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EFICIÊNCIA
ENERGÉTICA
PARA
PEQUENOS
NEGÓCIOS

MOTORES ELÉTRICOS
//Sumário//

1// A importância da Eficiência Energética.............................7

2// Os motores elétricos.............................................................8

3// Por que é importante o bom uso


de energia elétrica?...............................................................10

4// Eficiência Energética Motores Elétricos.........................12

4.1// Parque instalado ultrapassado.....................12

4.2// Evolução teconológica...................................14

4.3// Cultura do rebobinamento............................16

5// Um grande passo na melhoria da eficiência


energética brasileira............................................................17

6// Reparo do motor.................................................................20

6.1// Por que um motor elétrico queima?..........21

6.2// É possível reparar sempre?...........................21

6.3// Qual é o problema?.........................................21

6.4// Como posso avaliar se vale a pena


reparar ou substituir?.....................................21

6.5// Quais motores têm as melhores


oportunidades................................................23

7// O Plano de troca.................................................................25

8// Dicas de como praticar o uso eficiente


de energia elétrica..............................................................26
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1//A importância da Eficiência Energética//
• A energia elétrica está presente em 100% das empresas e re-
sidências, bem como em estabelecimentos comerciais.

• No Brasil, gastamos uma quantidade maior de energia com


produção de bens e serviços, quando comparada a países mais
desenvolvidos.

• Os equipamentos presentes no nosso parque industrial tem,


no geral, o dobro da idade dos utilizados em países mais de-
senvolvidos.

• Vista como um investimento, a Eficiência Energética possui


indicadores de Taxa interna de Retorno (TIR) e Valor Presente
Líquido (VPL) extremamente atrativos. A força motriz é a maior
consumidora de energia elétrica na indústria (68%) e, portanto,
possui as melhores oportunidades de redução de consumo.

• A Eficiência Energética constitui soluções mais limpas em


gestão eficiente de energia.

Esperamos que esta cartilha sirva de guia para que você prati-
que o uso eficiente de energia elétrica e junte-se a WEG e ao
SEBRAE nesta empreitada.

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2//Os motores elétricos//
O motor elétrico é a máquina mais usada para
transformar energia elétrica em energia mecâ-
nica, pois combina as vantagens da utilização
de energia elétrica (baixo custo, facilidade de
transporte, limpeza e simplicidade de coman-
do) com sua construção simples e robusta a
baixos custos com grande versatilidade de
adaptação aos mais variados tipos de cargas.

Como sabemos, os motores elétricos são um


grande aliado para as indústrias produzirem os
seus produtos, mas são também os maiores
responsáveis pela significativa fatia de gastos
com energia na maioria das indústrias. Além
disso, as indústrias que mantêm motores elé-
tricos antigos em funcionamento tendem a pa-
gar contas ainda mais altas.

Segundo dados da Eletrobrás, a indústria con-


some 42% da energia elétrica no Brasil e os
motores elétricos correspondem a 70% da
energia consumida na indústria. As altas tari-
fas de energia têm levado as empresas a bus-
carem alternativas para poupar eletricidade,
aperfeiçoar processos e reduzir custos. Investir
em Eficiência Energética é a opção que muitas
delas encontraram para gastar menos e au-
mentar a competitividade no mercado.

8
42%
da energia consumida
hoje no Brasil é
utilizada pela indústria.

29%
de toda a energia
elétrica consumida
no Brasil é utilizada
por motores elétricos
industriais.

70%
da energia utilizada na
indústria é consumida
por motores elétricos.

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3//Por que é importante o bom uso de energia elétrica?//
A energia elétrica é insumo fundamental, estratégico, e presente em 100% das em-
presas. Dependendo da empresa e segmento, pode representar mais de 40% de seus
custos de produção.

O custo da energia elétrica para a pequena e média indústria nacional no mercado


regulado atingiu R$ 504,00 por megawatt-hora (MWh) em 2016, de acordo com o
estudo Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (FIRJAN). O resultado
mostra uma queda de 10,7% em comparação a 2015, quando a energia custava para a
indústria do país R$ 564,34 por MWh. A sondagem utilizou as tarifas disponibilizadas
pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL).

Composição do custo médio da energia elétrica


para a indústria no Brasil em 2016

Item R$/MWh %
*GTD 298,45 59,2
Perdas 36,95 7,3
Encargos 23,98 4,8
Bandeiras 8,75 1,7
Tributos 135,87 27
Total 504,00 100
Fonte: Sistema FIRJAN. *GTD: Geração, Transmissão e Distribuição.

