Você está na página 1de 43

DICAS DE SEGURANÇA NO TRABALHO

Cortar Fibra Óptica.


 As pontas de Fibra ópticas são:
- de vidro,
- afiadas
- muito pequenas
- quase invisíveis

Penetram facilmente na pele e nos olhos, Agarram-se à roupa.

Proteja-se no trabalho e proteja os outros.


 Clientes, Deixando limpos de pontas os locais de instalação, Familiares.
- Não levando agarrado a si pontas de fibra.

 Mantenha a superfície do trabalho limpa.


- Utilize sempre que possível superfície de trabalho escuras ( Manta preta )
- Recolha, com pinça, e guarde todas as pontas de fibra óptica.

 Utilize sempre que possível material de proteção.


- Óculos com proteção lateral
- Luvas,
- Bata ou avental ( sacuda muito bem a roupa ou mude de roupa quando chegar em casa ).

Manuseios de cabos e fibras e Limpeza das fibras ópticas.


 Utiliza materiais:
- Frequentemente inflamáveis;
- De contacto, inalação e/ou ingestão prejudicial para a saúde humana;
- O álcool isopropílico é irritante para os olhos;

 Não fume, não coma e não beba durante o trabalho;


 Trabalhe se possível num ambiente arejado;
 Utilize material de proteção;
 Deixe os frascos e tubos fechados e longe do alcance das crianças;
 A luz utilizada nas fibras óticas:
- Não é visível;
- É luz laser;
- Pode apresentar potências elevadas;
- pode provocar danos irreparáveis na retina.

 Se não souber se a fibra em que está a trabalhar tem sinal ótico:


- Não olhe para a extremidade de uma fibra óptica;
- Não olhe para um conector ótico;
- Não observe ao microscópio uma fibra óptica ou conector com sinal óptico.

 Não aponte a luz:


- Para a pele;
- Para a roupa;
- Para objetos metálicos.

FIBER SERVICE TELECOM


FIBRA ÓPTICA
Oque é Fibra Óptica?
A fibra óptica é um pedaço de vidro ou de materiais poliméricos com capacidades de transmitir luz.
Tal filamento pode apresentar diâmetros variáveis, dependendo da aplicação, indo desde diâmetros
ínfimos, da ordem de micrômetros ( mais finos que um fio de cabelo ) até vários milímetros.

A fibra óptica foi inventada pelo fisico indiano Narinder Singh Kapany. Dentre os diferentes métodos
de fabricação de fibra ótica existentes, os mais.

Funcionamento
A transmissão da luz pela fibra segue um princípio único, independentemente do material usado ou da
aplicação: é lançado um feixe de luz numa extremidade da fibra e, pelas características ópticas do meio
(fibra), esse feixe percorre a fibra por meio de reflexões sucessivas. A fibra possui no mínimo duas cama-
das: o núcleo (filamento de vidro) e o revestimento (material eletricamente isolante). No núcleo, ocorre a
transmissão da luz propriamente dita. A transmissão da luz dentro da fibra é possível graças a uma dife-
rença de índice de retração entre o revestimento e o núcleo, sendo que o núcleo possui sempre um
índice de retração mais elevado, característica que aliada ao ângulo de incidência do feixe de luz,
possibilita o fenômeno da reflexão total.

As fibras ópticas são utilizadas como meio de transmissão de ondas eletromagnéticas, temos como
exemplo a luz uma vez que é transparente e pode ser agrupada em cabos. Estas fibras são feitas de plás-
tico e/ou de vidro. O vidro é mais utilizado porque absorve menos as ondas electromagnéticas. As ondas
electromagnéticas mais utilizadas são as correspondentes à gama da luz.

O meio de transmissão por fibra ótica é chamado de "guiado", porque as ondas eletromagnéticas são
"guiadas" na fibra, embora o meio transmita ondas omnidirecionais, contrariamente à transmissão
"sem-fio", cujo meio é chamado de "não-guiado". Mesmo confinada a um meio físico, a luz transmitida
pela fibra óptica proporciona o alcance de taxas de transmissão (velocidades) elevadíssimas, da ordem
de dez elevado à nona potência a dez elevado à décima potência, de bits por segundo (cerca de 40Gbps),
com baixa taxa de atenuação por Quilômetro. Mas a velocidade de' transmissão total possível ainda não
foi alcançada pelas tecnologias existentes. Como a .luz se propaga no interior de um meio físico, sofren-
do ainda o fenômeno de reflexão, ela não consegue alcançar a velocidade de propagação no vácuo, que
é de 300.000 km/segundo, sendo esta velocidade diminuída consideravelmente.

Cabos fibra óptica atravessam oceanos. Usar cabos para conectar dois continentes separados pelo oceano
é um projecto monumental. É preciso instalar um cabo com milhares de quilómetros de extensão sob o
mar, atravessando fossas e montanhas submarinas. Nos anos 80, tornou-sc disponível, o primeiro cabo
fibra ótica intercontinental desse tipo. instalado em 1988, e tinha capacidade para 40.000 conversas tele-
fônicas simultâneas, usando tecnologia digital. Desde então, a capacidade dos cabos aumentou. Alguns
cabos que atravessam o oceano Atlântico têm capacidade para 200 milhões de circuitos telefônicos,

Para transmitir dados pela fibra ótica, é necessário equipamentos especiais, que contém um componente
fotoemissor, que pode ser um diodo emissor de luz (LED) ou um diodo laser. O fotoemissor converte
sinais elétricos em pulsos de luz que representam os valores digitais binários (0 e 1). Tecnologias como
WDM (CWDM e DWDM) fazem a multiplexação de várias comprimentos de onda em um único pulso
de luz chegando a taxas de transmissão de 1,6 Terabits/s em um único par de fibras.

