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RESENHA CRÍTICA

DA GAMA, Guilherme Calmon Nogueira; MARÇAL, Thaís Boia. Aspectos polêmicos da


"usucapião conjugal": questões afetas ao art. 1.240-a do código civil brasileiro. Revista de
Direito Privado, vol. 54/201, p. 257, Abr / 2013.

SÍNTESE

O principal conceito da palavra usucapião é adquirir pelo uso, ou seja, a usucapião dá o direito
para que um cidadão tome posse de um bem móvel ou imóvel em decorrência do uso deste
por um determinado tempo. Certamente todos os direitos de um cidadão devem ser
reconhecidos e previstos legalmente, especificamente os assegurados e estabelecidos no
Código Civil e na Constituição Brasileira; além de ser necessário que sejam atendidos
determinados pré-requisitos exigidos pela Lei.
Convém lembrar que a legislação brasileira prevê cinco modalidades de usucapião de bens
imóveis: usucapião ordinária, usucapião extraordinária, usucapião especial que pode ser
urbana ou rural, individual ou coletiva, usucapião de bens móveis, usucapião familiar ou
conjugal a qual será tratada especificamente neste artigo.
A partir de 16 de Junho de 2011 entrou em vigor a Lei 12.4242/11, regulamentada no artigo
1.240-A no Código Civil, acrescentando às outras formas de usucapião existentes uma nova
modalidade, qual seja, a usucapião familiar. Esta lei ficou conhecida como usucapião pró-
moradia, mas comumente esta sendo chamada de usucapião familiar.
Além de ser reconhecida legalmente por usucapião familiar, está sendo conhecida também
por usucapião por abandono de lar, usucapião conjugal ou usucapião pró-moradia e é derivada
da modalidade da lei da usucapião especial.
No caso da usucapião familiar as condições primordiais e fundamentais, previstas no art. 1240-
A do Código Civil para a aquisição do direito são: a posse direta do bem imóvel, de maneira
ininterrupta e pacífica por 2 (dois) anos e sem oposição de um dos ex-companheiro ou ex-
cônjuge. O imóvel urbano deverá ser de até 250 m² (duzentos e cinquenta metros quadrados)
e ser propriedade dividida ou em comunhão com o ex-cônjuge ou ex-companheiro que
abandonou o lar. O usucapiente ou requerente não poderá ser dono de outro imóvel urbano
ou rural. O imóvel deverá estar sendo usado para fins de moradia individual ou de sua família.
A criação desta lei vem reforçar o direito à moradia consagrada na Constituição Federal, além
de assegurar e proteger o uso social da propriedade. Embora sendo uma lei atual e com o
intuito de proteger e amparar a família, muitos tópicos estão provocando uma série de
questionamentos e discussões, pois se acredita que a falta de entendimento consensual possa
dar margem ao renascimento de aspectos processuais antes sanados e que agora voltam a
tona configurando um entrave para a agilização dos processos judiciais. A falta de clareza da lei
em questão está deixando lacunas e questionamentos dentro do meio jurídico, principalmente
no que diz respeito ao entendimento das exigências entre as diferenças modalidades e os
termos ou a proposição da redação da lei. Os questionamentos mais relevantes são
1º - Há argumentos que defendem que o tempo de posse de 2 dois anos previstos na lei é um
tempo muito curto para que se possa efetivamente juramentar e fundamentar uma situação
tão delicada que é o domínio de posse e sua discussão e comprovação frente aos bens
patrimoniais do casal. Além de abrir o questionamento do porque da diferença do tempo de
posse encontrados na modalidade de usucapião especial urbana sendo o prazo de 5 (cinco)
anos, enquanto na modalidade da usucapião familiar ou conjugal o prazo é de 2 (dois) anos, já
que são leis semelhantes.
2º - O entendimento é que o abandono do lar por um dos cônjuges deve ser de forma
voluntária e injustificada, por que então a necessidade nos processos de provar a causa do fim
do relacionamento ou a justificativa da culpa por este ou aquele cônjuge deixar o convívio
familiar? Nota-se que já está devidamente fundamentado e consolidado, a longo tempo
dentro da doutrina e também na esfera jurisprudencial, que não cabe à justiça saber os
motivos ou a causa da saída do lar de um dos cônjuges, apenas se deve respeitar a sua
vontade. Outra questão não elucidada neste tópico e que deixa dúvidas é, se a causa da saída
do lar de um dos cônjuges tiver sido exigida pela lei Maria da Penha, prevista principalmente
