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Mais notícias em www.jornalobasto.com Director Interino - Marco Gomes Ano VII - N.º 77 -
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Director Interino - Marco Gomes
Ano VII - N.º 77 - 20 de Maio de 2011
Preço: 0,60 €
Volte a viajar até Cabeceiras de Basto em 1975 Pág. 5 Ricardo Dourado está nomeado

Volte a viajar até Cabeceiras de Basto em 1975

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Volte a viajar até Cabeceiras de Basto em 1975 Pág. 5 Ricardo Dourado está nomeado para

Ricardo Dourado está nomeado para Globo de Ouro

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5 Ricardo Dourado está nomeado para Globo de Ouro Pág. 8 Vieira da Silva inaugura Centro

Vieira da Silva inaugura Centro Escolar e Lar Residencial em Cabeceiras

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Centro Escolar e Lar Residencial em Cabeceiras Pág. 3 Legislativas prometem luta acesa entre PS e

Legislativas prometem luta acesa entre PS e PSD nos Distritos de Braga e Vila Real

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FMI muda face dos Concelhos de Basto

e Vila Real Pág. 4 FMI muda face dos Concelhos de Basto Tomada de posse dos

Tomada de posse dos órgãos sociais da adbasto

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Ribeira de Pena tem centro incubação de empresas

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Feira do Livro de Celorico de Basto abre a 23 de Maio

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Distribuidor: Almaverde S.A., Lda Rua do Paraíso, 73 4000 - 377 Porto Eduardo A. P.

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Alma Nova

Vinho Verde

Denominação de Origem Controlada (Sub-Região de Basto)

Quinta das Carvalhas - Cavez

O semáforo de Basto Por Marco Gomes

O centro de incubação de empresas que irá ser criado em Ribeira de Pena (incluído numa rede de incubadoras de empresas) é um exemplo do que se pode fazer para combater a desertifi- cação e promover condições para o desenvolvimento do concelho. Ao apostar em áreas estratégicas estes centros irão aliar a economia rural à inovação. Um exemplo a replicar em Basto.

rural à inovação. Um exemplo a replicar em Basto. N o mês de Maio foi inaugurado,
rural à inovação. Um exemplo a replicar em Basto. N o mês de Maio foi inaugurado,
rural à inovação. Um exemplo a replicar em Basto. N o mês de Maio foi inaugurado,
rural à inovação. Um exemplo a replicar em Basto. N o mês de Maio foi inaugurado,

No mês de Maio foi inaugurado, pelo ministro demissionário Vieira da Sil- va, em Cabeceiras de Basto o Centro Escolar de Arco de Baúlhe e o Lar Residencial da Fundação A.J. Gomes da Cunha. São dois importantes equi- pamentos que irão, em particular o Lar Residencial da Fundação, suprimir algumas “falhas” no apoio social e escolar. No entanto, o facto destes equipamentos terem sido inaugurados pelo cabeça de lista do PS por Setúbal, Vieira da Silva, incomoda um pouco porque não é aceitável que candidatos/membros do governo usem estas cerimónias, pagas por todos nós, para se promoverem. Uma prática que é, infelizmente, comum em tempo de campanha eleitoral mas que deveria não acontecer.

O concessionário da auto-estrada A7 (Famalicão-Vila Pouca de Aguiar), que atravessa a Região de Basto, estava obrigado à realização por sua conta e risco da “concepção, projecto, cons- trução, financiamento, exploração e conservação, em regime de portagem real, por um período de 30 anos”. Ou seja, todo o risco do negócio era suportado pela concessionária, cabendo ao estado ape- nas recolher as receitas de impostos. Custo zero para o contribuinte. No entanto, no ano passado o governo renegociou o contrato com o concessionário da A7 (Ascen- di) e passou a ser o Estado a assumir a exploração. A razão é simples: a A7 era deficitária para o concessionário (estava a ter prejuízos). O Estado endividou-se e agora paga uma renda fixa (várias vezes superior ao que o concessionário obtinha da exploração da auto-estrada) e abstrai a Ascendi do risco de exploração. Assim, os contribuintes pagam duas vezes: por via dos impostos que pagam uma renda fixa à Ascendi e ao pagar a portagem naquela auto-estrada. Uma vergonha! Este é um exemplo de que há dívidas que o Estado contraiu e que não devem ser pagas. Não podemos pagar e calar perante situações como esta.

Não podemos pagar e calar perante situações como esta. Uma noite na biblioteca do Arco de
Não podemos pagar e calar perante situações como esta. Uma noite na biblioteca do Arco de

Uma noite na biblioteca do Arco de Baúlhe

como esta. Uma noite na biblioteca do Arco de Baúlhe Uma Noite na Biblioteca foi a

Uma Noite na Biblioteca foi a proposta da Biblioteca Municipal Dr. António Teixeira de Carvalho para o dia 06 de Maio

Inserida no primeiro Encontro de Leituras promovido pela Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, Emunibasto, Agrupamento de Escolas de Cabeceiras, Biblioteca Municipal Dr. António Teixeira de Carvalho e Externato de S. Miguel de Refojos, a iniciativa pretendeu proporcionar a dormida na biblioteca situada no Arco de Baúlhe. O programa teve início às 21h30 com recepção aos participantes e montagem do acampamento, seguindo-se um final de noite animado com leituras, jogos didácticos, actividades experimentais e um filme. Os participantes nesta actividade levaram um saco-cama e almofada, pijama e chinelos, informou a autarquia.

R. 25 de Abril-Nº 17-R/C B | 4860-350 Cabeceiras de Basto Tlf.|Fax. 253 768 027 | Tlm. 961 403 167 geral@domusbasto.com

253 768 027 | Tlm. 961 403 167 geral@domusbasto.com Licença AMI: 7508 | APEMIP : 3835

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Quinta com casa brasonada para restauro, a 800 metros da Vila.

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20 de Maio de 2011

FMI muda face dos Concelhos de Basto

O jornal “O Basto” destaca algumas partes do memorando de entendimento entre o FMI, BCE, UE e Portugal relativo ao apoio financeiro destinado ao

nosso país. Pela pertinência deste documento e pela sua relevância local e regional, destacam-se alguns pontos que irão determinar, nos próximos anos,

a política e a governação da região de Basto e dos concelhos que a constituem. As citações seguintes tiveram como critério de escolha os futuros impactos que estas medidas terão na sociedade e na governação da Região de Basto.

Relativamente à despesa, a Troika, quer “melhorar o funcionamento da adminis- tração central, aumentando a eficiên-

cia, reduzindo e eliminando serviços de modo a poupar anualmente cerca de 500 milhões de euros”. Neste sentido,

o governo terá, entre outros, de “reor-

ganizar os municípios, colocar trabalha- dores da administração central, regio- nal e local em regime de mobilidade e reduzir as transferências de verbas do estado central”. Neste sentido, muitas das obras previstas pelas câmaras mu- nicipais terão de ser suspensas ou adi- adas. As Empresas Públicas, nas quais se incluem muitas das empresas munici- pais, também são alvo de intervenção por parte da troika, tendo o governo de “preparar um relatório que avaliará a potencial privatização ordeira dos acti-

vos do estado, no qual se inclui patri- mónio imobiliário, detido pelas munici- palidades e governos regionais”. Isto poderá significar que muito do patrimó- nio e serviços públicos sobre a alçada das empresas municipais podem cair nas mãos de privados.

Troika quer reduzir concelhos e freguesias

O memorando do acordo assinado pelo

governo, inclui a redução do número de gabinetes municipais em pelo menos

20% por ano, em 2012 e 2013, de modo

a melhorar a melhorar a eficiência da

administração local e racionalizar o uso

de recursos. Mas as exigências não se

ficam por aqui. É recomendada a reor- ganização da administração do gover-

no local. Em Julho de 2012, o governo

terá de desenvolver um plano de con- solidação para reorganizar e reduzir sig- nificativamente os 308 municípios e 4.259 freguesias, e que terá de entrar em vigor no início do próximo ciclo elei- toral local, isto é nas eleições autárqui- cas de 2013.

Jornal O Basto promove debate online

O documento na íntegra, traduzido por

equipa de autores do blogue “Aventar

(http://www.aventar.eu), está disponível neste endereço http://jornalobasto.com/

documentos/memorando_troika-

pt_PT.pdf

O sítio do jornal “O Basto” (http://

www.jornalobasto.com) fornecerá um fórum de debate aberto a todos os ci- dadãos sobre alguns pontos deste me- morando relativos às mudanças previs- tas no mapa autárquico e da adminis- tração local, na região de Basto.

Este fórum terá cinco tópicos de deba-

te e consulta, nomeadamente: “A fusão/

Agregação de freguesias - Cabeceiras de Basto”, “A fusão/Agregação de fre-

- Cabeceiras de Basto”, “A fusão/Agregação de fre- FMI propõe reorganização dos mapas administrativos

FMI propõe reorganização dos mapas administrativos

guesias - Celorico de Basto”, “A fusão/ Agregação de freguesias - Mondim de Basto”, “A fusão/Agregação de fregue- sias - Ribeira de Pena” e “Fusão/Agre- gação de Concelhos na Região de Bas-

to”. Com este serviço o jornal “O Bas- to” pretende impulsionar e divulgar o debate de algumas e importantes me- didas previstas no memorando sobre o futuro da nossa Região.

Ministro da Economia inaugura Centro Escolar de Arco Baúlhe e Lar Residencial da Fundação A. J. Gomes da Cunha

Vieira da Silva, o Ministro demissionário do Governo socialista de José Sócrates inaugurou no passado dia 16 de Maio, as novas e modernas instalações do lar residencial da Fundação A. J. Gomes da Cunha em Cabeceiras de Basto – S. Nicolau e o novo Centro Escolar de Arco de Baúlhe.

– S. Nicolau e o novo Centro Escolar de Arco de Baúlhe. Centro Escolar de Arco

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Lar residencial da Fundação

A. J. Gomes da Cunha Trata-se de uma nova e importante valência ao nível do apoio social, que o município de Cabeceiras de Basto passa a partir de agora a dispor. O novo equipamento está preparado para acolher 24 pessoas portadoras de deficiência. Recorde-se que ao nível do apoio social

a idosos, a oferta em Cabeceiras de

Basto é ainda muito deficitária, sendo unicamente e até ao momento, suprida pelo Lar do Centro Social e Paroquial de Cavez e pelo Lar Dr. Manuel Fraga, na sede da vila em Cabeceiras de Basto. Dos quatro grandes pólos concelhios, correspondentes às freguesias de Refojos, Arco, Cavez e Cabeceiras ( S. Nicolau), só o Arco de Baúlhe não dispõe ainda de qualquer Lar de Idosos aberto à população. Apesar de as obras do lar de Idosos da ARCA em Arco de Baúlhe estarem concluídas há meses, segundo aquela instituição, um

diferendo com a Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, que não emite

licença de utilização, está a impedir

a abertura daquele equipamento

social, que tanta falta faz em Arco de Baúlhe. Saúda-se pois a abertura do lar residencial da Fundação A.J. Gomes da Cunha, que vem responder a uma carência e a uma real necessidade de um município, cada vez mais envelhecido.

Centro Escolar de Arco de Baúlhe

O Ministro da Economia, da Inovação

e do Desenvolvimento, José Vieira da Silva, também esteve em Arco de Baúlhe e inaugurou o novo Centro

Escolar daquela vila. Ao lado do presidente da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto,

Joaquim Barreto, o ministro visitou o novo equipamento escolar e enalteceu

o investimento efectuado em prol do futuro das crianças.