FIBER SERVICE TELECOM


FIBRA ÓPTICA
Tipos de Fibras
As fibras ópticas podem ser basicamente de dois modos:
 Monomodo:
- Permite o uso de apenas um sinal de luz pela fibra.
- Dimensões menores que os outros tipos de fibras.
- Maior banda passante por ter menor dispersão.
- Geralmente é usado laser como fonte de geração de sinal.

 Multimodo:
- Permite o uso de fontes luminosas de baixa ocorrência tais como LEDs (mais baratas).
- Diâmetros grandes facilitam o acoplamento de fontes luminosas e requerem pouca precisão nos
conectores.
- Muito usado para curtas distâncias pelo preço e facilidade de implementação pois a longa distância
tem muita perda.

Fibra ótica
Com capacidade de transmissão ate 1 milhão de vezes maior do que o cabo metálico, a fibra ótica é
hoje a base das relações de comunicação no mundo. Se mantivéssemos somente o cabo metálico como
condutor de informações, em alguns casos seria mais rápido enviar um motoboy para fazer uma entrega
do que mandá-la via rede.

Praticamente não há diferença entre a velocidade de transmissão em um cabo metálico e a fibra. O que
muda é a capacidade de transmissão. A fibra pode transportar um número muito maior de bits por
segundo do que o cabo. Pense em um estádio de futebol lotado. Se houvesse uma única porta pequena
de saída para as 100 mil pessoas, o tempo para que o estádio ficasse completamente vazio seria muito
maior do que se fossem utilizados diversos portões.

Formada por sílica a fibra transmite as informações pelo sistema de reflexão total. Imagine um cabo
plástico comprido e flexível revestido internamente com espelhos. Em uma das pontas são lançados
raios laser que são refletidos ao longo de todo o cabo, mesmo que ele tenha curvas. Como em um
código morse, os raios laser são ligados e desligados para enviar cada bit de informação.

Além da enorme capacidade de transmissão, a fibra tem outras vantagens na comparação com o cabo
metálico:
Primeiro a velocidade de transmissão, conseguimos taxas de até 16 tbps (terabits por segundo, ou 16
trilhões de bits por segundo), operando à freqüências de até 800 terahertz. Outra vantagem é a economia
de espaço (nesse aspecto a fibra óptica facilita o processo de instalação). Um cabo de um centímetro de
diâmetro pode comportar 144 fibras, possibilitando até oito mil conversações simultâneas em ambos os
sentidos de transmissão. Por último, a fibra óptica é totalmente imune à variações eletromagnéticas
externas, o que torna a transmissão altamente confiável.

A fibra óptica foi inventada pelo físico indiano Narinder Singh Kanpany. Há vários métodos de fabrica-
ção dc fibra óptica, sendo os métodos MCVD, VAD e OVD os mais conhecidos.

As fibras ópticas são utilizadas como meio de transmissão de ondas electromagnéticas (como a luz)
uma vez que são transparentes e podem ser agrupadas em cabos. Estas fibras são feitas de plástico ou
de vidro. O vidro é mais utilizado porque absorve menos as ondas electromagnéticas. As ondas
electromagnéticas mais utilizadas são as correspondentes à gama da luz infravermelha.

FIBER SERVICE TELECOM


FIBRA ÓPTICA
Para transmitir dados pela fibra óptica, é necessário um equipamento especial chamado "infoduto", que
contém um componente fotoemissor, que pode ser um diodo emissor de luz (LED) ou um diodo laser.
O fotoemissor converte sinais elétricos em pulsos de luz que representam os valores digitais binários
(0 e 1).

Uma característica importante que torna a fibra óptica indispensável em muitas aplicações é o fato de
não ser suscetível à interferência electromagnética, pela razão de que não transmite pulsos elétricos,
como ocorre com outros tipos de meio de transmissão que empregam os fios metálicos, como o cobre.

CONSTRUÇÃO, IMPLATAÇÃO,
Construção
As equipes classe F de fibra óptica, deverão testar os cabos de fibra óptica ainda nas bobinas dentro
da empresa para confirmar se os cabos estão sem defeito e metragem correta (OTDR).
A equipe classe L (lançamentos) irão lançar os cabos de acordo com o projeto da construção na rota e
deixarão sobras técnica com 30 metros em pontos exigidos pelo projeto para atender acidente e nas
emendas das CEO (caixa) e clientes.
 OTDR ( Refletor Óptico no Domínio do Tempo )
Indicado para grande distancias (Km), varre o link ponto à ponto e realiza a mostragem gráfico
do link detalhado nos pontos de maior atenuação, e serve para medir as distancias de fibra sem
equipamentos (Bobinas com cabos de Fibra óptica).

Implantação:
Significa atender um contrato novo da empresa ( instalação de F.O ) a equipe de CLASSE L lança o
cabo da rua para dentro da empresa e a equipe CLASSE F é responsável em fazer essa implantação do
projeto da operadora para a empresa sendo responsável em instalar uma fibra óptica que vem da
estação até a empresa. Fazendo as emendas ópticas no cabo da empresa (Cliente) com a operadora.

FIBER SERVICE TELECOM


MANUTENÇÃO
Manutenção Preventiva
É o serviço feito para prevenir os defeitos no cabo de Fibra óptica, e seus componentes da rede
externa e interna, exemplos CEO com cabos de fibra óptica com elemento de tração, flouxo,
vandalismo na rede, furtos, cerol, bateria, e etc.

