Você está na página 1de 36

DISTÚRBIOS

INFECCIOSOS E
PARASITÁRIOS

1
Sumário

Introdução às parasitoses 04
Como agem os parasitas no organismo 06
Locais onde se alojam no organismo 15
Fontes de infestação parasitária 26
Conhecendo alguns parasitos mais a fundo 28
Referências 35

2
Informação Importante
“O Método QuantumBIO visa o equilíbrio biofísico e da energia quântica do indivíduo baseado em terapia
OrtoBiomolecular, técnica terapêutica criada pelo Prof. Kunio Inamoto que estuda a saúde do ser humano do ponto
de vista dos elementos biofísicos e das energias quânticas que o constituem. Aplica-se a Biorressonância, método
indolor de identificação de desequilíbrios biofísicos e das energias quânticas, sem efeitos colaterais. As terapias e
produtos indicados enquadram-se como tratamentos de saúde complementar e cuidados paliativos. Salienta-se que
a terapia baseada em Biorressonância é considerada controvertida e não é reconhecida pela medicina tradicional,
isso também se aplica aos produtos comercializados. As informações sobre doenças possuem conteúdo meramente
informativo e não tem a intenção de substituir a avaliação e tratamento de um médico ou profissional de saúde. As
informações nutricionais também são meramente informativas e não constituem ou substituem a avaliação de um
profissional de nutrição. Os processos, técnicas e produtos não se tratam de medicamentos, drogas ou insumos
farmacêuticos”.

Método QuantumBIO 3
Capítulo 1

Introdução às parasitoses
Introdução às parasitoses

A associação entre dois organismos de diferentes Por causa dessa definição bem geral, todo o ser vivo de
espécies denomina-se simbiose. Essa associação, que se tamanho menor que utilize o homem como hospedeiro,
dá por motivos diversos como locomoção, habitação ou seja ele vírus, bactéria, fungo, protozoário, helminto ou
necessidades nutricionais, pode ser favorável a apenas artrópode é um parasito. Porém, a disciplina de
um dos organismos, sem prejudicar o outro, ou mesmo parasitologia estuda apenas os protozoários, os
ser benéfica para os dois 1. helmintos e os artrópodes.

Chama-se de parasitismo a relação simbiótica que Convém lembrar que protozoários são organismos
acontece quando apenas um dos organismos, o menor, unicelulares, por exemplo o toxoplasma, os tripa-
denominado parasito, se beneficia de uma associação nossomas e leishmânias. Já os helmintos são organismos
duradoura e íntima com o organismo maior, chamado de pluricelulares como as tênias e as lombrigas e, por fim os
hospedeiro. Parasitos são considerados organismos artrópodes, que são também pluricelulares, como
agressores enquanto que os hospedeiros, que podem ser carrapatos, sarnas e piolhos 1.
pessoas, animais ou plantas, são os organismos
agredidos. Parasitoses são consideradas como uma questão
relevante para a saúde pública, tanto no mundo quanto
Contrário ao que se pensa, nem sempre o parasito no Brasil, devido à alta prevalência de parasitos que
provoca doença grave no hospedeiro. Isso acontece pelo infectam a população. “Infecções por parasitos afetam
fato de que se o parasito matar o hospedeiro, ele milhões ao redor do mundo causando convulsões,
também morre. Então, o que acontece muito cegueira, infertilidade e até a morte”, afirma o diretor do
comumente é uma doença branda, ou mesmo CDC (Centro de Controle de Doenças, Atlanta, EUA) 2. No
assintomática, na qual o parasito e o hospedeiro vivem Brasil, a prevalência de parasitos intestinais (endo-
em um equilíbrio mantido pelo sistema imune do próprio parasitos) foi estimada de 15% até 80% dependendo da
hospedeiro. Entretanto, algumas vezes pode haver população em estudo 3.
doença grave 1.

Método QuantumBIO 5
Capítulo 2

Como agem os parasitas


no organismo
Como agem os parasitas no
organismo
Um parasito pode causar prejuízos ao hospedeiro por
formas de ação conforme as listadas a seguir:

● Ação Obstrutiva
● Ação Compressiva
● Ação Destrutiva
● Ação Pungitiva
● Ação Alergizante
● Ação Tóxica
● Ação Espoliativa
● Ação Irritativa
● Ação Enzimática

Método QuantumBIO 7
Como agem os parasitas no organismo

Ação Obstrutiva
Ocorre quando o parasito obstrui partes do organismo,
impedindo-as de funcionar. O Ascaris lumbricoides 4, que
pode medir cerca de 15 cm de comprimento e tem
aproximadamente meio centímetro de diâmetro, vive
solto no intestino delgado e pode causar a obstrução do
canal que liga a vesícula ao duodeno, dificultando a
liberação da bílis. Já o verme nematóide Wuchereria
bancrofti 5, obstrui os canais linfáticos inguinais,
causando a elefantíase (engros- samento das pernas).

