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INTROD.

PARTE I: CASAM GAY

PARTE II: CONSEQUÊNCIAS : LEI RICARDO COUT ;

PARTE III: RAÍZES FILOSÓFICAS:

CONCLUSÃO: FÉ. JESUS: CRIANÇAS PRAÇAS

CATECISMO: 2357
complementaridade

PARTE I

“CASAMENTO” GAY:

What’s marriage – Anderson, Sherif Girgis e Robert p. George (procurar artigos tb etc. sobre esses)
Vídeo Anderson:
1. QUE É O CASAMENTO?
Não falarei sobre moralidade, tradição ou teologia. A questão aqui é: qual a relevancia política do
casamento, ou, porque o Estado se interessa pelo casamento? O primeiro é saber o que é o
casamento, porque mesmo quem quer o casam gay estabelece certos limites pra dizer o que é e o
que n é o casamento. Ou seja: qual a difer entre um relacionamento matrimonial e um outro
relacionamento consentido entre adultos? Temos de responder isso se quisermos falar de igualdade
de casamento.
Pensadores pró-casamento gay: John Corvino define casamento como o que estabelece o
relacionamento com o teu principal parceiro, ou seja, o que o diferencia dos seus demais
relacionamentos é o nível de prioridade, a INTENSIDADE emocional envolvida. É a prioridade do
compromisso emocional.
Resposta: está errada a definição, porque choca o casamento com o companheirismo em geral. Não
explica porque o governo deve estar metido nesta relação, nem contempla seus formatos do que
requer um casamento. Ainda, segundo esta definição, não é necessária a EXCLUSIVIDADE
(sexualmente exclusiva) ou monogamia, porque o que impediria de ele ser formado por mais de
duas pessoas? Também, não se poderia buscar a intensidade ou satisfação sexual fora do casamento,
se é a intensidade q o define? Nem há razão pra que seja permanente, visto que as emoções variam,
o amor aumenta ou diminui.
Aristóteles diz que podemos analisar uma comunidade observando os atos com os quais ela se
compromete; olhando os benefícios que ela busca; e para as normas e compromissos que moldam a
vida comum de toda essa comunidade. Por exemplo, vamos ver a comunidade universitária. Esta se
compromete numa ação academica.
E o que torna o casamento diferente de outras associações, como a própria universidade ou o time
de futebol?
TESE do What’s Marriage: O casamento é uma união abrangente, abrangente em três sentidos:
abrangente no ato que une os conjuges nos bens que os conjuges tem o direito de herdar e nas
normas de compromisso que se requer dos conjuges: somos corpo e mente (nem direi espírito, q é
como vê a tradição cristã), e numa rel matrimonial temos de nos unir em todos os níveis da
personalidade, e o bem que nos orienta nesse sentido é um bem abrangente, e não particular como
ganhar um jogo: a procriação, significando um compromisso permanente de desenvolvimento e
educação dos filhos.
Em praticamente tudo somos completos como indivíduos – na locomoção, digestão, circulação,
sistema respiratório, mas não numa função biológica específica: procriação. Num ato conjugal um
homem e uma mulher não apenas roçam um no outro, mas formam mesmo uma só carne, um só
organismo está sendo formado por um par criado. É um propósito biológico singular. As minhas
células, órgãos por exemplo estão interrelacionados numa singularidade.
Na exclusividade: não traimos nossos conjuges quando vamos no supermercado comprar algo ao
feirante, por exemplo. Se estás tendo um caso extra-conjugal, não estás unido abrangentemente.O
matrimonio é abrangente no presente e para o futuro.
Podemos haurir esta definição com diferentes matizes dos antigos pensadores tanto cristãos
(Agostinho, Sto Tomás, Lutero e Calvino) como não-cristãos como Platão, Cícero, Aristóteles,
Locke (ele só n reconhecia a necessidade de ser permanente), Kant, Gandhi, Rutilius Rufus, na
