) fase e 01(um) neutro . com o limite de até 10kW de carga instalada. • Aparelho de Raios-X com potência superior a 2kVA. será atendida por ligação trifásica. desde que não possua: • Motor trifásico com potência individual superior a 30cv. c) Ligação Trifásica DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . fase-fase. será atendida por ligação monofásica. • Aparelho de Raios-X com potência superior a 4kVA.127V. desde que não possua: • Motor com potência individual superior a 5cv. com carga instalada superior a 12kW até o limite de 75kW. 6. através de 02(duas) fases e 01(um) neutro . • Aparelho de Raios-X trifásico com potência superior a 20kVA. Em uma unidade consumidora que possua mais de 01 (um) motor em suas instalações. desde que não possua: • Motor com potência individual superior a 2cv.380/220V. Nota: 1.Elaborado em: Página: 14/11/2013 17 de 120 Código: Revisão: NT.2 Limites de Fornecimento CELPA a) Ligação monofásica A unidade consumidora pertencente à EMUC.31. b) Ligação Bifásica A unidade consumidora pertencente à EMUC. deve-se evitar.2.220V. No caso de instalação de mais de um aparelho de Raios-X ou máquina de solda numa mesma unidade consumidora. referida nos parágrafos acima. o limite de potência instalada. calculada conforme o roteiro de cálculo do ANEXO I – CÁLCULO DE DEMANDA DA INSTALAÇÃO CONSUMIDORA. partida simultânea entre os mesmos. • Aparelho com potência individual superior a 10kW em 380V. em 380V. equivalerá à potência demandada pelos mesmos.

desde que o consumidor se responsabilize pelo pagamento da diferença de preço do medidor e demais equipamentos de medição a serem instalados. 6. Em uma unidade consumidora que possua mais de 01 (um) motor em suas instalações. cujos investimentos. desde que cada unidade tenha carga instalada de até 12 kW para a área de concessão CEMAR e de até 10 kW para área de concessão CELPA. • Motor monofásico com potência individual superior a 5cv. fase-fase. referida nos parágrafos acima. na sua última versão. projeto. manutenção e operação serão de responsabilidade do interessado. o máximo possível. desde que não possua: • Motor trifásico com potência individual superior a 30cv. No caso de instalação de mais de um aparelho de Raios-X ou máquina de solda numa mesma unidade consumidora. em 220V. 4. b) Acima de 4 (quatro) unidades. d) Cada unidade consumidora pertencente à EMUC. com ligação bifásica/trifásica. Nota: 3. a EMUC deve ser atendida a quatro fios (três fases e um neutro). c) A CEMAR e a CELPA pode atender a unidade consumidora em tensão secundária de distribuição. a maneira conveniente de alimentar a unidade consumidora. deve-se evitar. equivalerá à potência demandada pelos mesmos. aplicando-se os critérios constantes da Norma NT. com carga instalada superior a 75kW.31. com o limite de até 75kW de carga instalada. Neste caso a CEMAR e a CELPA determinará. deve ser suprida por subestação individual.Elaborado em: Página: 14/11/2013 18 de 120 Código: Revisão: NT. • Aparelho de Raios-X trifásico com potência superior a 20kVA. ainda que a mesma não apresente carga suficiente para tanto. bem como eventuais custos de adaptação da rede. através de 03 (três) fases e 01(um) neutro . fase-fase.002 Fornecimento de Energia Elétrica em Média Tensão (15 e 36. partida simultânea entre os mesmos.2kV).31. calculada conforme o roteiro de cálculo do ANEXO I – CÁLCULO DE DEMANDA DA INSTALAÇÃO CONSUMIDORA. • Aparelho de Raios-X com potência superior a 4kVA.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS A unidade consumidora pertencente à EMUC. • Aparelho trifásico com potência individual superior a 15kW. será atendida por ligação trifásica. durante consulta prévia.220V. • Aparelho com potência individual superior a 10kW em 220V.3 Critérios de Fornecimento à EMUC’s a) A análise de projeto é dispensável pela CEMAR e pela CELPA quando a edificação tiver até 04 (quatro) unidades consumidoras. o limite de potência instalada. construção.2. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .

1 Características de Atendimento à Edificação de Múltiplas Unidades Consumidoras Atendimento através da Rede de Baixa Tensão da CEMAR ou da CELPA a) O atendimento será feito através da Rede Baixa Tensão Aérea da CEMAR ou da CELPA. c) Para empreendimentos construídos em etapas.b é delimitada pela área total do terreno do empreendimento. b) O projeto e construção das obras de infraestrutura básica das redes de distribuição de energia elétrica citadas no item anterior contempla toda a infraestrutura elétrica interna ao empreendimento.4 Responsabilidades do Consumidor a) De acordo a legislação vigente o empreendedor é responsável pelos investimentos necessários para o projeto e construção das obras de infraestrutura básica das redes de distribuição de energia elétrica destinadas ao atendimento das Edificações de Múltiplas Unidades Consumidoras. quando a demanda total do Empreendimento não ultrapassar a 75 kVA e desde que nenhum consumidor individual possua carga instalada superior a 75kW.Elaborado em: Página: 14/11/2013 19 de 120 Código: Revisão: NT.3.3 6. a critério da CEMAR ou da CELPA. c) Cada unidade consumidora com carga instalada superior a 75 kW será atendida pela Rede Primária e se caracterizará como consumidor do Grupo A. bem como. a mesma deve ser localizada na via pública. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .31. a construção da rede de distribuição de energia elétrica necessária para conectar o empreendimento ao sistema de distribuição de energia existente da CEMAR ou da CELPA na época da emissão do orçamento de conexão.3.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS 6. b) Quando.4.2 Atendimento através da Rede de Média Tensão da CEMAR ou da CELPA a) O atendimento será feito através da Rede de Média Tensão da CEMAR ou da CELPA. A critério da CEMAR e da CELPA poderá ser adotado a alimentação única no prédio.4. 6. d) Os investimentos mencionados no item 6. a infraestrutura interna citada no item 6. com exceção dos empreendimentos habitacionais para fins urbanos de interesse social ou de regularização fundiária.a contemplam inclusive os custos: • Das obras do sistema de iluminação pública ou de iluminação das vias internas. quando a demanda total do Empreendimento ultrapassar a 75 kVA. A alimentação deverá ser individual do restante do prédio. e não somente pela área da etapa que está sendo construída. conforme o caso. 6. observando-se a legislação específica. houver necessidade de instalação de unidade de transformação.

deve ser utilizada. ventilação forçada. 48 da Resolução nº 414 da ANEEL.31. para a conexão à rede de propriedade da distribuidora. As dimensões mínimas devem estar de acordo com o DESENHO 3 – CABINE DE PROTEÇÃO E TRANSFORMAÇÃO – ENTRADA AÉREA e DESENHO 4 – CABINE DE PROTEÇÃO E TRANSFORMAÇÃO – ENTRADA SUBTERRÂNEA. quando não houver condições técnicas para construção do tanque de contenção do líquido isolante. que necessitar de reforma ou ampliação na rede para ser atendido. e) Fornecimento e instalação de materiais e equipamentos elétricos. Para tanto deve ser preenchido o formulário ANEXO V – DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . i) Construção e instalação de portas. g) Construção de canalizações e caixas de passagens necessárias aos condutores de média e baixa tensão. j) Construção da malha de terra e interligação desta com as partes metálicas não energizadas. Na impossibilidade de ventilação natural. paredes divisórias e demais serviços de alvenaria. observadas as condições estabelecidas sobre participação financeira conforme Resolução nº 414 da ANEEL. m) Instalação de extintor de incêndio para uso em eletricidade localizada nas imediações da porta de acesso a pessoas. o) O espaço destinado ao caminhamento do ramal de ligação e da subestação deve ser transferido à CEMAR ou a CELPA. Nas instalações abrigadas. l) Instalação de iluminação artificial. h) Sistema de drenagem do óleo para transformadores que contenham 100 litros ou mais de líquido isolante (Ver DESENHO 7 – BACIA DE CONTENÇÃO DE ÓLEO). transformação e manobra. • Dos transformadores de distribuição necessários para o atendimento. pisos impermeáveis com soleira apropriada podem ser utilizados como depósito se não existirem mais que três transformadores ou outros equipamentos instalados. janelas de ventilação e telas metálicas internas e externas. f) Construção do recinto para instalação dos equipamentos de proteção. em quaisquer níveis de tensão. n) Todo e qualquer empreendimento. k) Fixação dos suportes das chaves e dos isoladores de apoio. O meio extintor deve ser gás carbônico (CO2) e o aparelho deve estar de acordo com a NBR 15808. e se cada um deles contiver menos de 100 litros. de acordo com as normas e padrões técnicos da CEMAR e da CELPA.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 20 de 120 Código: Revisão: NT. o custo referente a estas obras na rede serão de responsabilidade do consumidor conforme Art. que não seja de cunho social ou de regularização fundiária de interesse social.004 02 • Das obras necessárias.

31. c) As paredes que limitam a área da subestação devem ser construídas em alvenaria e permitir o seu isolamento com relação à área interna da edificação. Nota: DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . de acordo com o Padrão CEMAR e CELPA. mesmo que haja paredes de alvenaria e portas corta-fogo. após incorporação e energização pela CEMAR ou da CELPA das instalações elétricas implantadas pelo Empreendedor. assegurando rápida retirada de equipamentos. b) Incorporação das instalações elétricas de empreendimentos. somente será permitido o emprego de transformadores a seco e disjuntores a vácuo ou SF6. principalmente de transformadores. b) A subestação deve permitir fácil acesso às pessoas e aos equipamentos a partir da via pública e estar livre de obstáculos. d) A porta de acesso da subestação deve estar voltada para área externa da edificação com abertura para fora. f) A área da subestação é de uso exclusivo da CEMAR e da CELPA e não deve ser utilizada como depósito ou outros fins pelo condomínio ou administração. ser de fácil acesso. possuir uma placa de advertência com a seguinte frase: “ALTA TENSÃO” e ser dotada de sistema de tranca que permita o seu fechamento a chave. quando do recebimento e energização do empreendimento. 6. no momento de sua conexão à rede da CEMAR ou da CELPA. e) A subestação deve possuir janelas de ventilação com área de circulação de ar adequada à potência nominal do transformador ou estar provida de um sistema de ventilação mecânica. 6.5 Responsabilidades da CEMAR e da CELPA a) Instalação de equipamentos de medição.6 Localização da Subestação a) Estar situada dentro da propriedade particular fora da área de projeção da edificação. p) A CEMAR ou a CELPA terá acesso livre ao ramal de ligação e à subestação sempre que achar necessário e conveniente. c) Operação e manutenção das instalações. h) Quando a subestação não fizer parte integrante da edificação podem ser utilizados transformadores a óleo. até o ponto de entrega de acordo com a legislação vigente.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 21 de 120 Código: Revisão: NT. g) As subestações devem situar-se no andar térreo. i) Quando a subestação fizer parte integrante da edificação.004 02 TERMO DE TRANSFERÊNCIA pelo proprietário da obra e ter firma legalmente reconhecida.

inspecionar e verificar as instalações ou equipamentos. no intuito de agilizar a leitura do medidor e a inspeção das instalações pela CEMAR ou pela CELPA. com sustentação pelo neutro nú.7 Quando a subestação pertencer à CEMAR ou a CELPA: • Não é permitido paralelismo de transformadores.8. com a participação financeira do consumidor de acordo com a legislação em vigor. aos locais em que estejam instalados os aparelhos de medição.004 02 Quando o empreendedor optar pelo uso de transformador a seco e disjuntor a vácuo ou a gás SF6. e incluem medidores. c) A CEMAR e a CELPA devem utilizar condutores multiplexados. sem impedimentos. 6. sempre. devem ser de propriedade da CEMAR ou da CELPA. sua altura em relação ao solo ou piso seja no mínimo de 5. • A potência máxima de cada transformador deve ser de 500 kVA. para transformadores até 75 kVA.1.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS 5.31. 6. transformadores de corrente e de potencial. o pessoal autorizado da CEMAR ou da CELPA tenha acesso às instalações de cada Edificação. ficando a cargo do Empreendedor a operação e manutenção dos mesmos.5m para trânsito apenas de pedestres. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .8. O isolamento mínimo requerido é de 0. Acesso às Instalações Consumidoras a) Apenas o pessoal da CEMAR e da CELPA deve ter acesso aos equipamentos de medição que. no ponto mais baixo.6/1kV.5m quando for previsto trânsito de veículos ou de 3. atrasos ou transtornos.1 Entrada de Serviço Ramal de Ligação 6. c) A Administração da EMUC deve sempre propiciar as condições para que. e a qualquer época. d) O acesso ao Centro de Medição deve ser mantido limpo e desimpedido pela Administração da EMUC.8 6. Elaborado em: Página: 14/11/2013 22 de 120 Código: Revisão: NT. a fim de efetuar a leitura de medidores. b) O consumidor deve assegurar livre acesso aos técnicos da CEMAR ou da CELPA devidamente credenciados. os mesmos não serão objeto de incorporação pela CEMAR e pela CELPA. construído. isolados em XLPE.1 Ramal de Ligação derivado da Rede de Baixa Tensão da CEMAR e da CELPA a) Deve ser aéreo e ao tempo em toda a sua extensão. operado e mantido pela CEMAR ou pela CELPA. d) Os condutores devem ser instalados de forma que. e dispositivos complementares. b) Ser projetado. 6.

31. do qual deriva o trecho subterrâneo do ramal. j) Não serão admitidas emendas nos condutores do ramal de ligação. desde que os condutores não estejam submetidos a esforços mecânicos. o ramal de ligação deve ser fixado em poste auxiliar de concreto armado. g) Não deve ser acessível a janelas.8. as emendas poderão ser feitas.ENTRADA MISTA. instalado no terreno particular. Neste caso a subestação deve ter altura suficiente para fixação do ramal de acordo com o DESENHO 9 – RAMAL DE LIGAÇÃO DERIVANDO DA REDE DE MÉDIA TENSÃO DA CEMAR OU DA CELPA . A distância mínima dos condutores a quaisquer destes pontos deve ser de acordo com o DESENHO 2 – AFASTAMENTOS MÍNIMOS ENTRE CONDUTORES E EDIFICAÇÕES.5 (três e meio) metros.Elaborado em: Página: 14/11/2013 23 de 120 Código: Revisão: NT. “f”.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS e) O ramal de ligação deve entrar preferencialmente pela frente do terreno. Somente por ocasião de manutenção e quando absolutamente necessário. de acordo com o DESENHO 10 – RAMAL DE LIGAÇÃO DERIVANDO DA REDE DE MÉDIA TENSÃO DA CEMAR E DA CELPA .5 (cinco e meio) metros ou 3.1.“e”.ENTRADA AÉREA. conforme legislação em vigor. seja em áreas privadas ou públicas. terraços ou lugares congêneres. “g”. Dependendo das particularidades de trabalho na DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . sacadas. o ramal de ligação pode ser fixado na sua própria fachada ou em poste auxiliar. houver trânsito de veículos ou apenas de pedestres. f) Não deve cruzar terrenos de terceiros. 6. além do que será necessária a extensão da rede de distribuição de energia elétrica na qual o consumidor participará financeiramente. II) Quando a subestação for construída separada do corpo da EMUC.1. b) Ramal de Ligação Aéreo Devem ser obedecidas as seguintes prescrições: I) As definidas nas alíneas “b”.1. ficando livre de qualquer obstáculo e ser perfeitamente visível.8. quando respectivamente. II) O condutor mais baixo do ramal de ligação deve manter uma altura mínima com referência ao piso ou solo de 5. “i” do subitem 6. devendo obedecer às seguintes prescrições: a) Fixação do Ramal de Ligação I) Quando a subestação fizer parte integrante da EMUC.2 Ramal de Ligação derivado da Rede de Média Tensão da CEMAR e da CELPA O ramal de ligação pode ser totalmente aéreo ou misto. h) Deve partir do poste da rede secundária de distribuição mais próximo do ponto de entrega e não deve exceder a 30m de comprimento.

etc. passarelas. elevados.1. IV) A classe de isolamento requerida deve ser a mesma da linha do qual deriva o ramal de ligação. III) Os dutos (corrugados ou aço zincado por imersão a quente. IX) Não deve ser acessível a janelas. II) Não deve cruzar terrenos de terceiros. marquises. telhados. por ocasião da consulta prévia. definitivas ou provisórias. Para rede compacta o tamanho limite do vão é de 60 (sessenta) metros.2. plantações de médio ou grande porte sob o mesmo. V) Não deve ter vão superior a 40 (quarenta) metros. no vão entre postes da chave até a subestação. a critério da CEMAR e da CELPA. c) Ramal de Ligação Misto O trecho aéreo do ramal de ligação misto obedecerá às prescrições do subitem 6. III) A CEMAR e a CELPA. X) A CEMAR e a CELPA não se responsabiliza por quaisquer danos decorrentes de contato acidental em suas linhas com tubovias.31.8. ou altura maior por razões de segurança. envelopados em concreto) devem estar situados a uma profundidade mínima de 650 mm. Para o trecho subterrâneo prescrevem-se as seguintes exigências: I) Deve derivar de um poste fixado no terreno da EMUC. ou qualquer obstáculo que lhe possa oferecer dano. e quando cruzar locais destinados a trânsito de veículos devem ser protegidos por uma das DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .Elaborado em: Página: 14/11/2013 24 de 120 Código: Revisão: NT. áreas ou quaisquer outros elementos fixos não pertencentes à rede. deve também ser seccionada a cerca ou grade metálica que tiver extensão superior a 30 metros. VI) Os equipamentos de manobra instalados na derivação do ramal de ligação devem ser operados exclusivamente pela CEMAR ou pela CELPA.b.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS área de entrada. indicará o ponto do seu sistema no qual há condições técnicas para derivar o ramal de ligação. Além de aterrada. sacadas. devendo qualquer condutor do ramal obedecer ao afastamento mínimo disposto no DESENHO 2 – AFASTAMENTOS MÍNIMOS ENTRE CONDUTORES E EDIFICAÇÕES. VII) Não pode haver edificações. VIII) No caso de travessia de cerca ou grade metálica deve haver aterramento no trecho sob o ramal. notadamente no caso da construção ter sido edificada posteriormente à ligação da unidade consumidora. seja em domínio público ou privado. pode ser necessário o uso de cabo isolado.