Método QuantumBIO 8
Como agem os parasitas no organismo

Ação Compressiva
Devido a seu crescimento e desenvolvimento, o A doença causada por esse parasito é chamada de
parasita comprime os órgãos próximos ao local onde toxoplasmose e, geralmente, não apresenta sintomas
habita, provocando alterações estruturais nos tecidos e, iniciais. Entretanto, quando há sintomas, estes, muitas
consequentemente, graves perturbações nas suas vezes, se assemelham a uma gripe forte, fazendo com
funções. Por exemplo, o Echinococcus glanulosus que a pessoa infectada procure tratamento tardio. Os
(popularmente, “tênia anã”), que tem o cão como sintomas tardios do toxoplasma, às vezes são
hospedeiro definitivo, quando na forma de cistos, pode confundidos com os de algum tipo de tumor (benigno ou
se instalar no fígado ou no cérebro do homem, nesse não). É importante salientar que estudos sugerem que a
caso o hospedeiro intermediário e atingir o tamanho de toxoplasmose deve ser considerada como fator de risco
uma laranja (entre 5 até 10 cm) 6. O Cysticercus cellulosae, para a epilepsia 9, 10, 11.
forma larvária da Taenia solium, quando se aloja no globo
ocular, desloca e comprime a retina, podendo causar Todas as pessoas que tem distúrbios mentais, sentem
cegueira 7. tonturas eventuais, desmaios ou desvios de raciocínio,
A Neurocisticercose é, segundo estudos, causadora da poderiam investigar, através da Biorressonância, a
epilepsia 8. O parasito Toxoplasma gondii, tem os felinos presença energética desse parasita.
(gatos) como hospedeiros definitivos e os outros animais,
como o homem, os hospedeiros intermediários. No
homem, o toxoplasma pode se alojar no cérebro e na
retina.

Método QuantumBIO 9
Como agem os parasitas no organismo

Ação Destrutiva
Uma ação muito comum nas parasitoses, quando o
parasito atua sobre células e tecidos. Por exemplo, os
parasitas causadores da malária, ao fim do ciclo, agridem
e provocam o rompimento dos glóbulos vermelhos,
ocasionando a sua destruição. Os vermes ancilos-
tomídeos, por questão das suas peças bucais, arrancam
pedaços das mucosas intestinais, provocando sangra-
mento e ulcerações 26. O parasito Leischmania braziliensis
pode afetar seriamente os tecidos e deformar, por
exemplo, a face do indivíduo 27.

Ação Pungitiva
A forma de ação de certos tipos de artrópodes
hematófagos, tais como borrachudos ou mosquitos é do
tipo pungitiva ou dolorosa. A dor é causada pela picada
do inseto 12, 13.

Método QuantumBIO 10
Como agem os parasitas no organismo

Ação Alergizante
Causada por alguns parasitas que tem a propriedade de
sensibilizar o organismo humano, causando fenômenos
alérgicos, que podem ser locais ou gerais. Os parasitos de
ação superficial (mosquitos, por exemplo) e externa
geralmente causam fatores alérgicos localizados. Já a
forma larval do parasito Strongyloides stercoralis,
causador da estrongiloidíase, ao passar pelo pulmão,
pode desencadear uma alergia generalizada 14, 15

Ação Tóxica
Quando os produtos do metabolismo do parasito são
tóxicos para o hospedeiro. A toxicidade resulta da
inoculação ou da introdução de secreções no organismo.
A ameba Entamoeba histolítica, por exemplo, libera
secreções que destroem os tecidos do hospedeiro que
estão ao seu redor, quer seja no intestino, fígado ou
cérebro 16. No caso do Trypanosoma cruzi, segundo
algumas pesquisas, o prejuízo pode ser causado pela
ação tóxica de suas secreções, atacando principalmente a
tireoide e o coração 17, 18.

