Exercícios de Números Complexos e Polinômios
Exercícios de Números Complexos e Polinômios
x 2 y
4 x 4 5x 2 6 0 y 2 5 y 6 0
x y 2
5 1 x 2 2i
2
(5) (5) 2 4(1)(6) 5 25 24 5 1 2 x 2 2i
c) y y
2(1) 2 2 5 1 x 3 3i
2 3
x 3 3i
V 3i, 3i, 2i, 2i
2. Qual o valor de m para que o produto (2 mi).(3 i) , seja um imaginário puro?
Solução. Para que um número complexo seja imaginário puro, a parte real deve ser nula.
Desenvolvendo, temos:
Re( z ) (6 m)
z (2 mi).(3 i ) 6 2i 3mi mi 2 6 (2 3m)i m (6 m) (2 3m)i
Im( z ) (2 3m)
Re( z ) 0 (6 m) 0 m 6
3. Dado z (m 2) (m 2 16)i , determine m real de modo que z seja um número real não nulo.
Solução. Para que um número complexo seja real, a parte imaginária deve ser nula. Temos:
Re( z ) (m 2) 0 m 4
z (m 2) (m 2 16)i
Im( z ) (m 16) 0 (m 4).(m 4) 0 m 4
2
4. Observe o gráfico e escreva a forma algébrica dos números representados no plano Argand-Gauss e
seus respectivos conjugados e módulos.
A = 3i A – 3i A 0 2 (3) 2 9 3
B = 3 + 2i B 3 – 2i B 32 2 2 9 4 13
C = – 2i C 2i C 0 2 (2) 2 4 2
D = – 4 – 3i D – 4 + 3i
D (4) 2 (3) 2 16 9 25 5
1 1
m 0 m
1
m n 1 i 0 3i
2
2 2
n2
2 n 2 1 3 n 2 4
n 2
a) z1 z 2 z 3 4 3i 1 5i 4 7i 4 1 4 3i 5i 7i 1 5i
z1 z 2 3 2i 3 2i 3 12i 9 36i 6i 24 33 30 33 30
e) . i i
z 2 z 3 3 12i 3 12i 3 12i 9 144 153 153 153 153
7. (FEI-SP) Se a soma dos valores complexos z 2 z 3 z 4 z é 320 + 28i ( z é conjugado de z), então:
( ) z = 10 – 2i ( ) z = 10 + 2i ( X ) z = 32 – 14i ( ) z = 32 – 2i ( )z=2+
14i
z a bi
z 2 z 3 z 4 z 4 z 6 z 4(a bi) 6(a bi) 4a 4bi 6a 6bi 10 a 2bi
z a bi
10 a 320 a 32
10 a 2bi 320 28i z 32 14i
2b 28 b 14
1 2i
8. (UFBA) Sendo (2 i )x (4 3i ) y , calcule (2xy), com x, y IR .
i
Solução. Desenvolvendo a expressão do lado direito e eliminando a unidade do denominador,
temos:
1 2i i i2
(2 i ) x 4 y 3 yi . 2 x xi 4 y 3 yi 2 x 4 y xi 3 yi i 2 0
i i 1
2 x 4 y 2 2 x 4 y 2
(2 x 4 y 2) ( x 3 y 1)i 0 2y 4 y 2
x 3 y 1 (2) 2 x 6 y 2
10
2 x 4(2) 2 2 x 2 8 x 5
2
Logo, 2 xy (2.2.5) 20
xi
9. (UFBA) Existe um número real x tal que z é um número imaginário puro. Determine o
1 3i
simétrico de x.
Solução. Escrevendo a forma algébrica de “z” e igualando a parte real a zero, temos:
xi x i 1 3i x 3xi i 3i 2 x 3 3x 1
z . i x3
1 3i 1 3i 1 3i 12 3 2 10 10 0 x 3 Simétrico(3) 3
Re( z ) 0 10
11. (UF-AL) Seja o número complexo z i101 i102 i103 i104 i105 i106 . Calculando-se z 2 , obtém-
se:
( X ) – 2i ( ) 2i ( )–1+i ( ) 2 – 2i ( ) – 6 + 6i
Solução. Substituindo as potências de “i” pelos respectivos restos pela divisão por 4, temos:
z a bi
z 2 z ( 1) z (a bi) 2 (a bi) ( 1)(a bi)
z a bi
a) a 2 b 2 2abi a bi a bi a bi a 2 b 2 2a a (2ab b)i 0
a 2 b 2 2a a 0
b 0
2ab b 0 b(2a 1) 0 a 1
2
a 0
i) b 0 a 2 2a a 0 a(a 2 1) 0
a 2 1
2
1 1 1 1 1 1 3 3
a b 2 2 0 b 2 0 b 2 0 b 2
2 2 2 2 4 2 4 4
ii)
3
b
4
3 3
Para que as raízes sejam distintas, o radicando deve ser maior que zero. Logo, 0
4 4
a 0 z 0
b0 1
a 2(0) 1 1 z 2 1
b) Se 0 , temos: 3 1 3
b z3 i
1 3 3 2 2 2
a b b 0
2 4 4 b 3 z 1 3 i
2 4 2 2
z 2 2 3 4 12 16 4
2 2
z 4cos 300º isen300º
sen b 2 3 3 .
5
z 4 2 ou
300º
a 2 1 3 z 4 cos 5 isen 5
cos 3 3
z 4 2
2
z 3 1 3 1 4 1
2
2 2 4 4 4
a) 1 z cos 150º isen150º .
b 2 1 ou
sen
z 1 2 5 5 5
150º z cos isen
3 6
6 6
a 2 3
cos
z 1 2
z 6 2
2 2
62 8 2 2
z 2 2 cos 210º isen210º
b 2 1
b) sen
ou .
z 2 2 2 7
210º 7 7
a 6 3 6 z 2 2 cos isen
cos 6 6
z 2 2 2
z 0 2 4 2 16 4
z 4cos 270º isen270º
c) b 4 .
sen 1
z 4 3 ou
270º
cos a 0
0 2 z 4 cos 3 isen 3
z 4 2 2
z 32 02 9 3
z 3cos180º isen180º
d) sen 0
b 0
.
z 3 ou
180º z 3cos isen
cos a 3 1
z 3
b) z 2cis 2cos isen 2 1 i.0 2 .
