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NORMA ABNT NBR

BRASILEIRA 15575-5
Quarta edição
19.02.2013

Válida a partir de
19.07.2013

Edificações habitacionais — Desempenho


Parte 5: Requisitos para os sistemas de coberturas
Residential building
buildings
gs — PPerformance
erfformance
Requirements
Part 5: Requiirements for roofingg systems

ICS 91.040.01 ISBN 978-85-07-04050-7

Número de referência
ABNT NBR 15575-5:2013
73 páginas
ABNT NBR 15575-5:2013

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ABNT NBR 15575-5:2013

Sumário Página

Prefácio ................................................................................................................................................x
Introdução ..........................................................................................................................................xii
1 Escopo ................................................................................................................................1
2 Referências normativas .....................................................................................................1
3 Termos e definições ...........................................................................................................5
4 Requisitos do usuário........................................................................................................7
5 Incumbências dos intervenientes.....................................................................................8
5.1 Usuários e fornecedores ...................................................................................................8
5.3 Fornecedores......................................................................................................................8
5.4 Contratantes, construtores
ntes, construtore es e iincorporadores .................................................................8
ncorporadores ................................
6 Avaliação desempenho
o de desemp penho ...... ................................................................................................8
..............................................................
7 Desempenho enho est estrutural
trutural .. .....................................................................................................9
............................................................................
7.1 Requisito o – Re Resistência
esistênciia e de deformabilidade
eform mabiliida ade .....................................................................9
e ........ ................................
7.1.1 Critério – Co omporta
Comportamento amento o es stá átic
estático co .... .....................................................
..................................................................................9
7.1.2 Critério – R is
sco de
Risco ea rranc cam
arrancamento mento o de co omp pon
componentes nenttes d do oS SC Cs ob a
sob ação do vento ..........9
7.2 Requisito o–S oliciitaç
Solicitações ções d deem onttage
montagem em ou ma anu ute
manutenção ençã ão .. ...............
..............................................10
7.2.1 Critério – C argas
Cargas s co oncentrad
concentradas das s ...............................................................
......................................................................................10
7.2.2 Critério – C arg
Cargasgas s co oncenttrad
concentradas das se em m sistemas
sis stem mas de c obe erturra a
cobertura cess
acessíveis
aos usuários árioos ......................................................................................................................11
...................................................................................................
7.3 Requisito o–S oliciitaç
Solicitações ções d inââmic
dinâmicas cas em m si istem
sistemas mas d deec obe ertu
coberturas uras e em coberturas-
cessíveis aos usuários
terraço acessíveis usu uárrio os .. ...........................................................
.....................................................................................11
7.3.1 Critério – Im mpacto de corp
Impacto corpo po m mole olee em sis steema
sistemas as de cob berttura as-te
coberturas-terraço acessíveis
aos usuários ários s .....................................................................................................
.....................................................................................................................12
7.3.2 Critério – Impa acto d
Impacto dee corp
corpo po d uro em s
duro isstem
sistemas mas de c obbertu
cobertura uraaa ce
acessíveis
aos usuários ários ....... ..........................................................................................
.....................................................................................................................12
7.4 Requisito o – Solicitaç
Solicitações ções se emm fforros
orros.................................................................................12
....................................................
7.4.1 Critério – Peças fixadas e emm fforros
orros ..............
.................................................................................12
......................................
7.4.2 Método de avaliação ........................................................................................................12
7.4.3 Premissas de projeto ......................................................................................................13
7.4.4 Nível de desempenho ......................................................................................................13
7.5 Requisito – Ação do granizo e outras cargas acidentais em telhados .......................13
7.5.1 Critério – Resistência ao impacto...................................................................................13
7.5.2 Método de avaliação ........................................................................................................13
7.5.3 Premissas de projeto .......................................................................................................13
7.5.4 Nível de desempenho ......................................................................................................13
8 Segurança contra incêndio .............................................................................................13
8.1 Generalidades...................................................................................................................13
8.2 Requisito – Reação ao fogo dos materiais de revestimento e acabamento...............14
8.2.1 Critério – Avaliação da reação ao fogo da face interna do sistema de cobertura
das edificações.................................................................................................................14

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8.2.2 Critério – Avaliação da reação ao fogo da face externa do sistema de cobertura


das edificações.................................................................................................................16
8.3 Requisito – Resistência ao fogo do sistema de cobertura ..........................................18
8.3.1 Critério – Resistência ao fogo do SC .............................................................................18
8.3.2 Método de avaliação ........................................................................................................18
8.3.3 Premissas de projeto .......................................................................................................18
9 Segurança no uso e na operação ...................................................................................18
9.1 Requisito – Integridade do sistema de cobertura .........................................................18
9.1.1 Critério – Risco de deslizamento de componentes ......................................................19
9.1.2 Método de avaliação .......................................................................................................19
9.1.3 Premissas de projeto .......................................................................................................19
9.1.4 Nível de desempenho
sempenho ....................................................................................................................19
...............................................................
9.2 Requisito – Manutenção oeo peraçã
operação ão ...............................................................................19
...................................................
9.2.1 Critério – Guarda-co
Guarda-corpos orpos e emm coberturas
cobertturas a ceessív
acessíveis veis a os u
aos suários ..............................19
usuários
9.2.2 Critério – Platiban
Platibandas ndas ...... ................................................................................
......................................................................................................20
9.2.3 Critério – Segur rança no
Segurança o tr rabalh
trabalho ho em m sis stem
sistemas mas d de ec oberrtura
coberturas as iinclinadas
nclin ..................20
9.2.4 Critério – Pos
Possibilidade
ssib bilidad de d de ec caminhamento
am min nha amen nto o de e pepessoas
essoas s sobre
obbre o sistema
sis
de cobertura......................................................................................................................21
ra
a.............................................................................................................
9.2.5 Critério – At
Aterramento
terra amento o de sis sistemas
ste emas s de coberturas
e co oberrturras s metálicas
metá álica .....................................21
as .........
10 Estanqueidade
daade R Requisito
eqquiisito – C Condições
onndições d dee sasalubridade
alub brid dade n no oa ambiente
mb bient habitável .........22
10.1 Critério de immpermeab
impermeabilidade bilidade e ........................................................................
..........................................................................................22
10.1.1 Método de a valia
avaliaçãoaçã ão ........................................................................................................22
........................................................................................
10.1.2 Premissas d deep rojetto ...........
projeto ..........................................................................
.......................................................................................................22
10.1.3 essem mpenho ........
Níveis de desempenho ..........................................................................
....................................................................................................22
10.2 Critério – Estaanq queidade do
Estanqueidade o SC C.. ..................................................................
......................................................................................22
10.2.1 Método de avali iação ........................................................................................................23
avaliação ..........................................................................................
10.2.2 Premissas de projprojeto jeto o ... ....................................................................................
.......................................................................................................23
10.2.3 sempenh
Nível de desempenho ho ..... ............................................................................
......................................................................................................24
10.3 Critério – Estanqueidade ed as a
das berturas de
aberturas de ventilação
ventilação..................................................24
....................
10.3.1 Método de avaliação ........................ ......................................................
........................................................................................................24
10.3.2 Premissas de projeto .......................................................................................................24
10.3.3 Nível de desempenho ......................................................................................................25
10.4 Critério para captação e escoamento de águas pluviais .............................................25
10.4.1 Método de avaliação ........................................................................................................25
10.4.2 Premissas de projeto .......................................................................................................25
10.4.3 Nível de desempenho ......................................................................................................25
10.5 Critérios – Estanqueidade para SC impermeabilizado .................................................25
10.5.1 Método de avaliação ........................................................................................................25
10.5.2 Premissas de projeto .......................................................................................................26
10.5.3 Nível de desempenho ......................................................................................................26
11 Desempenho térmico .......................................................................................................26
11.1 Generalidades...................................................................................................................26
11.2 Requisito – Isolação térmica da cobertura ....................................................................26

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11.2.1 Critério – Transmitância térmica .....................................................................................26


11.2.2 Métodos de avaliação ......................................................................................................27
11.2.3 Nível de desempenho ......................................................................................................27
12 Desempenho acústico .....................................................................................................27
12.1 Generalidades...................................................................................................................27
12.2 Métodos disponíveis para a avaliação ...........................................................................27
12.2.1 Descrição dos métodos ...................................................................................................27
12.2.2 Parâmetros de avaliação..................................................................................................28
12.3 Requisito – Isolamento acústico da cobertura devido a sons aéreos ........................28
12.3.1 Critério – Isolamento acústico da cobertura devido a sons aéreos em campo .........28
12.3.2 Método de avaliação ........................................................................................................28
12.3.3 Nível de desempenho mínim mínimo mo – M..................................................................................28
...................................................
12.4 Requisito o – Nível de ruído ruído d de e iimpacto
mp pacto nas s coberturas
coberturas acessíveis acessívei de uso coletivo ..29
12.4.1 Método de avaliaçãoavaliaç ção ........................................................................................................29
....................................................................................
12.4.2 desem
Nível de desempenho mpenho mínimo mínim mo – M..................................................................................29
..........................................................
13 Desempenho enho o lumínico
lu
umínic co .....................................................................................................29
...................................................................................
14 Durabilidade dad de e manutenibilidade
man nuttenib bilid dade – RequisitoRe equ uissito – Vida Vida útil útil de de projeto
pro oje dos sistemas de
cobertura a ...........................................................................................................................29
.............................................................................................................
14.1 Critério para para a vida vidda útil de e projeto
prrojjeto o ..................................................................................30
........................................................
14.1.1 Método de de avaliação
avalia açã ão ........................................................................................................30
..............................................................................
14.1.2 Premissas as dede projeto
prroje eto .......................................................................................................30
.................................................................................
14.1.3 Nível de desempenho
desempenh ho ......................................................................................................30
................................................................................
14.2 Critério – Estabilidade
Esstabiliidade da cor coor de de telhas s e outros
outtros componentes
com mpon nen ntes das d coberturas .......30
14.2.1 Métodos de de avaliação
avaliação ......................................................................................................30
...............................................................................
14.2.2 Premissas as dede projeto
projeto .......................................................................................................30
.................................................................................
14.2.3 Nível de desempenho
dese empenho ......................................................................................................30
..................................................................................
14.3 Critério – ManualManu ual de de uso,
uso, operação
operaçã ão e manutenção
manu uteenção o das
daas cobcoberturas
bertur ............................30
15 Saúde, higiene igiene e qualidadequalidade do ar....................................................................................31
ar.......................................................
16 Funcionalidadealidade e acessibilidade
aces ssibilidade ....................................................................................31
.......................................................
16.1 Requisito o ...........................................................................................................................31
.............................................................................................
16.2 Manutenção dos equipamentos e dispositivos ou componentes contituintes
e integrantes do SC..........................................................................................................31
16.2.1 Critério – Instalação, manutenção e desinstalação de equipamentos e dispositivos
da cobertura......................................................................................................................31
16.2.2 Método de avaliação ........................................................................................................31
16.2.3 Prescrição de projeto .......................................................................................................31
16.2.4 Nível de desempenho ......................................................................................................32
17 Conforto tátil, visual e antropodinâmico ........................................................................32
18 Adequação ambiental ......................................................................................................32
Bibliografia .........................................................................................................................................73

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Anexos
Anexo A (normativo) Determinação da resistência às cargas concentradas em sistemas
de coberturas acessíveis aos usuários – Método de ensaio .......................................33
A.1 Princípio ............................................................................................................................33
A.2 Aparelhagem.....................................................................................................................33
A.3 Preparação e preservação das amostras para ensaios e dos corpos
de prova.............................................................................................................................33
A.4 Procedimento ...................................................................................................................33
A.5 Expressão dos resultados...............................................................................................33
A.6 Relatório de ensaio ..........................................................................................................33
Anexo B (normativo) Determinação da resistência de peças fixadas em forro – Método
................................................................................................
de ensaio ...........................................................................................................................35
B.1 ...................................................................................................
Princípio ............................................................................................................................35
B.2 Aparelhagem em.....................................................................................................................35
.......................................................................................................
B.3 Preparação o e pres servação
preservação o das
das amostras
am mostra as p arra ensaios
para ens saio os e d os corpo
dos corpos
...............................................................................................................
de prova.............................................................................................................................35
B.4 Procedimentonto o .. ........................................................................................................
...................................................................................................................35
B.5 Expressão do dosos rresultados
esu ulta ados... ..............................................................................
...............................................................................................35
B.6 Relatório de ee nsaio
ensaio o ... .......................................................................................
..........................................................................................................36
Anexo C (normativo) Verifi
Verrifi fic aç
caçãoção od daa rresistência
esisttên ncia ao o impa
impactoacto o em m telh hado
telhados os – Mé Método de ensaio .37
C.1 ............................................................................................................
Princípio ............................................................................................................................37
C.2 Aparelhagem em......................................................................................................................37
.......................................................................................................
C.3 Preparação oep reserrvação d
preservação dasas am mostras p
amostras ara e
para nsaio
ensaios os e do os c
dos orpo de prova ........37
corpos
C.4 Procedimentontto .. ..................................................................................................
...................................................................................................................37
C.5 Expressão do dosos rresultados
esultados... ............................................................................
...............................................................................................38
C.6 Relatório de e ensaio
ens saiio ...........................................................................................................38
...........................................................................................
Anexo D (normativo) Determi
Determinação inação d daae stan nqu
estanqueidade ueidad de à ág gua do
água oS SC C–M étodo de ensaio.........39
Método
D.1 .....................................................................................................
Princípio ............................................................................................................................39
D.2 Aparelhagem em...................... .........................................................................
.....................................................................................................................39
D.2.1 ...............................................................................................
Câmara ..............................................................................................................................39
D.2.2 Sistema de pressurização ...............................................................................................39
D.2.3 Manômetro ........................................................................................................................40
D.2.4 Sistema de aspersão de água .........................................................................................40
D.2.5 Equipamento para medição de vazão ............................................................................40
D.3 Preparação e preservação das amostras para ensaios e dos corpos de prova ........40
D.4 Procedimento ...................................................................................................................41
D.5 Expressão dos resultados...............................................................................................41
D.6 Relatório de ensaio ..........................................................................................................41
Anexo E (normativo) Verificação da resistência de suporte das garras de fixação ou de apoio –
Método de ensaio .............................................................................................................43
E.1 Princípio ............................................................................................................................43
E.2 Aparelhagem.....................................................................................................................43
E.3 Corpo de prova .................................................................................................................43

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E.4 Procedimento ...................................................................................................................43


E.5 Expressão dos resultados...............................................................................................44
E.6 Relatório do ensaio ..........................................................................................................44
Anexo F (normativo) Determinação da resistência das platibandas – Método de ensaio ...........45
F.1 Princípio ............................................................................................................................45
F.2 Aparelhagem.....................................................................................................................45
F.3 Preparação e preservação das amostras para ensaios e dos corpos de prova ........45
F.4 Procedimento ...................................................................................................................45
F.5 Expressão dos resultados...............................................................................................46
F.6 Relatório de ensaio ..........................................................................................................46
Anexo G (Normativo) Determinação da resistência ao caminhamento – Método de ensaio ......47
G.1 Princípio ............................................................................................................................47
o ................................ ................................................................
G.2 Aparelhagem .....................................................................................................................47
agem............... .............................................................................
G.3 Preparação
ção e pres preservação
servação d dasas am amostras
mostrras p para
ara ensaios
a ensai ios e dos cor corpos
de prova............
.............................................................................................................................47
.................................................................................................
G.4 Procedimento
mento o .....................................................................................................................47
...................................................................................................
G.5 Expressãoão d dos os rresultados
esu ulta ados ...............................................................................................48
s.... .........................................................................
G.6 Relatóriood deee ensaio
nsa aio ...........................................................................................................48
.........................................................................................
Anexo H (normativo) o)) V
Verifi
erifica cação
açã ão da e estabilidade
sta abilid dad de d daac coror de telhas
e telha as e outros componentes das
coberturasas – M éttod
Método do d de ee nsa
ensaio aio o .......... ....................................................
......................................................................................49
H.1 Princípioo ....
..........................................................................................................
............................................................................................................................49
H.2 ag
Aparelhagemgem......................................................................................................................49
..................................................................................................
H.3 çã
Preparação ão e p res servação
preservação o dadasas am mostra
amostras as p ara
para a ensaio
ensaios os e dos cor corpos
de prova.... ........................................................................................................
.............................................................................................................................49
H.4 Procedimento
men nto ... ...................................................................................................................49
.............................................................................................
H.5 Expressãoão dodos os rresultados
esultados ...............................................................................................49
s.... .......................................................................
H.6 Relatórioo de ens saio ..
ensaio ....................................................................................
..........................................................................................................49
o) Níveis d
Anexo I (informativo) de ed esempenh
desempenho ho ............... .........................................
...................................................................................51
I.1 dades................
Generalidades .........................................................................
...................................................................................................................51
I.2 Requisitoo – Ação do granizo e o utras c
outras argas a
cargas cidentais em telh
acidentais telhados – Critério –
Resistência ao impacto ...................................................................................................51
I.3 Requisito – Condições de salubridade no ambiente habitável ...................................51
I.3.1 Critério – Impermeabilidade ............................................................................................51
I.3.2 Critério – Estanqueidade e durabilidade para SC impermeabilizado..........................52
I.4 Requisito – Isolação térmica da cobertura – Critério – Transmitância térmica..........52
I.5 Requisito – Isolamento acústico da cobertura devido a sons aéreos (fontes de
emissão externas) – Critério – Isolamento acústico da cobertura devido a sons
aéreos, em ensaio de campo...........................................................................................53
I.6 Requisito para isolamento de ruído de impacto para as coberturas acessíveis
de uso coletivo – Critério – Nível de ruídos de impactos em coberturas acessíveis
de uso coletivo .................................................................................................................53
I.7 Requisito para a vida útil dos materiais e componentes das coberturas
– Critério – Estabilidade da cor de telhas e outros componentes das coberturas ....53

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Anexo J (informativo) Roteiro de cálculo dos esforços atuantes do vento em coberturas .........55
Anexo K (normativo) Método de ensaio para verificação da reação ao fogo em protótipo ........64
K.1 Princípio ...........................................................................................................................64
K.2 Aparelhagem.....................................................................................................................64
K.2.1 Estrutura de ensaio ..........................................................................................................64
K.2.2 Combustível para o ensaio ..............................................................................................65
K.2.2.1 Engradado de madeira.....................................................................................................65
K.2.2.2 Outros insumos ................................................................................................................66
K.2.3 Medidores de temperatura ..............................................................................................66
K.3 Execução do ensaio .........................................................................................................67
K.3.1 Montagem do corpo de prova .........................................................................................67
K.3.2 mento do foco de inc
Posicionamento cêndio ...................
incêndio ...............................
.............................................................................67
K.4 Relatório de e ensaio ........ ..........................................................................................................68
............................................................................
Anexo L (normativo) Observaç
Observações ções v visuais
isua ais d dasasso ocorrências
corrrênc cias durante
s dura antte o ensaio – Verificação
da resistência
cia ao v vento
ento – M Método
étod do d de ensaio
e en nsa aio ..................................................................69
.........................................
L.1 Princípio ............................................................................................................................69
...............................................................................................................
L.2 Aparelhagem em......................................................................................................................69
...........................................................................................................
L.2.1 .................................................................................................................
Tablado ..............................................................................................................................69
L.2.2 vel ....................................................................................................................69
Balão inflável .......................................................................................................
L.2.3 Manômetros oss .......................................................................................................................69
....................................................................................................
L.2.4 Fonte de arr co ompriimiido ......
comprimido ...........................................................................
..................................................................................................69
L.2.5 omparad
Relógios comparadores dorres ...... ...........................................................................
..................................................................................................69
L.2.6 Cronômetro o .... ...................................................................................................
.......................................................................................................................69
L.2.7 Trena com re esolu
resolução ução em mil límmettros
milímetros s ......... ...............................................
..............................................................................69
L.3 Preparação o do oc orpo de pro
corpo provaova.........................................................................................70
.....................................................................
L.4 Procedimentonto ... .....................................................................................................
...................................................................................................................70
L.5 Resultados s ............ ...............................................................................................
........................................................................................................................71
L.6 Relatório de e ensaio ... ...................................................................................
..........................................................................................................71

Figuras
Figura 1 – Designações do subsistema de telhados .......................................................................7
Figura 2 – Condições de exposição de acordo com as regiões do Brasil (ABNT NBR 6123)....23
Figura D.1 – Câmara ..........................................................................................................................39
Figura D.2 – Esquema de funcionamento da câmara ....................................................................40
Figura E.1 – Esquema da montagem ...............................................................................................43
Figura F.1 – Binários aplicados no topo da platibanda, simulando ação
de andaime suspenso ......................................................................................................45
Figura G.1 – Carga concentrada transmitida com o auxílio de cutelo de madeira e berço
de borracha .......................................................................................................................48
Figura J.1 – Gráfico das isopletas da velocidade básica do vento, “V0”, em metros por
segundo, no Brasil (ABNT NBR 6123) ............................................................................55
Figura K.1 – Figura ilustrativa da estrutura de ensaio (ver [4], Bibliografia) ...............................65
Figura K.2 – Figura ilustrativa do engradado de madeira .............................................................66

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Figura K.3 – Posicionamento dos termopares – Vista lateral .......................................................66


Figura K.4 – Posicionamento dos termopares - Vista em planta ..................................................67
Figura K5 – Figura ilustrativa sobre o foco de incêndio................................................................68
Figura L.1 – Montagem do corpo de prova .....................................................................................70
Figura L.2 – Colocação do balão sob as telhas..............................................................................70

Tabelas
Tabela 1 – Classificação dos materiais tendo como base o método ABNT NBR 9442 ...............14
Tabela 2 – Classificação dos materiais tendo como base o método BS EN 13823 –
classificação dos materiais especiais que não podem ser caracterizados através
da ABNT T NBR 9442 ..........................................................................................................14
............................................................................
Tabela 3 – Classificação dos materiais
matteriais tendo tendo como b base
ase o método ABNT NBR 9442 ...............16
Tabela 4 – Condiçõesões de ensaio
ens saio de de es stan nqu
estanqueidade ueidade d de e teelhad
telhados dos ..................
..................................................22
Tabela 5 – Critérios s de coberturas
cob berturas s quanto
quan nto à tra ansmittânciia térmica
transmitância té
érm mic ca – M...... ......................................27
Tabela 6 – Parâmetrostros acústicos
acústico os de de avaliação
av
valliaç ção ...............................................................................28
.......................................................
mínnim
Tabela 7 – Valores mínimos mos da da diferença
difere enç ça padronizada
paadron nizzad da d deen ív
vel p
nível onnderad
ponderada, da, D2m,nT,w,
da vedaçãoçãooeexterna
xtern na d de e dodormitório
orm mitó ório o .....
..................................................................................29
......................................................
Tabela 8 – Nível de p ressão
pressão o so onora d
sonora dee im mpa
impacto actto p adrroniiza
padronizado ado o po onde
ponderado,era ado, L L’nT,w ........................29
Tabela C.1 – Massa addooc corpo
orp po duro,, altu altura
ura a e ene energia
ergia d de e iimpacto
mp pacto o ......
..................................................37
.............
os p
Tabela I.1 – Critérios ara rresistência
para essistênciia a ao o im mpa
impacto acto o ..... ........................................
.........................................................................51
Tabela I.2 – Níveis d deeddesempenho
esem mpenho p para
arra est estanqueidade
tanqu ueiidade e de ttelhas
elhhas .. ..............................................52
.............
Tabela I.3 – Níveis d deeddesempenho
esem mpenho ..................................................................................................52
........................................................................
os
Tabela I.4 – Critérios sen ív
veis de des
níveis sem mpen
desempenho nho de co oberrturas
coberturas s qu uantto
quanto
itâ
ância ttérmica
à transmitância érmica ... .........................................................................
...................................................................................................52
nça p
Tabela I.5 – Diferença adronizada d
padronizada de en ívell pond
nível ponderadaderrada da ve eda
vedaçãoação oe xte erna , D2m,nT,w, para
externa
ensaios de cam campo
mpo ... ............................................................................................................53
.....................................................................................
Tabela I.6 – Nível de e pressã
pressão ão sosonora
onora de iimpacto mpac cto pad padronizado
dron nizad do ponponderado,
nderado, L’nT,w, para
ensaios de campo ....... ............................................................................................................53
............................................................................
Tabela I.7 – Estabilidade
idade da cor para c componentes
omponentes ttelhas elhas e outros compo componentes
artificialmente coloridos ..................................................................................................54
Tabela J.1 – Valores possíveis de S1 ...............................................................................................56
Tabela J.2 – Variação do fator S2......................................................................................................56
Tabela J.3 – Valores possíveis de S3 ...............................................................................................58
Tabela J.4 – Coeficientes para telhados com duas águas.............................................................59
Tabela J.5 – Coeficientes para telhados com uma água................................................................60
Tabela J.6 – Cálculo da velocidade característica do vento Vk para edificação com 5m
de altura ............................................................................................................................62
Tabela J.7 – Valores de referência para Vk e Cp para edificação com 5m de altura ...................63
Tabela J.8 – Cálculo da velocidade característica do vento Vk para edificação com 15m
de altura ............................................................................................................................63
Tabela J.9 – Valores de referência para Vk e Cp para edificação com 15 m de altura ................63
Tabela L.1 – Pressões de ensaio considerando a pressão no beiral desprotegido....................71

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ABNT NBR 15575-5:2013

Prefácio

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é o Foro Nacional de Normalização. As Normas


Brasileiras, cujo conteúdo é de responsabilidade dos Comitês Brasileiros (ABNT/CB), dos Organismos
de Normalização Setorial (ABNT/ONS) e das Comissões de Estudo Especiais (ABNT/CEE), são
elaboradas por Comissões de Estudo (CE), formadas por representantes dos setores envolvidos,
delas fazendo parte: produtores, consumidores e neutros (universidades, laboratórios e outros).

Os Documentos Técnicos ABNT são elaborados conforme as regras da Diretiva ABNT, Parte 2.

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) chama atenção para a possibilidade de que
alguns dos elementos deste documento podem ser objeto de direito de patente. A ABNT não deve ser
vel pela identificação de quais
considerada responsável sque
er direitos de patentes.
quaisquer

A ABNT NBR 15575-5 -5 foi elaborada


elabora
ada n o Comitê
no Commitê Brasi ileiro de Construção C
Brasileiro Civil (ABNT/CB-02),
studo de D
pela Comissão de Estudo esempe
Desempenho enhoo d
dee E difica
Edifi açõe
cações es (C
CE-02:136.01). O Projeto circulou
(CE-02:136.01).
em Consulta Nacional
al conforme
conforrme EEdital
dittal nºº 07,, de 16.07.2012
e 1 6.007.20 012 a 13.09.2012,
09.2012, com o número de
13.0
Projeto ABNT NBR 15575-5.
575-5..

