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BRAGA

Cãominhada alertou para os maus tratos dos animais Págs. 4 e 5

alertou para os maus tratos dos animais Págs. 4 e 5 Correio do Minho .pt DOMINGO

Correio

do Minho.pt

DOMINGO 18 SETEMBRO 2016 | Director PAULO MONTEIRO | Ano LXXX Série VI N.º 10128 DIÁRIO € 0.85 IVA Inc.

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VI N.º 10128 DIÁRIO € 0.85 IVA Inc. Publicidade Publicidade FEIRA DAS COMUNIDADES MODA ENCANTOU NO PARQUE

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10128 DIÁRIO € 0.85 IVA Inc. Publicidade Publicidade FEIRA DAS COMUNIDADES MODA ENCANTOU NO PARQUE DA PONTE
FEIRA DAS COMUNIDADES MODA ENCANTOU NO PARQUE DA PONTE Págs. 6 a 8
FEIRA DAS COMUNIDADES
MODA ENCANTOU
NO PARQUE DA PONTE
Págs. 6 a 8

INCLUI OBRAS DE REABILITAÇÃO

BRAGA COM NOVA PROPOSTA PARA GERIR POUSADA DA JUVENTUDE

Gestão do equipamento para os próximos 30 anos ficará a cargo da InvestBraga

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I LIGA QUINTA JORNADA

SC Braga motivado para a Luz Moreirense perde no Estoril Vitória empata em casa

Págs. 18 a 21

perde no Estoril Vitória empata em casa Págs. 18 a 21 VILA NOVA DE FAMALICÃO COLÓQUIO

VILA NOVA DE FAMALICÃO COLÓQUIO

Ataque viking a Vermoim ajuda a escrever a história

Pág. 15

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viking a Vermoim ajuda a escrever a história Pág. 15 Publicidade AMANHÃ não perca o suplemento
AMANHÃ não perca o suplemento dos TUB
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1 de Setembro 2016

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correiodominho.pt 18 de Setembro 2016

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Braga
Braga

Município apresenta nova proposta para assumir gestão da Pousada da Juventude

EXECUTIVO MUNICIPAL analisa amanhã nova proposta a celebrar com o Instituto Português da Juventude e a Movijovem que prevê a atribuição da gestão da Pousada da Juventude ao município pelo prazo de 30 anos.

CÂMARA

| Redacção |

O executivo municipal analisa

esta segunda-feira, em sede de reunião de câmara, uma nova proposta a celebrar com o Insti-

tuto Português do Desporto e Ju- ventude (IPDJ) e a Movijovem que prevê a atribuição da gestão

da Pousada da Juventude ao Mu-

nicípio de Braga pelo prazo de

30 anos, comprometendo-se a

autarquia com a realização das

obras de reabilitação do imóvel

– a intervenção contará com um

investimento na ordem dos 900

mil euros e o concurso público será brevemente lançado. A exploração do equipamento, situada na Rua Santa Margarida

e integrado na Rede Nacional de

Pousadas da Juventude, será da

responsabilidade da InvestBraga, empresa municipal vocacionada para a dinamização económica. Face à proposta de protocolo anteriormente aprovada, no 10 de Dezembro de 2015, a Moví- jovem propôs a diminuição do prazo de exploração (de 40 para

30 anos) e, como consequência

do atraso na respectiva análise,

determinou-se uma data diferen-

te para a transmissão dos víncu-

los laborais dos trabalhadores afectos à Pousada da Juventude

de

Braga, (que se transmitem até

ao

dia 31 de Março de 2017, em

vez de 30 de Junho de 2016).

dia 31 de Março de 2017, em vez de 30 de Junho de 2016). DR Exploração

DR

Exploração do equipamento, situado na Rua de Santa Margarida, será da responsabilidade da InvestBraga

lll As futuras instalações da Pousada de Juventude albergarão também as instalações de um Centro

de Juventude ao serviço de toda a população e serão dotadas de auditório poliva- lente, salas de reuniões e espaços de formação.

Considerando a importância estratégica da existência de um equipamento como uma Pousa- da de Juventude no concelho e a degradação verificada nas ac- tuais instalações, que obrigam à necessidade de recuperação da mesma e a uma adequação aos padrões de conforto actualmente exigidos, a recuperação das ins- talações permitirá disponibilizar aos jovens e associações juvenis

um equipamento de elevada qualidade e conforto. As futuras instalações da Pousada de Ju- ventude albergarão também as instalações de um Centro de Ju- ventude ao serviço de toda a po- pulação e serão dotadas de audi- tório polivalente, salas de reu- niões e espaços de formação. Desta forma, e no âmbito da aposta do Município no desen- volvimento turística, pretende-

se rentabilizar um equipamento que actualmente não reúne as condições necessárias ao desem- penho das funções para as quais se encontra vocacionado. A re- qualificação e dinamização do espaço permitirão que Braga te- nha um grande alcance em ter- mos de atractividade e acolhi- mento de jovens, fazendo assim face ao volume de actividades que se realizam no território.

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e acolhi- mento de jovens, fazendo assim face ao volume de actividades que se realizam no

4 Braga

18 de Setembro 2016 correiodominho.pt

4 Braga 18 de Setembro 2016 correiodominho.pt

Centenas caminharam contra maus tratos e abandono dos animais

PARTICIPANTES chegaram de vários pontos do distrito, contribuindo também com alimento que será direccionado aos animais que estão sob alçada da Associação dos Animais e Ambiente de Vila Verde, promotora desta terceira edição da ‘Cãominhada’.

CÃOMINHADA

| Paula Maia |

Foi com o objectivo de apelar ao espírito cívico dos bracarenses, sensibilizando-os para a questão dos maus-tratos e abandono dos animais que centenas de pes- soas, oriundas de vários pontos do distrito de Braga, participa- ram, ontem, na terceira edição da ‘Cãominhada’, promovida pela Associação de Defesa dos Animais e Ambiente de Vila Verde (ADAAVV) e que contou com o apoio do Município de Braga e da Agere. A concentração teve lugar no parque de estacionamento do Continente de Lamaçães, pros- seguindo posteriormente para o centro da cidade onde decorreu um concurso canino. Muitos dos participantes trou- xeram o seu cão - alguns dos quais adoptados - outros passea- rem as dezenas de cães devida- mente sinalizados que ali esta- vam para adopção. “Estão aqui animais dos canis da Póvoa de Lanhoso, Braga e Vila Verde”, diz Carlos Castro Dinis, presi- dente da ADAAVV. Após o sucesso das edições an- teriores, o responsável mostrou- se, uma vez mais, satisfeito com a adesão dos cidadãos. Além da sensibilização, todos os participantes contribuíram no acto da inscrição com um saco de ração que servirá para ali- mentar o canil de Vila Verde que está sob alçada desta associação. “O ano passado angariamos 800 kg. Tendo em conta que gastá- mos 60 kg por dia, esta ração dá para quinze dias. É simpático e óptimo, são quinze dias em que não temos de gastar dinheiro, mas dá apenas para esse perío- do”, diz Carlos Castro Dias. O abandono dos animais conti- nua a ser uma realidade, mas Carlos Castro Dinis dá-nos con- ta de uma realidade que se alte- rou nos últimos anos. “Assisti- mos a um fenómeno curioso com mais pessoas a adoptarem

mos a um fenómeno curioso com mais pessoas a adoptarem FLÁVIO FREITAS Iniciativa repetiu o sucesso

FLÁVIO FREITAS

Iniciativa repetiu o sucesso das edições anteriores. Além da sensibilização, participantes também contribuiram com ração

participantes também contribuiram com ração Os irmãos Kiko e Afonso com a sua ‘Bu’ + números

Os irmãos Kiko e Afonso com a sua ‘Bu’

+ números

100 000 de animais abatidos por ano em canis portugueses

20 000 de animais abandonados todos os anos

FLÁVIO FREITAS

rafeiros, ou seja, cães sem raça definida. Provavelmente terá a ver com a crise”, prossegue o di- rigente, acrescentando que um dos grandes problemas actuais é a proliferação descontrolada dos caninos. “A esterilização não é obrigatória. O problema é esse, não é propriamente o abando- no”, continua Castro Dinis que defende a esterilização controla- da, comparticipada e fiscalizada.

esterilização controla- da, comparticipada e fiscalizada. Nuno e Susana, mãe e filho, com o ‘Mimo’ Os

Nuno e Susana, mãe e filho, com o ‘Mimo’

Os irmãos Afonso e Kiko parti- ciparam na iniciativa pela se- gunda vez. Consigo trouxeram a ‘Bu’, uma cadela de dois anos que se apresenta como mais ou- tro elemento da família. Os mais novos ajudam nos cuidados diá- rios e a vontade é adoptar mais um cão. “Não temos espaço”, diz-nos o pai que fez questão de participar nesta iniciativa de sensibilização.

FLÁVIO FREITAS

Pela mão de pequeno Nuno chegou também o ‘Mimo’, um cão que recebe todas as atenções na casa da família. “Já o ano passado participamos e gostá- mos. E este ano cá estamos outra vez”, conta-nos Nuno. “Viemos também para contribuir com a ração”, acrescenta a mãe, Susa- na, que alimenta o sonho de ado- ptar outro cão, um sonho adiado por causa da falta de espaço.

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18 de Setembro 2016

1 de Setembro 2016 correiodominho.ptBraga 5

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Canil/Gatil de Braga continua lotado

CENTRO MUNICIPAL DE RECOLHA oficial de Animais de Companhia, que viu a sua capacidade aumentar após um projecto de intervenção, continua lotado. Veterinária do centro diz que é preciso corrigir o comportamento e responsabilidade dos detentores.

CÃOMINHADA

| Paula Maia |

O Centro Municipal de Recolha Oficial de Animais de Compa- nhia de Braga (canil/gatil muni- cipal) tem todas as suas boxes completas. A indicção foi dada pela veterinária do centro, Lilia- na Carvalho, que também parti- cipou nesta ‘Cãominhada’. “Apesar das adopções, estamos constantemente a receber solici- tações para acolher animais, seja por entrada directa por parte dos proprietários que não têm condi- ções para os ter - ou porque mu- daram de residência ou porque deixaram de ter possibilidades - e dos animais que já são erran- tes, que se se encontram pelas ruas e que são referenciados pe- los nossos munícipes que ligam para a Agere para que sejam re- colhidos”, diz a veterinária. E acrescenta: “estamos constante- mente cheios. A realidade é essa. Mesmo que aumentássemos a nossa capacidade para o dobro provavelmente estaríamos

a nossa capacidade para o dobro provavelmente estaríamos FLÁVIO FREITAS Muitos dos animais que estiveram presentes

FLÁVIO FREITAS

Muitos dos animais que estiveram presentes ontem nesta Cãominhada estão nos canis dos distrito

cheios. O que é necessário é cor- rigir o comportamento e a res- ponsabilização dos detentores”. Ter um animal de estimação é, segundo Liliana Carvalho, uma “mais-valia”, constituindo, nos

dias de hoje, um elemento da fa- mília, mas o detentor “tem de ter consciência que quando adopta um animal é para o bem e para o mal. Deve evitar ao máximo a transferência dessa propriedade.

E, se a fizer, terá de ser de forma responsável”, prossegue. Entre as várias empresas que têm apoiada a ‘Cãominhada’ desde a primeira edição é o Gym Tónico, empresa que tem tam-

bém levado a cabo junto dos seus clientes várias campanhas de sensibilização com o objecti- vo de apadrinhar os animais que estão nos canis ou mesmo adop- tá-los . “Apoiamos o canil e ou- tras associações que trabalham com animais e que procuram sensibilizar não só para a ques- tão dos maus-tratos como tam- bém do abandono”, afirma Paulo Morais, gerente do Gym Tónico, também ele um partici- pante assíduo nesta desde a sua primeira edição.

lll Estamos constantemente cheios. Mesmo que aumen- tássemos a nossa capacida- de para o dobro provavel- mente estaríamos cheios. O que é necessário é corrigir o comportamento e a respon- sabilização dos detentores”.

Liliana Carvalho Veterinária do Canil/Braga

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correiodominho.pt6 Braga

1 de Setembro 2016

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2016 18 de Setembro 2016 correiodominho.pt?????????? 13 Foi um desfile recheado de movimento DR e beleza

Foi um desfile recheado de movimento

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13 Foi um desfile recheado de movimento DR e beleza DR Mais uma proposta do comércio

e beleza

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13 Foi um desfile recheado de movimento DR e beleza DR Mais uma proposta do comércio

Mais uma proposta do comércio bracarense

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Propostas do comércio para estação fria desfilaram na Feira da Comunidade

ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DE BRAGA promoveu, anteontem à noite, um desfile de moda, no âmbito da primeira Feira da Comunidade Bracarense. Pela passerelle montada no Parque da Ponte desfilaram propostas de 34 lojas de nove freguesias.

Ponte desfilaram propostas de 34 lojas de nove freguesias. Houve muitas propostas para os mais pequenos

Houve muitas propostas para os mais pequenos

DR

FEIRA DA COMUNIDADE

| Marlene Cerqueira |

Pela primeira vez, o Parque de São João da Ponte foi palco de um desfile de moda, uma inicia- tiva organizada pela Associação Comercial de Braga (ACB) no âmbito da primeira Feira da Co- munidade Bracarense que está a decorrer naquele local até às 23 horas de hoje. Pela passerelle desfilaram as propostas de 34 lojas, oriundas de nove freguesias do concelho, para a estação fria que se aproxi- ma. Rui Marques, director-geral da ACB, destacou precisamente o facto de as lojas participantes te- rem origem muita diversa. “Nor- malmente, nos nosso desfiles, participam lojas oriundas de duas ou três freguesias, aquelas que abrangem o casco mais ur- bano. Este desfile tem o mérito de alargar o leque de lojas parti- cipantes”, referiu.

O director-geral da ACB desta- cou ainda o facto de este desfile decorrer no centro da cidade, mas num local diferente do tra- dicional. “Estamos no Parque da Ponte e aqui também é centro da cidade. Normalmente fazemos o desfile no topo Norte da Avenida da Liberdade, onde predomina o cinzento das lajes de pedra que cobrem o chão. Aqui, no topo Sul da Avenida da Liberdade predomina o verde e uma paisa- gem magnífica, mesmo agora de noite”, referiu.

lll O desfile de moda, organizado pela Associação Comercial de Braga, contou com a colaboração da Esprominho, cujos alunos foram os responsáveis pela maquilhagem e pelos penteados dos modelos.

Para Rui Marques “foi acerta- do” inserir este desfile na Feira da comunidade Bracarense, pois “o comércio é uma parte funda- mental da comunidade, existe para servir a comunidade, e para nós é um orgulho podermos mostrar aqui muito do que o bom comércio de Braga tem pa- ra servir a população”. Domingos Macedo Barbosa, presidente da Direcção da ACB, agradeceu ao Município de Bra- ga “pelo desafio” que lançou à ACB para organizar este evento e pela oportunidade que é dada às empresas para mostrarem as suas propostas na área da moda. “Registo com agrado o envol- vimento de todo o concelho nes- ta Feira da Comunidade”, disse. O desfile contou com a produ- ção da Act in Models. O respon- sável pela agência, Nuno Fi- gueiredo, contou que foram recrutados para este desfile 32 manequins, vinte adultos e os restantes crianças.

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Certame mostra vitalidade do concelho

FIRMINO MARQUES mostrou-se satisfeito com a afluência de público ao desfile de moda da Feira da Comunidade Bracarense. Autarca enalteceu a parceria com a ACB e prometeu mais eventos para dinamizar o Parque da Ponte.