XII) Todo ramal subterrâneo deve ser composto de quatro cabos unipolares. nas caixas de passagens. VII) O comprimento máximo retilíneo entre duas caixas de passagens é de 30 m. conforme mostra o DESENHO 12 – BANCO DE DUTOS PARA ENTRADA SUBTERRÂNEA DA REDE PRIMÁRIA. sem causar danos aos dutos e ao isolamento dos cabos. Nas extremidades do eletroduto deve ser prevista proteção mecânica contra danificação do isolamento dos condutores. VI) Deve ser construída uma caixa de passagem a 700 mm do poste de derivação do ramal. X) Não deve conter emendas nem derivações.Elaborado em: Página: 14/11/2013 25 de 120 Código: Revisão: NT. deve ser construída uma caixa de passagem. XIII) As extremidades dos dutos. sendo um desses cabos para reserva e da mesma natureza dos cabos energizados. IV) Não deve cruzar via pública.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS formas sugeridas no DESENHO 12 – BANCO DE DUTOS PARA ENTRADA SUBTERRÂNEA DA REDE PRIMÁRIA. devem ser impermeabilizadas com materiais que permitam posterior remoção. A tampa de entrada da caixa deve permitir a inscrição de um círculo de 600mm de diâmetro. XIV) Os dutos devem ser instalados de modo a permitir uma declividade de 2% no sentido das caixas de passagens. V) No trecho fora do solo o ramal de ligação deve ser protegido mecanicamente até a uma altura de 5 m.31. IX) As caixas de passagem devem ter dimensões internas mínimas de 800x800x800mm. através de eletroduto de aço galvanizado de diâmetro interno mínimo igual a 100 mm. VIII) Em todo ponto onde haja mudança de direção do ramal. esta deve ter um raio de curvatura superior a 20 vezes o diâmetro do cabo. com ângulo igual ou superior 45 graus. XI) Quando for utilizada curva longa de 90 graus para permitir a descida ou subida dos condutores do ramal subterrâneo. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . com uma camada de 100mm de brita no fundo da mesma.

etc. telefone. b) Na ligação de edificações construídas recuadas do alinhamento da via pública. que pode utilizar materiais e equipamentos que atendam os seus objetivos. Em qualquer circunstância a distância máxima entre o poste da CEMAR ou da CELPA e o ponto de entrega será de 30 metros.31. 6. em que os equipamentos de transformação da CEMAR e da CELPA estejam instalados no interior da propriedade. em domínio público. podendo ser na própria fachada ou no poste auxiliar. devendo os transformadores ser instalados. 6. sempre que tecnicamente for possível. pavimentação e outros) concluídos e residências prontas para ocupação imediata. o ponto de entrega se localizará no limite da propriedade particular com o alinhamento da via pública. o ponto de entrega deverá situar-se no limite da via pública com o condomínio. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . c) Para ser atendido pela CEMAR ou pela CELPA o condomínio deve estar edificado. e a CEMAR ou a CELPA não será responsável pela manutenção e operação das referidas redes.2 Edificações Verticais com alimentação derivada da Rede de Média Tensão da CEMAR ou da CELPA Nas edificações verticais de múltiplas unidades consumidoras. praças. o ponto de entrega deverá situar-se no limite da via interna do condomínio com cada fração integrante do parcelamento. desde que o terreno da instalação consumidora atinja o alinhamento supracitado.8. água. Nestes casos. o ponto de entrega se localizará no primeiro ponto de fixação do ramal de ligação.2 Elaborado em: Página: 14/11/2013 26 de 120 Código: Revisão: NT.8. projetando-se dentro da propriedade particular somente a Rede de Baixa Tensão.2. o condomínio é responsável pelo consumo de energia. onde a rede elétrica interna seja de propriedade da CEMAR ou da CELPA. ou seja. o ponto de entrega situar-se-á na entrada do barramento geral. b) Em condomínio horizontal.3 Edificações Horizontais a) Em condomínio horizontal. construída e mantida pelo empreendedor.2. avenidas.004 02 Ponto de Entrega 6. onde a rede elétrica interna não seja de propriedade da CEMAR ou da CELPA. d) A rede de iluminação das vias externas (ruas.8. na própria fachada. se for construída em desacordo com o Padrão CEMAR e da CELPA.1 Edificações Verticais com alimentação derivada da Rede de Baixa Tensão da CEMAR ou da CELPA a) Na ligação de edificações construídas sem recuo com relação ao alinhamento da via pública.2.8.) deve ser projetada. com todos os serviços de infraestrutura (instalações elétricas internas.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS 6. se for construída de acordo com o Padrão CEMAR e da CELPA. ou seja.

nem de terreno de terceiros. mantido e reparado às custas do usuário. b) O eletroduto de descida do poste deve ser de aço zincado por imersão a quente. g) Não é permitida a travessia da via pública.004 02 Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS e) Deve ser construído pelo responsável uma via de acesso e portão com dimensões que possibilitem o tráfego de veículos para operação e manutenção da rede. em local não sujeito a abalroamento e que preencha os requisitos técnicos que a CEMAR e a CELPA exigir.0 kV.8. 6. nem ao tempo e nem dentro dos eletrodutos. e) Quaisquer serviços no ramal de entrada devem ser feitos mediante autorização e supervisão da CEMAR ou da CELPA.2 kV. h) Não são permitidas emendas nos condutores.3 Ramal de Entrada 6.31.001 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM BAIXA TENSÃO e NT. em sua revisão vigente.8. firmemente fixado através de fitas ou abraçadeiras metálicas.31. b) A isolação mínima requerida é de 1. para livre acesso da CEMAR ou da CELPA.002 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM MÉDIA TENSÃO 15 E 36. d) O ramal de entrada deve ser construído. 6. em XLPE 90° ou EPR 90° ou HEPR 90º ou condutor com corrente máxima equivalente. este poste deve ser instalado dentro do terreno do consumidor. A extremidade superior deve ficar abaixo da armação secundária (ver DESENHO 13 – RAMAL DE LIGAÇÃO DERIVADA DA REDE DE BAIXA TENSÃO DA CEMAR OU DA CELPA. embutido ou aparente) e instalações pré-fabricadas do tipo “leito metálico” devidamente selado em toda a sua extensão.3. f) Termo de permissão assinado pelo condomínio ou proprietário.3.2 Prescrições do Ramal de Entrada Derivado da Rede de Baixa Tensão Em prédios com alimentação derivada da rede de Baixa Tensão da CEMAR ou da CELPA devem ainda ser obedecidas às seguintes prescrições: a) Quando o ramal for derivado de um poste auxiliar.31. f) A CEMAR ou a CELPA se isenta da responsabilidade de quaisquer danos pessoais ou materiais que a construção ou reparo do ramal de entrada possa acarretar.1 O Ramal de Entrada deve obedecer às seguintes prescrições: a) Deve atender aos requisitos estabelecidos nas normas NT. a uma altura mínima de 5.0 m do piso. inclusive a terceiros. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .8. c) Pode ser em eletroduto (subterrâneo.NORMA TÉCNICA Elaborado em: Página: 14/11/2013 27 de 120 Código: Revisão: NT.

1 Generalidades a) A energia fornecida a cada unidade consumidora deve ser medida num só ponto. 6. em sua última versão.2kV). e) Os eletrodutos devem ser enterrados a uma profundidade mínima de 0.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 28 de 120 Código: Revisão: NT. devem ser protegidos por uma das formas sugeridas pelo DESENHO 11 – BANCO DE DUTOS PARA ENTRADA SUBTERRÂNEA DA REDE SECUNDÁRIA. três curvas de 90 graus.7.30m sendo que quando cruzar locais destinados a trânsito de veículos. não sendo permitida medição única a mais de uma unidade consumidora. no máximo. venha a ser subdividida ou transformada em edificação de múltiplas unidades consumidoras.004 02 c) Não é permitida a entrada subterrânea em baixa tensão derivando diretamente do poste da rede de distribuição da CEMAR ou da CELPA. ou de aço zincado por imersão a quente.10 Medição 6. 6. − As curvas devem ser feitas de forma que o diâmetro interno não seja reduzido.1 Subestações ao Tempo: no Solo ou em Poste e 6. d) Os eletrodutos da parte subterrânea podem ser de polietileno de alta densidade . f) Será permitida a instalação de uma caixa de passagem localizada a 0.70m da base do poste. construída de acordo com o DESENHO 14 – CAIXA DE PASSAGEM LACRÁVEL . a tubulação pode ter. nas vias internas do empreendimento. sem que haja redução do diâmetro interno.002 .31.9 Padrões Construtivos e Características Gerais das Subestações As subestações deverão ser construídas com base nos padrões apresentados nos itens 6. O ramal de entrada subterrâneo deve ser instalado a partir do poste particular.Fornecimento de Energia Eletrica em Média Tensão (15 e 36. Em nenhum caso deve existir curva com deflexão maior do que 90 graus.2 Subestações Abrigadas (Cabines) da Norma NT.31.PEAD (dutos corrugados).7. com dispositivo para lacre. − As emendas devem ser feitas através de luvas atarraxadas externamente aos eletrodutos ou por intermédio de conexões soldadas.10. deve ter suas instalações elétricas internas adaptadas pelos interessados para permitir a medição e a proteção individualizada de cada unidade consumidora. g) As curvas e emendas no eletroduto devem obedecer as seguintes prescrições: − No trecho embutido. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . b) A edificação utilizada por um único consumidor que a qualquer tempo.

decorrentes de aumento de carga ou alterações de suas características à revelia da CEMAR e da CELPA. ainda que tenha procedido a vistorias. − Abalroamento nas estruturas de suporte de entrada ou outras avarias de ordem mecânica. − Corrosão por agentes químicos. d) A CEMAR e a CELPA não é responsável.10.CM a) Cada centro de medição é construído por módulos que alojarão os medidores.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 29 de 120 Código: Revisão: NT. g) A CEMAR e a CELPA substitui sem ônus para o usuário.31. (ver DESENHO 19 – CENTRO DE MEDIÇÃO). devido ao envelhecimento dos condutores. − Precariedade da instalação do ramal de entrada. podendo ser ele em chapa de aço ou em policarbonato. d) O módulo Tipo I deve ser usado para unidades consumidoras monofásicas e o módulo Tipo II para unidades consumidoras trifásicas. ou de sua má utilização. ataque por insetos e consequente incêndio. c) Os módulos de medição padronizados para as EMUC’s são de acordo com o DESENHO 19 – CENTRO DE MEDIÇÃO. e) O consumidor é responsabilizado por danos causados a equipamentos de medição ou a rede de distribuição. os mesmos devem ser usados exclusivamente para medição. 6. infiltração de água e umidade. todos com dispositivo para lacre. por danos a pessoas ou bens decorrentes de deficiência técnica das instalações da unidade consumidora.2 Centro de Medição . tais como: − Dimensionamento errado das instalações internas. Ver DESENHO 19 – CENTRO DE MEDIÇÃO. f) Os equipamentos para medição serão instalados e fornecidos pela CEMAR e pela CELPA.004 02 c) O consumidor será responsável. b) Deve ser previsto um módulo de distribuição (módulo tipo III) para cada 33 (trinta e três) unidades consumidoras. o equipamento de medição que apresentar defeitos ou falhas que não sejam decorrentes do mau uso do mesmo. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . na qualidade de depositário a título gratuito pela custódia dos equipamentos de medição e responderá por danos ocasionais neles verificados. a proteção geral e as proteções individuais. resultantes de defeitos inerentes à sua instalação particular. e) O disjuntor geral do centro de medição deve ser instalado em um módulo exclusivo para proteção (módulo tipo IV). Havendo necessidade de uso de TC’s. os barramentos.

NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS f) Elaborado em: Página: 14/11/2013 30 de 120 Código: Revisão: NT. a fim de identificar as fases.004 02 Os módulos de medição devem ser marcados externamente e internamente com o número do apartamento ou sala comercial. m) Deve ser estampado de forma legível e indelével o nome ou marca do fabricante em local bem visível. recomenda-se que não sejam efetuadas estampas no centro das tampas das caixas de medição. em que são ligadas as unidades consumidoras. a colocação de anilhas (fitas plásticas com as cores padronizadas pela ABNT) nos condutores. 2 sendo no mínimo de 4 mm² para a área de concessão da CEMAR e de 6 mm para a da CELPA. de forma a identificá-los com os respectivos consumidores. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . correlacionadas com o faseamento da rede de distribuição da CEMAR e da CELPA. no ponto de acesso ao quadro de medição. sendo no mínimo de 4 mm² para área de concessão da CEMAR e de 6 mm 2 para a da CELPA. i) A seção dos condutores instalados entre o barramento e o disjuntor da medição deve ser compatível com a capacidade de corrente da proteção geral da Unidade Consumidora. Quando existir o módulo V esta cota deve ser 0.20m. Nota: 7. g) Será exigido no ramal de entrada. k) O medidor e demais equipamentos de medição serão fornecidos e instalados pela CEMAR e pela CELPA. h) A cota da base do centro de medição em relação ao piso é de 0.31.70m. l) Todos os módulos do centro de medição devem ser homologados pela CEMAR e pela CELPA. É exigida também identificação dos condutores fase até a instalação de cada medidor do módulo de medição. logo. A marcação externa do número de identificação nos módulos de medição e centro de proteção geral deve ser efetuada através de plaquetas com rebites ou pintura com tinta indelével. A cota superior não deve ser maior que 1. j) A seção dos condutores instalados entre o módulo de medição e o centro de distribuição da Unidade Consumidora deve respeitar os critérios de capacidade de corrente e queda de tensão. A localização destas estampas não deve comprometer a visualização da medição por parte dos leituristas.35m.

de livre e fácil acesso as pessoa credenciadas pela CEMAR ou pela CELPA. em qualquer caso. f) Os lacres dos medidores. Por exemplo: locais como pilotis. caixas e cubículos.10.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 31 de 120 Código: Revisão: NT. o mais próximo possível da entrada do prédio. b) Em prédios comerciais os centros de medição devem situar-se no andar térreo ou subsolo que não esteja sujeito a inundações.004 02 6. desde que se verifique a quantidade mínima de 23 medidores por centro de medição. observadas as seguintes disposições: a) Em prédios residenciais os centros de medição devem situar-se no andar térreo ou subsolo que não esteja sujeito a inundações. localizado no térreo ou subsolo. devendo sempre que possível. obedecendo as seguintes recomendações: − Prédios com até 16 medidores: devem possuir um único centro de medição. − Prédios com mais de 51 medidores: é permitida a instalação de mais de um centro de medição no mesmo local (térreo ou subsolo).31. mal iluminados e sem condições de segurança tais como: locais sujeitos a gases corrosivos. − Prédios com mais de 16 medidores: é permitida a instalação de mais de um centro de medição no mesmo local (térreo ou subsolo). c) Todos os centros de medição devem ser instalados em áreas de uso comum. g) Nos prédios alimentados através de subestações próprias o centro de medição deve localizar-se fora do recinto da subestação e no mesmo pavimento desta. d) Em frente ao centro de proteção geral e ao centro de medição deve existir o espaço livre de no mínimo 1metro para permitir as atividades de leitura e instalação dos medidores. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . desde que se verifique a quantidade mínima de 5 medidores por centro de medição. indicar o local mais adequado para instalação da medição.3 Localização da Medição e do Medidor A CEMAR e a CELPA reservam-se ao direito de. obedecendo os seguintes procedimentos: − Prédio com até 51 medidores: deve possuir um único centro de medição. paredes externas do prédio ou muro. Os casos em que o consumidor opte pela utilização de medidores não padronizados pela CEMAR e pela CELPA serão objetos de estudos específicos. ter acesso direto para a via pública. poeiras. trepidações excessivas ou sujeitas a abalroamento de veículos. inundações. localizado no térreo ou subsolo. e) Não são aceitos locais de difícil acesso. somente poderão ser instalados ou rompidos pela CEMAR ou pela CELPA. que tenham dimensões insuficientes. bem como sua substituição quando considerada conveniente. h) Fica a critério da CEMAR e da CELPA. escolher os medidores e demais equipamentos de medição que julgar necessário.

Quando for prevista a instalação de conjunto moto-bomba de incêndio.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS 6. c) Para identificar a proteção do conjunto moto-bomba. 6. d) Os circuitos secundários de cada transformador devem ser individualmente separados. 9.CPG a) O CPG deve ser uma caixa metálica com dispositivo de lacre com dimensões apropriadas e ter aprovação prévia da CEMAR ou da CELPA. conforme a) DESENHO 18 – LIGAÇÃO DE BOMBA DE INCÊNDIO.10. O circuito alimentador da bomba de incêndio deve ter dispositivo de proteção independente. 6. b) A instalação do CPG deve ser abrigada. não podendo ser instalados em dutos. livre de inundações e não sujeito às intempéries ocasionais. deve ser instalada plaqueta metálica gravada ou esmaltada a fogo com os dizeres: “BOMBA DE INCÊNDIO”.1 Centro de Proteção Geral .31. deve ser instalada medição e a sua alimentação deve ser derivada antes da proteção geral de baixa tensão.2 Proteção de Edificação com alimentação derivada da Rede Secundária da CEMAR ou da CELPA e) A proteção do ramal de entrada deve ser feita através de disjuntores tripolares termomagnéticos. dimensionados de acordo com a corrente nominal da carga demandada. caixas ou CPG’s comuns. instalados no Centro de Proteção Geral (CPG). 6.11. conforme b) DESENHO 18 – LIGAÇÃO DE BOMBA DE INCÊNDIO.4 Medição para Bomba de Incêndio 8.11. em local de fácil acesso. sendo um localizado antes do barramento e um em cada saída do ramal para os centros de medição (Figura 1 do DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .5 Medição Totalizadora O empreendimento deve disponibilizar espaço físico adequado após a saída do secundário da unidade de transformação (ou unidades de transformações) para instalação de medição totalizadora nos termos do artigo 19 da Resolução Normativa Nº 414/2010 da ANEEL.11 Proteção 6. c) O CPG de edificação com alimentação derivada da rede primária da CEMAR ou da CELPA deve ser localizado na subestação.10.Elaborado em: Página: 14/11/2013 32 de 120 Código: Revisão: NT.

− A proteção deve ser feita por um disjuntor instalado no CPG e por outro localizado no módulo de distribuição do centro de medição. i) Quando a demanda for superior a 75kVA até 300kVA. referidos na alínea anterior.004 02 DESENHO 16 – PROTEÇÃO DO RAMAL DE ENTRADA DERIVADO DA REDE DE BAIXA TENSÃO DA CEMAR OU DA CELPA). b) Subestação com 1 (um) transformador e 2 (dois) ou mais centros de medição (Figura 4 do DESENHO 17 – PROTEÇÃO DO RAMAL DE ENTRADA DERIVADO DA REDE DE MÉDIA TENSÃO DA CEMAR OU DA CELPA). − A capacidade de interrupção simétrica mínima dos disjuntores. O Centro de Proteção Geral (CPG) deve estar. a 30 metros do ponto de entrega. é em função da potência do transformador e da distância do CPG ao centro de medição.3 Proteção de Edificação com alimentação derivada da Rede Primária da CEMAR ou da CELPA a) Subestação com 1 (um) transformador e 1 (um) centro de medição (Figura 3 do DESENHO 17 – PROTEÇÃO DO RAMAL DE ENTRADA DERIVADO DA REDE DE MÉDIA TENSÃO DA CEMAR OU DA CELPA). h) Quando a demanda for inferior ou igual a 75kVA o disjuntor deve ter capacidade de Interrupção Simétrica mínima de 5kA. 6.31. − A proteção geral deve ser feita por disjuntores instalados no CPG antes do barramento e em cada saída do ramal que vai para os centros de medição. o disjuntor deve ter capacidade de Interrupção Simétrica mínima de 10kA. no máximo.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 33 de 120 Código: Revisão: NT. g) Quando houver somente um Centro de Medição (CM) e este obedecer a distância referida na alínea (a). f) A proteção de cada Centro de Medição (CM) deve ser feita através de disjuntor tripolar termomagnético instalado no módulo de distribuição do respectivo centro. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . a proteção do ramal é a mesma proteção geral do centro de medição e se localizará no módulo de distribuição (Figura 2 do DESENHO 16 – PROTEÇÃO DO RAMAL DE ENTRADA DERIVADO DA REDE DE BAIXA TENSÃO DA CEMAR).11. medidos ao longo do circuito do ramal de entrada. − As proteções dos centros de medição devem ser feitas por disjuntores instalados no módulo de distribuição dos respectivos centros. O referido disjuntor é dispensado quando os centros de medição forem instalados a uma distância de até 15m e no mesmo compartimento do Centro de Proteção Geral (CPG).