A ABNT NBR 15575, sob ob o título


so ulo geral
títu gera “Edifi
al “E
Edifificcações
açõe
es ha
habitacionais
abita
acio
onais – D
Desempenho”,
essempe tem previsão
de conter as seguintes p
partes:
ar tes:

— Parte 1: Requisitos
sggerais;
erais;

— Parte 2: Requisitos
sppara
ara sistemas
a oss si estruturais;
istemass es
strrutu
uraiis;

— Parte 3: Requisitos para


s pa sistemas
ara oss sis
stemass de
eppisos;
iso
os;

— Parte 4: Requisitos
sppara os
ara o e vvedações
s sistemass de ed verticais
dações ve ais internas
er tica inttern externas
xtern – SVVIE;
nas e ex

— Parte 5: Requisitos para


s pa os
ara os ssistemas e ccoberturas;
istemass de ob
bertura
as;

— Parte 6: Requisitos os
s para os ssistemas hidrossanitários.
istemass hid
drosssanitárrios.

Esta parte da ABNT 155755575 entra em


em vigor 150
vigor 150 dias após ssua publicação.
ua public cação. Devido à repercussão que
esta parte da ABNT NBR 15575 terá á ssobre
obre aas atividades
s atividades ddoo ssetor construção civil, bem como
etor da construç
quação de todos os seg
à necessidade de adequação gmentos d
segmentos esta ccadeia
desta adeia produtiva, env
envolvendo projetistas,
fabricantes, laboratórios, construtores e governo.

Esta quarta edição cancela e substitui a edição anterior (ABNT NBR 15575-5:2012), a qual foi
tecnicamente revisada.

O Escopo desta Norma Brasileira em inglês é o seguinte:

Scope
This part of ABNT NBR 15575 provides the requirements and performance criteria that are applied
to roofing systems of residential buildings.

NOTE Some requirements or criteria, for reasons essentially practical, can be extended to components
of roofing systems.

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ABNT NBR 15575-5:2013

This part of ABNT NBR 15575 does not apply to:

— works already completed;

— construction in progress on the date of exigibility of this Standard;

— projects filed in the competent organs of the date of exigibility of this Standard;

— renovations and repair works;

— retrofit of buildings;

— temporary buildings.

This part of ABNT NBR 15575 is used a


as
s a p
procedure
rocedure ffor
or performance eva
evaluation of constructive
systems.

rovided in
The requirements provided n this
this partt of
part of ABNT
ABNT TN 575 ((Clauses
BR 15575
NBR 155 Clau
use
es 4 to 17)
7 are
ar supplemented by the
requirements provided ABNT
ed in ABNT NBR
NBR 15575-1
1555755-1 to ABNT
ABN NBR
NT N BR 15575-6.
R 155 575
5-6
6.

This part of ABNT NB NBRBR 1 557


15575 75 p rovvide
provides es crriteria
a ffor
criteria or theermal,, a
thermal, cousstic, lluminous
acoustic, um and fire safety
performance, that shall alll bem
be et iindividually
met ndividuaallyy an
nd a
and lone
aloneebby y th
he cconfl
the onfl
fliicting
ctin
ng naaturre its
nature se of the measurements
itself
icc p
criteria, e.g., acoustic erform
man
performance nce (wi indo
(window ow cllose ed) vversus
closed) erssuss vventilation
enttilatiion p erfforrma
performance (open window).

Requirements applicable
cable
eoonly for
nlly fo buildings
or buildings
suup
p to fivve oors
e floo will
ors w be
ill b specifi
e sp
pecifi
fied their respective Clauses.
d in th

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ABNT NBR 15575-5:2013

Introdução

A abordagem desta Norma explora conceitos que muitas vezes não são considerados em Normas
prescritivas específicas, por exemplo, a durabilidade dos sistemas, a manutenibilidade da edificação,
o conforto tátil e antropodinâmico dos usuários.

A inter-relação entre Normas de desempenho e Normas prescritivas deve possibilitar o atendimento


aos requisitos do usuário, com soluções tecnicamente adequadas e economicamente viáveis.

Todas as disposições contidas nesta Norma aplicam–se aos sistemas que compõem edificações
habitacionais projetados, construídos, operados e submetidos a intervenções de manutenção que
atendam às instruções específicas do respectivo manual de uso, operação e manutenção.

Requisitos e critérios particularmente aplicáveis


ap determinado
plicáveis a determinad tratados separadamente
do sistema são trata
em cada parte desta Norma.

orma vis
Objetivamente, esta Norma sa a
visa lavanccar te
alavancar ecniccame entte a qualidade
tecnicamente quallidad de rrequerida
equerida e a oferta de moradias,
ao estabelecer regrass paraa a valiaçção d
avaliação doo desempenho
deseempe enhho de im móvveiss h
imóveis abitacion
habitacionais, auxiliando nas
análises que definem o fin
nanciamento
annciamentto d dee iimóveis
móve possibilitando
eis e po osssibiilitaando aadequações
quaçções nos procedimentos
deq
anu
utenção d
de execução, uso e manutenção oss imó
dos óveiis.
imóveis.

BR 15575
Esta parte da ABNT NBR 15575
5 sse
e refere
ea oss re
aos equ
uisittos d
requisitos os us
dos suá
árioss e a
usuários os requ
aos requisitos referentes aos
s (S
sistemas de coberturas SC).
(SC).

Os sistemas de coberturas (SC)


turras (SC
C) eexercem
xercem funções
m fuunçõões iimportantes
mporta nas
anttes na
as e edifi
dificcações
açções h habitacionais, desde
servação
a contribuição para preservação o da
a saúdee doos usuários
dos ussuário
os a té a p
até rópriia p
própria roteeção
proteção o do ccorpo da construção,
en
interferindo diretamente naad ura
abilidade d
durabilidade os
dossd em
mais el
demais lemento
elementos os que e a commpõ
compõem.õem.

Os sistemas de coberturas
urass (SC)
rtu (SC) impedem infi
nfiltração
m a in ão de
ltraçã umidade
de umidaade oriunda
e ori da das
iund da intempéries para
os ambientes habitáveis
is e evitam proliferação
evvittam a prolife
era
açã de
ão d micro-organismos
e miccro--orgaanism patogênicos
mos patoogê os e de diversificados
ênico
ção d
processos de degradação oss materiais
dos materiaiss de
e construção,
con
nstruçção,, innclu
uindo apodrecimento,
incluindo ap
podreecimeento corrosão, fissuras
a e outr
de origem higrotérmica ros.
outros.

Por esses motivos, os SC devem se


er p
ser lanejados e executados
planejados executad
dos de form
ma a p
forma roteger os demais sistemas.
proteger

Sendo o (SC) a parte da edificação habitacional mais


habittacional maiis exposta
exposta à radiação direta
diret do sol, ele exerce
influência predominante na carga térmica transmitida aos ambientes (casas térreas e último pavimento
de sobrados ou prédios), influenciando diretamente no conforto térmico dos usuários e no consumo
de energia para acionamento de equipamentos de ventilação forçada e/ou condicionamento artificial
do ar.

Os SC, ao integrarem-se perfeitamente ao corpo das edificações habitacionais, interagem com


os sistemas de instalações hidrossanitárias, sistemas de proteção de descargas atmosféricas,
sistemas de isolação térmica e outros, necessariamente previstos em projeto.

As ações atuantes, particularmente vento, intensidade de chuvas e insolação, são as que exercem
a maior influência e são determinantes nos projetos de SC.

Os aspectos relacionados à segurança de pessoas, devido aos serviços de execução ou manutenção


dos SC serem exercidos em locais acima do solo e de acesso cuidadoso, constituem considerações
adicionais previsíveis nos projetos.

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ABNT NBR 15575-5:2013

As disposições contidas nesta parte da ABNT NBR 15575 aplicam–se às edificações habitacionais,
referindo-se aos sistemas de coberturas.

Requisitos aplicáveis somente a edificações de até cinco pavimentos são especificados em suas
respectivas seções.

Requisitos e critérios particularmente aplicáveis a determinado sistema são tratados separadamente


em cada parte desta Norma.

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NORMA BRASILEIRA ABNT NBR 15575-5:2013

Edificações habitacionais – Desempenho


Parte 5: Requisitos para os sistemas de coberturas

1 Escopo
1.1 Esta parte da ABNT NBR 15575 estabelece os requisitos e critérios de desempenho requeridos
para os sistemas de coberturas para edificações habitacionais.

NOTA Alguns requisitos ou critérios, por questões essencialmente práticas, podem ser estendidos
aos componentes dos sistemas de coberturas.

1.2 Esta parte da ABNT NBR 15575 não



ão se
se aplica
aplica a:
a:

das;
— obras já concluídas;

mento na
— obras em andamento na data d
data a entrada
da entrrad
da em vvigor
igo
or desta
a No
desta orm
ma;;
Norma;

olad
dos n
— projetos protocolados os ó
nos rgã
ãos com
órgãos mpettentess a
competentes té a d
até ata
a da e
data ntra
ada em
entrada m vvigor desta Norma;

as;
— obras de reformas;

— retrofit de edifícios;
io
os;

visó
ória
as.
— edificações provisórias.

ABN
1.3 Esta parte da ABNT NT NBR
NB
BR 15575
5 é utilizada
uttiliza
ada como
co
omo
o um
m procedimento
procced
dimento
o de avaliação
a do desempe-
nho de sistemas construtivos.
nsstru
utivos.

estab
bellecid
1.4 Os requisitos estabelecidosdos nesta
a parte
parr te da
da ABNT
AB
BNT
T NB
BR 15575
NBR 155
575
5 (Seções
(Se
eçõ
ões 4 a 17) são complemen-
os est
tados pelos requisitos tabelecidos nas
estabelecidos naas ABNT
ABNT T NB
BR 15575-1
NBR 15575
5-1 a ABNT
AB
BNT N BR 1
NBR 5
15575-6.

1.5 Esta parte da ABNT NBRNBBR 15575


15
5575 e stab
belece
estabelecee ccritérios
ritério
os rrelativos
elativvos aoo desempenho
desempe térmico, acústico,
rança ao fogo,
lumínico e de segurança fogoo, que devem
que devem ser atend didos individual
atendidos ind dividual e isola
isoladamente pela própria
natureza conflitante dos critérios de m edições, p
medições, or e
por xemplo, d
exemplo, esempenho acústico
desempenho acú (janela fechada)
versus desempenho de ventilação (janela ab ber ta)
aberta).

1.6 Requisitos aplicáveis somente para edificações de até cinco pavimentos são especificados
em suas respectivas seções.

2 Referências normativas
Os documentos relacionados a seguir são indispensáveis à aplicação deste documento. Para
referências datadas, aplicam-se somente as edições citadas. Para referências não datadas, aplicam-se
as edições mais recentes do referido documento (incluindo emendas).

ABNT NBR 5410, Instalações elétricas de baixa tensão

ABNT NBR 5419, Proteção de estruturas contra descargas atmosféricas

ABNT NBR 5628, Componentes construtivos estruturais – Determinação da resistência ao fogo

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ABNT NBR 15575-5:2013

ABNT NBR 5642, Telha de fibrocimento – Verificação da impermeabilidade

ABNT NBR 5674, Manutenção de edificações – Requisitos para sistema de gestão de manutenção

ABNT NBR 6118, Projeto de estruturas de concreto – Procedimento

ABNT NBR 6123, Forças devidas ao vento em edificações

ABNT NBR 7190, Projeto de estruturas de madeira

ABNT NBR 7213, Agregados leves para concreto isolante térmico

ABNT NBR 8521, Emulsões asfálticas com fibras de amianto para impermeabilização – Especificação

ABNT NBR 8681, Ações


es e segurança nas estruturas
estruturas – P
Procedimento
rocedimento

ABNT NBR 8800, Projeto


eto de estruturas
estru
uturas de
de aço
aço e de estruturas
estruttura
as mistas
misstas de aço e co
concreto de edifícios

ABNT NBR 9062, Projeto


eto e execução
execução de
de es
estruturas
stru
utu
uras de
de concreto
con
ncretto pré-moldado
prré-m
molda
ado

ABNT NBR 9227, Véu de fib


bras
ras de
de vi
vidro
idro p
para
arra im
impermeabilização
mperm
mea
abilliza
ação
o – Es
Especifi
speccificação
caçção

ABNT NBR 9228, Feltros


ro
os a
asfálticos
sfáltiicoss para imp
impermeabilização
perm
meab
bilizzaçã
ão – E
Especifi
sp
peciificaç
cação
ção
o

ABNT NBR 9229, Mantas


nttass d
de
ebbutil
utill para
para impermeabilização
impe
erm
meabiliização
o – Especifi
Esp
pecifificação
caçã
ão

ABNT NBR 9230, Vermiculita


micculitta e
expandida
xp
pandida – Especifi
Especcifica
cação
ação

ABNT NBR 9442, Material


atterrial dee construção
constru
uçãoo – D
Determinação
eterm
min
nação o do índ
índice
dice de
e pro
propagação superficial
od
de chama pelo método op
do ainel radiante
painel e – Método
Méto
odo de ensaio
ennsaiio

ABNT NBR 9574, Execução


cuçã
ão de
de iimpermeabilização
mperme
eabiilizzaçção

ABNT NBR 9575, Impermeabilização


ermeab
bilizzação – S
Seleção
eleção e p
projeto
rojjeto

ABNT NBR 9685, Emulsão


ulsão asfáltica
appara
ara iimpermeabilização
mpermeabilizaçã
ão

ABNT NBR 9686, Solução


olução e emulsão asf
asfálticas
fálticas e
empregadas
mpregadas como material de imprimação na
impermeabilização

ABNT NBR 9688, Isolantes térmicos de lã cerâmica – Mantas – Especificação

ABNT NBR 9690, Impermeabilização – Mantas de cloreto de polivinila (PVC)

ABNT NBR 9909, Isolantes térmicos de lã cerâmica – Painéis – Especificação

ABNT NBR 9910, Asfaltos modificados para impermeabilização sem adição de polímeros –
Características de desempenho

ABNT NBR 9952, Manta asfáltica para impermeabilização

ABNT NBR 10404, Isolantes térmicos de lã cerâmica – Flocos – Especificação

ABNT NBR 10412, Isolantes térmicos de lã de vidro – Feltros de lamelas – Especificação

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ABNT NBR 15575-5:2013

ABNT NBR 10844, Instalações prediais de águas pluviais – Procedimento

ABNT NBR 11358, Painéis termoisolantes à base de lã de vidro – Especificação

ABNT NBR 11360, Isolantes térmicos de lã de vidro – Flocos – Especificação

ABNT NBR 11361, Mantas termoisolantes à base de lã de vidro – Especificação

ABNT NBR 11362, Feltros termoisolantes à base de lã de vidro – Especificação

ABNT NBR 11364, Painéis termoisolantes à base de lã de rocha – Especificação

ABNT NBR 11626, Isolantes térmicos de lã de rocha – Flocos – Especificação

ABNT NBR 11722, Feltros termoisolante


termoisolantes
es à b
base
ase d
de
e llã
ãdde
e rrocha
ocha – Especificaçã
cação

ABNT NBR 11752, Materiais celulares


celulares de
de poliestireno
poliesttireno
o para
pa
ara isolamento
iso
olamento térmico
térmi na construção civil
e refrigeração industrial
trial

ABNT NBR 11797, Mant


Mantas
tas d
de
e et
etileno-propileno-dieno
tilen
no-pro
opilen
no-diieno
om merro ((EPDM)
monômero
on
nôm EPDM)) p
DM para
ara impermeabilização –
Especificação

ABNT NBR 13047, Is


Isolante
sola
ante té
térmico
érm
mico de
e lã
ã de
de rrocha
och
ha – Ma
Mantas
anta
as flexíveis
exíve
eis ccom
om
m suporte
supo de tela metálica

ABNT NBR 13121, A


Asfalto
sffalto
o elastomérico
ellasstomérico para
para impermeabilização
impe
ermea
abiliizaçção

ABNT NBR 13321, M


Membrana
embran
na acrílica
acrílica pa
para
ara
a im
impermeabilização
mperm
mea
abiiliza
ação

ABNT NBR 13528, R Revestimento


evestimento de p
paredes
are
edes e tetoss de
de ar
argamassas
rgama
assa
as inorgânicas
in
norrgânic – Determinação da
resistência de aderênciaa à tração
ênccia tração

ABNT NBR 13532, Elab


Elaboração
bora
ação de projetos
projjeto
os de
e edificcações
ações – Arquite
Arquitetura
etura
a

ABNT NBR 13571, Haste d


de
eaaterramento
terramen
nto aço-cobreada
aço--cobre
eada
a e acessórios
acesssóriios – E
Especifi
speci cação

ABNT NBR 13724, Membrana asfáltica


assfálttica para
para impermeabilizaçãocom
impermeabilização
ocom estrutura m
moldada a quente

ABNT NBR 13858-1, Telhas de concreto – P


Parte
ar te 1
1:: P
Projeto
rojeto e execução de telhados
telha

ABNT NBR 13858-2 , Telhas de concreto – Parte 2: Requisitos e métodos de ensaio

ABNT NBR 14323, Dimensionamento de estruturas de aço de edifícios em situação de incêndio


– Procedimento

ABNT NBR 14432, Exigências de resistência ao fogo de elementos construtivos de edificações


– Procedimento

ABNT NBR 14718, Guarda-corpos para edificação

ABNT NBR 14762, Dimensionamento de estruturas de aço constituídas por perfis formados a frio

ABNT NBR 15200, Projeto de estruturas de concreto em situação de incêndio

ABNT NBR 15215-1, Iluminação natural – Parte 1: Conceitos básicos e definições

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ABNT NBR 15575-5:2013

ABNT NBR 15215-2, Iluminação natural – Parte 2: Procedimentos de cálculo para a estimativa
da disponibilidade de luz natural

ABNT NBR 15215-3, Iluminação natural – Parte 3: Procedimento de cálculo para a determinação
da iluminação natural em ambientes internos

ABNT NBR 15215-4, Iluminação natural – Parte 4: Verificação experimental das condições de ilumina-
ção interna de edificações – Método de medição

ABNT NBR 15220-1, Desempenho térmico de edificações – Parte 1: Definições, símbolos e unidades

ABNT NBR 15220-2, Desempenho térmico de edificações – Parte 2: Métodos de cálculo da trans-
mitância térmica, da capacidade térmica, do atraso térmico e do fator de calor solar de elementos
e componentes de edifificações

ABNT NBR 15220-3, Desempenho


esempenho térmico

érmico de
de edifi
ed
dificcações
ações – P Parte
arte 3: Zoneamento b
bioclimático brasileiro
e diretrizes construtivas habitações
s para hab unifamiliares
bitações u amiiliaress de iinteresse
nifa e ssocial
nterresse ocial

ABNT NBR 15220-5, Desem


Desempenho
mpenho térmico
térm
mico o de
de edifi
edificações
caçõ
õess – Parte
Parte
e 5:: Medição
Medição da resistência térmica
e da condutividade térmica
a pelo
mica método
pelo mé
étoddo flflux
uximétrico
xim
méttrico

ABNT NBR 15575-1, Ed


Edifi
dificações
cações habitacionais
habitaccion
naiis – Desempenho
De
esem
mpenh
ho – Parte
Partte 1:: Requisitos
Re
equiis gerais

ABNT NBR 15575-2, E


Edifi
dififificccações
açõe
es h
habitacionais
abitacion
naiis – D
Desempenho
essempe
enh
ho – Part
Parte
te 2: Re
Requisitos
equisi para os sistemas
estruturais

ABNT NBR ISO 105-A02,


02,, T
Têxteis
êxte
eis – Ensaios
Ensaiios de
e solidez
so
olidezz da
a cor
cor – Parte
Parr te A02:
A02:: Escala
Esscala cinza para avaliação
da alteração da cor

ABNT NBR 15758-2, Sistemas


isttemas construtivos
construtivo
os e
em
m chchapas
hapas ddeeg gesso
essso para
parra d
drywall
ryw
wall – Proj
Projeto e procedimentos
executivos para montagem
gem m–PParte Requisitos
equiisiitoss para ssistemas
arte 2: Re isttema usados
as usaado como
os co
omo forros
o for
rr

ISO 140-5, Acoustics – Meas


Measurement
sure
ement of ssound
ouund
d in
insulation
nsula
ation
n in
n bu
buildings
uilding
gs a
and
nd o
off b
building
uildin elements – Part 5:
Field measurements of airborn
ne ssound
airborne ound insulation
inssula
ation
n of
of façade
façad
de elements
elemennts andd façades
façade

ISO 140-7, Acoustics – Measurementt o


off ssound
ound iinsulation
nsulation iinnb
buildings
uildings a
and
nd of buildin
building elements – Part 7:
Field measurements of impact sound insulation
insu ulation off floors
flooors

ISO 717-1, Acoustics – Rating of sound insulation in buildings and of buildings elements – Part 1:
Airborne sound insulation

ISO 717-2, Acoustics – Rating of sound insulation in buildings and of buildings elements – Part 2:
Impact sound insulation

ISO 1182, Reaction to fire test for products – Non-combustibility test

ISO 10052, Acoustics – Field measurements of airborne and impact sound insulation and of service
equipment sound – Survey method

ISO 11952-2, Reaction to fire tests – Ignitability of products subjected to direct impingement of flame –
Part 2: Single flame source test

ANSI/ASHRAE 74:1988, Method of measuring solar-optical properties of materials

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BS EN 13823, Reaction to fire tests for bulding products. Building Products excluding florings exposed
to the thermal attack by a single burning item

ASTM E 96-00e1, Standard test method for water vapor transmission of materials (Desiccant method)

ASTM G 155-05a, Standard practice for operating xenon arc light apparatus for exposure of non-
metallic materials

ASTM E 662-03, Standard test method for specific optical density of smoke generated by solid materials

ASTM C 1371-04, Standard test method for determination of emittance of materials near room
temperature using portable emissometers

ASTM D 2939-03, Standard test methods for emulsified bitumens used as protective coatings

ENV 1187, Test method


hod for external fire
epperformance
erformance tto
o roo
roofs
ofs

Uniform Building Code


de Standard
Standarrd 26-3
3 ((UBC
26-3 UBC 26-3), Room
26-3), R m firre
oom test
st sstandard
e tes tandard for interior of foam plastic
systems

3 Termos e defi
finições
niç
ções
ess ta
Para os efeitos desta a p artt e da
parte d a ABNT
AB
B NT
T NB
B R 15575,
NBR 15
5 575
5 , aplicam-se
a p licc a m-se oss ttermos
e rm e definições da
ABNT NBR 15575-1 e os os seguintes.
seg
guin ntes.

3.1
sistema de cobertura
uraa ((SC)
SC)
to
os/comp poneentes, dis
conjunto de elementos/componentes, spoosto
dispostosos no toppo d
topo daa construção,
con
nstrrução o, ccom
om a função de assegurar
guuass p
estanqueidade às águas lu
uviais e salubridade,
pluviais salubrid
dadee, proteger
proteg
gerr os demais
demaais ssistemas
iste
ema as da edificação habitacional
mpponentes da dete
ou elementos e componentes erio
ora
ação
deterioração o por a ge
entess natu
agentes ura
ais, e co
naturais, ontrib positivamente para
contribuir
o conforto termoacústico da
sticco daeedifi
dificação habitacional
o haabitaccional

3.2
telhado
o por: telhas
elemento constituído s, p
telhas, eças complementares
peças compllementaress e acessóri
ios, e indica
acessórios, indicado na Figura 1

3.3
telhado de alpendre
alpendre
telhado constituído ou formado por uma única água

3.4
telhado de duas águas
telhado formado por dois planos inclinados que concorrem na linha de cumeeira

3.5
telhado de quatro águas
telhado constituído por quatro planos inclinados, na forma de triângulos e/ou formando uma pirâmide,
ou trapézios concorrentes em linha de cumeeira ou espigão

3.6
telhado em arco
telhado com águas côncavas

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3.7
água, pano ou vertente
cada um dos planos inclinados que constituem um telhado

3.8
água-mestra
água principal de maior área, geralmente trapezoidal, existente em telhados de três ou quatro águas

3.9
ático
desvão
espaço compreendido entre o telhado e o forro ou laje de forro

3.10
caimento
declividade dos planos que
s inclinados que cconstituem
onstitue um
em u telhado
m telha
ado

3.11
entreforro
plenum
espaço compreendido entre
en
ntre
e o fforro
orrro e uma
a la
laje
aje
e ou
u pan
pano
no de
de tel
telhado
lhad
do que
e lhe
eép
paralelo
ara

3.12
cobertura-terraço
cobertura de ambientes
es h habitáveis
abittávveis que e disponibiliza
disp
pon a sua
nibiliza su área,
ua á a, em
rea parte
m pa e ou em todo, por meio
arte
volvvim
mennto
de acesso, para desenvolvimento o de atividades
ativvida
adees

3.13
laje plana
laje de cobertura com declividade
eclivvidade menorr ou
de u igual
ig
gua
al a 5 %

3.14
lanternim
trecho de telhado sobreposto
reposto e af
afastado
fastado dass á
águas,
as, destinado
gua ado a ventilar
desstina venttilar e/ou iluminar o ambiente
coberto

3.15
sótão
ático acessível e passível de utilização pelos usuários da edificação habitacional

3.16
subcobertura
componente impermeável aplicado sob o telhado, com a finalidade de impedir que pequenas infiltrações
de água atinjam o forro ou a laje da cobertura

NOTA Podem ser incorporadas películas reflexivas ou isolantes, com a finalidade de melhorar
o desempenho térmico da cobertura.

3.17
teto
superfície inferior de uma cobertura, ou de entrepisos, que delimita internamente a parte superior de
um cômodo

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5 8
6
9

4
3

11 10
2
12
14
13

1
15

10 - tacaniça
11 - água-mestra
12 - tabeira
1 - platibanda 4 - rufo
rufo 7 - rinc
rincão
ncão
nc ão 13 - quebra
2 - cobre-muro clar
clarab
arabói
ab óia
ói
5 - clarabóiaa 8 - vent
ntilaç
nt ação
ventilaçãoão do
o es
esgoto
to 14 - beiral
3 - empena 6 - cumeeira
cume
cu meei
me eira
ei 9 - espigão
esp
spigão
sp ão 15 - ático

Figura
F ig
gurra 1 – D
Designações
esign
naçõ
ões do
o sub
subsistema
bsis
ste
ema de
e tel
telhados
lha
ados

3.18
forro
revestimento inferior de ccobertura
de oberr turra ou de
e ent
trep
pisos, a
entrepisos, de
erido
o, susp
aderido, pen
nso o
suspenso u ccom
ou om e
estrutura independente

3.19
viga-calha
ral, ccom
componente estrutural, om formato
formato de ccanal
ana
al aberto,
abe
erto
o, destinado
de
estinad
do à captação
ca
apttaçã
ão e condução da água
a de ccobertura
de chuva do sistema ober tura (SC)
(SC
C)

3.20
estrutura principal
conjunto resistente apoiado diretame
diretamente
ente na estrutura
na e da
strutura da edifi
edificcação habitacional
ação habitaciona

3.21
estrutura secundária
conjunto de componentes de sustentação do telhado, apoiado na estrutura principal

3.22
trama
estrutura secundária integrada pelas terças, caibros e ripas

3.23
tesoura
elemento da estrutura principal de sustentação da trama

4 Requisitos do usuário
Sob as diversas ações atuantes nas edificações, os SC devem atender aos requisitos aplicáveis que
se encontram estabelecidos na ABNT NBR 15575-1, além dos descriminados a seguir.