2 2
a) z cis cos isen i .
4 4 4 2 2
c) z 10cis 7 10 cos 7 isen 7 10 3 i 1 5 3 5i .
6 6 6 2 2
4. Ache o conjugado de z 34 sendo z cos isen .
8 8
Solução. Aplicando a fórmula de Moivre, temos:
z cos 8 isen 8
34 34
z 34 cos34. isen34. cos isen
8
34
z 34 cos isen 8 8 8
8 8
34 32 2 .
OBS :
8 8 8 4
2 2 2 2 2 2
z 34 cos isen i z 34 i i
4 4 2 2 2 2 2 2
2 5 2i
5. Se z , determine, na forma algébrica, z 13 .
6 4i
Solução. Expressando “z” na forma (a + bi) e calculando a potência, temos:
2 5 2i 2 5 2i 6 4i 6 2 4 2i 30 2i 20 2i 2 26 2 26 2i 2 2
z . i
6 4i 6 4i 6 4i 6 4i
2 2
52 2 2
2
2 2 2 2 2 2 2 2 2(2) 2
z
2
i 2 i i i i .
2 2 4 2 2 4 4 4 4
6 2 2 2 2 2 2
6
z 13 z 2 z i i i . i
4 2
i (1)( 1) i
2
2
i
2 2 2 2 2 2 2 2
1 i
6. (UERJ) Considere o seguinte número complexo: z . Ao escrever z na forma
1 i 3
trigonométrica, os valores do módulo e do argumento serão respectivamente:
1
cos 2
1
i) 7 . ii) cos 2 .
1 i (1)2 ( 1)2 2 1 i 3 (1) ( 3 ) 1 3 2
2 2
sen 1 4 sen 3 3
2 2
7 7
2. cos isen
1 i 4 4 2 7 7
z . cos isen
1 i 3 2 4 3 4 3
Logo, 2. cos isen .
3 3
2
z
2 17 17 2
z . cos isen
2 12 12 17
Arg( z)
12
m 6i
7. Calcule m de modo que a imagem do número z esteja na bissetriz dos quadrantes ímpares.
2i
Solução. Para que a condição ocorra, o complexo z = a + bi é tal que a = b.
m 6i m 6i 2 i 2m mi 12i 6i 2 2m 6 m 12
z . i 2m 6 m 12 m 18 .
2i 2 i 2 i 4 1 5 5
8. (CESGRANRIO) Seja w a bi um complexo onde a > 0 e b > 0. Seja w o seu conjugado. Qual a
área do quadrilátero de vértices w , w , w e w ?
x1 y2 1
1
A . x2 y2 1 , onde P(x1, y1), Q(x2, y2) e R(x3, y3) são
2
x3 y3 1
os vértices do triângulo.
No caso do exercício temos os pontos:
3 5 8
Logo, a área será A 4.
2 2 2
10. Um triângulo eqüilátero ABC está inscrito em uma circunferência com centro na origem do plano
complexo. O vértice A é o afixo do complexo 3 i . Determine as coordenadas dos pontos B e C.
a) 2 4 5 b) 4 2 5 c) 5 4 2 d) 4 5 2 e) 5 2 5
x 0 x1 0
x 2x 5 x 0 x x 2x 5 0 2
3 2 2
2 4 20 2 16 2 4i raízes : x 2 1 2i
x 2x 5 0 x x 1 2i
2 2 2 3
.
AB 1 2i 12 2 2 5
AC 1 2i 1 2 5 Perímetro 4 2 5
2 2 .
BC 1 2i 1 2i 4i 4
7
13. Se o módulo de um complexo é igual a 2 e seu argumento, , a expressão algébrica deste
4
número é:
a) 1 i b) 2i c) i d) 1 i e) 1 i
Solução. Temos: z 2 cos 7 isen 7 2 2 2 1 i .
4 4 2 2
14. Na figura P é o afixo do número complexo z. Se o ângulo assinalado mede rad , escreva z na
6
forma trigonométrica e na forma algébrica.
Solução. O ângulo em graus mede 30º. Logo o arco medido no sentido positivo é
5
de 300º ou rad . A circunferência possui raio 2, logo o módulo de P vale 2.
6
Temos:
5 5 1 3
i)Trigonométrica : z 2 cos isen ; ii)A lg ébrica : z 2 i 1 3i
3 3 2
2
15. Dados z1 4.cos 30º isen30 º , z 2 3.cos 120 º isen120 º e z 3 2.cos 270 º isen 270 º números
complexos, escreva na forma trigonométrica os resultados das operações:
c) z 2 d) z 3
z 5 8
a) z1 .z 2 b) 1
z3
Solução. Aplicando as operações usuais e a fórmula de Moivre, temos:
z 2 3cos120 º isen120 º
z 2 243cos5 120 º isen 5 120 º
5
c) z 2 3 cos120 º isen120 º
5 5 5
.
z 2 243cos600 º isen 600 º 243cos240 º isen 240 º
5
16. (FGV) Três números complexos estão representados no plano de Argand-Gauss por três pontos que
dividem uma circunferência de centro na origem (0,0) em partes iguais. Um desses números é igual a 1.
Determine os outros dois números, faça um esboço da circunferência e calcule a área do triângulo cujos
vértices são os três pontos.