Common Law britânica, na lei canônica (lembrando que a religião é também COMUNIDADE –
Durkheim), nas leis civis da Igreja e no código civil americano. Isso tudo sugere que há algo no
benefício no casamento que exigiu a atenção e articulação de diferentes comunidades filosóficas,
políticas e teológicas. Pensaram sobre o que haveria de especial no tipo formativo de união que é o
casamento, que tipo de benefício que pode produzir e o tipo de compromisso que ele requer.
2. POR QUE O CASAMENTO IMPORTA?
Por que a comunidade e o Estado se importam com o casamento?
No sentido político, o casam existe para unir homem e mulher como marido e esposa para que então
fiquem equipados para serem mães e pais de qualquer criança q esta união produzir. É baseado
numa verdade antropológica de que homem e mulher são distintos, mas complementares; no fato
biológico de que a reprodução requer um homem e uma mulher; e é baseado na realidade social que
o filho merece tanto a mãe quanto o pai.
Quando nasce a criança, normalmente a mãe está junto. Isso é um fato biológico. O fato cultural é
que se deve garantir que o pai esteja por perto, e por muito tempo. As diferentes sociedades se
esforçaram e se esforçam para nos dar a máxima probabilidade de que um tal homem se
comprometa com uma tal mulher permanentemente e exclusivamente e que ambos, comprometidos,
tomem a responsabilidade de cuidar da criança, porque quando isso não acontece, os custos sociais
atingem o pai, a mãe, a criança e TODA a comunidade.
As ciencias sociais nos mostram que não existe parentalidade de forma abstrata. Existe o cuidado
maternal e o cuidado paternal. Homem e mulher trazem características diferentes para a
parentalidade (cita David Popenoe: temos de renunciar à noção de que mulheres podem ser bons
pais e homens podem ser boas mães. Os dois sexos são diferentes no seu âmago, e cada um é
necessário culturalmente e biologicamente para o bom desenvolvimento do ser humano). Não
significa que não haja casos de relações diferentes em que a criança se desenvolva de forma
saudável, mas dizemos que, em média, na maioria dos casos, crianças que crescem sem pai e mãe
casados tem um caminho mais difícil a trilhar. *ver por exemplo, o que Scruton (vant pess p. 156-
158) e Dalrymple (p. 45 [também p. 40-41 sobre amor livre]) dizem sobre os abusos e
criminalidade em lares.
Os pais homens tendem a ser menos sensíveis como por exemplo jogar os bebês pro alto (ou brincar
de luta com eles, para que aprendam a controlar sue potencial violento) enquanto que as mulheres
tem mais chance de estar dizendo “não tão alto”. Moças sem os pais tem mais chance de engravidar
fora do casamento. Nos EUA, a taxa de criação de filhos fora do casamento até os anos 60 foi de
um só dígito. Praticamente toda criança que nascia era criada pelos pais biológicos. Hoje, 40% de
todos os americanos, 50% dos hispânicos e 70% dos afro-americanos nasceram fora do casamento.
O casam minimiza as chances de a criança ser pobre, aumenta a capacidade de mobilidade social e
protege de cometer crimes, fazendo com que o Estado gaste menos com a ordem e com benefícios
sociais. Então, se te preocupas com justiça social e menos Estado, o melhor é fomentar uma
cultura de casamentos.
“Conhecemos as estatísticas, que filhos que crescem sme um pai tem 5x mais probabilidade de
viverem na pobreza e cometerem crimes. 9X mais probabilidade de abandonar a escola e 20x mais
chances de acabarem na prisão. Tem mais probabilidades de terem problemas de comportamento,
ou de fugir de casa, ou se tornarem pais adolescentes. E os fundamentos da nossa comunidade estão
mais fracos por causa disso”. (Barack Obama).