Manutenção de Sistema Ativo Fora


É quando a central de gerenciamento das operadoras são alarmadas pelas chaves ópticas que tem nos
equipamentos internos e externos. Após o sistema ativo parar de receber o sinal ( potência Luz )
parcialmente ou completamente. Entrando em ação as equipes plantonista de manutenção de fibra
óptica que estão em suas Bases aguardando o serviço, a equipe com no mínimo 3 ( Três ) pessoas,
carro, ferramentas, cabos, CEO maquina de fusão, OTDR, Caneta de Luz, Power meter geradores, e
etc.

A equipe só saíra do local do acidente quando a outra equipe chegar para render o plantão ou
se o sistema voltar a funcionar. Após confirmado com a central de gerenciamento que vai passar uma
senha de confirmação.

CONCEITOS
CONCEITOSDA
DAFIBRA
FIBRAÓPTICA
ÓPTICA
Objetivo das comunicações óticas é transmitir um sinal através de uma fibra óptica
até um equipamento receptor distante.

 A fibra óptica propaga luz;


 A luz é uma onda eletromagnética.

FIBER SERVICE TELECOM


CONCEITOS
CONCEITOSDA
DAFIBRA
FIBRAÓPTICA
ÓPTICA

Espetro Eletromagnético

Janelas óticas de transmissão

FIBER SERVICE TELECOM


CONCEITOS DA FIBRA ÓPTICA

Novas Bandas óticas incluindo as clássicas 2º janela ( banda O ) e 3ª janela


( banda C ).
 A Verde a curva de atenuação das novas fibras ópticas ( ex.: G.652-D )

Vantagens da Fibra óptica


 Grande largura de banda
 Baixa atenuação
 Resistência a interferentes (perturbações eletromagnéticas);
 Menor degradação de sinais ;
 Maior segurança de informação;
 Menor consumo de energia;
 Menor espaço:
- Mais leve e pequena que os meios metálicos;
- Cabos de dimensão reduzida e com elevado n° de fibras.
 Confiáveis, Flexíveis, insensíveis, a vibrações;
 Temperaturas de operação, de -40° C a +80° C;
tempos de vida elevados (25 anos).

desvantagens da Fibra óptica


 Necessidade de técnicos qualificados (Instalação, manutenção e operação);
 Custo da conversão do sinal elétrico em digital alto;
 Perda elevada de informações no corte de uma só fibra.

FIBER SERVICE TELECOM


CONCEITOS DA FIBRA ÓPTICA
Constitucional de uma fibra óptica.

núcleo
Vidro
casca

Revestimento - plástico

Fibra Óptica - Transmissão guiada


 Na fibra óptica a luz é guiada por reflexão guiada por reflexão total interna:
- Condição de propagação da luz na fibra nn> nb (índice de refração)
- Ângulo de incidência de luz na fibra menor ou igual ao ângulo 0a.
 Um raio com um ângulo de incidência maior que o ângulo crítico, 0a, é refratado para a
casca, e posteriormente absorvido pelo revestimento.

FIBER SERVICE TELECOM


CONCEITOS DA FIBRA ÓPTICA
Fibra Multimodo (MMF)

 Exemplo:
Norma ITU-T G.651

Fibra Monomodo (SMF)

 Exemplos:
- ITU-T G.652 (monomodo Standard)
ITU-T G.653, G.654. G.655
- ITU-T G.657 ( bend Insensitive Fibre)

FIBER SERVICE TELECOM


CONCEITOS DA FIBRA ÓPTICA
Fibra Monomodo Standard
 Designada pela sigla:
- SMF (norma ITU-T G.652x)
 Atenuação (Max)
- 0,4 dB/Km a 1310nm (típico ~0,35dB/Km)
- 0,3 dB/Km a 1550nm (típico ~0,2dB/Km)

As fibras G.652x, G.653, G.654, G.655, G.657 também são fibras


monodo mas otimizadas para diferentes tipos de operação.

Os vários Fatores Contribuintes para a Atenuação de Sinal numa Ótica


 Absorção - impurezas;
 Difusão de Rayleigh;
 Macro e micro curvaturas;
 Conectores;
 Emendas.

FIBER SERVICE TELECOM


FERRAMENTAS PARA MANUSEIO
DE FIBRAS ÓPTICAS
Ferramentas para abertura de cabo ótico de exterior de grande dimensão
Roletadores
 Permitem abrir a capa externa do cabo numa certa extensão do mesmo rasgando na
longitudinal e/ou transversal sem danificar a fibra.
 Precauções:
- O roletador deve ser o indicado para o diâmetro do cabo a abrir;
- Se a ferramenta o permitir, deve ser regulada a profundidade de corte da lâmina para a espessura
da capa externa a abrir, de modo a não danificar as fibras no interior do cabo.  

RCS-114 Rippley/Miller ACS ou F1-ACS Rippley/Miller KMS-K


. cabo - 4.5 - 29mm . cabo – 8 - 28.6mm . cabo até 25mm
Abertura Long. & Trans. Abertura Long. & Trans. Abertura Long.

Ferramentas para corte de cabos e elementos constituintes do cabo.

Alicate para corte de cabo de grande


diâmetro Alicate para corte de tensor de kevlar Tesoura para corte de aramidas
cabo – até 70mm
Ferramentas para abertura de cabos de interior ou Exterior de pequeno diâmetro
e capa externa flexível.