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ABNT NBR 15575-5:2013

Em função das necessidades básicas de segurança, saúde, higiene e economia, são estabelecidos
requisitos mínimos de desempenho (Nível M) para os diferentes sistemas de coberturas, que devem
ser considerados e estabelecidos pelos intervenientes e obrigatoriamente atendidos.

Esta parte da ABNT NBR 15575 também prevê atendimento às premissas de projeto, formuladas
de modo qualitativo. Quando da avaliação de seu atendimento, o nível M deve ser entendido como
condição obrigatória, quando da análise do projeto.

Considerando as diferentes possibilidades de agregação de qualidade aos SC, o que implica inclusive
diferentes relações custo/benefício, para além dos desempenhos mínimos estabelecidos, foram fixados
vários níveis classificatórios, ou seja, os níveis intermediário (I) e superior (S), conforme Anexo I.

A verificação do atendimento aos diversos requisitos, aos critérios de amostragem, à eventual


p e à p
realização de inspeções de campo p ç
preparação do documento técnico resultante da avaliação
de desempenho de um sistema construtivo
oddeve
eve sser
er rrealizada
eallizad de
da deaacordo
cordo com as diretrizes
dire apresentadas
na ABNT NBR 15575-1. 1.

Pode haver situações em que easN


as ormmas Br
Normas rassileirras não
Brasileiras o seejam sufi
sejam ficcientes
ientes pa
para essas condições,
cionalm
recomendando-se adicionalmentemente a adoção
od
adoção dee docu umeenttos co
documentos onssagrrados p
consagrados elo m
pelo meio técnico, alguns
grafia
relacionados na Bibliografi a..

NOTA A Bibliografia da A
ABN
ABNT
BNT NB
BN NBRR 15575-1
1557
575-
5-1 cont
contém
ntém
ém uma
ma lista
lista,
ta, não
não excludente,
exclud
ex udente
te, da documentação
te

5 Incumbências
s dos
d o s iintervenientes
ntt e r v e niente
es
necedorres
5.1 Usuários e fornecedoress

nttrattantes, quer se
5.2 Os usuários, contratantes, ejam
ma
sejam geentes públicos
agentes púbblico
os fina
anciiado
oress ou p
nanciadores promotores da habi-
es têm
tação, e incorporadores tê
êm a incumbên ncia
incumbênciaad e estabe
de eleccer, em ccada
estabelecer, ada
a caso,
ca
aso,, o ní
nível de desempenho
accima do
pretendido, desde que acima do nível mí
ínim
mo (M
mínimo M).
(M).

5.3 Fornecedores

5.3.1 Os fornecedoreses dos SC


C d evem info
devem informar
ormar o seu u nível
níível de
de de
desempenho,
esempenho quando diferente
do mínimo (M), bem como
omo as ações
sppreventivas
re para
eventivas p condições
ara condiçções aambientais agressivas, consultando
mbientais agre
os requisitos da ABNT NBR 15575-1: 20
2013, seção
013, se
eção 115.
5.

5.3.2 Para inspeções prediais periódicas, atender à ABNT NBR 5674. Para examinar a correta utili-
zação e a efetiva implementação dos programas de manutenção por parte dos proprietários ou usuá-
rios da edificação habitacional, conforme o manual de uso, operação e manutenção, dentro dos prazos
de garantia, atender à ABNT NBR 14037.

NOTA A título informativo, os prazos de garantia são indicados na ABNT NBR 15575-1:2013, Anexo D.

5.4 Contratantes, construtores e incorporadores

Os contratantes, construtores e incorporadores devem requerer que conste nos projetos a vida útil
de projeto.

6 Avaliação de desempenho
Ver ABNT NBR 15575-1.

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ABNT NBR 15575-5:2013

7 Desempenho estrutural
7.1 Requisito – Resistência e deformabilidade

Apresentar um nível satisfatório de segurança contra a ruína e não apresentar avarias ou deformações
e deslocamentos que prejudiquem a funcionalidade do SC ou dos sistemas contíguos, considerando-se
as combinações de ações passíveis de ocorrerem durante a vida útil de projeto da edificação
habitacional.

7.1.1 Critério – Comportamento estático

O SC da edificação habitacional deve ser projetado, construído e montado de forma a atender aos
requisitos da ABNT NBR 15575-2: 2013, 7.2.1 e 7.3.1

7.1.1.1 Método de
e avaliação

R 15575-2: 2013,
Conforme ABNT NBR 2013, 7.2.2.1
7.2.2
2.1
1 e 7.3.2.1.
7.3
3.2.1.

7.1.1.2 s de projeto
Premissas pro
ojeto

O projeto deve:

a) considerar o disposto
osto na
spo na ABNT
ABNT NBR
BR 15575-2:2013,
NB 15
557
75-2
2:20 3, 7.2.3;
013 7..2.3
3;

b) especificar os insumos,
nssumos, os
os componentes
componen es e oss planos
nte os de
plano de montagem.
monta
agem
m.

7.1.1.3 Níveis de desempenho


des
sempe
enh
ho

O nível mínimo para aceitação


aceiita ão é o M (denominado
açã (d
den
nomin mínimo),
nado mín mo), ou sseja,
nim eja atende
a, at de às premissas de projeto.
tend

7.1.2 Critério – Risco


co de
isc de arrancamento
arrancam
men o de
nto e componentes
comp
pon ntes do SC
nen SC sob
b ação do vento
sob

Sob ação do vento calculada


callcullada conforme e ABNT
conforrme ABNNT NBR
NBR 6123
23 não
612 ão pode
nã e ocorrer
orre remoção ou danos
oco
de componentes do SC sujeitos
ujeiitos a esforços
su esfo os de
orço e sucção.
succção
o.

7.1.2.1 Método de
e avaliação
o

Análise das premissas


sas de projeto do
do sistema
sisttema de
de cobertura,
cober tura, verifi
verificação e validação
v dos cálculos
estruturais. O projeto
to do SC deve considerarr os
os efeitos
efeitos de sucção,
sucção cabendo
cabend ao projetista definir
a necessidade da execução de ensaio, conforme ABNT NBR 5643 ou Anexo L, adotando-se adaptações
necessárias para cada SC.

O Anexo J descreve um exemplo de roteiro de cálculo dos esforços atuantes do vento em coberturas.

No caso de impermeabilização com mantas ou membranas totalmente aderidas ao substrato, expostas


às intempéries, sem proteção mecânica, o sistema, aplicado de acordo com a ABNT NBR 9574, sobre
base representativa, deve ter resistência de aderência à tração maior ou igual a 200 kPa, quando
ensaiados segundo a ABNT NBR 13528 e o arrancamento efetuado de uma seção cortada com
remoção prévia de acabamentos, como no caso das mantas aluminizadas ou ardosiadas.

7.1.2.2 Premissas de projeto

O projeto deve estabelecer:

a) as considerações sobre a ação do vento, principalmente nas zonas de sucção;

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b) detalhes de fixação;

c) influência positiva ou não das platibandas;

d) no caso de emprego de lastro sobre o sistema de impermeabilização, a resistência de aderência


ou o próprio peso deve ser suficiente para não ser removido pela ação das intempéries.

7.1.2.3 Nível de desempenho

O nível mínimo para aceitação é o M (denominado mínimo), ou seja, além de atender às premissas
de projeto, atende aos esforços do vento calculados segundo a ABNT NBR 6123. O SC resiste à ação
do vento quando ensaiado segundo o método de ensaio da ABNT NBR 5643 ou conforme Anexo L
ou, se for o caso, da ABNT NBR 13528.

olicitações de mo
7.2 Requisito – Solicitações ontagem o
montagem u man
ou nutenção
manutenção

Suportar cargas transmitidas pessoas


mitidas por p objetos
essoas e objeto nas
os na fases
as fa montagem
asess de m de manutenção.
ontagem ou d

7.2.1 Critério – Cargas concentradas


gas co
oncentra
adas
s

As estruturas principal e ssecundária, quer


ecundária,, que er ssejam
ejam reticuladas
m reticcula
ada ou
as ou ttreliçadas,
reliça devem
adass, devvem suportar a ação de
carga vertical concentrada
radda ddee 1 kkN, aplicada
N,, aplic
cada a na
na seção
seçãão mais desfavorável,
mais d esfaavorá sem
ável,, se que
em qu ocorram falhas ou
sem que sejam superados
ad os
doss os seguintes
se
eguuintes llimites
imiite de
es deddeslocamento
eslloca
ameentto ((dv) função
dv) em fun ão do vão (L):
nçã

— barras de treliças: dv
dv ≤ L/350;
L/350;

— vigas principais e terças:


erçças: dvv ≤ L/300;

— vigas secundárias: dv ≤ L/180.

7.2.1.1 Métodos de ava


avaliação
alia
ação

Os deslocamentos sob b açãooddas


as ccargas concentradas
argas coonccenntrada podem
as podem determinados
m ser deetermminaados por meio do cálculo
estrutural, quando as proprie
propriedades
edades d dos materiais
oss materiiais ou componentes
u co
omp
ponenntess do ttelhado
elhado forem conhecidas
ou quando se dispuserer de mod delo
modelos os de ccálculo,
de álcuulo, ou por me
ou eio da
meio a reaalização de ensaios, conforme
realização
detalhado em 7.2.1.1.1.
1. e 7.2.1.1.2.

7.2.1.1.1 Cálculo estrutural


trutural

O cálculo dos deslocamentos e da resistência deve ser elaborado com base nas propriedades
dos materiais e nas ABNT NBR 6118, ABNT NBR 7190, ABNT NBR 8800, ABNT NBR 9062
e ABNT NBR 14762.

7.2.1.1.2 Ensaios

Realização de ensaio de tipo, em campo ou em laboratório, nas estruturas principais ou secundárias,


incluindo-se todas as ligações, vinculações e acessórios.

7.2.1.2 Premissas de projeto

Os projetos devem:

a) indicar a vida útil de projeto, adotando-se prazos não inferiores aos indicados na
ABNT NBR 15575-1;

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b) incluir memória de cálculo;

c) relacionar as Normas Brasileiras, estrangeiras ou internacionais adotadas.

7.2.1.3 Nível de desempenho

O nível mínimo para aceitação é o M (denominado mínimo), ou seja, atende às premissas de projeto.

7.2.2 Critério – Cargas concentradas em sistemas de cobertura acessíveis aos usuários

Os SC acessíveis aos usuários devem suportar a ação simultânea de três cargas, de 1 kN cada uma,
com pontos de aplicação constituindo um triângulo equilátero com 45 cm de lado, sem que ocorram
rupturas ou deslocamentos.

7.2.2.1 Método de
e avaliação

locamentos sob
As rupturas ou deslocamentos sob ação
ação d as cargas
das ca
argas con
ncenttradas podem ser determinados por
concentradas
utural, qu
meio do cálculo estrutural, uando a
quando sp
as ropried
dad
des doss ma
propriedades ateria
ais o
materiais u compone
ou componentes do telhado forem
ndo se d
conhecidos ou quando ispuser de
dispuser de modelos
modeelos de
de cálculo

álculo
o ou por
po
or meio
meeio da rrealização de ensaios,
conforme detalhado em 7 7.2.2.1.1
.2
2.22.1.1 e 7
7.2.2.1.2.
.2
2.2.1.2.

7.2.2.1.1 Cálculo est


estrutural
tru
utural

cam
mento
os e da resistência
O cálculo dos deslocamentos ressisttên
ncia
a deve
devve se
er e
ser lab
borado
o com
elaborado mb ase nas propriedades dos
base
materiais.

7.2.2.1.2 Ensaios

Realização de ensaio
aiio conforme
conforrme Anexo
Anexxo A,
A, em
m campo
cammpoo ou em llaboratório,
aboorató o, nas estruturas principais
ório
ou secundárias, incluindo-se
uiindo-sse todas as liga
ligações,
õess, vinculações
açõ vincu acessórios.
ulaççõess e ac
cesssório
os.

7.2.2.2 Premissas
s de
e projeto
projeto

O projeto deve especifi


pecificar
ar em
ca em detalhes
deta es oss locais
alhe ocaiss acessíveis
lo essíveis (ver requisitos
ace re
equisi da Seção 16 da
ABNT NBR 15575-1:: 2013, Seção
Seção 16).
16).

7.2.2.3 Nível de desempenho


esempenho

O nível mínimo para aceitação é o M (denominado mínimo), ou seja, atende às premissas de projeto,
além de não ocorrer rupturas ou deslocamentos superiores aos seguintes limites:

— cobertura com revestimento rígido: dv < L/500;

— cobertura com revestimento flexível: dv < L/300.

7.3 Requisito – Solicitações dinâmicas em sistemas de coberturas e em coberturas-


terraço acessíveis aos usuários

Possibilitar o uso dos sistemas de cobertura de acordo com o previsto em projeto sem ocasionar danos
à edificação ou aos usuários.

NOTA A resistência aos impactos de corpos mole e duro corresponde aos choques acidentais gerados
pela própria utilização durante a vida útil do SC da edificação habitacional e se traduz na energia de impacto
a ser aplicada nas coberturas-terraço. Os impactos com maiores energias referem-se ao estado-limite último,
sendo os estados-limites de serviço aqueles correspondentes às menores energias.

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7.3.1 Critério – Impacto de corpo mole em sistemas de coberturas-terraço acessíveis aos


usuários

Os SC devem ser projetados, construídos e montados de forma a atender aos requisitos da


ABNT NBR 15575-2: 2013, Tabela 5.

7.3.1.1 Método de avaliação

Conforme ABNT NBR 15575-2: 2013, 7.4.1.1.

7.3.1.2 Premissas de projeto

O projeto deve estabelecer o tipo de utilização prevista para o SC.

7.3.1.3 Nível de desempenho


empenho

ceitação é o M (denominado
O nível mínimo para aceitação (deno
ominado
o mí
ínimo
o), a
mínimo), tende
endo ao estabe
atendendo estabelecido em 7.3.1.

7.3.2 acto de
Critério – Impacto ec orpo d
corpo urro e
duro m si
em istem
mas d
sistemas e co
de oberrturra acessíveis
cobertura ace
essíve aos usuários

ojeetados, cconstruídos
Os SC devem ser projetados, onsstruíídoss e monttad
doss de
montados e fo
orm
ma a a
forma ten
nde
er aos itens definidos
atender
2: 2
na ABNT NBR 15575-2: 0133, 7.
2013, .3.2
2 e Tab
7.3.2 bella 8.
Tabela

7.3.2.1 valliação
Método de avaliaçãoo

15575
5-2
2: 20
Conforme ABNT NBR 15575-2: 013, 7.4
2013, 4.2..1..
7.4.2.1.

7.3.2.2 e projeto
Premissas de projeto
o

eccerr o ttipo
O projeto deve estabelecer ipo de utiliz
zaçção
utilizaçãoo prevista
a pa
ara o SC.
para

7.3.2.3 Nível de desempenho


emp
penho

ceitação
o é o M (denominado
O nível mínimo para aceitação (den
nominad
do m ín
nimo
o), a
mínimo), tendend
do ao
atendendo oe stabe
estabelecido em 7.3.2.

olicitações e
7.4 Requisito – Solicitações emm fforros
orros

e luminárias e outras carga


Possibilitar a fixação de as d
cargas eo
de cupação
ocupação.

7.4.1 Critério – Peças fixadas em forros

Os forros devem suportar a ação da carga vertical correspondente ao objeto que se pretende
fixar, adotando-se coeficiente de majoração no mínimo igual a 3,0. Para carga de serviço limita-se
a ocorrência de falhas e o deslocamento a L/600, com valor máximo admissível de 5 mm, onde L
é o vão do forro. A carga mínima de uso é de 30 N.

O fabricante deve informar as condições necessárias para fixação das peças nos forros, diretamente
ou em estrutura auxiliar. Estas informações devem constar no manual de uso, operação e manutenção
da edificação.

7.4.2 Método de avaliação

Realização de ensaio, em laboratório ou em campo, de acordo com o Anexo B e verificação da carga


máxima conforme manual de uso, operação e manutenção.

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7.4.3 Premissas de projeto

O projeto do forro deve indicar a carga máxima a ser suportada pelo elemento ou componente
forro, bem como as disposições construtivas e sistemas de fixação dos elementos ou componentes
atendendo às Normas Brasileiras (ver, por exemplo, a ABNT NBR15758-2).

O construtor/incorporador deve informar a carga máxima de projeto no manual de uso, operação


e manutenção.

7.4.4 Nível de desempenho

O nível mínimo para aceitação é o M (denominado mínimo), ou seja, atende às premissas de projeto.

7.5 Requisito – Ação do granizo e outras ca


arg
gas acidentais em telh
cargas telhados

ob a ação de g
Não sofrer avarias sob ranizo e d
granizo deeo utras pequ
outras uenas cargas acidentais,
pequenas acidentais desde que os valores
as não ultra
de impacto nas telhas apassem o
ultrapassem s ccritérios
os rittérios desccrito
os em
descritos m7 .5
5.1.
7.5.1.

7.5.1 esistên
ncia a
Critério – Resistência o iimpacto
ao mpactto

ctoss de
Sob a ação de impactos de ccorpo
orrpo duro
o, o te
duro, elhaado n
telhado não ão pode
po
ode
e ssofrer
offre
er ru
uptu
ura ou
ruptura ou ttraspassamento
ra em face
accto ccom
da aplicação de impacto om e ne
ergia iigual
energia gua
al a 1,0 JJ..
1,0

ncia
ad
É tolerada a ocorrência e fa
de alha
as ssuperfi
falhas uperfificiais,
ciaaiss, ccomo
om
mo fisssuras,
surras,, lasca
ame
ento
os e outros
lascamentos o danos, que não
impliquem a perda deee sta
anq
queeidade d
estanqueidade o ttelhado.
do ellhad do.

7.5.2 Método de av
valiiação
avaliaçãoo

Realização de ensaio m llaboratório


o em ou
aboratório ou em
em campo,
ca de
ampo, deaacordo
co
ordo com Anexo
moAnexxo C.

7.5.3 Premissas de p
projeto
ro
ojeto

cionar a a
O projeto deve mencionar dequação
od
adequação o telh
do hado
o sob
telhado so
ob açã
ão do gra
ação anizo
o.
granizo.

7.5.4 Nível de desempenho


sempenho

O nível mínimo para aceitação é o M ((denominado mínimo),


denominado m ou
ínimo), ou seja, atende às premissas de projeto
e ao critério de 7.5.1
1 em ensaios conforme AAnexo
ne o C.
C O Anexo
Ane o I contém recomendações
rec relativas
a outros níveis de desempenho (ver I.2.1).

8 Segurança contra incêndio


8.1 Generalidades

Além dos requisitos e critérios listados a seguir, devem ser atendidos todos os requisitos pertinentes
constantes na ABNT NBR 15575-1.

Considerando-se que diversos componentes e instalações podem ser alojados nos entreforros e áticos,
especial atenção deve ser dada aos requisitos relativos à proteção contra descargas atmosféricas,
instalações elétricas e instalações de gás, em atendimento ao estabelecido na ABNT NBR 15575-1:
2013, 8.2.1.1, 8.2.1.2 e 8.2.1.3.

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8.2 Requisito – Reação ao fogo dos materiais de revestimento e acabamento

Dificultar a propagação de chamas no ambiente de origem do incêndio e não criar impedimento visual
que dificulte a fuga dos ocupantes em situações de incêndio.

8.2.1 Critério – Avaliação da reação ao fogo da face interna do sistema de cobertura das
edificações

A superfície inferior das coberturas e subcoberturas, ambas as superfícies de forros, ambas


as superfícies de materiais isolantes térmicos e absorventes acústicos e outros incorporados
ao sistema de cobertura do lado interno da edificação devem classificar-se como I, II A ou III A,
de acordo com a Tabela 1 ou Tabela 2, conforme o método de avaliação previsto. No caso de cozinhas,
a classificação deve ser I ou II A.

Tabela 1 – Classifi materiais


sificação dos m como
ateriais tendo com ABNT NBR 9442
mo base o método AB

Méto
odo d
Método ee
de nsa
aio
ensaio
Classe
IS
SO 1
ISO 18
82
1182 A BN
NT NBR
ABNT NB
BR 9442
944
42 AS
ASTM E 662
In
nco
ombusstívvel
Incombustível

∆TT ≤ 30
30 °°C;
C;
I – –
∆m ≤ 50 % %;;
tf ≤ 1
10
0s
II A Combustível
Combu
ustíve
el Ip 25
p≤25 Dm ≤ 450
D
III A Combustível
Combu
ustíve
el 25
2 75
5 < Ip ≤ 7 5 Dm ≤ 450
D
Ip – Índice de propagação
paga
pa gaçã
gação superfi
çã supe
su perficial de c
pe cha
chama.
hamama.
esp
spec
sp ecífi
ec
Dm – Densidade específi íficca óptica máxáxim
ima de fumaça.
máxima a.
∆T – Variação da temperatura
temp
mper
mp erat
er atur
at ura no inter
ur interior
erior do for
forno.
orno.
∆m – Variação da massa
mass
ssa
ss a do corpo
c de prov
prova.
ova.a.
tf – Tempo de flamejamen
amejamento
ento
en to d
doo co
corpo de prova.
pro
prova
va.

Tabela 2 – Classifi
ssificação d
dos
os m
materiais
ateriais tendo co
como
omo base o m
método
étodo BS EN 13823 –
classificação dos materiais especiais
espec que
ciais q não
ue n podem
ão p ser
odem ser caracterizados
caracteriza através
ABNT N
da ABNT BR
NBRR9 442
9442

Método de ensaio
Classe ISO 11925-2
ISO 1182 BS EN 13823
(exp. = 30s)
Incombustível
∆T ≤ 30 °C;
I – –
∆m ≤ 50 %;
tf ≤ 10 s
FIGRA ≤ 120 W/s
LFS < canto do corpo de prova Fs ≤ 150 mm
II A Combustível
THR600s ≤ 7,5 MJ em 60s
SMOGRA ≤ 180 m2/s2 e TSP600s ≤ 200 m²

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Tabela 2 (continuação)
Método de ensaio
Classe ISO 11925-2
ISO 1182 BS EN 13823
(exp. = 30s)
FIGRA ≤ 250 W/s
LFS < canto do corpo de prova
III A Combustível Fs ≤ 150 mm em 60s
THR600s ≤ 15 MJ
SMOGRA ≤ 180 m²/s² e TSP600s ≤ 200 m2
FIGRA – Índice da taxa de desenvolvimento de calor.
LFS – Propagação lateral da chama.
THR600s – Liberação total de calor do corpo de prova nos primeiros 600 s de exposição às chamas.
TSP600s – Produção total de fumaça do corpo de p pro
rova
rova n
prova nos
os p
pri
rime
rimeir
me iros
ir
primeiros os 600 s de exposição às chamas.
esenvolvimento de fumaça,
SMOGRA – Taxa de desenvolvimento fuma
fumaça
ma ça, co
ça correspondendo ao máximo do quociente de produção de fumaça do
empo de sua ocor
corpo de prova e o tempo orrê
orrênc
rência
nc
ocorrência. ia..
ia
nte da chama
FS – Tempo que a frente ma leva
llev
eva
ev a pa
para a ati
titing
ngir a m
atingir mar
arca d
ar
marca de 15150 mm indndicad
ada
ad
indicadaa na face do m
material ensaiado. Tempo
de exposição de 30 s.

8.2.1.1 e av
Método de valliação
avaliaçãoo

O método de ensaiood dee rreação


eaçã
ão a o fogo
ao o utilizado
utilliza
ado como
com mo b asse d
base daa ava
aliaçção do
avaliação os materiais empregados
dos
rtturra é o especifi
no sistema de cobertura esppecificado
cadoo na
na ABNT
ABNT NBR R 94 442
9442,2, conforme
con
nformme classifi
class cação dos materiais,
abe
de acordo com a Tabelaelaa 1. Enntretanto, p
Entretanto, ara a
para s ssituações
as ituaçõ
õess meencioonada
mencionadas as a se
seguir, este método não
é apropriado:

— quando ocorre derrretiime


ento
derretimento o ou o matteriall sofre re
material etraçã
ão abr
retração rup
pta, a
abrupta, fasstand
afastando-se da chama-piloto;

ia
al é ccomposto
— quando o material omposto porr mi
iollo ccombustível
miolo ombusstívvel proteg
gido
o porr ba
protegido arreira incombustível ou que
barreira
ega ar;;
pode se desagregar;

ostoss p
— materiais compostos or d
por iversas camadas
diversas ca
amada
as de
em ateria
ais co
materiais omb
bustííveiss, a
combustíveis, p
apresentando espessura
total superior a 25 mm;;

— materiais que na instalação


o cconformam
onformam juntas atr
ravés das quais,
através quais, espec
especialmente, o fogo pode
netrar.
propagar ou penetrar.

Nestes casos listados acima, a classificação dos materiais deve ser feita de acordo com o padrão
indicado na Tabela 2.

Os ensaios para avaliação dos materiais devem considerar a maneira como são aplicados na edificação.
Caso o material seja aplicado sobre substrato combustível, este deve ser incluído no ensaio. Caso
o material seja aplicado a um substrato incombustível, o ensaio pode ser realizado utilizando-se
substrato de placas de fibrocimento com 6 mm de espessura.

Na impossibilidade de classificação conforme ABNT NBR 9442 ou conforme a Tabela 2, pode ser
realizado ensaio por meio do método UBC 26.3, sendo os requisitos estabelecidos em termos
do Índice de propagação superficial de chamas, substituído pelo requisito de aprovação por meio
do UBC 26.3. Ver Anexo K.

8.2.1.2 Premissas de projeto

O projeto deve estabelecer os indicadores de reação ao fogo dos componentes do SC e as implicações


na propagação de chamas e geração de fumaça.