PARTE II:

3. QUAIS AS CONSEQUENCIAS DE REDEFINIR O CASAMENTO?


1. Não haverá nenhum outra instituição na sociedade civil e na vida pública que sustente – mesmo
como um ideal - que toda criança merece um pai e uma mãe. A mensagem será que o pai e a mãe
são intercambiáveis. A lei mostraria que o casamento tem mais a ver com o desejo dos adultos que
com a necessidade das crianças. Duvida?
A lei é pedagógica. Pense então em como redefinimos o casamento a primeira vez, com o divórcio
“sem culpas” (no-falt divorcion?). Na common law, o casamento tem uma presunção de
permanência, mas em algumas situações, podes receber a carta de divórcio: são os três “A’s”: abuso,
abandono e adultério. Hoje, sem qualquer motivo sério, ou msm sem motivo, pode pedir o divórcio.
Resultado: o número de divórcios quase dobrou, e depois baixou um pouquinho. Como insistiremos
que os pais são importantes se a lei ensina que são opcionais?
2. Não há razão alguma pra que a redefinição pare aqui. E agora temos três palavras usadas pelos
ativistas que querem ver o casamento redefinido além disso: o “trêsal” (throuple): encontrada na
New York Magazine, não é uma relação poligâmica (que seria um só homem casado com mais de
uma mulher e vice-versa); o trêsal é uma relação de poliamor em que os três (OU MAIS) membros
estão casados uns com os outros.
O segundo termo é “monogamish” (apareceu no New York Times VER P. 23 HUXLEY), na coluna
de Dan Savage (ativista gay): ele diz que o casam gay vai ensinar aos casais héteros que não há
necessidade de exclusividade sexual, que ela é tirana, desumana. Eis a virtude do monogamish. Ele
digamos que interliga o adultério à exigência de exclusividade sexual. É uma relação aberta.
O terceiro termo é “wedlease” (um casamento arrendado), de “wedlock” (casamento),e apareceu no
Washington Post: assim como arrendamos uma casa,um carro, podemos fazer com o casamento:
continuaria com exclusividade sexual etc., mas não iria mais requerer permanência, poderíamos
fazer um contrato com um certo tempo, de 5 ou 10 anos.
Os proponentes dos três termos não tematizam as consequencias sociais, não falam das crianças. O
governo não se preocupa com minha vida amorosa, mas com os custos sociais.
A tarefa de uma democracia não é obliterar a diferença em nome de uma unidade coletiva que
faz com que todos sejam intercambiáveis. Acreditamos que se o argumento para a igualdade
tiver mérito, ele o faz porque protege a diferença. A igualdade costumava permitir que
aqueles que diferissem não se subsumissem sob a identidade de outra pessoa, mas
reivindicassem a equidade por sua distinção e a proteção do estado em mantê-la e até mesmo
defendê-la. Agora, entretanto, a igualdade está sendo usada para apagar a diferença, destruir a
distinção institucional e remover a provisão adequada e plural para diferentes grupos, crenças e
organizações. Temos reservas profundas sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo não
apenas por causa dos danos que ele faz a uma instituição vital heterossexual, mas também porque
rejeitamos a implicação de que para serem iguais e respeitados os homossexuais devem se
conformar às normas heterossexuais e ser. Nesse sentido, acreditamos que o casamento entre
pessoas do mesmo sexo é homofóbico - exige o reconhecimento de relações homossexuais, mas
ao preço de submeter essas relações à definição heterossexual.
Mas ao admitir o casamento gay privamos o casamento de seu significado social. *Redefinir o
casamento, portanto, é desrespeitar nossa diferença. O Estado se INTERESSA, não TEM O
PODER DE REDEFINIR.