Solução. O módulo do complexo será o raio da circunferência que vale 1. O triângulo eqüilátero
divide a circunferência em três arcos congruentes. Logo, cada afixo está distante do outro
2
consecutivo de 120º ou .
3
z1 1 z 12 0 2 1
0 2 2
sen1 1
2 0 3 3
1 0
cos 1 2 2 4 .
1
1
3
3 3 3
2 2 1 3
z 2 z 2 1 cos isen ,
3 3 2 2
4 4 1 3
z 3 z 2 1 cos 3 isen 3 2 , 2
3 1
17. (VUNESP) Considere o complexo u i , onde i 1 . Encontre o número complexo v
2 2
cujo módulo é igual a 2 e cujo argumento é o triplo do argumento principal de u.
2
3 2
u
3 1
i u 1 3 1
1
2 2 2
2 4 4
1
1 . R: v 2 cos isen 2i
2
sen u 2 2
1 2 v 3 6 2
u
3 6 v 2
3
cos u 2
1 2
0
sen 0
z 1 z 1 0 1 1 0 z cos0 2k isen0 2k; k Z
2 2
cos 1
1
1
w 3 z w k z 1/ 3
cos0 2k isen0 2k cos
1/ 3 0 2k isen 0 2k
3 3
.
w 0 cos
0 2(0) isen 0 2(0) cos 0 isen 0 1
3
3 3 3
w 1 cos
0 2(1) isen 0 2(1) cos 2 isen 2 1 3 i
3
3 3 3 2 2
w 2 cos
0 2(2) isen 0 2(2) cos 4 isen 4 1 3 i
3
3 3 3 2 2
1 3 1 3
R : 1, i , i
2 2 2 2
19. Determine as raízes quadradas de z 2 2 3i
Solução. Escrevendo z 2 2 3i na forma trigonométrica e aplicando a radiciação, temos:
22 2
2
z 2 2 3i z 3 4 12 16 4
2 3 3
sen
4 2 5 z 4 cos 5 2k isen 5 2k ; k Z
cos 2 1 3 3 3
4 2
1/ 2 .
5 6k 5 6k 5 6k 5 6k
w z wk z
2 1/ 2
4 1/ 2
cos isen 4 cos isen
3 3 6 6
5 6(0) 5 6(0) 5 5 3 1
w 0 2cos isen 2cos isen 2 isen 3 i
6 6 6 6 2 2
0
sen 0
0 z 81cos0 2k isen0 2k; k Z
81
z 81 z 81
cos 81 1
81
w 4 z w k z 1/ 4 81 cos0 2k isen0 2k 3 cos
1/ 4 1/ 4 0 2k isen 0 2k
4 4
w 0 3 cos
0 2(0) isen 0 2(0) 3cos 0 isen 0 3
4
4 4 4
w 1 3 cos
0 2(1) isen 0 2(1) 3cos isen 30 1i 3i .
2
4 4 2
w 2 3 cos
0 2(2) isen 0 2(2) 3cos isen 3 1 0i 3
4 4
w 3 3 cos
0 2(3) isen 0 2(3) 3cos 3 isen 3 30 0i 3i
2
4 4 2
R : 3,3,3i,3i
21. Uma das raízes cúbicas de um número complexo z é w0 2 cos isen .
6 6
a) Determine, na forma algébrica, as outras raízes cúbicas de z. Resposta: 3 i ,2i
b) Escreva z na forma algébrica. Resposta: z = (– 2i)3 = 8i.
0
sen 16 0
z 16 z 16 0 z 16cos0 2k isen0 2k; k Z
cos 16 1
16
w 4 z w k z 1 / 4 16 cos0 2k isen0 2k 2cos
1/ 4 1/ 4 0 2k isen 0 2k
4 4
w 0 2cos
0 2(0) isen 0 2(0) 2cos 0 isen 0 2
4
4 4 4
w 1 2cos
0 2(1) isen 0 2(1) 2cos isen 20 1i 2i .
2
4 4 2
w 2 2cos
0 2(2) isen 0 2(2) 2cos isen 2 1 0i 2
4 4
w 3 2cos
0 2(3) isen 0 2(3) 2cos 3 isen 3 20 0i 2i
2
4 4 2
R : 2,2,2i,2i
2 2
A 4 8.
2
cos 1
1
1
w 6 z w k z1/ 6
cos 2k isen 2k cos
1/ 6 2k isen 2k
6 6
w 0 cos
2(0) isen 2(0) cos isen 3 1 i
6
6 6 6 2 2
w 1 cos
2(1) isen 2(1) cos isen i
2
6 6 2
w 2 cos
2(2) isen 2(2) cos 5 isen 5 3 1 i
6
6 6 6 2 2
w 3 cos
2(3) isen 2(3) cos 7 isen 7 3 1 i
6
6 6 6 2 2
w 4 cos
2( 4) isen 2( 4) cos 3 isen 3 i
2
6 6 2
w 5 cos
2(5) isen 2(5) 11 11 3 1
cos 6 isen 6 2 2 i
6 6 .
3 1 3 1 3 1 3 1
R : i , i , i , i , i,i
2 2 2 2 2 2 2 2
n
2 2
24. Qual o menor valor natural de n, n 0 , para que i seja um número real?
2 2
Solução. Escrevendo o complexo na forma trigonométrica, temos:
2 2
2 2 2 2 1 1
z i z
1
2 2 2 2 2 2
2
sen
2 3 z cos 3 isen 3 ; k Z .
cos 2 4 4 4
2
n
3 3 n.3 n.3 n.3 n.3
z cos isen cos
n
isen z real sen
n
0 k
4 4 4 4 4 4
4k 4k
n N
3 3
Para que “n” seja natural, (4k) deve ser o menor múltiplo de 3. Logo, (4k) = 12. O menor valor é
n = 4.