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Considerar os seguintes requisitos:

a) os materiais isolantes térmicos e absorventes acústicos aplicados nas instalações de serviço,


em redes de dutos de ventilação e ar-condicionado, e em cabines ou salas de equipamentos,
aparentes ou não, devem enquadrar-se entre as Classes I a II–A;

b) componentes construtivos onde não são aplicados revestimentos e/ou acabamentos em razão
de já se constituírem em produtos acabados, incluindo-se telhas, forros, face inferior de coberturas,
entre outros, também estão submetidos aos critérios estabelecidos;

c) determinados componentes construtivos expostos ao incêndio em faces não voltadas para


o ambiente ocupado, como é o caso de forros e revestimentos destacados do substrato, devem
atender aos critérios estabelecidos para ambas as faces;

d) materiais de proteção elementos


oteção de eleme entos e estruturais,
struturais, jjuntamente
untamente com sseus revestimentos
e acabamentos, devem atenderr a aos
os ccritérios dos
ritériios d elementos
os eleeme onde estão inseridos,
entos construtivos on
ou seja, de tetos para as vig
vigas;
gas;

e) materiais empregados
ados e em
m ssubcoberturas
ubcobe er turrass ccom nalidades
om fina
alid
dades de es estanqueidade
staanque eidade e de desempenho
térmico devem atend
atender aos
der a critérios
o s cri de
i t é r ioss d e desempenho
desee m pe h o estabelecidos,
e nh e stt ab aplicados aos tetos
b elecc idoss, a
e à superfície inferior da
riorr da cobertura,
cobeertu
ura, m mesmo
essmo q que
ue escondidos
esccon dos por
ndid por fforro;
orro;

f) as circulações (corredores)
orrre que
edoress) q dão
ue dã
ão aacesso às
cessso à saídas
s saíd de
dass de eemergência
meergê enclausuradas devem
ência en
possuir classificação
çã
ão C Classe
la ou
assse I ou Classe
e II–A
Classe A e as
as saídas e emergência
saíídass de emeergên
ncia (escadas, rampas etc.),
a (esc
Classe I ou Classee IIII–A, com
I–A, coom DDmm≤1 100;
00
0;

g) os materiais utilizados
dos ccomo
ad ommo rrevestimento,
evestim
men
nto acabamento,
o, ac
cabam
men isolamento
nto, is
solam térmico
érmico e absorvente acústico
mentto té
no interior dos poços de
ços d elevadores,
e ele montacargas
evadores,, mon
ntaccargass e sshafts,
afts, de
ha devem
eve
em sser
er enqu
enquadrados na Classe I
ou Classe II–A, comom
mDDm m ≤ 100;

h) materiais enquadrados
ado na
os n a ccategoria
ategoria II, ppor meio
or m eio daaAABNT
BNTT NBR 9442,
R 94442, ou que não sofrem a ignição
en
do de
no ensaio executado e ac
cordo com a UBC
acordo C2 6-3, p
26-3, oddem
podemm sser
er inc
cluíddos n
incluídos naa Cllass II–A, dispensando
Classe
a avaliação por meio da aA STM E 6
ASTM 62,, d
662, essde q
desde ue
que e se
ejam
m sub
sejam bme etidos e
submetidos spec
especialmente ao ensaio
de acordo com a UBC 26-3 3e e,, nos
nos primeiros
primeirros 5 min deste
miin des ensaio,
ste ensaio ocorra
o, o desprendimento de todo
corrra o desp
o material do substrato
strato ou este
estte sse
e ssolte
olte dda
a estrutura qque
ue o susustenta mesmo nesta condição,
ustenta e, mes
o material não sofra
ra a ignição.

8.2.2 Critério – Avaliação da reação ao fogo da face externa do sistema de cobertura das
edificações

A face externa do sistema de cobertura deve classificar-se como I, II ou III da Tabela 3.

Tabela 3 – Classificação dos materiais tendo como base o método ABNT NBR 9442

Método de ensaio
Classe
ISO 1182 ABNT NBR 9442

Incombustível
∆T ≤ 30 °C;
I –
∆m ≤ 50 %;
tf ≤ 10 s

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Tabela 3 (continuação)
Método de ensaio
Classe
ISO 1182 ABNT NBR 9442

II Combustível Ip ≤ 25
III Combustível 25 < Ip ≤ 75
Ip – Índice de propagação superficial de chama.
∆T – Variação da temperatura no interior do forno.
∆m – Variação da massa do corpo de prova.
tf – Tempo de flamejamento do corpo de prova.

Para as situações mencionadas


encionadas a seguir,
se
eguir, a classificação
oppela
ela Tabela 3 não é ap
apropriada:

— quando ocorre derretimen


nto o
derretimento uom
ou ateriall so
material ofre retr
sofre ração
o abr
retração rup
pta
a, afastand
abrupta, afastando-se da chama-piloto;

ial é ccomposto
— quando o material ompostto por
por mi
iollo ccombustível
miolo omb
busttíve
el pro
oteg
gido
o po
protegido or ba
por arreira incombustível ou que
barreira
pode se desagregar;
ega ar;

ossto
— materiais compostos os porr div
por versass ca
diversas amad
das d
camadas em
de atteriiaiis ccombustíveis
materiais omb
busttíve
eiss ap
apresentando espessura
total superior a 25m
25 m.
mm.

Para estes casos os critérios


crrité
érioss de avaliação
e avalia o ssão:
ação ão
o:

— propagação de cchama
ha interna
ama in externa
nterrna e ex
xte na no
ern no sentido
sen
ntid ascendente
do asc
cende
ente deve
e de inferior a 700 mm;
eve ser in

— propagação de ch
ham
ma interna e ex
chama xte
ern
na no
externa no sentido
senttido
o de
escend
den
nte d
descendente eve
e ser inferior a 600 mm;
deve

— comprimento máximo
mo iinterno
áxim externo
nterno e ex
xterrno queimado
o qu
ueima deve
ado deve inferior
e ser infe 800
eriorr a 8 mm;
00 m

— ocorrências de abertur
ras iisoladas
aberturas soladass na ccobertura
na obe
ertu
ura devvem
devemm ser inferiores
infe
erioress o iguais a 25 mm2;
u igu
ou

— soma de todas as aberturass na


na ccobertura
ober tura deve ser iinferior
nferior a 4 500 mm2;
500

— propagação lateral as
eral não pode alcançarr a extremidades
se do
xtremidades do corpo de prova;

— não pode ocorrer o desprendimento de gotas ou partículas em chamas;

— não pode ocorrer a penetração de partículas em chamas no interior do sistema;

— não pode ocorrer abrasamento interno do material da cobertura.

8.2.2.1 Método de avaliação

O método de ensaio de reação ao fogo utilizado como base da avaliação dos materiais empregados
no sistema de cobertura é o especificado na ABNT NBR 9442, conforme classificação dos materiais
de acordo com a Tabela 3.

Entretanto, para as situações mencionadas a seguir, este método não é apropriado:

— quando ocorre derretimento ou o material sofre retração abrupta, afastando-se da chama-piloto;

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— quando o material é composto por miolo combustível, mesmo que protegido por barreira
incombustível, quando o material e/ou telhado é composto por diversas camadas de materiais
combustíveis, apresentando espessura total superior a 25 mm.

Nos casos listados acima, a avaliação dos materiais pode ser feita conforme Método 1 da Norma
ENV 1187. Esta avaliação deve considerar os detalhes construtivos do telhado analisado quanto
à declividade, aos recobrimentos mínimos das diferentes camadas e aos detalhes de junção entre
camadas e de fixação aos suportes de apoio.

8.2.2.2 Premissas de projeto

O projeto deve estabelecer os indicadores de reação ao fogo dos componentes do SC e as implicações


na propagação de chamas e geração de fumaça.

8.3 Requisito – Resistência sistema


esistência ao fogo do s de
istema d e cobertura
8.3.1 Critério – Resistência fogo
stência ao fog do
go doSSC
C

A resistência ao fogo da
a estrutura
addo
oSSC
Cddeve atender
eve at
ten aos
os requisitos
nderr ao re da
equissitos daAABNT 14432, considerando
BNT NBR 1
um valor mínimo de 30 0 min.

No caso de unidade habitacional


abita unifamiliar
acional u geminada
niffamiiliarr gem
minad de
da de até dois
é do pavimentos,
oiss pa
avim devem ser atendidas
mentoss, d
as seguintes condições:
s:

a) na cozinha e ambiente
bien fechado
nte fec
cha que
ado qu abriguem
ue abriguem equipamento
m o eq
quip
pam nto de gás, o valor da resistência
men
ao fogo mínima do
oSSC
C é dee330 min;
0 mi
in;

b) se nos demais ambientes


mbie
entes o S SC atender
C não ateend esta
derr a esta condição,
a coond deve
dição, dev ser
ve se previsto
er previs um septo vertical
entre as unidades ha
habitacionais,
abittacio
ona
ais, com resistência
m re
esistê ao
ência a fogo
o fo
ogo mínima
o míni 30
ima de 3 0 min.

No caso de unidade habitacional


ab
bittacio unifamiliar,
iliarr, iisolada,
onal unifami de
sollada, dea até dois
té d pavimentos,
ois paviimenntoss, é rrequerida resistência
ao fogo de 30 min somente
mennteenna
a cozinha e em ma ambiente fechado
mbiente fec chaddo que abriguem
ea brigu
uemm equipamento
equ de gás.

8.3.2 Método de avaliação


aliaç
ção

A resistência ao fogo é compr


comprovada em
rovada emeensaios realizados
nssaiios rea
aliza conforme
adoss co
onform ABNT
me a ABN NBR 5628.
NT NB

A comprovação do atendimento
endimento aao
o ccritério pode
ritério podde ttambém
ambém m sser por
er feita por meio de avaliação técnica,
atendendo aos requisitos
itos da ABNTT NNBR
BR 1 14432,
4432, oouu ccom base
om b ase eemm resultados de ensaios de tipo
previamente realizados,
s, ou por métodos a analíticos
os ssegundo
nalítico egundo a as
s ABNT NBR 152 15200 (para estruturas
de concreto) ou ABNT NBR 14323 (para estruturas de aço ou mistas de aço e concreto).

8.3.3 Premissas de projeto

O projeto e o dimensionamento das estruturas devem ser realizados conforme o estabelecido


na ABNT NBR 15575-2.

O projeto do SC ou das paredes de geminação deve prever componentes que se prolonguem até
a face inferior do telhado, sem a presença de frestas, com resistência ao fogo de 30 min, caso
o SC não apresente esta resistência mínima ao fogo.

9 Segurança no uso e na operação


9.1 Requisito – Integridade do sistema de cobertura

Não apresentar partes soltas ou destacáveis sob ação do próprio peso e sobrecarga de uso.

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9.1.1 Critério – Risco de deslizamento de componentes

Sob ação do próprio peso e sobrecarga de uso, eventuais deslizamentos dos componentes não podem
permitir perda da estanqueidade do SC.

Os SC com mantas impermeabilizantes não podem apresentar escorrimento ou delaminação.

9.1.2 Método de avaliação

Análise das premissas de projeto do sistema de cobertura, verificação e validação dos cálculos
estruturais, e montagens experimentais segundo os métodos de ensaio do Anexo E.

9.1.3 Premissas de projeto

O projeto deve:

a) estabelecer a inclinação
clinação máxima
máxim
ma ddo
oS SC,
C, a fim d
de evitar
tarr o não deslizamento dos
e evit d seus componentes.
ação máxima,
Acima da inclinação máximma, o projjeto
projetoo deeve es
deve stabe
elece
estabelecer er os meios
meios de fixaç
xação;

b) correlacionar os produtos
s prod especifi
dutos esp cados
pecififica às
ados à Normas
sN orm vigentes
mas vige ente de
es depprojeto
ojeto e execução ou, na sua
ro
ausência, informar metodologia
mar a m etodo
olog
gia de en ensaios
nsa para
aios parra vverifi
eriificação
ca ão do
açã do atendimento
atenddime aos critérios desta
Norma.

9.1.4 se
empenho
o
Nível de desempenho

O nível mínimo para ac


ceittaçã
ão é o M
aceitação M..

9.2 Requisito – M
Manutenção
anuten
nçã operação
ão e op
perraçã
ão
Propiciar condiçõess seseguras para
egurass p sua
ua montagem
ara su mon
ntagem manutenção,
m e ma
anutençã
ão, bem como para a operação
m co
la
ados ssobre
de dispositivos instalados obre ou sob
boS C.
SC.

9.2.1 uard
da--corpos em cob
Critério – Guarda-corpos bertu
uras acessíveis
coberturas ace
essív
veis aos usu
uáriios
usuários

Lajes de cobertura das edifi


edifificações,
cações, destinadas
adass à utilização
desttina ação corrente
utiliza dos
corrrente d usuários da habitação
os u
(solariuns, terraços,, jardins e ssemelhantes),
emelhanttes), dedevem
evem se ser
er pro
providas
ovidass dde
e gua
guarda-corpos conforme
ABNT NBR 14718. No caso de ccoberturas
ober turas qque
ue permitam
permita acesso
am o acess so dde veículos até o guarda-corpo,
e veículo
este deve resistir à carga horizontal
horizonttal concentrada
oncentrada com
co com intensidade
intensidade de 25 kkN, aplicada a 50 cm
a partir do piso. Caso
o haja uma barreira fixxa aq que
ue iimpeça
mpeça o a acesso
cesso ao guarda-co
guarda-corpo, esta deve resistir
às mesmas cargas.

9.2.1.1 Método de avaliação

Análise das premissas de projeto do sistema de cobertura, verificação e validação dos cálculos
estruturais e execução de ensaios conforme ensaios constantes nos Anexos da ABNT NBR 14718:2013.

9.2.1.2 Premissas de projeto

O projeto deve correlacionar os produtos especificados na ABNT NBR 14718 e nas normas vigentes
de produtos.

9.2.1.3 Nível de desempenho

O nível mínimo para aceitação é o M (denominado mínimo), ou seja, o guarda-corpo atende


às premissas de projeto, além do que, quando ensaiado de acordo com o método da
ABNT NBR 14718, resiste às cargas verticais e horizontais mencionadas no critério.

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9.2.2 Critério – Platibandas

Sistemas ou platibandas previstos para sustentar andaimes suspensos ou balancins leves devem
suportar a ação dos esforços atuantes no topo e ao longo de qualquer trecho, pela força F
(do cabo), majorada conforme ABNT NBR 8681, associados ao braço de alavanca (b) e distância
entre pontos de apoio conforme Figura F.1, fornecidos ou informados pelo fornecedor do equipamento
e dos dispositivos.

9.2.2.1 Método de avaliação

Análise das premissas de projeto do sistema de cobertura, verificação e validação dos cálculos
estruturais e execução de ensaios conforme Anexo F, ou montagens experimentais.

9.2.2.2 Premissas de projeto

O projeto deve:

a) especificar o binário
rio resistente
resiste máximo;
ente m áxim
mo;

b) constar dados que


ue pepermitam
ermitam a aoo iincorporador
ncoorppora e/ou
ador e/o ou ao cconstrutor
onsstru indicar
dicar no manual de uso,
utorr ind
operação e manutenção,
utennção, a possibilidade
po ossibbilid
dade ou nã nãoão de fixxação
aççãoo de andaimes
e and daim suspensos por
ganchos e as condições de
diçções deuutilização
tiliizaçã ão dde dispositivos
e dis destinados
sposiitivvos des
stina
adoss à aancoragem
nco
oragge de equipamentos
de sustentação de a
andaimes
mes e de
ndaim cabos
de cab bossdde
e ssegurança
egu
uran nça
a para
aou uso de
so dep proteção
roteçção individual, conforme
esquema estabelecido
eccid em
do e projeto.
m proojeto.

9.2.2.3 Nível de desempenho


empenh
ho

O nível mínimo para aceitação (denominado


ceittação é o M (de
enomina mínimo),
ado mí
ínim seja,
mo), ou se atende
eja, aten
nde premissas de projeto
e às p
e ao critério de 9.2.2.

9.2.3 Critério – Segurança


ura
anç no
ça n trabalho
o trabalh em
ho e sistemas
m si
istema de
as deccoberturas
oberrturras inclinadas
inclinad

Os SC inclinados com decl


declividade
livid superior
dade super rior a 30 devem
0 % de
eve ser
em se providos
er prov
vido de
os deddispositivos
isspos de segurança
suportados pela estrutura principal.
ura priinciipal.

9.2.3.1 Método de avaliação


valiação

Análise das premissas s de projeto do sistema de


siistema de ccobertura,
ober tura, vverifi
erificação e vali
validação dos cálculos
estruturais, execução de ensaios de tração nos dispositivos de fixação por meio de uma força horizontal
igual ou maior que 3 kN, aplicada na posição mais desfavorável.

9.2.3.2 Premissas de projeto

O projeto deve estabelecer:

a) o uso de dispositivos ancorados na estrutura principal, de forma a possibilitar o engate de cordas,


cintos de segurança e outros equipamentos de proteção individual, para declividades superiores
a 30 %;

b) os meios de acesso para a realização de manutenção.

9.2.3.3 Nível de desempenho

O nível mínimo para aceitação é o M (denominado mínimo), ou seja, atende às premissas de projeto
e ao critério de 9.2.3.

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9.2.4 Critério – Possibilidade de caminhamento de pessoas sobre o sistema de cobertura

Telhados e lajes de cobertura devem propiciar o caminhamento de pessoas, em operações


de montagem manutenção ou instalação, suportando carga vertical concentrada maior ou igual
a 1,2 kN nas posições indicadas em projeto e no manual do proprietário, sem apresentar ruptura,
fissuras, deslizamentos ou outras falhas.

9.2.4.1 Método de avaliação

Análise do projeto em face das premissas estabelecidas em 9.2.4.2, verificação e validação dos
cálculos estruturais e/ou ensaios de laboratoriais, conforme Anexo G.

9.2.4.2 Premissas de projeto

O projeto deve:

a) sições dos
delimitar as posições do
os ccomponentes
omponennte
es doss te
dos elha
ados que
telhados e nã
ão p
não ossuem resistência mecânica
possuem
suficiente para o camin
nhamentto de pessoas;
caminhamento pessso
oas;

b) indicar a forma de deslocamento


deslocam
men
nto dass p
das esssoas so
pessoas obrre o
sobre s te
os elhado
os.
telhados.

9.2.4.3 es
sempen
nho
o
Nível de desempenho

O nível mínimo para ac ceittaçã


ão é o M (denominado
aceitação (den
nomin
nado
o míni
imo
o), o
mínimo), u sej
ou ja, a
seja, ten
nde às premissas de projeto
atende
4.
e ao critério de 9.2.4.

9.2.5 errramentto de
Critério – Aterramento de sistemas
sisttem
mas de
de coberturas
cob
berrtura
as me
etállicas
metálicass

urra cconstituídos
Sistemas de cobertura onstituídos por
por estrutura
estru
utura e /ou
e/ouu poor telhass me
por etálicas devem ser aterrados,
metálicas
onddução das
a fim de propiciar condução das descargas
desccarg
gas e a dissipação
disssip
paçãão de ca argass eletro
cargas os
eletrostáticas eventualmente
has pe
acumuladas nas telhas elo
o atrito
pelo atrito com o vvento,
ennto
o, bem
m co omo p
como ara inibir
para in
nibiir eve
entuaais p
eventuais problemas de corrosão
ga (contato
por corrente de fuga (con
ntatto a ciden
ntall com
acidental comm co omp ponnenttes el
componentes letrrizadoss); para
eletrizados); par tanto deve atender
à ABNT NBR 5419.

9.2.5.1 e avaliação
Método de

Análise das premissas de projeto do sistema de cobertura e atendimento às ABNT NBR 13571
e ABNT NBR 5419.

9.2.5.2 Premissas de projeto

O projeto deve:

a) levar em consideração o projeto do sistema de proteção de descargas atmosféricas (SPTA)


e aterramento de cargas eletrostáticas;

b) mencionar o atendimento às ABNT NBR 13571 e ABNT NBR 5419.

9.2.5.3 Nível de desempenho

O nível mínimo para aceitação é o M (denominado mínimo), ou seja, atende às premissas de projeto.

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10 Estanqueidade Requisito – Condições de salubridade no ambiente habitável


Ser estanques à água de chuva, evitar a formação de umidade e evitar a proliferação de insetos
e micro-organismos.

10.1 Critério de impermeabilidade


O SC não pode apresentar escorrimento, gotejamento de água ou gotas aderentes. Aceita-se
o aparecimento de manchas de umidade, desde que restritas a no máximo 35 % da área das telhas.

NOTA Para os componentes, telhas e peças complementares, constituídos por plásticos, aços, alumínio,
vidros ou quaisquer outros materiais historicamente considerados impermeáveis, este requisito está
implicitamente atendido.

10.1.1 Método de avaliação


aliação

Ensaio de impermeabilidade
lidade conform
conforme
me A
ABNT
BNT NB
NBR
BR 5642.
5642.

10.1.2 Premissas de projeto

O projeto deve prever detal


detalhes
lhes cconstrutivos
onsstru que
utivoss que assegurem
e asse
egu
ure não
em a não ocorrência
corrrênccia de umidade e de suas
o oc
consequências estéticas no
as n o ambiente
ambieente habitável.
e haabitá
ável.

10.1.3 Níveis de desempenho


em
mpenho

Análise do projeto e atendimento


tendim
men
ntoo ao
ao critério
critério de 1
10.1.1.
0.1 Anexo
1.1. O An contém
nexxo I co
onté recomendações relativas
ém recom
a outros níveis de desempenho
empen o (ver
nho (vver II.3.1).
.3
3.1
1).

nqueida
ade
e do SC
10.2 Critério – Estanqueidade C
Durante a vida útil de p rojjeto do sistema
projeto a dee ccobertura,
ob
bertura a, n ão pode
não pode ocorrer
ocoorrerr a pene
penetração ou infiltração
de água que acarrete e escorrimento
scorrimento ou gotejamento,
go
oteejam
mento, co considerando-se
onsidderando--se a as condições de exposição
s cond
indicadas na Tabela 1 e Figura
Fig a 2, considerando-se
gura conssideera
anddo-se todasdas as
tod as suas conconfl uências
nfluê a e interações com
ência
componentes ou dispositivos
sitivoos (parafusos,
(parafusos, ccalhas,
has, vvigas-calha,
alh lajes
igas--callha, la planas,
ajes plannas, ccomponentes
ompone de ancoragem,
arremates, regiões de cumeeiras,
cumee eira
as, eespigões,
spigõões,, águas
águuas ffurtadas,
urtaada oitões,
as, oitões encontros
s, e com paredes, tabeiras
ncontrros co
e outras posições específi
pecíficass e ssubcoberturas),
ubcoberr tu bem
uras)), b em ccomo
om
mo os e encontros
nconntros de componentes com
chaminés, tubos de ventilação,
ntilação, claraboias
clarraboias e outros,
outros, em face eddas movimentações
as movim mentações térmicas
tér diferenciadas
entre os diferentes materiais
teriais em contato,
conta aliados
ato, aliados aos
aos componentes
componentes ou ou materiais d de rejuntamento.
NOTA O critério enfoca a estanqueidade das regiões centrais dos panos, regida sobretudo pelas
propriedades físicas do material constituinte das telhas (porosidade, absorção de água, permeabilidade),
pelas sobreposições laterais e longitudinais, pelos tipos de encaixes e sistema de fixação ou acoplamento
das telhas, pela regularidade dimensional das peças e pela declividade e extensão dos panos (além dos
índices pluviométricos, direção e intensidade do vento na região de implantação da edificação habitacional).

Tabela 4 – Condições de ensaio de estanqueidade de telhados

Condições de ensaio
Regiões Pressão estática Vazão de água
Pa L/min/m2
I 10
4
II 20

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Tabela 4 (continuação)
Condições de ensaio
Regiões Pressão estática Vazão de água
Pa L/min/m2
III 30
IV 40 4
V 50

70° 65° 60° 55° 50° 45° 40° 35°


Região llI

Região lI
Reg

Região
Região lI

Reg ião l
Região

10°
10

Região
Região lI
15°
15
Região
Reg ião III
Região
Reg ião IV
20°
Região V
Reg

25°
25
Região
Região lV

30°

35
35°

Figura 2 – Condições
ções d
de
eeexposição
xposiçã
ão de
de ac
acordo
cordo c
com
om
m as
as reg
regiões
giõe
es do B
Brasil
rasil (ABNT NBR 6123)

10.2.1 Método de avaliação

Ensaio da estanqueidade
dade à água do SC de acordo
de acorddo com o m
método
étodo apresentado no Anexo D, com base
nas condições de ensaio descritas na Tabela 2.

Para os encontros descritos em 10.1.1.1, realizar o ensaio de tipo de estanqueidade de acordo com
o Anexo D, incorporando-se os componentes ou dispositivos. Não há necessidade, para certos SC,
de ensaiar o conjunto como um todo, permitindo-se ensaios das partes representativas.

10.2.2 Premissas de projeto

O projeto deve estabelecer a necessidade do atendimento da regularidade geométrica da trama


da cobertura, durante a vida útil de projeto, a fim de que não resulte em prejuízo à estanqueidade
do SC.

O projeto também deve:

a) mencionar as Normas Brasileiras dos componentes para os SC ou, na inexistência de Normas


Brasileiras, as indicações do fabricante do componente telha ou de normas estrangeiras
ou internacionais;

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b) detalhar, quando requerido ou previsto, a presença de barreiras:

— barreiras à radiação solar devem atender ao limite de emissividade (ε = 0,2), conforme método
da ASTM C 1371;

— barreira isolante térmica deve possuir resistência térmica igual ou superior a 90 %


da resistência térmica informada pelo fabricante, quando determinada segundo o método
constante na ABNT NBR 15220-5;

— barreira ao vapor; deve apresentar permeabilidade ao vapor menor ou igual a


11,4 × 10– 8 g /Pa.s.m2, conforme método ASTM E 96;

— detalhar a forma de aplicação e fixação da subcobertura;

— detalhar as sobreposições
obreposições e tamanhos das
das emendas;
em
mendas;

— detalhar os acessórios
cessórios necessários;
nece
essários;

c) osições das
indicar as sobreposições das peças
peçass ((longitudinal
lon
ngitu
udina
al e tra
ansve
ersall);
transversal);

d) dimensões dos panos;


anos;

e) indicar declividade
e do
oSSC
C face
facce a
aos
os componentes
com
mpo
one
entess especifi
esspe
ecifi
ficccados;
fi ad
dos;

f) indicar acessórios n
necessários;
ecessá
ário
os;

g) materiais e detalhes
lhe construtivos
es con dos
nsttrutivos doos aarremates,
rremaates, de
e foforma evitar
orma a evi avarias decorrentes
itar a
de movimentaçõess té
érmica
as e asseg
térmicas gura
ar a estanqueidade;
assegurar esta
anquueid
dad
de;

h) indicar a forma de fixação


xação doss comp
dos pone
entess;
componentes;

i) indicar a ação do vvento


ento
o no local da
no a edifi
edifi
ficação
ca
ação ha
abiitaciional, e que foii considerada
habitacional, con no projeto.
23
Ver ABNT NBR 6123. 3.

mpenh
ho
10.2.3 Nível de desempenho

ceitação é o M ((denominado
O nível mínimo para aceitação denomiinado mínimo),
mínimo
o), ou se
eja, ate
seja, ende às p
atende premissas de projeto
e ao critério de 10.1.2.

nqueidade das ab
10.3 Critério – Estanqueidade berturas d
aberturas ev
de entilação
ventilação
O SC não pode permitir infiltrações de água ou gotejamentos nas regiões das aberturas de ventilação,
constituídas por entradas de ar nas linhas de beiral e saídas de ar nas linhas das cumeeiras,
ou de componentes de ventilação.