FEIRA DA COMUNIDADE

| Marlene Cerqueira |

O desfile de moda que animou a primeira noite da Feira da Co- munidade Bracarense contou com uma assistência numerosa, facto que agradou particular- mente ao vice-presidente da Câ- mara Municipal de Braga, Fir- mino Marques. “A presença de tantas pessoas traduz desde já o sucesso deste evento”, referiu o vice-presi- dente. Firmino Marques agradeceu a parceria da Associação Comer- cial de Braga neste certame real- çando que é objectivo do Muni- cípio de Braga dinamizar mais o Parque da Ponte. Ou seja, este passará a ser um palco por exe- celência de iniciativas com a chancela da autarquia braca- rense. No final do primeiro dia do certame, Firmino Marques fez um balanço positivo da forma como estava a decorrer a Feira da Comunidade: “o balanço é claramente positivo, não só pela afluência de pessoas, mas tam- bém porque esta feira mostra a vitalidade do concelho. Temos aqui representadas as 37 juntas de freguesia e uniões de fregue- sia e, no caso concreto deste des-

e uniões de fregue- sia e, no caso concreto deste des- Domingos Macedo Barbosa e Firmino

Domingos Macedo Barbosa e Firmino Marques entre a assistência do desfile de moda

file, temos aqui também o co- mércio a demonstrara sua vitali- dade”. O autarca destacou que é im- portante que os bracarenses co-

nheçam aquilo que se faz na sua terra, pois isso também contribui para o seu bem-estar e felicida- de. “No Eurobarómetro, Braga está em terceiro lugar como a ci-

dade onde os residentes se sen- tem mais felizes, o nosso objec- tivo é tudo fazer para chegar ao primeiro lugar”, realçou. A Feira da Comunidade Braca-

DR

rense decorre desde sexta-feira e espalha-se por todo o Parque. Nos três dias de certame são mais de uma centena as iniciati- vas em palco.

certame são mais de uma centena as iniciati- vas em palco. As crianças encantaram na passerelle

As crianças encantaram na passerelle

DR

+ mais

Na capela de São João da Ponte celebra-se hoje, pelas 9.15 horas, uma missa em memória dos autarcas falecidos. Este é o grande destaque da Feira da Comunidade Bracarense, para além dos momentos de música e teatro que vão decorrer ininterruptamente até bem perto da meia- noite.

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Feira mostra “o que de bom se faz nas freguesias” de Braga

COMISSÃO Política Concelhia de Braga do Partido Socialista visitou ontem a Feira da Comunidade Bracarense, numa acção que serviu para aproximar a estrutura partidária da população.

PARTIDO SOCIALISTA

| Miguel Viana |

A Feira da Comunidade Braca-

rense, que decorre até amanhã no Parque da Ponte, serve para “todos os bracarenses verem o que de bom se vai fazendo nas freguesias” do concelho de Braga. A opinião é de Artur Feio, pre- sidente da Comissão Politica Concelhia de Braga do Partido

Socialista (PS), que ontem visi- tou o certame, juntamente com militantes e dirigentes socia- listas. Uma visita que serviu também para aproximar mais o partido da população bracarense. “Que- remos conversar com as pessoas.

bracarense. “Que- remos conversar com as pessoas. Socialistas de Braga visitaram ontem a Feira FLÁVIO FREITAS

Socialistas de Braga visitaram ontem a Feira

FLÁVIO FREITAS

O

PS propôs- se, na nova orgâni-

ca

que tem desde Julho, com es-

Artur Feio.

Ponte) é um bom espaço, até

espaços para a família. Acaba

ta

nova Comissão Política, de-

Sobre a localização da feira, o

porque descentraliza muito da

por ser mais completa esta pro-

volver o PS às freguesias e é isso

dirigente socialista bracarense

confusão do centro urbano, e

ximidade.

que estamos a fazer”, destacou

considerou que “este (Parque da

aqui conseguimos usufruir de

Artur Feio defendeu ainda que

a iniciativa resulta da Feira Mos- tra das Freguesias (promovida pelo anterior executivo munici- pal), e que a feira tem condições para se manter nos próximos anos. No entanto, destacou Artur Feio, “tem que se parar um bo- cadinho com a questão de se mudar o nome, porque o objecti- vo é o mesmo, a promoção das freguesias.”

O presidente da Comissão Po-

lítica concelhia de Braga do PS fez ainda um balanço da activi-

dade autárquica dos últimos três anos e notou que muitas fregue- sias, nomeadamente as do PS “foram bastante abandonadas”.

A comitiva socialista incluiu

Mesquita Machado, o anterior presidente da Câmara Municipal de Braga, que foi saudado por muitos dos presentes.

lll “O PS propôs- se, na nova orgânica que tem desde Julho, com esta nova Comissão Política, devolver o PS às freguesias e é isso que estamos a fazer”, destacou Artur Feio, presidente da Comissão Política Concelhia de Braga do Partido Socialista.

Política Concelhia de Braga do Partido Socialista. MIGUEL VIANA Pedro Soares, deputado do Bloco de Esquerda,

MIGUEL VIANA

Pedro Soares, deputado do Bloco de Esquerda, provou alguns dos produtos característicos das freguesias bracarenses

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Dr. Ari Ramos Médico Dentista N.º 2692 O.M.D. CLÍNICA DE IMPLANTES, PREVENÇÃO E REABILITAÇÃO DENTÁRIA,
Dr. Ari Ramos
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Freguesias têm de ser mais apoiadas e dignificadas

BLOCO DE ESQUERDA

| Miguel Viana |

O deputado do Bloco de Es- querda na Assembleia da Re- pública, Pedro Soares, visitou ontem a Feira da Comunidade Bracarense, um evento que considerou “muito interes- sante”. No entender do deputado blo- quista, o evento contém um “aspecto interessante que é a dignificação das freguesias. As freguesias são fundamentais na ligação do Estado às popula- ções esta feira é muito impor- tante porque permite dar mais centralidade às freguesias. Po- de ser uma oportunidade para dignificar as freguesias”, disse Pedro Soares. O deputado bloquista pronun- ciou-se ainda sobre a localiza- ção da feira (na zona central do

Parque da Ponte), afirmando que confere àquele espaço “uma maior centralidade”. Pe- dro Soares acrescentou ainda quea localização da feira “tem um objectivo estratégico que

faz sentido. Trata-se de um es- paço amplo que pode ganhar mais centralidade”. Na mesma ocasião, o deputa-

do do Bloco de Esquerda reve-

lou que a Comissão Parlamen- tar de Ambiente, Ordenamento

do Território e Poder Local (a

que preside) está a preparar um processo de reversão da organi- zação das freguesias. “Até ao final de Setembro esperamos ter concluído um texto comum sobre o processo de reversão de modo a que possa vir a ter efei- tos no próximo acto eleitoral autárquico”, disse o deputado. O processo admite recurso aos referendos locais.

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Dona Petisca apresenta-nos o
conceito de taberna moderna

IDEAL para saborear os melhores petiscos da gastronomia portuguesa acompanhados por um copo de vinho, o Dona Petisca veio preencher uma lacuna na cidade para os que gostam de petiscar.

VERDE COOL

| Redacção |

Susana e Cristina Carvalho transformaram a loja de antigui- dades do pai, situada na rua D. Paio Mendes, na freguesia da Sé, numa das mais conceituadas petisqueiras de Braga: ‘A Dona Petisca’. Há pouco mais de um ano que estas duas irmãs, com gosto e dotes culinários, encetaram uma verdadeira aventura pelo mundo da gastronomia, explorando uma lacuna existente em Braga . “Ha- via muitos restaurantes, bares mas poucas ou nenhumas casas de petiscos”, diz- nos a irmã mais nova, Susana, licenciada em Administração Pública. “A ideia foi minha e surgiu de um projecto de empreendedorismo feminino”, diz Susana, explican- do que o projecto vem comple- mentar a vasta oferta existente ao nível de bebidas na zona en- volvente à Sé de Braga. É numa loja pequena, com ca- pacidade para duas dezenas de pessoas (só aumentando no Ve- rão com a abertura da esplanada) que as irmãs Susana e Cristina servem as iguarias que fazem as delícias de bracarenses e muitos estrangeiros. “Temos clientes entre os 25 e os 50 anos, muitos

“Temos clientes entre os 25 e os 50 anos, muitos FLÁVIO FREITAS As irmãs Susana e

FLÁVIO FREITAS

As irmãs Susana e Cristina Carvalho são sa promotoras de um projecto que já foi premiado em Braga

deles estrangeiros porque esta- mos situados numa zona nobre

da cidade”, refere Susana.

O cartão de visita da Dona Pe-

tisca é a ‘Tábua à Dona Petisca’.

E há tamanhos para todos os

gostos e para um número varia- do de pessoas. “A tábua pequena

é de 25 cm e é indicada para

duas a três pessoas. É composta

por queijos, enchidos, compota,

fruta, bolinhos, bola de carne. A tábua de meio e um metro já leva um quente. Na de meio metro o cliente pode optar por chouriça ou alheira assada. As de um me-

tro já leva chouriça e alheira as- sada, além dos peixes, patanis- cas, a bola, compota, fruta”,

revela Susana Carvalho. Na ‘Dona Petisca’ os produtos são todos portugueses de origem

protegida, um factor distintivo para esta autêntica taberna mo- derna. “Temos produtos repre- sentativos de praticamente todas as regiões do país”, prossegue Susana. Mas, a oferta que esta petis- queira tem para lhe oferecer não se resume às tábuas. Vai muito além e inclui uma grande varie- dade de sandes (de pernil; de

lll É numa loja pequena, com capacidade para duas de- zenas de pessoas (só au- mentando no Verão com a abertura da esplanada) que as irmãs Susana e Cristina servem as iguarias que fa- zem as delícias de braca- renses e estrangeiros.

queijo de ovelha e molho de mostarda e mel; de chutney de cogumelos selvagens e cebola roxa; de tomate seco, chutney de pimento e queijo alentejano; de legumes salteados, entre muitas outras. No variado menu da petisquei- ra constam ainda as famosas bifanas com acompanhamentos para todos os gostos. A juntar aos petiscos não falta nesta casa uma vasta lista de vi- nhos que se adequam a cada iguaria. Para a iniciativa ‘Verd Cool’, promovida pela Associação Co- mercial de Braga, a Dona Petis- ca elegeu o Pão Wrap com Bifa- na, Queijo Brie e Pimenta Rosa. A acompanhar terá um copo de vinho verde ‘Quinta de Naíde’. Tudo a apenas 2,5 euros.

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e Pimenta Rosa. A acompanhar terá um copo de vinho verde ‘Quinta de Naíde’. Tudo a

12correiodominho.pt???????????

18 de Setembro 2016

1 de Setembro 2016 correiodominho.ptBraga 11

12 correiodominho.pt??????????? 18 de Setembro 2016 1 de Setembro 2016 correiodominho.ptBraga 11

Corrida solidária apoia agente da PSP com doença rara

CORREMOS com o Peixoto contra a ELA’é o lema da corrida solidária agendada para 2 de Outubro e que visa ajudar David Peixoto, agente da PSP a quem foi diagnosticada Esclerose Lateral Amiotrófica.

SOLIDARIEDADE

| Redacção |

No dia 2 de Outubro, Braga será palco de uma corrida solidária a favor de David Peixoto, agente da PSP a quem, em Junho, foi diagnosticada Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), uma doença neurológica degenerativa, pro- gressiva e rara. A iniciativa de realizar esta corrida solidária partiu do Sindi- cato Independente dos Agentes de Polícia (SIAP) e do Regimen- to de Cavalaria N.º 6, depois de terem tido conhecimento da si- tuação do bracarense de 40 anos de idade, agente da PSP no Co- mando Metropolitano do Porto, na Esquadra de Intervenção e Fiscalização Policial da 1.ª Di- visão. A esta iniciativa solidária asso- ciam-se ainda o Município de Braga e o Comando Distrital de Braga da PSP. ‘Corremos com o Peixoto con- tra a ELA’ é o lema da corrida que está agendada para as 10 ho- ras, com início na Avenida Cen-

§agenda

tral, do próximo dia 2 de Outu- bro. As inscrições podem ser efec- tuadas on-line, em www.aabra- ga.pt. A data limite para inscri- ção é o dia 28 de Setembro. O valor da inscrição é de cinco euros, a pagar no acto de levan- tamento do dorsal. Os dorsais podem ser levanta- dos a 1 de Outubro, entre as 8.30 e as 19 horas, e no dia da corrida das 8 às 9.30 horas, nas instala- ções do INATEL, na Avenida Central. “Corra para ajudar. Se não pu- der correr, caminhe. Se não pu- der estar presente faça um dona- tivo”, apelam os promotores da iniciativa, explicando que os fundos angariados revertem in- tegralmente para David Peixoto. A solidariedade não se fica por esta iniciativa. Outras estão já a ser programadas. Ainda no mês de Outubro, ocorrerá no Regi- mento de Cavalaria n.º 6, com o apoio do SIAP, um almoço soli- dário. Pormenores sobre esta iniciativa serão divulgadas em breve.

A 21 de Setembro

Sessão sobre gestão de recursos humanos na Primavera BSS

Braga prepara-se receber Moacir Rauber, orador de relevo internacional, escritor e coacher que vai apresentar o seu mais recente trabalho ‘Ladrão de si mesmo’. O lançamento da obra vai ter lugar no próximo dia 21, no Auditório da PRIMAVERA BSS, inserido no evento ‘Capital Humano: desa- fios futuros’organizado pelo Grupo EDIT VALUE® e totalmente dedicado

à

gestão de recursos humanos.

O

alinhamento desta iniciativa tem início às 15.30 horas e com a aborda-

gem aos desafios actuais das empresas para gerir diferentes gerações, geração X e Y (Millennials), enquanto se preparam para a entrada da ge- ração Z (os nascidos após 1995). Conta ainda com a participação da pró- pria Primavera BSS, que fará a apresentação do Omnia Employee, a solu- ção cloud de gestão administrativa de recursos humanos. ‘Capital Humano: Desafios Futuros’ destina-se a empresários, gestores, quadros superiores, investigadores e empreendedores, afirmando-se co- mo um evento de definição, inspiração e partilha sobre os desafios a en- frentar na gestão dos activos mais importantes das organizações, as pes- soas.

Os promotores da corrida soli- dária referem que qualquer es- clarecimento adicional relativo a transferências monetárias e soli- citação de factura dos donativos para efeitos de isenção de IVA poderão ser solicitados junto do responsável da tesouraria do SIAP (siap.tesoureiro@gmail. com).

David Peixoto foi militar do Regimento de Cavalaria n.º6, tendo representado o Exército em vários teatros de operações, tanto em missões da ONU, bem como da NATO. Nesse período foi louvado diversas vezes, sen- do agraciado com diversas con- decorações militares, tanto na- cionais como internacionais.

Após a carreira militar, David Peixoto ingressou na área da se- gurança interna, como agente da PSP. Esteve seis anos no Co- mando Metropolitano de Lisboa. Veio depois para o Porto onde permanece até à actualidade. O agente reside em Braga, a sua cidade, e tem dois filhos me- nores de idade.

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permanece até à actualidade. O agente reside em Braga, a sua cidade, e tem dois filhos

correiodominho.pt 12 1 de Setembro 2016

18 de Setembro 2016 correiodominho.pt 13

Casos do dia
Casos do dia

§breves

Barcelos e Vieira do Minho Três feridos em dois acidentes

Duas pessoas ficaram feridas num despiste de automóvel registado, ontem de manhã, em Parada de Bouro, concelho de Vieira do Minho. As duas vítimas foram socorridas pelos Bombeiros Voluntarios de Vieira do Minho que foram alertados às 9.51 horas, e as transportaram para o Hospital de Braga. Em Pousa, concelho de Barcelos, uma colisão entre um veículo li- geiro e um motociclo resultou num ferido ligeiro que foi socor- rido pelos Bombeiros Voluntários de Barcelinhos e transportado ao hospital de Barcelos.

Minho Incêndios em quatro concelhos

Dois incêndios deflagraram, ontem à tarde, no concelho de Celorico de Basto, nas localidades de Basto S. Clemente e de Rego. Ainda no distrito de Braga, os bombeiros foram chamados a combater incêndios agrícolas na Póvoa de Lanhoso e Guimarães. No concelho de Paredes de Coura, no distrito de Viana do Castelo, o combate a um incêndio em Ferreira mobilizou um meio aéreo e duas dezenas de operacionais.

Passeio de bicicleta terminou com dois ciclistas atropelados

ACIDENTE aconteceu ontem de manhã em S. Tiago da Cruz onde dois ciclistas, de um grupo de seis, foram colhidos por um automóvel. Ficaram feridos e com as bicicletas danificadas.

VILA NOVA DE FAMALICÃO

| Teresa Marques Costa |

Acabou com dois feridos e as respectivas bicicletas danifica- das o passeio de um grupo de seis amigos que ontem partiu da Póvoa de Varzim, concelho onde residem, em direcção ao Gerês.

