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WP051Z0002

D61EX-15
D61PX-15
MODELOS DE MÁQUINA NÚMEROS DE SÉRIE

D61EX-15 B40001 e acima


D61PX-15 B40001 e acima

y Este Manual de Oficina pode incluir implementos e equipamentos opcionais não disponíveis em sua
área.Consulte o distribuidor Komatsu de sua região quanto à existência ou não dos itens de que
venha a necessitar.
Os materiais e especificações mencionados na presente publicação estão sujeitos a alteração sem
aviso prévio.

y Os tratores de esteiras da série D61-15 utilizam o motor SA6D114E-2


MANUAL DE OFICINA WP051Y0102

Tratores de Esteiras

D61EX-15
D61PX-15

Modelo de máquina Números de série

D61EX-15 B40001 e acima


D61PX-15 B40001 e acima

Geral
Índice ............................................................................................................................. 2
Geral

Listagem do índice

Cada um dos manuais de oficina editados pela Komatsu


é composto segundo a listagem a seguir. Uma vez que
Símbolo Instrução Solução
uma nova listagem do índice é gerada sempre que um
O Seção a ser incluída Inclua
item é incluído ou revisado, consulte a listagem do índice z Seção a ser substituída Substitua
mais atualizada para ter sempre em mãos a versão mais
recente de seu manual de oficina.
Os boletins incluídos ou revisados por ocasião da versão
mais atualizada são indicados por meio dos símbolos
ilustrados na tabela à direita. Proceda à inclusão ou
revisão dos boletins de seu manual de oficina segundo
as instruções fornecidas na tabela à direita.
Boletim Seção Título

WP051Z0002 Manual como um todo


(inclui a totalidade dos itens a seguir)
WP051Y0002 Geral
z WP051Y0102 Geral Índice
WP051Y0200 Geral Segurança, introdução
WP051A0000 Geral
WP051A0100 Geral Especificações, vistas cotadas
Especificações
Tabela de pesos
Tabela de óleos e líquido de arrefecimento
WP051B0000 Estrutura e funcionamento,
padrões de manutenção

WP051B0100 Estrutura e Funcionamento,


padrões de manutenção Motor e componentes relacionados ao sistema de arrefecimento
Sistema de arrefecimento
Transmissão de potência
Trem de força
Esquema do trem de força
Vista geral da unidade do trem de força
‘ Diagrama hidráulico do trem de força
Amortecedor e junta universal
Transmissão, sistema direcional e controle do freio
WP051B0200 Estrutura e funcionamento,
padrões de manutenção Sistema de transmissão de potência
Conversor de torque e PTO
Transmissão
ECMV da transmissão
Válvula de alívio principal
Válvula de alívio do óleo lubrificante

WP051B0300 Estrutura e funcionamento,


padrões de manutenção Sistema de transmissão de potência
Bomba de recuperação
Bomba do trem de força e do óleo lubrificante
Sistema do HSS

WP051B0400 Estrutura e funcionamento,


padrões de manutenção Sistema de transmissão de potência
Bomba do HSS
Motor do HSS

WP051B0500 Estrutura e funcionamento,


padrões de manutenção Sistema de transmissão de potência
Eixo da engrenagem cônica, HSS e freio
Válvula do freio
Comando final

2 WP051Y0102
Geral

Boletim Seção Título

WP051B0600 Estrutura e funcionamento,


padrões de manutenção Material rodante e armação
Conjunto da armação
Suspensão
Armação da esteira e mola tensora
Roda guia
Rolete inferior
Rolete superior
Roda motriz
Sapata de esteira

WP051B0700 Estrutura e funcionamento,


padrões de manutenção Sistema hidráulico
Layout dos dispositivos hidráulicos para o equipamento de trabalho
Controle do equipamento de trabalho
Reservatório hidráulico e filtro
Válvula solenóide
Acumulador
Cilindro hidráulico
Válvula de pistão
Válvula de queda rápida

WP051B0800 Estrutura e funcionamento,


padrões de manutenção Sistema hidráulico
Bomba do ventilador de arrefecimento
Motor do ventilador de arrefecimento
Válvula PPC
Alavanca elétrica (controle direcional)

WP051B0900 Estrutura e funcionamento,


padrões de manutenção Sistema hidráulico
Válvula de controle
CLSS
Válvula autoredutora de pressão

WP051B1000 Estrutura e funcionamento,


padrões de manutenção Equipamento de trabalho
Equipamento de trabalho
Borda cortante e canto da lâmina
Escarificador
Cabina e seus implementos
Suporte da cabina
Cabina
Tubulação do ar condicionado

WP051B1100 Estrutura e funcionamento,


padrões de manutenção Sistema elétrico
Sistema de controle do motor
Sistema de controle do sistema de arrefecimento
Sistema de controle na palma da mão
Sistema de bloqueio do PPC
Componentes do sistema
Sistema de monitoração
Painel monitor
Sensor

WP051C0000 Tabela de valores padrões

WP051C0100 Tabela de valores padrões Tabela de valores padrões para o motor


Tabela de valores padrões para o chassi

WP051Y0102 3
Geral

Boletim Seção Título

WP051D0000 Testes e ajustes


WP051D0100 Testes e ajustes Teste e ajustes (1/2)
Ferramentas para testes, ajustes e diagnóstico de falhas
Medição da rotação do motor
Medição da pressão do ar de admissão (pressão de reforço)
Medição da cor dos gases desprendidos pelo escapamento do motor
Ajuste da folga das válvulas
Medição da pressão de compressão
Medição da pressão de sopro no cárter
Testes e ajustes do ponto de injeção de combustível
Medição da pressão do óleo do motor
Testes e ajustes da tensão da correia do compressor do ar condicionado
Ajuste do sensor de rotação do motor
Ajuste da articulação de controle do combustível
Medição da pressão do óleo do trem de força
Ajuste do sensor de rotação da transmissão (procedimento de substituição)
Método simplificado de teste do desempenho dos freios
Ajuste do pedal dos freios
Ajuste da alavanca do freio de estacionamento
Método de escape de emergência havendo pane no trem de força
Ajuste da folga da roda guia
Inspeção do desgaste da roda motriz
Testes e ajustes da tensão das sapatas da esteira
Testes e ajustes da pressão do óleo do equipamento de trabalho e da
pressão do óleo do HSS
Testes da pressão principal do circuito de controle
Medição da pressão de saída da válvula PPC
Ajuste da folga da válvula PPC do equipamento de trabalho
Medição de vazamentos internos do cilindro do equipamento de trabalho
Ajuste da alavanca de trava de segurança do equipamento de trabalho
Alívio da pressão residual no cilindro do equipamento de trabalho
(sem acumulador PPC instalado)
Alívio da pressão residual no cilindro do equipamento de trabalho
(com acumulador PPC instalado)
Sangria do ar do cilindro do equipamento de trabalho
Medição da pressão do circuito da bomba do ventilador
Medição da rotação do motor do ventilador
Medição de vazamentos de óleo do motor do HSS
Sangria do ar da bomba do ventilador
Testes e ajustes da cabina do operador

WP051D0200 Testes e ajustes Testes e ajustes (2/2)


Funções especiais do painel monitor (EMMS)
Método de ajuste de controlador substituído
Preparativos para o diagnóstico de falhas do sistema elétrico
Pm clinic (análise do óleo através de amostras do mesmo coletadas)
Relatório de diagnóstico de falhas do material rodante

4 WP051Y0102
Geral

Boletim Seção Título

WP051E0000 Diagnóstico de falhas

WP051E0100 Diagnóstico de falhas Prefácio


Lembretes ao realizar o diagnóstico de falhas
Procedimento para o diagnóstico de falhas
Lembretes ao realizar manutenção
Verificações antes do diagnóstico de falhas
Classificação e procedimentos de diagnóstico de falhas
Esquema de disposição de conectores e diagrama elétrico de
cada sistema

WP051E0200 Diagnóstico de falhas Diagnóstico de falhas na sinalização de código de erro (código de erro)
Tabela de códigos de erro
Informações descritas na lista de diagnóstico de falhas

WP051E0300 Diagnóstico de falhas Diagnóstico de falhas do sistema elétrico (modo E)


Preparativos para o diagnóstico de falhas do sistema elétrico (modo E)
Informações descritas na lista de diagnóstico de falhas

WP051E0400 Diagnóstico de falhas Diagnóstico de falhas dos sistemas hidráulico e mecânico (modo H)
Informações descritas na lista de diagnóstico de falhas

WP051E0500 Diagnóstico de falhas Diagnóstico de falhas do sistema do motor (modo S)


Método de uso de matrizes de diagnóstico de falhas

WP051F0000 Desmontagem e montagem

O WP051F0100 Desmontagem e montagem Prefácio


Instruções para leitura do presente manual
Tabela de torques de aperto padrões
Precauções aplicáveis à execução de operações
Lista de materiais de recobrimento
Lista de ferramentas especiais
Croquis de ferramentas especiais

O WP051F0200 Desmontagem e montagem Procedimentos relativos ao motor


Remoção e instalação do conjunto da bomba injetora de combustível
Remoção e instalação do conjunto da cabeça do cilindro
Remoção e instalação do retentor frontal do motor
Remoção e instalação do retentor traseiro do motor
Remoção e instalação do conjunto do motor
Remoção e instalação do conjunto do amortecedor
Remoção e instalação do conjunto do protetor do radiador
Remoção e instalação do conjunto do radiador e do resfriador do óleo
‘’ hidráulico
Remoção e instalação do conjunto de acionamento do ventilador
Remoção e instalação do conjunto do motor do ventilador
Remoção e instalação do conjunto do capô do motor
Remoção e instalação do conjunto do reservatório de combustível

O WP051F0300 Desmontagem e montagem Trem de força


Remoção e instalação do conjunto da PTO, conversor de torque e
transmissão
Desconexão e conexão do conjunto da PTO, conversor de torque e
transmissão
Desmontagem e montagem do conjunto da PTO
Desmontagem e montagem do conjunto do conversor de torque
Desmontagem e montagem do conjunto da transmissão TORQFLOW
Remoção e instalação do conjunto da válvula de alívio principal do
conversor de torque
Desmontagem e montagem do conjunto da válvula de alívio principal
do conversor de torque

WP051Y0102 5
Geral

Boletim Seção Título

O WP051F0400 Desmontagem e montagem Trem de força


Remoção e instalação do conjunto do trem de força e da bomba de óleo
lubrificante
Remoção e instalação do conjunto do HSS e da bomba do equipamento
de trabalho
Remoção e instalação do conjunto da bomba de recuperação
Remoção e instalação do conjunto do motor do HSS
Desmontagem e montagem do conjunto do HSS
Remoção e instalação do conjunto do comando final
Desmontagem e montagem do conjunto do comando final

O WP051F0500 Desmontagem e montagem Material rodante


Remoção e instalação do conjunto da armação das esteiras
Remoção e instalação do conjunto da roda guia
Desmontagem e montagem do conjunto da roda guia
Remoção e instalação do conjunto da mola tensora
Desmontagem e montagem do conjunto da mola tensora
Remoção e instalação do conjunto dos roletes inferiores
Desmontagem e montagem do conjunto dos roletes inferiores
Remoção e instalação do conjunto de roletes superiores
Desmontagem e montagem do conjunto de roletes superiores

O WP051F0600 Desmontagem e montagem Material rodante


Verificações antes da expansão do conjunto das sapatas da esteira
Expansão (normal), expansão (anormalidade interna) e instalação do
conjunto das sapatas da esteira
Desmontagem e montagem gerais do conjunto das sapatas da esteira
Tabela de dimensões para gabaritos de encaixe por prensagem de elos
Desmontagem e montagem de um elo no campo
Remoção e instalação do conjunto do eixo pivotado
Remoção e instalação do conjunto da barra equalizadora
Remoção e instalação da bucha lateral da barra equalizadora
Remoção e instalação de dentes segmentados

O WP051F0700 Desmontagem e montagem Sistema hidráulico


Remoção e instalação do conjunto da válvula de controle principal
Montagem do conjunto da válvula de controle principal
Remoção e instalação do conjunto da bomba do ventilador de arrefecimento
Remoção e instalação do conjunto do equipamento de trabalho
Desmontagem e montagem do conjunto do equipamento de trabalho
Desmontagem e montagem do conjunto do cilindro hidráulico
Remoção e instalação do conjunto da barra equalizadora
Remoção e instalação da bucha lateral da barra equalizadora
Remoção e instalação dos dentes segmentados

O WP051F0800 Desmontagem e montagem Outros


Remoção e instalação do conjunto da cabina do operador
Remoção e instalação dos vidros das janelas da cabina do operador
(stuck glass)
Remoção e instalação do toldo ROPS
Remoção e instalação do conjunto do painel de instrumentos

6 WP051Y0102
Geral

Boletim Seção Título

WP051X0000 Outros Diagrama hidráulico


WP051X0100 Outros Diagrama hidráulico do trem de força
Diagrama hidráulico do equipamento de trabalho
Lâmina de angulação e inclinação hidráulicas (PAT)
Diagrama hidráulico do equipamento de trabalho
Lâmina de inclinação hidráulica (PT)
Diagrama elétrico
Diagrama elétrico (1/6)
Diagrama elétrico (2/6)
Diagrama elétrico (3/6)
Diagrama elétrico (4/6)
Diagrama elétrico (5/6)
Diagrama elétrico (6/6)
Diagrama elétrico da cabina

WP051Y0102 7
Geral

TRATORES DE ESTEIRAS D61EX-15, D61PX-15


Código desta publicação: WP051Z0002

© 2004 KOMATSU
Todos os direitos reservados
Impresso no Brasil 01/05 (01)

8 WP051Y0102
MANUAL DE OFICINA WP051A0100

Tratores de Esteiras

D61EX-15
D61PX-15

Modelo Número de Série

D61EX-15 B40001-
D61PX-15 B40001-

Geral
Vistas gerais cotadas ..................................................................................................... 2
Especificações .............................................................................................................. 3
Tabela de pesos ............................................................................................................ 8
Tabela de óleos e líquido de arrefecimento ................................................................ 12
Geral

Vistas gerais cotadas


D61EX/PX-15 Lâmina de angulação e inclinação hidráulicas com estrutura ROPS, cabina e ar condicionado

D61EX-15 D61PX-15
Item a ser inspecionado Unidade Lâmina PAT
Lâmina PAT Lâmina PAT
Esteiras longas

Peso da máquina kg 16840 17560 18460

Denominação do motor - Motor diesel KOMATSU SA6D114E-2

Potência de saída nominal do motor kW {HP} / rpm 116 {155} / 1800

A Comprimento total mm 5030 5450 5465

Altura total
B mm 3150 3150 3180
(excluindo a antena)

C Largura total mm 3275 3275 3860

Velocidade de desloca- Avante km/h 3,3/5,8/9,4


mento (1a/2a/3a) Ré km/h 4,3/7,3/11,2

 PAT: Lâmina de angulação e inclinação hidráulicas

2 WP051A0100
Geral

Especificações

D61EX-15 D61PX-15
Denominação e tipo da máquina Lâmina PAT
Lâmina PAT Lâmina PAT
Esteiras longas
Números de série B40001- B40001-
Peso da máquina
 Trator kg 13730 14300 15050
Massa

 Com equipamento de trabalho kg 16130 16850 17750


 Com equipamento de trabalho e
kg 16840 17560 18460
cabina ROPS
Raio de giro mínimo
m 3,6 3,7 3,7
(contrarotação)
Ângulo máximo de subida de rampas º 30 30 30
Estabilidade
º 35 35 35
(dianteira, traseira, esquerda, direita)
Desempenho

Avante (1ª/2ª/3ª) km/h 3,3/5,8/9,4 3,3/5,8/9,4 3,3/5,8/9,4


Veloci-
dade

Ré (1ª/2ª/3ª) km/h 4,3/7,3/11,2 4,3/7,3/11,2 4,3/7,3/11,2


kPa 43,1 37,3 26,5
Trator
{kgf/cm2} {0,44} {0,38} {0,27}
sobre o solo
Pressão

kPa 51,0 43,1 31,4


Com equipamento de trabalho
{kgf/cm2} {0,52} {0,44} {0,32}
Com equipamento de trabalho e kPa 53,0 45,1 32,4
cabina ROPS {kgf/cm2} {0,54} {0,46} {0,33}
Comprimen-

Trator mm 3920 4160 4210


to total

Com equipamento de trabalho mm 5030 5450 5465

Trator mm 2500 3000 3000


Largura
total

Com equipamento de trabalho mm 3275 3275 3860


Até a extremidade do cano de
mm 2945 2945 2970
escapamento
Dimensões

Altura total

Até o topo do assento do operador mm 2270 2270 2300


Com cabina ROPS instalada
mm 3150 3150 3180
(excluindo a antena)

Com toldo ROPS instalado mm 3150 3150 3180

Bitola das esteiras mm 1900 2140 2140


Comprimento de uma esteira sobre o
mm 2600 3170 3170
solo
Largura da esteira
mm 600 600 860
(com sapata padrão)
Altura livre mínima em relação ao solo mm 395 395 475

 PAT: Lâmina de angulação e inclinação hidráulicas

WP051A0100 3
Geral

D61EX-15 D61PX-15
Denominação e tipo da máquina Lâmina PAT
Lâmina PAT Lâmina PAT
Esteiras longas
Números de série B40001- B40001-
Denominação SA6D114E-2
Arrefecido à água, 6 cilindros em linha, 4 tempos,
Tipo injeção direta com turboalimentador e pós-resfriador
arrefecido à água
Número de cilindros - diâmetro interno x curso mm 6-114x135
Cilindrada total  (cm )3
8,27 {8270}
kW/rpm
Potência de saída nominal 116/1800 {155/1800}
{HP/rpm}
Nm/rpm
Desempenho
Motor

Torque máximo 824/1300 {84/1300}


{kgm/rpm}
Rotação máxima sem carga rpm 2000 ± 50
Rotação mínima sem carga rpm 900 ± 50
Relação de consumo mínimo de g/kWh
226 {168}
combustível {g/HPh}
Motor de partida 24 V, 7,5 kW
Alternador 24 V, 60 A
Bateria (*1) 12 V, 140 Ah 2 peças
Tipo de colméia do radiador D-6
Conversor de torque Tipo 3 elementos, 1 estágio, monofásico
Embreagem de discos múltiplos, engrenagens plane-
tárias, lubrificação forçada por meio de bomba de engre-
Transmissão
nagens, 3 marchas avante e 3 marchas a ré, comando
eletrônico manual
Trem de força

Engrenagem cônica espiral, lubrificação forçada por


Eixo da engrenagem cônica
meio de bomba de engrenagens
Tipo hidráulico de comando eletrônico manual, acio-
Unidade do

HSS namento por motor hidráulico, engrenagem planetária


HSS

diferencial
Tipo hidráulico de atuação por pedal e pressurização
Freio
por mola, com discos múltiplos em banho de óleo
De lubrificação espargida e engrenagem de dentes
Comando final
retos de dupla redução
Tipo de suspensão Semi-rígida, de barra equalizadora
Rolete superior 2 de cada lado
Rolete inferior 7 de cada lado 8 de cada lado
Material rodante

Sapata de esteira
Largura: 600 mm Largura: 860 mm
 De garra simples de montar 40 de cada lado 46 de cada lado -
Passo: 190 mm Passo: 190 mm
Largura: 860 mm
46 peças de
 Especial para pântano de montar - - cada lado
Passo: 190 mm
PAT: Lâmina de angulação e inclinação hidráulicas
*1: Bateria com capacidade dimensionada para 5 horas em regime nominal

4 WP051A0100
Geral

D61EX-15 D61PX-15
Denominação e tipo da máquina Lâmina PAT
Lâmina PAT Lâmina PAT
Esteiras longas
Números de série B40001- B40001-
Bomba do HSS
De pistão com placa de variação do ângulo de inclinação
Tipo
da bomba de deslocamento variável, sensora de carga
Capacidade teórica cm3/rotação 95
Bomba do ventilador de
arrefecimento
De pistão com placa de variação do ângulo de inclinação
Bomba hidráulica

Tipo
da bomba de deslocamento variável
Capacidade teórica cm3/rotação 30
Bomba do trem de força e
bomba do óleo lubrificante
Bomba de engrenagens externas (em tandem) de deslo-
Tipo
camento fixo
Capacidade teórica cm3/rotação 40,2x2
Bomba de recuperação
Sisitema hidráulico

Tipo Bomba de engrenagens externas de deslocamento fixo

Capacidade teórica cm3/rotação 61,2


Motor do HSS
De pistão com placa de variação do ângulo de inclinação
Tipo
da bomba de deslocamento fixo com válvula de freio
Motor hidráulico

Capacidade do motor cm3/rotação 80


Motor do ventilador de
arrefecimento
De pistão com placa de variação do ângulo de inclinação
Tipo
da bomba de deslocamento fixo
Capacidade do motor cm3/rotação 28
3+1-tipo carretel, 1 unidade
Válvula de controle

(Lâmina PAT, lâmina Semi-U, lâmina Semi-U + escarificador, lâmina PT)


Tipo e quantidade 4+1-tipo carretel, 1 unidade
(Lâmina PAT + escarificador)

Método de controle Assistida hidraulicamente


Reservatório hidráulico Tipo caixa (tipo válvula de controle externo)
Filtro do óleo hidráulico Lado de retorno para o reservatório
Resfriador de óleo Arrefecido a ar (3A-CS)
 PAT: Lâmina de angulação e inclinação hidráulicas
 PT: Lâmina de inclinação hidráulica

WP051A0100 5
Geral

D61EX-15 D61PX-15
Denominação e tipo da máquina
Padrão Esteiras longas Padrão
Números de série B40001- B40001-
Tipo Pistão de dupla ação
Cilindro de elevação

Diâmetro interno do cilindro mm 110


Diâmetro da haste do pistão mm 55
Curso mm 469
Distância máxima entre pinos mm 1322
Distância mínima entre pinos mm 853
Tipo Pistão de dupla ação
Cilindro de angulação Cilindro de inclinação

Diâmetro interno do cilindro mm 130


Lâmina PAT

Diâmetro da haste do pistão mm 70


Curso mm 190
Distância máxima entre pinos mm 1226
Distância mínima entre pinos mm 1036
Tipo Pistão de dupla ação
Diâmetro interno do cilindro mm 110
Sistema hidráulico do equipamento de trabalho

Diâmetro da haste do pistão mm 65


Curso mm 469
Distância máxima entre pinos mm 1352
Distância mínima entre pinos mm 883
Pistão de dupla Pistão de dupla
Tipo -
ação ação
Cilindro de elevação

Diâmetro interno do cilindro mm 110 - 110

Diâmetro da haste do pistão mm 55 - 55


Lâmina Semi-U, lâmina PT

Curso mm 469 - 469

Distância máxima entre pinos mm 1322 - 1322

Distância mínima entre pinos mm 853 - 853


Pistão de dupla Pistão de dupla
Tipo -
Cilindro de inclinação

ação ação
Diâmetro interno do cilindro mm 140 - 140
Diâmetro da haste do pistão mm 70 - 70
Curso mm 143 - 143
Distância máxima entre pinos mm 1027 - 1027
Distância mínima entre pinos mm 884 - 884
Pistão de dupla
Cilindro do escarificador

Tipo - -
ação
Diâmetro interno do cilindro mm 140 - -
Diâmetro da haste do pistão mm 70 - -
Curso mm 330 - -
Distância máxima entre pinos mm 1080 - -
Distância mínima entre pinos mm 750 - -
PAT: Lâmina de angulação e inclinação hidráulicas
PT: Lâmina de inclinação hidráulica

6 WP051A0100
Geral

D61EX-15 D61PX-15
Denominação e tipo da máquina
Padrão Esteiras longas Padrão
Números de série B40001- B40001-
Tipo Lâmina de angulação e inclinação hidráulicas
Método de sustentação da lâmina Direita e esquerda: cilindro de angulação
Elevação máxima (acima do solo) mm 980 1025 1110
Dimensões Desempenho
Lâmina PAT

Profundidade máxima de penetração mm 465 580 495


Inclinação máxima mm 510 510 600
Largura da lâmina mm 3275 3275 3860
Altura da lâmina mm 1200 1200 1160
Angulação da lâmina º 57 57 57
Tipo Lâmina Semi-U hidráulica
Método de sustentação da lâmina Esquerda: tirante / Direita: cilindro de inclinação
Equipamento de trabalho

Elevação máxima (acima do solo) mm 970 - -


Lâmina Semi-U

Desempenho

Profundidade máxima de penetração mm 545 - -


Inclinação máxima mm 690 - -
Gama de angulação da lâmina º ±7 - -
Largura da lâmina mm 3175 - -
Dimensões

Altura da lâmina mm 1300 - -


Angulação da lâmina º 57 - -
Tipo Lâmina de inclinação hidráulica
Método de sustentação da lâmina Esquerda: tirante / Direita: cilindro de inclinação
Elevação máxima (acima do solo) mm - - 1210
Desempenho
Lâmina PT

Profundidade máxima de penetração mm - - 425


Inclinação máxima mm - - 600
Gama de angulação da lâmina º - - ±7
Largura da lâmina mm - - 3600
Dimensões

Altura da lâmina mm - - 1070


Angulação da lâmina º - - 57
Tipo Paralelogramo - -
Comprimento da longarina mm 2170 - -
Número de porta-pontas Peça 3 - -
Escarificador

Ângulo de escavação (a/b) º 55/45 - -


Desempenho

Profundidade de escavação Variável em 3 níveis - -


Profundidade máxima de escavação mm 665 - -
Elevação máxima mm 565 - -
Posição do porta-pontas (esq./dir.) mm 950/950 - -
PAT: Lâmina de angulação e inclinação hidráulicas
PT: Lâmina de inclinação hidráulica

WP051A0100 7
Geral

Tabela de pesos
Esta tabela de pesos serve de referência para o manuseio e transporte de componentes.

Unidade: kg
D61EX-15 D61PX-15
Denominação e tipo da máquina
Padrão Esteiras longas Padrão
Números de série B40001- B40001-
Conjunto motor e amortecedor
840 840 840
(excluindo o líquido de arrefecimento e o óleo)
 Conjunto do motor 797 797 797
 Conjunto do amortecedor 35 35 35
 Componentes associados ao motor (circuitos elétricos) 8 8 8
Junta universal 13 13 13
Conjunto do sistema de arrefecimento 140 140 140
(excluindo o líquido de arrefecimento e o óleo)
 Conjunto do radiador (incluindo o resfriador de óleo do 115 115 115
trem de força)
 Resfriador do óleo hidráulico 11 11 11
Bomba do ventilador de arrefecimento 28 28 28
Motor do ventilador de arrefecimento 13 13 13
Reservatório de combustível (excluindo o combustível) 170 170 170
Conjunto da unidade do trem de força (excluindo o óleo) 2105 2105 2105
 Conjunto do conversor de torque e PTO 290 290 290
 Conjunto da transmissão 340 340 340
 Conjunto da ECMV da transmissão 13 13 13
 Conjunto da válvula de alívio principal 6 6 6
 Conjunto da unidade do HSS 1380 1380 1380
 Conjunto da válvula do freio 6 6 6
Motor do HSS 45 45 45
Bomba do HSS 65 65 65
Bomba do trem de força e bomba do óleo lubrificante 20 20 20
Bomba de recuperação 5 5 5
Reservatório hidráulico (excluindo o óleo) 60 60 60
Válvula de controle
 3+1-válvula de carretel
(Lâmina PAT, lâmina Semi-U. lâmina Semi-U + escarifi- 52 52 52
cador, lâmina PT)
 4+1-válvula de carretel
(Lâmina PAT + escarificador) 57 57 57
Conjunto do comando final (cada lado) 734 734 734
Roda motriz (cada lado) 7,4x9 7,4x9 7,4x9
PAT: Lâmina de angulação e inclinação hidráulicas
PT: Lâmina de inclinação hidráulica

8 WP051A0100
Geral

Unidade: kg
D61EX-15 D61PX-15
Denominação e tipo da máquina
Padrão Esteiras longas Padrão
Números de série B40001- B40001-
Conjunto da armação 1010 1010 1010
Protetor inferior do motor 45 45 45
Protetor inferior da transmissão 22 22 22
Conjunto do grupo de esteiras (cada lado) (lâmina PAT) 1378 1470 1470
(lâmina Semi-U) 1408 - -
(lâmina PT) - - 1520
 Armação das esteiras (lâmina PAT) 467 518 518
(lâmina Semi-U) 497 - -
(lâmina PT) - - 568
 Conjunto da roda guia (cada lado) 184 184 184
 Conjunto da mola tensora (cada lado) 205 205 205
 Conjunto de roletes inferiores de flange simples (cada lado) 45x5 45x6 45x6
 Conjunto de roletes inferiores de flange duplo (cada lado) 52x2 52x2 52x2
 Conjunto de roletes superiores (cada lado) 25x2 25x2 25x2
Conjunto das sapatas da esteira (cada lado)
 Sapata de garra simples (600 mm) 1245 1425 -
 Sapata para pântano (860 mm) - - 1570
 Sapata de garra simples (860 mm) - - 1785
Eixo pivotado (cada lado) 85 85 105
Barra equalizadora 90 90 120
Conjunto da armação do piso da cabina 300 300 300
Assento do operador 56 56 56
Conjunto da cabina 410 410 410
Conjunto da estrutura ROPS (para a cabina) 210 210 210
Conjunto do toldo ROPS 390 390 390
Conjunto da lâmina PAT (padrão) 2300 2600 2600
(larga) 2460 - -
(3 m) - - 2840
 Lâmina (incluindo esfera central) (padrão) 1130 1130 1290
(larga) 1290 - -
(3 m) - - 1530
 Armação em “U” (cada lado) 810 960 960
 Conjunto do cilindro de inclinação 75 75 75
 Conjunto do cilindro de angulação 58x2 58x2 58x2

PAT: Lâmina de angulação e inclinação hidráulicas


PT: Lâmina de inclinação hidráulica

WP051A0100 9
Geral

Unidade: kg
D61EX-15 D61PX-15
Denominação e tipo da máquina
Padrão Esteiras longas Padrão
Números de série B40001- B40001-
Conjunto de lâmina Semi-U 2040 - -
Conjunto de lâmina PT - - 1830
 Lâmina 1215 - 1015
 Armação reta (cada lado) 190 - 190
 Conjunto de cilindros de inclinação 65 - 65
Conjunto de cilindros de elevação (lâmina PAT) 48x2 48x2 48x2
(lâmina Semi-U, lâmina PT) 50x2 - 50x2
Conjunto do escarificador 1530 - -
Conjunto dos cilindros do escarificador 75 - -

PAT: Lâmina de angulação e inclinação hidráulicas


PT: Lâmina de inclinação hidráulica

10 WP051A0100
Geral

Tabela de óleos e líquido de arrefecimento


TEMPERATURA AMBIENTE
RESERVATÓRIO TIPO DE FLUIDO -22 -4 14 32 50 68 86 104ºF
-30 -20 -10 0 10 20 30 40ºC

SAE30

SAE10W

Cárter do motor SAE10W-30

SAE15W-40

SAE5W-30

Carcaça do amortecedor
Óleo para motor SAE30
Roda guia (cada)

SAE10W

Sisitema hidráulico SAE10W-30

SAE15W-40

Carcaça do trem de força SAE30

Carcaça do comando final SAE10W


(cada)

ASTM D975 Nº2


Reservatório de combustível Óleo diesel
*1

Graxeira Graxa NGLI Nº2

Líquido de Complete o líquido


Sistema de arrefecimento
arrefecimento de arrefecimento
*1. ASTM D975 Nº 1

12 WP051A0100
Geral

Unidade: 
Nível de óleo Quantidade de
Teor de enxofre no combustível
especificado óleo na troca
Cárter do motor 23 19
Carcaça do amortecedor 1,3 1,3
Roda guia (cada - direita e esquerda) 0,22 0,22
Sistema do óleo hidráulico 95 55
Carcaça do trem de força 100 69
Carcaça do comando final
32 28,5
(cada - direita e esquerda)
Reservatório de combustível 390 -
Sistema de arrefecimento
44 -
(incluindo o tanque de expansão)

WP051A0100 13
MANUAL DE OFICINA WP051Y0200

Tratores de Esteiras

D61EX-15
D61PX-15

Modelo Número de Série

D61EX-15 B40001-
D61PX-15 B40001-

Geral
Segurança ..................................................................................................................... 2
Introdução ...................................................................................................................... 4
Geral

SEGURANÇA
NOTAS DE SEGURANÇA

NOTA DE SEGURANÇA IMPORTANTE

Manutenção e reparo adequados são extremamente importantes para a operação segura


da máquina. As técnicas de manutenção e reparo recomendadas pela Komatsu e descritas
neste manual são eficientes e seguras. Algumas destas técnicas requerem o uso de
ferramentas especialmente projetadas pela Komatsu para tal finalidade específica.

Para prevenir ferimentos nos trabalhadores, o símbolo é usado para identificar pre-
cauções de segurança neste manual. As recomendações acompanhadas deste símbolo
devem sempre ser seguidas cuidadosamente. Se alguma condição perigosa se apresentar
ou possa vir a surgir, considere a segurança em primeiro lugar e tome as providências
necessárias para lidar com a situação.

PRECAUÇÕES GERAIS 6. Providencie um local na oficina para manter


ferramentas e peças removidas.Sempre
Erros em operação são extremamente perigosos. mantenha as ferramentas e peças nos locais
Leia o Manual de Operação e Manutenção aten- próprios. Sempre mantenha o local de
tamente antes de operar a máquina. trabalho limpo e assegure-se da ausência de
1. Antes de executar qualquer engraxamento ou sujeira ou óleo no piso. Fume somente nas
reparo leia todas as precauções fornecidas áreas reservadas para fumar. Nunca fume
nos decalques colados à máquina. durante o trabalho.

2. Quando executar qualquer operação sempre


use calçado de segurança e capacete. Não PREPARATIVOS PARA O TRABALHO
use roupas folgadas ou com botões faltando.
y Sempre use óculos de segurança quando 7. Antes de adicionar óleo ou efetuar quaisquer
golpear peças com martelo. reparos, estacione a máquina em um piso
y Sempre use óculos de segurança quando firme e nivelado e trave as rodas ou esteiras
desbastar peças com esmeril. para impedir a máquina de se movimentar.

3. Se reparos de soldagem se fizerem neces- 8. Antes de iniciar o trabalho, baixe a lâmina,


sários, sempre tenha um soldador treinado e escarificador, caçamba ou qualquer outro
experiente para executar o trabalho. Quando equipamento de trabalho ao solo. Se não for
executar trabalho de soldagem sempre use possível, insira o pino de segurança ou use
luvas de soldador, avental, protetor de mão e blocos para impedir que o equipamento de
outras vestimentas adequadas ao trabalho de trabalho caia. Além disso, certifique-se de
soldagem. travar todas as alavancas de controle e
pendure nelas avisos de advertência.
4. Quando executar qualquer operação envol-
vendo dois ou mais trabalhadores, sempre 9. Quando montar ou desmontar, posicione a
combine o procedimento operacional a seguir máquina sobre blocos, macacos ou cavaletes
antes de iniciar. Sempre informe seus antes de iniciar o trabalho.
companheiros antes de iniciar qualquer etapa 10. Remova completamente lama e óleo de
da operação. Antes de iniciar o trabalho degraus ou outros locais usados para subir ou
pendure avisos EM MANUTENÇÃO nos descer da máquina. Sempre use os corrimãos,
controles do compartimento do operador. escadas ou degraus quando subir ou descer
5. Mantenha todas as ferramentas em boas con- da máquina. Nunca salte para a máquina ou
dições e aprenda a maneira correta de usá-las. desta para o chão. Se for impossível usar os
corrimãos, as escadas ou os degraus, use um
cavalete para assegurar apoio seguro para os
pés.

2 WP051Y0200
Geral

PRECAUÇÕES DURANTE O TRABALHO

11. Quando da remoção da tampa do bocal de 19. Certifique-se de montar novamente todas as
abastecimento de óleo, dos bujão de dreno ou peças nos seus lugares originais.
dos bujões de medição de pressão hidraulica, Substitua quaisquer peças danificadas por
solte-os lentamente para evitar que o óleo peças novas.
espirre. y Quando instalar mangueiras e fios,
Antes de desconectar ou remover componentes certifique-se de que estes não serão
dos circuitos hidráulicos, de arrefecimento ou danificados em contato com outras peças
pneumáticos, elimine completamente a pressão quando a máquina estiver em operação.
do circuito.
20. Quando instalar mangueiras de alta pressão,
12. A água e o óleo dos circuitos estão quentes certifique-se que elas não estão torcidas.
quando o motor é desligado, portanto, tome Tubos danificados são perigosos, portanto,
cuidado para não se queimar. aja com o máximo cuidado quando instalar
Espere até que o óleo e a água esfriem antes tubos para circuitos de alta pressão. Verifique
de executar qualquer trabalho nos circuitos também se as peças de conexão estão
hidráulicos ou de arrefecimento. corretamente instaladas.
13. Antes de iniciar o trabalho, remova os cabos 21. Quando montar ou instalar peças, sempre
da bateria. Sempre remova primeiro o cabo empregue os torques de aperto especificados.
do terminal negativo (--). Quando instalar dispositivos de proteção ou
peças que vibrem intensamente ou girem em
14. Quando levantar componentes pesados, use
alta velocidade, tenha cuidado especial em
uma talha ou um guincho.
verificar se eles foram corretamente
Verifique se o cabo de aço, correntes e
instalados.
ganchos estão em perfeito estado.
Use sempre um equipamento de elevação 22. Quando proceder ao alinhamento de dois
com grande capacidade de sustentação. orifícios, nunca insira seus dedos ou sua mão.
Instale o equipamento de elevação nos locais Tenha cuidado para não ter seus dedos
corretos. Use uma talha ou guincho e opere presos em um orifício.
lentamente para evitar que o componente atinja
23. Quando medir a pressão hidráulica, verifique
alguma outra peça. Não trabalhe se alguma
se a ferramenta de medição está correta-
peça ainda estiver suspensa pela talha ou
mente montada antes de efetuar qualquer
guincho.
medição.
15. Quando remover tampas que estejam
24. Seja cuidadoso quando remover ou instalar
pressurizadas internamente ou tensionadas
as esteiras de máquinas tipo esteira.
por mola, deixe sempre dois parafusos na
Na remoção da esteira, ela se separa
posição, em lados opostos. Lentamente libere
repentinamente, portanto, não deixe ninguém
a pressão e, em seguida, lentamente, solte
permanecer em qualquer das extremidades
os parafusos para a remoção.
da esteira.
16. Quando remover componentes, tenha
cuidado para não partir ou danificar a fiação.
Fiação danificada pode causar incêndios de
natureza elétrica.
17. Quando remover tubulação, contenha a saída
de combustível ou de óleo. Qualquer quanti-
dade de combustível ou de óleo que cair sobre
o piso deve ser imediatamente removida.
Combustível ou óleo no piso podem causar
escorregões ou até iniciar incêndios.
18. Como regra geral, não use gasolina para lavar
peças. Especificamente no caso de limpeza
de circuitos elétricos, use o mínimo possível
de gasolina para lavar os componentes.

WP051Y0200 3
Geral

INTRODUÇÃO
GERAL

Este manual de oficina foi preparado com o objetivo de aprimorar a qualidade dos reparos, proporcionan-
do ao executor do trabalho conhecimento detalhado do produto e apresentando a ele a maneira correta de
realizar reparos e fazer julgamentos. Esteja certo de ter compreendido o conteúdo deste manual e use-o
para maximizar os resultados, em todas as oportunidades.

Este manual de oficina contém, essencialmente, a informação técnica necessária às operações a serem
desenvolvidas em uma oficina de manutenção. Para facilidade de compreensão, o manual foi dividido nos
capítulos abaixo relacionados; estes capítulos foram, divididos, por sua vez, em cada conjunto principal de
componentes.

ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO
Esta seção explica a estrutura e a função de cada componente. Serve, não apenas para propor-
cionar compreensão da estrutura, mas também como material de referência para o diagnóstico de
falhas. Inclui ainda diagramas hidráulicos e elétricos, além de padrões de manutenção.

TESTES E AJUSTES
Esta seção explica as verificações a serem feitas antes e depois da execução dos reparos, assim
como os ajustes a serem feitos após a conclusão das verificações e dos reparos.
Tabelas de diagnóstico de falhas, relacionando “Problemas” e “Causas” estão também incluídas
nesta seção.

DESMONTAGEM E MONTAGEM
Esta seção explica a ordem a ser seguida na remoção, instalação, desmontagem ou montagem
de cada componente, assim como os cuidados a serem tomados nestas operações.

PADRÕES DE MANUTENÇÃO
Esta seção explica os padrões de avaliação na inspeção de peças desmontadas.
O conteúdo da presente seção pode ser também descrito na seção “Estrutura e Funcionamento”

OUTROS
Esta seção essecialmente reúne diagramas hidráulicos e elétricos, podendo também fornecer
especificações de implementos e opcionais.

NOTA

As especificações contidas neste manual de oficina estão sujeitas a mudanças a qualquer


tempo, sem aviso prévio. Use as especificações fornecidas na publicação mais recente.

