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RESPOSTAS

1 – Vivemos em um mundo pós-moderno, dentro de uma sociedade capitalista onde


é ensinado o pluralismo e ceticismo. E diante das diversidades culturais e crenças,
enfrentamos grandes barreiras ao pregar o evangelho de Cristo. Além do mais enfrentamos
grandes barreiras ao pregar o evangelho para pessoas no qual sua visão sobre o evangelho e
igreja já está banalizado pelas muitas exposições falsas e escândalos. Portanto precisamos unir
os recursos que temos a disposição, tanto os materiais como espirituais e nos prepararmos
com muita dedicação a leitura bíblica e a oração, e somente assim, conseguiremos com a
ajuda do Espírito Santo autoridade para anunciar o evangelho e obter resultados.

2 – Como diz as escrituras: “Havendo Deus antigamente falado muitas vezes, e de


muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, nestes últimos dias a nós nos falou pelo filho, a
quem constituiu herdeiro de todas as coisas, e por quem fez também o mundo” (Hb 1.1-2).
Deus quando criou o homem, colocou a eternidade em seu coração e em seu próprio espírito.
Dessa maneira Deus se revela a toda a humanidade por meio da revelação geral, se revelando
ao homem por meio da sua criação.

3 – Devido a estarmos dentro de um tempo “Cronos” limitado sobre uma medida de


espaço pequena, fincados sobre a matéria, frequentemente somos levados a ter uma visão
limitada e pequena acerca daquele que fez todas as coisas. Como diz as escrituras: “Nem
tampouco é servido por mãos humanas, como se necessitasse de alguma coisa; pois ele
mesmo é quem dá a todos a vida, a respiração e todas as coisas; e de um só fez todas as
coisas; e de um só fez todas as raças dos homens, para habitarem sobre toda a face da terra,
determinando-lhes os tempos já dantes ordenados e os limites da sua habitação; para que
buscassem a Deus, se porventura, tateando, o pudessem achar, o qual, todavia, não está longe
de cada um de nós” (Atos 17.25-27).

4 – O conhecimento que Deus possui dá-lhe o entendimento de tudo quanto existe e


que poderá vir a existir. Tendo em vista o fato de que Deus existe por si mesmo, seus
conhecimentos estão além de nossa simples imaginação; são ilimitados (Sl 147.5). Deus é a
fonte da verdadeira sabedoria, como está escrito: “Toda boa dádiva e todo dom perfeito vêm
do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não há mudança, nem sombra de variação.” (Tg
1;17). Deus deseja que participemos de sua sabedoria e de seu conhecimento a fim de
podermos conhecer os seus planos a nosso respeito para podermos viver no centro de sua
vontade (Cl 2.2,3).
5- De fazer com que cada um de nós seja a cada dia agradecidos ao Senhor Deus pela
tão grande dádiva de seu amor, que o levou as últimas circunstâncias sacrificando-se em
nosso lugar, como bem enfatiza a carta Joanina: “Nisto está a caridade: não em que nós
tenhamos amado a Deus, mas em que Ele nos amou e enviou seu Filho para propiciação pelos
nossos pecados” (1 Jo 4.10), bem como nos levar a seguinte reflexão: somos propriedades do
Senhor e precisamos honrá-lo com uma vida de santidade e devoção diariamente a fim de que
em tudo Ele seja glorificado.

6 – Todos os dias eu tenho experimentado a graça e a misericórdia do Senhor. Pois


todos os dias eu falho e erro, mas, mesmo sendo limitado, imperfeito e falho, ao sentir a Sua
presença quando estou cantando um hino, ou lendo/ouvindo a sua palavra ou até mesmo
orando sinto a Sua graça e a Sua misericórdia, pois, mesmo sendo falho Ele não me abandona,
não me deixa, sinto que Ele me ama mesmo sem eu merecer.