Alicate descascador com múltiplos furos Alicate Descascador de 3 furos com dupla funcionalidade:
para diferentes dimensões de cabo ótico • Para cabo (furo de maior diâmetro)
• Para fibra ótica:
• o revestimento fibra de 900 Um
• o revestimento fibra de 250 Um
10

FIBER SERVICE TELECOM


FERRAMENTAS PARA MANUSEIO
DE FIBRAS ÓPTICAS
Ferramentas para abertura de Tubos loose
Sangria de tubos - os tubos são abertos numa certa extensão sem quebrar as
fibras que contêm.
 Middle Span Access Tools

MSAT Rippley/Miller Corning MSAT


. tubos: 1,8 – 3,2 mm . tubos: 2,7 – 3,0 mm

Roletador de Tubo Loose


Abertura de Tubos Terminal
 É descascada uma extensão do extremo do tubo;
 A altura da Lâmina é ajustável para o diâmetro de tubo que se pretende abrir

Ideal Azul Ideal Cinza


. tubos:3,2 – 5,6 mm . tubos até 3,2 mm

Ferramentas para Descascar Fibra Óptica


 retiram o revestimento primário da Fibra Óptica, expondo o vidro.

Descascadores de múltiplos furos


NoNik Vermelho
Furo de menor diâmetro descasca fibra
De 900 a 250 um
com revestimento de 250 um
11

FIBER SERVICE TELECOM


FERRAMENTAS PARA MANUSEIO
DE FIBRAS ÓPTICAS
Ferramentas para abertura de Tubos loose
Ferramentas para Cortar Fibra Óptica
 Permitem cortar a parte do Vidro da Fibra Óptica
- normalmente a 0° em relação à perpendicular ao eixo da fibra óptica (corte direto)
- Existem cortadores em ângulo (8° em relação à perpendicular ao eixo da fibra óptica)
Cortadores de Disco

Cortador mais simples


Pouca precisão Cortador conhecido por 1,2,3 Com depósito para as pontas Em ângulo

Máquinas de Fusão
 Fazem emendas de fibra óptica por fusão do vidro da fibra através de arco elétrico.
- Máquinas Modernas;
- Com automatização da maior parte das manobras
(Aproximação, alinhamento e descargas elétricas);
- Exigindo uma intervenção mínima por parte do técnico;
- Resultados finais de atenuação na emenda otimizados.

Calibração do medidor de potência ótica

 POWER METE
Fonte ótica Medidor de
utilizado para testar Links, 1310/1550nm potência ótica
1310/ 1550nm
normalmente em redes locais.
Não mostra perda ponto à ponto 1 conector 20 Km 10 funções 10 Km 5 funções 1 conector
l: 32
32
- Menor Custo
Execução da Medição da atenuação do caminho ótico

Fonte ótica Medidor de


1310/1550nm potência ótica
1310/ 1550nm 12

FIBER SERVICE TELECOM


FERRAMENTAS PARA MANUSEIO
DE FIBRAS ÓPTICAS
Inspeção Visual de avarias
VFL - Injetor de luz visível (vermelho) permite:
 Detectar perdas na infraestrutura onde for possível o acesso visual à fibra com apenas
revestimento primário e a injeção de luz num dos extremos da infraestrutura.
- Detectar quebras na zona cega dos OTDR’s;
- Sinalizar curvaturas acentuadas;
- Otimizar emendas mecânicas;
- Detectar conectores defeituosos;
- Sinalizar uma fibra a topo a topo;
 Detectar problemas de encaminhamento na infraestrutura onde for impossível a injeção
de luz num dos extremos da infraestrutura.
- Alcance até 4 - 8 Km dependendo da potência de emissão do injetor de Luz;

Perda de luz na macrocurvatura

Microscópio ótico
 Permite a inspeção direta da face de conectores óticos para verificar a existência de
sujeira e ou danos irreversíveis (riscos, mossas)

ATENÇÃO:
Utilizar somente quando tiver com a certeza que não há sinal na Fibra

13

FIBER SERVICE TELECOM


FERRAMENTAS PARA MANUSEIO
DE FIBRAS ÓPTICAS
Inspeção Visual de avarias
Videoscope
 Permite a inspeção indireta, numa tela, através da utilização de uma ponta de prova
equipada com uma câmera de video, da face de conectores óticos para verificar a existência
de sujeira e/ou danos irreversíveis (riscos)
-

Identificadores de fibra óptica ou LFD - Live fiber detector


 Induz uma macrocurvatura para retirar uma pequena quantidade de potência óptica;
 Não interrompe o Serviço

Utilização
 Deteção de tráfego numa fibra
 Estimativa de nível de potência óptica.

14

FIBER SERVICE TELECOM


MANUSEIO DE FIBRAS ÓPTICAS
Emendas de Fibra óptica
Tipo de Emendas:
 Emendas de Fusão (PERMANENTE)
+ Mais Robusta (grande resistência mecânica);
+ Melhores perdas de retorno ou reflexão (-60 dB);
+ Menores perdas de inserção;
- Proteção e equipamentos sofisticados.

 Emendas Mecânicas (SEMI-PERMANENTE)


+ Fácil instalação;
+ Equipamentos simples;
- Menos robusta;
- Piores perdas de retorno (de 20 dB à -55 dB);
- Mais sensíveis às condições ambientais.