4 WP051Y0200
Geral

COMO LER O MANUAL DE OFICINA

VOLUMES SÍMBOLOS

Manuais de oficina são preparados como guia para a Para que o manual de oficina possa ser de ampla
execução de reparos. Eles são divididos da seguinte aplicação prática, partes importantes para
maneira: segurança e qualidade são assinaladas com os
símbolos a seguir.
Volume Chassi: Editado para cada modelo de máquna
Volume Motor: Editado para cada série de motor
Editados em um único Símbolo Item Observação
Volume Elétrica: volume para cobrir todos
Volume Implementos: os modelos. Precauções especiais de se-
Segurança gurança são necessárias na
Estes diversos volumes foram planejados para realização deste trabalho.
evitar duplicidade de informação. Portanto, para Precauções técnicas especiais
lidar com todos os reparos em qualquer modelo, é ou outras precauções para pre-
necessário que os volumes chassi, motor, elétrica Cuidados servar exigências normativas
e implementos estejam disponíveis. são necessárias na realização
deste trabalho.
DISTRIBUIÇÃO E ATUALIZAÇÃO Peso de peças dos sistemas.
Qualquer acréscimo, aperfeiçoamento ou outras Cuidados necessários na se-
Peso leção de cabo de talha, ou
alterações serão enviados aos distribuidores
quando a postura de trabalho
Komatsu. Consiga a informação mais atualizada é importante, etc.
antes de iniciar qualquer trabalho.
Locais que requerem atenção
Torque
especial com relação ao torque
de aperto
de aperto durante montagem.
Recobri- Locais a serem recobertos com
mento adesivos e lubrificantes, etc.
Locais onde óleo, água ou
Óleo,
combustível devem ser coloca-
água
dos e sua capacidade.
Locais de onde óleo ou água
Drena-
devem ser drenados e a quan-
gem
tidade a ser drenada.

WP051Y0200 5
Geral

INSTRUÇÕES PARA EMPREGO DE TALHA

EMPREGO DE TALHA Posicionar o cabo próximo da borda do gancho


pode fazer com que ele escorregue para fora do
Peças pesadas (25 kg ou mais) devem gancho durante o içamento, podendo resultar em
ser levantadas com talha,etc. Na seção um sério acidente. A capacidade máxima de sus-
DESMONTAGEM E MONTAGEM, toda tentação do gancho está em sua região média.
peça pesando 25 kg ou mais é indicada
claramente com o símbolo

y Se uma peça não puder ser suavemente re-


movida da máquina com talha, as seguintes ve-
rificações devem ser feitas:
1) Verifique a remoção de todos os parafusos
que prendem a peça às peças correspon- 3) Não sustente uma carga pesada com um
dentes. cabo apenas; empregue dois ou mais cabos
2) Verifique a existência de outra peça interfe- dispostos simetricamente pela carga.
rindo com a peça a ser removida.  Sustentar a carga com apenas um cabo
pode ocasionar tombamento da carga du-
rante o içamento, destorcer o cabo ou
CABOS DE AÇO deslocar o mesmo de sua posição origi-
1) Utilize cabos adequados dimensionados nal em torno da carga, o que pode resul-
para suportar os pesos das peças a serem tar em grave acidente.
levantadas recorrendo à tabela abaixo:
4) Não posicione uma carga pesada com ca-
Cabos de aço
bos que formem um ângulo muito aberto a
(Cabos sem galvanização,padrão de
partir do gancho.
trama “Z” ou “S”)
No içamento de cargas com dois ou mais
Diâmetro do cabo Carga admissível cabos, a força aplicada a cada cabo aumenta
mm tons. proporcionalmente ao ângulo de içamento.
kN
A tabela abaixo mostra a variação da carga
10 9,8 1,0 admissível kN (kg) quando a sustentação é
11,5 13,7 1,4 feita com dois cabos, considerando que cada
12,5 15,7 1,6 um sustente até 9,8 kN (1000 kg) vertical-
mente, em vários ângulos de içamento.
14 21,6 2,2 Quando dois cabos sustentam uma carga ver-
16 27,5 2,8 ticalmente até 19,6 kN (2000 kg) de peso total
18 35,3 3,6 pode ser suspendido. Este peso diminui para
20 43,1 4,4 9,8 kN (1000 kg) quando os cabos formam
um ângulo de içamento de 120o. Por outro lado,
22,4 54,9 5,6 dois cabos são submetidos a uma força de
30 98,1 10,0 intensidade igual a 39,2 kN (4000 kg) se eles
40 176,5 18,0 sustentarem uma carga de 19,6 kN (2000 kg)
50 274,6 28,0 com ângulo de içamento de 150o.
Capacidade de carga [kN(kg)]

60 392,2 40,0

 O valor da carga admissível é estimado como


um sexto ou um sétimo da tensão de ruptura
do cabo usado.
2) Posicione cabos de aço na região média do
gancho.

Ângulo de içamento (º)

6 WP051Y0200
Geral

Método de desacoplamento e acoplamento de engate rápido


Antes de executar o trabalho que descreveremos Tipo 1
a seguir, alivie a pressão remanescente no
reservatório hidráulico. Detalhes sobre essa Fig. 1
operação podem ser encontrados no tópico da
Seção Testes e Ajustes intitulado “Alívio da
Pressão Remanescente no Reservatório Hidráulico”

Mesmo com a pressão remanescente no


reservatório hidráulico aliviada, uma certa porção
de óleo vaza quando a mangueira é desconectada.
Assim sendo, providencie um recipiente para
recolher o óleo drenado.
Fig. 2
Desacoplamento
1. Alivie a pressão remanescente no reservatório
hidráulico. Detalhes podem ser encontrados no tópico
da Seção Testes e Ajustes intitulado “Alívio da
Pressão Remanescente no Reservatório Hidráulico”

2. Segurando o adaptador (1), empurre a junta da


mangueira (2) contra o adaptador de engate (3)
(veja a Fig. 1)
Fig. 3
 O limite de compressão do adaptador é de 3,5 mm
 Durante essa operação, não segure na parte
de borracha (4)

3. Após comprimir a junta da mangueira (2) contra o


adaptador (3), pressione a parte de borracha (4) contra
o adaptador (3) até ouvir um clique (veja a Fig. 2)

4. Segurando o adaptador da mangueira (1) ou a Fig. 4


mangueira (5), saque a peça (veja a Fig. 3)
 Uma vez que sempre vaza um pouco de óleo,
providencie um recipiente para recolher o óleo
drenado.

Acoplamento
1. Segurando o adaptador da mangueira (1) ou a
mangueira (5), introduza a peça perfeitamente
alinhada no adaptador de engate (3) (veja a Fig. 4)
 Durante essa operação, não segure na parte
de borracha (4)
Fig. 5
2. Após introduzir perfeitamente a mangueira no
adaptador de engate, puxe-a para ver se está bem
engatada (veja a Fig. 5)
 Quando a mangueira é puxada, a parte de
borracha avança cerca de 3,5 mm em direção
à mangueira. Isto, entretanto, é absolutamente
normal, não sinalizando qualquer problema.

WP051Y0200 7
Geral

Tipo 2 Tipo 3
1. Segurando o bocal da região de aperto, empurre o 1. Segurando o bocal da região de aperto, empurre o
corpo (2) em linha reta até o anel antideslizante (1) corpo (2) em linha reta até o anel antideslizante (1)
contactar a superfície de contato a da parte contactar a superfície de contato a da parte
sextavada do terminal macho sextavada do terminal macho.

2. Mantendo a condição do passo 1, gire a 2. Mantendo a condição do passo 1, empurre até a


alavanca (4) para a direita (sentido horário) tampa (3) contactar a superfície de contato a da
Desacoplamento

parte sextavada do terminal macho.

3. Mantendo a condição dos passos 1 e 2, saque 3. Mantendo a condição dos passos 1 e 2, saque
todo o corpo (2) para desacoplá-lo. todo o corpo (2) para desacoplá-lo.

y Segurando o bocal da região de aperto, empurre o y Segurando o bocal da região de aperto, empurre o
corpo (2) em linha reta até o anel antideslizante (1) corpo (2) em linha reta até o anel antideslizante (1)
contactar a superfície de contato a da parte contactar a superfície de contato a da parte
sextavada do terminal macho para acoplá-lo. sextavada do terminal macho para acoplá-lo.
Acoplamento

8 WP051Y0200
Geral

MATERIAIS DE PROTEÇÃO (RECOBRIMENTO)


 Os materiais de proteção recomendados, tais como, adesivos, vedantes de juntas e graxas usados
na desmontagem e montagem são relacionados abaixo.
 No caso de materiais de proteção não relacionados abaixo, use os produtos equivalentes apresenta-
dos na lista.

Categoria Cód. Komatsu Cód. da peça Quant. Embalagem Aplicações principais, características

LT-1A 790-129-9030 150 g Tubo y Usado para prevenir escape de juntas de bor-
racha, coxins de borracha e bujões de registro.
y Empregado em locais que requeiram
20 g Container adesão forte e imediata. Usado para plás-
LT-1B 790-129-9050 (2 bisna- de ticos (exceto polietileno, polipropileno,
gas) polietileno tetra- fluoretileno e cloreto de vinila),
borracha, metais e não-metais
y Características: Resistência ao calor e a
Container produtos químicos.
LT-2 09940-00030 50 g de y Usado para prevenir desaperto e com fi-
polietileno nalidade vedante para parafusos e bu-
jões.
790-129-9060 Adesivo: y Usado como adesivo ou vedante para me-
(jogo de ade- 1 kg tal, vidro ou plástico.
LT-3
sivo e agente Agente en- Lata
endurecedor) durecedor:
500 g
Container de y Usado como vedante para orifícios
LT-4 790-129-9040 250 g polietileno usinados.
Adesivos Holtz y Usado como vedante resistente ao calor
790-126-9120 75 g Tubo para reparos de motor.
MH 705
y Adesivo tipo endurecimento rápido.
Container y Tempo de cura: 5 seg. a 3 min.
Three bond 790-129-9140 50 g de
1735 y Usado principalmente para colar metais,
polietileno borrachas, plásticos e madeira.
y Adesivo tipo endurecimento rápido.
Container y Tipo cura rápida (resistência máxima
Aron-alpha 790-129-9130 2g de após 30 minutos).
201 polietileno y Usado principalmente para colar borra-
chas, plásticos e metais.
y Características: Resistência ao calor e a
Container produtos químicos.
Loctite 79A-129-9110 50 cm3 de y Usado em partes acopladas sujeitas à
648-50 polietileno alta temperatura.
y Usado como adesivo ou vedante para jun-
LG-1 790-129-9010 200 g Tubo tas e gaxeta da carcaça do trem de força, etc.
y Usado como vedante em vários tipos de
roscas, uniões de tubulação, flanges.
LG-5 790-129-9080 1 kg Lata y Usado como vedante em bujões cônicos,
cotovelos, conexões de tubulação hidráulica.
y Características: À base de silicone, resis-
tência ao calor e ao frio
LG-6 790-129-9020 200 g Tubo y Usado como vedante para superfícies
flangeadas, roscas.
y Usado como vedante para cárter de óleo,
Vedante carcaça do comando final,etc.
de juntas y Características: À base de silicone, tipo
endurecimento rápido
LG-7 790-129-9070 1g Tubo y Usado como vedante para a carcaça do
volante, coletor de admissão, cárter de
óleo, sede do termostato,etc.
Three bond y Usado como vedante resistente ao calor
1211 790-129-9090 100 g Tubo em reparos de motor.
y Características: material de vedação tipo
Three bond silicone resistente ao calor, à vibração e
1207B 419-15-18131 100 g Tubo ao impacto
y Usado como vedante para carcaça de
tranferência

WP051Y0200 9
Geral

Categoria Cód. Komatsu Cód. da peça Quant. Embalagem Aplicações principais, características
y Usado como lubrificante para partes
LM-G 09940-00051 60 g Lata deslizantes (para prevenir rangido)
Lubrificante
à base de y Usado para prevenir grimpagem ou
dissulfeto arranhamento das roscas em casos de
de LM-P 09940-00040 200 g Tubo
ajustagem sob pressão ou por contração.
molibdênio y Usado como lubrificante para articulações,
rolamentos, etc.
SYG2-400LI y Tipo de aplicação geral.
SYG2-350LI
G2-LI SYG2-400LI-A Diversas Diversas
SYG2-160LI
SYGA-160CNLI
SYG2-400CA y Usado para rolamentos com carga leve e
SYG2-350CA temperatura normal, em locais em conta-
G2-CA SYG2-400CA-A Diversas Diversas to com água ou vapor.
SYG2-160CA
SYGA-160CNCA
Graxa à base y Usado em locais com carga pesada.
Graxa de dissulfeto SYG2-400M 400 g X 10 Tipo fole
de molibdênio SYG2-400M-A 400 g X 20 Tipo fole
LM-G (G2-M) SYGA-16CNM 16 kg Lata
Hyper White y Resistência à grimpagem e ao calor
Graxa G2-T SYG2-400T-A
SYG2-16CNT 400 g Tipo fole superior à proporcionada pela graxa à
G0-T (*) 16 kg Lata base de dissulfeto de molibdênio
*: Para uso SYG0-400T-A (*)
SYG0-16CNT(*) y Como a graxa é branca realça contra o
em clima frio corpo da máquina
Biograxa: G2B
SYG2-400B y Uma vez que é decomposta por bactérias
G2-BT (*) em um curto período de tempo, exerce
*: Para alta SYGA-16CNB 400 g Tipo fole
16 kg Lata um efeito menor sobre microorganismos,
temperatura e SYG2-400BT (*) animais e plantas
carga elevada SYGA-16CNBT (*)
SUNSTAR y Usado como primer para a lateral da
PAINT PRIMER Container
20 ml de vidro cabina
580 SUPER (limite de uso: 4 meses)
Primer
SUNSTAR y Usado como primer para a lateral do
Adesivo para os vidros das janelas da cabina

GLASS Container vidro


PRIMER 580 20 ml de vidro (limite de uso: 4 meses)
SUPER 417-926-3910
SUNSTAR y “S” é usado para estações quentes,
PENGUINE Container ao passo que “W” é usado para
SEAL 580 320 ml de estações frias como adesivo para
SUPER “S” polietileno vidro
Adesivo ou “w” (limte de uso: 4 meses)
Sika Japan Container y Usado como adesivo para vidro
Sikaflex 20Y-54-39850 310 ml de (limite de uso: 6 meses)
256HV polietileno
y Usado para vedação de juntas de
SUNSTAR peças de vidro
PENGUINE Container
417-926-3920 320 ml de (limite de uso: 4 meses)
Material SEAL No
2505 polietileno
de
calafetação y Usado para vedação do vidro da
SEKISUI SILI- Container janela do pára-brisa
CONE SEAL- 20Y-54-55130 333 ml de (limite de uso: 6 meses)
ANT polietileno

10 WP051Y0200
Geral

TORQUES DE APERTO PADRÕES

TABELA DE TORQUES DE APERTO PADRÕES (USANDO TORQUÍMETRO)

 Aperte as porcas e parafusos métricos para os quais não haja instruções específicas com os torques indicados
na tabela abaixo.

Diâmetro da rosca Largura entre faces


do parafuso opostas

06 10 11,8 - 14,7 1,2 - 1,5


08 13 27 - 34 2,8 - 3,5
10 17 59 - 740 6 - 7,5
12 19 98 - 1230 10 -12,5
14 22 153 - 1900 15,5 - 19,5
16 24 235 - 285 23,5 - 29,50
18 27 320 - 400 33 - 41
20 30 455 - 565 46,5 - 58
22 32 610 - 765 ,62,5 - 78
24 36 785 - 980 80 - 100
27 41 1150 - 14400 118 - 147
30 46 1520 - 19100 155 - 195
33 50 1960 - 24500 200 - 2500
36 55 2450 - 30400 250 - 3100
39 60 2890 - 36300 295 - 3700

Diâmetro da rosca Largura entre faces


do parafuso opostas

6 10 5,9 - 9,8 0,6 - 1,0


8 13 13,7 - 23,5 1,4 - 2,4
10 14 34,3 - 46,1 3,5 - 4,7
12 27 74,5 - 90,2 7,6 - 9,2

Superfície de vedação

TABELA DE TORQUES DE APERTO PARA PORCAS DE CONEXÃO

 Aperte as porcas de conexão para as quais não haja instruções


específicas com os torques indicados na tabela abaixo.

Diâmetro da rosca Largura entreda


Abertura faces opostas
Chave Torque de aperto

14 19 24,5 ± 4,99 2,5 ± 0,5


18 24 ,649 ± 19,6 5±2
22 27 78,5 ± 19,6 8±2
24 32 137,3 ± 29,41 14 ± 31
30 36 176,5 ± 29,41 18 ± 31
33 41 196,1 ± 490,1 20 ± 51
36 46 245,2 ± 490,1 25 ± 51
42 55 294,2 ± 490,1 30 ± 51

WP051Y0200 11
Geral

TABELA DE TORQUES DE APERTO PARA PARAFUSOS DE FLANGES BIPARTIDOS


 Aperte os parafusos de flanges bipartidos para os quais não haja instruções específicas com os torques
indicados na tabela abaixo.

Diâmetro da rosca Largura entre faces opostas Torque de aperto

59 - 74 6 - 7,5
98 - 123 10 - 12,5
235 - 285 23,5 - 29,5

TABELA DE TORQUES DE APERTO PARA JUNTAS DE TUBULAÇÃO COM RESSALTO PARA ANEL “O”
 A menos que haja instruções específicas, aperte as juntas de tubulação com ressalto para anel “O” com os
torques abaixo.

Diâmetro da rosca Largura entre faces opostas Torque de aperto


Nº nominal

35 - 63 {3,5 - 6,5} 44 {4,5}


84 - 132 {8,5 - 13,5} 103 {10,5}
Varia de acordo com
128 - 186 {13,0 - 19,0} 157 {16,0}
o tipo de conector 363 - 480 {37,0 - 49,0} 422 {43,0}
746 - 1010 {76,0 - 103} 883 {90,0}

TABELA DE TORQUES DE APERTO DE BUJÕES COM RESSALTO PARA ANEL “O”


 Aperte os bujões com ressalto para o anel “O” com os torques especificados abaixo, a menos que haja instruções
específicas.

Diâmetro da rosca Largura entre faces opostas Torque de aperto


Nº nominal

5,88 - 8,82 {0,6 - 0,9} 7,35 {0,75}


9,8 - 12,74 {1,0 - 1,3} 11,27 {1,15}
14,7 - 19,6 {1,5 - 2,0} 17,64 {1,8}
19,6 - 24,5 {2,0 - 2,5} 22,54 {2,3}
24,5 - 34,3 {2,5 - 3,5} 29,4 {3,0}
34,3 - 44,1 {3,5 - 4,5} 39,2 {4,0}
44,1 - 53,9 {4,5 - 5,5} 49,0 {5,0}
58,8 - 78,4 {6,0 - 8,0} 68,6 {7,0}
93,1 - 122,5 {9,5 - 12,5} 107,8 {11,0}
107,8 - 147,0 {11,0 - 15,0} 124,4 {13,0}
127,4 - 176,4 {13,0 - 18,0} 151,9 {15,5}
181,3 - 240,1 {18,5 - 24,5} 210,7 {21,5}
274,4 - 367,5 {28,0 - 37,5} 323,4 {33,0}

12 WP051Y0200
Geral

TORQUES DE APERTO PARA OS MOTORES DA SÉRIE 102 (PARAFUSOS E PORCAS)


Use estes torques de aperto das porcas e parafusos métricos utilizados em motores Cummins.
Diâmetro da rosca Torque de aperto
mm Nm kgm
6 10 ± 2 1,02 ± 0,20
8 24 ± 4 2,45 ± 0,41
10 43 ± 6 4,38 ± 0,61
12 77 ± 12 7,85 ± 1,22

TORQUES DE APERTO PARA OS MOTORES DA SÉRIE 102 (ILHOSES)


Use estes torques para aperto dos ilhoses métricos utilizados em motores Cummins.
Diâmetro da rosca Torque de aperto
mm Nm kgm
6 8 ± 2 0,81 ± 0,20
8 10 ± 2 1,02 ± 0,20
10 12 ± 2 1,22 ± 0,20
12 24 ± 4 2,45 ± 0,41
14 36 ± 5 3,67 ± 0,51

TORQUES DE APERTO PARA OS MOTORES DA SÉRIE 102 (PARAFUSOS CÔNICOS)


Use estes torques para aperto dos parafusos cônicos (unidade: pol) utilizados em motores Cummins.
Diâmetro da rosca Torque de aperto
pol Nm kgm
1 / 16 3 ± 1 0,31 ± 0,10
1/8 8 ± 2 0,81 ± 0,20
1/4 12 ± 2 1,22 ± 0,20
3/8 15 ± 2 1,53 ± 0,41
1/2 24 ± 4 2,45 ± 0,41
3/4 36 ± 5 3,67 ± 0,51
1 60 ± 9 6,12 ± 0,92

Tabela de torques de aperto para mangueiras (tipo retentor cônico e tipo retentor facial)
 Salvo especificação em contário, aperte as mangueiras (tipo retentor cônico e tipo retentor facial) com
os toque de aperto indicados abaixo:
 Aplique os torques de aperto abaixo para roscas lubrificadas com óleo de motor.

Torque de aperto (Nm {kgm}) Tipo de reten- Tipo de retentor facial


Largura tor cônico
Tamanho
entre Tamanho nominal da Diâmetro da raiz
nominal da Tamanho rosca - roscas por
faces
mangueira
opostas
Gama Valor ideal da rosca polegada - séries da (mm) (referência)
(mm) rosca
9 - 18UNF
02 19 34 - 63 {3,5 - 6,5} 44 {4,5} 14 16 14,3
11 - 16UN
22 54 - 93 {5,5 - 9,5} 74 {4,5} - 16 17,5
03
24 59 - 98 {6,0 - 10,0} 78 {8,0} 18 - -

04 27 84 - 132 {8,5 - 13,5} 103 {10,5} 22 1 13 - 16UN 20,7


16
05 32 128 - 186 {13,0 - 19,0} 157 {16,0} 24 1 - 14UNS 25,4

06 36 177 - 245 {18,0 - 25,0} 216 {22,0} 30 1 3 - 12UNF 30,3


16
(10) 41 177 - 245 {18,0 - 25,0} 216 {22,0} 33 - -

(12) 46 197 - 294 {20,0 - 30,0} 245 {25,0} 36 - -

(14) 55 246 - 343 {25,0 - 35,0} 294 {30,0} 42 - -

WP051Y0200 13
Geral

CÓDIGO DE FIOS ELÉTRICOS


Em diagramas elétricos, diversas cores e símbolos são empregados para indicar a espessura dos fios.
Esta tabela de código de fios irá ajudá-lo a compreender DIAGRAMAS ELÉTRICOS.
Exemplo: 5BP indica um cabo de número nominal 5 e revestimento branco com uma faixa preta.

CLASSIFICAÇÃO POR ESPESSURA

Fio de cobre Diâmetro


Número Corrente
Número Diâmetro Secção externo do Circuito de aplicação
nominal cabo (mm) nominal (A)
de pernas da perna (mm2 ) transv. (mm2)
0,85 11 0,32 0,88 2,4 12 Partida, iluminação, sinais, etc.

2 26 0,32 2,09 3,1 20 Iluminação,sinais,etc.

5 65 0,32 5,23 4,6 37 Carregador e sinais.

15 84 0,45 13,36 7,0 59 Partida (preaquecimento)

40 85 0,80 42,73 11,4 135 Partida

60 127 0,80 63,84 13,6 178 Partida

100 217 0,80 109,1 17,6 230 Partida

CLASSIFICAÇÃO POR COR E CÓDIGO

Circuito
Priori- Carregamento Terra Partida Iluminação Instrumentos Sinais Outros
dade Classi-
ficação

Prin- Cód. B P P V A E Z
1
cipal Cor Branca Preta Preta Vermelha Amarela Verde Azul
Cód. BV ⎯ PB VB AV EB ZB
2 Branca & Vermelha& Amarela& Verde &
Cor Vermelha ⎯ Preta & Branca
Branca Vermelha Branca Azul & Branca

Cód. BP ⎯ PA VP AP EV ZV
3 Preta & Vermelha & Verde & Azul &
Cor Branca & Preta ⎯ Amarela Preta Amarela & Preta Vermelha Vermelha

Auxi-
Cód. BZ ⎯ PV VA AE EA ZA
4 Preta & Vermelha & Amarela & Verde & Azul &
liar Cor Branca & Azul ⎯ Vermelha Amarela Verde Amarela Amarela
Cód. BE ⎯ ⎯ VE AZ EP ZP
5 Vermelha&
Cor Branca & Verde ⎯ ⎯ Verde Amarela & Azul Verde & Preta Azul & Preta

Cód. ⎯ ⎯ ⎯ VZ AB EZ ⎯
6 Vermelha & Amarela &
Cor ⎯ ⎯ ⎯ Azul Branca Verde & Azul ⎯

14 WP051Y0200
Geral

TABELAS DE CONVERSÃO

MÉTODO PARA USAR AS TABELAS DE CONVERSÃO


As Tabelas de Conversão desta seção foram incluídas para simplificar a conversão de valores. Para
detalhamento do método de uso das Tabelas de Conversão, veja o exemplo dado a seguir.

EXEMPLO
y Método para usar a Tabela de Conversão na conversão de milímetros para polegadas
1. Converta 55 mm em polegadas
(1) Localize o número 50 na coluna vertical do lado esquerdo, obtendo a posição A e trace uma linha
horizontal a partir de A .
(2) Localize o número 5 na fileira superior, obtendo a posição B e trace uma linha perpendicular a
partir de B .
(3) Encontre o ponto onde as duas linhas se cruzam, obtendo C . Este ponto C representa o valor
procurado na conversão de milímetros para polegadas. Portanto, 55 mm = 2,165 polegadas.

2. Converta 550 mm em polegadas.


(1) O número 550 não aparece na tabela, então divida-o por 10 (mova o ponto decimal uma casa para
a esquerda) para convertê-lo para 55 mm.
(2) Proceda conforme descrito acima para converter 55 mm em 2,165 polegadas.
(3) O valor original (550 mm) foi dividido por 10, então multiplique 2,165 polegadas por 10 (mova o ponto
decimal uma casa para a direita) para retornar ao valor original. Isto resulta 550 mm = 21,65 polega-
das.

B
Milímetros para Polegadas

1 mm = 0,03937 pol

0 1 2 3 4 5 6 7 8 9

0 0 0,039 0,079 0,118 0,157 0,197 0,236 0,276 0,315 0,354



10 0,394 0,433 0,472 0,512 0,551 0,591 0,630 0,669 0,709 0,748

20 0,787 0,827 0,866 0,906 0,945 0,984 1,024 1,063 1,102 1,142

30 1,181 1,220 1,260 1,299 1,339 1,378 1,417 1,457 1,496 1,536

40 1,575 1,614 1,654 1,693 1,732 1,772 1,811 1,850 1,890 1,929

C

A ○ ○ ○ ○
50
○ ○ ○
1,969
○ ○ ○ ○ ○
2,008
○ ○ ○ ○
2,047
○ ○ ○ ○ ○
2,087
○ ○ ○ ○
2,126
○ ○ ○ ○ ○
2,165 2,205 2,244 2,283 2,323
60 2,362 2,402 2,441 2,480 2,520 2,559 2,598 2,638 2,677 2,717
70 2,756 2,795 2,835 2,874 2,913 2,953 2,992 3,032 3,071 3,110
80 3,150 3,189 3,228 3,268 3,307 3,346 3,386 3,425 3,465 3,504
90 3,543 3,583 3,622 3,661 3,701 3,740 3,780 3,819 3,858 3,898

WP051Y0200 15
Geral

Milímetros para Polegadas


1 mm = 0,03937 pol.

0 1 2 3 4 5 6 7 8 9

0 0 0,039 0,079 0,118 0,157 0,197 0,236 0,276 0,315 0,354


10 0,394 0,433 0,472 0,512 0,551 0,591 0,630 0,669 0,709 0,748
20 0,787 0,827 0,866 0,906 0,945 0,984 1,024 1,063 1,102 1,142
30 1,181 1,220 1,260 1,299 1,339 1,378 1,417 1,457 1,496 1,536
40 1,575 1,614 1,654 1,693 1,732 1,772 1,811 1,850 1,890 1,929

50 1,969 2,008 2,047 2,087 2,126 2,165 2,205 2,244 2,283 2,323
60 2,362 2,402 2,441 2,480 2,520 2,559 2,598 2,638 2,677 2,717
70 2,756 2,795 2,835 2,874 2,913 2,953 2,992 3,032 3,071 3,110
80 3,150 3,189 3,228 3,268 3,307 3,346 3,386 3,425 3,465 3,504
90 3,543 3,583 3,622 3,661 3,701 3,740 3,780 3,819 3,858 3,898

Kilograma para Libra - peso


1 kg = 2,2046 lb

0 1 2 3 4 5 6 7 8 9

0 02,5 2,20 4,41 6,61 8,82 11,02 13,23 15,43 17,64 19,84
10 22,05 24,25 26,46 28,66 30,86 33,07 35,27 37,48 39,68 41,89
20 44,09 46,30 48,50 50,71 51,91 55,12 57,32 59,53 61,73 63,93
30 66,14 68,34 70,55 72,75 74,96 77,16 79,37 81,57 83,78 85,98
40 88,18 90,39 92,59 94,80 97,00 99,21 101,41 103,62 105,82 108,03

50 110,23 112,44 114,64 116,85 119,05 121,25 123,46 125,66 127,87 130,07
60 132,28 134,48 136,69 138,89 141,10 143,30 145,51 147,71 149,91 152,12
70 154,32 156,53 158,73 160,94 163,14 165,35 167,55 169,76 171,96 174,17
80 176,37 178,57 180,78 182,98 185.19 187,39 189,60 191,80 194,01 196,21
90 198,42 200,62 202,83 205.03 207,24 209,44 211,64 213,85 216,05 218,26

16 WP051Y0200
Geral

Litro para Galão (U.S.)


1l = 0,2642 Gal (U.S.)

0 1 2 3 4 5 6 7 8 9

0 0,642 0,264 0,528 0,793 1,057 1,321 1,585 1,849 2,113 2,378
10 2,642 2,906 3,170 3,434 3,698 3,963 4,227 4,491 4,755 5,019
20 5,283 5,548 5,812 6,076 6,340 6,604 6,869 7,133 7,397 7,661
30 7,925 8,189 8,454 8,718 8,982 9,246 9,510 9,774 10,039 10,303
40 10,567 10,831 11,095 11,359 11,624 11,888 12,152 12,416 12,680 12,944

50 13,209 13,473 13,737 14,001 14,265 14,529 14,795 15,058 15,322 15,586
60 15,850 16,115 16.379 16,643 16,907 17,171 17,435 17,700 17,964 18,228
70 18,492 18,756 19,020 19,285 19,549 19,813 20,077 20,341 20,605 20,870
80 21,134 21,398 21,662 21,926 22,190 22,455 22,719 22,983 23,247 23,511
90 23,775 24,040 24,304 24,568 24,832 25,096 25,361 25,625 25,889 26,153

Litro para Galão (U.K.)


1 l = 0,21997 Gal (U.K.)

0 1 2 3 4 5 6 7 8 9

0 0,200 0,220 0,440 0,660 0,880 1,100 1,320 1,540 1,760 1,980
10 2,200 2,420 2,640 2,860 3,080 3,300 3,520 3,740 3,950 4,179
20 4,399 4,619 4,839 5,059 5,279 5,499 5,719 5,939 6,159 6,379
30 6,599 6,819 7,039 7,259 7,479 7,969 7,919 8,139 8,359 8,579
40 8,799 9,019 9,239 9,459 9,679 9,899 10,119 10,339 10,559 10,778

50 10,998 11,281 11,438 11,658 11,878 12,098 12,318 12,528 12,758 12,978
60 13,198 13,418 13,638 13,858 14,078 14,298 14,518 14,738 14,958 15,178
70 15,398 15,618 15,838 16,058 16,278 16,498 16,718 16,938 17,158 17,378
80 17,598 17,818 18,037 18,257 18,477 18,697 18,917 19,137 19,357 19,577
90 19,797 20,017 20,237 20,457 20,677 20,897 21,117 21,337 21,557 21,777

WP051Y0200 17
Geral

kgm para libra.pé


1 kgm = 7,233 libra y pé

0 1 2 3 4 5 6 7 8 9

0 0 7,2 14,5 21,7 28,9 36,2 43,4 50,6 57,9 65,1


10 72,3 79,6 86,8 94,0 101,3 108,5 115,7 123,0 130,2 137,4
20 144,7 151,9 159,1 166,4 173,6 180,8 188,1 195,3 202,5 209,8
30 217,0 224,2 231,5 238,7 245,9 253,2 260,4 267,6 274,9 282,1
40 289,3 296,6 303,8 311,0 318,3 325,5 332,7 340,0 347,2 354,4

50 361,7 368,9 376,1 383,4 390,6 397,8 405,1 412,3 419,5 426,8
60 434,0 441,2 448,5 455,7 462,9 470,2 477,4 484,6 491,8 499,1
70 506,3 513,5 520,8 528,0 535,2 542,5 549,7 556,9 564,2 571,4
80 578,6 585,9 593,1 600,3 607,6 614,8 622,0 629,3 636,5 643,7
90 651,0 658,2 665,4 672,7 679,9 687,1 694,4 701,6 708,8 716,1

100 723,3 730,5 737,8 745,0 752,2 759,5 766,7 773,9 781,2 788,4
110 795,6 802,9 810,1 817,3 824,6 831,8 839,0 846,3 853,5 860,7
120 868,0 875,2 882,4 889,7 896,9 904,1 911,4 918,6 925,8 933,1
130 940,3 947,5 954,8 962,0 969,2 976,5 983,7 990,9 998,2 1005,4
140 1012,6 1019,9 1027,1 1034,3 1041,5 1048,8 1056,0 1063,2 1070,5 1077,7

150 1084,9 1092,2 1099,4 1106,6 1113,9 1121,1 1128,3 1135,6 1142,8 1150,0
160 1157,3 1164,5 1171,7 1179,0 1186,2 1193,4 1200,7 1207,9 1215,1 1222,4
170 1129,6 1236,8 1244,1 1251,3 1258,5 1265,8 1273,0 1280,1 1287,5 1294,7
180 1301,9 1309,2 1316,4 1323,6 1330,9 1338,1 1345,3 1352,6 1359,8 1367,0
190 1374,3 1381,5 1388,7 1396,0 1403,2 1410,4 1417,7 1424,9 1432,1 1439,4

18 WP051Y0200
Geral

kg/cm2 para lb/pol2


1 kg/cm2 = 14,2233 lb/pol2

0 1 2 3 4 5 6 7 8 9

0 0 14,2 28,4 42,7 56,9 71,1 85,3 99,6 113,8 128,0


10 142,2 156,5 170,7 184,9 199,1 213,4 227,6 241,8 256,0 270,2
20 284,5 298,7 312,9 327,1 341,4 355,6 369,8 384,0 398,3 412,5
30 426,7 440,9 455,1 469,4 483,6 497,8 512,0 526,3 540,5 554,7
40 568,9 583,2 597,4 611,6 625,8 640,1 654,3 668,5 682,7 696,9

50 711,2 725,4 739,6 753,8 768,1 782,3 796,5 810,7 825,0 839,2
60 853,4 867,6 881,8 896,1 910,3 924,5 938,7 953,0 967,2 981,4
70 995,6 1010 1024 1038 1053 1067 1081 1095 1109 1124
80 1138 1152 1166 1181 1195 1209 1223 1237 1252 1266
90 1280 1294 1309 1323 1337 1351 1365 1380 1394 1408

100 1422 1437 1451 1465 1479 1493 1508 1522 1536 1550
110 1565 1579 1593 1607 1621 1636 1650 1664 1678 1693
120 1707 1721 1735 1749 1764 1778 1792 1806 1821 1835
130 1849 1863 1877 1892 1906 1920 1934 1949 1963 1977
140 1991 2005 2020 2034 2048 2062 2077 2091 2105 2119

150 2134 2148 2162 2176 2190 2205 2219 2233 2247 2262
160 2276 2290 2304 2318 2333 2347 2361 2375 2389 2404
170 2418 2432 2446 2460 2475 2489 2503 2518 2532 2546
180 2560 2574 2589 2603 2617 2631 2646 2660 2674 2688
190 2702 2717 2731 2745 2759 2773 2788 2802 2816 2830

200 2845 2859 2873 2887 2901 2916 2930 2944 2958 2973
210 2987 3001 3015 3030 3044 3058 3072 3086 3101 3115
220 3129 3143 3158 3172 3186 3200 3214 3229 3243 3257
230 3271 3286 3300 3314 3328 3343 3357 3371 3385 3399
240 3414 3428 3442 3456 3470 3485 3499 3513 3527 3542

WP051Y0200 19
Geral

Temperatura
Conversão Fahrenheit - Centígrado: uma maneira simples de converter uma leitura de temperatura em Fahrenheit em uma
leitura de temperatura em Centígrado ou vice-versa, é entrar na tabela abaixo nas colunas centrais (valores em negrito).
Estes valores referem-se à temperatura tanto em graus Fahrenheit quanto em graus Centígrados.
Se a intenção for converter de graus Fahrenheit para Centígrado, considere a coluna central como uma tabela de temperatu-
ras em Fahrenheit e leia a temperatura em Centígrados correspondente na coluna da esquerda.
Se a intenção for converter de graus Centígrado para Fahrenheit, considere a coluna central como uma tabela de valores em
Centígrado e leia a temperatura em Fahrenheit correspondente na coluna da direita.
1º C = 33,8 ºF

ºC ºF ºC ºF ºC ºF ºC ºF

-40,4 -40 -40,0 -11,7 11 51,8 7,8 46 114,8 27,2 81 117,8


-37,2 -35 -31,0 -11,1 12 53,6 8,3 47 116,6 27,8 82 179,6
-34,4 -30 -22,0 -10,6 13 55,4 8,9 48 118,4 28,3 83 181,4
-31,7 -25 -13,0 -10,0 14 57,2 9,4 49 120,2 28,9 84 183,2
-28,9 -20 -4,0 -9,4 15 59,0 10,0 50 122,0 29,4 85 185,0

-28,3 -19 -2,2 -8,9 16 60,8 10,6 51 123,8 30,0 86 186,8


-27,8 -18 -0,4 -8,3 17 62,6 11,1 52 125,6 30,6 87 188,6
-27,2 -17 1,4 -7,8 18 64,4 11,7 53 127,4 31,1 88 190,4
-26,7 -16 3,2 -7,2 19 66,2 12,2 54 129,2 31,7 89 192,2
-26,1 -15 5,0 -6,7 20 68,0 12,8 55 131,0 32,2 90 194,0

-25,6 -14 6,8 -6,1 21 69,8 13,3 56 132,8 32,8 91 195,8


-25,0 -13 8,6 -5,6 22 71,6 13,9 57 134,6 33,3 92 197,6
-24,4 -12 10,4 -5,0 23 73,4 14,4 58 136,4 33,9 93 199,4
-23,9 -11 12,2 -4,4 24 75,2 15,0 59 138,2 34,4 94 201,2
-23,3 -10 14,0 -3,9 25 77,0 15,6 60 140,0 35,0 95 203,0

-22,8 -9 15,8 -3,3 26 78,8 16,1 61 141,8 35,6 96 204,8


-22,2 -8 17,6 -2,8 27 80,6 16,7 62 143,6 36,1 97 206,6
-21,7 -7 19,4 -2,2 28 82,4 17,2 63 145,4 36,7 98 208,4
-21,1 -6 21,2 -1,7 29 84,2 17,8 64 147,2 37,2 99 210,2
-20,6 -5 23,0 -1,1 30 86,0 18,3 65 149,0 37,8 100 212,0

-20,0 -4 24,8 -0,6 31 87,8 18,9 66 150,8 40,6 105 221,0


-19,4 -3 26,6 0 32 89,6 19,4 67 152,6 43,3 110 230,0
-18,9 -2 28,4 0,6 33 91,4 20,0 68 154,4 46,1 115 239,0
-18,3 -1 30,2 1,1 34 93,2 20,6 69 156,2 48,9 120 248,0
-17,8 0 32,0 1,7 35 95,0 21,1 70 158,0 51,7 125 257,0

-17,2 1 33,8 2,2 36 96,8 21,7 71 159,8 54,4 130 266,0


-16,7 2 35,6 2,8 37 98,6 22,2 72 161,6 57,2 135 275,0
-16,1 3 37,4 3,3 38 100,4 22,8 73 163,4 60,0 140 284,0
-15,6 4 39,2 3,9 39 102,2 23,3 74 165,2 62,7 145 293,0
-15,0 5 41,0 4,4 40 104,0 23,9 75 167,0 65,6 150 302,0

-14,4 6 42,8 5,0 41 105,8 24,4 76 168,8 68,3 155 311,0


-13,9 7 44,6 5,6 42 107,6 25,0 77 170,6 71,1 160 320,0
-13,3 8 46,4 6,1 43 109,4 25,6 78 172,4 73,9 165 329,0
-12,8 9 48,2 6,7 44 111,2 26,1 79 174,2 76,7 170 338,0
-12,2 10 50,0 7,2 45 113,0 26,7 80 176,0 79,4 175 347,0

20 WP051Y0200
Geral

Unidades de medida

No presente manual, as unidades de medida são expressas no Sistema Internacional (SI)


Para referência, as unidades de medida equivalentes no Sistema Gravitacional são expressas entre colchetes { }.