Método QuantumBIO 11
Como agem os parasitas no organismo

Ação Espoliativa
Nesse tipo de ação, o parasito se alimenta com os Os sinais e sintomas da Difilobotríase são variáveis, de
nutrientes metabolizados pelo hospedeiro, ou seja, acordo com o desenvolvimento atingido pelo parasita no
subtrai do hospedeiro as suas necessidades. É a ação homem. Uma boa parcela de casos apresenta-se de
mais característica dos parasitas. Nessa atividade, forma assintomática, entretanto, pode ocorrer distensão
principalmente aqueles que habitam o sistema digestivo, abdominal, flatulência, cólica abdominal intermitente,
causam carências nutricionais muitas vezes irreversíveis. emagrecimento, diarreia. Particularmente grave pode ser
Causador da Difilobotríase, o parasito Diphyllobothrium remoção da vitamina B12. Em torno de 40% dos
latum pode medir mais de 10 metros de comprimento e indivíduos infectados com o D. latum podem apresentar
tem o homem como hospedeiro definitivo. Hospedeiros baixos níveis de B12, mas somente 2%, ou menos,
intermediários, peixes de pequeno porte, terminam desenvolvem anemia clínica 19.
sendo ingeridos por peixes maiores que, ou são É necessário procurar tratamento. Um artigo da ANVISA
consumidos pelo homem ou por outros animais afirma ser o salmão a espécie mais comum de
silvestres, que também podem ser hospedeiros transmissão do Diphyllobothrium spp., mas não a única.
definitivos. Entretanto, a prevenção, nesse caso, é simples! Cozinhe
O homem pode se infectar tanto pela ingestão de peixe bem qualquer tipo de carne antes de consumi-la ou
cru ou mal passado, quanto pela ingestão da carne, congele-a por pelo menos -20ºC (menos vinte graus
também mal cozida, de algum animal infectado. Como centígrados) por um período mínimo de 7 dias ou menos
todo Cestoide (genericamente chamados de tênias), não -35ºC (menos trinta e cinco graus centígrados) por um
tem tubo digestivo e roubam nutrientes por osmose. período de no mínimo 15 horas, condição suficiente para
matar o transmissor 20.

Método QuantumBIO 12
Como agem os parasitas no organismo

Ação Espoliativa
A Giardia lamblia também exerce a ação espoliadora, mas
de forma indireta. Pela sua população, que chega a
milhões no organismo do hospedeiro, atapetam a face
interna do duodeno, dificultando a absorção de gorduras e
vitaminas lipossolúveis. Esta ação causa a persistência da
gordura no intestino delgado, causando diarréia em
consequência da irritação. Esta situação é conhecida
também como esteatorréia 21.
Ainda com forma de ação espoliadora, um dos mais
comuns parasitos no ser humano, o Ancylostomas
duodenalis, normalmente se aloja no duodeno e pode
causar sintomas de refluxo digestivo e também anemia 22.

Método QuantumBIO 13
Como agem os parasitas no organismo

Ação Irritativa
Deve-se à presença constante do parasito que, sem
produzir lesões traumáticas, irrita o local parasitado.
Como exemplo, temos a ação das ventosas dos Cestoda
(tênia, por exemplo) 23 ou dos três lábios do Ascaris
lumbriocoides na mucosa intestinal 24.

Ação Enzimática
É o que ocorre na penetração da pele por cercárias de
S. mansoni; a ação da Entamoeba histolytica 25 ou do
Ancylostomatidae spp. 26 para lesar o epitélio intestinal e,
assim, obter alimentos assimiláveis.

Método QuantumBIO 14
Capítulo 3

Locais onde se alojam no


organismo
Onde se alojam no organismo

A seguir, conheça os diferentes locais do corpo onde os


parasitos podem se alojar:

Pele
Cerca de 1 trilhão de bactérias vivem na pele.
Os Streptococcus spp. e Corynebacterium spp. por exemplo,
são bastante comuns e podem causar doenças 28, 29.

Método QuantumBIO 16
Onde se alojam no organismo

Sistema Digestivo
É o ambiente mais populoso em termos de
microorganismos, que varia de 500 à 1000 espécies.
Por exemplo, a bactéria Bacteroides Fragillis vive no
estômago e juntamente com o suco gástrico age no
metabolismo das proteínas 30 . A boca agrega em
torno de 200 espécies de bactérias. A maior
concentração (100 milhões por mililitro) de
microorganismos importantes estão no intestino
delgado, justamente onde ocorre a maior parte da
absorção de nutrientes.