em seu artigo 22 (prática da violência doméstica), ainda configura a descaracterização do
abandono voluntário e injustificado do lar, conforme exige a nova lei. Segundo a Emenda
Constitucional 66/2010 definiu-se que não há mais necessidade da comprovação e discussão
de culpa no caso de separação, deixando, portanto, conclusivo seu entendimento. O que se
defende é que em situações onde existem os conflitos de disputa sobre patrimônios entre
casais, é natural que a maioria dos cônjuges deixe por livre e espontânea vontade o lar por
achar ser uma solução mais pacifica e racional. No caso de existirem filhos, aquele que cabe
velar por seus cuidados, ficará fatalmente no imóvel para que seja preservada a proteção da
prole. Nesta situação a justiça deverá assegurar os direitos do casal para evitar que um dos
cônjuges se aproveite da situação e acuse o outro levianamente de abandono do lar.
3º - Não está claro, também, se o prazo para o pedido da usucapião familiar iniciaria a partir da
efetivação do divórcio ou da dissolução da união estável, pois sem que isso ocorra não se tem
efetivamente regulamentado o termo ex-cônjuge ou ex-companheiro.
4º - Já que o imóvel é de bem comum do casal, deve-se defender judicialmente as normas
declaradas no tipo de comunhão de bens estabelecidas em consenso entre o casal no
momento da união civil. Este é um fator primordial que precisa ser levado em consideração
pela Justiça para que se evitem situações extremas facilitando a prática do abuso e da má fé.
Reforça-se ainda, que se o abandono do lar foi consensual há primeiramente de se observar os
demais direitos que naturalmente se entrelaçam nas questões de litígios patrimoniais ou
matrimoniais. Nota-se neste caso que, se o ex -cônjuge ou ex- companheiro, mesmo tendo
abandonado o lar continuou a manter e ajudar sua família na manutenção das necessidades
básicas, as cláusulas da comunhão de bens devem ser consideradas, caso contrário ,se ao
abandonar o lar um dos companheiros não ajudou na manutenção financeira, ficando toda a
carga de responsabilidades a quem ficou no lar, deve-se considerar veementemente este fato.
Para a justiça só haverá o fim dos deveres do casamento quando se consolidar o fim da união
estável estabelecidos no regime matrimonial de bens, fato este consolidado e estabelecido
claramente pelo STF.
5º - Outro ponto polêmico é por que a lei só contempla exclusivamente o imóvel urbano,
sabendo-se que um ex-cônjuge ou ex-companheiro pode, perfeitamente abandonar o lar de
um imóvel rural.
A lei da usucapião familiar chegou em boa hora, visto a enorme demanda pela procura de
imóvel próprio pelos casais brasileiros, principalmente os de baixa renda. Este incentivo dado
pelo governo federal para a aquisição de casa própria para estas pessoas, inevitavelmente
gerará situações onde o caráter protetivo da justiça se fará oportuno, pois fatalmente haverá
rompimento da relação de convívio. Porém, nota-se que não somente casais de baixa renda
podem usufruir dos benefícios desta nova modalidade de usucapião (o que inicialmente se
objetivava na criação da lei), pois no programa do governo a metragem da área do imóvel é
muito inferior daquela que se exige por lei. Isto demonstra que a lei possui um caráter
protetivo para resguardar o direito de moradia para casais de diversas classes sociais.
Em se tratando do abandono do lar, muito ainda há que se discutir. Há casos extremos onde é
necessário que um dos cônjuges deixe o Lar por ser impossível o convívio com a família, se
incluem neste caso as agressões e abusos físicos, tentativa de morte, condenação por crime
hediondo ou infamante, conduta desonrosa, surgindo nestas situações uma dúvida, estes
casos se configuram como: abandono de lar, desamparo a família, desamparo ao patrimônio
ou separação de fato? E ainda, estas situações estão amparadas por esta nova lei? Estas
situações são entendidas pelas normas jurídicas desde tempos como abandono do lar, porém,
muitos entendem que estas situações muito comuns encontradas no direito de família e
também no Código Penal, não são as mesmas que as exigidas como abandono do lar nas
normas previstas da usucapião familiar. Entretanto, apesar das divergências de interpretação
da lei, estas circunstâncias já são um motivo mais que razoável para que o cônjuge procure e
assegure seus direitos estabelecidos pelas normas desta modalidade de usucapião.

