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Anamnese

Anamnese é o termo psicológico que representa a conversa que o médico deve ter com o
paciente durante a consulta. E é o mesmo termo utilizado no Ministério de Cura para
identificar tudo o que a pessoa nos fala no primeiro momento do atendimento.

Na realidade é mais um monólogo, pois o ministro de cura deve saber escutar, muito mais do
que falar.

Para esse momento, deve-se criar um clima de profunda sinceridade, mas lembrar que a
anamnese não é uma confissão.

O ministro de cura deve, com muita sabedoria, provocar a anamnese, e deve dirigi-la com
precisão e paciência, tocando nos pontos fundamentais de maneira objetiva.

Vários elementos são descobertos na anamnese, mas não dão a certeza dos fatos. Toda pessoa
é um universo de coisas, de problemas de hereditariedade, de espiritualidade, est. E uma
simples dedução intelectual não é suficiente para detectar a causa do problema (Evitar as
"achologias").

Por isso, é necessário em todo o processo está em constante união com o Espírito Santo e com
os seus dons, principalmente a "Palavra de Sabedoria" e a "Palavra de Ciência", o dom das
línguas, profecia, fé e discernimento dos espíritos.

Direcionamento da Anamnese:

1. Práticas ocultas (Pessoal e Familiar)

2. Experiências com alienação do psiquismo (drogas, alcoolismo, fortes medicações,


superdoses).

3. Depravações sexuais de qualquer espécie (homossexualismo, masturbação,


lesbianismo, etc.)

4. Problemas afetivos – família, namoro, matrimônio, com autoridades, carências


afetivas em geral, etc.
Vícios e Tentações do Ministro de Aconselhamento e Oração

A dinâmica do atendimento no Ministério de Cura pode nos levar a cometer muitos deslizes, que comumente
chamamos de vícios, os quais uma vez alertos poderemos evitá-los. Alguns vícios:

a) Interrupções desnecessárias;
b) Sermões;
c) Pregações;
d) Suspiros;
e) Demonstrar preocupação com o tempo, ou inquietação;
f) Falar da própria vida;
g) Sentar-se com posturas mal educadas;
h) Envolver-se emocionalmente com o problema do outro de forma exagerada, tomando-o para si;
i) Assumir ar de superioridade;
j) Menosprezar ou supervalorizar o problema;

Conscientes destas fraquezas, precisamos estar vigilantes nestas vivências de acolhida ao irmão, pois estas atitudes
não propiciarão abertura do irmão ao acolher Jesus como seu Salvador.

A caminhada do Ministro de Cura requer frequentes revisões de sua maneira de se portar, em face das tentações a
que estar exposto. Daí, porque o atendimento jamais deveria ser feito por um único Ministro; não só pelo fato de
viver a palavra, que nos garante que “quando dois ou mais estiverem reunidos em meu nome, Eu estarei no meio
deles", portanto certos da presença de Jesus, como ainda para confirmação da oração carismática e também para
ficarmos sob o olhar fraterno do irmão, que também pode identificar nossas falhas.