1
sen
2
z 2cos isen ; k Z .
cos 3 6 6 6
2
n
n n n n
z n 2cos isen 2n cos isen z nreal sen 0 k
6
6 6
6 6 6
n 6k N
Para k = 1, n = 6. Mas a parte real seria cos 1 0 . Logo, k = 2 e o menor “n” é 12.
D 15a 2 b 20 ab 2 30 a 2 b 2
15a 2 b 20 ab 2 30 a 2 b 2 5ab(3a 4b 6ab)
d 5ab
Logo : Q 3a 4b 6ab
2. Sabendo-se que o número complexo z = 1 + i é raiz do polinômio P(x) = 2x4 + 2x2 + x + a, calcule o
valor de a.
Solução. Se z = 1 + i é raiz de P(x), então P(1 + i) = 0. Substituindo, vem:
(1 i ) 2 1 2i i 2 1 2i 1 2i
OBS :
(1 i ) 4 (1 i ) 2 2i 2 4i 2 4
2
Q( x) x x 6
2
r ( x) 14 x 15 resto
4. Dividindo (x3 − 4x2 + 7x − 3) por um certo P(x), obtém-se o quociente (x − 1) e resto (2x − 1).
Determine P(x).
Solução. Identificando P(x) como o divisor e aplicando na expressão da divisão entre polinômios,
vem:
D( x) P( x).Q( x) r ( x) x 3 4 x 2 7 x 3 P( x).( x 1) (2 x 1)
x 3 4 x 2 7 x 3 P( x).x 1 (2 x 1) x 3 4 x 2 7 x 3 2 x 1 P( x).x 1
P( x) x 3 4 x 2 5 x 2 x 1
Dividindo encontra-se P( x) x 3x 2 .
2
5. Determinar m, n e p de modo que P(x) = px4 + (n – p – 1)x2 + (2m – n – p)x seja um polinômio
nulo.
Solução. Para que o polinômio seja nulo, todos os coeficientes e o termo independente devem ser
nulos:
p 0 n 1 0 n 1
P( x) px 4 (n p 1) x 2 (2m n p) x
n p 1 0 1
P( x) 0 polinômio(nulo) 2m n p 0 2m (1) 0 0 m 2
1
m
2
Logo : n 1
p 0
x i
P( x) ( x 2 1)( x 1)( x 1)
( x 2 1)( x 1)( x 1) 0 x 1 0 x 1
P( x) 0 x 1 0 x 1
reais : {1,1} total 2
Raízes :
complexas : {i,1}
P( x) 2 x 3 ax b
P(2) 2(2) 3 a(2) b 2a b 16 12 b 10
2b 20
P(2) 2(2) 3 a(2) b 2a b 16 8 2a 4 10 a 7
Logo : P( x) 2 x 3 7 x 10 P(1) 2(1) 3 7(1) 10 2 7 10 5
8. (Mack) Calcule m para que o polinômio P(x) = (m – 4)x3 + (m2 – 16)x2 + (m + 4)x + 4 seja de grau
2.
Solução. Para que o polinômio seja de grau 2, o coeficiente do termo de maior grau deverá ser
diferente de zero e o expoente da variável deste termo deverá ser igual a 2.
m 4 0 m 4
P( x) (m 4) x 3 (m 2 16) x 2 (m 4) x 4
2 m 4
grP ( x ) 2 m 16 0
m 4
Pelas condições encontradas, não há valor possível de “m” que permita que P(x) possua grau 2.
9. (UFRS) Se P(x) é um polinômio de grau 5, então, calcule o grau de [P(x)]3+ [P(x)]2 + 2P(x).
Solução. Lembrando que elevar uma potência a outra representa o produto delas, temos:
grP( x)3 3 5 15
grP( x) 5
grP( x) 2 5 10
2
P( x) P( x) 2 P( x) grP( x) 5
3 2
gr P( x) P( x) 2 P( x) maior grP( x) ; grP( x) ; grP( x) 15
3 2 3 2
10. Sejam os polinômios A(x) = x3 – x2 + x – 1 e B(x) = -3x2 + x + 2, Calcule:
1
a) A B 1 b) A0 B1
2
Solução. Calculando o valor numérico em cada caso, temos:
1 1 3 1 2 1 1 1 1 1 2 4 8 5
A 1 1
2 2 2 2 8 4 2 8 8
a) B 1 3 1 1 2 3 1 2 2
2
1 5 16 11
A B 1 (2)
5
2 8 8 8
P( x) mx 2 nx p . x 1 mx 3 mx 2 nx 2 nx px 1 mx 3 (m n) x 2 (n p ) x p
P( x) 2 x 3 3 x 2 2 x 3
m 2 m 2
m n 3 2 n 3 n 1
n p 2 1 p 2 p 3
12. Considere os polinômios A(x) = x2 – 3x + 1, B(x)=(x + 4).(2 – 5x) e C(x) = mx2 + (n + 4)x – 2p.
Determine m,n,p de modo que A(x) + B(x) = C(x).
A( x) x 2 3x 1
B( x) ( x 4).(2 5 x) 5 x 18 x 8 A( x) B( x) 4 x 21x 9
2 2
C ( x) mx 2 (n 4) x 2 p
m 4
A( x) B( x) C ( x) n 4 21 n 25
9
2 p 9 p
2
13. Determine o valor de m para que o polinômio M(x) = (m2 – m – 30)x3 – (5 + m)x2 + 2x – 3 tenha
grau 1.
Solução. Para que a condição seja satisfeita, os coeficientes de graus 3 e 2 devem ser nulos. O
coeficiente de grau 1 já é diferente de zero.
2 m 6
m m 30 0 (m 6)( m 5) 0
m 5 . Logo, o valor m = – 5 anula os termos de grau 2 e 3.