CONCLUSÃO

Pela enorme complexidade que se torna a criação de novas leis e, certamente por ser a lei da
usucapião familiar uma lei atual, ainda em processos de estudos e sujeitos ao aval das futuras
jurisprudências, inevitavelmente muitos tópicos serão reforçados e corretamente redigidos
para que se evitem as atuais dúvidas quanto ao seu fiel teor jurídico. O uso das palavras e
frases corretas e com sentido claro precisam ser criteriosamente escolhidas pelos legisladores
brasileiros, a fim de não criar sentidos vagos ou duvidosos. Esta clareza não se faz necessária
apenas nesta lei em questão, mas também nas inúmeras normas jurídicas que trazem
dificuldades de entendimento aos que fazem das leis brasileiras seu instrumento diário de
trabalho. É louvável que a criação da nova lei da usucapião familiar fundamentasse em seu
objetivo primordial a defesa e estabilização da propriedade, além da evidente preocupação
social em defesa da família. Cabe ao proprietário manter o bom uso e cuidado à sua
propriedade, dando-lhe a devida utilidade. A função de uma propriedade é trazer benefícios ao
bem comum, caso isto não aconteça, a lei protegerá aquele que lhe der bom uso. Resta-nos
apenas, apesar da incerteza, que o possuidor ou requerente da usucapião familiar
efetivamente crie novas condições para fortalecer o uso da propriedade que pleiteia fazendo
dela um meio real de amparo e moradia para sua família.

CRÍTICA

Por se tratar de lei recente, muito ainda precisa ser esclarecido para que se tenham pontos de
entendimento consensuais entre os juristas. Estes tópicos divergentes deixam dúvidas que
precisam ser sanadas urgentemente para que não sejam lesados os cidadãos que procuram
por seus direitos. Sendo assim, verifica-se que estão sendo confusas e distorcidas,
principalmente, as questões que tratam do prazo diferente na posse do bem em modalidades
claramente semelhantes. Outro agravante nesta questão, que evitaria os abusos e a má fé,
seria a exigência nas normas da lei de que casos que dessem entrada para se usufruir dos
benefícios da usucapião familiar só deveriam ter prosseguimento se antes tivesse, dentro do
possível, tramitado e concluído o processo de comunhão de bens acordados pelo casal na
ocasião do casamento civil. Portanto, é de conhecimento comum que toda disputa patrimonial
gera conflitos e desgastes psicológicos enormes, desta forma, o uso do justo direito há de se
ter cuidado quanto a tudo o que relaciona com este tipo de litígio para que não se crie mal
maior. Sendo assim, apesar da polêmica quanto as situações relativas aos preceitos contidos
no art.1.240-A do Código Civil, estas devem ser ponderadas e ajuizadas de maneira consciente
considerando os princípios básicos previstos na Constituição Brasileira.

JURISPRUDÊNCIAS

TJ-RS - Apelação Cível AC 70063635593 RS (TJ-RS)


Data de publicação: 30/03/2015
Ementa: DIVÓRCIO LITIGIOSO. PARTILHA DE BENS. USUCAPIÃO FAMILIAR. 1. Sendo o
casamento regido pelo regime da comunhão parcial, todos os bens adquiridos a título oneroso
na constância da vida conjugal se comunicam e devem ser partilhados de forma igualitária,
independentemente de qual tenha sido a contribuição individual de cada cônjuge para a
consecução do resultado patrimonial, pois se presume que a aquisição seja produto do esforço
comum do par. inteligência dos art. 1.658 a 1.660 do CCB. 2. Considerando que o imóvel onde
a ré permaneceu residindo após a separação fática do casal pertence exclusivamente ao autor,
inviável o reconhecimento da usucapião familiar, que pressupõe a propriedade comum do b
em. Inteligência do art. 1.240-A do Código Civil. 3. Se o imóvel pertence ao varão, também se
mostra inviável a sua partilha. Recurso desprovido. (Apelação Cível Nº 70063635593, Sétima
Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Sérgio Fernando de Vasconcellos Chaves,
Julgado em 25/03/2015).

TJ-SP - Agravo de Instrumento AI 20805835020148260000 SP 2080583-50.2014.8.26.0000 (TJ-


SP)
Data de publicação: 03/07/2014
Ementa: APELAÇÃO CÍVEL - USUCAPIÃO FAMILIAR - LEI 12.424 /11 - VIGÊNCIA - PRINCÍPIO DA
SEGURANÇA JURÍDICA. - O prazo de 02 anos da prescrição aquisitiva, exigido pela Lei nº 12.424
/11, deve ser contado a partir da sua vigência, por questões de segurança jurídica, vez que
antes da edição da nova forma de aquisição da propriedade não existia esta espécie
de usucapião.

TJ-RS - Apelação Cível AC 70046433967 RS (TJ-RS)


Data de publicação: 26/03/2012
Ementa: APELAÇÃO CÍVEL. FAMÍLIA. RECONHECIMENTO E DISSOLUÇÃO DE UNIÃO ESTÁVEL.
PARTILHA DE BENS. TERRENO E CASA ADQUIRIDOS COM VALORES EM PARTE SUB-ROGADOS
DE BEM EXCLUSIVO DE PROPRIEDADE DO CONVIVENTE. RATEIO DO VALOR RELATIVO ÀS
PARCELAS DO FINANCIAMENTO DO TERRENO PAGOS NA CONSTÂNCIA DA RELAÇÃO. PARTILHA
IGUALITÁRIA DAS DIVÍDAS CONTRAÍDAS PELO CASAL. USUCAPIÃOFAMILIAR. NÃO
CARACTERIZAÇÃO. LITIGÂNCIA DE MÁ-FÉ. INOCORRÊNCIA. 1. Suficientemente comprovado
que a integralidade do valor aplicado na construção da casa e que parte do valor aplicado na
aquisição do terreno (pagamento do...

