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DECivil GESTEC Tecnologia da Construção de Edifícios Mestrado Integrado em Engenharia Civil
DECivil
GESTEC
Tecnologia da Construção de Edifícios
Mestrado Integrado em Engenharia Civil

PROCESSOPROCESSO DEDE EXECUEXECUÇÇÃOÃO DEDE MUROSMUROS DEDE BERLIMBERLIM EE MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE

Autora: Arq.ª Ana Cravinho

Coordenação: Prof. F. A. Branco, Prof. Jorge de Brito, Prof. Pedro Vaz Paulo e Prof. João Pedro Correia

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DECivil GESTEC Tecnologia da Construção de Edifícios Mestrado Integrado em Engenharia Civil
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Tecnologia da Construção de Edifícios
Mestrado Integrado em Engenharia Civil

ÍÍNDICENDICE

Mestrado Integrado em Engenharia Civil ÍÍ NDICENDICE ÍNDICE: 1. PROCESSO DE EXECUÇÃO DOS MUROS DE BERLIM

ÍNDICE:

1. PROCESSO DE EXECUÇÃO DOS MUROS DE BERLIM

2. PROCESSO DE EXECUÇÃO DOS MUROS DE MUNIQUE

PROCESSOSPROCESSOS DEDE EXECUEXECUÇÇÃOÃO DEDE MUROSMUROS DEDE BERLIMBERLIM EE MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE

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DECivil GESTEC Tecnologia da Construção de Edifícios Mestrado Integrado em Engenharia Civil
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GESTEC
Tecnologia da Construção de Edifícios
Mestrado Integrado em Engenharia Civil
de Edifícios Mestrado Integrado em Engenharia Civil 1. MUROS DE BERLIM PROCESSOSPROCESSOS DEDE EXECUEXECUÇÇ

1. MUROS DE BERLIM

PROCESSOSPROCESSOS DEDE EXECUEXECUÇÇÃOÃO DEDE MUROSMUROS DEDE BERLIMBERLIM EE MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE

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1.1. MUROSMUROS DEDE BERLIMBERLIM TRABALHOS PREPARATÓRIOS 1. Determinação das características do solo DECivil •
1.1. MUROSMUROS DEDE BERLIMBERLIM
TRABALHOS PREPARATÓRIOS
1. Determinação das características do solo
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terrenos suportados pela cortina e onde ela se apoia (resistência,
peso volúmico, teor de água, nível freático).
2. Projecto de contenção
• planta do terreno, definição da contenção, fases da escavação,
definição das acções de cálculo;
• relatório de reconhecimento geotécnico do local;
• levantamento de obstáculos, do estado de degradação de
construções vizinhas.
3. Preocupações a implementar durante a construção
• condições meteorológicas;
• modificações do regime da água no solo;
• risco de esforços anormais;
• condições de segurança das construções vizinhas;
• interferência de trabalhos uns com os outros.
PROCESSOSPROCESSOS DEDE EXECUEXECUÇÇÃOÃO DEDE MUROSMUROS DEDE BERLIMBERLIM EE MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE
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Mestrado Integrado em Engenharia Civil
1.1. MUROSMUROS DEDE BERLIMBERLIM 1.11.1 PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO 1ª Fase - Escavação geral DECivil
1.1. MUROSMUROS DEDE BERLIMBERLIM
1.11.1 PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO
1ª Fase - Escavação geral
DECivil
GESTEC
• Fase de preparação do terreno para todo o processo construtivo;
• Feita em toda a área do estaleiro até uma cota tão baixa quanto
as condições de fronteira o permitam, para assim definir a cota da
viga de coroamento (se viável, talude no centro).
• Tem como objectivo a regularização e limpeza do terreno;
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Mestrado Integrado em Engenharia Civil
1.1. MUROSMUROS DEDE BERLIMBERLIM 1.11.1 PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO 2ª Fase - Introdução dos perfis
1.1. MUROSMUROS DEDE BERLIMBERLIM
1.11.1 PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO
2ª Fase - Introdução dos perfis metálicos
DECivil
• Marcação (teodolito) e alinhamento do centro dos furos;
GESTEC
• Introdução dos perfis nos furos pré-escavados com o trado ou
através de percussão com um bate-estacas (afastados de 0.6-1.0 m);
Várias funções: impulsos do solo, peso próprio da parede,
componente vertical da força da ancoragem.
Verificação da
verticalidade do mastro
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1.1. MUROSMUROS DEDE BERLIMBERLIM 1.11.1 PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO 2ª Fase - Introdução dos perfis
1.1. MUROSMUROS DEDE BERLIMBERLIM
1.11.1 PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO
2ª Fase - Introdução dos perfis metálicos
DECivil
GESTEC
Verificação da
verticalidade
do trado
Ligação de dois troços de espiras (cavilhas de ligação)
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1.1. MUROSMUROS DEDE BERLIMBERLIM 1.11.1 PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO 2ª Fase - Introdução dos perfis
1.1. MUROSMUROS DEDE BERLIMBERLIM
1.11.1 PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO
2ª Fase - Introdução dos perfis metálicos
DECivil
Limpeza do fundo do furo
GESTEC
Selagem da ficha do perfil (últimos 2 m) com calda de cimento
e preenchimento da restante altura com areia.
Pontas biseladas
Furos para introdução
com a grua e execução
de soldaduras
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1.1. MUROSMUROS DEDE BERLIMBERLIM 1.11.1 PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO 3ª Fase - Execução da viga de
1.1. MUROSMUROS DEDE BERLIMBERLIM
1.11.1 PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO
3ª Fase - Execução da viga de coroamento
DECivil
GESTEC
• Pelo menos um perfil horizontal a unir os perfis verticais;
• Objectivo: Assegurar a transmissão de esforços e garantir a
ligação entre perfis, evitando deslocamentos diferenciais.
Procedimento muitas vezes ignorado (substituída pela 1ª viga
de distribuição)
Viga de coroamento
1ª Viga de distribuição
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1.1. MUROSMUROS DEDE BERLIMBERLIM 1.11.1 PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO 4ª Fase - Escavação e introdução
1.1. MUROSMUROS DEDE BERLIMBERLIM
1.11.1 PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO
4ª Fase - Escavação e introdução dos elementos de entivação
DECivil
GESTEC
• Escavação (retroescavadoras e equipamento manual):
Vertical: entre 0.3 m a 1.5 m de altura por cada fase,
consoante o terreno, a água e as condições climatéricas;
Horizontal: Banquetas a partir de uma certa profundidade
(tirando partido do efeito de arco)
Retro-
escavadoras
e camiões
Acerto “manual” da escavação
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1.1. MUROSMUROS DEDE BERLIMBERLIM 1.11.1 PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO 4ª Fase - Escavação e introdução
1.1. MUROSMUROS DEDE BERLIMBERLIM
1.11.1 PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO
4ª Fase - Escavação e introdução dos elementos de entivação
DECivil
GESTEC
• Colocação dos elementos de entivação (barrotes ou tábuas): à
frente ou atrás do banzo frontal, ou atrás do banzo posterior;
• A fixação pode ser feita por cunhas, atrito, aperto e engate.
Rasgos para as
ancoragens
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Mestrado Integrado em Engenharia Civil
1.1. MUROSMUROS DEDE BERLIMBERLIM 1.11.1 PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO 4ª Fase - Escavação e introdução
1.1. MUROSMUROS DEDE BERLIMBERLIM
1.11.1 PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO
4ª Fase - Escavação e introdução dos elementos de entivação
DECivil
GESTEC
Atrás
À frente
do banzo
do banzo
frontal
frontal
Atrás
do banzo
posterior
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Mestrado Integrado em Engenharia Civil
1.1. MUROSMUROS DEDE BERLIMBERLIM 1.11.1 PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO 5ª Fase - Execução dos escoramentos
1.1. MUROSMUROS DEDE BERLIMBERLIM
1.11.1 PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO
5ª Fase - Execução dos escoramentos e ancoragens
DECivil
GESTEC
Função: controlo da deformação da parede e evitar a rotura dos
perfis metálicos à flexão;
Sempre que possível escoramentos (solução mais económica, mas
requer fronteiras suficientemente próximas); Alternativa: ancoragens;
Executa-se uma viga de distribuição, com 1 ou 2 perfis (afastados
na vertical de 0.4-0.5 m) e implementa-se o método escolhido;
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1313/57/57
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1.1. MUROSMUROS DEDE BERLIMBERLIM 1.11.1 PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO 5ª Fase - Execução dos escoramentos
1.1. MUROSMUROS DEDE BERLIMBERLIM
1.11.1 PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO
5ª Fase - Execução dos escoramentos e ancoragens
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1414/57/57
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1.1. MUROSMUROS DEDE BERLIMBERLIM 1.11.1 PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO 6ª Fase - Repetição dos passos
1.1. MUROSMUROS DEDE BERLIMBERLIM
1.11.1 PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO
6ª Fase - Repetição dos passos anteriores nos diversos níveis
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PROCESSOSPROCESSOS DEDE EXECUEXECUÇÇÃOÃO DEDE MUROSMUROS DEDE BERLIMBERLIM EE MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE
1515/57/57
Tecnologia da Construção de Edifícios
Mestrado Integrado em Engenharia Civil
1.1. MUROSMUROS DEDE BERLIMBERLIM 1.11.1 PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO 7ª Fase - Superestrutura e eventual
1.1. MUROSMUROS DEDE BERLIMBERLIM
1.11.1 PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO
7ª Fase - Superestrutura e eventual remoção da entivação
DECivil
GESTEC
Se a superstrutura for executada encostada à contenção provisória,
esta serve de cofragem na face posterior;
Se a superestrutura for executada afastada do muro de Berlim
(tipicamente 1.0 m a 1.5 m), é necessário cofrar ambos os lados,
aterrar e compactar o terreno nessa distância;
Pode-se ou não remover os elementos de entivação, preferindo-se a
segunda devido ao custo, tempo e perigo de causar danos no solo.
PROCESSOSPROCESSOS DEDE EXECUEXECUÇÇÃOÃO DEDE MUROSMUROS DEDE BERLIMBERLIM EE MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE
1616/57/57
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1.1. MUROSMUROS DEDE BERLIMBERLIM 1.21.2 VARIANTESVARIANTES AOAO PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO MÉTODO DE
1.1. MUROSMUROS DEDE BERLIMBERLIM
1.21.2 VARIANTESVARIANTES AOAO PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO
MÉTODO DE BERLIM (com sistema de ancoragem passiva)
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GESTEC
• Cravação na vertical de um perfil metálico, o qual é ligado
através de varões de aço aos perfis metálicos da cortina;
• Solução rápida e económica (prescinde dos cabos de pré-
esforço e de mão de obra especializada).
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1717/57/57
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1.1. MUROSMUROS DEDE BERLIMBERLIM 1.21.2 VARIANTESVARIANTES AOAO PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO VARIANTE AO
1.1. MUROSMUROS DEDE BERLIMBERLIM
1.21.2 VARIANTESVARIANTES AOAO PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO
VARIANTE AO MÉTODO DE BERLIM
DECivil
GESTEC
• Consiste em pregar espaçadores aos elementos de entivação e
ir forçando a penetração das tábuas no terreno pelo tardoz dos
perfis metálicos.
• Permite que não se perca na fase definitiva, o espaço útil
correspondente à contenção provisória;
PROCESSOSPROCESSOS DEDE EXECUEXECUÇÇÃOÃO DEDE MUROSMUROS DEDE BERLIMBERLIM EE MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE
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Tecnologia da Construção de Edifícios
Mestrado Integrado em Engenharia Civil
1.1. MUROSMUROS DEDE BERLIMBERLIM 1.21.2 VARIANTESVARIANTES AOAO PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO DECivil GESTEC
1.1. MUROSMUROS DEDE BERLIMBERLIM
1.21.2 VARIANTESVARIANTES AOAO PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO
DECivil
GESTEC
PROCESSOSPROCESSOS DEDE EXECUEXECUÇÇÃOÃO DEDE MUROSMUROS DEDE BERLIMBERLIM EE MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE
1919/57/57
Tecnologia da Construção de Edifícios
Mestrado Integrado em Engenharia Civil
1.1. MUROSMUROS DEDE BERLIMBERLIM 1.21.2 VARIANTESVARIANTES AOAO PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO DECivil GESTEC
1.1. MUROSMUROS DEDE BERLIMBERLIM
1.21.2 VARIANTESVARIANTES AOAO PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO
DECivil
GESTEC
PROCESSOSPROCESSOS DEDE EXECUEXECUÇÇÃOÃO DEDE MUROSMUROS DEDE BERLIMBERLIM EE MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE
2020/57/57
Tecnologia da Construção de Edifícios
Mestrado Integrado em Engenharia Civil
DECivil GESTEC Tecnologia da Construção de Edifícios Mestrado Integrado em Engenharia Civil
DECivil
GESTEC
Tecnologia da Construção de Edifícios
Mestrado Integrado em Engenharia Civil
de Edifícios Mestrado Integrado em Engenharia Civil 2. MUROS DE MUNIQUE PROCESSOSPROCESSOS DEDE EXECUEXECUÇÇ