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6.12 Aterramento
Nas Edificações de Múltiplas Unidades Consumidoras com alimentação da rede primária ou
secundária, deve existir malha de terra, com dimensões convenientes, destinada ao aterramento
de todas as partes metálicas não destinadas a conduzir corrente elétricas:
a) O condutor de ligação à terra deve ser de cobre nu, tão curto e retilíneo quanto possível,
sem emendas, chaves ou dispositivos que possam causar sua interrupção;
b) O ponto de conexão do condutor de terra com a haste de terra deve ser feito através de
conectores apropriados ou solda exotérmica e acessível à inspeção, através de caixa
individual para cada haste;
c) A bitola mínima do condutor de terra deve estar de acordo com as prescrições da NBR5410;
d) Para prédios com alimentação pela rede secundária da CEMAR ou da CELPA exige-se que
a malha de terra contenha um número mínimo de 3 hastes devendo, em qualquer caso, a
resistência máxima em qualquer época do ano, ser de 10 ohms;
e) Para prédios com alimentação derivada da rede primária da CEMAR ou da CELPA, exige-se
que a malha de terra das subestações abrangidas por esta Norma contenha um número
mínimo de 6 hastes devendo, em qualquer caso, a resistência máxima, em qualquer época
do ano, ser de 10 ohms;
f)

As interligações entre as hastes devem ser feitas com condutores de cobre nu de seção
mínima igual a 50 mm². Todas as ferragens, tais como tanque de transformadores e
disjuntores, portas metálicas, telas, etc, devem ser ligadas ao sistema de terra com condutor
de cobre nu de bitola mínima de 25 mm². Os equipamentos da subestação devem estar
sobre a área da malha de terra;

g) As hastes de terra devem ser de aço cobreado e ter dimensões mínimas de 2,40m de
comprimento x 16mm diâmetro e com distância entre eles igual ao comprimento da haste;
h) Nas transições de linha aérea para subterrânea, as blindagens dos condutores subterrâneos
também deverão ser aterradas, sendo ligadas ao condutor de aterramento dos pára-raios;
i)

A extremidade superior dos eletrodos deverá ficar aproximadamente a 0,10 metros abaixo
da superfície do solo e protegida com caixa de alvenaria ou concreto com dimensões
mínimas de 0,30 x 0,30 x 0,30 metros e com drenagem e tampa adequada, permitindo o
acesso para fins de inspeção e de medição do valor da resistência de aterramento;

j)

O aterramento de pára-raios tipo Franklin deve ficar independente do aterramento do prédio
quando a distância entre malhas for superior a 15m. Quando a distância for inferior a 15m,
as malhas devem ser interligadas e a resistência deve se, no máximo, de 10 ohms.

DOCUMENTO NÃO CONTROLADO

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NT.31.004

02

6.13 Geração Própria
A instalação de geração alternativa ou de emergência deve seguir as normas da CEMAR e da
CELPA, obedecendo às seguintes prescrições:
a) Produtores independentes ou autoprodutores, cuja viabilidade técnica determine a conexão
ao sistema de média tensão da CEMAR ou da /CELPA, devem seguir a norma NT.31.015 CRITÉRIOS DE ACESSO DE AUTOPRODUTORES E PRODUTORES INDEPENDENTES
DE ENERGIA AO SISTEMA ELÉTRICO DA CEMAR/CELPA, na sua última versão;
b) Consumidores de média tensão que possuam gerador de emergência devem seguir o que
determina a norma NT.31.009 - Conexão de Geradores Particulares ao Sistema Elétrico
da CEMAR/CELPA, específica para estes casos, em sua última versão.
Nota:
10. O gerador deve ficar localizado em área separada, fisicamente, do recinto onde estão instalados
os equipamentos destinados à subestação.

7

ATENDIMENTO AO CLIENTE
a)

Atendimento Corporativo CEMAR (São Luís, Bacabal, Timon e Imperatriz) ou estabelecer
contato com a Central de Atendimento Corporativo através do telefone 0800 280 2800;

b)

O Consumidor, ou Representante Legal, deve dirigir-se a uma Agência com Atendimento
Corporativo CEMAR ou da CELPA, para obter todos os esclarecimentos de ordem comercial,
técnica, legal e econômico-financeira, necessários e relativos ao fornecimento de energia
elétrica, onde, entre outras informações, deve fornecer dados para caracterização da Unidade
Consumidora, particularmente no que se refere à produção, posição do projeto, discriminação
da potência instalada e previsões de carga em caráter preliminar;

c)

Para efetuar as solicitações relacionadas ao fornecimento de energia elétrica em média
tensão, o Consumidor, ou Representante Legal munido de procuração assinada e
reconhecida em cartório, deve dirigir-se a uma Agência com Atendimento Corporativo
CEMAR (São Luís, Bacabal, Timon, Imperatriz e Balsas) ou Atendimento Corporativo CELPA
(Belém, Castanhal, Marabá e Santarém), portando os documentos necessários para cada tipo
de solicitação;

d)

Na fase de análise subsequente, sob a coordenação do órgão responsável pelo Atendimento
Corporativo, caso julgue necessário, o interessado deve discutir, junto com os demais órgãos
envolvidos com o projeto, os aspectos técnicos e comerciais do mesmo;

e)

Cabe à CEMAR e a CELPA disponibilizar ao interessado as normas técnicas, orientar quanto
ao cumprimento de exigências obrigatórias, fornecer as especificações técnicas de materiais
e equipamentos, informar os requisitos de segurança e proteção, e que será procedida a
fiscalização da obra antes do recebimento.

DOCUMENTO NÃO CONTROLADO

NORMA TÉCNICA
Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A
EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS
7.1

Elaborado em:

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Código:

Revisão:

NT.31.004

02

Obtenção de Estudo de Viabilidade Técnica
O Estudo de Viabilidade Técnica será exigido para as edificações de múltiplas unidades
consumidoras que pretendem ser atendida pelo sistema elétrico da CEMAR ou da CELPA. Este
estudo antecede à apresentação do projeto elétrico das instalações, sendo solicitado para
cargas, em sistema isolado ou interligado, para atendimento em rede de baixa tensão (BT) ou
média tensão (MT), conforme o caso. Deve ser solicitado pelo proprietário ou representante
legal, visando obter informações e a disponibilidade de atendimento técnico à ligação solicitada,
quando tratar-se de ligações novas ou aumento de carga. No estudo de viabilidade técnica
serão detectadas as reais necessidades de atendimento da unidade consumidora e informado à
mesma.
O Estudo de Viabilidade Técnica é dispensável pela CEMAR e pela CELPA quando a
edificação tiver até 04 (quatro) unidades consumidoras, desde que cada unidade tenha carga
instalada de até 12 kW para a área de concessão CEMAR e de até 10 kW para área de
concessão CELPA;
Para obtenção do estudo de viabilidade técnica o consumidor deverá apresentar à CEMAR ou a
CELPA Anteprojeto, em 01(uma) via, contendo os seguintes elementos:
a) Requerimento preenchido conforme ANEXO II – SOLICITAÇÃO PARA ESTUDO DE
VIABILIDADE TÉCNICA;
b) Planta da situação conforme DESENHO 1 – PLANTA DE SITUAÇÃO, contendo a
localização e delimitação da propriedade e/ou edificação em relação à via pública, rodovias,
vias de acesso, áreas de passeios, acidentes geográficos, etc; representação e indicação
de vias paralelas e transversais; cotas de distâncias; pontos de referências; indicação do
norte geográfico; indicação da rede elétrica próxima e localização do posto de
transformação e a distância deste ao ponto de derivação da rede trifásica da CEMAR ou da
CELPA, mais próxima, com indicação das respectivas coordenadas geo-referenciadas
(preferencialmente em UTM fuso 22 para a CELPA e UTM fuso 23 para a CEMAR); postes
existentes e postes a serem implantados com respectivos esforços, altura e estruturas.
Deverá ser desenhada na escala 1:2000, identificando a localização da obra e o ponto de
entrega pretendido, incluindo:
• Nome das ruas adjacentes;
• Ponto de referência significativo;
• Identificação do Poste CEMAR mais próximo à entrada de serviço desejada (informar
número do mesmo).
c) Relação das cargas/equipamentos: discriminando quantidade e respectivas potências
nominais, que correspondam ao total de carga declarada a ser instalada;

DOCUMENTO NÃO CONTROLADO

Elaborado em: Página: 14/11/2013 37 de 120 Código: Revisão: NT. os primeiros 12 (doze) meses. − Segurança em instalações elétricas desenergizadas. ou seja. − Trabalhos envolvendo alta tensão (AT). que deve ser assinado por responsável técnico legalmente habilitado. no mínimo. − Sinalização de segurança. 12. se houver. se houver sócios.1 Projeto Generalidades a) A execução das instalações deve ser precedida de projeto elétrico que atenda as regulamentações técnicas oficiais estabelecidas. 13. qualificação. se pessoa jurídica CNPJ e contrato social. Nesta carta deverá constar a participação financeira do empreendedor. deverão ser apresentados. A CEMAR e a CELPA tem prazo máximo de 30 (trinta) dias para comunicar do atendimento a esta solicitação de viabilidade técnica. montagem. previstas. os respectivos cronogramas contemplando.2 7. − Habilitação. RG. no mesmo endereço do posto de transformação. Nota: 11. devidamente registrado no Conselho Regional de Engenharia. Se as potências instaladas em transformadores e as demandas. CPF. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .31. − Proteção contra incêndio e explosão. através da Carta de Viabilidade Técnica. − Segurança em projetos. última alteração cadastral. − Segurança na construção. à parte. operação e manutenção. forem escalonadas. capacitação e autorização dos trabalhadores. 7.2. no que segue: − Medidas de controle.92. RG e CPF dos sócios. c) O projeto deve atender também ao que dispõe a Norma Regulamentadora N°10 Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade (NR-10). Deverá ser considerado fator de potência de referência mínimo de 0. − Segurança em instalações elétricas energizadas. Arquitetura e Agronomia – CREA e ter registro ativo.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS d) Razão social ou Nome completo do cliente. b) Devem ter seus projetos elétricos analisados e aceitos pela CEMAR ou pela CELPA todas as edificações de múltiplas unidades consumidoras na área de concessão da CEMAR ou da CELPA. 14. É indispensável informar o número da unidade consumidora (UC) quando se tratar de alteração de potência instalada ou se já existir ligação em baixa tensão (BT).

f) Recomenda-se que o projeto das instalações elétricas internas das unidades consumidoras atenda às prescrições da NBR 5410.1 Considerações Gerais a) É obrigatória.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 38 de 120 Código: Revisão: NT. devem ser submetidos à análise e aprovação por parte da CEMAR ou da CELPA. encaminhada pela concessionária. − Situação de Emergência. 7.2. a apresentação de fotografias. b) 02 (duas) vias da “Carta de Apresentação do Projeto” (ANEXO III – CARTA DE APRESENTAÇÃO DO PROJETO).2. com impressão legível. permitindo fácil visualização e entendimento na análise dos desenhos impressos. ao todo.2 kV. b) As fotos em referencia deverão ser apresentadas impressas coloridas. no mínimo 2( duas) em ângulos/perspectivas diferentes. em formato mínimo A2 (para subestações aéreas o formato mínimo A4). referente ao Projeto. devidamente assinadas pelo Responsável Técnico. em sua última revisão. detalhes e vistas devem ser apresentados em formato ® compatível com o AutoCAD 2004. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . com comprovante de pagamento. em suas últimas revisões.2 Projeto Elétrico O Projeto Elétrico deverá ser apresentado à CEMAR ou à CELPA. o projetista precisará consultar a CEMAR ou a CELPA para obtenção dos valores das potências de curto-circuito monofásico e trifásico e os ajustes da proteção de retaguarda do alimentador que suprirá as instalações de múltiplas unidades consumidoras para dimensionamento e cálculos dos ajustes de proteção.2. independente se a construção for executada ou não pela CEMAR ou pela CELPA.2 Apresentação do projeto 7. d) O projetos elétricos de unidades consumidoras atendidas em tensão de fornecimento de 15 e 36.2. ou em parte. devem atender aos requisitos da NBR 5410 e da NBR 13570.004 02 − Procedimentos de trabalho. c) Os desenhos de plantas. Nota: 15. como parte integrante do Projeto Elétrico. 7. Antes da elaboração do projeto.31. cortes. e) Os projetos de edificações que. possuam locais de afluência de público. c) Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) emitida pelo CREA.2. mostrando o local onde a rede e/ou a subestação será construída. com os seguintes elementos: a) 01 (uma) via da “Carta de Viabilidade Técnica”.

Deverá ser desenhada na escala 1:2000. bitola e isolação dos condutores. na escala 1:50. em 01 (uma) via em CD (em CAD – versão 2004) e 02 (duas) vias impressas. rodovias. lateral. indicação da rede elétrica próxima e localização do posto de transformação e a distância deste ao ponto de derivação da rede trifásica da CEMAR ou da CELPA. o(s) centro(s) de medição. • Ponto de referência significativo. e pilotis. contendo: I) Detalhes com vistas frontal. contendo a localização e delimitação da propriedade e/ou edificação em relação à via pública. superior e legenda (simbologia). II) Planta baixa do subsolo. V) Diagrama unifilar. mais próxima. áreas de passeios. incluindo: • Nome das ruas adjacentes.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS d) 02 (duas) vias do Memorial Técnico Descritivo com o cálculo de queda de tensão e de demanda e detalhes da carga instalada (Anexo VI) e 01 (uma) cópia em CD. do centro de proteção geral e caminhamento dos circuitos. e) 01 (uma) via da Planta da situação conforme DESENHO 1 – PLANTA DE SITUAÇÃO. indicação do local de instalação do CPG e do caminhamento do ramal até. e diagrama detalhado do mecanismo ou dispositivo de intertravamento eletromecânico do gerador. do ponto de entrega ao barramento de baixa tensão. desde o ponto de ligação até a proteção geral de baixa tensão. especificações dos equipamentos de comando e proteção. cotas de distâncias. contendo os seus valores elétricos nominais. explicitando. vias de acesso. f) Projeto da Subestação. indicação do norte geográfico. VI) Diagrama Unifilar. IV) Esquema vertical elétrico ou coluna montante (com indicação dos condutores e eletrodutos). se for o caso. postes existentes e postes a serem implantados com respectivos esforços. identificando a localização da obra e o ponto de entrega pretendido. representação e indicação de vias paralelas e transversais.31. dispositivos e materiais essenciais.Elaborado em: Página: 14/11/2013 39 de 120 Código: Revisão: NT. onde deverão constar todos os equipamentos. III) Planta baixa indicando a localização do centro de medição. acidentes geográficos. se for o caso. etc. apresentando a área reservada para a futura SE. pontos de referências. com indicação das respectivas coordenadas geo-referenciadas (em UTM-Fuso 22). faixas de ajuste e ponto DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . na escala 1:50. • Identificação do Poste CEMAR ou CELPA mais próximo à entrada de serviço desejada (informar número do mesmo). altura e estruturas.

004 02 de regulação. dutos e da seção e isolamento dos condutores. IV) Aterramento (malha). altura da instalação. Caso exista geração própria. material. ventilação e espaço para manobra. das caixas de medição e equipamentos de proteção geral. VIII) Detalhes de aterramento de acordo com prescrições desta Norma e da NBR-5410.31. VII) Especificação dos equipamentos. como parte integrante do Projeto Elétrico. As fotos em referencia deverão ser apresentadas impressas coloridas. 18. Nota: 16. 19. indicar o ponto de reversão com a instalação ligada à rede de suprimento da CEMAR ou da CELPA. Na apresentação do projeto deverá informada a previsão de entrega do empreendimento. em formato A4. mostrando o local onde será efetivado o projeto. h) Circuito de Iluminação Pública Independente com Medição. detalhando o sistema de reversão adotado. É obrigatória. i) Lista de Materiais (especificação e quantificação de todos os materiais necessários à execução do projeto). II) Dimensionamento e localização de dutos e caixas nas instalações de média tensão e baixa tensão até o quadro de medição. plantas contendo detalhes construtivos de: I) Cabine de proteção e transformação. V) Subestação particular (se for o caso). 17. no mínimo 2(duas) em ângulos/perspectivas diferentes. etc) dos CPG. VII) Detalhes de montagem (com cortes) e especificação (dimensões. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . III) Iluminação artificial. A Construtora deverá apresentar declaração assumindo a manutenção e pagamento da iluminação pública até que a construtura providencie a transferência total de responsabilidade para o condomínio. VI) Localização e tipo dos extintores de incêndio.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 40 de 120 Código: Revisão: NT. a apresentação de fotografias. espessura da chapa. g) Em edificações alimentadas a partir da rede primária. IX) Quadro de carga referente a todos os centros de distribuição.

• Localização do quadro de medidores. • Demanda de cada centro de distribuição. entretanto necessária a apresentação dos documentos listados em nota 21 acima para análise e aprovação da CEMAR ou CELPA. 21. deverão estar assinados pelo responsável pelo projeto. Calculo de Queda de Tensão. os seguintes elementos: • Planta do pavimento tipo e dos demais pavimentos do prédio. • Cartão CNPJ. Diagrama Unifilar. nos casos de instalação com mais de um centro de distribuição. no mínimo. Neste caso será necessária a apresentação dos seguintes documentos: • Projeto do Empreendimento Completo (Memorial descritivo. com as indicações dos pontos de consumo e as respectivas cargas. • Documento do banco informando que a construtora não recebeu o recurso para construção da Rede de Distribuição Urbana.ex: Minha Casa Minha Vida . 22. a responsabilidade pela a construção da rede de distribuição será do Empreendedor. Calculo de Demanda e Fotos de onde vai ser construída a subestação).31.MCMV) for apresentado com menos de 01 ano de antecedência. • Desenho indicativo da prumada. desde a proteção geral até os quadros de distribuição das unidades de consumo. quando este existir. 23. • Demanda parcial por unidade de consumo. Todos os documentos impressos. • Somatório das cargas de cada fase. com dados técnicos. 24. Planta de Localização.MCMV).ex: Minha Casa Minha Vida . O quadro de distribuição de cargas deverá apresentar as seguintes características: • Carregamento de cada circuito. • Contrato Social. desenvolvido conforme norma ABNT/NBR-5410 deverá possuir. • Localização do(s) centro(s) de distribuição. Lista de Materiais.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS 20. • Licenças. • RG e CPF dos Sócios. • Demanda total diversificada.Elaborado em: Página: 14/11/2013 41 de 120 Código: Revisão: NT. sendo. • Localização do sistema de geração própria. for apresentado com 01 ano de antecedência. Se o projeto do empreendimento de interesse social (p. O projeto da instalação interna. ART com comprovante de pagamento. • Cronograma de Obra. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . fica assegurada a responsabilidade da construção da rede de distribuição pela CEMAR ou CELPA. Se o projeto do empreendimento de interesse social (p.

Nota: 26. desde que cada unidade tenha carga instalada de até 12 kW para a área de concessão CEMAR e de até 10 kW para área de concessão CELPA.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 42 de 120 Código: Revisão: NT. 7. d) Toda e qualquer alteração no projeto já aprovado. mediante consulta à CEMAR e á CELPA.31. Nota: 27. A partir desta data serão contados os prazos segundo a legislação vigente. Após aprovação do projeto e execução das obras. o cliente deverá a se dirigir à CEMAR ou à CELPA e apresentar projeto complementar com as mudanças realizadas. Bacabal. o empreendimento Minha Casa Minha Vida (MCMV). As partes do projeto não sujeitas à análise da CEMAR e da /CELPA são de inteira responsabilidade dos projetistas. c) A análise do projeto efetuada pela CEMAR e a CELPA limita-se ao trecho situado entre o ponto de ligação e a proteção geral de cada unidade consumidora localizada no centro de medição. Timon e Imperatriz (endereços disponíveis no site da CEMAR). b) Para sua aprovação pela CEMAR ou pela CELPA o projeto deve obrigatoriamente estar de acordo com as normas e padrões da mesma. Castanhal. na agência do Atendimento Corporativo da concessionária na localidade onde será realizada a ligação a carta de aprovação e uma via do projeto elétrico aprovado.2. devendo atender às recomendações das Normas Técnicas Brasileiras. o responsável pelo empreendimento deverá formalizar o pedido de ligação junto à CEMAR ou à CELPA. Na área de concessão da CEMAR as agências do Atendimento Corporativo são: São Luís. Se durante a execução for alterado o projeto da subestação. Marabá e Santarém (endereços disponíveis no site da CELPA). f) Uma vez aprovado o projeto.3 Análise do Projeto a) Só serão analisados os projetos em que as cópias estejam assinadas pelo projetista responsável com o respectivo registro do CREA. deverá apresentar projeto do canteiro de obras que servirá para ligação de todos os equipamentos necessários à construção do empreendimento. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . e) A análise de projeto é dispensável pela CEMAR e pela CELPA quando a edificação tiver até 04 (quatro) unidades consumidoras. Na CELPA: Belém. a CEMAR e a CELPA a informará ao cliente que encontrase disponível para recolhimento. com as normas da ABNT e com as normas expedidas pelos órgãos oficiais competentes.004 02 25. na situação de apresentação de projeto com 1(um) ano de antecedência ou menos. somente pode ser feita através do responsável pelo mesmo. 28.