5 m 0 m 5
14. (UnB) Seja f(x) = ax5 + bx3 + cx + 10. Calcule f(–2) sabendo que f(2) = 2.
Solução. Substituindo os valores, temos:
f (2) (8) 10 18
15. Determinar o polinômio f(x) do segundo grau tal que f(1) = f(– 2) = 9 e f(– 1) = 1
Solução. Um polinômio do 2º grau é da forma f(x) = ax2 + bx + c. Substituindo os valores
indicados, temos:
Solução. Pelo teorema do resto, f(3) = 5 e f(– 1) = 2. O resto da divisão de f(x) por (x – 3).(x + 1)
terá grau menor ou igual a 1, pois (x – 3).(x + 1) é de grau 2. Seja r(x) = ax + b (grau 1) este resto.
Então pode mos escrever: f(x) = (x – 3).(x + 1).Q(x) + r(x) que equivale a f(x) = (x – 3).(x + 1).Q(x)
+ ax + b. Calculando f(3) e f(– 1), encontramos os valores de a e b.
f (3) (3 3).(3 1).Q(3) a(3) b 5 (0).(4).Q(3) 3a b 3a b 5
f (1) (1 3).(1 1).Q(1) a(1) b 2 (4).(0).Q(1) a b a b 2 ( 1)
3a b 5 3 3 11
4a 3 a b 2 a 2
a b 2 4 4 4
3 11
Logo : r ( x) x
4 4
2. Determine m para que o resto da divisão de f(x) = 2x3 – mx – x + 5 por g(x) = x + 3 seja igual a 3.
Solução. Pelo teorema do resto, o resto da divisão de f(x) por g(x) = x + 3 será f(– 3). Isto é,
queremos calcular m de forma que f(– 3) = 3. Substituindo, temos:
3. Um polinômio é chamado mônico quando o coeficiente do termo de maior grau é 1. Assim, são
exemplos os polinômios (x4 + x3 - 7x2 + x + 9), (x2 + 2x + 1), etc.
a) Determine o polinômio P(x), Mônico, de grau 3, divisível por (x – 1), divisível por (x – 2) e tal que
P(3) = 6.
Solução. O polinômio apresenta decomposição P( x) a n ( x 1).( x 2).( x c) com an = 1 (mônico).
Repare que aparece o fator (x – c), pois P(x) é de grau 3 e não há raízes múltiplas.
P( x) ( x 1).( x 2).( x c)
(3 1).(3 2).(3 c) 6 (2)(1).(3 c) 6
P(3) 6
6
Substituindo x = 3: 3 c 3 c 3 c 3 3 0.
2
P( x) x.( x 1)( x 2) x( x 2 3x 2) x 3 3x 2 2 x
Solução. Repare que quando o polinômio está na forma decomposta, cada fator é um divisor do
polinômio.
Solução. Observe que (x + 2)2 = (x + 2).(x + 2). Isto significa que se for divisível, x = -2 será uma
raiz de multiplicidade 2. Para essa verificação basta aplicar o algoritmo de Briot-Ruffini duas
vezes. Se o resto for zero em ambas as divisões, estará mostrado o pedido.
1 2 -4 -8
-2 1 0 -4 0
-2 1 -2 0
6. Um polinômio é tal que P(2) = 0 e P(-5) = 0. Qual o resto da divisão de P(x) por x2 + 3x – 10?
Solução. O resto da divisão de P(x) por x2 + 3x – 10 possui grau menor ou igual a 1. Neste caso
expressamos o resto da forma r(x) = ax + b. Logo, P(x) = (x2 + 3x – 10).Q(x) + ax + b. Aplicando
o teorema do resto para P(2) e P(-5), temos:
2
P(2) (2) 3(2) 10 .Q(2) a(2) b
0 (0).Q(2) 2a b
2 a b 0
P ( 5) ( 5) 2
3( 5) 10 .Q ( 5) a ( 5) b 0 ( 0).Q ( 5) 5a b 5a b 0 ( 1)
2 a b 0
7 a 0 a 0 b 2a 2(0) 0
5a b 0
Logo : r 0
x 2 3x 1
8. Considere o polinômio P ( x) . Determine a soma P(1) + P(-2).
x 1 x
Solução. Os valores de P(1) e P(-2) são os determinantes calculados na substituição dos valores de
“x”.
(1) 2 3(1) 1 2 1
P(1) (2) (2) 0
(1) 1 (1) 2 1
P(1) P(2) 0 21 21
(2) 2 3(2) 1 10 1
P(2)
1 2
(20) (1) 21
( 2) 1 ( 2)
9. (UFJF-MG) Um polinômio P(x) dividido por (x – 1) deixa resto 2. O quociente desta divisão é
então dividido por (x – 4), obtendo resto 1. Calcule o resto da divisão de p(x) por (x – 1).(x – 4).
Solução. Repare que o grau de cada fator é 1, 2, 3, ...100. Ao final do produto completo, o
coeficiente dominante terá grau (1 + 2 + 3 + ...+ 100) que corresponde à soma da progressão
aritmética de razão 1.
11. (FUVEST) Dividindo-se o polinômio P(x) por (2x2 – 3x + 1), obtém-se quociente (3x2 + 1) e resto
(– x + 2). Nestas condições, calcule o resto da divisão de P(x) por (x – 1).
P( x) 2 x 2 3x 1 3x 2 1 x 2
Re sto P(1) 2(1) 2 3(1) 1 3(1) 2 1 (1) 2 (0).(4) 1 1
Re sto P(1)
12. Na divisão de um polinômio P(x) pelo binômio (x – a), ao usar o dispositivo prático de Briot-
Ruffini, encontrou-se. Determine os valores de a, q, p e r.
a n 1
i) q 1 ii) a 2 raiz
a n bn q
4 q. 2 p
iii) 4 1. 2 p p 4 2 2 iv) r 5.(2) 4 6
q 1
Logo, q = 1; a = – 2; p = – 2 e r = – 6.
