NORMA TÉCNICA

Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A
EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS

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02

SUMÁRIO
1

FINALIDADE ............................................................................................................................... 7

2

CAMPO DE APLICAÇÃO ........................................................................................................... 7
2.1

Esta norma se aplica .......................................................................................................... 7

2.2

Esta norma não se aplica ................................................................................................... 7

3

RESPONSABILIDADES.............................................................................................................. 7

4

DEFINIÇÕES ............................................................................................................................... 8
4.1

Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL ............................................................... 8

4.2

Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT ....................................................... 8

4.3

Aterramento......................................................................................................................... 8

4.4

Cabo Concêntrico ............................................................................................................... 8

4.5

Cabos Isolados Multiplexados .......................................................................................... 9

4.6

Cargas Elétricas Especiais ................................................................................................ 9

4.7

Carga Instalada ................................................................................................................... 9

4.8

Centro de Medição (CM)..................................................................................................... 9

4.9

Centro de Proteção Geral (CPG) ....................................................................................... 9

4.10

Consumidor ......................................................................................................................... 9

4.10.1 Consumidor Especial ....................................................................................................... 9
4.10.2 Consumidor Livre ............................................................................................................ 9
4.10.3 Consumidor Potencialmente Livre ................................................................................ 10
4.11

Demanda ............................................................................................................................ 10

4.12

Demanda Contratada ........................................................................................................ 10

4.13

Desmembramento............................................................................................................. 10

4.14

Disjuntor Termomagnético .............................................................................................. 10

4.15

Distribuidora...................................................................................................................... 10

4.16

Edificação de Uso Individual ........................................................................................... 10

4.17

Edificação de Múltiplas Unidades Consumidoras - EMUC .......................................... 10

4.18

Empreendimentos habitacionais para fins urbanos .....................................................11

4.19

Empreendimentos habitacionais para fins urbanos de interesse social ................... 11

4.20

Empreendimentos habitacionais integrados à edificação ........................................... 11

4.21

Energia Elétrica Ativa ....................................................................................................... 11

4.22

Energia Elétrica Reativa ................................................................................................... 11

4.23

Entrada de Serviço ........................................................................................................... 11

4.24

Fator de Potência .............................................................................................................. 11

4.25

Fornecimento Provisório ................................................................................................. 11

4.26

Inspeção ............................................................................................................................ 12

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4.27

Lote .................................................................................................................................... 12

4.28

Loteamento........................................................................................................................ 12

4.29

Malha de Aterramento ...................................................................................................... 12

4.30

Medição agrupada ............................................................................................................ 12

4.31

Medidor .............................................................................................................................. 12

4.32

Medição totalizadora ........................................................................................................ 12

4.33

Módulo de Medição........................................................................................................... 12

4.34

Módulo de Distribuição .................................................................................................... 12

4.35

Ponto de Entrega .............................................................................................................. 13

4.36

Ponto de Ligação .............................................................................................................. 13

4.37

Poste Auxiliar .................................................................................................................... 13

4.38

Ramal de Entrada.............................................................................................................. 13

4.39

Ramal de Ligação ............................................................................................................. 13

4.40

Solicitação de fornecimento ............................................................................................ 13

4.41

Tensão de Atendimento ................................................................................................... 13

4.42

Tensão de Fornecimento ................................................................................................. 13

4.43

Tensão Nominal ................................................................................................................ 13

4.44

Unidade Consumidora ..................................................................................................... 14

4.45

Vistoria ............................................................................................................................... 14

5

REFERÊNCIAS ......................................................................................................................... 14

6

DISPOSIÇÕES GERAIS............................................................................................................ 15
6.1

Generalidades ................................................................................................................... 15

6.2

Limites de Fornecimento ................................................................................................. 16

6.2.1 Limites de Fornecimento CEMAR .................................................................................... 16
6.2.2 Limites de Fornecimento CELPA...................................................................................... 17
6.2.3 Critérios de Fornecimento à EMUC’s ............................................................................... 18
6.3

Características

de

Atendimento

à

Edificação

de

Múltiplas

Unidades

Consumidoras............................................................................................................................ 19
6.3.1 Atendimento através da Rede de Baixa Tensão da CEMAR ou da CELPA .................... 19
6.3.2 Atendimento através da Rede de Média Tensão da CEMAR ou da CELPA ................... 19
6.4

Responsabilidades do Consumidor ............................................................................... 19

6.5

Responsabilidades da CEMAR e da CELPA .................................................................. 21

6.6

Localização da Subestação ............................................................................................. 21

6.7

Acesso às Instalações Consumidoras ........................................................................... 22

6.8

Entrada de Serviço ........................................................................................................... 22

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6.8.1 Ramal de Ligação ............................................................................................................. 22
6.8.1.1 Ramal de Ligação derivado da Rede de Baixa Tensão da CEMAR e da CELPA ........ 22
6.8.1.2 Ramal de Ligação derivado da Rede de Média Tensão da CEMAR e da CELPA ....... 23
6.8.2 Ponto de Entrega .............................................................................................................. 26
6.8.2.1 Edificações Verticais com alimentação derivada da Rede de Baixa Tensão da
CEMAR ou da CELPA ...................................................................................................... 26
6.8.2.2 Edificações Verticais com alimentação derivada da Rede de Média Tensão da
CEMAR ou da CELPA ...................................................................................................... 26
6.8.2.3 Edificações Horizontais ................................................................................................. 26
6.8.3 Ramal de Entrada ............................................................................................................. 27
6.8.3.1 O Ramal de Entrada deve obedecer às seguintes prescrições: ................................... 27
6.8.3.2 Prescrições do Ramal de Entrada Derivado da Rede de Baixa Tensão ...................... 27
6.9

Padrões Construtivos e Características Gerais das Subestações.............................. 28

6.10

Medição.............................................................................................................................. 28

6.10.1 Generalidades ............................................................................................................... 28
6.10.2 Centro de Medição - CM ............................................................................................... 29
6.10.3 Localização da Medição e do Medidor .......................................................................... 31
6.10.4 Medição para Bomba de Incêndio ................................................................................. 32
6.10.5 Medição Totalizadora .................................................................................................... 32
6.11

Proteção ............................................................................................................................. 32

6.11.1 Centro de Proteção Geral - CPG .................................................................................. 32
6.11.2 Proteção de Edificação com alimentação derivada da Rede Secundária da CEMAR
ou da CELPA .................................................................................................................... 32
6.11.3 Proteção de Edificação com alimentação derivada da Rede Primária da CEMAR ou
da CELPA ......................................................................................................................... 33

7

6.12

Aterramento....................................................................................................................... 34

6.13

Geração Própria ................................................................................................................ 35

ATENDIMENTO AO CLIENTE .................................................................................................. 35
7.1

Obtenção de Estudo de Viabilidade Técnica ................................................................. 36

7.2

Projeto ................................................................................................................................ 37

7.2.1 Generalidades ................................................................................................................... 37

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7.2.2 Apresentação do projeto ................................................................................................... 38
7.2.2.1 Considerações Gerais ................................................................................................... 38
7.2.2.2 Projeto Elétrico .............................................................................................................. 38
7.2.3 Análise do Projeto ............................................................................................................. 42
7.2.4 Responsabilidades............................................................................................................ 43
7.2.5 Execução do Projeto ......................................................................................................... 43
7.3

Solicitação de Fornecimento ........................................................................................... 43

7.3.1 Generalidades ................................................................................................................... 43
7.3.2 Solicitação de Vistoria e Ligação do Empreendimento .................................................... 44
7.3.3 Solicitação de Vistoria e Ligação de Unidade Consumidora pertencente à Edificação ... 45
7.4
8

Casos Omissos ................................................................................................................. 45

ANEXOS .................................................................................................................................... 46
ANEXO I – CÁLCULO DE DEMANDA DA INSTALAÇÃO CONSUMIDORA ............................. 46

TABELA A ................................................................................................................................48
ANEXO II – SOLICITAÇÃO PARA ESTUDO DE VIABILIDADE TÉCNICA................................ 60
ANEXO III – CARTA DE APRESENTAÇÃO DE PROJETO ........................................................ 61
ANEXO IV – MODELO DE SOLICITAÇÃO DE VISTORIA E LIGAÇÃO ..................................... 62
ANEXO V – TERMO DE TRANSFERÊNCIA ................................................................................ 63
ANEXO VI – MODELO DO MEMORIAL TÉCNICO DESCRITIVO DE USO COLETIVO ............ 64
9

TABELAS .................................................................................................................................. 73
TABELA 1 – POTÊNCIA DE APARELHOS ELETRODOMÉSTICOS ......................................... 73
TABELA 2.1 – FATORES DE DEMANDA PARA ILUMINAÇÃO E TOMADAS DE USO GERAL
PARA UNIDADES CONSUMIDORAS NÃO RESIDENCIAIS ...................................................... 74
TABELA 2.2 – FATORES DE DEMANDA PARA ILUMINAÇÃO E TOMADAS DE USO GERAL
PARA UNIDADES CONSUMIDORAS RESIDENCIAIS ............................................................... 75
TABELA 3 – LIMITES DE QUEDA DE TENSÃO ......................................................................... 75
TABELA 4 – FATORES DE DEMANDA DE MOTOR-BOMBA HIDROMASSAGEM ................. 76
TABELA 5 – FATORES DE DEMANDA DE APARELHOS DE AQUECIMENTO E
ELETRODOMÉSTICOS EM GERAL ............................................................................................ 76
TABELA 6 - FATORES DE DEMANDA DE APARELHOS DE AR CONDICIONADO ............... 77
TABELA 7 – FATORES DE DEMANDA PARA ELEVADORES ................................................. 78
TABELA 8 – DETERMINAÇÃO DA DEMANDA EM FUNÇÃO DA QUANTIDADE DE MOTORES
- (VALORES EM kVA) – MOTORES MONOFÁSICOS ................................................................ 78
TABELA 9 – DETERMINAÇÃO DA DEMANDA EM FUNÇÃO DA QUANTIDADE DE MOTORES
- (VALORES EM kVA) – MOTORES TRIFÁSICOS ..................................................................... 79
TABELA 10 – DEMANDA POR APARTAMENTO RESIDENCIAL EM FUNÇÃO DA ÁREA ÚTIL
80

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TABELA 11 – FATOR DE DIVERSIDADE ................................................................................... 81
TABELA 12 – FATOR PARA DIVERSIFICAÇÃO DA DEMANDA EM FUNÇÃO DO NÚMERO DE
APARTAMENTOS RESIDENCIAIS DA EDIFICAÇÃO ................................................................ 82
TABELA 13 – FATORES DE DEMANDA INDIVIDUAIS PARA MÁQUINAS DE SOLDA A
TRANSFORMADOR E APARELHOS DE RAIOS X E GALVANIZAÇÃO ................................... 84
TABELA 14 - DIMENSIONAMENTO PELA CAPACIDADE DE CORRENTE DO BARRAMENTO
DE BAIXA TENSÃO ...................................................................................................................... 84
TABELA 15 – DIMENSIONAMENTO DE CONDUTORES E PROTEÇÃO PARA UNIDADES
CONSUMIDORAS ......................................................................................................................... 85
TABELA 16 – DIMENSIONAMENTO DE TRANSFORMADORES ............................................. 86
TABELA 17 – DISPOSITIVO DE PARTIDA DE MOTORES TRIFÁSICOS ................................. 87
10

DESENHOS ............................................................................................................................... 88
DESENHO 1 – PLANTA DE SITUAÇÃO...................................................................................... 88
EXEMPLO 1 - PLANTA DE SITUAÇÃO APLICADO A CEMAR ................................................. 88
EXEMPLO 2 - PLANTA DE SITUAÇÃO APLICADO A CELPA .................................................. 89
DESENHO 2 – AFASTAMENTOS MÍNIMOS ENTRE CONDUTORES E EDIFICAÇÕES .......... 90
DESENHO 3 – CABINE DE PROTEÇÃO E TRANSFORMAÇÃO – ENTRADA AÉREA ........... 91
DESENHO 4 – CABINE DE PROTEÇÃO E TRANSFORMAÇÃO – ENTRADA SUBTERRÂNEA
92
DESENHO 5 – ESPAÇAMENTOS PARA INSTALAÇÕES INTERNAS (A) ................................ 94
DESENHO 6 – ESPAÇAMENTOS PARA INSTALAÇÕES INTERNAS (B) ................................ 95
DESENHO 7 – BACIA DE CONTENÇÃO DE ÓLEO ................................................................... 96
DESENHO 8 – RAMAL DE LIGAÇÃO DERIVANDO DA REDE DE MÉDIA TENSÃO CEMAR OU
DA CELPA - ENTRADA SUBTERRÂNEA COM MUFLAS MONOFÁSICAS ............................. 97
DESENHO 9 – RAMAL DE LIGAÇÃO DERIVANDO DA REDE DE MÉDIA TENSÃO DA CEMAR
OU DA CELPA - ENTRADA AÉREA............................................................................................ 98
DESENHO 10 – RAMAL DE LIGAÇÃO DERIVANDO DA REDE DE MÉDIA TENSÃO DA
CEMAR E DA CELPA - ENTRADA MISTA .................................................................................. 99
DESENHO 11 – BANCO DE DUTOS PARA ENTRADA SUBTERRÂNEA DA REDE
SECUNDÁRIA ............................................................................................................................. 100
DESENHO 12 – BANCO DE DUTOS PARA ENTRADA SUBTERRÂNEA DA REDE PRIMÁRIA
101
DESENHO 13 – RAMAL DE LIGAÇÃO DERIVADA DA REDE DE BAIXA TENSÃO DA CEMAR
OU DA CELPA ............................................................................................................................ 102
DESENHO 14 – CAIXA DE PASSAGEM LACRÁVEL ............................................................. 103
DESENHO 15 – TRAVESSIA SUBTERRÂNEA ......................................................................... 104
DESENHO 16 – PROTEÇÃO DO RAMAL DE ENTRADA DERIVADO DA REDE DE BAIXA
TENSÃO DA CEMAR OU DA CELPA........................................................................................ 105
DESENHO 17 – PROTEÇÃO DO RAMAL DE ENTRADA DERIVADO DA REDE DE MÉDIA
TENSÃO DA CEMAR OU DA CELPA........................................................................................ 106
DESENHO 18 – LIGAÇÃO DE BOMBA DE INCÊNDIO ............................................................ 107
DESENHO 19 – CENTRO DE MEDIÇÃO ................................................................................... 108
DESENHO 20 – CENTRO DE MEDIÇÃO – DETALHES DOS MÓDULOS ............................... 110

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DESENHO 21 – SUPORTE PARA FIXAÇÃO DAS MUFLAS INTERNAS E DA CHAVE
SECCIONADORA TRIPOLAR .................................................................................................... 111
DESENHO 22 – SUPORTE PARA FIXAÇÃO DA CHAVE SECIONADORA TRIPOLAR –
CUBÍCULOS DE PROTEÇÃO E TRANSFORMAÇÃO .............................................................. 112
DESENHO 23 – SUPORTE PARA FIXAÇÃO DA CHAVE SECIONADORA TRIPOLAR –
CUBÍCULOS DE PROTEÇÃO E TRANSFORMAÇÃO .............................................................. 113
DESENHO 24 – SUPORTE PARA FIXAÇÃO DOS CABOS ISOLADOS DE MÉDIA TENSÃO114
DESENHO 25 – SUPORTE PARA FIXAÇÃO DOS ISOLADORES DE APOIO DE MÉDIA
TENSÃO ...................................................................................................................................... 115
DESENHO 26 – SUPORTE PARA FIXAÇÃO DOS PÁRA-RAIOS ........................................... 116
DESENHO 27 – CHAPA DE PASSAGEM.................................................................................. 117
DESENHO 28 – TELA METÁLICA PARA CUBÍCULO DE DISJUNÇÃO ................................. 118
DESENHO 29 – TELA METÁLICA PARA CUBÍCULO DE TRANSFORMAÇÃO ..................... 119
11

CONTROLE DE REVISÕES.................................................................................................... 120

12

APROVAÇÃO .......................................................................................................................... 120

DOCUMENTO NÃO CONTROLADO

tais como: Motel. Hotel.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS 1 Elaborado em: Página: 14/11/2013 7 de 120 Código: Revisão: NT. a reformas ou ampliação de instalações já existentes e respeitam o que prescrevem as legislações oficiais. pertencentes à Diretoria de Distribuição. Também se aplica a todas as empresas responsáveis pela elaboração de projetos e construção de instalações de Edificações de Múltiplas Unidades Consumidoras novas. à Gerência de Planejamento do Sistema Elétrico. bem como Edificações individualizadas. à Gerência de Operação do Sistema Elétrico. 2.31. 2 2. localizadas na área de concessão da CEMAR e da CELPA. As recomendações aqui contidas aplicam-se a novas instalações.CELPA na elaboração de projeto e execução das entradas de serviços de energia elétrica para ligação de unidades consumidoras localizadas em edifícios de uso coletivo e a edificações individuais atendidas através de medições agrupadas. Coordenar o processo de revisão desta norma. a fim de possibilitar o fornecimento de energia elétrica em média tensão (15 kV e 36. Gerência de Planejamento do Sistema Elétrico: Realizar as atividades relacionadas ao planejamento do sistema elétrico de acordo com as regras e recomendações definidas neste instrumento normativo. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .2 kV) e em baixa tensão (220/380V ou 127/220V) pela CEMAR e pela CELPA. atendidas em Baixa Tensão.2 Esta norma não se aplica Esta Norma não se aplica à ligação de edificações caracterizadas por serviços de hotelaria. Participar do processo de revisão desta norma. pertencentes à Diretoria Comercial. 3 RESPONSABILIDADES Gerência de Normas e Padrões: Estabelecer as normas e padrões técnicos para o fornecimento de energia elétrica a edificações de múltiplas unidades consumidoras. Pousadas. etc. no âmbito da CEMAR e da CELPA.1 CAMPO DE APLICAÇÃO Esta norma se aplica Aplica-se à Gerência de Expansão e Melhoria do Sistema Elétrico. que pela localização necessitam de medição agrupada. à Gerência de Recuperação de Energia e à Gerência de Relacionamento com o Cliente. à Gerência de Serviços de Rede e à Gerência de Manutenção do Sistema Elétrico.004 02 FINALIDADE Esta Norma Técnica tem a finalidade de estabelecer condições técnicas mínimas exigidas pela Companhia Energética do Maranhão-CEMAR e pela Centrais Elétricas do Pará. respeitando-se a legislação emanada pelos órgãos competentes. Gerência de Expansão e Melhoria do Sistema Elétrico: Realizar as atividades relacionadas à expansão e melhoria do sistema elétrico de acordo com as regras e recomendações definidas neste instrumento normativo. as normas da ABNT e os documentos técnicos da CEMAR e da CELPA em vigor. ampliações e reformas.

4. incluindo o neutro da rede e da referida instalação.3 Aterramento Ligação à terra de todas as partes metálicas não energizadas de uma instalação. Participar do processo de revisão desta norma. divulgando as mesmas ao cliente.004 02 Gerência de Operação do Sistema Elétrico: Realizar as atividades relacionadas à operação do sistema elétrico de acordo com as regras e recomendações definidas neste instrumento normativo.1 DEFINIÇÕES Agência Nacional de Energia Elétrica . 4 4. transmissão. Projetistas e Construtoras que realizam serviços na área de concessão da CEMAR e da CELPA: Realizar suas atividades de acordo com as regras e recomendações definidas neste instrumento normativo. Participar do processo de revisão desta norma. Gerência de Manutenção do Sistema Elétrico: Realizar as atividades relacionadas à manutenção do sistema elétrico de acordo com as regras e recomendações definidas neste instrumento normativo.31.427 de 26/12/1996 com a finalidade de regular e fiscalizar a produção. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . Participar do processo de revisão desta norma. Gerência de Serviços de Rede: Realizar os serviços de rede de acordo com as regras e recomendações definidas neste instrumento normativo. e um condutor neutro disposto helicoidalmente sobre esta isolação e recoberto por outra camada isolante protetora. distribuição e comercialização de energia elétrica.2 Associação Brasileira de Normas Técnicas . 4.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 8 de 120 Código: Revisão: NT. Gerência de Relacionamento com o Cliente: Realizar as atividades de relacionamento com o cliente de acordo com as regras e recomendações definidas neste instrumento normativo. 4. Participar do processo de revisão desta norma. de acordo com a legislação e em conformidade com as diretrizes e as políticas do governo federal. Gerência de Recuperação de Energia: Realizar as atividades relacionadas à recuperação de energia de acordo com as regras e recomendações definidas neste instrumento normativo.4 Cabo Concêntrico Cabo composto de um condutor fase isolado.ABNT Associação privada sem fins lucrativo responsável pela elaboração das normas técnicas no Brasil. Participar do processo de revisão desta norma.ANEEL Autarquia criada pela Lei 9.

26 da Lei no 9. 4. assumindo as obrigações decorrentes deste atendimento à(s) sua(s) unidade(s) consumidora(s).427. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . 4. dois ou três condutores isolados. aparelhos de raios-x.9 Centro de Proteção Geral (CPG) Módulo para instalação dos equipamentos de seccionamento e proteção do ramal de entrada. em condições de entrar em funcionamento. para unidade consumidora ou unidades consumidoras reunidas por comunhão de interesses de fato ou de direito cuja carga seja maior ou igual a 500 kW e que não satisfaçam.31. cujo regime de funcionamento possa causar perturbações ao suprimento normal de energia dos demais Consumidores tais como: motores. máquinas de solda. os requisitos dispostos nos arts. de 26 de dezembro de 1996. de direito público ou privado.074. 15 e 16 da Lei no 9.5 Elaborado em: Página: 14/11/2013 9 de 120 Código: Revisão: NT. os requisitos dispostos nos arts.7 Carga Instalada Soma das potências nominais dos equipamentos elétricos instalados na unidade consumidora. de 1995.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS 4. 4. sendo: 4. 4. que adquire energia elétrica no ambiente de contratação livre para unidades consumidoras que satisfaçam. 4. de 7 de julho de 1995. com funções de condutor neutro e de elemento de sustentação. da categoria de comercialização. etc. que solicitar à CEMAR ou à CELPA o fornecimento de energia elétrica ou o uso do sistema elétrico.10. legalmente representada.074. segundo disposto nas normas e nos contratos. que adquire energia elétrica proveniente de empreendimentos de geração enquadrados no § 5º do art.1 Consumidor Especial Agente da CEEE.10 Consumidor Pessoa física ou jurídica. das Unidades de Consumo do prédio. expressa em quilowatts (kW). individualmente.6 Cargas Elétricas Especiais Aparelhos elétricos.8 Centro de Medição (CM) É o conjunto dos módulos de distribuição e medição de energia elétrica. torcidos em torno de um condutor.2 Consumidor Livre Agente da CCEE.004 02 Cabos Isolados Multiplexados Cabos constituídos por um. 4. da categoria de comercialização.10. utilizados como condutores fase. 15 e 16 da Lei no 9. individualmente.

15 Distribuidora Agente titular de concessão ou permissão federal para prestar o serviço público de distribuição de energia elétrica. 4.16 Edificação de Uso Individual Todo e qualquer imóvel.12 Demanda Contratada É a demanda de potência ativa prevista em contrato. 4. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . 4. nem prolongamento.3 Consumidor Potencialmente Livre Aquele cujas unidades consumidoras satisfazem. no ponto de entrega e que será integralmente paga. 4. 4. porém não adquirem energia elétrica no ambiente de contratação livre. individualmente. respectivamente. expressas em quilowatts (kW) e quilovolt-ampère-reativo (kVAr). desde que não implique a abertura de novas vias e logradouros públicos.EMUC É toda edificação que possui mais de uma unidade consumidora e que dispõe de área comum de circulação com utilização de energia elétrica. modificação ou ampliação dos já existentes. reconhecido pelos poderes públicos. e que possua área em condomínio com utilização de energia elétrica.31. independentemente de ser ou não utilizada durante o período de faturamento em quilowatts (kW). durante um intervalo de tempo especificado. constituindo uma Unidade Consumidora. 4. Podem ser edificações isoladas.074.13 Desmembramento Subdivisão de gleba em lotes destinados a edificação. contra sobrecarga e curto-circuito. com aproveitamento do sistema viário existente. incluindo postos de combustíveis com lojas de conveniência.10.004 02 4. 4. de 1995.14 Disjuntor Termomagnético Equipamento destinado a proteger os condutores e demais equipamentos da unidade consumidora. interligadas ou agrupadas no mesmo terreno.11 Demanda Média das potências elétricas ativas ou reativas.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 10 de 120 Código: Revisão: NT. solicitadas ao sistema elétrico pela parcela da carga instalada em operação na unidade consumidora. os requisitos dispostos nos arts. colocada continuamente à disposição do Consumidor. 15 e 16 da Lei no 9.17 Edificação de Múltiplas Unidades Consumidoras .