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Código:

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NT.31.004

02

g) A CEMAR e a CELPA dará um prazo de, no máximo, 30 meses a partir da data de
aprovação do projeto, para que o responsável pelo empreendimento formalize o pedido
de ligação de sua unidade consumidora, conforme item 7.3 Solicitação de Fornecimento.
Expirado este prazo, a aprovação do projeto tornar-se-á sem efeito.
7.2.4

Responsabilidades
Os projetos das instalações devem ser de responsabilidade de pessoa ou firma devidamente
habilitada pelo Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia - CREA e deve
ser acompanhado da respectiva Anotação de Responsabilidade Técnica - ART. Deste modo,
todos os desenhos devem levar a assinatura do responsável técnico e a indicação de seu
registro no CREA.

7.2.5

Execução do Projeto
a) A ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) de execução do projeto (obra) deve ser
de emissão do CREA (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia) do estado onde a
obra será executada;
b) Recomenda-se que a aquisição de materiais e a execução da instalação elétrica somente
sejam iniciadas após a aprovação do projeto elétrico pela CEMAR ou pela CELPA;
c) Caso a aquisição de materiais e a execução da instalação se antecipem à aceitação do
projeto elétrico, serão de inteira responsabilidade do interessado os problemas
decorrentes de eventual necessidade de modificações na obra ou substituição de
equipamentos;
d) Caso o Empreendedor haja em desacordo com esta Norma, caberá à CEMAR e a CELPA
o direito de rejeitar e até mesmo embargar a obra até adequação por parte do
Empreendedor, ficando os prazos suspensos até correção;
e) Se durante a execução das obras houver necessidade de modificações no projeto elétrico
já aprovado pela CEMAR ou CELPA, o cliente deverá informar a necessidade de
modificações e apresentar projeto complementar, encaminhando à CEMAR ou a CELPA
as pranchas modificadas, em duas (02) vias para análise e aprovação. O cliente após
submeter às modificações deverá aguardar o parecer (favorável ou não as modificações)
da CEMAR ou CELPA para poder dar continuidade às obras.

7.3
7.3.1

Solicitação de Fornecimento
Generalidades
a) É obrigatória no ato da solicitação de fornecimento a apresentação de fotografias
mostrando a subestação ou rede construída, em diferentes fotos, destacando o que
segue:

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02

NORMA TÉCNICA
Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A
EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS

• A foto do ponto de entrega, ou seja, conexão do sistema elétrico da CEMAR ou da
CELPA com as instalações elétricas do cliente;
• 02 (duas) fotos, uma frontal e uma lateral, do posto de transformação, cabine de
proteção e/ou cabine de transformação, com ênfase para a unidade de transformação e
os dispositivos de proteção;
• 02 (duas) fotos, do padrão de medição, sendo uma afastada contemplando a estrutura
da qual faz parte e a outra próxima;
Nota:
29. Na CEMAR caso a solicitação de fornecimento seja feita por meio eletrônico (corporativo@cemarma.com.br) as fotos deverão fazer parte dos arquivos anexados;
30. Caso a solicitação de fornecimento seja feita por meio de ofício/carta, as fotos deverão ser
impressas, coloridas como anexo da solicitação.

b) A ligação de Unidade Consumidora pertencente à EMUC ao sistema da CEMAR e da
CELPA processar-se-á somente após terem sido tomadas pelo Empreendedor,
sucessivamente, todas as providências relatadas nos itens anteriores;
c) À CEMAR e a CELPA se reservam ao direito de recusar-se a proceder à ligação de
unidade consumidora pertencente à EMUC, caso haja discordância entre a execução das
instalações e o projeto outrora aprovado;
d) Cabe à CEMAR e à CELPA alertar que a não-conformidade com o definido deverá ser
explicitada, implicando o não recebimento das instalações e a recusa de ligação das
Unidades Consumidoras até que sejam atendidos os requisitos estabelecidos no projeto
aprovado.
7.3.2

Solicitação de Vistoria e Ligação do Empreendimento
O Empreendedor deverá apresentar à CEMAR ou à CELPA os seguintes itens:
a) Solicitação de Vistoria e Ligação conforme ANEXO IV – MODELO DE SOLICITAÇÃO DE
VISTORIA E LIGAÇÃO;
b) Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) emitida pelo CREA, referente à Execução
da Obra;
c) Informações Adicionais:
I)

Razão Social da Unidade Consumidora ou nome completo do cliente;

II)

Nº CNPJ ou CPF;

III)

Endereço completo do Empreendimento;

IV)

Contrato Social , se pessoa jurídica;

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NORMA TÉCNICA
Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A
EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS
V)

Procuração se não for o titular;

VI)

RG e CPF da pessoa que recebeu a procuração;

VII)

Registro, Escritura ou Contrato de Locação;

VIII) Notas Fiscais dos Equipamentos instalados;
IX)

Ensaio dos Transformadores;

X)

Anotação de Responsabilidade Técnica de execução com comprovante de
pagamento;

XI)

Fotos da subestação construída;

XII)

Última alteração cadastral;

XIII) Se houver sócios, documento de identidade e CPF do(s) sócio(s);
XIV) Cópia da Carta de liberação do Projeto;
XV)

Carta informando demanda a contratar, período de demandas escalonadas (se
houver).

Nota:
31. A edificação de múltiplas unidades consumidoras que solicitar alteração de grupo de tensão
deverá apresentar a documentação listada no item 7.3.2 acima;
32. O fornecimento somente será efetuado após aprovação do pedido de ligação.

7.3.3

Solicitação de Vistoria e Ligação de Unidade Consumidora pertencente à Edificação
a) O atendimento à solicitação de ligação de Unidade consumidora pertencente à Edificação
processar-se-á somente após cumpridas todas as exigências contidas no item 7.3.2
Solicitação de Vistoria e Ligação do Empreendimento, resultando na

efetivação da

ligação da Edificação;
b) O cliente deve dirigir-se a uma Agência de Atendimento da CEMAR ou da CELPA, onde
conforme orientação ali recebida procederá ao pedido de ligação.
c) O atendimento ao pedido de ligação não responsabiliza a CEMAR ou CELPA quanto ao
projeto e execução técnica das instalações elétricas internas do consumidor.
7.4

Casos Omissos
Os casos omissos nesta Norma Técnica, ou aqueles que pelas características excepcionais
exijam estudos especiais serão objeto de análise prévia e decisão por parte da CEMAR e da
CELPA, que tem o direito de rejeitar toda e qualquer solução que não atenda às condições
técnicas exigidas pela mesma.

DOCUMENTO NÃO CONTROLADO

b2 = aquecedores de água por acumulação ou por passagem.1. Apresentamos dois critérios mais usuais para o cálculo das demandas.1. - Para Demanda Total da Edificação 1 D = (a+b+c+d+e+f+g) x h - Para Demanda de Cada Unidade D = (a+b+c+d+e+f+g) Onde: a = demanda referente a iluminação e tomadas (tabela 02). Os fatores de demanda dados pela tabela 05 devem ser aplicados separadamente. em kW. b1 = chuveiros.31. 1.Elaborado em: Página: 14/11/2013 46 de 120 Código: Revisão: NT. Na determinação da demanda. neste caso o cálculo da demanda deverá ser submetido a área de norma para aprovação.1. quanto para demanda de cada unidade). e a demanda é calculada pela expressão abaixo: (É aplicável tanto para a demanda total de edificações. pode adotar o critério que julgar conveniente. Critério da carga Instalada Este método leva em consideração a quantidade e tipo de carga da instalação. 1. b = demanda referente aos aparelhos eletrodomésticos e de aquecimento.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS 8 ANEXOS ANEXO I – CÁLCULO DE DEMANDA DA INSTALAÇÃO CONSUMIDORA 1. torneiras e cafeteiras elétricas. deve ser feito pela demanda total da edificação. CALCULO DA DEMANDA Critérios de Cálculos de Demandas O dimensionamento dos componentes da entrada de serviço (ramais de ligação e de entrada. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . para a carga instalada dos seguintes grupos de aparelhos. desde que o mesmo não apresente valores de demanda superiores aos calculados pelos critérios estabelecidos por esta Norma. das edificações de uso coletivo e dos agrupamentos. o engenheiro responsável pelo projeto elétrico. alimentadores).

004 02 b3 = fornos. c = demanda dos aparelhos condicionadores de ar. 1. conjunto de som. liqüidificador. freezer.1. e = demanda de máquinas de solda a transformador. Para o cálculo da demanda de cada apartamento deve ser usado o critério da carga instalada conforme item 1. torradeira. batedeira. dada pela tabela 01 e 06.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 47 de 120 Código: Revisão: NT. 10 % da potência do segundo maior aparelho. b4 = máquina de lavar e secar roupas. Neste critério. máquinas de lavar louça e ferro. 70% da potência do segundo maior aparelho. determinado por: 100 % da potência do maior aparelho. para obter-se o valor total da demanda deve-se tratar independentemente a demanda correspondente aos apartamentos e a demanda do condomínio.2. h = Fator de diversidade da instalação (tabela 11). b5 = demais aparelhos (TV. g = Moto-bomba de hidromassagem (tabela 04). Para central de condicionamento de ar. determinado por: 100% da potência do maior aparelho. f = demanda dos aparelhos de raio X. 40% da potência do terceiro maior aparelho e 30% da potência dos demais aparelhos. geladeira. considerar o fator de demanda igual a 100%. ebulidor etc). Não se aplica as unidades individuais.1. d = demanda relativa a motores elétricos (tabelas 08 e 09).31. Critério em função da Área Útil Este método baseia-se na área útil dos apartamentos e é aplicável apenas a edificações residenciais e para o cálculo das demandas totais e parciais da edificação. A demanda total será determinada pela formula abaixo: D =(D1 + D2) x fs onde: D1 = demanda dos apartamentos D2 = demanda do condomínio fs = fator de segurança a ser aplicado a critério do projetista Os valores mínimos permitidos para o fator de segurança são estabelecidos de acordo com a DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . fogões e aparelhos tipo "Grill". ventilador.1. exaustor.

5 1. conforme tabela 12 A tabela 10 é aplicável na determinação da demanda de apartamentos com área útil até 400 2 m . Demanda do Condomínio (D2) A demanda do condomínio é calculada pelos seguintes critérios: • para carga de iluminação: 100% para os primeiros 10kW 25% para os demais • para as cargas de tomadas: 20% da carga total. Para os edifícios cujos apartamentos não tenham a mesma área.2 1. edifício com 20 apartamentos com área útil de 100m e 20 com área útil de 50m². 2 Por exemplo.034939 X 0. Ver tabela abaixo: TABELA A D1 (dem.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS demanda dos apartamentos (D1). Para apartamentos com área superior. deverá ser feito o cálculo através da fórmula: Y = 0.895075 2 onde y representa a demanda do apartamento em kVA e X corresponde à área útil em m do apartamento.0 Demanda dos Apartamentos (D1) A demanda dos apartamentos (D1) será calculada conforme a seguir: D1= S x f onde: S = demanda em kVA dos apartamentos. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . o critério poderá ser adotado determinando-se a área útil a ser aplicada na tabela 10 pela média ponderada das áreas envolvidas. dos aptos) D1 ≤ 25kVA 25 kVA < D1 ≤ 50kVA 50kVA < D1 ≤ 100 kVA D1 > 100 kVA Fs mínimo 1.Elaborado em: Página: 14/11/2013 48 de 120 Código: Revisão: NT.3 1. 2 deve ser tratado como um edifício com 40 apartamentos de 75m . conforme tabela 10 f = fator para diversificação da demanda.31.

Elaborado em: Página: 14/11/2013 49 de 120 Código: Revisão: NT.1. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . como para o cálculo das demandas de cada unidade consumidora (salas ou lojas).1. pois evita o superdimensionamento dos ramais de serviço e do transformador. deverão ser tratados do mesmo modo. No cálculo das cargas do condomínio. 1. e o critério utilizado para a determinação da demanda individual das unidades consumidoras. deverão ser considerados os fatores de potência de cada uma dessas cargas. Este método e mais aconselhável que o critério baseado na carga instalada.2. Cuidados na utilização do critério Devido a diferença entre este critério.1. individualmente aplicando-se fator de demanda 1. 1.Não Residenciais Para edificações de uso coletivo não residenciais deverá ser utilizado o critério da carga instalada descrito no item 1.31.1. como motores para piscinas.1.2. Outras cargas eventualmente encontradas em condomínios.1. Tal medida visa dotar a proteção das instalações internas do edifício de seletividade necessária. garantindo que o equipamento de proteção de cada unidade tenha capacidade inferior a do equipamento de proteção geral da instalação.2. A demanda individual das unidades consumidoras (cada apartamento) deverá ser calculada conforme o critério da carga instalada descrito no item 1.0 às mesmas.1. recomenda-se que o dimensionamento da demanda dos apartamentos (D1) seja tal que a corrente correspondente não seja inferior a corrente equivalente a uma carga igual a 26 kVA.1. que se destina a agrupamentos de unidades.Residenciais A demanda total dos edifícios residenciais poderá ser calculada pelo método de cálculo de demanda em função da área útil descrito no item 1.3.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS • para os motores: .aplicação das tabelas 08 e 09 para cada tipo de motor existente da instalação. Demanda de Edificações de Uso Coletivo . 1.2.1 tanto para o cálculo da demanda total da edificação. Deve-se sempre considerar as ressalvas dos itens 1. saunas. centrais de refrigeração ou de aquecimento. São apresentados alguns exemplos de cálculos da demanda em edifício de uso coletivoresidencial. o qual é baseado na carga instalada. Demanda de Edificações de Uso Coletivo .

ou seja: Da = Dc + Dr 1.004 02 Demanda de Edificações de Uso Coletivo . em projetos de redes de distribuição de energia elétrica para loteamentos residenciais: Área do terreno (m²) Demanda individual diversificada (kVA) Até 600 3. Ressalvamos que a demanda de cada unidade consumidora deverá ser calculada conforme item 1.Misto Residencial e Comercial Para calcular a demanda total de edificações mistas (comercial e residencial).5 De 601 a 1200 7 De 1201 a 2000 10 Maior do que 2000 14 DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .1) e para a parte residencial poderá ser utilizado o critério em função da área útil.2. Demanda de Apart-hotéis Para o cálculo de demanda de apart-hotéis deverá ser utilizado o critério da carga instalada considerando-os como residenciais. aceitáveis.3 desta norma) a demanda deve ser calculada pelo método da carga instalada. A demanda do agrupamento (Da) será a somatória dessas duas parcelas. Demanda de Loteamentos Residenciais São apresentados a seguir os valores mínimos de demanda. a parte comercial será tratada separadamente da residencial. pois subdimensionaria a demanda.31. Elaborado em: Página: 14/11/2013 50 de 120 Código: Revisão: NT. conforme descrito no item 1. deverá ser aplicado o critério para a parte comercial (Dc) e para a parte residencial (Dr) separadamente. Não utilizar o critério da área útil. 1. 1.5. caso seja um agrupamento ou edifício misto residencial e comercial.1.7.4.6. Demanda de Pequenos Edifícios ou Agrupamentos (Sem Projeto) Para edifícios ou agrupamentos horizontais em que a CEMAR e a CELPA não exige a apresentação de projeto (ver item 7. Para a parte comercial deverá ser utilizado o critério da carga instalada (item 1. Ressalvamos que.1.1.1.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS 1.1. A demanda total será uma somatória destas duas demandas. Será mostrado um exemplo deste cálculo.

2. é menor que 15 kW (CI = 14.2. Edificação Neste caso.Elaborado em: Página: 14/11/2013 51 de 120 Código: Revisão: NT.13 2 Motores 3Ø-5CV/220V (Elevador) 4780 9.8 15 Tomada Simples 100 1.2. não será necessário calcular a demanda dos apartamentos. calculada no item 1. Características da Edificação – Nº de pavimentos : 6 – Nº de apto. utilizaremos o critério da área útil DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . o edifício é exclusivamente residencial. Condomínio QT DESCRIÇÃO UNIT. todos os apartamentos são iguais ao típico.3.3.0 kW).(W) TOTAL(kW) DESCRIÇÃO 9 Lâmpada Incandescente 100 0. 20.0 TOTAL I. Exemplo nº 1: Edifício Exclusivamente Residencial I.1.3. portanto.9 20 Tomada Simples (TUG) 100 2. típico : 90m2 I. Apartamento Tipo Neste exemplo.2.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS EXEMPLOS DE CÁLCULOS DE DEMANDA I.2. por pavimento : 4 – área útil do apto.1. Cálculo da Carga Instalada I. I.0 2 Tomada Força (TUE) 600 1.5 1 Chuveiro Elétrico 4200 4. Apartamento Tipo QT CARGA UNIT. Como a carga instalada..4 1 Ar Condicionado 1500 1.2.56 TOTAL I.1.(W) CARGA TOTAL(kW) 38 Lâmpada Incandescente 100 3.2 2 Chuveiro Elétrico 4200 8.2 1 Motores 3Ø-1CV/220V (Bomba d'água) 1130 1.1.19 Cálculo das Demandas I.5 14.31.

56 kVA (tab 08 – 1 motor) Demanda dos Motores de 5 CV = 9.86 = 38.3 = 75.56 + 9.3 + 4.2 + 1.89 kVA Onde: Demanda de Iluminação = 100% x 3.8 kVA Demanda de Tomadas = 20% x 1.70 A DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .1.8 + 0. para D1 = 38.2 kVA Demanda do Motor de 1 CV = 1.89) x 1.03 = 9. Tipo de Fornecimento às Unidades Consumidoras Tensões da rede: Primária = 15 kV Secundária = 220 /127 V I.2. Fornecimento : Bifásico .4.15 kVA OBS: O projetista poderia usar um fs > 1.0 kW).3.96x19.3 kVA Demanda de Chuveiro = 100% x 4.2.92 + 18. I. caso julgasse necessário. Apartamento Tipo O tipo de fornecimento será definido pela Carga Instalada calculada em I.31.5 = 0.56 = 1.004 02 descrito no item 1.03 kVA (tab 09 – 2 motores) D = (38.1.2.3 (Ver tab A – item 1.92 kVA (Ver tab 10 – área útil = 90 m² e tab 12 – Nº de aptos = 24) fs = 1. ou seja: D = (D1+D2) fs D= demanda total da edificação D1 = demanda dos apartamentos D2 = demanda do condomínio fs = fator de segurança D1= Sxf = 1.4.1 (CI = 14.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 52 de 120 Código: Revisão: NT.1.8 = 3.03 = 18.2 = 4.92 kVA) D2 = 3.2 fases + neutro (Tabela 15) Proteção : Disjuntor bipolar .

PVC/750V 2 O atendimento será através da rede secundária da CELPA. tipo janela (10. Fornecimento : Trifásico . conforme indicado nos itens 6.3. 2 aptos/pavimento) – área útil do apto.2 (D2 = 18.89 kVA).8 2 Tomada Força (TUE) 600 1.1.2. 1 pav.3 desta Norma.8 18 Tomada Simples (TUG) 100 1. : 150 m² – Nº total de lojas: 20 (sendo.2.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Condutores 2 : 2#16(16) mm –cobre PVC/750V (prumada) I.60A Condutores : 3#16(16) mm – cobre .3.2 2 Chuveiro Elétrico 4200 8.000 BTU/h) 1400 2.3. Condomínio DOCUMENTO NÃO CONTROLADO 15. Comercial e demais residencial) – Nº total de apartamentos: 18 (sendo.4 2 Ar Condicionado.4. Cálculo da Carga Instalada II.3 fases + neutro Proteção Geral : Disjuntor tripolar – (250A) Condutores : 3#120(70) mm .2.(W) CARGA TOTAL(kW) 8 Lâmpada Incandescente 100 0.6 / 1 kV (Ramal de Entrada) 2 Exemplo nº 2: Edifício com Unidades Residenciais e Comerciais II.10 kVA).31.3 fases + neutro (Tabela 15) Proteção : Disjuntor tripolar . Condomínio O tipo de fornecimento será definido pela demanda calculada no item I. II.2 (D = 75.2 e 6. e de acordo com a demanda calculada no item I. todas com mesma área e características) II. Características da Edificação – Nº total de pavimentos : 10 (sendo.3.0 .8 TOTAL II. Fornecimento : Trifásico . Apartamento Tipo QT DESCRIÇÃO UNIT.Elaborado em: Página: 14/11/2013 53 de 120 Código: Revisão: NT.cobre – 0.1.