Considerando as pequenas e médias indústrias, a tarifa de energia somada aos tribu-


tos ainda é um dos custos mais elevados presentes nas empresas.

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Composição do custo médio da energia elétrica
industrial por Estado com tributos - 2016
628,83
609,79
580,05
564,92
561,69

Média Brasil
547,60
534,77

com tributos
505,61

493,06
492,60
488,85
518,19

494,82
500,18

485,41

R$ 504,00/MWh
466,82
460,03
439,48
424,12
423,51
412,75
390,83
385,89
380,21

374,79
377,87

271,45

RJ PA MT PR ES GO SC TO AM MG CE RO DF MS SP RS PE AC PB MA PI RN BA AL RR SE AP
Fonte: Sistema FIRJAN. Sazonalidade/bandeira tarifárias.

O que deve ser feito?


O custo da energia é uma condição de mercado! Mas reduzir o consumo de energia,
ou seja, o desperdício, é possível por meio da eficiência energética.

“Eficiência Energética pode ser definida como a otimização que podemos fazer no
consumo de energia. Como exemplo de ação, está a modernização de equipamentos
e processos no sentido de reduzirem seu consumo.”

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4//Eficiência Energética Motores Elétricos//
Os motores elétricos são grandes consumidores de energia por causa
do seu grande emprego e versatilidade para as mais variadas aplica-
ções. São também grande fonte de oportunidades de melhorias por
alguns pontos-chave.

4.1 PARQUE INSTALADO ULTRAPASSADO

Por trás do desempenho da indústria brasileira, suas máquinas escon-


dem uma marca nada invejável: a idade média é de 17 anos de uso (*).
Para os equipamentos em geral e especialmente para os motores elé-
tricos, quanto mais antigo é um maquinário, pior é seu desempenho, o
que compromete a produtividade da indústria.
(*) Associação Brasileira de Manutenção (ABRAMAN).

A troca de motores elétricos dos modelos antigos por outros de maior


rendimento pode trazer resultados muito positivos, proporcionando em
média 9,3% de economia de energia.

Quando comparados com outros equipamentos de uma planta indus-


trial, os motores elétricos possuem bons rendimentos, ou seja, aprovei-
tam bem a energia recebida para a realização da tarefa imposta.

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Perdas

Energia Tarefa
elétrica exigida
consumida ao
motor

Tarefa exigida ao motor [kW]


Rendimento (n) =
Energia elétrica consumida [kW]

É justamente por este bom rendimento e versatilidade de aplica-


ção que os motores possuem uso intenso na indústria e conse-
quentemente são responsáveis por uma grande parte do consu-
mo geral de energia elétrica.

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4.2 EVOLUÇÃO TECONOLÓGICA

O problema começa quando constatamos a idade média das instalações industriais


nacionais, que, segundo a Associação Brasileira de Manutenção (ABRAMAN) é de 17
anos.

Se considerarmos que os motores acompanham essa média, perceberemos que sua


tecnologia é ultrapassada, pois ocorreram avanços fundamentais para a melhoria do
rendimento dos motores atuais.

Você sabia que a utilização dos motores de alta eficiência promove uma redução nas
emissões de CO2?

Isto porque a geração de energia para alimentar os motores, assim como qualquer
equipamento, causa a emissão de gases de efeito estufa. Entre esses gases, o mais
conhecido é o CO2.

14
Segundo o Ministério de Minas e Energia, 44,7%
da energia elétrica no Brasil provêm de fontes re-
nováveis. Destes, 29,7% são gerados por meio
de biomassa, que, apesar de renovável, promove
emissões de CO2 na sua queima. Os demais 15%
são provenientes de hidrelétricas, que, apesar de
possuir um processo de geração limpo, promove
grandes impactos ambientais para o seu funciona-
mento. Vastas áreas precisam ser inundadas para
a construção dos lagos e barragens, e as árvores
submersas também emitem gases nocivos para a
atmosfera.

Para piorar a situação, 63,3% da energia utilizada


no Brasil não é renovável, e grande parte desse
percentual é obtida pela queima de materiais (gás
natural, carvão mineral ou derivado do petróleo) al-
tamente poluentes.

O Ministério de Minas e Energia divulga índices de


quantas toneladas de CO2 são necessárias para a
geração de cada kW de acordo com a matriz ener-
gética.

A utilização de motores com rendimento superior


consome menos energia e assim promove direta-
mente a redução na emissão de CO2, a conserva-
ção dos recursos naturais e a preservação do nosso
planeta.