23 Entrada de Serviço É o conjunto de equipamentos. Estados. parques de diversões. condomínios e outros tipos estabelecidos na forma da legislação em vigor.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS 4.18 Empreendimentos habitacionais para fins urbanos Loteamentos. expressa em quilowatts-hora (kWh). localizados em zonas urbanas. desmembramentos. 4. estando o atendimento condicionado à disponibilidade de energia elétrica. de expansão urbana ou de urbanização específica. 4.25 Fornecimento Provisório É aquele cujo fornecimento se destina ao atendimento de eventos temporários. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . estas autorizadas por lei a implantar projetos de habitação. 4.Elaborado em: Página: 14/11/2013 11 de 120 Código: Revisão: NT. expressa em quilovolt-ampère-reativo-hora (kVArh). circos.20 Empreendimentos habitacionais integrados à edificação Empreendimento em que a construção das edificações nos lotes ou unidades autônomas é feita pelo responsável pela implantação do empreendimento. Distrito Federal. destinados predominantemente às famílias de baixa renda. exposições.19 Empreendimentos habitacionais para fins urbanos de interesse social Empreendimentos habitacionais.21 Energia Elétrica Ativa Aquela que pode ser convertida em outra forma de energia. ou construídos no âmbito de programas habitacionais de interesse social implantados pelo poder público. 4. obras ou similares.22 Energia Elétrica Reativa Aquela que circula entre os diversos campos elétricos e magnéticos de um sistema de corrente alternada. assim definidas pelo plano diretor ou aprovadas por lei municipal. tais como: festividades.31. na forma da legislação em vigor. condutores e acessórios instalados a partir do ponto de conexão na rede da CEMAR ou da CELPA até a medição. consumidas num mesmo período especificado. implantados em zona habitacional declarada por lei como de interesse social. Municípios ou suas entidades delegadas.24 Fator de Potência Razão entre a energia elétrica ativa e a raiz quadrada da soma dos quadrados das energias elétricas ativa e reativa. sem produzir trabalho. 4. É constituída pelo ramal de ligação e ramal de entrada. 4. concomitantemente à implantação das obras de infraestrutura/urbanização. ou promovidos pela União. 4.

004 02 4. o funcionamento do sistema de medição e a confirmação dos dados cadastrais. localizados em edificações que não possuam área em condomínio com utilização de energia elétrica. com vistas a verificar sua adequação aos padrões técnicos e de segurança da CEMAR e da CELPA. posteriormente à ligação. pelo Distrito Federal. cujo projeto tenha sido devidamente aprovado pela respectiva Prefeitura Municipal ou. enterrados no solo. modificação ou ampliação das vias existentes. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .32 Medição totalizadora Aquela cujos equipamentos são instalados em entradas coletivas. Este módulo deve conter os elementos de comando e proteção geral da instalação de cada unidade consumidora. com abertura de novas vias de circulação. 4.29 Malha de Aterramento É constituída de eletrodos de aterramento interligados por condutores nus. 4.26 Inspeção Fiscalização da unidade consumidora. sempre que não for utilizado o sistema de medição convencional. 4. quando for o caso.30 Medição agrupada Sistema de medição destinada a até quatro unidades consumidoras. com o objetivo de medir e registrar o consumo de energia elétrica de cada consumidor. para fins de faturamento entre o ponto de entrega e o barramento geral.34 Módulo de Distribuição Módulo lacrável destinado à instalação do barramento e da proteção geral.27 Lote Terreno servido de infraestrutura básica cujas dimensões atendam aos índices urbanísticos definidos pelo plano diretor ou lei municipal para a zona em que se situe.33 Módulo de Medição Módulo lacrável destinado a instalação do medidor.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 12 de 120 Código: Revisão: NT.31 Medidor Aparelho fornecido e instalado pela CEMAR e pela CELPA. 4. 4. 4. quando necessário. 4. 4. de logradouros públicos ou prolongamento.28 Loteamento Subdivisão de gleba de terreno em lotes destinados à edificação. Cada unidade consumidora deverá ter carga instalada de até 12 kW para a área de concessão CEMAR e 10 kW para área de concessão CELPA.31. por conveniência do consumidor e concordância da distribuidora.

39 Ramal de Ligação Conjunto de condutores e acessórios instalados entre o ponto de derivação da rede da CEMAR ou da CELPA e o ponto de entrega. caracterizando-se como o limite de responsabilidade do fornecimento.004 02 4. expresso em volts (V) ou quilovolts (kV).35 Ponto de Entrega Ponto de conexão do sistema elétrico da CEMAR ou da CELPA com as instalações elétricas da Unidade Consumidora.31. de acordo com a leitura efetuada.36 Ponto de Ligação É o ponto da rede da CEMAR e ou da CELPA do qual deriva o ramal de ligação da unidade consumidora. quer seja nova ou existente. 4. segundo disposto nas normas e nos respectivos contratos. 4. 4. podendo ser classificada em adequada. efetivado pela alteração de titularidade de unidade consumidora que permanecer ligada ou ainda por sua ligação. expressa em volts (V) ou quilovolts (kV).38 Ramal de Entrada Conjunto de condutores e acessórios instalados pelo consumidor entre o ponto de entrega e a medição ou a proteção de suas instalações. 4.37 Poste Auxiliar Poste situado na Unidade Consumidora com a finalidade de fixar. 4.42 Tensão de Fornecimento Tensão fixada pela CEMAR e pela CELPA para fornecimento de energia elétrica dentro dos limites definidos pelo poder concedente.40 Solicitação de fornecimento Ato voluntário do interessado na prestação do serviço público de fornecimento de energia ou conexão e uso do sistema elétrico da CEMAR ou da CELPA. precária ou crítica. 4.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 13 de 120 Código: Revisão: NT. 4. elevar e/ou desviar o ramal de ligação e o ramal de entrada.41 Tensão de Atendimento Valor eficaz de tensão no ponto de entrega ou de conexão. obtido por meio de medição.43 Tensão Nominal Valor eficaz da tensão de linha pela qual o sistema é designado. expresso em volts (V) ou quilovolts (kV). DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . 4.

[14] NBR 14039:2005 – Instalações elétricas de média tensão de 1. [12] NBR 13534:2008 – Instalações elétricas de baixa tensão .Incorporação de Redes de Distribuição. com medição individualizada. [8] NBR 5419:2005 – Proteção de estruturas contra descargas atmosféricas. condutores e acessórios. ramal de entrada.Fornecimento de Energia Elétrica em Baixa Tensão.31.02 . caracterizado pelo recebimento de energia elétrica em apenas um ponto de entrega. 4.Elaborado em: Página: 14/11/2013 14 de 120 Código: Revisão: NT. previamente à ligação. [15] NBR 15688:2009 – Redes de distribuição aérea de energia elétrica com condutores nus. 5 REFERÊNCIAS [1] ANEEL (2010). Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional (PRODIST) .Módulo 8: Qualidade da Energia Elétrica. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . Resolução Normativa Nº 414 .004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS 4.017. equipamentos elétricos. [13] NBR 13570:1996 – Instalações elétricas em locais de afluência de público .44 Unidade Consumidora Conjunto composto por instalações. [4] NT.Leiaute e dimensões.31.45 Vistoria Procedimento realizado pela CEMAR ou pela CELPA na unidade consumidora. [9] NBR 10068:1987 – Folha de desenho . Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional (PRODIST) .Requisitos específicos. [10] NBR 10898:1999 – Sistema de iluminação de emergência. [2] ANEEL (2010). [6] NT.05 . correspondente a um único consumidor e localizado em uma mesma propriedade ou em propriedades contíguas. [5] NT.Estabelece as Condições Gerais de Fornecimento de Energia Elétrica de forma atualizada e consolidada.Requisitos específicos para instalação em estabelecimentos assistenciais de saúde. quando do fornecimento em tensão primária.2kV.31.Módulo 1: Introdução. incluída a subestação. coma finalidade de verificar sua adequação aos padrões técnicos e de segurança da CEMAR e da CELPA.2 kV) [7] NBR 5410:2008 – Instalações elétricas de baixa tensão.31.002.0kV a 36.001. [11] NBR 12693:2010 – Sistemas de proteção por extintores de incêndio.Fornecimento de Energia Elétrica em Média Tensão (15 e 36.03 . [3] ANEEL (2010).

6 6. c) Somente serão ligadas ao sistema de distribuição da CEMAR ou da CELPA instalações de imóveis devidamente identificados e regularizados pelos poderes públicos.31. h) O consumidor deve assegurar livre acesso aos técnicos da CEMAR ou da CELPA devidamente credenciados. d) O Consumidor deve manter em bom estado de conservação os equipamentos de medição da CEMAR ou da CELPA instalados no Centro de Medição da edificação e responderá pelos eventuais danos a eles causados por sua ação ou omissão. e) O acesso aos equipamentos de medição somente será permitido aos colaboradores autorizados da CEMAR ou da CELPA. g) É proibido ao consumidor. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . f) A falta de execução pelo Consumidor de correções indicadas pela CEMAR ou CELPA quando da constatação de deficiência não emergencial na unidade consumidora. aos locais em que estejam instalados os aparelhos de medição. para o fornecimento de energia elétrica.Elaborado em: Página: 14/11/2013 15 de 120 Código: Revisão: NT. substituição do medidor e inspeções faculta a suspensão do fornecimento de energia três dias após notificação à unidade consumidora.1 DISPOSIÇÕES GERAIS Generalidades a) Somente serão ligadas à rede de distribuição da CEMAR e da CELPA. inspecionar e verificar as instalações ou equipamentos. bem como o Código de Posturas Municipais pertinentes. [17] NR 10:2004 – Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade. b) Qualquer ligação à rede da CEMAR ou pela CELPA só poderá ser efetuada por seus colaboradores devidamente autorizados e depois de observadas todas as exigências regulamentares estabelecidas por esta Norma. conforme artigos 171 e 173 da REN n° 414. i) Os eletrodutos e caixas de inspeção dos ramais não podem ser utilizados para outros fins que não os elétricos. as instalações elétricas das unidades consumidoras que foram executadas de acordo com as regras e recomendações estabelecidas por esta Norma. j) Devem ser obedecidas rigorosamente as recomendações das Normas de Segurança e de Meio Ambiente.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS [16] NBR 15751:2009 – Sistemas de aterramento de subestações . em especial no padrão de entrada ou o impedimento de acesso para fins de leitura. estendendo instalações que se interliguem com instalações de outrem. do Ministério do Trabalho e Emprego. a fim de efetuar a leitura de medidores. sob quaisquer pretextos.Requisitos. ainda que graciosamente. apoderar-se dos direitos da CEMAR e da CELPA.

da ANEEL. com o limite de até 12kW de carga instalada.2. o) Qualquer aumento de carga deve ser precedida da aceitação da CEMAR ou da CELPA. desde que não possua: • Motor com potência individual superior a 5cv. p) Para os casos omissos relativos às condições de fornecimento. será atendida por ligação monofásica. estipuladas em legislação pertinente. n) O aumento de carga que venha a caracterizar uma unidade consumidora suprida em tensão secundária de distribuição. bem como terá medição em separado. em hipótese alguma. paralelismo permanente entre geradores particulares e o sistema da CEMAR ou da CELPA. especifica. b) Ligação Trifásica DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . l) Qualquer alteração. 6.009 . que estiverem em vigor. através de 01(um) fase e 01(um) neutro . 6.2 Limites de Fornecimento Os limites de fornecimento estabelecidos abaixo são aplicáveis para empreendimentos com demanda de até 2500 kW. de acordo com a Resolução Normativa Nº 414/2010.004 02 k) Cada unidade consumidora deve ser suprida por intermédio de circuito independente. • Aparelho de Raios-X com potência superior a 2kVA. Para maiores informações consultar a NT.31.1 Limites de Fornecimento CEMAR a) Ligação monofásica A unidade consumidora pertencente à EMUC. em uma unidade consumidora suprida em tensão primária de distribuição. deverá a Unidade Consumidora providenciar a adequação de suas instalações às exigências desta Norma.CONEXÃO DE GERADORES PARTICULARES AO SISTEMA ELÉTRICO. prevalecerão as condições gerais. reforma ou ampliação na Edificação que exija a substituição dos equipamentos auxiliares de medição e/ou medidor (se for o caso) é de responsabilidade da CEMAR e da CELPA. No caso da instalação possuir gerador ele deve ser provido de chave reversora com intertravamento mecânico ou eletromecânico visível que garanta o não paralelismo entre os sistemas. m) Não é permitido. • Aparelho com potência individual superior a 5kVA. sem a qual a unidade consumidora fica sujeita às sanções legais por operar irregularmente. na sua última versão.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 16 de 120 Código: Revisão: NT.31. A reversão é de inteira responsabilidade do projetista.220V.

• Aparelho de Raios-X trifásico com potência superior a 20kVA. fase-fase. • Aparelho de Raios-X com potência superior a 4kVA.31.2 Limites de Fornecimento CELPA a) Ligação monofásica A unidade consumidora pertencente à EMUC. 2. com carga instalada superior a 12kW até o limite de 75kW. Nota: 1. desde que não possua: • Motor com potência individual superior a 2cv. deve-se evitar. b) Ligação Bifásica A unidade consumidora pertencente à EMUC. através de 01(um) fase e 01(um) neutro . No caso de instalação de mais de um aparelho de Raios-X ou máquina de solda numa mesma unidade consumidora. em 380V.380/220V.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS A unidade consumidora pertencente à EMUC. calculada conforme o roteiro de cálculo do ANEXO I – CÁLCULO DE DEMANDA DA INSTALAÇÃO CONSUMIDORA. desde que não possua: • Motor trifásico com potência individual superior a 30cv. através de 02(duas) fases e 01(um) neutro .220V.127V. partida simultânea entre os mesmos. Em uma unidade consumidora que possua mais de 01 (um) motor em suas instalações. através de 03 (três) fases e 01 (um) neutro . c) Ligação Trifásica DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . será atendida por ligação bifásica. • Aparelho com potência individual superior a 10kW em 380V. fase-fase. desde que não possua: • Motor com potência individual superior a 5cv. referida nos parágrafos acima. • Aparelho com potência individual superior a 5kVA. equivalerá à potência demandada pelos mesmos. • Aparelho trifásico com potência individual superior a 15kW. o limite de potência instalada.2. será atendida por ligação monofásica. 6. • Motor monofásico com potência individual superior a 5cv. o máximo possível. • Aparelho de Raios-X com potência superior a 2kVA. com o limite de até 15kW de carga instalada. será atendida por ligação trifásica.Elaborado em: Página: 14/11/2013 17 de 120 Código: Revisão: NT. com o limite de até 10kW de carga instalada.

220V. com o limite de até 75kW de carga instalada. • Aparelho com potência individual superior a 10kW em 220V. fase-fase. desde que não possua: • Motor trifásico com potência individual superior a 30cv.2. manutenção e operação serão de responsabilidade do interessado.Elaborado em: Página: 14/11/2013 18 de 120 Código: Revisão: NT. a EMUC deve ser atendida a quatro fios (três fases e um neutro).004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS A unidade consumidora pertencente à EMUC.002 Fornecimento de Energia Elétrica em Média Tensão (15 e 36. aplicando-se os critérios constantes da Norma NT. deve-se evitar. deve ser suprida por subestação individual.31. b) Acima de 4 (quatro) unidades. 6. desde que o consumidor se responsabilize pelo pagamento da diferença de preço do medidor e demais equipamentos de medição a serem instalados. com carga instalada superior a 75kW. • Aparelho de Raios-X com potência superior a 4kVA. No caso de instalação de mais de um aparelho de Raios-X ou máquina de solda numa mesma unidade consumidora. com ligação bifásica/trifásica. ainda que a mesma não apresente carga suficiente para tanto. c) A CEMAR e a CELPA pode atender a unidade consumidora em tensão secundária de distribuição. cujos investimentos. Neste caso a CEMAR e a CELPA determinará. bem como eventuais custos de adaptação da rede. partida simultânea entre os mesmos.31. na sua última versão. • Aparelho de Raios-X trifásico com potência superior a 20kVA. Nota: 3. projeto. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . o limite de potência instalada. • Motor monofásico com potência individual superior a 5cv. será atendida por ligação trifásica.2kV). referida nos parágrafos acima. em 220V. através de 03 (três) fases e 01(um) neutro . fase-fase. construção. calculada conforme o roteiro de cálculo do ANEXO I – CÁLCULO DE DEMANDA DA INSTALAÇÃO CONSUMIDORA. o máximo possível. a maneira conveniente de alimentar a unidade consumidora. durante consulta prévia. equivalerá à potência demandada pelos mesmos. 4. desde que cada unidade tenha carga instalada de até 12 kW para a área de concessão CEMAR e de até 10 kW para área de concessão CELPA.3 Critérios de Fornecimento à EMUC’s a) A análise de projeto é dispensável pela CEMAR e pela CELPA quando a edificação tiver até 04 (quatro) unidades consumidoras. d) Cada unidade consumidora pertencente à EMUC. Em uma unidade consumidora que possua mais de 01 (um) motor em suas instalações. • Aparelho trifásico com potência individual superior a 15kW.

conforme o caso.4.b é delimitada pela área total do terreno do empreendimento.2 Atendimento através da Rede de Média Tensão da CEMAR ou da CELPA a) O atendimento será feito através da Rede de Média Tensão da CEMAR ou da CELPA. c) Cada unidade consumidora com carga instalada superior a 75 kW será atendida pela Rede Primária e se caracterizará como consumidor do Grupo A. a critério da CEMAR ou da CELPA. e não somente pela área da etapa que está sendo construída. d) Os investimentos mencionados no item 6. a infraestrutura interna citada no item 6. bem como.3 6.4. 6. observando-se a legislação específica. quando a demanda total do Empreendimento não ultrapassar a 75 kVA e desde que nenhum consumidor individual possua carga instalada superior a 75kW.3. quando a demanda total do Empreendimento ultrapassar a 75 kVA. c) Para empreendimentos construídos em etapas.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS 6.31.4 Responsabilidades do Consumidor a) De acordo a legislação vigente o empreendedor é responsável pelos investimentos necessários para o projeto e construção das obras de infraestrutura básica das redes de distribuição de energia elétrica destinadas ao atendimento das Edificações de Múltiplas Unidades Consumidoras. A critério da CEMAR e da CELPA poderá ser adotado a alimentação única no prédio. b) Quando. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .a contemplam inclusive os custos: • Das obras do sistema de iluminação pública ou de iluminação das vias internas. houver necessidade de instalação de unidade de transformação. a construção da rede de distribuição de energia elétrica necessária para conectar o empreendimento ao sistema de distribuição de energia existente da CEMAR ou da CELPA na época da emissão do orçamento de conexão.1 Características de Atendimento à Edificação de Múltiplas Unidades Consumidoras Atendimento através da Rede de Baixa Tensão da CEMAR ou da CELPA a) O atendimento será feito através da Rede Baixa Tensão Aérea da CEMAR ou da CELPA.3.Elaborado em: Página: 14/11/2013 19 de 120 Código: Revisão: NT. a mesma deve ser localizada na via pública. b) O projeto e construção das obras de infraestrutura básica das redes de distribuição de energia elétrica citadas no item anterior contempla toda a infraestrutura elétrica interna ao empreendimento. com exceção dos empreendimentos habitacionais para fins urbanos de interesse social ou de regularização fundiária. 6. A alimentação deverá ser individual do restante do prédio.

transformação e manobra.31. Nas instalações abrigadas. de acordo com as normas e padrões técnicos da CEMAR e da CELPA.004 02 • Das obras necessárias. em quaisquer níveis de tensão. h) Sistema de drenagem do óleo para transformadores que contenham 100 litros ou mais de líquido isolante (Ver DESENHO 7 – BACIA DE CONTENÇÃO DE ÓLEO). l) Instalação de iluminação artificial.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 20 de 120 Código: Revisão: NT. As dimensões mínimas devem estar de acordo com o DESENHO 3 – CABINE DE PROTEÇÃO E TRANSFORMAÇÃO – ENTRADA AÉREA e DESENHO 4 – CABINE DE PROTEÇÃO E TRANSFORMAÇÃO – ENTRADA SUBTERRÂNEA. que não seja de cunho social ou de regularização fundiária de interesse social. o custo referente a estas obras na rede serão de responsabilidade do consumidor conforme Art. k) Fixação dos suportes das chaves e dos isoladores de apoio. Na impossibilidade de ventilação natural. o) O espaço destinado ao caminhamento do ramal de ligação e da subestação deve ser transferido à CEMAR ou a CELPA. Para tanto deve ser preenchido o formulário ANEXO V – DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . j) Construção da malha de terra e interligação desta com as partes metálicas não energizadas. paredes divisórias e demais serviços de alvenaria. m) Instalação de extintor de incêndio para uso em eletricidade localizada nas imediações da porta de acesso a pessoas. e) Fornecimento e instalação de materiais e equipamentos elétricos. • Dos transformadores de distribuição necessários para o atendimento. quando não houver condições técnicas para construção do tanque de contenção do líquido isolante. O meio extintor deve ser gás carbônico (CO2) e o aparelho deve estar de acordo com a NBR 15808. i) Construção e instalação de portas. e se cada um deles contiver menos de 100 litros. que necessitar de reforma ou ampliação na rede para ser atendido. janelas de ventilação e telas metálicas internas e externas. g) Construção de canalizações e caixas de passagens necessárias aos condutores de média e baixa tensão. deve ser utilizada. observadas as condições estabelecidas sobre participação financeira conforme Resolução nº 414 da ANEEL. pisos impermeáveis com soleira apropriada podem ser utilizados como depósito se não existirem mais que três transformadores ou outros equipamentos instalados. n) Todo e qualquer empreendimento. ventilação forçada. f) Construção do recinto para instalação dos equipamentos de proteção. para a conexão à rede de propriedade da distribuidora. 48 da Resolução nº 414 da ANEEL.

c) As paredes que limitam a área da subestação devem ser construídas em alvenaria e permitir o seu isolamento com relação à área interna da edificação. p) A CEMAR ou a CELPA terá acesso livre ao ramal de ligação e à subestação sempre que achar necessário e conveniente. ser de fácil acesso.31. principalmente de transformadores. mesmo que haja paredes de alvenaria e portas corta-fogo.5 Responsabilidades da CEMAR e da CELPA a) Instalação de equipamentos de medição. quando do recebimento e energização do empreendimento. de acordo com o Padrão CEMAR e CELPA. 6. b) Incorporação das instalações elétricas de empreendimentos. 6. g) As subestações devem situar-se no andar térreo. somente será permitido o emprego de transformadores a seco e disjuntores a vácuo ou SF6. i) Quando a subestação fizer parte integrante da edificação. assegurando rápida retirada de equipamentos.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 21 de 120 Código: Revisão: NT. no momento de sua conexão à rede da CEMAR ou da CELPA. c) Operação e manutenção das instalações. f) A área da subestação é de uso exclusivo da CEMAR e da CELPA e não deve ser utilizada como depósito ou outros fins pelo condomínio ou administração. até o ponto de entrega de acordo com a legislação vigente. d) A porta de acesso da subestação deve estar voltada para área externa da edificação com abertura para fora. possuir uma placa de advertência com a seguinte frase: “ALTA TENSÃO” e ser dotada de sistema de tranca que permita o seu fechamento a chave. após incorporação e energização pela CEMAR ou da CELPA das instalações elétricas implantadas pelo Empreendedor.6 Localização da Subestação a) Estar situada dentro da propriedade particular fora da área de projeção da edificação.004 02 TERMO DE TRANSFERÊNCIA pelo proprietário da obra e ter firma legalmente reconhecida. Nota: DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . b) A subestação deve permitir fácil acesso às pessoas e aos equipamentos a partir da via pública e estar livre de obstáculos. h) Quando a subestação não fizer parte integrante da edificação podem ser utilizados transformadores a óleo. e) A subestação deve possuir janelas de ventilação com área de circulação de ar adequada à potência nominal do transformador ou estar provida de um sistema de ventilação mecânica.