2. MUROS DE MUNIQUE

PROCESSOSPROCESSOS DEDE EXECUEXECUÇÇÃOÃO DEDE MUROSMUROS DEDE BERLIMBERLIM EE MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE

2121/57/57

2.2. MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE EXEMPLOSEXEMPLOS DEDE APLICAAPLICAÇÇÃOÃO DECivil GESTEC Estrutura definitiva,
2.2. MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE
EXEMPLOSEXEMPLOS DEDE APLICAAPLICAÇÇÃOÃO
DECivil
GESTEC
Estrutura definitiva, utilizada no Campo Pequeno
MUROSMUROS DEDE BERLIMBERLIM EE MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE
2222/57/57
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2.2. MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE EXEMPLOSEXEMPLOS DEDE APLICAAPLICAÇÇÃOÃO DECivil GESTEC Estrutura definitiva,
2.2. MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE
EXEMPLOSEXEMPLOS DEDE APLICAAPLICAÇÇÃOÃO
DECivil
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Estrutura definitiva, utilizada no Bairro Alto - Rua do Alecrim
MUROSMUROS DEDE BERLIMBERLIM EE MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE
2323/57/57
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2.2. MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE 2.12.1 PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO 1ª Fase - Escavação geral DECivil
2.2. MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE
2.12.1 PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO
1ª Fase - Escavação geral
DECivil
• Fase de preparação do terreno para todo o processo construtivo
GESTEC
• Tem como objectivo a regularização e limpeza do terreno
• Feita em talude (para o centro da área de implantação), até uma
cota tão baixa quanto as condições de fronteira o permitam (razões
económicas), definindo a cota da viga de coroamento
Importante garantir acessos ao interior da obra
Acesso à obra
Talude
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2424/57/57
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2.2. MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE 2.12.1 PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO 2ª Fase - Introdução dos perfis
2.2. MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE
2.12.1 PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO
2ª Fase - Introdução dos perfis metálicos
DECivil
GESTEC
Afastados entre si entre 1.5 m e
3.0 m, consoante o tipo de terreno,
condições climatéricas, geometria
da contenção e capacidade das
ancoragens adoptadas;
“Ficha” de 2,0 m (abaixo da cota
inferior das fundações);
Verificar se o posicionamento dos
perfis não coincide com os pilares;
Orientados com a direcção
principal de inércia perpendicular ao
terreno para maximizar a sua
resistência à flexão nesse plano;
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2525/57/57
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2.2. MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE 2.12.1 PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO 2ª Fase - Introdução dos perfis
2.2. MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE
2.12.1 PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO
2ª Fase - Introdução dos perfis metálicos
DECivil
GESTEC
• Devem ficar 50 cm acima do terreno (para a
ligação à viga de coroamento)
• Selagem com calda de cimento (ficha) + areia
Dificuldade em introduzir os perfis no contorno ⇒ “cachorros”
metálicos horizontais soldados aos perfis verticais
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2626/57/57
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2.2. MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE 2.12.1 PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO 3ª Fase - Execução da viga de
2.2. MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE
2.12.1 PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO
3ª Fase - Execução da viga de coroamento
DECivil
GESTEC
• Função: solidarização dos perfis, para que funcionem em conjunto.
• Sequência:
1.
Abertura de uma vala;
3.
Colocação da armadura;
5.
Betonagem;
2. Colocação de areia no fundo;
4. Cofragem da face exterior;
6. Descofragem;
Armaduras de espera para
paredes (superior e inferior)
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2727/57/57
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2.2. MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE 2.12.1 PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO 4ª Fase - Execução dos painéis
2.2. MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE
2.12.1 PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO
4ª Fase - Execução dos painéis primários
DECivil
GESTEC
1. Escavação do terreno;
Painel
secundário
Painel
primário
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2828/57/57
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2.2. MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE 2.12.1 PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO 4ª Fase - Execução dos painéis
2.2. MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE
2.12.1 PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO
4ª Fase - Execução dos painéis primários
DECivil
GESTEC
1. Escavação do terreno;
• Largura: distância entre perfis
(mais uns centímetros)
• Altura: 1 pé-direito (em geral)
• Profundidade: 4 m (em geral)
2 Banquetas de terreno de
cada um dos lados do painel
primário (efeito de arco)