3).1x15. II.18 Cálculo das Demandas II.88 =49.5CV/220V (Elevador) 6900 13. será uma somatória da parte residencial (D1 + D2) x fs) – calculada pelo critério da área útil descrito no item 1.5 2 Ar Condicionado.85) 40 1.78 TOTAL II.1.6 5 Tomada Simples (TUG) 100 0. todos os apartamentos e todas as lojas são iguais .1.2. tipo janela (8.2. em ambos os casos é menor que 15kW (item II. Edificação Neste caso.31. Loja (Unidade) QT DESCRIÇÃO UNIT.(W) 6 Lâmpada Incândescente 100 0.(W) TOTAL(kW) DESCRIÇÃO 3 Lâmpada Incandescente 100 0.3 1 Motores 3Ø-5CV/220V (Bomba d'água) 4780 4. ou seja: D = (D1+D2)fs + D3 D1 = demanda dos apartamentos D2 = demanda do condomínio Fs = fator de segurança D3= demanda das lojas D1 = Sxf = 3.6 15 Tomada Simples 100 3..23 kVA (Ver tab 10 – área útil = 150 m² e tab 12 – Nº de aptos = 18) DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . não será necessário cálculo de demanda.3. o edifício é parte residencial e parte comercial.0 1 Chuveiro Elétrico 4200 4.80 27.500 BTU/h-1550 VA) 1300 1.1.2 com a parte comercial (D3) .1.3. Apartamento e Loja (Unidade) Neste exemplo. portanto a demanda total (D).calculada pelo critério da carga instalada descrito no item 1.2 1 Motores 3Ø-5CV/220V (Bomba d'água) 4780 4. CARGA TOTAL(kW) 7.p = 0.3.3.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS QT CARGA UNIT.68 TOTAL II.78 2 Motores 3Ø-7.3.3 40 Lâmpada Fluorescente (f. Como a carga instalada.1 e II.Elaborado em: Página: 14/11/2013 54 de 120 Código: Revisão: NT.2.

2.cobre – PVC/750V (prumada) 2 II. = 6.6 kVA demanda de chuveiro = 100% x 4.2 + 12.1.60/0.98 kVA (tab.88 kVA demanda das tomadas = 20% x 3.02 kVA (tab.2 = 4.88 + 0.08 – 1 motor) demanda dos motores de 7.1. Apartamento Tipo O tipo de fornecimento será definido pela Carga Instalada calculada em II.09 – 2 motores) D3 = a + c = 11 + 15.Elaborado em: Página: 14/11/2013 55 de 120 Código: Revisão: NT.68 kVA Onde: demanda de iluminação = 100%x(1. 01 e tab.98 = 26. Condomínio O tipo de fornecimento será definido pela demanda calculada no item II.31.5 CV = 12.5 kVA (tab.3 + 26.2 (D2 = 26.4.68 kVA) Fornecimento : Trifásico-3 fases + neutro (tabela 15) Proteção : Disjuntor tripolar – 70A Condutores : 3#16(16) mm .00 kW). 02) c = demanda dos ar condicionados = 100% 10 x (1.5 = 125.0 = 0.4.85) = 2.18 kVA II. Fornecimento : Bifásico – 2 fases + neutro (tabela 15) Proteção : Disjuntor bipolar – 70A Condutores : 2#16(16) m . para D1 = 49. Tipo de Fornecimento a Unidades Consumidoras Tensões da rede: Primária = 15 kV Secundária = 220/127 V II.4.3.50) = 11.23 + 26.0+1.23 kVA) D2 = 2.2.2 kVA demanda do motor de 5 CV.4.2.1 (CI = 15.0 kVA (tab.68) x 1. Loja DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .55) = 15.3.98 = 12. 06) D = (49.5 = 25.02 = 6.6 + 4.3 (Ver tab A – item 1.60 + 0.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS fs = 1.5 kVA (para 10 lojas) Onde: a = demanda de iluminação e tomadas = 100% 10x(0.cobre – PVC/750 V 2 II.

(CI = 2.31. (D= 125.4.2 2 Tomada de uso específico (TUE) (aquecedor e máquina de lavar) 1.2.3. Edificação O atendimento será através da rede primária .2. III.5 kVA Proteção Geral : Disjuntor tripolar .3.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS O tipo de fornecimento será definido pela Carga Instalada calculada em II.350A Condutores : 3#2 x 70(70) mm .2 2 Tomada de uso específico (TUE) (condicionador de ar 7.2.5 TOTAL DOCUMENTO NÃO CONTROLADO 6. Cálculo da Carga Instalada III.18 kVA) III. Transformador : 112.2 desta Norma e de acordo com a demanda total calculada no item II.98 .4 kW) Fornecimento : Monofásico – 1 fase + neutro (tabela 15) Proteção : Disjuntor unipolar – 40A Condutores : 1#6(6) mm .0 2 Lâmpada Fluorescente 40 0.Elaborado em: Página: 14/11/2013 56 de 120 Código: Revisão: NT. mostraremos o cálculo das demandas para dimensionamento da caixa de medição no poste e desenhos ilustrativos.cobre – 0. Apartamento Tipo QT DESCRIÇÃO UNIT.(W) CARGA TOTAL(kW) 10 Lâmpada Incandescente 100 1.100 2.1. Características da Edificação – número de pavimentos: 04 – número de apartamentos: 16 – número de apartamentos p/pavimento (tipo): 04 – área útil do apartamento: 80 m2 III.2.0 2 Tomada de uso geral (TUG) 600 1.1.000 BTU) 1.6 / 1kV 2 Exemplo nº 3 – Edifício exclusivamente residencial Neste exemplo. conforme indicado nos itens 6.4.08 10 Tomada de uso geral (TUG) 100 1.500 1.3.cobre – PVC/750 V 2 II.

p = 0..2.2kVA (Ver tab 10 – área útil = 80 m² e tab 12 – Nº de aptos = 16) fs = 1.3.12 kVA demanda do motor de 3 CV. = 4.2. III.85) 40 0.1. todos os apartamentos são iguais ao tipo. Condomínio QT DESCRIÇÃO UNIT.72 kVA) D2 = 5.32 kVA Onde: demanda de iluminação = 100%x5.3.16 20 Tomada de uso geral (TUG) 100 2. calculada no item III.780 4.80 15.2.1. Cálculo das Demandas III.6) = 1.0+3. Edificação Neste caso. para D1 = 64.1.16 kVA demanda das tomadas = 20%x (2.16 + 1.04 = 4.0 4 Lâmpada Fluorescente (f.04 kVA (tab.31.0 6 Tomada de uso geral (TUG) 600 3. utilizaremos o critério da área útil descrito no item 1.76x14. Como a carga instalada.Elaborado em: Página: 14/11/2013 57 de 120 Código: Revisão: NT.10 – 1 motor*) *Não é necessário computar bomba de reserva DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . o edifício é exclusivamente residencial.6 2 Motores (bomba recalque) sendo um reserva 3CV-3Ø 4.(W) CARGA TOTAL(kW) 50 Lâmpada Incandescente 100 5.2.98 kW).2.16 = 5. portanto.04 = 10.54 TOTAL III.3.3 (Ver tab A – item 1. não será necessário calcular a demanda dos apartamentos.32 = 25. é menor que 15kW (6.1. Apartamento Tipo Neste exemplo.2. ou seja: D = (D1 + D2)fs D = Demanda total da edificação D1 = Demanda dos apartamentos D2 = Demanda do condomínio fs = Fator de segurança D1 = Sxf = 1.12 + 4.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS III.

que é indicado também para o cálculo de demandas parciais exclusivamente residenciais.4.PVC/1000V (prumada) 2 III.Elaborado em: Página: 14/11/2013 58 de 120 Código: Revisão: NT.32 kVA III.37 kVA CAIXA II – 08 Medidores DC1 = (D1l) fs 2 D1 = S x f = 1.).5 = 20.32 kVA) DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .1.número de apto = 08) fs = 1.5 (ver tab.32) x 46. Condomínio O tipo de fornecimento será definido pela demanda calculada no item III.58 kVA) DC1 = 13.número de apto = 08) fs = 1.2.4.17 kVA A demanda para as caixas de medição será calculada pelo critério da área útil (item 1.72 = 13. A .1 (CI = 6.5 ( ver tab.2. 10.1. Tipo de Fornecimento às Unidades Consumidoras Tensões da rede: Primária = 15 kV Secundária = 220/127 V III.58 kVA) DC1 = 13.58 x 1.76 x 7.98 kW) Fornecimento : Monofásico . a .2.3.item 1.1. 12 .2.4.58 x 1. 10 .área útil = 80 m e tab.1 fase + neutro (Anexo I .Tabela 01/categoria M2) Proteção : Disjuntor unipolar – 60A Condutores : 1#16(16) mm .58 (ver tab. para D1 = 13.2.37 kVA CAIXA III – 01 Medidor (condomínio) Dcond = D2 = 10.2 (D2 = 10.1.31. 12 .5 = 20. Apartamento Tipo O tipo de fornecimento será definido pela Carga Instalada calculada em III.cobre .72 = 13.58 (ver tab. para D1 = 13.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS D = (25 + 10.76 x 7.item 1.área útil = 80 m e tab. CAIXA I – 08 Medidores DC1 = (D1) x fs 2 D1 = S x f = 1.

Fornecimento : Trifásico .: Os condutores deverão ser verificados para condição de queda de tensão de acordo com a NBR 5410.6 / 1 kV Eletroduto :2x∅2½“ Disjuntores : 8 x 2P – 40A Obs.6/1kV 2 Edificação O atendimento será através do ramal de ligação. direto da rede secundária.02 kVA). 0. alumínio multiplex.cobre – 0.quadro com TC (tabela 15) Proteção : Disjuntor tripolar .Elaborado em: Página: 14/11/2013 59 de 120 Código: Revisão: NT.4. CAIXA III – 01 Medidor (condomínio) 2 Condutores : 3# 10(10) mm – cobre – 0.6 / 1 kV Eletroduto :∅1¼“ Disjuntor : 3P – 40A DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS III. conforme indicado nos itens 6.40A Condutores : 3#10(10) mm .3. sendo duas com 08 medidores para os 16 apartamentos tipo e uma com 01 medidor para o condomínio. 2 Condutores: # (3 x 1 x 25 +25) mm .2 e 6.31. CAIXA I e II – 08 Medidores cada − Dimensionamentos dos condutores a) Da caixa de medição no poste ao centro de proteção 2 Condutores : 8 x 2#10(10) mm – cobre – 0.3 desta Norma e de acordo com a demanda total da edificação (D = 46.3 fases + neutro .6/1kV Caixas de Medição no Poste: 03 caixas.

7 Os Anexos 1 e 2 são dispensados se constantes no projeto elétrico. etc.92. no mesmo endereço do posto de transformação. 5 Se as potências instaladas em transformadores e as demandas. os primeiros 12(doze) meses.a ser reduzida: . representante legal. apresentado juntamente com esta solicitação.31. acidentes geográficos. Utilizar papel A4 e escala adequada. à parte. previstas.em ligação nova: Previsão de conclusão da obra (mês/ano): Informações adicionais: Localização da Subestação em área: ( ) Urbana ( ) Industrial ( ) Rural ( ) Poder Público ( ) Serviço Público do posto de transformação: Secundaria: Carga total instalada (kW): . rodovias. _______________________________________________________________ Nome legível do interessado ou solicitante RG/CPF: DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . vias de acesso. forem escalonadas. de forma clara e específica.a ser aumentada: Previsão de ligação da carga (mês/ano): . os respectivos cronogramas contemplando. com indicação das respectivas coordenadas geo-referenciadas (em UTMFuso 22 para CELPA). cotas de distâncias. mais próxima. que a mesma esteja em via original e reconhecida em cartório. obrigatoriamente. deverão ser apresentados. 9 A CEMAR/CELPA tem prazo máximo de 30(trinta) dias para comunicar do atendimento a esta solicitação de viabilidade técnica. deverá apresentar procuração para representá-lo perante a CEMAR/CELPA contendo. ou titular do posto de transformação. 2 Relação das cargas/equipamentos: descriminando quantidade e respectivas potências nominais. no mínimo. os poderes e o prazo de vigência.a ser aumentada: . indicação do norte geográfico. que correspondam ao total de carga declarada a ser instalada.em ligação nova: Demanda prevista (kW): .a ser reduzida: OBS: Anexar a esta solicitação: 1 Croqui de localização: contendo a localização e delimitação da propriedade e/ou edificação em relação à via pública. NOTAS: 4 É indispensável informar o número da unidade consumidora (UC) quando se tratar de alteração de potência instalada ou se já existir ligação em baixa tensão (BT). pontos de referências.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 60 de 120 Código: Revisão: NT.004 02 ANEXO II – SOLICITAÇÃO PARA ESTUDO DE VIABILIDADE TÉCNICA SOLICITAÇÃO PARA ESTUDO DE VIABILIDADE TÉCNICA Solicitação Nº: _________________________ ( ) Ligação nova provisória ( ) Ligação nova permanente ( ) Alteração de potência instalada Nome ou razão social do interessado ou titular da UC: CPF/CNPJ: RG: Nome ou razão social do solicitante: E-mail: Telefone / Fax: Município: Estado: Endereço para resposta: CEP: DADOS TÉCNICOS E DE LOCALIZAÇÃO DO POSTO DE TRANSFORMAÇÃO Endereço completo: CEP: Unidade Consumidora (UC): Município: Localidade / Bairro: Tipo de Rede Primária: ( ) Monofásica ( ) Trifásica Atividade a ser desenvolvida ou existente: ( ) Residencial ( ) comercial Coordenadas do poste (em UTM): de Derivação da RD: Tensão do Transformador: Primaria: Potência total em transformador (es) (kVA): . representação e indicação de vias paralelas e transversais. 3 Caso o solicitante não seja o interessado. 8 Deverá ser considerado fator de potência de referência mínimo de 0. indicação da rede elétrica próxima e localização do posto de transformação e a distância deste ao ponto de derivação da rede trifásica da CEMAR/CELPA. necessitando. 6 A análise de projeto elétrico somente será considerada após o resultado do estudo de viabilidade técnica.

situada à __________________________________________________________. bairro ___________________________________ no Município de _________________________ conforme consulta feita a CEMAR/CELPA. ( ) Rede de distribuição rural. a aprovação do projeto para execução de obras das Instalações Elétricas em sua propriedade.31.Sa. ( ) Subestação de _________ kVA. Atesto que as Instalações Elétricas acima mencionadas foram por mim projetadas de acordo com as Normas Técnicas vigentes no País e instruções gerais da CEMAR ou da CELPA. registrada sob o nº da solicitação informado.004 02 ANEXO III – CARTA DE APRESENTAÇÃO DE PROJETO À CEMAR/CELPA Solicitação Nº__________________ __________________________________________________ vem pelo presente solicitar de V.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 61 de 120 Código: Revisão: NT. número _________. ( ) Rede de distribuição urbana. IDENTIFICAÇÃO DO ENGENHEIRO Nome: Endereço: CREA: Fone: ( ) E-mail: _________________________________________________ Assinatura do Engenheiro Responsável DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . ( ) Cabine de medição primária. ( ) Prédio de múltiplas unidades consumidoras.

conforme nº da solicitação informado.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 62 de 120 Código: Revisão: NT. de sua propriedade. a vistoria e posterior ligação das Instalações Elétricas.. _____ de ______________ de __________. bairro ______________________________________ no número Município de ________________________________________ conforme projeto aceito por esta companhia. _____________. ___________________. denominada ______________________________________________________________________________ situado(a) à _________________________________________________________________. IDENTIFICAÇÃO DO COLABORADOR DA CEMAR/CELPA Nome: Matrícula: Fone: E-mail: ( ) _______________________________________________________ Assinatura do Colaborador da CEMAR/CELPA DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .004 02 ANEXO IV – MODELO DE SOLICITAÇÃO DE VISTORIA E LIGAÇÃO À CEMAR/CELPA Solicitação GERC Nº__________________ ____________________________________________________________ vem pelo presente solicitar de V. _______________________________________________________ Assinatura do Proprietário ou Representante Legal Atesto que as Instalações Elétricas acima mencionadas foram por mim vistoriadas de acordo com as Normas Técnicas vigentes no País e instruções gerais da CEMAR ou da CELPA.Sa.31.

O Responsável pela Transferência. residente e domiciliado na ________________________________________________________________________________ declara para todos os efeitos legais. _______________________________________________________ Assinatura do Proprietário ou Representante Legal Nome: CPF: ______________________________________ Assinatura da Testemunha 1 ______________________________________ Assinatura da Testemunha 2 Nome: Nome: CPF: CPF: ______________________________________________________ Assinatura do Colaborador da CEMAR/CELPA Nome: Matrícula: Nota: 33. brasileiro.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS ANEXO V – TERMO DE TRANSFERÊNCIA _________________________________________________________. que também o assinam. profissão ________________________________. que transfere à CEMAR ou a CELPA a área utilizada pelo ramal de ligação e pelos equipamentos de propriedade da mesma. estado civil __________________. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . para atender outros consumidores no fornecimento de energia elétrica. _____ de ______________ de __________. ___________________. através do presente instrumento. O presente documento deve ser registrado em cartório. assino este Termo na presença de duas testemunhas.31. se compromete a permitir a qualquer hora o livre acesso à CEMAR ou a /CELPA nas instalações de sua propriedade. E por estar dispondo de livre e espontânea vontade.Elaborado em: Página: 14/11/2013 63 de 120 Código: Revisão: NT. portador da cédula de identidade civil nº ______________. sem qualquer restrição e reconheço nenhum direito houver por reclamar sobre a propriedade ou domínio dos bens ora transferidos. CPF: ______________________________. a utilização dos mesmos. A presente Transferência é feita. ficando a critério da donativa.

......) apartamentos duplex.... DADOS DA INSTALAÇÃO: O presente memorial técnico descritivo trata das instalações elétricas da subestação transformadora para um edifício . - Tensão no secundário do transformador: 220 / 127V..... (.x.. 4......... PROTEÇÕES: 4....kV..) pavimento típicos e . situado (a) no (a) ........... - Atendimento em tensão primária: ........ kV... Bairro do (a) ..... (........ Será instalado um transformador de ........ - Classe de tensão: ...mm2 e destas até o transformador também em fio de cobre de nu de .. - Medição direta em baixa tensão.............1 . A medição será direta para os apartamentos e condomínio.. com .. (.........NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 64 de 120 Código: Revisão: NT...........) níveis de garagem........ CARACTERÍSTICAS ELÉTRICAS: - Transformador de ...... kVA no poste acima especificado...................... AWG-CA até os isoladores da cruzeta de concreto ..... sendo .. a saber: 3....... instalados no mesmo poste ...................... cidade (estado). kVA...... CARACTERÍSTICAS DA ENTRADA DE SERVIÇO: O ramal de ligação será aéreo em cabo de alumínio de ... x # ...mm............ da subestação........... DOCUMENTO NÃO CONTROLADO ............004 02 ANEXO VI – MODELO DO MEMORIAL TÉCNICO DESCRITIVO DE USO COLETIVO 1..estrela aterrado......x. - Neutro acessível......31. 2...) pavimentos...... - Freqüência: 60 Hz.......... Foram seguidas as normas brasileiras (ABNT – NBR’S 5356 e 5410) e a normas técnicas de fornecimento de energia elétrica a edificações de uso coletivo da CEMAR/CELPA...... Aos condutores do ramal de entrada.... - Ligação em delta .....Pára-raios: As características dos pára-raios serão as seguintes: - Capacidade de interrupção: .................... serão conectados pára-raios (um para cada fase) e chaves fusíveis (uma para cada fase) através de fio de cobre nu de ...mm2.. conforme padrão estabelecido pela CEMAR/CELPA.kA............. .............. (... daN......................