004 02 Quando o empreendedor optar pelo uso de transformador a seco e disjuntor a vácuo ou a gás SF6. para transformadores até 75 kVA.6/1kV. e incluem medidores. com a participação financeira do consumidor de acordo com a legislação em vigor. o pessoal autorizado da CEMAR ou da CELPA tenha acesso às instalações de cada Edificação. Elaborado em: Página: 14/11/2013 22 de 120 Código: Revisão: NT.1 Ramal de Ligação derivado da Rede de Baixa Tensão da CEMAR e da CELPA a) Deve ser aéreo e ao tempo em toda a sua extensão. • A potência máxima de cada transformador deve ser de 500 kVA. no intuito de agilizar a leitura do medidor e a inspeção das instalações pela CEMAR ou pela CELPA. atrasos ou transtornos.31. construído. ficando a cargo do Empreendedor a operação e manutenção dos mesmos. c) A Administração da EMUC deve sempre propiciar as condições para que. b) O consumidor deve assegurar livre acesso aos técnicos da CEMAR ou da CELPA devidamente credenciados.8 6. d) Os condutores devem ser instalados de forma que. operado e mantido pela CEMAR ou pela CELPA. 6.1. b) Ser projetado. a fim de efetuar a leitura de medidores. transformadores de corrente e de potencial.5m para trânsito apenas de pedestres. devem ser de propriedade da CEMAR ou da CELPA. 6. isolados em XLPE.5m quando for previsto trânsito de veículos ou de 3.8.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS 5.1 Entrada de Serviço Ramal de Ligação 6. no ponto mais baixo. Acesso às Instalações Consumidoras a) Apenas o pessoal da CEMAR e da CELPA deve ter acesso aos equipamentos de medição que. d) O acesso ao Centro de Medição deve ser mantido limpo e desimpedido pela Administração da EMUC. sempre. O isolamento mínimo requerido é de 0. 6. sem impedimentos. e dispositivos complementares. inspecionar e verificar as instalações ou equipamentos. os mesmos não serão objeto de incorporação pela CEMAR e pela CELPA.7 Quando a subestação pertencer à CEMAR ou a CELPA: • Não é permitido paralelismo de transformadores. com sustentação pelo neutro nú. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .8. sua altura em relação ao solo ou piso seja no mínimo de 5. c) A CEMAR e a CELPA devem utilizar condutores multiplexados. e a qualquer época. aos locais em que estejam instalados os aparelhos de medição.

além do que será necessária a extensão da rede de distribuição de energia elétrica na qual o consumidor participará financeiramente. houver trânsito de veículos ou apenas de pedestres.ENTRADA MISTA.2 Ramal de Ligação derivado da Rede de Média Tensão da CEMAR e da CELPA O ramal de ligação pode ser totalmente aéreo ou misto. seja em áreas privadas ou públicas. devendo obedecer às seguintes prescrições: a) Fixação do Ramal de Ligação I) Quando a subestação fizer parte integrante da EMUC. terraços ou lugares congêneres. f) Não deve cruzar terrenos de terceiros. ficando livre de qualquer obstáculo e ser perfeitamente visível. Somente por ocasião de manutenção e quando absolutamente necessário. o ramal de ligação deve ser fixado em poste auxiliar de concreto armado.8. conforme legislação em vigor. o ramal de ligação pode ser fixado na sua própria fachada ou em poste auxiliar. h) Deve partir do poste da rede secundária de distribuição mais próximo do ponto de entrega e não deve exceder a 30m de comprimento.8. Neste caso a subestação deve ter altura suficiente para fixação do ramal de acordo com o DESENHO 9 – RAMAL DE LIGAÇÃO DERIVANDO DA REDE DE MÉDIA TENSÃO DA CEMAR OU DA CELPA . de acordo com o DESENHO 10 – RAMAL DE LIGAÇÃO DERIVANDO DA REDE DE MÉDIA TENSÃO DA CEMAR E DA CELPA . II) O condutor mais baixo do ramal de ligação deve manter uma altura mínima com referência ao piso ou solo de 5.1. sacadas.31.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS e) O ramal de ligação deve entrar preferencialmente pela frente do terreno. desde que os condutores não estejam submetidos a esforços mecânicos. j) Não serão admitidas emendas nos condutores do ramal de ligação.ENTRADA AÉREA. b) Ramal de Ligação Aéreo Devem ser obedecidas as seguintes prescrições: I) As definidas nas alíneas “b”.5 (cinco e meio) metros ou 3. “g”. do qual deriva o trecho subterrâneo do ramal.1. II) Quando a subestação for construída separada do corpo da EMUC. g) Não deve ser acessível a janelas. Dependendo das particularidades de trabalho na DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .“e”. “f”. instalado no terreno particular. A distância mínima dos condutores a quaisquer destes pontos deve ser de acordo com o DESENHO 2 – AFASTAMENTOS MÍNIMOS ENTRE CONDUTORES E EDIFICAÇÕES.5 (três e meio) metros. 6. “i” do subitem 6.Elaborado em: Página: 14/11/2013 23 de 120 Código: Revisão: NT.1. quando respectivamente. as emendas poderão ser feitas.

indicará o ponto do seu sistema no qual há condições técnicas para derivar o ramal de ligação. ou altura maior por razões de segurança.31. passarelas. a critério da CEMAR e da CELPA. X) A CEMAR e a CELPA não se responsabiliza por quaisquer danos decorrentes de contato acidental em suas linhas com tubovias. envelopados em concreto) devem estar situados a uma profundidade mínima de 650 mm. devendo qualquer condutor do ramal obedecer ao afastamento mínimo disposto no DESENHO 2 – AFASTAMENTOS MÍNIMOS ENTRE CONDUTORES E EDIFICAÇÕES.1. Para o trecho subterrâneo prescrevem-se as seguintes exigências: I) Deve derivar de um poste fixado no terreno da EMUC. c) Ramal de Ligação Misto O trecho aéreo do ramal de ligação misto obedecerá às prescrições do subitem 6. no vão entre postes da chave até a subestação. IX) Não deve ser acessível a janelas.2. II) Não deve cruzar terrenos de terceiros. definitivas ou provisórias.8.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS área de entrada. Para rede compacta o tamanho limite do vão é de 60 (sessenta) metros. pode ser necessário o uso de cabo isolado. sacadas. VIII) No caso de travessia de cerca ou grade metálica deve haver aterramento no trecho sob o ramal. deve também ser seccionada a cerca ou grade metálica que tiver extensão superior a 30 metros. áreas ou quaisquer outros elementos fixos não pertencentes à rede. por ocasião da consulta prévia. III) A CEMAR e a CELPA. marquises. etc. Além de aterrada. elevados.Elaborado em: Página: 14/11/2013 24 de 120 Código: Revisão: NT. VI) Os equipamentos de manobra instalados na derivação do ramal de ligação devem ser operados exclusivamente pela CEMAR ou pela CELPA. III) Os dutos (corrugados ou aço zincado por imersão a quente. ou qualquer obstáculo que lhe possa oferecer dano. V) Não deve ter vão superior a 40 (quarenta) metros. seja em domínio público ou privado. telhados.b. IV) A classe de isolamento requerida deve ser a mesma da linha do qual deriva o ramal de ligação. notadamente no caso da construção ter sido edificada posteriormente à ligação da unidade consumidora. VII) Não pode haver edificações. e quando cruzar locais destinados a trânsito de veículos devem ser protegidos por uma das DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . plantações de médio ou grande porte sob o mesmo.

com uma camada de 100mm de brita no fundo da mesma. sendo um desses cabos para reserva e da mesma natureza dos cabos energizados. XIII) As extremidades dos dutos. VI) Deve ser construída uma caixa de passagem a 700 mm do poste de derivação do ramal. A tampa de entrada da caixa deve permitir a inscrição de um círculo de 600mm de diâmetro. VII) O comprimento máximo retilíneo entre duas caixas de passagens é de 30 m. IX) As caixas de passagem devem ter dimensões internas mínimas de 800x800x800mm. VIII) Em todo ponto onde haja mudança de direção do ramal. Nas extremidades do eletroduto deve ser prevista proteção mecânica contra danificação do isolamento dos condutores. XIV) Os dutos devem ser instalados de modo a permitir uma declividade de 2% no sentido das caixas de passagens. através de eletroduto de aço galvanizado de diâmetro interno mínimo igual a 100 mm.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS formas sugeridas no DESENHO 12 – BANCO DE DUTOS PARA ENTRADA SUBTERRÂNEA DA REDE PRIMÁRIA. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .31.Elaborado em: Página: 14/11/2013 25 de 120 Código: Revisão: NT. com ângulo igual ou superior 45 graus. conforme mostra o DESENHO 12 – BANCO DE DUTOS PARA ENTRADA SUBTERRÂNEA DA REDE PRIMÁRIA. sem causar danos aos dutos e ao isolamento dos cabos. X) Não deve conter emendas nem derivações. V) No trecho fora do solo o ramal de ligação deve ser protegido mecanicamente até a uma altura de 5 m. devem ser impermeabilizadas com materiais que permitam posterior remoção. XI) Quando for utilizada curva longa de 90 graus para permitir a descida ou subida dos condutores do ramal subterrâneo. deve ser construída uma caixa de passagem. IV) Não deve cruzar via pública. XII) Todo ramal subterrâneo deve ser composto de quatro cabos unipolares. esta deve ter um raio de curvatura superior a 20 vezes o diâmetro do cabo. nas caixas de passagens.

31. pavimentação e outros) concluídos e residências prontas para ocupação imediata.) deve ser projetada. telefone. que pode utilizar materiais e equipamentos que atendam os seus objetivos. água.8. o ponto de entrega deverá situar-se no limite da via pública com o condomínio. e a CEMAR ou a CELPA não será responsável pela manutenção e operação das referidas redes. Em qualquer circunstância a distância máxima entre o poste da CEMAR ou da CELPA e o ponto de entrega será de 30 metros. ou seja. Nestes casos. b) Em condomínio horizontal.2. em domínio público.1 Edificações Verticais com alimentação derivada da Rede de Baixa Tensão da CEMAR ou da CELPA a) Na ligação de edificações construídas sem recuo com relação ao alinhamento da via pública. 6.2 Edificações Verticais com alimentação derivada da Rede de Média Tensão da CEMAR ou da CELPA Nas edificações verticais de múltiplas unidades consumidoras. o ponto de entrega se localizará no limite da propriedade particular com o alinhamento da via pública.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS 6. construída e mantida pelo empreendedor. podendo ser na própria fachada ou no poste auxiliar. devendo os transformadores ser instalados. c) Para ser atendido pela CEMAR ou pela CELPA o condomínio deve estar edificado. se for construída de acordo com o Padrão CEMAR e da CELPA.8. 6. se for construída em desacordo com o Padrão CEMAR e da CELPA. o condomínio é responsável pelo consumo de energia. na própria fachada.004 02 Ponto de Entrega 6. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . b) Na ligação de edificações construídas recuadas do alinhamento da via pública. ou seja. o ponto de entrega se localizará no primeiro ponto de fixação do ramal de ligação. etc. avenidas.8.3 Edificações Horizontais a) Em condomínio horizontal. projetando-se dentro da propriedade particular somente a Rede de Baixa Tensão. onde a rede elétrica interna seja de propriedade da CEMAR ou da CELPA. o ponto de entrega deverá situar-se no limite da via interna do condomínio com cada fração integrante do parcelamento.2. com todos os serviços de infraestrutura (instalações elétricas internas. praças.2 Elaborado em: Página: 14/11/2013 26 de 120 Código: Revisão: NT. desde que o terreno da instalação consumidora atinja o alinhamento supracitado.8. em que os equipamentos de transformação da CEMAR e da CELPA estejam instalados no interior da propriedade.2. d) A rede de iluminação das vias externas (ruas. onde a rede elétrica interna não seja de propriedade da CEMAR ou da CELPA. sempre que tecnicamente for possível. o ponto de entrega situar-se-á na entrada do barramento geral.

e) Quaisquer serviços no ramal de entrada devem ser feitos mediante autorização e supervisão da CEMAR ou da CELPA. para livre acesso da CEMAR ou da CELPA. nem de terreno de terceiros. b) A isolação mínima requerida é de 1. A extremidade superior deve ficar abaixo da armação secundária (ver DESENHO 13 – RAMAL DE LIGAÇÃO DERIVADA DA REDE DE BAIXA TENSÃO DA CEMAR OU DA CELPA. b) O eletroduto de descida do poste deve ser de aço zincado por imersão a quente.8. em local não sujeito a abalroamento e que preencha os requisitos técnicos que a CEMAR e a CELPA exigir.2 kV.0 m do piso. em sua revisão vigente. 6. 6.31. embutido ou aparente) e instalações pré-fabricadas do tipo “leito metálico” devidamente selado em toda a sua extensão.3 Ramal de Entrada 6.2 Prescrições do Ramal de Entrada Derivado da Rede de Baixa Tensão Em prédios com alimentação derivada da rede de Baixa Tensão da CEMAR ou da CELPA devem ainda ser obedecidas às seguintes prescrições: a) Quando o ramal for derivado de um poste auxiliar.8. em XLPE 90° ou EPR 90° ou HEPR 90º ou condutor com corrente máxima equivalente. mantido e reparado às custas do usuário. este poste deve ser instalado dentro do terreno do consumidor. firmemente fixado através de fitas ou abraçadeiras metálicas.0 kV. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . f) Termo de permissão assinado pelo condomínio ou proprietário. h) Não são permitidas emendas nos condutores. inclusive a terceiros.3. a uma altura mínima de 5.8.3. f) A CEMAR ou a CELPA se isenta da responsabilidade de quaisquer danos pessoais ou materiais que a construção ou reparo do ramal de entrada possa acarretar.001 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM BAIXA TENSÃO e NT. nem ao tempo e nem dentro dos eletrodutos.31. c) Pode ser em eletroduto (subterrâneo.1 O Ramal de Entrada deve obedecer às seguintes prescrições: a) Deve atender aos requisitos estabelecidos nas normas NT.002 – FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM MÉDIA TENSÃO 15 E 36.NORMA TÉCNICA Elaborado em: Página: 14/11/2013 27 de 120 Código: Revisão: NT.004 02 Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS e) Deve ser construído pelo responsável uma via de acesso e portão com dimensões que possibilitem o tráfego de veículos para operação e manutenção da rede. g) Não é permitida a travessia da via pública. d) O ramal de entrada deve ser construído.31.

6. Em nenhum caso deve existir curva com deflexão maior do que 90 graus.9 Padrões Construtivos e Características Gerais das Subestações As subestações deverão ser construídas com base nos padrões apresentados nos itens 6.Fornecimento de Energia Eletrica em Média Tensão (15 e 36.7.PEAD (dutos corrugados). e) Os eletrodutos devem ser enterrados a uma profundidade mínima de 0.7. com dispositivo para lacre. no máximo. deve ter suas instalações elétricas internas adaptadas pelos interessados para permitir a medição e a proteção individualizada de cada unidade consumidora. b) A edificação utilizada por um único consumidor que a qualquer tempo. devem ser protegidos por uma das formas sugeridas pelo DESENHO 11 – BANCO DE DUTOS PARA ENTRADA SUBTERRÂNEA DA REDE SECUNDÁRIA. em sua última versão.2 Subestações Abrigadas (Cabines) da Norma NT.10. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . três curvas de 90 graus. − As emendas devem ser feitas através de luvas atarraxadas externamente aos eletrodutos ou por intermédio de conexões soldadas. sem que haja redução do diâmetro interno. g) As curvas e emendas no eletroduto devem obedecer as seguintes prescrições: − No trecho embutido.2kV). 6. nas vias internas do empreendimento.70m da base do poste.004 02 c) Não é permitida a entrada subterrânea em baixa tensão derivando diretamente do poste da rede de distribuição da CEMAR ou da CELPA.31. a tubulação pode ter. construída de acordo com o DESENHO 14 – CAIXA DE PASSAGEM LACRÁVEL . − As curvas devem ser feitas de forma que o diâmetro interno não seja reduzido. O ramal de entrada subterrâneo deve ser instalado a partir do poste particular. f) Será permitida a instalação de uma caixa de passagem localizada a 0. d) Os eletrodutos da parte subterrânea podem ser de polietileno de alta densidade .1 Generalidades a) A energia fornecida a cada unidade consumidora deve ser medida num só ponto. venha a ser subdividida ou transformada em edificação de múltiplas unidades consumidoras.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 28 de 120 Código: Revisão: NT.1 Subestações ao Tempo: no Solo ou em Poste e 6.30m sendo que quando cruzar locais destinados a trânsito de veículos.31. não sendo permitida medição única a mais de uma unidade consumidora. ou de aço zincado por imersão a quente.10 Medição 6.002 .

c) Os módulos de medição padronizados para as EMUC’s são de acordo com o DESENHO 19 – CENTRO DE MEDIÇÃO. f) Os equipamentos para medição serão instalados e fornecidos pela CEMAR e pela CELPA. − Corrosão por agentes químicos. b) Deve ser previsto um módulo de distribuição (módulo tipo III) para cada 33 (trinta e três) unidades consumidoras.2 Centro de Medição . d) A CEMAR e a CELPA não é responsável. ainda que tenha procedido a vistorias. e) O disjuntor geral do centro de medição deve ser instalado em um módulo exclusivo para proteção (módulo tipo IV). a proteção geral e as proteções individuais.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 29 de 120 Código: Revisão: NT. todos com dispositivo para lacre. − Abalroamento nas estruturas de suporte de entrada ou outras avarias de ordem mecânica. os mesmos devem ser usados exclusivamente para medição.10. resultantes de defeitos inerentes à sua instalação particular. 6. podendo ser ele em chapa de aço ou em policarbonato. tais como: − Dimensionamento errado das instalações internas. o equipamento de medição que apresentar defeitos ou falhas que não sejam decorrentes do mau uso do mesmo. na qualidade de depositário a título gratuito pela custódia dos equipamentos de medição e responderá por danos ocasionais neles verificados. e) O consumidor é responsabilizado por danos causados a equipamentos de medição ou a rede de distribuição. ou de sua má utilização. Havendo necessidade de uso de TC’s.004 02 c) O consumidor será responsável. por danos a pessoas ou bens decorrentes de deficiência técnica das instalações da unidade consumidora. d) O módulo Tipo I deve ser usado para unidades consumidoras monofásicas e o módulo Tipo II para unidades consumidoras trifásicas. g) A CEMAR e a CELPA substitui sem ônus para o usuário. ataque por insetos e consequente incêndio. − Precariedade da instalação do ramal de entrada.CM a) Cada centro de medição é construído por módulos que alojarão os medidores. Ver DESENHO 19 – CENTRO DE MEDIÇÃO. (ver DESENHO 19 – CENTRO DE MEDIÇÃO). decorrentes de aumento de carga ou alterações de suas características à revelia da CEMAR e da CELPA.31. infiltração de água e umidade. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . devido ao envelhecimento dos condutores. os barramentos.

A marcação externa do número de identificação nos módulos de medição e centro de proteção geral deve ser efetuada através de plaquetas com rebites ou pintura com tinta indelével.004 02 Os módulos de medição devem ser marcados externamente e internamente com o número do apartamento ou sala comercial.31. logo. de forma a identificá-los com os respectivos consumidores. Quando existir o módulo V esta cota deve ser 0. a colocação de anilhas (fitas plásticas com as cores padronizadas pela ABNT) nos condutores. g) Será exigido no ramal de entrada.35m. em que são ligadas as unidades consumidoras. l) Todos os módulos do centro de medição devem ser homologados pela CEMAR e pela CELPA. h) A cota da base do centro de medição em relação ao piso é de 0. 2 sendo no mínimo de 4 mm² para a área de concessão da CEMAR e de 6 mm para a da CELPA. i) A seção dos condutores instalados entre o barramento e o disjuntor da medição deve ser compatível com a capacidade de corrente da proteção geral da Unidade Consumidora. j) A seção dos condutores instalados entre o módulo de medição e o centro de distribuição da Unidade Consumidora deve respeitar os critérios de capacidade de corrente e queda de tensão. É exigida também identificação dos condutores fase até a instalação de cada medidor do módulo de medição.70m. A cota superior não deve ser maior que 1. sendo no mínimo de 4 mm² para área de concessão da CEMAR e de 6 mm 2 para a da CELPA. no ponto de acesso ao quadro de medição. a fim de identificar as fases.20m. correlacionadas com o faseamento da rede de distribuição da CEMAR e da CELPA. k) O medidor e demais equipamentos de medição serão fornecidos e instalados pela CEMAR e pela CELPA. m) Deve ser estampado de forma legível e indelével o nome ou marca do fabricante em local bem visível. Nota: 7.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS f) Elaborado em: Página: 14/11/2013 30 de 120 Código: Revisão: NT. recomenda-se que não sejam efetuadas estampas no centro das tampas das caixas de medição. A localização destas estampas não deve comprometer a visualização da medição por parte dos leituristas. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .

caixas e cubículos. e) Não são aceitos locais de difícil acesso.10. localizado no térreo ou subsolo. d) Em frente ao centro de proteção geral e ao centro de medição deve existir o espaço livre de no mínimo 1metro para permitir as atividades de leitura e instalação dos medidores. indicar o local mais adequado para instalação da medição. Os casos em que o consumidor opte pela utilização de medidores não padronizados pela CEMAR e pela CELPA serão objetos de estudos específicos.004 02 6. desde que se verifique a quantidade mínima de 5 medidores por centro de medição. de livre e fácil acesso as pessoa credenciadas pela CEMAR ou pela CELPA. observadas as seguintes disposições: a) Em prédios residenciais os centros de medição devem situar-se no andar térreo ou subsolo que não esteja sujeito a inundações. mal iluminados e sem condições de segurança tais como: locais sujeitos a gases corrosivos. devendo sempre que possível. bem como sua substituição quando considerada conveniente. obedecendo as seguintes recomendações: − Prédios com até 16 medidores: devem possuir um único centro de medição. Por exemplo: locais como pilotis. h) Fica a critério da CEMAR e da CELPA. ter acesso direto para a via pública. desde que se verifique a quantidade mínima de 23 medidores por centro de medição. inundações. somente poderão ser instalados ou rompidos pela CEMAR ou pela CELPA. escolher os medidores e demais equipamentos de medição que julgar necessário. − Prédios com mais de 16 medidores: é permitida a instalação de mais de um centro de medição no mesmo local (térreo ou subsolo). f) Os lacres dos medidores. − Prédios com mais de 51 medidores: é permitida a instalação de mais de um centro de medição no mesmo local (térreo ou subsolo). obedecendo os seguintes procedimentos: − Prédio com até 51 medidores: deve possuir um único centro de medição. trepidações excessivas ou sujeitas a abalroamento de veículos. que tenham dimensões insuficientes. c) Todos os centros de medição devem ser instalados em áreas de uso comum. b) Em prédios comerciais os centros de medição devem situar-se no andar térreo ou subsolo que não esteja sujeito a inundações. o mais próximo possível da entrada do prédio. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .3 Localização da Medição e do Medidor A CEMAR e a CELPA reservam-se ao direito de. paredes externas do prédio ou muro.31. poeiras.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 31 de 120 Código: Revisão: NT. localizado no térreo ou subsolo. g) Nos prédios alimentados através de subestações próprias o centro de medição deve localizar-se fora do recinto da subestação e no mesmo pavimento desta. em qualquer caso.

conforme a) DESENHO 18 – LIGAÇÃO DE BOMBA DE INCÊNDIO. sendo um localizado antes do barramento e um em cada saída do ramal para os centros de medição (Figura 1 do DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . b) A instalação do CPG deve ser abrigada. Quando for prevista a instalação de conjunto moto-bomba de incêndio.11.1 Centro de Proteção Geral .2 Proteção de Edificação com alimentação derivada da Rede Secundária da CEMAR ou da CELPA e) A proteção do ramal de entrada deve ser feita através de disjuntores tripolares termomagnéticos. deve ser instalada plaqueta metálica gravada ou esmaltada a fogo com os dizeres: “BOMBA DE INCÊNDIO”.31. livre de inundações e não sujeito às intempéries ocasionais. 6. dimensionados de acordo com a corrente nominal da carga demandada.11. d) Os circuitos secundários de cada transformador devem ser individualmente separados. conforme b) DESENHO 18 – LIGAÇÃO DE BOMBA DE INCÊNDIO.CPG a) O CPG deve ser uma caixa metálica com dispositivo de lacre com dimensões apropriadas e ter aprovação prévia da CEMAR ou da CELPA.4 Medição para Bomba de Incêndio 8. c) Para identificar a proteção do conjunto moto-bomba. em local de fácil acesso.10.10. O circuito alimentador da bomba de incêndio deve ter dispositivo de proteção independente. deve ser instalada medição e a sua alimentação deve ser derivada antes da proteção geral de baixa tensão.5 Medição Totalizadora O empreendimento deve disponibilizar espaço físico adequado após a saída do secundário da unidade de transformação (ou unidades de transformações) para instalação de medição totalizadora nos termos do artigo 19 da Resolução Normativa Nº 414/2010 da ANEEL. 9. instalados no Centro de Proteção Geral (CPG). 6.11 Proteção 6. c) O CPG de edificação com alimentação derivada da rede primária da CEMAR ou da CELPA deve ser localizado na subestação.Elaborado em: Página: 14/11/2013 32 de 120 Código: Revisão: NT. 6. caixas ou CPG’s comuns.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS 6. não podendo ser instalados em dutos.