Exemplos:
N {kg}
Nm {kgm}
MPa {kgf/cm2}
kPa {mmH2O}
kPa {mmHg}
kW/rpm {HP/rpm}
g/kWh {g/HPh}

WP051Y0200 21
MANUAL DE OFICINA WP051B0100

Tratores de Esteiras

D61EX-15
D61PX-15

Modelo Número de Série

D61EX-15 B40001-
D61PX-15 B40001-

Estrutura e Funcionamento,
Padrões de Manutenção
Componentes relacionados ao motor e ao sistema de arrefecimento ................................ 2
Sistema de arrefecimento .............................................................................................. 2
Sistema de transmissão de potência ................................................................................. 4
Trem de força ................................................................................................................ 4
Esquema do trem de força ............................................................................................. 5
Desenho geral do conjunto do trem de força .................................................................. 6
Diagrama hidráulico do trem de força ............................................................................ 7
Amortecedor e junta universal ........................................................................................ 8
Controle da transmissão, sistema direcional e freio ..................................................... 10
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Componentes relacionados ao motor e ao sistema de arrefecimento


Sistema de arrefecimento

2 WP051B0100
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

A: Entrada do resfriador de óleo do trem de força


B: Saída do resfriador de óleo do trem de força
C: Entrada do resfriador do óleo hidráulico
D: Saída do resfriador do óleo hidráulico

1. Motor do ventilador de arrefecimento


2. Radiador
3. Reservatório
4. Mangueira de entrada do radiador
5. Mangueira de saída do radiador
6. Resfriador do óleo hidráulico
7. Tampa do bocal de abastecimento do radiador
8. Ventilador de arrefecimento
9. Válvula bypass
10. Resfriador do óleo do trem de força
(incorporado ao reeservatório inferior do radiador)
11. Bujão de dreno

Especificações

Resfriador de óleo Resfriador do óleo


Radiador
do trem de força hidráulico
Tipo de colméia D-6 PTO-OL 3A-CS
Passo das aletas (mm) 4,0 - 3,5
Área total de dissipação de
46,190 1,829 1,860
calor (m2)

Pressão de abertura da válvula


88,3±14,7
de pressão - -
{0,9±0,15}
(kPa {kg/cm2})

Pressão de abertura da válvula


0 - 4,9
de vácuo - -
{0 - 0,05}
(kPa {kg/cm2})

WP051B0100 3
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Sistema de transmissão de potência


Trem de força

Descrição geral O mecanismo do HSS permite ao operador rotacionar


y A potência gerada pelo motor (1) tem sua vibração ambas as esteiras em sentidos opostos, e, assim,
torsional atenuada pelo amortecedor (2), passando, realizar curvas com a contra-rotação das esteiras.
então, pela junta universal (3) para ser, afinal, trans- y O freio (12) incorporado ao conjunto do HSS (10)
mitida ao conversor de torque (7) pára a máquina, sendo de discos múltiplos em
y Através do óleo, a potência proveniente do motor é banho de óleo e atuação por mola.
transmitida pelo conversor de torque (7) ao eixo de A potência enviada do freio (12) é transmitida ao
entrada da transmissão segundo a variação na carga. comando final (13)
y A transmissão (8) utiliza uma combinação de y O comando final (13) consiste em uma engrenagem
sistema de engrenagens planetárias e embreagens de dentes retos de um único estágio, e um sistema
hidráulicas para promover a redução da rotação e de engrenagens planetárias também de um único
a mudança de marchas (3 marchas avante e 3 estágio. Promove a redução da rotação, rotacionando
marchas a ré). Conjuga um par de embreagens ainda a roda motriz (14) para o acionamento das
selecionadas em função da variação na carga e sapatas da esteira (15) e a conseqüente movimentação
transmite a potência à engrenagem cônica (9) a da máquina.
partir do pinhão cônico existente na extremidade y A bomba do ventilador de arrefecimento (6), acionada
posterior da transmissão. pela PTO (5), rotaciona o motor do ventilador de
y A potência transmitida ao conjunto do HSS (10) é, arrefecimento (19) por meio do óleo descarregado.
então, repassada ao HSS através do eixo da en-
grenagem cônica.
A bomba (4) acionada pela PTO (5) rotaciona o
motor do HSS (11) por meio do óleo descarregado.
O sentido de rotação é controlado através do
monitoramento que o motor do HSS (11) exerce
em relação às rotações dos conjuntos de
engrenagens planetárias direito e esquerdo, de
maneira a estabelecer uma diferença de rotação
entre as esteiras direita e esquerda.

4 WP051B0100
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Esquema do trem de força

1. Motor 11. Motor do HSS


2. Amortecedor 12.Freio
3. Junta universal 13.Comando final
4. Bomba do HSS 14.Roda motriz
5. PTO 15.Sapata da esteira
6. Bomba do ventilador de arrefecimento 16.Bomba do trem de força
7. Conversor de torque 17.Bomba de óleo lubrificante
8. Transmissão 18.Bomba de recuperação
9. Engrenagem cônica 19.Motor do ventilador de arrefecimento
10. Unidade do HSS

WP051B0100 5
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Desenho geral do conjunto do trem de força

1. Bomba do HSS Descrição geral


2. Bomba do sistema de arrefecimento y Genericamente falando, o conjunto do trem de força
3. Motor do HSS consiste no conversor de torque e na PTO (6),
4. Bomba do óleo lubrificante transmissão (9) e unidade do HSS (11). Assim
5. Bomba do trem de força sendo, quando removido, o conjunto do trem de
6. Conversor de torque e PTO força pode ser dividido no conversor de torque e na
7. Válvula de alívio principal PTO (6), transmissão (9) e unidade do HSS (11)
8. ECMV da transmissão y A unidade do HSS (11) é constituída pela unidade da
9. Transmissão engrenagem cônica, eixo da engrenagem cônica,
10. Válvula do freio motor do HSS (3), mecanismo de engrenagens
11. Unidade do HSS planetárias e freio.
12. Bomba de recuperação
13. Filtro-tela do óleo do trem de força

6 WP051B0100
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Diagrama hidráulico do trem de força

A: Orifício de tomada da pressão do óleo de descarga 1. Orifícios de tomada de pressão centralizada


da bomba do HSS 2. ECMV da transmissão
B: Orifício de tomada da pressão do óleo de descarga 3. Filtro do óleo do trem de força
da bomba do ventilador de arrefecimento 4. Tubo de alimentação de óleo
C: Orifício de tomada da pressão do óleo de alívio 5. Válvula do freio
principal 6. Bomba do trem de força
D: Orifício de tomada da pressão do óleo de saída do 7. Bomba de óleo lubrificante
conversor de torque 8. Válvula de alívio principal
E: Orifício de tomada da pressão do óleo de entrada 9. Bomba de recuperação
do conversor de torque 10. Resfriador de óleo do trem de força
F: Orifício de tomada da pressão do óleo do freio (incorporado ao reservatório inferior do radiador)

WP051B0100 7
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Amortecedor e junta universal

8 WP051B0100
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Unidade: mm
Nº Item a ser inspecionado Critérios Solução
Diâmetro interno das superfícies de Dimensão padrão Tolerância Limite de reparo
Faça a cromagem
1 c o nt a t o d o a c o p l a m e nt o e d o 0
φ 85 84,8 ou substitua
retentor de óleo -0,087
Desvio facial máximo: 1,0 (quando φ 148,38); desvio radial máximo:
- Desvio facial e radial do acoplamento 1 , 5 ( q ua nd o o e i xo d o a m o r t e c e d o r e o e i xo d e e nt r a d a d a Ajuste
transmissão são girados simultaneamente)

2. Respiro Descrição geral


3. Bujão do bocal de abastecimento de óleo y O amortecedor é do tipo mola de fricção em banho
4. Bujão de inspeção de óleo.
5. Bujão de dreno Ângulo do batente: 4º
6. Carcaça do amortecedor Torque do batente: 2670 Nm {272 kgm}
7. Acoplamento y O amortecedor absorve a vibração torsional
8. Pino transversal causada pela flutuação do torque do motor e o
9. Garfo torque de impacto gerado por aceleração brusca e
10. Eixo pela carga em escavações pesadas, tendo por
11. Rolamento finalidade promover a proteção do conversor de
12. Tampa torque, da transmissão, bem como dos demais
13. Cubo componentes do trem de força.
14. Mola de fricção
15. Placa de fricção
16. Pino de batente
17. Mola torsora
18. Placa de acionamento

WP051B0100 9
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Controle da transmissão, sistema direcional e freio


 PCCS: Sistema de Controle na Palma da Mão

10 WP051B0100
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

1. Pedal do freio
2. Pedal desacelerador
3. Potenciômetro do pedal desacelerador
4. Haste
5. Botão de controle do combustível
6. Alavanca de controle da direção, inversão do
sentido de deslocamento de avante para ré e vice-
versa e mudança de marcha (alavanca PCCS)
7. Potenciômetro do pedal do freio
8. Alavanca do freio de estacionamento
9. Cabo
10. Controlador da transmissão e do sistema
direcional
11. Interruptor limitador de segurança em neutro
12. Válvula do freio
13. ECMV da transmissão
14. Cabo
15. Motor do governador
16. Mola louca
17. Bomba injetora

Descrição geral
y A transmissão, o sistema direcional e o freio são
controlados por meio da alavanca de controle da
direção, inversão do sentido de deslocamento de
avante para ré e vice-versa e mudança de marcha
(alavanca PCCS) (6)
y A alavanca de controle da direção, inversão do
sentido de deslocamento de avante para ré e vice-
versa e mudança de marcha (6) envia sinais
elétricos ao controlador da transmissão e do
sistema direcional (10). Uma vez recebido o sinal,
o controlador da transmissão e do sistema
direcional envia um sinal à válvula EPC da válvula
de controle no sentido de que esta varie o fluxo na
bomba do HSS controlando o motor do HSS.
y O pedal do freio (1) opera a válvula do freio (12)
através da haste (4) a fim de que se promova o
controle do freio.
y A alavanca do freio de estacionamento (8) opera a
válvula do freio (12), também utilizada com a função
de válvula do freio de estacionamento, utilizando-se,
para tanto, do cabo (9)
y O mecanismo de segurança é empregado, sendo
seu funcionamento determinado pela posição da
alavanca do freio de estacionamento (8). Se essa
alavanca não se encontrar TRAVADA, o interruptor
limitador de segurança em neutro (11) bloqueará a
partida do motor.

WP051B0100 11
MANUAL DE OFICINA WP051B0200

Tratores de Esteiras

D61EX-15
D61PX-15

Modelo Número de Série

D61EX-15 B40001-
D61PX-15 B40001-

Estrutura e Funcionamento,
Padrões de Manutenção
Sistema de transmissão de potência ............................................................................................................. 3
Conversor de torque e PTO ....................................................................................................................... 3
Transmissão ............................................................................................................................................. 8
ECMV da transmissão ............................................................................................................................ 20
Válvula de alívio principal ......................................................................................................................... 26
Válvula de alívio de óleo lubrificante ......................................................................................................... 28
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Sistema de Transmissão de Potência


Conversor de torque e PTO

 PTO: Tomada de potência

WP051B0200 3
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

4 WP051B0200
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

A: Da carcaça da transmissão (para o conversor Descrição Geral


de torque) y O conversor de torque é do tipo monofásico, de
B: Para o resfriador de óleo 1 estágio e 3 elementos, sendo parte integrante
C: Da carcaça da transmissão (para a bomba de da transmissão.
recuperação) y A bomba (15) é montada em uma só unidade
D: Da carcaça da transmissão (para a bomba do com o acoplamento (6), o eixo de entrada (7), a
trem de força e a bomba de lubrificação) engrenagem de acionamento da PTO (8) e a
E: Para a carcaça da transmissão (dreno) carcaça de acionamento (12), sendo sua rotação
promovida pela potência do motor.
1. Abertura de fixação da bomba do HSS y A turbina (13) integra-se ao eixo de entrada da
2. Abertura de fixação da bomba do trem de força transmissão (17), sendo sua rotação promovida
e da bomba de lubrificação pelo óleo proveniente da bomba (15)
3. Bomba de recuperação y O estator (14) é montado no eixo do estator (16),
4. Tubo de lubrificação da PTO formando um só conjunto que é fixado à carcaça
5. Abertura de fixação da bomba do ventilador de da PTO (11)
arrefecimento y Cada uma das bombas instaladas na carcaça
6. Acoplamento da PTO é acionada através da potência
7. Eixo de entrada transmitida da engrenagem de acionamento da
8. Engrenagem de acionamento da PTO (número PTO (8) para a engrenagem intermediária da
de dentes: 62) PTO (10) e as engrenagens de acionamento da
9. Eixo da engrenagem intermediária da PTO bomba (18), (19) e (20)
10. Engrenagem intermediária da PTO (número de
dentes: 63)
11. Carcaça da PTO
12. Carcaça de acionamento
13. Turbina
14. Estator
15. Bomba
16. Eixo do estator
17. Eixo de entrada da transmissão
18. Bomba do HSS e bomba do equipamento de
trabalho, engrenagem de acionamento da
bomba do ventilador (número de dentes: 53)
19. Engrenagem de acionamento da bomba do trem
de força e da bomba de lubrificação (número de
dentes: 53)
20. Engrenagem de acionamento da bomba de re-
cuperação (número de dentes: 56)
21. Filtro-tela da bomba de recuperação
22. Filtro-tela do trem de força
23. Luva

WP051B0200 5
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

6 WP051B0200
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Unidade: mm
Nº Item a ser inspecionado Critérios Solução
Dimensão padrão Tolerância Limite de reparo
Diâmetro externo da face de contato do retentor de
1 0 Proceda à
óleo do acoplamento de entrada φ 110 φ 109,8
-0,087 cromagem ou à
substituição
D i âmetro i nterno da face de contato do retentor de +0,035
2 φ 105 φ 105,5
óleo 0
Folga axial entre a engrenagem de acionamento da
3 0,17 - 0,46
PTO e a engrenagem intermediária da PTO
Folga axial entre a engrenagem intermediária da PTO
4 e a engrenagem de acionamento da bomba do HSS 0,16 - 0,42
e da bomba do ventilador de arrefecimento
Folga axial entre a engrenagem intermediária da PTO
5 e a engrenagem de acionamento do trem de força e 0,16 - 0,42
da bomba de lubrificação
Folga axial entre a engrenagem de acionamento da
6 PTO e a engrenagem de acionamento da bomba de 0,17 - 0,46
recuperação
Tolerância
Dimensão padrão
Eixo Furo
To le râ nc i a d e e nc a i xe d o
7 rolamento da engrenagem 0 -0,010
Diâmetro externo φ 110
intermediária da PTO -0,015 -0,035
0 0
Diâmetro interno φ 60
-0,019 -0,015

Diâmetro externo +0,035 Substitua


Tolerância de encaixe da (lado da tampa) 0
bomba do HSS e do 0
φ 120
rolamento da engrenagem -0,015
8 Diâmetro externo +0,022
de acionamento da bomba (lado da carcaça) -0,013
do ventilador de
arrefecimento +0,021 0
Diâmetro interno φ 55
-0,002 -0,015

Diâmetro externo +0,035


Tolerância de encaixe do (lado da tampa) 0
0
trem de força e do φ 120
-0,015
9 rolamento da engrenagem Diâmetro externo +0,022
de acionamento da bomba (lado da carcaça) -0,013
de óleo lubrificante
+0,021 0
Diâmetro interno φ 55
+0,002 -0,015

To le râ nc i a d e e nc a i xe d o 0 +0,030
Diâmetro externo φ 72
rolamento da engrenagem -0,013 0
10
de acionamento da bomba +0,011 0
de recuperação Diâmetro interno φ 35
-0,005 -0,010

WP051B0200 7
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Transmissão

8 WP051B0200
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

A: Orifício de tomada de pressão do óleo da embreagem da 1a


B: Orifício de tomada de pressão do óleo da embreagem da 3a
C: Orifício de tomada de pressão do óleo da embreagem da ré
D: Orifício de tomada de pressão do óleo da embreagem da 2a
E: Orifício de tomada de pressão do óleo da embreagem de avante
F: Da bomba do trem de força (para a válvula do freio)
G: Para a carcaça da PTO (para o conversor de torque)
H: Do resfriador de óleo
J: Para a carcaça da PTO (para a bomba de recuperação)
K: Da carcaça da PTO (dreno)
L: Para a carcaça da PTO (para a bomba do trem de força e a bomba de lubrificação)
M: Da carcaça direcional
N: Da ECMV da transmissão (para a embreagem da ré)
P: Da ECMV da transmissão (para a embreagem da 3a)
R: Da ECMV da transmissão (para a embreagem da 1a)
S: Da ECMV da transmissão (para a embreagem da 2a)
T: Da ECMV da transmissão (para a embreagem de avante)

WP051B0200 9
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Ré Avante 3a 2a 1a

1. Válvula de alívio principal 19. Eixo de saída


2. Tampa da ECMV da transmissão (seção da engrenagem solar da 3a, número de
3. Carcaça da transmissão dentes: 17)
4. ECMV da transmissão 20. Transportador da 1a
5. Válvula de alívio do óleo lubrificante 21. Carcaça da embreagem da 1a
6. Eixo de entrada da transmissão 22. Engrenagem anelar da 1a (número de dentes
7. Engrenagem solar da ré (número de dentes: 26) internos: 75)
8. Pinhão planetário da ré (número de dentes: 22) 23. Carcaça da embreagem da 2a
9. Engrenagem anelar da ré (número de dentes: 70) 24. Pinhão planetário da 2a (número de dentes: 21)
10. Disco 25. Engrenagem anelar da 2a (número de dentes
11. Placa internos: 75)
12. Pistão 26. Carcaça da embreagem da 3a
13. Pinhão planetário de avante (número de dentes: 23) 27. Transportador da 2a e 3a
14. Pinhão planetário da 3a (número de dentes: 30) 28. Carcaça da embreagem de avante
15. Engrenagem anelar da 3a (número de dentes 29. Engrenagem solar de avante (número de dentes: 29)
internos: 76) 30. Engrenagem anelar de avante (número de
16. Engrenagem solar da 2a (número de dentes: 33) dentes internos: 75)
17. Pinhão planetário da 1a (número de dentes: 18) 31. Transportador de avante
18. Engrenagem solar da 1a (número de dentes: 39) 32. Carcaça da embreagem de avante
33. Mola de retorno
34. Engrenagem anelar da ré (cubo) (número de
dentes internos: 75)
35. Transportador da ré

10 WP051B0200
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Descrição geral
y A transmissão consiste em mecanismos de
engrenagens planetárias e embreagens a disco,
possuindo três marchas avante e três marchas a ré.
y A transmissão fixa uma combinação de dois entre
cinco pares de mecanismos de engrenagens pla-
netárias e embreagem a disco hidraulicamente com
a ECMV para selecionar um sentido de rotação e
uma velocidade de rotação.
y A transmissão converte a potência do eixo de
entrada da transmissão na 1a a 3a marcha avante
ou na 1a a 3a marcha a ré mediante a combinação
das embreagens avante e da ré e das três
embreagens de marcha.

Número de placas e discos


Nº da embreagem Número de placas Número de discos

Embreagem da ré 6 5
Embreagem avante 8 7
Embreagem de 3a 5 4
Embreagem de 2a 5 4
a
Embreagem de 1 4 3

Marchas e embreagens operadas


Embreagens Relação de
Marchas
operadas redução
1a avante Avante x 1a 1,948
a a
2 avante Avante x 2 1,096
3a avante Avante x 3a 0,656
Neutro  -
1a a ré Ré x 1a 1,462
2a a ré Ré x 2a 0,823
3a a ré Ré x 3a 0,492

*: A embreagem da 1a, 2a ou 3a é enchida com óleo à


baixa pressão.

WP051B0200 11
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

12 WP051B0200
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Unidade: mm
Nº Item a ser inspecionado Critérios Solução

Dimensão padrão Limite de reparo


Comprimento Comprimento Carga Comprimento Carga
1 Mola da embreagem da ré (5 peças) livre instalada instalada livre instalada
233,2 N 198 N
69,5 58,7 65,3
{23,8 kg} {20,2 kg}
95,2 N 81 N
2 Mola da embreagem avante (5 peças) 77,0 63,6 72,4
{9,7 kg} {8,2 kg}
146,0 N 125 N
3 Mola da embreagem da 3a (5 peças) 59,0 44,1 55,5
{14,9 kg} {12,7 kg}
142,1 N 121 N
4 Mola da embreagem da 2a (5 peças) 59,0 44,5 55,5
{14,5 kg} {12,3 kg}
144,1 N 123 N
5 Mola da embreagem da 1a (5 peças) 59,0 44,3 55,5
{14,7 kg} {12,5 kg}
E s p e s s ur a t o t a l d o c o nj unt o d e 5 Dimensão padrão Tolerância Limite de reparo
6 discos e 6 placas da embreagem da
ré 36,2 ±0,33 32,2
E s p e s s ur a t o t a l d o c o nj unt o d e 7
7 discos e 8 placas da embreagem de 49,4 ±0,39 43,8
avante

Espessura total do conjunto de 4 discos


8 29,6 ±0,30 26,4
e 5 placas da embreagem da 3a

E s p e s s ur a t o t a l d o c o nj unt o d e 4
9 discos e 5 placas da embreagem da 29,6 ±0,30 26,4
2a
E s p e s s ur a t o t a l d o c o nj unt o d e 3 Substitua
10 discos e 4 placas da embreagem da 23,0 ±0,26 20,6
1a
11 Espessura do disco da embreagem 3,4 ±0,1 2,6
12 Espessura da placa da embreagem 3,2 ±0,1 2,9

-0,01
Desgaste do anel retentor Largura 3,0 2,70
-0,03
13 d o e i xo d e e nt r a d a d a
transmissão E sp e s
2,3 ±0,10 2,15
-sura
F o lg a a xi a l e ntre a s e ng re na g e ns
14 s o la re s d a ré , a va nte , 2 a e 1 a e o 0,11 - 0,30
pinhão planetário
Folga axial entre a engrenagem solar
15 0,11 - 0,29
da 3a e o pinhão planetário
Folga axial entre o pinhão planetário
16 e os dentes internos da engrenagem 0,12 - 0,33
anelar
Folga axial entre o transportador da ré
17 e os dentes internos da engrenagem 0,14 - 0,44
anelar
Folga axial entre o transportador de
18 a v a n t e e o s d e n t e s i n t e r n o s d a 0,14 - 0,38
engrenagem anelar
Folga axial entre o transportador da 1a
19 e os dentes internos da engrenagem 0,14 - 0,39
anelar

WP051B0200 13
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Embreagem a Disco

Estrutura Embreagem “desengatada” (liberada)


y A embreagem a disco consiste no pistão (2), pla- y Se cessa o fluxo de óleo proveniente da ECMV, o
ca (3), disco (4), pino (5), mola de retorno (6), pistão (2) é retornado para a direita graças à ação
etc. e tem por função fixar a engrenagem anelar (1) da mola de retorno (6)
y Os dentes internos do disco (4) acoplam-se aos y A força de atrito entre a placa (3) e o disco (4)
dentes externos da engrenagem anelar (1) cessa de agir e a engrenagem anelar (1) é liberada.
y A placa (3) é fixada na carcaça da embreagem (7)
por meio do pino (5)

Operação Circuito de óleo na embreagem de marcha


Embreagem “engatada” (fixada) y Quando a alavanca de controle da direção, inversão
y O óleo proveniente da ECMV prossegue pelo circuito do sentido de deslocamento de avante para ré e
do óleo da carcaça (7) até o verso do pistão (2), vice-versa e mudança de marcha está em neutro,
comprimindo o pistão (2) para a esquerda. é selecionada a 1a, 2a ou 3a
O pistão (2) comprime a placa (3) e o disco (4), y A câmara do pistão da embreagem corresponden-
acoplando-os, e o disco (4) é parado graças à força te à marcha selecionada é preenchida com óleo
de atrito entre ele e a placa (3) através do controle eletrônico do circuito hidráulico
y Quando os dentes internos do disco (4) acoplam-se de cada uma das embreagens.
aos dentes externos da engrenagem anelar (1), a y Movendo-se a alavanca de controle da direção,
engrenagem anelar (1) é fixada. inversão do sentido de deslocamento de avante para
ré e vice-versa e mudança de marcha de neutro para
avante ou ré, a bomba passa a ter a necessidade
de suprir de óleo a câmara do pistão da embreagem
de avante ou da ré, completando-a.
y Se você mudar a marcha de 1a avante para 2a
avante, haverá a necessidade tão somente de suprir
de óleo as placas e os discos da embreagem da
2a, uma vez que a embreagem de avante já se
encontra abastecida de óleo.
y O retardo na operação de mudança de marchas é
reduzido através do controle do óleo no circuito da
embreagem, conforme já explicamos anteriormente.

14 WP051B0200
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Rota do trem de força


1a avante
Ré Avante 3a 2a 1a

y Quando a 1a avante é selecionada, a embreagem y O transportador de avante (10) e os transportadores


de avante e a embreagem da ré são acopladas. A da 2a e 3a (11) são conectados por uma chaveta
potência hidráulica transmitida do conversor de que faz com que girem integrados. Assim sendo,
torque para o eixo de entrada (1) é então transmitida a rotação do transportador de avante (10) é trans-
ao eixo de saída (21). mitida à engrenagem anelar da 2a (15) através do
y A embreagem de avante é operada com a pressão pinhão planetário da 2a (13)
do óleo aplicada ao pistão da embreagem de y Já que a engrenagem anelar da 2a (15) e o
avante no sentido de promover a fixação da transportador da 1a (16) encontram-se acoplados,
engrenagem anelar de avante (4). A embreagem a potência hidráulica transmitida à engrenagem
de 1a é atuada pela pressão hidráulica aplicada ao anelar da 2a (15) é transmitida ao pinhão planetário
pistão da embreagem da 1a, dando sustentação à da 1a (17)
engrenagem anelar da 1a (18) y Dada a sustentação da engrenagem anelar da 1a (18)
y A potência hidráulica proveniente do conversor de feita pela embreagem da 1a, a potência hidráulica
torque é transmitida ao eixo de entrada (1), sendo transmitida ao pinhão planetário da 1a (17) é
então transmitida através da engrenagem solar de transmitida ao eixo de saída (21) através da engrena-
avante (2) ao pinhão planetário de avante (3) gem solar da 1a (20)
y Uma vez a engrenagem anelar de avante (4) sendo
fixada à embreagem de avante, a potência
hidráulica transmitida ao pinhão planetário de
avante (3) rotaciona o transportador de avante (10)
na engrenagem anelar de avante (4)

WP051B0200 15
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

2a avante
Ré Avante 3a 2a 1a

y Quando a 2a avante é selecionada, a embreagem y Considerando-se que o transportador de avante e


de avante e a embreagem da 2a são acopladas. A os transportadores da 2a e 3a (11) estão conectados
potência hidráulica transmitida do conversor de pela chaveta e giram em um só conjunto, a rotação
torque ao eixo de entrada (1) é transmitida, então, do transportador de avante (10) é transmitida ao
ao eixo de saída (21) pinhão planetário da 2a (13)
y A embreagem de avante é operada com a pressão y Visto que a engrenagem anelar da 2a (15) é
do óleo aplicada ao pistão da embreagem de sustentada pela embreagem da 2a, a potência
avante no sentido de fixar a engrenagem anelar de hidráulica transmitida ao pinhão planetário da 2a (13)
avante (4). A embreagem da 2a é atuada pela é transmitida ao eixo de saída (21) através da
pressão hidráulica aplicada ao pistão da engrenagem solar da 2a (19)
embreagem da 2a, promovendo a sustentação da
engrenagem anelar da 2a (15)
y A potência hidráulica proveniente do conversor de
torque é transmitida ao eixo de entrada (1), sendo
então transmitida ao pinhão planetário de avante (3)
através da engrenagem solar de avante (2)
y Uma vez que a engrenagem anelar de avante (4) é
fixada na embreagem de avante, a potência
transmitida ao pinhão planetário de avante (3)
rotaciona o transportador de avante (10) na
engrenagem anelar de avante (4)

16 WP051B0200
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

3a avante
Ré Avante 3a 2a 1a

y Quando a 3a avante é selecionada, a embreagem y Visto que o transportador de avante (10) e os


de avante e a embreagem da 3a são acopladas. A transportadores da 2a e 3a (11) estão conectados
potência hidráulica transmitida do conversor de por meio da chaveta e giram em conjunto, a rotação
torque para o eixo de entrada (1) é, então, trans- do transportador de avante (10) é transmitida ao
mitida ao eixo de saída (21) pinhão planetário da 3a (12)
y A embreagem de avante é operada com a pressão y Considerando-se que a engrenagem anelar da 3a (14)
do óleo aplicada ao pistão da embreagem de é sustentada pela embreagem da 3a, a potência
avante no sentido de promover a fixação da engre- hidráulica transmitida ao pinhão planetário da 3a (12)
nagem anelar de avante (4). A embreagem da 3a é é transmitida ao eixo de saída (21)
atuada pela pressão hidráulica aplicada ao pistão
da embreagem da 3a, realizando a sustentação da
engrenagem anelar da 3a (14)
y A potência hidráulica proveniente do conversor de
torque é transmitida ao eixo de entrada (1), sendo,
então, transmitida ao pinhão planetário de avante (3)
através da engrenagem solar de avante (2)
y Uma vez que a engrenagem anelar de avante (4) é
fixada com a embreagem de avante, a potência
transmitida ao pinhão planetário de avante (3)
rotaciona o transportador de avante (10) na engre-
nagem anelar de avante (4)

WP051B0200 17
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

1a ré
Ré Avante 3a 2a 1a

y Quando a 1a ré é selecionada, a embreagem da ré y O transportador de avante (10) e os transportado-


e a embreagem da 1a são engatadas. A potência res da 2a e 3a (11) são conectados por meio de uma
hidráulica transmitida do conversor de torque para chaveta, e rotacionam em um só conjunto. Assim
o eixo de entrada (1) é transmitida, então, ao eixo sendo, a rotação do transportador de avante (10) é
de saída (21) transmitida à engrenagem anelar da 2a (15) através
y A embreagem da ré é operada com a pressão do do pinhão planetário da 2a (13)
óleo aplicada no pistão da embreagem da ré no y Visto que a engrenagem anelar da 2a (15) e o
sentido de promover a fixação da engrenagem transportador da 1a (16) estão acoplados, a potência
anelar (7). A embreagem da 1a é atuada pela transmitida à engrenagem anelar da 2a (15) é
pressão hidráulica aplicada ao pistão da transmitida ao pinhão planetário da 1a (17)
embreagem da 1a e garante a sustentação da y Considerando-se que a engrenagem anelar da 1a (18)
engrenagem anelar da 1a (18) é sustentada pela embreagem da 1a, a potência
y A potência hidráulica proveniente do conversor de hidráulica transmitida ao pinhão planetário da 1a (17)
torque é transmitida ao eixo de entrada (1), sendo, é transmitida ao eixo de saída (21) através da
então, transmitida ao pinhão planetário da ré (6) engrenagem solar da 1a (20)
através da engrenagem solar da ré (5)
y Uma vez que a engrenagem anelar (7) e o trans-
portador (8) estão acoplados e fixados pela
embreagem da ré, a rotação do pinhão planetário
da ré (6) rotaciona a engrenagem anelar da ré (9).
A engrenagem anelar da ré (9) rotaciona o
transportador de avante (10) no sentido oposto do
imprimido ao eixo de entrada (1)

18 WP051B0200
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

ECMV da Transmissão
 ECMV: Válvula de Modulação por Controle Eletrônico

20 WP051B0200
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

P: Da bomba do trem de força


PF: Orifício de tomada de pressão do óleo da embreagem de avante
PR: Orifício de tomada de pressão do óleo da embreagem da ré
P1: Orifício de tomada de pressão do óleo da embreagem da 1a
P2: Orifício de tomada de pressão do óleo da embreagem da 2a
P3: Orifício de tomada da pressão do óleo da embreagem da 3a
CF: Para a embreagem de avante
CR: Para a embreagem da ré
C1: Para a embreagem da 1a
C2: Para a embreagem da 2a
C3: Para a embreagem da 3a
SDF: Dreno do interruptor de enchimento de avante
SDR: Dreno do interruptor de enchimento da ré
SD1: Dreno do interruptor de enchimento da 1a
SD2: Dreno do interruptor de enchimento da 2a
SD3: Dreno do interruptor de enchimento da 3a
Dr: Dreno

1. Interruptor de enchimento (para a embreagem da 1a)


2. Interruptor de enchimento (para a embreagem da ré)
3. Interruptor de enchimento (para a embreagem de avante)
4. Interruptor de enchimento (para a embreagem da 3a)
5. Interruptor de enchimento (para a embreagem da 2a)
6. Solenóide proporcional (para a embreagem da 3a)
7. Solenóide proporcional (para a embreagem da 1a)
8. Solenóide proporcional (para a embreagem da ré)
9. Solenóide proporcional (para a embreagem de avante)
10. Solenóide proporcional (para a embreagem da 2a)
11. Conector do interruptor de enchimento (para a embreagem da 1a)
12. Conector do interruptor de enchimento (para a embreagem da ré)
13. Conector do interruptor de enchimento (para a embreagem de avante)
14. Conector do interruptor de enchimento (para a embreagem da 3a)
15. Conector do interruptor de enchimento (para a embreagem da 2a)
16. Conector da solenóide proporcional (para a embreagem da 1a)
17. Conector da solenóide proporcional (para a embreagem da 3a)
18. Conector da solenóide proporcional (para a embreagem da ré)
19. Conector da solenóide proporcional (para a embreagem da 2a)
20. Conector da solenóide proporcional (para a embreagem de avante)
21. Filtro

WP051B0200 21
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

1. Interruptor de enchimento
2. Corpo da válvula (superior)
3. Válvula de controle de pressão
4. Corpo da válvula (inferior)
5. Solenóide proporcional
6. Válvula de detecção da pressão do óleo
7. Bujão

22 WP051B0200
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Descrição Geral da ECMV ECMV e solenóide proporcional


y A ECMV consiste em uma válvula reguladora de y Cada ECMV dispõe de uma solenóide proporcional.
pressão e um interruptor de enchimento. Após receber a corrente de comando do controlador,
y Válvula de controle de pressão ela produz a propulsão ilustrada no diagrama abaixo.
Converte uma corrente enviada do controlador da Fazendo a propulsão gerada pela solenóide pro-
transmissão para a válvula solenóide proporcional porcional agir no carretel da válvula de controle de
em uma pressão de óleo pressão, ela produz a pressão do óleo mostrada
y Interruptor de enchimento no diagrama abaixo. Controlando-se a magnitude
Detecta se a embreagem está cheia de óleo, pos- da corrente de comando, varia-se a propulsão que
suindo as seguintes funções: opera a válvula de controle de pressão, com o con-
1) Quando a embreagem está abastecida de óleo, seqüente controle da vazão e da pressão do óleo.
um sinal (o sinal de enchimento) é enviado ao
controlador para notificar o término do enchimento.
2) Enquanto o óleo pressuriza a embreagem, um sinal Binômio propulsão-corrente da solenóide propor-
(o sinal de enchimento) é enviado ao controlador cional
notificando que o óleo está pressurizando.
Faixa A: Antes da mudança de marcha (quando drenada)
Faixa B: Enchimento
Faixa C: Regulagem de pressão

Força de propulsão
Faixa D: Enchimento (disparo)
Ponto E: Início do enchimento
Ponto F: Término do enchimento

Corrente
Corrente de comando da
solenóide proporcional

Binômio pressão do óleo-propulsão da solenóide


proporcional
(s)
Tempo
Pressão de entrada

Pressão hidráulica
da embreagem

(s)
Sinal de saída do inter-

Tempo
ruptor de enchimento

Força de propulsão

DESL

LIG ECMV e interruptor de enchimento


(s)
Tempo
y Cada ECMV dispõe de um interruptor de enchimento.
Quando a embreagem conclui o enchimento, o
 A lógica é estabelecida de maneira que o interruptor de enchimento é LIGADO pela pressão
controlador não reconheça o término do da embreagem. O recebimento desse sinal leva o
enchimento mesmo que o interruptor de óleo ao início de sua pressurização.
enchimento seja LIGADO durante a operação de
disparo (faixa D)

WP051B0200 23
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Funcionamento da ECMV 1. Antes da troca de marcha (drenada)


y A ECMV é controlada pela corrente de comando (Faixa A no gráfico)
enviada pelo controlador à solenóide proporcional, Quando uma corrente não é conduzida à solenóide
assim como pelo sinal de saída do interruptor de proporcional (1), a válvula de controle de pressão (2)
enchimento. está drenando o óleo no orifício A da embreagem
Os gráficos abaixo mostram a relação entre a através do orifício de dreno dr.
corrente de comando proporcional para a ECMV, Uma vez que a pressão do óleo não é aplicada à válvula
a pressão de entrada da embreagem e o sinal de detectora da pressão do óleo (3) nesse momento, o
saída do interruptor de enchimento. interruptor de enchimento (4) é DESLIGADO.

Faixa A: Antes da mudança de marcha (drenada)


Faixa B: Enchimento
Faixa C: Regulagem de pressão
Faixa D: Enchimento (disparo)
Ponto E: Início do enchimento
Ponto F: Término do enchimento
Corrente de comando da
solenóide proporcional

(s)
Tempo
Pressão de entrada
da embreagem

(s)
Sinal de saída do inter-

Tempo
ruptor de enchimento

DESL

LIG
(s)
Tempo

y A lógica é estabelecida de modo que o controlador


não reconheça o término do enchimento mesmo
que o interruptor de enchimento seja LIGADO
durante a operação de disparo (faixa D)

24 WP051B0200
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

2. Enchimento (faixa B no gráfico) 3. Regulagem da pressão (faixa C no gráfico)


Se for enviada corrente à solenóide proporcional (1) Enviando-se corrente à solenóide proporcional (1),
sem que haja óleo na embreagem, uma pressão do a solenóide produz uma propulsão proporcional à
óleo proporcional à força da solenóide passará a corrente. A pressão é regulada equilibrando-se a
agir na câmara B, empurrando a válvula de controle propulsão da solenóide, a propulsão do orifício A
de pressão (2) para a direita. Como resultado, o da embreagem e a força de reação da mola de
orifício P da bomba e o orifício A da embreagem são controle da pressão (5)
abertos e o óleo começa a encher a embreagem.
Se a embreagem for enchida de óleo, o interruptor
de enchimento (4) é LIGADO.

WP051B0200 25
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Válvula de alívio principal


Válvula de alívio principal e válvula de alívio do conversor de torque

PP: Da bomba 1. Corpo


TC: Para o conversor de torque 2. Pistão
drT: Dreno (alívio do conversor de torque) 3. Válvula de alívio do conversor de torque
dr1: Dreno 4. Pistão
dr2: Dreno 5. Válvula de alívio principal
P1: Orifício de tomada de pressão de alívio principal
P8: Orifício de tomada de pressão de alívio do
conversor de torque
Unidade: mm
Nº Item a ser inspecionado Critérios Solução

Dimensão Tolerância Folga Folga


F o l g a e nt r e a vá l vul a d e a l ívi o padrão padrão limite
6 Eixo Furo
principal e o corpo da válvula
-0,035 +0,013 0,035-
φ 28 0,078
-0,045 0 0,058
Folga entre a válvula de alívio do
-0,035 +0,013 0,035-
7 conversor de torque e o corpo da φ 22 0,078
-0,045 0 0,058
válvula

Dimensão padrão Limite de reparo Substitua

Mola da válvula de alívio principal Comprimento Comprimento Carga Comprimento Carga


8 livre instalada instalada livre instalada
(externa)
480 N 457 N
122 78,0 118,3
{49 kg} {46,6 kg}
Mola da válvula de alívio principal 367,5 N 349 N
9 108 78,0 104,8
(interna) {37,5 kg} {35,6 kg}
M o l a d a v á l v u l a d e a l ív i o d o 182,1 N 174 N
10 50 40,5 48,5
conversor de torque {18,6 kg} {17,7 kg}

26 WP051B0200
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Descrição geral Funcionamento da válvula de alívio principal


y O óleo proveniente da bomba hidráulica flui através
Válvula de alívio do conversor de torque do filtro, do orifício A da válvula de alívio e do ori-
y A válvula de alívio do conversor de torque protege fício a do carretel (6) para a câmara B
o conversor de torque de picos excepcionalmente Quando o óleo vindo da bomba enche o circuito, a
altos de pressão mantendo a pressão do óleo no pressão do óleo começa a subir.
circuito do orifício de entrada do conversor de torque
Para o conversor Para o reservatório de óleo
abaixo da pressão ajustada. de torque
Pressão ajustada: 1,00 MPa {10,2 kgf/cm2}
(pressão de abertura)

Válvula de alívio principal


y A válvula de alívio principal mantém a pressão do
óleo na transmissão e no freio na pressão ajustada.
Pressão ajustada: 2,84 MPa {29,0 kgf/cm2}
(na rotação nominal do motor)

Da bomba
Operação

Funcionamento da válvula de alívio do conversor


y Se a pressão do óleo no circuito aumenta, o óleo na
de torque
câmara B pressiona o pistão (4), o que faz com que
y O óleo aliviado pela válvula de alívio principal flui
sua força de reação comprima a mola da válvula (7)
através do orifício C para o conversor de torque,
e mova o carretel (6) para a esquerda no sentido de
fluindo também, através do orifício b do carretel (2),
promover a abertura dos orifícios A e C.
para a câmara D. Quando o circuito de conexão
O óleo proveniente da bomba é, então, aliviado
com o conversor de torque enche-se de óleo, a
através do orifício A, seguindo para o orifício C, e
pressão do óleo começa a subir.
acaba seguindo para o conversor de torque.
Nesse instante, a pressão do óleo no orifício A é
y Se a pressão do óleo aplicada ao conversor de torque
de 2,84 MPa {29,0 kgf/cm2} (na rotação nominal
sobe, o óleo na câmara D pressiona o pistão (9),
do motor)
comprimindo, então, sua força de reação a mola da
válvula (3) e movendo o carretel (2) para a direita no Para o conversor Para o reservatório de óleo
sentido de promover a abertura dos orifícios C e E. de torque
O óleo no orifício C é, então, aliviado para o orifício
E, sendo drenado para o reservatório de óleo.
Nesse momento, a pressão do óleo no orifício C é
de 1,00 MPa {10,2 kgf/cm2} (pressão de abertura)

Para o conversor de torque Para o reservatório de óleo

Da bomba

Da bomba

WP051B0200 27
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Válvula de alívio do óleo lubrificante

Unidade: mm
Nº Item a ser inspecionado Critérios Solução

Dimensão padrão Limite de reparo

Mola da válvula de alívio de óleo Comprimento Comprimento Carga Comprimento Carga


1 Substitua
lubrificante livre instalada instalada livre instalada
12,0 N 11,4 N
26 23,7 25,2
{1,22 kg} {1,16 kg}

2. Pistão Descrição geral


3. Mola y O óleo descarregado do conversor de torque flui
4. Carcaça da embreagem de avante através do resfriador de óleo localizado no reser-
vatório inferior do radiador e da válvula de alívio do
A: Do resfriador de óleo óleo lubrificante para promover a lubrificação da
B: Dreno PTO da transmissão.
C: Dreno y A válvula de alívio do óleo lubrificante está instalada
na lateral direita da carcaça da embreagem de
avante, tendo por função prevenir a ocorrência de
picos anormais de pressão no óleo lubrificante.