TJ-DF - Apelação Cível APC 20130110055596 DF 0001688-71.2013.8.07.0001 (TJ-DF)


Data de publicação: 29/11/2013
Ementa: DIREITO DE FAMÍLIA. DIVÓRCIO LITIGIOSO. BEM IMÓVEL.USUCAPIÃO ESPECIAL POR
ABANDONO DO LAR (ARTIGO 1.240-A DO CÓDIGO CIVIL ). USUCAPIÃO FAMILIAR OU PRÓ-
FAMÍLIA. REQUISITOS. NÃO CARACTERIZAÇÃO. BENS. AQUISIÇÃO NA CONSTÂNCIA DA
SOCIEDADE CONJUGAL. ESFORÇO COMUM. PRESUNÇÃO LEGAL INERENTE AO REGIME DE
BENS. PREVALÊNCIA ( CC , ARTS. 1.658 E 1.660 , I ). DÍVIDAS. ASSUNÇÃO NA CONSTÂNCIA DO
VÍNCULO. RATEIO. RESOLUÇÃO INERENTE AO REGIME DE BENS. PRELIMINARES DE NULIDADE
DA SENTENÇA. FUNDAMENTAÇÃO. NEGATIVA DE PRESTAÇÃO JURISDICIONAL. NÃO
CONFIGURAÇÃO. PRINCÍPIO DA IDENTIDADE FÍSICA DO JUIZ. INTERPRETAÇÃO. MODULAÇÃO
LEGAL. VIOLAÇÃO. AUSÊNCIA. PRELIMINARES REJEITADOS. SENTENÇA MANTIDA. 1. A
SENTENÇA QUE EXAMINA DE FORMA CRÍTICA E ANALÍTICA TODAS AS QUESTÕES SUSCITADAS,
RESULTANDO DA FUNDAMENTAÇÃO QUE ALINHARA O DESATE AO QUAL CHEGARA COM
ESTRITA OBSERVÂNCIA DAS BALIZAS IMPOSTAS À LIDE PELO PEDIDO, SATISFAZ, COM LOUVOR,
A EXIGÊNCIA DE FUNDAMENTAÇÃO JURÍDICO-RACIONAL QUE LHE ESTAVA DEBITADA COMO
EXPRESSÃO DO PRINCÍPIO DA LIVRE PERSUASÃO RACIONAL INCORPORADO PELO LEGISLADOR
PROCESSUAL E À INDISPENSABILIDADE DE RESOLVER ESTRITAMENTE A CAUSA POSTA EM
JUÍZO, NÃO PADECENDO DE VÍCIO DE NULIDADE DERIVADO DE CARÊNCIA DE
FUNDAMENTAÇÃO, NOTADAMENTE PORQUE NÃO HÁ COMO SE AMALGAMAR AUSÊNCIA DE
FUNDAMENTAÇÃO COM FUNDAMENTAÇÃO DISSONANTE DA ALINHADA PELA PARTE
INSATISFEITA COM O DECIDIDO (CF.ART. 93 , INC. IX ). 2. O PRINCÍPIO DA IDENTIDADE FÍSICA
DO JUIZ, CONQUANTO VIGORANTE NO PROCESSO CIVIL E REVESTIDO DE PRAGMATISMO, POIS
DERIVADO DA CONSTATAÇÃO DE QUE O JUIZ QUE COLHERA A PROVA, TENDO MANTIDO
CONTATO COM AS PARTES E AFERIDO PESSOALMENTE IMPRESSÕES QUE EXTRAPOLAM O
CONSIGNADO NOS TERMOS PROCESSUAIS, RESTA PROVIDO DE ELEMENTOS APTOS A
SUBSIDIAREM A ELUCIDAÇÃO DA LIDE, DEVE SER INTERPRETADO DE FORMA TEMPERADA E EM
CONSONÂNCIA COM A DINÂMICA PROCEDIMENTAL, QUE É DESENVOLVIDA NO INTERESSE DAS
PARTES E SOB MÉTODO REVESTIDO DE RACIONALIDADE E LOGICIDADE. 3. O PRINCÍPIO DA
IDENTIDADE FÍSICA.

REFERÊNCIAS AUXILIARES

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Direito Privado, vol. 54/201, p. 257, Abr / 2013.

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