6. − A capacidade de interrupção simétrica mínima dos disjuntores. − As proteções dos centros de medição devem ser feitas por disjuntores instalados no módulo de distribuição dos respectivos centros. O Centro de Proteção Geral (CPG) deve estar. h) Quando a demanda for inferior ou igual a 75kVA o disjuntor deve ter capacidade de Interrupção Simétrica mínima de 5kA. no máximo. b) Subestação com 1 (um) transformador e 2 (dois) ou mais centros de medição (Figura 4 do DESENHO 17 – PROTEÇÃO DO RAMAL DE ENTRADA DERIVADO DA REDE DE MÉDIA TENSÃO DA CEMAR OU DA CELPA). f) A proteção de cada Centro de Medição (CM) deve ser feita através de disjuntor tripolar termomagnético instalado no módulo de distribuição do respectivo centro. o disjuntor deve ter capacidade de Interrupção Simétrica mínima de 10kA. − A proteção deve ser feita por um disjuntor instalado no CPG e por outro localizado no módulo de distribuição do centro de medição. a 30 metros do ponto de entrega. − A proteção geral deve ser feita por disjuntores instalados no CPG antes do barramento e em cada saída do ramal que vai para os centros de medição.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 33 de 120 Código: Revisão: NT. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . referidos na alínea anterior.3 Proteção de Edificação com alimentação derivada da Rede Primária da CEMAR ou da CELPA a) Subestação com 1 (um) transformador e 1 (um) centro de medição (Figura 3 do DESENHO 17 – PROTEÇÃO DO RAMAL DE ENTRADA DERIVADO DA REDE DE MÉDIA TENSÃO DA CEMAR OU DA CELPA). a proteção do ramal é a mesma proteção geral do centro de medição e se localizará no módulo de distribuição (Figura 2 do DESENHO 16 – PROTEÇÃO DO RAMAL DE ENTRADA DERIVADO DA REDE DE BAIXA TENSÃO DA CEMAR). medidos ao longo do circuito do ramal de entrada.31. i) Quando a demanda for superior a 75kVA até 300kVA. g) Quando houver somente um Centro de Medição (CM) e este obedecer a distância referida na alínea (a).11. O referido disjuntor é dispensado quando os centros de medição forem instalados a uma distância de até 15m e no mesmo compartimento do Centro de Proteção Geral (CPG). é em função da potência do transformador e da distância do CPG ao centro de medição.004 02 DESENHO 16 – PROTEÇÃO DO RAMAL DE ENTRADA DERIVADO DA REDE DE BAIXA TENSÃO DA CEMAR OU DA CELPA).

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Revisão:

NT.31.004

02

6.12 Aterramento
Nas Edificações de Múltiplas Unidades Consumidoras com alimentação da rede primária ou
secundária, deve existir malha de terra, com dimensões convenientes, destinada ao aterramento
de todas as partes metálicas não destinadas a conduzir corrente elétricas:
a) O condutor de ligação à terra deve ser de cobre nu, tão curto e retilíneo quanto possível,
sem emendas, chaves ou dispositivos que possam causar sua interrupção;
b) O ponto de conexão do condutor de terra com a haste de terra deve ser feito através de
conectores apropriados ou solda exotérmica e acessível à inspeção, através de caixa
individual para cada haste;
c) A bitola mínima do condutor de terra deve estar de acordo com as prescrições da NBR5410;
d) Para prédios com alimentação pela rede secundária da CEMAR ou da CELPA exige-se que
a malha de terra contenha um número mínimo de 3 hastes devendo, em qualquer caso, a
resistência máxima em qualquer época do ano, ser de 10 ohms;
e) Para prédios com alimentação derivada da rede primária da CEMAR ou da CELPA, exige-se
que a malha de terra das subestações abrangidas por esta Norma contenha um número
mínimo de 6 hastes devendo, em qualquer caso, a resistência máxima, em qualquer época
do ano, ser de 10 ohms;
f)

As interligações entre as hastes devem ser feitas com condutores de cobre nu de seção
mínima igual a 50 mm². Todas as ferragens, tais como tanque de transformadores e
disjuntores, portas metálicas, telas, etc, devem ser ligadas ao sistema de terra com condutor
de cobre nu de bitola mínima de 25 mm². Os equipamentos da subestação devem estar
sobre a área da malha de terra;

g) As hastes de terra devem ser de aço cobreado e ter dimensões mínimas de 2,40m de
comprimento x 16mm diâmetro e com distância entre eles igual ao comprimento da haste;
h) Nas transições de linha aérea para subterrânea, as blindagens dos condutores subterrâneos
também deverão ser aterradas, sendo ligadas ao condutor de aterramento dos pára-raios;
i)

A extremidade superior dos eletrodos deverá ficar aproximadamente a 0,10 metros abaixo
da superfície do solo e protegida com caixa de alvenaria ou concreto com dimensões
mínimas de 0,30 x 0,30 x 0,30 metros e com drenagem e tampa adequada, permitindo o
acesso para fins de inspeção e de medição do valor da resistência de aterramento;

j)

O aterramento de pára-raios tipo Franklin deve ficar independente do aterramento do prédio
quando a distância entre malhas for superior a 15m. Quando a distância for inferior a 15m,
as malhas devem ser interligadas e a resistência deve se, no máximo, de 10 ohms.

DOCUMENTO NÃO CONTROLADO

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NT.31.004

02

6.13 Geração Própria
A instalação de geração alternativa ou de emergência deve seguir as normas da CEMAR e da
CELPA, obedecendo às seguintes prescrições:
a) Produtores independentes ou autoprodutores, cuja viabilidade técnica determine a conexão
ao sistema de média tensão da CEMAR ou da /CELPA, devem seguir a norma NT.31.015 CRITÉRIOS DE ACESSO DE AUTOPRODUTORES E PRODUTORES INDEPENDENTES
DE ENERGIA AO SISTEMA ELÉTRICO DA CEMAR/CELPA, na sua última versão;
b) Consumidores de média tensão que possuam gerador de emergência devem seguir o que
determina a norma NT.31.009 - Conexão de Geradores Particulares ao Sistema Elétrico
da CEMAR/CELPA, específica para estes casos, em sua última versão.
Nota:
10. O gerador deve ficar localizado em área separada, fisicamente, do recinto onde estão instalados
os equipamentos destinados à subestação.

7

ATENDIMENTO AO CLIENTE
a)

Atendimento Corporativo CEMAR (São Luís, Bacabal, Timon e Imperatriz) ou estabelecer
contato com a Central de Atendimento Corporativo através do telefone 0800 280 2800;

b)

O Consumidor, ou Representante Legal, deve dirigir-se a uma Agência com Atendimento
Corporativo CEMAR ou da CELPA, para obter todos os esclarecimentos de ordem comercial,
técnica, legal e econômico-financeira, necessários e relativos ao fornecimento de energia
elétrica, onde, entre outras informações, deve fornecer dados para caracterização da Unidade
Consumidora, particularmente no que se refere à produção, posição do projeto, discriminação
da potência instalada e previsões de carga em caráter preliminar;

c)

Para efetuar as solicitações relacionadas ao fornecimento de energia elétrica em média
tensão, o Consumidor, ou Representante Legal munido de procuração assinada e
reconhecida em cartório, deve dirigir-se a uma Agência com Atendimento Corporativo
CEMAR (São Luís, Bacabal, Timon, Imperatriz e Balsas) ou Atendimento Corporativo CELPA
(Belém, Castanhal, Marabá e Santarém), portando os documentos necessários para cada tipo
de solicitação;

d)

Na fase de análise subsequente, sob a coordenação do órgão responsável pelo Atendimento
Corporativo, caso julgue necessário, o interessado deve discutir, junto com os demais órgãos
envolvidos com o projeto, os aspectos técnicos e comerciais do mesmo;

e)

Cabe à CEMAR e a CELPA disponibilizar ao interessado as normas técnicas, orientar quanto
ao cumprimento de exigências obrigatórias, fornecer as especificações técnicas de materiais
e equipamentos, informar os requisitos de segurança e proteção, e que será procedida a
fiscalização da obra antes do recebimento.

DOCUMENTO NÃO CONTROLADO

NORMA TÉCNICA
Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A
EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS
7.1

Elaborado em:

Página:

14/11/2013

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Código:

Revisão:

NT.31.004

02

Obtenção de Estudo de Viabilidade Técnica
O Estudo de Viabilidade Técnica será exigido para as edificações de múltiplas unidades
consumidoras que pretendem ser atendida pelo sistema elétrico da CEMAR ou da CELPA. Este
estudo antecede à apresentação do projeto elétrico das instalações, sendo solicitado para
cargas, em sistema isolado ou interligado, para atendimento em rede de baixa tensão (BT) ou
média tensão (MT), conforme o caso. Deve ser solicitado pelo proprietário ou representante
legal, visando obter informações e a disponibilidade de atendimento técnico à ligação solicitada,
quando tratar-se de ligações novas ou aumento de carga. No estudo de viabilidade técnica
serão detectadas as reais necessidades de atendimento da unidade consumidora e informado à
mesma.
O Estudo de Viabilidade Técnica é dispensável pela CEMAR e pela CELPA quando a
edificação tiver até 04 (quatro) unidades consumidoras, desde que cada unidade tenha carga
instalada de até 12 kW para a área de concessão CEMAR e de até 10 kW para área de
concessão CELPA;
Para obtenção do estudo de viabilidade técnica o consumidor deverá apresentar à CEMAR ou a
CELPA Anteprojeto, em 01(uma) via, contendo os seguintes elementos:
a) Requerimento preenchido conforme ANEXO II – SOLICITAÇÃO PARA ESTUDO DE
VIABILIDADE TÉCNICA;
b) Planta da situação conforme DESENHO 1 – PLANTA DE SITUAÇÃO, contendo a
localização e delimitação da propriedade e/ou edificação em relação à via pública, rodovias,
vias de acesso, áreas de passeios, acidentes geográficos, etc; representação e indicação
de vias paralelas e transversais; cotas de distâncias; pontos de referências; indicação do
norte geográfico; indicação da rede elétrica próxima e localização do posto de
transformação e a distância deste ao ponto de derivação da rede trifásica da CEMAR ou da
CELPA, mais próxima, com indicação das respectivas coordenadas geo-referenciadas
(preferencialmente em UTM fuso 22 para a CELPA e UTM fuso 23 para a CEMAR); postes
existentes e postes a serem implantados com respectivos esforços, altura e estruturas.
Deverá ser desenhada na escala 1:2000, identificando a localização da obra e o ponto de
entrega pretendido, incluindo:
• Nome das ruas adjacentes;
• Ponto de referência significativo;
• Identificação do Poste CEMAR mais próximo à entrada de serviço desejada (informar
número do mesmo).
c) Relação das cargas/equipamentos: discriminando quantidade e respectivas potências
nominais, que correspondam ao total de carga declarada a ser instalada;

DOCUMENTO NÃO CONTROLADO

− Habilitação. − Segurança em projetos. que deve ser assinado por responsável técnico legalmente habilitado. capacitação e autorização dos trabalhadores. 12. RG. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . se pessoa jurídica CNPJ e contrato social. − Sinalização de segurança. montagem. à parte. previstas. no mesmo endereço do posto de transformação. os primeiros 12 (doze) meses. RG e CPF dos sócios. A CEMAR e a CELPA tem prazo máximo de 30 (trinta) dias para comunicar do atendimento a esta solicitação de viabilidade técnica. qualificação. se houver. no que segue: − Medidas de controle. operação e manutenção.31.Elaborado em: Página: 14/11/2013 37 de 120 Código: Revisão: NT. deverão ser apresentados. ou seja. 7. Deverá ser considerado fator de potência de referência mínimo de 0. forem escalonadas. É indispensável informar o número da unidade consumidora (UC) quando se tratar de alteração de potência instalada ou se já existir ligação em baixa tensão (BT). b) Devem ter seus projetos elétricos analisados e aceitos pela CEMAR ou pela CELPA todas as edificações de múltiplas unidades consumidoras na área de concessão da CEMAR ou da CELPA.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS d) Razão social ou Nome completo do cliente. − Trabalhos envolvendo alta tensão (AT). − Proteção contra incêndio e explosão. − Segurança na construção. − Segurança em instalações elétricas desenergizadas.1 Projeto Generalidades a) A execução das instalações deve ser precedida de projeto elétrico que atenda as regulamentações técnicas oficiais estabelecidas.2. última alteração cadastral. CPF. no mínimo. 14. se houver sócios.92. Se as potências instaladas em transformadores e as demandas. através da Carta de Viabilidade Técnica. Arquitetura e Agronomia – CREA e ter registro ativo. − Segurança em instalações elétricas energizadas. Nota: 11. Nesta carta deverá constar a participação financeira do empreendedor.2 7. os respectivos cronogramas contemplando. 13. c) O projeto deve atender também ao que dispõe a Norma Regulamentadora N°10 Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade (NR-10). devidamente registrado no Conselho Regional de Engenharia.

e) Os projetos de edificações que. b) As fotos em referencia deverão ser apresentadas impressas coloridas. com impressão legível.2. encaminhada pela concessionária. Antes da elaboração do projeto. 7. em formato mínimo A2 (para subestações aéreas o formato mínimo A4). devem ser submetidos à análise e aprovação por parte da CEMAR ou da CELPA. detalhes e vistas devem ser apresentados em formato ® compatível com o AutoCAD 2004.2. mostrando o local onde a rede e/ou a subestação será construída. c) Os desenhos de plantas.2. Nota: 15.2 kV. − Situação de Emergência. a apresentação de fotografias. no mínimo 2( duas) em ângulos/perspectivas diferentes. ou em parte.31.004 02 − Procedimentos de trabalho. cortes.2.2 Projeto Elétrico O Projeto Elétrico deverá ser apresentado à CEMAR ou à CELPA. como parte integrante do Projeto Elétrico. o projetista precisará consultar a CEMAR ou a CELPA para obtenção dos valores das potências de curto-circuito monofásico e trifásico e os ajustes da proteção de retaguarda do alimentador que suprirá as instalações de múltiplas unidades consumidoras para dimensionamento e cálculos dos ajustes de proteção. ao todo. em sua última revisão. possuam locais de afluência de público. com os seguintes elementos: a) 01 (uma) via da “Carta de Viabilidade Técnica”. 7.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 38 de 120 Código: Revisão: NT. devidamente assinadas pelo Responsável Técnico. em suas últimas revisões. f) Recomenda-se que o projeto das instalações elétricas internas das unidades consumidoras atenda às prescrições da NBR 5410. c) Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) emitida pelo CREA. com comprovante de pagamento. independente se a construção for executada ou não pela CEMAR ou pela CELPA. permitindo fácil visualização e entendimento na análise dos desenhos impressos. referente ao Projeto. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . devem atender aos requisitos da NBR 5410 e da NBR 13570.2 Apresentação do projeto 7. d) O projetos elétricos de unidades consumidoras atendidas em tensão de fornecimento de 15 e 36.1 Considerações Gerais a) É obrigatória. b) 02 (duas) vias da “Carta de Apresentação do Projeto” (ANEXO III – CARTA DE APRESENTAÇÃO DO PROJETO).2.

contendo os seus valores elétricos nominais. indicação do norte geográfico. e) 01 (uma) via da Planta da situação conforme DESENHO 1 – PLANTA DE SITUAÇÃO. altura e estruturas. superior e legenda (simbologia). especificações dos equipamentos de comando e proteção. dispositivos e materiais essenciais. identificando a localização da obra e o ponto de entrega pretendido. do ponto de entrega ao barramento de baixa tensão. vias de acesso. com indicação das respectivas coordenadas geo-referenciadas (em UTM-Fuso 22). se for o caso. onde deverão constar todos os equipamentos. na escala 1:50. o(s) centro(s) de medição. representação e indicação de vias paralelas e transversais.31. incluindo: • Nome das ruas adjacentes. e diagrama detalhado do mecanismo ou dispositivo de intertravamento eletromecânico do gerador. desde o ponto de ligação até a proteção geral de baixa tensão. faixas de ajuste e ponto DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . na escala 1:50. II) Planta baixa do subsolo. e pilotis. contendo a localização e delimitação da propriedade e/ou edificação em relação à via pública. mais próxima. V) Diagrama unifilar.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS d) 02 (duas) vias do Memorial Técnico Descritivo com o cálculo de queda de tensão e de demanda e detalhes da carga instalada (Anexo VI) e 01 (uma) cópia em CD. bitola e isolação dos condutores. áreas de passeios. cotas de distâncias. indicação do local de instalação do CPG e do caminhamento do ramal até.Elaborado em: Página: 14/11/2013 39 de 120 Código: Revisão: NT. explicitando. em 01 (uma) via em CD (em CAD – versão 2004) e 02 (duas) vias impressas. se for o caso. f) Projeto da Subestação. postes existentes e postes a serem implantados com respectivos esforços. acidentes geográficos. • Ponto de referência significativo. III) Planta baixa indicando a localização do centro de medição. indicação da rede elétrica próxima e localização do posto de transformação e a distância deste ao ponto de derivação da rede trifásica da CEMAR ou da CELPA. Deverá ser desenhada na escala 1:2000. etc. apresentando a área reservada para a futura SE. contendo: I) Detalhes com vistas frontal. • Identificação do Poste CEMAR ou CELPA mais próximo à entrada de serviço desejada (informar número do mesmo). rodovias. IV) Esquema vertical elétrico ou coluna montante (com indicação dos condutores e eletrodutos). pontos de referências. do centro de proteção geral e caminhamento dos circuitos. VI) Diagrama Unifilar. lateral.

A Construtora deverá apresentar declaração assumindo a manutenção e pagamento da iluminação pública até que a construtura providencie a transferência total de responsabilidade para o condomínio. detalhando o sistema de reversão adotado. em formato A4. Caso exista geração própria. como parte integrante do Projeto Elétrico. IV) Aterramento (malha). material. a apresentação de fotografias. g) Em edificações alimentadas a partir da rede primária.31. das caixas de medição e equipamentos de proteção geral. Nota: 16. ventilação e espaço para manobra. 18. espessura da chapa. V) Subestação particular (se for o caso). É obrigatória. indicar o ponto de reversão com a instalação ligada à rede de suprimento da CEMAR ou da CELPA. 19. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . Na apresentação do projeto deverá informada a previsão de entrega do empreendimento.004 02 de regulação. VI) Localização e tipo dos extintores de incêndio. VII) Especificação dos equipamentos. dutos e da seção e isolamento dos condutores. II) Dimensionamento e localização de dutos e caixas nas instalações de média tensão e baixa tensão até o quadro de medição. no mínimo 2(duas) em ângulos/perspectivas diferentes. altura da instalação. As fotos em referencia deverão ser apresentadas impressas coloridas. III) Iluminação artificial. mostrando o local onde será efetivado o projeto. IX) Quadro de carga referente a todos os centros de distribuição.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 40 de 120 Código: Revisão: NT. h) Circuito de Iluminação Pública Independente com Medição. VIII) Detalhes de aterramento de acordo com prescrições desta Norma e da NBR-5410. 17. plantas contendo detalhes construtivos de: I) Cabine de proteção e transformação. i) Lista de Materiais (especificação e quantificação de todos os materiais necessários à execução do projeto). VII) Detalhes de montagem (com cortes) e especificação (dimensões. etc) dos CPG.

os seguintes elementos: • Planta do pavimento tipo e dos demais pavimentos do prédio. 21. Planta de Localização. O projeto da instalação interna. • Localização do(s) centro(s) de distribuição.ex: Minha Casa Minha Vida . com as indicações dos pontos de consumo e as respectivas cargas. • Cartão CNPJ. • Somatório das cargas de cada fase. • Demanda de cada centro de distribuição. Diagrama Unifilar. • Contrato Social. • Desenho indicativo da prumada. ART com comprovante de pagamento. • Licenças. • Localização do quadro de medidores. quando este existir. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .MCMV) for apresentado com menos de 01 ano de antecedência. • Cronograma de Obra. • Demanda parcial por unidade de consumo. O quadro de distribuição de cargas deverá apresentar as seguintes características: • Carregamento de cada circuito. 22. Todos os documentos impressos. desde a proteção geral até os quadros de distribuição das unidades de consumo. nos casos de instalação com mais de um centro de distribuição. deverão estar assinados pelo responsável pelo projeto. Neste caso será necessária a apresentação dos seguintes documentos: • Projeto do Empreendimento Completo (Memorial descritivo.Elaborado em: Página: 14/11/2013 41 de 120 Código: Revisão: NT. Se o projeto do empreendimento de interesse social (p.MCMV). 24.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS 20. no mínimo. • Demanda total diversificada. • Localização do sistema de geração própria. com dados técnicos.31. Calculo de Queda de Tensão. Lista de Materiais. Calculo de Demanda e Fotos de onde vai ser construída a subestação). • RG e CPF dos Sócios. a responsabilidade pela a construção da rede de distribuição será do Empreendedor.ex: Minha Casa Minha Vida . Se o projeto do empreendimento de interesse social (p. sendo. entretanto necessária a apresentação dos documentos listados em nota 21 acima para análise e aprovação da CEMAR ou CELPA. 23. • Documento do banco informando que a construtora não recebeu o recurso para construção da Rede de Distribuição Urbana. for apresentado com 01 ano de antecedência. desenvolvido conforme norma ABNT/NBR-5410 deverá possuir. fica assegurada a responsabilidade da construção da rede de distribuição pela CEMAR ou CELPA.

na situação de apresentação de projeto com 1(um) ano de antecedência ou menos. 7. a CEMAR e a CELPA a informará ao cliente que encontrase disponível para recolhimento. o cliente deverá a se dirigir à CEMAR ou à CELPA e apresentar projeto complementar com as mudanças realizadas. deverá apresentar projeto do canteiro de obras que servirá para ligação de todos os equipamentos necessários à construção do empreendimento.31. e) A análise de projeto é dispensável pela CEMAR e pela CELPA quando a edificação tiver até 04 (quatro) unidades consumidoras. Na CELPA: Belém. Timon e Imperatriz (endereços disponíveis no site da CEMAR). na agência do Atendimento Corporativo da concessionária na localidade onde será realizada a ligação a carta de aprovação e uma via do projeto elétrico aprovado. A partir desta data serão contados os prazos segundo a legislação vigente. o responsável pelo empreendimento deverá formalizar o pedido de ligação junto à CEMAR ou à CELPA. f) Uma vez aprovado o projeto.004 02 25. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .2. somente pode ser feita através do responsável pelo mesmo. d) Toda e qualquer alteração no projeto já aprovado. mediante consulta à CEMAR e á CELPA. Bacabal. Se durante a execução for alterado o projeto da subestação.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 42 de 120 Código: Revisão: NT.3 Análise do Projeto a) Só serão analisados os projetos em que as cópias estejam assinadas pelo projetista responsável com o respectivo registro do CREA. desde que cada unidade tenha carga instalada de até 12 kW para a área de concessão CEMAR e de até 10 kW para área de concessão CELPA. As partes do projeto não sujeitas à análise da CEMAR e da /CELPA são de inteira responsabilidade dos projetistas. b) Para sua aprovação pela CEMAR ou pela CELPA o projeto deve obrigatoriamente estar de acordo com as normas e padrões da mesma. Na área de concessão da CEMAR as agências do Atendimento Corporativo são: São Luís. Castanhal. Marabá e Santarém (endereços disponíveis no site da CELPA). 28. Nota: 26. Após aprovação do projeto e execução das obras. devendo atender às recomendações das Normas Técnicas Brasileiras. c) A análise do projeto efetuada pela CEMAR e a CELPA limita-se ao trecho situado entre o ponto de ligação e a proteção geral de cada unidade consumidora localizada no centro de medição. com as normas da ABNT e com as normas expedidas pelos órgãos oficiais competentes. o empreendimento Minha Casa Minha Vida (MCMV). Nota: 27.

NORMA TÉCNICA
Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A
EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS

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Código:

Revisão:

NT.31.004

02

g) A CEMAR e a CELPA dará um prazo de, no máximo, 30 meses a partir da data de
aprovação do projeto, para que o responsável pelo empreendimento formalize o pedido
de ligação de sua unidade consumidora, conforme item 7.3 Solicitação de Fornecimento.
Expirado este prazo, a aprovação do projeto tornar-se-á sem efeito.
7.2.4

Responsabilidades
Os projetos das instalações devem ser de responsabilidade de pessoa ou firma devidamente
habilitada pelo Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia - CREA e deve
ser acompanhado da respectiva Anotação de Responsabilidade Técnica - ART. Deste modo,
todos os desenhos devem levar a assinatura do responsável técnico e a indicação de seu
registro no CREA.