31.A (.# ........kV da saída do transformador até a chave geral de BT....A (.” ...amperès)........... com isolamento para . x # ..... utilizaremos uma chave tipo faca. 4.... - Capacidade de interrupção: . (..... 5... TUBULAÇÃO: Será de ferro galvanizado ∅ ..... 2 − .004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS - Tensão nominal: .Edifício Exclusivamente Residencial: 8.....(.1 ..A.mm de cobre nu.. CARGA INSTALADA – DEMONSTRATIVO DE DEMANDA PROVÁVEL (exemplo): 8. - Elo fusível: .. 6.k.... - Classe de tensão: . envelopado em concreto magro..... com ..... - Freqüência: 60Hz. amperès)......... 4. 7.............AWG-CA. ATERRAMENTO: Conforme orientações contidas na NT.... do ramal de AT até os pára-raios e chaves fusíveis.......................31......... e desta até a última caixa de passagem será com eletroduto de PVC ∅ ........Proteção Geral de Baixa Tensão: Para proteção geral de BT.... com acionamento sob carga............ para o ramal de AT...... CONDUTORES: Utilizaremos os seguintes condutores: − .)mm 2 de cobre..” da saída do transformador até a caixa de passagem no pé do poste...kV......) fusíveis tipo NH de ...x ..............Características da Edificação: DOCUMENTO NÃO CONTROLADO ..... e destes até o transformador.......... - Nível básico de isolamento: ... 8. de corrente nominal .3 .004 da CEMAR/CELPA...... − .1....1 .2 .........kV. x # .V.Chaves Fusíveis: As características serão as seguintes: - Corrente nominal: .Elaborado em: Página: 14/11/2013 65 de 120 Código: Revisão: NT.kA.....

50 08 Lâmpada incandescente 100 0.80 QUANT DESCRIÇÃO 22 TOTAL 30.2 .70 01 Tomada força (TUE) 300 0.32 8.31mm 2 8.20 09 Tomada força (TUE) 300 2.72 DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .40 08 Lâmpada incandescente 40 0.31.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 66 de 120 Código: Revisão: NT.00 03 Chuveiro elétrico 2000 6.32 25 Lâmpada incandescente 60 1.004 02 – Nº de pavimentos: 28 – Nº de apartamentos típicos: 44 – Nº de apartamentos duplex: 02 – Nº de níveis de garagem: 04 – Área útil do apartamento típico: 115.2 .95m 2 – Área útil do apartamento duplex: 219.70 05 Tomada força (TUE) 1000 5.1 .Condomínio: QUANT DESCRIÇÃO CARGA UNITÁRIA CARGA (W) TOTAL (kW) 17 Tomada simples (TUG) 100 1.Cálculo de Carga Instalada: 8.2.2.00 01 Aquecedor de banheira 3200 3.20 01 Ar condicionado 2400 2.30 68 Lâmpada incandescente 40 2.Apartamento-tipo: CARGA UNITÁRIA CARGA TOTAL (W) (kW) Tomada simples (TUG) 100 2.20 04 Ar condicionado 1550 6.

20 DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .incend) 2.NORMA TÉCNICA Elaborado em: Página: 14/11/2013 67 de 120 Código: Revisão: NT.3 .57 01 Motor 3cv –220V(B.21 02 Motor 7.5cv – 220V(elevad) 6900 13.75 02 Ar condicionado 2400 4.40 19 Lâmpada mista 160 3.00 05 Chuveiro elétrico 2000 10.40 60 Lâmpada incandescente 60 3.36 TOTAL 48.20 05 Tomada força (TUE) 300 1.20 34 Lâmpada incandescente 100 3.2.50 02 Tomada força (TUE) 600 1.80 10 Lâmpada incandescente 40 0.208 2.45 01 Motor 1/2cv –220V(Filt) 570 0.Apartamento Duplex: QUANT DESCRIÇÃO CARGA UNITÁRIA CARGA (W) TOTAL (kW) 32 Tomada simples (TUG) 100 3.75 8.00 01 Sauna 4000 4.80 01 Motor 10cv – 220V(Recalque) 7360 7.60 12 Lâmpada incandescente 100 1.00 01 Aquecedor de banheira 3200 3.04 03 Lâmpada HQI 150 0.20 05 Tomada força (TUE) 1000 5.20 05 Ar condicionado 1550 7.31.004 02 Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS 220 Lâmpada incandescente 60 13.

13 (Tab.Edificação: Neste caso.5cv = 12.2 .81 x 100% x 10.2 do anexo I desta e utilizaremos o critério da carga instalada para o condomínio onde: D = (D1 + D2 + D3) X FS D = Demanda total de edificação D1 = Demanda dos apartamentos típicos D2 = Demanda do condomínio D3 = Demanda dos apartamentos duplex fs = Fator de segurança 8.Condomínio: (D2) *Demanda de iluminação: 22.20 kVA *Demanda das tomadas: 2. 10 e 12) fs = 1.2 (Item 1.40 kVA *Demanda do motor de1/2 cv = 0.Elaborado em: Página: 14/11/2013 68 de 120 Código: Revisão: NT. Portanto.94 = 81.tipo: (D1) D1 = s x f = 2.54 x 31. A) 8.3.3.3 .1.04 kVA *Demanda dos motores 7.3.67 8.1 .Cálculo das Demandas: 8.31.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS 02 Motor 1/3 cv – 127V(fil.87 kVA *Demanda do motor de 3cv = 4.000 = 10.1. utilizaremos o critério da área útil para os apartamentos típicos e apartamentos duplex.Apartamento .3 .hid) 410 TOTAL 0.20 = 0.00 25% x 12. o edifício é exclusivamente residencial.810 = 3. descrito no item 1.98 kVA DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .20 13.2 tab.00 x 0.82 46.

62 = 3.36 x 1.54 + 5.24 kVA Corrente de projeto = 450 A .120 A 8.55 x 0. secar roupa e ferro elétrico 5.87 + 4.Apartamentos duplex: (D3) D3 = s x f + (a+b) = 4.40 x 0.03 kVA Padrão = 3P .56 b3 = Fogão a aparelho tipo grill 2. 10 e 11) a = Demanda da sauna: 4 x 2 x 0.31.98 + 11.3.20 + 0.4 .75 = 4.Apartamento duplex (Demanda individual): DD = (a + b + c + d).13 + 43.04 + 12.54 (tab.62 = 6.40 + 0.65 = 5.00 x 0.8 kVA D3 = 8.8 = 18.80 = 2.70 x 0.20 b2 = Aquecedor de banheira 3. roupa.2 = 171.10 b5 = Sauna 4.20 c = Ar condicionado 12.2 x 2 = 6.96 = 8.2 + 4.40 x 0.54 = 4.2 kVA b = Demanda do aquecedor de banheira: 3.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS *Demanda do motor de 10cv = 11.00 x 0. onde: a = iluminação e tomadas 8.Elaborado em: Página: 14/11/2013 69 de 120 Código: Revisão: NT.00 x 0.03 + 18.51 b4 = Máquina de lavar louça.54) x 1.80 = 3.54 = 43.30 DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .54 b = Aparelhos eletrodomésticos e de aquecimento : b1 = Chuveiro 10.90 = 11.54 kVA D = (81.56 = 1.54 kVA D2 = 13.20 x 0.

10 + 3.92 x 1 = 9.100 A .Apartamento tipo (Demanda individual): DT = (a + b + c + d).70 A Tipo de fornecimento às unidades consumidoras: 8.86 kVA Padrão = 3P .20 + 2.87 kVA Padrão = 3P .00 x 0.004 02 d = Filtro de piscina 1/3cv .hidromassagem 1/3cv 0.62 = 3.6 : 0.51 = 1. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .2 + 2.30 + 0.56 b3 = Fogão a aparelho tipo grill 2.Apartamento tipo: O tipo de fornecimento será definido pela carga instalada calculada no item 8.28 b = Aparelhos eletrodomésticos e de aquecimento : b1 = Chuveiro 6.54 + 6.46 DD = 4.4 .82 x 0.28 + (4.37 b4 = Máquina de lavar louça.80 = 2.10 c = Ar condicionado 8.46 = 32.35 = 23.20 + 11.00 x 0.70 = 4.56 + 1.35 DT = 3.56 + 1.68 = 3.82 x 0.2 b2 = Aquecedor de banheira 3.51 + 3.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 70 de 120 Código: Revisão: NT.31.5 (DT = 23.37 + 3.86 kVA) Fornecimento = Trifásico 3 fases + neutro Proteção = Disjuntor tripolar de 70A Condutor = Ver esquema vertical. Foi considerado um queda de tensão de 2%. onde: a = iluminação e tomadas 4.56 = 0.20 x 0. roupa.1) + 9. secar roupa e ferro elétrico 5.70 x 0.

3 A 8.Demanda dos painéis de medidores: A demanda dos painéis de medidores será calculada pelo critério de área útil 8.3 (D2 = 43.3..4 (DD = 32.7.54 + 11.1 .Apartamento duplex: O tipo de fornecimento será definido pela demanda calculada no item 8.6 .31.37 (tab.56 kVA Corrente nominal = 143.2 .004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS 8.54 x 14.Condomínio: O tipo de fornecimento será definido pela demanda calculada no item 8.3.45 + 18.7 .54 DP III = (28.Elaborado em: Página: 14/11/2013 71 de 120 Código: Revisão: NT.3 = 61.5 .5 DP I e II = 36.5 = 54.Painel I e II (16 caixas padrão polifásicas cada): DP I e II = (DI) x fs DI = s x f = 2. 10 e 11) Fs = 1.20 = 28.09 kVA Corrente Nominal = 160 A DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .7.32 = 36.45 Db = 18.54) x 1.Painel III (14 caixas padrão polifásicas): a = 12 medidores típicos b = 02 medidores duplex (calculada no item 8.4) DP III = (Da + Db) x fs Da = s x f = 2.03 kVA) Fornecimento = Trifásico 3 fases + neutro Proteção = Disjuntor tripolar de 120A Condutor = 3 x # 50 (# 50) mm2 cobre /PVC – 750V 8.87 kVA) Fornecimento = Trifásico 3 fases + neutro Proteção = Disjuntor tripolar de 100A Condutor = 3 x # 70 (# 50) mm2 cobre /PVC – 750V 8.37 x 1.

....3 da norma NTD ...... De acordo com a tabela 3 do anexo I adotaremos: Transformador = 150 kVA Proteção = Chave tipo faca 600A. Assinatura do profissional CREA DOCUMENTO NÃO CONTROLADO ....... 10......... .... conforme indicado no item 5.de ......8 ........ ..........004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS 8..... DATA PREVISTA PARA LIGAÇÃO DEFINITIVA: .. de ......... com fusível tipo NH de 500A Condutores = 2 x 3 # 120 (120) mm2 isolamento para 1kV Eletroduto = ∅ 4” .............ferro galvanizado e PVC 9...31.......................................... com SE construída pela concessionária......... cidade (estado)...... de ....03...............Tipo de fornecimento da edificação: O atendimento será através da rede primária. RAMO DE ATIVIDADE: A presente edificação trata de um edifício de múltiplas unidades consumidoras exclusivamente residenciais...................Elaborado em: Página: 14/11/2013 72 de 120 Código: Revisão: NT..

000 BTU/h 625 Relógio 5 6.200 Projetor Slide 250 Chuveiro elétrico 2500 a 5400 Rádio 50 Circulador de ar 150 Som 120 5.000 BTU/h 1600 Torradeira 500 a 1200 14.000 BTU/h 3600 150 a 200 litros Aquecedor de água por acumulação 250 litros (Boiler) 300 a 350 litros 400 litros Barbeador elétrico Batedeira Condicionador de Ar 350 a 500 Nota: 34. devido às diferenças entre fabricantes. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . Havendo disponibilidade dos dados de placa do equipamento.100BTU/h 900 Secador de roupa 2500 a 6000 8.de água passagem: 4000 a 8000 Exaustor 300 a 500 Aquecedor ambiente (Portátil) 700 a 1300 Ferro elétrico 800 a 1650 Aspirador de pó 250 a 800 Fogão elétrico 4000 a 12000 10 Grill 1200 70 a 1300 Lavadora de louças 1200 a 2800 Bomba d` água 1/4 CV 335 Liquidificador 270 Bomba d` água 1/2 CV 613 Máquina de costura 60 a 150 Bomba d` água 3/4CV 849 Máquina de lavar roupa 400 a 1500 Bomba d` água 1CV 1051 Microondas 1200 a 2000 Cafeteira 600 Ponto de Luz e tomada 100 Maquina de Café 1.Elaborado em: Página: 14/11/2013 73 de 120 Código: Revisão: NT.000 BTU/h 2600 Ventilador 60 a 300 21.31.500 BTU/h 1300 Televisor 70 a 100 10.000 BTU/h 760 Secador de cabelo 500 a 1500 7.000 BTU/h 2800 30.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS 9 TABELAS TABELA 1 – POTÊNCIA DE APARELHOS ELETRODOMÉSTICOS POTÊNCIA DE APARELHOS ELETRODOMÉSTICOS POTÊNCIA (W) APARELHOS 50 a 100 litros APARELHOS POTÊNCIA (W) 1000 Congelador(Freezer) 1250 Computador/Estabilizador/Impressora 180 1500 DVD 30 2000 Enceradeira 500 2500 Estabilizador 200 Aquec. estado de conservação.000BTU/h 2000 Triturador de lixo 300 18. Os valores acima estabelecidos são estimados. recomenda-se a utilização dos mesmos no cálculo da carga instalada e/ou demanda. modelos.000 BTU/h 1900 TV 100 15. etc.000 BTU/h 1400 Torneira elétrica 2500 a 3200 12.

1 – FATORES DE DEMANDA PARA ILUMINAÇÃO E TOMADAS DE USO GERAL PARA UNIDADES CONSUMIDORAS NÃO RESIDENCIAIS DESCRIÇÃO FATOR DE DEMANDA (%) Auditórios. 38. Tomadas específicas (aparelhos especiais) devem ser consideradas a parte.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 74 de 120 Código: Revisão: NT.92. considerar kVA = kW (fator de potência unitária). Para lâmpadas de descarga (fluorescente. utilizando fatores de demanda. É recomendável que a previsão de cargas de iluminação e tomada feita pelo consumidor atenda as prescrições da NBR-5410. salões p/exposições e semelhantes 100 Bancos.31. salões de beleza e semelhantes 100 Clubes e semelhantes 100 100 para os primeiros 12 kVA Escolas e semelhantes 50 para o que exceder de 12 kVA 100 para os primeiros 20 kVA Escritórios 70 para o que exceder de 20 kVA Garagens comerciais e semelhantes 100 40 para os primeiros 50 kVA Hospitais e semelhantes 20 para o que exceder de 50 kVA 50 para os primeiros 20 kVA Hotéis e semelhantes 40 para os seguintes 80 kVA 30 para o que exceder de 100 kVA Igrejas e semelhantes 100 100 para os primeiros 20 kVA Oficinas e Indústrias 80 para o que exceder de 20 kVA Restaurantes e semelhantes 100 NOTA: 35. vapor de mercúrio/sódio metálico) considerar kVA = kW/0.004 02 TABELA 2. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO outros . 37. 36. Para lâmpadas incandescentes e halógenas. lojas e semelhantes 100 Barbearias.

vapor de mercúrio/sódio metálico) considerar kVA=kW/0.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS TABELA 2. 42.I. considerar kVA=kW (fator de potência unitária). 41. Para lâmpadas de descarga (fluorescente. Para lâmpadas incandescentes e halógenas.31.D 0<P(kW) ≤1 (86) 6<P(kW) ≤7 (60) 1<P(kW) ≤2 (81) 7<P(kW) ≤8 (57) 2<P(kW) ≤3 (76) 8<P(kW) ≤9 (54) 3<P(kW) ≤4 (72) 9<P(kW) ≤10 (52) 4<P(kW) ≤5 (68) CI>10 (45) 5<P(kW) ≤6 (64) 100 para os primeiros 10 kW Prédios Residenciais 20 para os seguintes 110 kW 10 para o que exceder de 120 kW NOTA: 39.Elaborado em: Página: 14/11/2013 75 de 120 Código: Revisão: NT.2 – FATORES DE DEMANDA PARA ILUMINAÇÃO E TOMADAS DE USO GERAL PARA UNIDADES CONSUMIDORAS RESIDENCIAIS DESCRIÇÃO FATOR DE DEMANDA (%) C. a partir de uma instalação de alta tensão. É recomendável que a previsão de cargas de iluminação e tomada feita pelo consumidor atenda as prescrições da NBR 5410. utilizando outros fatores de demanda. 4% 4% B – alimentadas diretamente por subestação de transformação ou transformador. a partir de uma rede de distribuição pública de baixa tensão. 40. 7% 7% C – que possuam fonte própria. TABELA 3 – LIMITES DE QUEDA DE TENSÃO A – alimentadas diretamente por um ramal de baixa tensão. Unidades Consumidores Residenciais F.I. Tomadas específicas (aparelhos especiais) devem ser consideradas a parte.D C. 7% 7% DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .92. F.

75 0.32 16 0.50 5 0.53 0.32 12 0.28 DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .65 3 0.70 0.5kW 1 0.59 0.43 0.43 7 0.34 11 0.55 4 0.80 2 0.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 76 de 120 Código: Revisão: NT.32 15 0.40 0.66 0.36 9 0.41 0.80 0.39 0.47 0.51 0.49 0.45 0.40 8 0.28 17 0.32 14 0.62 0.45 6 0.56 0.31.32 13 0.004 02 TABELA 4 – FATORES DE DEMANDA DE MOTOR-BOMBA HIDROMASSAGEM NÚMEROS DE APARELHOS FATOR DE DEMANDA % 1 100 2 56 3 47 4 39 5 35 6 A 10 25 11 A 20 20 21 A 30 18 ACIMA DE 30 15 TABELA 5 – FATORES DE DEMANDA DE APARELHOS DE AQUECIMENTO E ELETRODOMÉSTICOS EM GERAL FATOR DE DEMANDA % NÚMERO DE APARELHOS POTÊNCIA INDIVIDUAL ATÉ 3.38 0.5kW POTÊNCIA INDIVIDUAL MAIOR QUE 3.35 10 0.

26 24 0.33 0.30 0.5kW POTÊNCIA INDIVIDUAL MAIOR QUE 3.22 28 0.80 51 a 75 0.00 11 a 15 0.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 77 de 120 Código: Revisão: NT.26 22 0.80 0.85 1.30 0.60 0.30 0.20 29 0.34 0.00 16 a 20 0.80 41 a 50 0.26 25 0.FATORES DE DEMANDA DE APARELHOS DE AR CONDICIONADO FATOR DE DEMANDA % NÚMEROS DE APARELHOS EDIFÍCIOS RESIDENCIAIS EDIFÍCIOS COMERCIAIS 1 a 05 1.00 1.26 26 0.28 20 0.38 0.65 1.18 30 0.004 02 FATOR DE DEMANDA % NÚMERO DE APARELHOS POTÊNCIA INDIVIDUAL ATÉ 3.30 0.80 0.80 1.30 0.28 19 0.31.16 TABELA 6 .31 0.35 0.00 06 a 10 0.00 21 a 25 0.37 0.36 0.45 0.33 0.5kW 18 0.26 23 0.52 0.90 1.00 31 a 40 0.70 1.28 21 0.70 76 Acima a de 100 100 DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .24 27 0.00 26 a 30 0.30 0.30 0.