Cabeça de Lista do PS pelo Distrito de Braga às Legislativas de 5 de Junho ficou nas Caldas da Rainha

António José Seguro “ignorou” passagem de José Sócrates por Cabeceiras de Basto

António José Seguro, cabeça de lista do PS às eleições legislativas de 5 de Junho, foi a ausência mais notada, da passagem de José Sócrates pelo Distrito de Braga no passado dia 15 de Maio, onde visitou os concelhos de Vizela e Cabeceiras de Basto. Em Cabeceiras e perante um milhar de apoiantes, na presença de José Sócrates, Primeiro-Ministro demissionário e candidato, Barreto foi forçado a subir ao palco para justificar a ausência de António José Seguro

Segundo Barreto a justificação dada terá sido

o estar àquela hora nas caldas da rainha a

assistir a uma homenagem ao “avô da sua mulher” promovida pela autarquia local. No entanto, a ausência de Tó Zé, soube o Jornal

“O Basto” terá caído mal junto dos militantes

e da “entourage” de José Sócrates, tendo em

conta que “António José Seguro tem criticado por diversas vezes, o facto de o Governo Sócrates, estar constantemente a pedir sacrifícios sempre aos mesmos,

referindo-se à classe média/baixa deste País”. A não comparência de António José Seguro ao lado de Sócrates, poderá indiciar a mais que provável “ruptura” entre os dois, que se seguirá às eleições, caso Sócrates não vença as eleições. Recorde-se que Seguro é o mais que provável candidato à sucessão de José Sócrates no PS. Relativamente ao almoço no Gimnodesportivo da Vila, os militantes e simpatizantes do PS ouviram Sócrates referir num tom desafiador que “aqueles que provocaram a crise política fizeram-no por ganância de poder, porque sentiram que era momento, de forma egoísta, para regressar ao Governo” e “porque as sondagens lhe davam mais. Vamos ver qual vai ser a decisão do país”, afirmou José Sócrates numa demonstração clara de quem está seguro que o seu partido vai vencer as eleições legislativas antecipadas de 5 de junho.

Candidatos da CDU estiveram em Celorico e Cabeceiras de Basto

da CDU estiveram em Celorico e Cabeceiras de Basto José Sócrates em Cabeceiras Os candidatos da

José Sócrates em Cabeceiras

Os candidatos da CDU por Braga estive- ram em pré-campanha para Assembleia da República 2011 nos concelhos de Ce- lorico e Cabeceiras de Basto. No dia 7 Maio houve a presença de Carla Cruz (candidata n. 2 da lista à assembleia da re- publica pela CDU/Braga), Miguel Coelho (CDU/Cabeceiras) e Luís Heitor (CDU/Celo- rico) no mercado semanal de Celorico de

Basto. A comitiva distribuiu documentos com

a posição da CDU sobre o FMI e promoveu contactos com população e comerciantes.

Em Cabeceiras de Basto, Agostinho Lopes, cabeça de lista pela CDU no distrito de Bra- ga, foi entrevistado na Rádio Voz de Basto e aproveitou para falar sobre o balanço do mandato que fez na última legislatura. Agostinho Lopes, Miguel Coelho e outros elemen- tos da CDU, estiveram na Feira semanal, onde distribuíram documentos com a posição da CDU sobre o FMI e estiveram em contacto com população e comerciantes locais.

Pedro Soares, candidato do Bloco de Esquerda, esteve em Celorico de Basto

candidato do Bloco de Esquerda, esteve em Celorico de Basto Agostinho Lopes Pedro Soares, candidato a

Agostinho Lopes

Pedro Soares, candidato a deputado na lista do Bloco de Esquerda pelo distrito de Braga, esteve em Celorico de Basto onde distribuiu o jornal do Bloco de Es- querda e ouviu as preocupações e os de- safios dos celorincenses. Em 15 de Maio, Pedro Soares e a comitiva do Bloco de Esquerda deslocaram-se a Celorico de Basto. Estiveram em contacto com os co- merciantes e a população e ouviram as críti-

cas e as propostas dos celorincenses. Ao dis- tribuir o jornal do Bloco a comitiva deparou-se com uma agricultora de 82 anos, D. Maria Aurora Carvalho, que após confessar que “saber ler e escrever foi o melhor dote que os meus pais me deram!”, afirmou que a Troika “não tinha nada de vir para cá fazer mais pobreza”. No dia 17 de Maio, o candidato Pedro Soares, que foi Presidente da Comissão de Agricul- tura, Desenvolvimento Rural e Pescas na anterior legislatura, voltou a Celorico de Basto para visitar a Cooperbasto/Casa do Agricultor onde discutiu as propostas do Bloco de Esquerda para a agricultura e desenvolvimento rural.

Na Casa do Agricultor, em Celorico de Basto, o deputado elogiou o trabalho desenvolvido pela instituição que é a única a apoiar os agricultores e criticou a política do governo socialista de esvaziamento dos serviços locais do Ministério da Agricultura.

dos serviços locais do Ministério da Agricultura. Pedro Soares em Celorico Eleições Legislativas prometem

Pedro Soares em Celorico

Eleições Legislativas prometem luta acesa entre PS e PSD nos Distritos de Braga e Vila Real

As próximas eleições legislativas agendadas para o dia 5 do próximo mês, estão a “aquecer” as máquinas partidárias nos Distritos de Braga e Vila Real. Nos aparelhos partidários, há a convicção de que a vitória nas eleições será discutida “voto a voto” entre PS e PSD, depois das últimas sondagens que dão “empate técnico”. Neste contexto, os Distritos de Braga e Vila Real podem ser decisivos na contabilidade final da noite eleitoral. Distrito de Braga: PSD tenta recuperar Deputados ao PS. CDS e Bloco de Esquerda querem aumentar representação na Assembleia da República

Nas últimas eleições, em Outubro de 2009, o PS elegeu 9 deputados pelo

Distrito de Braga, num círculo em que

o PSD foi o partido mais penalizado, ao eleger apenas 6 parlamentares, num resultado decepcionante, que deixou de fora o líder nacional da

JSD, que ocupava o 7º Lugar na Lista do Distrito. O CDS acabaria por ser

a grande surpresa ao eleger o

Celoricense Altino Bessa, número 2 da Lista encabeçada por Telmo Correia. CDU e Bloco de Esquerda dividiram os restantes assentos no parlamento. Um ano e meio depois das últimas eleições, o prognóstico de divisão de mandatos neste distrito, que elege 19 Deputados para o parlamento é para muitos uma incognita. No entanto, é previsível uma subida do PSD, cuja lista é liderada por Miguel Macedo, líder parlamentar laranja, que poderá conquistar mais 1 ou 2 Deputados, à custa do Partido Socialista, que volta a apostar em António José Seguro. A luta, ao que tudo indica, travar-se-á entre estes dois partidos, quer ao nível de votos, que poderão ser determinantes no resultado final nacional, quer ao nível de Deputados. O CDS conseguirá ao que tudo indica reeleger Altino Bessa o segundo Deputado por Braga e Bloco e CDU reelegerão, salvo qualquer imprevisto, Pedro Soares e Agostinho Lopes. O Bloco de Esquerda aposta na eleição do segundo Deputado por Braga, o que parece um cenário, no entanto, pouco provável, tendo em conta que as sondagens demonstram que o BE está a perder terreno.

Vila Real: Um “bastião” laranja onde o PSD, com Passos Coelho, aposta ganhar vantagem ao PS

O Distrito de Vila Real elege apenas 5 Deputados para o parlamento, mas nem

por isso deixa de ser decisivo, tendo em conta o actual cenário de empate técnico

nas sondagens entre os dois principais partidos. Nas eleições de Outubro de 2009,

o PSD foi o partido mais votado com 41,1% dos votos, elegendo 3 Deputados

para a Assembleia da República. O PS, conquistou os restantes dois mandatos

com 36.05% dos votos. Desta vez, o PSD aposta no líder do partido e candidato

a Primeiro-Ministro, Passos Coelho, que espera aqui ganhar vantagem sobre o

PS. O número dois da lista do PSD é o professor universitário Luís Ramos, seguido

da professora Manuela Tender, do actual deputado Luís Pimentel e do presidente da Comissão Política Regional da Juventude Social Democrata, Nataniel Araújo.

O PS aposta em Silva Pereira como cabeça de lista, seguindo-se na lista o

Presidente da Distrital socialista Rui Santos e Paula Barros, actual vice-presidente da bancada rosa no parlamento. O CDS aposta neste Distrito na jovem Joana

Rapazote, Técnica do Ambiente e Investigadora, enquanto o Bloco de Esquerda aposta em Irina Castro, Mestre em Engenharia do Ambiente pela UTAD. O médico flaviense Manuel Cunha lidera a lista da CDU neste Distrito. Previsivelmente, no Distrito de Vila Real, os 5 mandatos serão distribuídos entre PS e PSD.

Candidatos do CDS-PP visitam Ribeira de Pena

Os candidatos do CDS-PP pelo cír- culo de Vila Real, fizeram no pas-

sado dia 20 de Maio, uma visita de trabalho ao concelho de Ribeira de Pena.

A comitiva deslocou-se à feira de

Cerva e à Santa Casa da Misericór- dia de Cerva. Depois do almoço, visi- taram a área da futura barragem de Daivões. No fim do dia, os centristas, promoveram uma reunião nos Paços do Concelho com o Presidente da Câmara, Dr. Agostinho Pinto, como intuito de tomarem conhecimento da realidade concelhia e suas problemáticas. Fazia parte desta comitiva, a cabeça-de-lista, Joana Rapazote e João Alarcão e Catarinan Botelho respectivamente n.º 2 e n.º 4 da lista deste círculo eleitoral.

Alarcão e Catarinan Botelho respectivamente n.º 2 e n.º 4 da lista deste círculo eleitoral. 4
Alarcão e Catarinan Botelho respectivamente n.º 2 e n.º 4 da lista deste círculo eleitoral. 4

Feira do Livro de Celorico de Basto

Mário Soares e Marcelo Rebelo de Sousa convidados de destaque para a abertura

O programa da III edição da Feira do

Livro e das profissões terá lugar em

Celorico de Basto de 23 a 28 de Maio, na Biblioteca Municipal e no Pavilhão Gimnodesportivo da EB 2,3/S de Celorico de Basto.

A abertura oficial do evento será

presidida por uma das figuras mais

militares do Centro de Recrutamento de Vila Real que farão demonstrações militares ao longo do dia.

O dia 25 é dedicado aos Desportos.

No dia 26, as artes serão cabeça de cartaz, com destaque para o escritor Pedro Mésseder que estará presente no recinto. A partir das 21h30 podem

marcantes da política portuguesa, o ex

assistir ao Farm Film Festival – Exibição

presidente da República, Mário Soares,

de

filmes.

pelo patrono da Biblioteca Municipal,

O

dia 27 é marcado pela importância

Marcelo Rebelo de Sousa e pelo

da

Floresta, uma iniciativa que contará

presidente da Câmara Municipal, Joaquim Mota e Silva. Como em anos transactos, a Feira do Livro de Celorico de Basto, apresenta figuras e temas de destaque que

com a participação do PROSEPE, no âmbito dos encontros distritais da floresta com a animação a cargo do agrupamento de Escolas de Celorico de Basto.

enriquecem o evento.

Neste dia, às 21h00, haverá um Festival

Cada dia de Feira terá um tema

de

Musica protagonizado pelos alunos

específico com actividades associadas.

das escolas do concelho.

O dia 24 de Maio - Dia das Forças

Armadas contará com a presença de

Ribeira de Pena

O certame encerrará no dia 28, na

presença do escritor João Tordo, de

no dia 28, na presença do escritor João Tordo, de Marcelo Rebelo de Sousa vai estar

Marcelo Rebelo de Sousa vai estar presente na abertura no dia 23 de Maio

certame, a Feira das Profissões. Esta mostra pretende ser mais um meio ao dispor dos jovens, na medida em que tem por missão facilitar a procura e o acesso ao trabalho.