E aqui eu queria explorar as consequências disso:

3. . Em 2004, Massachusetts foi o primeiro estado a emitir certidões de casamento para casais
homossexuais. E agora, o governo federal também validou o “casamento” gay para propósitos de lei
federal. É a que experimentamos primeiro: as consequências sobre a liberdade: no Massachusetts,
em Illinois e em Columbia agencias católicas e protestantes de adoção tiveram que fechar, mesmo
com a Primeira Emenda. E no Massachusetts especialmente se mostrou q nada tinha a ver com
financiamento, mas com a licença: o Estado disse q não daria uma licença pras agencias operarem a
n ser q concordassem com a adoção por gays. Fotógrafos, padeiros, floristas, setores hoteleiros. Eles
não deixam de servir os gays quando tem uma festa de aniversário etc., mas n querem empenhar
suas forças numa relação em q n creem. O caso mais conhecido é o de Elaine Hughes, uma
fotógrafa protestante. Em 2006, ela declinou educadamente o convite pra ser fotógrafa num
casamento gay, pois é um processo envolvente etc. Os gays esperaram um pouco, mas depois
processaram-na. Em 2008, a comissão de direitos humanos do Novo México decidiu contra ela,
obrigando-a a pagar multa de quase 7 mil dólares. Ela levou à Suprema Corte. Perdeu. Um dos
juízes disse: “O preço da cidadania de Elaine é ter q tirar estas fotografias”. Natalie Johnson de San
Antonio foi despedida da Macy’s em 2011 depois de se ter recusado a dar permissão a um adolescente
do sexo masculino para se vestir no camarim das mulheres. Natalie citou a sua fé religiosa e a sua
preocupação com a privacidade das mulheres biológicas.
Uma pastelaria de Oregon com o nome de "Sweet Cakes by Melissa" foi forçada a fechar as portas
recentemente. E porquê? Porque há algum tempo atrás duas lésbicas queriam ordenar a pastelaria
que confecionasse uim bolo para a sua cerimónia lésbica, mas os donos - Aaron e Melissa Klein -
recusaram-se a realizar o trabalho, explicando que o "casamento" entre pessoas do mesmo sexo não é
consistente com a sua fé Cristã. As lésbicas sairam das instalações, mas a pastelaria foi processada por
"discriminação". Uma florista do estado de Washington está a ser processada por se recusar a concordar
com um cliente de longa data, um homossexual, que queria flores para o seu "casamento" com o seu
parceiro. A dona educadamente explicou que a sua recusa centrava-se na sua fé Cristã, mas ela
aparentemente não foi informada da inaceitabilidade actual de se recusar os pedidos feitos por um
homossexual.