7.2.5

Execução do Projeto
a) A ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) de execução do projeto (obra) deve ser
de emissão do CREA (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia) do estado onde a
obra será executada;
b) Recomenda-se que a aquisição de materiais e a execução da instalação elétrica somente
sejam iniciadas após a aprovação do projeto elétrico pela CEMAR ou pela CELPA;
c) Caso a aquisição de materiais e a execução da instalação se antecipem à aceitação do
projeto elétrico, serão de inteira responsabilidade do interessado os problemas
decorrentes de eventual necessidade de modificações na obra ou substituição de
equipamentos;
d) Caso o Empreendedor haja em desacordo com esta Norma, caberá à CEMAR e a CELPA
o direito de rejeitar e até mesmo embargar a obra até adequação por parte do
Empreendedor, ficando os prazos suspensos até correção;
e) Se durante a execução das obras houver necessidade de modificações no projeto elétrico
já aprovado pela CEMAR ou CELPA, o cliente deverá informar a necessidade de
modificações e apresentar projeto complementar, encaminhando à CEMAR ou a CELPA
as pranchas modificadas, em duas (02) vias para análise e aprovação. O cliente após
submeter às modificações deverá aguardar o parecer (favorável ou não as modificações)
da CEMAR ou CELPA para poder dar continuidade às obras.

7.3
7.3.1

Solicitação de Fornecimento
Generalidades
a) É obrigatória no ato da solicitação de fornecimento a apresentação de fotografias
mostrando a subestação ou rede construída, em diferentes fotos, destacando o que
segue:

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02

NORMA TÉCNICA
Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A
EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS

• A foto do ponto de entrega, ou seja, conexão do sistema elétrico da CEMAR ou da
CELPA com as instalações elétricas do cliente;
• 02 (duas) fotos, uma frontal e uma lateral, do posto de transformação, cabine de
proteção e/ou cabine de transformação, com ênfase para a unidade de transformação e
os dispositivos de proteção;
• 02 (duas) fotos, do padrão de medição, sendo uma afastada contemplando a estrutura
da qual faz parte e a outra próxima;
Nota:
29. Na CEMAR caso a solicitação de fornecimento seja feita por meio eletrônico (corporativo@cemarma.com.br) as fotos deverão fazer parte dos arquivos anexados;
30. Caso a solicitação de fornecimento seja feita por meio de ofício/carta, as fotos deverão ser
impressas, coloridas como anexo da solicitação.

b) A ligação de Unidade Consumidora pertencente à EMUC ao sistema da CEMAR e da
CELPA processar-se-á somente após terem sido tomadas pelo Empreendedor,
sucessivamente, todas as providências relatadas nos itens anteriores;
c) À CEMAR e a CELPA se reservam ao direito de recusar-se a proceder à ligação de
unidade consumidora pertencente à EMUC, caso haja discordância entre a execução das
instalações e o projeto outrora aprovado;
d) Cabe à CEMAR e à CELPA alertar que a não-conformidade com o definido deverá ser
explicitada, implicando o não recebimento das instalações e a recusa de ligação das
Unidades Consumidoras até que sejam atendidos os requisitos estabelecidos no projeto
aprovado.
7.3.2

Solicitação de Vistoria e Ligação do Empreendimento
O Empreendedor deverá apresentar à CEMAR ou à CELPA os seguintes itens:
a) Solicitação de Vistoria e Ligação conforme ANEXO IV – MODELO DE SOLICITAÇÃO DE
VISTORIA E LIGAÇÃO;
b) Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) emitida pelo CREA, referente à Execução
da Obra;
c) Informações Adicionais:
I)

Razão Social da Unidade Consumidora ou nome completo do cliente;

II)

Nº CNPJ ou CPF;

III)

Endereço completo do Empreendimento;

IV)

Contrato Social , se pessoa jurídica;

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NORMA TÉCNICA
Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A
EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS
V)

Procuração se não for o titular;

VI)

RG e CPF da pessoa que recebeu a procuração;

VII)

Registro, Escritura ou Contrato de Locação;

VIII) Notas Fiscais dos Equipamentos instalados;
IX)

Ensaio dos Transformadores;

X)

Anotação de Responsabilidade Técnica de execução com comprovante de
pagamento;

XI)

Fotos da subestação construída;

XII)

Última alteração cadastral;

XIII) Se houver sócios, documento de identidade e CPF do(s) sócio(s);
XIV) Cópia da Carta de liberação do Projeto;
XV)

Carta informando demanda a contratar, período de demandas escalonadas (se
houver).

Nota:
31. A edificação de múltiplas unidades consumidoras que solicitar alteração de grupo de tensão
deverá apresentar a documentação listada no item 7.3.2 acima;
32. O fornecimento somente será efetuado após aprovação do pedido de ligação.

7.3.3

Solicitação de Vistoria e Ligação de Unidade Consumidora pertencente à Edificação
a) O atendimento à solicitação de ligação de Unidade consumidora pertencente à Edificação
processar-se-á somente após cumpridas todas as exigências contidas no item 7.3.2
Solicitação de Vistoria e Ligação do Empreendimento, resultando na

efetivação da

ligação da Edificação;
b) O cliente deve dirigir-se a uma Agência de Atendimento da CEMAR ou da CELPA, onde
conforme orientação ali recebida procederá ao pedido de ligação.
c) O atendimento ao pedido de ligação não responsabiliza a CEMAR ou CELPA quanto ao
projeto e execução técnica das instalações elétricas internas do consumidor.
7.4

Casos Omissos
Os casos omissos nesta Norma Técnica, ou aqueles que pelas características excepcionais
exijam estudos especiais serão objeto de análise prévia e decisão por parte da CEMAR e da
CELPA, que tem o direito de rejeitar toda e qualquer solução que não atenda às condições
técnicas exigidas pela mesma.

DOCUMENTO NÃO CONTROLADO

1. neste caso o cálculo da demanda deverá ser submetido a área de norma para aprovação. em kW. pode adotar o critério que julgar conveniente. alimentadores). desde que o mesmo não apresente valores de demanda superiores aos calculados pelos critérios estabelecidos por esta Norma. o engenheiro responsável pelo projeto elétrico. b2 = aquecedores de água por acumulação ou por passagem. deve ser feito pela demanda total da edificação. para a carga instalada dos seguintes grupos de aparelhos. e a demanda é calculada pela expressão abaixo: (É aplicável tanto para a demanda total de edificações.1. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . CALCULO DA DEMANDA Critérios de Cálculos de Demandas O dimensionamento dos componentes da entrada de serviço (ramais de ligação e de entrada.31.1. b1 = chuveiros. quanto para demanda de cada unidade). Critério da carga Instalada Este método leva em consideração a quantidade e tipo de carga da instalação. - Para Demanda Total da Edificação 1 D = (a+b+c+d+e+f+g) x h - Para Demanda de Cada Unidade D = (a+b+c+d+e+f+g) Onde: a = demanda referente a iluminação e tomadas (tabela 02).Elaborado em: Página: 14/11/2013 46 de 120 Código: Revisão: NT. Na determinação da demanda. das edificações de uso coletivo e dos agrupamentos. Os fatores de demanda dados pela tabela 05 devem ser aplicados separadamente.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS 8 ANEXOS ANEXO I – CÁLCULO DE DEMANDA DA INSTALAÇÃO CONSUMIDORA 1. 1. torneiras e cafeteiras elétricas.1. b = demanda referente aos aparelhos eletrodomésticos e de aquecimento. Apresentamos dois critérios mais usuais para o cálculo das demandas.

f = demanda dos aparelhos de raio X. para obter-se o valor total da demanda deve-se tratar independentemente a demanda correspondente aos apartamentos e a demanda do condomínio. geladeira. g = Moto-bomba de hidromassagem (tabela 04). máquinas de lavar louça e ferro. dada pela tabela 01 e 06. Critério em função da Área Útil Este método baseia-se na área útil dos apartamentos e é aplicável apenas a edificações residenciais e para o cálculo das demandas totais e parciais da edificação.31. b5 = demais aparelhos (TV.2. 1. freezer. Para o cálculo da demanda de cada apartamento deve ser usado o critério da carga instalada conforme item 1. ebulidor etc). b4 = máquina de lavar e secar roupas.1. considerar o fator de demanda igual a 100%. Neste critério. c = demanda dos aparelhos condicionadores de ar. 70% da potência do segundo maior aparelho.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 47 de 120 Código: Revisão: NT. Não se aplica as unidades individuais. ventilador. fogões e aparelhos tipo "Grill". batedeira. exaustor. 40% da potência do terceiro maior aparelho e 30% da potência dos demais aparelhos. 10 % da potência do segundo maior aparelho.1.1. e = demanda de máquinas de solda a transformador. d = demanda relativa a motores elétricos (tabelas 08 e 09). A demanda total será determinada pela formula abaixo: D =(D1 + D2) x fs onde: D1 = demanda dos apartamentos D2 = demanda do condomínio fs = fator de segurança a ser aplicado a critério do projetista Os valores mínimos permitidos para o fator de segurança são estabelecidos de acordo com a DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .004 02 b3 = fornos. h = Fator de diversidade da instalação (tabela 11). determinado por: 100% da potência do maior aparelho. liqüidificador. Para central de condicionamento de ar. determinado por: 100 % da potência do maior aparelho. torradeira. conjunto de som.

895075 2 onde y representa a demanda do apartamento em kVA e X corresponde à área útil em m do apartamento. Demanda do Condomínio (D2) A demanda do condomínio é calculada pelos seguintes critérios: • para carga de iluminação: 100% para os primeiros 10kW 25% para os demais • para as cargas de tomadas: 20% da carga total.034939 X 0. edifício com 20 apartamentos com área útil de 100m e 20 com área útil de 50m².2 1.5 1. 2 deve ser tratado como um edifício com 40 apartamentos de 75m .31. Ver tabela abaixo: TABELA A D1 (dem. dos aptos) D1 ≤ 25kVA 25 kVA < D1 ≤ 50kVA 50kVA < D1 ≤ 100 kVA D1 > 100 kVA Fs mínimo 1. Para apartamentos com área superior. o critério poderá ser adotado determinando-se a área útil a ser aplicada na tabela 10 pela média ponderada das áreas envolvidas. 2 Por exemplo.3 1. conforme tabela 10 f = fator para diversificação da demanda.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS demanda dos apartamentos (D1). deverá ser feito o cálculo através da fórmula: Y = 0.Elaborado em: Página: 14/11/2013 48 de 120 Código: Revisão: NT.0 Demanda dos Apartamentos (D1) A demanda dos apartamentos (D1) será calculada conforme a seguir: D1= S x f onde: S = demanda em kVA dos apartamentos. Para os edifícios cujos apartamentos não tenham a mesma área. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . conforme tabela 12 A tabela 10 é aplicável na determinação da demanda de apartamentos com área útil até 400 2 m .

como motores para piscinas.2. garantindo que o equipamento de proteção de cada unidade tenha capacidade inferior a do equipamento de proteção geral da instalação.1. saunas. o qual é baseado na carga instalada. que se destina a agrupamentos de unidades.31. como para o cálculo das demandas de cada unidade consumidora (salas ou lojas).004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS • para os motores: . individualmente aplicando-se fator de demanda 1.3. 1.aplicação das tabelas 08 e 09 para cada tipo de motor existente da instalação.2. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .1. Demanda de Edificações de Uso Coletivo . e o critério utilizado para a determinação da demanda individual das unidades consumidoras.Elaborado em: Página: 14/11/2013 49 de 120 Código: Revisão: NT.1.Residenciais A demanda total dos edifícios residenciais poderá ser calculada pelo método de cálculo de demanda em função da área útil descrito no item 1.1.2.2. deverão ser tratados do mesmo modo. deverão ser considerados os fatores de potência de cada uma dessas cargas.1.Não Residenciais Para edificações de uso coletivo não residenciais deverá ser utilizado o critério da carga instalada descrito no item 1. São apresentados alguns exemplos de cálculos da demanda em edifício de uso coletivoresidencial.1. No cálculo das cargas do condomínio. 1. Outras cargas eventualmente encontradas em condomínios. 1. Demanda de Edificações de Uso Coletivo . centrais de refrigeração ou de aquecimento. Este método e mais aconselhável que o critério baseado na carga instalada. recomenda-se que o dimensionamento da demanda dos apartamentos (D1) seja tal que a corrente correspondente não seja inferior a corrente equivalente a uma carga igual a 26 kVA.1. A demanda individual das unidades consumidoras (cada apartamento) deverá ser calculada conforme o critério da carga instalada descrito no item 1. Tal medida visa dotar a proteção das instalações internas do edifício de seletividade necessária. Cuidados na utilização do critério Devido a diferença entre este critério. Deve-se sempre considerar as ressalvas dos itens 1.0 às mesmas.1 tanto para o cálculo da demanda total da edificação.1. pois evita o superdimensionamento dos ramais de serviço e do transformador.

a parte comercial será tratada separadamente da residencial. Será mostrado um exemplo deste cálculo.5.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS 1. 1.4. A demanda total será uma somatória destas duas demandas. deverá ser aplicado o critério para a parte comercial (Dc) e para a parte residencial (Dr) separadamente. Elaborado em: Página: 14/11/2013 50 de 120 Código: Revisão: NT. Demanda de Pequenos Edifícios ou Agrupamentos (Sem Projeto) Para edifícios ou agrupamentos horizontais em que a CEMAR e a CELPA não exige a apresentação de projeto (ver item 7.Misto Residencial e Comercial Para calcular a demanda total de edificações mistas (comercial e residencial).6. Demanda de Loteamentos Residenciais São apresentados a seguir os valores mínimos de demanda. conforme descrito no item 1. Ressalvamos que a demanda de cada unidade consumidora deverá ser calculada conforme item 1. Ressalvamos que. ou seja: Da = Dc + Dr 1. Demanda de Apart-hotéis Para o cálculo de demanda de apart-hotéis deverá ser utilizado o critério da carga instalada considerando-os como residenciais. Não utilizar o critério da área útil.31. pois subdimensionaria a demanda.5 De 601 a 1200 7 De 1201 a 2000 10 Maior do que 2000 14 DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . A demanda do agrupamento (Da) será a somatória dessas duas parcelas. caso seja um agrupamento ou edifício misto residencial e comercial. aceitáveis. Para a parte comercial deverá ser utilizado o critério da carga instalada (item 1. em projetos de redes de distribuição de energia elétrica para loteamentos residenciais: Área do terreno (m²) Demanda individual diversificada (kVA) Até 600 3.1.1) e para a parte residencial poderá ser utilizado o critério em função da área útil. 1.1.7.1.004 02 Demanda de Edificações de Uso Coletivo .1.3 desta norma) a demanda deve ser calculada pelo método da carga instalada.2.1.

2.1. é menor que 15 kW (CI = 14. Características da Edificação – Nº de pavimentos : 6 – Nº de apto. todos os apartamentos são iguais ao típico.5 14. Edificação Neste caso.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS EXEMPLOS DE CÁLCULOS DE DEMANDA I.31.2. calculada no item 1. o edifício é exclusivamente residencial.13 2 Motores 3Ø-5CV/220V (Elevador) 4780 9. não será necessário calcular a demanda dos apartamentos.4 1 Ar Condicionado 1500 1.56 TOTAL I. Condomínio QT DESCRIÇÃO UNIT.(W) TOTAL(kW) DESCRIÇÃO 9 Lâmpada Incandescente 100 0.0 kW). portanto.2 1 Motores 3Ø-1CV/220V (Bomba d'água) 1130 1. Exemplo nº 1: Edifício Exclusivamente Residencial I. I.5 1 Chuveiro Elétrico 4200 4.0 TOTAL I.2 2 Chuveiro Elétrico 4200 8. utilizaremos o critério da área útil DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .3. Como a carga instalada.Elaborado em: Página: 14/11/2013 51 de 120 Código: Revisão: NT.(W) CARGA TOTAL(kW) 38 Lâmpada Incandescente 100 3.2.3..9 20 Tomada Simples (TUG) 100 2. Apartamento Tipo Neste exemplo. típico : 90m2 I. Cálculo da Carga Instalada I. 20. por pavimento : 4 – área útil do apto.1.19 Cálculo das Demandas I.1. Apartamento Tipo QT CARGA UNIT.2.1.2.2.8 15 Tomada Simples 100 1.3.0 2 Tomada Força (TUE) 600 1.

3 + 4.92 kVA (Ver tab 10 – área útil = 90 m² e tab 12 – Nº de aptos = 24) fs = 1.03 kVA (tab 09 – 2 motores) D = (38.92 kVA) D2 = 3.3.2 = 4.2 + 1. Tipo de Fornecimento às Unidades Consumidoras Tensões da rede: Primária = 15 kV Secundária = 220 /127 V I.3 (Ver tab A – item 1.56 = 1. para D1 = 38.2 kVA Demanda do Motor de 1 CV = 1.2.004 02 descrito no item 1.4.1.2.89) x 1.1.3 kVA Demanda de Chuveiro = 100% x 4.03 = 9.8 kVA Demanda de Tomadas = 20% x 1.56 kVA (tab 08 – 1 motor) Demanda dos Motores de 5 CV = 9. caso julgasse necessário.86 = 38.96x19.56 + 9.2.70 A DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .89 kVA Onde: Demanda de Iluminação = 100% x 3.8 + 0. I. Fornecimento : Bifásico .1 (CI = 14.03 = 18.3 = 75.8 = 3.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 52 de 120 Código: Revisão: NT.1.92 + 18.0 kW). Apartamento Tipo O tipo de fornecimento será definido pela Carga Instalada calculada em I.5 = 0.2 fases + neutro (Tabela 15) Proteção : Disjuntor bipolar .4. ou seja: D = (D1+D2) fs D= demanda total da edificação D1 = demanda dos apartamentos D2 = demanda do condomínio fs = fator de segurança D1= Sxf = 1.31.15 kVA OBS: O projetista poderia usar um fs > 1.

Fornecimento : Trifásico . tipo janela (10.3 desta Norma.000 BTU/h) 1400 2. e de acordo com a demanda calculada no item I.8 2 Tomada Força (TUE) 600 1. conforme indicado nos itens 6. todas com mesma área e características) II.2 (D2 = 18.3 fases + neutro (Tabela 15) Proteção : Disjuntor tripolar . Condomínio O tipo de fornecimento será definido pela demanda calculada no item I.2. Cálculo da Carga Instalada II.2.(W) CARGA TOTAL(kW) 8 Lâmpada Incandescente 100 0.0 .4.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Condutores 2 : 2#16(16) mm –cobre PVC/750V (prumada) I.3.3.1.8 TOTAL II.60A Condutores : 3#16(16) mm – cobre .2 e 6. Comercial e demais residencial) – Nº total de apartamentos: 18 (sendo.3.2 (D = 75. Condomínio DOCUMENTO NÃO CONTROLADO 15. 1 pav.89 kVA). : 150 m² – Nº total de lojas: 20 (sendo. II.4 2 Ar Condicionado.cobre – 0. Apartamento Tipo QT DESCRIÇÃO UNIT. Fornecimento : Trifásico .31. 2 aptos/pavimento) – área útil do apto.3.10 kVA).6 / 1 kV (Ramal de Entrada) 2 Exemplo nº 2: Edifício com Unidades Residenciais e Comerciais II.2 2 Chuveiro Elétrico 4200 8. Características da Edificação – Nº total de pavimentos : 10 (sendo.8 18 Tomada Simples (TUG) 100 1.Elaborado em: Página: 14/11/2013 53 de 120 Código: Revisão: NT.2.PVC/750V 2 O atendimento será através da rede secundária da CELPA.3 fases + neutro Proteção Geral : Disjuntor tripolar – (250A) Condutores : 3#120(70) mm .1.

3).1.2.5 2 Ar Condicionado.500 BTU/h-1550 VA) 1300 1.1 e II.3.2 com a parte comercial (D3) . todos os apartamentos e todas as lojas são iguais .calculada pelo critério da carga instalada descrito no item 1.78 TOTAL II. Loja (Unidade) QT DESCRIÇÃO UNIT.3.3 1 Motores 3Ø-5CV/220V (Bomba d'água) 4780 4.3.3.1. será uma somatória da parte residencial (D1 + D2) x fs) – calculada pelo critério da área útil descrito no item 1.3 40 Lâmpada Fluorescente (f.68 TOTAL II. em ambos os casos é menor que 15kW (item II.(W) 6 Lâmpada Incândescente 100 0. Como a carga instalada.3. Apartamento e Loja (Unidade) Neste exemplo. não será necessário cálculo de demanda.2.p = 0.85) 40 1. Edificação Neste caso.Elaborado em: Página: 14/11/2013 54 de 120 Código: Revisão: NT.2. CARGA TOTAL(kW) 7. o edifício é parte residencial e parte comercial.1x15.1.1.31.88 =49.0 1 Chuveiro Elétrico 4200 4.6 5 Tomada Simples (TUG) 100 0.80 27..2 1 Motores 3Ø-5CV/220V (Bomba d'água) 4780 4.23 kVA (Ver tab 10 – área útil = 150 m² e tab 12 – Nº de aptos = 18) DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . portanto a demanda total (D).5CV/220V (Elevador) 6900 13. II.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS QT CARGA UNIT. tipo janela (8.(W) TOTAL(kW) DESCRIÇÃO 3 Lâmpada Incandescente 100 0.18 Cálculo das Demandas II.78 2 Motores 3Ø-7. ou seja: D = (D1+D2)fs + D3 D1 = demanda dos apartamentos D2 = demanda do condomínio Fs = fator de segurança D3= demanda das lojas D1 = Sxf = 3.6 15 Tomada Simples 100 3.

1.6 kVA demanda de chuveiro = 100% x 4. Loja DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .4. Condomínio O tipo de fornecimento será definido pela demanda calculada no item II.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS fs = 1.1 (CI = 15.02 = 6.68 kVA Onde: demanda de iluminação = 100%x(1.0+1.4.23 kVA) D2 = 2.2.3.60 + 0.98 kVA (tab.3 + 26.18 kVA II.5 kVA (tab.55) = 15.85) = 2.68) x 1.1.5 = 25.4.02 kVA (tab.08 – 1 motor) demanda dos motores de 7. Fornecimento : Bifásico – 2 fases + neutro (tabela 15) Proteção : Disjuntor bipolar – 70A Condutores : 2#16(16) m .2 + 12.3 (Ver tab A – item 1.Elaborado em: Página: 14/11/2013 55 de 120 Código: Revisão: NT.3.88 + 0.2 (D2 = 26. = 6.5 CV = 12.6 + 4.0 = 0.60/0. 01 e tab.cobre – PVC/750V (prumada) 2 II.2.5 = 125.50) = 11. Tipo de Fornecimento a Unidades Consumidoras Tensões da rede: Primária = 15 kV Secundária = 220/127 V II.88 kVA demanda das tomadas = 20% x 3.cobre – PVC/750 V 2 II.00 kW).2 = 4. para D1 = 49.98 = 26.68 kVA) Fornecimento : Trifásico-3 fases + neutro (tabela 15) Proteção : Disjuntor tripolar – 70A Condutores : 3#16(16) mm .09 – 2 motores) D3 = a + c = 11 + 15.5 kVA (para 10 lojas) Onde: a = demanda de iluminação e tomadas = 100% 10x(0.2 kVA demanda do motor de 5 CV. 06) D = (49.0 kVA (tab.23 + 26.2.4.98 = 12. Apartamento Tipo O tipo de fornecimento será definido pela Carga Instalada calculada em II.31. 02) c = demanda dos ar condicionados = 100% 10 x (1.

31. III. Transformador : 112.1.100 2.500 1.1.4.2.3.2 2 Tomada de uso específico (TUE) (condicionador de ar 7.350A Condutores : 3#2 x 70(70) mm .0 2 Lâmpada Fluorescente 40 0. Características da Edificação – número de pavimentos: 04 – número de apartamentos: 16 – número de apartamentos p/pavimento (tipo): 04 – área útil do apartamento: 80 m2 III.cobre – PVC/750 V 2 II.2.3.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS O tipo de fornecimento será definido pela Carga Instalada calculada em II.4.cobre – 0. Apartamento Tipo QT DESCRIÇÃO UNIT.5 TOTAL DOCUMENTO NÃO CONTROLADO 6. (D= 125.2.2 desta Norma e de acordo com a demanda total calculada no item II.18 kVA) III. Cálculo da Carga Instalada III.3.(W) CARGA TOTAL(kW) 10 Lâmpada Incandescente 100 1. (CI = 2.0 2 Tomada de uso geral (TUG) 600 1.Elaborado em: Página: 14/11/2013 56 de 120 Código: Revisão: NT. Edificação O atendimento será através da rede primária . mostraremos o cálculo das demandas para dimensionamento da caixa de medição no poste e desenhos ilustrativos.6 / 1kV 2 Exemplo nº 3 – Edifício exclusivamente residencial Neste exemplo.08 10 Tomada de uso geral (TUG) 100 1.4 kW) Fornecimento : Monofásico – 1 fase + neutro (tabela 15) Proteção : Disjuntor unipolar – 40A Condutores : 1#6(6) mm .000 BTU) 1.5 kVA Proteção Geral : Disjuntor tripolar .98 .2 2 Tomada de uso específico (TUE) (aquecedor e máquina de lavar) 1. conforme indicado nos itens 6.2.