As aberturas e saídas de ventilação não podem permitir o acesso de pequenos animais para o interior
do ático ou da habitação.

10.3.1 Método de avaliação

Análise das premissas de projeto e das especificações técnicas dos componentes utilizados.

10.3.2 Premissas de projeto

O projeto deve detalhar e posicionar os sistemas de aberturas e de saídas que atendam ao critério
de estanqueidade e ventilação de maneira que o ático permaneça imune à entrada de água
e de animais dentro das condições previstas em projeto.

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10.3.3 Nível de desempenho

O nível mínimo para aceitação é o M (denominado mínimo), ou seja, atende às premissas de projeto.

10.4 Critério para captação e escoamento de águas pluviais

O sistema de cobertura deve ter capacidade para drenar a máxima precipitação passível de ocorrer,
na região da edificação habitacional, não permitindo empoçamentos ou extravasamentos para
o interior da edificação habitacional, para os áticos ou quaisquer outros locais não previstos no projeto
da cobertura.

10.4.1 Método de avaliação

Análise das premissas de projeto e verificação da compatibilidade entre as aberturas.

10.4.2 Premissas de projeto

O projeto deve:

a) considerar as disposições
osiições da
dispo da ABNT
NT NBR
ABN NBR 10844,
10
084 referentes
44, reeferen avaliação
ntess à aval da capacidade
apta
ação e drenagem
do sistema de captação dren
nage
em pl
luviial da
pluvial a cobertura;
co
obe
ertu
ura;;

b) nttre
compatibilizar entree ssii oss pr
rojetos de
projetos ea rqu
uitettura
arquiteturaa do
o te
elh
hado
oed
telhado a im
da mpeerme
impermeabilização, elaborados
de acordo com a sA
as BNT NB
ABNT BR 9575
NBR 957
75 e AB BNT
ABNT T NBR
NBR 9574,
95774, e deste
desste sistema;
siste
ema;

c) caiimento
os dos pa
especificar os caimentos anoss, en
panos, nco
ontrros e
encontros ntrre pa
entre anoss, pr
panos, roje
eção dos beirais, encaixes,
projeção
sobreposições e fixxação
ação das
o da telhas;
as telha
as;

d) especificar os sistemas
isste de
emas d e iimpermeabilização
mperm
mea
abiliza de
ação de llajes
ajess de ccobertura,
obe terraços, fachadas e outros
erturra, terraç
componentes da a cconstrução;
onstrução;

e) especificar o sistema
stem de
ma deááguas pluviais;
guas plu
uvia
aiss;

f) mentos q
detalhar os elementos ue
queep romoveem a dis
promovem ssip
paçã
ão ou af
dissipação fastam
men
afastamento nto do fluxo d
uxo de água das superfícies
isando evitar
das fachadas, visando evvitar o acúmulo
acúmulo
oddee ág
gua e iinfi
água nfiltltração
tração
od e um
de midade.
umidade.

sempenho
10.4.3 Nível de desempenho

O nível mínimo para aceitação é o M (denominado mínimo), ou seja, atende às premissas de projeto.

10.5 Critérios – Estanqueidade para SC impermeabilizado

Os SC impermeabilizados devem:

a) no ensaio da lâmina d’água ser estanques por no mínimo 72 h;

b) manter a estanqueidade ao longo da vida útil de projeto do SC.

10.5.1 Método de avaliação

Análise de projeto e atendimento às premissas de projeto, e do memorial de execução, considerando


as disposições da ABNT NBR 9575.

Os produtos que não possuem Normas Brasileiras específicas devem atender às normas estrangeiras
ou internacionais, estando sujeito à análise.

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10.5.2 Premissas de projeto

O projeto deve especificar:

a) todos os materiais necessários;

b) condições de armazenagem e de manuseio;

c) equipamentos de proteção individual necessários;

d) acessórios, ferramentas, equipamentos, processos e controles envolvidos na execução do sistema


de impermeabilização;

e) as normas utilizadas;

f) forma de execução;
o;

g) detalhes construtivos
vos e de fixxação;
ação; e

h) todos os detalhes com


compatibilizados
mpatib adoss ccom
biliza om
maas
s iinterfaces
nterfface interferências
es e in
nte
erfe
erên
nciass da cobertura.
a cob

10.5.3 Nível de desempenho


mp
penho

O nível mínimo para aceitação


eittação é o M ((denominado
ce denommin nad mínimo),
do m ou
ínimo)), ou sseja, atende
eja, atendde a ao projeto e às premissas
o pro
de projeto, mantendo aas
s ccaracterísticas
araccte
erísticas de
e e estanqueidade
stanqu ueidad
de p por
or pelo menos
o me cinco anos. O Anexo I
enos cin
contém recomendações es rrelativas
ela outros
ativvas a outro níveis
os nívveiss de desempenho
e de
esemmpe enho (verr I.3.2).
I.3..2).

11 Desempenho térmico
érmico
11.1 Generalidades

Esta parte da ABNT NBR 15575


BR 155 apresenta
575 apresentta os requisitos
os req quisiitoss e critérios
érios para
crité verifi
erificcação
parra ve ação dos níveis mínimos
de desempenho térmico
mico dee ccoberturas,
o b e r tura conforme
a s,, co definições,
o n forr m e dee finiçõ símbolos
í m b olos e unidades das
õ e s, sí
ABNT NBR 15220-1 e ABNT NBR R115220-3.
5220-3 3.

11.2 Requisito – Isolação


olação térmica da
accobertura
obertura

Apresentar transmitância térmica e absortância à radiação solar que proporcionem um desempenho


térmico apropriado para cada zona bioclimática.

O critério de 11.2.1 estabelece condição para a avaliação através do método simplificado


do desempenho térmico. No caso de coberturas que não atendam a esse critério simplificado,
a verificação do atendimento ou não do desempenho térmico da edificação como um todo deve ser
realizada de acordo com a ABNT NBR 15575-1.

11.2.1 Critério – Transmitância térmica

Os valores máximos admissíveis para a transmitância térmica (U) das coberturas, considerando
o fluxo térmico descendente, em função das zonas bioclimáticas, encontram-se indicados na Tabela 5.

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Tabela 5 – Critérios de coberturas quanto à transmitância térmica – M


Transmitância térmica (U)
W/m2K
Zonas 1 e 2 Zonas 3 a 6 Zonas 7 e 8
α ≤ 0,6 α > 0,6 α ≤ 0,4 α > 0,4
U ≤ 2,30
U ≤ 2,3 U ≤ 1,5 U ≤ 2,3 FT U ≤ 1,5 FT
α é absortância à radiação solar da superfície externa da cobertura.
NOTA O fator de correção da transmitância (FT) é estabelecido na ABNT NBR 15220-3.

11.2.2 Métodos de avaliação

ansmitância térm
Determinação da transmitância mica, p
térmica, or meio de m
por étodo simplificado, conforme
método co procedimentos
BNT NBR 152
apresentados na ABNT 220-2.
15220-2.

Caso no projeto do SC haja


ha
aja previsão
previssão de iso
de olaçã
ão térmica,
isolação térm
mica
a, este
esste deve
e fazer referência às Normas
deve
es.
Brasileiras pertinentes.

sem
mpenho
11.2.3 Nível de desempenho

O nível mínimo paraa a ceitaçção é o M (d


aceitação dennom
min
nad
do mínim
(denominado mo), o
mínimo), ouu sseja,
eja
a, atende ao critério de 11.2.1
atende
roje
eto. O A
e às premissas de projeto. nexo I conté
Anexo ém recom
contém mendaaçõe
es rrelativas
recomendações elativvas a ouutros níveis de desempenho
outros
(ver I.4.1).

oa
12 Desempenho cústic
co
acústico
es
12.1 Generalidades

Esta parte da ABNTT NBR R 15575


155575 apresenta
apressen nta
a oss req
quissito
os e critérioss pa
requisitos ara a vverifi
para er cação do isolamento
o extern
acústico entre o meio no e o interno
externo interrno de
e coobertuuras..
coberturas.

São considerados o isolamento d e ssons


de ons aéreos
aéreos do conjunto facha
ada/cobertura de
fachada/cobertura d edificações e o nível
de ruído de impacto no piso (caminhamento,
(caminhaamento, queda de
queda de objetos e o
objetos utros) para as coberturas acessíveis
outros)
de uso coletivo.

12.2 Métodos disponíveis para a avaliação

12.2.1 Descrição dos métodos

12.2.1.1 Método de engenharia, realizado em campo

Isolamento de ruído aéreo: determina, em campo, de forma rigorosa, o isolamento acústico global
da vedação externa (conjunto fachada e cobertura), caracterizando de forma direta o comportamento
acústico do sistema. O método é descrito na ISO 140-5.

Ruído de impacto em pisos: determina, em campo, de forma rigorosa, o nível de pressão sonora
de impacto padronizado do piso entre a laje de uso coletivo e a unidade autônoma, caracterizando
de forma direta o comportamento acústico do sistema. O método é descrito na ISO 140-7.

Os resultados obtidos restringem-se somente às medições efetuadas.

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12.2.1.2 Método simplificado de campo

Este método permite obter uma estimativa do isolamento acústico global da vedação externa
(conjunto fachada e cobertura) e do ruído de impacto em pisos, em situações onde não se dispõe de
instrumentação necessária para medir o tempo de reverberação, ou quando as condições de ruído
ambiente não permitem obter este parâmetro. O método simplificado é descrito na ISO 10052.

Os resultados obtidos restringem-se somente às medições efetuadas.

Entre os métodos de medição de campo, o método de engenharia é o mais preciso.

12.2.2 Parâmetros de avaliação

Os parâmetros de avaliação
iação adotados nesta p
parte da
arr te daAABNT
BNT NBR 15575 constam na Tabela 6.

Tabela 6 – Parâmetros
Parâmetros acústicos
ac
cústic de
cos d avaliação
e av
valiação

Símbolo Desc
De
Descrição
scri
sc riçã
rição
çã o Norma
Norm
rma
rm Aplicação
Ap

Diferença pa
padr
dron
dr oniz
on izad
iz
padronizada adaa de nível
nív
ível ponderada
pon
onde
derada
da IS 140-5
ISO 140-
140-5
0-5
D2m,nT,w Veda
daçã
ção
Vedaçãoo externa,
exte
ex te em edifícios
a 2 m de dis
distância
istâ
istânc
tâ ncia
ncia da a fachada/cobertura
fach
chada/
ch a/cobe
bertur
ura ISO
IS 717-1
71 1

ress
ressão
ss ão sonora
Nível de pressão son
onora de impacto
on iimpac
acto
to padroni-
pad
adro
ad roni
ni-
ni IS 140-7
ISO 140-
140-7
0- Piso
soss e coberturas
Pisos cobert de uso coletivo,
L’nT,w
dera
de rado
ra
zado ponderado do IS 717-2
ISO 717-
717-2
2 edifí
e fícios
em edifícios

efer
eferen
er enci
en ciad
Como as normas ISO referenciadas adas
ad as não possuem
pos
ossu
suem
em versão
v o em português,
por
ortuguês
ês, foram
fo m mantidos
ma os símbolos nelas
eguint
eg ntes
nt
consignados com os seguintes es signifi
sig
igni
ignifificados:
ni s:
D2m,nT,w diferença padronizada
adro
roni
roniza
nizada
za da de nível po pond
ponderada
nder
erada
a a 2 m (we
weighted
weight
hted sta
standardized
tand
ndardi d level difference at 2 m).
dized
L’nT,w nível de pressãoo so
sono
nora
no
sonorara de
d impacto o pa
padr
dron
onizado ponderado
padronizado pond
nder
nderad
ado (we
weigighted
weighteded standar
standardized impact sound
pressure level).

12.3 Requisito – Isolamento


olamento acústico
acústico d
daa cobertura
a devido
devido a s
sons
ons aéreos
aére

Avaliar o isolamento de
e som aéreo de fontes d
de
eeemissão externas
missão externas

12.3.1 Critério – Isolamento acústico da cobertura devido a sons aéreos em campo

12.3.2 Método de avaliação

Devem ser avaliados os dormitórios da unidade habitacional. Deve-se utilizar um dos métodos
de campo de 12.2.1 para a determinação dos valores da diferença padronizada de nível ponderada,
D2m,nT,w.

As medições devem ser executadas com portas e janelas fechadas, como foram entregues pela
empresa construtora ou incorporadora.

12.3.3 Nível de desempenho mínimo – M

Os valores mínimos de desempenho são indicados na Tabela 7.

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Tabela 7 – Valores mínimos da diferença padronizada de nível ponderada, D2m,nT,w,


da vedação externa de dormitório

D2m,nT,w
Classe de ruído Localização da habitação
dB
Habitação localizada distante de fontes de ruído intenso
I ≥ 20
de quaisquer naturezas
Habitação localizada em áreas sujeitas a situações de ruído
II ≥ 25
não enquadráveis nas classes I e III
Habitação sujeita a ruído intenso de meios de transporte e de
III ≥ 30
outras naturezas, desde que esteja de acordo com a legislação.
NOTA 1 Para vedação externa de salas, cozinhas, lavanderias e banheiros, não há requisitos específicos.
NOTA 2 Em regiõesões de aeroportos, estádios, locais
s, lloc aiss de eventos esportivos, rodovias e ferrovias,
ocai
oc ai
há necessidade de estudos específicos

O Anexo I contém recomendações


ecomenda
ações rrelativas
ellativass a outros
outtross nív
níveis
veis d
de
e dese
desempenho.
empenho.

12.4 Requisito – Nívell de


de ruído
ruíd
do de
de impacto
im
mpac
cto n as
nassc ob
berrtu
uras
coberturassa ces
ssíve de uso coletivo
acessíveis
antte d
Avaliar o som resultante e ruí
de ídoss de iimpacto
ruídos mp
pacto
o (cam
minnha
ame
ento
o, q
(caminhamento, ue
eda d
queda eo
de bjjet e outros), naquelas
objetos
ulta
am acesso
edificações que facultam acesssoo coleti
ivo à cob
coletivo bertu
ura
a.
cobertura.

12.4.1 Método de av
valia
ação
o
avaliação

os o
Devem ser avaliados s dormitórios e a
os s sa
as alass de
salas e esstar da u
estar nid
dade
unidadee haabitac
habitacional. Deve-se utilizar
um dos métodos de cacampo
ampo de 12.2.1 papara
ara determinação
a a dete ermina
açã valores
ão doss va
alore do
es d nível de pressão sonora
o ní
de impacto padronizado
ado
opponderado,
ond
derrado, L’nT,w.
nT,w

12.4.2 Nível de desempenho


sem
mpenho mínimo
o–M

As coberturas de usoso ccoletivo


etivo devem apresentar
ole ap
pre entar nível
ese el de
níve pressão
e pres o sonora
ssão so
ono de
ora de impacto padronizado
ponderado (L’nT,w), confor
conforme
rme T Tabela
abela 8.

pres
ssão s
Tabela 8 – Nível de pressão ono
ora d
sonora e iimpacto
de mpac
cto
o padr
ronizzado pond
padronizado ponderado, L’nT,w

L’nT
nT,w
Sistema
dB
Cobertura acessível de uso coletivo ≤ 55

O Anexo I contém recomendações relativas a outros níveis de desempenho.

13 Desempenho lumínico
Este requisito encontra-se estabelecido na ABNT NBR 15215, Partes 1 a 4.

14 Durabilidade e manutenibilidade – Requisito – Vida útil de projeto dos sistemas


de cobertura
Apresentar vida útil de projeto conforme períodos especificados na ABNT NBR 15575-1, desde que
o SC seja submetido a intervenções periódicas de manutenção e conservação.

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14.1 Critério para a vida útil de projeto

Demonstrar o atendimento à vida útil de projeto estabelecida na ABNT NBR 15575-1.

14.1.1 Método de avaliação

A ABNT NBR 15575-1:2013, Anexo C, contém a metodologia aplicável.

14.1.2 Premissas de projeto

No projeto devem constar o prazo de substituição e as operações de manutenções periódicas


pertinentes.

14.1.3 Nível de desempenho


p

O nível mínimo para aceitação


ceitação é o M ((denominado
denominado
ommínimo), ou
ínimo)), o projeto e às premissas
u seja, atende ao pro
de projeto.

14.2 Critério – Estabilidade


bilida da
ade d cor
ac de
or d telhas
e te
elh outros
has e outr componentes
ros c om
mpo das coberturas
onenttes da

A superfície exposta doss ccomponentes


ompoone pigmentados,
entess pi igm
menntado coloridos
os,, co
olorridos na
a mamassa,
assa pintados,
a, p in esmaltados,
anodizados ou qualquer outro
er o processo
utro pro
oce de
esso d e titingimento
ing
gim
mento pode
o poode apresentar
e ap
preese grau
entarr gra de
au d alteração
e al
lte máxima de 3,
após exposição acelerada
da durante
ad duran e 1 600 h em
nte câmara/lâmpada
em cââmaara
a/lâm
mpa adaa com
co
om arco e xenônio.
o de xen

14.2.1 Métodos de avaliação


valiiação

Avaliação da alteração
oddaa ccor segundo
or se ABNT
egundo a ABNT NBR
BR ISO
T NB 105-A02
ISO 1 A02 (escala
05-A (esccala cinza), após exposição
a cinz
acelerada, conforme An
Anexo
nexxo H.
H.

14.2.2 Premissas de projeto


prrojeto

O projeto deve especifi


ficar a g
gama
ama de cores
co
ores
sqque
ue atendam
e aten
ndamm ao 14.1.2
o critério de 1 2 e informar os tempos
4.1.2
necessários para manutenção,
utençã ão, a fim de que
que
ennão
ão haja
o ha perdas
aja perd absortância
dass da absoortân a em
ncia em face das alterações
ao longo do tempo.

mpenho
14.2.3 Nível de desempenho

it ã é o M (d
O nível mínimo para aceitação i d mínimo),
(denominado í i ) ou seja,
j atende
t d ao critério de 14.1.2.
O Anexo I contém recomendações relativas a outros níveis de desempenho (ver I.7.1).

14.3 Critério – Manual de uso, operação e manutenção das coberturas

14.3.1 Os fabricantes, quer do SC, quer dos componentes, quer dos subsistemas, bem como o cons-
trutor e o incorporador público ou privado, isolada ou solidariamente, devem especificar todas as con-
dições de uso, operação e manutenção dos SC, conforme sua especificidade, conforme definido nas
premissas de projeto e na ABNT NBR 5674.

14.3.2 O manual a ser fornecido pelo construtor ou pelo incorporador deve contemplar as instruções
práticas para a conservação do SC.

14.3.2.1 Método de avaliação

Análise do manual de uso, operação e manutenção dos SC.

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14.3.2.2 Premissas de projeto

14.3.2.2.1 Condições

a) características gerais de funcionamento dos componentes, aparelhos ou equipamentos


constituintes da cobertura, ou que com esta interfiram ou guardem direta relação;

b) recomendações gerais para prevenção de falhas e acidentes decorrentes de utilização inadequada;

c) periodicidade, forma de realização e forma de registro de inspeções e manutenções.

14.3.2.2.2 Nível de desempenho

O nível mínimo para aceitação é o M (denominado mínimo), ou seja, atende ao projeto e às premissas
de projeto.

15 Saúde, higiene
ne e qu
qualidade do
ualidade doaarr
Ver ABNT NBR 15575-1.
75-1..

16 Funcionalidade acessibilidade
de e a cessibilid
dade
e
16.1 Requisito

Possibilitar a instalação, manutenção


açção, m desinstalação
anuttenção e desin
nstala o de dispositivos
ação osittivoss e equip
dispo equipamentos necessários
açã
à operação da edificação ão habitacional.
habbitacional.

16.2 Manutenção dos


dos equipamentos
s e quipame s e dispositivos
enttos dis
spo
ositiivos ou componentes
u c om
mpon contituintes
e integrantes do SC

nstalaç
ção, m
16.2.1 Critério – Instalação, anuttençã
ão e d
manutenção es
sins
stallação de
desinstalação e equ
uipame
equipamentos e dispositivos
da cobertura

O SC deve ser passível


sível de proporcionar
proporccionarr meios
meios ppelos quais
elos quais ppermitam
ermitam atender
atende fácil e tecnicamente
às vistorias, manutenções
nções e instalações previstas
preevistas em
em projeto.
projeto.

16.2.2 Método de avaliação

Análise dos projetos de arquitetura conforme ABNT NBR 13532, ABNT NBR 9575, ABNT NBR 5419
e ABNT NBR 10844.

16.2.3 Prescrição de projeto

O projeto deve:

a) compatibilizar o disposto nas ABNT NBR 5419, ABNT NBR 10844 e ABNT NBR 9575;

b) prever todos os componentes, materiais e seus detalhes construtivos integrados ao SC;

c) prever meios de acesso, incluindo: condições de segurança, condições ergonômicas para


inspeções e realização dos serviços de manutenção, bem como desinstalação;

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d) quando houver possibilidade prevista de processos evolutivos do SC, atendendo à legislação


pertinente, devem ser indicados os componentes, materiais e detalhes construtivos indicados
para ampliação do SC.

16.2.4 Nível de desempenho

O nível mínimo para aceitação é o M (denominado mínimo), ou seja, atende ao projeto e às premissas
de projeto.

17 Conforto tátil, visual e antropodinâmico


Ver ABNT NBR 15575-1.

18 Adequação ambiental
biental
Considerando-se que a avali
avaliação
iação técnica
téccnica doo impacto
impa acto gerado
o geerad
do ao o mmeio
eio
o aambiente
mbien pelas atividades
da cadeia produtiva da
a construção
consstruução ainda
ainda é objeto
objetto de muitas
mu uita pesquisas
as pe
esquuisaas e qu
que
ue no atual estado da arte
ece
er ccritérios,
não é possível estabelecer ritério
os, m éttodo
métodosos dee avaalia
açã
avaliaçãoão e nííveis d
níveis e de
de esemmpe
desempenho, recomenda-se,
para as edificações, a cconsideração
onsiderração dos a aspectos
speectoss relacionados
rela
acio
onad dos nna ABNT
a A BNNT NBR
N 15575-1: 2013,
Seção 18.

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Anexo A
(normativo)

Determinação da resistência às cargas concentradas em sistemas


de coberturas acessíveis aos usuários – Método de ensaio

A.1 Princípio
Este Anexo especifica um método de ensaio que consiste em submeter um trecho representativo do SC
a cargas concentradas ocorrerem
das passíveis de ocorr durante
rerem d utilização
urante a u coberturas com possibilidade
tilização de cobertu
de acesso a pessoas.s.

A.2 Aparelhagem
em
Três discos rígidos de a
aço
ço ccom diâmetro
om diâ aproximado
âmettro aproxximad
do de
e 25
5 mm cada
m (1”)) cad um.
da um
m.

A.3 Preparação
o e pr
preservação
res
servação
o da
das
as a
amostras
mo
ostrras
s pa
para
ara en
ensaios
nsaio e dos corpos
de prova
O corpo de prova d deve representativo
evve serr reepresen do
ntattivvo d SC,
o SC, incluindo
inccluiindo ttodos
os sseus
odo eu componentes e a forma
us co
de aplicação da carga,
ga, cconforme
onforrmee desen
desenho
nhoo ffornecido.
orn
necidoo.

A.4 Procedimento
entto
vés do
Aplicar a carga através os d
dos iscos.
discos.

Medir as deformações.
es.

A.5 Expressão d
dos resultados
lt d
Gráfico de deslocamento × carga.

A.6 Relatório de ensaio


O relatório de ensaio deve conter no mínimo as seguintes informações:

a) identificação do solicitante;

b) identificação do fornecedor;

c) identificação da amostra e de todos os corpos de prova;

d) desenho do ensaio de tipo;

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e) data do recebimento da amostra;

f) carga de ocorrência de falhas e o tipo de falha ocorrida;

g) carga de ruptura ou de falência do subsistema;

h) deslocamentos verticais;

i) relação entre os deslocamentos e os vãos;

j) nível de desempenho;

k) data do ensaio;

l) referência a esta Norma;

m) registros sobre eventos previstos


entos não p no
revistos noddecorrer
ecorre ensaios.
er doss en
nsaioss.

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Anexo B
(normativo)

Determinação da resistência de peças fixadas em forro – Método


de ensaio

B.1 Princípio
Este Anexo especifica um método de ensaio que consiste em submeter um trecho representativo
do forro a uma carga simule
a concentrada que simmule a iinstalação de
nstalação de uma luminária, alto-falante
a ou qualquer
outro aparelho suspenso
enso ou fixado n
no
o forro.
forro.

B.2 Aparelhagem
em
Os acessórios de fixação
açãoo devem
devem ser
seer exatamente
exa amentte iguais
ata uaiss àqueles
igu eless com
àque co e serão
om que ão instalados
serã in no forro, bem
como os dispositivosse fetivvos, co
efetivos, omo ass b
como an
nde
ejas ccom
bandejas om
m ttara
ara
ap reedete
ermin
nad
da, a
predeterminada, c
acopladas aos referidos
acessórios para sustentação
te
enttação da
da ccarga.
arga..

Os contrapesos com
mm massas
asssass apropriadas
ap priadass devem ssimular
prop imularr oss incrementos
inccreme os de carga,
ento car de forma a atender
ao disposto em B.4.

Para leitura dos deslocamentos


oca os vverticais,
amento ertica adotar
ais, a ar relógio
dota reló o ccomparador
ógio om
mpara
adorr com resolução
m re
esolu mínima de décimo
de milímetro.

B.3 Preparação preservação


o e p reservaç
ção das
o da amostras
as a mo para
ostrras pa ensaios
ara en aio e dos corpos
nsa
de prova
O corpo de prova deve
eve ser representativo
rep do
pressentativo d oSSC, incluindo
C, inclu ndo todos os
uin os seus componentes e a forma
seus co
de aplicação da carga,
ga, conforme desenho
desennho ffornecido.
ornecido.

B.4 Procedimento
Aplicar a carga em incrementos correspondentes a 1/6 da carga de ruptura informada, mantendo-se
a carga, em cada incremento, durante 10 min.

No final de cada estágio de carga, registrar o deslocamento vertical resultante da aplicação da carga.