PROCESSOSPROCESSOS DEDE EXECUEXECUÇÇÃOÃO DEDE MUROSMUROS DEDE BERLIMBERLIM EE MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE
2929/57/57
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2.2. MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE 2.12.1 PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO 4ª Fase - Execução dos painéis
2.2. MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE
2.12.1 PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO
4ª Fase - Execução dos painéis primários
DECivil
GESTEC
2. Aprumo da escavação e aplicação de um dreno;
Permite regularizar a superfície → diminuição do consumo
de betão e menor variabilidade do recobrimento
Garante separação do terreno e perfil para a colocação da
armadura posterior
Dreno: manta geotêxtil filtrante
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3030/57/57
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Mestrado Integrado em Engenharia Civil
2.2. MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE 2.12.1 PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO 4ª Fase - Execução dos painéis
2.2. MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE
2.12.1 PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO
4ª Fase - Execução dos painéis primários
DECivil
GESTEC
3.
Colocação de uma camada de areia e terra na base do painel
(posteriormente saneada com jacto de água);
• Impede infiltração do betão no terreno
• Colocação das armaduras de espera para nível inferior
4.
Preparação e colocação da armadura;
Armaduras enterradas na caixa de areia
PROCESSOSPROCESSOS DEDE EXECUEXECUÇÇÃOÃO DEDE MUROSMUROS DEDE BERLIMBERLIM EE MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE
3131/57/57
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2.2. MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE 2.12.1 PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO DECivil GESTEC Armadura anterior e
2.2. MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE
2.12.1 PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO
DECivil
GESTEC
Armadura anterior e posterior
Cruzetas de reforço ao punçoamento
Reforço de flexão e negativo
em PVC (zona da ancoragem)
Armaduras dos pilares (montadas 1º) e espaçadores
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3232/57/57
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Mestrado Integrado em Engenharia Civil
2.2. MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE 2.12.1 PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO 4ª Fase - Execução dos painéis
2.2. MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE
2.12.1 PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO
4ª Fase - Execução dos painéis primários
DECivil
GESTEC
5. Cofragem do painel
Escoramento contra a banqueta de
terreno (barrotes de madeira)
Tábuas furadas
(armaduras de espera
das lajes)
PROCESSOSPROCESSOS DEDE EXECUEXECUÇÇÃOÃO DEDE MUROSMUROS DEDE BERLIMBERLIM EE MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE
3333/57/57
Tecnologia da Construção de Edifícios
Mestrado Integrado em Engenharia Civil
2.2. MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE 2.12.1 PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO DECivil GESTEC Painel betonado
2.2. MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE
2.12.1 PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO
DECivil
GESTEC
Painel betonado inicialmente
Painel betonado inicialmente
Tábua de madeira (com negativos
Tábua de madeira (com negativos
para os varões) ou esferovite
para os varões) ou esferovite
Armaduras de espera
Armaduras de espera
Caixa de areia
Caixa de areia
Perfis metálicos furados
Negativo em esferovite
(ligação à laje do piso)
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3434/57/57
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Mestrado Integrado em Engenharia Civil
DEDE MUNIQUEMUNIQUE 3434/57/57 Tecnologia da Construção de Edifícios Mestrado Integrado em Engenharia Civil
DEDE MUNIQUEMUNIQUE 3434/57/57 Tecnologia da Construção de Edifícios Mestrado Integrado em Engenharia Civil
DEDE MUNIQUEMUNIQUE 3434/57/57 Tecnologia da Construção de Edifícios Mestrado Integrado em Engenharia Civil
DEDE MUNIQUEMUNIQUE 3434/57/57 Tecnologia da Construção de Edifícios Mestrado Integrado em Engenharia Civil
2.2. MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE 2.12.1 PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO DECivil GESTEC Topo da cofragem:
2.2. MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE
2.12.1 PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO
DECivil
GESTEC
Topo da cofragem: Forma de “bico de pato”
PROCESSOSPROCESSOS DEDE EXECUEXECUÇÇÃOÃO DEDE MUROSMUROS DEDE BERLIMBERLIM EE MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE
3535/57/57
Tecnologia da Construção de Edifícios
Mestrado Integrado em Engenharia Civil
2.2. MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE 2.12.1 PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO 4ª Fase - Execução dos painéis
2.2. MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE
2.12.1 PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO
4ª Fase - Execução dos painéis primários
DECivil
6. Betonagem do painel
GESTEC
• Manga ligada ao balde conduz betão até ao fundo
• Vibração simultânea
Betonagem
Compactação por vibração