Este mesmo cliente de longa data, e homossexual, levantou um processo contra ela, e o Procurador-Geral
do Estado levantou outro. Eles equivocadamente entendem a liberdade de consciência como mera
liberdade de culto. Numa outra ocasião, porém, encontrando-me com um colega alemão dêsse
mesmo rapaz, dêle ouvi elogios mesclados de reparos e muita perplexidade pelo fato de o jovem
brasileiro, "a fim de provar que era macho", teimar na violação dos regulamentos de tráfego que o
punham em constante conflito com as autoridades bávaras. O brasileiro, em suma, para o alemão,
era considerado "imaturo". Compreendi então de súbito, nesse pequeno confronto, qual a distinção
entre o homo sapiens da Sociedade lógica e o homo ludens da Sociedade erótica, pela maneira
como interpretam diferentemente o conceito de maturidade. Nesse sentido ainda deve a economia,
como as de mais ciências políticas, ser objeto de estudos somente por parte de "homens maduros".
O que Aristóteles chamava de spoudaios é o "homem sério", o "homem ponderado" em contraste
com o homo ludens, o homem que brinca, "jovem" incapaz de debate ético. O homo ludens está em
conflito natural com o homo faber e o homo sapiens. os quais movimentam a vida econômica. Êstes
são spoudaioi no sentido aristotélico, homens sérios, enquanto é a sociedade erótica, justamente por
não ser uma sociedade lógica ou de homens sérios, uma coletividade econômicamente
subdesenvolvida. Freud realçou repetidamente que as duradouras relações interpessoais de que a
civilização depende pressupõem que o instinto sexual é inibido em seus fins. O amor, e as relações
duradouras e responsáveis que êle exige, baseiam-se numa união de sexualidade com o afeto, e essa
união é o resultado histórico de um longo e cruel processo de domesticação, em que a manifestação
legítima do instinto se torna suprema e suas partes componentes são sustadas em seu
desenvolvimento. Esse refinamento cultural da sexualidade, essa sublimação do amor, tem lugar
numa civilização que estabeleceu relações possessivas particulares separadas e, num aspecto
decisivo, conflitantes com as relações sociais de posse. Enquanto, fora do privatismo da família, a
existência do homem foi principalmente determinada pelo valor de troca dos seus produtos e
desempenhos, sua vida no lar e na cama foi impregnado do espírito da lei divina e moral. Supôs-se
que a humanidade era um fim em si e nunca um simples meio; mas essa ideologia era efetiva mais
nas funções privadas do que nas sociais dos indivíduos; mais na esfera da satisfação libidinal do que
na do trabalho. A força plena da moralidade civilizada foi mobilizada contra o uso do corpo como
mero objeto, meio, instrumento de prazer; tal coisificação era tabu e manteve-se como infeliz
privilégio de prostitutas, degenerados e pervertidos. Precisamente em sua gratificação e, em
especial, em sua gratificação sexual, o homem tinha de comportar-se como um ser superior,
vinculado a valores superiores; a sexualidade tinha de ser dignificada pelo amor. Com o
aparecimento de um princípio de realidade não-repressivo, com a abolição da mais-repressão
requerida pelo princípio de desempenho, esse processo seria invertido. Nas relações sociais, a
coisificação reduzir-se-ia à medida que a divisão do trabalho se reorientasse para a gratificação de
necessidades individuais desenvolvendo-se livremente; ao passo que, na esfera das relações
libidinais, o tabu sobre a coisificação do corpo seria atenuado. Tendo deixado de ser usado como
instrumento de trabalho em tempo integral, o corpo seria ressexualizado. A regressão envolvida
nessa propagação da libido manifestar-se-ia, primeiro, numa (...)Essas perspectivas parecem
confirmar a expectativa de que a libertação dos instintos só poderá conduzir a uma sociedade de
maníacos sexuais isto é, a sociedade nenhuma. Contudo, o processo que acabamos de esboçar
envolve não uma simples descarga, mas uma transformação da libido da sexualidade refreada, sob a
supremacia genital, à erotização da personalidade total. É uma propagação e não uma explosão de
libido sua disseminação nas relações privadas e sociais que preencherá a lacuna mantida entre elas
por um princípio de realidade repressivo.

Sem o reconhecimento estatal, as pessoas se preocupariam em se casar e permanecer casadas?


R: Em 2012, a Heritage Fundation publicou um excelente artigo destacando o
declínio de casamentos e o aumento de divórcios no passar dos anos. As certidões de
casamento não fizeram nada para proteger o casamento. No máximo, deixaram
as pessoas indiferentes quanto à sua importância.
E quanto ao código tributário, aposentadoria, visitas hospitalares, e outras despesas legais?
R: Para tais propósitos, as pessoas poderão fazer contratos civis com quem desejarem.(*é uma
questão de direito patrimonial)

Jornalista William McGowan descobriu, na mídia, mais de três mil reportagens sobre um homem gay do estado do
Wyoming que foi espancado por criminosos até ficar inconsciente e morrer sem assistência, mas, por outro lado,
McGowan encontrou menos de cinquenta reportagens sobre um garoto adolescente que foi capturado e estuprado
repetitiva mente, por horas, por dois homens homossexuais, os quais, da mesma forma, o abandonaram para
morrer. A pesquisa de McGowan indicava que a segunda história não fora mencionada de forma alguma no New
York Times ou no Los A ngeles Times nem foi noticiada pela CBS, NBC, ABC ou CNN. (William McGowan,
Coloring the News: How Crusading for Diversity Has Corrupted American ]ournalism. San Francisco, Encounter Books, 200 1 , p.
99-1 00.)
Mark regnerus

Queer theory, neutral gender


Fallon Fox, “Lutadora” de mma transexual: até onde vi: 5 vitorias e 1 derrota

RICARDO COUT LEI 7309 DE 10 JAN 2003.