13. (UERJ) A figura representa o gráfico de um polinômio e de uma reta r que lhe é secante nos pontos
A(2, -3) e B(4, 15).
b) Mostre que a reta r representa graficamente o resto da divisão de P(x) por (x – 2).(x – 4).
1) Seja P(x) = x4 - 5x³ + 9x² - 7x + 2. Determine com que multiplicidade o número 1 é raiz da equação
P(x) = 0.
Solução. Para determinar esta multiplicidade, basta verificar o número de vezes que o polinômio
se anula na divisão por (x – 1). Isto pode ser feito aplicando sucessivamente o algoritmo de Briot-
Ruffini.
Como houve três restos nulos na divisão por (x – 1), o
polinômio é divisível por (x – 1)3. Mas ainda há uma raiz. O
último quociente da divisão exata é (x – 2), cuja raiz é 2. A
decomposição do polinômio é: P(x) = (x – 1)3.(x – 2), onde x =
1 é raiz de multiplicidade 3.
2) (FATEC-SP) Seja i2 = -1. A equação x3 -5x2 + mx + n = 0 admite a raiz dupla (a+bi) e a raiz
simples (-1+di) onde, a, b, d, m e n são números reais. Nessas condições, encontre o valor de (m+n).
Solução. Esta questão é conceitual. Repare que pelo teorema das raízes complexas, se uma raiz é
complexa, então seu conjugado também o é. Logo, se (a + bi) é raiz, então (a – bi) também é raiz.
Como ela é dupla, teríamos já quatro raízes: duas iguais a (a + bi) e duas iguais a (a – bi) o que
seria absurdo, pois a equação é de grau 3. Logo, a parte imaginária deve ser nula. Isto é b = 0.
Então há uma raiz dupla x = a.
Resta, portanto mais uma raiz. Se (– 1 + di) é raiz, então (– 1 – di) será raiz. Absurdo novamente,
pois teríamos quatro raízes no total. Logo, d = 0. Então as raízes são: x = a (dupla) e x = -1
(simples). A soma das raízes pelas relações de Girard vale 5. Logo, (a + a – 1) = 5, implicando 2a
= 6, resultando a = 3. Substituindo as raízes na equação e igualando a zero, temos:
Temos:
Logo, o quociente é Q(x) = x2 – 6x + 10. Aplicando a fórmula da solução
da equação do 2º grau, vem:
OBS: Atenção ao fato que o grau da equação é 5. Há cinco raízes, sendo uma de multiplicidade 3.
c) A soma dos coeficientes de x4 + 2x³ -7x² - 8x + 12 = 0 é nula. Logo é divisível por (x – 1).
Observando os divisores de 12, verificamos que x = 2 é raiz: (2) 4 2(2)3 7(2)2 8(2) 12 0 .
Aplicando Briot-Ruffini duas vezes termos a equação do 2º grau:
Logo, o quociente é Q(x) = x2 + 5x + 6. Aplicando a fórmula da solução
da equação do 2º grau, vem:
5 1
x 3
5 (5) 2 4(1)(6) 5 25 24 5 1 2
x .
2(1) 2 2 x 5 1 2
2
Logo, S 3, 2, 1, 2
d) Testando os divisores de 12 na equação x5 – 3x4 + 5x3 – 15x2 + 4x - 12=0, encontramos x = 3
como raiz:
(3)5 3(3) 4 5(3)3 15(3)2 4(3) 12 243 243 135 135 12 12 0 . Como a
verificação das raízes pode ser extensa, aplicamos Briot-Ruffini para observar qual é o quociente.
Logo, o quociente é Q(x) = x4 + 5x2 + 4. Uma equação biquadrada.
x 2 y y 2 5y 4 0
53
5 (5) 2 4(1)( 4) 5 25 16 5 9 y 2
1 x 1 i
.
y
2(1) 2 2 y 5 3
4 x 4 2i
2
Logo, S i, 2i, i, 2i, 3
4) A equação 36x4 + 12x3 – 23x2 – 4x + 4 = 0 tem duas raízes duplas. Quais são elas? (Dica: Relações
de Girard)
Solução. Considerando “s” e “t” as raízes, temos que a duplicidade informada conclui que a soma
e o produto serão expressos por S = 2s + 2t e P = (st)2. Aplicando as relações de Girard, temos:
1
12 1 1 4 1 1 st 3
S 2s 2t s t ; P (st)
2
st
36 3 6 36 9 9 st 1 .
3
1 1
s t s t
6 6 1 1 ( 1) ( 1)2 4( 6)( 2) 1 47
i) t .t 6t 2 t 2 0 t inválida
st 1 6 3 2( 6) 12
3
OBS: Esta opção está invalidada, pois a raiz seria complexa e a outra, seu conjugado. Como ela é
dupla, ocorreriam mais duas, além da duplicidade da raiz x = s, ultrapassando o número quatro
de raízes.
1 1
s t 6 s t 6 1 1 ( 1) ( 1)2 4( 6)( 2) 1 49
ii) t .t 6t 2 t 2 0 t
st 1 6 3 2( 6) 12
3
.
1 7 8 2 2 1 3 1
t 12 12 3 s 3 6 6 2
2 1
S (dupla), (dupla)
t 1 7 6 1
1 1 4 2 3 2
s
12 12 2 2 6 6 3
5) (EEM-SP) Dada a equação x³ - 9x² +26x + a = 0, determine o valor do coeficiente a para que as
raízes dessa equação sejam números naturais sucessivos.
Re sposta : a 24
OBS: Repare que o valor de “a” poderia ser calculado encontrando o produto das raízes: P = –
(2.3.4) = – 24.
6) Determine as raízes na equação x3 - 9x² +26x – 24 = 0, sabendo que elas estão em P.A?