Método QuantumBIO 17
Onde se alojam no organismo

Genoma
Cerca de 80% de nosso genoma é composto por
trechos de DNA de vírus que infectaram nossos
ancestrais. Esses pedaços de DNA evoluíram com a
espécie humana e produziram mutações que podem
ser responsáveis por doenças genéticas.

Método QuantumBIO 18
Onde se alojam no organismo

Cabelos
O piolho (Pediculus humanus capitis) é uma praga que
atormenta a humanidade há milhares de anos. Os insetos
sugam nosso sangue e depositam seus ovos nos fios 31

Método QuantumBIO 19
Onde se alojam no organismo

Rosto
Ácaros chamados de Demodex folliculorum que medem em
torno de 0,3 milímetros são os que vivem nos cílios 32, 33.

Método QuantumBIO 20
Onde se alojam no organismo

Boca
A boca é colonizada por aproximadamente 300 espécies
bacterianas. Mas apenas uma pequena parte delas é
responsável pelo surgimento de cáries e doenças
periodentais. A falta de higiene bucal contribui para o
surgimento das doenças.
A bactéria Streptococcus Mutans e Treponema denticola
são espécies que podem provocar patologias 34, 35.
Mastigar a alga Chlorella evita as cáries por tornar o
ambiente Alcalino, evitando a fermentação do açúcar.

Método QuantumBIO 21
Onde se alojam no organismo

Nervos
O herpesvírus Varicela zoster é causador da catapora
e do herpes zoster, popular “cobreiro”, que provoca
dores nos nervos e lesões na pele. Quem já teve
catapora carrega no organismo esse vírus. Situações
de estresse, envelhecimento ou um sistema imune
enfraquecido, podem reativar este vírus36 .

Método QuantumBIO 22
Onde se alojam no organismo

Aparelho Reprodutivo
Existem mais de 100 tipos de Papilomavírus (HPV)
que podem infectar os humanos 37. A transmissão
pode ser através de relações sexuais. Os mais
perigosos são o HPV 16 e o HPV 18, que podem causar
câncer de colo do útero, vagina, pênis, etc.

Método QuantumBIO 23
Onde se alojam no organismo

Vagina
As bactérias do gênero Lactobacillus são utilizadas
em compostos probióticos e são benéficas à saúde. Se
localizam no trato digestivo 38.
Entretanto, o fungo Candida albicans, bastante
comum no meio ambiente vaginal pode causar
infecções 39.

Método QuantumBIO 24
Onde se alojam no organismo

Pés: pele e unhas


Fungos do gênero Trichophyton spp. e
Epidermophyton spp. são comuns e infectam as
unhas, a pele da planta dos pés também outras partes
do organismo 40, 41.

Método QuantumBIO 25
Capítulo 4

Fontes de infestação
parasitária
Fontes de infestação parasitária
O homem pode se infectar ingerindo água, verduras,
legumes, frutas, carnes mal passadas ou cruas, alimentos
em geral que estão contaminados com as formas
infectantes dos parasitos. Crianças se contaminam
brincando na areia, adultos podem se contaminar na
terra dos jardins. Banheiros públicos com poucas
condições de higiene devem ser evitados. Também
deve-se considerar como fonte de infecção o contato
com animais domésticos ou silvestres infectados, ou seja,
gatos, cachorros, pássaros, entre outros 1.

Método QuantumBIO 27
Capítulo 5

Conhecendo alguns
parasitos mais a fundo
Giardia spp
Protozoário, é um dos parasitas intestinais mais
comuns no mundo e existem mais de 50 espécies de
Giardia descritas, as quais possuem diferentes
hospedeiros, como humanos, cães, roedores dentre
outros. No homem, três diferentes espécies conhecidas
são: G. lamblia, G. intestinalis e G. duodenalis. Se estima
que haja mais de 2.5 milhões de casos por ano de Giardia
intestinalis somente nos Estados Unidos(6). A doença
causada por esse parasito chama-se giardíase e atinge
principalmente crianças. Os trofozoítos, que são a forma
ativa do protozoário capaz de se reproduzir, quando
aderem a mucosa duodenal podem provocar irritação
local, dificultando a absorção de gorduras e vitaminas
lipossolúveis (A, D, E, por exemplo). A forma de ação é
espoliativa, pois impede a absorção de nutrientes. Os
sintomas são dor na parte superior do abdômen,
emagrecimento, perda de sono, perda de apetite,
irritabilidade, diarreia esverdeada (esteatorréia). Esses
sintomas são mais intensos em crianças com idade entre
7 e 10 anos, em média. Crianças maiores e adultos podem
não apresentar sintomas, mas estarem parasitados e
serem portadores.