PROCESSOSPROCESSOS DEDE EXECUEXECUÇÇÃOÃO DEDE MUROSMUROS DEDE BERLIMBERLIM EE MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE
3636/57/57
Tecnologia da Construção de Edifícios
Mestrado Integrado em Engenharia Civil
2.2. MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE 2.12.1 PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO 4ª Fase - Execução dos painéis
2.2. MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE
2.12.1 PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO
4ª Fase - Execução dos painéis primários
DECivil
GESTEC
7.
7.
Descofragem Descofragem do do painel. painel
• Em geral, 48 horas após betonagem
Demolição do “bico de pato”
PROCESSOSPROCESSOS DEDE EXECUEXECUÇÇÃOÃO DEDE MUROSMUROS DEDE BERLIMBERLIM EE MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE
3737/57/57
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Mestrado Integrado em Engenharia Civil
2.2. MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE 2.12.1 PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO DECivil GESTEC Armaduras de espera
2.2. MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE
2.12.1 PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO
DECivil
GESTEC
Armaduras de
espera horizontais
para ligação aos
painéis secundários
Armaduras de
espera horizontais
para ligação às lajes
Espaço entre painéis para posterior
ligação das lajes dos pisos
PROCESSOSPROCESSOS DEDE EXECUEXECUÇÇÃOÃO DEDE MUROSMUROS DEDE BERLIMBERLIM EE MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE
3838/57/57
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Mestrado Integrado em Engenharia Civil
2.2. MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE 2.12.1 PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO 5ª Fase - Execução das ancoragens
2.2. MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE
2.12.1 PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO
5ª Fase - Execução das ancoragens dos painéis primários
DECivil
GESTEC
1. Execução do furo;
Com trado (eventual entubamento
e injecção de água em solos mais
incoerentes ou martelo de fundo em
rocha)
No final, limpeza do fundo com ar
comprimido
Troços
de trado
PROCESSOSPROCESSOS DEDE EXECUEXECUÇÇÃOÃO DEDE MUROSMUROS DEDE BERLIMBERLIM EE MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE
3939/57/57
Tecnologia da Construção de Edifícios
Mestrado Integrado em Engenharia Civil
2.2. MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE 2.12.1 PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO 5ª Fase - Execução das ancoragens
2.2. MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE
2.12.1 PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO
5ª Fase - Execução das ancoragens dos painéis primários
DECivil
GESTEC
2. Colocação da armadura no furo
PROCESSOSPROCESSOS DEDE EXECUEXECUÇÇÃOÃO DEDE MUROSMUROS DEDE BERLIMBERLIM EE MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE
4040/57/57
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Mestrado Integrado em Engenharia Civil
2.2. MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE 2.12.1 PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO 5ª Fase - Execução das ancoragens
2.2. MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE
2.12.1 PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO
5ª Fase - Execução das ancoragens dos painéis primários
DECivil
GESTEC
3. Selagem da ancoragem
• Aplicada por gravidade / baixa pressão
• Funções: preenche vazios do terreno e
espaço entre ancoragem e paredes do furo;
alguma protecção à corrosão às armaduras
PROCESSOSPROCESSOS DEDE EXECUEXECUÇÇÃOÃO DEDE MUROSMUROS DEDE BERLIMBERLIM EE MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE
4141/57/57
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Mestrado Integrado em Engenharia Civil
2.2. MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE 2.12.1 PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO 5ª Fase - Execução das ancoragens
2.2. MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE
2.12.1 PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO
5ª Fase - Execução das ancoragens dos painéis primários
DECivil
GESTEC
4. Re-injecção da calda
24 h após a selagem
Com pressão (até 40 kgf/cm 2 ), para criar o
bolbo de selagem - sistema IRS ou IGU
Repetição em intervalos de 24 h
PROCESSOSPROCESSOS DEDE EXECUEXECUÇÇÃOÃO DEDE MUROSMUROS DEDE BERLIMBERLIM EE MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE
4242/57/57
Tecnologia da Construção de Edifícios
Mestrado Integrado em Engenharia Civil
2.2. MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE 2.12.1 PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO 5ª Fase - Execução das ancoragens
2.2. MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE
2.12.1 PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO
5ª Fase - Execução das ancoragens dos painéis primários
DECivil
5. Aplicação do pré-esforço (3 a 7 dias depois)
GESTEC
macaco
Corte do comprimento
em excesso
Posicionamento
da cabeça da
ancoragem e
respectiva placa
manómetro
PROCESSOSPROCESSOS DEDE EXECUEXECUÇÇÃOÃO DEDE MUROSMUROS DEDE BERLIMBERLIM EE MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE
4343/57/57
Tecnologia da Construção de Edifícios
Mestrado Integrado em Engenharia Civil
2.2. MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE 2.12.1 PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO 6ª Fase - Execução dos painéis