1.1.3 (Ver tab A – item 1.85) 40 0.1.2kVA (Ver tab 10 – área útil = 80 m² e tab 12 – Nº de aptos = 16) fs = 1.32 kVA Onde: demanda de iluminação = 100%x5.2..3. Condomínio QT DESCRIÇÃO UNIT. Cálculo das Demandas III.3. calculada no item III.16 = 5.6) = 1.54 TOTAL III.2.0 6 Tomada de uso geral (TUG) 600 3. = 4. Apartamento Tipo Neste exemplo. o edifício é exclusivamente residencial. Como a carga instalada.16 kVA demanda das tomadas = 20%x (2.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS III.10 – 1 motor*) *Não é necessário computar bomba de reserva DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .2.2.0+3.80 15. Edificação Neste caso. todos os apartamentos são iguais ao tipo.72 kVA) D2 = 5. não será necessário calcular a demanda dos apartamentos. ou seja: D = (D1 + D2)fs D = Demanda total da edificação D1 = Demanda dos apartamentos D2 = Demanda do condomínio fs = Fator de segurança D1 = Sxf = 1.16 20 Tomada de uso geral (TUG) 100 2.12 + 4. portanto.04 = 4.12 kVA demanda do motor de 3 CV. é menor que 15kW (6.2.2.98 kW).3.76x14.0 4 Lâmpada Fluorescente (f.780 4. III. utilizaremos o critério da área útil descrito no item 1.04 = 10.p = 0.Elaborado em: Página: 14/11/2013 57 de 120 Código: Revisão: NT.32 = 25.6 2 Motores (bomba recalque) sendo um reserva 3CV-3Ø 4.(W) CARGA TOTAL(kW) 50 Lâmpada Incandescente 100 5.31.1. para D1 = 64.04 kVA (tab.16 + 1.

58 kVA) DC1 = 13. 12 .área útil = 80 m e tab. Condomínio O tipo de fornecimento será definido pela demanda calculada no item III.número de apto = 08) fs = 1.3.1.2. a . que é indicado também para o cálculo de demandas parciais exclusivamente residenciais.Tabela 01/categoria M2) Proteção : Disjuntor unipolar – 60A Condutores : 1#16(16) mm .72 = 13.2.58 (ver tab.32) x 46.2. 12 .58 x 1. A .5 = 20. CAIXA I – 08 Medidores DC1 = (D1) x fs 2 D1 = S x f = 1.2 (D2 = 10.Elaborado em: Página: 14/11/2013 58 de 120 Código: Revisão: NT.76 x 7.1 (CI = 6.4.32 kVA) DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .4. para D1 = 13. Apartamento Tipo O tipo de fornecimento será definido pela Carga Instalada calculada em III.cobre .PVC/1000V (prumada) 2 III. Tipo de Fornecimento às Unidades Consumidoras Tensões da rede: Primária = 15 kV Secundária = 220/127 V III.58 (ver tab.17 kVA A demanda para as caixas de medição será calculada pelo critério da área útil (item 1.32 kVA III.37 kVA CAIXA III – 01 Medidor (condomínio) Dcond = D2 = 10.número de apto = 08) fs = 1.2.1 fase + neutro (Anexo I .).1.76 x 7.31. 10 .item 1.2.5 = 20.4.98 kW) Fornecimento : Monofásico .58 x 1.37 kVA CAIXA II – 08 Medidores DC1 = (D1l) fs 2 D1 = S x f = 1.72 = 13.5 (ver tab. para D1 = 13.área útil = 80 m e tab.5 ( ver tab.1.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS D = (25 + 10.58 kVA) DC1 = 13. 10.1.item 1.

3.6 / 1 kV Eletroduto :2x∅2½“ Disjuntores : 8 x 2P – 40A Obs. alumínio multiplex.: Os condutores deverão ser verificados para condição de queda de tensão de acordo com a NBR 5410. direto da rede secundária. 0.Elaborado em: Página: 14/11/2013 59 de 120 Código: Revisão: NT. CAIXA III – 01 Medidor (condomínio) 2 Condutores : 3# 10(10) mm – cobre – 0.6/1kV Caixas de Medição no Poste: 03 caixas.4. sendo duas com 08 medidores para os 16 apartamentos tipo e uma com 01 medidor para o condomínio.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS III.3 fases + neutro . 2 Condutores: # (3 x 1 x 25 +25) mm . Fornecimento : Trifásico .cobre – 0.02 kVA).40A Condutores : 3#10(10) mm . CAIXA I e II – 08 Medidores cada − Dimensionamentos dos condutores a) Da caixa de medição no poste ao centro de proteção 2 Condutores : 8 x 2#10(10) mm – cobre – 0.31.quadro com TC (tabela 15) Proteção : Disjuntor tripolar . conforme indicado nos itens 6.6/1kV 2 Edificação O atendimento será através do ramal de ligação.6 / 1 kV Eletroduto :∅1¼“ Disjuntor : 3P – 40A DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .3 desta Norma e de acordo com a demanda total da edificação (D = 46.2 e 6.

rodovias.a ser reduzida: OBS: Anexar a esta solicitação: 1 Croqui de localização: contendo a localização e delimitação da propriedade e/ou edificação em relação à via pública. previstas. etc. que a mesma esteja em via original e reconhecida em cartório. 6 A análise de projeto elétrico somente será considerada após o resultado do estudo de viabilidade técnica. deverão ser apresentados. obrigatoriamente. que correspondam ao total de carga declarada a ser instalada. ou titular do posto de transformação.a ser aumentada: . NOTAS: 4 É indispensável informar o número da unidade consumidora (UC) quando se tratar de alteração de potência instalada ou se já existir ligação em baixa tensão (BT). indicação da rede elétrica próxima e localização do posto de transformação e a distância deste ao ponto de derivação da rede trifásica da CEMAR/CELPA. de forma clara e específica. representação e indicação de vias paralelas e transversais. 8 Deverá ser considerado fator de potência de referência mínimo de 0. mais próxima. representante legal.a ser reduzida: .em ligação nova: Demanda prevista (kW): .31. Utilizar papel A4 e escala adequada. _______________________________________________________________ Nome legível do interessado ou solicitante RG/CPF: DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . 5 Se as potências instaladas em transformadores e as demandas. necessitando. 9 A CEMAR/CELPA tem prazo máximo de 30(trinta) dias para comunicar do atendimento a esta solicitação de viabilidade técnica.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 60 de 120 Código: Revisão: NT. no mesmo endereço do posto de transformação. forem escalonadas. no mínimo. deverá apresentar procuração para representá-lo perante a CEMAR/CELPA contendo. os primeiros 12(doze) meses. 7 Os Anexos 1 e 2 são dispensados se constantes no projeto elétrico. os poderes e o prazo de vigência. vias de acesso. indicação do norte geográfico. 3 Caso o solicitante não seja o interessado. os respectivos cronogramas contemplando.em ligação nova: Previsão de conclusão da obra (mês/ano): Informações adicionais: Localização da Subestação em área: ( ) Urbana ( ) Industrial ( ) Rural ( ) Poder Público ( ) Serviço Público do posto de transformação: Secundaria: Carga total instalada (kW): .92. acidentes geográficos. apresentado juntamente com esta solicitação.004 02 ANEXO II – SOLICITAÇÃO PARA ESTUDO DE VIABILIDADE TÉCNICA SOLICITAÇÃO PARA ESTUDO DE VIABILIDADE TÉCNICA Solicitação Nº: _________________________ ( ) Ligação nova provisória ( ) Ligação nova permanente ( ) Alteração de potência instalada Nome ou razão social do interessado ou titular da UC: CPF/CNPJ: RG: Nome ou razão social do solicitante: E-mail: Telefone / Fax: Município: Estado: Endereço para resposta: CEP: DADOS TÉCNICOS E DE LOCALIZAÇÃO DO POSTO DE TRANSFORMAÇÃO Endereço completo: CEP: Unidade Consumidora (UC): Município: Localidade / Bairro: Tipo de Rede Primária: ( ) Monofásica ( ) Trifásica Atividade a ser desenvolvida ou existente: ( ) Residencial ( ) comercial Coordenadas do poste (em UTM): de Derivação da RD: Tensão do Transformador: Primaria: Potência total em transformador (es) (kVA): .a ser aumentada: Previsão de ligação da carga (mês/ano): . com indicação das respectivas coordenadas geo-referenciadas (em UTMFuso 22 para CELPA). 2 Relação das cargas/equipamentos: descriminando quantidade e respectivas potências nominais. pontos de referências. à parte. cotas de distâncias.

( ) Subestação de _________ kVA.Sa.31.004 02 ANEXO III – CARTA DE APRESENTAÇÃO DE PROJETO À CEMAR/CELPA Solicitação Nº__________________ __________________________________________________ vem pelo presente solicitar de V. Atesto que as Instalações Elétricas acima mencionadas foram por mim projetadas de acordo com as Normas Técnicas vigentes no País e instruções gerais da CEMAR ou da CELPA. ( ) Cabine de medição primária.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 61 de 120 Código: Revisão: NT. ( ) Rede de distribuição urbana. registrada sob o nº da solicitação informado. bairro ___________________________________ no Município de _________________________ conforme consulta feita a CEMAR/CELPA. ( ) Prédio de múltiplas unidades consumidoras. número _________. IDENTIFICAÇÃO DO ENGENHEIRO Nome: Endereço: CREA: Fone: ( ) E-mail: _________________________________________________ Assinatura do Engenheiro Responsável DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . a aprovação do projeto para execução de obras das Instalações Elétricas em sua propriedade. situada à __________________________________________________________. ( ) Rede de distribuição rural.

conforme nº da solicitação informado. _____ de ______________ de __________. a vistoria e posterior ligação das Instalações Elétricas. denominada ______________________________________________________________________________ situado(a) à _________________________________________________________________. de sua propriedade. bairro ______________________________________ no número Município de ________________________________________ conforme projeto aceito por esta companhia.31. IDENTIFICAÇÃO DO COLABORADOR DA CEMAR/CELPA Nome: Matrícula: Fone: E-mail: ( ) _______________________________________________________ Assinatura do Colaborador da CEMAR/CELPA DOCUMENTO NÃO CONTROLADO ..NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 62 de 120 Código: Revisão: NT. ___________________.Sa. _______________________________________________________ Assinatura do Proprietário ou Representante Legal Atesto que as Instalações Elétricas acima mencionadas foram por mim vistoriadas de acordo com as Normas Técnicas vigentes no País e instruções gerais da CEMAR ou da CELPA. _____________.004 02 ANEXO IV – MODELO DE SOLICITAÇÃO DE VISTORIA E LIGAÇÃO À CEMAR/CELPA Solicitação GERC Nº__________________ ____________________________________________________________ vem pelo presente solicitar de V.

sem qualquer restrição e reconheço nenhum direito houver por reclamar sobre a propriedade ou domínio dos bens ora transferidos. _______________________________________________________ Assinatura do Proprietário ou Representante Legal Nome: CPF: ______________________________________ Assinatura da Testemunha 1 ______________________________________ Assinatura da Testemunha 2 Nome: Nome: CPF: CPF: ______________________________________________________ Assinatura do Colaborador da CEMAR/CELPA Nome: Matrícula: Nota: 33. assino este Termo na presença de duas testemunhas.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS ANEXO V – TERMO DE TRANSFERÊNCIA _________________________________________________________. ___________________. E por estar dispondo de livre e espontânea vontade. ficando a critério da donativa. residente e domiciliado na ________________________________________________________________________________ declara para todos os efeitos legais. profissão ________________________________. que transfere à CEMAR ou a CELPA a área utilizada pelo ramal de ligação e pelos equipamentos de propriedade da mesma.31. que também o assinam. CPF: ______________________________. se compromete a permitir a qualquer hora o livre acesso à CEMAR ou a /CELPA nas instalações de sua propriedade. _____ de ______________ de __________. através do presente instrumento. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .Elaborado em: Página: 14/11/2013 63 de 120 Código: Revisão: NT. O Responsável pela Transferência. O presente documento deve ser registrado em cartório. brasileiro. A presente Transferência é feita. a utilização dos mesmos. portador da cédula de identidade civil nº ______________. para atender outros consumidores no fornecimento de energia elétrica. estado civil __________________.

............. situado (a) no (a) ................... Foram seguidas as normas brasileiras (ABNT – NBR’S 5356 e 5410) e a normas técnicas de fornecimento de energia elétrica a edificações de uso coletivo da CEMAR/CELPA... - Atendimento em tensão primária: ........ A medição será direta para os apartamentos e condomínio............ kVA.x.. kV....... cidade (estado).. - Medição direta em baixa tensão.............. da subestação... CARACTERÍSTICAS DA ENTRADA DE SERVIÇO: O ramal de ligação será aéreo em cabo de alumínio de ..x...............kA.................... serão conectados pára-raios (um para cada fase) e chaves fusíveis (uma para cada fase) através de fio de cobre nu de ....... - Tensão no secundário do transformador: 220 / 127V.... - Ligação em delta ....... - Freqüência: 60 Hz...... (. daN... ... PROTEÇÕES: 4.) pavimento típicos e .. Bairro do (a) ....31...) apartamentos duplex................. com ....) níveis de garagem..NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 64 de 120 Código: Revisão: NT..... - Classe de tensão: .. 4....... a saber: 3... (..........Pára-raios: As características dos pára-raios serão as seguintes: - Capacidade de interrupção: ..... instalados no mesmo poste ..mm2 e destas até o transformador também em fio de cobre de nu de .........) pavimentos... conforme padrão estabelecido pela CEMAR/CELPA....... sendo .....mm2......... (............... DADOS DA INSTALAÇÃO: O presente memorial técnico descritivo trata das instalações elétricas da subestação transformadora para um edifício ......kV... DOCUMENTO NÃO CONTROLADO ..... kVA no poste acima especificado........ Será instalado um transformador de . Aos condutores do ramal de entrada.. - Neutro acessível...004 02 ANEXO VI – MODELO DO MEMORIAL TÉCNICO DESCRITIVO DE USO COLETIVO 1...............................estrela aterrado... CARACTERÍSTICAS ELÉTRICAS: - Transformador de ...1 ..............mm... x # ... 2..... AWG-CA até os isoladores da cruzeta de concreto ....... (.....

...1. envelopado em concreto magro. 6.. com .. - Nível básico de isolamento: ... 2 − ......... x # ...1 .. de corrente nominal ......k.....Chaves Fusíveis: As características serão as seguintes: - Corrente nominal: ..... utilizaremos uma chave tipo faca........A (. 5.......004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS - Tensão nominal: . - Capacidade de interrupção: ........mm de cobre nu...# .. com acionamento sob carga....(.... 4.. do ramal de AT até os pára-raios e chaves fusíveis................... − .” da saída do transformador até a caixa de passagem no pé do poste. para o ramal de AT...... 8....... (.......... e destes até o transformador.. 4.... - Elo fusível: ..Proteção Geral de Baixa Tensão: Para proteção geral de BT... e desta até a última caixa de passagem será com eletroduto de PVC ∅ .. x # .........004 da CEMAR/CELPA.......... TUBULAÇÃO: Será de ferro galvanizado ∅ .......Elaborado em: Página: 14/11/2013 65 de 120 Código: Revisão: NT.)mm 2 de cobre.........x .1 .. CARGA INSTALADA – DEMONSTRATIVO DE DEMANDA PROVÁVEL (exemplo): 8.. ATERRAMENTO: Conforme orientações contidas na NT..amperès)..3 ..... CONDUTORES: Utilizaremos os seguintes condutores: − ....A (....V.Edifício Exclusivamente Residencial: 8.AWG-CA.A.31.. - Classe de tensão: .) fusíveis tipo NH de ..” ........kV da saída do transformador até a chave geral de BT.. com isolamento para ........2 . - Freqüência: 60Hz......... amperès)...... 7.Características da Edificação: DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .kA..kV.kV...........31..

70 05 Tomada força (TUE) 1000 5.2 .30 68 Lâmpada incandescente 40 2.20 09 Tomada força (TUE) 300 2.95m 2 – Área útil do apartamento duplex: 219.1 .20 04 Ar condicionado 1550 6.80 QUANT DESCRIÇÃO 22 TOTAL 30.2.31mm 2 8.31.2 .20 01 Ar condicionado 2400 2.50 08 Lâmpada incandescente 100 0.00 01 Aquecedor de banheira 3200 3.Apartamento-tipo: CARGA UNITÁRIA CARGA TOTAL (W) (kW) Tomada simples (TUG) 100 2.72 DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .2.32 8.004 02 – Nº de pavimentos: 28 – Nº de apartamentos típicos: 44 – Nº de apartamentos duplex: 02 – Nº de níveis de garagem: 04 – Área útil do apartamento típico: 115.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 66 de 120 Código: Revisão: NT.70 01 Tomada força (TUE) 300 0.00 03 Chuveiro elétrico 2000 6.32 25 Lâmpada incandescente 60 1.40 08 Lâmpada incandescente 40 0.Cálculo de Carga Instalada: 8.Condomínio: QUANT DESCRIÇÃO CARGA UNITÁRIA CARGA (W) TOTAL (kW) 17 Tomada simples (TUG) 100 1.

20 05 Tomada força (TUE) 300 1.45 01 Motor 1/2cv –220V(Filt) 570 0.20 05 Ar condicionado 1550 7.75 02 Ar condicionado 2400 4.31.incend) 2.80 10 Lâmpada incandescente 40 0.40 60 Lâmpada incandescente 60 3.60 12 Lâmpada incandescente 100 1.5cv – 220V(elevad) 6900 13.3 .04 03 Lâmpada HQI 150 0.20 DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .21 02 Motor 7.36 TOTAL 48.20 05 Tomada força (TUE) 1000 5.00 01 Sauna 4000 4.75 8.40 19 Lâmpada mista 160 3.Apartamento Duplex: QUANT DESCRIÇÃO CARGA UNITÁRIA CARGA (W) TOTAL (kW) 32 Tomada simples (TUG) 100 3.50 02 Tomada força (TUE) 600 1.00 01 Aquecedor de banheira 3200 3.NORMA TÉCNICA Elaborado em: Página: 14/11/2013 67 de 120 Código: Revisão: NT.20 34 Lâmpada incandescente 100 3.80 01 Motor 10cv – 220V(Recalque) 7360 7.208 2.004 02 Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS 220 Lâmpada incandescente 60 13.2.57 01 Motor 3cv –220V(B.00 05 Chuveiro elétrico 2000 10.

3 .Apartamento .1.hid) 410 TOTAL 0. 10 e 12) fs = 1.Edificação: Neste caso.Condomínio: (D2) *Demanda de iluminação: 22.1 .81 x 100% x 10.13 (Tab. utilizaremos o critério da área útil para os apartamentos típicos e apartamentos duplex.94 = 81.1.000 = 10.20 13.3. descrito no item 1.67 8.5cv = 12.2 do anexo I desta e utilizaremos o critério da carga instalada para o condomínio onde: D = (D1 + D2 + D3) X FS D = Demanda total de edificação D1 = Demanda dos apartamentos típicos D2 = Demanda do condomínio D3 = Demanda dos apartamentos duplex fs = Fator de segurança 8.98 kVA DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .40 kVA *Demanda do motor de1/2 cv = 0.2 (Item 1.82 46.tipo: (D1) D1 = s x f = 2.87 kVA *Demanda do motor de 3cv = 4.3. A) 8.04 kVA *Demanda dos motores 7.3 .Elaborado em: Página: 14/11/2013 68 de 120 Código: Revisão: NT.3.00 x 0.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS 02 Motor 1/3 cv – 127V(fil.54 x 31.31.2 tab.810 = 3. o edifício é exclusivamente residencial.2 .20 kVA *Demanda das tomadas: 2.20 = 0. Portanto.Cálculo das Demandas: 8.00 25% x 12.

54 kVA D = (81.51 b4 = Máquina de lavar louça. 10 e 11) a = Demanda da sauna: 4 x 2 x 0.98 + 11.4 .20 + 0.30 DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .31.04 + 12.Elaborado em: Página: 14/11/2013 69 de 120 Código: Revisão: NT.56 = 1.40 + 0.20 x 0.10 b5 = Sauna 4.54 = 43.54 kVA D2 = 13.40 x 0.13 + 43.2 = 171.2 + 4.65 = 5.Apartamento duplex (Demanda individual): DD = (a + b + c + d).90 = 11.00 x 0.2 kVA b = Demanda do aquecedor de banheira: 3.80 = 3. roupa.3.62 = 3.20 c = Ar condicionado 12.80 = 2.03 kVA Padrão = 3P .70 x 0.03 + 18.36 x 1.40 x 0.55 x 0.24 kVA Corrente de projeto = 450 A .62 = 6.75 = 4.54 b = Aparelhos eletrodomésticos e de aquecimento : b1 = Chuveiro 10.54) x 1.120 A 8.00 x 0. secar roupa e ferro elétrico 5. onde: a = iluminação e tomadas 8.54 + 5.Apartamentos duplex: (D3) D3 = s x f + (a+b) = 4.8 kVA D3 = 8.56 b3 = Fogão a aparelho tipo grill 2.54 = 4.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS *Demanda do motor de 10cv = 11.8 = 18.87 + 4.00 x 0.2 x 2 = 6.20 b2 = Aquecedor de banheira 3.96 = 8.54 (tab.

DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . roupa.Apartamento tipo: O tipo de fornecimento será definido pela carga instalada calculada no item 8.5 (DT = 23. onde: a = iluminação e tomadas 4.80 = 2.31.46 DD = 4.46 = 32. Foi considerado um queda de tensão de 2%.20 x 0.10 c = Ar condicionado 8.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 70 de 120 Código: Revisão: NT.20 + 2.86 kVA Padrão = 3P .00 x 0.56 + 1.56 b3 = Fogão a aparelho tipo grill 2.Apartamento tipo (Demanda individual): DT = (a + b + c + d).30 + 0.70 x 0.hidromassagem 1/3cv 0.35 DT = 3.56 + 1.6 : 0.51 + 3.54 + 6.86 kVA) Fornecimento = Trifásico 3 fases + neutro Proteção = Disjuntor tripolar de 70A Condutor = Ver esquema vertical.10 + 3.00 x 0.82 x 0.70 = 4.35 = 23.70 A Tipo de fornecimento às unidades consumidoras: 8.2 b2 = Aquecedor de banheira 3.37 b4 = Máquina de lavar louça.62 = 3. secar roupa e ferro elétrico 5.4 .68 = 3.20 + 11.37 + 3.92 x 1 = 9.100 A .28 + (4.82 x 0.004 02 d = Filtro de piscina 1/3cv .28 b = Aparelhos eletrodomésticos e de aquecimento : b1 = Chuveiro 6.87 kVA Padrão = 3P .2 + 2.51 = 1.1) + 9.56 = 0.

10 e 11) Fs = 1.31.54 + 11.Condomínio: O tipo de fornecimento será definido pela demanda calculada no item 8.45 + 18.3 (D2 = 43.7 .Painel I e II (16 caixas padrão polifásicas cada): DP I e II = (DI) x fs DI = s x f = 2.20 = 28.3.5 DP I e II = 36.Elaborado em: Página: 14/11/2013 71 de 120 Código: Revisão: NT.37 x 1.3 A 8.54 x 14.54) x 1.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS 8.45 Db = 18..87 kVA) Fornecimento = Trifásico 3 fases + neutro Proteção = Disjuntor tripolar de 100A Condutor = 3 x # 70 (# 50) mm2 cobre /PVC – 750V 8.4) DP III = (Da + Db) x fs Da = s x f = 2.Painel III (14 caixas padrão polifásicas): a = 12 medidores típicos b = 02 medidores duplex (calculada no item 8.32 = 36.56 kVA Corrente nominal = 143.Apartamento duplex: O tipo de fornecimento será definido pela demanda calculada no item 8.7.Demanda dos painéis de medidores: A demanda dos painéis de medidores será calculada pelo critério de área útil 8.4 (DD = 32.09 kVA Corrente Nominal = 160 A DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .5 .3 = 61.03 kVA) Fornecimento = Trifásico 3 fases + neutro Proteção = Disjuntor tripolar de 120A Condutor = 3 x # 50 (# 50) mm2 cobre /PVC – 750V 8.54 DP III = (28.3.7.2 .1 .37 (tab.6 .5 = 54.

ferro galvanizado e PVC 9.. com SE construída pela concessionária.......... De acordo com a tabela 3 do anexo I adotaremos: Transformador = 150 kVA Proteção = Chave tipo faca 600A........31.................3 da norma NTD .. Assinatura do profissional CREA DOCUMENTO NÃO CONTROLADO ... com fusível tipo NH de 500A Condutores = 2 x 3 # 120 (120) mm2 isolamento para 1kV Eletroduto = ∅ 4” .....8 ............... cidade (estado)..03....................de . de ..Tipo de fornecimento da edificação: O atendimento será através da rede primária........... RAMO DE ATIVIDADE: A presente edificação trata de um edifício de múltiplas unidades consumidoras exclusivamente residenciais................... conforme indicado no item 5..004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS 8....... .... ......Elaborado em: Página: 14/11/2013 72 de 120 Código: Revisão: NT............ de .... DATA PREVISTA PARA LIGAÇÃO DEFINITIVA: . 10.................................