Valor especificado
Pressão em condição normal
0,05-0,15 {0,5-1,5}
(MPa{kgf/cm2})
Pressão de abertura
0,29 {3,0}
(MPa{kgf/cm2})

28 WP051B0200
MANUAL DE OFICINA WP051B0300

Tratores de Esteiras

D61EX-15
D61PX-15

Modelo Número de Série

D61EX-15 B40001-
D61PX-15 B40001-

Estrutura e Funcionamento,
Padrões de Manutenção
Sistema de transmissão de potência ................................................................................. 2
Bomba de recuperação ................................................................................................. 2
Bomba do trem de força e bomba de lubrificação .......................................................... 3
Sistema HSS ................................................................................................................. 4
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Sistema de transmissão de potência


Bomba de recuperação

Descrição geral
y A bomba de recuperação está instalada no fundo
da carcaça da PTO, sendo acionada através da
potência proveniente do motor.
y A bomba de recuperação recupera o óleo coletado
no fundo da carcaça da transmissão, faz com que
ele atravesse um filtro-tela, e retorna-o à carcaça
direcional.

Especificações
Tipo Bomba de engrenagens
Capacidade teórica
61,2
(cm3/rotação)
Pressão de descarga máxima
0,29 {3,0}
(MPa {kgf/cm2})
Rotação máxima
2500
(rpm)

2 WP051B0300
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Bomba do trem de força e bomba de lubrificação


SAL(2)40+40

1. Bomba do trem de força


2. Bomba de lubrificação

Unidade: mm
Nº Item a ser inspecionado Critérios Solução
Tipo Folga padrão Folga limite
3 Folga lateral
SAL(2)40 0,10- 0,15 0,19
Folga entre o interior do rolamento
4 plano e o exterior do eixo da engre- SAL(2)40 0,060 - 0,125 0,20
nagem Substitua
Dimensão Limite de
Tipo Tolerância
padrão reparo
5 Profundidade de inserção do pino
0
SAL(2)40 12 -
-0,5
6 Torque rotacional da chaveta 5,8 - 13,8 Nm {0,6 - 1,4 kgm}
Pressão de
C a p a ci d a d e C a p a ci d a d e
Rotação descarga
C a p a ci d a d e Tipo padrão admissível
(rpm) (MPa -
- Óleo: SAE10W 2 (l/min) (l/min)
{kgf/cm })
Temperatura do óleo: 45 - 55 ºC
20,6
SAL(2)40 2500 90 85
{210}

WP051B0300 3
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Sistema HSS
 HSS: Sistema Direcional Hidrostático

4 WP051B0300
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

1. Alavanca de controle da direção, inversão do Descrição geral


sentido de deslocamento de avante para ré e vice- y O sistema do HSS consiste na válvula de controle (3),
versa e mudança de marcha (alavanca PCCS) bomba do HSS (5) e motor do HSS (7). Ele é capaz
2. Controlador da transmissão e direcional de promover a manobra contínua das esteiras da
3. Válvula de controle máquina sem reduzir a velocidade de deslocamento
4. Válvula EPC pelo simples estabelecimento de uma diferenciação
5. Bomba do HSS na rotação das esteiras direita e esquerda
6. Servoválvula y O controlador da transmissão e direcional (2) controla
7. Motor do HSS o sentido de rotação e a velocidade do motor do
8. Circuito do HSS HSS (7) por meio da válvula EPC (4) da válvula de
9. Motor controle (3) segundo a direção de operação e
10. Comando final distância que foi atuada a alavanca de controle da
11. Roda motriz direção, inversão do sentido de deslocamento de
12. Reservatório hidráulico avante para ré e vice-versa e mudança de marcha (1)
O motor do HSS (7) atua no mecanismo de
Sinais de entrada e saída engrenagens planetárias do eixo da engrenagem
a. Sinais direcionais cônica promovendo uma diferença de rotação entre
b. Sinal direcional ambas as rodas motrizes (11) para que a máquina
c. Informação de controle do motor seja manobrada.
d. Sinal de pressão do óleo do equipamento de trabalho y O controlador da transmissão e direcional (2)
detecta a rotação do motor e a pressão do óleo
em cada ponto e monitora a bomba do HSS (5) e
a válvula de controle (3) de forma que o motor (9)
não chegue a estolar.

WP051B0300 5
MANUAL DE OFICINA WP051B0400

Tratores de Esteiras

D61EX-15
D61PX-15

Modelo Número de Série

D61EX-15 B40001-
D61PX-15 B40001-

Estrutura e Funcionamento,
Padrões de Manutenção
Sistema de transmissão de potência ................................................................................. 2
Bomba do HSS ............................................................................................................. 2
Motor do HSS .............................................................................................................. 20
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Sistema de transmissão de
potência
Bomba do HSS
Modelo: HPV95

Descrição geral
y Esta bomba consiste em uma bomba de pistão
com placa de variação do ângulo de inclinação da
bomba de deslocamento variável e servoválvula.

PA: Orifício de descarga da bomba Especificações


PS: Abertura de sucção da bomba Modelo: HPV95 (112 cm3/rotação)
PD1: Bujão de dreno da bomba Deslocamento teórico: 112 ± 1 cm3/rotação
PD2: Dreno da bomba Rotação nominal: 2280 rpm
PLS1: Orifício de entrada da pressão de carga Pressão máxima no corte: 41,2 MPa {420 kgf/cm2}
PEN12: Bujão de detecção da pressão de controle

1. Bomba de pistão
2. Servoválvula
3. Válvula solenóide

2 WP051B0400
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Bomba de pistão

PA: Orifício de descarga da bomba


PS: Abertura de sucção da bomba
PA1: Orifício de sinal de pressão da bomba
PD2: Dreno da bomba
PNC1: Orifício de pressão de controle

WP051B0400 3
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

1. Eixo 8. Pistão
2. Carcaça 9. Bloco de cilindros
3. Berço 10. Placa da válvula
4. Balancim 11. Bujão terminal
5. Sapata 12. Impulsor
6. Servopistão 13. Chaveta
7. Haste

4 WP051B0400
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Função
y A rotação e o torque do motor transmitidos ao eixo
da bomba são convertidos em energia hidráulica e
o óleo pressurizado é descarregado proporcional-
mente à carga.
y É possível alterar a vazão de descarga variando-se
o ângulo da placa de variação do ângulo de inclina-
ção da bomba.

Estrutura
y O bloco dos cilindros (9) é fixado ao eixo (1) por
meio de uma chaveta (13), sendo que a sustentação y O bloco de cilindros (9) executa um movimento de
do eixo (1) se dá por meio dos rolamentos dianteiro rotação relativo à placa da válvula (10), ao mesmo
e traseiro. tempo que exerce a vedação do óleo pressurizado,
y A extremidade do pistão (8) possui um formato esférico o que faz com que essa superfície assegure a
côncavo, sendo a sapata (5) nela calçada, formando manutenção do perfeito equilíbrio hidráulico. O óleo
uma só unidade. O pistão (8) e a sapata (5) formam existente no interior de cada uma das câmaras
um rolamento esférico. dos cilindros do bloco de cilindros (9) é aspirado e
y O balancim (4) sustenta o plano A e a sapata (5), descarregado através da placa da válvula (10)
à medida que desliza em círculo, fica permanen- y O impulsor (12) é fixado ao eixo (1), girando
temente pressionada contra essa superfície. juntamente com o mesmo no sentido da facilitar a
y O balancim (4) forma um componente estático sucção do óleo sugado pelo orifício de sucção e
responsável pelo envio de óleo à alta pressão à seu envio à câmara do cilindro pela ação da força
superfície cilíndrica B do berço (3), fixado à carcaça centrífuga.
e que executa um movimento de deslizamento.
y O pistão (8) realiza um movimento relativo ao sentido
axial no interior da câmara de cada um dos cilindros
que compõem o bloco de cilindros (9)

WP051B0400 5
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Operação

1. Funcionamento da bomba
y O bloco de cilindros (9) gira juntamente com o y Quando a linha de centro X do balancim (4) iguala-se
eixo (1) e a sapata (5) desliza no plano A. Quando ao sentido axial do bloco de cilindros (9) (ângulo da
isto acontece, o balancim (4) move-se ao longo placa de variação do ângulo de inclinação da bomba = 0),
da superfície cilíndrica α, de modo que verifica-se a diferença entre os volumes E’ e F’ no interior do
uma variação do ângulo α da linha de centro X do bloco de cilindros (9) é 0, o que impede a bomba de
balancim (4) em relação ao sentido axial do bloco exercer a sucção e a descarga, ou seja, deixa de
de cilindros (9). Esse ângulo α é denominado haver bombeamento. Na prática, o ângulo da placa
ângulo da placa de variação do ângulo de de inclinação da bomba não chega a ser 0
inclinação da bomba. y O ângulo da placa de variação do ângulo de
inclinação da bomba α é proporcional ao volume
de descarga da bomba.

y Com o ângulo da placa de variação do ângulo de


inclinação da bomba α formado pelo ângulo entre
a linha de centro X do balancim (4) e o sentido
axial do bloco de cilindros (9), o plano A age com
um came para a sapata (5)
y Dessa forma, o pistão (8) desliza no interior do
bloco de cilindros (9) e disto resulta uma diferença
entre os volumes E e F no interior do bloco de
cilindros. O volume de sucção e descarga passa
a ser igual à diferença F - E
y Em outras palavras, o bloco de cilindros (9) gira e o
volume da câmara E diminui, havendo, portanto, a
descarga de óleo durante esse processo.
Simultaneamente, o volume da câmara F aumenta,
o que, neste processo, faculta a sucção do óleo.

6 WP051B0400
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

2. Controle da vazão de descarga


y Com o aumento do ângulo da placa de variação do
ângulo de inclinação da bomba α, a diferença entre os
volumes E e F também sobe, registrando-se um cres-
cimento da vazão de descarga de óleo Q. A variação
do ângulo da placa de variação do ângulo de inclinação
da bomba α se dá através do servopistão (6)
y O servopistão (6) realiza um movimento recíproco
em linha reta segundo o comando da pressão da
servoválvula. Este movimento em linha reta é trans-
mitido ao balancim (4) através da haste (7), e o
balancim (4), apoiado na superfície cilíndrica por
meio do berço (3), gira na superfície cilíndrica.
y A área que recebe pressão é diferente nos lados
esquerdo e direito do servopistão (6), sendo que a
pressão recebida na extremidade de menor diâmetro
do pistão é sempre conectada com a pressão de
descarga da bomba principal (pressão autônoma) PP
y A pressão de saída PNC da servoválvula é aplicada
à câmara que recebe pressão situada na
extremidade de maior diâmetro do pistão (que
recebe pressão da bomba)
y O movimento do servopistão (6) é controlado pela
relação de magnitudes entre a pressão da bomba
PP e a pressão na extremidade de maior diâmetro
do pistão, bem como pelo comparativo da relação
de áreas que recebem pressão na extremidade de
maior diâmetro do pistão e na extremidade de
menor diâmetro do pistão.

WP051B0400 7
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

SERVOVÁLVULA

PT: Orifício de dreno


PA1: Orifício de pressão autônoma da bomba
PLS1: Orifício de entrada de pressão de carga
PEN11: Orifício de pressão de controle
PEN12: Orifício de detecção de pressão de controle

8 WP051B0400
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Válvula LS Válvula de restrição variável


1. Contraporca 16.Parafuso
2. Bujão 17.Contraporca
3. Mola 18.Mola
4. Carretel 19.Sede
5. Luva 20.Carretel
6. Pistão 21.Bloco
7. Bujão 22.Bujão

Válvula TVC
8. Solenóide
9. Pistão
10. Luva
11. Mola
12. Mola
13. Pistão
14. Alavanca
15. Corpo da válvula

WP051B0400 9
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Descrição geral

Vazão de descarga da bomba Q


1. Válvula LS
y A válvula LS detecta a carga e controla a vazão de
descarga.
y Essa válvula controla a vazão de descarga da
bomba principal Q de acordo com o diferencial de
pressão ∆PLS (= PP - PLS) (diferença entre a
pressão da bomba principal PP e a pressão do
orifício de saída da válvula de controle PLS) {deno- Pressão de descarga da bomba PP
minada diferencial de pressão LS}
y A pressão da bomba principal PP e a pressão PLS
{chamada pressão LS} provenientes da saída da
válvula de controle entram nessa válvula. y Quando uma carga grande é aplicada ou a rotação
y A relação entre a vazão de descarga Q e o diferencial do motor sofre um decréscimo durante a operação,
de pressão ∆PLS (diferença entre a pressão da bomba é enviada à solenóide da válvula PPC uma corrente
principal PP e a pressão LS PLS (= PP - PLS) varia compatível com o comando que parte do controlador.
conforme mostra o gráfico abaixo: y Com essa operação, a vazão útil da bomba (torque
absorvido pela bomba) é reduzida, o mesmo
ocorrendo com a carga do motor.
Vazão de descarga da bomba Q

3. Válvula de restrição variável


y Como o controle da pressão da bomba principal é
exercido por ela própria, há uma tendência da
velocidade de resposta da placa de variação do
ângulo de inclinação da bomba ser rápida à alta
pressão e lenta à baixa pressão.
y As razões que justificam a instalação da válvula
de restrição variável são as seguintes:
Diferencial de pressão LS ∆PLS 1) Redução da velocidade da placa de variação do
ângulo de inclinação da bomba entre as vazões
úteis mínima e máxima a fim de diminuir o
impacto aplicado à haste da bomba principal, etc,
2. Válvula TVC além da prevenção do surgimento de tensões
y Estando a pressão de descarga da bomba PP alta, excessivamente grandes à alta pressão.
a válvula TVC controla a bomba de maneira que 2) Prevenção da cavitação no orifício de sucção
não flua mais óleo que o estabelecido como vazão causada pelo aumento repentino do volume de
constante (segundo a pressão de descarga), ainda sucção do mínimo para o máximo.
que o curso da válvula de controle aumente. Dessa
forma, ela realiza uma equalização da potência, a y Sua função e propriedade característica são manter
fim de que a potência absorvida pela bomba não a resposta durante operações à baixa pressão
exceda a potência do motor. através da diminuição da área de abertura à alta
y Em outras palavras, se a carga durante a operação pressão, e de seu aumento por conta de pressões
aumentar, o mesmo ocorrendo com a pressão de baixas, assim como a prevenção dos problemas
descarga da bomba, essa válvula reduz a vazão de (1) e (2) acima citados à alta pressão.
descarga da bomba, ao mesmo tempo que a aumenta
Área A do orifício de abertura

caso haja redução da pressão de descarga da bomba.


y A relação entre a pressão de descarga da bomba
PP e a vazão útil da bomba Q nesse caso é ilus-
trada no gráfico no alto da coluna à direita, usando
como parâmetro a corrente.

Pressão da bomba principal PP

10 WP051B0400
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Operação
1. Válvula LS
1) Válvula de controle em NEUTRO

Válvula TVC

Válvula de restrição variável

Extremidade de menor diâmetro Extremidade de maior diâmetro

(Sentido de diminuição da vazão até a vazão mínima)

y A válvula LS é uma válvula seletora de três vias, y A pressão da bomba PP entra pela extremidade
com a pressão PLS (pressão LS) proveniente do de maior diâmetro do pistão proveniente do orifício
orifício de saída da válvula de controle conduzida à h. A mesma pressão da bomba PP também entra
câmara da mola i e a pressão de descarga da bomba pela extremidade de menor diâmetro do pistão, de
principal PP conduzida à câmara j do bujão (6) modo que a placa de variação do ângulo de
y A magnitude da pressão LS PLS + força F da inclinação da bomba, através da diferença de áreas
mola (3) e a pressão da bomba principal (pressão do pistão (1), passa para o ângulo mínimo.
autônoma) PP determina a posição do carretel (4)
y Antes de ser dada a partida, o servopistão (1)
encontra-se empurrado para a direita graças à ação
da mola (7) instalada na haste (2)
(veja o diagrama à direita)
y Na partida, estando a alavanca de controle em NEU-
TRO a pressão LS PLS corresponde a 0 kgf/cm2
(há a interligação com o circuito de dreno através
do carretel da válvula de controle)
y Nesse instante, o carretel (4) é empurrado para a
esquerda, estabelecendo-se a comunicação entre
os orifícios d e c

WP051B0400 11
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

2) Operação no sentido de aumento da vazão de descarga da bomba até a vazão máxima

Válvula TVC

Válvula de restrição variável

Extremidade de menor diâmetro Extremidade de maior diâmetro

(Sentido de aumento da vazão até a vazão máxima)

y Quando a diferença entre a pressão da bomba


principal PP e a pressão LS ∆PLS, ou, em outras
palavras, o diferencial de pressão PLS cai (por
exemplo, quando a área de abertura da válvula de
controle aumenta e há uma queda da pressão da
bomba PP), o carretel (4) é empurrado para a
direita pelo conjugado de forças da força da
pressão LS PLS e da força da mola (3)
y A partir do momento que o carretel (4) se move, os orifí-
cios b e c são unificados e conectados à válvula TVC.
y Nesse instante, a válvula TVC é conectada ao
orifício de dreno e a pressão no circuito c-h é a
pressão de dreno PT (o funcionamento da válvula
TVC será explicado mais à frente)
y Por esse motivo, a pressão na extremidade de
maior diâmetro do servopistão (1) torna-se a
pressão de dreno PT e a pressão da bomba PP
entra pela extremidade de menor diâmetro do
pistão, fazendo, assim, com que o servopistão (1)
seja empurrado para a direita.
y Portanto, a haste (2) desloca-se para a direita e
move a placa de variação do ângulo de inclinação
da bomba no sentido de que esta promova o
aumento da vazão de descarga
12 WP051B0400
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

3) Operação no sentido de diminuição da vazão de descarga da bomba até a vazão mínima

Válvula TVC

Válvula de restrição variável

Extremidade de menor diâmetro Extremidade de maior diâmetro

(Sentido de diminuição da vazão até a vazão mínima)

y A seguir explicaremos o que ocorre se o


servopistão (1) mover-se para a esquerda, com a
conseqüente diminuição da vazão de descarga.
y Quando a pressão LS PLS aumenta (por exemplo,
havendo diminuição da área de abertura da válvula
de controle e aumento da pressão da bomba PP),
a pressão da bomba PP empurra o carretel (4)
para a esquerda.
y Uma vez movendo-se o carretel (4), a pressão da
bomba principal PP flui do orifício d para o orifício
c, e do orifício h entra na extremidade de maior
diâmetro do pistão.
y A pressão da bomba principal PP também entra
na extremidade de menor diâmetro do pistão, mas,
em razão da diferença de áreas entre a extremidade
de maior diâmetro do servopistão (1) e sua
extremidade de menor diâmetro, o servopistão (1)
é empurrado para a esquerda.
y O resultado é que a haste (2) move-se no sentido
de promover a diminuição do ângulo da placa de
variação do ângulo de inclinação da bomba.

WP051B0400 13
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

4) Servopistão em equilíbrio

Válvula TVC

Válvula de restrição variável

Área que recebe Área que recebe


pressão A0 pressão A1

PEN

Extremidade de menor diâmetro Extremidade de maior diâmetro

y Chamemos a área que recebe pressão na


extremidade de maior diâmetro do pistão de A1, a
área que recebe pressão na extremidade de menor
diâmetro do pistão de A0 e a pressão que flui para
a extremidade de maior diâmetro do pistão de PEN
y Se a pressão da bomba principal PP da válvula LS
e o conjugado de forças da força F da mola (3) e da
pressão LS PLS estão em equilíbrio, a relação é
A0 x PP = A1 x PEN
y O servopistão (1) irá parar nessa posição e a placa
de variação do ângulo de inclinação da bomba será
mantida em um ponto intermediário, isto é, irá parar
em uma posição onde a abertura do orifício b para o
orifício c e a abertura do orifício d para o orifício c do
carretel (4) sejam aproximadamente as mesmas.
y Nesse instante, a relação entre as áreas que
recebem pressão em ambas as extremidades do
pistão (1) corresponde a A0:A1 = 1:2, de maneira
que a pressão aplicada a ambas as extremidades
do pistão quando o mesmo encontra-se em
.
equilíbrio fica sendo PP:PEN =. 2:1
y A força da mola é ajustada de maneira que esse
carretel (4) entre em equilíbrio e detenha seu curso no
centro padrão quando PP - PLS = 1,96 MPa {20 kgf/cm2}
14 WP051B0400
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

2. Válvula TVC

1) Controlador da transmissão e do sistema direcional normal


1] Carga no atuador pequena e pressão da bomba PP baixa

Válvula TVC

Válvula de restrição variável

Extremidade de menor diâmetro Extremidade de maior diâmetro

(Sentido de aumento da vazão até a vazão máxima)

Controlador da
transmissão e do
sistema direcional
Bateria

a. Funcionamento da solenóide (1)


y Uma corrente de comando enviada pelo controlador
da transmissão e do sistema direcional está
percorrendo a solenóide (1). Esta corrente de
comando modifica a força de compressão do pino
impulsor da solenóide (11)
y O pistão (2) pára em uma posição em que a força
de compressão do pino impulsor da solenóide (11)
entra em equilíbrio com o conjugado de forças
ajustadas das molas (3) e (4) e também se dá o
equilíbrio da força que comprime o pistão (2) com
a pressão da bomba PP
y A pressão de saída da válvula TVC (pressão no
orifício c) varia de acordo com essa posição.
y O nível da corrente de comando X é determinado
pela demanda exigida pela operação (atuação da
alavanca), assim como pelo modo de operação
selecionado, rotação do motor ajustada e rotação
efetiva do motor.

WP051B0400 15
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

b. Funcionamento das molas


y A carga da mola das molas (3) e (4) na válvula
TVC depende da posição da placa de variação do
ângulo de inclinação da bomba.
y Quando o servopistão (9) se move, o mesmo acontece
com o came (7), que é conectado à haste (8). Isso
acontecendo, a alavanca (6) gira no ângulo do came (7)
e o pistão (5) move-se para a direita e para a esquerda.
y Se o pistão (5) move-se para a direita, a mola (3) é
comprimida primeiro. Movendo-se o pistão (5) mais
para a direita, a mola (4) toca na sede (10), entrando,
então, as duas molas (3) e (4) em operação.
y Em outras palavras, a variação da carga da mola
se dá pela expansão ou contração por parte do
pistão (5) das molas (3) e (4)
y Havendo variação da entrada de corrente de
comando para a solenóide (1), a força de
compressão do pino de impulsão da solenóide (11)
também varia. Conseqüentemente, à medida que é
registrada uma oscilação da corrente de comando,
a carga da mola das molas (3) e (4) também oscila.
y O orifício c da válvula TVC está conectado ao
orifício e da válvula LS (veja “1. Válvula LS”). A
pressão autônoma PP é aplicada ao orifício b
localizado no lado de menor diâmetro do
servopistão (9), e também ao orifício a.
y Quando a pressão da bomba PP é pequena, o
pistão (2) fica na direita.
y Nesse instante, os orifícios c e d estão em
comunicação, tornando-se a pressão que entra na
válvula LS a pressão de dreno PT
y Este é o momento em que, se o orifício e da válvula
LS encontrar-se em comunicação com o orifício h
(veja “1. Válvula LS”), a pressão aplicada ao lado
de maior diâmetro do pistão é a pressão de dreno
PT e o servopistão (9) move-se para a direita.
y Desse modo, observa-se a progressão da vazão
de descarga da bomba.
y À medida que o servopistão (9) desloca-se ainda
mais, o pistão (5) é movido para a esquerda graças
à ação da haste (8), do came (7) e da alavanca (6).
As molas (3) e (4) expandem e a força da mola
torna-se menos intensa.
y Quando diminui a intensidade da força da mola, o
pistão (2) move-se para a esquerda, de maneira
que a comunicação entre os orifícios c e d é
cortada, sendo a pressão de descarga da bomba
conectada ao orifício b
y O resultado é que registra-se um aumento da
pressão no orifício c acompanhado de um
crescimento da pressão na extremidade de maior
diâmetro do pistão, o que faz cessar o movimento
do pistão (9) para a direita.
y Explicando mais claramente, a posição de parada
do pistão (9) (= vazão útil da bomba) depende da
posição em que a força de compressão originária
da pressão PP aplicada ao pistão (2) e a força de
compressão da solenóide entram em equilíbrio com
a força das molas (3) e (4)

16 WP051B0400
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

2) Carga no atuador pequena e pressão de descarga da bomba alta

Válvula TVC

Válvula de restrição variável

Extremidade de menor diâmetro Extremidade de maior diâmetro

(Sentido de diminuição da vazão até a vazão mínima)

Controlador da
transmissão e do
sistema direcional
Bateria

y Quando a carga é grande e a pressão de descarga da y Por esse motivo, as molas (3) e (4) são comprimi-
bomba PP é alta, verifica-se o aumento da força que das e retrocedem o pistão (2). Em razão dessa força,
empurra o pistão (2) para a esquerda e o pistão (2) o pistão (2) corta a comunicação entre os orifícios
desloca-se até a posição ilustrada no diagrama acima. b e c, e os orifícios c e d passam a ficar interligados.
y Isto acontecendo, conforme mostra o diagrama acima, y O resultado é a queda da pressão no orifício c (= f)
parte do óleo pressurizado proveniente do orifício b flui e a interrupção do movimento do pistão (9) para a
para o orifício d e a pressão do óleo que flui do orifício c esquerda.
para a válvula LS passa a equivaler a aproximadamente y A posição em que o pistão (9) pára quando isso
metade da pressão da bomba principal PP acontece situa-se mais para a esquerda que a
y Estando os orifícios h e e da válvula LS em comu- posição constatada quando a pressão da bomba
nicação (veja “1. Válvula LS”), a pressão proveniente PP está baixa.
do orifício f entra na extremidade de maior diâmetro
do servopistão (9), levando este último a parar.
y Se a pressão da bomba principal PP aumentar ainda
mais e o pistão (2) deslocar-se mais para a esquerda,
a pressão da bomba principal PP flui para o orifício
c, atuando de modo a minimizar a vazão de descarga.
y Quando o pistão (9) move-se para a esquerda, o
pistão (5) é deslocado para a direita pela ação
conjunta do came (7) e da alavanca (6)

WP051B0400 17
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

y A relação entre a pressão da bomba PP e a posição


do servopistão (9) forma uma linha descontinuada
em razão da dupla ação das molas (3) e (4). O
gráfico abaixo ilustra a relação entre a pressão da
bomba PP e a vazão de descarga da bomba Q:
Vazão de descarga da bomba Q

Pressão de descarga da bomba PP

18 WP051B0400
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

3. Válvula de restrição variável

Válvula TVC

Válvula LS

Extremidade de menor diâmetro Extremidade de maior diâmetro

(Sentido de aumento da vazão até a vazão máxima)

1) Aumento da vazão de descarga da bomba até y Nesse ponto, a área de abertura da parte A aumenta
a vazão máxima e o fluxo de óleo da extremidade de maior diâmetro
y A pressão da bomba principal PP entra na válvula do servopistão (1) para o orifício b através do orifício
de restrição variável através do orifício a c não sofre restrição, verificando-se o aumento da
velocidade de deslocamento do servopistão (1)
1] Pressão da bomba principal PP alta
y Se a pressão ultrapassar a força da mola (3) em 2) Redução da vazão de descarga da bomba
razão da diferença nas áreas da seção transversal y O óleo hidráulico flui do orifício b ao lado de maior
do carretel (4) na câmara e, o carretel (4) move-se diâmetro do servopistão (1), passando antes pelo
para a direita. orifício c
y Isso acontecendo, a área de abertura entre os y Conforme já foi explicado, o carretel (4) opera
orifícios c e b é reduzida pelo entalhe localizado proporcionalmente à pressão da bomba principal PP
na parte A. Conseqüentemente, menos óleo flui
da extremidade de maior diâmetro do servopistão
(1), o que reduz a velocidade de deslocamento do
servopistão (1)

2] Pressão da bomba principal PP baixa


y Mesmo que a pressão da bomba principal PP entre
na câmara e através do orifício a, o carretel (4)
empurra a mola (3) com menos força e desloca-se
uma menor distância para a direita.

WP051B0400 19
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Motor do HSS
Modelo: HM80

Descrição geral
y O motor consiste no motor de pistão de placa de
variação do ângulo de inclinação da bomba fixa e
capacidade fixa, válvula de corte, válvula bypass e
válvula de alívio de carga.

T1 T2 Para sangria

PA : Da válvula de controle 1. Conjunto do motor do HSS


PB: Da válvula de controle 2. Válvula de compensação
T2 : Para o reservatório hidráulico 3. Válvula de segurança
4. Válvula retentora

Especificações
Modelo: HMF80
Deslocamento teórico: 80 cm3/rotação
Pressão nominal: 41,2 MPa {420 kgf/cm2}
Rotação nominal: 2316 rpm

20 WP051B0400
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

1. Eixo de saída 10.Válvula de compensação


2. Carcaça do motor 11. Válvula de segurança
3. Placa de variação do ângulo de inclinação da bomba 12.Válvula retentora
4. Pistão 13.Mola da válvula retentora
5. Cilindro 14.Sub-rolamento
6. Placa da válvula 15.Chaveta
7. Tampa terminal 16.Sapata
8. Conjunto da válvula do freio 17.Rolamento principal
9. Mola de retorno do carretel

Unidade:mm
Nº Item a ser inspecionado Critérios Solução
Dimensão padrão Limite de reparo
Comprimento Se estiver
Comprimen-- Carga Comprimen-- Carga
18 Mola de retorno do carretel livre x diâmetro danificada ou
to instalada instalada to livre instalada
externo deformada, a mola
192 N 154 N deve ser
42,7 x 30,0 40,5 -
{19,6 kg} {15,7 kg} substituída
1,27 N 0,98 N
19 Mola da válvula retentora 43 x 13,8 32,9 -
{0,13 kg} {0,10 kg}

WP051B0400 21
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Descrição geral
y O óleo pressurizado enviado pela bomba é
convertido em torque rotacional, o qual é
transmitido ao eixo de saída.

Estrutura
y O bloco de cilindros (5) é sustentado pelo eixo (1)
por meio da chaveta (15), ao passo que o eixo (1)
é sustentado pelo rolamento principal e pelo sub-
rolamento (17) e (14)
y A extremidade do pistão (4) possui um formato esférico
côncavo, sendo a sapata (16) nele calcada formando
uma só unidade. O pistão (4) e a sapata (16) formam
um rolamento esférico.
y O pistão (4) realiza seu movimento em relação ao
sentido axial no interior da câmara de cada um
dos cilindros do bloco de cilindros (5)
y O bloco de cilindros (5) move-se em relação à placa
da válvula (6), ao mesmo tempo que exerce a
vedação da pressão hidráulica.
y Esta face é assim projetada visando o perfeito equi-
líbrio da pressão hidráulica.
y O óleo existente no interior da câmara de cada
um dos cilindros do bloco de cilindros (5) é aspirado
e descarregado através da placa da válvula (6)

22 WP051B0400
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Operação

1. Funcionamento do motor 2. Controle da rotação e do torque


y O óleo pressurizado enviado pela bomba entra no bloco y À medida que verifica-se o aumento da vazão Q
de cilindros (5) e empurra o pistão (4) pelo dorso. proveniente da bomba do HSS, o mesmo se dá
y No caso do motor, a linha de centro da placa (3) com a rotação do motor N
encontra-se permanentemente angulada (ângulo α da y Uma vez que o ângulo da placa de variação do
placa de variação do ângulo de inclinação da bomba ângulo de inclinação da bomba é fixo (α é cons-
em relação ao sentido axial do bloco de cilindros (5)) tante), o torque T é proporcional à pressão P
y O resultado, tomando-se o exemplo de um dos y O ângulo da placa de variação do ângulo de
pistões (4), é que a pressão do óleo é ablicada ao inclinação da bomba é de aproximadamente 13,4º
dorso da parte direita do pistão, sendo gerada no
pistão a força axial FO. Q = qN
y No caso da sapata (16), integrada ao pistão (4) através (q = E - F)
da superfície esférica, verifica-se a geração de uma
força de reação FR perpendicularmente ao plano A. O π
T = Pq/2π
conjugado das forças FO e FR é FP, que é justamente
a força que rotaciona o bloco de cilindros (5) Q: Vazão total
q: Vazão por volta unitária
N: Rotação
P: Pressão
T: Torque rotacional

y O eixo (1), integrado ao bloco de cilindros (5) pela


chaveta (15), transmite esse torque rotacional ao
lado da saída.
y O bloco de cilindros (5) gira, e, enquanto o volume
passa de E para F, o óleo pressurizado proveniente
da bomba flui para o interior da câmara do cilindro,
verificando-se, então, a geração da pressão P
proporcional à carga.
y Por outro lado, quando o volume cai abaixo de F e
volta ao volume E, o óleo é sugado e retornado à
bomba.

WP051B0400 23
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Funcionamento da válvula do freio 1. Válvula de compensação, válvula retentora


y A válvula do freio consiste na válvula retentora (12),
válvula de compensação (10) e válvula de segu- Função
rança (11), formando o circuito ilustrado abaixo. y Quando manobrada em rampas, a máquina sofre
y A função e operação de cada um dos componentes a ação de um peso que produz uma força no
passará a ser explicada a seguir. sentido descendente, força essa que tende a fazer
as esteiras da máquina girarem mais rápido que a
rotação do motor do HSS.
y Em função desse fenômeno, funcionando-se o
motor em baixa rotação enquanto se realiza uma
Válvula de controle manobra nessas condições faz com que o motor
do HSS funcione acima de sua rotação de projeto,
situação essa extremamente perigosa.
y Para evitar que isso aconteça, a máquina conta
com essa válvula, que permite a realização de
manobras em rampas segundo a rotação do motor
(volume de descarga da bomba)

Funcionamento com suprimento de óleo


y Quando a alavanca direcional é atuada, o óleo
pressurizado proveniente da válvula de controle é
suprido ao orifício PA. O óleo, então, empurra a
válvula retentora (12a) até abrí-la, fluindo, em
seguida, do orifício de entrada do motor do HSS
MA para o orifício de saída do motor do HSS MB
y O lado do orifício de saída do motor do HSS é,
contudo, fechado pela válvula retentora (12b) e pelo
carretel (10), o que ocasiona o aumento da pressão
no lado onde está sendo suprido óleo.

Válvula de controle

24 WP051B0400
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Atuação do freio na descida de rampas


y Quando a máquina é manobrada na descida de
y O óleo pressurizado no lado onde está sendo uma rampa, não pode acelerar muito, do contrário
suprido o óleo flui do orifício E1 do carretel (10) para o motor do HSS passará a funcionar sem carga,
o interior da câmara S1. Quando a pressão na verificando-se, então, a queda da pressão do óleo
câmara S1 ultrapassa a pressão de comutação do no orifício de entrada do motor do HSS. Essa queda
carretel, o carretel (10) é empurrado para a direita. de pressão atravessará o orifício E1, causando a
y Dessa forma, os orifícios MB e PB ficam em queda também da pressão na câmara S1
comunicação, de modo que o lado do orifício de y Se a pressão na câmara S1 cair abaixo da pressão
saída do motor do HSS é aberto e inicia-se a de comutação do carretel, o carretel (10) será
rotação do motor do HSS empurrado para a esquerda em função da ação da
mola (9), originando-se uma restrição no orifício
de saída MB
y O resultado é o aumento da pressão no orifício de
saída, com a conseqüente geração de uma
resistência à rotação do motor do HSS que impedirá
o motor de funcionar acima de sua rotação de projeto.
Válvula de controle y Em outras palavras, o carretel se move para uma
posição onde assegura o equilíbrio da pressão no
orifício de saída MB com a força resultante do peso
da máquina e a pressão no orifício de entrada. Dessa
forma, ele gera uma restrição no circuito do orifício
de saída e mantém o motor dentro de uma rotação
compatível com a vazão de óleo liberada pela bomba.

Válvula de controle

WP051B0400 25
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

2. Válvula de segurança

Função
y Quando o sistema direcional cessa de operar, a
válvula de compensação (10) fecha o circuito nos
orifícios de entrada e saída do motor do HSS.
y O motor do HSS continua, contudo, em rotação
em razão da inércia. Conseqüentemente, a pressão
no orifício de saída do motor do HSS torna-se
extremamente alta, o que danifica não apenas o
motor do HSS, com também a tubulação.
y A válvula de segurança atua aliviando o pico de
pressão no orifício de entrada do motor do HSS,
evitando, assim, que o equipamento sofra avarias.

Operação
y Quando o sistema direcional deixa de operar, a válvula y Se a pressão na câmara E (ou na câmara F)
retentora da válvula de compensação fecha a câmara ultrapassar o nível ajustado, a força π(D12 - D22)/4
E (ou a câmara F) existente no circuito do orifício de x pressão resultante da diferença de áreas entre
saída, sem, contudo, deter o avanço da pressão no D1 e D2 ou {força π(D33 - D12)/4 x pressão
lado do orifício de saída em razão da inércia. resultante da diferença de áreas entre D3 e D1}
pressiona a mola e move o gatilho para a direita,
fazendo com que o óleo flua para a câmara F (ou
câmara E) do circuito situado no lado oposto.
Para o orifício T

Para o orifício T

26 WP051B0400
MANUAL DE OFICINA WP051B0500

Tratores de Esteiras

D61EX-15
D61PX-15

Modelo Número de Série

D61EX-15 B40001-
D61PX-15 B40001-

Estrutura e Funcionamento,
Padrões de Manutenção
Sistema de transmissão de potência ................................................................................. 2
Eixo da engrenagem cônica, HSS e freio ...................................................................... 2
Válvula do freio ............................................................................................................ 18
Comando final ............................................................................................................. 24
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Sistema de transmissão de potência


Eixo da engrenagem cônica, HSS e freio
 HSS: Sistema Direcional Hidrostático

2 WP051B0500
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

WP051B0500 3
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

4 WP051B0500
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

1. Válvula do freio
2. Motor do HSS
3. Mola do freio (grande)
4. Mola do freio (pequena)
5. Cubo
6. Gaiola
7. Pistão
8. Tampa
9. Placa (4 peças em cada lado)
10. Disco (5 peças em cada lado)
11. Tambor do freio
12. Cubo do freio
13. Engrenagem A (número de dentes: 37/86)
14. Gaiola
15. Engrenagem B (número de dentes: 50)
16. Engrenagem cônica (número de dentes: 41)
17. Eixo da engrenagem cônica
18. Eixo
19. Rolamento
20. Engrenagem C (número de dentes: 50)
21. Pinhão planetário (número de dentes: 26)
22. Engrenagem anelar (número de dentes: 91)
23. Eixo do pinhão
24. Cubo
25. Transportador
26. Eixo da engrenagem D
27. Engrenagem D (número de dentes: 76)
28. Engrenagem de acionamento do motor do HSS (número de dentes: 39)
29. Pinhão cônico (número de dentes: 25)
30. Gaiola

WP051B0500 5
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

6 WP051B0500
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Unidade: mm
Nº Item a ser inspecionado Critérios Solução
Dimensão padrão Tolerância Limite de reparo
Substitua
1 Placa do freio Esp e ssura 5,0 ±0,1 4,7
Disto rção - Máx. 0,15 0,3 Repare ou substitua
Esp e ssura 5,2 ±0,1 4,7 Substitua
2 Disco do freio
Disto rção - Máx. 0,25 0,4 Repare ou substitua

3 Espessura total de 4 placas e 5 discos de 46,0 ±0,3 43,3


freio montados
Folga axial entre a engrenagem A e a Folga padrão Folga limite
4
engrenagem B 0,06 - 0,54 - Substitua
5 Folga axial entrea a engrenagem A e o 0,14 - 0,35 -
pinhão planetário
6 Folga axial entre o pinhão planetário e a 0,15 - 0,38 -
engrenagem anelar
7 Pré-carga no rolamento de roletes cônicos Se o torque inicial for inferior a 9,8 Nm {1,0 kgm}, ajuste a pré-carga.
do eixo da engrenagem cônica Torque inicial após o ajuste: 10,3 - 14,7 Nm {1,05 - 1,50 kgm} Ajuste

WP051B0500 7
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

8 WP051B0500
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Unidade: mm
Nº Item a ser inspecionado Critérios Solução
Folga axial entre a engrenagem A Folga padrão Folga limite
1
e a engrenagem D 0,09 - 0,54 -
Folga axial entre a engrenagem
2 0,13 - 0,42 - Substitua
C e a engrenagem D
Folga axial entre a engrenagem D
3 e a engrenagem de acionamento 0,09 - 0,35 -
do motor do HSS

4 Folga axial entre o pinhão cônico 0,18 - 0,23 - Ajuste


e a engrenagem cônica

WP051B0500 9
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Descrição geral

Eixo da engrenagem cônica Freio


y A potência do motor é transmitida à transmissão y O freio é instalado com o objetivo de parar a
através do conversor de torque. Em seguida, o eixo máquina, sendo conectado ao cubo do freio (12)
da engrenagem cônica acopla no pinhão cônico (29) y Este freio é de discos múltiplos em banho de óleo
com a engrenagem cônica (16) para direcionar a tipo embreagem, atuado por mola, sendo acionado
potência do motor perpendicularmente na direção hidraulicamente pela válvula do freio atuada com o
lateral e, assim, reduzir a rotação. pedal do freio.
y O pinhão cônico (29) e a engrenagem cônica (16) y O freio é lubrificado com óleo pressurizado
do eixo da engrenagem cônica são engrenagens proveniente da bomba de óleo lubrificante e da bomba
cônicas espirais, lubrificadas com óleo espargido de recuperação.
pela bomba de óleo lubrificante e pela bomba de O circuito do óleo lubrificante percorre a carcaça
recuperação. direcional (8), a gaiola (6), o disco (10) e a placa (9)
y O eixo da engrenagem cônica consiste na engrena- y Quando o motor é desligado, o contrafluxo de pressão
gem cônica (16) acoplada ao pinhão cônico (29), do pistão do freio cai e o freio é LIGADO, estando ou
eixo da engrenagem cônica (17), rolamento (19) de não o pedal do freio atuado. Uma vez ligando-se,
sustentação do eixo da engrenagem cônica e gaiola entretanto, o motor, a pressão do óleo no circuito
do eixo da engrenagem cônica (14) aumenta e o freio é “desaplicado” Assim sendo, o
freio de estacionamento deve ser mantido TRAVADO.
HSS y O freio consiste no cubo do freio (12) acoplado ao
y O HSS consiste na seção de transferência, que transportador (25) e ao cubo (5), disco (10) acoplado
estabelece as rotações dos motores do HSS direito ao cubo do freio, placa (9), cuja periferia está acoplada
e esquerdo em sentidos opostos e as transmite à ao tambor do freio (11) por chaveta, pistão (7) e
engrenagem A (13), assim como na seção de molas (3) e (4) que pressionam os discos e as placas
engrenagens planetárias que ajusta a potência de uns contra os outros, e a gaiola (6) e a tampa (8)
entrada da engrenagem anelar (22) e da engrena- onde estão alojados esses componentes.
gem A (13), transmitindo a potência ajustada ao O tambor do freio (11) e a tampa (8) estão fixados
transportador (25) na carcaça direcional.
O sentido de manobra da máquina é variado
cessando-se e variando-se a rotação do motor
do HSS (2)
y A seção de transferência emprega um conjunto
de engrenagens redutoras helicoidais e é lubrificada
com o óleo espargido da bomba de recuperação e
da bomba de lubrificação.
y O conjunto de engrenagens planetárias é lubrifica-
do com óleo pressurizado proveniente da bomba
de recuperação e da bomba de lubrificação de óleo.
y A seção de transferência consiste na engrenagem de
acionamento do motor do HSS (28), conectada ao
motor do HSS (2) por chaveta, engrenagem D (27)
acoplada à engrenagem acionada pelo motor do HSS,
engrenagem C (20) acoplada à engrenagem D,
engrenagem B (15) acoplada ao eixo (18), engrenagem
A (13) sustentada sobre o rolamento do eixo da
engrenagem cônica, engrenagem A (13) acoplada à
engrenagem D (27), e a carcaça onde estão alojados
esses componentes.
y A seção de engrenagens planetárias consiste na
engrenagem A (13), pinhão planetário (21), eixo do
pinhão (23), cubo (24) acoplado ao eixo da engre-
nagem cônica (17) e engrenagem anelar (22) por
chaveta, e, finalmente, o transportador (25), acoplado
ao cubo do freio (12)

10 WP051B0500
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Funcionamento do HSS

Sistema direcional em NEUTRO (deslocamento em linha reta)

∑ Enquanto o sistema direcional da alavanca PCCS está


Sentido de rotação do motor do HSS
em NEUTRO, o motor do HSS (1) permanece desli-
gado. Conseqüentemente, a seção de transferência e Atuação direcional Neu - Manobra para a Manobra para a
as engrenagens A direita e esquerda (2) da seção de da alavanca PCCS tro direita esquerda
engrenagens planetárias não giram.
∑ Nessa condição, a potência proveniente do eixo Operação de
inversão do sentido Qual - * Avan- * Avan-
da engrenagem cônica (3) é transmitida à engre- de deslocamento quer Neu- te Ré Neu - te Ré
nagem anelar (5) através do cubo (4) com a alavanca tro tro
PC C S
∑ A potência transmitida à engrenagem anelar (5) segue,
Sentido de rotação
então, para o transportador (8), passando antes pelo do motor do HSS Para-
Es- Es- Di- Di- Di- Es-
pinhão planetário (6) e pelo eixo do pinhão planetário (7) visto da esquerda do quer- quer- reito reito reito quer-
∑ A potência transmitida ao transportador (8) encaminha- do chassi do do do
se, então, através do cubo do freio (9) ao cubo (10) * Contra-rotação
∑ O resultado disso é a equalização das rotações
de saída em ambos os lados e o deslocamento da
máquina em linha reta.