Dois dos seis ciclistas, de 34 e 41 anos de idade, foram colhi- dos por um automóvel, pelas 9 horas de ontem, à entrada da freguesia de S. Tiago da Cruz, concelho de Vila Nova de Fama- licão. As duas vítimas sofreram vá- rios ferimentos, aparentemente sem gravidade, e o condutor en- volvido no acidente - um jovem de 19 anos também foi conduzi- do ao hospital. De acordo com o que foi possí- vel apurar, o veículo que colheu os ciclistas seguia no mesmo sentido, na Estrada Nacional 14,

e não se terá apercebido dos ci-

clistas que seguiam mais encos- trados à berma. Relatos no local referiram que

o condutor terá adormecido ao

volante, já que tinha trabalhado

terá adormecido ao volante, já que tinha trabalhado DR Ao acidente acorreram os Bombeiros Voluntários de

DR

Ao acidente acorreram os Bombeiros Voluntários de Vila Nova de Famalicão e os congéneres Famalicenses

de noite e regressava a casa em Palmeira, concelho de Braga.

Outra versão é que o condutor não viu os ciclistas porque ficou incandeado com o sol. Ao que o ‘Correio do Minho’

apurou, o condutor não acusou álcool, após o despiste feito pela

GNR que, através do Posto Ter- ritorial de Vila Nova de Famali- cão, registou o acidente. As vítimas foram socorridas pelos Bombeiros Voluntários de Vila Nova de Famalicão que transportaram os dois ciclistas tendo mobilizado, para o local,

seis elementos, apoiados por três ambulâncias. O condutor foi transportado pelos Bombeiros Voluntários Famalicenses que acorreram com duas ambulâncias e cinco elementos. A VMER de Famali- cão apoiou o socorro.

e cinco elementos. A VMER de Famali- cão apoiou o socorro. DR Com a ausência de

DR

Com a ausência de vigilância permanente, é preciso mais cuidados se for à praia

Capitania do Porto de Caminha deixa algumas recomendações

Se for à praia fora da época é preciso cuidados redobrados

CAMINHA

| Redacção |

A época balnear terminou no passado dia 15 de Setembro, mas como o bom tempo ainda convida à praia, a Capitania do Porto de Caminha veio a público alertar todos os cidadãos que continuem a frequentar as praias do concelho para não adoptarem comportamentos de risco, tendo presente que as praias não têm vigilância permanente. A actual moldura jurídica de-

termina a obrigatoriedade de permanência de nadadores-sal- vadores, apenas nas praias que mantenham as concessões e/ou serviços assessórios, em funcio- namento até 15 de Outubro. Por isso, nesta altura do ano, as praias podem não se encontrar vigiadas nem conter sinalização relativa ao estado do mar. Com a aproximação do final de Setembro, é altura de começa- rem a aparecer maiores ondula- ções e abaixamento da tempera- tura da água do mar, factores de

risco para os utentes das praias, alerta o comandante da Polícia Marítima de Caminha, Capitão- Tenente Pedro Miguel Cervaens Costa. Entre as recomendações da Ca- pitania do Porto de Caminha es- tá o de evitar virar as costas ao mar durante a frequência das praias e junto da área molhada. As pessoas devem igualmente manter vigilância apertada das crianças e idosos, de modo a mi- nimizar o risco de serem apa- nhados por um golpe de mar.

correiodominho.pt 18 de Setembro 2016

13

Minho Esposende
Minho
Esposende

Município leva dois mil idosos a Fátima

SENIORES participaram na 21.º edição da Festa do Idoso, uma das inciativas mais apreciadas por esta franja da população.

ESPOSENDE

| Redacção |

O Município de Esposende pro-

moveu, na passada sexta-feira, mais uma Festa do Idoso, jun-

tando cerca de dois mil seniores em Fátima para mais um dia de convívio. Integrado no Programa Enve- lhecimento Activo, dinamizado no âmbito da Rede Social de Esposende, este evento vai já na 21.ª edição e é das iniciati- vas mais apreciadas pela comu- nidade sénior do concelho, que, para além de apreciar a visita ao Santuário de Fátima, vê nes-

ta iniciativa uma oportunidade

para conviver e fomentar laços de amizade e de camaradagem. Para muitos dos participantes a Festa do Idoso é a oportunidade

para rever amigos e usufruir de momentos de salutar convívio. A jornada arrancou cedo, pe- las sete horas, com a partida dos autocarros das freguesias e integrou, como habitualmente,

a celebração da eucaristia na

Igreja da Santíssima Trindade, presidida pelo Arcipreste de Es- posende, padre Delfim Fernan-

des, seguida de piquenique com

lll “É para o Município uma grande satisfação poder proporcionar estes momentos de festa e de convívio aos nossos idosos. É uma forma de lhes agradecer tudo quanto fizeram em prol do desen- volvimento do concelho”.

Benjamim Pereira Autarca de Esposende

o degustar dos farnéis, nos par- ques do Santuário. O momento constitui um dos pontos altos

da festa, com os participantes a conviverem entre si e com o executivo municipal, liderado por Benjamim Pereira. Os ido- sos manifestaram o seu agrado pela continuidade da iniciativa

e, particularmente, pela escolha

do destino que dizem apreciar bastante, e apelaram a Benja- mim Pereira para que o Muni- cípio continue a promover acti- vidades que tragam dinamismo

e alegria às suas vidas. O autarca de Esposende refe- riu que “a Festa do Idoso é, do

vasto conjunto de actividades

que promovemos no concelho para esta franja da população, a mais emblemática e a que re- gista maior adesão. “É para o Município uma grande satisfação poder propor- cionar estes momentos de festa

e de convívio aos nossos ido-

sos”, afirmou o edil, salientan- do que “é uma forma de lhes

agradecer tudo quanto fizeram em prol do desenvolvimento do concelho”. Benjamim Pereira

assegurou que a iniciativa terá continuidade e deixou o convite aos idosos que não marcaram presença, a participarem na próxima edição, bem como nas outras actividades que integram

o Programa Envelhecimento

Activo. Benjamim Pereira expressou,

uma palavra de agradecimento

a todos quantos colaboraram na

organização e no apoio ao evento, nomeadamente as Jun- tas de Freguesia, a Santa Casa da Misericórdia de Fão, os Vo- luntários de Esposende e de Fão e a Delegação das Mari-

nhas da Cruz Vermelha.

e de Fão e a Delegação das Mari- nhas da Cruz Vermelha. DR Jornada de convívio

DR

Jornada de convívio integrou, como habitualmente, a celebração de uma eucaristia na Igreja da Santíssima Trindade

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de convívio integrou, como habitualmente, a celebração de uma eucaristia na Igreja da Santíssima Trindade Publicidade

correiodominho.pt14 Minho

1 de Setembro 2016

18 de Setembro 2016 correiodominho.pt?????????? 13

correiodominho.pt 14 Minho 1 de Setembro 2016 18 de Setembro 2016 correiodominho.pt?????????? 13

Na Escola Profissional de Fafe

Procura superou a oferta

no arranque do ano

lectivo

FAFE

| Redacção |

A procura superou a oferta for-

mativa que vai ser ministrada na Escola Profissional de Fafe (EPFafe), no novo ano lectivo 2016/17, designadamente ao nível dos cursos profissionais de nível IV, com duração de três anos, para os alunos que pretendam concluir o 12º ano

de escolaridade e para os cursos de nível II para os alunos que pretendem terminar o 9º ano de escolaridade. Esta realidade foi evidenciada pela direcção da EPFafe duran-

te a cerimónia de recepção aos

novos alunos que preenchem a totalidade das vagas nos cursos profissionais distribuídos pelas áreas de técnico de vendas, téc- nico de multimédia, técnico de electrónica e automação de computadores, técnico de frio e climatização (Nível IV), curso de operador de informática e assistente administrativo. A estes cursos junta-se a tur- ma de continuidade do curso vocacional de logística, comér- cio e turismo.

Na recepção aos alunos, que todos os anos marca o arranque do novo ano escolar, a directora pedagógica da EPFafe, Natália Magalhães, referiu a qualidade do ensino e a elevada taxa de empregabilidade que a escola

apresenta. Propriedade da Associação Empresarial de Fafe, Cabecei-

ras e Celorico de Basto, a EP- Fafe tem registado, nos últimos anos, uma taxa de sucesso es- colar na ordem dos 80 por cen- to em relação aos alunos que completaram os seus cursos e uma taxa de empregabilidade a rondar os 90 por cento. Fazendo-se acompanhar pelos directores de turma e de curso, Natália Magalhães apelou ao empenho e dedicação dos alu- nos no seu processo de aprendi- zagem e formação profissional. Na mensagem transmitida aos

alunos, comparou a EPFafe a uma “segunda família”, en- quanto instituição escolar com o espírito de missão de ajudar o cidadão no seu processo desen- volvimento pessoal.

lll “Os alunos continuam a procurar a nossa escola para a realização de cursos de dupla certificação que os preparam para uma profissão e para a inserção no mercado de trabalho, além do prosseguimento de estudos no ensino superior”.

Natália Magalhães

Directora pedagógica

Município entrega vales para livros do 1.º ciclo

EDUCAÇÃO é uma das apostas do município de Celorico de Basto que mantém apoio oferecendo vales aos alunos do 1.º ciclo para compra de livros

CELORICO DE BASTO

| Redacção |

A oferta de vales aos alunos do

1.º ciclo de ensino para aquisi- ção de manuais escolares é uma das formas com que o município

de Celorico de Basto apoia o ar- ranque do novo ano lectivo. Os vales estão a ser entregues durante este mês e incluem o va- lor total dos livros no caso dos alunos que auferem de escalão A

e metade desse valor para os

alunos com escalão B tendo em

conta o abono de família ou o es- calão atribuído pela escola. Estes vales serão levantados, em troca dos manuais escolares, em livrarias locais, imprimindo também, maior dinamismo no comércio local, refere o municí- pio em comunicado. “O município actuará sempre, no sentido de proporcionar as melhores condições de ensino e de aprendizagem às crianças e aos nossos jovens” disse o presi- dente da Câmara Municipal de Celorico de Basto, Joaquim Mo-

ta e Silva.

“Percebemos que muitos agre- gados familiares têm algumas dificuldades financeiras no iní-

familiares têm algumas dificuldades financeiras no iní- DR Município dá vales que são levantados em livrarias

DR

Município dá vales que são levantados em livrarias locais

cio do ano lectivo, as despesas em material e livros escolares são consideráveis, por isso, mantemos as políticas de apoio anteriormente instituídas. Traba- lhamos por forma a facilitar o re-

gresso às aulas e sobretudo, per- mitir que os alunos tenham as melhores condições para atingir os melhores resultados” disse o

§Eixo Atlântico

autarca. A par dos vales, a autarquia de Celorico de Basto apoia o ensino noutras vertentes assegurando, por exemplo, o fornecimento das refeições, o transporte para to- dos e um leque de actividades de complemento educativo e extra- curricular, acrescenta a mesma fonte municipal.

Primeiro forum termal do Norte de Portugal-Galiza Rede termal da euro-região dá os primeiros passos
Primeiro forum termal do Norte de Portugal-Galiza
Rede termal da euro-região
dá os primeiros passos
A criação de uma rede termal da euro-região foi o tema em debate no primei-
ro Forum Termal da Euro-região Norte de Portugal-Galiza que decorreu esta
semana, em O Carballiño, na Galiza, e em que participou o presidente da Coo-
perativa Taipas Turitermas, Ricardo Costa.
A proposta de uma rede termal da euro-região partiu do alcaide de o Carballi-
ño, Francisco José Fumega Piñero.
Deste primeiro forum saíu uma comissão que vai trabalhar com base no estrei-
tamento de contactos com universidades, promovendo junto delas a credibili-
zação da água termal; na formação de recursos humanos ou pessoal especiali-
zado na área do termalismo; no aumento da fidelização e visibilidade; na
promoção conjunta, através da rede termal; na candidatura a fundos europeus
e na legislação.
DR
Neste encontro participaram alcaides, conselheiros e representantes de 14
Primeiro forum termal decorreu em ‘O Carballiño’, na Galiza
municípios, entre galegos e portugueses.

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18 de Setembro 2016

1 de Setembro 2016 correiodominho.ptMinho 15

Vila Nova de Famalicão

Ataque viking a Vermoim há mil anos ajuda a escrever história local

COLÓQUIO que ontem debateu os ‘mil anos da incursão normanda ao Castelo de Vermoim’foi mais um contributo para o conhecimento da história de Vila Nova de Famalicão.

VILA NOVA DE FAMALICÃO

| Teresa Marques Costa |

No Alto das Eiras, em Vermoim, concelho de Vila Nova de Fama-

licão, acumulam-se seis mil anos de história que ontem teve al- guns episódios desvendados no colóquio internacional que co- memorou os mil anos da incur- são normanda ao Castelo de Ver- moim. Reza a história conhecida que

Castelo de Vermoim foi toma- do pelos vikings a 6 de Setem- bro de 1016, numa incursão vio- lenta que destruiu o castelo e causou a morte a Alvito Nunes,

o

o

conde que, à época, governava

o

Condado Portucalense. Pela primeira vez em Portugal,

o

tema foi debatido num coló-

quio científico que ontem levou

a Vila Nova de Famalicão, ao

científico que ontem levou a Vila Nova de Famalicão, ao DR Paulo Cunha participou na abertura

DR

Paulo Cunha participou na abertura do colóquio internacional que decorreu no Centro de Estudos Camilianos

Centro de Estudos Camilianos, em Seide S. Miguel, especialis- tas internacionais nas incursões vikings na Europa. A iniciativa partiu do municí- pio de Vila Nova de Famalicão e

denação científica. Presente na abertura do coló- quio, o presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Fa- malicão, Paulo Cunha, destacou

“contributo para melhorar o co- nhecimento da nossa história”. Para Paulo Cunha, a incursão normanda por terras famalicen- ses “foi brutal e teve consequên-

O autarca de Vila Nova de Fa- malicão considera que “urge res- ponder a estas questões até por- que a resposta é relevante para o conhecimento e para a história

contou com a parceria do Centro

a

importãncia de trazer a público

cias penosas, mas é importante

do nosso território e é funda-

de Investigação Transdisciplinar

o

conhecimento de quem inves-

perceber o que fez com que o

mental para o contexto da funda-

Cultura, Espaço e Memória

tiga um tema tão importante pe-

castelo de Vermoim merecesse

ção da nacionalidade portugue-

(CITCEM) que assumiu a coor-

lo contexto histórico e pelo

este ataque viking”.

sa”.

“Motivos de sobra para realizar o evento” aponta o edil famali- cense, que ontem reconheceu a responsabilidade por tratar-se da primeira iniciativa em Portugal em torno deste tema e com esta dimensão internacional e carác- ter científico, evidenciando a qualidade dos intervenientes. Paulo Cunha revelou também a intenção de “tornar público e le- var à comunidade as conclusões das intervenções realizadas no colóquio”, onde marcaram, tam- bém, presença os autarcas das freguesias de Vermoim e Pousa- da de Saramagos. O presidente da Câmara garan- tiu ainda continuar a envidar es- forços para a classificação do castro e mamoas das Eiras, em Vermoim, como monumento na- cional. Paulo Cunha defende que a classificação - um processo um curso há já algum tempo - “é uma forma de preservar” aquele legado histórico e “é fundamen- tal”, lembrando que não é só o castelo que foi tomado pelos vi- kings, mas todo um conjunto pa- trimonial arqueológico.

lll Para Paulo Cunha, a incursão normanda por terras famalicenses “foi brutal e teve consequências penosas, mas é importante perceber o que fez com que o castelo de Vermoim merecesse este ataque viking”.