Marcelo Rebelo de Sousa e do Presidente da Câmara Municipal. Este ano, a Feira do Livro terá a particularidade de ter, paralelamente ao

Assinado protocolo para a criação de Centros de incubação de empresas

As Câmaras de Ribeira de Pena, Boticas e Montalegre assinaram, no fim do mês de Abril, um protocolo com a Associação Nacional de Jovens Empreendedores (ANJE), lançando os alicerces para a futura Rede de Incubação do Barroso.

A Rede de Incubação do Barroso, futu-

ramente composta pelos Centros de In- cubação de Boticas, Montalegre e Ri- beira de Pena, visam promover o em- preendedorismo e, desta forma, contri- buir para a fixação de população. En- quadrado nos paradigmas de economia sustentável e de empreendedorismo social, o projecto pretende «criar con- dições infra-estruturais, humanas e so-

ciais favoráveis à iniciativa empresari-

al jovem em contexto rural». Mais do

que um espaço para a instalação de novas empresas, os futuros centros de incubação «serão polos de incentivo e de apoio à actividade empreendedora

e estarão associados a políticas regio-

nais de atracção da população mais jo-

vem e de combate ao desemprego e à

desertificação». Na sua dimensão física, os futuros cen- tros de incubação deverão incluir: ga- binetes devidamente equipados para a actividade empresarial; pavilhões indus- triais; espaços de co-work destinados à incubação de profissionais liberais e áreas comuns como salas de reuniões e salas de formação. Para o presidente da Câmara de Ribeira

de Pena, Agostinho Pinto, o projecto vai

ser “uma porta de sucesso, neste contex-

to de crise nacional, para muitos jovens”.

Neste concelho, o centro vai localizar-se

no parque industrial. “Penso que pode ser

uma rampa de lançamento para jovens li-

cenciados desempregados, e, além dis-

para jovens li- cenciados desempregados, e, além dis- A assinatura do protocolo entre os três municípios

A assinatura do protocolo entre os três municípios e a ANJE em Boticas

so, pode atrair empreendedores de outras regiões”, considerou ainda o autarca.

Volte a viajar no tempo até Cabeceiras de Basto em 1975

Após milhares de visualizações do ví- deo apresentado no outro mês, o sítio do jornal “O Basto” (http:// www.jornalobasto.com) disponibilizará um outro vídeo sobre o concelho de Cabeceiras de Basto realizado que re- trata alguns dos usos e costumes da sociedade cabeceirense no ano

A reportagem, a que se refere este se-

gundo vídeo, foi, como o primeiro ví- deo disponibilizado, enquadrada num programa chamado “O Povo e a Músi- ca”, uma série documental realizada nos anos setenta do século passado pela RTP.

As cantigas ao desafio no Lugar do Sa- mão em Gondiães, com os melhores

cantadores cabeceirenses da época, que faziam as delícias dos apreciado- res, assumem papel de destaque nesta reportagem. A exibição do Jogo do Pau,

actividade que na época era tradicional em Abadim e em Bucos, é também mostrada ao País através deste filme histórico sobre o concelho de Cabecei- ras de Basto.

O Jornal “O Basto” proporciona-lhe a

partir de agora à distância de um “clik” em www.jornalobasto.com a possibili- dade de recuar no tempo e fazer (mais) uma viagem até aos anos se- tenta do século passado em Cabecei-

ras de Basto. Esperemos que volte a gostar!

ras de Basto. Esperemos que volte a g o s t a r ! Praça da

Praça da República, Cabeceiras de Basto

20 de Maio de 2011

ras de Basto. Esperemos que volte a g o s t a r ! Praça da

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Projecto “SOS Azulejo” incentivou as crianças a salvar o património Azulejar

Uma acção que contou com a participação de cerca de 120 crianças que se mostraram receptivas à proposta realizando verdadeiras obras de arte

receptivas à proposta realizando verdadeiras obras de arte A acção, promovida pelo Museu de Polícia Judiciária,

A acção, promovida pelo Museu de Polícia Judiciária, teve a participação da

Câmara Municipal, e proporcionou aos alunos do Agrupamento de Escolas de

Celorico de Basto uma actividade diferente e a possibilidade de contribuírem para

a preservação do património azulejar.

A acção, de âmbito nacional, teve por missão “contribuir para a preservação do

património azulejar português, prevenindo e combatendo os casos de vandalismo, furto e incúria através de um trabalho de sensibilização e contou com o contributo empenhado dos docentes e alunos”.

A iniciativa teve a participação de 120 alunos de 5 turmas do 6ºano de escolaridade

e consistiu na reprodução de painéis em azulejo.

Celorico de Basto possuiu um património azulejar rico, como tal, este género de iniciativas são uma mais-valia como referiu o vereador da Cultura, Fernando Peixoto. “Com um vasto e rico património azulejar no nosso concelho torna-se premente este género de iniciativas, que incentivam a sua preservação.

O futuro está nas mãos dos mais jovens por isso importa incutir um maior

conhecimento e gosto pelo património para que este possa ser valorizado pelos mais novos ”, concluiu.

Mondim de Basto

Final do Rock’n’Bee II

Realizou-se, em 30 de Abril, a final da segunda edição do festival bandas de garagem Rock’n’Bee em Mondim de Basto.Nesta final os primeiros a actuar foram os Qing of Qong, do Porto, banda já bem conhecida pelos mondinenses (foram finalistas do evento do ano passado) e também pelos cabeceirenses (aquando da sua actuação no Rock in Rua)

De seguida entraram os RedLizzard, de Almada, que tentaram animar o público

já presente no pavilhão dos bombeiros

voluntários de Mondim, demonstraram

muita experiência em palco, o que não espanta, são finalistas num dos principais festivais de bandas de garagem de Portugal, em Corroios. Já com mais gente

a chegar-se à frente do palco foram

apresentados os Old Gun, de V.N. Gaia, que conseguiram agitar as cabeças de alguns espectadores. Para a entrega dos prémios foram chamados os representantes dos bares

de Mondim, uma representante do Água Hotels Mondim de Basto e o presidente da Câmara Municipal Humberto da Costa Cerqueira. Segundo o apresentador, a decisão sobre o vencedor foi muito disputada. Em terceiro lugar ficaram os RedLizzard, que receberam um Voucher Aguahotels. Em segundo os Old Gun, recebendo um cheque de 500•. Os vencedores, que

tiveram direito a um cheque de 1000•, foram os Qing of Qong.

Depois da entrega de prémios um momento que o público da casa muito aguardava, o concerto dos Orangotang, banda da terra e que trazia surpresas. Tocaram algumas músicas do álbum novo e ofereceram cd’s durante o concerto. A Câmara Municipal anunciou o sucesso do evento deste ano e que já se encontra em preparativos

para a próxima edição.

já se encontra em preparativos para a próxima edição. Qing of Qong a banda vencendora Bruno

Qing of Qong a banda vencendora

Bruno Machado

Ferido grave em Arco de Baúlhe após despiste de motociclo

Um homem ficou gravemente ferido, depois do despiste no motociclo em que seguia, no passado dia 4 de Maio pelas 14h30, no Lugar da Cerca Nova, em Arco de Baúlhe, em Cabeceiras de Basto.

A vítima de 30 anos sofreu uma fractura exposta na perna esquerda e foi

transportada de imediato para o Hospital de Guimarães.

Mondim de Basto

Semana da Juventude 2011

A Semana Municipal da Juventude, organizada em parceria com o Agrupamento Vertical de Mondim de Basto, decorreu de 10 a 12 de Maio

O programa delinea-

do para aqueles dias reflectiu a preocupa- ção das entidades responsáveis pela formação destes jo-

vens e privilegiou a sua participação na discussão de temas

da actualidade, intei-

rando-os da realida-

de social, favorecendo a capacidade de iniciativa e o sentido crítico das respon- sabilidades.

O dia 10 de Maio foi dedicado à temática das “Drogas e Dependências”, onde os

alunos tiveram oportunidade de assistir ao filme “Maria cheia de graça” e a uma Palestra orientada por um representante do Instituto da Droga e da Toxicodepen- dência. “Internet: uma rede segura?” foi o tema abordado no dia 12. No período da ma- nhã, os jovens assistiram ao filme “Rede Social” e no período da tarde à interven- ção de um Inspector da Polícia Judiciária, sensibilizando para os perigos a que as crianças e jovens estão expostos enquanto navegam. Nos dias 11 e 12 esteve presente, no recinto da Zona Verde, a torre multi-activida- des do Centro de Recrutamento de Braga.

Mondim cria Balcão Único de Atendimento

de Braga. Mondim cria Balcão Único de Atendimento A Secretária de Estado da Modernização Administrativa,

A Secretária de Estado da Modernização Administrativa, Maria Manuel Leitão Marques, deslocou-se no dia 2 de Maio à Câmara Municipal de Mondim de Basto e inaugurou o Balcão Único de Atendimento da Câmara Municipal de Mondim de Basto.

O Balcão Único de Atendimento colo-

ca à disposição dos munícipes, num único local de atendimento, um con- junto de serviços da Administração lo- cal que, até agora, se encontravam dispersos por vários espaços da autar- quia. Entre estes, encontram-se servi- ços locais relacionados com o apoio aos agricultores, urbanismo, cartogra-

fia, tesouraria, águas, saneamento, taxas e licenças, etc.

A funcionar nos dias úteis, entre as 9h00 e as 17h00, no edifício da Câmara

Municipal de Mondim de Basto, o Balcão Único de Atendimento conta com cola- boradores do município, formados para o efeito, o qual dispõe ainda de um siste- ma de gestão de filas. Com a criação deste balcão integrado concluiu-se mais uma medida do Simplex Autárquico, um programa lançado em 2008, com 9 municípios, e que conta actu- almente com o envolvimento de 121 autarquias – entre as quais se inclui a de Mondim de Basto –, mas que está aberto a todas as que se dispuserem a assumir

os mesmos compromissos e riscos.

Câmara de Cabeceiras atribui 85 bolsas de estudo

A Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto decidiu atribuir oitenta e cinco bolsas de estudo aos alunos que frequentaram o ano lectivo de 2009/2010

aos alunos que frequentaram o ano lectivo de 2009/2010 Segundo nota do gabinete de relações públicas

Segundo nota do gabinete de relações públicas e

comunicação, trata-se de uma decisão que representa um montante global de 58.220,00 euros, destinados a jovens estudantes cabeceirenses, com aproveita- mento escolar e carências económicas. Estes valores indicam a atribuição média de 685 euros por cada estudante.