Solução. A equação é de grau 3. Logo as raízes podem ser representadas por (x – r, x, x + r), pois
estão em progressão aritmética com razão “r”. Aplicando as Relações de Girard, temos:
( 9)
Sxr x xr 3 x 9 x 3 raíz
1
( 24) 24 r 1
P (3 r )(3)(3 r ) 3(9 r 2 ) 24 9 r 2 9 r2 8 r 1
1 3 r 1
i) r 1 raízes : 2, 3 e 4
. Logo, S 2, 3, 4.
ii) r 1 raízes : 4, 3 e 2
a) Encontre o valor numérico de a de modo que o número complexo (2 + i) seja uma das raízes da
referida equação.
b) Para o valor de a, encontrado no item anterior, determine as outras raízes da mesma equação.
Solução1. Pelo teorema das raízes complexas, se (2 + i) é raiz, então (2 – i) também é raiz. Logo a
outra raiz é real (há três raízes, pois a equação é de grau 3). Aplicando as Relações de Girard,
temos:
( 5)
S 2 i 2 i x 1 4 x 5 x 1 outra raíz a) a 5 .
. Logo, .
P (2 i)(2 i)(1) a 4 i2 a a 4 1 5 b) S 2 i, 2 i , 1
1
Solução2. Pelo teorema do resto, se (2 + i) é raiz, então (2+ i)3 – 5(2+i)2 + 9(2+i) – a = 0. Temos:
a) a) (2 i)3 5(2 i)2 9(2 i) a 0 8 12i 6i2 i3 5( 4 4i i2 ) 18 9i a 0 .
2 11i 15 20i 18 9i a 0 a 5.
8) (UFMG) As raízes do polinômio p(x) = 6x3 - 44x2 + 103x – 77 são as dimensões a, b, c, em cm, de
um paralelepípedo retângulo.
44 22
x1 x 2 x3 6 3
103 103 2
Áreas ( somas) 2x1 .x 2 x1 .x3 x 2 .x3 2
103
x1 .x 2 x1 .x3 x 2 .x3 cm .
6 6 3
77 77 3
x1 .x 2 .x3 6 6 cm Volume
d a 2 b 2 c 2
103
2
2 2 2 22
(a b c) a b c 2(ab ac bc) a b c
2 2 2 2
3 3
484 103 484 309 175
a2 b2 c2
9
3
9
9
.
175 5 7
d a2 b2 c2 cm
9 3
Montamos o sistema:
(a b c )(a 2 b 2 c 2 ) (a 3 b 3 c 3 ) (ab 2 ac 2 a 2 b bc 2 ca 2 cb 2 )
.
(a b c )(ab bc ac ) (a b ca ab cb bc ac ) (3abc )
2 2 2 2 2 2
Repare que na equação não há o termo x2. Logo a soma das raízes é nula: (a + b + c) = 0.
Substituindo essa informação no sistema e subtraindo as equações temos:
(0)(a 2 b 2 c 2 ) (a 3 b 3 c 3 ) (ab 2 ac 2 a 2 b bc 2 ca 2 cb 2 )
(0)(ab bc ac ) (a b ca ab cb bc ac ) (3abc )
2 2 2 2 2 2
(a 3 b 3 c 3 ) (ab 2 ac 2 a 2 b bc 2 ca 2 cb 2 ) 0
2 .
( a b ca 2
ab 2
cb 2
bc 2
ac 2
) ( 3abc ) 0 ( 1)
a 3 b 3 c 3 3abc 0 a 3 b 3 c 3 3abc
( 20) a 3 b 3 c 3 3(20) 60
P abc 20
1
10) Se a equação x3 + mx2 – 6x + 1 = 0 tem duas raízes opostas, podemos afirmar que m vale quanto?
Solução. Considere as raízes opostas como x = t e x = -t e a outra raiz como x = s. Aplicando as
Relações de Girard, temos:
(m)
S t ( t ) s s m raiz
1 .
1
Logo, ( m) m( m) 6( m) 1 0 m m 6m 1 0 6m 1 m
3 2 3 3
11) (Mack) Sejam a e b as raízes da equação x2 -3kx + k2 = 0, tais que a2 + b2 = 1,75. Determine k2.
Solução. Calculando o quadrado da soma das raízes temos: (a + b)2 = a2 + 2ab + b2. Observe que
(a + b) é a soma das raízes, (ab) o produto. Aplicando as Relações de Girard, temos:
( 3k )
S a b 1
a b 3k
1,75 .
2
(3k )2 a2 2(k 2 ) b2 9k 2 2k 2 1,75 7k 2 1,75 k 2 0,25
P ab k 7
k 2
1
12) Se 6 é a soma dos quadrados das raízes da equação x³ - (k+1)x² - x + (k+1) = 0, k > 0, e se p é a
maior raiz, então qual o valor de (k+ p)?
Solução. Considerando (s, t, p) as raízes, temos: (s +t +p)2 = s2 + t2 +p2 + 2(st + sp+tp). Aplicando
as relações de Girard, temos:
(k 1)
s t p 1
k 1
k 1 2 k 1
(s t p)2 6 2( 1) 4 (s t p) 4
st sp tp 1 k 1 2 k 3 0 inválido (k 0)
1
1
Logo a equação é : x 3 2x 2 x 2 0
Repare que a soma dos coeficientes é nula. Logo x = 1 é uma das raízes. Aplicando Briot-Ruffini,
temos:
O quociente é Q(x) = x2 – x – 2. Resolvendo a equação, vem:
1 3
( 1) ( 1) 2 4(1)( 2) 1 9 x 2 2 maior raiz (p)
x .
2(1) 2 y 1 3 1
2
Logo, (k p) (1 2) 3
Solução. Os divisores de 2 são: 1, 2 . Como a soma dos coeficientes não é nula, testamos x = -
1.