PARTE III: RAÍZES FILOSÓFICAS

Mimados dalrymple (scruton sobre rousseau); daniel bell cultural contradictions . Sociedades ricas
produzem mimados; Maio 68 Rev. Niilista: importava negar a realidade, destruir o real. Scruton:
uma vez que o ideal (a sociedade utópica) é impossível, também torna-se irrefutável. Foucault irã.
Só que o romantismo é um mal-estar com este processo.

Admirável mundo novo, de Huxley, foi publicado em 1932. Mas num prefácio escrito em 1946,
Huxley explica de forma clara o tema da obra: “não o avanço da ciência em si; é esse avanço na
medida em que afeta os seres humanos”. Ele fala até que pensa num mundo em que a ciência, tal
como o sábado, seja para o homem, e não o contrário. O mundo assistiu a muitas revoluções, mais
ostensivamente no tocante às ciencias da matéria (industrial, científica, atômica). Robespierre fez a
revolução política; Babeuf, a econômica. Mas as revoluções, as transformações desse tipo não
foram e são, diz Huxley, as mais profundas: a revolução verdadeira deve ser encetada não no mundo
exterior, mas “na alma e na carne” dos seres humanos, porque as grandes revoluções políticas
movidas a pancadas e cassetetes se revelaram fracassadas. Ter uma aparência de democracia é vital,
msm q seja apenas nominal (vide Barroso e stf)
Sade tentou ser esse apóstolo da revolução verdadeira, onde os corpos das mulheres, homens e
crianças se tornariam propriedade sexual comum – despindo-se de todas decências, todas as
inibições naturais ou construídas com esforço pela civilização. Mas Sade era uma espécie de
gnóstico: seu intuito, no fundo, era a destruição e o caos. Os dirigentes do Admirável, contudo, não
são lunáticos como Sade. Eles pretendem “não a anarquia, mas a estabilidade social”, uma vez q o
controle deve ser mais efetivo. Por isso, os triunfos da propaganda são fundamentais – e sabemos
disso desde a URSS, uma cortina de ferro (Pipes): os triunfos da propaganda têm sido ocasionados
não por atos concretos positivos, mas também pelo silêncio, e quando se quer ser mais efetivo, faz-
se a mistura de silêncio (propaganda negativa) e atos que façam com que as pessoas amem sua
servidão. À medida em que diminui a liberdade política e econômica, a liberdade sexual tende a
aumentar para compensar. Aliando-se a isso as drogas…
Criança 8 anos mudança de sexo; NAMBLA;
Sexo anal: endocardite bacteriana.
Dados sobre a duração média da vida dos homo em comparação com os hetero não aparece.
«Há uma correlação muito forte entre a família biparental casada e as
oportunidades de vida, sobretudo das crianças.»

A probabilidade de desistência do ensino secundário é de 37% para as


crianças nascidas fora do casamento, contra 13% para aquelas cujos pais se
mantêm casados. 72% dos adolescentes homicidas, 70% dos presos de longa
duração e 60% dos violadores são oriundos de lares sem pai.
A homossexualidade moderna tende a apagar ao máximo as diferenças, os polos essenciais
entre homem e mulher, criando um sexo híbrido. É narcisista. As diferenças são primordiais,
dinamizam a vida.