Vestígios arqueológicos explanados no colóquio

Alto das Eiras teve ocupação há seis mil anos

VILA NOVA DE FAMALICÃO

| Teresa Marques Costa |

O primeiro povoamento da área

onde ocorreu a incursão nor- manda, em 1016, é um núcleo megalítico composto por qua- tro mamoas, revela a carta ar- queológica de Vila Nova de Fa- malicão. As várias fases de ocupação

do território que hoje constitui

o concelho de Vila Nova de Fa-

malicão foram explanadas on- tem no colóquio comemorativo dos mil anos da incursão nor-

manda ao Castelo de Vermoim, pela voz de Armando Coelho, do Centro de Investigação

Transdisciplinar Cultura, Espa- ço e Memória (CITCEM) e um dos coordenadores científicos do evento que também se jun- tou ao ‘coro’ que reivindica a classsificação do Castro das Ei- ras como monumento nacional. A directora do CITCEM, Cristina Cunha, na abertura do

colóquio, realçou a importância do “reconhecimento da riqueza cultural para o desenvolvimen- to da economia regional”.

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16 Minho

18 de Setembro 2016 correiodominho.pt

16 Minho 18 de Setembro 2016 correiodominho.pt

§breves

Ponte de Lima Palestra sobre Educação para a literacia

O Município de Ponte de Lima

promove, no próximo dia 22, pe-

las 10 horas, no auditório Rio Li- ma, a palestra ‘Educação para a literacia no século XXI: práticas e desafios’que será orientada por Fernando Fraga de Azevedo, do- cente do Instituto de Educação da UMinho. A palestra visa assi- nalar o Dia Internacional da Lite- racia.

O evento, dirigido à comunidade

estudantil e ao público em geral,

surge associado aos 50 anos do Dia Internacional da Literacia e ao 23.º aniversário da Biblioteca Municipal de Ponte de Lima, en- quanto instituição promotora do conhecimento e da democratiza- ção do acesso à informação e às novas tecnologias.

Ensino Superior Município limiano abre candidaturas às Bolsas de Estudo

O Município de Ponte de Lima

abriu novamente as candidaturas para as Bolsas de Estudo para os Estudantes do Ensino Supe- rior, como forma de contribuir para o apoio socioeconómico os estudantes com maior carên- cia financeira. Assim, encontram-se abertas as candidaturas às Bolsas de Estudo para os Estudantes do Ensino Su- perior concedidas pelo Município de Ponte de Lima até 10 dias úteis após a publicação de cada resultado, nos Serviços de Educa- ção.

Dia 23 Protecção e Segurança em análise

A Câmara de Ponte de Lima, em

parceria com a Delegação Norte da Associação Portuguesa de Bi- bliotecários, Arquivistas e Docu- mentalistas (BAD), com o Grupo de Trabalho de Gestão de Docu- mentos de Arquivos (GT-GDA) e com a Asociación de Profisionais dos Arquivos, Bibliotecas, Mu- seos e Centros de Documentación de Galicia (BAMAD – GALICIA), realizar no próximo dia 23, entre as 9.30 e as 17.30 horas, um en- contro subordinado ao tema ‘Pro- tecção e segurança de dados ver- sus direito à informação na era digital: um paradoxo?’.

‘Jardim Mestre Zé Rodrigues’

perpetua o homem e o artista

NOME DO MESTRE vai ser atribuído, por decisão da autarquia, ao espaço ajardinado à entrada da vila onde se encontra também a conhecida escultura da sua autoria, ‘O Esforço’.

VILA NOVA DE CERVEIRA

| Redacção |

A Câmara Municipal de Vila

Nova de Cerveira aprovou, por unanimidade, a atribuição do nome do Mestre José Rodrigues ao espaço ajardinado à entrada na vila onde se encontra a co-

nhecida escultura da sua autoria,

‘O Esforço’.

A morte do Mestre José Rodri- gues é encarada pelo município cerveirense como uma perda “ir- reparável” para a cultura nacio-

nal e, em particular, para Cervei- ra, ‘Vila das Artes’. Como forma de reconhecimento e homena- gem póstuma, a câmara munici- pal propôs uma alteração toponí-

mica, de modo a perpetuar o nome do escultor num jardim onde, há alguns anos, se ergueu uma das suas ‘filhas artísticas’,

‘O Esforço’. No local, será colo-

cada uma placa identificativa ‘Jardim Mestre Zé Rodrigues – Escultor – 1936/2016’. “A pessoa e a obra do Mestre

José Rodrigues estão eternamen-

te ligadas a Vila Nova de Cervei-

ra, e este acto simbólico repre- senta um contributo para a re-

e este acto simbólico repre- senta um contributo para a re- DR No local será colocada

DR

No local será colocada uma placa identificativa ‘Jardim Mestre Zé Rodrigues - Escultor - 1936/2016’

cordação e preservação da me- mória do Homem e Artista nos dias de hoje e para as novas ge- rações. Consideramos que é mais uma justa homenagem ao percurso pessoal e artístico, pela

centralidade, pela existência de um trabalho da sua autoria e por ser um espaço de beleza natural.

O Mestre José Rodrigues idola- trava a interacção entre a arte e a natureza e, se aquele jardim em pleno coração da vila já lhe per- tencia pela obra ‘O Esforço’, de hoje em diante é mesmo seu ”, afirma o presidente Fernando Nogueira. Depois de ter decretado dois

dias de luto municipal, com o hastear da bandeira do Municí- pio a meia-haste nos Paços do Concelho, a autarquia cerveiren- se aprovou também, na reunião de vereação, um Voto de Pesar pelo falecimento do Mestre José Rodrigues, guardando um minu- to de silêncio em sua memória.

Subsídio excepcional

Atribuído apoio à Unidade Local de Covas para equipamento

VILA NOVA DE CERVEIRA

| Redacção |

Autarquia cerveirense aprovou na última reunião camarária a atribuição de um subsídio ex- cepcional concedido à Associa- ção de Defesa do Património Florestal - Unidade Local de Co- vas para aquisição de equipa- mento adequados para continuar a desenvolver o seu serviço de em prol do território e das pes- soas. Constituída em 2010 por vo- luntários que prestam serviço na área da vigilância e da primeira intervenção em zonas de risco e não só, a Associação de Defesa

em zonas de risco e não só, a Associação de Defesa DR ULC é constituída por

DR

ULC é constituída por voluntários que petsam serviço na área da vigilância

do Património Florestal tem de- sempenhado um papel funda- mental na extensa área da fre-

guesia de Covas, mas também no apoio popular a freguesias vi- zinhas e de outros concelhos. O

caso mais recente de acção da ULC foi no passado mês de Agosto durante o incêndio que deflagrou na freguesia de Ru- biães/S. Martinho de Coura e que atingiu os lugares de Ledo e Vilarinho, em Covas, para além das freguesias limítrofes. O edil cerveirense reafirma que a ULC é um exemplo a seguir e, pela forte componente na pre- venção de incêndios, deveria ter réplicas a nível nacional. Fer- nando Nogueira sublinha que o apoio da autarquia para com esta associação é em prol da seguran- ça e capacidade de intervenção com benefícios para a população do concelho.

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18 de Setembro 2016

1 de Setembro 2016 correiodominho.ptMinho 17

Caminha

Primeira sessão já decorreu

Município dá esclarecimentos sobre a revisão do PDM

Realizou-se a primeira de duas sessões de esclarecimento so- bre o processo de revisão do Plano Director Municipal (PDM) de Caminha. O presidente, Miguel Alves, e o vice-presidente, Guilher- me Lagido, acompanhados da equipa técnica do Município responsável pela revisão do documento, apresentaram as linhas gerais do trabalho e fa- laram do seu enquadramento técnico, legal e estratégico, respondendo depois às per- guntas que os cidadãos quise- ram colocar. Esta é mais uma etapa de um processo que se pretende mui- to participado pela população, numa altura em que decorre o período de discussão pública. Na próxima semana, o PDM de Caminha completa 21 anos, mais do dobro do que deveria, com todos os constrangimen- tos associados, nomeadamente de carácter estratégico para o desenvolvimento do concelho, uma vez que o processo de re- visão deveria ter acontecido há cerca de uma década. Daí que o actual executivo tivesse assumido o assunto como prioritário, entregando ao vi- ce-presidente, Guilherme La- gido, a coordenação do traba- lho, que se encontra já numa fase muito adiantada.

Caminhenses votam projectos do orçamento participativo 2016

INICIA-SE, esta segunda-feira, a votação dos vários projectos candidatos ao Orçamento Participativo 2016. Há vários locais onde a votação pode ser feita para escolher os projectos a executar.

CAMINHA

| Redacção |

Começa amanhã a votação dos projectos candidatos ao Orça- mento Participativo (OP) 2016. No caso de Caminha, as vota- ções dos cidadãos com mais de 16 anos podem ser feitas na Câ- mara Municipal, no Gabinete de Apoio ao Munícipe de Vila Praia

de Ancora ou nas sedes da juntas e uniões de freguesia. Cada mu- nícipe só pode votar em dois projectos.

O Orçamento Participativo de

Caminha é um processo de parti-

cipação cidadã, que visa assegu- rar o envolvimento dos muníci- pes na decisão anual sobre as prioridades de investimento pú- blico autárquico, reforçando, desse modo, os mecanismos de interacção com a população, de transparência na alocação dos recursos públicos e de aprofun- damento da democracia a nível local.

O OP2016 contempla uma ver-

ba de 195 mil euros, que corres- pondente ao montante de IRS que se prevê que os munícipes do concelho paguem durante o

ano de 2016.

que os munícipes do concelho paguem durante o ano de 2016. DR Votação é presencial e

DR

Votação é presencial e decorre na Câmara Municipal de Caminha, em Vila Praia de Âncora ou nas sedes das juntas de freguesias

As pessoas podem escolher en- tre 19 projectos que dizem res- peito às freguesias de Caminha,

Vilarelho, Moledo, Vila Praia de Âncora, Riba de Âncora, Vilar de Mouros, Lanhelas, Seixas, Âncora, Gondar e Orbacém, Ve- nade e Argela. Estes projectos decorrem da

vontade dos caminhenses que participaram nos encontros de participação que decorreram em Junho. A votação é presencial e vai decorrer na Câmara Munici- pal de Caminha, de segunda a sexta-feira e ao sábado da parte da manhã, e no Gabinete de Apoio ao Munícipe em Vila

Praia de Âncora, de segunda a sexta-feira. Contudo, à seme- lhança do que aconteceu durante a votação do Orçamento de 2015, a Câmara Municipal tam- bém vai disponibilizar uma via- tura itinerante para percorrer as freguesias do concelho das 17.30 horas às 19.30 horas.

§escolas

DR

DR

Ano lectivo arrancou com melhores condições

Parceria entre Associação de Pais e câmara melhorou EB1de Caminha

Os alunos da Escola Básica do 1.º ciclo (EB1) de Caminha e do respetivo Jardim de Infância iniciaram o ano lectivo 2016-2017 numa escola mais bonita, re- centemente melhorada, numa iniciativa conjunta da Câmara Municipal de Caminha e da Associação de Pais.

A

proposta para a realização de algumas obras no estabelecimento de ensino

partiu dos pais e encarregados de educação e o município acatou, desde logo,

o desafio.

A Associação de Pais propôs-se fornecer as tintas, deixando a mão de obra a

cargo da autarquia.

O

objectivo era a pintura exterior de todo o edifício sito à Avenida João de

Deus, e pequenas reparações. Os trabalhos desenvolveram-se no período de férias, tendo sido realizados pelos funcionários do município, e as crianças puderam iniciar um novo perío- do lectivo em melhores condições.

Desafia foi pintar o exterior da escola

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18

correiodominho.pt 1 de Setembro 2016

18 de Setembro 2016 correiodominho.pt Desporto 13

Desporto
Desporto

GUERREIROS DO MINHO PROCURAM VINGAR A SUPERTAÇA

SC BRAGA joga amanhã na Luz, partida da quinta jornada da I Liga, com o Benfica, e a meta é a con- quista de uma vitória que permita ‘vingar’a derrota na Supertaça Cândido de Oliveira.

I LIGA

| Carlos Costinha Sousa |

Pouco mais de um mês depois, Guerreiros do Minho e águias voltam a encontrar-se, na segun- da partida entre os dois clubes na temporada 2016/2017. A 7 de Agosto de 2016 Sporting Clube de Braga e Sport Lisboa e Benfi- ca encontraram-se em Aveiro para disputarem a Supertaça Cândido de Oliveira. Nessa data a sorte sorriu aos lisboetas que, com golos de Cervi, Jonas e Piz- zi asseguraram a conquista do tão desejado troféu. Esse foi o 137.º encontro da história do futebol nacional en- tre os dois clubes. Amanhã, a partir das 20 horas, no Estádio da Luz, o Benfica recebe o SC Braga em mais uma partida que promete emoções e muito fute- bol de boa qualidade. Apenas 43 dias depois, já há mudanças significativas na es- trutura das duas equipas e, prin- cipalmente, no plantel dos arse- nalistas que viu sair um dos seus jogadores que maior evidência teve na última temporada - Rafa - precisamente para o seu adver- sário deste encontro [ver caixa]. Em mais um jogo a caminho dos 150 duelos entre Guerreiros do Minho e águias e depois da derrota averbada em Aveiro, na Supertaça, este jogo surge para os bracarenses como a primeira

este jogo surge para os bracarenses como a primeira DR SC Braga quer vingar a derrota

DR

SC Braga quer vingar a derrota na Supertaça Cândido de Oliveira 2016, jogo em que Rafa ainda representou as cores bracarenses

§recordação

Supertaça SC Braga sem Rafa que reforçou o Benfica

A edição de 2016 da Supertaça Cândido de Oliveira ficou, como qualquer final de um troféu, gravada na memória dos sócios, adeptos e simpatizantes do SC Braga, que lamentam a derrota averbada com o Benfica. Mas esse jogo não deixou gran- des marcas, a não ser a vontade de fazer esquecer esse resultado, mas também ficou na memória dos bracarenses pelo facto de que Rafa defrontou o Benfica, dias antes de se mudar para Lisboa. Agora, Rafa está do outro lado, mas não vai poder defrontar a sua anterior equipa por se encontrar lesionado.

hipótese de vingança relativa- mente a essa partida. José Pesei- ro e os seus comandados, apesar de não ser algo facilmente admi- tido por todos, encaram este jo- go em busca de um bom resulta- do, e esse será a vitória, não só para tentarem a vingança desse jogo, mas também para darem continuidade ao trajecto que tem sido realizado no campeonato, em que o SC Braga vai ocupan- do, neste momento, o segundo lugar, com dez pontos conquis- tados e a apenas dois do líder Sporting. Curiosamente, os bra- carenses têm os mesmo pontos que o actual terceiro classifica- do, precisamente o seu adversá- rio desta partida, o Benfica. Um jogo que tem, por isso, todos os ingredientes necessá- rios para ser mais um excelente espectáculo no qual uma vitó- ria permitirá o distanciamento de um clube relativamente ao outro.

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SC Braga quer lutar para inverter tendência da história

ESTATÍSTICAS dos duelos entre Benfica e SC Braga não são muito ‘simpáticas’para os bracarenses que querem começar a inverter a tendência histórica, somando mais um triunfo sobre as águias.

I LIGA

| Carlos Costinha Sousa |

Um total de 137 partidas já dis- putadas entre Sporting Clube de Braga e Benfica, em todas as competições nacionais e interna- cionais. Um número surpreen- dente de jogos que demonstram uma tendência muito mais favo- rável às águias, mas que os Guerreiros do Minho querem in- verter, apresentando-se para a luta de amanhã, com vontade de conquistar a 18.ª vitória nos due- los com os lisboetas. Os núme- ros são, de resto, completamente favoráveis ao Benfica que con- quistou a vitória por 89 vezes, cedendo apenas 30 empates. O jogo disputa-se em Lisboa e aí os números assumem uma proporção ainda mais desequili- brada entre as duas equipas, com apenas duas vitórias do SC Bra- ga nos 67 jogos disputados (0-1 no campeonato na temporada 1954/1955 e 1-2 nos oitavos-de- -final da Taça de Portugal de 2014/2015). Os bracarenses pro- curam, assim, somar a terceira vitória em Lisboa, num terreno que tem sido muito difícil para os arsenalistas que, no total dos jogos já disputados entre as duas equipas, conta com um total im- pressionante de 236 golos apon- tados pelas duas equipas, com o Benfica a estar perto das duas centenas (197) e o SC Braga a caminho da meia centena (39).

centenas (197) e o SC Braga a caminho da meia centena (39). DR Pedro Tiba é

DR

Pedro Tiba é um dos jogadores ainda no plantel do SC Braga que esteve presente na última vitória bracarense na Luz

Muitos números para inverter, mas a vontade dos Guerreiros do Minho vai continuar a mantê-los nessa luta até porque esses nú- meros pertencem à história. No que diz respeito à actual tempo- rada, os bracarenses querem apenas repetir o resultado alcan- çado na Taça de Portugal em 2014/2015, ou seja, o triunfo, para continuarem a sua cami- nhada que lhes permite estar, neste momento, no segundo lu- gar da tabela classificativa. Em

caso de vitória, os bracarenses conseguem adiantar-se na classi- ficação, fixando a diferença pon- tual para o Benfica em três pon- tos que poderão ser muito im- portantes para as aspirações bra- carenses, apesar da fase prema- tura ainda da temporada. No que diz respeito à actual temporada, as duas equipas não estão muito diferentes, apesar de que os benfiquistas levam ligeira vantagem. Ou seja, as duas equi- pas têm já seis jogos disputados

em todas as competições, tendo o Benfica somado quatro vitó- rias e dois empates, enquanto o SC Braga somou três vitórias, dois empates e uma derrota. Mas nada disso representa muito porque, apesar do Benfica ter mais uma vitória na tempora- da, neste momento os Guerreiros do Minho levam vantagem no campeonato, apesar das duas equipas terem os mesmos pon- tos, e querem continuar a au- mentar essa vantagem.