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4.3 CULTURA DO REBOBINAMENTO

Para atender todas essas políticas defini- Por esse motivo, recomenda-se que os
das pelo governo brasileiro, os fabrican- serviços de reparos de motores sejam
tes de motores elétricos novos investem executados sempre por uma assistên-
vultosos recursos. Mas todo este trabalho cia técnica autorizada.
pode ser perdido quando o motor queima
e necessita ser rebobinado.

Dependendo do tipo de avaria ou da qua-


lidade do serviço de reparo, o rendimento
dos motores elétricos pode ser afetado
significativamente.

Assim pontos importantes devem ser


observados:
A oficina é credenciada?

Segue os padrões?

Está avaliando a parte de eficiência?

Qual é a eficiência de um motor recondi-


cionado comprado? Atende a Lei? Vale a
pena recuperar?

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5//Um grande passo na melhoria da
eficiência energética brasileira//
No dia 30 de agosto de 2017, o governo brasileiro publicou em seu Diário Oficial a
Portaria Interministerial n°01, de 29 de junho de 2017, que eleva o nível mínimo de
rendimento a ser atendido por motores elétricos de indução trifásicos comercializados
no Brasil para IR3 (conforme norma ABNT NBR 17094-1), além de estender e esclare-
cer o escopo de abrangência se comparado ao da atual regulamentação.

As principais alterações da nova regulamentação são:

• elevação do nível de rendimento mínimo de IR2 para IR3;

• extensão da potência máxima para 500cv em 2, 4, 6 e 8 polos;

• inclusão dos motores fracionários, abaixo de 1cv, com potências a partir de 0,16cv;

• texto claro e objetivo definindo que motores recuperados/recondicionados a serem


comercializados no Brasil estão cobertos por esta portaria e deverão atender o nível
mínimo de rendimento IR3.

O prazo para fabricação e importação de motores que não estejam de acordo com a
nova portaria é de dois anos, ou seja, até 30 de agosto de 2019.

17
20
17

IR2 IR3

2010 2019

Porém, a iniciativa não resolve o problema dos moto-


res antigos ainda em operação, pois, apesar de cons-
cientes da necessidade de combate ao desperdício,
muitos ainda relutam em realizar substituições, argu-
mentando que os investimentos são altos demais.

Mas, quando comparamos o investimento em mo-


tores de alta eficiência com o custo da energia elé-
trica, as coisas ficam mais claras.

18
Se usarmos como exemplo um motor de 75 kW (100
cv) custando R$16.048,00*, com um rendimento de
94,4% a 100% de carregamento, e um custo de ener-
gia de R$0,43/kWh* em um processo que funcione
24 horas por dia no período de um mês, temos:

Potência [kW] X horas x dias x custo [R$/kWh]


Consumo (R$) =
Rendimento [n]

75kW x 24h x 30 dias x 0,43 R$/kWh


Consumo (R$) =
0,944

Consumo (R$) = R$ 24.597,00/mês

Este motor, portanto, gasta em energia elétrica, em menos de um


mês, um valor superior ao seu custo de aquisição!

Na compra de novos motores, optar por aqueles de alta eficiência


é fundamental. Mas olhar para os motores instalados é a grande
oportunidade. Existem “reservas de energia” dentro das plantas in-
dustriais: motores antigos, superdimensionados ou que sofreram
muitos reparos – são desperdícios que necessitam ser controlados!

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6//REPARO DO MOTOR//
Já parou para se perguntar como anda a manutenção
do motor da sua empresa? Um equipamento que não é
preservado de maneira correta e no momento certo corre
o risco de quebrar e provocar uma parada de produção
inesperada. Pode não parecer, mas os custos envolvidos
nesse tipo de situação vão muito além do reparo do equi-
pamento. Os gastos com peças e mão de obra para fazer
o equipamento voltar a funcionar são apenas a ponta de
um imenso iceberg.

CUSTO DE REPARO
troca de peças e mão de obra são apenas os
aparentes em uma parada de produção

ENTREGA DO PRODUTO ATRASADA

VENDA PERDIDA

HORAS EXTAS

PERDAS DE PRODUÇÃO

PERDAS DE MATÉRIA-PRIMA

ENERGIA DESPERDIÇADA

20
6.1 POR QUE UM MOTOR ELÉTRICO QUEIMA?

Um motor elétrico queima por falha no material isolante, desgaste mecânico (rola-
mentos), contaminação e se o dispositivo de proteção não estiver dimensionado cor-
retamente.