2.2. MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE
2.12.1 PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO
6ª Fase - Execução dos painéis secundários
DECivil
GESTEC
• A sua execução é em tudo semelhante à dos painéis primários -
únicas diferenças:
• Se possível, maiores larguras e sem ancoragens;
• Sem cofragem lateral.
PROCESSOSPROCESSOS DEDE EXECUEXECUÇÇÃOÃO DEDE MUROSMUROS DEDE BERLIMBERLIM EE MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE
4444/57/57
Tecnologia da Construção de Edifícios
Mestrado Integrado em Engenharia Civil
2.2. MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE 2.12.1 PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO 7ª Fase - Execução dos painéis
2.2. MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE
2.12.1 PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO
7ª Fase - Execução dos painéis terciários
DECivil
GESTEC
• A sua execução pode ser feita antes, depois ou em simultâneo
com os painéis primários e secundários do mesmo nível;
• A sua proximidade permite prescindir de ancoragens em favor
de um escoramento de canto, que é feito através de perfis
metálicos, encastrados, soldados ou aparafusados a chapas
chumbadas às paredes ou chumbados directamente às paredes
PROCESSOSPROCESSOS DEDE EXECUEXECUÇÇÃOÃO DEDE MUROSMUROS DEDE BERLIMBERLIM EE MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE
4545/57/57
Tecnologia da Construção de Edifícios
Mestrado Integrado em Engenharia Civil
2.2. MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE 2.12.1 PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO DECivil GESTEC Escoramento de 2
2.2. MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE
2.12.1 PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO
DECivil
GESTEC
Escoramento de 2 paredes opostas
(suficientemente próximas)
PROCESSOSPROCESSOS DEDE EXECUEXECUÇÇÃOÃO DEDE MUROSMUROS DEDE BERLIMBERLIM EE MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE
4646/57/57
Tecnologia da Construção de Edifícios
Mestrado Integrado em Engenharia Civil
2.2. MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE 2.12.1 PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO 8ª Fase - Execução dos painéis
2.2. MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE
2.12.1 PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO
8ª Fase - Execução dos painéis dos restantes níveis
DECivil
GESTEC
Após conclusão do 1º nível de painéis, realizam-se os restantes até
à cota da implantação da sapata de fundação do muro de suporte;
Se as condições do terreno o permitirem e se houver
disponibilidade de recursos, pode-se trabalhar simultaneamente em
mais de um nível de painéis.
Trabalho simultâneo em mais de um nível
PROCESSOSPROCESSOS DEDE EXECUEXECUÇÇÃOÃO DEDE MUROSMUROS DEDE BERLIMBERLIM EE MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE
4747/57/57
Tecnologia da Construção de Edifícios
Mestrado Integrado em Engenharia Civil
2.2. MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE 2.12.1 PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO 9ª Fase - Execução da sapata de
2.2. MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE
2.12.1 PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO
9ª Fase - Execução da sapata de fundação
DECivil
GESTEC
• Concluída a execução do muro de suporte em toda a periferia
da obra, até à cota de implantação da sapata de fundação
procede-se à sua execução;
• Execução em tudo semelhante à das fundações superficiais
correntes, com especial atenção para a colocação de um tubo
dreno ao nível do fundo da escavação.
PROCESSOSPROCESSOS DEDE EXECUEXECUÇÇÃOÃO DEDE MUROSMUROS DEDE BERLIMBERLIM EE MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE
4848/57/57
Tecnologia da Construção de Edifícios
Mestrado Integrado em Engenharia Civil
2.2. MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE 2.12.1 PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO 10ª Fase - Execução da
2.2. MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE
2.12.1 PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO
10ª Fase - Execução da superestrutura
DECivil
GESTEC
• A execução dos pisos enterrados inicia-se com as fundações, depois os
elementos verticais e, por fim, as vigas/lajes dos pisos;
• Ligações das lajes às paredes:
1.
Empalme das armaduras da laje em armaduras de espera
(mantidas na sua posição durante o processo ou desdobradas à
posteriori);
2.
Introdução das armaduras da laje em roços criados na laje
através:
2.1 do processo de betonagem (espaço entre níveis);
2.2 de negativos de esferovite;
2.3 da abertura de roços a posteriori;
3. Varões chumbados com resina epóxida;
4. Ligações metálicas (placas ou cantoneiras).
PROCESSOSPROCESSOS DEDE EXECUEXECUÇÇÃOÃO DEDE MUROSMUROS DEDE BERLIMBERLIM EE MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE
4949/57/57
Tecnologia da Construção de Edifícios
Mestrado Integrado em Engenharia Civil
2.2. MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE 2.12.1 PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO 1º troço de parede betonado
2.2. MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE
2.12.1 PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO
1º troço de parede betonado
DECivil
GESTEC
Ancoragem
Armaduras dobradas
para empalmar com
as da fase seguinte
1. Armaduras de
espera dobradas