O número de candidaturas aprovado pelo executivo

teve em consideração o montante global disponibili- zado no ano anterior, assim como o número crescente de candidatos, mas tam- bém factores como a taxa de inflação e a percepção social da actual crise econó- mica, que aumenta a necessidade de prestar apoio a agregados familiares com menores recursos financeiros, no que respeita aos encargos com a formação secundária e académica dos jovens, adianta a mesma nota. Esta decisão do executivo municipal enquadra-se no Regulamento Municipal de Concessão de Apoio a Estratos Sociais Desfavorecidos do Município de Cabecei- ras de Basto.

de Concessão de Apoio a Estratos Sociais Desfavorecidos do Município de Cabecei- ras de Basto. 6

adbasto aprova contas e elege novos órgãos sociais

Miguel Teixeira alerta para um “concelho campeão do desemprego e sem projecto de desenvolvimento”

Miguel Teixeira, novo Presidente da adbasto, referiu no acto de tomada de posse dos novos órgãos sociais da instituição, realizado na passada Sexta- Feira, dia 13 de Maio, que “vivemos num concelho onde todas as semanas fecham empresas e onde predomina o desemprego, particularmente entre os mais jovens”, situação que prejudica consideravelmente a sobrevivência de projectos associativos como a adbasto e de órgãos de comunicação social como o Jornal “O Basto”, que não vivem nem sobrevivem de subsídios ou donativos públicos, da Câmara ou do Governo”. Para o Presidente da adbasto “vivemos num concelho em que continua a privilegiar-se o “alcatrão e o cimento” em detrimento das pessoas e da criação e dinamização do emprego, que é aquilo que mais deveria preocupar a autarquia local. Infelizmente, “Cabeceiras de Basto é uma terra onde não existe um projecto de desenvolvimento e de futuro, com um sector comercial e empresarial que vive “asfixiado” por um Poder local, que há vários anos se esqueceu de promover políticas conducentes à fixação de empresas e criação de emprego. O resultado destas políticas estão à vista. A nossa terra transformou-se numa “fábrica de desempregados” que não têm outra alternativa, que não seja a de emigrar”, afirmou.

A adbasto (associação de desenvol-

vimento técnico-profissional das ter- ras de basto) conta desde o passado dia 29 de Abril com uma nova equipa

dirigente, eleita para o mandato 2011/ 2014. Miguel Teixeira, professor do ensino básico e secundário, é o novo Presidente da Direcção, sucedendo no cargo a Nóbrega Moura, Licenciado em Cardiopneumologia e Delegado de Informação Médica da Multinacional Novartis, que passa a ocupar o cargo de Presidente da Mesa da Assembleia Geral.

A Direcção da adbasto é ainda consti-

tuída por Luís Meireles (Vice-Presiden- te), Miguel Coelho (Tesoureiro), Elisa Magalhães (Secretária) e pelos vogais Marco Gomes, José Marinho, Júlio Pi- res, Domingos Silva e Carlos Sousa. A Mesa da Assembleia Geral, para além do Presidente eleito, é ainda constituí- da por António Basto (1º Secretário) e

Albino Antunes (2º Secretário). Final- mente, o Conselho Fiscal é liderado por Mário Leite, Hélder Vaz e Manuel Se- manas. Na Assembleia Geral da instituição, re-

alizada no passado dia 29 de Abril, foi aprovado por unanimidade o relatório

e contas da Direcção da adbasto rela-

tiva ao período entre 1 de Janeiro de 2010 e 31 de Dezembro de 2010, perí- odo que registou uma receita de 29118.69 euros e uma despesa de 28339.78 euros. No acto da eleição, o novo Presidente da Direcção referiu que uma das prio-

ridades da nova equipa dirigente, será

a sustentabilidade financeira do projec- to da adbasto, nomeadamente o apoio

à nova Direcção de Jornal “O Basto” e

da edição on line, que será designada dentro de dias, bem como uma aposta na intervenção cívica e social da insti- tuição. A adbasto pode e deve assumir

e social da insti- tuição. A adbasto pode e deve assumir Tomada de posse dos novos

Tomada de posse dos novos órgãos sociais da adbasto

um papel importante ao nível da pro- moção do debate e de expressão da cidadania, de temas que interessam e preocupam as pessoas, contribuindo desta forma para o desenvolvimento do concelho e das Terras de Basto. En-

tretanto, realizou-se no passado dia 13 de Maio, a tomada de posse dos no- vos órgãos sociais eleitos, à qual se seguiu um Jantar convívio realizado num Restaurante da vila de Cabecei- ras de Basto.

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Ricardo Dourado nomeado para a XVI Gala Globos de Ouro

Ricardo Dourado, de 30 anos, natural de Ca- beceiras de Basto, recebeu a sua primeira nomeação para um Globo de Ouro relativo à Moda na subcategoria “melhor estilista portu- guês” e tem-se destacado através das suas obras em diversos concursos. Após terminar o curso no Citex, em 2003, no Porto, onde posteriormente deu aulas, dedicou- se inteiramente ao trabalho como designer de moda. É no seu atelier que desenha, prepara e

realiza todos os acabamentos das peças de cada colecção que apresenta semestralmente na ModaLisboa desde 2004. Do seu recente, mas já vasto, currículo destacam-se as permanências nos estúdi- os de Osvaldo Martins, Lidija Kolovrat e Helena de Matos, antes de abrir o seu próprio espaço, a par da participação entusiasta em concursos de design de moda, onde se destacou.

Cabeceiras de Basto

Viva a República!

em digressão

A Praça da República de Cabeceiras de Basto serviu de cenário para a

exposição ‘Viva a República!

em digressão’, uma mostra dedicada à

primeira República em Portugal, um dos períodos mais marcantes da recente história nacional

A exposição convidou os visitantes a

acompanhar o percurso de evolução do ideário republicano, o processo de im- plantação da República, os principais

contextos e as transformações a que es- teve associada. A mostra pode ser vista numa unidade (viatura) móvel adaptada

e complementada com duas tendas de

apoio. De salientar que a exposição ‘Viva

a República!

total, por 100 concelhos de todo o país, tendo iniciado o seu percurso em Setem- bro de 2010.

Organizada pela CNCCR – Comissão Nacional para as Comemorações do Cen- tenário da República, a exposição pretende evocar as principais aspirações das gerações que se empenharam em promover e realizar as grandes causas da participação e do desenvolvimento do país.

XIII Concurso Nacional de Pesca Desportiva

do país. XIII Concurso Nacional de Pesca Desportiva Ricardo Dourado em digressão’ passará, no Em toda

Ricardo Dourado

XIII Concurso Nacional de Pesca Desportiva Ricardo Dourado em digressão’ passará, no Em toda a extensão

em digressão’ passará, no

Desportiva Ricardo Dourado em digressão’ passará, no Em toda a extensão da Pista de Pesca de

Em toda a extensão da Pista de Pesca de Cavez existem 120 pesqueiros

Realizou-se no dia 15 de Maio o XIII Concurso Nacional de Pesca Desportiva, uma prova que decorreu na Pista Inter-

nacional do Rio Tâmega em Cavez, concelho de Cabeceiras de Basto. No concurso organizado pelo Clube de Propaganda da Natação (CPN) partici- pam 57 equipas, num total de 114 pes- cadores que deram o seu melhor para levarem os troféus para casa. A ARNPD, a ARCPD, a APTA e as Asso- ciações de Aveiro e Beiras Litorais asso- ciam-se a este concurso nacional que “é bem disputado”, destaca António Barbo- sa, presidente do CPN. Em paralelo, re- alizou-se a prova de iniciação de atletas federados de competição recreativa e desportiva – Troféu Juventude. Uma prova de reconhecido mérito que traz a Cabeceiras de Basto centenas de pessoas.

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Executivo de Mondim de Basto apresenta contas PS e PSD criticam-se

de Mondim de Basto apresenta contas PS e PSD criticam-se O relatório de gestão de 2010

O relatório de gestão de 2010 do executivo mondinense foi apresentado no início do mês de Maio. Neste relatório é apresentado os resultados obtidos da aplicação do Plano de Saneamento Financeiro, que compromete a governação daquela município até 2022

Segundo o comunicado do Município Mondinense, o ano de 2010 ficou marcado pela transformação da dívida a fornecedores em dívida à banca. Houve uma

descida do aumento da dívida de 69% (em 2009) para 3% (em 2010). A contenção

do aumento da dívida deveu-se, segundo a autarquia mondinense, aos cortes e

renegociações no fornecimento de serviços e bens; com reduções na despesa em

actividades, como as festas do concelho onde foi possível reduzir a despesa em 60%; nos custos com pessoal (com anão admissão de qualquer funcionário nos quadros da autarquia, apesar da saída até ao momento de 11, ou o corte nas horas extra e ajudas de custo). O comunicado refere que estes resultados foram obtidos numa conjuntura em que o município viu as transferências do estado reduzidas em mais de 8,7% no âmbito do PEC mais os 10% em resultado do excesso de endividamento de 2008. PSD “ataca” , PS defende

O PSD de Mondim de Basto considera que os resultados apresentados pelo

executivo são uma prova que “o executivo socialista falhou”. Destacam que o executivo falhou porque houve um aumento da dívida e “se em 2010 o custo anual da amortização da dívida não chegou a 700 mil euros, em 2014 será de cerca de 2 milhões de euros”. O PSD volta a apontar um outro “falhanço” no que

concerne ao corte da despesa, nomeadamente “a saída de 11 funcionários, alguns dos quais técnicos superiores, houve um aumento do custo com o pessoal de 16% face a 2009”.

Face às críticas do PSD de Mondim de Basto ao relatório e contas de 2010, o PS

de Mondim de Basto “riposta” ao afirmar que o aumento de custo com o pessoal

em relação a 2009 “foi devidamente esclarecido em assembleia” e que “as despesas com pessoal sobem 16% porque em 2010 foram pagos 475Mil Euros de dívidas à ADSE por falta de pagamento desde 2007”. Sobre o aumento da dívida, o PS

sublinha que a dívida “diminuiu dos 69% verificados em 2009 para 3% em 2010”

e que “não conseguiu (

com a significativa diminuição da despesa, esta não foi suficiente para contrariar

o total descontrolo herdado do executivo PSD”.

porque, mesmo

)

iniciar a desejada redução da dívida (

)

Encontro de História Local no Núcleo Ferroviário de Arco de Baúlhe

Com o título Memórias do Território 2011 realizou-se no Museu das Terras de Basto (Núcleo Ferroviário de Arco de Baúlhe) um primeiro En- contro de História Local no qual se pretendeu dar a co- nhecer o território em que se insere o Município de Cabe- ceiras de Basto. Um território é um espaço multifacetado que pode e deve ser olhado de diferen- tes maneiras, sendo esse di-

ferente modo de olhar o todo, nas suas diversas e interliga- das “parcelas”, foi o mote para as conferências. O ciclo de conferências Memóri-

para as conferências. O ciclo de conferências Memóri- Museu Terras de Basto em Arco de Baúlhe

Museu Terras de Basto em Arco de Baúlhe

as

do Território desdobrou-se em dois dias, 19 e 20 de Maio, sendo o primeiro dia

de

conferências (cinco no total) e o segundo de visita ao património de Cabecei-

ras e de Mondim de Basto.

Ao Joneca!

Ao Joneca! Aqueles que amamos nunca morrem, apenas partem antes de nós Amado Nervo (Poeta mexicano

Aqueles que amamos nunca morrem, apenas partem antes de nós Amado Nervo (Poeta mexicano 1870-1919)

Num belo dia de Primavera, a notícia do teu desaparecimento apanhou “desprevenidos” muitos dos teus amigos. É daquelas notícias para as quais nunca estamos preparados. Sa- bíamos que há muito tempo travavas uma luta desigual contra a doença que te acometeu no “Verão” da vida. Nessa luta, “foste um cam- peão”, como o eras no Poço do Frade, em sal- tos memoráveis que davas para a água, nas tar- des inesquecíveis de Agosto, da nossa Juven- tude. Lembrar-nos-emos sempre do teu sorri- so, esse sorriso tão natural que contagiava to- dos os que contigo privavam. Eras daquele tipo de pessoas, com quem é extremamente fácil criar empatia e amizade. Quando nos disseram que tinhas partido, lembrámo-nos de momen- tos: das noites em que com criatividade e ima- ginação “animavas” o “Slim Bar” como DJ, dos jantares e dos convívios entre amigos, (o mais recente na Casa do Luís Monteiro), em que, mesmo já estando numa fase inicial da “doen- ça”, sobressaías pela boa disposição e alegria contagiantes. Amavas a vida. Ao pensar no que foi o teu percurso de vida, ocorre-nos as pala- vras que Fernando Pessoa disse do amigo e poeta Mário de Sá Carneiro: “Morrem jovens aqueles que os Deuses amam”. Em vida, de- monstraste sempre ser um amigo sincero, leal

e com um enorme coração, para todos os que

se relacionavam contigo. Pela tua postura per- tences àquele grupo restrito de pessoas a quem não se conhecem inimizades. Foste sempre um Homem Bom, mesmo quando “outros” foram injustos e incorrectos contigo, numa determi- nada fase da tua vida. E por isso, Joneca, este- jas onde estiveres, dizemos-te hoje o que te dissemos na altura devida: “Atira para canto e nada receies, porque estás de consciência tran- quila!” Temos a certeza de que hoje, aí no sítio onde estás, continuas a sorrir e vives uma me- recida tranquilidade, pelos momentos de ale- gria, que proporcionaste a todos os que tive- ram o privilégio de te conhecer. Que a tua alma descanse em paz. Até sempre amigo!