§actualidade

Hoje José Peseiro faz a antevisão antes da viagem para Lisboa

Os Guerreiros do Minho partem para Lisboa hoje, a seguir ao al- moço, sendo que de manhã ain- da realizam mais uma sessão de trabalho. Ainda antes da viagem para Lis- boa, o treinador José Peseiro rea- liza, a partir das 12.30 horas no Estádio Municipal de Braga, a conferência de imprensa de an- tevisão da partida contra o Ben- fica, que se realiza amanhã, no Estádio da Luz, a partir das 20 horas.

Plantel Ricardo Horta de volta às opções de Peseiro

De fora das opções do treinador do Sporting Clube de Braga vai estar, de certeza, o extremo Ós- car Benitez, jogador que está em Braga emprestado precisamente pelo adversário desta jornada, o Benfica e, como tal, não poderá ser utilizado pelos bracarenses nesta partida. Fica assim adiada a estreia do extremo argentino, de 23 anos, com a camisola dos bracarenses, ele que já tem sido convocado por José Peseiro, mas ainda não teve oportunidade de se estrear oficialmente com as cores do Sporting Clube de Braga De fora também das opções de José Peseiro vão continuar certa- mente o defesa central Ricardo Ferreira, o lateral esquerdo Dja- van e o médio Luís Aguiar, que continuam a recuperar de lesão, ao contrário de Ricardo Horta que já poderá ser opção neste encontro depois de ter falhado o jogo da Liga Europa, no dia em que cumpria 22 anos, com o KAA Gent, devido a uma virose.

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18 de Setembro 2016

18 de Setembro 2016 correiodominho.ptDesporto 21

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Conquistadores mereciam melhor sorte

EMPATE INGLÓRIO. Apesar de ter sido superior, o Vitória de Guimarães dividiu ontem os pontos com o Belenenses na 5.ª jornada da I Liga, fruto de uma igualdade a uma bola. Marega ainda colocou os vitorianos em vantagem, mas Palhinha gelou o Castelo.

I LIGA

| Miguel Machado |

O Vitória SC empatou ontem,

em casa, com o Belenenses, na

5.ª jornada da I Liga. Resultado penaliza vimaranenses, num jo-

go onde foram muito perdulários

no ataque. Com este resultado, o clube do Restelo subiu, proviso-

riamente, ao sexto lugar, com oi-

to pontos, mais um do que o Vi-

tória, sétimo. Com um regresso feliz à equi- pa, Marega inaugurou o marca- dor aos 13 minutos, após uma assistência do estreante Hernâni. Entrada forte do Conquistador podia ter rendido pouco depois o segundo golo, mas desta vez, o avançado maliano desperdiçou um lance fácil à boca da baliza do Belenenses. Com a formação do Restelo a não conseguir rea- gir, o Vitória continuou a carre- gar e à meia hora foi o avançado Soares a ter uma oportunidade, depois de um passe de Hernâni, mas Ventura fez uma boa defesa. Nos minutos finais da primeira

ESTÁDIO D. AFONSO HENRIQUES

VITÓRIA SC

 

BELENENSES

1

 

1

Árbitro Manuel Oliveira (AF Porto)

 
Intervalo 1-0
Intervalo
1-0

Douglas

 

Ventura

Bruno Gaspar

João Diogo

Pedrão

Domingos Duarte

Josué

Gonçalo Brandão

Rúben Ferreira

Florent

Rafael Miranda

Palhinha

João Pedro

André Sousa

Hernâni

Vítor Gomes

Marega

Gerso

Soares

Sturgeon

Hurtado

Camará

Pedro Martins

   
   

Julio Velázquez

Substituições André Sousa por Tiago Caeiro (46), Do- mingos Duarte por Miguel Rosa (70), Hernâni por Raphi-

nha (71), João Pedro por Bernard (79), Hurtado por Bruno Mendes (83) e Camará por Oriol Rossel (85).

Disciplina

cartão amarelo para Gonçalo Brandão (44),

Ruben Ferreira (60), Palhinha (68), Camará (69), Soares (79), Gaspar (90+2) e Rafael Miranda (90+4). Golos: Marega (13) e João Palhinha (75).

parte, a equipa de Belém conse- guiu, finalmente, suster o ímpeto forte do Vitória e levar também algum perigo para a baliza de Douglas, mas sem efeitos.

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para a baliza de Douglas, mas sem efeitos. Publicidade DR Marega apontou o quarto golo no
para a baliza de Douglas, mas sem efeitos. Publicidade DR Marega apontou o quarto golo no

DR

Marega apontou o quarto golo no campeonato

Na segunda parte, o Belenen-

ses entrou com outra disposição

e logo no reinício Camará testou

a atenção do guarda-redes Dou-

glas. O jogo ficou mais equili- brado, mas com a equipa do Vi- tória mais perigosa em campo. Aos 60 minutos voltou a ter mais uma oportunidade, num trabalho de Soares a oferecer a Marega, mas Ventura defendeu. Aos 64 foi Hernâni a ser perdu- lário após centro de Marega. A partir dos 70 minutos, o trei-

nador do Belenenses foi arroja- do, a defender apenas com três

defesas e colheu frutos cinco mi-

nutos depois, com Palhinha a restabelecer a igualdade, de ca- beça, na sequência de um canto. Um golo, no entanto, injusto pa- ra as hotes vitorianas. Pedro Martins reagiu no banco, com as entradas de Bernard e Bruno Mendes para o ataque, mas fal- tou melhor descernimento aos vitorianos e o jogo acabou mes- mo com a divisão de pontos.

§cabinas

Pedro Martins (treinador do Vitória) “Desperdiçámos várias oportunidades”

“Defrontamos uma equipa muito confiante e tínhamos de ser ri- gorosos. Mas depois de estarmos em vantagem permitimos que o adversário partisse o jogo. Devíamos ter sido mais inteli- gentes e desperdiçamos tam- bém muitas oportunidades.”

Júlio Velázquez (treinador Belenenses) “Golo do adversário foi em fora de jogo”

“O Vitória é uma equipa muito intensa em sua casa. Entraram muito fortes e foi difícil para nós, mas marcaram o golo em fora de jogo. Depois conseguimos equili- brar o jogo e estou muito feliz por termos chegado ao empate”.

Campeonato Nacional de Juniores - Zona Norte

SC Braga triunfa e cola-se à liderança

- Zona Norte SC Braga triunfa e cola-se à liderança DR Equipa de juniores do SC

DR

Equipa de juniores do SC Braga subiu ao segundo lugar da tabela do campeonato

NACIONAL DE JUNIORES

| Miguel Machado |

Os juniores do SC Braga soma- ram ontem a sexta vitória no campeonato ao bater a Olivei- rense, em casa, por 2-0, na 7.ª jornada do Campeonato Nacio- nal de Juniores - Zona Norte. Equipa orientada por José Car-

valho Araújo venceu com dois golos no segundo tempo, apon- tados por Pedro Soares, aos 60, e Midana, aos 84 minutos. Com esta vitória o SC Braga igualou o FC Porto na liderança, com 19 pontos, face ao empate dos dragões em Vila do Conde. Vitória de Guimarães também ganhou ao Padroense, por 3-0.

JUNIORES

 

JORNADA

7

 

RESULTADOS

 

Chaves, 2; P. Ferreira, 2

 

Moreirense, 1; Feirense, 2

 

SC Braga, 2; UD Oliveirense, 0

 

Rio Ave, 1; FC Porto, 1

 

Vitória SC, 3; Padroense, 0

 

Leixões, 1; Gil Vicente, 1

 
 

CLASSIFICAÇÃO

 
 

J

V

EDM

S

P

1. FC Porto

7

6

1

0

20

5

19

2. SC Braga

7

6

1

0

13

3

19

3. Vitória SC

7

5

1

1

19

3

16

4.

Rio Ave

7

2

5

0

17

8

11

5.

Feirense

7

3

0

4

6

12

9

6.

P. Ferreira

7

1

5

1

11

11

8

7.

Leixões

7

2

2

3

10

12

8

8. Padroense

7

2

1

4

8

15

7

9. Chaves

7

1

3

3

9

11

6

10. Oliveirense 7

1

2

4

5

22

5

11. Gil Vicente

7

0

3

4

3

8

3

12. Moreirense 7

0

2

5

7

18

2

PRÓXIMA JORNADA

P. Ferreira - Leixões

Feirense - Chaves

UD Oliveirense - Moreirense

FC Porto - SC Braga

Padroense - Rio Ave

Gil Vicente - Vitória SC

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Moreirense sofre novo desaire

TERCEIRA DERROTA SEGUIDA dos cónegos no campeonato. A equipa vimaranense perdeu ontem na deslocação ao Estoril-Praia, por 2-0, na 5.ª jornada da I Liga. Matheus Índio bisou para os canarinhos.

I LIGA

| Redacção/Lusa |

Vida difícil para Pepa em Morei-

dois golos do

brasileiro Matheus Índio, o se- gundo de canto directo, valeram ontem ao Estoril-Praia o primei- ro triunfo na I Liga, na receção ao Moreirense (2-0), em encon- tro da quinta jornada. Matheus Índio marcou aos 10 e 80 minu- tos, permitindo aos ‘canarinhos’ igualar o seu adversário no 12.º posto, com quatro pontos. Os comandados de Fabiano Soares haviam perdido os dois jogos em casa, com Feirense e SC Braga, enquanto o Moreiren- se somou a terceira derrota se- guida na Liga, depois do desaire com o Maritimo (em casa) e na semana passada em Alvalade. Numa tarde desinspirada para

ra de Cónegos

em Alvalade. Numa tarde desinspirada para ra de Cónegos DR Moreirense sem argumentos no duelo com

DR

Moreirense sem argumentos no duelo com o Estoril, sofreu a terceira derrota na Liga

os cónegos, onde a equipa de Pe- pa só de pode queixar de si pró- pria, o Estoril-Praia acabou por vencer de forma inequívoca, com destaque para o segundo golo olímpico, na sequência de

um canto directo. O Moreirense apresentou-se em campo, no Estádio Coimbra da Mota, com um esquema idên- tico aos locais, com Alan Schons e Cauê à frente da defesa e de-

pois uma linha de três jogadores mais soltos no ataque no apoio a Roberto, destacandose- ainda a estreia de Podence (emprestado eplo Sporting) no lado direito. Apesar das semelhanças táticas, a verdade é que a equipa de Pepa sentiu muitas dificuldades para circular a bola e ganhar profun- didade face à pressão imposta pelo Estoril desde o início e pra- ticamente todo o jogo. E o pri- meiro golo dos canarinhos sur- giu aos 10 minutos da primeira parte. Após uma bola longa, o defesa do Moreirense falhou o corte, e nas costas surgiu rapi- díssimo Matheus Índio como uma seta para a baliza defendida por Makaridze, rematando cer- teiro com uma boa cruzada. Mais animados com o golo, o Estoril continuou a carregar e a formação vimaranense tornou-se

ESTÁDIO ANTÓNIO COIMBRA DA MOTA

ESTORIL

 

MOREIRENSE

2

 

0

Árbitro Gonçalo Martins (AF

 

Vila Real)

Intervalo 1-0
Intervalo
1-0

Moreira

 

Makaridze

Lucas Farías

Jander

Dankler

Diego Galo

João Afonso

Marcelo Oliveira

Joel

Sagna

Diogo Amado

Geraldes

Afonso Taira

Alan Schons

Alisson

Cauê

Mattheus

Dramé

Matheus Índio

Roberto

Bruno Gomes

Podence

Fabiano Soares

   
   

Pepa

Substituições Drame por Ença Fati (37), Joel por Mano (46), Sagna por Tiago Almeida (62),Allison Farias por Fili- pe Augusto (69),Geraldes por Ramirez (73 e Matheus por Yarchuk (79). Disciplina cartão amarelo para Sagna (9). Golos: Matheus Índio (10 e 80 minutos).

muito faltosa e sem ideias para reagir à desvantagem. Na segunda parte, Pepa mexeu na equipa, o Moreirense tentou lutar pelos pontos, mas a verda- de é que o Estoril acabou por voltar a superiorizar-se e selou a vitória com um bis de Matheus Índio a dez minutos do fim.

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acabou por voltar a superiorizar-se e selou a vitória com um bis de Matheus Índio a

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Golo de Xeka foi curto para os Guerreiros

O SC BRAGA B cedeu, ontem, uma igualdade, a uma bola, na recepção ao Varzim, em jogo da sétima jornada da II Liga. Equipa treinada por Abel Ferreira fez uma boa exibição contra os poveiros e o golo de Xeka, aos 64 minutos, soube a pouco à legião.

II LIGA

| Redacção/Lusa |

SC Braga B e Varzim empata- ram ontem 1-1, na sétima jorna-

da da II Liga de futebol, num jo- go em que os minhotos foram superiores, mas permitiram o empate numa grande penalidade

a cinco minutos do fim. Os bracarenses adiantaram-se no marcador aos 64 minutos, com um grande golo de Xeka, mas o mesmo jogador ‘borraria

a pintura’ ao travar Rui Coentrão na grande área, provocando um penálti que Nelsinho converteu, aos 85. O empate ‘sabe' a derrota para

a equipa da casa, que foi quase

sempre superior, mas para o Var- zim, face à pobre exibição efe- tuada, o resultado é positivo. Os minhotos tiveram a iniciati- va de jogo e foram criando al- guns lances de perigo, como aos 28 minutos, quando Bruno Wil- son falhou a poucos metros da baliza o cabeceamento, após centro de Gamboa. Aos 39 minutos, Joca, a cerca

§II Liga

7.ª jornada Vitória B joga esta manhã no Algarve com o Olhanense

Hoje, às 11.15 horas, o Vitória de Guimarães B mede forças com o Olhanense, no Algarve, em jogo que vai encerrar a sétima jorna- da do campeonato da II Liga. Nos jogos de ontem, de notar que todas as equipas minhotas da II Liga empataram. Resultados:

Sexta-feira Académica - Famalicão, 3-0 Ontem Freamunde - Benfica B, 0-0 Aves - Ac. Viseu, 3-2 SC Braga B - Varzim, 1-1 Sp. Covilhã - U. Madeira, 1-1 Leixões - Vizela, 0-0 Penafiel - Fafe, 1-1 Sporting B - Gil Vicente, 2-2 Portimonense - C. Piedade, 1-1 Santa Clara - FC Porto B, 2-0

Portimonense - C. Piedade, 1-1 Santa Clara - FC Porto B, 2-0 SCB Xeka apontou ontem

SCB

Xeka apontou ontem o golo do SC Braga no empate com o Varzim

de dois metros da linha de bali-

za, depois de cruzamento de Di-

di da direita, desperdiçou a me-

lhor oportunidade da primeira parte.