WP051B0500 11
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Máquina manobrada À DIREITA (avante)

*A:Potência da transmissão y O eixo da engrenagem cônica (1) e a engrenagem


*B:Potência do motor do HSS anelar (5) conectada giram no sentido horário vistos
*C:Potência resultante do lado esquerdo da máquina.
y Conseqüentemente, em razão da diferença de
*1. Rotação de saída da transmissão rotações entre ambas unidades de engrenagens
*2. Rotação de saída do motor do HSS planetárias, a rotação do transportador esquerdo (8)
*3. Rotação de saída do eixo da engrenagem cônica é maior que no deslocamento em linha reta em
esquerda (*1 + *2) função da magnitude da potência do motor do HSS.
*4. Rotação de saída do eixo da engrenagem cônica Por outro lado, a rotação do transportador direito (8)
direita (*1 - *2) fica abaixo da verificada no deslocamento em linha
y Enquanto a máquina desloca-se avante com a reta avante. O resultado é que a máquina desloca-se
alavanca PCCS comandando uma manobra para avante e manobra para a direita, situação em que
a direita, pelo lado esquerdo do chassi você verá o temos uma rotação de saída menor.
motor do HSS (1) girar para a esquerda, a engre-
nagem A esquerda (2) girar para a direita, e a en-
grenagem A direita (2) girar para a esquerda.

12 WP051B0500
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Máquina manobrada À DIREITA (em ré)

*A:Potência da transmissão y O eixo da engrenagem cônica (1) e a engrenagem


*B:Potência do motor do HSS anelar (5) conectada giram no sentido antihorário
*C:Potência resultante quando vistos pelo lado esquerdo da máquina.
y Conseqüentemente, em razão da diferença de
*1. Rotação de saída da transmissão rotações entre ambas as unidades de engrenagens
*2. Rotação de saída do motor do HSS
planetárias, verifica-se uma rotação do transportador
*3. Rotação de saída do eixo da engrenagem cônica
esquerda (*1 + *2) esquerdo (8) superior à ocorrida no deslocamento
*4. Rotação de saída do eixo da engrenagem cônica em linha reta em ré, em função da magnitude da
direita (*1 - *2) potência do motor do HSS. Por outro lado, temos
uma rotação do transportador direito (8) inferior à
y Com a máquina deslocando-se em ré com a que ocorre quando a máquina desloca-se em linha
alavanca PCCS comandando a manobra para a reta em ré. O resultado é que a máquina desloca-se
direita, enquanto a máquina desloca-se avante é em ré e manobra para a direita, situação em que a
possível ver pelo lado esquerdo do chassi o motor rotação de saída é menor.
do HSS (1) girar para a direita, a engrenagem A
esquerda (2) girar para a esquerda e a engrenagem
A direita (2) girar para a direita.

WP051B0500 13
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Máquina manobrada À ESQUERDA (avante)

*A:Potência da transmissão y O eixo da engrenagem cônica (1) e a engrenagem


*B:Potência do motor do HSS anelar (5) conectada giram no sentido horário vistos
*C:Potência resultante pelo lado esquerdo da máquina.
y Conseqüentemente, a diferença de rotações entre
*1. Rotação de saída da transmissão as unidades de engrenagens planetárias faz com
*2. Rotação de saída do motor do HSS que a rotação do transportador direito (8) seja maior
*3. Rotação de saída do eixo da engrenagem cônica do que no deslocamento em linha reta avante em
esquerda (*1 - *2) função da magnitude da potência do motor do HSS.
*4. Rotação de saída do eixo da engrenagem cônica Por outro lado, verifica-se uma rotação do
direita (*1 + *2) transportador esquerdo (8) menor do que a regis-
trada no deslocamento em linha reta avante. O
y Enquanto a máquina desloca-se avante com a resultado é que a máquina desloca-se avante e
alavanca PCCS comandando a manobra À manobra para a esquerda, situação em que temos
ESQUERDA, vendo-se pelo lado esquerdo do uma rotação de saída menor.
chassi o motor do HSS (1) gira para a esquerda,
e a engrenagem A direita (2) gira para a direita.

14 WP051B0500
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Máquina manobrada À ESQUERDA (em ré)

*A:Potência da transmissão y O eixo da engrenagem cônica (1) e a engrenagem


*B:Potência do motor do HSS anelar (5) conectada giram no sentido antihorário
*C:Potência resultante vistos pelo lado esquerdo da máquina.
y Conseqüentemente, a diferença entre as rotações
*1. Rotação de saída da transmissão de ambas unidades de engrenagens planetárias
*2. Rotação de saída do motor do HSS provoca um aumento na rotação do transportador
*3. Rotação de saída do eixo da engrenagem cônica direito (8) em relação à verificada no deslocamento
esquerda (*1 - *2) em linha reta em ré em função da magnitude da
*4. Rotação de saída do eixo da engrenagem cônica potência do motor do HSS. Por outro lado, observa-
direita (1* + *2) se Uma diminuição da rotação do transportador
y Enquando a máquina desloca-se em ré com a esquerdo (8) em vista da observada no deslocamento
alavanca PCCS comandando uma manobra À ES- em linha reta em ré. O resultado é o deslocamento
QUERDA, quando a máquina desloca-se avante é da máquina em ré e sua manobra para a esquerda,
possível ver pelo lado esquerdo do chassi o motor situação em que a rotação de saída é menor.
do HSS (1) girar para a direita e a engrenagem A
direita (2) girar para a esquerda.

WP051B0500 15
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Funcionamento do freio

Freio ALIVIADO Freio APLICADO


(pedal do freio PRESSIONADO)

y Enquanto o pedal do freio é desaplicado, a válvula y Se o pedal do freio é pressionado, há a comuta-


do freio encontra-se na posição NEUTRO e a parte ção da válvula do freio e o óleo localizado no orifício
de contrapressão do pistão (1) está repleta de óleo de contrapressão do pistão (1) é drenado.
y À medida que a pressão do óleo aumenta, o pis- y À medida que a pressão no orifício de contrapressão
tão (1) comprime as molas (2) e (3) para a esquerda diminui, o pistão (1) é deslocado para a direita pela
para desaplicar os discos (4) e as placas (5) tensão das molas (2) e (3) para que pressione os
y A potência transmitida do eixo da engrenagem discos (4) e as placas (5) contra o tambor do freio (6).
cônica ao cubo do freio (7) através do HSS segue O tambor do freio (6) é conectado à carcaça direcional,
através do cubo (8) chegando ao comando final. estando fixado à mesma.
y Através do acoplamento dos discos (2) e das
placas (3), verifica-se a restrição da potência
liberada para o cubo do freio (7)
y A força hidráulica aplicada ao pistão (1), isto é, a força
de frenagem, pode ser controlada monitorando-se o
curso de atuação do pedal do freio.

16 WP051B0500
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Válvula do freio

P: Da bomba do trem de força Descrição geral


T1: Para a carcaça direcional y A válvula do freio encontra-se no circuito entre a
T2: Para a carcaça direcional bomba do trem de força e o pistão do freio na
Br(R): Para o freio direito unidade do HSS, e está instalada no topo da
Br(L): Para o freio esquerdo unidade do HSS.
y Pressionando-se o pedal do freio, a válvula do freio
1. Válvula do freio de estacionamento principal (3) é atuada. Se a alavanca do freio de
2. Corpo estacionamento for TRAVADA, a válvula do freio
3. Válvula do freio principal de estacionamento entra em ação.
4. Pistão y Se cada uma das válvulas entra em funcionamento,
5. Eixo o suprimento de óleo para o orifício de contrapressão
6. Guia do pistão do freio é interrompido e o freio é LIGADO
y Empregando-se o HSS, o freio é utilizado
exclusivamente para parar a máquina, não sendo
empregado para operações direcionais, e os freios
direito e esquerdo operam simultaneamente.

18 WP051B0500
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Unidade: mm
Nº Item a ser inspecionado Critério Solução

Dimensão Tolerância Folga Limite de


Folga entre a válvula do freio e o padrão padrão reparo
7 Eixo Furo
corpo
-0,020 +0,013 0,020-
φ19 -0,030 0 0,043
0,07

Folga entre a válvula do freio e o -0,030 +0,015 0,030-


8 pistão φ9 -0,040 0 0,055 0,08

Folga entre a válvula do freio de -0,034 +0,013 0,034-


9 estacionamento e o corpo φ19 -0,043 0 0,056 0,08
Substitua
Dimensão padrão Limite de reparo
Comprimen- Comprimen- Carga Comprimen- Carga
10 Mola moduladora do freio to livre to instalada instalada to livre instalada

48 36 75,3 N 46,6 71,6 N


{7,68 kg} {7,3 kg}
157,9 N 150 N
11 Mola de retorno da válvula do freio 52 38 {16,11 kg} 50,4 {15,3 kg}

12 Mola de retorno da válvula do


16,7 N 15,7 N
36,5 28,5 35,4
freio de estacionamento {1,7 kg} {1,6 kg}

WP051B0500 19
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Funcionamento

Freio DESAPLICADO
(pedal do freio liberado e alavanca do freio de estacionamento DESTRAVADA)
Válvula retentora

Para a válvula
de alívio
principal

Da bomba do
trem de força

y Enquanto o pedal do freio permanece desaplicado,


ou seja, enquanto não está pressionado, a válvula
do freio de estacionamento (1) abre o orifício P e a
câmara A por meio da tensão da mola de retorno (2)
y A válvula do freio principal (3) abre a câmara B e
o orifício Br utilizando-se da tensão da mola de
retorno (4)
y A pressão do óleo proveniente da bomba do trem
de força é regulada pela válvula de alívio principal,
fluindo, então, o óleo através do orifício P, das
câmaras A e B e do orifício Br até chegar ao orifício
de contrapressão do pistão do freio.
y O pistão do freio desloca-se para a esquerda e
comprime a mola do freio para que o freio seja
DESAPLICADO
y Nesse instante, estabelece-se uma pressão do óleo
de 2,84 MPa {29,0 kgf/cm2}, que pode ser medida
no orifício de tomada da pressão do óleo Q

20 WP051B0500
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Freio LIGADO
(pedal do freio APLICADO e alavanca do freio de estacionamento DESTRAVADA)
Válvula retentora

Para a válvula de
alívio principal

Da bomba do
trem de força

y Pressionando-se o pedal do freio, a guia (5) e o y Pressionando-se ainda mais o pedal do freio, a
eixo (6) são empurrados para a direita. operação que acabamos de descrever é repetida.
y À medida que é empurrado, o eixo (6) comprime a Quando a válvula do freio principal (3) é deslocada
mola moduladora (7) e sua força de reação desloca até o fim de seu curso, constatamos o perfeito
a válvula do freio principal (3) para a direita. Na acionamento do freio.
seqüência, os orifícios Br e a câmara B são y A pressão do óleo após o orifício Br é determinada
fechados, sendo abertos os orifícios Br e T2 pela tensão da mola de retorno (6), sendo que a
y O óleo proveniente da bomba do trem de força flui carga que age sobre ela varia segundo o curso do
para a câmara A, passando antes pelo orifício P, pedal do freio.
tendo seu fluxo interrompido na câmara B y Se o curso de atuação do pedal do freio for curto,
y Uma parcela do óleo que flui ao orifício de a pressão do óleo após o orifício Br aumenta e o
contrapressão do pistão do freio é drenada através freio é parcialmente aplicado. Já se o curso de
do orifício T2, chegando o restante à câmara D atuação do pedal for grande, verifica-se uma
primeiro atravessando o orifício A diminuição da pressão do óleo e a conseqüente
y Se o óleo após o orifício Br é drenado através do aplicação total do freio.
orifício T2 e a pressão do óleo cai, o óleo flui para a
câmara D e pressiona o pistão (8). Ato contínuo, a
força que empurrou a válvula do freio principal (3) para
a direita é reduzida e a válvula do freio principal (3) é
deslocada para a esquerda pela tensão da mola de
retorno (4)
y Quando a válvula do freio principal (3) desloca-se
para a esquerda, os orifícios Br e T2 são fechados
e temos a manutenção da pressão do óleo após o
orifício Br

WP051B0500 21
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Freio na posição FREIO DE ESTACIONAMENTO


(pedal do freio DESAPLICADO e alavanca do freio de estacionamento TRAVADA)
Válvula retentora

Para a válvula
de alívio
principal

Da bomba do
trem de força

y TRAVANDO-SE a alavanca do freio de estaciona-


mento, a válvula do freio de estacionamento (1) é
puxada para a esquerda. Na seqüência, o orifício P
e a câmara A são fechados e as câmaras A e C são
abertas.
y O fluxo do óleo proveniente da bomba do trem de
força é interrompido no orifício P.
y O óleo que flui para o orifício de contrapressão do
pistão do freio é drenado através do orifício Br, das
câmaras B, A e C e do orifício T1
y Uma vez que a válvula do freio de estacionamento (1)
é mantida puxada para a esquerda, a pressão do
óleo no orifício de contrapressão do pistão do freio
continua caindo, até o freio ser mantido LIGADO
y Esta condição permance mesmo que se volte a
dar a partida.

22 WP051B0500
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Comando final

Descrição geral
y O comando final é do tipo redução dupla por
engrenagens de dentes retos.
y A lubrificação é do tipo espargida usando a rotação
das engrenagens.
y O comando final pode ser removido e instalado
individualmente.
y Na porção deslizante rotativa da roda motriz
encontra-se instalado um retentor flutuante (1) que
tem por finalidade impedir o ingresso de areia ou
terra, bem como prevenir vazamentos de óleo
lubrificante.

24 WP051B0500
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

1. Carcaça do comando final 9. Tampa


2. Gaiola do rolamento 10. Cubo da roda motriz
3. Pinhão da 1ª (número de dentes: 14) 11. Retentor flutuante
4. Engrenagem da 1ª (número de dentes: 64) 12. Tampa
5. Gaiola do rolamento 13. Dentes da roda motriz
6. Engrenagem da 2ª (número de dentes: 50) 14. Tampa
7. Tampa 15. Pinhão da 2ª (número de dentes: 11)
8. Eixo

WP051B0500 25
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

26 WP051B0500
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Unidade: mm
Nº Item a ser inspecionado Critério Solução

Folga axial entre o pinhão da 1a e Folga padrão Folga limite


1 a engrenagem da 1a 0,24 - 0,62 1,0
F o l g a a xi a l e n t r e o p i n h ã o e a
2 0,28 - 0,68 1,0
engrenagem da 2a Substitua

D i â m e t r o e x t e r n o d a f a c e d e Dimensão padrão Tolerância Limite de reparo


3 c o nt a t o d o r e t e nt o r d e ó l e o d o 0
pinhão da 1a φ 62 -0,074 φ 61,9

E s p e s s ur a d o c a l ç o p a d r ã o d a
4 1,52
gaiola do rolamento do pinhão da 1a
E s p e s s ur a d o c a l ç o p a d r ã o d a
5 1,7 Ajuste
gaiola do rolamento do pinhão da 2a
E s p e s s ura d o c a lç o p a d rã o d a
6 1,9
placa do rolamento do eixo
Repare
Dimensão padrão Limite de reparo depositando
D esgaste da superfíci e do dente
7 material por
da roda motriz soldagem ou
298 280
substitua

WP051B0500 27
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Cinética do trem de força

y A potência proveniente da unidade do HSS é


transmitida ao pinhão da 1ª (1), e, em seguida, à
engrenagem da 1ª (2)
y A potência transmitida à engrenagem da 1ª (2) é
então transmitida ao pinhão da 2ª (3), e na
seqüência, através da engrenagem da 2ª(4) e do
eixo (5), ao cubo da roda motriz (6)
y A força rotacional transmitida ao cubo da roda
motriz (6) vai deste para os dentes da roda motriz (7)

28 WP051B0500
MANUAL DE OFICINA WP051B0600

Tratores de Esteiras

D61EX-15
D61PX-15

Modelo Número de Série

D61EX-15 B40001-
D61PX-15 B40001-

Estrutura e Funcionamento,
Padrões de Manutenção
Material rodante e armação ............................................................................................... 3
Conjunto da armação ..................................................................................................... 3
Suspensão .................................................................................................................... 4
Armação das esteiras e mola tensora............................................................................ 8
Roda guia .................................................................................................................... 12
Rolete inferior .............................................................................................................. 14
Rolete superior ............................................................................................................ 15
Roda motriz ................................................................................................................. 16
Sapata da esteira ........................................................................................................ 18
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Material rodante e armação


Conjunto da armação

1. Conjunto da armação Descrição geral


2. Tampa inferior y O conjunto da armação (1) possui estrutura em
3. Suporte do motor monobloco, formando a armação principal e o
protetor inferior da transmissão uma só unidade.

WP051B0600 3
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Suspensão
 A máquina ilustrada neste diagrama é o D65EX-15

4 WP051B0600
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

 A máquina ilustrada no diagrama é o D65EX-15

1. Barra equalizadora Descrição geral


2. Pino central y A armação das esteiras move sua parte dianteira
3. Pino lateral para cima e para baixo em torno do eixo pivotado (4)
4. Eixo pivotado situado em sua traseira.
5. Bucha y A barra equalizadora (1) movimenta-se ao longo
6. Retentor do pino central (2), estando conectada à armação
7. Retentor das esteiras por intermédio do pino lateral (3)
8. Bucha
9. Bucha (grande)
10. Bujão do bocal de abastecimento de óleo D61EX-15 D61PX-15
11. Bucha (pequena) Ascendente 46,1 49,7
Deslocamento no
12. Tampa centro do pino
13. Retentor lateral da barra
equalizadora (mm) Descendente 46,1 49,7

WP051B0600 5
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Unidade: mm
Nº Item a ser inspecionado Critérios Solução

Dimensão Tolerância Folga


padrão padrão Folga limite
Folga entre o eixo pivotado e a
14 b Eixo Furo
ucha (grande)
-0,145 +0,063 0,145-
φ123 -0,208 0 0,271 1,0

Substitua a bucha
15 bucha e(pnetrqeuoeneaix)o pivotado e a
Folga -0,120 +0,054 0,120-
φ85 -0,174 0 0,228 1,0

Folga entre o pino central e a -0,100 +0,174 0,200-


16 bucha φ70 -0,146 +0,100 0,320 0,5

17 Folga entre o pino lateral e a φ55


-0,100 +0,010 0,080- 0,5
bucha -0,146 -0,020 0,156

18 Força de encaixe por pressão da 48,0kN {4,9ton}


bucha (grande) do eixo pivotado
Força de encaixe por pressão da
19 bucha (pequena) do eixo 33,3kN (3,4ton} -
pivotado

- Quantidade de óleo na seção do 3,5 l (óleo para motor SAE30)


eixo pivotado
-

6 WP051B0600
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Armação das esteiras e mola tensora


D61EX-15

1. Roda guia 11. Mola tensora


2. Rolete superior 12. Anel de desgaste
3. Armação das esteiras 13. Junta em “U”
4. Dentes da roda motriz 14. Cabina
5. Protetor terminal dos roletes inferiores 15. Porca
6. Protetor central dos roletes inferiores (item 16. Lubrificador
opcional) 17. Cilindro
7. Rolete inferior 18. Bucha
8. Garfo 19. Suporte
9. Retentor
10. Pistão

8 WP051B0600
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Unidade: mm
Nº Item a ser inspecionado Critérios Solução

Item a ser inspecionado Limite de reparo


20 Deformação da armação das 7 (em comprimento de 3000) Repare
esteiras Empenamento, cisalhamento ou
abertura da seção da roda guia 3 (em comprimento de 300)
5
Dimensão padrão Limite de reparo
Comprimen-
to livre x Comprimen- Carga Comprimen- Carga
21 Mola tensora diâmetro to instalada instalada to livre instalada Substitua
externo
163,6 kN 145,7 kN
755 x φ212 593 {16692 kg} 736 {14856 kg}
Dimensão Tolerância Folga Folga limite
padrão Eixo Furo padrão
22 Folga entre o pistão e a bucha Substitua a bucha
-0,030 +0,291 0,107-
φ7 5 -0,076 +0,077 0,367 1,0

Força de encaixe por prensagem


23 do garfo da roda guia 294 kN {30ton} Ajuste

- Quantidade de graxa 140 cm3 (graxa G2-L1) -


Descrição geral
y A mola tensora (11) é usada para ajustar a tensão
das sapatas da esteira através da adição de graxa
pelo lubrificador (16) ou aliviando a graxa existente
movendo o pistão (10) para frente ou para trás. A
mola tensora amortece ainda os impactos
repentidos a que é submetida a roda guia (1)

Quantidade Tipo de flange e disposição dos


e m ca d a
flanges
lado

D61EX-15 7 p e ça s S,D,S,S,D,S,S
S: Flange simples
D: Flange duplo

WP051B0600 9
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

D61PX-15
D61EX-15 (com esteiras longas)

1. Roda guia 11. Mola tensora


2. Rolete superior 12.Anel de desgaste
3. Armação das esteiras 13.Junta em “U”
4. Dentes da roda motriz 14.Cabina
5. Protetor terminal dos roletes inferiores 15.Porca
6. Protetor central dos roletes inferiores 16.Lubrificador
7. Rolete inferior 17.Cilindro
8. Garfo 18.Bucha
9. Retentor 19.Suporte
10. Pistão

10 WP051B0600
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Unidade: mm
Nº Item a ser inspecionado Critérios Solução

Item a ser inspecionado Limite de reparo


20 Deformação da armação das 7 (em comprimento de 3000) Repare
esteiras Empenamento, cisalhamento ou
abertura da seção da roda guia 3 (em comprimento de 300)
5
Dimensão padrão Limite de reparo
Comprimen-
to livre x Comprimen- Carga Comprimen- C arga
21 Mola tensora diâmetro to instalada instalada to livre i nstalada Substitua
externo
163,6 kN 145,7 kN
755 x φ212 593 {16692 kg} 736 {14856 kg}
Dimensão Tolerância Folga Folga limite
padrão Eixo Furo padrão
22 Folga entre o pistão e a bucha Substitua a bucha
-0,030 +0,291 0,107-
φ7 5 -0,076 +0,077 0,367 1,0

Força de encaixe por prensagem


23 do garfo da roda guia 294 kN {30ton} Ajuste

- Quantidade de graxa 140 cm3 (graxa G2-L1) -


Descrição geral
y A mola tensora (11) é usada para ajustar a tensão
das sapatas da esteira através da adição de graxa
pelo lubrificador (16) ou aliviando a graxa existente
movendo o pistão (10) para frente ou para trás. A
mola tensora amortece ainda os impactos
repentidos a que é submetida a roda guia (1)

Quantidade Tipo de flange e disposição dos


e m ca d a flanges
lado

D61PX-15
D61EX-15 8 p e ça s
(com esteiras S,S,D,S,S,D,S,S
longas)

S: Flange simples
D: Flange duplo

WP051B0600 11
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Roda guia

12 WP051B0600
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Unidade: mm
Nº Item a ser inspecionado Critérios Solução
Dimensão padrão Limite de reparo
1 Diâmetro externo da projeção
φ5 8 8 -
2 Diâmetro externo da pista φ5 5 0 φ530 Repare depositando
- material por
3 Profundidade da pista 19 29 soldagem ou
4 Espessura da pista 24,4 14,4 substitua
5 Largura da pista 39,5 43,5
6 Largura total 164 -

Dimensão Tolerância Folga


padrão padrão Folga limite
7 Folga entre o eixo e a bucha Eixo Furo
-0,215 +0,195 0,215-
φ60 -0,315 0 0,510
-
Substitua
-0,215 +0,046 0,215-
8 Folga entre o eixo e o suporte φ60 -0,315 0 0,361
-
Folga padrão Folga limite
9 Folga axial do eixo
0,26 - 0,66 -
Repare depositando
10 sFuoplgoarteentre a placa guia e o 2,0 - material por
soldagem ou
substitua
11 F
olga entre a placa guia e a
1,0 -
placa lateral Ajuste o calço ou
substitua a placa
12 rEesgpiãeossdueraedno calço padrão na 4,0
caixe da placa lateral

WP051B0600 13
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Rolete inferior

 O desenho abaixo ilustra o rolete inferior de


flange duplo.

Unidade: mm
Nº Item a ser inspecionado Critérios Solução

Dimensão padrão Limite de reparo


1 Diâmetro externo do flange (externo)
φ233 -
2 Diâmetro externo do flange (interno) φ227 -
3 Diâmetro externo da pista φ200 φ164
Repare depositando
4 Espessura da pista 66,5 48,5 material por
soldagem ou
5 Largura do flange (externo) 19,5 13,5 substitua
6 Largura do flange (interno) 18 12
7 Largura da pista (flange único) 44,5 -
8 Largura da pista (flange duplo) 43,5 -
9 Largura total 212 -

Dimensão Tolerância Folga


padrão Folga limite
padrão
10 Folga entre o eixo e a bucha Eixo Furo
-0,244 +0,195 0,244-
φ6 0 -0,290 0 0,485
-
Substitua
-0,250 -0,160 0,020-
11 Folga entre o eixo e o colar φ59,7 -0,300 -0,230 0,140 -

Folga padrão Folga limite


12 Folga axial do rolete
0,26 - 0,66 -

14 WP051B0600
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Rolete superior

Unidade: mm
Nº Item a ser inspecionado Critérios Solução
Dimensão padrão Limite de reparo
1 Diâmetro externo do flange
φ190 -
Repare depositando
2 Diâmetro externo da pista φ165 φ143 material por
3 Espessura da pista φ27,5 16,5 soldagem ou
substitua
4 Largura da pista 45,5 51,5
5 Largura do flange 17 11

Dimensão Tolerância Folga


Folga limite
padrão padrão
6 Folga entre o eixo e o suporte Eixo Furo
-0,100 +0,300 0,100-
φ6 1 -0,200 0 0,500 -

Dimensão Tolerância Interferência Interferência Substitua


Interferência entre o eixo e o padrão padrão limite
7 protetor do retentor Eixo Furo
-0,150 +0,030 0,100-
φ61,5 -0,130 0 0,150
-

Folga padrão Folga limite


8 Folga axial do rolete
0 - 0,32 -

WP051B0600 15
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Roda motriz

Unidade: mm
Nº Item a ser inspecionado Critérios Solução
Dimensão padrão Limite de reparo Repare adicionando
1 Desgaste da raiz do denrte material por
77 68 soldagem ou
2 Espessura da raiz do dente 29,25 20 substitua

16 WP051B0600
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Desenho em escala real do perfil do dente da roda motriz


 Para eventuais anotações, transfira uma cópia em escala real para uma folha.

WP051B0600 17
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Sapata da esteira
Tipo bucha padrão

*1. Sapata simples


*2. Sapata para pântano

 O detalhe P ilustra o elo na porção de encaixe da bucha.

18 WP051B0600
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Unidade: mm
Nº Item a ser inspecionado Critérios Solução
Dimensão padrão Limite de reparo
1 Passo do elo
190,3 193,3
Giro
Dimensão padrão Gire ou substitua
2 Diâmetro externo da bucha Carga leve Carga pesada
65 54,8 57,4
3 Espessura da bucha 13,2 3,0 5,6
Dimensão padrão Limite de reparo Repare ou
4 Altura do elo
119 109 substitua

Espessura do elo (na parte de


5 42,5 31,5 Substitua
encaixe na bucha)

a. Torque de aperto Reaperto


Elo (Nm{kgm}) (º)
conven-
cional 539±49 {55±5} 120± 10
6 Parafuso da sapata Ângulo de Reaperte
Torque de aperto reaperto Limite inferior de torque
b. (Nm{kgm}) (Nm{kgm})
Elo (º)
mestre 343± 39 180 (0/-20) 784 {80}
{35±4}
Tolerância Interferência
Dimensão padrão
Eixo Furo padrão
7 Interferência entre a bucha e o elo
+0,264 +0,074
φ5 9 +0,234 0
0,160 - 0,264
Interferência entre o pino +0,372 +0,062
8
convencional e o elo φ37,8 +0,272 0 0,210 - 0,372 Ajuste ou
substitua
Tolerância
Dimensão padrão Limite de reparo
9 Interferência entre o pino Eixo Furo
convencional e a bucha
+0,172 +0,902
φ3 8 +0,072 +0,402 0,230 - 0,830

WP051B0600 19
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Sapata simples

Unidade: mm
Nº Item a ser inspecionado Critérios Solução
Dimensão padrão Limite de reparo Repare adicionando
1 Altura da garra material por
57,5 25 soldagem ou
2 Espessura da garra 71 38,5 substitua

Sapata para pântano

Unidade: mm
Nº Item a ser inspecionado Critérios Solução
Dimensão padrão Limite de reparo Repare adicionando
1 Altura da garra material por
91 76 soldagem ou
2 Espessura da garra 20 5 substitua

20 WP051B0600
MANUAL DE OFICINA WP051B0700

Tratores de Esteiras

D61EX-15
D61PX-15

Modelo Número de Série

D61EX-15 B40001-
D61PX-15 B40001-

Estrutura e Funcionamento,
Padrões de Manutenção
Sistema hidráulico ............................................................................................................. 2
Layout dos dispositivos hidráulicos do equipamento de trabalho ................................... 2
Controle do equipamento de trabalho ............................................................................ 4
Reservatório hidráulico e filtro ........................................................................................ 6
Válvula solenóide ........................................................................................................... 8
Acumulador ................................................................................................................. 10
Cilindro hidráulico ........................................................................................................ 12
Válvula de pistão ......................................................................................................... 16
Válvula de queda rápida .............................................................................................. 17
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Sistema hidráulico
Layout dos dispositivos hidráulicos do equipamento de trabalho

2 WP051B0700
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

1. Cilindro de inclinação
2. Cilindro de angulação
3. Cilindro de elevação
4. Bomba do HSS
5. Válvula de queda rápida
6. Bomba do ventilador de arrefecimento
7. Acumulador (para tratores de esteiras equipados com acumulador)
8. Reservatório hidráulico
9. Bomba do trem de força e bomba do óleo lubrificante
10. Resfriador do óleo hidráulico
11. Radiador
12. Motor do ventilador de arrefecimento
13. Válvula PPC da lâmina
14. Válvula de controle
15. Filtro de óleo do trem de força
16. Motor do HSS
17. Válvula solenóide de bloqueio PPC
18. ECMV da transmissão
19. Válvula de alívio principal
20. Bomba de recuperação
21. Válvula autoredutora de pressão

WP051B0700 3
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Controle do equipamento de trabalho

4 WP051B0700
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

1. Alavanca de bloqueio do equipamento de trabalho


2. Interruptor de bloqueio PPC
3. Válvula PPC da lâmina
4. Alavanca de controle da lâmina
5. Alavanca de controle do escarificador (para tratores
de esteiras D61EX-15 equipados com escarificador)
6. Válvula PPC do escarificador (para tratores de
esteiras D61EX-15 equipados com escarificador)
7. Válvula solenóide de bloqueio PPC
8. Acumulador (para máquinas equipadas com acu-
mulador)

Descrição geral
y O equipamento de trabalho é controlado segundo
o método do PPC. Cada um dos carretéis da válvula
de controle é movido operando-se a válvula PPC
da lâmina (3) usando a alavanca de controle da
lâmina (4), ou operando-se a válvula PPC do
escarificador (6) através do emprego da alavanca
de controle do escarificador (5)
y Travando-se a alavanca de bloqueio do equipamento
de trabalho (1), o interruptor de bloqueio PPC (2) é
LIGADO e a válvula solenóide de bloqueio PPC (7)
entra em operação. Nesse ponto, é possível mover
a alavanca de controle da lâmina (4) e a alavanca
de controle do escarificador (5), mas o equipamento
de trabalho não pode ser operado.
y Quando a alavanca de controle da lâmina (4)
encontra-se na posição FLUTUAR, o detente
hidráulico da válvula PPC da lâmina (3) entra em
funcionamento, garantindo a sustentação da
alavanca de controle da lâmina (4) por si própria.
Travando-se a alavanca de controle do equipamen-
to de trabalho (1), o detente hidráulico é resetado e
a alavanca de controle da lâmina (4) retorna por si
só à posição MANTER
y Com o motor desligado, o detente hidráulico não
opera e a alavanca de controle da lâmina (4) volta
por si só à posição MANTER mesmo que
originalmente se encontre na posição FLUTUAR

WP051B0700 5
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Reservatório hidráulico e filtro

6 WP051B0700
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

1. Tampa do bocal de abastecimento de óleo


2. Reservatório hidráulico
3. Filtro-tela
4. Bujão de dreno
5. Elemento
6. Válvula bypass
7. Visor de nível

Especificações

Capacidade do reservatório 95
(l)
Quantidade de óleo no
reservatório (l) 55

Pressão ajustada da
0,15 ± 0,03
válvula bypass
(MPa {kgf/cm2}) {1,5 ± 0,3}

Pressão de abertura da 38 ± 14
válvula de pressão {0,39 ± 0,15}
(kPa {kgf/cm2})
Pressão de atuação da
válvula de vácuo 0 - 4,5
(kPa {kgf/cm2}) {0 - 0,046}

WP051B0700 7
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Válvula solenóide
Válvula solenóide de bloqueio PPC
 PPC: Controle Proporcional de Pressão
 A figura abaixo ilustra uma máquina equipada com acumulador (item opcional)

8 WP051B0700
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

P: Do orifício P da bomba do ventilador de arrefecimento Funcionamento


P1: Para o orifício P da válvula PPC da lâmina Solenóide DESENERGIZADA
P2: Para o orifício PEPC da válvula de controle (circuito desconectado)
T: Para o reservatório hidráulico y Uma vez que o sinal de corrente não chega à válvula
Do orifício T da válvula PPC da lâmina solenóide, a bobina (1) fica DESENERGIZADA.
t1: Do orifício TS da válvula de controle y Assim sendo, o carretel (3) é pressionado para a
ACC: Para o acumulador (para o circuito PPC) esquerda graças à ação da mola (4)
y O resultado é que o orifício P é fechado e o óleo
hidráulico proveniente da bomba não flui do orifício P1
1. Válvula solenóide de bloqueio PPC para o atuador.
Nesse instante, o óleo proveniente do atuador flui
do orifício P1 para o orifício T, sendo, então, drenado.
Válvula solenóide
2. Porca
3. Êmbolo
4. Bobina
5. Pino de compressão
6. Mola
7. Carretel
8. Bloco

Válvula retentora
9. Bujão
10. Mola (com acumulador instalado)
11. Gatilho (com acumulador instalado)

Descrição geral Solenóide ENERGIZADA


y A válvula solenóide de bloqueio PPC está instalada (circuito conectado)
entre o ventilador de arrefecimento e a válvula PPC y Se o sinal de corrente chegar à válvula solenóide,
da lâmina. Travando-se a alavanca de controle do a bobina (1) será ENERGIZADA, gerando-se um
equipamento de trabalho, o interruptor de bloqueio impulso para a direita no êmbolo (2)
PPC é LIGADO e a válvula solenóide é ENERGIZADA y Conseqüentemente, o carretel (3) será empurrado para
para interromper o fluxo de óleo no circuito PPC, a direita graças à ação do pino de compressão (5)
impedindo, assim, a movimentação do equipamento y Como resultado, o óleo hidráulico proveniente da
de trabalho. bomba flui do orifício P para o atuador, passando
antes pelo orifício P1
Nesse instante, o orifício T é fechado e impede-se
que o óleo seja drenado.

WP051B0700 9
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Acumulador
(para o circuito PPC)
1. Bujão de gás
2. Carcaça
3. Gatilho
4. Suporte
5. Palheta
6. Orifício de óleo

Descrição geral
y O acumulador está instalado junto à válvula
solenóide de bloqueio PPC. Mesmo que o motor
seja desligado enquanto o equipamento de trabalho
estiver levantado, este poderá descer pela ação de
seu próprio peso através da aplicação da pressão
piloto do óleo à válvula de controle de modo que a
operação seja prosseguida com a pressão do gás
nitrogênio comprimido no acumulador.