000BTU/h 2000 Triturador de lixo 300 18.000 BTU/h 2600 Ventilador 60 a 300 21. devido às diferenças entre fabricantes. recomenda-se a utilização dos mesmos no cálculo da carga instalada e/ou demanda. etc.000 BTU/h 1900 TV 100 15.31.000 BTU/h 3600 150 a 200 litros Aquecedor de água por acumulação 250 litros (Boiler) 300 a 350 litros 400 litros Barbeador elétrico Batedeira Condicionador de Ar 350 a 500 Nota: 34.000 BTU/h 2800 30.000 BTU/h 760 Secador de cabelo 500 a 1500 7.500 BTU/h 1300 Televisor 70 a 100 10. modelos.Elaborado em: Página: 14/11/2013 73 de 120 Código: Revisão: NT.100BTU/h 900 Secador de roupa 2500 a 6000 8. estado de conservação.de água passagem: 4000 a 8000 Exaustor 300 a 500 Aquecedor ambiente (Portátil) 700 a 1300 Ferro elétrico 800 a 1650 Aspirador de pó 250 a 800 Fogão elétrico 4000 a 12000 10 Grill 1200 70 a 1300 Lavadora de louças 1200 a 2800 Bomba d` água 1/4 CV 335 Liquidificador 270 Bomba d` água 1/2 CV 613 Máquina de costura 60 a 150 Bomba d` água 3/4CV 849 Máquina de lavar roupa 400 a 1500 Bomba d` água 1CV 1051 Microondas 1200 a 2000 Cafeteira 600 Ponto de Luz e tomada 100 Maquina de Café 1.000 BTU/h 625 Relógio 5 6. Os valores acima estabelecidos são estimados.000 BTU/h 1400 Torneira elétrica 2500 a 3200 12.000 BTU/h 1600 Torradeira 500 a 1200 14. Havendo disponibilidade dos dados de placa do equipamento. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .200 Projetor Slide 250 Chuveiro elétrico 2500 a 5400 Rádio 50 Circulador de ar 150 Som 120 5.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS 9 TABELAS TABELA 1 – POTÊNCIA DE APARELHOS ELETRODOMÉSTICOS POTÊNCIA DE APARELHOS ELETRODOMÉSTICOS POTÊNCIA (W) APARELHOS 50 a 100 litros APARELHOS POTÊNCIA (W) 1000 Congelador(Freezer) 1250 Computador/Estabilizador/Impressora 180 1500 DVD 30 2000 Enceradeira 500 2500 Estabilizador 200 Aquec.

É recomendável que a previsão de cargas de iluminação e tomada feita pelo consumidor atenda as prescrições da NBR-5410. 38. salões p/exposições e semelhantes 100 Bancos.004 02 TABELA 2. Tomadas específicas (aparelhos especiais) devem ser consideradas a parte. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO outros . vapor de mercúrio/sódio metálico) considerar kVA = kW/0.1 – FATORES DE DEMANDA PARA ILUMINAÇÃO E TOMADAS DE USO GERAL PARA UNIDADES CONSUMIDORAS NÃO RESIDENCIAIS DESCRIÇÃO FATOR DE DEMANDA (%) Auditórios. considerar kVA = kW (fator de potência unitária).NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 74 de 120 Código: Revisão: NT. utilizando fatores de demanda. 36. Para lâmpadas de descarga (fluorescente.92.31. salões de beleza e semelhantes 100 Clubes e semelhantes 100 100 para os primeiros 12 kVA Escolas e semelhantes 50 para o que exceder de 12 kVA 100 para os primeiros 20 kVA Escritórios 70 para o que exceder de 20 kVA Garagens comerciais e semelhantes 100 40 para os primeiros 50 kVA Hospitais e semelhantes 20 para o que exceder de 50 kVA 50 para os primeiros 20 kVA Hotéis e semelhantes 40 para os seguintes 80 kVA 30 para o que exceder de 100 kVA Igrejas e semelhantes 100 100 para os primeiros 20 kVA Oficinas e Indústrias 80 para o que exceder de 20 kVA Restaurantes e semelhantes 100 NOTA: 35. lojas e semelhantes 100 Barbearias. Para lâmpadas incandescentes e halógenas. 37.

Unidades Consumidores Residenciais F.I.I. 7% 7% DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .31. a partir de uma instalação de alta tensão. a partir de uma rede de distribuição pública de baixa tensão. 7% 7% C – que possuam fonte própria. 41. É recomendável que a previsão de cargas de iluminação e tomada feita pelo consumidor atenda as prescrições da NBR 5410. 40.2 – FATORES DE DEMANDA PARA ILUMINAÇÃO E TOMADAS DE USO GERAL PARA UNIDADES CONSUMIDORAS RESIDENCIAIS DESCRIÇÃO FATOR DE DEMANDA (%) C.92.D 0<P(kW) ≤1 (86) 6<P(kW) ≤7 (60) 1<P(kW) ≤2 (81) 7<P(kW) ≤8 (57) 2<P(kW) ≤3 (76) 8<P(kW) ≤9 (54) 3<P(kW) ≤4 (72) 9<P(kW) ≤10 (52) 4<P(kW) ≤5 (68) CI>10 (45) 5<P(kW) ≤6 (64) 100 para os primeiros 10 kW Prédios Residenciais 20 para os seguintes 110 kW 10 para o que exceder de 120 kW NOTA: 39. Para lâmpadas de descarga (fluorescente. Tomadas específicas (aparelhos especiais) devem ser consideradas a parte. utilizando outros fatores de demanda. 42. TABELA 3 – LIMITES DE QUEDA DE TENSÃO A – alimentadas diretamente por um ramal de baixa tensão. F.Elaborado em: Página: 14/11/2013 75 de 120 Código: Revisão: NT.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS TABELA 2. 4% 4% B – alimentadas diretamente por subestação de transformação ou transformador. vapor de mercúrio/sódio metálico) considerar kVA=kW/0. Para lâmpadas incandescentes e halógenas.D C. considerar kVA=kW (fator de potência unitária).

80 0.35 10 0.43 7 0.32 15 0.53 0.32 16 0.50 5 0.28 DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .40 8 0.31.39 0.34 11 0.70 0.45 6 0.32 14 0.5kW 1 0.40 0.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 76 de 120 Código: Revisão: NT.51 0.56 0.28 17 0.36 9 0.49 0.41 0.75 0.45 0.38 0.65 3 0.5kW POTÊNCIA INDIVIDUAL MAIOR QUE 3.32 12 0.004 02 TABELA 4 – FATORES DE DEMANDA DE MOTOR-BOMBA HIDROMASSAGEM NÚMEROS DE APARELHOS FATOR DE DEMANDA % 1 100 2 56 3 47 4 39 5 35 6 A 10 25 11 A 20 20 21 A 30 18 ACIMA DE 30 15 TABELA 5 – FATORES DE DEMANDA DE APARELHOS DE AQUECIMENTO E ELETRODOMÉSTICOS EM GERAL FATOR DE DEMANDA % NÚMERO DE APARELHOS POTÊNCIA INDIVIDUAL ATÉ 3.43 0.32 13 0.55 4 0.47 0.66 0.80 2 0.59 0.62 0.

00 11 a 15 0.45 0.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 77 de 120 Código: Revisão: NT.00 1.30 0.80 1.70 76 Acima a de 100 100 DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .26 22 0.30 0.FATORES DE DEMANDA DE APARELHOS DE AR CONDICIONADO FATOR DE DEMANDA % NÚMEROS DE APARELHOS EDIFÍCIOS RESIDENCIAIS EDIFÍCIOS COMERCIAIS 1 a 05 1.00 16 a 20 0.5kW POTÊNCIA INDIVIDUAL MAIOR QUE 3.28 19 0.26 24 0.16 TABELA 6 .80 51 a 75 0.36 0.00 06 a 10 0.30 0.31 0.52 0.33 0.28 20 0.26 23 0.00 21 a 25 0.31.22 28 0.30 0.80 41 a 50 0.5kW 18 0.00 31 a 40 0.65 1.26 25 0.90 1.00 26 a 30 0.70 1.34 0.37 0.30 0.30 0.35 0.26 26 0.80 0.33 0.20 29 0.18 30 0.80 0.004 02 FATOR DE DEMANDA % NÚMERO DE APARELHOS POTÊNCIA INDIVIDUAL ATÉ 3.85 1.38 0.28 21 0.30 0.24 27 0.60 0.

748 15 16.302 53.824 5.066 71.02 4.82 49.782 1.48 20.428 34.172 31.248 4.98 2.772 31.474 3 4.99 1.894 4.962 45.431 14.904 45.242 2.2 1/4 0.772 1/3 0.07 6.338 44.94 25.405 6.9 4.964 3.692 11.618 4.31 2.396 48.77 2.824 34.64 17.796 20.3 3.7 3 3.552 1 1/2 2.186 3.574 2.873 17.772 3.54 3.186 38.266 62.541 2.525 4.463 1.714 3.68 5.84 13.902 60.412 41.212 4.082 3.084 6.094 5 6.003 3.46 22.984 66.234 1/2 1.422 4.588 4.628 1 1.733 9.16 9.176 24.888 12 1/2 14.52 29.34 2.178 2.254 1.05 7.652 15.148 DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .155 1.128 10 11.376 2.872 7 1/2 8.56 2.168 16.92 38.616 6.31.755 8.97 4.771 2.105 7.21 13.738 50.91 9.226 5.6 3.41 28.35 3.784 58.079 2.455 5.34 2.24 11.004 02 TABELA 7 – FATORES DE DEMANDA PARA ELEVADORES NÚMERO DE ELEVADORES FD % 1 80 2 70 3 65 4 60 5 50 Acima de 5 45 TABELA 8 – DETERMINAÇÃO DA DEMANDA EM FUNÇÃO DA QUANTIDADE DE MOTORES (VALORES EM KVA) – MOTORES MONOFÁSICOS QUANTIDADE DE MOTORES POTÊNCIA DO MOTOR (CV) 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 FATOR DE DIVERSIDADE 1 1.602 4.361 10.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 78 de 120 Código: Revisão: NT.148 5.989 12.328 22.024 25.87 2 2.362 40.956 3/4 1.94 22.165 9.77 1.632 18.801 10.476 37.9 2.518 1.332 23.82 55.116 26.643 6.386 34.46 9.01 2.841 8.66 0.704 14.019 8.3 2.5 1.868 26.465 5.546 3.41 32.584 12.26 16.18 1.345 7.

96 49.34 226.87 3.09 16.59 112.53 11.16 7.61 2.94 268.95 54.91 9.94 64.08 41.56 5.54 31.48 423.56 143.05 5.55 9.62 21.60 18.29 10.18 40 39.35 344.93 79.87 1.49 570.68 315.004 02 TABELA 9 – DETERMINAÇÃO DA DEMANDA EM FUNÇÃO DA QUANTIDADE DE MOTORES (VALORES EM KVA) – MOTORES TRIFÁSICOS QUANTIDADE DE MOTORES POTÊNCIA DO MOTOR (CV) 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 FATOR DE DIVERSIDADE 1 1.03 11.27 361.54 627.78 57.02 9.50 4.35 2.97 4 5.65 0.2 1/3 0.76 16.41 69.23 75 72.15 386.91 5.46 9.49 133.57 146.56 100.61 75.90 209.14 26.89 2.29 211.67 60 58.11 2 2.00 2.3 3.56 86.74 36.79 244.74 77.17 3.53 2.47 12 1/2 14.17 5.31.11 19.40 91.33 166.01 286.04 351.50 50.6 3.70 4.68 9.81 8.67 23.41 38.28 108.54 15.26 508.28 2.28 7 1/2 8.90 23.40 3.82 25 25.54 45.79 258.63 38.03 7.38 1 1/2 2.08 59.78 4.29 8.31 0.77 32.99 100.61 150 141.33 10 11.34 3 4.95 28.10 33.84 59.29 1 1.26 1.34 2.15 2.49 30 30.40 269.43 190.15 41.34 181.65 24.34 437.14 143.50 491.91 50 48.30 119.41 513.58 15.52 45.02 372.12 13.98 1.59 684.44 13.87 466.21 7.50 1.81 175.55 31.95 59.67 66.98 16.20 82.23 110.38 456.05 204.24 92.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 79 de 120 Código: Revisão: NT.22 316.19 92.99 50.52 260.35 125 117.98 2.90 3.04 6.39 3.18 15 16.01 174.95 59.73 73.98 31.45 324.89 303.7 3 3.9 4.03 593.15 87.42 200 190.39 2.57 13.06 154.93 26.16 216.14 33.13 3.04 42.22 131.24 1.95 2.62 38.68 401.24 195.99 70.01 48.76 DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .09 21.16 4.40 107.87 119.56 11.44 19.75 49.10 92.58 222.87 21.99 166.13 6.76 1.52 2.5 1.54 17.25 18.97 381.74 59.36 25.29 44.9 2.26 4.31 21.51 7.99 5.30 72.70 798.33 14.42 137.72 54.84 38.89 3.06 7.84 238.85 16.06 19.72 109.03 128.65 3/4 1.19 160.18 285.93 6.93 20 22.93 69.58 100 95.16 34.12 4.48 25.74 157.05 175.08 131.86 6.56 219.74 108.45 191.21 281.51 91.73 1/2 0.27 46.10 8.02 5.72 10.49 85.13 5 6.54 4.65 741.3 2.27 421.91 12.64 551.10 4.65 12.

45 86 – 90 1.86 141 – 150 3.42 71 – 75 1.96 401 – 450 8.76 76 – 80 1.28 901 .93 161 .36 56 – 60 1.57 261 – 280 5.76 301 – 350 6.86 351 – 400 7.91 701 – 800 13.36 221 – 240 4.65 41 – 45 1.16 191 – 200 4.10 96 – 100 2.54 601 – 650 11.05 181 –190 3.73 651 – 700 12.10 801 – 900 15.84 46 – 50 1.180 3.00 171 .06 451 – 500 9.26 201 – 220 4.47 241 – 260 5.Elaborado em: Página: 14/11/2013 80 de 120 Código: Revisão: NT.01 51 – 55 1.51 121 – 130 2.72 61 – 65 1.40 151 – 160 3.61 81 – 85 1.07 66 – 70 1.31.170 3.28 91 – 95 2.67 281 – 300 5.1000 16.30 131 – 140 2.91 101 – 110 2.16 501 – 550 9.71 111 – 120 2.35 551 – 600 10.47 DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS TABELA 10 – DEMANDA POR APARTAMENTO RESIDENCIAL EM FUNÇÃO DA ÁREA ÚTIL ÁREA ÚTIL m² DEMANDA (S) kVA ÁREA ÚTIL m² DEMANDA (S) kVA até 40 1.

15 126 a 162 1 1.05 51 a 87 1 1.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 81 de 120 Código: Revisão: NT.30 238 a 275 1 1. Para valores fora da tabela utilizar a equação: Onde: h = fator de diversidade da instalação.50 Nota: 43.004 02 TABELA 11 – FATOR DE DIVERSIDADE m+n (h) Para Edifícios Comerciais (h) Para Edifícios Residenciais Até 50 1 1.31.40 313 a 350 1 1.35 276 a 312 1 1. É recomendável que a previsão de cargas de iluminação e tomada feita pelo consumidor atenda as prescrições da NBR-5410.45 351 a 387 1 1.10 88 a 125 1 1. em função de m+n.20 163 a 200 1 1. m+n obtido da tabela. 44.25 201 a 237 1 1. m = número de aparelhos de ar condicionado n = número de aparelhos de aquecimento DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .

19 DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .84 3 2.25 73 48.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 82 de 120 Código: Revisão: NT.54 120 68.º APTº F.06 112 66.67 77 50.69 59 40.42 118 67. (F) N.34 125 69.09 12 11.º APTº F.59 10 9.27 78 51.09 20 17.42 61 41.84 23 19.09 24 19.10 67 44.44 70 46.20 62 42.46 102 63.84 15 13. (F) N.62 113 66.º APTº F.98 63 42.98 119 68.31.66 69 45.34 21 18.34 13 11.54 65 43.94 110 65.65 72 47.96 52 36.80 56 38.09 16 14.04 71 47.84 19 16.26 107 65.18 114 66.88 68 45.004 02 TABELA 12 – FATOR PARA DIVERSIFICAÇÃO DA DEMANDA EM FUNÇÃO DO NÚMERO DE APARTAMENTOS RESIDENCIAIS DA EDIFICAÇÃO N.70 106 64.00 51 35.86 74 48.84 55 38.74 115 67.99 28 22.59 26 21.59 22 18.22 123 69.59 14 12.59 6 5.30 116 67.82 108 65.79 27 21.09 8 7. (F) 1 1.02 128 70.90 101 63.78 124 69.10 121 68.76 64 43.92 53 37.34 9 8.50 111 66.02 103 64.34 25 20.59 18 15.09 4 3.72 58 39.86 117 67.14 105 64.34 5 4. DIV.46 127 69.58 104 64. DIV.66 122 68.38 109 65.90 126 69.84 7 6.84 11 10.88 54 37.59 2 1.34 17 15.32 66 44. DIV.76 57 39.06 76 49.64 60 40.46 75 49.

10 86 55.78 99 62.59 36 27.99 33 25.70 131 70.88 79 51.69 82 53.34 150 74.62 138 72.10 146 73.004 02 29 22.98 144 73.71 87 56.34 100 63.39 30 23.59 46 33.79 47 33.59 DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .19 39 28.54 95 60.94 94 59.99 48 34.38 134 71.22 148 74.78 149 74.19 49 34.14 130 70.74 140 72.50 136 71.42 143 73.66 147 73.59 41 30.18 139 72.29 84 53.79 37 27.30 141 72.82 133 71.52 90 57.48 80 52.50 85 54.39 45 32.08 81 52.54 145 73.12 91 58.79 32 24.31 88 56.66 97 61.86 142 72.19 44 31.10 96 61.59 31 24.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 83 de 120 Código: Revisão: NT.79 42 30.22 98 62.94 135 71.19 34 25.33 93 59.26 132 70.06 137 71.58 129 70.92 89 57.39 50 35.90 84 54.31.39 35 26.99 43 31.99 38 28.73 92 58.39 40 29.

40 X 3.18 1.40 X 12.31.” X 1/8” 370 38.35 2” X 1/4” 850 63.35 3.35 1.35 4” X 1/4” 600 25.35 2.1/2” X 1/8” 340 25.70 2” X 1/2” 1425 76.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 84 de 120 Código: Revisão: NT.80 X 12.1/2” X 3/16” 595 50.70 1” X 1/2” 1010 50.60 X 6.1/2” X 1/4” 1000 70. TABELA 14 .004 02 TABELA 13 – FATORES DE DEMANDA INDIVIDUAIS PARA MÁQUINAS DE SOLDA A TRANSFORMADOR E APARELHOS DE RAIOS X E GALVANIZAÇÃO EQUIPAMENTO POTÊNCIA DO APARELHO FATOR DE DEMANDA (%) 1º maior 100 2º maior 70 3º maior 70 Soma dos demais 30 Solda a Maior 100 resistência Soma dos demais 60 Aparelho de Maior 100 raios X Soma dos demais 70 Solda a arco e aparelhos de galvanização NOTA: 45.80 X4 .3/4” X 1/4” 1130 88.20 X 6.00 X 3.70 3” X 1/2” 1810 101.10 X 4.10 X 3.10 X 6.1/2” X 1/4” 700 50.20 X 12.40 X 6.40 X 4.50 X 6.35 2.18 3/4" X 1/8” 250 25.90 X 6.77 2” X 3/16” 400 25.77 1. Máquinas de solda tipo motor gerador deverão ser consideradas como motores.DIMENSIONAMENTO PELA CAPACIDADE DE CORRENTE DO BARRAMENTO DE BAIXA TENSÃO Barramento Corrente (A) Seção transversal (mm) Seção transversal (polegadas) 208 19.80 X 6.77 1.35 1” X 1/4” 544 38.60 X 10.18 1.70 4” X 1/2” DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .1/2” X 1/4” 1250 101.” X 3/16” 460 38.

Fator de Potência. obedecido os critérios de projeto.31.1 até 38 100 - - 35 2” 35 25(25) 38.Fator de Demanda.1 até 75 200 - - 95 3” 35 70(35) Nota: 46.1/4” 6 10. • Valores admitidos nos cabos: a. b.1/4” 6 10(10) ≤ 15 40 - - 16 1.1 até 10 63 ou 70 10 - - 3/4” 6 10(10) ≤10 40 - 10 - 1.85.1/4” 25 16(16) 27.1 até 27 70 - - 25 1. ∆V. FD= 80% e ∆V= 2% na medição. FD= 80% e ∆V= 2% na medição. Ligação Bifásica e Trifásica – FP= 0. FD.1 até 57 150 - - 70 3” 35 50(25) 57.Queda de Tensão.1 até 15 60 - 16 - 1. deve ser considerado o cálculo de queda de tensão para o dimensionamento real do condutor.1 até 47 125 - - 50 2” 35 MONOFÁSICO 3/4” 10(10) BIFÁSICO TRIFÁSICO 35(25) 1” 47. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . Onde: FP.1/4” 16 10(10) 15. Ligação Monofásica – FP= 1.004 02 TABELA 15 – DIMENSIONAMENTO DE CONDUTORES E PROTEÇÃO PARA UNIDADES CONSUMIDORAS • CELPA DISJUNTOR TIPOS DE CARGA TERMOMAGNÉTICO FORNECIMENTO INSTALADA MÁX (A) RAMAL DE LIGAÇÃO (CABO DE ALUMÍNIO MULTIPLEXADO) (mm²) DUPLEX TRIPLEX QUADRUPLEX DIÂMENTRO DIÂMENTRO CONDUTOR DE NOMINAL Ø NOMINAL Ø ATERRAMENTO ELETRODUTO ELETRODUTO (Aço Cobreado) DE AÇO ATERRAMENTO (mm²-mínimo) GALVANIZADO (pol) CONDUTORES DE COBRE PARA INSTALAÇÃO INTERNA (BITOLA MÍNIMA) mm² * Até 4 30 ou 32 10 - - 3/4” 6 6(6) 4.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 85 de 120 Código: Revisão: NT. Bitola mínima do condutor de cobre.1 até 66 175 - - 95 3” 35 70(35) 66.

0 25 1.1/4” 35 100(TRI) 50.1/4” 6 40(TRI) 20.1 a 75.1 a 50.0 16 1.1/4” 25 80(TRI) 40.31.Elaborado em: Página: 14/11/2013 86 de 120 Código: Revisão: NT.0 35 2” 35 125(TRI) TABELA 16 – DIMENSIONAMENTO DE TRANSFORMADORES Demanda calculada (kVA) Transformador recomendado (kVA) Até 33 30 34 à 49 45 50 à 82 75 83 à 124 112.0 10 1.1 a 40.5 125 à 165 150 166 à 250 225 251 à 333 300 334 à 555 500 DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .1/4” 16 63(TRI) 30.1 a 30.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS • CEMAR Trifásico Monofásico Tipo de Fornecimento Carga Instalada (kW) Condutor Mínimo para alimentação da UC (mm²) Eletroduto Diâmetro Nominal (pol) Condutor de Aterramento (mm²) Corrente Máxima do Disjuntor (A) Até 4 4 3/4“ 6 25(MONO) 4a8 6 3/4" 6 50(MONO) 8 a 12 10 3/4" 6 63(MONO) 12 a 20 6 1.

5< P≤ 30 5< P≤30 SÉRIE-PARALELO AS OUTRAS CARACTERÍSTICAS SÃO IGUAIS AS DAS CHAVES MANUAIS 7.65 e 80 50 9λs .5 5< P≤ 25 INDIRETA MANUAL ESTRELATRIÂNGULO 7.5< P≤ 25 RESISTÊNCIA OU REATÂNCIA DE PARTIDA INDIRETA AUTOMÁTICA GAIOLA 5< P≤ 25 CHAVE COMPENSADORA TENSÃO DA 220/127 INDUÇÃO SÉRIE-PARALELO TENSÃO 12λs . DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .5< P≤ 30 CHAVE COMPENSADORA 5< P≤ 40 7.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS TIPO DE PARTIDA TABELA 17 – DISPOSITIVO DE PARTIDA DE MOTORES TRIFÁSICOS POTÊNCIA TIPO DE CHAVE DO MOTOR DIRETA (cv) TIPO TIPO DO DO MOTOR ROTOR - - ≤5 ≤ 7. Para motores do tipo rotor bobinado.5< P≤ 25 ou ou 6λs .9∆\\ 220/380/4 40/760 380/220 5< P≤ 25 ESTRELATRIÂNGULO DE 380/220 7.31. deverá existir dispositivo de bloqueio para impedir a partida do motor com as escovas levantadas.5< P≤ 40 NOTA: 47. 48.Elaborado em: Página: 14/11/2013 87 de 120 Código: Revisão: NT.5< P≤ 25 REDE PLACA (V) (V) 220/127 ou 380/220 6λ 380/220 220 3 λ ou 3 ∆ 380/220 6 λ ou 6 ∆ ou 220/127 INDUÇÃO GAIOLA Nº DE TAPS TAPS TERMINAIS DE PARTIDA - - - - ou - - 50.6∆\\ 220/380/4 40/760 380/220 ou 12λs . NO MÍNIMMO. 65% DO VALOR NOMINAL 5< P≤ 30 7.12∆\\ 220/127 INDUÇÃO GAIOLA 7.12∆\\ A TENSÃO DEVE SER REDUZIDA A. A chave estrela-triângulo só poderá ser utilizada quando a tensão da rede coincidir com a tensão de placa em triângulo.

NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 88 de 120 Código: Revisão: NT.PLANTA DE SITUAÇÃO APLICADO A CEMAR DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .31.004 02 10 DESENHOS DESENHO 1 – PLANTA DE SITUAÇÃO EXEMPLO 1 .

837.004 02 EXEMPLO 2 .812 Y 9.31.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 89 de 120 Código: Revisão: NT.931 Edifíci o Carpe diem DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .PLANTA DE SITUAÇÃO APLICADO A CELPA X 779.

004 02 DESENHO 2 – AFASTAMENTOS MÍNIMOS ENTRE CONDUTORES E EDIFICAÇÕES DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 90 de 120 Código: Revisão: NT.31.

004 02 DESENHO 3 – CABINE DE PROTEÇÃO E TRANSFORMAÇÃO – ENTRADA AÉREA CEMAR/CELPA MEDIÇÃO CEMAR/CELPA DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 91 de 120 Código: Revisão: NT.31.

NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 92 de 120 Código: Revisão: NT.31.004 02 DESENHO 4 – CABINE DE PROTEÇÃO E TRANSFORMAÇÃO – ENTRADA SUBTERRÂNEA MEDIÇÃO CEMAR/CELPA DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .

50. 52.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 93 de 120 Código: Revisão: NT. Dimensões mínimas para transformadores de até 500 kVA. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . no mínimo. 54. 53. 5 mm e. Para subestações ao tempo no solo ou abrigadas é obrigatória a construção de dispositivo de drenagem para óleo. 51. Deve ser instalada iluminação no corredor. no máximo 13 mm.004 02 Nota: (DESENHOS 3 E 4) 49. deve ter uma placa de advertência com os dizeres: “CUIDADO! ALTA TENSÃO!”. com no mínimo de 150 lux. Caso haja mais de um transformador. exceto onde indicado. de acordo com o DESENHO 7 – BACIA DE CONTENÇÃO DE ÓLEO. Todas as aberturas de iluminação e ventilação devem ser providas de telas metálicas zincadas com malha de.31. 55. devem ser construídos cubículos de transformação com as mesmas dimensões do primeiro. um para cada transformador. Medidas em milímetros. Na porta da Subestação.

31.200 LOCAIS DE MANOBRA VALORES DA TABELA B (FASE E TERRA) H 2. ESTRADOS. TABELA A VALORES DE ESPAÇAMENTO PARA INSTALAÇÕES INTERNAS DIMENSÕES MÍNIMAS EM MILÍMETROS L 3.Elaborado em: Página: 14/11/2013 94 de 120 Código: Revisão: NT.700 ALTURA MÍNIMA DE UM ANTEPARO VERTICAL J 600 ALTURA MÍNIMA DE UMA PARTE VIVA SEM CIRCULAÇÃO DIMENSÕES MÁXIMAS EM MILÍMETROS E 300 ALTURA MÍNIMA DE UMA PARTE VIVA SEM CIRCULAÇÃO DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . AS DIMENSÕES VERTICAIS DEVEM REFERIR-SE A ESSE PISO.). CONFORME TABELA "A" PARTES VIVAS CONVENÇÕES: ANTEPAROS: TELA OU GRADE METÁLICA DISPOSITIVOS DE MANOBRA NOTA: SENDO EMPREGADO PISO ISOLANTE (TAPETES.000 ALTURA MÍNIMA DE UM ANTEPARO HORIZONTAL F 1.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS DESENHO 5 – ESPAÇAMENTOS PARA INSTALAÇÕES INTERNAS (A) FIGURA 1 .ESPAÇAMENTO PARA INSTALAÇÕES INTERNAS. CONFORME TABELA "A" FIGURA 1 .700 ALTURA MÍNIMA DE UMA PARTE VIVA K 2.ETC.ESPAÇAMENTO PARA INSTALAÇÕES INTERNAS. NO NÍVEL DO PISO.000 VER "K" E "H" A - R 1.

ESTRADOS.000 SEM TELA (PARA AS DIMENSÕES INFERIORES.000 EM LOCAL COM TRÂNSITO DE VEÍCULO H' 5.000 CIRCULAÇÃO E 600 ALTURA DA PARTE VIVA DIMENSÕES MÁXIMAS EM MILÍMETROS ALTURA MÍNIMA DE UMA PARTE VIVA SEM CIRCULAÇÃO DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . USAR A ALTURA MÍNIMA ENTRE A PARTE VIVA E O SOLO) C 1.000 ALTURA SUPERIOR DO ANTEPARO H 6.31.).000 EM LOCAL COM TRÂNSIT O DE PEDESTRES SOMENTE J 800 L 2. AS DIMENSÕES VERTICAIS DEVEM REFERIR-SE A ESSE PISO.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS DESENHO 6 – ESPAÇAMENTOS PARA INSTALAÇÕES INTERNAS (B) CONVENÇÕES: PARTES VIVAS AN TEPAROS: TELA OU GRADE METÁLICA DISPOSITIVOS DE MANOBRA ÁREA DE CIRCULAÇÃO PERMITIDA A PESSOAS ADVERTIDAS ÁREA DE CIRCULAÇÃO PROÍBIDA NOTA: SENDO EMPREGADO PISO ISOLANTE (TAPETES.500 ÁREA DE CIRCULAÇÃO D 500 PROTEÇÃO COM TELA F 2. TABELA B VALORES DE ESPAÇAMENTO PARA INSTALAÇÕES EXTERNAS AO NÍVEL DO PISO DIMENSÕES MÍNIMAS EM MILÍMET ROS A 1.ETC.000 ALTURA DA PROTEÇÃO EXTERNA R 2.500 DISTÂNCIA ENTRE A PARTE VIVA E A PROTEÇÃO EXTERNA B 4.Elaborado em: Página: 14/11/2013 95 de 120 Código: Revisão: NT.

O eletroduto de escoamento deverá ser de aço galvanizado com diâmetro mínimo de 3” (75mm). 57. no mínimo. igual a 0. A capacidade útil de armazenamento do tanque de coleta deverá ser.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 96 de 120 Código: Revisão: NT. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .80 m³.004 02 DESENHO 7 – BACIA DE CONTENÇÃO DE ÓLEO VISTA SUPERIOR CORTE TRANSVERSAL Nota: 56.31.

004 02 DESENHO 8 – RAMAL DE LIGAÇÃO DERIVANDO DA REDE DE MÉDIA TENSÃO CEMAR OU DA CELPA . Os eletrodutos em aço galvanizado devem ser todos instalados de forma aparente.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 97 de 120 Código: Revisão: NT.ENTRADA SUBTERRÂNEA COM MUFLAS MONOFÁSICAS A A LEGENDA: CORTE A-A Nota: 58.31. A montagem na CELPA dever ser feita com cruzeta retangular 90x90x2000mm com mão francesa. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . 59.

A montagem na CELPA dever ser feita com cruzeta retangular 90x90x2000mm com mão francesa.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 98 de 120 Código: Revisão: NT.2 kV.ENTRADA AÉREA POSTE CEMAR/CELPA Nota: 60. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .004 02 DESENHO 9 – RAMAL DE LIGAÇÃO DERIVANDO DA REDE DE MÉDIA TENSÃO DA CEMAR OU DA CELPA .31. 62. 61. Os eletrodutos em aço galvanizado devem ser todos instalados de forma aparente. Utilizar dois isoladores para sistema 15 kV e três isoladores para 36.

Os eletrodutos em aço galvanizado devem ser todos instalados de forma aparente.ENTRADA MISTA REDE CEMAR/CELPA Nota: 63. A montagem na CELPA dever ser feita com cruzeta retangular 90x90x2000mm com mão francesa. 65. 64.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 99 de 120 Código: Revisão: NT.31. Utilizar dois isoladores para sistema 15 kV e três isoladores para 36.2 kV.004 02 DESENHO 10 – RAMAL DE LIGAÇÃO DERIVANDO DA REDE DE MÉDIA TENSÃO DA CEMAR E DA CELPA . DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .

Cada eletroduto de aço zincado deve conter um circuito completo (condutores fase e neutro). (*) Dutos.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 100 de 120 Código: Revisão: NT.004 02 DESENHO 11 – BANCO DE DUTOS PARA ENTRADA SUBTERRÂNEA DA REDE SECUNDÁRIA 1 DUTO EM PEAD 2 DUTOS EM PEAD 1 DUTO EM PEAD 2 DUTOS EM PEAD M O DELO S DE D RENAG EM Nota: 66. 68. Dimensões em milímetros.31. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . 67. com diâmetros variáveis devem ser compatíveis com os condutores a serem instalados.

Dimensões em milímetros.31. com diâmetros variáveis devem ser compatíveis com os condutores a serem instalados. 70. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .004 02 DESENHO 12 – BANCO DE DUTOS PARA ENTRADA SUBTERRÂNEA DA REDE PRIMÁRIA 2 DUTOS EM PEAD 4 DUTOS EM PEAD 4 DUTOS EM PEAD ESPAÇADORES SUPORTES MODELOS DE DRENAGEM Nota: 69.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 101 de 120 Código: Revisão: NT. (*) Dutos.

porcas e abraçadeiras).NORMA TÉCNICA Elaborado em: Página: 14/11/2013 102 de 120 Código: Revisão: NT.31. A conexão com a rede da CEMAR ou da CELPA deve ser feita por meio de conector. 74. Utilizar tubo de aço zincado até uma altura mínima de 5.000 mm. 73. Toda ferragem utilizada (curvas. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . deve ser zincada por imersão a quente. 75. A altura do ramal de ligação deve estar de acordo com esta Norma.004 02 Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS DESENHO 13 – RAMAL DE LIGAÇÃO DERIVADA DA REDE DE BAIXA TENSÃO DA CEMAR OU DA CELPA REDE CEMAR/CELPA Nota: 71. Os condutores não podem conter emendas entre os suportes de fixação do ramal de ligação. 76. O ramal de ligação não pode exceder a 30 metros de comprimento. armação secundária. 72. parafusos.

DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . A caixa de 300 x 500 x 500 só deve ser usada em circuitos monofásicos cujos condutores tenham seção inferior ou igual a 16 mm². Dimensões em milímetros.31. A tampa de concreto armado deve apresentar uma resistência mínima à compressão de 150 kgf/cm. 80. zincada por imersão a quente. Usar chapa de aço nº 12 USSG.Elaborado em: Página: 14/11/2013 103 de 120 Código: Revisão: NT. 79.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS DESENHO 14 – CAIXA DE PASSAGEM LACRÁVEL TAMPA DE CONCRETO/FERRAGEM TAMPA DE CONCRETO CHAPA DE AÇO GALVANIZADA Nº12 Nota: 77. 78.

NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 104 de 120 Código: Revisão: NT.004 02 DESENHO 15 – TRAVESSIA SUBTERRÂNEA DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .31.

NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 105 de 120 Código: Revisão: NT. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .004 02 DESENHO 16 – PROTEÇÃO DO RAMAL DE ENTRADA DERIVADO DA REDE DE BAIXA TENSÃO DA CEMAR OU DA CELPA FIGURA 1 UM CPG E DOISOU MAIS CM CPG D1 D2 D2 CM CM D3 D3 FIGURA 2 UM CPG INSTALADO NO CM D3 Nota: 81. D3 – disjuntores tripolares termomagnéticos com capacidade de interrupção simétrica mínima de acordo com esta Norma. D1. D2.31.

Disjuntores termomagnéticos com capacidade de interrupção simétrica mínima de acordo com esta Norma.Elaborado em: Página: 14/11/2013 106 de 120 Código: Revisão: NT.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS DESENHO 17 – PROTEÇÃO DO RAMAL DE ENTRADA DERIVADO DA REDE DE MÉDIA TENSÃO DA CEMAR OU DA CELPA FIGURA 3 FIGURA 4 UM TRANSFORMADOR COM DOIS OU MAIS CENTRO DE MEDIÇÃO UM TRANSFORMADOR COM UM CENTRO DE MEDIÇÃO C PG CPG D1 D1 D2 D2 CM CM CM D3 D2 FIGURA 5 DOIS TRANSFORMADORES EM PARALELO COM UM CENTRO DE MEDIÇÃO C PG D2 D3 D3 FIGURA 6 DOIS TRANSFORMADORES EM PARALELO COM DOIS OU MAIS CENTRO DE MEDIÇÃO CPG D1 D1 D1 D1 D2 D2 D2 D3 D3 D3 Nota: 82. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .31.

31.004 02 DESENHO 18 – LIGAÇÃO DE BOMBA DE INCÊNDIO IN STA LA ÇÃ O N ORM A L CEM A R OU CELPA M ED M ED E PROT CEM A R OU CELPA IN STALA ÇÃO DE COM BATE A IN CÊN DIO IN STA LA ÇÃ O N ORM A L M ED M ED E PROT C EM AR OU CELPA IN STALA ÇÃO DE COM BATE A IN CÊN DIO IN STALAÇÃO N ORM AL M ED M ED E PROT CEM AR OU CELPA IN STALAÇÃO DE COM BATE A IN C ÊN D IO IN STALAÇÃO N ORM AL M ED M ED E PROT IN STALAÇÃO DE COM BATE A IN CÊN DIO DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 107 de 120 Código: Revisão: NT.

31. Módulo I – módulo para medição direta monofásica ou trifásica. Módulo II – módulo para medição trifásica. É usado para instalação do disjuntor geral do centro de medição. Módulo IV – módulo de proteção. A sua montagem será obrigatoriamente na posição vertical.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 108 de 120 Código: Revisão: NT.004 02 DESENHO 19 – CENTRO DE MEDIÇÃO VAZIO CONS UMIDO R DISJU NTOR GER AL BARRAM ENTO MÓ DUL O DE FIAÇÃO MÓ DUL O D EFIAÇÃ O PI SO C ON SU MI DO R M ON O FÁS IC O P IS O V AZI O D IS JUN TO R C ON SU M ID OR T RI FÁS IC O BA RR AM EN TO PISO P IS O Nota: 83. 86. 85. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . É usado quando a seção do condutor da unidade consumidora for superior a 35 mm². Módulo III – módulo de distribuição (módulo para instalação do barramento) é usado na posição horizontal. 84. É usado quando a seção do condutor da unidade consumidora for de até 25 mm².

Módulos vazios: espaços destinados a passagem dos cabos de alimentação do centro de medição. um módulo de distribuição para cada 23 módulos de medição. Não serão admitidos cantos vivos na superfície de contato com os condutores. Os módulos devem ser firmemente atarraxados com parafusos zincados de 1/4" e 3/4". Utilizar. 90. Preferencialmente será utilizado pintura a pó epóxi poliéster com espessura mínima de 80 micrômetros. condomínio. devem ser instalados na parte mais central possível do centro de medição. tipos III e IV. loja. 100. Os módulos devem permitir a montagem de medidores e disjuntores. 93. deverão receber interna e externamente. etc. Caixa em chapa de aço laminado a frio nº 18 USSG ou em policarbonato. 91. no mínimo. 96. 94. com 20 fios por polegada. 99. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . 89. após tratamento com jato de areia ou fosfatização. A cota da base do módulo III deve ser de 400 mm em relação ao piso pronto. Os módulos de distribuição e de proteção. tanto monofásicos como trifásicos. 92. A distância entre barras correspondentes a diferentes fases e entre estas e a estrutura de montagem devem obedecer às prescrições da NBR 5410.31. 101. 95. As caixas em chapa de aço. duas demãos de pintura anticorrosiva.004 02 87. Somente serão ligadas as unidades consumidoras cujas caixas tenham sido aprovadas pela CEMAR ou pela CELPA. quanto a dimensões e material de fabricação. Todos os módulos devem possuir luvas para alojamento do parafuso de segurança de 1/4".NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 109 de 120 Código: Revisão: NT. Identificação: cada módulo deve ser identificado com o número do apartamento. Quaisquer outros tipos de módulos. 88. tipo zarcoprimer e mais duas demãos de tinta esmalte sintético cor cinza clara. 98. Dimensões em milímetros. 97. monofásica ou trifásica. devem ser submetidos à prévia aprovação da CEMAR ou da CELPA.

Dimensões em milímetros.004 02 DESENHO 20 – CENTRO DE MEDIÇÃO – DETALHES DOS MÓDULOS CONSUMIDOR TRIFÁSICO DISJUNTOR BAR RAMENTO BAR RAMENTO VISTA FRONTAL DETALHE DE POSICIONAMENTO DOS MÓDULOS NA PARTE CENTRAL DO CENTRO DE MEDIÇÃO AGRUPADA Nota: 102. Exceto onde indicado.31.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 110 de 120 Código: Revisão: NT. 103. Admite-se uma tolerância de ± 2% nas cotas apresentadas. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .

Onde marcado (*) as cotas são variáveis de acordo com as dimensões da chave utilizada.31. laminado. 105. 50 x 50 mm. em aço ABNT 1010 a 1020. zincado por imersão a quente. Dimensões em milímetros.004 02 DESENHO 21 – SUPORTE PARA FIXAÇÃO DAS MUFLAS INTERNAS E DA CHAVE SECCIONADORA TRIPOLAR PERSPECTIVA Nota: 104. Material: cantoneira de perfil “L”. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 111 de 120 Código: Revisão: NT.

laminado.004 02 DESENHO 22 – SUPORTE PARA FIXAÇÃO DA CHAVE SECIONADORA TRIPOLAR – CUBÍCULOS DE PROTEÇÃO E TRANSFORMAÇÃO FIGURA 1 . em aço ABNT 1010 a 1020. zincado por imersão a quente. 50 x 50 mm.SUPORTE PARA FIXAÇÃO DA CHAVE SECCIONADORA TRIPOLAR (CUBÍCULO DE TRANSFORMAÇÃO) Nota: 106.31.SUPORTE PARA FIXAÇÃO DA CHAVE SECCIONADORA TRIPOLAR (CUBÍCULO DE DISJUNÇÃO) FIGURA 2 . DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . Material: cantoneira de perfil “L”.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 112 de 120 Código: Revisão: NT. 107. Dimensões em milímetros.

em aço ABNT 1010 a 1020.Elaborado em: Página: 14/11/2013 113 de 120 Código: Revisão: NT. Onde marcado (*) as cotas são variáveis de acordo com as dimensões da chave utilizada. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . 109.SUPORTE PARA FIXAÇÃO DO EIXO DE ACIONAMENTO DA CHAVE SECCIONADORA TRIPOLAR (CUBÍCULO DE DISJUNÇÃO) DETALHE DE MONTAGEM Nota: 108.31. laminado.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS DESENHO 23 – SUPORTE PARA FIXAÇÃO DA CHAVE SECIONADORA TRIPOLAR – CUBÍCULOS DE PROTEÇÃO E TRANSFORMAÇÃO ABRAÇADEIRA FIGURA 1 .SUPORTE PARA FIXAÇÃO DO EIXO DE ACIONAMENTO DA CHAVE SECCIONADORA TRIPOLAR (CUBÍCULO DE TRANSFORMAÇÃO) FIGURA 2 . Dimensões em milímetros. Abraçadeira – barra chata de 40 x 4 mm em aço zincado. ABNT 1010 a 1020. laminado. Suporte cantoneira de perfil “L” – 50 x 50 mm. zincado por imersão a quente. zincado por imersão a quente. 110.

31. 112. Material: cantoneira de perfil “L”. em aço ABNT 1010 a 1020. laminado. Dimensões em milímetros.004 02 DESENHO 24 – SUPORTE PARA FIXAÇÃO DOS CABOS ISOLADOS DE MÉDIA TENSÃO VISTA FRONTAL VISTA SUPERIOR VISTA LATERAL Nota: 111. 50 x 50 mm. zincado por imersão a quente.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 114 de 120 Código: Revisão: NT. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .

Dimensões em milímetros. 114.31. 50 x 50 mm. laminado. zincado por imersão a quente. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .004 02 DESENHO 25 – SUPORTE PARA FIXAÇÃO DOS ISOLADORES DE APOIO DE MÉDIA TENSÃO VISTA SUPERIOR VISTA LATERAL VISTA FRONTAL Nota: 113. Material: cantoneira de perfil “L”. em aço ABNT 1010 a 1020.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 115 de 120 Código: Revisão: NT.

Dimensões em milímetros.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS DESENHO 26 – SUPORTE PARA FIXAÇÃO DOS PÁRA-RAIOS V ISTA FRONTA L VISTA SUPERIOR VISTA LA TERAL Nota: 115.31. Material: suporte cantoneira “L”. zincado por imersão a quente.Elaborado em: Página: 14/11/2013 116 de 120 Código: Revisão: NT. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . 116. laminado. em aço ABNT 1010 a 1020.

com 5 mm de espessura.004 02 DESENHO 27 – CHAPA DE PASSAGEM Nota: 117. zincado por imersão a quente.NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 117 de 120 Código: Revisão: NT. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .31. laminado. 118. Material: chapa em aço ABNT 1010 a 1020. Dimensões em milímetros.

Cantoneira de perfil “L”. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO . Material: Tela metálica.31.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS DESENHO 28 – TELA METÁLICA PARA CUBÍCULO DE DISJUNÇÃO JANELA PARA ENGATE DO PAINEL DO DISJUNTOR DIMENSÕES VARIÁVEIS DE ACORDO COM O DISJUNTOR UTILIZADO DETALHE A DETALHE A Nota: 119. chumbada à parede. com malha de 13 x 13 mm. 120. Todas as partes metálicas devem ser zincadas por imersão a quente. 40 x 5 mm.Elaborado em: Página: 14/11/2013 118 de 120 Código: Revisão: NT. 30 x 40 mm. Cantoneira de perfil “L”. Dimensões em milímetros.

chumbada à parede.004 02 NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS DESENHO 29 – TELA METÁLICA PARA CUBÍCULO DE TRANSFORMAÇÃO DETALHE A DETALHE A Nota: 121. Cantoneira de perfil “L”. Todas as partes metálicas devem ser zincadas por imersão a quente. 122. 30 x 40 mm. 40 x 5 mm. com malha de 13 x 13 mm. DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .Elaborado em: Página: 14/11/2013 119 de 120 Código: Revisão: NT.31. Cantoneira de perfil “L”. Material: Tela metálica. Dimensões em milímetros.

Gerência de Relacionamento com o Cliente Orlando Maramaldo Cruz .Gerência de Normas e Padrões Marcelo Fernandes Augusto Junior .004 02 11 CONTROLE DE REVISÕES REV 00 01 02 DATA 07/12/2010 30/08/2013 14/11/2013 ITEM DESCRIÇÃO DA MODIFICAÇÃO RESPONSÁVEL Emissão Inicial Francisco Carlos Martins Ferreira/ Larissa Cathariny Ramos de Souza/ Orlando Maramaldo Cruz Revisão Geral Francisco Carlos Martins Ferreira/ Orlando Maramaldo Cruz/ Adriane Barbosa de Brito Revisão Geral Francisco Carlos Martins Ferreira/ Orlando Maramaldo Cruz/ Adriane Barbosa de Brito - Todos Todos 12 APROVAÇÃO ELABORADOR (ES) / REVISOR (ES) Adriane Barbosa de Brito .Gerência de Normas e Padrões Eduardo Nunes Raposo .Gerência de Normas e Padrões APROVADOR (ES) Jorge Alberto Tavares de Oliveira .31.Gerência de Expansão e Melhoria do Sistema Elétrico Emanoel Fernando Ramos dos Santos .Gerência de Planejamento do Sistema Elétrico Francisco Carlos Martins Ferreira .NORMA TÉCNICA Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A EDIFICAÇÕES DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS Elaborado em: Página: 14/11/2013 120 de 120 Código: Revisão: NT.Gerência de Operação do Sistema Elétrico Enoque Gomes dos Reis .Gerência de Normas e Padrões DOCUMENTO NÃO CONTROLADO .Gerência de Normas e Padrões Thays De Morais Nunes Ferreira .