A Direcção, Assembleia Geral e Conselho Fiscal

da adbasto, A Direcção do Jornal “O Basto”

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De: Paula Cristina Oliveira L. Rodrigues

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Os bons e os melhores vão mais cedo!

(Este é um tipo de texto que me custa a escrever. Custa-me porque nunca gostei de escrever sobre acontecimentos tristes. E custa-me porque não consigo evitar fazê-lo. Não escrevo para um jornal desde Março de 2008, aquando da evocação do Dia do Pai, dois meses após a morte do meu saudoso Pai. Ouso agora fazê-lo em abono da memória de alguém que era amigo de todos e todos eram seus amigos. Creio que posso reclamar ter sido um dos inúmeros amigos do JONECA, o que muito me honra.)

um dos inúmeros amigos do JONECA, o que muito me honra.) FOTO ILUSTRATIVA DA IDIOSSINCRASIA DO

FOTO ILUSTRATIVA DA IDIOSSINCRASIA DO JONECA, GENTILMENTE CEDIDA PELO AMIGO ANTÓNIO CARLOS PEREIRA

A morte é a única certeza absoluta que temos des-

de o nascimento, mas – raios! – custa sempre acei-

tá-la quando leva alguém que nos é próximo, mes- mo que anunciada por doença prolongada ou avi-

sada pelo aproximar do limite da esperança de vida. Mas, então, o que dizer quando a morte surge brusca e impiedosamente, a coberto de uma doença

cobarde e cruel, e nos faz perder os melhores, interrompendo a vida de um jovem com 36 anos de idade?!

É a vida, repetimos, maquinalmente, resignados, quando vemos alguém cumprir o seu inevitável destino,

sem sequer nos apercebermos do quão paradoxal é a frase que nos serve de desabafo para justificar a

vinda da morte.

Mas o que a morte não leva e a doença não mata é a lembrança, a saudade, e a liberdade de estarmos com

o nosso amigo JONECA sempre que nos apetecer. E para isso basta recordarmos o seu rosto de gaiato

simpático, os caracóis do seu cabelo, o seu sorriso sedutor e cativante, e depois falarmos com ele, sobre tudo e sobre nada, como se estivéssemos na mesa do café a beber uma mini intercalada com duas passas

no cigarro. Conversar com os nossos mortos é, por vezes, bem mais interessante do que escutar os vivos,

conforme já ouvi alguém dizer.

O pequeno Francisco estará ainda, por esta altura, a questionar a sua Fé, revoltado pelo facto de tantas e

tão dedicadas orações não terem evitado a morte prematura do seu tio e padrinho. No cepticismo dos seus 10 anos, o Francisco ainda não entende que Deus costuma chamar primeiro os melhores para junto de Si para que estes O ajudem a continuar a ser Deus. No entanto, eu quero garantir ao Francisco, à Beatriz, à Rita e à Leonor, que o tio JONECA não fica pior lá para onde partiu, onde tem o seu querido Pai e vosso estimado Avô a acolhe-lo com um: “Sê bem-vindo!”,, conforme nos anunciou o Padre Marcelino na homiília da Missa de Exéquias.

As loas fúnebres, tal como as homenagens póstumas, tendem a tornar-se em actos de excesso unanimis- ta, ao destacar-se as virtudes dos que foram e ao apagar os seus defeitos. Ao celebrarmos o JONECA, porém, estamos isentos de correr esse risco. As suas qualidades eram tantas que tornavam triviais os nossos atributos. Pecadilhos, para além do vício do tabaco, só lhe conheci um: aquela teimosia em querer

ver nos outros apenas o seu lado virtuoso, como que medindo todos pela sua própria bitola. Talvez isso até nem fosse uma fragilidade e antes uma virtude de um ser com uma singular estatura moral.

O JONECA era assim… Era, de facto, um tipo estruturalmente bom, excepcionalmente bem formado.

Bonacheirão e sentimentalão, sem perder aquela ingenuidade que lhe parecia ser característica, mas aqui ingenuidade rima com pureza, candura, credulidade. Era o amigo de todos, transversal a todos os grupos de amigos e nada como o seu exemplo raro de companheirismo definiu com propriedade este dom de concidadania a que se convencionou chamar “amizade”. Genuíno nas intenções, afável no trato, elegante na postura, diplomata no comportamento e nobre de carácter, o JONECA era como que uma espécie de “príncipe”. Um “príncipe e cavalheiro”, melhor dizendo.

A sua emocionante e tocante despedida, que redundou numa manifestação de pesar pouco vista na nossa

Terra, retratou fielmente o seu espantoso poder de mobilização afectivo, porque o JONECA era um planta- dor de amizades e um artesão dos sentimentos.

Não pretendo, porém, terminar este texto de forma melancólica. Prefiro recordar o JONECA com a sua energia e a sua imensa alegria de viver, lutando heroicamente até ao fim, sem quebrar nem torcer. Opto por avivar as nossas inolvidáveis e aventurosas peregrinações pedestres e nocturnas de Agosto a São Bento da Porta Aberta (na companhia dos seus amigos-irmãos Quicas, Lilas, Rui, do seu cunhado Pedro, do Luís Freitas e do Tó “Pote”) como prelúdio da sua nova caminhada agora em direcção à Terra onde repousam os Homens Bons. Quero visualizar aquele seu jeito menineiro e sorrir com a sua graça espontâ- nea. Mesmo nas horas más da sua doença não recusava uma tirada espirituosa e a sua atitude optimista constante desfazia à nascença qualquer reacção mais emotiva de quem se via confrontado com o seu

debilitado estado físico. Nunca o vi mal-disposto, indelicado, quezilento, maledicente ou revoltado. O JO- NECA era assim…

A lista de contactos do meu telemóvel vai acumulando nomes de familiares e amigos que já partiram, mas

que recuso terminantemente a apagar. Os gregos diziam, e com razão, que só se morre quando os vivos nos tiverem esquecido. Por mim, o nome do JONECA será mantido eternamente na minha lista de contac- tos, como se o meu telemóvel fosse um guardador de afectos que não se esquecem e, por isso, não se apagam nunca. Para já mais nada há a acrescentar. Apenas penitenciar-me por não ter aparecido mais vezes (e como remição prometer-lhe que jamais me esquecerei de o lembrar) e testemunhar que ele não só foi “o melhor

a nadar nas águas do Poço do Frade” (mito ou realidade?) como também foi o melhor entre os bons nas

mais variadas práticas da vida. E, acima de tudo, confidenciar-lhe que foi um prazer tê-lo conhecido, um orgulho com ele ter convivido e um privilégio ter contado com a sua amizade. Até ao nosso reencontro, meu bom e gentil amigo JONECA!

À D.ª Leninha (mãe extremosa), ao Pedro, à Rita e ao Fernando (irmãos dedicados), agradeço pelo facto de

nos terem presenteado com um ser humano de inestimáveis qualidades. À Lúcia (jovem mulher-coragem e devotada companheira), a quem a morte há pouco tempo levou o Pai e agora o amantíssimo namorado, faço

votos para que a vida ainda venha a reservar-lhe merecidos momentos de intensa felicidade.

AUGUSTO JOÃO TEIXEIRA

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20 de Maio de 2011

A inauguração do Hospital Júlio Henriques em 1959

Por Mamede Mendes

O Hospital da Santa Casa da Misericórdia foi inaugurado em 26 de Junho de 1959, por sua Ex.cia o Senhor Presidente da república, Contra – Almirante Américo Tomás, acompanhado de suas Ex.cias os Ministros do Interior e das Obras Públicas, respectivamente Coronel Arnaldo Schulz e Engenheiro Arantes de Oliveira, Subsecretário da Educação Nacional, Dr. Baltazar Rebelo de Sousa, Governador Civil do Distrito de Braga e outras altas individualidades.

O Cortejo Presidencial apeou na Praça da República, onde

recebeu as boas vindas de toda a Câmara Municipal e per- correu depois, a pé, o trajecto até ao Hospital, por entre as

ruas atapetadas com serrim colorido que apresentavam diversos desenhos com motivos navais, como âncoras,

velas, além da Bandeira Nacional e outros motivos. A par-

tir do portão de entrada do edifício, encontrava-se uma lin-

da passadeira de flores, com vários desenhos artísticos. As janelas e sacadas estavam engalanadas com ricas col- chas, as crianças das escolas do concelho ladeavam as ruas que conduziam ao novo Hospital e uma multidão imen- sa, como não há memória no nosso concelho, aclamava freneticamente o Chefe de Estado, ao mesmo tempo que as crianças lançavam flores e, ainda, as pessoas que se encontravam nas janelas. Uma vez já dentro do Hospital Sua Excelência apareceu numa das janelas e daí agradeceu as aclamações deliran- tes da multidão que se comprimia em frente ao Hospital. Alguns dos membros do Cortejo Presidencial disseram mesmo que esta fora uma das maiores recepções feitas ao Senhor Presidente da República na sua digressão pelo Norte do País. Finda a recepção, foram abertas as portas e auto- rizada a visita ao novo edifício do Hospital a todos que o desejassem, tendo milhares de pessoas penetrado nas suas instalações, examinando não só em si a sua construção, bem como o seu mobiliário e equipamento. Foi na realidade um dia extraordinário para Cabeceiras e só quem, como eu, teve o prazer de assistir a esse facto, pôde testemunhar.

O Hospital tomou a designação de Professor

Contudo, esse dia haveria de ficar assom- brado para o Sr. Agostinho Barroso de Car- valho, uma vez que os carteiristas, no meio de toda aquela confusão, surripiaram-lhe a carteira, com algumas dezenas de contos.