Execução de Emendas de Fusão


A emenda de fusão
 É o processo mais eficiente de interligação entre 2 fibras Ópticas.
Porque Garante a continuidade do vidro na junção
 Apresenta valores de atenuação melhores que 0,1 dB (valores típicos inferiores a 0,05 dB)
para fibras monomodo standard;
 Apresenta valores de reflectância tão baixos que se podem considerar desprezáveis.
Como se Executa?
 Aproximam-se e alinham-se as extremidades das fibras a unir devidamente cortadas e limpas.
 O vidro é fundido na zona da junção através de 1 descarga elétrica ;
 A zona da emenda é protegida por uma manga termocontrátil
Execução de emendas de fusão
 Preparação da extremidade das fibras ópticas a fundir

Colocação da manga termocontrátil Retirar o revestimento primário da Limpar a extremidade da fibra ótica
para proteção da emenda a executar fibra ótica com roletador para expor com papel toalha umedecido com
o vidro álcool isopropílico a 99%

15

FIBER SERVICE TELECOM


MANUSEIO DE FIBRAS ÓPTICAS
Execução de Emendas de Fusão
Corte da extremidade das Fibra Ópticas a fundir

Colocação da extremidade da fibra Fixar a extremidade da fibra na Executar o corte


ótica a cortar na máquina de corte: posição correta

- Não sujar a extremidade da fibra


- Usar o sulco adequado ao diâmetro do revestimento primário da fibra
- Alinhar o Revestimento da fibra pela dimensão de corte pretendida
usando a escala de máquina.
Execução de Emendas de Fusão
 Colocação da extremidade das fibras ópticas a fundir na máquina de fusão

O revestimento deve encostar na A extremidade da fibra deve estar Fixar a fibra na posição correta
espera existente colocada no sulco e próxima dos com a patilha
elétrodos

a extremidade da fibra 2 deve estar Fixar a fibra na posição correta com a Fibras posicionadas pra executar a
próxima dos elétrodos sem sobrepor patilha emenda
à extremidade da fibra 1

 OTDR ( Refletor Óptico no Domínio do Tempo )


Ele emiti pulsos de luz de curta duração, entre 5 NS e 10 NS na fibra em teste. Após a emissão
do sinal óptico ele vai e volta trazendo resultados do parametro da fibra.

16

FIBER SERVICE TELECOM


MANUSEIO DE FIBRAS ÓPTICAS
Execução de Emendas de Fusão
Execução Da Fusão

Tela inicial
• Programa
selecionado Aproximação Ângulos de corte

Fusão por Aspecto final da fusão


Alinhamento arco elétrico Perda estimada

 Retração da manga de proteção da emenda

Posicionar a manga centrada com Posicionar a manga no forno Ligar o forno para retrair a manga
a emenda

Retirar a manga retraída do forno e


verificar visualmente a existência de
defeitos

17

FIBER SERVICE TELECOM


LIGAÇÃO E ENSAIO
Conectores Ópticos
São componentes passivos
Características básicas
- Flexibilidade da ligação;
- Acoplamento é feito por encosto topo-a-topo;
- Perdas de inserção e de reflexão baixas (0,3 a 0,5dB (par) / -55dB a -65dB);
- Estabilidade das características, face aos ciclos repetidos de conexão/desconexão;
- insensibilidade a fatores ambientais como a temperatura e poeira;
- Normalização;
- Custos baixos.

Cabos pré-conectorizados
- Cabos chicote (pigtails) 1 conector + 1 fibra
- Cabos cordão (patchcords) 2 conectores iguais
- Cabos adaptadores 2 conectores diferentes

Tipos de Conectores
Conector SC
- Perdas de inserção típicas ~ 0.3dB (par);
- Reflectância típica ~ -55 à -65 dB;
- Número de ciclos de conexão ~ 1000.

Código de Cores

Multimodo Monomodo PC Monomodo APC Adaptador

Tipos de Conectores FC
E2000

LC

Conector de encaixe Conector de encaixe Conector de encaixe


¨Ferrule¨ de cerâmica ¨Ferrule¨ de cerâmica ¨Ferrule¨ de cerâmica
Tampa de proteção Chave de encaixe Mini Conector
Fixação roscada

18

FIBER SERVICE TELECOM


LIGAÇÃO E ENSAIO
Conectores Ópticos
Conector de Campo SC/APC
+ Montagem Fácil;
+ Não necessita de Fusão;
+ Montagem em locais difíceis de utilização de
uma máquina de fusão;
+ Requere menos hardware uma vez que não
necessita de bandeja de fusão.

Acabamento da Face dos Conectores


Pc (Physical Contact) - UPC (Ultra Physical Contact) - APC (Angled Physical Contact)

Acabamento da face dos conectores

19

FIBER SERVICE TELECOM


LIGAÇÃO E ENSAIO
Conectores Ópticos
Cuidados na ligação com conectores
Nunca deverá ser ligado um conector PC ou APC

- Maior atenuação
- Pode provocar reflexões
- Pode danificar os conectores
Deverão ser utilizadas sempre as corretas adaptações PC com PC e APC com APC.

Limpeza de conectores
Sujeira ou dano na superfície de um conector óptico, contribuem para a degradação do
desempenho de um sistema de comunicação por fibra óptica
- Introduzem maiores perdas na interligação;
- Provocam aumento de perdas de reflexão;
- Podem provocar danos irreparáveis na superfície do conector.

Conectores em mau estado:

Conectores sujos Conector Riscado

20

FIBER SERVICE TELECOM


LIGAÇÃO E ENSAIO
Limpeza de Conectores
Materiais para Limpeza de conectores

Lenços de papel que não soltem apos Álcool Isopropílico a 99% Líquido de limpeza Cotonetes que não soltem apos

Lenços de papel que não soltem apos Ar comprimido seco e limpo Fita de limpeza Canetas de limpeza

Sempre efetuar limpeza dos conectores;


Os conectores e adaptadores devem ser limpos mesmo que:
- O patchcord seja desligado por breves momentos para realização de medidas;
- As medidas estejão OK;
- O patchcord seja novo

Os conectores devem ser limpos na instalação como na manutenção

Limpeza de conectores
Utilização de um Videoscope;
Visualização indireta da superfície do conector num ecrã através da utilização de
uma ponta de prova equipada com uma câmara de vídeo;
Possibilidade de inspeção de conectores encaixados nos módulos de armário;
Possibilidade de definição de parâmetros de qualidade para o estado da superfície
do conector.