Especificações
Gas utilizado: nitrogênio
Volume de gás: 300 cm3
Pressão do gás: 1,18 MPa {12 kgf/cm2} (a 80 ºC)
Pressão útil máxima: 6,86 MPa {70 kgf/cm2}

10 WP051B0700
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Cilindro hidráulico
Para lâmina de ângulação e inclinação hidráulicas
Cilindro de elevação

Cilindro de inclinação

Cilindro de angulação

12 WP051B0700
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Cilindro do escarificador (máquinas equipadas com escarificador)


D61EX-15

Unidade: mm
Nº Item a ser inspecionado Critérios Solução
Denomina-- Tolerância
ção do Dimensão Folga Folga
padrão Eixo Furo padrão limite
cilindro
-0,030 +0,151 0,024-
Elevação φ5 5 -0,076 -0,006 0,227
0,527
Folga entre a haste
1 -0,030 +0,259 0,093-
do pistão e a bucha Inclinação φ7 0 -0,076 +0,063 0,335
0,635

-0,030 +0,250 0,085-


Angulação φ6 5 -0,076 +0,055 0,326
0,626

-0,030 +0,259 0,093-


Escarificador φ7 0 -0,076 +0,063 0,335
0,635

-0,025 +0,174 0,125-


Elevação φ6 0 -0,064 +0,100 0,238
1,0

-0,025 +0,039 0,025- Substitua a bucha


Folga entre o eixo de Inclinação φ5 0 -0,064 0,103
1,0
0
2 suporte da haste do
pistão e a bucha -0,025 +0,039 0,025-
Angulação φ4 5 -0,064 0,103
1,0
0
-0,030 +0,174 0,130-
Escarificador φ7 5 -0,076 +0,100 0,250
1,0

-0,025 +0,174 0,125-


Elevação φ6 0 -0,064 +0,100 0,238
1,0

-0,025 +0,039 0,025-


Folga entre o eixo de Inclinação φ5 0 -0,087 0,126
1,0
0
3 suporte do fundo do
cilindro e a bucha -0,025 +0,039 0,025-
Angulação φ45 -0,064 0,103
1,0
0
-0,030 +0,174 0,130-
Escarificador φ7 5 -0,076 +0,100 0,250
1,0

Elevação 932 ± 93,2 Nm {95,0 ± 9,5 kgm}


Torque de aperto da Inclinação 1,03 ± 0,10 kNm {105 ± 10,5 kgm}
cabeça do cilindro
4 Angulação 1,23 ± 0,12 kNm {125 ± 12,5 kgm}
Torque de aperto do
parafuso de fixação Escarificador 162 ± 14,7 Nm {16,5 ± 1,5 kgm}
da cabeça do cilindro
1,77 ± 0,18 kNm {180 ± 18,0 kgm} Reaperte
Elevação (largura entre faces opostas: 60 mm)
3,97 ± 0,40 kNm {405 ± 40,5 kgm}
Torque de aperto da Inclinação (largura entre faces opostas: 80 mm)
5 porca de fixação do
pistão do cilindro 2,60 ± 0,26 kNm {265 ± 26,5 kgm}
Angulação (largura entre faces opostas: 70 mm)
3,97 ± 0,40 kNm {405 ± 40,5 kgm}
Escarificador
(largura entre faces opostas: 80 mm)

WP051B0700 13
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Para lâmina de inclinação hidráulica e


lâmina Semi-U

Cilindro de elevação

Cilindro de inclinação

Cilindro do escarificador (máquinas equipadas com escarificador)


D61EX-15

14 WP051B0700
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Unidade: mm
Nº Item a ser inspecionado Critérios Solução
Denomina-- Dimensão Tolerância
ção do Folga Folga
cilindro padrão Eixo Furo padrão limite

-0,030 +0,151 0,024-


Folga entre a haste Elevação φ5 5 -0,076 -0,006 0,227 0,527
1 do pistão e a bucha
-0,030 +0,259 0,093-
Inclinação φ7 0 -0,076 +0,063 0,335 0,635 Substitua a bucha

-0,030 +0,259 0,093-


Escarificador φ7 0 -0,076 +0,063 0,335 0,635

Folga entre o eixo de -0,030 +0,174 0,130-


suporte da haste do Elevação φ6 0 -0,076 +0,100 0,250 1,0
pistão e a bucha
Folga entre a haste
2 do pistão e a esfera Inclinação Sφ70(eixo) -0,1 +1,0 0,2 - 0,5 2,0 Ajuste o calço ou
do suporte Sφ71(furo) -0,3 0 substitua

Folga entre o eixo de -0,030 +0,174 0,130-


suporte da haste do Escarificador φ7 5 -0,076 +0,100 0,250 1,0
pistão e a bucha
-0,025 +0,174 0,125-
Elevação φ6 0 -0,064 +0,100 0,238
1,0
Substitua a bucha
Folga entre o eixo de
-0,200 +0,142 0,280-
3 suporte do fundo do Inclinação φ5 0 -0,400 +0,080 0,542 1,0
cilindro e a bucha
-0,030 +0,174 0,130-
Escarificador φ7 5 -0,076 +0,100 0,250
1,0

Torque de aperto da Elevação 932 ± 93,2 Nm {95,0 ± 9,5 kgm}


cabeça do cilindro
4 Torque de aperto do Inclinação 162 ± 14,7 Nm {16,5 ± 1,5 kgm}
parafuso de fixação
da cabeça do cilindro Escarificador 162 ± 14,7 Nm {16,5 ± 1,5 kgm}

Elevação 1,42 ± 0,14 kNm {145 ± 14,5 kgm} Reaperte


(largura entre faces opostas: 55 mm)
Torque de aperto da
5 porca de fixação do 3,97 ± 0,40 kNm {405 ± 40,5 kgm}
Inclinação (largura entre faces opostas: 80 mm)
pistão do cilindro
3,97 ± 0,40 kNm {405 ± 40,5 kgm}
Escarificador (largura entre faces opostas: 80 mm)

WP051B0700 15
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Válvula de pistão

(cilindro de elevação)
Para lâmina de inclinação hidráulica e
lâmina Semi-U

Descrição geral
y A válvula de pistão está instalada na seção do
pistão do cilindro de elevação.
y Quando a haste do pistão se encontra no fim de
seu curso, o óleo proveniente da bomba é enviado
ao orifício no lado oposto para que seja promovida
a redução da pressão do óleo aplicada ao pistão.
O óleo também é enviado ao orifício situado no lado
oposto antes da haste do pistão atingir o fim de seu
curso para a atenuação de picos de pressão e a
diminuição do choque produzido quando a haste
do pistão chega ao fim de seu curso.

Funcionamento

Válvula de pistão ABERTA Válvula de pistão FECHADA

y O óleo proveniente da bomba atua no pistão (2) e y A extremidade da válvula de pistão (3) toca o fundo
na válvula de pistão (3) do cilindro (a) antes que a haste do pistão (1)
A válvula de pistão (3) é, então, empurrada para a chegue ao fim de seu curso, e, a partir desse ponto,
direita, vedando a porção cônica da sede da válvula somente o pistão (2) continua em movimento.
de pistão (4) Nesse instante, o óleo que havia sido bloqueado
O resultado é que a pressão do óleo no cilindro pela válvula de pistão (3) é enviado ao fundo,
aumenta, promovendo o deslocamento do pistão (2) passando, primeiro, pelas sedes da válvula de
para a direita. pistão (4) e (5). Conseqüentemente, obtém-se uma
diminuição da pressão do óleo no cilindro.

16 WP051B0700
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Válvula de queda rápida


(cilindro de elevação)

Unidade: mm
Nº Item a ser inspecionado Critérios Solução

Dimensão Tolerância Folga Folga limite


padrão Eixo Furo padrão
1 Folga entre a válvula e o corpo
-0,034 +0,025 0,034-
φ3 3 -0,050 0 0,075
0,080

-0,039 +0,021 0,039-


2 Folga entre o pistão e o bujão φ2 5 -0,054 0 0,075
0,080

Dimensão padrão Limite de reparo Substitua

Comprimen- Comprimen- Carga Comprimen- Carga


3 Mola da válvula to livre to instalada instalada to livre instalada
88,2 N 79,4 N
108,3 26 {9,0 kg} 97,5 {8,1 kg}
4,6 N 4,1 N
4 Mola do pistão 27,3 26 {0,47 kg}
24,6
{0,42 kg}
5. Bujão VH: Da válvula de controle da lâmina (ELEVAR)
6. Pistão VB: Da válvula de controle da lâmina (BAIXAR)
7. Válvula CH1: Para a cabeça do cilindro de elevação direito
8. Corpo CH2: Para a cabeça do cilindro de elevação esquerdo
CB1: Para o fundo do cilindro de elevação direito
CB2: Para o fundo do cilindro de elevação esquerdo

WP051B0700 17
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Descrição geral
y A válvula de queda rápida está instalada entre a
válvula de controle e o cilindro de elevação. Quando
a alavanca de controle é operada no sentido de
fazer com que a lâmina baixe, esse dispositivo
previne a ocorrência de um vácuo no fundo do
cilindro e diminui o retardo no início da escavação.
y A velocidade com que a lâmina é baixada é determi-
nada quase que totalmente pela vazão de descarga
da bomba, podendo, contudo, ser aumentada
mediante a instalação da válvula de queda rápida.

Funcionamento

Quando a lâmina começa a ser baixada Durante a descida da lâmina

y Se a alavanca de controle da lâmina for colocada y O óleo expulsado do lado da cabeça do cilindro flui
em BAIXAR, o óleo proveniente da válvula de até o orifício VH, percorrendo antes os orifícios CH1
controle flui para o orifício VB, e, em seguida, vai e CH2. Nesse instante, há uma redução da vazão
para o lado do fundo do cilindro, passando, primeiro, do óleo no orifício a, além da geração de uma
pelos orifícios CB1 e CB2, promovendo, então, o diferença de pressão em um ponto situado entre a
deslocamento do pistão para a esquerda. parte anterior do orifício e sua parte posterior.
y O óleo existente no lado da cabeça do cilindro é y Se a pressão do óleo nos orifícios CH1 e CH2
expulsado pelo pistão, entrando, então, nos ultrapassar a tensão das molas (1) e (2), há o
orifícios CH1 e CH2 e passando pelo orifício VH e deslocamento da válvula (3) e do pistão (4) para a direita.
pela válvula de controle até chegar ao reservatório y Uma vez que os orifícios VB, CH1 e CH2 se
hidráulico. encontram abertos, uma parcela do óleo que flui
para o orifício VH através dos orifícios CH1 e CH2
mistura-se ao óleo proveniente da válvula de
controle, seguindo, então, a mistura para o lado
do fundo do cilindro.
y Conseqüentemente, a velocidade de descida da lâmina
é aumentada em função da quantidade de óleo que
flui para o lado do fundo do cilindro, ficando, ainda,
prevenida a ocorrência de vácuo no lado do fundo.

18 WP051B0700
MANUAL DE OFICINA WP051B0800

Tratores de Esteiras

D61EX-15
D61PX-15

Modelo Número de Série

D61EX-15 B40001-
D61PX-15 B40001-

Estrutura e Funcionamento,
Padrões de Manutenção
Sistema hidráulico ............................................................................................................. 2
Bomba do ventilador de arrefecimento .......................................................................... 2
Motor do ventilador de arrefecimento ........................................................................... 10
Válvula PPC ................................................................................................................ 16
Alavanca elétrica (Sistema Direcional) ........................................................................ 32
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Sistema hidráulico
Bomba do ventilador de arrefecimento
Modelo: LPV30

P1 : Pressão de descarga da bomba T1: Bujão de dreno


PS: Sucção da bomba PEPC: Pressão da válvula principal EPC
T0 : Dreno PCEPC: Bujão de detecção da pressão de saída da
válvula EPC

2 WP051B0800
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

1. Eixo
2. Retentor de óleo
3. Carcaça
4. Balancim
5. Sapata
6. Pistão
7. Bloco de cilindros
8. Placa da válvula
9. Mola
10. Servopistão

WP051B0800 3
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Função
y A rotação do motor e o torque transmitidos ao eixo
da bomba são convertidos em energia hidráulica,
sendo liberado óleo pressurizado na mesma
proporção da magnitude da carga.
y Variando-se o ângulo da placa de variação do
ângulo de inclinação da bomba, é possível mudar
a vazão de descarga.

Estrutura
y O bloco de cilindros (7) é sustentado no eixo (1)
por meio da chaveta a, enquanto que a sustentação
do eixo (1) se dá através dos rolamentos dianteiro
e traseiro.
y A extremidade do pistão (6) possui uma cavidade
esférica que casa com a sapata (5). O pistão (6) e
a sapata (5) formam um rolamento esférico.
y O balancim (4) possui o plano A. A sapata (5) é
mantida pressionada contra o plano A e desliza
circularmente, ao passo que o balancim (4) desliza
em torno da esfera (11)
y O pistão (6) exerce movimento relativo ao sentido
axial no interior da câmara de cada um dos
cilindros do bloco de cilindros (7)
y O bloco de cilindros (7) rotaciona relativamente à
placa da válvula (8), por ele pressionada, vedando
o óleo pressurizado com a finalidade de manter o
correto equilíbrio hidráulico.
y O óleo existente em cada um dos cilindros do bloco
de cilindros (7) pode ser sugado e liberado através
da placa da válvula (8)

4 WP051B0800
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Operação

1. Funcionamento da bomba
y O bloco de cilindros (7) gira em conjunto com o y Com a linha de centro X do balancim (4) coincidin-
eixo (1) e a sapata (5) desliza no plano A. Nesse do com o eixo do bloco de cilindros (7) (ângulo da
instante, se dá a inclinação do balancim (4) ao placa de variação do ângulo de inclinação da bomba = 0),
redor da esfera (11). O resultado é a variação do os volumes E e F no bloco de cilindros (7) se equi-
ângulo α entre a linha de centro X do balancim (4) valem, deixando de haver sucção ou descarga de
e o eixo do bloco de cilindros (7). Esse ângulo α é óleo (na prática, contudo, jamais verifica-se um
denominado ângulo da placa de variação do ângulo ângulo da placa de variação do ângulo de inclinação
de inclinação da bomba. da bomba = 0)
y Se o ângulo α é formado entre a linha de centro X y O ângulo α da placa de variação do ângulo de
do balancim (4) e o eixo do bloco de cilindros (7), inclinação da bomba é proporcional ao volume de
o plano A atua como um came para a sapata (5) descarga da bomba.
y Conseqüentemente, o pistão (6) desliza no interior
do bloco de cilindros (7), gerando-se uma diferença
entre os volumes E e F do bloco de cilindros (7).
Temos, assim, que cada pistão (6) suga e libera a
diferença F - E de óleo.
y Isso equivale dizer que se o bloco de cilindros (7)
gira e o volume da câmara E é reduzido, há a
liberação da proporção correspondente de óleo
através desse processo. Por outro lado, uma vez
que o volume da câmara F aumenta, há a sucção
de óleo no processo (o diagrama ilustra o término
do processo de sucção da câmara F, bem como o
término do processo de descarga da câmara E)

WP051B0800 5
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

2. Controle da vazão de descarga


y Havendo o aumento do ângulo α da placa de
variação do ângulo de inclinação da bomba, o
mesmo ocorre com a diferença entre os volumes
E e F, registrando-se o incremento da vazão de
descarga de óleo α. A variação do ângulo α da
placa de variação do ângulo de inclinação da
bomba se dá por intermédio do servopistão (10)
y O servopistão (10) realiza um movimento retilíneo
recíproco proporcional ao sinal de pressão da
servoválvula. Este movimento retilíneo é transmitido
ao balancim (4), que, sustentado na esfera (11),
desliza em torno da esfera (11)

6 WP051B0800
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Servoválvula

P: Pressão principal da válvula EPC


T: Dreno
PE: Pressão do pistão de controle
PH: Pressão de descarga da bomba

1. Bujão
2. Alavanca
3. Retentor
4. Sede
5. Carretel
6. Pistão
7. Luva

WP051B0800 7
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

A : Lado de dreno C: Pressão de saída da válvula EPC recebida


B : Lado de entrada da pressão de descarga da bomba D: Pressão de saída da válvula EPC

8 WP051B0800
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Função Funcionamento
y A servoválvula controla a corrente de entrada na y A pressão de saída da válvula EPC é aplicada à
válvula EPC, bem como o ângulo da placa de variação câmara do pistão com o objetivo de empurrar o pistão.
do ângulo de inclinação da bomba, relacionando-os O pistão (6) segue empurrando o carretel (5) até ser
da maneira ilustrada no gráfico abaixo: atingido o equilíbrio com a mola.
y Em seguida, a passagem de pressão do
(Ângulo da placa de variação do
ângulo de inclinação da bomba α)

servopistão e a passagem de descarga da bomba


Vazão de descarga da bomba Q

passam a ficar em comunicação através do rasgo


existente no carretel (5), recebendo, então, o
servopistão a pressão de descarga.
y O servopistão é erguido pelo balancim. A retro-
alimentação da posição é aplicada e a alavanca
entra em movimento para comprimir a mola.
y Sendo o carretel (5) recuado, verifica-se o corte da
comunicação entre o circuito de descarga da
Corrente i da válvula EPC
(Pressão de saída F da válvula EPC) bomba e o circuito do servopistão. A pressão na
câmara do servopistão cai e o balancim retorna
até maximizar o ângulo da placa de variação do
y A relação entre a corrente de entrada na válvula ângulo de inclinação da bomba.
EPC e a pressão de saída da válvula EPC é y Esses processos se repetem até a placa de
demonstrada no gráfico a seguir: variação do ângulo de inclinação da bomba atingir
uma posição que implique no equilíbrio entre a
Pressão de saída F da válvula EPC

saída da válvula EPC e a força da mola.


y Conseqüentemente, quanto maisz aumenta a
pressão de saída da válvula EPC mais diminui o
ângulo da placa de variação do ângulo de inclinação
da bomba, ocorrendo com este o inverso à medida
que temos a queda da pressão de saída da válvula
EPC

Corrente i da válvula EPC

WP051B0800 9
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Motor do ventilador de arrefecimento


Modelo: LMF28

P: Da válvula autoredutora de pressão


T: Do resfriador de óleo para o reservatório
TC: Para o reservatório

Especificações
Modelo: LMF28
Capacidade do motor: 28 cm3/rotação
Rotação nominal: 1700 rpm
Vazão nominal: 47,6 l/min
Pressão de abertura da válvula de segurança: 24,5 MPa {250 kgf/cm2}
Pressão de abertura da válvula retentora: 0,044 MPa {0,45 kgf/cm2}

10 WP051B0800
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

1. Eixo de saída 8. Mola centralizadora


2. Carcaça 9. Mola da válvula retentora
3. Placa de empuxo 10. Válvula retentora
4. Conjunto do pistão 11. Válvula piloto
5. Bloco de cilindros 12. Carretel da válvula reversível
6. Placa da válvula 13. Mola da válvula reversível
7. Tampa terminal 14. Válvula de segurança

Unidade: mm
Nº Item a ser inspecionado Critérios Solução
Dimensão padrão Limite de reparo
Comprimento Se estiver
livre x diâmetro C omprimen-
to instalada
Carga Comprimen- Carga danificada ou
9 Mola da válvula retentora externo instalada to livre instalada deformada, a
mola deve ser
3,43 N 2,55 N substituída
13,0 x 6,5 7,0 {0,35 kg} - {0,26 kg}

WP051B0800 11
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

1. Unidade do motor hidráulico

Função
y Este motor hidráulico é chamado de um motor de
pistões axiais tipo placa de empuxo. Ele converte
a energia do óleo pressurizado proveniente da
bomba hidráulica em movimento rotacional.

Funcionamento básico
y O óleo proveniente da bomba hidráulica atravessa
a placa da válvula (7) até chegar no bloco de
cilindros (5). Esse óleo pode ser conduzido a
apenas um lado da linha Y - Y que faz a ligação
entre o ponto morto superior e o ponto morto inferior
do curso do pistão (4)
y O óleo hidráulico existente em cada um dos Lado de supri-
lados do bloco de cilindros (5) pressiona os mento de óleo

pistões (4) (duas ou três peças), gerando a força


F1 (F1 kg = P kgf/cm2 x π/4 D2 cm2)
y Essa força é aplicada à placa de empuxo (2). Uma
Lado de dreno
vez que a placa de empuxo (2) tem relação com o
ângulo α em graus no que tange ao eixo de saída (1),
a força é dividida nas componentes F2 e F3
y A componente radial F3 gera um torque contra a
linha Y - Y de ligação do ponto morto superior ao
ponto morto inferior (T = F3 x ri)
y O resultado desse torque [T = Σ(F3 x ri)] rotaciona
o bloco de cilindros (5) através do pistão.
y Dado o fato do bloco de cilindros (5) estar acoplado
ao eixo de saída por intermédio de uma chaveta, o
eixo de saída rotaciona transmitindo o torque.

12 WP051B0800
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

2. Válvula de sucção

Função 2) Quando a bomba cessa de operar


y Quando a bomba do ventilador pára, o fluxo de y Se o motor é desligado e a rotação de entrada da
óleo hidráulico para o motor cessa. Uma vez que bomba do ventilador cai para 0 rpm, deixa de haver o
o motor continua girando em razão da força de envio de óleo hidráulico da bomba para o orifício P.
inércia, a pressão no lado da saída do motor, Como não mais é suprido óleo hidráulico para o lado
contudo, aumenta. MA do motor, a rotação do motor vai caindo gradual-
y Havendo a interrupção do fluxo de óleo do orifício mente, até cessar por completo.
de entrada P, a válvula de sucção suga o óleo do y Movendo-se o eixo do motor pelo efeito da força
lado da saída e o envia ao orifício MA, que, de de inércia simultaneamente à redução da vazão
outro modo, não teria óleo suficiente para a do óleo no orifício P, o óleo no orifício T do lado da
prevenção da cavitação. saída é enviado pela válvula de sucção (1) ao lado
MA a fim de prevenir a cavitação.
Funcionamento
Porção da bomba do ventilador

1) Colocação da bomba em operação


y Se o óleo hidráulico proveniente da bomba é
suprido ao orifício P e registra-se o aumento
da pressão no lado MA e a geração de torque
de partida no motor, este começa a girar. O
Válvula EPC
óleo existente no lado de saída MB do motor Porção de
retorna através do orifício T ao reservatório. controle
Controlador
Porção da bomba do ventilador

Válvula EPC
Porção de
controle
Controlador

WP051B0800 13
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

3. Funcionamento da válvula reversível

1) Solenóide LIGA-DESLIGA da válvula 2) Solenóide LIGA-DESLIGA da válvula reversí-


reversível DESENERGIZADA vel ENERGIZADA
y Estando a solenóide LIGA-DESLIGA (1) da válvula y Quando a solenóide LIGA-DESLIGA (1) da válvula
reversível DESENERGIZADA, o óleo hidráulico reversível está ENERGIZADA, a válvula reversível
proveniente da bomba é bloqueado pela válvula LIGA-DESLIGA (2) passa a permitir que o óleo
reversível LIGA-DESLIGA (2), estabelecendo-se hidráulico proveniente da bomba flua para a câmara
a comunicação entre o orifício C e o circuito do do carretel D, passando antes pelo orifício C
reservatório. y O óleo hidráulico na câmara D empurra o carretel
y Conseqüentemente, a mola do carretel da da válvula reversível (3) contra a mola do carretel
válvula reversível (4) empurra o carretel da da válvula reversível (4), e o resultado é a abertura
válvula reversível (3) para a direita até abrir o do orifício do motor MB e a liberação do fluxo de
orifício do motor MA, passando, então a fluir óleo hidráulico para a rotação do motor no sentido
óleo hidráulico para a rotação do motor para contrário, ou seja, no sentido antihorário.
frente, isto é, no sentido horário.
Porção da bomba do ventilador Porção da bomba do ventilador

Válvula EPC Válvula EPC


Porção de Porção de
controle controle
Controlador Controlador

DESL LIG

14 WP051B0800
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

4. Válvula de segurança
Função
y Quando é dada a partida, a pressão no orifício P
do motor do ventilador em alguns casos sofre uma
elevação.
y A instalação da válvula de segurança (1) tem por
finalidade proteger o circuito do sistema do ventilador.

Funcionamento
y Se a pressão no orifício P ultrapassa a pressão de
abertura da válvula de segurança (1), a válvula (2)
da válvula de segurança (1) abre, liberando o óleo
hidráulico para o orifício T
y Dessa forma, fica impedida a geração de picos
anormalmente altos de pressão no orifício P

WP051B0800 15
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Válvula PPC
 PPC: Controle Proporcional de Pressão
Para elevação, angulação e inclinação da lâmina

16 WP051B0800
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

P: Da bomba de controle P3 : Para a válvula de elevação da lâmina (elevar)


T: Para o reservatório hidráulico P4 : Para a válvula de elevação da lâmina (baixar)
P1: Para a válvula de inclinação da lâmina (inclinação P5 : Para a válvula de angulação da lamina (angulação
à esquerda) à direita)
P2: Para a válvula de inclinação da lâmina (inclinação P6 : Para a válvula de angulação da lâmina (angulação
à direita) à esquerda)

1. Carretel 6. Tampa (para a alavanca de conexão)


2. Mola dosadora 7. Junta
3. Mola centralizadora 8. Placa
4. Pistão 9. Retentor
5. Disco 10. Corpo

WP051B0800 17
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Funcionamento

1. Em neutro

1) Elevação da lâmina 2) Inclinação da lâmina


y Os orifícios P3 e P4 das válvulas PA, PB e PPC y Os orifícios P1 e P2 das válvulas PA, PB e PPC
da válvula de controle da elevação da lâmina ficam da válvula de controle da inclinação da lâmina ficam
em comunicação com a câmara de dreno D em comunicação com a câmara de dreno D através
através do orifício de controle fino f do carretel (1) do orifício de controle fino f do carretel (1)

Válvula de controle Válvula de controle


de elevação de inclinação

18 WP051B0800
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

3) Angulação da lâmina y Por meio da operação que acabamos de descrever, o


y Os orifícios P5 e P6 das válvulas PA, PB e PPC carretel (1) move-se para cima e para baixo de modo
da válvula de controle da angulação da lâmina estão que a força da mola dosadora (2) entra em equilíbrio
em comunicação com a câmara de dreno D através com a pressão no orifício P4. Até que o retentor (9)
do orifício de controle fino f do carretel (1) contacte o carretel (1), não observa-se qualquer alte-
ração da relação entre as posições do carretel (1) e
do corpo (10) (o orifício de controle fino f encontra-se
no ponto intermediário entre a câmara de dreno D e a
câmara da pressão da bomba PP)
y Conseqüentemente, a mola dosadora (2) é com-
primida proporcionalmente ao curso da alavanca
de controle, verificando-se ainda o aumento da
pressão no orifício P4 em escala proporcional ao
curso da alavanca de controle.
y Assim é que o carretel da válvula de controle
move-se até uma posição onde haja o equilíbrio
entre a pressão na câmara PB (que é igual à
pressão no orifício P4) e a força da mola de retorno
do carretel da válvula de controle.

Válvula de controle
da angulação

2. No modo de controle fino


(neutro → controle fino)

y Quando o pistão (4) é empurrado pelo disco (5),


o mesmo ocorre com o retentor (9) e o carretel (1),
sendo este último, graças à ação da mola
dosadora (2), deslocado para baixo.
y Quase ao mesmo tempo em que se dá a interrupção
da comunicação do orifício de controle fino f com a
câmara de dreno D através da operação detalhada
Válvula de controle
acima, o orifício de controle fino f é conectado à da elevação
câmara de pressão da bomba PP e o óleo em
pressão piloto da bomba de controle atravessa o
orifício de controle fino f e o orifício P4, chegando,
então, ao orifício PB.
y Se é registrado um aumento na pressão no ori-
fício P4, o carretel (1) é recuado. Praticamente
simultaneamente à sua desconexão da câmara
da pressão da bomba PP, o orifício de controle
fino f é conectado à câmara de dreno D, sendo a
pressão no orifício P4 aliviada.

WP051B0800 19
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

3. No modo de controle fino 4. Alavanca operada até o fim de seu curso


(alavanca de controle retornada)
y Quando o disco (5) empurra o pistão (4) para baixo,
y Se o disco (5) começa a ser retornado, o carretel (1) o mesmo fazendo o retentor (9) em relação ao
é empurrado para cima pela força da mola carretel (1), há a interrupção da comunicação entre
centralizadora (3), assim como pela pressão no o orifício de controle fino f e a câmara de dreno D,
orifício P4 sendo o orifício de controle fino f conectado à
y Com a operação acima, o orifício de controle fino f câmara de pressão da bomba PP
é conectado à câmara de dreno D e há a liberação y Conseqüentemente, o óleo em pressão piloto
do óleo hidráulico no orifício P4 proveniente da bomba de controle atravessa o orifício
y Havendo uma queda excessiva da pressão no de controle fino f, o orifício P4 e a câmara PB, em-
orifício P4, o carretel (1) é empurrado para baixo purrando, então, o carretel da válvula de controle.
pela mola dosadora (2). Quase simultaneamente y O óleo que retorna da câmara PA percorre o ori-
à interrupção da comunicação do orifício de controle fício P3 e o orifício de controle fino f’, indo parar na
fino f com a câmara de dreno D, o primeiro é câmara de dreno D
conectado à câmara da pressão da bomba PP,
sendo então a pressão da bomba aplicada até a
pressão no orifício P4 subir a um nível equivalente
à posição da alavanca.
y Quando o carretel da válvula de controle retorna,
estabelece-se o fluxo do óleo na câmara de dreno D
através do orifício de controle fino f da válvula no lado
inoperante, bem como do orifício P3 até a câmara PA

Válvula de controle
da elevação

Válvula de controle
da elevação

WP051B0800
20
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

5. Lâmina em FLUTUAR 6. Quando a lâmina sai de FLUTUAR

y Se o pistão (4) localizado no lado BAIXAR do ori- y Quando o disco (5) é retornado da posição FLUTUAR,
fício P4 é empurrado para baixo pela ação do é empurrado para baixo por uma força de magnitude
disco (5), a esfera (11) toca a projeção a do pistão superior à da força hidráulica na câmara E.
no curso (o detente começa a atuar) y O resultado é que a câmara E tem sua comunica-
y Quando o pistão (4) é empurrado ainda mais, a ção com a passagem d interrompida, passando a
esfera (11) empurra para cima o colar (12), cuja sus- tê-la com a câmara de dreno. Portanto, a pressão
tentação está se dando pela mola do detente (13). do óleo no interior da câmara E é perdida, havendo
Enquanto empurra o colar (12) para cima, ele escapa o cancelamento da posição FLUTUAR
para fora e passa sobre a projeção a do pistão.
y Isso acontecendo, o pistão (4’) situado no lado
oposto é empurrado para cima pela mola (14)
y O resultado é que o óleo no interior da câmara F
atravessa os orifícios b e c e flui para a câmara E,
ao passo que o pistão (4’) acompanha o disco (5).
Uma vez que a passagem d está em comunicação
com o orifício P4, a pressão nela quase se equivale
à pressão no orifício P4
y A câmara E normalmente está conectada à câmara
de dreno D, mas a esfera (11) passa sobre a projeção a
do pistão e a passagem d e a câmara E, cuja
interligação estava cortada, voltam a se comunicar,
reestabelecendo-se o fluxo de óleo pressurizado.
y Simultaneamente, a válvula de controle também
se move para a posição FLUTUAR e o circuito fica
ajustado para a condição FLUTUAR
y O pistão (4’) está sendo empurrado para cima pela
pressão do óleo no interior da câmara E,
mantendo-se, pois, na posição FLUTUAR ainda
que a alavanca seja desaplicada.

Válvula de controle
da elevação

WP051B0800 21
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Para elevação e inclinação da lâmina

P: Da válvula autoredutora de pressão


T: Para o reservatório hidráulico
P1: Para o orifício da válvula de elevação da lâmina PA3
P2: Para o orifício da válvula de elevação da lâmina PB3
P3: Para o orifício da válvula de inclinação da lâmina PA2
P4: Para o orifício da válvula de inclinação da lâmina PB2

22 WP051B0800
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

1. Disco
2. Placa
3. Corpo

WP051B0800 23
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Funcionamento

1. Em neutro

1) Elevação da lâmina 2) Inclinação da lâmina


y Os orifícios PA3 e PB3 da válvula de controle y Os orifícios PA2 e PB2 da válvula de controle da
da elevação da lâmina e os orifícios P1 e P2 da inclinação da lâmina e os orifícios P3 e P4 da válvula
válvula PPC ficam em comunicação com a PPC ficam em comunicação com a câmara de
câmara de dreno D através do orifício de dreno D através do orifício de controle fino f do
controle fino f do carretel (1) carretel (1)

Válvula de controle Válvula de controle

24 WP051B0800
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

2. No modo de controle fino


(neutro → controle fino)
y Quando o pistão (4) é empurrado pelo disco (5), o
mesmo se dá com o retentor (9) e com o carretel (1),
este último graças à ação da mola dosadora (2),
que o faz mover-se para baixo.
y O resultado é que se a interligação entre o orifício de
controle fino f e a câmara de dreno D é cortada, quase
simultaneamente se dá a comunicação do orifício
de controle fino f com a câmara da pressão da bom-
ba PP, sendo que o óleo em pressão piloto atravessa
o orifício de controle fino f e flui do orifício P1 para o
orifício PA3
y Tornando-se a pressão no orifício P1 alta, se o car-
retel (1) é recuado e dá-se o corte da comunicação
do orifício de controle fino f com a câmara da pressão
da bomba PP, quase simultaneamente esse mesmo
orifício passa a se comunicar com a câmara de
dreno D e a pressão no orifício P1 é aliviada.
y Disso decorre a movimentação do carretel (1) para
cima e para baixo de modo que a força da mola
dosadora (2) entre em equilíbrio com a pressão no
orifício P1. A relação entre as posições do carretel (1)
e do corpo (10) (o orifício de controle fino f está no
ponto intermediário entre a câmara de dreno D e a
câmara da pressão da bomba PP) não sofre
qualquer variação até que o retentor (9) contacte o Válvula de controle
carretel (1)
y Portanto, a mola dosadora (2) é comprimida na
mesma proporção do movimento da alavanca de
controle, o que implica dizer que a pressão no
orifício P1 também sobe proporcionalmente ao
movimento da alavanca de controle.
y O carretel da válvula de controle move-se para uma
posição onde a pressão na câmara PA3 (igual à
pressão no orifício P1) entra em equilíbrio com a
força da mola de retorno.

WP051B0800 25
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

3. Durante o controle fino 4. Quando a alavanca é operada até o fim de


(alavanca de controle retornada) seu curso
y Quando o disco (5) começa a ser retornado, o y Quando o disco (5) empurra o pistão (4) para baixo,
carretel (1) é empurrado para cima pela ação o mesmo fazendo o retentor (9) com o carretel (1),
combinada da pressão no orifício P1 e da força da a comunicação entre o orifício de controle fino f e
mola centralizadora (3) a câmara de dreno D deixa de existir, passando o
y O resultado é o estabelecimento da comunicação primeiro a se comunicar com a câmara da pressão
do orifício de controle f com a câmara de dreno D, da bomba PP
ocorrendo, por conseguinte, o alívio do óleo y Portanto, o óleo em pressão piloto atravessa o orifício
pressurizado no orifício P1 de controle fino f, é admitido do orifício P1 à câmara
y Havendo uma queda excessivamente rápida da PA3, e empurra o carretel da válvula de controle.
pressão no orifício P1, o carretel (1) é empurrado y O óleo retornado da câmara PB3 do orifício P2
para baixo graças à ação da mola dosadora (2). A atravessa o orifício de controle fino f’ até
comunicação entre o orifício de controle fino f e a desembocar na câmara de dreno D
câmara de dreno D é cortada, e quase ao mesmo
tempo se dá a interligação do primeiro com a
câmara da pressão da bomba PP
y O fluxo de envio de pressão da bomba é mantido
até a pressão no orifício P1 atingir uma recuperação
equivalente à pressão correspondente à posição
da alavanca. Quando o carretel da válvula de
controle retorna, o óleo na câmara de dreno D flui
do orifício de controle fino f’ existente na válvula do
lado inoperante, atravessa o orifício P2 e é admitido
na câmara PB3, vindo a preencher a câmara.

Válvula de controle

Válvula de controle

26 WP051B0800
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

5. Lâmina em FLUTUAR 6. Lâmina retirada de FLUTUAR


y Quando o pistão (4) no lado BAIXAR do orifício P1 y Quando o disco (5) é retornado da posição
é empurrado pelo disco (5) e movimentado para FLUTUAR, uma força de magnitude superior à da
baixo, a esfera (11) contacta a projeção a do pistão força hidráulica na câmara E o empurra para baixo.
durante o curso (o detente começa a atuar) y Disso resulta que a comunicação entre a câmara E
y Sendo o pistão (4) empurrado um pouco mais, a e a passagem D é desfeita, e a primeira delas fica
esfera (11) empurra para cima o colar (12), cuja interligada com a câmara de dreno. Assim sendo,
sustentação se dá pela ação da mola detente (13). a pressão do óleo no interior da câmara E é perdida,
Ao empurrar para cima o colar (12), ele escapa havendo o cancelamento da posição FLUTUAR
para fora e passa sobre a projeção a do pistão.
y Isto acontecendo, o pistão (4’) situado no lado
oposto é empurrado para cima pela mola (14)
y O resultado é que o óleo no interior da câmara F
atravessa os orifícios b e c e flui para a câmara E,
enquanto o pistão (4’) acompanha o disco (5). A
passagem d é conectada ao orifício P1, o que
implica na aplicação de uma pressão mais ou
menos equivalente à aplicada ao orifício P1.
y A câmara E normalmente está conectada à câmara
de dreno D, mas se a esfera (11) passa sobre a
projeção a do pistão, a comunicação entre a
passagem d e a câmara E, antes cortada, passa a
ser restabelecida, e verifica-se o fluxo do óleo
pressurizado.
y Ao mesmo tempo, a válvula de controle também
se move para a posição FLUTUAR e o circuito é
ajustado na condição FLUTUAR
y O pistão (4’) está sendo empurrado para cima pela
pressão do óleo no interior da câmara E, portanto,
ainda que a alavanca seja desaplicada, se mantém
na posição FLUTUAR

Válvula de controle

WP051B0800 27
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Para o escarificador

T: Para o reservatório
P: Da válvula autoredutora de pressão
P1: Para o carretel do escarificador (para o orifício da válvula de controle PA4)
P2: Para o carretel do escarificador (para o orifício da válvula de controle PB4)

1. Carretel 5. Alavanca
2. Mola dosadora 6. Placa
3. Mola centralizadora 7. Retentor
4. Pistão 8. Corpo

28 WP051B0800
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Unidade: mm
Nº Item a ser inspecionado Critérios Solução
Dimensão padrão Limite de reparo
Comprimento Comprimen- Carga
livre x diâmetro to instalada Comprimen- Carga Se estiver
9 Mola centralizadora instalada to livre instalada danificada ou
externo
deformada, a
33,9 x 15,3 28,4 125 N - 100 N mola deve ser
{12,7 kg} {10,2 kg} substituída
10 Mola dosadora 22,7 x 8,10 22,0 16,7 N 13,3 N
{1,70 kg} - {1,36 kg}

WP051B0800 29
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Funcionamento

1. Em neutro y A relação entre as posições do carretel (1) e do


y Os orifícios P1 e P2 das válvulas de operação A e B corpo (8) (orifício de controle fino f no ponto
e a válvula PPC estão em comunicação com a intermediário entre a câmara de dreno D e a câmara
câmara de dreno D por intermédio do orifício de da pressão da bomba PP) não varia até o retentor (7)
controle fino f existente no carretel (1) contactar o carretel (1)
y A mola dosadora (2) é, portanto, comprimida na
mesma proporção do movimento da alavanca de
controle, e, assim, a pressão no orifício P1 também
sobe proporcionalmente ao movimento da alavanca
de controle.
y O resultado é o deslocamento do carretel da válvula
de operação para uma posição em que se dá o
equilíbrio entre a pressão na câmara A (igual à
pressão no orifício P1) e a força da mola de retorno
do carretel da válvula de operação.

Válvula autoredu-
tora de pressão

Válvula de controle

Válvula autoredu-
tora de pressão

2. No modo de controle fino


(neutro → controle fino)
y À medida que o pistão (4) é empurrado pelo disco (5),
Válvula de controle
o mesmo ocorre com o retentor (7). Simultaneamente,
a mola dosadora (2) exerce a mesma ação sobre o
carretel (1), fazendo-o mover-se para baixo.
y Esta operação corta a comunicação do orifício de
controle fino f com a câmara de dreno D, promovendo
a interligação do primeiro com a câmara de pressão
da bomba PP, sendo o óleo em pressão piloto
conduzido do orifício P1 para o orifício A
y Quando a pressão no orifício P1 torna-se alta, se
o carretel (1) é recuado e a comunicação entre o
orifício de controle fino f e a câmara de pressão da
bomba PP se desfaz, quase ao mesmo tempo o
primeiro passa a se comunicar com a câmara de
dreno D e a pressão no orifício P1 é aliviada.
y Disso resulta a movimentação do carretel (1) para
cima e para baixo até a força da mola dosadora (2)
e a pressão no orifício P1 atingirem o equilíbrio.

30 WP051B0800
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

3. Durante o controle fino 4. Alavanca operada até o fim de seu curso


(alavanca de controle retornada)
y À medida que a alavanca (5) começa a retornar, o y Quando a alavanca (5) empurra para baixo o pis-
carretel (1) é empurrado para cima pela ação tão (4), o mesmo fazendo o retentor (7) com o
combinada da força da mola centralizadora (3) e carretel (1), a comunicação entre o orifício de controle
da pressão do orifício P1. Com esse movimento, o fino f e a câmara de dreno D é cortada, e o primeiro
orifício de controle fino f é conectado à câmara de é interligado à camara da pressão da bomba PP
dreno D e alivia o óleo pressurizado do orifício P1 y Temos, assim, que o óleo em pressão piloto
y Havendo uma queda excessivamente grande da proveniente da bomba de controle atravessa o orifício
pressão no orifício P1, o carretel (1) é empurrado de controle fino f e é conduzido pelo orifício P1 à
para baixo graças à ação da mola dosadora (2) e a câmara A, onde, então, empurra o carretel da válvula
passagem entre o orifício de controle fino f e a câmara de operação.
de dreno D é cortada. Quase simultaneamente, se y O óleo retornado da câmara B é conduzido do
dá a comunicação do orifício com a câmara da orifício P2 para a câmara de dreno D através do
pressão da bomba PP, e o orifício começa a orifício de controle fino f’
pressurizar a bomba, processo que prossegue até
ocorrer o restabelecimento da pressão P1 a um nível
equivalente à posição da alavanca.
y Quando o carretel da válvula de operação retorna,
o óleo na câmara de dreno D atravessa o orifício
de controle fino f’ existente na válvula do lado
inoperante. Através do orifício P2, o óleo é então
conduzido à câmara B, terminando por enchê-la.

Válvula autoredu-
tora de pressão

Válvula de controle

Válvula autoredu-
tora de pressão

Válvula de controle

WP051B0800 31
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Alavanca elétrica (comando direcional)


 Não desmonte.
Se a alavanca elétrica de comando direcional for desmontada, será necessário ajustar os valores caracte-
rísticos de voltagem de saída, além dos valores característicos de esforço operacional.

1. Guarda-pós 5. Parafuso
2. Suporte 6. Alavanca
3. Placa 7. Conector
4. Parafuso

32 WP051B0800
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

NEUTRO NEUTRO
AVANTE RÉ À ESQUERDA À DIREITA

Funcionamento

1. Propriedades de esforço direcional


1) Inversão do sentido de deslocamento de 2) Controle direcional
avante para ré e vice-versa y Retorno livre
y A alavanca de controle pode ser mantida em
qualquer das 3 posições avante, neutro ou ré.