2.3 Abertura de roços
2.1 Espaço entre níveis de painéis
PROCESSOSPROCESSOS DEDE EXECUEXECUÇÇÃOÃO DEDE MUROSMUROS DEDE BERLIMBERLIM EE MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE
5050/57/57
Tecnologia da Construção de Edifícios
Mestrado Integrado em Engenharia Civil
2.2. MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE 2.12.1 PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO 11ª Fase - Desactivação das
2.2. MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE
2.12.1 PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO
11ª Fase - Desactivação das ancoragens
DECivil
GESTEC
• À medida que as lajes dos pisos enterrados vão sendo ligadas às
paredes, as ancoragens deixam de ser necessárias (redundantes)
e, por isso, procede-se à sua desactivação;
• A desactivação é feita com o macaco, puxando um a um os cabos
de pré-esforço e retirando as cunhas e a cabeça de ancoragem.
PROCESSOSPROCESSOS DEDE EXECUEXECUÇÇÃOÃO DEDE MUROSMUROS DEDE BERLIMBERLIM EE MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE
5151/57/57
Tecnologia da Construção de Edifícios
Mestrado Integrado em Engenharia Civil
2.2. MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE 2.12.1 PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO 11ª Fase - Desactivação das
2.2. MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE
2.12.1 PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO
11ª Fase - Desactivação das ancoragens
DECivil
GESTEC
Razões para desactivar as ancoragens:
• recuperação das cabeças (caras e até 3 aplicações);
• evitar o risco de corte no futuro o que causaria danos na parede;
• evitar efeitos inestéticos no interior dos pisos enterrados;
• evitar problemas de vibração e sonorização (cabos em tensão).
PROCESSOSPROCESSOS DEDE EXECUEXECUÇÇÃOÃO DEDE MUROSMUROS DEDE BERLIMBERLIM EE MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE
5252/57/57
Tecnologia da Construção de Edifícios
Mestrado Integrado em Engenharia Civil
2.2. MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE 2.22.2 VARIANTESVARIANTES AOAO PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO MUROS DE
2.2. MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE
2.22.2 VARIANTESVARIANTES AOAO PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO
MUROS DE “LISBOA”
DECivil
GESTEC
• Apresentam painéis mais largos que os muros de Munique, por
serem dimensionadas tirando o máximo partido do “efeito de arco”
absorvido pelas banquetas adjacentes ao painel em construção;
• solução adoptado por vezes in situ em face da constatação de
condições geotécnicas melhores do que as esperadas.
PROCESSOSPROCESSOS DEDE EXECUEXECUÇÇÃOÃO DEDE MUROSMUROS DEDE BERLIMBERLIM EE MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE
5353/57/57
Tecnologia da Construção de Edifícios
Mestrado Integrado em Engenharia Civil
2.2. MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE 2.22.2 VARIANTESVARIANTES AOAO PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO MUROS DE
2.2. MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE
2.22.2 VARIANTESVARIANTES AOAO PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO
MUROS DE “COIMBRA”
DECivil
GESTEC
• Nesta variante aos muros de Munique, prescinde-se totalmente
dos perfis metálicos, o que o torna um método menos dispendioso;
• Solução NÃO recomendável.
PROCESSOSPROCESSOS DEDE EXECUEXECUÇÇÃOÃO DEDE MUROSMUROS DEDE BERLIMBERLIM EE MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE
5454/57/57
Tecnologia da Construção de Edifícios
Mestrado Integrado em Engenharia Civil
2.2. MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE 2.22.2 VARIANTESVARIANTES AOAO PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO PAREDES TIPO
2.2. MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE
2.22.2 VARIANTESVARIANTES AOAO PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO
PAREDES TIPO “PARIS”
DECivil
GESTEC
• Os perfis metálicos são substituídos por elementos pré-fabricados
de betão armado, já preparados com armaduras de ligação;
• solução arcaica (não utilizada actualmente).
PROCESSOSPROCESSOS DEDE EXECUEXECUÇÇÃOÃO DEDE MUROSMUROS DEDE BERLIMBERLIM EE MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE
5555/57/57
Tecnologia da Construção de Edifícios
Mestrado Integrado em Engenharia Civil
2.2. MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE 2.22.2 VARIANTESVARIANTES AOAO PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO MUROS COM
2.2. MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE
2.22.2 VARIANTESVARIANTES AOAO PROCESSOPROCESSO CONSTRUTIVOCONSTRUTIVO
MUROS COM PERFIS TUBULARES
DECivil
GESTEC
• Os perfis metálicos são substituídos por perfis tubulares, pois
este tipo de secção apresenta melhor capacidade de resistir ao
esforço normal e de exigir um diâmetro de furação menor.
PROCESSOSPROCESSOS DEDE EXECUEXECUÇÇÃOÃO DEDE MUROSMUROS DEDE BERLIMBERLIM EE MUROSMUROS DEDE MUNIQUEMUNIQUE
5656/57/57
Tecnologia da Construção de Edifícios
Mestrado Integrado em Engenharia Civil
DECivil GESTEC Tecnologia da Construção de Edifícios Mestrado Integrado em Engenharia Civil
DECivil
GESTEC
Tecnologia da Construção de Edifícios
Mestrado Integrado em Engenharia Civil

Trabalho realizado com o apoio do Programa Operacional Sociedade da Informação - POSI

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5757/57/57