21

FIBER SERVICE TELECOM


LIGAÇÃO E ENSAIO
Limpeza de Conectores
Procedimentos
Verifique se a fibra não está ativa.
Remova a proteção do conector.
Examine o conector.
Se o conector não estiver limpo, limpe suavemente o conector com 1 cotonete
ou com 1 toalhete (limpeza a seco)
Examine novamente e repita se necessário

Limpeza a seco
Com toalhete:
- Dobre um toalhete em 4 ou 8, tendo o cuidado de não contaminar a área que
vai limpar o conector;
- Execute levemente movimentos circulares com a ponta do conector a limpar
sobre o toalhete;
- Não reutilize um toalhete.
Com Cotonete
- Pressione levemente a ponta do cotonete sobre a face do conector;
- Execute suavemente movimentos circulares (6 à 12 movimentos) com o cotonete;
- Se necessário repita a operação com outro cotonete limpo;
- No caso de conectores APC alterne o sentido da rotação cada 1/4 de volta;
- Não reutilize um cotonete.

Limpeza Húmida
Com toalhete: Com Cotonete
- Dobre um toalhete em 4 ou 8, tendo o cuidado - Umedeça o cotonete (não deve ficar encharcado);
de não contaminar a área que vai limpar o conector; - Pressione levemente a ponta do cotonete sobre a
- Umedeça o toalhete com uma gota de álcool face do conector;
isopropílico a 99% ou liquido de Limpeza, de - Execute suavemente movimentos circulares com
modo a que parte do toalhete fique seca. o cotonete úmido;
- Execute levemente movimentos circulares com a - Repita a operação imediatamente a seguir com um
ponta do conector a limpar sobre a parte umedecida cotonete seco;
do toalhete. - No caso de conectores APC alterne o sentido da
- Repita imediatamente a seguir a operação na parte rotação cada 1/4 de volta;
Seca do toalhete. - não reutilize um cotonete.
- Não reutilize o toalhete

22

FIBER SERVICE TELECOM


LIGAÇÃO E ENSAIO
Limpeza de Conectores
Conectores em equipamentos
Verifique se o equipamento está desligado.
Remova a proteção do conector vulcanizado.
Depois de inspecionar o conector, caso esteja sujo proceda à sua limpeza.
O melhor método de limpar conectores em equipamento é a utilização de
caneta de limpeza.
Em alternativa utilize um cotonete limpo e seco pressione e rode suavemente
o cotonete na ponta do ferrolho do conector.
Se necessário fazer uma limpeza a úmido não deve ser utilizado muito líquido.
Deve secar rapidamente o álcool ou solvente restante, com um cotonete seco e
limpo.

Limpeza de Adaptadores
Procedimentos.
Remova a proteção do adaptador;
 Pressione e rode suavemente um cotonete limpo e seco para retirar o lixo.
Aplique um Spray de ar comprimido para terminar o processo de limpeza.
- Atire um pouco de spray para o ar, antes de iniciar o processo da limpeza.
- Não aplique o spray diretamente, faça um ângulo.
- O ar comprimido é bom para remover lixo, que não consegue ser limpo pelo
cotonete.

23

FIBER SERVICE TELECOM


DIVISORES DE POTÊNCIA ÓPTICA
Acopladores - Componentes Passivos
Dispositivos multiportas tipo:
- N x N ( N = 2,4 ) ou
- 1 x N ( N = 2, 4, 8, 16, 32 )
Permitem combinar ou separar sinais óticos bidirecionais;
As entradas internas não usadas são terminadas (elimina reflexões);
Utilizam apenas ótica pura, não dispondo de elementos ativos.

Tecnologias de Fabricação PLP - Planar Coupler


FBT - Fused Biconical Taper

Acopladores Ópticos - Componentes Passivos


Perdas de Inserção

24

FIBER SERVICE TELECOM


CONHECENDO REDES
Acessórios para Ancoragem (Encabeçamento) e Suspensão dos Cabos Ópticos

Cordoalha (mensageiro) de Arame de Espinar


Aço Galvanizado

Braçadeira Ajustável para Poste (BAP) tamanhos 1, 2, 3 e 4, fabricada em Aço ABNT 1010/1020

Braçadeira para Poste de Seção Circular (BPC) Suporte para BAP

25

FIBER SERVICE TELECOM


CONHECENDO REDES

Olhal Reto com rosca M12 Parafuso com cabeça Abaulada 12 x 35

Alça Pré-formada

Ancoragem do Cabo em poste de passagem

Grampo de Ancoragem Tipo


Conjunto Isolador Tipo Roldana para BAP Cunha (RATINHO)

26

FIBER SERVICE TELECOM


CONHECENDO REDES
Cabos de Fibra Óptica
Designação dos cabos segundo a ABNT.
Cabos Óptico internos e Cabos ópticos de Terminação.
a. CFOT: Cabo de Fibra Óptica de Terminação
- Cabo de uso interno e externo

CFOI: Cabo de Fibra Óptica Interno


- Cabo de uso interno e para interligação de equipamentos.

b. X: Tipo de fibra.
- SM: Fibras monomodo (Singlemodo);
- MM: Fibras multímodo (Multimode);
- DS: Fibra de Dispersão Deslocada (Dispersion Shifted);
- NZD: Fibras Monomodo de Dispersão Deslocada Não nula (Non Zero Dispersion)

c. Y: Formação do núcleo
- EO: Cabo Óptico constituído por elementos ópticos (Fibra óptica com revestimento
primário em acrilato e com revestimento secundário em material termoplástico);

-MF: Cabo óptico constituído por cordões monofibras

- UB: Cabo óptico constituído por cordões monofibras

d. Z: Número de fibras ópticas (2, 4, 6, 8, 10, 12,...)

e. W: Grau de proteção do cabo quanto ao comportamento frente à chama.