14) Encontre as raízes da equação x3 – 8x2 + 19x – 12 = 0, sabendo que uma das raízes é igual à soma
das outras duas.
Solução. Considerando (s, t, p) as raízes e pela informação s = (t + p), temos:
( 8)
s t p 8
1 (s s) 8 2s 8 s 4 . Observe que a soma dos coeficientes é nulo. Logo, x =
s t p
15) Encontre o conjunto solução da equação 4x3 – 20x2 + 17x – 4 = 0, sabendo que ela admite uma raiz
dupla.
Solução. Considerando as raízes como (s, s, t) e escrevendo as Relações de Girard, temos:
20
s s t 4 5 2s t 5 t 5 2s 17 17
s 2 2s(5 2s) 3s 2 10s 0
s.s s.t s.t 17 s 2 2st 17 4 4
4 4
17 10 7 17
( 10) ( 10) 2 4.3 s
10 100 51 10 49
4
6 6
s
2(3) 6 6 s 10 7 3 1
6 6 2
17 17 30 34 2 2 2 17 4 4 17 9
i) s t 5 2. inválida : 5
6 6 6 3 3 3 6 6 6
1 1 1 1 1 1 1 1 17
i) s t 5 2. 5 1 4 ok : 4 1 4 5 e . 2. .4 4 .
2 2 2 2 2 2 2 4 4
1
Logo, S (dupla), 4
2
RESUMO
1) Seja z = 3 ─ i .
i) z a b
2 2
3 2
1 3 1 4 2
2
a 3
cos z 2.(cos330 º isen 330 º )
z 2 11
ii) 330 º . Logo a solução é ou
sen b 1 6
11 11
z 2 z 2. cos isen
6 6
ou z 6 64.cis1980 º .
Encontrando o valor na forma algébrica, z 6 64.(cos11 isen11 ) 64(1 0i) 64 .
z 2 3
2
(2) 2 12 4 16 4
2 3 3
cos
4 2 11 (330 º ) z 4cos 11 2k isen 11 2k
k
sen 2 1 6 6 6
4 2
11 12k 11 12k
z k 4cos isen
6 6
1
11 12 k 11 12 k 3 1
1 11 12k 1 11 12 k
z k 3 4 cos 4 3 cos .
1 1
3 isen isen
6 6 3 6 3 6
11 12(0) 11 12(0) 3 11 11
k 0 z1 4 cos isen 4 cos isen
3
18 18 18 18
11 12(1) 11 12(1) 3 23 23
k 1 z 2 4 cos isen 4 cos isen
3
18 18 18 18
11 12(2) 11 12(2) 3 35 35
k 2 z 3 3 4 cos isen 4 cos isen
18 18 18 18
3 3
3) Sejam z 3 cos i sen e w 4cos i sen .
2 2
a) Determine o valor do produto (z.w):
Solução. Calculando o produto na forma trigonométrica, temos:
3 3 3 3
z.w 3 cos isen .4cos isen (3).(4).cos isen
2 2 2 2
5 5
z.w 12 cos isen 12(0 i) 12i
2 2
a) Determine P( x ) − F ( x ) .
Solução. Operação básica de redução de termos algébricos semelhantes.
P( x) x 2 5 x 6
P( x) F ( x) x 2 5 x 6 ( x 3 x 2 5 x 8) x 3 10 x 2
F ( x) x 3 x 2 5 x 8
5) Sabendo-se que kC e que uma das raízes do polinômio P(x) = x3 - x2 + 4x + k é 1+ i, calcule:
a) O valor de k.
Solução. Se (1+i) é raiz, então P(1+i).
P(1 i ) (1 i) 3 (1 i ) 2 4(1 i ) k 0 (1 3i 2 3i i 3 ) (1 2i i 2 ) 4 4i k 0
P(1 i ) 1 3 3i i 1 2i i 2 4 4i k 0
P(1 i ) 1 3 1 1 4 4i k 0
P(1 i ) 2 4i k 0 k 2 4i
b) O valor de P(2)
Solução. Substituindo o valor 2 em P(x), temos:
20
6) Utilizando a forma trigonométrica dos números complexos, calcule z 1 3 i
2 2
Solução. Calcula-se o módulo e o argumento.
2
i) z 1 3 4 1
2 1/ 2 1
ii) cos 1 2 5
2 2 4
sen 3 / 2 3 3
1 2
5 5 5 5 4 4
20
Logo, z cos isen z cos 20. isen 20. cos isen
3 3 3 3 3 3
3 3
7) Sabendo que z = 4 ( cos i sen ) e o produto (z. w) = 20( cos 2 i sen 2 ) ,
2 2
determine w na forma algébrica :
Solução. Escrevendo o quociente da forma trigonométrica, temos:
8) Um polinômio P(x) é do 2º grau. Sabendo-se que p(-1) = 12, P(0) = 6 e 2 é a raiz de P(x), escreva o
polinômio e determine P(5).
Solução. Um polinômio de grau 2 é da forma P(x) = ax2 + bx + c. Considerando as condições
indicadas, temos:
2a b 3 a 1
Resolvendo o sistema do item (b), vem: 3a 3
a b 6 b 5
10) Sabendo 2 é uma raiz de P(x) =2x3 –2x2 – (m2 – 1)x – m, calcule o(s) valor(es) de m.
Solução. Se (2) é raiz de P(x), então P(2) = 0. Substituindo em P(x) o valor x = 2 , temos:
P(2) 2(2) 3 2(2) 2 (m 2 1).(2) m
16 8 2m 2 2 m 0 2m 2 m 10 0
P(2) 0
1 9 10 5
m
(1) (1) 4(2)(10) 1 81
2
4 4 2
m
2(2) 4 m 1 9 8 2
4 4