Em 26 de Junho de 1959 Cabeceiras tinha, finalmente, um Hospital. Da esquerda para a direita: Dr. Francisco Meireles, Padre Francisco Barreto, Arcebispo de Braga e Santos da Cunha, Governador Civil de Braga

Foi Delegado Escolar concelhio

O Professor Benício partiu sem aviso prévio…

Aos 68 anos de ida- de, faleceu o Prof. Benício de Sousa, vi- timado por um trai- çoeiro aneurisma. A notícia da morte des- te reputado cabecei- rense colheu de sur- presa os seus fami- liares e os seus inú- meros amigos, sen-

O Professor Benício (assinalado pelo círculo) num convívio desportivo entre directores e jogadores do Atlético, no desaparecido Campo das Pereiras

do recebida no meio local com grande consternação. Figura muito popular e respeitada, Benício de Sousa foi Professor do antigo Ensino Primário, tendo sido ainda Sub-Delegado e depois Delegado Escolar concelhio. Desde jovem ligado ao movimento associativo local, o activismo do Prof. Benício distinguiu-se no Atlético Cabeceirense, tendo participa- do no processo de refundação desta colectividade no início da década de 70, do século passado. Dirigente activo durante longos anos, o nome do Prof. Benício está umbilicalmente ligado ao passado glorio- so do Atlético, como a chegada do clube aos nacionais de futebol. Amante da modalidade e profundo conhecedor dos seus meandros, fez sempre questão de evidenciar a sua grande paixão pelo Sporting Club de Portugal. O seu “Sportinguismo” e a sua “presença crónica” no emblemático Café Cabeceirense (ou Café do Armindo) eram, ali- ás, as imagens de marca do popular Prof. Benício. Ainda no aspecto desportivo, registe-se que foi durante décadas colabo- rador do extinto “O Jornal de Cabeceiras”, sendo o responsável pela res- pectiva página desportiva. Foi também dirigente do Clube Cabeceirense. Muito respeitado na classe e estimado pelos colegas, o Prof. Benício participou na fundação da Associação de Professores de Basto. No plano político, destacou-se por ter sido um dos fundadores da secção local do PSD, nunca negando a sua condição de social-democrata. Na hora do seu adeus, saliente-se o facto de a sua urna ter sido transportada por vários colegas de profissão, como última e justa homenagem ao Amigo, Companheiro e Homem Bom que o Prof. Benício de Sousa sempre foi. À família enlutada, aos seus colegas e amigos, o Jornal “O Basto” e a ADBASTO apresentam os sentidos pesamos. Paz à sua alma!

NOTA DA REDACÇÃO: Sabemos que o momento sugere recato, mas situações há que não podemos ignorar nem deixar de denunci- ar, sob pena de nos tornarmos cúmplices de procedimentos imper- doáveis. Conforme acima referimos, a ligação do Prof. Benício ao historial do Atlético Cabeceirense é pública. Como tal, não deixou de causar estranheza, e até revolta, a ausência de uma representação oficial do clube no funeral do seu antigo dirigente. No mínimo, exi- gia-se a presença de um símbolo distintivo nas cerimónias fúne- bres, por exemplo, o estandarte do Atlético a cobrir a urna. Por dever de memória (que os actuais dirigentes do clube aparentam não ter), jamais poderíamos deixar de fazer este reparo. Nós, por cá, ainda cultivamos a gratidão…

clube aparentam não ter), jamais poderíamos deixar de fazer este reparo. Nós, por cá, ainda cultivamos
este reparo. Nós, por cá, ainda cultivamos a gratidão… Júlio Henriques, por se considerar ser uma

Júlio Henriques, por se considerar ser uma modesta, mas justíssima homenagem à me- mória do Professor insigne que foi na Uni- versidade de Coimbra, cientista de renome mundial em Botânica, natural do nosso con- celho. Anos antes, ou seja em 1952, realizou-se um cortejo de oferendas para obtenção de fun- dos necessários à realização da construção do novo Hospital, cujos resultados tiveram retumbância nacional, visto ter sido calcula- do o seu rendimento em mais de mil contos. Das exortações de algumas entidades quer religiosas, quer civis e, ainda, da campanha

levada a efeito, resultaram grandes donati- vos, dos quais se salientam: - Doação da Quinta do Hospício feita pelo Sr. Manuel Fili- pe Vilela Passos, avaliada em mais de cento

e cinquenta mil escudos; D. Maria Zulmira

de Lima Henriques, cem mil escudos; D. Lau-

ra Antónia de Moura Coutinho Valverde, cem

mil escudos; Comendador Frutuoso Pereira Ramos, cem mil escudos e subsídio do Mi- nistro do Inteior, cem mil escudos. O cortejo de oferendas reuniu várias centenas de car- ros com donativos em géneros, lenhas e ma- deiras. Decorreu com o maior brilho, entusi- asmo e interesse da população, tendo ficado na memória de todos como uma das maio- res manifestações de caridade realizada, até essa data, no nosso concelho.

NECROLOGIA

realizada, até essa data, no nosso concelho. NECROLOGIA João Vasco de Sousa Martins Pacheco (Refojos de

João Vasco de Sousa Martins Pacheco

(Refojos de Basto)

Nasceu a 19/01/1975 Faleceu a 05/05/2011

(Refojos de Basto) Nasceu a 19/01/1975 Faleceu a 05/05/2011

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querido.querido.querido.querido.querido. NECROLOGIA NECROLOGIA Adolfo Teixeira Lopes Camelo (S.

NECROLOGIA

NECROLOGIA

NECROLOGIA NECROLOGIA Adolfo Teixeira Lopes Camelo (S. Nicolau - Cabeceiras)

Adolfo Teixeira Lopes Camelo

(S. Nicolau - Cabeceiras)

Nasceu a 14/03/1927 Faleceu a 09/05/2011

- Cabeceiras) Nasceu a 14/03/1927 Faleceu a 09/05/2011

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querido.querido.querido.querido.querido. Deolinda Teixeira Leite (S. Nicolau - Cabeceiras) Nasceu
querido.querido.querido.querido.querido. Deolinda Teixeira Leite (S. Nicolau - Cabeceiras) Nasceu

Deolinda

Teixeira Leite

(S. Nicolau - Cabeceiras)

Nasceu a 19/10/1915 Faleceu a 01/05/2011

- Cabeceiras) Nasceu a 19/10/1915 Faleceu a 01/05/2011

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querido.querido.querido.querido.querido. Palmira Gonçalves (Asnela - Riodouro) Nasceu a 28/11/1928
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Gonçalves

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Nasceu a 28/11/1928 Faleceu a 01/05/2011

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E agora?

Por Alexandre Vaz

A dominação não basta. É necessária uma ideolo-

gia da dominação. A maioria não conta. O que conta

é a ideologia que a submete à minoria. Todo o poder consiste no controlo de uma maioria por uma mino- ria. Essa é também a essência de qualquer regime democrático. A ideologia da dominação garante à minoria a eleição pela maioria.

A ideologia é uma crença. Fazer crer aquilo em

que se traduz o argumento político. Os meios de comunicação são o teatro. A estética, a ilusão per- feita. A verdade virtual sobrepõe-se à verdade real. Não se pode arrancar a máscara: já está colada à cara. As televisões vendem imagens. Os seus clientes são empresas de publicidade. O mercado garante a equi- valência das mercadorias. Aquilo a que chamamos “informação” é apenas uma delas. O pluralismo ide- ológico é uma espécie de estante de supermercado

no meio do shopping global. Este é o pluralismo a

que temos direito. O pluralismo do consumo, e não

o

da cidadania.

O

mercado reduz tudo a mercadoria, incluindo a

justiça, a educação, a saúde, o saber, a arte, o sexo, a religião e, claro, a política. O mercado toma lugar da ideologia na exacta medida em que se transforma na mais “ diáfana” das ideologias:

aquela que se dissimula a si própria e nos apare- ce sob a forma de mera “ duplicação daquilo que já é”.

Agora chegou a vez do Estado. A constituição políti- ca, os direitos fundamentais, os órgãos de soberania, os partidos, cada vez mais partidos, as eleições pare- cem relegados para o museu das velharias inúteis. Os verdadeiros órgãos do poder político já não estão em Portugal, nem sequer na União Europeia, muito menos respondem perante o eleitorado. Eis o resultado da situação a que chegámos: “lixo”. Os órgãos de informação são infatigáveis no diag- nóstico. Parece ser agora a “mercadoria” que mais vende. Qual é a TV, o programa, o pivot que estão a ganhar no ranking das quotas de audiência? As em- presas de publicidade estão atentas. As direcções de informação também… Lixo - verdadeiramente – é, porém, este monumen- tal vazio de ideias e de projecto a que a Europa chegou, esta crispada imagem de sem - poder que nos transmitem as instituições políticas, este es- pectáculo pornográfico de usura à escala mundial ( num mundo de fome e de miséria! ) , este clima sombrio e de muito mau presságio de fim de festa da democracia. A política cedeu lugar à economia, e esta, por sua vez, apropriou-se da política. Ao contrário do que se diz, a crise das dívidas soberanas e o ataque ao euro não resultam dos “mecanismos” do mercado, nem são consequência inevitável de factores eco- nómico-financeiros. Usa-se a máscara de uma agenda financeira para impor uma agenda política. Ao mesmo tempo, são silenciadas as vozes incó- modas, mesmo que sejam prémios Nobel da Eco- nomia. Quem reina agora são os especuladores (“jazemos e possuímos”). As agências de rating são os seus orá-

culos. Geraram um novo produto transaccionável:

o Estado mercadoria. São milhões de pessoas, Es-

tados inteiros oferecidos em holocausto à gula do capitalismo de casino.

O descarado gáudio de alguns com a entrada do

FEEF/ FMI não vem somente das grandes negocia- tas em perspectiva com a liquidação do Estado so- cial. Vem do sabor antecipado de triunfo sobre os próprios mecanismos democráticos. Trata-se de con- frontar o eleitorado com o facto consumado das decisões “técnicas”.

Nunca a ideologia de dominação foi tão sofisticada.

Já não lhe basta “assegurar” o sentido do voto. Pre-

tende também torná-lo obsoleto.

Adenda – Um dinamarquês e dois alemães, repre- sentantes da troika convocaram todos os estupo- res do nosso país para lhes apresentar o programa político e económico da Pátria para os próximos anos. Três homens, assessorados por três deze- nas de técnicos, tomaram conta da nossa Pátria. Houve e há reacções indignadas, mas bufem-lhe ao rabo. Os indígenas percebem finalmente que o

Presidente da República, os 230 deputados e as forças políticas servem para muito pouco, talvez dizer amen, sim senhor, ou mesmo para coisa ne- nhuma. São adereços de luxo de uma democracia que falhou em toda a linha nestes trinta e sete anos de vida atribulada. Agora, quem manda são três senhores. Chegam e sobram para formar o verda- deiro Governo de Portugal. Deixem-se, os vende- dores de banha-da-cobra, de tretas, de lérias e de ilusionismos nas eleições! Portugal, por si mesmo,

é ingovernável.

NECROLOGIA

NECROLOGIA

NECROLOGIA

é ingovernável. NECROLOGIA NECROLOGIA NECROLOGIA D. Ana de Magalhães Barbosa (Faia) Nasceu a 15/02/1933

D. Ana de Magalhães Barbosa

(Faia)

Nasceu a 15/02/1933 Faleceu a 14/04/2011

Barbosa (Faia) Nasceu a 15/02/1933 Faleceu a 14/04/2011

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querido.querido.querido.querido.querido. Francisco Pereira (Esturrado - Cavez) Nasceu a 17/04/1928
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Francisco

Pereira

(Esturrado - Cavez)

Nasceu a 17/04/1928 Faleceu a 26/04/2011

(Esturrado - Cavez) Nasceu a 17/04/1928 Faleceu a 26/04/2011

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querido.querido.querido.querido.querido. David Fernandes de Oliveira (Riodouro) Nasceu a 10/03/1953
querido.querido.querido.querido.querido. David Fernandes de Oliveira (Riodouro) Nasceu a 10/03/1953

David Fernandes de Oliveira

(Riodouro)

Nasceu a 10/03/1953 Faleceu a 26/04/2011

Oliveira (Riodouro) Nasceu a 10/03/1953 Faleceu a 26/04/2011

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querido.querido.querido.querido.querido. Francisco Tomás dos Santos (Moimenta - Cavez) Nasceu a
querido.querido.querido.querido.querido. Francisco Tomás dos Santos (Moimenta - Cavez) Nasceu a

Francisco Tomás dos Santos

(Moimenta - Cavez)

Nasceu a 07/02/1927 Faleceu a 03/05/2011

(Moimenta - Cavez) Nasceu a 07/02/1927 Faleceu a 03/05/2011

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querido.querido.querido.querido.querido. Francisco Alves (Arco de Baúlhe) Nasceu a 01/04/1943
querido.querido.querido.querido.querido. Francisco Alves (Arco de Baúlhe) Nasceu a 01/04/1943