Método QuantumBIO 29
Ascaris lumbricoides
Helminto, é a popular lombriga, é um parasito
encontrado no mundo inteiro e que tem acompanhado
as migrações humanas desde os primórdios da história. É
considerada uma doença grave com maior prevalência
em crianças, as quais são afetadas tanto física quanto
intelectualmente. Vivem no intestino delgado humano,
onde os machos medem em torno de 20 cm e as fêmeas
35 cm. O mecanismo de infecção do parasito apresenta
duas fases. A primeira é a pulmonar, ocasionada pela
passagem das larvas pelo pulmão, causando tosse, febre
e síndrome de Löfler, que ocorre quando um tipo de
glóbulo branco, o eosinófilo, que se acumula no pulmão
para combater a infecção pela larva. A segunda é a fase
intestinal. Nessa fase, quando há um número maior que
100 vermes ou mais, os indivíduos infectados geralmente
estão magros, pálidos, com a barriga aumentada em
volume, além de se apresentarem tristes. A forma de
ação é espoliativa, pois retira nutrientes do hospedeiro
(proteínas, carboidratos, lipídios, vitaminas) e irritante
(na parede intestinal), podendo haver dor, manifestações
nervosas e convulsões. Em casos graves pode haver
obstrução intestinal, o que demanda intervenção
cirúrgica imediata.

Método QuantumBIO 30
Wuchereria bancrofti
Helminto, causador da filariose linfática ou elefantíase.
Os vermes adultos habitam os vasos linfáticos. O
mosquito Culex quinquefasciatus (mosquito comum) é o
hospedeiro intermediário que transmite as larvas do
verme entre hospedeiros definitivos. A forma de ação é a
obstrução crônica dos vasos linfáticos, o que provoca
inchaço nas pernas e dor. O indivíduo infectado pode
apresentar febre, mal estar, calafrios e náuseas. É
importante mencionar que a elefantíase pode ter outras
causas, tais como infecções estafilocócicas ou lepra, e
também que a filariose pode ser provocada por outros
vermes. O prêmio Nobel de Medicina em 2015 foi dado
para William Campbell e Satoshi Omura pela descoberta
de um tratamento para os vermes que causam a filariose.

Método QuantumBIO 31
Toxoplasma spp

Protozoário. Existem diversas espécies, mas a que afeta Entretanto, ressalta-se que há diferença entre
a nossa saúde é o Toxoplasma gondii. Os humanos são os “toxoplasmose infecção” e “toxoplasmose doença”, a
hospedeiros intermediários, pois são infectados somente qual é bem menos frequente. Na fase aguda da infecção,
com a forma assexuada do parasito, e os felinos são os quando a resposta imunológica do hospedeiro é elevada,
hospedeiros definitivos. A transmissão se dá por ingestão ocorrem sintomas como dor no corpo e de cabeça, febre,
de carne mal passada ou crua, leite cru, ou ingestão de cansaço e linfonodos inflamados. Um sistema imuno-
oocistos (“ovo”) presentes na terra ou em vegetais. Pode lógico debilitado pode resultar dificuldade para enxergar
haver transmissão placentária da mãe para o bebê, com que tende a evoluir para cegueira se não for tratado,
risco de mal formação do feto. A infecção por dentre outros. Entretanto, muitas vezes o parasito
toxoplasma ocorre em todos os mamíferos e aves do permanece inativo no organismo do hospedeiro, sem
planeta, com percentuais entre 10% até 68% causar qualquer sintoma aparente. A toxoplasmose deve
aproximadamente. ser considerada como um fator de risco para a epilepsia.