Estado psicologicamente prepotente e invasivo, que em nome dos direitos humanos extingue o direito às
reações naturais. Se por lei é proibido distinguir, na fala e no tratamento, entre uma mulher e um homem
vestido de mulher, ou entre a voz feminina e a sua imitação masculina, se a simples associação da cor preta
com o temor da noite é alusão racista, se o simples fato de designar uma espécie animal pelo seu exemplar
masculino é um ato de opressão machista, todas as demais distinções espontâneas, naturais, autoevidentes,
arraigadas no fundo do subconsciente humano pela natureza das coisas e por uma experiência arquimilenar,
tornam-se automaticamente suspeitas e devem ser refreadas até prova suficiente de que não infringem
nenhum código, não ofendem nenhum grupo de interesses, não magoam nenhuma suscetibilidade protegida
pelo Estado. Quantas mais condutas pessoais são regradas pela burocracia legisferante, mais complexa e
dificultosa se torna a percepção humana, até que todas as intuições instantâneas se vejam paralisadas por
uma escrupulosidade mórbida e estupidificante, e o temor das convenções arbitrárias suprima, junto com as
reações espontâneas, todo sentimento moral genuíno. A desgraça vai mais fundo. Pouco a pouco, o código de
inibições fabricado por grupos de pressão vai sendo elevado à condição de único sistema moral vigente, e
ninguém parece se dar conta de que o nível de corrupção tem algo a ver com a moralidade comum. À medida
que as consciências se entorpecem, as aspirações morais perdem toda ligação com a realidade e se enrijecem
num ritual mecânico de poses e caretas sem sentido. Todos parecem imaginar que, num ambiente de
degradação geral onde 50 mil homicídios anuais são aceitos como uma banalidade indigna de discussão, é
possível preservar intacto e imune um único bem — o dinheiro público —, isolado e protegido de todos os
pecados. (*E quando se fia só nisso, nem essa proteção se consegue. Basta ver o Petrolão).
Todo mundo sabe que estamos vivendo na era dos direitos. Tudo envolto numa aura de
emocionalismo (e, o que é pior, de um emocionalismo articulado politicamente). Há duas vertentes
a ser destacadas a respeito do tema dos direitos: de um lado, revolucionarios franceses tinham uma
visão de proclamação de direitos inalienáveis; a vertente burkeana etc. vê a interrelação, uma
correspondência estrita entre direitos e deveres. Se pago por algo, tenho direito sobre ele, por
exemplo. O problema é que a primeira vertente possibilita q se use a liberdade, por exemplo, pra
justificar absurdos – vide a “tirania da liberdade” de Robespierre. (Ao invés, penso que a liberdade
é de não ser constrangido e)
Hiperssexualização da cultura

“disforia de gênero”, o que reflete a ideia de que não há nada de errado em querer
ser o outro sexo, desde que ele não o faça infeliz, e que, se a sociedade te faz infeliz
ao se recusar em fingir que você é do outro sexo, então a sociedade tem que mudar
Segundo o Grupo Gay da Bahia, de 1980 a 2009, foram documentados 3.196
homicídios de homossexuais no Brasil, média de 110 por ano. Mais: não se sabe se
essas pessoas foram mortas por essa razão específica ou se o crime se deu entre elas
próprias, por razões passionais, ou pelas razões gerais que vitimam os outros 49 mil
e tantos infelizes, vítimas do surto de insegurança que abala há décadas o país.

Comparar essa questão com o racismo, como tem sido feito, é absolutamente
impróprio. Não se escolhe a raça que se tem e ver-se privado de algum direito por
essa razão, ou previamente classificado numa categoria humana inferior, é uma
barbárie.

Não é o que se dá com o homossexualismo. As condutas sexuais podem, sim, ser


objeto de avaliação de ordem moral e existencial, tarefa inerente, por exemplo (mas
não apenas), às religiões.

Acho que muito do movimento atual provém dessas duas fontes: romantismo e direitos
revolucionários.
Politicamente correto é uma espécie de morfina de Procusto. Procusto é aquele personagem da
mitologia que… , ou seja, é um processo altamente brutalizante, só que de forma analgésica. Creio
que, no fundo, a explicação para o multiculturalismo que não enxerga suas contradições mais óbvias
é aquela dita pelo Kirk (America’s british culture): ódio a civilização cristã. Novilíngua (Newspeak)
de Orwell: se você n pode falar o q pensa, logo você n vai estar pensando aquilo que n pode falar.