B.5 Expressão dos resultados


Devem ser registradas as cargas aplicadas e, para cada parcela da carga aplicada (1/6, 1/3, e outras),
o tempo de atuação da carga e os respectivos registros de eventuais rupturas ou destacamentos
de acessórios de fixação, quedas da bandeja ou de contrapesos, ruptura ou fissura do forro,
e outras ocorrências.

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B.6 Relatório de ensaio


O relatório de ensaio deve conter no mínimo as seguintes informações:

a) identificação do solicitante;

b) identificação do fornecedor;

c) identificação da amostra e de todos os corpos de prova;

d) desenho do ensaio de tipo;

e) data do recebimento da amostra;

f) cia de falhas e o tipo d


carga de ocorrência e ffalha
de alha ocorrida;
ocorrida;

g) carga de ruptura ou de falênc


c ia d
falência o ssistema
do iste
ema de fixxação;
ação
o;

h) rticais;;
deslocamentos verticais;

i) nho
o;
nível de desempenho;

j) data do ensaio;

k) referência a esta Norrma;


Norma;

l) enttos nã
registros sobre eventos ão p
não revisto
os n
previstos o dec
no corre
er d
decorrer os en
dos nsaioss.
ensaios.

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Anexo C
(normativo)

Verificação da resistência ao impacto em telhados – Método de ensaio

C.1 Princípio
Este Anexo especifica um método de ensaio que consiste em submeter um trecho representativo
do telhado a impactos de corpo duro, simulando a ação de granizo, pedras e outros.

C.2 Aparelhagem
em
Esfera de aço maciça,
a, com m
massa
assa dee ((65,6 2)) g, e ssuporte
65,,6 ± 2 up para
porte para repouso
a re
epou esfera, de forma que ela
uso da es
possa ser liberada em
m queda
eda llivre
que ivre partir
eap das
artirr d alturas
as altur indicadas
rass ind
dicad
das emmC C.4.
.4
4.

o e p
C.3 Preparação reservaç
ção
preservaçãoo da
as am
das mostrras pa
amostras ara en
para nsaio e dos corpos
ensaios
de prova
eve sser
O corpo de prova deve er rep
presenta
ativvo do
representativo oS C, iincluindo
SC, nclu
uind
do to
odoss os seu
todos us co
seus componentes e a forma
actto, con
de aplicação do impacto, nforrme des
conforme sennho
desenho o fo
orneccido
o.
fornecido.

O corpo de prova deve


evve iincluir
ncluirr ttodos os
odos osddetalhes
ettalh típicos
hes típ
pico
os do sistema
o siste
ema
a de cobertura,
e co
obertu como declividade,
oss da
subsistema de apoios as ttelhas.
das elhas.

O tamanho mínimo do ccorpo


orrpo de prova
de aéde 1 m2, ou
de u o maior
maior vão
o en
entre
ntre
e apoios
ap
po e o maior balanço
permitido no manuall de in
nsta
ala
ação.
instalação.

C.4 ento
Procedimento
Aplicar um impacto na posição mais desfavor
rável n
desfavorável a ttelha.
na elha

Aplicar a carga de impacto por meio da esfera de aço maciça (diâmetro de 25,4 mm) liberada
em queda livre.

As condições de ensaio relativas à massa do corpo duro (m), altura de queda (h) e energia de impacto
(E) estão indicadas na Tabela C.1.

Tabela C.1 – Massa do corpo duro, altura e energia de impacto


m H E
Percussor de impacto
g m J
1,50 1,0
Corpo duro (esfera de aço maciça) 65,6 2,30 1,5
3,80 2,5

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C.5 Expressão dos resultados


Para cada energia de impacto especificada (1,0 J, 1,5 J e 2,5 J), registrar a eventual ocorrência
de fissuras, lascamentos, desagregações, traspassamento ou outras avarias.

C.6 Relatório de ensaio


O relatório de ensaio deve conter no mínimo as seguintes informações:

a) identificação do solicitante;

b) identificação do fornecedor;

c) mostra e de todos o
identificação da amostra s ccorpos
os orpos de prov
de va;
prova;

d) o de tipo;
desenho do ensaio

e) o, em jjoules;
energia de impacto, oules;

f) nho
o;
nível de desempenho;

g) ntto d
data do recebimento aa
da mosstra;
amostra;

h) data do ensaio;

i) referência a esta Norrma;


Norma;

j) ento
os n
registros sobre eventos ão previsto
não os n
previstos o dec
no correr d
decorrer oss en
dos nsaioss.
ensaios.

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Anexo D
(normativo)

Determinação da estanqueidade à água do SC – Método de ensaio

D.1 Princípio
Este Anexo especifica um método para verificação da estanqueidade à água do SC, que consiste
em submeter um trecho representativo do SC a uma vazão de água, sob a condição de uma diferença
estática de pressão.

NOTA Mediante acordo entre for


fornecedor
orne
or nece
ne cedo
ce dorr e usuário,
do usuá
us uári
uá rio,
ri o, o ensaio
ensai
e aio previsto neste Anexo
ai Ane pode ser substituído
por ensaios constantes
es nas norma
normas
mass de produto,
ma pro
p rodu
ro duto
du desde
to, de sde que
desd
sd qu atendam
aten
at endam ao princípio
en p estabelecido
est em D.1.

D.2 Aparelhagem
em
m

D.2.1 Câmara

Câmara com forma pr rissmáttica, com um


prismática, ma ab
uma bertuura em
abertura m uma
uma a de sua as fa
suas aces, com dimensões que
faces,
mento
permitam o acoplamento o do coorpo de p
corpo ro
ova
provaa naam essma inclinação
mesma incllinaçção q ue a utilizad
que utilizada em obra (ver Figura
D.1). A câmara deve e dispor
disspor de e uma vválvula de
álvvulla de ssegurança
eguura
ançaa que garanta
e ga extravasão do ar quando
arantta a ext
a pressão interna atingir
ngirr vvalores
in alo
oress acima dos
a do compatíveis
os co com
ompatííveiis co
om sua estabilidade
a es bilidade estrutural.
stab e

Plac
aca de transporte
Placa trans
nsporte
e Entrada
de água
Disper
erso
sore
res de água
Dispersores
Ligação do
manômetro

Entrada
de ar
Corp
Co rpo
rp
Corpo o de prova
pro
prova
rova

Saída D
de ar Saída
Placa de ar
Saída Inclinação transparente
de água Calha para coleta dos regulável
Saída vazamentos de água
de ar

Figura D.1 – Câmara

D.2.2 Sistema de pressurização

Sistema de pressurização que garanta a transmissão de carga de forma estática e a estabilização


de carga aplicada em níveis predeterminados.

A alimentação da câmara deve ser feita de modo a evitar a incidência direta do fluxo de ar sobre
o corpo de prova (ver Figura D.2).

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Camara de
ensaio
Corpo de prova

Inclinação

D
da
Saída cobertura
de ar
Saída de
água

(ar)

Manômetro

nha
Ventoinha Equipamento
Equi
uipame
ui ment
nto
nto para
medida
medi
dida de
di vazão
e va
vazã
zão
zã o de água
Bo
Bomba (águ
(água)

Reserv
Re rvat
atório
at io
Reservatório

Figura
Fig
gurra D
D.2
.2
2 – Esquema
Esqu
uem
ma d
dee fu
funcionamento
unciionam
mento
o da
a câm
câmara
mara

D.2.3 Manômetro
uçã
ão d
Manômetro com resolução e1
de 0 Pa, para
10 parra leitura
le
eittura
a de pre
esssão na câmara.
pressão câ
âma
ara.

D.2.4 Sistema de asp


persão d
aspersão e água
de a
Sistema de aspersão de água a ccomposto
omposto o p or b
por icos a
bicos speerso
ores q
aspersores ue per
que rmitam a projeção de água
permitam
obre toda a face
de maneira uniforme sobre face ssuperior
uperiorr d o ccorpo
do orpo d
dee prova, na azão de 4 L/min/m2 do corpo
a vvazão
ue todas as su
de prova, garantindo que uas p
suas ar tes ssejam
partes ejam igguallmente
igualmente easpergidas.
aspergidas.

D.2.5 Equipamento
t para medição
di ã dde vazão
ã
Equipamento para medição de vazão de água aspergida, constituído por uma caixa com seção
de 61 cm × 61 cm e profundidade superior a 30 cm, quadrialveolar. Para medição da vazão, esta caixa
deve ser colocada na abertura da câmara, com sua boca voltada para os aspersores e posicionamento
no mesmo plano onde será montado o corpo de prova. Por meio de tubulações, a água aspergida
sobre cada um dos alvéolos é conduzida para recipientes, podendo-se medir os volumes a partir dos
quais devem ser calculadas as vazões por unidade de área de cada um dos alvéolos.

Na rede de alimentação do sistema de aspersão, pode ser colocado um hidrômetro, com o intuito de
facilitar a regulagem da vazão desejada.

D.3 Preparação e preservação das amostras para ensaios e dos corpos de prova
O corpo de prova deve ser um trecho representativo do SC, constituído pelos mesmos materiais
previstos para a edificação.

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D.4 Procedimento
D.4.1 Ajustar o sistema de aspersão de água da câmara utilizando-se a caixa quadrialveolar, para
a vazão de 4 L/min/m2. O sistema de aspersão deve estar regulado de forma tal que o valor médio das
vazões incidentes sobre os quatro alvéolos seja igual à vazão especificada para o ensaio, permitindo
para valores individuais dessas vazões uma variação de 20 % em torno da média. Esta verificação
deve cobrir toda a área da abertura da câmara, onde será montado o corpo de prova.

D.4.2 O procedimento descrito em D.4.1 deve ocorrer de forma interativa até que a variação
da vazão, para as diversas partes do vão, não seja superior a 20 % da vazão de ensaio especificada.

D.4.3 Montar o corpo de prova na câmara com sua face superior voltada para o seu interior e selar
convenientemente as juntas presentes entre o corpo de prova e a abertura da câmara. A câmara
deve ser regulada de forma que o corpo de prova
prova tenha
tenha a mesma inclinação da cobertura quando
a.
da utilização em obra.

D.4.4 Após a instalação


talação do corpo de
corpo depprova
ro a e a calibração
ova ão da
calibrraçã a vazão
vazão de água,
água aspergir a cobertura
durante 30 min.

D.4.5 câmmara, incrementalmente,


Aplicar na câmara, incrrementtalmmente e, as pressões
prresssõe
es d e 10
de 0 Pa,, 20 Pa,
Pa, 30 Pa, 40 Pa e 50 Pa.
desssas pressões
Manter cada uma dessas pre
essõ ões por
porr um
um período
perííod
do dede 5 m in, regis
min, stra
and
registrandodo a eventual existência
corrrim
mento
de vazamentos, escorrimentos os ou
ou ma anch
manchashas de
de u miidad
umidade de nas
naas faces
facees da as telhas
das te
elh
ha opostas à aspersão
prressão especifi
de água. Caso haja pressão espeecificadda de
cada de int
tere
essse, o ensaio
interesse, enssaiio pode
pode e seguir
seg
guir a se
sequência anteriormente
pre
essão sseja
definida até que tal pressão eja
aa tingida..
atingida.

D.4.6 Caso não sejasejaa possível


posssíível aplicar
apliicarr as
as pressões
presssõões de e ensaio
enssaioo devido
devvido
o ao excessivo vazamento
pro
ova, algumas
de ar pelo corpo de prova, alg
gum mas juntas
jun
ntass entre
entrre as telhas
telh
has devem
devemm ser
se
er seladas
se
eladdas com
c massa de vedação
equuado, até
ou outro material adequado, até o limite
limitte de
de 500 % das
da
as juntas
juntaas existentes.
exisstentess. Nessas
Nessa condições, caso não
re
esssão máxima estabelecida,
se consiga atingir a pressão esttabeele
ecid
da, apli ica
ar a p
aplicar ressã
ão ssegundo
pressão eguundoo incr
incrementos mencionados
em D.4.5, registrando o a pressão
pressão máxim
máxima ma que
quue se
se cons segguir administ
conseguir trar no corpo de prova.
administrar

D.5 o dos rresultados


Expressão esultado
os
os, para cad
Devem ser registrados, da uma
cada uma das p
das ressões ap
pressões plicadas ((10
aplicadas 10 Pa, 20 Pa, 30 Pa, 40 Pa e 50 Pa,
Pa,
squer outras pres
ou ainda para quaisquer ssões
sd
pressões e iinteresse),
de nteresse), o ttempo
empo de aplicação da pressão, a vazão
obre o topo do corpo de prova
de água incidente sobre prova e os
os respectivos
respectivos registros de eventuais
e vazamentos,
escorrimentos ou manchas de umidade verificados na face inferior da cobertura, mapeando os locais
onde ocorreram e indicando o tempo de ensaio após o qual se manifestou cada evento.

Deve ainda ser registrada qualquer outra anomalia verificada durante a realização do ensaio, por
exemplo, retorno de água, transporte de água por capilaridade, formação de bolhas, empenamentos,
descolamentos e outras.

D.6 Relatório de ensaio


O relatório de ensaio deve conter no mínimo as seguintes informações:

a) identificação do solicitante;

b) identificação do fornecedor;

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c) identificação da amostra e de todos os corpos de prova;

d) desenhos dos corpos de prova, com sua descrição pormenorizada, incluindo dimensões, materiais
constituintes e inclinação do trecho do telhado;

e) desenho do ensaio de tipo, incluindo os detalhes necessários ao seu entendimento;

f) data do recebimento das amostras;

g) registro, para cada uma das pressões aplicadas, dos eventuais vazamentos, escorrimentos
ou manchas de umidade verificados na face inferior da cobertura, bem como os locais onde
ocorreram;

h) nível de desempenho;;

i) data do ensaio;

j) referência a esta Norma;

k) registros sobre eventos


vento não
os n previstos
ão previsto
os no decorrer
o de dos
ecorrrer do ensaios
os enssaio outras
os ou outra informações julgadas
as in
pertinentes.

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Anexo E
(normativo)

Verificação da resistência de suporte das garras de fixação ou de apoio –


Método de ensaio

E.1 Princípio
Este Anexo especifica um método para verificação da resistência das garras de fixação que suportam
as telhas, que consiste próprio
ste na ação do próp peso
priio peso ssobre as
obre asggarras
arras em condições desfavoráveis de uso.

E.2 Aparelhagem
em
A aparelhagem necessária
essárria para
para a e
execução
xecuçção
oddo ensaio
o ens
saio
oeestá
stá indicada
á in
ndiccad
da na Figura
gura E.1.
a Fig

Ca
Caib
Caibro
ibro ou
o ripa
ri
de ssup
suporte
upor
up orte
or

Po
Posiçã
ção
çã
Posição
da telha
ha
de ensai
ensaio
aio
aio

Suporte
Supo
Suport
po rte
rt
Apoio pa
Ap para
vert
ve rtic
rt ical
ic
vertical al
asse
segurarar o
ra
assegurar
posici
po cion
cionam
onamen
am
posicionamentoento
ento
corret
co eto
et
correto o

Figura E.1 – Esquema da montagem

E.3 Corpo de prova


Uma telha inteira saturada constitui um corpo de prova.

E.4 Procedimento
a) retirar aleatoriamente oito corpos de prova do lote de inspeção, podendo utilizar as telhas
do painel de montagem (ver Anexo G);

b) imergir os corpos de prova durante 24 h em água;

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c) posicionar o corpo de prova conforme indicado na Figura E.1, sobre vigas de madeira espaçadas
convenientemente, em função das dimensões das telhas;

d) pendurar o corpo de prova;

e) prender a telha inferior e deixar o corpo de prova nessa posição durante 1 min.

f) repetir os procedimentos c), d) nos demais sete corpos de prova

E.5 Expressão dos resultados


O resultado deve consignar se houve escorregamento ou aparecimento de fissuras na nervura.

E.6 o ensaio
Relatório do
No relatório de ensaio devem constar
constar as seguintes
guinttes iinformações:
as seg nfo
orma
açõe
es:

a) identificação do laboratório;
bora
atório;

b) orp
po d
identificação do corpo e pr
de rova
a e lot
prova te;
lote;

c) descrição dos fatos ocorridos


oss o doss ssegundo
corrid designação
egundo de
esig
gnação de E.5;
e E.
.5;

d) data do ensaio;

e) referência a esta N
Norma.
orrma.

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Anexo F
(normativo)

Determinação da resistência das platibandas – Método de ensaio

F.1 Princípio
Este Anexo especifica um método para determinação da resistência das platibandas, que consiste
em reprodução da ação dos esforços aplicados no topo e ao longo de qualquer trecho, pela força F
majorada 1 (do cabo),
o), associada ao braço dee alavanca
alava
anca ((b)
b) e à distância entre pontos de apoio (a),
ados pelo fornec
fornecidos ou informados cedor d
fornecedor o equipamento e d
do os dispositivos.
dos

F.2 em
Aparelhagem
as e conjunto
Duas mãos-francesas conjunto o de
de contrapesos,
con
ntra
ape
eso
os, cada
ca
ada a um
m com
com mass sa de
massa e (50
0 ± 0,2)
0 kg, com capacidade
meento
de aplicação de momentosos flet
torees no top
etores po da
topo a platibanda,
plattiba
andda, dea
de cord
do co
acordo om o e
com sq
esquema provido em F.4.

o e preservação
F.3 Preparação prreservaç
ção
o das
das amostras
amosttra
as p ara
paraa ensaios
en
nsa
aios e dos corpos de
prova
enttais in loco
Montagens experimentais locco ou en
ensaios
nsa
aio
os de
de tipo
tipo.
o.

F.4 entto
Procedimento
oduzirr oss d
Transformar e reproduzir ados info
dados ormmaddos p
informados elo
o fornecedor
pelo forn
neced
dor do SC d
SC e andaimes suspensos
de
me esquema
em binários, conforme esqu uema geral
geral indicado
indiccado
o na
na Figura
Figurra F.1.
F.1.

b
F

Figura F.1 – Binários aplicados no topo da platibanda, simulando ação de andaime suspenso

1 Ver ABNT NBR 8681.

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F.5 Expressão dos resultados


Valor, em quilonewtom por metro, de ruptura do binário e seu valor, quando do início de deslocamento
ou aparecimento de trincas ou fissuras nas platibandas.

F.6 Relatório de ensaio


O relatório de ensaio deve conter no mínimo as seguintes informações, em função de cada determinação
ou verificação:

a) identificação do solicitante;

b) identificação do fornecedor;;

c) mostra e de tod
identificação da amostra dos o
todos s ccorpos
os orp
pos de prov
de va;
prova;

d) especificação do produto;

e) características do prod
duto;
produto;

f) fotos do início, do fim e doa


do parecime
entto de fissu
aparecimento ura
as o
ssuras u ttrincas;
ou rin
nca
as;

g) análise visual da suuperfíície


superfície e exposta
exxposta da platib
da banda
platibanda a ou ccomponentes,
om
mpo
onente
es, m en
ncion
mencionando manifestações
grreg
gaçõe
de fissuras, desagregações, es, e scamaçõ
escamaçõesõess e desccolam
menttos;
descolamentos;

h) e ru
valor do binário de uptu
ura e vvalor
ruptura alor do
o ap
pareccimen
nto d
aparecimento e tri
de incass;
trincas;

i) ntto d
data do recebimento aa
da mostra;
amostra;

j) data do ensaio;

k) referência a esta Norma


aeàsn
às orma
as q
normas ue
e se
que ervirram d
serviram e ba
de ase pa
base ara
a os e
para nsa
aios de caracterização;
ensaios

l) entos não p
registros sobre eventos re
evistos no d
previstos ecorrer doss en
decorrer nsaioss.
ensaios.

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Anexo G
(Normativo)

Determinação da resistência ao caminhamento – Método de ensaio

G.1 Princípio

Este Anexo especifica um método de ensaio que consiste em submeter um trecho representativo do SC
a uma carga concentrada passível de ocorrer durante a montagem do telhado ou mesmo durante
tenção (próprio peso do
operações de manutenção do telhadista,
telhadista, apoio
apoio de materiais ou fe
ferramentas e outros).

G.2 Aparelhagem
em

A aparelhagem necessária
ária à realização
essá ação do
realiza ensaio
nsaio cconsiste
do en on e em:
nsiiste em
m:

— pórtico de reação,
çãão, ccilindro
ilind hidráulico
dro hidrá para
áulicco p aplicação
ara ap plica
açã
ão d da carga
a ca
argaa e ccélula
éllu de carga ou anel
dinamométrico ccom
om resolução
reso oluçção igual
ual ou
igu ummelhor
horr que
elh 200
e 20
00 g, ou pesos
u pes metálicos adequados com
soss metá
0g p
precisão de 200g ara aplicação
para apliccação de
de ccarga
arga
a ssobre
ob
bre o cutelo;
cute
elo;;

— cutelo de madeira
ra com
com
mddensidade
en
nsidade de
e8800 kg//m3, co
00 kg/m com
om comprimento
comp
prim
mento
o de
e 20 ccm e largura de 10 cm.

o e p
G.3 Preparação reservaç
ção
preservaçãoo da
as am
das mostrras pa
amostras ara en
para nsaio e dos corpos
ensaios
de prova

ve ser rrepresentativo
O corpo de prova deve ep
presentativvo d o su
do ubsisstem
ma telh
subsistema hado, inc
telhado, cluind
do ttodos
incluindo odos os seus componentes
ão da ca
e a forma de aplicação arga, cconforme
carga, onforrme deesenho
desenho o forn
neccido.
fornecido.

O corpo de prova deve incluir to


todos os
odos os ddetalhes típicos
etalhes típ do
piccos do ssistema cobertura, como declividade
istema cobertu
oios dos componentes
e subsistema de apoios componenttes das ttelhas.
das elhas.

G.4 Procedimento

A carga deve ser transmitida na posição mais desfavorável, por meio do cutelo de madeira, diretamente
sobre a telha ou sobre dispositivos distribuidores de carga do tipo tábuas, pranchas e outras,
especificados pelo fabricante ou construtor.

O cutelo deve ser conformado para transmitir a carga na direção vertical, intercalando-se um berço
de borracha ou outro material resiliente, de dureza Shore A entre 50 e 60, entre o cutelo e a telha,
conforme mostrado na Figura G.1.

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Berço de
borracha

Figura G.1 – Carga


a concentrada
concen
ntrada tra
transmitida
ansmitid
da c
com
omm o auxílio
aux
xílio de cutelo
cutelo de m
madeira e berço
de borracha
de borraach
ha

G.5 Expressão dos


s rresultados
esulltados
ne
ewtons.
Gráfico da carga, em newtons.

G.6 ee
Relatório de nsaio
o
ensaio
O relatório de ensaio de
eve
e conter
deve conte
er no mínimo
no mín
nimo
oa s sseguintes
as eguin
ntess info
ormaççõe
es:
informações:

a) oliccita
ante;
identificação do solicitante;

b) rneccedor ;
identificação do fornecedor;

c) identificação da amostra
mostra e de
de ttodos corpos
orpos de
odos os co prova;
e prov
va;

d) o de tipo;
desenho do ensaio

e) carga aplicada;

f) relatar se ocorreu ruptura, fissura, deslizamento ou outras falhas;.

g) nível de desempenho;

h) data do recebimento da amostra;

i) data do ensaio;

j) referência a esta Norma;

k) registros sobre eventos não previstos no decorrer dos ensaios.

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Anexo H
(normativo)

Verificação da estabilidade da cor de telhas e outros componentes das


coberturas – Método de ensaio

H.1 Princípio
Este Anexo especifica um método para medição da alteração da cor na escala cinza segundo
a ABNT NBR ISO 105-A02, exposição
05-A02, após exposiç acelerada.
ção acelerada.

H.2 Aparelhagem
em
Câmara de xenônio, de acordo
acordo com
om a ASTM
co 155.
ASTM G 155
5.

H.3 Preparação preservação


o e pr
reservaç
ção das
o da amostras
as am para
mostrras pa ensaios
nsaio e dos corpos
ara en
de prova
O corpo de prova deve
ve sser retirado
etirrado da telha
er re a ou
udde outro
e ou elemento
utro ele
emen da
nto d cobertura
a co ertura que fique exposto aos
obe
raios solares.

O corpo de prova de
eve
e apresentar
deve apresentar área
a mín
área nima d
mínima e 1
de 0 cm2 e form
50
150 forma
ma compatível
comp com a câmara
de ensaio.

A amostra é constituída por


uída por ccinco
in corpos
nco corp
pos de
epprova.
rova.

H.4 Procedimento
ento
Expor os corpos de 600
e prova, durante 1 6 h,, em
00 h em cciclos, em
iclos, e uma
m uma câmara com
co lâmpada com arco
de xenônio.

Submeter o corpo de prova a 690 min sob ação da lâmpada, seguindo-se 30 min sob ação simultânea
da lâmpada e aspersão de água deionizada.

H.5 Expressão dos resultados


Avaliação da alteração da cor segundo a ABNT NBR ISO 105-A02, escala cinza, após exposição.

H.6 Relatório de ensaio


O relatório de ensaio deve conter no mínimo as seguintes informações, em função de cada determinação
ou verificação:

a) identificação do solicitante;

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b) identificação do fornecedor;

c) identificação da amostra e de todos os corpos de prova;

d) especificação do produto;

e) características do produto, antes de ser submetido ao ensaio de envelhecimento;

f) análise visual, relatando o grau de alteração na escala cinza, em função do nível de desempenho;

g) análise visual da superfície exposta dos componentes, mencionando manifestações de fissuras,


desagregações, escamações, descolamento da pintura ou da esmaltação;

h) nível de desempenho;

i) data do recebimento
nto da amostra;;

j) data do ensaio;

k) referência a esta Norm


Norma às
ma e àsnnormas
orm que
mas que serviram
e se
ervira
am de base
e ba
ase para
e pa
ara ensaios
a os enssaios de caracterização;

l) registros sobre eventos


en não
ntos n previstos
ão pre
evisto no
os n decorrer
o dec
corre dos
er d ensaios.
oss en
nsaio
os.

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Anexo I
(informativo)

Níveis de desempenho

I.1 Generalidades

I.1.1 Considerando a possibilidade de melhoria da qualidade da edificação, com uma análise


de valor da relação custo/benefício dos sistemas, neste Anexo são indicados os níveis de desempenho
uperior (S), e repetido o n
intermediário (I) e superior ível M para
nível para facilitar
facilitar a comparação.0
comparação

I.1.2 Recomenda-se
a-se que o construtor
co u iincorporador
onstrutor ou ncorp
porado informe
or in
nforme desempenho dos sistemas
e o nível de dese
que compõem a edifi habitacional,
ficação ha
abitacionaal, quando
quand exceder
do exccede
er o nnível mínimo
ívell mí
ínimo (M).