Após o intervalo, o treinador

do Varzim, Armando Evangelis-

ta, fez uma dupla substituição,

mas Rui Costa e Nélson Agra

pouco ou nada acrescentaram e foi o Braga B a inaugurar o mar-

cador. Xeka arrancou a meio do meio- campo, foi passando por vários adversários e, à entrada da área, rematou rasteiro, fazendo um grande golo, aos 64 minutos. Joca não ‘matou' o jogo aos 71

ESTÁDIO 1.º DE MAIO (BRAGA)

SC BRAGA B

 

VARZIM

1

 

1

Árbitro Carlos Cabral (AF Algarve)

 
Intervalo 0-0
Intervalo
0-0

Tiago Sá

 

Paulo Vítor

Thales

Lima

Bruno Wilson

Sandro

Lucas

Jeferson

José Gomes

Delmiro

Gamboa

Leonel Olímpio

Xeka

Sérgio Organista

Didi

Nelsinho

Joca

Renna

Leandro

Rui Coentrão

Piqueti

Éder

Abel Ferreira

   
   

Armando Evangelista

Substituições Lima por Nélson Agra (46), Renna por Rui

Costa (46), Piqueti por Rodrigo Contreras (57), Leandro

por Panyukov (65), Gamboa por Loum (75) e Olímpio por Tiago Alves (75).

Leonel

Disciplina

cartão amarelo para Sandro (45), Delmiro

(53), Bruno Wilson (73), Loum (87) e Paulo Vítor (90+2). Golos: Xeka (64) e Nelsinho (85 gp)

minutos e o Varzim, ainda que sem criar grande perigo, foi acreditando e foi bafejado pela tal grande penalidade que Nelsi- nho converteu, igualando a par- tida.

lll “Temos uma ideia muito forte que valoriza o espectáculo e os jogadores. Tivemos calma, coragem e confiança até ao golo. Já o adversário fez muito pouco para levar daqui um ponto, mas o futebol é isto. Temos de continuar a trabalhar, de melhorar no último terço, o último passe, e traduzir em números o nosso grande volume ofensivo. Queríamos os três pontos e merecíamos isso. Num lance que deixa dúvidas, o Varzim acaba por empatar. No entanto e apesar de não vencermos este jogo acabámos por atingir a meta a que nos propusemos, de conquistar dez pontos à 7.ª jornada”

Abel Ferreira (treinador do SC Braga B)

Golo nos descontos apontado por Alan Júnior

Justiça de Fafe no cair do pano em Penafiel

II LIGA

| Redacção/Lusa |

Um golo de Alan Júnior, nos descontos, garantiu o empate ao Fafe em Penafiel, na sétima jor- nada da II Liga, num jogo de

oportunidades repartidas e de re- sultado incerto até ao fim.

O Penafiel foi superior no pri-

meiro tempo e chegou ao golo por André Fontes, aos 40 minu- tos, a emendar, na área, um cen-

tro da direita, mas o Fafe, clara- mente melhor no segundo tem- po, repôs a igualdade no primei-

ro de três minutos de compensa-

ção, aos 90+1, por Alan Júnior, num remate à meia volta.

O empate espelha o equilíbrio

e corresponde à alternância no domínio e nas oportunidades

criadas pelas duas equipas, com

o Penafiel, que falhou o pleno de

pelas duas equipas, com o Penafiel, que falhou o pleno de ADF Alan Júnior deu o

ADF

Alan Júnior deu o empate nos descontos

vitórias no seu reduto e pelo se- gundo jogo consecutivo deixou

fugir a vitória no fim, a somar 12

pontos, mais dois do que o Fafe, ambos na primeira metade da classificação.

O Fafe surpreendeu no início

do jogo, com um meio campo muito agressivo, uma equipa compacta a defender e a explo- rar a velocidade nos corredores de Evandro Brandão e Leandro Borges. O Penafiel reagiu e adiantou-se no marcador perto do intervalo. A segunda parte pertenceu qua- se a tempo inteiro ao Fafe, a va- ler aos locais um guarda-redes muito atento e que por três vezes negou o empate, mas os pupilos de Agostinho Bento viram com- pensado a entrega e o esforço já nos descontos. Numa altura em que o Penafiel jogava reduzido a 10 elementos, após expulsão por acumulação de cartões amarelos de Romeu Ribeiro (81 e 83), o Fafe, que se expunha perigosa- mente aos contra ataques, empa- tou num lance construído por dois jogadores saídos do banco.

ESTÁDIO 25 DE ABRIL

PENAFIEL

 

AD FAFE

1

 

1

Árbitro Rui Oliveira (AF Porto)

 
Intervalo 1-0
Intervalo
1-0

Ivo Gonçalves

 

José Marçal

Kalindi

Vasco Cruz

João Paulo

Materazzi

Pedro Ribeiro

Agostinho Carvalho

Daniel Martins

João Carneiro

Romeu Ribeiro

Evandro Brandão

Hélio Cruz

Ricardo André

André Fontes

Silvestre

Fernando

João Nogueira

Fábio Fortes

Leandro Borges

Gonçalo Abreu

Alan Júnior

Paulo Alves

   
   

Agostinho Bento

Substituições João Nogueira por P. Pereira (63), Leandro Borges por Landinho (63), Hélio Cruz por Wellington (68), Materazzi por A.Mesquita (84) e Fortes por Djibril (86). Disciplina Cartão amarelo para Materazzi (73), João Car- neiro (75), Romeu Ribeiro (81 e 83) e Alan Júnior (83). Cartão vermelho para Romeu Ribeiro (83). Golos: André Fontes (40) e Alan Júnior (90+1).

12correiodominho.ptDesporto

18 de Setembro 2016

1 de Setembro 2016 correiodominho.ptDesporto 23

12 correiodominho.ptDesporto 18 de Setembro 2016 1 de Setembro 2016 correiodominho.ptDesporto 23

Galos atrevidos somam ponto na visita aos leões

EMPATE A DOIS GOLOS premiou o espectáculo e o bom jogo da equipa do Gil Vicente, em Alcochete, frente ao Sporting B, na 7.ª jornada da II Liga.

ESTÁDIO AURÉLIO PEREIRA (ALCOCHETE)

SPORTING B

 

GIL VICENTE

2

 

2

Árbitro André Neto (AF Vila

 

Real).

Intervalo 0-0
Intervalo
0-0

Pedro Silva

 

Júlio Neiva

Ricardo Esgaio

Pedro Lemos

Kiki

Sandro

Ivanildo Fernandes

Luiz Eduardo

Pedro Empis

Bruno Silva

Fidel Escobar

Strasser

Bruno Paulista

Alphonse

Guima

Arthur

Matheus Pereira

Ricardinho

Delgado

Paulinho

Ronaldo Tavares

Abou Touré

João de Deus

 

Álvaro Magalhães

     

Substituições Escobar por Aouacheria (46), R. Tavares por Pedro Marques (57), Abou Touré por Ragelli (75), Del- gado por Jovane (77), Strasser por João Pedro (84) e Pe- dro Lemos por Toro (87). Disciplina cartão amarelo para Bruno Paulista (18) e Pe- dro Lemos (53). Golos: Ricardinho (60 m), Pedro Marques (61 e 79 m) e Arthur (90 m).

II LIGA

| Redacção/Lusa |

Sporting B e Gil Vicente empa- taram ontem 2-2, em partida da sétima jornada da II Liga, que valeu pelo bom futebol pratica- do pelas duas equipas na segun- da parte. Na academia de Alco-

pelas duas equipas na segun- da parte. Na academia de Alco- DR Gil Vicente mostrou ontem

DR

Gil Vicente mostrou ontem forte atitude na visita ao Sporting B

chete, após uma primeira parte sem golos, foi a formação barce- lennse que inaugurou o marca- dor, através de Ricardinho, aos 60 minutos. Na resposta, os leões passaram para a frente do encontro, com dois golos de Pe- dro Marques, aos 61 e 80, mas em cima do minuto 90, o gilista Arthur voltou a empatar.

Depois do empate com o Aves, o treinador Álvaro Magalhães fez apenas uma alteração na for- mação gilista, colocando Abou Touré no lugar de João Pedro. Apesar da diferença notória nas qualidades individuais, a verdade é que os leões não con-

seguiram impor o seu futebol nem criar ocasiões de golo nos primeiros 45 minutos. Após o intervalo, as duas equi-

pas reentraram no terreno de jo- go com outra atitude e determi- nação. O Gil foi o primeiro a chegar à vantagem e lançou o encontro para uma segunda me- tada bastante emotiva.

O Sporting B com os ‘reforços’

da equipa principal Matheus Pe- reira, Bruno Paulista e Ricardo Esgaio ainda deu a reviravolta ao marcador, mas os Galos de Barcelos voltaram a colocar jus- tiça no marcador, chegando à igualdade no cair do pano.

Jogo da 4.ª jornada do nacional de seniores

Merelinense recebe Vilaverdense (17 horas) à procura da quarta vitória consecutiva

CAMPEONATO DE PORTUGAL

| Miguel Machado |

A equipa do Merelinense, líder

da Série A do Campeonato de

Portugal, com três vitórias nas primeiras três jornadas, recebe hoje o Vilaverdense, em partida

da 4.ª jornada da competição na-

cional de seniores. O dérbi entre

as duas equipas minhotas, colo-

ca frente a frente o primeiro classificado, com 9 pontos, e o sexto, com três. O encontro está marcado para as 17 horas, no Campo João Soares Vieira, em

marcado para as 17 horas, no Campo João Soares Vieira, em DR Micael Sequeira, treinador Merelinense

DR

Micael Sequeira, treinador Merelinense

Merelim. Outro dérbi minhoto a animar a

jornada vai desenrolar-se entre o Ponte da Barca e os famalicen- ses da Oliveirense.

O Bragança, que também ga-

nhou os primeiros três jogos do campeonato, também joga hoje em casa, recebendo a visita do Montalegre. Jogos 4.ª jornada (17 horas):

Limianos - Pedras Salgadas Merelinense - Vilaverdense Ponte da Barca - Oliveirense Mirandela - Torcatense Bragança - Montalegre.

- Oliveirense Mirandela - Torcatense Bragança - Montalegre. LEIXÕES SC Luis Ferraz, capitão do FC Vizela,

LEIXÕES SC

Luis Ferraz, capitão do FC Vizela, cumprimenta capitão do Leixões antes do jogo

Divisão de pontos em jogo com poucas oportunidades

Vizela empata sem golos em Matosinhos

II LIGA

| Redacção/Lusa |

O Leixões e Vizela não conse-

guiram ontem desatar o nó na

7.ª jornada da II Liga, disputado em Matosinhos. O remate ao poste de Kukula (33 minutos), no aproveitamento de um mau atraso de Salvador, foi a principal nota de uma pri- meira parte em que o Leixões se impôs sem controlar e o Vizela apostou no contra-ataque. Das poucas vezes em que chegou

com perigo à área contrária, a equipa de Matosinhos acusou falta de pontaria. Na segunda parte, o Leixões foi mais atrevido, mas a organi- zação defensiva minhota mante-

ve o jogo sob controlo, acabando

o nulo por permanecer até final.

ESTÁDIO DO MAR

LEIXÕES

 

FC VIZELA

0

 

0

Árbitro Artur Soares Dias (AF Porto)

 
Intervalo 0-0
Intervalo
0-0

Assis

 

Pedro Albergaria

André Teixeira

João Pedro

Silvério

João Cunha

Freitas

João Sousa

Belly

Elizio

Salvador

Luís Ferraz

Chiquinho

André Pinto

Bruno Lamas

Tiago Ronaldo

Manuel José

Mário Mendonça

Miguel Ângelo

Filipe Augusto

Malele

Kukula

   

Ricardo Soares

Filipe Coelho

   

Substituições Mendonça por Panin (59), Ângelo por Lu- dovic (67), Pinto por Helinho (72), Salvador por Rui (73), Malele por Gregório (82) e F. Augusto por Lameiras (92). Disciplina cartão amarelo para Pedro Albergaria (66) e

Elizio (84).

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correiodominho.pt24 Desporto

1 de Setembro 2016

18 de Setembro 2016 correiodominho.ptDesporto 13

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Garra do Arsenal não chegou para vergar corrente maiata

TERCEIRA JORNADA e ainda não foi desta que o Arsenal Andebol conseguiu somar o primeiro triunfo. Na recepção ao Águas Santas, alguns erros cometidos não permitiram aos bracarenses pensar em mais.

ARSENAL, 28

Ricardo Castro (GR) (2), Vasco Areias (4), André Caldas (2), João Ferreira (2), Elias Vilela, Sérgio Caniço (8) e André Azevedo (2). Jogaram ainda Bruno Silva, David Cunha, Rui Lourenço, Ricardo Saraiva, Virgílio Pereira, Filipe Caniço (3), Carlos Osório, Manuel Sousa (2), Mário Peixoto (2) e Oleksandr Nekrushets (1). Treinador: Gabriel Oliveira.

ÁG. SANTAS, 30

António Campos (GR), Pedro Cruz (7), Má- rio Oliveira (4), Elias António (8), Rúben Sousa, Nuno Rebelo (2) e André Rei. Joga- ram ainda Gustavo Carneiro (1), Pedro Carneiro (1), Nuno Carvalhais (1), Gonçalo Vieira, Pedro Pacheco, Pedro Sousa, Juan Couto, Luís Frade (6) e Diogo Santos. Treinador: Paulo Faria.

Árbitros: Fernando Costa e Diogo Teixeira.

Ao intervalo: 16-17.

ANDEBOL

| Carlos Costinha Sousa |

Ainda não foi à terceira que o Arsenal Andebol conseguiu so- mar o primeiro triunfo na I Divi- são Nacional. Na recepção ao Águas Santas, equipa com ou- tros argumentos e muita expe- riência na divisão maior do an- debol português, os bracarenses lutaram muito, conseguiram equilibrar o jogo e nunca cede- ram granes vantagens ao adver- sário, mas perderam por 28-30.

granes vantagens ao adver- sário, mas perderam por 28-30. FLÁVIO FREITAS Arsenal Andebol lutou muito, mas

FLÁVIO FREITAS

Arsenal Andebol lutou muito, mas não conseguiu contrariar a maior experiência e argumentos do Águas Santas

A primeira parte da partida de- correu sempre de forma muito equilibrada, com o Ág. Santas a colocar-se em vantagem no mar- cador, que conseguiu ir manten- do até aos nove minutos, altura em que o Arsenal, que não tinha permitido a fuga dos maiatos no marcador, conseguiu inverter o resultado e passar para a frente do jogo pela primeira vez (6-5). Mas foi um vantagem que du- rou pouco tempo. Mais expe- riente e com argumentos de peso - António Campos esteve muito

bem na baliza e Elias António tremendamente eficaz no ataque - o Águas Santas voltou ao co- mando do marcador que conse- guiu manter até ao final do pri- meiro período, que terminou com a diferença de um golo para os forasteiros (16-17). Na segunda parte esperava-se uma reacção do Arsenal e acon- teceu, mas a toada do jogo man- teve-se igual, com o equilíbrio a ser a nota mais predominante, apesar de, a espaços, o Águas Santas conseguir criar algumas

vantagens no marcador mais su- periores, mas apenas de quatro ou cinco golos. Apesar da boa resposta do Ar- senal Andebol, que se queixou ainda de algumas decisões da ar- bitragem que, por exemplo, vali- dou um golo ao Águas Santas num lance em que a bola parece não ter entrado, os argumentos dos bracarenses para dar a volta a este resultado não foram sufi- cientes e os maiatos conquista- ram mesmo o triunfo no final, com o resultado de 28-30.

§cabinas

Gabriel Oliveira (treinador do Arsenal) “Acredito que vamos chegar aos objectivos”

“Esta é uma equipa que vem da

II Divisão e os erros continuam a

aparecer. Claro que nesta divisão pagam-se muito caros. Mais uma vez, em nossa casa uma derrota tangencial. Da outra vez perdemos por um, neste jogo foi

por dois

cer alguns erros que a este nível podem trazer alguma influência ao resultado. Temos que apren- der com eles e continuar a traba- lhar e a acreditar que com estas aprendizagens e com o trabalho que fazemos semanalmente va- mos conseguir chegar lá.” “Estou satisfeito com a resposta da equipa. Hoje [ontem] frente a uma equipa que tem os argu- mentos e a valia que tem o Águas Santas, notou-se que houve evolução da nossa equipa em comparação ao último jogo.”