54 3.94 25.714 3.888 12 1/2 14.77 2.148 DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .82 55.984 66.18 1.46 22.345 7.34 2.362 40.328 22.176 24.186 3.801 10.824 5.68 5.254 1.771 2.98 2.422 4.3 3.234 1/2 1.465 5.584 12.226 5.84 13.31 2.989 12.6 3.082 3.386 34.41 32.474 3 4.7 3 3.31.01 2.87 2 2.738 50.518 1.748 15 16.128 10 11.34 2.24 11.964 3.841 8.824 34.26 16.361 10.405 6.77 1.602 4.105 7.796 20.02 4.172 31.574 2.242 2.003 3.16 9.5 1.004 02 TABELA 7 – FATORES DE DEMANDA PARA ELEVADORES NÚMERO DE ELEVADORES FD % 1 80 2 70 3 65 4 60 5 50 Acima de 5 45 TABELA 8 – DETERMINAÇÃO DA DEMANDA EM FUNÇÃO DA QUANTIDADE DE MOTORES (VALORES EM KVA) – MOTORES MONOFÁSICOS QUANTIDADE DE MOTORES POTÊNCIA DO MOTOR (CV) 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 FATOR DE DIVERSIDADE 1 1.772 3.97 4.94 22.618 4.476 37.632 18.165 9.692 11.338 44.704 14.9 2.872 7 1/2 8.772 1/3 0.35 3.07 6.168 16.412 41.48 20.05 7.302 53.186 38.455 5.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 78 de 120 Código: Revisão: NT.46 9.079 2.99 1.772 31.212 4.155 1.588 4.094 5 6.52 29.904 45.546 3.91 9.541 2.782 1.733 9.266 62.56 2.868 26.902 60.616 6.873 17.019 8.525 4.084 6.784 58.024 25.116 26.956 3/4 1.178 2.066 71.628 1 1.64 17.21 13.376 2.652 15.148 5.463 1.9 4.92 38.3 2.755 8.82 49.428 34.66 0.962 45.894 4.41 28.431 14.332 23.396 48.552 1 1/2 2.248 4.643 6.2 1/4 0.

90 23.94 268.94 64.02 372.49 133.72 109.82 25 25.20 82.06 7.02 9.50 4.93 26.11 2 2.12 13.89 2.43 190.04 351.10 33.29 8.86 6.62 21.33 10 11.34 226.34 437.99 70.31.95 2.26 1.93 6.40 107.41 513.59 684.54 4.04 6.98 2.98 31.46 9.15 2.50 491.52 2.51 91.93 69.23 110.01 286.18 285.40 91.99 100.87 466.36 25.93 79.78 57.64 551.56 5.56 11.50 50.9 2.91 12.79 244.3 3.56 219.08 131.77 32.34 2.52 260.13 6.26 4.95 59.41 69.6 3.7 3 3.27 421.49 570.96 49.13 3.55 31.23 75 72.54 15.28 7 1/2 8.9 4.08 41.85 16.15 87.67 23.03 7.81 175.08 59.16 4.25 18.84 238.65 741.40 3.5 1.03 128.72 54.12 4.30 119.39 3.60 18.15 41.01 48.73 1/2 0.54 45.57 13.75 49.16 7.91 50 48.2 1/3 0.76 DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .01 174.70 798.58 15.10 8.70 4.35 2.44 19.29 10.81 8.18 15 16.29 211.95 54.38 456.44 13.34 181.3 2.89 303.47 12 1/2 14.87 21.35 125 117.91 5.28 2.95 28.49 85.19 92.24 1.13 5 6.42 200 190.53 11.99 50.004 02 TABELA 9 – DETERMINAÇÃO DA DEMANDA EM FUNÇÃO DA QUANTIDADE DE MOTORES (VALORES EM KVA) – MOTORES TRIFÁSICOS QUANTIDADE DE MOTORES POTÊNCIA DO MOTOR (CV) 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 FATOR DE DIVERSIDADE 1 1.03 593.52 45.84 38.19 160.65 3/4 1.59 112.76 1.10 4.38 1 1/2 2.73 73.76 16.10 92.24 195.31 0.48 25.72 10.04 42.78 4.02 5.74 59.93 20 22.30 72.21 7.22 131.97 4 5.65 24.09 21.27 46.33 14.58 100 95.91 9.14 26.65 0.74 77.68 315.41 38.45 324.98 16.17 5.06 154.87 1.53 2.05 204.03 11.39 2.16 216.65 12.05 5.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 79 de 120 Código: Revisão: NT.62 38.55 9.67 66.54 31.40 269.89 3.79 258.35 344.97 381.34 3 4.51 7.00 2.48 423.98 1.63 38.74 108.87 119.29 1 1.09 16.54 627.29 44.61 2.26 508.18 40 39.54 17.27 361.87 3.74 36.21 281.90 3.99 166.95 59.11 19.06 19.05 175.24 92.68 9.45 191.15 386.56 143.61 75.17 3.99 5.14 143.31 21.22 316.56 86.58 222.50 1.84 59.68 401.14 33.42 137.61 150 141.57 146.56 100.74 157.16 34.90 209.49 30 30.33 166.28 108.67 60 58.

67 281 – 300 5.76 76 – 80 1.35 551 – 600 10.00 171 .36 56 – 60 1.01 51 – 55 1.86 351 – 400 7.170 3.1000 16.06 451 – 500 9.28 91 – 95 2.72 61 – 65 1.54 601 – 650 11.28 901 .07 66 – 70 1.26 201 – 220 4.86 141 – 150 3.40 151 – 160 3.16 191 – 200 4.Elaborado em: Página: 14/11/2013 80 de 120 Código: Revisão: NT.47 241 – 260 5.16 501 – 550 9.180 3.91 701 – 800 13.10 801 – 900 15.36 221 – 240 4.30 131 – 140 2.31.42 71 – 75 1.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS TABELA 10 – DEMANDA POR APARTAMENTO RESIDENCIAL EM FUNÇÃO DA ÁREA ÚTIL ÁREA ÚTIL m² DEMANDA (S) kVA ÁREA ÚTIL m² DEMANDA (S) kVA até 40 1.93 161 .91 101 – 110 2.84 46 – 50 1.65 41 – 45 1.51 121 – 130 2.57 261 – 280 5.05 181 –190 3.10 96 – 100 2.96 401 – 450 8.73 651 – 700 12.45 86 – 90 1.47 DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .71 111 – 120 2.76 301 – 350 6.61 81 – 85 1.

31.25 201 a 237 1 1.30 238 a 275 1 1.35 276 a 312 1 1. m+n obtido da tabela.05 51 a 87 1 1. É recomendável que a previsão de cargas de iluminação e tomada feita pelo consumidor atenda as prescrições da NBR-5410.50 Nota: 43. 44.45 351 a 387 1 1.15 126 a 162 1 1. Para valores fora da tabela utilizar a equação: Onde: h = fator de diversidade da instalação.20 163 a 200 1 1. em função de m+n.004 02 TABELA 11 – FATOR DE DIVERSIDADE m+n (h) Para Edifícios Comerciais (h) Para Edifícios Residenciais Até 50 1 1.10 88 a 125 1 1. m = número de aparelhos de ar condicionado n = número de aparelhos de aquecimento DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .40 313 a 350 1 1.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 81 de 120 Código: Revisão: NT.

09 24 19.34 25 20.59 26 21.59 10 9.58 104 64.90 126 69.42 61 41. (F) 1 1.86 117 67.19 DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .59 22 18.84 15 13.96 52 36.74 115 67.34 13 11.88 54 37.18 114 66.46 102 63.22 123 69.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 82 de 120 Código: Revisão: NT.46 127 69.84 7 6.54 65 43.34 9 8.84 3 2. (F) N.32 66 44.66 122 68.84 55 38.76 64 43.59 14 12.30 116 67.90 101 63.98 119 68.34 5 4.88 68 45.84 11 10.86 74 48.26 107 65.46 75 49.99 28 22.34 125 69.69 59 40.76 57 39.64 60 40.º APTº F.67 77 50. DIV.09 8 7.25 73 48.º APTº F. DIV.14 105 64.44 70 46.80 56 38.84 23 19.34 21 18.02 103 64.02 128 70.00 51 35.004 02 TABELA 12 – FATOR PARA DIVERSIFICAÇÃO DA DEMANDA EM FUNÇÃO DO NÚMERO DE APARTAMENTOS RESIDENCIAIS DA EDIFICAÇÃO N. (F) N.38 109 65.34 17 15.27 78 51.98 63 42.10 121 68.09 4 3.84 19 16.79 27 21.65 72 47.62 113 66.06 76 49.78 124 69.94 110 65. DIV.º APTº F.50 111 66.92 53 37.72 58 39.42 118 67.10 67 44.06 112 66.54 120 68.59 18 15.20 62 42.66 69 45.09 20 17.31.59 6 5.70 106 64.09 12 11.04 71 47.59 2 1.82 108 65.09 16 14.

33 93 59.74 140 72.29 84 53.59 46 33.39 30 23.71 87 56.31 88 56.94 94 59.54 145 73.50 85 54.62 138 72.34 100 63.88 79 51.39 35 26.08 81 52.59 41 30.70 131 70.18 139 72.50 136 71.79 32 24.19 39 28.59 31 24.99 43 31.48 80 52.19 44 31.38 134 71.90 84 54.79 37 27.19 49 34.31.92 89 57.99 38 28.54 95 60.22 148 74.39 50 35.30 141 72.79 42 30.66 147 73.39 45 32.58 129 70.99 48 34.59 36 27.06 137 71.10 86 55.78 149 74.22 98 62.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 83 de 120 Código: Revisão: NT.69 82 53.79 47 33.34 150 74.66 97 61.10 96 61.94 135 71.10 146 73.26 132 70.19 34 25.78 99 62.59 DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .004 02 29 22.52 90 57.73 92 58.82 133 71.98 144 73.86 142 72.42 143 73.12 91 58.99 33 25.14 130 70.39 40 29.

40 X 4.70 3” X 1/2” 1810 101.004 02 TABELA 13 – FATORES DE DEMANDA INDIVIDUAIS PARA MÁQUINAS DE SOLDA A TRANSFORMADOR E APARELHOS DE RAIOS X E GALVANIZAÇÃO EQUIPAMENTO POTÊNCIA DO APARELHO FATOR DE DEMANDA (%) 1º maior 100 2º maior 70 3º maior 70 Soma dos demais 30 Solda a Maior 100 resistência Soma dos demais 60 Aparelho de Maior 100 raios X Soma dos demais 70 Solda a arco e aparelhos de galvanização NOTA: 45.18 1.80 X4 .10 X 6. Máquinas de solda tipo motor gerador deverão ser consideradas como motores.70 1” X 1/2” 1010 50.35 2.” X 1/8” 370 38.70 4” X 1/2” DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .40 X 3.35 2” X 1/4” 850 63.35 1” X 1/4” 544 38.77 1.80 X 12.40 X 6.1/2” X 3/16” 595 50.20 X 6.50 X 6.40 X 12.00 X 3.80 X 6.18 3/4" X 1/8” 250 25.3/4” X 1/4” 1130 88. TABELA 14 .NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 84 de 120 Código: Revisão: NT.35 2.60 X 10.” X 3/16” 460 38.DIMENSIONAMENTO PELA CAPACIDADE DE CORRENTE DO BARRAMENTO DE BAIXA TENSÃO Barramento Corrente (A) Seção transversal (mm) Seção transversal (polegadas) 208 19.18 1.60 X 6.1/2” X 1/4” 700 50.70 2” X 1/2” 1425 76.10 X 4.77 2” X 3/16” 400 25.1/2” X 1/4” 1250 101.35 1.1/2” X 1/8” 340 25.90 X 6.10 X 3.1/2” X 1/4” 1000 70.77 1.35 4” X 1/4” 600 25.35 3.31.20 X 12.

1/4” 6 10(10) ≤ 15 40 - - 16 1.1 até 27 70 - - 25 1.1 até 66 175 - - 95 3” 35 70(35) 66.1 até 57 150 - - 70 3” 35 50(25) 57.1 até 38 100 - - 35 2” 35 25(25) 38.1 até 47 125 - - 50 2” 35 MONOFÁSICO 3/4” 10(10) BIFÁSICO TRIFÁSICO 35(25) 1” 47. Onde: FP.Queda de Tensão.85.31. FD= 80% e ∆V= 2% na medição. FD.1 até 15 60 - 16 - 1.Fator de Potência.1 até 10 63 ou 70 10 - - 3/4” 6 10(10) ≤10 40 - 10 - 1. deve ser considerado o cálculo de queda de tensão para o dimensionamento real do condutor. ∆V. obedecido os critérios de projeto.1/4” 6 10. FD= 80% e ∆V= 2% na medição. • Valores admitidos nos cabos: a. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . Bitola mínima do condutor de cobre.1 até 75 200 - - 95 3” 35 70(35) Nota: 46.1/4” 16 10(10) 15.1/4” 25 16(16) 27. Ligação Bifásica e Trifásica – FP= 0.004 02 TABELA 15 – DIMENSIONAMENTO DE CONDUTORES E PROTEÇÃO PARA UNIDADES CONSUMIDORAS • CELPA DISJUNTOR TIPOS DE CARGA TERMOMAGNÉTICO FORNECIMENTO INSTALADA MÁX (A) RAMAL DE LIGAÇÃO (CABO DE ALUMÍNIO MULTIPLEXADO) (mm²) DUPLEX TRIPLEX QUADRUPLEX DIÂMENTRO DIÂMENTRO CONDUTOR DE NOMINAL Ø NOMINAL Ø ATERRAMENTO ELETRODUTO ELETRODUTO (Aço Cobreado) DE AÇO ATERRAMENTO (mm²-mínimo) GALVANIZADO (pol) CONDUTORES DE COBRE PARA INSTALAÇÃO INTERNA (BITOLA MÍNIMA) mm² * Até 4 30 ou 32 10 - - 3/4” 6 6(6) 4. Ligação Monofásica – FP= 1.Fator de Demanda. b.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 85 de 120 Código: Revisão: NT.

1/4” 35 100(TRI) 50.1 a 50.0 16 1.5 125 à 165 150 166 à 250 225 251 à 333 300 334 à 555 500 DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .Elaborado em: Página: 14/11/2013 86 de 120 Código: Revisão: NT.1/4” 16 63(TRI) 30.1 a 75.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS • CEMAR Trifásico Monofásico Tipo de Fornecimento Carga Instalada (kW) Condutor Mínimo para alimentação da UC (mm²) Eletroduto Diâmetro Nominal (pol) Condutor de Aterramento (mm²) Corrente Máxima do Disjuntor (A) Até 4 4 3/4“ 6 25(MONO) 4a8 6 3/4" 6 50(MONO) 8 a 12 10 3/4" 6 63(MONO) 12 a 20 6 1.0 35 2” 35 125(TRI) TABELA 16 – DIMENSIONAMENTO DE TRANSFORMADORES Demanda calculada (kVA) Transformador recomendado (kVA) Até 33 30 34 à 49 45 50 à 82 75 83 à 124 112.1 a 30.0 25 1.0 10 1.31.1/4” 25 80(TRI) 40.1 a 40.1/4” 6 40(TRI) 20.

9∆\\ 220/380/4 40/760 380/220 5< P≤ 25 ESTRELATRIÂNGULO DE 380/220 7. 65% DO VALOR NOMINAL 5< P≤ 30 7.12∆\\ A TENSÃO DEVE SER REDUZIDA A. Para motores do tipo rotor bobinado.5< P≤ 30 CHAVE COMPENSADORA 5< P≤ 40 7. 48.5< P≤ 40 NOTA: 47. A chave estrela-triângulo só poderá ser utilizada quando a tensão da rede coincidir com a tensão de placa em triângulo.5< P≤ 25 REDE PLACA (V) (V) 220/127 ou 380/220 6λ 380/220 220 3 λ ou 3 ∆ 380/220 6 λ ou 6 ∆ ou 220/127 INDUÇÃO GAIOLA Nº DE TAPS TAPS TERMINAIS DE PARTIDA - - - - ou - - 50.31.12∆\\ 220/127 INDUÇÃO GAIOLA 7. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .65 e 80 50 9λs .6∆\\ 220/380/4 40/760 380/220 ou 12λs .5< P≤ 25 RESISTÊNCIA OU REATÂNCIA DE PARTIDA INDIRETA AUTOMÁTICA GAIOLA 5< P≤ 25 CHAVE COMPENSADORA TENSÃO DA 220/127 INDUÇÃO SÉRIE-PARALELO TENSÃO 12λs .Elaborado em: Página: 14/11/2013 87 de 120 Código: Revisão: NT.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS TIPO DE PARTIDA TABELA 17 – DISPOSITIVO DE PARTIDA DE MOTORES TRIFÁSICOS POTÊNCIA TIPO DE CHAVE DO MOTOR DIRETA (cv) TIPO TIPO DO DO MOTOR ROTOR - - ≤5 ≤ 7. deverá existir dispositivo de bloqueio para impedir a partida do motor com as escovas levantadas. NO MÍNIMMO.5< P≤ 25 ou ou 6λs .5 5< P≤ 25 INDIRETA MANUAL ESTRELATRIÂNGULO 7.5< P≤ 30 5< P≤30 SÉRIE-PARALELO AS OUTRAS CARACTERÍSTICAS SÃO IGUAIS AS DAS CHAVES MANUAIS 7.

NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 88 de 120 Código: Revisão: NT.PLANTA DE SITUAÇÃO APLICADO A CEMAR DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .004 02 10 DESENHOS DESENHO 1 – PLANTA DE SITUAÇÃO EXEMPLO 1 .31.

812 Y 9.31.004 02 EXEMPLO 2 .931 Edifíci o Carpe diem DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .837.PLANTA DE SITUAÇÃO APLICADO A CELPA X 779.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 89 de 120 Código: Revisão: NT.

004 02 DESENHO 2 – AFASTAMENTOS MÍNIMOS ENTRE CONDUTORES E EDIFICAÇÕES DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 90 de 120 Código: Revisão: NT.31.

NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 91 de 120 Código: Revisão: NT.31.004 02 DESENHO 3 – CABINE DE PROTEÇÃO E TRANSFORMAÇÃO – ENTRADA AÉREA CEMAR/CELPA MEDIÇÃO CEMAR/CELPA DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .

004 02 DESENHO 4 – CABINE DE PROTEÇÃO E TRANSFORMAÇÃO – ENTRADA SUBTERRÂNEA MEDIÇÃO CEMAR/CELPA DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .31.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 92 de 120 Código: Revisão: NT.

Para subestações ao tempo no solo ou abrigadas é obrigatória a construção de dispositivo de drenagem para óleo. Medidas em milímetros. Todas as aberturas de iluminação e ventilação devem ser providas de telas metálicas zincadas com malha de. Dimensões mínimas para transformadores de até 500 kVA. 52. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . 53. com no mínimo de 150 lux. 50. deve ter uma placa de advertência com os dizeres: “CUIDADO! ALTA TENSÃO!”. Na porta da Subestação. 54.31. 5 mm e.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 93 de 120 Código: Revisão: NT. no mínimo.004 02 Nota: (DESENHOS 3 E 4) 49. Caso haja mais de um transformador. no máximo 13 mm. devem ser construídos cubículos de transformação com as mesmas dimensões do primeiro. 51. um para cada transformador. Deve ser instalada iluminação no corredor. de acordo com o DESENHO 7 – BACIA DE CONTENÇÃO DE ÓLEO. 55. exceto onde indicado.

NO NÍVEL DO PISO.Elaborado em: Página: 14/11/2013 94 de 120 Código: Revisão: NT.31. CONFORME TABELA "A" FIGURA 1 .000 VER "K" E "H" A - R 1. ESTRADOS.ETC.ESPAÇAMENTO PARA INSTALAÇÕES INTERNAS.000 ALTURA MÍNIMA DE UM ANTEPARO HORIZONTAL F 1.700 ALTURA MÍNIMA DE UMA PARTE VIVA K 2. TABELA A VALORES DE ESPAÇAMENTO PARA INSTALAÇÕES INTERNAS DIMENSÕES MÍNIMAS EM MILÍMETROS L 3. CONFORME TABELA "A" PARTES VIVAS CONVENÇÕES: ANTEPAROS: TELA OU GRADE METÁLICA DISPOSITIVOS DE MANOBRA NOTA: SENDO EMPREGADO PISO ISOLANTE (TAPETES.ESPAÇAMENTO PARA INSTALAÇÕES INTERNAS.700 ALTURA MÍNIMA DE UM ANTEPARO VERTICAL J 600 ALTURA MÍNIMA DE UMA PARTE VIVA SEM CIRCULAÇÃO DIMENSÕES MÁXIMAS EM MILÍMETROS E 300 ALTURA MÍNIMA DE UMA PARTE VIVA SEM CIRCULAÇÃO DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .). AS DIMENSÕES VERTICAIS DEVEM REFERIR-SE A ESSE PISO.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS DESENHO 5 – ESPAÇAMENTOS PARA INSTALAÇÕES INTERNAS (A) FIGURA 1 .200 LOCAIS DE MANOBRA VALORES DA TABELA B (FASE E TERRA) H 2.