A Retardância à chama está relacionada ao tempo que uma chama deve se extinguir
depois de retirada a fonte de calor que estava queimando um cabo.

- COG: Cabo Óptico de uso Geral


São cabos indicados para aplicação vertical em tubulações com muita ocupação,
em locais sem fluxo de ar forçado, em instalações em um mesmo ambiente ou em
locais com condições de propagação de fogo similares a estas.

- COP: Cabo Óptico ¨plenum¨


São cabos com propagação limitada do fogo e uma baixa produção de fumaça.

- COR: Cabo óptico ¨riser¨


Baixa propagação de chama na vertical sendo especialmente indicado para
Cabeamento backbone.

27

FIBER SERVICE TELECOM


CONHECENDO REDES
Cabos de Fibra Óptica

28

FIBER SERVICE TELECOM


CONHECENDO REDES
Cabos de Fibra Óptica
- LSZH: Low Smoke Zero Halogene
LS (Low Smoke): Baixa emissão de fumaça quando o cabo pega fogo
ZH (Zero) Halogen: O material não contém halógenos e não emite fumaça toxica
ou corrosiva ao pegar fogo;
O termo ¨livre de halogênio¨significa que o cabo não contem os seguintes
halógenos:
Flúor (F), Cloro (Cl), Bromo (Br), Iodo (I) e Astatínio (At).

Cabos Ópticos aéreos: CFOA-X-ASV-Y Z F W K

a. CFOA: Cabo de fibra óptica com revestimento de acrilato.

b. X: tipo de fibra (SM, MM, NZD)

c. AS: auto-sustentado

d. Vão Máximo - (80, 120, 200 m)

e. Y: tipo do núcleo
- S (núcleo seco)
- G (núcleo geleado)
- RA (aplicação Rural e Assinante)

f. Z: Número de fibras ópticas (2, 4, 6, 8, 10, 12,...)

g. K: tipo de revestimento
- RC: a capa do cabo é de material retardante a chama;
- LSZH: a capa do cabo é de material LSZH.
Classificação NEC quanto ao nível de segurança contra incêndio:
a. O Código internacional NEC (National Electrical Code), desenvolvido pelo NFPA
National Fire Protection Association) dos Estados Unidos, classifica os cabos da
seguinte maneira:
Código do Cabo Aplicação
OFC
Contém elementos de tração metálicos
Optical Fiber conductive
OFN Não contém elementos metálicos, mas apenas
Optical Fiber nonconductive materiais dielétricos
OFNR
Não contém elementos metálicos e é do tipo Riser
Optical Fiber nonconductive riser
OFNP
Não contém elementos metálicos e é do tipo Plenium
Optical Fiber nonconductive plenum

29

FIBER SERVICE TELECOM


CONHECENDO REDES
Cabos de Fibra Óptica
Outros tipos de Cabo:
a. Cabos com Proteção contra Roedores: são utilizados em instalações diretamente enterradas
ou em dutos, e são envoltos por uma fita de aço para proteção contra ataque de roedores.

b. Cabos Auto sustentados: são cabos que possuem um elemento interno chamado de Cabo
de Aço mensageiro, que serve para dar mais rigidez, evitando os movimentos impostos pela
ação dos ventos.

c. Cabos do tipo OPGW (Optical Ground Wire): cabo para-raio formado com fios de aço
e/ou liga de aço-alumínio, com núcleo composto com fibra ópticas.

Código de Cores
As fibras ópticas dos cabos ópticos seguem uma ordem numéricas de códigos de cores de
acordo com o fabricante.

Identificação das fibras e dos grupos


Devemos sempre seguir o sentido horário dos tubos looses que só tem duas cores
nos tubos verde e amarelo e as outras brancas.
O cabo de fibra óptica ele é dividido em grupos pelos tubos looser podendo ter um
único tubo ou até 24 tubos looses.

30

FIBER SERVICE TELECOM


CONHECENDO REDES

Código de Cores
NORMA ABNT BRASIL FTTH

PADRÃO TIA/IA-598 NORMAS DE CÓDIGOS INTERNACIONAL.

CÓDIGO OI MANUTENÇÃO DE REDE

2787-1343 / 8819-7870
FACEBOOK: Fiber service telecom

31

FIBER SERVICE TELECOM


REDES EXTERNAS

Caixa Azul Tim,


Suporte Dielétrico Caixa Verde Embratel

Caixa Vermelha ou Marrom Caixa Cinza Oi


NQT (Ampla)

CDOE Qualquer empresa


OBS.:
Deverá sempre ficar atento as cores da CEO na rede, cada empresa utiliza uma cor
especificada para identificar sua rede. ATENÇÂO na CEO preta verificar identificação das
plaquetas que poderá ter o nome da empresa e a rota dos cabos e os números.
32

FIBER SERVICE TELECOM


CONHECENDO REDES
Equipamentos de Redes Externas.
CEO Caixa de Emenda Ópticas (splitada):

CEO Raychem: Utiliza maçarico ou soprador térmico para usar na manta oval e nas de derivação.