Paulo Faria (treinador do Ág. Santas) “Sabíamos que ia ser difícil, mas cumprimos”

“O Arsenal está altamente moti- vado pela subida de divisão. Fez um excelente jogo com o Benfi- ca. Tem uma equipa com jogado- res que sabem jogar andebol. Muitos deles da formação do ABC, ou seja, com cultura des-

portiva e sabíamos que ia ser di- fícil. Queremos disputar jogo-a- -jogo, sabemos que para ganhar

a qualquer equipa teremos que

trabalhar bastante. Hoje [ontem] tivemos alguns períodos de van-

tagem de quatro ou cinco golos que poderíamos ter aumentado, mas por um ou outro factor não

o conseguimos fazer. Mas foi po- sitivo.”

Continuam a aconte-

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ANDEBOL 1 RESULTADOS JORNADA 3 TOTAL CASA FORA Belenenses, 30; ISMAI, 27 J VEDMS VEDMS
ANDEBOL 1
RESULTADOS
JORNADA 3
TOTAL
CASA
FORA
Belenenses, 30; ISMAI, 27
J
VEDMS
VEDMS
VEDMS
FC Porto, 26; Benfica, 18
Madeira SAD, 23; Avanca, 21
1. Sporting
9
3
3
0
0
99
61
2
0
0
60
44
1
0
0
39
17
S. Mamede, 23; Boa Hora, 26
2. FC Porto
9
3
3
0
0
98
62
2
0
0
64
39
1
0
0
34
23
Sporting, 34; AC Fafe, 22
3. Avanca
7
3
2
0
1
81
73
1
0
0
29
23
1
0
1
52
50
SC Horta-ABC/UMINHO (adiado)
4. Ág. Santas
7
3
2
0
1
74
73
1
0
0
22
19
1
0
1
52
54
Arsenal, 28; Ág. Santas, 30
5. Benfica
7
3
2
0
1
75
75
1
0
0
27
20
1
0
1
48
55
PRÓXIMA JORNADA
6. Madeira SAD
7
3
2
0
1
73
76
2
0
0
53
49
0
0
1
20
27
7. Belenenses
6
3
1
1
1
80
94
1
1
0
59
56
0
0
1
21
38
ISMAI - SC Horta
8. Boa Hora
4
2
1
0
1
43
62
0
0
1
17
39
1
0
0
26
23
Benfica - Belenenses
9. ABC/UMINHO
3
1
1
0
0
31
26
0
0
0
0
0
1
0
0
31
26
Avanca - FC Porto
10. Arsenal
3
3
0
0
3
80
89
0
0
2
57
60
0
0
1
23
29
Boa Hora -Arsenal
11. São Mamede
3
3
0
0
3
69
79
0
0
2
50
57
0
0
1
19
22
AC Fafe - S. Mamede
12. ISMAI
3
3
0
0
3
78
94
0
0
1
23
34
0
0
2
55
60
ABC/UMINHO - Sporting
13. SC Horta
2
1
0
1
0
29
29
0
0
0
0
0
0
1
0
29
29
Ág. Santas - Madeira SAD
14. AC Fafe
2
2
0
0
2
48
65
0
0
1
26
31
0
0
1
22
34

24correiodominho.ptDesporto

18 de Setembro 2016

17 de Setembro 2016 correiodominho.ptDesporto 25

24 correiodominho.ptDesporto 18 de Setembro 2016 17 de Setembro 2016 correiodominho.ptDesporto 25

Líder Arões cedeu primeiros pontos

PRÓ-NACIONAL viu, à quinta jornada, o líder Arões, até ao momento invicto, cedeu os primeiros pontos na recepção ao Terras de Bouro.

AF BRAGA

| Carlos Costinha Sousa |

Em partida a contar para a quin- ta jornada do Campeonato Dis- trital da Pró-Nacional da Asso- ciação de Futebol de Braga, o líder da competição até ao mo- mento, cedeu os primeiros pon- tos na recepção ao Terras de Bouro, depois de um empate a uma bola. Barbosa abriu o activo na parti- da aos 50 minutos, cabeceando para a baliza depois de um livre directo apontado por Hugo Dias e colocando o Arões em vanta- gem. O empate chegou aos 78 minutos, por intermédio de Si- mões, na sequência de um gran-

de remate executado ainda fora da grande área e garantiu o 1-1 final entre as formações do Arões e Terras de Bouro.

Os restantes encontros da quin-

ta jornada da Pró-Nacional da

AF Braga disputam-se hoje e são os seguintes:

Vieira-Marinhas, Esposende- -S.Paio Arcos, Porto d’Ave-Ser- zedelo, Ninense-FC Amares, Brito-Vila Chã, Santa-Maria- -Maria da Fonte, Forjães-Santa Eulália e Joane-Taipas. Já no que diz respeito à Divi- são de Honra da AF Braga, on-

tem, na série A, o Prado derrotou

o Carreira por claros 4-1. Hoje

disputam-se os jogos: Lousado- -Soarense, Sequeirense-Este,

Celeirós-Aboim Nóbrega, Águias de Alvelos-Pedralva, Águias da Graça-Sp. Cabreiros e Guisan- de-Dumiense. Quanto à série B, durante o dia

de ontem disputaram-se vários jogos que terminaram com os seguintes resultados: Santiago Mascotelos-Ronfe (1-1), Pevi- dém-Antime (1-0), S. Paio-Lou- ro (2-2), Pica-S.Cosme (2-1) e Regadas-Airão (1-0). Hoje disputam-se as restantes partidas relativas à série B do Campeonato Distrital da Divisão de Honra da Associação de Fute- bol de Braga e que são os se-

guintes: Ruivanense - Emilia- nos, Operário - Urgeses e Bairro - Ponte.

§Taça AF Braga

1.ª eliminatória

Primeiros apurados já são conhecidos

As emoções da edição 2016/2017 da Taça AF Braga seniores arranca- ram este fim-de-semana com a disputa da 1.ª eliminatória da competição. Esta ronda será apenas disputada, para já, pelos clubes que militam na I Divisão Distrital. Entretanto, já são conhecidos os primeiros clubes apurados para a próxima eliminatória da prova, com destaque para as equipas do Sandinenses e São Mamede d’Este que aplicaram “chapa 5” ao Pa- noiense e Longos, respectivamen- te, carimbando de forma categóri- ca o passaporte para mais uma ronda da Taça AF Braga. Em destaque também nos jogos já disputados ontem desta elimina- tória estiveram as equipas do Ber- ço e Silvares que venceram por claros quatro golos sem resposta as equipas do Arsenal da Devesa e

Mota FC. Os jogos desta primeira eliminató- ria já disputados terminaram com os seguintes resultados:

Alegrienses-ACD Serzedelo, 0-1 Selho-Cavez, 2-0 Panoiense-Sandinenses, 0-5 Realense-Santa Eufémia, 3-4 Arsenal Devesa-Berço, 0-4 Silvares-Mota, 4-0 S.Mamede-Longos, 5-0 Lomarense-Ucha, 2-1 Campelos-Rendufe, 2-2 (2-3 gp). Hoje realizam-se as restantes par- tidas desta primeira eliminatória da edição de 2016/2017 da Taça Associação de Futebol de Braga, que têm início marcado para as 16 horas e que são os seguintes:

Ribeirão - Arco Baúlhe Gerês-Fermilense Mov.Juv.Póvoa-Esporões Celoricense-S.Tiago Pinheiro Guilhofrei-Gondifelos Sobreposta-Viatodos Mosteiro-Fareja Cabanelas-Fradelos Pousa-Maximinense Gandarela-Juventude Mouquim Adaúfe-MARCA Granja-Polvoreira.

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Cabanelas-Fradelos Pousa-Maximinense Gandarela-Juventude Mouquim Adaúfe-MARCA Granja-Polvoreira. Publicidade

correiodominho.pt26

1 de Setembro 2016

18 de Setembro 2016 correiodominho.pt13

Opinião

2016 18 de Setembro 2016 correiodominho.pt 13 Opinião Escrita em dia ABÍLIO VILAÇA Presidente da Adere-Minho
Escrita em dia ABÍLIO VILAÇA Presidente da Adere-Minho

Escrita em dia

ABÍLIO VILAÇA Presidente da Adere-Minho

Escrita em dia ABÍLIO VILAÇA Presidente da Adere-Minho Mahjong muda-se de Braga para terras do Gerês

Mahjong muda-se de Braga para terras do Gerês

E ncerrada a ‘noite branca’ de Braga, com grande animação e fluxo de visi- tantes ao centro da cidade e onde so-

bressaíram as instalações vencedoras do con- curso de ideias como elementos estéticos cheios de intencionalidade e força de atração, pergunta-se para onde foram essas obras de ar- te que atraíram tantos curiosos e foram motivo de comentários e de encontro de pessoas. A instalação Mahjong, que esteve junto ao Theatro de Circo de Braga, continua viva e vi- sitável, em ‘Terras do Gerês’ (antiga Terras de Bouro). Teve aceitação do município e encon- tra-se instalada na praça do município onde vai aguçando a curiosidade de todos quantos visitam a sede do concelho de ‘Terras do Ge- rês’, designação que considero mais vantajosa para aquele importante Concelho guardião do Gerês. A instalação concebida pelo arquiteto Tomé Capa Dias, é de uma beleza e de uma dimen- são que surpreende agradavelmente pela for- ma e leveza. A dinâmica do seu interior, que é visitável, surpreendente pela capacidade de nos despertar para uma forma de contacto com outros materiais, reutilizáveis e recicláveis. É essa capacidade de surpreender e de abrir no- vas oportunidades de utilização de elementos novos para a recriação e sobretudo pela pers- petiva da animação de centros urbanos. Trata- se de um labirinto interior que nos leva a olhar

o céu num espaço que nos liga ao exterior pe- las perfurações existentes nas caixas plásticas que se ligam como se de um lego se tratasse. São como construções em Lego feitas por crianças e que os adultos observam levando-os para um mundo fantástico e misterioso. É o mesmo que entrar num espaço de sonho em com a imaginação de uma criança. É um desafio constante, para os autarcas, pa- ra as associações de empresários e para as agências de animação, conceber iniciativas que sejam portadoras de virtudes e consigam atrair públicos aos centros urbanos. Numa época em que as famílias tendem a fechar-se nas suas habitações, cheias de tecnologia digi- tal e de realidade virtual, é importante convi- dá-las a sair para poderem usufruir dos equi- pamentos físicos e da beleza do edificado dos centros urbanos. É essencial que as pessoas te- nham espaços de convivialidade onde possam comentar ideias e causas. A Grécia e Roma an- tigas cedo se preocuparam com o centro de vi- da das suas comunidades, considerando-os vi- tais para o desenvolvimento da polis. Os centros das cidades, das vilas, dos concelhos constituem cada vez mais um desafio para os diferentes atores. Sem centros históricos, as cidades estariam vazias. Sem animação de centros históricos as cidades ficam vazias. Num período em que Portugal conhece uma evolução favorável do setor do turismo e em

que o turismo incoming vai ganhando adeptos estrangeiros que colocam o nosso país no topo do ranking do desempenho turístico, é neces- sário criar elementos de interesse que sejam por si também uma força de atração e de reten- ção de turistas nos centros das nossas cidades e vilas. Terras do Gerês é a designação que assumi- rei sempre que me referir a Terras de Bouro de agora em diante, por entender que esta desig- nação é mais benéfica para aquele importante território no contexto turístico em termos na- cionais e internacionais. O Gerês é mais co- nhecido nacional e internacionalmente do que Terras do Bouro e nesse contexto rivaliza com outros Parques Naturais de dimensão Mundial com vantagem efetiva para os operadores tu- rísticos e dinâmica económica daquele territó- rio. O Parque Nacional da Peneda Gerês en- contra-se presente em todos os manuais de turismo natureza, possui uma relevância ao ní- vel do legado romano da Geira, como patri- mónio romano, possuindo já uma dimensão relevante no turismo religioso e cultural com o Santuário de S.Bento da Porta Aberta e o San- tuário da Abadia, entre um outro conjunto re- levante de elementos de importância religiosa que possuem uma influência inequívoca nas tradições e cultura minhota. A instalação artística MAJHONG da autoria do arquiteto Tomé Capa Dias, é por isso mais

um elemento estético que motiva a oportuni- dade de visitar Terras do Gerês e ali poder apreciar a excelente gastronomia, a afabilida- de das suas gentes, caminhar num território bem conservado e estimula o orgulho nacio- nal. É, pois, um convite que fica a todos quan- tos gostam do Gerês, pois aquela instalação de animação do centro urbano alí ficará por mais duas semanas. As instalações de arquitetura amovível utili- zadas ao serviço da animação de centros urba- nos possuem um resultado novo, que deve ser explorado em iniciativas futuras. Constitui uma oportunidade para os arquitetos se envol- verem ainda mais na dinamização dos centros urbanos e favorece o encontro e convivialida- de. Será esta uma nova forma de despertar os centros históricos? A questão merece ser vista com interesse e deverá favorecer a reflexão em seminários e palestras sobre o futuro dos centros urbanos numa época em que as tecno- logias digitais estão presentes na melhoria da qualidade de vida dos cidadãos. Serão os jo- gos digitais um problema ou uma oportunida- de para o desenvolvimento humano? Poderão os jogos digitais ajudar a recriar os centros históricos e a repovoar as cidades e vilas? Es- tamos no início de uma revolução cultural que tem de ser melhor compreendida e utilizada em favor da felicidade das pessoas e das co- munidades em que vivem.

Nascemos com emoções primárias tais como a alegria, o medo, a triste- za, a raiva e a repulsa que ao longo do ciclo da vida contribuem o para as emoções secundárias, tais como, vergonha, culpa entre outras. As emoções não são robotizadas pois cada ser é único com caracte- rísticas da personalidade pessoais e intransmissíveis. Atualmente parece prevalecer uma tendência para se ocultar os estados de tristeza. Finge- se que “está tudo bem” quando ver- dadeiramente não está. Neste pris- ma, torna-se desgastante. Suponha ter de dizer “bom dia” a determina- da pessoa que sabe de antemão que vai ignorar e fingir que não ouviu; ter de sorrir, fingindo que não se percebeu da deselegância de certos comentários ou “pseudo” elogios com segundas intenções, do género, “És tão desenrascado(a)” quando o sentido lato, nada mais nada menos é do que pejorativo “Muito esperti- nho(a)”; estar triste e mostrar um

Fingir ou não fingir, eis a questão!

sorriso perante os que estão à sua volta etc… É complicado não?! Sa- bia que é uma espécie de manipula- ção onde parece existir a obrigação social de “estar sempre bem” mes- mo quando não, ou por medo do que os outros possam pensar ou dizer, ou por mostrar vulnerabilidade ou fraqueza emocional (“Tenho de ser sempre forte. Todos me conhecem assim”). Mas desengane-se quem pense que este é o melhor caminho, pois é-se “Preso por ter cão, como por não ter”, ou seja, quem “não é autentico” pode vir a padecer de queixas somáticas quer de âmbito psicológico quer de físico (Ex. Nó na garganta; dores de cabeça cons- tantes, cansaço exacerbado etc.) pois está a contrariar a sua natureza emocional, exprime o que não sen- te. O agressivo tende a ser o mau da

exprime o que não sen- te. O agressivo tende a ser o mau da JOANA SILVA
exprime o que não sen- te. O agressivo tende a ser o mau da JOANA SILVA

JOANA SILVA

Técnica Superior de Educação e Formação

Escreve quem sabe

fita porque externaliza (“não escon- de” o que sente no momento “mos- tra” no imediato mesmo com os efeitos colaterais da imagem negati- va que possa transmitir) mas obser- ve que na maioria das vezes não é o vilão da história. Daí que ter má personalidade ou ter traços da per- sonalidade agressivos são termos distintos. Existem pessoas que têm traços da personalidade agressivos,

e no entanto, têm bom coração, sim- plesmente têm baixo controlo inter- no emocional. Em contrapartida, existem pessoas que “ostentam” se- rem boas pessoas num primeiro contacto, mas revelam posterior- mente má personalidade, isto é, tem um íntimo mau, são capazes de ter atitudes mal-intencionados de uma forma escondida. Posto isto, seja pelo comportamento A ou B há sempre consequências positivas ou negativas. Neste sentido, já que “ Não se agrada a Gregos e a Troianos “então do que vale prejudicar a saú- de e o bem-estar psicológico?! É preferível ser autêntico sem quais- quer filtro emocional. Isto porque, ninguém consegue uma imagem in- cólume na fotografia social. Nin- guém consegue “fingir” (no sentido de esconder) permanentemente,

mais cedo ou mais tarde surge o cansaço psicológico. Quem tem ca- risma não precisa de truques que anulam direitos do(a) próprio(a). E aqui a assertividade é a peça chave. Se está descontente com algo, deve mostrar a sua posição assertivamen- te exprimindo “Fiquei surpreendi- do(a), não esperava isto de ti…”, “Até posso tentar compreender a tua atitude, mas como te sentirias se es- tivesses no meu lugar?!”. Opte por ser diferente e não responda a iro- nias, a indiferença é a melhor res- posta. É a resposta que o outro lado que ofende não quer ter. Seja sensí- vel ao momento, nem sempre “falar na hora” é o mais acertado quando as emoções estão “à flor da pele”. Marque a diferença, elogie com o coração e não porque fica bonito elogiar, porque todos sem exceção sabemos distinguir aquele que é real do fictício. Pela sua saúde e por si, seja sempre você!