Método QuantumBIO 32
Taenia spp

Helmintos, causam no homem, o hospedeiro definitivo para os músculos dos animais, onde finalmente se
nesse caso, uma doença chamada teníase. As duas formam os cisticercos (fase larval da tênia). Estes é que
espécies causadoras da doença são a T. solium e a T. são ingeridos pelo homem. A forma de ação da tênia no
saginata, cujos hospedeiros intermediários são os suínos homem é espoliativa, pois retira nutrientes do
e os bovinos, respectivamente. Se instalam no intestino hospedeiro. Entretanto, as vezes o homem ingere os
delgado. São vermes muito longos onde a T. solium ovos da T solium e pode haver a presença de cisticercos
mede cerca de 4 metros enquanto que a T. saginata pode no homem. A doença nesse caso é chamada de
medir em torno de 10 metros. A contaminação em geral cisticercose. Neurocisticercose, que é causa conhecida de
se dá quando se ingere carne crua ou mal passada de epilepsia e convulsões (citar***), ocorre quando os
suínos ou bovinos. Em geral, a infecção é assintomática, cisticercos se alojam em certas partes do cérebro, como
mas pode haver náusea, dor de cabeça, perda ou no córtex cerebral, por exemplo. Pode acontecer
aumento de apetite, desnutrição e emagrecimento. Os cisticercose ocular com os cisticercos se alojando no
ovos da tênia, ao serem ingeridos pelos suínos ou globo ocular, o que pode comprometer a visão.
bovinos, liberam a oncosfera e que termina por migrar

Método QuantumBIO 33
Quer saber mais sobre o
Método QuantumBIO?
CLIQUE AQUI
Referências
David Pereira Neves e Thelma de Filippis. Parasitologia Básica 3ª edição. Editora Atheneu- 2014.
https://www.cdc.gov/media/releases/2014/p0508-npi.html acesso em 11/04/ 2017.
http://www.bio-brasil.com/tftest/conteudo/Plano_Nacional.pdf - página 10 acesso em 11-04 2007.
http://www.inf.furb.br/sias/parasita/Textos/Ascaridiase.html acesso em 17/04/2017.
http://www.invivo.fiocruz.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=105&sid=2 acesso em 17/04/2017.
http://www.ufrgs.br/depbiot/206/egranu.htm acesso em 17/04/2017 acesso em 17/04/2017.
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S003489101999000500009 acesso em 17/04/2017.
http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/j.1535-7597.2004.43008.x/abstract acesso em 17/04/2017.
http://www.biologico.agricultura.sp.gov.br/artigos_ok.php?id_artigo=70 acesso em 17/04/2017.
https://drauziovarella.com.br/doencas-e-sintomas/toxoplasmose-3/ acesso em 17/04/2017.
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/25695802 acesso em 17/04/2017.
http://ccw.sct.embrapa.br/?pg=bloguinho_default&codigo=124 acesso em 17/04/2017.
https://drauziovarella.com.br/?s=mosquitos acesso em 17/04/2017.
http://ftp.medicina.ufmg.br/observaped/artigos_infecciosas/Estrongiloidiase_22_08_2014.pdf acesso em 17/04/2017.
http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0482500414002435 acesso em 17/04/2017.
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3104091/ acesso em 17/04/2017.
http://books.scielo.org/id/nf9bn/pdf/dias-9788575412435-03.pdf
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC2677559/
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC2620636/pdf/0033-08.pdf
http://www.anvisa.gov.br/alimentos/informes/peixe_cru.pdf
https://web.stanford.edu/class/humbio103/ParaSites2006/Giardiasis/introduction.htm

Método QuantumBIO 35
Referências
http://www.inf.furb.br/sias/parasita/Textos/ancilostomiases.htm
http://www.ufrgs.br/para-site/siteantigo/Imagensatlas/Animalia/Taenia%20solium.htm
http://www.inf.furb.br/sias/parasita/Textos/Ascaridiase.html
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3104091/
file:///C:/Users/user/Downloads/bs-1628.pdf
https://www.ufpe.br/biolmol/Leishmanioses-Apostila_on_line/origem_classificacao.htm
http://www.ufrgs.br/labacvet/files/Gênero%20Streptococcus%204-2013-1.pdf
http://www.ufrgs.br/labacvet/files/G%C3%AAnero%20Coryne-Rhodo-Trueperella%204-2013-1.pdf
http://emedicine.medscape.com/article/233339-overview
http://www.ufrgs.br/para-site/siteantigo/Imagensatlas/Athropoda/Pediculus%20capitis.htm
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC2958185/
http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/05/150515_vert_earth_acaros_rosto_ml
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3183577/
http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S151774912000000300004&script=sci_abstract&tlng=pt
https://drauziovarella.com.br/virus-e-bacterias/herpesvirus/
https://www.cancer.gov/about-cancer/causes-prevention/risk/infectious-agents/hpv-fact-sheet
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC99697/
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC4930275/
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC5283515/
http://www.mycology.adelaide.edu.au/descriptions/dermatophytes/epidermophyton/

Método QuantumBIO 36