Neutro Avante (ré)

Avante (ré) Neutro


Esforço operacional

Esforço operacional

Alavanca no curso
máximo

Início do movimento

Neutro Curso da alavanca Avante (ré) Neutro Curso da alavanca À esquerda (à direita)

WP051B0800 33
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

2. Propriedades da voltagem de saída


y A unidade de controle está instalada no gabinete
de controle esquerdo, diretamente sobre este
estando posicionada a alavanca de controle. Para Vc retrocesso Voltagem (V) Para Vsig sinal
y O ângulo de operação (curso) da alavanca de
controle é detectado através de potenciômetros,
sendo as voltagens de saída correspondentes
enviadas na forma de sinais ao controlador da
transmissão e do sistema direcional.
y Em cada um dos sentidos, longitudinal e lateral,
está instalado um potenciômetro. Cada um dos
potenciômetros gera 2 sinais de voltagem opostos
entre si, como mostra o gráfico à direita.
Curso da alavanca

8 (TERRA) Vermelho
À esquerda 7 (Vsig2) Verde
5 (Vin) Preto
À direita 6 (Vc2) Branco

4 (Vin) Vermelho
Ré 3 (Vsig1) Verde
1 (TERRA) Preto
Avante 2 (Vc1) Branco
Sentido de atuação Nº do pino Cor do encapa-
da alavanca conector mento do fio

Diagrama de conexões

34 WP051B0800
MANUAL DE OFICINA WP051B0900

Tratores de Esteiras

D61EX-15
D61PX-15

Modelo Número de Série

D61EX-15 B40001-
D61PX-15 B40001-

Estrutura e Funcionamento,
Padrões de Manutenção
Sistema hidráulico ............................................................................................................. 2
Válvula de controle ........................................................................................................ 2
CLSS ......................................................................................................................... 10
Válvula autoredutora de pressão ................................................................................. 37
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Sistema hidráulico
Válvula de controle

Descrição geral
A máquina conta com 3 tipos de válvula de controle, a saber:
y Válvula de 4 carretéis (elevação + inclinação + angulação + controle direcional)
y Válvula de 4 carretéis (elevação + inclinação + escarificador + controle direcional)
y Válvula de 5 carretéis (elevação + inclinação + angulação + escarificador + controle direcional)

Neste manual, são apresentadas a vista externa e a vista da secção transversal apenas da válvula de 4 carretéis.

P: Da bomba
T: Para o reservatório
A1: Para o motor do HSS
A2: Para a cabeça do cilindro de elevação
A3: Para o fundo do cilindro de inclinação
A4: Para o fundo do cilindro de angulação
B1: Para o motor do HSS
B2: Para o fundo do cilindro de elevação
B3: Para a cabeça do cilindro de inclinação
B4: Para a cabeça do cilindro de angulação
LS: Para o orifício da bomba LS
PI: Orifício de tomada de pressão da bomba
TS: Para o reservatório
CA1: Conector (do controlador)
CB1: Conector (do controlador)
PA2: Da válvula PPC
PA3: Da válvula PPC
PA4: Da válvula PPC
PB2: Da válvula PPC
PB3: Da válvula PPC
PB4: Da válvula PPC
PEPC: Da válvula autoredutora de pressão

2 WP051B0900
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Válvula de 4 carretéis
(elevação + inclinação + angulação + controle direcional)

WP051B0900 3
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Vista da seção transversal


(1/4)

4 WP051B0900
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

1. Válvula de sucção
2. Válvula de contrapressão
3. Carretel direcional
4. Carretel de elevação
5. Carretel de inclinação
6. Carretel de angulação
7. Tampa (lado da válvula do equipamento de trabalho)
8. Bloco da válvula (válvula de angulação da lâmina)
9. Bloco da válvula (válvula de inclinação da lâmina)
10. Bloco da válvula (válvula de elevação da lâmina)
11. Bloco (orifício da bomba)
12. Bloco da válvula (válvula direcional)
13. Tampa (lado da válvula direcional)
Unidade: mm
Nº Item a ser inspecionado Critérios Solução
Dimensão padrão Limite de reparo
Comprimento
Comprimen- Carga Comprimen- Carga
14 Mola da válvula de sucção livre x diâmetro
to instalada instalada to livre instalada
externo
5,1 N 4,1 N
39,2 x 4,45 33,5 -
{0,52 kg} {0,42 kg}
5,5 N 4,4 N
15 Mola da válvula de sucção 46,8 x 7,5 40,6 -
{0,56 kg} {0,45 kg}
Se estiver
Mola da válvula de contra- 67,7 N 54,2 N
16 67,7 x 20 42,5 - danificada ou
pressão {6,9 kg} {5,5 kg}
deformada, a
Mola de retorno do carretel 221 N 178 N mola deve ser
17 45,7 x 28 43 -
(direcional) {22,6 kg} {18,1 kg} substituída
Mola de retorno do carretel 83,4 N 66,7 N
18 41 x 18,6 39 -
(elevação) {8,5 kg} {6,8 kg}
Mola de retorno do carretel 108 N 86,3 N
19 41,9 x 18,6 39 -
(inclinação), (angulação) {11 kg} {8,8 kg}
Mola de retorno do carretel 81,4 N 65,1 N
20 40,5 x 24,6 37,5 -
(elevação) {8,3 kg} {6,64 kg}
Mola de retorno do carretel 51,4 N 41,1 N
21 37,3 x 19,4 17 -
(elevação) {5,24 kg} {4,19 kg}

WP051B0900 5
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

(2/4)

6 WP051B0900
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

1. Válvula de alívio LS (para a válvula direcional)


2. Válvula compensadora de pressão R
3. Válvula compensadora de pressão F
4. Válvula redutora de pressão (para a válvula do equipamento de trabalho)
5. Válvula de prioridade direcional
6. Válvula retentora (válvula de segurança centralizada)

R: Válvula redutora de pressão


F: Válvula de controle de vazão

Unidade: mm
Nº Item a ser inspecionado Critérios Solução
Dimensão padrão Limite de reparo
Comprimento
Mola da válvula de controle Comprimen- Carga Comprimen- Carga
7 livre x diâmetro
de vazão to instalada instalada to livre instalada
externo
9,8 N 7,85 N
36,2 x 5,30 32,0 -
{1,0 kg} {0,80 kg}
Mola da válvula redutora de 17,6 N 14,1 N
8 27,5 x 14,2 18,0 -
pressão {1,8 kg} {1,44 kg}
Mola da válvula redutora de 55,9 N 44,7 N Se estiver
9 33,4 x 14,4 21,5 -
pressão {5,7 kg} {4,56 kg} danificada ou
Mola da válvula redutora de 34,3 N 27,5 N deformada, a
10 31,9 x 14,4 21,5 - mola deve ser
pressão {3,5 kg} {2,8 kg}
substituída
Mola da válvula de controle 27,6 N 22,2 N
11 30,9 x 5,2 20 -
de vazão {2,82 kg} {2,26 kg}
Mola da válvula de prioridade 473 N 379 N
12 106,5 x 20 82 -
direcional {48,2 kg} {38,6 kg}
Mola da válvula do
126 N 100 N
13 equipamento de trabalho e da 51,6 x 10,5 44,5 -
{12,7 kg} {10,2 kg}
válvula redutora de pressão
3,92 N 3,14 N
14 Mola da válvula retentora 27,2 x 6,9 22 -
{0,4 kg} {0,32 kg}

WP051B0900 7
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

(3/4)

1. Válvula de corte LS
2. Válvula de descarga
3. Válvula de alívio principal

8 WP051B0900
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

(4/4)

1. Válvula de segurança centralizada (para a válvula do equipamento de trabalho)


2. Bujão de alívio de pressão
3. Válvula de alívio principal (para a válvula do equipamento de trabalho)

WP051B0900 9
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

CLSS
Descrição geral do CLSS

Atuadores

Válvula de controle

Válvula TVC

Válvula LS

Válvula de
restrição
variável

Servoválvula

Características
CLSS é a abreviatura de Sistema Sensor de Carga de
Centro Fechado, cujas propriedades são as seguintes:
y Controle fino não afetado pela carga
y Controlabilidade para escavação no modo de
controle fino
y Desempenho otimizado pela divisão da vazão em
função da área de abertura do carretel no curso de
operações combinadas.
y Otimização da economia de energia mediante o
controle variável da bomba.

Composição
y O CLSS consiste na bomba de pistão de capaci-
dade variável, válvula de controle e atuadores.
y A bomba consiste na bomba principal, válvula de
restrição variável, válvula TVC e válvula LS

10 WP051B0900
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Princípios básicos

1. Controle do ângulo da placa de variação do y Com o diferencial de pressão LS ∆PLS menor que
ângulo de inclinação da bomba a pressão ajustada da válvula LS (pressão de carga
y O ângulo da placa de variação do ângulo de do atuador alta), a placa de variação do ângulo de
inclinação da bomba (vazão fornecida pela bomba) inclinação da bomba chega a seu ângulo máximo.
é controlado de forma a manter-se o diferencial de
pressão LS ∆PLS, ou seja, o diferencial de pressão
entre a pressão PP da bomba (descarga) e a pres-

ângulo de inclinação da bomba Q


Ângulo da placa de variação do
Máx.
são LS PLS (pressão de carga do atuador) na saída
da válvula de controle em um valor constante (dife-
rencial de pressão LS ∆PLS = pressão de descarga
da bomba PP - pressão LS PLS)
Pressão ajustada
da válvula LS
Atuadores Mín.

Diferencial de pressão LS ∆PLS

Válvula de
controle

Passagem Passagem
da bomba LS

Bomba
principal

Mín. Máx.

Servopistão

Válvula de
restrição variável

Válvula LS

Diferencial de Diferencial de pressão


pressão grande (alto) pequeno (baixo)

Válvula TVC

WP051B0900 11
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

2. Controle de compensação de pressão


y No lado da saída da válvula de controle está instalada
uma válvula (válvula compensadora de pressão) cuja
finalidade é balancear a carga. Esta válvula trabalha
de maneira que a diferença de pressão ∆P entre o
lado a montante (entrada) do carretel de cada uma
das válvulas e o lado a jusante (saída) seja mantida,
independentemente da carga (pressão).
Mediante essa operação, o óleo proveniente da bomba
é distribuído (compensado) proporcionalmente às
áreas de abertura S1 e S2 de cada uma das válvulas
operadas.

Carga Carga

Atuador Atuador

Válvula Válvula
compensadora compensadora
de pressão de pressão

Bomba

Válvula LS

12 WP051B0900
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Comportamento das diversas funções e funcionamento de cada uma das válvulas


Diagrama hidráulico e denominação das válvulas

MANTER
À ESQUERDA À DIREITA

MANTER
À ESQUERDA À DIREITA

MANTER
FLUTUAR BAIXAR ELEVAR

DIAGRAMA HIDRÁULICO

14 WP051B0900
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

1. Válvula de descarga
Pressão ajustada: 3,4 MPa {35 kgf/cm2}
2. Válvula de alívio principal
Pressão ajustada: 40,2 MPa {410 kgf/cm2}
3. Válvula de prioridade direcional
4. Válvula redutora de pressão (para a válvula do equi-
pamento de trabalho)
Pressão ajustada: 20,6 MPa {210 kgf/cm2}
5. Válvula compensadora de pressão
6. Válvula de sucção
7. Válvula de corte LS
8. Válvula de alívio LS (para a válvula direcional)
Pressão ajustada: 33,1 MPa {338 kgf/cm2}
9. Válvula de segurança centralizada (para a válvula
do equipamento de trabalho)
Pressão ajustada: 27,9 MPa {285 kgf/cm2}
10. Válvula de alívio principal (para a válvula do equi-
pamento de trabalho)
Pressão ajustada: 21,6 MPa {220 kgf/cm2}
11. Válvula direcional
12. Válvula de elevação
13. Válvula de inclinação
14. Válvula de angulação
15. Válvula de contrapressão

WP051B0900 15
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Válvula de descarga

1. Válvula de controle em neutro

T: Circuito do reservatório (pressão) 1. Luva


PP: Circuito da bomba (pressão) 2. Mola
PLS: Circuito LS (pressão) 3. Carretel

Função
y Quando a válvula de controle está em neutro, a
vazão útil Q estabelecida pelo ângulo mínimo da
placa de variação do ângulo de inclinação da
bomba é liberada para o circuito do reservatório.
Nesse instante, a pressão de descarga da bomba
PP é estabelecida em 3,4 MPa {35 kgf/cm2} graças
à ação da mola (2) existente na válvula (a pressão
LS PLS corresponde a 0 MPa {0 kgf/cm2})

Funcionamento
y A pressão de descarga da bomba PP é aplicada
ao lado direito do carretel (3), ao passo que a
pressão LS PLS é aplicada ao seu lado esquerdo.
y Quando a válvula de controle está em neutro, a pressão
LS PLS corresponde a 0. Conseqüentemente, apenas
a pressão de descarga da bomba PP está aplicada,
sendo ajustada apenas na carga da mola da mola (2)
y Se a pressão de descarga da bomba PP atinge a
carga da mola de 3,4 MPa {35 kgf/cm2} da mola (2),
o carretel (3) move-se para a esquerda e passa a
existir a comunicação entre o circuito da bomba PP
e o circuito do reservatório T através do orifício a da
luva (1)
y Mediante essa operação, a pressão de descarga
PP é estabelecida em 3,4 MPa {35 kgf/cm2}

16 WP051B0900
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

2. Válvula de controle em controle fino

T: Circuito do reservatório (pressão) 1. Luva


PP: Circuito da bomba (pressão) 2. Mola
PLS: Circuito LS (pressão) 3. Carretel
Função y Se, por decorrência, o diferencial de pressão entre
y Quando a válvula de controle é submetida a controle a pressão de descarga da bomba PP e a pressão
fino, com a demanda de vazão do atuador abaixo da LS (PLS) atingir o valor da carga da mola, que
vazão útil definida pelo ângulo mínimo da placa de corresponde a 3,4 MPa {35 kgf/cm2}, referente à
variação do ângulo de inclinação da bomba, a pressão mola (2), o carretel (3) move-se para a esquerda,
de descarga da bomba PP é estabelecida no patamar estabelecendo-se a comunicação do circuito da
resultante da pressão LS PLS + 3,4 MPa {35 kgf/cm2}. bomba PP com o circuito do reservatório T
Se o diferencial de pressão entre a pressão de descar- y Em outras palavras, a pressão de descarga da
ga PP e a pressão LS PLS passa a equivaler à carga bomba PP é ajustada no valor correspondente à
da mola da mola (2) (3,4 MPa {35 kgf/cm2}), a válvula força da mola de 3,4 MPa {35 kgf/cm2} + pressão
de descarga abre. O diferencial de pressão LS ∆PLS LS PLS, passando o diferencial de pressão de
fica sendo então 3,4 MPa {35 kgf/cm2} controle de fluxo abaixo da pressão no ângulo
mínimo da placa de variação do ângulo de inclinação
Funcionamento da bomba (= ∆PLS) a valer 3,4 MPa {35 kgf/cm2}
y O atuador sendo controlado à uma vazão abaixo da
ângulo de inclinação da bomba Q

vazão útil no ângulo mínimo da placa de variação do


Ângulo da placa de variação do

ângulo de inclinação da bomba (abaixo de Qmin no Máx.


gráfico à direita), qualquer variação no carretel da
válvula de controle faz com que a pressão LS (PLS =
pressão de carga) seja detectada e aplicada à
extremidade esquerda do carretel (3)
y Nesse instante, a pressão de descarga da bomba PP Pressão ajustada
sobe, ultrapassando totalmente Qmin. O resultado é da válvula LS
Mín.
o incremento da diferença de pressão entre a pressão
de descarga da bomba PP e a pressão LS (PLS)
Diferencial de pressão LS ∆PLS

WP051B0900 17
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

3. Válvula de controle atuada

Função
y Quando a válvula de controle é atuada e a demanda
de vazão do atuador ultrapassa a vazão útil
estabelecida pelo ângulo mínimo da placa de varia-
ção do ângulo de inclinação da bomba, o fluxo para o
circuito do reservatório T é interrompido e toda a vazão
útil Q da bomba é suprida para o circuito do atuador.

Funcionamento
y Havendo um monitoramento rigoroso da válvula de
controle, dá-se a geração da pressão LS PLS, a
qual é aplicada à extremidade esquerda do car-
retel (3). Uma vez que a área de abertura do carretel
da válvula de controle é grande, nesse instante
tem-se uma pequena diferença entre o diferencial
de pressão LS (∆PLS) e a pressão de descarga
da bomba PP
y Conseqüentemente, o diferencial de pressão entre
a pressão de descarga da bomba PP e a pres-
são LS PLS não atinge a carga da mola de 3,4 MPa
{35 kgf/cm2} da mola (2), sendo o carretel (3)
empurrado para a direita graças à ação da mola (2)
y O resultado é que o circuito da bomba PP tem
sua comunicação com o circuito do reservatório T
cortada, e toda a vazão útil Q liberada pela bomba
segue para o circuito do atuador.

18 WP051B0900
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Válvula de alívio principal


(sistema direcional, equipamento de trabalho)
Válvula de segurança centralizada

Função y Havendo a abertura do gatilho piloto (3), a pressão


y Se a pressão do óleo ultrapassar o nível ajustado, na câmara da mola C cai e o gatilho (1) move-se
verifica-se a drenagem de óleo para o reservatório. para a direita, tocando, então, a extremidade do
O resultado é a regulagem da pressão do circuito gatilho piloto (3), sendo o óleo drenado através da
do equipamento de trabalho em seu nível máximo restrição b e do orifício.
para a proteção do circuito.

Funcionamento
y O orifício A está conectado ao circuito da bomba, e o
orifício B ao circuito de dreno. O suprimento de óleo
hidráulico se dá através do diâmetro d1 e do orifício do
gatilho (1) para o diâmetro d2 da válvula principal (2).
A válvula principal (2) fica então em contato com a
luva em razão da diferença de áreas (d1 < d2)

y Considerando-se que a pressão na câmara da


mola C está abaixo da pressão no orifício A, a
válvula principal (2) abre e se dá o fluxo do óleo do
orifício A para o orifício B, com a conseqüente
prevenção de picos anormalmente altos de
pressão.

y Atingindo a pressão no orifício A a pressão ajustada


da mola (4), o gatilho piloto (3) abre, fluindo ao
redor do mesmo e atravessando os orifícios a e B
o óleo, que é, então, drenado.

WP051B0900 19
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Válvula de prioridade direcional


(em operações combinadas)

Elevação da lâmina
Operação de
ELEVAR

Para o orifício
da bomba LS

Operação
direcional

20 WP051B0900
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Função Abertura para a válvula direcional


y Operando-se simultaneamente a válvula direcional e

Área de abertura
as válvulas do equipamento de trabalho no lado a jusante
da válvula de prioridade direcional, garante-se,
primeiramente, o suprimento de óleo para a válvula
direcional, fluindo o restante da vazão útil da bomba
Abertura para a válvula do
para a válvula do equipamento de trabalho. equipamento de trabalho

Funcionamento
y Se o carretel direcional (3) é operado e verifica-se
um certo fluxo de óleo, é gerada uma diferença entre
a pressão de descarga da bomba PP e a pres- Curso
são LS PLS. Esse diferencial de pressão controla
simultaneamente a válvula de prioridade direcional (1)
e a placa de variação do ângulo de inclinação da bomba 1. Quando a placa de variação do ângulo de
com ∆PLS (PP - PLS) = 1,96 MPa {20 kgf/cm2}, inclinação da bomba não atinge o ângulo
objetivando a definição da vazão para a válvula máximo
direcional. y Se a vazão máxima da bomba é maior que a
y A pressão PP é aplicada na extremidade direita e demanda total de fluxo para a válvula direcional e
do carretel da válvula direcional (1), ao passo que a a válvula do equipamento de trabalho, o óleo flui
pressão PLS é aplicada na câmara da mola d na válvula direcional proporcionalmente à area de
situada no lado esquerdo. O carretel da válvula de abertura do carretel direcional (3) e, segundo
prioridade (1) é pressionado para a direita graças à determinação da pressão da bomba, da pressão
ação da mola (2) da carga e da área de abertura do carretel, também
y Conseqüentemente, se o diferencial de pressão na válvula do equipamento de trabalho.
entre a pressão PP e a pressão PLS situa-se
abaixo da pressão ajustada da mola, tem-se a 2. Ângulo máximo da placa de variação do
maximização da área de abertura da câmara a para ângulo de inclinação da bomba
a câmara b. Havendo o incremento do diferencial y Quando a vazão máxima da bomba não atinge a
de pressão, o carretel (1) move-se para a esquerda demanda total para a válvula direcional e a válvula
no sentido de promover a redução da área de
do equipamento de trabalho.
abertura para o controle direcional e o aumento da
área de abertura para o equipamento de trabalho.
1) Carga da válvula direcional ≤ carga da válvula
y Com o carretel direcional (3) atuado, a operação do
carretel do equipamento de trabalho (4) implica no do equipamento de trabalho
decréscimo por alguns instantes da pressão da y Dá-se o fluxo de óleo para a válvula direcional
bomba PP proporcionalmente à área de abertura do carretel
y Conseqüentemente, o diferencial de pressão entre direcional (3), o restante do óleo fluindo para a
as pressões PP e PLS é reduzido e a válvula de válvula do equipamento de trabalho.
prioridade (1) move-se para a direita promovendo o
decréscimo da área de abertura do equipamento 2) Carga da válvula direcional > carga da válvula
de trabalho com a pressão na câmara d. do equipamento de trabalho
y Simultaneamente, ∆PLS torna-se menor, o que faz y A pressão da bomba PP é determinada pela carga
com que o ângulo da placa de variação do ângulo da válvula direcional. Se a válvula do equipamento
de inclinação da bomba seja maximizado para o de trabalho situada no trecho a jusante, onde a
suprimento de óleo suficiente para compensar a carga é menor, é atuada nesta condição, o óleo
queda de pressão. flui para a válvula do equipamento de trabalho em
razão da diferença de pressão, verificando-se,
a. Circuito da bomba então, o decréscimo da pressão da bomba.
b. Circuito da bomba direcional y Nesse instante, a válvula de prioridade direcional (1)
c. Circuito da bomba do equipamento de trabalho aumenta a área de abertura para o sistema direcional,
d. Câmara da mola ao mesmo tempo que reduz a área de abertura para
e. Câmara de pressão o equipamento de trabalho visando reservar óleo para
o sistema direcional.
1. Carretel da válvula de prioridade direcional
y Nesta condição, o fluxo de óleo é distribuido segundo
2. Mola da válvula de prioridade
a relação do diferencial de pressão entre PP e P1 e
3. Carretel direcional
do reinante entre PP e P2. Quanto maior a diferen-
4. Carretel do equipamento de trabalho
ça P1 - P2, menor o fluxo de óleo para o sistema
direcional.

WP051B0900 21
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Vàlvula redutora de pressão para o equipamento de trabalho


Atuação única e exclusiva da válvula do equipamento de trabalho

PLS do equipamento de
trabalho Para a válvula do equipamento
de trabalho

Para a válvula
direcional

PLS do sistema direcional

a: Circuito da bomba do equipamento de trabalho (pressão) f: Orifício


b. Orifício g: Câmara de pressão
c: Câmara da mola h: Rasgo
d. Câmara receptora de pressão da válvula i: Rasgo
e: Rasgo
6. Carretel da válvula de prioridade direcional
1. Válvula redutora de pressão 7. Mola
2. Gatilho
3. Mola PP: Circuito da bomba (pressão)
4. Válvula T: Circuito do reservatório
5. Mola
Função y Se a válvula redutora de pressão (1) do circuito da
y A pressão do circuito da bomba no lado do equi- bomba do equipamento de trabalho a assume a
pamento de trabalho é controlada de modo a pressão ajustada de 20,6 MPa {210 kgf/cm2}, o
manter-se abaixo de 20,6 MPa {210 kgf/cm2}, gatilho (2) empurra a mola (3) para a direita,
ficando a pressão do circuito da bomba no lado do liberando o óleo hidráulico na câmara da mola c
sistema direcional ajustada em um patamar de para o circuito do reservatório T. Conseqüentemen-
40,2 MPa {410 kgf/cm 2} durante operações te, o óleo hidráulico na câmara de pressão d
combinadas (equipamento de trabalho + controle atravessa o orifício b e a câmara da mola c até
direcional) chegar ao circuito do reservatório T. É gerada,
então, uma diferença de pressão entre a câmara
Funcionamento
de pressão d e a câmara da mola c e a válvula (4)
y A válvula do equipamento de trabalho (elevação,
inclinação, angulação, etc.) assim permitindo, a move-se para a direita fechando o rasgo i. Assim
ocorrendo, desfaz-se a comunicação entre o
pressão PP do óleo hidráulico no circuito da bomba
circuito da bomba PP e o circuito do equipamento
é aplicada à câmara da extremidade direita g em-
de trabalho a
purrando a mola (7) para a esquerda por intermédio
y Ainda que o sistema direcional seja operado e a
do rasgo e e do orifício f do carretel (6). Disso
pressão do circuito da bomba atinja o patamar de
decorre a maximização da área de abertura h do
rasgo. O óleo hidráulico atravessa o rasgo i da 40,2 MPa {410 kgf/cm2}, a pressão do circuito da
bomba do equipamento de trabalho não ultrapassa
válvula (4) chegando ao circuito da bomba do
20,6 MPa {210 kgf/cm2}
equipamento de trabalho a

22 WP051B0900
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Válvula compensadora de pressão

Carga pesada

Carga leve

(Lado que recebe


compensação)

Função
y Tendo-se uma pressão de carga inferior à pressão
no outro atuador e a vazão começando a aumentar
durante uma operação combinada, a válvula
compensadora de pressão compensa a pressão
(nesse instante, a pressão de carga no outro
atuador operado para a operação combinada,
localizado no lado superior, ultrapassa a pressão
de carga nesse lado, que vem a ser o lado inferior.

WP051B0900 23
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Funcionamento
y Se a pressão de carga no outro atuador (no lado
superior) torna-se alta, a vazão no circuito do atuador
A nesse lado (lado inferior) começa a aumentar.
y Nesse caso, a pressão LS PLS no outro atuador é
aplicada à câmara da mola PLS1 no sentido de
fazer com que a válvula redutora de pressão (1) e a
válvula de controle de vazão (2) sejam empurradas
para a esquerda.
y A válvula de controle de vazão (2) reduz a área de
abertura entre o circuito da bomba PP e o trecho a
montante do carretel PPA, produzindo uma queda
de pressão na linha entre PP e PPA.

y A válvula de controle de vazão (2) e a válvula redutora


de pressão (1) são detidas em uma posição onde a
diferença de pressão entre PA e PLS aplicada a
ambas as extremidades da válvula redutora de
pressão (2) iguala-se à queda de pressão verificada
na linha entre PP e PPA nas partes anterior e
posterior da válvula de controle de vazão (2)
y O resultado é que a diferença de pressão entre a
pressão a montante PPA e a pressão a jusante PA
passa a ser uma só para cada um dos carretéis
atuados na operação combinada. A vazão da bomba
é, então, distribuída proporcionalmente à área de
abertura do rasgo a de cada um dos carretéis.

Válvula de sucção

Função
y Esta válvula impede o surgimento de pressão
negativa no circuito do cilindro.

Funcionamento
y O orifício A comunica-se com o circuito do cilindro,
e o orifício B com o circuito de dreno. Quando o
orifício A recebe uma carga, o gatilho principal (1)
abre em razão da diferença de áreas entre d1 e d2,
passando, então, a haver a vazão do óleo do orifício
B para o orifício A como forma de impedir a ocorrência
de pressão negativa.

24 WP051B0900
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Válvula de segurança-sucção

Função y Dada a abertura do gatilho piloto (4), a pressão na


y Se algum impacto é aplicado ao cilindro, e, em câmara C cai e o gatilho (3) move-se para a direita.
decorrência disso, verifica-se a geração de uma O gatilho (3) é assentado na extremidade do gatilho
pressão anormalmente alta, este pico de pressão piloto (4), sendo o óleo drenado através da restrição
é aliviado através da válvula de segurança a fim de b e da câmara D
assegurar a proteção do cilindro, bem como de
outros componentes hidráulicos.
y Havendo a geração de pressão negativa no circuito
do cilindro, essa válvula atua como uma válvula de
sucção.

1. Funcionamento como válvula de segurança


y O orifício A comunica-se com o circuito do cilindro,
ao passo que o orifício B o faz com o circuito de
dreno. O óleo hidráulico existente no orifício A é
conduzido através do orifício do gatilho (3) ao ori-
fício C, sendo a válvula de segurança (2) comprimida
para a esquerda dada a relação d2 < d3. Esta
relação entre os diâmetros ou áreas de seções
transversais obedece à lógica d4 > d1 > d3 > d2
y Uma vez que a pressão na câmara C é inferior à
pressão no orifício A, a válvula de segurança (2)
move-se para a direita e o óleo flui do orifício A
para o orifício B, prevenindo, assim, a geração de
picos anormalmente altos de pressão.
y Ainda que se tenha a geração de um pico anor-
malmente alto de pressão, a válvula de sucção (1)
de diâmetro maior não opera, já que d1 < d4

y Sendo gerada no orifício A uma pressão anormal


que cresça até a pressão ajustada da mola (5), o
gatilho piloto (4) abre e o óleo proveniente da
câmara C é drenado através da câmara D e da
periferia a da válvula de sucção (1)

WP051B0900 25
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

2. Operação como válvula de sucção


y Havendo geração de pressão negativa no circuito do
cilindro, as pressões no orifício A e na câmara C
tornam-se negativas, já que se encontram em
comunicação. A pressão do reservatório do orifício B
é aplicada ao orifício E e a pressão do óleo na válvula
de sucção (1) aumenta na mesma proporção da
diferença de áreas entre d4 e d3 em razão da pressão
do reservatório no orifício E. Assim, por conta de sua
maior magnitude, a pressão move a válvula de suc-
ção (1) para a direita vencendo a tensão da mola (6).
Conseqüentemente, o óleo flui do orifício B para o
orifício A, impedindo, com isso, a geração de pressão
negativa no orifício A.

26 WP051B0900
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Válvula de corte LS (também utilizada como bujão bypass LS do sistema direcional)

PLS do equipamento de trabalho


Saída PLS
(para o orifício LS da bomba)

PLS do sistema
direcional

a: Filtro de folga 1. Válvula de corte LS e bujão bypass LS


b: Orifício bypass LS (sistema direcional) 2. Válvula de corte de esfera
c: Orifício bypass LS (lado do equipamento de trabalho)

Função
y Usada para aliviar a pressão LS PLS residual
y A velocidade de incremento da pressão LS PLS é
reduzida e o fluxo descartado na restrição é empregado
para a produção de uma queda de pressão na restrição
entre P e LS da válvula compensadora de pressão,
visando, com isso, baixar o diferencial de pressão LS
efetivo e aumentar a estabilidade.
y A maior das pressões (pressão LS no lado do
sistema direcional ou no lado do equipamento de
trabalho) é selecionada e processada como saída.

Funcionamento
y A pressão do circuito PLS no lado do sistema
direcional pressiona a válvula de corte de esfera (2)
para a direita, sendo então conduzida ao orifício de
saída PLS superior (quando o sistema direcional é
operado isoladamente ou em conjunto com outro
sistema (quando PLS do sistema direcional > PLS
do equipamento de trabalho))
y O óleo hidráulico em PLS, proveniente do filtro de
folga a, atravessa os orifícios b e c, terminando
por chegar ao circuito do reservatório.
y A pressão no circuito PLS no lado do equipamento
de trabalho pressiona a válvula de corte de esfera (2)
para a esquerda, sendo então conduzida ao orifício
de saída PLS superior (quando o sistema direcional
é operado isoladamente ou em conjunto com outro
sistema (quando PLS do equipamento de trabalho >
PLS do sistema direcional))
WP051B0900 27
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Funcionamento da válvula de alívio LS direcional e da válvula de alívio principal

Elevação da lâmina
NEUTRO

Para o orifício
da bomba LS

Operação
direcional

a. Circuito primário da bomba


b. Circuito secundário da bomba
c. Circuito LS

1. Carretel direcional 4. Conjunto do motor do HSS


2. Válvula de alívio LS direcional 5. Carretel da válvula prioritária
3. Válvula de alívio principal 6. Mola da válvula prioritária

28 WP051B0900
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Função
y Especifica a pressão máxima com o motor do HSS
em operação.
y A válvula LS da bomba detecta o diferencial de
pressão (PP - PLS) gerado pela operação da válvula
de alívio LS e move a placa de variação do ângulo
de inclinação da bomba no sentido de minimização
do ângulo. A vazão útil da bomba entra em equilíbrio
na posição mínima, do que decorre a redução da
vazão do óleo em alívio.
y Válvula de alívio principal: corta o pico de pressão
causado por carga externa repentina impossível
de ser reduzida pela válvula de alívio LS mediante
o controle da placa de variação do ângulo de
inclinação da bomba.

Funcionamento
y O carretel do sistema direcional (1) movendo-se e
a pressão de acionamento do motor do HSS (4)
registrando um aumento, a válvula de alívio LS do
sistema direcional (2) atua no sentido de promover
a drenagem do óleo do circuito da bomba b. O
resultado é o aumento da diferença de pressão
entre o circuito da bomba b e o circuito LS c
y Por essa mesma razão, ocorrendo a redução da
pressão no circuito LS c, o carretel da válvula de
prioridade (5) move-se para a esquerda vencendo
a resistência da mola (6) para reduzir as áreas de
abertura do primário da bomba a e de seu
secundário b. O resultado é o aumento da diferença
de pressão entre a e b
y A válvula LS da bomba detecta o diferencial de pres-
são LS (PP - PLS) gerado pela válvula de alívio LS (2)
e move a placa de variação do ângulo de inclinação
da bomba da posição máxima para a mínima,
quando tem-se o equilíbrio da mesma em um dife-
rencial de pressão LS ≥ 2,0 MPa {20 kgf/cm2} (veja
o controle da placa de variação do ângulo de
inclinação da bomba)
y Quando a placa de variação do ângulo de inclinação
da bomba encontra-se na posição mínima (vazão
mínima) e a pressão do circuito da bomba (PP) -
pressão do circuito LS (PLS) ≥ 3,4 MPa {35 kgf/cm2},
a válvula de descarga atua no sentido de promover o
alívio do excesso de óleo, assim como o equilíbrio da
placa de variação do ângulo de inclinação da bomba.

Pressão ajustada da válvula de alívio LS: 33,1 MPa


{338 kgf/cm2}
Pressão ajustada da válvula de alívio principal: 40,2 MPa
{410 kgf/cm2}

WP051B0900 29
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Funcionamento da válvula de alívio do equipamento de trabalho

Elevação da lâmina
Operação de
ELEVAR

Para o orifício
LS da bomba

Sistema direcional
em NEUTRO

1. Carretel do equipamento de trabalho


2. Válvula redutora de pressão
3. Válvula de alívio principal (equipamento de trabalho)
4. Válvula de alívio principal (sistema direcional)
5. Carretel da válvula redutora de pressão

30 WP051B0900
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Função
y A pressão máxima é regulada com o equipamento
de trabalho em operação.
y A válvula LS da bomba detecta o diferencial de
.
pressão (PP1 - PP2 =. PLS) gerado pela atuação
da válvula redutora de pressão e da válvula de alívio
no lado do equipamento de trabalho e move a placa
de variação do ângulo de inclinação da bomba para
a posição mínima.
A vazão útil da bomba entra em equilíbrio na
posição mínima, e, por decorrência, a vazão de
óleo em alívio é reduzida.

Funcionamento
y Se o carretel do equipamento de trabalho (1) é
movido e verifica-se o aumento da pressão de
operação do equipamento de trabalho PP2, a
válvula redutora de pressão (2) entra em ação e o
carretel da válvula redutora de pressão (5) afunila
os circuitos PP1 e PP2 (1,1 mm2). A pressão do
circuito da bomba do equipamento de trabalho
passa a ser a pressão ajustada da válvula redutora
de pressão, isto é, 20,6 MPa {210 kgf/cm2}
y Uma vez que a válvula de alívio do sistema
direcional (4) está programada em uma pressão
alta, o óleo é suprido através da passagem estreita
do carretel da válvula redutora de pressão (5) pela
hipercinética da válvula redutora de pressão, ocorrendo,
então, o aumento da pressão do circuito PP2
y Se a pressão alcança então a pressão ajustada de
alívio do equipamento de trabalho, o óleo pressurizado
na pressão do circuito PP2 é drenado através da
válvula de alívio. Dado o fato do diferencial de pressão
.
entre PP1 e PP2 (=. PLS) ser gerado pelo fluxo
proveniente da válvula de alívio (3) e pela restrição do
orifício a da válvula redutora de pressão, e esse
mesmo diferencial de pressão minimizar o ângulo
da placa de variação do ângulo de inclinação da
bomba, a vazão útil da bomba é minimizada, tal como
se dá na função de alívio LS do sistema direcional.

Pressão ajustada da válvula redutora: 20,6 MPa


{210 kgf/cm2}
Pressão ajustada da válvula de alívio: 21,6 MPa
{220 kgf/cm2}

WP051B0900 31
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Introdução à pressão LS

1. Válvula direcional

Função da mola PLS1


y A pressão LS nada mais é que a pressão de carga y Nesse instante, o circuito LS PLS entra em
do atuador no lado de saída da válvula de controle. comunicação com o circuito do reservatório T por
y Na válvula do equipamento de trabalho, a válvula meio do bujão de bypass LS (4)
redutora de pressão (3) da válvula compensadora de y Ambas as extremidades da válvula redutora de
pressão reduz a pressão de descarga da bomba PP pressão (3) possuem áreas equivalentes (SA = SLS).
ao nível da pressão do circuito do atuador A, A pressão do circuito do atuador PA (= A) é aplicada
introduzindo-a, então, no circuito LS PLS. O orifí- ao lado SA , enquanto a pressão de descarga da
cio c está instalado no pistão (5), mais precisa- bomba PP reduzida é aplicada ao lado SLS.
mente no trecho compreendido entre o circuito y Conseqüentemente, a válvula redutora de pres-
da bomba PP e a válvula redutora de pressão (3), são (3) entra em equilíbrio na posição em que a
atuando como um amortecedor. pressão do circuito do atuador PA e a pressão na
câmara da mola PLS1 se equivalem. A pressão
Funcionamento de descarga da bomba PP reduzida por intermédio
y Atuado o carretel (1), a pressão de descarga da do rasgo d é admitida no circuito LS PLS como
bomba PP atravessa a válvula de controle de va- pressão do circuito do atuador A
zão (2), o rasgo a do carretel e o circuito em ponte
b até chegar ao circuito do atuador A
y Uma vez que a válvula redutora de pressão (3)
também se move para a esquerda nesse
instante, a pressão de descarga da bomba PP
introduzida através do orifício c é reduzida pela
queda de pressão no rasgo d, admitida ao
circuito LS PLS, e, por fim, conduzida à câmara
32 WP051B0900
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Válvula do equipamento de trabalho (elevar, inclinar, angular, escarificar)

1. Lâmina ELEVADA

Funcionamento y Conseqüentemente, a válvula redutora de pres-


y Atuado o carretel (1), a pressão de descarga da são (3) entra em equilíbrio na posição em que se
bomba PP atravessa a válvula de controle de va- tem a equivalência da pressão do circuito do atua-
zão (2), o rasgo a do carretel e o circuito em ponte dor PA e da pressão na câmara da mola PLS1. A
b até chegar ao circuito do atuador A pressão de descarga da bomba PP reduzida graças
y Uma vez que nesse instante a válvula redutora de à ação do rasgo d é admitida no circuito LS PLS
pressão (3) também se move para a direita, a pres- como pressão do circuito do atuador A
são de descarga da bomba PP introduzida através
da passagem c sofre uma redução atrelada à queda
de pressão no rasgo d, sendo introduzida no
circuito LS PLS, e, subseqüentemente, admitida
na câmara da mola PLS1
y Nesse momento, há a comunicação do cir-
cuito LS PLS com o circuito do reservatório T por
intermédio do bujão de bypass LS (4)
y As áreas de ambas as extremidades da válvula
redutora de pressão (3) se equivalem (SA = SLS).
A pressão do circuito do atuador PA (= A), é aplicada
ao lado SA, ao passo que a pressão de descarga
da bomba PP reduzida é administrada ao lado SLS

WP051B0900 33
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

2. Lâmina em FLUTUAR

Funcionamento
y Colocada a válvula de elevação na posição FLU-
TUAR, estabelece-se a comunicação entre o orifício
do cilindro e o orifício de dreno T, não havendo
aplicação de carga.
y Mesmo que a válvula de elevação encontre-se na
posição FLUTUAR, o circuito da bomba e o circuito
do cilindro ficam separados, o que significa que
os demais equipamentos de trabalho podem ser
inclinados, angulados, etc.
y Se a alavanca de controle do equipamento de trabalho
é colocada na posição FLUTUAR, o carretel (1) fica
em seu curso máximo. O orifício B comunica-se com
o orifício A através da passagem em ponte b, havendo
também a comunicação do orifício A com o circuito T
y Conseqüentemente, se carregada a lâmina é
capaz de mover-se para cima e para baixo.
y Enquanto a válvula de elevação permanece na
posição FLUTUAR, o orifício a do carretel (1) fica
fechado. Conseqüentemente, se outro equipamento
de trabalho for inclinado, angulado, etc. a pressão
da bomba aumenta e o operador pode dar início a
operações combinadas.

34 WP051B0900
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Válvula de contrapressão

Válvula de
contrapressão

Válvula do
equipamento
de trabalho

Função
y Quando a máquina é manobrada ou parada, a válvula
de contrapressão aumenta a pressão no circuito
de dreno direcional para evitar a cavitação no motor
do HSS e tornar a válvula de sucção (3) mais eficaz.

Funcionamento
y A elevação da pressão de dreno no circuito
direcional se dá por intermédio da válvula de
contrapressão (1) e da mola (2)

WP051B0900 35
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Válvula autoredutora de pressão

T: Para o reservatório
P1: Da bomba
P2: Para o motor do ventilador
PR: Supre a válvula PPC, válvula EPC, etc.