Foi o fascismo juvenil e anti-intelectualista de 1968 que fez com que o esquerdismo
passasse a se confundir com um libertarismo.

Descentralização do poder, subsidiariedade.

nicho de
mercado – veja a revolução gay, fruto da publicidade norte-americana que descobriu
que eles eram um nicho de gente com grana, bem preparada e sem filhos (héteros são
pobres porque têm filhos...), e que, portanto, deveriam ser respeitados porque
compram. Quando idosos conseguem se impor como consumidores, aí ficam
bonitinhos; afora isso, só quando alguém precisar dar um toque de tradição para uma
marca de café…
vel. A moçada do marketing moral acha que
com a educação e a propaganda podemos criar um mundo em que todos sejam homens,
mulheres e labradores ao mesmo tempo, e que ninguém tenha ciúme ou vontade de
comer picanha. Como não ver que a fúria pelo progresso contínuo chegará à conclusão
de que é o humano no homem que nos atrapalha?
Isso jamais será dito de forma clara porque somos a civilização mais hipócrita que
já existiu, mas a principal causa da desumanização que enfrentaremos no futuro será
aquela em nome do bem e da qualidade de vida.

E réplicas, visto que são, por necessidade, substituíveis por algum outro espécime de sua categoria, podem ser
usadas e abandonadas - elas são símbolos da transitoriedade do apetite, e do consumo ilimitado. A atividade
humana direcionada a essas coisas cria, ela mesma, o apetite para elas; ainda mais, o hábito de procurar o repetível
e cambiável invade todas as outras áreas da experiência humana - mesmo aquelas esferas como amor e sexo, que a
religião e a cultura haviam até então resgatado do mercado. Quando mesmo os vínculos eróticos são vistos como
mercadoria, uma grande mudança é operada. As pessoas tornam-se alienadas não somente nas suas atividades,
mas
nas suas relações. O objeto do amor torna-se o objeto sexual; homem e mulher deixam de ter relações um com o
outro, e o resultado não é somente um colapso do casamento e da família, mas também a ascensão do feminismo
militante como o veículo da vingança da mulher. A família ilustra isso de forma mais aguda. Todo sistema legal
inclui um ramo chamado "direito familiar", que se ocupa especificamente com as obrigações geradas por essa
forma peculiar de associação. O laço matrimonial não é contratual. O casamento é escolhido, mas suas obrigações
são em grande parte indeterminadas, sendo geradas pela própria instituição e descobertas pelos participantes na
medida em que eles se envolvem nela ( seria absurdo para um homem, diante da doença mortal de sua esposa,
dizer " isso não estava no acordo" e imaginar que ele assim estaria no direito de abandoná-la). O direito de família
mudou em resposta não a fatos individuais, mas a variações no arranjo social. A lei oferece sua proteção para o
arranjo concebido como um todo, não para esse ou outro problema
individual que pode advir dele (considere por que a lei, por exemplo,
procurou tornar o divórcio difícil, e não fácil). Novamente, percebemos
a cumplicidade entre os valores sociais e as normas legais. E já
que não há nenhum propósito externo ao casamento, não há nenhum
momento definitivo em que a lei vai dizer que as obrigações do casamento
cessaram. As obrigações permanecem até os dois lados poderem
persuadir a lei a separá-los.

Hipnopedia, polit corr. O mundo de Huxley, a castidade é uma perversão.

Betty Friedan diz (tá em Lasch), em A mística feminina, que o lar de classe média é um
“confortável campo de concentração”.

CONCLUSAO:

Sto. Tomás diz que não é bom que todos os pecados sejam punidos judicialmente.

Mas Estruturas de pecado: pecado social (em sentido analógico, cic p. 1869)

AGORA, no final, eu digo algo religioso: Jesus antevia isso quando dizia “vós sois como crianças
nas praças” (mimados)