12correiodominho.pt 18 de Setembro 2016

1 de Setembro 2016 correiodominho.pt27

Opinião

2016 1 de Setembro 2016 correiodominho.pt 27 Opinião O p i n i ã o JOAQUIM

Opinião

O p i n i ã o JOAQUIM DA SILVA GOMES Professor e Investigador

JOAQUIM DA SILVA GOMES

Professor e Investigador

ã o JOAQUIM DA SILVA GOMES Professor e Investigador Galeria de bracarenses ilustres N os últimos

Galeria de bracarenses ilustres

N os últimos anos o número de tu- ristas que visitam o nosso país cresceu de forma sustentada e fa-

cilmente comprovada nas ruas e monu- mentos de Portugal.

Este aumento turístico no país deve-se a três razões muito claras:

- Os conflitos armados que existem em

algumas regiões do mundo, associados a

incertezas resultantes de atentados terro- ristas que ocorrerem em cidades euro- peias de grande atração turística;

- A tranquilidade e a segurança que o

nosso país oferece, associada à beleza

paisagística e à riqueza da nossa história e do nosso património;

- A diminuição do preço que algumas

companhias aéreas resolveram fazer, às quais se juntou, desde há dias, a TAP com programas de redução de preços para vá- rios destinos da Europa. Os agentes económicos e turísticos dos Açores, da Madeira, do Algarve, de Lis- boa ou do Porto têm afirmado várias ve- zes que o número de turistas tem aumen- tado claramente nestes locais e as razões, atrás elencadas, estão na origem desse au- mento. Apesar de Braga não ter um aeroporto é, no entanto, servida pelo aeroporto Fran-

cisco Sá Carneiro, que se situa relativa- mente perto e com transportes modernos,

permanentes e baratos. São muitas as razões para que os turis- tas, quer nacionais quer internacionais, visitem Braga e esta região, fruto da bele- za da paisagem que a circunda e ainda da riqueza do seu património. Sabemos, também, que aumentam os turistas que pretendem conhecer mais e melhor a re- gião que visitam. A preocupação com um turismo de cultura e de qualidade é carac- terística de muitos destes turistas. Neste contexto, um dos espaços que mais com- plementaria a informação a turistas seria a existência de um local onde estivessem identificados e retratados bracarenses que se destacaram a nível nacional e interna- cional em diferentes áreas e que contri- buíram para o progresso económico, so- cial e cultural da sociedade e das gerações das quais faziam parte. Uma ‘Galeria de Bracarenses Ilustres’, onde os visitantes pudessem testemunhar, através de fotografias dessas personalida- des, de pequenas biografias ou alguns ob- jetos pessoais, o contributo deixado por estes à cidade e ao país enriqueceria, ga- rantidamente, a informação a todos os que visitassem esta região. Em Braga não faltam bracarenses que se destacaram e que merecem, sem dúvida, integrar uma “Galeria de Bracarenses Ilustres”. Refiro-me, nomeadamente, a

Alberto Pinheiro Torres (e outros elemen- tos desta notável família); André Soares; António Oliveira Braga; António Santos da Cunha; Carlos Amarante; Domingos Braga da Cruz (e outros elementos desta notável família); Domingos Leite Pereira; Elísio de Moura; Francisco Salgado Ze- nha; Francisco Sanches; João Penha; Ma- nuel Monteiro; Maria Ondina Braga; Pau- lo Orósio; os irmãos Roby; Sebastião Alba; Sérgio da Silva Pinto ou Tomaz Fi- gueiredo. Para além destes, muitos outros poderiam ser destacados nesta “Galeria de Bracarenses Ilustres”. Não faltam espaços em Braga e em ple- no centro histórico para criar esta “Gale- ria de Bracarenses Ilustres”: uma parte da Torre de Menagem, do edifício do Caste- lo, ou do Cinema S. Geraldo são apenas alguns exemplos. A própria Casa das Convertidas poderia tornar-se num espa- ço adequado e com grande simbolismo histórico e sociológico, se albergasse esta “Galeria de Bracarenses Ilustres”. Para divulgar Braga e esta região, seria ainda útil que as entidades locais conju- gassem esforços no sentido de convidar jornalistas (ou representantes) dos princi- pais meios de comunicação nacionais e internacionais, alojando-os gratuitamente em Braga durante uns dias, com o objeti- vo destes publicarem reportagens sobre

Braga nos seus órgãos de comunicação social. Imaginemos então o impacto turís- tico que teria a publicação de reportagens sobre Braga em jornais ou televisões de Espanha, França, Itália, Inglaterra, Bélgi- ca, Suíça, Alemanha, Holanda, EUA, Rússia, Japão ou China! A riqueza de uma sociedade advém das suas pessoas. Sem estas, não existe socie- dade, não existe património, não existe nação. A importância da divulgação de perso- nalidades de uma determinada localidade, ou região, deveria ser uma preocupação dos municípios portugueses, pois desta forma divulgam, também, o que de me- lhor existe nas suas terras: as pessoas.

lll Uma ‘Galeria de Bracarenses Ilustres’, onde os visitantes pudessem testemunhar, através de fotografias dessas personalidades, de pequenas biografias ou alguns objetos pessoais, o contributo deixado por estes à cidade e ao país enrique- ceria, garantidamente, a informação a todos os que visitassem esta região.

a informação a todos os que visitassem esta região. i inquérito Que importância tem para si
i inquérito
i
inquérito

Que importância tem para si participar na Feira da Comunidade Bracarense?

CRISTINA FORBINO ALEXANDRA PIRES MARISA SOUTELO FRANCISCO CRUZ Publicitária Assistente social Auxiliar
CRISTINA FORBINO ALEXANDRA PIRES MARISA SOUTELO FRANCISCO CRUZ Publicitária Assistente social Auxiliar
CRISTINA FORBINO ALEXANDRA PIRES MARISA SOUTELO FRANCISCO CRUZ Publicitária Assistente social Auxiliar
CRISTINA FORBINO ALEXANDRA PIRES MARISA SOUTELO FRANCISCO CRUZ Publicitária Assistente social Auxiliar

CRISTINA FORBINO

ALEXANDRA PIRES

MARISA SOUTELO

FRANCISCO CRUZ

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Assistente social

Auxiliar Técnica

Artesão

“É um trabalho de proximidade com a comunidade. É uma oportunidade de mostrar as freguesias e o que fazem.”

“É importante para dar a conhecer a freguesia de Maximinos, Sé e Cividade e estabelecer laços de proximidade com a comunidade”.

“É uma boa forma de dar a conhecer a nossa freguesia e de interagirmos com todos e mostrarmos as várias valên- cias.”

“Serve para divulgar o artesanato, principalmente a arte da talha. É uma arte que se calhar vai acabar por mor- rer”.

talha. É uma arte que se calhar vai acabar por mor- rer”. Arcada Nova – Comunicação,

Arcada Nova – Comunicação, Marketing e Publicidade, SA. Pessoa colectiva n.º 504265342. Capital social: 150 mil €uros. N.º matrícula 6096 Conservatória do Registo Comercial de Braga.

SEDE Praceta do Magistério, 34, Maximinos, 4700 - 236 BRAGA, Apartado 2290. Telefone: 253309500 (Geral) e 253309507 (Publicidade). Fax: 253309525 (Redacção) e 253309526 (Publicidade).

CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO administracao@correiodominho.pt Manuel F. Costa (Presidente) ; Armindo A. Araújo Veloso e Paulo Nuno M. Monteiro.

EDITOR Arcada Nova – Comunicação, Marketing e Publicidade, SA

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CORPO REDACTORIAL redaccao@correiodominho.pt Chefe de Redacção: Rui Miguel Graça (CP7506). Subchefe de Redacção: Paulo Machado (CP5257). Redacção: Carlos Costinha Sousa (CP8872), Joana Russo Belo (CP6406 ), José Paulo Silva (CP1210), Marlene Cerqueira (CP5505), Marta Amaral Caldeira (CP7761), Miguel Machado (CP 7631), Patrícia Sousa (CP 5948), Paula Maia (CP6438), Rui Serapicos (CP2638), Teresa Marques da Costa (CP5501). Fotografia: Rosa Santos (CP6695). Grafismo: Rui Palmeira (Coordenador), Francisco Vieira, Filipe Leite, Filipe Ferreira e Irene Gonçalves.

Nota: Os textos assinados são da exclusiva responsabilidade dos seus autores. NOTICIÁRIO: Lusa.

ASSINATURAS assinaturas@correiodominho.pt ISSN 9890; Depósito legal n.º 18079/87; Registo na ERC n.º 100043; DISTRIBUIÇÃO: VASP IMPRIME: Naveprinter, Indústria Gráfica do Norte, SA. Lugar da Pinta, km7,5. EN14 - Maia. Telef: 229411085. Fax: 229411084

TIRAGEM 8 000 exemplares

28correiodominho.pt 31 de Janeiro 2016

18 de Setembro 2016 correiodominho.pt2

Livros
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1 A RAPARIGA DO COMBOIO PAULA HAWKINS

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1

6 CORAÇÕES EM SILÊNCIO NICHOLAS SPARKS

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6

2 PROMETO PERDER PEDRO CHAGAS FREITAS

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2

7 UMA ESCOLHA POR AMOR NICHOLAS SPARKS

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5

3 PROMETO FALHAR PEDRO CHAGAS FREITAS

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3

8 O HOTEL DAS RECORDAÇÕES NORA ROBERTS

BETRAND

RN

4 VAI TUDO CORRER BEM! EDER &S. TORRES

LEYA

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9 A HERDEREIRA ELIZABETH ADLER

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7

5 O PAVILHÃO PÚRPURA JOSÉ RODRIGUES SANTOS

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4

10 COMER BEM VIVER SAUDÁVEL JESSICA ATHAYDE

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9

NOVIDADES

BEM VIVER SAUDÁVEL JESSICA ATHAYDE VASP 9 NOVIDADES DESTAQUES Contagem descrescente AUTOR Ken Follett EDITORA
BEM VIVER SAUDÁVEL JESSICA ATHAYDE VASP 9 NOVIDADES DESTAQUES Contagem descrescente AUTOR Ken Follett EDITORA

DESTAQUES

Contagem descrescente

AUTOR Ken Follett EDITORA Editorial Presença

Um homem acorda deitado no chão de uma casa de banho da estação de comboios Union Sta- tion, em Washington. Não faz a mínima ideia de como foi ali parar. Parece um sem-abrigo e não sabe onde mora. Nem sequer se lembra do próprio nome. Em janeiro de 1958, no auge da Guerra Fria, soviéticos e americanos disputam a primazia pela conquista do espaço. O lança- mento do Explorer I, o primeiro satélite americano, foi inexplicavelmente adiado. Claude Lucas é uma das figuras centrais para que o lançamento seja um sucesso, mas encontra -se desapa- recido. Sem ele, o jogo de forças pode pender para o lado soviético. Um thriller intenso repleto de história, intriga e espionagem, onde a vida de um homem decide o futuro de um país.

onde a vida de um homem decide o futuro de um país. Santuário AUTOR Andrew Michael
onde a vida de um homem decide o futuro de um país. Santuário AUTOR Andrew Michael
onde a vida de um homem decide o futuro de um país. Santuário AUTOR Andrew Michael

Santuário

AUTOR Andrew Michael Hurley EDITORA Bertrand

Dois irmãos. Um, mudo; o outro, o seu

protetor. Todos os anos, a família visita

o santuário que fica na desolada faixa

de costa conhecida apenas como «Lo- ney», desesperadamente à espera de uma cura. Durante as longas horas de espera, os rapazes são deixados sozi- nhos.

Filho, presta atenção!

AUTORA Ana Manta EDITORA Editorial Presença

O propósito deste livro é ajudar os pais

a melhorar a capacidade de concen-

tração e atenção dos seus filhos atra- vés de técnicas simples, eficazes e di- vertidas. As táticas vão variando conforme a idade, com exercícios para os bebés e até à adolescência.

com exercícios para os bebés e até à adolescência. Aprender a A.M.A.R. AUTOR Fernando Mesquita EDITORA
com exercícios para os bebés e até à adolescência. Aprender a A.M.A.R. AUTOR Fernando Mesquita EDITORA

Aprender a A.M.A.R.

AUTOR Fernando Mesquita EDITORA Chádascinco

- O amor tem de ser complicado?

- Por que é que, para algumas pes-

soas, viver a dois parece tão simples e,

para outras, é um verdadeiro calvário?

- Que mitos e crenças limitam a capa- cidade de amar?

- O que pode um casal fazer face às

primeiras dificuldades?

- Qual é o segredo dos casais felizes?

A espia

AUTOR Paulo Coelho EDITORA Pergaminho

Mata Hari foi a mulher mais desejada da sua época: a famosa bailarina que usava exóticas danças orientais para chocar e encantar as plateias de toda a Europa; a confidente e amante dos homens mais ricos e poderosos do seu tempo; a mulher com um passado enigmático que despertava o ciúme e a inveja das senhoras da mais alta aristocracia parisiense.

A NÃO PERDER

senhoras da mais alta aristocracia parisiense. A NÃO PERDER Seduz-me AUTORA Sylvia Day EDITORA Editorial Presença

Seduz-me

AUTORA Sylvia Day EDITORA Editorial Presença

Para a famosa Lady Winter,

a sedução e a duplicidade

são necessárias à sobrevi- vência. A astúcia e a preci- são são as ferramentas do pirata Christopher St. John. Lançados um contra o ou- tro, não se sabe o que pode

acontecer

Lady Maria Winter não tem outra escolha senão recor- rer à sua beleza para des- cobrir por que motivo o famoso pirata Christopher St. John foi

posto em liberdade quando estava condenado à morte. Enquan- to isso, Christopher é forçado a usar as suas lendárias habilidades de sedução para descobrir os segredos que a jovem esconde e as- sim poder salvar a sua vida. Presos num perigoso jogo de engano e desejo, ambos estão de- terminados a ganhar a sua batalha.

O que não podiam imaginar é que, quando chegasse o confronto final, se renderiam incondicionalmente um ao outro.

final, se renderiam incondicionalmente um ao outro. A implacável A maldição do papa português AUTOR Manuel

A implacável

A maldição do

papa português

AUTOR Manuel Ricardo Miranda

EDITORA Matéria-prima

Em Setembro de 1276 e

após um longo conclave marcado por mortes,

ameaças, descontenta- mento e um clima de sus- peição, o português Pedro Julião, também conhecido por Pedro Hispano, é eleito Papa. Uma nova era pare- cia surgir com uma eleição tão inesperada. Julião, agora João XXI, prometia um clima de paz e harmonia dentro e fora do Palácio de Viterbo. Nada faria prever que, poucos meses depois, o novo Papa morreria nos seus aposentos em circunstân- cias trágicas e misteriosas, levantando, uma vez mais, as mais variadas suspeitas. Numa época marcada por grandes tensões políticas e religiosas não faltavam interessados na morte do Papa.

e religiosas não faltavam interessados na morte do Papa. Publicidade ‘SEDUZ-ME’ = 14,94 € ‘CONTAGEM

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18 de Setembro 2016

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