Francisco

Alves

(Arco de Baúlhe)

Nasceu a 01/04/1943 Faleceu a 09/05/2011

(Arco de Baúlhe) Nasceu a 01/04/1943 Faleceu a 09/05/2011

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querido.querido.querido.querido.querido. D. Maria Alice da Costa (Arco de Baúlhe) Nasceu a
querido.querido.querido.querido.querido. D. Maria Alice da Costa (Arco de Baúlhe) Nasceu a

D. Maria Alice da Costa

(Arco de Baúlhe)

Nasceu a 06/05/1933 Faleceu a 17/04/2011

(Arco de Baúlhe) Nasceu a 06/05/1933 Faleceu a 17/04/2011

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querido.querido.querido.querido.querido. Todos os serviços fúnebres estiveram a cargo da Dignidade

Todos os serviços fúnebres estiveram a cargo da

Dignidade

Prestígio

Profissionalismo

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Telefone/Fax 253 768 028 - Telemóveis 966110549 / 96116183

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Pompas

fúnebres

exclusivas

12

- Telemóveis 966110549 / 96116183 Email: funeraria.carvalho@sapo.pt Pompas fúnebres exclusivas 1 2 20 de Maio de

20 de Maio de 2011

Mário Leite* (Professor)
Mário Leite*
(Professor)

Blogue do Professor

http://bloguedoprofessor.blogspot.com

Se assim não for… mal de nós!

temos de pagar, acrescidos dos inevitáveis juros e a taxas que se foram agravando ao longo dos tempos. Chegámos à beira da bancarrota. Como disse

o Ministro das Finanças, “já não há dinheiro” a partir de Maio. Pois agora, também é chegado o momento de os portugueses afirmarem a sua vontade, exercer o seu direito de voto e dizer a José Sócrates que para ele “NÃO HÁ MAIS VOTOS”. Só com uma mudança clara de opção política, de responsáveis e com uma nova maioria, Portugal poderá iniciar o longo calvário da recuperação. Se assim não for… mal de nós!

Falar verdade

Como estamos em campanha eleitoral, parece que tudo é permitido. Diz-se uma coisa e o seu contrário, com a mesma cara e o mesmo despudor. Tivemos já no passado o exemplo de que as mentiras se sobrepuseram à verdade. Hoje parece que se quer continuar pelo mesmo caminho. De nada vale o apelo feito pelo Presidente da República e pelos seus antecessores que pediram coerência e verdade no discurso político nesta campanha eleitoral. Só com verdade, com clareza se podem fazer escolhas conscientes e responsáveis. Espero que neste período de campanha ainda seja possível ouvir a verdade da situação do nosso país, que com verdade nos sejam apresentadas as medidas que realmente pensam aplicar, que com a verdade os portugueses possam escolher o melhor para Portugal.

* Colaborador

Nestes dias, correm ventos de mudança. Depois de muitos anos de

imobilismo, presos por preconceitos ideológicos, por interesses, apenas por preguiça de pensar e de agir, chegamos a um ponto de ruptura. Ou mudamos ou somos obrigados a mudar. Acabou-se o dinheiro e não há mais para continuar na mesma. Pensar que tudo pode manter-se, o nível de vida, o consumismo, o esbanjamento, é pura ilusão, é somente acabar na mais dura miséria. Mas foi este o caminho iniciado há já algum tempo e que a última meia dúzia de anos se encarregou de agravar e mostrar quanto é errado o percurso tomado. Uma pessoa, uma família, um País só é

sustentável se tiver equilíbrio nas suas contas. Gastar mais do que o que ganha, o que produz, nunca poderá levar ao enriquecimento e à melhoria da qualidade de vida. Melhor…, pode por algum tempo, mas depois seguir-se-á um penoso trajecto de consolidação, de pagamento de dívidas, verificando-se que de nada valeu o querer dar um passo maior do que as pernas.

É assim em todo o lado. E os financiadores,

sejam eles quais forem, nunca o são por

amizade, caridade ou justiça social. São-no no exercício de uma actividade que se pauta apenas pelo lucro, quanto maior melhor.

O desgoverno de José Sócrates, durante seis

anos, aumentou a dívida em cerca de 80 mil

milhões de euros. Dinheiro que não tinha, dinheiro que não produzimos, dinheiro que

Albino Antunes* refractário.
Albino Antunes*
refractário.

O QUE OS OLHOS MORTAIS

NÃO ENXERGAM

(CAPÍTULO LXXIV)

Neste capítulo vou fazer a abordagem possível sobre as causas que levam os espíritos ao estado

e outras perguntas fazem parte do nosso ajustamento para seguir o guião evolutivo. Não fazendo ajustamentos ao nosso padrão

evolutivo, é continuar na linhagem de lutar apenas para viver bem. Isto é, viver para baixo, alcançar

o máximo de bens materiais e ignorar que há

mais vida para além da matéria. Depois ao abandonar a velha carcaça, olha-se para trás

entra-se em consternação, fobia, continuando no apegamento aos bens materiais, evitando a todo

o custo ascender ao plano espiritual com medo

do castigo que nos incutiram enquanto prisioneiros no físico. O caro leitor já imaginou o Deus a castigar, à espera do desgraçado para lhe dar umas reguadas e deitar ao fogo! Pensando assim, é o mesmo que pensar que Deus não tem mais nada que fazer, é pensar que Ele é o perigoso lá do sítio. Acho que devemos pensar

de outra forma. Pensar que Deus é bom, está á nossa espera e fica triste quando nós saímos do nosso caminho original. O nosso espírito está equipado com uma espécie de disco “rígido” e não nos elevamos para planos superiores sem que esse disco esteja limpo das gravações do mal. Assim Deus não precisa de castigar, apenas se limita a esperar. Somos nós próprios que nos castigamos com a necessidade que temos de limpar o que sujamos. Sem limarmos as arestas não passamos na porta estreita, é um trabalho individual e intransmissível. Quem são os que avançam para o estado de refractários? São aqueles que apenas acreditam no castigo eterno, os preguiçosos e orgulhosos que tentam evitar reparar o mal que infligiram a terceiros enquanto seres integrados na matéria.

As principais causas são a ignorância e o medo. Ignorância por terem levado uma vida terrena de incredulidade ou foram encharcados com mentiras. Medo porque desconhecem quem são

e para onde vão.

Se o ser humano soubesse quem era, de onde

veio, para onde vai e o que anda cá a fazer, a energia do mundo era diferente, as pessoas viviam melhor, eram mais felizes, não havia corrupção, guerras ou outros conflitos gerados pelo ódio e inveja. O Mundo seria menos dual

e a energia era mais positiva. Lembrem-se que

a energia do planeta está comprometida, porque

a humanidade passou a adorar um novo Deus

o dinheiro. O dinheiro é preciso porque é o

instrumento de troca pelos bens essenciais, mas

é preciso que seja bem ganho.

Quando nos sentimos mal, sem razão aparente, talvez seja o Universo que nos está a alertar para mudarmos a polaridade energética. Neste caso, devíamos interrogar-nos sobre os

seguintes pontos? Será que o caminho que estou a trilhar é o certo, como é que classifico o meu próximo, qual é o grau de tolerância em relação aos nossos semelhantes, será que estou

a proteger a Natureza, será que estou a ser

demasiado incrédulo em relação à nossa gente do plano espiritual, será que não estou a ser razoável com a interpretação que faço sobre os desígnios de Deus e será que sou justo, estas

Paulo Pinto* (Professor)
Paulo Pinto*
(Professor)

Não, Sr. Primeiro Ministro

José Sócrates deu sempre a imagem (e que bem que ele cuida da sua imagem!) de um líder político seguro, determinado e competente. Um socialista moderado e pragmático, tipo Tony Blair, mas com o

carisma e o perfil levemente autoritário que os Portugueses sempre apreciaram num chefe de Governo. Um homem sério, organizado e dedicado à sua função – mais ou menos as mesmas qualidades que em tempos levaram Cavaco Silva a duas maiorias absolutas. Além disso, e ao contrário de Cavaco, José Sócrates depressa se tornou estrela junto dos medíocres líderes europeus actuais: Sarkozy, Berlusconi, Merkel e companhia. É relativamente jovem, enérgico e fica bem nas fotografias: «Nossa!», dizia uma prima minha que é brasileira, «Vejam só, vocês têm um bonitão chefiando o Governo. Que cara mais charmoso!» Pois… É verdade que, visto mais de perto, se notavam as feias borbulhas da teimosia e as espinhas do orgulho narcísico.

E que se percebia um carácter algo insensível e maquiavélico.

E muitas foram as suspeitas sobre irregularidades em que teria estado envolvido. Mas nunca se provou nada em concreto, e a um bom governante alguns pecadilhos sempre se perdoam. Contudo, o que os últimos tempos provaram, com pouca margem para dúvidas, é que os defeitos eram reais e as qualidades, em boa medida, eram ilusórias. José Sócrates conduziu o País para um descalabro económico e social sem precedentes. Acumulou decisões erradas e delapidou as finanças públicas, numa demonstração flagrante de incompetência (na melhor das hipóteses…). Pior ainda: mentiu aos Portugueses repetidamente, iludiu e manipulou, pondo

sempre a táctica eleitoral e o jogo do poder à frente do interesse público, e nunca se lhe viu um assomo sincero de auto-crítica.

E

continua, hoje e sempre, igual a si próprio. Recusa o diálogo,

e

acusa os adversários disso mesmo; nega qualquer

responsabilidade, e atribui-a toda a outros; proclama hoje uma coisa, e amanhã, sem qualquer escrúpulo, pede-nos que acreditemos nele quando afirma o contrário; constrói as suas fantasias e hologramas, e usa os seus truques mediáticos para nos deitar pela milésima vez poeira para os olhos. O Partido Socialista, pelos vistos, está com o seu líder. Se o Partido Socialista acha que este é o líder que merece, tudo bem; mas Portugal é que fica a perder se este homem continuar primeiro-ministro. Os resultados da sua governação estão à vista. As alternativas têm muito que se lhe diga, é verdade; deveríamos apostar antes na incógnita de Passos Coelho, com

a sua ideologia liberal, na retórica com traços populistas de

Paulo Portas, ou nas propostas arriscadas dos partidos à esquerda? Não é fácil decidir. Em qualquer dos casos, é praticamente certo que nenhuma destas forças governará o País. Quem vai governar-nos será

a troika, o FMI, a União Europeia. Os nossos credores ditarão,

no essencial, a nossa política interna nos próximos anos. Não

podemos nós, eleitores, mudar essa evidência; mas podemos garantir que quem insiste em nos tomar por parvos para satisfazer o seu ego desmedido não continue sentado no seu cadeirão de S. Bento.

*Colaborador

Quando um ser errante, após a morte física, vê em retrospectiva a vida que levou, imagine a aflição se matou, roubou, difamou, violou, promoveu guerras, conscientemente conspurcou a Natureza apenas para angariar dinheiro e não acredita na evolução espiritual, mas sim no castigo eterno, tenta por todos os meios fugir desse castigo em que acredita e entra no estado refractário, ignorando que está a atrasar o seu processo evolutivo e que mais tarde ou mais cedo tem de limpar esse passado com retornos sofríveis na matéria. No próximo capítulo vou fazer uma abordagem possível sobre o

tema – afinal o que é que lhe causa aflição.