7 – As escrituras nos informa que Deus é santo de forma que não se pode descrever
por palavras. Em Jó 4.18 (ARA) somos informado que Deus “... aos seus anjos atribui
imperfeições;”. Se aos anjos que vêm a Deus face a face (Lc 1.19), Deus encontra neles
imperfeição imagina aos homens. No livro de Jó 15.14-16 a palavra do Senhor diz: “Que é o
homem, para que seja puro? E o que nasce de mulher, para que fique justo? Eis que nos seus
santos não confiaria, e nem os céus são puros aos seus olhos. Quanto mais abominável e
corrupto é o homem, que bebe a iniquidade como a água?”. Bem, claramente vemos que o
homem diante de Deus é imperfeito e falho, mas, o que mais me chama a atenção nessa
passagem de Jó é que “nem os céus são puros aos seus olhos”, eu imagino Deus no céu e Ele
olha ao seu redor onde ele habita e diz: comparado com a minha santidade este lugar onde eu
habito é impuro. Então, da para descrever a santidade de Deus? Eu acredito que podemos
apenas saber que Deus é mais santo do que podemos compreender o quanto ele é santo. E que
devemos reconhecer isso: que diante dele não importa o que fazemos ou deixamos de fazer,
continuamos sendo falho, imperfeito e impuro. Claro, quando aceitamos a Jesus por meio da
fé somos justificados por Deus (Rm 5.1), mas, isso é uma declaração e não uma
transformação de natureza, o homem é declarado justo por Deus e livre da condenação do
pecado, mas, continua com sua natureza pecadora, até a morte quando somos separados deste
corpo que vivemos, ou o arrebatamento da igreja, quando seremos transformados. Mas
enquanto estivermos no corpo estamos sujeito a falhar. Paulo ele grita (ARA): “Miserável
homem que eu sou! Quem me livrará do corpo desta morte?” (Rm 7.24) ele responde nos
versículos seguintes essa pergunta (Rm 7.25; 8.1), mas deixa claro que mesmo depois de
justificado por Deus pela fé em Jesus, continuamos a lutar contra a velha natureza pecadora.
Entendendo isso vamos evitar ficar apontando os erros dos outros (pois nos mesmo somos
cheio de defeito) e vamos com um esforço sincero buscar agradar a Deus com todo o nosso
entendimento, pois Deus cobra santidade de todos (Lv 19.2; 1Pe 1.16), não faz acepção de
pessoa (Rm 2.11), como Ele cobra santidade do multimilionário, Deus cobra do vendedor de
pipocar no metrô e Deus não aceita a aparência das pessoas, porque Ele olha para o coração
(1Sm 16.7). Então como evita o legalismo que as vezes prejudica algumas expressões
humanas de santidade? Conscientizando-se de quem é Deus.

8. Entre uma conversa de Deus com Moisés, Ele (Deus) disse: “Eu apareci a Abraão,
e a Isaque, e a Jacó, como o Deus Todo-Poderoso; mas pelo meu nome, o Senhor, não lhes fui
perfeitamente conhecido.” (Êx 6.3). Os nomes de Deus descrito na Bíblia é uma progressão da
revelação de Deus de quem ele é, e do que ele faz. Ele nos revela por meio de seus nomes a
sua bondade, a sua misericórdia, a sua justiça, a sua onipotência, a sua onisciência, a sua
fidelidade, a sua onipresença, a sua santidade, a sua salvação etc. Tudo isso Ele revela que
pode, que tem, e que faz e ao mesmo tempo nos convida a fazer a sua vontade e desfrutar do
que ele tem a oferecer. Ele nos convida a fazer o que Rute fez, deixou tudo que tinha para trás
e veio se abrigar debaixo das asas do Deus de Israel (Rute 2.11,12).

9. No Antigo Testamento o titulo “Pai” para Deus é utilizado de maneira figurativa.


No novo Testamento Jesus atribuiu uma ternura incomum, caracterizando o seu próprio
relacionamento com Deus, também o tipo de relacionamento que Ele queria, em última
análise, que os seus discípulos tivessem com o Pai.

10. Presciência é o eterno poder que Deus tem de saber de antemão todas as coisas.
Predestinação é a determinação antecipada dos propósitos que Deus quer alcançar. E a
soberania de Deus é a sua autoridade inquestionável que ele exerce. Como presciência,
predestinação e soberania se relacionam? Simples, com seu eterno poder de saber tudo de
antemão, toma decisões antecipadas baseadas na sua presciência e não precisa explicar por
que decidiu isso, ou escolheu aquilo.