Em se tratando de dispositivos de proteção, estes têm por função desligar o motor


em situações de sobrecarga (quando o motor estiver com uma potência mecânica
superior a sua capacidade nominal), com o objetivo de manter a temperatura interna
dentro dos limites aceitáveis de seus materiais isolantes, evitando a queima do motor.

6.2 É POSSÍVEL REPARAR SEMPRE?

A perda de eficiência depende da natureza da queima e da qualidade do reparo. Pode


não haver perda se houver uma perfeita combinação desses dois pontos, o que nao
é usual!

Em média, motores reparados tendem a ter suas perdas aumentadas de 2% e 5% em


relação ao seu rendimento original. (Fonte: EASA)

6.3 QUAL É O PROBLEMA?

Um motor com REPARO inadequado não consegue alcançar os mesmos padrões de


um motor novo. A rebobinagem, ainda que padronizada, normalmente não refaz as
perdas que o material magnético sofre durante a queima, sua vida útil torna-se menor,
embora o quão menor dependa do serviço executado e do tipo de queima.

À primeira vista, com um preço mais barato, o reparo pode parecer um bom negócio,
mas, na verdade, esse motor estará com uma eficiência comprometida, ou seja, ao
longo dos anos o custo de energia tende a ficar muito acima se comparado à substi-
tuição de um motor novo.

Lembre-se, Eficiência Energética reduz os gastos e ajuda a garantir a redução dos


custos da sua empresa!

6.4 COMO POSSO AVALIAR SE VALE A PENA REPARAR OU SUBSTITUIR?

Avaliar o reparo de motores elétricos ou sua substituição em uma empresa necessita


do conhecimento sobre custo de reparo, custo de substituição, custos indiretos (notas,
cotações e outros), custo da energia e custo das manutenções.

Em muitos casos também custos de perda de produção.

21
Para avaliar o potencial em sua instalação
existe a ferramenta chamada See+. Um
software gratuito para simulação da economia
de energia com o uso de motores elétricos de
alta eficiência. Gera relatórios com análise
técnica e financeira e também auxilia na
decisão entre recuperação ou substituição de
motores danificados.

Para mais informações visite:


www.weg.net/see+

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6.5 QUAIS MOTORES TÊM AS MELHORES
OPORTUNIDADES

• Equipamentos antigos ou que apresentam


falhas com frequência.

• Motores que operam acima de 8 h/dia e


acima de 260 dias/ano.

• Acima de 15 anos de idade.

• Motores rebobinados.

Na compra de motores novos, dar preferência


ao uso de motores Premium (IR3) com o Selo
Procel/Inmetro de Economia de Energia.

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7//O PLANO DE TROCA//
O Plano de Troca é um programa WEG que incentiva
a substituição de motores antigos, danificados ou com
baixos níveis de rendimento, onde o motor usado de
qualquer marca entra como parte do pagamento de um
motor WEG novo de maior eficiência energética.

Com isso a WEG promove a utilização de motores de alta


eficiência, dá a correta destinação da carcaça e compo-
nentes por meio da reciclagem e cria consciência da con-
servação de energia, tornando sua planta mais eficiente.

VANTAGENS

• Redução do consumo de energia elétrica

• Confiabilidade na planta industrial

• Redução dos custos operacionais

• Garantia de fábrica

• Produtos normalizados - oferecem total


intercambiabilidade com motores já instalados

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8//DICAS DE COMO PRATICAR
O USO EFICIENTE DE
ENERGIA ELÉTRICA//
• Identifique os principais consumidores de energia
de sua empresa.

• Avalie a viabilidade técnico-econômica para a


substituição de motores em operação por outros
mais eficientes com Selo Procel.

• Redimensione corretamente a potência dos moto-


res conforme seu carregamento atual.

• Evite o rebobinamento (reparo) de motores antigos


ou que já sofreram outros rebobinamentos.

• Instale motores adequados ao ambiente e ao regi-


me de trabalho.

• Equilibre as correntes elétricas nas três fases.

• Evite variações de tensão.

• Ajuste os condutores à tensão e à corrente.

• Verifique o alinhamento dos motores.

• Verifique e elimine os ruídos e as vibrações.

• Lubrifique periodicamente os mancais conforme


orientação do fabricante.

• Evite partir ao mesmo tempo motores de grande


potência.

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PARA MAIS INFORMAÇÕES
SOBRE O TEMA ACESSE:
www.weg.net/eficienciaenergetica
http://sustentabilidade.sebrae.com.br/sites/Sustentabilidade

OU ENTRE EM CONTATO CONOSCO:


cnee@weg.net
sustentabilidade@mt.sebrae.com.br

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