*Colaborador

Os artigos de opinião publicados são exclusivamente da responsabilidade dos seus autores, não vinculando o Jornal “ O Basto”.

são exclusivamente da responsabilidade dos seus autores, não vinculando o Jornal “ O Basto”. 20 de

20 de Maio de 2011

são exclusivamente da responsabilidade dos seus autores, não vinculando o Jornal “ O Basto”. 20 de
Marco Gomes (Sub-Director)

Marco Gomes

(Sub-Director)

Editorial

“Toika”

“FMI muda a face dos concelhos de Basto”, é este o título da notícia que está em destaque nesta edição. O jornal “O Basto” pretende abrir uma discussão sobre alguns pontos do memorando que implicarão profundas mudanças na sociedade de Basto. Nomeadamente, na proposta de fusão/

agregação de espaços administrativos (freguesias, concelhos) da Região de Basto. Será criado, tendo em conta o objectivo de debater este assunto, um fórum de discussão no sítio do jornal na Internet (http://www.jornalobasto.com) em que qualquer cidadão poderá expressar a sua opinião e propor ideias sobre os assuntos a debater. Pretendemos com este instrumento fomentar a discussão democrática sobre um assunto muito importante para a sociedade de Basto. A reorganização administrativa de Portugal era necessária. O ditame da “troika” é o catalisador deste processo, no entanto deveremos promover a discussão para que a reorganização seja feita com consistência, razão e fundamentação rejeitando o esquadro economicista (o que provocaria uma reorganização “cega” e inconsistente) e a “cegueira bairrista”. É necessário uma discussão clara e objectiva, e o jornal “O Basto” a deligenciará.

As medidas presentes no memorando de entendimento entre o FMI, BCE e a União Europeia com o Estado português irão orientar a política e a governação nos próximos anos. Estas medidas, subscritas pelo PS, PSD e CDS-PP com intuito de prover à ‘troika’ uma espécie de garantia de aplicabilidade da “substância” presente no memorando, ao serem aplicadas, promoverão a recessão ou seja o empobrecimento do país. Não há quem consiga “disfarçar”

esta previsão. É a própria “troika” que a afirma. Mas há algo que a “troika” não diz mas está claramente visível: o empréstimo a Portugal é incomportável. Existem dois fortes argumentos que sustentam esta conclusão:

a) os juros são ususários, abusivos e praticamente impagáveis pois

consubstanciam-se em cerca de 30 mil milhões de euros (4 mil milhões de

euros por ano durante o período de pagamento), ou seja, pedimos emprestado 78 mil milhões de euros e pagamos cerca de 40% deste valor em juros. O que

é

matematicamente possível torna-se economicamente impossível;

b)

as medidas ditadas pela “troika” são medidas promotoras de recessão

económica (empobrecimento do país) o que impossibilitará o pagamento total

do empréstimo. Poderá ser uma contradição que a “troika” imponha “ajustamentos” que impeçam o pagamento da dívida. Mas a questão é outra. A “troika” é, a grosso modo, uma comissão liquidatária -está a fazer o seu trabalho em função dos interesses dos financiadores. Portanto, não é correcto apelidar de “ajuda externa” o empréstimo do BCE/UE/ FMI a Portugal. É um eufemismo de evitar, pela simples razão de “mascarar” a realidade. O que se está a passar aqui é claro: o Estado português necessita de um empréstimo e pede-o a um conjunto de financiadores. É um negócio. É um bom negócio para quem nos empresta e é um mau negócio para o Estado, porque contrai uma dívida maior para pagar uma dívida menor (dando em contrapartida todo um programa de retrocesso civilizacional). A DECO explica magistralmente porque não se deve contrair uma dívida maior para pagar uma dívida menor: incita um espiral de dívida que só pára na insolvência. Caminhamos para a falência do Estado. É quase certo que o Estado não consiguerá pagar o que pediu emprestado (pelo menos nas condições actuais).

O que se devia estar a fazer neste exacto momento era renegociar e reestruturar

a nossa dívida pública, ou seja, criar condições para que possamos pagar o

que realmente devemos e descartar as dívidas que o Estado contraíu por via da corrupção (Parceria Pública-Privadas, Submarinos, etc.). É inevitável que o façamos. Quanto mais cedo houver esta reestruturação, menor será o empobrecimento do país. Adiar este solução é, para além de empobrecer o país, comprometer todos os portugueses a um futuro pouco recomendável. Conlusão: este empréstimo, que muitos dizem ter sido inevitável, foi evitável. Está orquestrado pelas entidades que o definiram para não ser cumprido e para que em nome deste se se implementem medidas que democraticamente nunca seriam implementadas. É um exemplo da “doutrina do choque”, que preconiza impor uma visão da sociedade e da economia através de “políticas de choque” -apelidadas de inevitáveis e não escrutinadas pela democracia.

Lugar de Sobreiro - Real 4700 - 272 BRAGA e-mail: dc-cci@netc.pt Telefone 253 625 644

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Opinião

ALERTA

Telefone 253 625 644 Telef. Fax. 253 662 661 Opinião ALERTA Ilídio Santos * “ h

Ilídio Santos*

há logo quem diga que é insignificante o impacto nas contas e que a atitude é popularucha

Julgo não haver um único português que não se interrogue sobre as razões que determinam que os principais líderes políticos teimem em tratá-los como mentecaptos de fundo de escala. Qualquer personagem minimamente sensata ou meio comunicacional informativo, dá como adquirido que as propostas políticas a sufragar em 5 de Junho, são as que impõe e constam do memorando

elaborado pela troika… ou triunvirato. Entendo assim de pura demagogia e requintada hipocrisia que os principais candidatos partidários às eleições, se disponham a apresentar e a discutir programas de governo que não têm qualquer significado ou viabilidade prática.

È sintomático o embaraço e a inoperância, quando qualquer deles pretende esclarecer o

sentido prático e objectivo de qualquer medida que anunciam.

O problema maior que, no tempo que passa, deve preocupar qualquer português, resume-

se, de facto, em saber, quem, no final das contas fica na bancarrota. Porque alguém fica. Não será o País, enquanto entidade abstrata, será certa e concretamente a maioria dos

cidadãos. É quase insultuoso que sejamos confrontados com propostas de governação

que, segundo os seus proponentes, ambicionam ir ainda mais além nos sacrifícios a que

já estamos obrigados.

Eles não discutem a exequibilidade do programa externo de governo, nem o que isso representa na vida dos cidadãos, antes, insistem em afrontar-nos como gente de um País delinquente, capaz de suportar cargas sucessivas de incompetência e manifesta falha nas responsabilidades. Nas suas disputas de cozinha, o subconsciente destes artistas trabalha num automatismo tão perfeito, que encaminham a discussão política para questões que transmitam aos portugueses o medo necessário, choque indispensável para uma sangria sem dor. Há grande unanimidade quanto à exigência do acordo subscrito com os organismos internacionais, porém, o comportamento dos artífices da desgraceira que se abateu sobre o país real, dá-

nos a entender que o nosso problema se resume à questão da redução da taxa social única.

À volta deste tema, as soluções partidárias são as mais variadas e desconexas, capazes de

produzir uma desinformação que, de tão elaborada e repetida, já nos convenceu de que é coisa menor e de solução a que nos habituaremos rapidamente. Factura para os do costume… Eles comprometeram-se a equilibrar as contas, na base de uma redução da despesa em 2/3 e aumento da receita em 1/3. Como já toda a gente percebeu que, quando se fala (e já não se fala), na redução da despesa pela via da diminuição do número dos deputados, dos CA,s das empresas públicas, dos institutos, das assessorias e pareceres, das empresas municipais e regionais, há logo quem diga que é insignificante o impacto nas contas e que a atitude é popularucha. Tudo o que seja tocar nestes privilégios e, em muitos casos, afrontar autênticos

saqueadores da coisa pública, rapidamente percebemos como chagamos até aqui e porque se torna imperioso varrer de alto a baixo o lixo partidário que vive às nossas custas. Nos partidos, eles elegem-se suportados por uma minoria cujo comportamento roça a senilidade, assim, desafio-vos a votar a 5 de Junho, pese embora não ser essa a vontade da maioria, mas,

atenção, estes salafrários vão para o poder nem que seja com um só voto.

* Colaborador

O Príncipe de Maquiavel Dá! Dá ao povo (e não só), dá sempre (não do

O Príncipe de Maquiavel

Dá! Dá ao povo (e não só), dá sempre (não do que é teu bem entendido), isso agrada não te prejudica, aconselhava Maquiavel ao príncipe. Hoje a ideia do estado social (o Estado que deve dar) serve à maravilha para que o nosso príncipe ande em algazarra a arengar - Sou eu, sou eu quem dá mais” em cínica observância a Maquiavel. Assim foi que o povo, a

modos de leilão, duas vezes escolheu aquele que insiste ainda em proclamar ser quem muito bem deu (à terceira só cai quem é…!). E deu-se para aí o dinheiro possível e impossível até à ruína total. Maquiavel ter-lhe-á dito “Dás do que não é teu, logo, que tens a perder! E se não há, pede emprestado, contrata com esses do vil metal que ainda nada perdes! E para pagardá de igual, com uma mão dá com outra (a)tira com o PEC” (o último é que foi uma pena perder-se, esse luxo da salvação deste lixo, na classificação das agências funerárias …perdão, financeiras). Agora, quem ouve o dito concorrendo ao futuro governo, vê-o novamente a proclamar como sendo aquele que mais dará, ou se quiserem, menos tirará. O príncipe cessante candidata-se a príncipe. Essa ideia malsã (maquiavélica) de enganar o povo aconteceu na vetusta Roma (dava-se o social pão e circo) o que levou à morte, aquela república. Cícero viu-o

e proclamou “– historia, testis temporum, lux ueritatis, magistra uitae, nuntia uetustatis, docet…” - a história, testemunha dos tempos, luz da verdade, mestra da vida, mensageira do passado, ensina…ser o melhor governo o governo dos melhores.

O que precisamos é de Homens…Não esqueçam!

*António Basto

* Colaborador

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14

Telefone: 256 661 460, Fax: 256 673 861, e-mail: grafica@coraze.com | Tiragem: 3500 xemplares . 14

20 de Maio de 2011

Gaspar Miranda Teixeira*
Gaspar Miranda
Teixeira*

Discurso Directo!

“Portugal parece cansado de ter tudo sem esforço, resultado do trabalho de gerações anteriores. Para um observador desprevenido Portugal lembra a Roma Antiga, decadente”

Para sair da crise, Portugal tem de apostar num ensino exigente e de qualidade. Apostar na Educação é muito

mais do que ter escolas e professores. É resultado de uma ampla convicção que começa no seio familiar – ao pôr interesse e empenho em ajudar e exigir dos filhos, dos professores, do sistema. Não eliminar o insucesso, facilitando a passagem mas premiando o saber e a aplicação, para não se criar uma geração de frustrados. Alunos que passam sem saber ficam sem bases e são incapazes de se proporem a mais, fica “manca” toda a sua carreira futura. Para sair da crise Portugal tem de ter cultura de trabalho árduo. Uma pessoa que teve vida de fartura não vê oportunidades, quem passou por dificuldades descobre mil e uma oportunidades. Afinal não é verdade que a “necessidade aguça o engenho?” Portugal parece cansado de ter tudo sem esforço, resultado do trabalho de gerações anteriores. Para um observador desprevenido Portugal lembra a Roma Antiga, decadente. Para sair da crise, Portugal tem de sonhar com ideias grandiosas. É preciso dar guarida a ideias grandes, que movam o mundo como as que levaram o Infante D. Henrique a criar a Escola de Sagres e a planear uma gesta tão marcante como os Descobrimentos. Todas as coisas valiosas requerem trabalho de preparação, aturada atenção ao fazer e aprender do que se faz, para se ir melhorando, inovando, inventando, até se alcançar objectivos cada vez mais valiosos…

* Colaborador

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-Artigos de Caça e
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