CEO PLP: Montagem fácil, não utiliza ferramentas especiais.

33

FIBER SERVICE TELECOM


EQUIPAMENTO DE REDE
Equipamentos de Redes Internos
RACK:

Rack U com
MULTIPLEXADORES e PLACAS ASGA

DIO PARA RACK:

SWITCH:

OLT GPOM E MODULADOR:

34

FIBER SERVICE TELECOM


EQUIPAMENTO DE REDE
Equipamentos de Redes Internos
MOLDEM:

PLACA DE FIBRA ÓPTICA E CONVERSOR:

Caixa de Emenda Óptica Interna de Assinantes (CDOIA):

35

FIBER SERVICE TELECOM


EQUIPAMENTO DE REDE
Equipamentos de Redes Internos
Caixa de Emenda Óptica Externa (CDOE):

Terminal Óptico de assinantes (TOA)

Caixa Distribuidora Óptica Interna (CDOI):

36

FIBER SERVICE TELECOM


REDE FTTH
Equipamentos de Rede
GPON
Normalização do GEPON:

BPON, GPON, EPON, XGPON

GPON

G.984.1- Caraterísticas Gerais


Tecnologia passiva entre a atual estação de telecomunicações e as
instalações do cliente;
Grande largura de banda
Terminador de linha ótica do lado da estação
- OLT: Optical Line Termination
Terminador de linha ótica na ponta da rede
- ONU: Optical Network Unit
- ONT: Optical Network Termination (dependências do cliente)
Entre os extremos da rede
Equipamento
- Fibra óptica Ativo
- Divisores de potência ótica – Splitters

OLT GPON
37

FIBER SERVICE TELECOM


REDE FTTH
Equipamentos de Rede
FTTH
Significa fibra para o lar e uma tecnologia de interligação de residências através
de fibra ópticas para o fornecimento de serviços de TV digital com IPTV, Internet
e telefonia podendo chegar a mais de 300 MB.
O FTTH se Divide em dois projetos:
PON: Rede passiva óptica, uma rede óptica

PONTO: Multiponto que viabiliza o compartilhamento de uma única fibra óptica


em diversos pontos finais. Não existe elementos ativos entre o equipamento do
provedor de acesso OLT e o ONT instalado junto ao equipamento de aplicação do
usuário.
Uma rede PON consiste de equipamentos OLT (Optical Ling Terminal)
localizados nas estações chamada de sala GEPON. O sinal óptico é transmitido
pela OLT por uma única fibra, e nessa fibra são feita derivações, através do
de divisores ópticos passivos (POS) para conecta-la na ONT.

GPON

OTDR

38

FIBER SERVICE TELECOM


EQUIPAMENTO DE REDE
G.984.2- Camada Física (PMD)
O OLT pode possuir várias portas óticas
Cada porta pode atender até 64 clientes (ONT's)
- Divisão de potência através do uso de splitters
Valor final de divisão obtido - combinação dois ou mais splitters
em cascata

G.984.2- Camada física (PMD)


Taxas
- Taxa no sentido descendente até 2,5 Gb/s
- Taxa no sentido ascendente até 2,5 Gb/s (Na prática 1,25 Gb/s)
- Máximo de 64 utilizadores por porta
- Uso de apenas uma fibra por cliente (WDM)

3 + 2 classes de PON's
- Classe A: Atenuação de 5 dB a 20 dB
- Classe B: Atenuação de 10 dB a 25 dB
- Classe B+: Atenuação de 13 dB a 28 dB (anexo 1, 2006)
- Classe C: Atenuação de 15 dB a 30 dB
- Classe C+: Atenuação de 17 dB a 32 dB (anexo2, 2008)

Máxima distância entre OLT e ONT ou ONU – 60 km


(na prática é muito inferior)

Diferença máxima entre o ONT mais próximo e o mais distante – 20 km


Alocação de comprimentos de onda - Caso típico
Sentido descendente (da estação para o cliente)
- 1490nm, 1550nm

Sentido ascendente (do cliente para a estação)


- 1310nm

39

FIBER SERVICE TELECOM


EQUIPAMENTO DE REDE
Alocação de comprimentos de onda - Caso típico
Sentido descendente
1490nm:
- saída da OLT (equipamento GPON de estação)
Sinal digital (IPTV, Voip, acesso internet, VoD)
Taxa agregado : 2,5Gb/s

1550nm:
- saída do equipamento RF (na figura V-OLT)
RFoPON : Sinal analógico (sinal RF que transporta
vários canais de video analógico)

Sentido ascendente
1310nm:
- saída da ONT
Sinal digital (VoIP, canal de retorno (IPTV, acesso internet, VoD)
Taxa agregado : 1,2Gb/s

G.984.3 : Camada TC
Downstream: TDM – Time Division Multiplexing
- Modo continuo de operação
- O tráfego enviado é recebido por todos os ONTs
- Proteção de dados através do AES (Advance Encryption Standard)
- A transmissão no sentido downstream é realizada pelo OLT estando o
laser permanentemente ligado com nível ótico constante numa gama
entre 1,5 e 5 dBm @1490nm

G.984.3 : Camada TC
Define as especificações do GTC (GPON Transmission Convergence).
O GTC é responsável pela correta implementação do data flow process
na camada física e questões como estrutura da frame, função de encripção
de pacotes, mecanismo de ranging …
- 1490nm, 1550nm
40

FIBER SERVICE TELECOM