I.2 Requisito – A ção d


Ação o gra
do anizzo e o
granizo uttra
as c
outras arrgas
cargass ac
cide
enta em telhados –
acidentais
Critério – Resistência

ência ao impacto
o im
mpaccto
o

É recomendável que, ue, sob


sob a a ação
ção de impactos
imp pacto os de co corpo
orpo duro,
o durro, o ttelhado
elhad não sofra ruptura
ou traspassamento, e emm face
fa
ace das
da
as e nergias
energiasse sp
pecificadas
especifi cadass na a Ta
abela I.1 para
Tabela parra os níveis intermediário (I)
el mínimo
e superior (S). O nível mínnim
mo ((M)
M) é ob
brig
gattório
obrigatório o (ve
er 7
(ver .5..1). Fissu
7.5.1). urass, las
Fissuras, sca
ament e outros danos que
lascamentos
não impliquem a perdard
da d e es
de stannqueida
ade
estanqueidade eddoo ttelhado
elhaddo podem
podem m ocoorre
er.
ocorrer.

Tabela I.1 – Critérios


Tabela Crité
érios
s para resistência
res
sistê
ência
a ao
o impacto
imp
pac
cto

Energia de impacto
cto d
de
e
Nível de
corpo duro
o Critério
Crittérrio de desempenho
de d esem
mpenh
ho
desempenho
J

1,0 M
ocorrência
ência de
Não ocorrê de ruptura
ruptura nem
nem traspassa-
1,5 I
mento São permitidas falhas superficiais
2,5 S

I.3 Requisito – Condições de salubridade no ambiente habitável

I.3.1 Critério – Impermeabilidade

É recomendável que o SC apresente o desempenho conforme Tabela I.2, para os níveis intermediário (I)
e superior (S). O nível mínimo é de atendimento obrigatório (ver 10.1.1).

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Tabela I.2 – Níveis de desempenho para estanqueidade de telhas


Condição Nível de desempenho
— Não aparecimento de gotas aderentes
M
— Aparecimento de manchas de umidade – no máximo 35 % da área
das telhas
— Não aparecimento de gotas aderentes
I
— Aparecimento de manchas de umidade – no máximo 25 % da área
das telhas, sem gotas aderentes na superfície inferior da telha
— Não aparecimento de manchas de umidade S

I.3.2 Critério – Estanqueidade durabilidade


stanqueidade e d SC
urabilidade para S impermeabilizado
C impermeabil

É recomendável que o SC apres


apresente
sente ddurabilidade
ura
abilid de cconforme
dad onfform
me TaTabela
abelaa I.3,
I.3 para
3, p níveis intermediário (I)
ara os nív
e superior (S). O nível mínimooéd ea
de te
endim
men
atendimentonto obrigatório
obriigatóriio (ver
(ve
er 10.1.5).
10
0.1..5).

Tabela
Tabe I.3
.3 – N
ela I. Níveis
ív de
veis d desempenho
ed es
sem
mpe
enho
Período
Períod
do em
em an
anos
nos Ní
Nível
íve
el
5 M
8 I
12
2 S

I.4 Requisito – Isolação


so
ola térmica
ação térmic da
ca daccobertura Critério
obertturra – Critéri Transmitância
io – Tra
ansm térmica
É recomendável que o SC a presente desempenho
apresente dessem
mpennho coonfforme
conforme e Tabeela I.4, p
Tabela ara o
para s níveis intermediário
os
(I) e superior (S). O nível mínimo
vel mín de
nimo é de atendimento
ate
enddim
men obrigatório
nto o o (verr 11
briigattório 11.2.1).
1.2.1
1).

s e níveis de
Tabela I.4 – Critérios ed es
sempenho de cob
desempenho berturas q
coberturas uanto à trans
quanto transmitância térmica
Transmitância
Trans
smitânciia ttérmica
érmica ((U)
U)
W/m2K
Nível de
Zonas 1 e 2 Zonas 3 a 6 Zonas 7 e 8 1
desempenho
α a ≤ 0,6 α a > 0,6 α a ≤ 0,4 α a > 0,4
U ≤ 2,3 M
U ≤ 2,3 U ≤ 1,5 U ≤ 2,3 FV U ≤ 1,5 FV
α a ≤ 0,6 α a > 0,6 α a ≤ 0,4 α a > 0,4
U ≤ 1,5 I
U ≤ 1,5 U ≤ 1,0 U ≤ 1,5 FV U ≤ 1,0 FV
α a ≤ 0,6 α a > 0,6 α a > 0,4 α a > 0,4
U ≤ 1,0 S
U ≤ 1,0 U ≤ 0,5 U ≤ 1,0 FV U ≤ 0,5 FV
a Na zona bioclimática 8 também estão atendidas coberturas com componentes de telhas cerâmicas,
mesmo que a cobertura não tenha forro.
NOTA O fator de ventilação (FV) é estabelecido na ABNT NBR 15220-2.

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I.5 Requisito – Isolamento acústico da cobertura devido a sons aéreos (fontes


de emissão externas) – Critério – Isolamento acústico da cobertura devido a
sons aéreos, em ensaio de campo
O nível mínimo é de atendimento obrigatório (ver 12.2.1) (Ver Tabela I.5).

Tabela I.5 – Diferença padronizada de nível ponderada da vedação externa , D2m,nT,w, para
ensaios de campo
D2m,nT,w Nível de
Classe de ruído Localização da habitação
dB desempenho
≥ 20 M
Habitação localizada distante
dista
tant
tante
nt e de fon
fontes
onte
ontess de ruído
te
I 2
≥ 25 I
intenso de quaisqu
quaisquer
quer
qu er naturezas
nat
natur
at urezas
ur
3
≥ 30 S
≥ 25
2 M
Habita
Habitação
taçã
ta ção
ção lo
loca
localizada
calililiza
ca zada
zada em
em ár
áreas su
suje
sujeitas
jeitas
je as a sit
situações
ititua
uaçõ
ua ções
es
II 3
≥ 30 I
de ruído
rruí
uído
uído não
não enquadráveis
enq
nqua
nq uadráv
ávei
eis nas cl
clas
classes
asse
as ses I e IIII
3
≥ 35 S
≥ 30
3 M
Habitação
Habi
Ha bita
bitaçã
ta ção sujeita
çã suje
jeita a ru
je ruíd
ruído
ído inte
intenso
tenso
te o de meios
m os de e
III transporte
tran
ansp
anspor
sp orte e de outras
or as naturezas,
naturez
ezas
ez as, desde
as desd
desde que
qu esteja
es ja 3
≥ 35 I
de acordo
aco
cord
co rdo com
rd co a legislação
legisl
le slaç
ação
ão
4
≥ 40 S

I.6 Requisito ppara


ara isolame
isolamento
entto d dee ruí
ruído
ídoo d dee imp
impacto
pactto par
para as coberturas
so c
acessíveis de uso oletivo – Cr
coletivo rité
ériio – Níve
Critério el d
Nível dee rruídos
uído
os de iimpactos
mpact em coberturas
acessíveis de uso coletivo
so c oletivo
O nível mínimo é de atendim
mento o
atendimento briga
atóriio ((ver
obrigatório ver 12
2.3.1). V
12.3.1). er Tabe
Ver ela I.6..
Tabela

Tabela I.6 – Nível de pressão son


sonora de
nora de iimpacto padronizado
mpacto p ponderado, L’nT,w, para ensaios
adronizado ponderado
de campo
de camp
po

L’nT,w
Elemento Nível de desempenho
dB

51 a 55 M
Cobertura acessível, de uso coletivo (pessoas) 46 a 50 I

≤ 45 S

I.7 Requisito para a vida útil dos materiais e componentes das coberturas –
Critério – Estabilidade da cor de telhas e outros componentes das coberturas
É recomendável que o SC apresente desempenho conforme Tabela I.7, para os níveis intermediário
(I) e superior (S). O nível mínimo é de atendimento obrigatório (ver 14.1.2).

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Tabela I.7 – Estabilidade da cor para componentes telhas e outros componentes


artificialmente coloridos
Grau de alteração na escala cinza (ABNT NBR ISO 105-A02)
Tipo de tratamento para os respectivos níveis de desempenho
M I S
Pigmentação na massa, pin-
tura, esmaltação, anodização 3 3/4 ou 4 4/5 ou 5
colorida ou outra

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Anexo J
(informativo)

Roteiro de cálculo dos esforços atuantes do vento em coberturas

O cálculo dos esforços atuantes do vento em uma determinada cobertura deve ser desenvolvido
considerando as condições de exposição ao vento, incluindo as velocidades básicas máximas
de vento no Brasil, o tipo e local da edificação.
Defini-se velocidade básica de vento (Vo) como a máxima velocidade média medida sobre
3 segundos, que pode ser excedida em média uma vez em 50 anos, a 10m sobre o nível
do terreno em lugar aberto e plano.
apresentada
Na Figura J.1 são apresentadas as as
as velocidades
velocid
dades básicas
básica
as máximas
máxim
mas de vento ((Vo) nas cinco regiões
brasileiras: Região I (Vo = 30m/s);
30m/s); Região
Regiãão II
II (Vo
(Vo = 35m/s);
35m
m/s); Região
Reg
gião III (Vo = 40m/s); Região IV
ão I (Vo
(Vo = 45m/s) e Região o = 50m/s).
50m/s).
Região
Re
Regi ão III
gião 35 30
30 Re
Região
ão II
35
Região
Re ão II 30
30

Região
Regi
gião I
gi
30
Região
Regi
gião II 35
40 30
Região
gião III
Regi I 45 40
50
Região
gião IV
Regi I 45
35 ão IV
Região
Re
Regi
gião V
Região 40
45
50

Figura J.1 – Gráfi


ráfico das isopletas
isoplettas d
da
avvelocidade
elocidade bbásica
ásica d
doo vento, “V0”, em metros por
segundo no B
segundo, rasil ((ABNT
Brasil ABNT NBR 6123)
Conhecida a velocidade básica do vento, as dimensões de uma edificação, a topografia da região
do país onde ela estará construída e utilizando a ABNT NBR6123, é possível calcular os esforços
atuantes do vento na cobertura, através do roteiro de cálculo apresentado a seguir:
a) Velocidade característica (Vk)
Vk = Vo × S1 × S2 × S3
onde
Vk é a velocidade característica do vento expressa em metros por segundo;
Vo é a velocidade básica do vento expressa em metros por segundo, segundo gráfico de isopletas
da Figura J.1;
S1 é a fator que considera a topografia do terreno (adimensional). A Tabela J.1 apresenta
os possíveis valores de S1.

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Para os casos mais comuns de cobertura deve-se adotar S1 = 1,0, quando não há aceleração
da velocidade do vento por efeito de afunilamento e outros.

Fator S1

Tabela J.1 – Valores possíveis de S1

Topografia S1
Vales profundos, protegidos de todos os ventos 0,9
Encostas e cristas de morro em que ocorre aceleração do vento
1,1
Vales com efeitos de afunilamento

Todos os casos, exceto os acima


acim
ima
a ci
cita
citados
tado
tadoss
do 1,0
1

S2 Fator que considera


sidera a rrugosidade
ugosidade o onde
nd de a edifificação
caçção está
esttá construíd
construída, suas dimensões
e altura acima do terreno
erreno ((adimensional). Tabela
adimenssional)). A T abella JJ.2 apresenta
.2 a pressentta a vvariação
arriação do fator S2 pela altura
da edificação e pelo
o tipo
o do
do tterreno
eno ((para
erre a o ccaso
para aso dde telhado
e tel lhado ou do elemento
o el lemento dde telha).

Tabela
Ta
abela J.2 Variação
2 – Va
ariaç
ção
o do fator
o fa
ator S2
Categoria
Catego
Ca goria
go
z I II
II I
III IV V
(m) Classe Classe
Cl Classe
Clas
Cl asse
se Classe
Cl se Classe
A B C A B C A B C A B C A B C
5 1,06 1,04 1,01
1, 0,94
0, 0,92
0, 0,89
0, 0,88
88 0,86
86 0,82
0,82 0,79
79 0,76 0,73
0, 0,74 0,72 0,67

10 1,10 1,09 1,06


06 1,00
1,00 0,98 0,95
0, 0,94
94 0,92
92 0,88
0,88 0,86
86 0,83 0,80
0, 0,74 0,72 0,67

15 1,13 1,12 1,09


09 1,04
1,04 1,02 0,99
0, 0,98
98 0,96
96 0,93
0,93 0,90
90 0,88 0,84
0, 0,79 0,76 0,72

20 1,15 1,14 1,12 1,06


1,06 1,04 1,02
1, 1,01
01 0,99
99 0,96
0,96 0,93
93 0,91 0,88
0, 0,82 0,80 0,76

30 1,17 1,17 1,15 1,10


1, 1,08
1,08 1,06
1, 1,05
05 1,03
1,03 1,00
00 0,98
98 0,96 0,93
0,93 0,87 0,85 0,82

40 1,20 1,19 1,17 1,13 1,11


1,11 1,09
1, 1,08
1, 1,06
1,06 1,04
04 1,01
01 0,99
99 0,96 0,91 0,89 0,86

50 1,21 1,21 1,19 1,15 1,13


1,13 1,12
1,12 1,10
1,10 1,09 1,06 1,04
04 1,02
1, 02 0,99 0,94 0,93 0,89

60 1,22 1,22 1,21 1,16 1,15 1,14


14 1,12
12 1,11
1,11 1,09
1,09 1,07
1,07 1,04 1,02 0,97 0,95 0,92

80 1,25 1,24 1,23 1,19 1,18 1,17 1,16 1,14 1,12 1,10 1,08 1,06 1,01 1,00 0,97

100 1,26 1,26 1,25 1,22 1,21 1,20 1,18 1,17 1,15 1,13 1,11 1,09 1,05 1,03 1,01

120 1,28 1,28 1,27 1,24 1,23 1,22 1,20 1,20 1,18 1,16 1,14 1,12 1,07 1,06 1,04

140 1,29 1,29 1,28 1,25 1,24 1,24 1,22 1,22 1,20 1,18 1,16 1,14 1,10 1,09 1,07

160 1,30 1,30 1,29 1,27 1,26 1,25 1,24 1,23 1,22 1,20 1,18 1,16 1,12 1,11 1,10

180 1,31 1,31 1,31 1,28 1,27 1,27 1,26 1,25 1,23 1,22 1,20 1,18 1,14 1,14 1,12

200 1,32 1,32 1,32 1,29 1,28 1,28 1,27 1,26 1,25 1,23 1,21 1,20 1,16 1,16 1,14

250 1,34 1,34 1,33 1,31 1,31 1,31 1,30 1,29 1,28 1,27 1,25 1,23 1,20 1,20 1,18

300 – – – 1,34 1,33 1,33 1,32 1,32 1,31 1,29 1,27 1,26 1,23 1,23 1,22

350 – – – – – – 1,34 1,34 1,33 1,32 1,30 1,29 1,26 1,26 1,26

400 – – – – – – – – – 1,34 1,32 1,32 1,29 1,29 1,29

420 – – – – – – – – – 1,35 1,35 1,33 1,30 1,30 1,30

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Tavbela J.2 (continuação)


Categoria
z I II III IV V
(m) Classe Classe Classe Classe Classe
A B C A B C A B C A B C A B C

450 – – – – – – – – – – – – 1,32 1,32 1,32

500 – – – – – – – – – – – – 1,34 1,34 1,34

Onde:

• z – altura em
m relação ao solo

• Categoria I:: Superfíciess llisas


isas d
dee gr
grandes
randes ddimensões,
imen
nsõe
es, co
com
om mais de 5 km de extensão, medida
na direção e sentido oddo
o vvento o iincidente.
ento ncid
dennte. Exemplos:
Exemp
plos::

— mar calmo;

— lagos e rios;
s;

— pântanos sem
em vvegetação.
egettaçã
ão.

• Categoria II: Terrenos


I: Terre
eno abertos
os aberttos emmnnível
íve ou
el oua aproximadamente
proxximaadam m nível, ccom poucos obstáculos
mentte em
isolados, como
omo á árvores
rvo es e edifi
ore ficações
ca õess baixas.
açõ Exemplos:
baiixass. E xem
mploss:

— zonas costeiras
eiira planas;
as plan
nas;

— pântanos com
m vvegetação
om rala;
egetação rala
a;

— campos de avia
aviação;
ação;

— pradarias e charnec
cas;
charnecas;

em sebes ou m
— fazendas sem uro
os.
muros.

ia do topo dos obstáculos é cconsiderada


— a cota média onsiderada inferior ou igual a 1,0 m.

• Categoria III: Terrenos planos ou ondulados com obstáculos, como sebes e muros, poucos
quebra-ventos de árvores, edificações baixas e esparsas. Exemplos:

— granjas e casas de campo, com exceção das partes com matos;

— fazendas com sebes e/ou muros;

— subúrbios a considerável distância do centro, com casas baixas e esparsas.

A cota média do topo dos obstáculos é considerada igual a 3,0 m.

• Categoria IV: Terrenos cobertos por obstáculos numerosos e pouco espaçados, em zona
florestal, industrial ou urbanizada. Exemplos:

— zonas de parques e bosques com muitas árvores;

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— cidades pequenas e seus arredores;


— subúrbios densamente construídos de grandes cidades;
— áreas industriais plenas ou parcialmente desenvolvidas.
A cota média do topo dos obstáculos é considerada igual a 10 m.
Esta categoria também inclui zonas com obstáculos maiores e que ainda não possam ser consideradas
na categoria V.
• Categoria V: Terrenos cobertos por obstáculos numerosos, grandes, altos e pouco espaçados.
Exemplos:
— florestas com árvores altas, de copas isoladas;
andes cidades;
— centros de grandes
— complexos industriais
dustriais bem
mddesenvolvidos.
esenvolvvidos.
A cota média do topo dos obst
obstáculos
táculos é considerada
cons
sid
dera
ada igual
a igu ou
ual o superior
u su 25
uperriorr a 25 m.
• das as
Classe A: Todas as unidades
unidadess ddee vvedação,
edaçção, seeus ele
seus ementtoss de fixação
elementos xa
ação e peças individuais
de estruturas sem
m vvedação, Toda
edaçção,, Tod
da eedifi cação
difica
ação
o na qual
aq maior
uall a m dimensão
aiorr dim
mensã horizontal ou vertical
ão h
não exceda 200mm..
• da
Classe B: Toda ae dififica
edifi açã
ão ou p
cação arte
partee de eddificcação
edifi ação
op ara
a a qu
para ual a m
qual aior d
maior dimensão horizontal
ou vertical da ssuperfície
uperfíccie frontal este
eja
a ent
esteja tre
e2
entre 200me5 0m
50 m..
• Classe C: Todada e difica
edifi açã
ão ou p
cação artte de ed
parte difica
edifi ação
op
cação ara a qu
para ual a m
qual aior d
maior dimensão horizontal
ou vertical da ssuperfície
uperfíccie ffrontal
rontal excced
da 50 m..
exceda
• diificação
Para toda edifi cação ou parte e dee eddificaçã
edifi ão p
cação ara
para a a q uaal a ma
qual aior d
maior dimensão horizontal
su upeerfície frontal exceda
ou vertical da superfície exceeda 8 0 m, o int
80 tervvalo de
intervalo e te
empo
tempoo co
orresp
correspondente poderá ser
determinado de a cordo com as ind
acordo diccaçõ
ões do
indicações o Annexo
Anexo oA
S3 – fator estatístico
co que
quue se
se b baseia
aseia e
emm conceitos
con
nceitoos e
estatísticos
sttatíssticos e cons
considera
siderra o grau de segurança
requerido e a vida útil da edifi
edifificcação.
ação. A Tabela
a J.3
Tabela J.3 apresenta
ap
pressen possíveis
nta os pos ssíveiis vvalores
alor de S3.
O fator S3 = 0,88 se aplica
lica a coberturas
coberr tura
as e representa
representta uma pprobabilidade
robabilida
ade dde
e 90 % da
d velocidade básica
lada para um período
a ser excedida ou igualada pe
eríod
do d
dee rrecorrência
ecorrência de 50
de 50 a nos.
anos.
Fator S3
Tabela J.3 – Valores possíveis de S3
Descrição S3
Edificações cuja ruína total ou parcial pode afetar a segurança ou a possibilidade de socorro
a pessoas após uma tempestade destrutiva (hospitais, quartéis de bombeiros, centrais de 1,10
comunicação etc.)
Edificações para hotéis e residências. Edificações para comércio e indústria com alto fator de
1,00
ocupação
Edificações e instalações industrais com baixo fator de ocupação (depósitos, silos, construções
0,95
rurais, etc.)
Vedações (telhas, vidros, painéis de vedação, etc.) 0,88

Edificações temporárias. Estruturas dos grupos 1 a 3 durante a construção 0,83

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b) Pressão dinâmica
Estabelecido o valor da velocidade básica e dos coeficientes S1, S2 e S3, calcula-se a pressão dinâmica
pela altura da edificação acima do terreno, pela equação:
q (Pa) = Vk2 (m/s)/1,6
Com os valores da pressão dinâmica é possível calcular a sucção e a sobrepressão que ocorrerão
no telhado, a partir dos coeficientes de pressão conforme detalhado a seguir.
c) Coeficiente de pressão e de forma externas (Ce/Cpe)
Este coeficiente é dado em função da altura da edificação, do ângulo de incidência do vento
e da posição do telhado.
A ABNT NBR 6123 fornece quatro tabelas de coe eficiente
coefi cie
ente para os casos de telhados
telh com duas águas,
gua, telhados simétricos
telhados com uma água, simé
étricos e telhados
tellhados mú últiplos com traves iguais.
múltiplos ig
Para exemplificar, as Tabela
a s J.4
Tabelas J.4
4 e J.5
J.. 5 ap
p re
e s enta
apresentam a m tais valores
va lores de coeficiente,
c retirados
na ABNT NBR 6123 para os ccasos
asos de telhados
de telh
hado os com
co
om um ma e d
uma uass ág
duas guas.
águas.

Tabela
Tabe a J.4
ela J.4 – Coefi
Coeficientes
cie
ente para
ra telhados
es par
p tellhad
dos
sccom
om duas
m du águas
uas água
Ce cpe médio
Altura Relativa θ 0°
a = 90° a = 0°
0
EF GHH EG FH
F
0° – 0,
0,88 – 0,
0,4 – 0,8
0, – 0,4
0, – 2,0
0 – 2,0 – 2,0 –
5° – 0,9 – 0,
0,4 – 0,8
0,8 – 0,
0,4 – 1,4
4 – 1,2 – 1,2 –1,0
e
10
10° – 1,2 – 0,
0,4 – 0,8 – 0,
0,6 – 1,4
4 – 1,4 – –1,2
h ≤ 1
b 2
h
20°
20 – 0,
0,4 – 0,
0,4 – 0,7 – 0,
0,6 – 1,0
0 – – –1,2
b
30°
30° –0 – 0,
0,4 – 0,7 – 0,
0,6 – 0,8
8 – – –1,1
45°
45° + 0,3 – 0,
0,5 – 0,7 – 0,
0,6 – – – – 1,1
60°
60 + 0,7 – 0,
0,6 – 0,7 – 0,
0,6 – – – – 1,1
0° – 0,
0,8 – 0,
0,6 – 1,0 – 0,
0,6 – 2,00 – 2,0
0 – 2,0 –
5° – 0,
0,99 – 0,
0,6 – 0,99 – 0,
0,6 – 2,00 – 2,
2,0 – 1,5 – 1,0
10° – 1,
1,11 – 0,6 – 0,
0,88 – 0,
0,6 – 2,
2,0 – 2,0 – 1,5 – 1,2
1 h 3
< ≤
h
20° – 0,
0,77 – 0,
0,55 – 0,
0,8 – 0,6 – 1,
1,55 – 1,5 – 1,5 – 1,0
2 b 2
b 30° – 0,2 – 0,
0,55 – 0,
0,88 – 0,
0,88 – 1,0 – – – 1,0
45° + 0,2 – 0,5 – 0,8 – 0,8 – – – –
60° + 0,6 – 0,5 – 0,8 – 0,8 – – – –
0° – 0,7 – 0,6 – 0,9 – 0,7 – 2,0 – 2,0 – 2,0 –
5° – 0,7 – 0,6 – 0,8 – 0,8 – 2,0 – 2,0 – 1,5 – 1,0
10° – 0,7 – 0,6 – 0,8 – 0,8 – 2,0 – 2,0 – 1,5 – 1,2
3 h
2
<
b
<B
20° – 0,8 – 0,5 – 0,8 – 0,8 – 1,5 – 1,5 – 1,5 – 1,2
h
30° – 1,0 – 0,5 – 0,8 – 0,7 – 1,5 – – –
b 40° – 0,2 – 0,5 – 0,8 – 0,7 – 1,0 – – –
50° + 0,2 – 0,6 – 0,8 – 0,7 – – – –
60° + 0,5 – 0,5 – 0,8 – 0,7 – – – –
NOTA 1 O coeficiente de forma Ce na face inferior do beiral é igual ao da parede correspondente.
NOTA 2 Nas zonas em torno de partes de edificações salientes (chaminés, reservatórios, etc.) ao telhado deve
ser considerado um coeficiente de forma de Ce = – 1,2, até uma distância igual à metade da dimensão da diagonal
da saliência vista em planta.
NOTA 3 Na cobertura de lanternins, Cpe médio = – 2,0.

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y y

y
x
E G
α
ve
nto
F H onde x é b/3 ou a/4
a≥b (maior dos dois, porém ≤ 2h)
y = h ou 0,15
(menor dos dois valores)

Detalhe 1

Tabela J.5 – Coeficient


cientes
tes para
para ttelhados
elhados com uma água

a≥b
b A

y L1 L2 θ
Le Vento
Vent
Vento ≤ 0,1 b
L
b h
He H
H1 H2
y α Corte AA
Co
nto A
Ve

y = h ou 0,15 b (tomar o m
menor
enor d
dos
oss dois vvalores).
alo
ores)).
efe
ere
em–se a todo o qu
As superfícies H e L referem–se uaddra
ante.
quadrante.
Valores de Ce pa
para
ra o ângul
ângulo
ulo
ulo de incidência
iincidên
ência
a do vven
vento:
ento:
90° (C)) 4
45° 0° – 45
45°° – 90°
θ
HeL HeL
H L H L H L H L
(A)
(A (A)
5° – 1,0 – 0,5 – 1,0
0 – 0,
0,99 – 1,0 – 0,5
0,5 – 0,9
0,9 – 1,0 – 0,5 – 1,0
10° – 1,0 – 0,5 – 1,0 – 0,
0,88 – 1,0
1,0 – 0,5
0,5 – 0,8 – 1,0 – 0,4 – 1,0
15° – 0,9 – 0,
0,5
5 – 1,
1,0
0 – 0,
0,77 – 1,0
1,0 – 0,5
0,5 – 0,6
0,6 – 1,
1,0
0 – 0,3 – 1,0
20° – 0,8 – 0,5 – 1,0 – 0,6 – 0,9 – 0,5 – 0,5 – 1,0 – 0,2 – 1,0
25° – 0,7 – 0,5 – 1,0 – 0,6 – 0,8 – 0,5 – 0,3 – 0,9 – 0,1 – 0,9
30° – 0,5 – 0,5 – 1,0 – 0,6 – 0,8 – 0,5 – 0,1 – 0,6 0 – 0,6

Cpe médio
θ
H1 H2 L1 L2 He Le

5° – 2,0 – 1,5 – 2,0 – 1,5 – 2,0 – 2,0


10° – 2,0 – 1,5 – 2,0 – 1,5 – 2,0 – 2,0
15° – 1,8 – 0,9 – 1,8 – 1,4 – 2,0 – 2,0
20° – 1,8 – 0,8 – 1,8 – 1,4 – 2,0 – 2,0

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Tabela J.5 (continuação)

Cpe médio
θ
H1 H2 L1 L2 He Le
25° – 1,8 – 0,7 – 0,9 – 0,9 – 2,0 – 2,0
30° – 1,8 – 0,5 – 0,5 – 0,5 – 2,0 – 2,0
(A) Até uma profundidade igual a b/2.
(B) De b/2 até a/2
(c) Considerar valores simétricos do outro lado do eixo de simetria paralelo ao vento.