31.000 CIRCULAÇÃO E 600 ALTURA DA PARTE VIVA DIMENSÕES MÁXIMAS EM MILÍMETROS ALTURA MÍNIMA DE UMA PARTE VIVA SEM CIRCULAÇÃO DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . USAR A ALTURA MÍNIMA ENTRE A PARTE VIVA E O SOLO) C 1.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS DESENHO 6 – ESPAÇAMENTOS PARA INSTALAÇÕES INTERNAS (B) CONVENÇÕES: PARTES VIVAS AN TEPAROS: TELA OU GRADE METÁLICA DISPOSITIVOS DE MANOBRA ÁREA DE CIRCULAÇÃO PERMITIDA A PESSOAS ADVERTIDAS ÁREA DE CIRCULAÇÃO PROÍBIDA NOTA: SENDO EMPREGADO PISO ISOLANTE (TAPETES. TABELA B VALORES DE ESPAÇAMENTO PARA INSTALAÇÕES EXTERNAS AO NÍVEL DO PISO DIMENSÕES MÍNIMAS EM MILÍMET ROS A 1.000 ALTURA DA PROTEÇÃO EXTERNA R 2.Elaborado em: Página: 14/11/2013 95 de 120 Código: Revisão: NT.000 EM LOCAL COM TRÂNSIT O DE PEDESTRES SOMENTE J 800 L 2.000 EM LOCAL COM TRÂNSITO DE VEÍCULO H' 5.500 DISTÂNCIA ENTRE A PARTE VIVA E A PROTEÇÃO EXTERNA B 4.000 ALTURA SUPERIOR DO ANTEPARO H 6. ESTRADOS.500 ÁREA DE CIRCULAÇÃO D 500 PROTEÇÃO COM TELA F 2. AS DIMENSÕES VERTICAIS DEVEM REFERIR-SE A ESSE PISO.).000 SEM TELA (PARA AS DIMENSÕES INFERIORES.ETC.

O eletroduto de escoamento deverá ser de aço galvanizado com diâmetro mínimo de 3” (75mm). A capacidade útil de armazenamento do tanque de coleta deverá ser. no mínimo.004 02 DESENHO 7 – BACIA DE CONTENÇÃO DE ÓLEO VISTA SUPERIOR CORTE TRANSVERSAL Nota: 56.80 m³. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 96 de 120 Código: Revisão: NT. igual a 0. 57.31.

004 02 DESENHO 8 – RAMAL DE LIGAÇÃO DERIVANDO DA REDE DE MÉDIA TENSÃO CEMAR OU DA CELPA . DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . A montagem na CELPA dever ser feita com cruzeta retangular 90x90x2000mm com mão francesa. Os eletrodutos em aço galvanizado devem ser todos instalados de forma aparente.31.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 97 de 120 Código: Revisão: NT. 59.ENTRADA SUBTERRÂNEA COM MUFLAS MONOFÁSICAS A A LEGENDA: CORTE A-A Nota: 58.

62. Utilizar dois isoladores para sistema 15 kV e três isoladores para 36.2 kV. A montagem na CELPA dever ser feita com cruzeta retangular 90x90x2000mm com mão francesa.31. 61. Os eletrodutos em aço galvanizado devem ser todos instalados de forma aparente.ENTRADA AÉREA POSTE CEMAR/CELPA Nota: 60.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 98 de 120 Código: Revisão: NT. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .004 02 DESENHO 9 – RAMAL DE LIGAÇÃO DERIVANDO DA REDE DE MÉDIA TENSÃO DA CEMAR OU DA CELPA .

DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .004 02 DESENHO 10 – RAMAL DE LIGAÇÃO DERIVANDO DA REDE DE MÉDIA TENSÃO DA CEMAR E DA CELPA . A montagem na CELPA dever ser feita com cruzeta retangular 90x90x2000mm com mão francesa. 64.ENTRADA MISTA REDE CEMAR/CELPA Nota: 63.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 99 de 120 Código: Revisão: NT. Os eletrodutos em aço galvanizado devem ser todos instalados de forma aparente.31. 65.2 kV. Utilizar dois isoladores para sistema 15 kV e três isoladores para 36.

004 02 DESENHO 11 – BANCO DE DUTOS PARA ENTRADA SUBTERRÂNEA DA REDE SECUNDÁRIA 1 DUTO EM PEAD 2 DUTOS EM PEAD 1 DUTO EM PEAD 2 DUTOS EM PEAD M O DELO S DE D RENAG EM Nota: 66.31. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 100 de 120 Código: Revisão: NT. 67. 68. Dimensões em milímetros. (*) Dutos. Cada eletroduto de aço zincado deve conter um circuito completo (condutores fase e neutro). com diâmetros variáveis devem ser compatíveis com os condutores a serem instalados.

NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 101 de 120 Código: Revisão: NT.31.004 02 DESENHO 12 – BANCO DE DUTOS PARA ENTRADA SUBTERRÂNEA DA REDE PRIMÁRIA 2 DUTOS EM PEAD 4 DUTOS EM PEAD 4 DUTOS EM PEAD ESPAÇADORES SUPORTES MODELOS DE DRENAGEM Nota: 69. 70. Dimensões em milímetros. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . (*) Dutos. com diâmetros variáveis devem ser compatíveis com os condutores a serem instalados.

parafusos. O ramal de ligação não pode exceder a 30 metros de comprimento.000 mm. Os condutores não podem conter emendas entre os suportes de fixação do ramal de ligação. 73.004 02 Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS DESENHO 13 – RAMAL DE LIGAÇÃO DERIVADA DA REDE DE BAIXA TENSÃO DA CEMAR OU DA CELPA REDE CEMAR/CELPA Nota: 71. 76. A conexão com a rede da CEMAR ou da CELPA deve ser feita por meio de conector. Toda ferragem utilizada (curvas. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . A altura do ramal de ligação deve estar de acordo com esta Norma. armação secundária. 72. Utilizar tubo de aço zincado até uma altura mínima de 5. deve ser zincada por imersão a quente. porcas e abraçadeiras).31.NORMA TÉCNICA Elaborado em: Página: 14/11/2013 102 de 120 Código: Revisão: NT. 75. 74.

Elaborado em: Página: 14/11/2013 103 de 120 Código: Revisão: NT.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS DESENHO 14 – CAIXA DE PASSAGEM LACRÁVEL TAMPA DE CONCRETO/FERRAGEM TAMPA DE CONCRETO CHAPA DE AÇO GALVANIZADA Nº12 Nota: 77. Dimensões em milímetros. 78. zincada por imersão a quente. 80. Usar chapa de aço nº 12 USSG.31. A tampa de concreto armado deve apresentar uma resistência mínima à compressão de 150 kgf/cm. A caixa de 300 x 500 x 500 só deve ser usada em circuitos monofásicos cujos condutores tenham seção inferior ou igual a 16 mm². 79. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .

31.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 104 de 120 Código: Revisão: NT.004 02 DESENHO 15 – TRAVESSIA SUBTERRÂNEA DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .

NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 105 de 120 Código: Revisão: NT. D2.004 02 DESENHO 16 – PROTEÇÃO DO RAMAL DE ENTRADA DERIVADO DA REDE DE BAIXA TENSÃO DA CEMAR OU DA CELPA FIGURA 1 UM CPG E DOISOU MAIS CM CPG D1 D2 D2 CM CM D3 D3 FIGURA 2 UM CPG INSTALADO NO CM D3 Nota: 81. D3 – disjuntores tripolares termomagnéticos com capacidade de interrupção simétrica mínima de acordo com esta Norma. D1. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .31.

Elaborado em: Página: 14/11/2013 106 de 120 Código: Revisão: NT.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS DESENHO 17 – PROTEÇÃO DO RAMAL DE ENTRADA DERIVADO DA REDE DE MÉDIA TENSÃO DA CEMAR OU DA CELPA FIGURA 3 FIGURA 4 UM TRANSFORMADOR COM DOIS OU MAIS CENTRO DE MEDIÇÃO UM TRANSFORMADOR COM UM CENTRO DE MEDIÇÃO C PG CPG D1 D1 D2 D2 CM CM CM D3 D2 FIGURA 5 DOIS TRANSFORMADORES EM PARALELO COM UM CENTRO DE MEDIÇÃO C PG D2 D3 D3 FIGURA 6 DOIS TRANSFORMADORES EM PARALELO COM DOIS OU MAIS CENTRO DE MEDIÇÃO CPG D1 D1 D1 D1 D2 D2 D2 D3 D3 D3 Nota: 82.31. Disjuntores termomagnéticos com capacidade de interrupção simétrica mínima de acordo com esta Norma. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .

31.004 02 DESENHO 18 – LIGAÇÃO DE BOMBA DE INCÊNDIO IN STA LA ÇÃ O N ORM A L CEM A R OU CELPA M ED M ED E PROT CEM A R OU CELPA IN STALA ÇÃO DE COM BATE A IN CÊN DIO IN STA LA ÇÃ O N ORM A L M ED M ED E PROT C EM AR OU CELPA IN STALA ÇÃO DE COM BATE A IN CÊN DIO IN STALAÇÃO N ORM AL M ED M ED E PROT CEM AR OU CELPA IN STALAÇÃO DE COM BATE A IN C ÊN D IO IN STALAÇÃO N ORM AL M ED M ED E PROT IN STALAÇÃO DE COM BATE A IN CÊN DIO DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 107 de 120 Código: Revisão: NT.

É usado quando a seção do condutor da unidade consumidora for superior a 35 mm². Módulo II – módulo para medição trifásica. Módulo I – módulo para medição direta monofásica ou trifásica. 85. Módulo IV – módulo de proteção. Módulo III – módulo de distribuição (módulo para instalação do barramento) é usado na posição horizontal.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 108 de 120 Código: Revisão: NT.31.004 02 DESENHO 19 – CENTRO DE MEDIÇÃO VAZIO CONS UMIDO R DISJU NTOR GER AL BARRAM ENTO MÓ DUL O DE FIAÇÃO MÓ DUL O D EFIAÇÃ O PI SO C ON SU MI DO R M ON O FÁS IC O P IS O V AZI O D IS JUN TO R C ON SU M ID OR T RI FÁS IC O BA RR AM EN TO PISO P IS O Nota: 83. É usado quando a seção do condutor da unidade consumidora for de até 25 mm². A sua montagem será obrigatoriamente na posição vertical. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . 86. 84. É usado para instalação do disjuntor geral do centro de medição.

Identificação: cada módulo deve ser identificado com o número do apartamento. deverão receber interna e externamente. tanto monofásicos como trifásicos. loja. monofásica ou trifásica. 95. Quaisquer outros tipos de módulos. com 20 fios por polegada. Módulos vazios: espaços destinados a passagem dos cabos de alimentação do centro de medição. Todos os módulos devem possuir luvas para alojamento do parafuso de segurança de 1/4". 89. Os módulos devem ser firmemente atarraxados com parafusos zincados de 1/4" e 3/4". Os módulos de distribuição e de proteção. Não serão admitidos cantos vivos na superfície de contato com os condutores.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 109 de 120 Código: Revisão: NT. Os módulos devem permitir a montagem de medidores e disjuntores. Caixa em chapa de aço laminado a frio nº 18 USSG ou em policarbonato. tipos III e IV. após tratamento com jato de areia ou fosfatização. 88. 100. 99. A cota da base do módulo III deve ser de 400 mm em relação ao piso pronto. etc. Somente serão ligadas as unidades consumidoras cujas caixas tenham sido aprovadas pela CEMAR ou pela CELPA. A distância entre barras correspondentes a diferentes fases e entre estas e a estrutura de montagem devem obedecer às prescrições da NBR 5410. 91. quanto a dimensões e material de fabricação. condomínio. 101.004 02 87. tipo zarcoprimer e mais duas demãos de tinta esmalte sintético cor cinza clara. 98. devem ser submetidos à prévia aprovação da CEMAR ou da CELPA.31. 94. Dimensões em milímetros. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . Utilizar. 93. duas demãos de pintura anticorrosiva. no mínimo. um módulo de distribuição para cada 23 módulos de medição. 90. 96. devem ser instalados na parte mais central possível do centro de medição. 92. As caixas em chapa de aço. Preferencialmente será utilizado pintura a pó epóxi poliéster com espessura mínima de 80 micrômetros. 97.

NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 110 de 120 Código: Revisão: NT. Dimensões em milímetros. Admite-se uma tolerância de ± 2% nas cotas apresentadas.004 02 DESENHO 20 – CENTRO DE MEDIÇÃO – DETALHES DOS MÓDULOS CONSUMIDOR TRIFÁSICO DISJUNTOR BAR RAMENTO BAR RAMENTO VISTA FRONTAL DETALHE DE POSICIONAMENTO DOS MÓDULOS NA PARTE CENTRAL DO CENTRO DE MEDIÇÃO AGRUPADA Nota: 102. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . Exceto onde indicado. 103.31.

DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . Dimensões em milímetros. em aço ABNT 1010 a 1020. Material: cantoneira de perfil “L”.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 111 de 120 Código: Revisão: NT.004 02 DESENHO 21 – SUPORTE PARA FIXAÇÃO DAS MUFLAS INTERNAS E DA CHAVE SECCIONADORA TRIPOLAR PERSPECTIVA Nota: 104. laminado. 105. Onde marcado (*) as cotas são variáveis de acordo com as dimensões da chave utilizada. zincado por imersão a quente.31. 50 x 50 mm.

SUPORTE PARA FIXAÇÃO DA CHAVE SECCIONADORA TRIPOLAR (CUBÍCULO DE TRANSFORMAÇÃO) Nota: 106. 107. Material: cantoneira de perfil “L”. 50 x 50 mm.SUPORTE PARA FIXAÇÃO DA CHAVE SECCIONADORA TRIPOLAR (CUBÍCULO DE DISJUNÇÃO) FIGURA 2 . DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . laminado. zincado por imersão a quente. em aço ABNT 1010 a 1020. Dimensões em milímetros.004 02 DESENHO 22 – SUPORTE PARA FIXAÇÃO DA CHAVE SECIONADORA TRIPOLAR – CUBÍCULOS DE PROTEÇÃO E TRANSFORMAÇÃO FIGURA 1 .31.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 112 de 120 Código: Revisão: NT.

Suporte cantoneira de perfil “L” – 50 x 50 mm. 110.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS DESENHO 23 – SUPORTE PARA FIXAÇÃO DA CHAVE SECIONADORA TRIPOLAR – CUBÍCULOS DE PROTEÇÃO E TRANSFORMAÇÃO ABRAÇADEIRA FIGURA 1 .31. zincado por imersão a quente. Onde marcado (*) as cotas são variáveis de acordo com as dimensões da chave utilizada.SUPORTE PARA FIXAÇÃO DO EIXO DE ACIONAMENTO DA CHAVE SECCIONADORA TRIPOLAR (CUBÍCULO DE TRANSFORMAÇÃO) FIGURA 2 . ABNT 1010 a 1020.Elaborado em: Página: 14/11/2013 113 de 120 Código: Revisão: NT. laminado. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . laminado. em aço ABNT 1010 a 1020. Dimensões em milímetros. zincado por imersão a quente.SUPORTE PARA FIXAÇÃO DO EIXO DE ACIONAMENTO DA CHAVE SECCIONADORA TRIPOLAR (CUBÍCULO DE DISJUNÇÃO) DETALHE DE MONTAGEM Nota: 108. Abraçadeira – barra chata de 40 x 4 mm em aço zincado. 109.

NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 114 de 120 Código: Revisão: NT. 50 x 50 mm. Material: cantoneira de perfil “L”. em aço ABNT 1010 a 1020.31. Dimensões em milímetros.004 02 DESENHO 24 – SUPORTE PARA FIXAÇÃO DOS CABOS ISOLADOS DE MÉDIA TENSÃO VISTA FRONTAL VISTA SUPERIOR VISTA LATERAL Nota: 111. laminado. 112. zincado por imersão a quente. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .

DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . Dimensões em milímetros. 50 x 50 mm. zincado por imersão a quente.004 02 DESENHO 25 – SUPORTE PARA FIXAÇÃO DOS ISOLADORES DE APOIO DE MÉDIA TENSÃO VISTA SUPERIOR VISTA LATERAL VISTA FRONTAL Nota: 113. 114. em aço ABNT 1010 a 1020.31. Material: cantoneira de perfil “L”. laminado.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 115 de 120 Código: Revisão: NT.

Dimensões em milímetros. zincado por imersão a quente.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS DESENHO 26 – SUPORTE PARA FIXAÇÃO DOS PÁRA-RAIOS V ISTA FRONTA L VISTA SUPERIOR VISTA LA TERAL Nota: 115. Material: suporte cantoneira “L”.Elaborado em: Página: 14/11/2013 116 de 120 Código: Revisão: NT. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . laminado. em aço ABNT 1010 a 1020. 116.31.

DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . 118. Material: chapa em aço ABNT 1010 a 1020. com 5 mm de espessura. Dimensões em milímetros.004 02 DESENHO 27 – CHAPA DE PASSAGEM Nota: 117. laminado.31. zincado por imersão a quente.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 117 de 120 Código: Revisão: NT.

Todas as partes metálicas devem ser zincadas por imersão a quente. chumbada à parede. 40 x 5 mm. Dimensões em milímetros.31. Cantoneira de perfil “L”. com malha de 13 x 13 mm. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .Elaborado em: Página: 14/11/2013 118 de 120 Código: Revisão: NT. 120. 30 x 40 mm. Material: Tela metálica.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS DESENHO 28 – TELA METÁLICA PARA CUBÍCULO DE DISJUNÇÃO JANELA PARA ENGATE DO PAINEL DO DISJUNTOR DIMENSÕES VARIÁVEIS DE ACORDO COM O DISJUNTOR UTILIZADO DETALHE A DETALHE A Nota: 119. Cantoneira de perfil “L”.

chumbada à parede.31. Todas as partes metálicas devem ser zincadas por imersão a quente. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . com malha de 13 x 13 mm. Dimensões em milímetros. 40 x 5 mm.Elaborado em: Página: 14/11/2013 119 de 120 Código: Revisão: NT.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS DESENHO 29 – TELA METÁLICA PARA CUBÍCULO DE TRANSFORMAÇÃO DETALHE A DETALHE A Nota: 121. Cantoneira de perfil “L”. 122. 30 x 40 mm. Cantoneira de perfil “L”. Material: Tela metálica.

Gerência de Operação do Sistema Elétrico Enoque Gomes dos Reis .Gerência de Planejamento do Sistema Elétrico Francisco Carlos Martins Ferreira .Gerência de Relacionamento com o Cliente Orlando Maramaldo Cruz .Gerência de Normas e Padrões APROVADOR (ES) Jorge Alberto Tavares de Oliveira .Gerência de Normas e Padrões Marcelo Fernandes Augusto Junior .004 02 11 CONTROLE DE REVISÕES REV 00 01 02 DATA 07/12/2010 30/08/2013 14/11/2013 ITEM DESCRIÇÃO DA MODIFICAÇÃO RESPONSÁVEL Emissão Inicial Francisco Carlos Martins Ferreira/ Larissa Cathariny Ramos de Souza/ Orlando Maramaldo Cruz Revisão Geral Francisco Carlos Martins Ferreira/ Orlando Maramaldo Cruz/ Adriane Barbosa de Brito Revisão Geral Francisco Carlos Martins Ferreira/ Orlando Maramaldo Cruz/ Adriane Barbosa de Brito - Todos Todos 12 APROVAÇÃO ELABORADOR (ES) / REVISOR (ES) Adriane Barbosa de Brito .NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 120 de 120 Código: Revisão: NT.31.Gerência de Expansão e Melhoria do Sistema Elétrico Emanoel Fernando Ramos dos Santos .Gerência de Normas e Padrões Eduardo Nunes Raposo .Gerência de Normas e Padrões DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .Gerência de Normas e Padrões Thays De Morais Nunes Ferreira .

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