NOTA para vento a 0°, nas partes I e J, que se referem aos respectivos quadrantes, o coeficiênte de forma
Ce tem os seguintes valores:
a/b = 1, mesmo valorr das partes H e L aa/b
/b = 2 – Ce = 0,2. Interpolar linearmente para valores intermediários
de A/b

y = h ou 0,15 b (tomar o menor do


doss do
dois
is vval
valores).
alores).
al ).
eferem–s
–se
–s
As superfícies H e L referem–see a todo
todo o quadrante.
qua
quadr
ua dran
ante
te.

d) Coeficientes de pr
ressão in
pressão nte
erna (C
interna Cpi))
(Cpi)

A ABNT NBR 6123 3 prevê,


prrevê, p arra as vvárias
para ária
as si
itu
uaçõ ões de
situações de inccidênccia do
incidência do vento
vento e permeabilidade da
es d
construção, os valores doo coefi
coe
eficiente de p re
essão in
pressão nterna
a (C
interna Cpi), que
(Cpi), que vvariam
aria
am de + 0,6 a – 0,9. Entretanto,
para efeito de esforços em
çoss e m coberturas,
cobberturass, oss ccoefi
eficcientes
oe ientes que
quee mais
ma interessam
ais in
ntere
essa são aqueles que geram
am sã
sobrepressão no interior
erio
or dda
aeedifi
difificação..

Assim sendo, no casoso e xtrem


mo, quando
extremo, quanddo a proporção
prooporçãão e ntrre a á
entre rea
áreaa da ab
bertur dominante e a área
abertura
m ttodas
total das aberturas em odas as facess su ubme etidas à sucção
submetidas sucçção for igual
ig
gual a 3 ou mais, o coeficiente de
pressão interna deve ser
er de
e se de + 0,6. Nos casos de
cassos d beirais
e beira desprotegidos
ais dessprotegid (beiral
dos (b sem forro), ocorrerá uma
beiral se
sobrepressão, cujo coefificciente
ente poderá
ie poderá atingir
ngir no
atin máximo
no mááxim +1.
mo +1 1.

e) Cálculo da pressão
são de ssucção
uccção no ttelhado
elhado
ooou
u no
oeelemento
le
eme telha
ento da te
elha

A partir das considerações acima,


erações acim ma, ffaz-se
az-sse o cálculo da pressão de
pressão de ssucção
ucção que deve ser aplicada na
telhado a partir da metodologia de ensaio da
ensaiio daAABNT
BNT NNBR
BR 55643
643 ou
ou conforme Anexo L, adotando-se
adaptações necessárias
árias para cada telhado.

A metodologia de ensaio prescrita na ABNT NBR 5643 ou no Anexo L tem a finalidade de avaliar
a resistência dos componentes do SC, quando solicitados por cargas uniformemente distribuídas,
ou seja, quando solicitados pelos esforços do vento.

O método da ABNT NBR 5643 ou do Anexo L estabelece uma forma de reproduzir em ensaio de
laboratório o fenômeno da resistência das telhas, quando aplicadas em estrutura e solicitadas pela
sucção do vento. A sucção do vento ocorre no sentido de tentar arrancar a telha da edificação,
e normalmente gera uma situação de risco maior do que aquele gerado pela sobrepressão do vento.

A fórmula utilizada no cálculo da pressão de sucção é:

P = (Vk)2 × ICpI/1,6

onde

P é a pressão de ensaio expresso em pascals;

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Vk é a velocidade característica do vento expresso em metros por segundo


– Vk = Vo × S1 × S2 × S3;

Cp é a composição dos coeficientes de pressão e de forma externos e de pressão interna


(adimensional).

f) Exemplo de cálculo da pressão de sucção no telhado

Exemplo de cálculo para edificação residencial com 15 m de altura (cerca de 5 andades) e pavimento-
tipo com largura de 6m (h = 15 m e b = 6 m), telhado com duas águas, em terreno com muitas
obstruções (utilizando as Tabelas J.6 a.J.9).

Tabela J.6 – Cálculo da velocidade característica do vento Vk para edificação com 5m


dea
de ltura
altura

Velocidade
Veloc ade característica
cida característica do vento
Vkk (m
m/s)
(m/s)
Veloc
cidade básica
Velocidade básiica Vo
o Edifi
ficação
Edifica
ação com
comm 5mm de altura
Região
(m//s)
(m/s) S1 =1
=1,0
1,0
S2=0,
=0,70
,70
S3 = 0,88
0

I 30
0 18,5
5

II 35
5 21,6
6

III 40 24,6
6

IV 45
45 27,7
7

V 50
50 30,8

g) Cálculo dos coeficientes de pressão::

Considerando θ = 20° (declividade do telhado) e α = 0° (incidência do vento)

Para a região central do telhado, tem-se Ce = – 0,8 e Cpi = + 0,6 (adotando o mais crítico para
sobrepressão), ou seja, Cp = Ce – Cpi = – 0,8 – (+ 0,6) = –1,4

Para a cumeeira, tem-se Cpe = – 1,2 e Cpi = + 0,6 (adotando o mais crítico para sobrepressão),
ou seja, Cp = Cpe – Cpi = – 1,2 – (+ 0,6) = – 1,8

Para o beiral tem-se Cpe = –1,5 e Cpi = + 1,0 (adotando o mais crítico para sobrepressão), ou seja,
Cp = Cpe – Cpi = –1,5 -(+1,0) = – 2,5

A partir do cálculo da Velocidade característica do vento Vk e dos coeficientes de pressão Cp, tem-se
o cálculo da pressão de sucção pela fórmula abaixo:

P = (Vk)2 × ICpI/1,6

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Tabela J.7 – Valores de referência para Vk e Cp para edificação com 5m de altura

Velocidade Pressão de ensaio


básica Vo Edificação com 5m de altura
Região (m/s) Pa
região central do telhado Cumeeira Beiral
Cp = – 1,4 Cp = – 1,8 Cp = – 2,5
I 30 300 400 500
II 35 400 500 750
III 40 500 700 950
IV 45 700 850 1200
V 50 850 1100 1500

ado um exemplo d
A seguir é apresentado e ccálculo
de álculo para edificação residencial com 15 m de altura (cerca
pavimento-tip
po com
de cinco andares) e pavimento-tipo com llargura
arg
gura de 6 m (h
de (h = 15 m e b = 6 m), telhado
tel com duas águas,
tas obstru
em terreno com muitas uções.
obstruções.

lculo
od
Tabela J.8 – Cálculo av
da ellociidade ca
velocidade ara
acteríísttica
característica a do
ov ento V
vento kp
Vk ara
a edi
para edificação com 15m
de al
ltura
altura
Velo
ocid
dade
e car
Velocidade ractteríst
característica do vento
V
Vkk
(m
(m/s)
m/s)
Velo
ociidade b
Velocidade ásiica
básicaa
Região Vo Edifi
Edificação
ficaçã com
ão c m 15m de altura
om
(m/s) S1 = 1,0
S2 = 0,88
S3 = 0,88
I 30 23,2
23
3,2
II 35 27,1
1
27,1
III 40
40 31,0
31,0
0
IV 45
45 34,8
V 50
0 38,7

Tabela J.9 – Valores de referência para Vk e Cp para edificação com 15 m de altura

Pressão de ensaio
Velocidade Edificação com 15m de altura
básica Pa
Região
Vo
(m/s) região central do telhado Cumeeira Beiral
Cp = – 1,4 Cp = – 1,8 Cp = – 2,5
I 30 500 600 850
II 35 650 850 1 100
III 40 850 1 100 1 500
IV 45 1 100 1 400 1 900
V 50 1 300 1 700 2 300

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Anexo K
(normativo)

Método de ensaio para verificação da reação ao fogo em protótipo

K.1 Princípio
Avaliar o comportamento ao fogo da face interna do sistema de cobertura quando exposto a uma
configuração padronizada de foco de incêndio (ver [4], Bibliografia).

K.2 Aparelhagem
m

K.2.1 Estrutura de ensaio


e ensa
aio

Recinto que contenha a em m sseu


eu in
nterrior a es
interior stru
utura de
estrutura e enssaio,, q
ensaio, ue
e po
que or sua
por a vvez deve apresentar
sticcass:
as seguintes características:

• área interna de (2 438


438 mmmm ± 25 mm)mm por
m) p or (3
36658
58 ± 255 mm),
mm)), d delimitada
elim da por paredes
mitad p constituídas
de material incombustível
busstível ccom
om altura de
e (2 mm
2 438 m m ± 13 mmm). passagem de dimensões
m)). Um vão de pass
(762 mm ± 13 mm) m) popor
or (2 134
2 1334 mm ± 13 mm)
13 mm deve
m) d ser
er iinstalado
evve se nsta
alado da parede de menor
o no centro d
forrme Fi
comprimento, conforme igurra K.1;
Figura

• no canto oposto aaoo llado


ado q ue con
que ntém
contémm o vão d e p
de asssagem
m, deve
passagem, e-se
deve-see rev
revestir duas paredes
adjacentes com placas de
laccass d brocimento
e fibrocimennto ou udde gesso,
e gess de
so, de1133 mm
m de espessura,
spesssura cobrindo uma área
e es
de 2 438 mm de com
comprimento pé-direito
mprrimento e pé-d dire de
eitto de 2 438
43 mm,
38 m m,, conforme
confo
orm
me FFigura K.1;
igura K.

• erno d
todo ambiente interno eve
deve ea presenttar ttemperatura
apresentar em
mperatuura iinterna
nttern
na ent
tre 15,6
entre 6 °°C
Ce32 °C antes do início
32,2
do ensaio, e deve estar livre
livvre de ccorrentes
de orre
entes deea
arr em
m ex xcessso.
excesso.

A Figura K.1 apresenta da


a o esquema daeestrutura de
strutura de ensaio.

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2 438 mm

Fonte de ignição
(13,6 kg) engradado

Chapas de fibrocimento
ou gesso
2 438 mm

Paredes de material

3 658 mm
inco
incomb
co mbus
mbustí
us tíve
vell
ve
incombustível

Pr eção área
Projeção
Projeç áre
á rea
rea
da cobertura
ccob
ober
ertu
er tura
tura

Port
Po rta
rt
Porta a
838 mm 762
2 mm 838
8 mm

Figura K.1
1 – Figura
Figura ilustrativa
ilustra
ativ
va da
a estrut
estrutura
turra de
e ensaio
ens
saio
o (ver
(ve
er [4], Bibliografi
B a)
tura
a de
As paredes da estrutura de ensaio dev
ensaio vem
m sser
devem er consti
ituíídas de ma
constituídas ate
erial iincombustível.
material nco
omb
bu

K.2.2 ível pa
Combustível ar a o e
para nsaiio
ensaio

O foco de incêndio deve ser comp


postto pelo
composto pelo descrito em k.3.2.1
descrito k.3.2.1 e k.3.2.2.
k.3.2
2.2.

K.2.2.1 Engradado
do de madeira

O engradado de madeira deve ser formado por ripas de seção quadrada de 38 mm e comprimento
de 381 mm. As ripas devem ser de Pinheiro do Paraná (Araucária angustifólia). A umidade das ripas
deve ser de 12 %.

A confecção do engradado é realizada utilizando-se 45 a 50 ripas, dispostas em nove ou dez camadas


com cinco ripas em cada camada. A colocação das ripas deve ser orientada a 90° das camadas
adjacentes e deve-se mantendo-se um espaçamento entre as ripas de uma mesma camada, conforme
Figura K.2. A fixação das ripas deve ser por meio de pregos adequados para a correta união de duas
ripas.

Após montagem, o engradado com 12 % de umidade deve apresentar massa de 13,6 kg (30 libras)
e formato cúbico com 381 mm de lado.

Previamente ao ensaio, o engradado deve apresentar umidade máxima de 8 %.

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381
1
38

38
381

Figura
gurra K
K.2
.2 – F
Figura
ig
gura
a ilustrativa
ilu
ustra
ativa do
do en
engradado
ngrrada
ado de
de madeira
made
eira

K.2.2.2 um
mos
Outros insumos

rra
agem d
— 450 (1 libra) de serragem em
de adeira;
madeira;

— 120 mL de álcool e
etílico
tíllicco re
reagente
eage
ente ou
u álc
álcool
cool e
etílico
tíílico a
absoluto;
bssolu
uto;

miccos com
— quatro tijolos cerâmicos ma ltura d
altura dee76mm
m.
76mm.

K.2.3 Medidores de
e ttemperatura
emperatura
A temperatura durante e o eensaio
nsaioo deve sser
er mmedida
dida através
ed attravvés dde termopares
e terrmooparres do ttipo
i K, com isolação
om bainha
mineral, e protegidos com baainh
ha m etálica
a, p
metálica, osiccionad
doss co
posicionados onfforme Fig
conforme gurass K
Figuras .3
3eK
K.3 K.4,, que por sua vez
osiçõess, sendo
apresentando quatro posições, sendo q ue a p
que ossição 4 é central.
posição centtral.

A temperatura deve serr medida em


m iintervalos
ntervalos no mínimo d
no e 2 min d
de urante o ensa
durante ensaio.
305 mm

4
3
610 mm

2
2 438 mm

610 mm

1
914 mm

Engradado
Piso
2 438 mm

Figura K.3 – Posicionamento dos termopares – Vista lateral

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2 438 mm

Engradado
381 × 381 mm

1, 2, 3

2 438 mm
4

Figura
ura K.4 – P
Posicionamento
osiciona
amento
oddos
os termopares
terrmo
opare
es – Vista em planta
p

K.3 Execução do e
ensaio
nsaio

K.3.1 Montagem
mddo
occorpo
orp prova
po de prov
va

O corpo de prova a se
ser
er aavaliado
ado cconsiste
valia no
onsiste n sistema
stema de ccobertura
o sis ob
bertu representativo,
ura re ntativo ou parte dele, e deve
epressen
ocupar uma área de teste 438
tesste de 2 4 m × 2 438
38 mm 4388mmm, deve
m, e de montado
eve ser monntado sobre
o so
obre aas seções das paredes
revestidas (Figura K.1).
.1).

Caso o material seja aplicado


a ap o ssobre
pliccado obre ssubstrato
ubs
strrato combustível,
o combbusstíve dever
el, este d ser
ever se incluído no ensaio. Caso
er inc
o material seja aplicado
ca
ado substrato
o a um substr o iincombustível,
rato ncoombusstíve ensaio
el, o enssaio deve
eve ser rrealizado utilizando-se
o de
substrato de placas de brocimento
e fib ocimento ou
ro u deeggesso 13
essso de 1 mm
3m m de eespessura.
spe
essu
ura..

Qualquer que seja a decliivid


dade adota
declividade ada
a na m
adotada onta
age
montagemem doo corpo de pr
de rova,, o p
prova, pé-direito de 2 438 mm
deve estar localizado
ado no la lado de
ado de eencontro
nco das
ontrro das pparedes
are adjacentes
edes ad djacen
ntes rerevestidas com placas
de fibrocimento ou gesso.

K.3.2 amento do foco d


Posicionamento dee iincêndio
ncêndio

O foco de incêndio deve ser posicionado no canto e no encontro das paredes revestidas com placa
de fibrocimento ou gesso (Figura K.1).

Para tanto, inicialmente deve-se espalhar 450 de serragem em uma área de 533 mm × 533 mm
ao redor dos tijolos, partindo do encontro das duas paredes. Na sequência, embebedar a serragem
com 120 mL de álcool etílico, com exceção de uma área triangular de aproximadamente 153 mm
de lado, diametralmente oposta à interseção das paredes. Posteriormente, deve-se posicionar os
quatro tijolos de 76 mm de altura, e por fim apoiar o engradado a uma distância de 25 mm da interseção
das paredes. A Figura K.5 ilustra tais condições.

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Tijolos
533 mm

Engradado de
madeira
533 mm

381 mm
Região sem álcool
(início da queima)

Figura K5
5–F
Figura
igura
a iilustrativa
lustra
ativa s
sobre
obrre o ffoco
oco
o de
e iincêndio
ncêndio
A queima do engradado deve
ve sser
do dev er iiniciada
nicciad por
da p meio
orr m de
eio d m palito
e um de
paliito de ffósforo
óssforo colocado sobre a porção
o coloc
seca da serragem.

Observa-se que, sob condições


on
ndiçções a
adequadas
deequadaas d
dee ign
ignição,
nição
o, as
as cchamas
ha
amas nnormalmente
orm
malm
men
nte p
progridem
r lentamente
através da serragem sseca.
eca. Em m aaproximadamente
proxim
mad
dam mentee 10 parte
0 s,, a paarte
e eembebida
mbe da em álcool é atingida,
ebid
proporcionando uma aplicação uniforme
pliccação un chama
niforme da chham de
ma d ignição
e igni ição sob
ob o engradado.
o so engra
ada
ado.

A duração do ensaio d deve


eve ser
ser de 15 m min,
in
n, e ao longo
o loonggo ddo ensaio
o ensa
aio d deve-se
e-se realizar a medição
eve
da temperatura nos p pontos
on indicados
ntos inndiccados na F Figura
igu K.3
ura K.3 n no
o mmínimo
ínim
mo a cacada
adaa 2 mmin e após 15 min
da inflamação do engradado,
adaado, e rregistrar
egistrar ttodas
od ocorrências
dass ass ocorr nciass com o ccorpo
rên orp de
po d prova.
e pro

A extinção do incêndio é pe
permitida
ermitida após 15 m
minutos
utos da
inu ignição
a ign
niçã engradado
ão do eng
grad o de madeira.
dado

K.4 Relatório de ensaio


e ensa
aio
O relatório do ensaio deve incluir:

— a descrição detalhada prova,


ova, iincluindo
hada do corpo de pro os
nclluindo osddetalhes
etalhes construtivos;

— registro das leituras de temperatura durante o ensaio.

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Anexo L
(normativo)

Observações visuais das ocorrências durante o ensaio – Verificação da


resistência ao vento – Método de ensaio

L.1 Princípio
Este Anexo especifica um método de ensaio para verificar o comportamento das telhas sob ação
do vento.

NOTA Mediante acordo entre for


fornecedor
orne
or nece
ne cedo
ce dor e usuário,
do usuá
us uári
uá rio,
ri o, o ensaio
ensai
e aio prev
ai previsto
evisto neste Anexo
ev Ane pode ser substituído
es nas norma
por ensaios constantes mass de produto,
ma
normas pro
rodu
ro duto
du to, de
desd
sde que
sd
desde qu atendam
aten
at enda
en dam ao princípio
da pri
p rincípio estabelecido
ri est em L.1.

L.2 Aparelhagem
em
m

L.2.1 Tablado

Tablado de madeira ou
a o outro
u out material
tro m adequado,
aterial ad
deq
quad plano
do, pla
ano rígido,
o e rígido provido
o, p de terças de madeira
rovvido d
ou metálicas.

L.2.2 Balão inflável


ável

Balão inflável de PVC,


C, de
de formato
formato paralelepipédico,
parallele
epipéédico, com largura
com larrgura igual
igua distância
al à d istância entre as terças sobre
as quais são montadasdass ass telhas, m tolerância
telhas, com to
ole ncia de
erân e – 10
10 % em m rerelação
elaçãão a ao
o vão
ã e comprimento igual

ês te
à largura total das três elhaas q
telhas ue estã
que ão ssendo
estão en
ndoo ensaiadas
ensa aia
adas ccomom tolerância
toleerânccia
a de e – 5 %. A altura do balão
deve ser de (250 ± 50) mm mm.
m. O bbalão
alão ddeve
eveep possuir
osssuirr um
uma
ma ent
entrada
trada de ar e pepelo
elo m
menos dois pontos para
medição da pressão interna.

L.2.3 Manômetros
ros

Dois manômetros de coluna de água em U, adequados para medir pressões de 98 Pa até 1 470 Pa
(10 mm a 150 mm de coluna de água).

L.2.4 Fonte de ar comprimido

Fonte de ar comprimido adequada para encher o balão inflável, de forma a permitir a aplicação
da pressão de ensaio sem golpes.

L.2.5 Relógios comparadores

Três relógios comparadores com fundo de escala de 10 mm a 30 mm com resolução de 0,01mm.

L.2.6 Cronômetro

L.2.7 Trena com resolução em milímetros

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L.3 Preparação do corpo de prova


O corpo de prova deve ser montado no mínimo com três telhas com a sua largura total, adotando-se
os detalhes construtivos indicados no manual de instalação do fabricante quanto à distância máxima
entre apoios, a distribuição de dispositivos de fixação e a distância máxima do beiral. Deve-se adotar
pelo menos dois recobrimentos transversais mínimos entre telhas, conforme ilustrado na figura L.1.
A distância L entre os apoios (terças) é definida pelo fabricante da telha e o comprimento da telha
deve ser um pouco maior que a distância entre os apoios, somando-se a distância máxima do beiral.
Telha 1 Telha 2 Telha 3

R1

ter cia
R2

s
tre tân
ça
en dis
L=
R3

Recobrimento
Reco
Recobr
co brim
br imen
imento ttrans
transversal
nsve
versal

Figura
Figura L
L.1
.1 – Mo
Montagem
ontag
gem
m do
o corpo
corp
po de
de prova
prrova

L.4 Procedimento
to
L.4.1 Medir o comprimento
men largura
argura das
nto e a la das telhas.
te
elha
as.

L.4.2 Colocar o balão iinfl ável


nflflável ssobre
ob tablado,
bre o ta
abla
ado
o, eentre as
ntre a terças,
s te
erça conectar
as, co ectarr oss dois pontos de medição
one
da pressão interna aos
sm manômetros
anômettros de ccoluna
olu
una
ad de
e água
água.
a.

L.4.3 Fixar os três seg


segmentos
gmentos de telh
telhas
hass sob
sobre
bre ass te
terças
erça
as confo
conforme
orme
e re
recomendado
ecom no manual
do fabricante das telhas.
as.

L.4.4 Interligar os manômetros


anômettross em
em U ccom as
om a s vválvulas
as do
álvvula balão
do ba o inflá
alão ável,
vel, cconforme mostrado
na Figura L.2.

L.4.5 Fixar os três relógios


ógios comparadores
doress sobre
comparad sobre a telha
telha central
central nos
nos pontos R1, R2, R3, mostrados
na Figura L.1.

L.4.6 Anotar o valor constante em cada relógio comparador (valor 0).

Balão de PVC
(inflável e impermeável)

Alimentação
de ar
terças

Figura L.2 – Colocação do balão sob as telhas

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L.4.7 Inflar o balão até atingir a primeira pressão constante na Tabela L.1. Manter esta pressão por
5 min e então registrar o deslocamento constante em cada relógio comparador.

As pressões da Tabela L.1 foram calculadas conforme ABNT NBR 6123 e roteiro de cálculo
constante no Anexo J. Caso haja pressão de interesse especificada acima das constantes
na Tabela L.1, o ensaio deve seguir com tais pressões calculadas conforme ABNT NBR 6123.

L.4.8 Aliviar a pressão e registrar o valor constante nos relógios comparadores 3 min após aliviar
a pressão.

L.4.9 Repetir as etapas de L.4.6 a L.4.8 com o valor seguinte da pressão constante na Tabela L.1.
Verificar em cada etapa se ocorre ruptura ou fissuramento das telhas, ou se estas se desprendem
da fixação.

Tabela L.1 – Pressões de ensaio c


ensaio onsiderand
do a pressão no beiral desprotegido
considerando
Pressão
Pressão P
Pressão
re
essão
Pa
Pa mmca
mm
mca
a Pa
Pa mmca
m mca
500
500 51
51 1 300
300 132
2
650
650 66
66 1 400
400 142
14
42
750
750
0 76
76 1 500
500 153
15
53
0
850 86
86 1 700
70
00 17
73
173
950
0
950 97
97 1 900
0 19
93
193
1 100
100
0 112 2 100
0 214
21
14
1 200
200 122 2 300
0 234
23
34

m mca – milímetros
mmca milíme
etro
os de
e co
olun
na de
coluna e água
ág
gua

L.5 Resultados
s
Devem ser registrados para cada pressão de ensaio os deslocamentos da telha com 5 min de aplicação
da pressão e o deslocamento residual 3 min após o alívio da pressão. Em cada pressão de ensaio
deve ser registrado se ocorre fissura ou ruptura da telha ou se as telhas se desprendem da fixação.

L.6 Relatório de ensaio


O relatório de ensaio deve conter no mínimo as seguintes informações:

a) identificação do solicitante;

b) identificação da amostra;

c) dimensões (largura, comprimento) das telhas ensaiadas;

d) distâncias entre terças utilizadas no ensaio;

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e) detalhes da fixação das telhas utilizada;

f) pressões aplicadas durante o ensaio;

g) resultados dos deslocamentos registrados nos três relógios comparadores em cada pressão;

h) outras alterações observadas nas telhas durante o ensaio;

i) data de realização do ensaio;

j) referência a esta Norma.

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Bibliografia

[1] INSTITUTO DE PESQUISAS TECNOLÓGICAS DO ESTADO DE SÃO PAULO. Publicação


“Critérios mínimos de desempenho para habitações térreas de interesse social”. São Paulo,
IPT, 1998

[2] INSTITUTO DE PESQUISAS TECNOLÓGICAS DO ESTADO DE SÃO PAULO. Fichas


de características das madeiras Brasileiras. São Paulo, IPT, 1989 (Publicação IPT N° 1791)

[3] Instruções técnicas do Corpo de Bombeiros conforme Decreto Lei relativo à segurança contra
incêndio, em vigor no Estado da Federação onde se localizar a obra, produto ou projeto em
avaliação

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