WP051B0900 37
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

1. Válvula (seqüencial) 6. Mola (válvula redutora de pressão principal)


2. Mola 7. Válvula (válvula redutora de pressão)
3. Parafuso 8. Mola (válvula de segurança)
4. Gatilho 9. Esfera
5. Mola (válvula piloto redutora de pressão) 10. Filtro

38 WP051B0900
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Unidade: mm
Nº Item a ser inspecionado Critérios Solução
Dimensão padrão Limite de reparo
Mola Comprimento Comprimen- Carga Comprimen- Carga
11 (válvula redutora de pressão livre x diâmetro to instalada instalada to livre instalada
principal) externo
Se estiver
19,2 x 7,20 16,1 19,6 N - 17,7 N danificada ou
{2,0 kg} {1,80 kg} deformada a mola
deve ser
12 Mola(válvula redutora de 17,8 x 7,20 12,1 31,4 N - 28,4 N
substituída
pressão piloto) {3,2 kg} {2,9 kg}
13 Mola 71,0 x 18,0 59,0 200 N - 186 N
{20,4 kg} {19,0 kg}
14 Mola 16,1 x 7,80 13,4 61,7 N - 58,8 N
(válvula de segurança) {6,30 kg} {6,0 kg}

Função
y A válvula autoredutora de pressão reduz a pressão
de descarga da bomba do ventilador, enviando-a como
pressão de controle à válvula PPC, válvula EPC, etc.

Orifício P1 Orifício P2

Orifício PR

Orifício T

Circuito hidráulico

WP051B0900 39
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Funcionamento

1. Motor desligado (pressão em seu nível mais baixo)

Bomba do ventilador Válvula PPC

Servo Válvula EPC

Motor do
ventilador

y A mola (6) empurra o gatilho (5) contra a sede


e o circuito compreendido entre os orifícios PR
e T é fechado.
y A mola (7) empurra a válvula (8) para o lado
esquerdo, abrindo-se o circuito formado entre os
orifícios P1 e PR
y A mola (3) empurra a válvula (2) para o lado superior,
dando-se o fechamento do circuito originário da
junção dos orifícios P1 e P2

40 WP051B0900
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

2. Pressão de carga P2 inferior à pressão de saída PR da válvula autoredutora de pressão

Bomba do ventilador Válvula PPC

Servo Válvula EPC

Motor do
ventilador

y A mola (3) e a pressão PR (0 MPa {0 kgf/cm2} no


instante do desligamento do motor) empurram a
válvula (2) no sentido da promoção do fechamento
do circuito compreendido entre os orifícios P1 e P2.
Quando o óleo hidráulico entra no orifício P1, passa
.
a valer a expressão (pressão P1=. força da mola (7)
+ (área de φ d x pressão PR)), ajustando a válvula
autoredutora de pressão as aberturas dos orifí-
cios P1 e P2 para que a pressão P1 possa ser
mantida em um patamar mais alto do que a
pressão PR
y Uma vez a pressão PR ultrapassando a pressão
ajustada, o gatilho (5) abre e o óleo hidráulico
percorre, a partir do orifício PR, o orifício a existente
no carretel (8) e a abertura do gatilho (5) até chegar
ao orifício do reservatório T
y Ocorrerá, portanto, uma diferença de pressão em
torno do orifício a localizado no carretel (8), o qual
passará a mover-se no sentido de promover o fecha-
mento do orifício P1 e da abertura PR. A pressão P1
é então reduzida e ajustada a uma certa pressão
(pressão ajustada) com a abertura, sendo suprida
na condição de pressão PR.

WP051B0900 41
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

3. Elevação da pressão de carga P2

Bomba do ventilador Válvula PPC

Servo Válvula EPC

Motor do
ventilador

y Se a pressão de carga P2 e a vazão útil da bomba


sofrem um aumento a fim de que possa ser realizada
uma operação de escavação, etc., há também o
incremento da pressão P1 (pressão P1 > força da
mola (3) + (área de φ d x pressão PR)), movendo-se a
válvula (2) para a direita, até o fim de seu curso. O
resultado é que a abertura entre os orifícios P1 e P2
aumenta e a resistência à passagem torna-se menor
a fim de permitir a diminuição da dissipação de
potência do motor.
y Quando a pressão PR ultrapassa a pressão
ajustada, o gatilho (5) abre e o óleo hidráulico,
saindo do orifício PR, percorre o orifício a existente
no carretel (8) e a abertura do gatilho (5), indo parar
no orifício do reservatório T.
y Temos, portanto, a geração de uma diferença de
pressão em torno do orifício a localizado no
carretel (8) e este último move-se no sentido da
promoção do fechamento do orifício P1 e da
abertura PR. A pressão P1 é então reduzida e
ajustada a uma certa pressão (pressão ajustada)
com a abertura, sendo suprida na condição de
pressão PR.

42 WP051B0900
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

4. Pressão anormalmente alta

Válvula PPC

y Quando há uma elevação anormalmente alta da


pressão PR da válvula autoredutora de pressão, a
esfera (10), vencendo a força da mola (9), se
separa da sede a fim de possibilitar que o óleo
hidráulico flua para os orifícios de saída PR → T
no sentido de promover a redução da pressão PR.
O equipamento que recebe o óleo pressurizado,
por exemplo, válvula PPC, válvula solenóide, etc.
fica assim protegido de picos anormalmente altos
de pressão.

WP051B0900 43
MANUAL DE OFICINA WP051B1000

Tratores de Esteiras

D61EX-15
D61PX-15

Modelo Número de Série

D61EX-15 B40001-
D61PX-15 B40001-

Estrutura e Funcionamento,
Padrões de Manutenção
Equipamento de trabalho ................................................................................................... 2
Equipamento de trabalho ............................................................................................... 2
Borda cortante e canto de lâmina .................................................................................. 8
Escarificador ................................................................................................................. 9
Cabina e seus acessórios ............................................................................................... 10
Suporte da cabina ....................................................................................................... 10
Cabina .......................................................................................................................... 11
Tubulação do ar condicionado ..................................................................................... 13
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Equipamento de trabalho
Equipamento de trabalho
Lâmina de angulação e inclinação hidráulicas (PAT)
 O modelo de trator de esteiras ilustrado é o D61PX-15.

1. Cilindro de inclinação 5. Haste de ajuste do passo


2. Borda cortante 6. Cilindro de angulação
3. Canto da lâmina 7. Armação em “U”
4. Lâmina 8. Cilindro de elevação

2 WP051B1000
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

 O modelo de trator de esteiras ilustrado é o D61PX-15

WP051B1000 3
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Unidade: mm
Nº Item a ser inspecionado Critérios Solução

Dimensão Tolerância Folga Folga


Folga entre o pino de conexão da padrão Eixo Furo padrão limite
1
armação e a bucha
+0,207 0,156-
0,5
+0,120 0,297
-0,036
Folga entre o pino de conexão da φ 85
-0,090 +0,300 0,136-
2 armação e o suporte da armação 1,0
+0,100 0,390
em “U”
F o l g a e nt r e o p i no d a b a s e d o
-0,030 +0,046 0,030-
3 cilindro de elevação e o suporte da φ 60 1,0
-0,076 0 0,122
armação
Folga entre o pino da cabeça do
-0,030 +0,300 0,130-
4 cilindro de elevação e o suporte da φ 60 1,0
-0,076 +0,100 0,376
armação em “U"
F o l g a e nt r e o p i no d a b a s e d o
-0,025 +0,300 0,125-
5 cilindro de angulação e o suporte φ 45 1,0
-0,087 +0,100 0,387
da armação em “U"
Substitua
Folga entre o pino da cabeça do
-0,025 +0,300 0,125-
6 cilindro de angulação e o suporte φ 45 1,0
-0,064 +0,100 0,364
da lâmina
F o l g a e nt r e o p i no d a b a s e d o
-0,025 +0,300 0,125-
7 cilindro de inclinação e o suporte φ 50 1,0
-0,064 +0,100 0,364
da lâmina
Folga entre o pino da cabeça do
-0,025 +0,300 0,125-
8 cilindro de inclinação e o suporte φ 50 1,0
-0,064 +0,100 0,364
da armação em “U”
F o lg a e ntre o p i no d a ha s te d e +0,039 0,025-
9 0,5
ajuste do passo e a bucha 0 0,103
-0,025
F o lg a e ntre o p i no d a ha s te d e φ 50
-0,064 +0,300 0,125-
10 a jus te d o p a s s o e o s up o rte d a 1,0
+0,100 0,364
armação em “U”
Folga entre a esfera da lâmina e o
-0,250 +1,500 0,250-
11 t e r m i na l d a ha s t e d e a jus t e d o Sφ 90 -
-0,750 0 2,250
p a sso
Folga entre a esfera do centro da
12 armação em “U” e o termi nal da Sφ 177,5 - - 0,75 -
lâmina
Ajuste do calço
Espessura padrão do calço entre
13 a esfera do centro da armação em 8,0
“U” e o terminal da lâmina

4 WP051B1000
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Lâmina de inclinação hidráulica (PT)


Lâmina Semi-U (Semi-U)
 O modelo de trator de esteiras ilustrado é o D61EX-15 com lâmina Semi-U

1. Cilindro de inclinação 6. Haste de elevação


2. Borda cortante 7. Lâmina
3. Tirante central 8. Tirante
4. Canto da lâmina 9. Suporte de elevação
5. Munhão 10. Armação reta

WP051B1000 5
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

 O modelo de trator de esteiras ilustrado é o D61EX-15 com lâmina Semi-U

6 WP051B1000
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Unidade: mm
Nº Item a ser inspecionado Critérios Solução

Dimensão Tolerância Folga


Folga limite
Folga esférica entre o munhão e o padrão Eixo Furo padrão Ajuste o calço ou
1
terminal substitua
-0,1 + 1,5
Sφ 140 0,3-0,7 5,0
-0,5 0
F o l g a e nt r e o p i no d a b a s e d o
-0,030 +0,046 0,030-
2 ci li ndro de elevação e o suporte φ 50 2,0
-0,076 0 0,122
da armação
Folga entre o pino da cabeça do
-0,030 +0,300 0,130-
3 ci li ndro de elevação e o suporte φ 50 2,0
-0,076 +0,100 0,376
de elevação
Substitua
Folga esférica entre o rolamento e -0,1 + 0,5
4 Sφ 90 0,1-1,0 2,0
a bucha -0,5 0
Folga entre o pino de fixação da + 0,6
5 0,2-0,9 2,0
armação e o suporte 0 0,2
φ 55
Folga entre o pino de fixação da -0,3 + 0,5
6 0,2-0,8 2,0
armação e o rolamento 0,2
F o lg a e s fé ri c a e ntre a ha s te d e -0,25 + 1,5 Ajuste o calço ou
7 Sφ 65 0,3-0,7 2,0
ajuste do passo e o suporte -0,75 0 substitua
Folga entre o pino de fixação do -0,030 +0,048 0,030-
8 φ 60 2,0
suporte de elevação e a bucha -0,060 0 0,108
Folga entre o pino de fixação do + 0,2
9 0,2-0,6 2,0 Substitua
tirante e o suporte -0,2 0
φ 50
Folga entre o pino de fixação do -0,4 + 0,2
10 0,2-0,6 2,0
tirante e o tirante 0
Folga esférica entre o suporte e o Sφ 70 (eixo) -0,1 + 1,0 Ajuste o calço ou
11 0,3-0,7 2,0
tirante Sφ 71 (furo) -0,3 0 substitua
Folga entre o pino de fixação do + 0,2
12 0,2-0,6 2,0
tirante central e o suporte -0,2 0
φ 50 Substitua
Folga entre o pino de fixação do -0,4 + 0,2
13 0,2-0,6 2,0
tirante central e o tirante 0
Folga esférica entre o suporte e o Sφ 70 (eixo) -0,1 + 1,0 Ajuste o calço ou
14 0,3-0,7 2,0
tirante central Sφ 71 (furo) -0,3 0 substitua

WP051B1000 7
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Borda cortante e canto da lâmina


 A ilustração abaixo mostra a borda cortante e o canto da lâmina para a lâmina de angulação e inclinação
hidráulicas.

Unidade: mm
Nº Item a ser inspecionado Critérios Solução

Dimensão padrão Limite de reparo

PAT (EX) 204 187


1 Altura do canto da lâmina PT (PX) 204 187
(externa)
SEMI-U
315 237
(EX)
PAT (EX) 325 300
Largura do canto da PT (PX) 325 300
2
lâmina
SEMI-U
540 515
(EX)
PAT (EX) 204 187 Substitua

Altura do canto da lâmina PT (PX) 204 187


3
(interna)
SEMI-U
254 237
(EX)
PAT (EX) 102 85

PT (PX) 102 85
Altura da borda cortante
4 (do centro do furo do SEMI-U
102 85
parafuso à face terminal) (EX)
PAT-3m
102 85
(PX)

PAT (EX) 392 - 529 Nm {40 - 54 kgm}

PT (PX) 392 - 529 Nm {40 - 54 kgm}


Torque de aperto do
5 canto da lâmina e da SEMI-U Canto da lâmina: 637 - 853 Nm {65 - 87 kgm} Reaperte
borda cortante (EX) Borda cortante: 392 - 529 Nm {40 - 54 kgm}
PAT-3m
392 - 529 Nm {40 - 54 kgm}
(PX)

PAT: lâmina de angulação e inclinação hidráulicas; PT: lâmina de inclinação hidráulica; SEMI-U: lâmina Semi-U

8 WP051B1000
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Escarificador

D61EX-15
(tratores de esteiras equipados com escarificador)

Unidade: mm
Nº Item a ser inspecionado Critérios Solução

Dimensão Tolerância Folga


Folga limite
padrão Eixo Furo padrão
1 Folga entre o pino e a bucha
-0,030 +0,299 0,199-
φ5 6 1,0 Substitua
-0,076 +0,169 0,375
Dimensão padrão Limite de reparo
2 Desgaste da ponta
222 152

3. Suporte A: Orifício A do pino (ângulo de escavação da ponta:


4. Elo superior 55 graus)
5. Cilindro do escarificador B: Orifício B do pino (ângulo de escavação da ponta:
6. Longarina 45 graus)
7. Porta-pontas
8. Ponta
9. Elo inferior

WP051B1000 9
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Cabina e seus acessórios


Suporte da cabina

1. Suporte Descrição geral


2. Suporte do amortecedor (dianteiro) y Os suportes de amortecimento viscoso da
3. Suporte do amortecedor (traseiro) cabina (2) e (3) estão instalados em dois pontos
na dianteira e na traseira, e têm por função
promover a fixação do soalho da cabina e da
cabina.
y Para a absorção da vibração, é utilizado um amor-
tecedor em banho de óleo.

10 WP051B1000
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Cabina

1. Limpador do vidro do pára-brisa


2. Janela do vidro do pára-brisa
3. Limpador do vidro da janela traseira
4. Porta

WP051B1000 11
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

 ROPS: Estrutura de Proteção Contra Capotamento

1. Protetor da estrutura ROPS

12 WP051B1000
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Tubulação do ar condicionado

1. Condensador A: Entrada de ar externo


2. Válvula (saída de água quente) B: Abertura de circulação de ar interno
3. Tubulação de tomada de água quente C: Saída de ar quente/frio
4. Tubulação de refrigerante
5. Reservatório do coletor
6. Tubulação de retorno de água quente
7. Compressor do ar condicionado
8. Válvula (entrada de água quente)
9. Desembaçador do vidro do pára-brisa
10. Unidade do ar condicionado
11. Entrada de ar
12. Motor do soprador
13. Desembaçador do vidro da janela lateral

WP051B1000 13
MANUAL DE OFICINA WP051B1100

Tratores de Esteiras

D61EX-15
D61PX-15

Modelo Número de Série

D61EX-15 B40001-
D61PX-15 B40001-

Estrutura e Funcionamento,
Padrões de Manutenção
Sistema elétrico ................................................................................................................. 2
Sistema de controle do motor ........................................................................................ 2
Sistema de controle do sistema de arrefecimento ......................................................... 4
Sistema de controle na palma da mão ........................................................................... 6
Sistema de bloqueio PPC ............................................................................................. 8
Componentes do sistema .............................................................................................. 9
Sistema de monitoração .............................................................................................. 14
Painel monitor .............................................................................................................. 16
Sensor ......................................................................................................................... 20
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Sistema elétrico
Sistema de controle do motor

C.A.
PREA.
DESL.
LIG.
PARTIDA

Excitação

Conservação

1. Bateria 15. Potenciômetro do pedal do freio


2. Relé da bateria 16. Potenciômetro do pedal desacelerador
3. Caixa de fusíveis 17. Alavanca elétrica
4. Chave de partida 18. Painel monitor
5. Controlador da transmissão e do sistema direcional 19. Motor do governador
6. Alavanca do freio de estacionamento 20. Bomba injetora de combustível
7. Interruptor limitador de segurança em neutro 21. Sensor da rotação do motor
8. Relé da solenóide de combustível 1 22. Sensor da temperatura do líquido
9. Relé da solenóide de combustível 2 de arrefecimento (para preaquecimento)
10.Solenóide de combustível 23. Sensor da temperatura do líquido
11. Relé de segurança em neutro de arrefecimento (para monitoração)
12.Motor de partida 24. Sensor da pressão do óleo do motor
13.Alternador 25. Relé 1 do aquecedor elétrico do ar de admissão
14.Botão de controle do combustível 26. Relé 2 do aquecedor elétrico do ar de admissão
27.Aquecedor elétrico do ar de admissão

Função
1. O circuito de segurança em neutro é utilizado para
garantir a segurança na partida.
y Enquanto a alavanca do freio de estacionamento
não estiver TRAVADA, o motor não pega.

2 WP051B1100
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Partida Desligando o motor


y Colocando-se a chave de partida (4) na posição y Quando a chave de partida (4) é DESLIGADA, a
LIG, o controlador da transmissão e do sistema corrente proveniente do terminal c.a. da chave de
direcional (5) recebe o sinal c.a. e fornece a partida (4) é cortada, deixando de existir passagem
corrente de comando para a bobina de excitação de corrente para a bobina de conservação da
da solenóide de combustível (10) durante cerca
solenóide de combustível (10). O resultado é o
de 3 segundos.
Uma vez que também passa uma corrente pela corte no fornecimento do combustível e o
bobina de conservação da solenóide de conseqüente desligamento do motor.
combustível (10), corrente esta que parte do
terminal c.a. da chave de partida (4), a solenóide
é mantida de forma que se garanta a continuida-
de do suprimento de combustível mesmo após
a desernegização da bobina de excitação.
Dessa forma, quando o sistema elétrico apresenta
alguma pane o motor pára, criando-se, assim, um
mecanismo à prova de falhas.
y O controlador da transmissão e do sistema
direcional (5) recebe sinais do interruptor limitador
de segurança em neutro (7) instalado na
articulação da alavanca do freio de estacionamento
(6) e da alavanca elétrica (17), controlando o relé
de segurança em neutro (11)
Enquanto a alavanca do freio de estacionamento (6)
se mantém na posição “Livre”, o relé de segurança
em neutro (11) não opera e a corrente de partida
destinada ao motor de partida (12) tem sua passagem
cortada. Desse modo, não ocorre a partida e temos
a caracterização de um mecanismo de segurança
em neutro.

Controle da rotação do motor


y A rotação do motor é controlada com a redução
na 1a (sinal do botão de controle do combustível),
redução na 2a (sinal do pedal desacelerador) e
redução na 3a (sinal de comando do controlador)
A redução na 3a possui as seguintes funções:
1) Desaceleração automática (F3, R3)
2) Controle da rotação do motor na eventualidade
de um problema
y O botão de controle do combustível (14) envia o
sinal da redução na 1 a ao controlador da
transmissão e do sistema direcional (5) de acordo
com o ângulo do sistema direcional.
y O controlador da transmissão e do sistema
direcional (5) seleciona o sinal de comando a partir
da menor rotação do motor dentre o sinal de
redução na 1a e a redução na 3a calculada com base
na condição da máquina, e, então, controla o motor
do governador (19) de modo que o ângulo da alavanca
do governador da bomba injetora de combustível (20)
seja condizente com o sinal de comando.
y O potenciômetro existente no motor do governador (19)
monitora permanentemente a alavanca do governador
a fim de constatar se se mantém no ângulo correto.
y O pedal desacelerador está conectado à bomba injetora
de combustível (20) por meio do cabo e da articulação.
y A desaceleração automática é uma função
destinada a reduzir temporariamente a rotação do
motor quando o sentido de deslocamento é
mudado a partir de F3 ou R3 (para assegurar a
proteção da embreagem da transmissão)

WP051B1100 3
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Sistema de controle do sistema de arrefecimento

1. Bateria Sinais de entrada e saída


2. Relé da bateria a. Alimentação elétrica do controlador
3. Caixa de fusíveis b. Alimentação elétrica do painel monitor
4. Controlador da transmissão e do sistema direcional c. Sinal seletor da rotação do ventilador
5. Painel monitor d. Sinal da temperatura do óleo do trem de força
6. Motor do ventilador de arrefecimento e. Sinal da temperatura do óleo hidráulico
7. Bomba do ventilador de arrefecimento f. Sinal da rotação do motor
8. Interruptor seletor da rotação do ventilador g. Sinal da temperatura do líquido de arrefecimento
9. Sensor da temperatura do óleo do trem de força h. Sinal CAN
10. Sensor da temperatura do óleo hidráulico i. Sinal de controle da bomba
11. Motor j. Sinal de inversão do sentido de rotação do ventilador
12. Sensor da rotação do motor
13. Sensor da temperatura do líquido de arrefecimento

4 WP051B1100
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Descrição geral Seleção do modo de rotação do ventilador


y O controlador da transmissão e do sistema y Enquanto a chave de partida está na posição LIG e
direcional monitora as temperaturas do líquido de o motor encontra-se desligado, é possível selecionar
arrefecimento, óleo do trem de força e óleo o modo da rotação do ventilador utilizando o
hidráulico, além de controlar a rotação do ventilador interruptor seletor da rotação do ventilador.
segundo as temperaturas citadas. Os modos de rotação disponíveis são os seguintes:
1) Modo de rotação avante
2) Modo de inversão do sentido de rotação
Função 3) Modo de limpeza
O controlador da transmissão e do sistema direcional
Controle da rotação do ventilador opera a válvula solenóide de inversão do sentido de
y O controlador da transmissão e do sistema rotação do motor do ventilador de arrefecimento para
direcional controla o fluxo de descarga do ventilador promover a mudança do sentido de rotação do
de arrefecimento para programar corretamente a ventilador segundo o modo selecionado.
rotação do ventilador de acordo com as
informações enviadas pelos sensores das 1) Modo de rotação avante
temperaturas do líquido de arrefecimento, do óleo Neste modo, a válvula solenóide de inversão do
do trem de força e do óleo hidráulico. sentido de rotação não opera e o ventilador gira na
y O controlador da transmissão e do sistema rotação avante. A rotação do ventilador varia de
direcional seleciona a máxima rotação ideal do ven- acordo com o sinal do sensor de temperatura. Este
tilador obtida a partir das temperaturas do líquido modo é o normalmente selecionado.
de arrefecimento, do óleo do trem de força e do
óleo hidráulico, processando-a na forma do sinal 2) Modo de inversão do sentido de rotação
de controle da bomba para a bomba do ventilador Neste modo, a válvula solenóide de inversão do
de arrefecimento, sentido de rotação opera e o ventilador gira na
y A bomba do ventilador de arrefecimento varia o rotação invertida. O ventilador pode aquecer a
ângulo de sua placa de inclinação a fim de controlar cabina do operador em substituição a um ventila-
a vazão de óleo que libera para o motor do ventilador dor reversível. Uma vez que a eficiência no
de arrefecimento. resfriamento é baixa neste modo, o motor
superaquece facilmente. Assim sendo, este modo
deve ser usado somente em clima frio.

3) Modo de limpeza
Neste modo, o ventilador gira em rotação invertida
à alta velocidade para eliminar a sujeira das aletas
do radiador, independentemente dos sinais dos
sensores de temperatura. Se usar este modo
periodicamente, você poderá dilatar o intervalo de
limpeza das aletas do radiador.

Intertrava na mudança do modo de rotação


y Se você mudar o sentido de rotação do ventilador
com o mesmo girando, o circuito de acionamento
do ventilador irá quebrar, assim sendo, o sinal do
interruptor seletor da rotação do ventilador é ignorado
enquanto o motor estiver em funcionamento. Neste
caso, a luz piloto de operação do ventilador existente
no painel monitor pisca.

WP051B1100 5
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Sistema de controle na palma da mão

1. Bateria
2. Relé da bateria
3. Caixa de fusíveis
4. Controlador da transmissão e do sistema
direcional
5. Painel monitor
6. Interruptor de redução automática de marcha
7. Interruptor seletor de modos programados na
memória
8. Alavanca de controle da direção, inversão do
sentido de deslocamento de avante para ré e vice-
versa e mudança de marcha (alavanca PCCS)
9. Sensor de rotação do motor
10. Motor
11. Conversor de torque
12. Transmissão
13. Válvula de controle da transmissão
14. Sensor da rotação do eixo de saída da
transmissão
15. Conjunto do HSS
16. Válvula de controle
16a.Válvula de controle do sistema direcional
17. Motor do HSS

6 WP051B1100
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Função de modos de mudanças automáticas de Função de redução automática de marcha


marcha programáveis na memória y Se a velocidade de deslocamento cair em função
y A marcha que será aplicada no deslocamento avante das condições da carga que atua na máquina, a
e em ré pode ser programada antecipadamente na transmissão passa automaticamente para uma
memória: marcha mais baixa.
Modo de programação na memória 1: F1 - R1 1) A força de tração (carga sobre o chassi) é
Modo de programação na memória 2: F1 - R2 calculada a partir da rotação do motor, rotação
Modo de programação na memória 3: F2 - R2 do eixo de saída da transmissão e das informa-
Modo de programação na memória 4: F2 - R3 ções sobre redução enviadas pelo controlador da
transmissão e do sistema direcional, passando,
1. Roteiro de uso então, a transmissão automaticamente para uma
1) Coloque a alavanca PCCS em N (neutro) marcha mais baixa em sintonia com a carga e a
2) Coloque o interruptor de modos de mudanças velocidade de deslocamento.
automáticas de marcha programáveis na 2) Uma vez ocorrendo a redução automática de
memória (1) na posição LIG marcha, ela só pode ser subida através do
3) Pressione o interruptor UP/DOWN (AUMENTO interruptor up da alavanca PCCS
DE MARCHA/REDUÇÃO DE MARCHA) da 3) Esta função aplica-se tanto ao deslocamento
alavanca PCCS para selecionar um modo. avante como em ré.

1. Roteiro de uso
Modo de mudança 1: F1 - R1 1) Coloque o interruptor de redução automática
Interruptor down da Interruptor up da de marcha (2) na posição LIG.
alavanca PCCS alavanca PCCS
Modo de mudança 2: F1 - R2
Interruptor down da Interruptor up da
alavanca PCCS alavanca PCCS
Modo de mudança 3: F2 - R2
Interruptor down da Interruptor up da
alavanca PCCS alavanca PCCS
Modo de mudança 4: F2 - R3

2. Tela do mostrador
y O modo selecionado é exibido na tela do mos-
trador B do painel monitor.

WP051B1100 7
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Sistema de bloqueio PPC


Elevação Inclinação Angulação

Baixar Elevar À esquerda À direita À direita À esquerda

Escarificador

Elevar Baixar

1. Bateria Função
2. Relé da bateria y O interruptor de bloqueio PPC é conectado à
3. Caixa de fusíveis alavanca de bloqueio do equipamento de trabalho.
4. Alavanca de bloqueio do equipamento de trabalho TRAVANDO-SE a alavanca de bloqueio do
5. Interruptor de bloqueio PPC equipamento de trabalho, o interruptor de bloqueio
6. Válvula solenóide de bloqueio PPC PPC é DESLIGADO.
7. Motor y Com o interruptor de bloqueio PPC DESLIGADO, a
8. PTO passagem de corrente para a válvula solenóide de
9. Bomba do ventilador de arrefecimento bloqueio PPC é cortada e o equipamento não se
10. Válvula autoredutora de pressão move mesmo que a alavanca de controle da direção,
11. Válvula PPC da lâmina inversão do sentido de deslocamento de avante para
12. Válvula PPC do escarificador (tratores de esteiras ré e vice-versa e mudança de marcha ou a alavanca
D61EX-15 equipados com escarificador) de controle do escarificador seja operada.

8 WP051B1100
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Componentes do sistema
Botão de controle do combustível

ROTAÇÃO MÁXIMA

Dianteira da
máquina

ROTAÇÃO MÍNIMA

1. Manípulo Função
2. Botão y O botão de controle do combustível está instalado
3. Mola à esquerda do assento do operador.
4. Esfera y Girando-se o manípulo (1), o eixo do potenciô-
5. Potenciômetro metro (5) é rotacionado, promovendo, com isso a
6. Conector variação da resistência do resistor variável e o
envio de um sinal redutor ao controlador da
transmissão e do sistema direcional.
y A área hachurada no gráfico abaixo corresponde à
area de detecção de anormalidade, dentro da qual
a rotação do motor é reduzida para a metade.

Alta
Ângulo do acelerador

Baixa

Comportamento da voltagem redutora

WP051B1100 9
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Controlador da transmissão e do sistema direcional

Sinais de entrada e saída


DEUTSCH-24P [CN-ST1]
Nº do Sinais de Nº do Sinais de
Denominação do sinal Denominação do sinal
pino entrada/saída pino entrada/saída
1 Potenciômetro do pedal desacelerador Entrada 13 Posição FR3 da alavanca PCCS Entrada

2 Posição ST1 da alavanca PCCS Entrada Sensor da temperatura do líqui do de


14 Entrada
arrefecimento (para preaquecimento)
Potenciômetro do botão de controle do 15 Alternador (R) Entrada
3 Entrada
combustível
16 Alimentação elétrica do sensor (+ 24 V) Saída
4 Terra (sinal) -
17 N.C. -
5 N.C. -
18 Interruptor de redução de marcha (N.O.) Entrada
6 Interruptor de serviço Entrada
19 Posição ST2 da alavanca PCCS Entrada
7 Posição FR4 da alavanca PCCS Entrada
20 Potenciômetro do governador Entrada
8 Sensor do ângulo do passo Entrada
21 Terra (analógico) -
9 Sensor da temperatura do óleo hidráulico Entrada
22 Alimentação elétrica do sensor (+ 5 V) Saída
10 N.C. -
23 N.C. -
11 N.C. -
24 Interruptor de redução de marcha (N.C.) Entrada
12 Interruptor de aumento de marcha (N.C.) Entrada

10 WP051B1100
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

DEUTSCH-40P(1) [CN-ST2]
Nº do Denominação do sinal Sinais de Nº do Denominação do sinal Sinais de
pino entrada/saída pino entrada/saída
1 N.C. - 21 N.C. -
2 N.C. - 22 CANO (L) Entrada/Saída
3 N.C. - 23 N.C. -
4 Flash ROM write (Rx) Entrada 24 Sinal de permissão da flash ROM write Entrada
Interruptor do freio de estacionamento In t e r r u p t o r d e e n c h i m e n t o ( r é ) d a
5 (N.C.)
Entrada 25 Entrada
transmissão
6 Interruptor do cursor 2 Entrada 26 Interruptor seletor Entrada
7 Interruptor de i nversão do senti do de 27 N.C. -
rotação do ventilador Entrada
8 Relé de segurança em neutro Saída 28 N.C. -
Relé do aquecedor elétri co do ar de 29 Terra (pulso) -
9 Saída
admi ssão Sensor de rotação do eixo de saída da
30 Entrada
10 Interruptor do modo manual Entrada transmissão
11 N.C. - 31 N.C. -

12 Blindagem CAN - 32 CANO (H) Entrada/Saída

13 Sinal de imobilização Entrada 33 N.C. -

14 Flash ROM write (Tx) Saída 34 Terra (flash ROM write) -


Interruptor do freio de estacionamento 35 Interruptor de enchi mento (avante) da Entrada
15 (N.O.)
Entrada transmissão
Interruptor de cancelamento do alarme
16 Interruptor do cursor 1 Entrada 36 sonoro de alerta
Entrada
In t e r r u p t o r d e r o t a ç ã o n o r m a l d o Interruptor de redução automáti ca de
17 ventilador Entrada 37 Entrada
marcha
18 Relé do alarme de marcha a ré Saída 38 N.C. -
19 N.C. - 39 Terra (pulso) -
20 Potenciômetro do pedal do freio Entrada 40 Sensor da rotação do motor Entrada

DEUTSCH-40P(2) [CN-ST3]
Nº do Sinais de Nº do Sinais de
pino Denominação do sinal entrada/saída Denominação do sinal
pino entrada/saída
1 Fonte de Alimentação (controlador) Entrada 21 Terra (fonte de alimentação) -
2 Fonte de Alimentação (solenóide) Entrada 22 Fonte de alimentação (solenóide) Entrada
3 Terra (comum para as solenóides) - 23 Terra (comum ás solenóides) -
4 Para o acionamento do relé da bateria Saída 24 Chave de partida (c.a.) Entrada
5 Motor do governador A (+) Saída 25 Motor do governador B (+) Saída
6 ECMV da 1a Saída 26 ECMV da 3a Saída
7 Válvula solenóide TVC Saída 27 ECMV de avante Saída
8 Relé da solenóide de combustível Saída 28 Válvula EPC do HSS (esquerda) Saída
9 Interruptor de aumento de marcha (N.O.) Entrada 29 In t e r r u p t o r d e e n c h i m e n t o ( 2 a ) d a
Entrada
transmissão
10 N.C. - 30 Seleção de especificações do HSS Entrada
11 Fonte de alimentação (controlador) Entrada 31 Terra (fonte de alimentação) -
12 Fonte de alimentação (solenóide) Entrada 32 Terra (fonte de alimentação) -
13 Terra (comum às solenóides) - 33 Terra (fonte de alimentação) -
14 Chave de partida (c.a.) Entrada 34 N.C. -
15 Motor do governador A (-) Saída 35 Motor do governador B (-) Saída
16 ECMV da 2a Saída V á l vul a s o l e nó i d e d e c o nt r o l e d o
36 ventilador
Saída
17 N.C. -
37 Ré (ECMV) Saída
V á l vu l a s o l e n ó i d e d e i n ve r s ã o d o
18 Saída
sentido de rotação do ventilador 38 Válvula EPC do HSS (direita) Saída
Inte r r up to r d e e nc hi m e nto d e 1 a d a In t e r r u p t o r d e e n c h i m e n t o ( 3 a ) d a
19 transmissão
Entrada 39 Entrada
transmissão
20 N.C. - 40 Seleção de especificação C/B Entrada

WP051B1100 11
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Motor do governador

1. Potenciômetro Função
2. Tampa y O motor do governador rotaciona o motor (4) e
3. Eixo controla a alavanca do governador da bomba
4. Motor injetora de combustível em função do sinal de
5. Engrenagem comando enviado pelo controlador da transmissão
6. Conector e do sistema direcional.
O motor (4) empregado para gerar energia motriz
é um motor de passo escalonado.
y O potenciômetro de retroalimentação (1) é usado
para monitorar o funcionamento do motor (4)
y A rotação do motor (4) é transmitida ao
potenciômetro (1) por meio da engrenagem (5)

Funcionamento
Motor desligado
y A corrente chega às fases A e B do motor
Motor em rotação
y Um pulso de corrente chega à fase A ou B do motor
para rotacionar o motor em sincronismo com o pulso.

12 WP051B1100
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Potenciômetro do pedal desacelerador


Potenciômetro do pedal do freio

1. Potenciômetro
2. Conector

Função
y O potenciômetro está conectado ao pedal
desacelerador e ao pedal do freio, rotacionando
seu eixo segundo o ângulo de atuação de cada
um dos pedais.
y O movimento do eixo opera o resistor variável interno
no sentido de promover a variação da resistência
do mesmo segundo a flutuação no ângulo de
atuação. A alimentação de tensão, de 5 V, passa,
então, a um sinal de tensão cuja magnitude é uma
função direta do ângulo de atuação.
Tensão de saída

Ângulo de rotação

Alavanca elétrica
 Veja “Alavanca Elétrica (Sistema Direcional)”

Válvula solenóide de bloqueio PPC


 Veja “Válvula Solenóide”

Painel monitor
 Veja “Sistema de Monitoração”

WP051B1100 13
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Sistema de monitoração

a. Sensor (cada) e. Bateria


b. Sinal do sensor f. Alimentação de corrente
c. Controlador da transmissão e do sistema direcional g. Alarme sonoro de alerta
d. Sinal CAN h. Sinal do alarme sonoro de alerta

y O sistema de monitoração notifica o operador sobre y O sistema de monitoração consiste no painel


a condição da máquina. Ele monitora a condição da monitor, controlador, sensores, alarme sonoro e
máquina através dos sensores instalados na máquina fonte de alimentação.
e processa e digitaliza visualmente imediatamente y Os componentes são conectados por chicotes de
as informações obtidas no painel monitor. fiação elétrica e o painel monitor é alimentado pela
O contéudo exibido no painel monitor a grosso bateria.
modo pode ser assim classificado: y Caso a máquina venha a apresentar algum
1. Sentido de deslocamento e velocidade em cada problema (o que é detectado por um sensor), as
marcha (seção a do painel mostrador) luzes de monitoração e alerta piscam e o alarme
2. Rotação do motor, temperatura do líquido de sonoro soa. O alarme sonoro pode ser DESLIGA-
arrefecimento, temperatura do óleo hidráulico, DO temporariamente por meio do interruptor de
temperatura do óleo do trem de força e nível do cancelamento do alarme sonoro.
combustível (seção indicadores)
3. Sinalização de falhas da máquina (seção de
monitores)
4. Corrente e voltagem de cada um dos sensores
e solenóides, códigos de erros (seção B do
painel mostrador)

14 WP051B1100
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Processamento pelo painel monitor (comum a todas as especificações)


Tela do painel monitor

Conteúdo e condições de processamento Método Fluxo de sinais


1. Exibição do sentido de deslocamento e marcha
y Os sinais (F1, R3, etc.) são enviados ao painel monitor de
acordo com as informações fornecidas pelo controlador da Sinal CAN
transmissão e do sistema direcional
2. Exibição dos indicadores de rotação do motor, temperatura do
líquido de arrefecimento, temperatura do óleo hidráulico, tempe-
ratura do óleo do trem de força e nível do combustível. Sinal CAN
z Os sinais dos sensores são processados, substituídos pelo
número do indicador e enviados pelo controlador ao painel monitor. Cada um dos
sensores/solenóides
3. Sinalização de problemas ‚
z Caso a máquina passe a apresentar algum problema, o sinal Controlador
do código de erro correspondente é enviado ao painel monitor. ‚
z O comando para disparar o alarme sonoro de alerta ou piscar Painel monitor
a luz de alerta é enviado segundo o conteúdo da falha.
1) Em circunstâncias normais de operação:
Sinal CAN
O código da ação é sinalizado
2) No modo de exibição do histórico de falhas são exibidos:
Código do erro (6 dígitos) e
z Tempo decorrido após a primeira vez em que a falha ocorreu
z Tempo decorrido após a última vez em que a falha ocorreu
z Número de ocorrências, etc.

Tela de monitoração
Conteúdo e condições de processamento Método Fluxo de sinais
1. Sinalização das condições de comunicação de cada um dos
sensores e solenóides e sinais CAN
Sinal CAN
z O número do item e a condição de cada um dos dispositivos
Cada um dos
são enviados na forma de sinais ao painel monitor
sensores
2. Seleção de cada um dos itens por meio do interruptor de ‚
acessamento de informações, interruptor de cancelamento do Controlador
alarme sonoro e interruptor de aumento/redução de marcha da ‚
alavanca de controle da direção, inversão do sentido de desloca- Sinal CAN Painel monitor
mento de avante para ré e vice-versa e mudança de marcha.
(quando pretender utilizar o modo para serviço, LIGUE o interrup-
tor de serviço)
 Detalhes do método de operação, etc. podem ser vistos no tópico da Seção Testes e Ajustes intitulado Funções
especiais do painel monitor (EMMS)
Outros itens
Conteúdo e condições de processamento Método Fluxo de sinais
1. Modo de manutenção do filtro e do óleo
2. Modo auxiliar Pm clinic
3. Modo de exibição de códigos de erro Cada um dos
4. Modo de ajuste (usuário) sensores
5. Modo de reprogramação do intervalo de manutenção ‚
6. Modo de exibição de códigos de erro do sistema elétrico Sinal CAN Controlador
7. Modo de exibição de códigos de erro do sistema mecânico ‚
8. Modo de ajuste (serviço)
Painel monitor
9. Modo de exibição de racionalização de carga
10. Modo de monitoração em tempo real
11. Modo de monitoração de sinalização duplo

 Detalhes sobre o método de operação, etc. podem ser vistos no tópico da Seção Testes e Ajustes intitulado
Funções especiais do painel monitor (EMMS)

WP051B1100 15
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Painel monitor

Apresentação geral Itens de alerta


y O painel monitor consiste na seção de monitores, y Os itens de alerta são checados constantemente
que indica um cuidado quando a máquina apresenta com o motor em funcionamento.
qualquer problema, e a seção de indicadores, que Se estiver ocorrendo uma anormalidade, os itens
informa a condição da máquina permanentemente. de alerta e a luz de alarme piscam ao mesmo
O painel monitor possui um microcomputador, que tempo, podendo, também, o alarme sonoro vir a
processa e digitaliza visualmente os sinais dos soar simultaneamente.
sensores, solenóides e controladores.
Os itens sinalizados na seção de monitores e na Interruptor de cancelamento do alarme sonoro
seção de indicadores estão indicados em y Operando-se esse interruptor com o alarme sonoro
“Sinalização do painel monitor” soando, o alarme sonoro é DESLIGADO
temporariamente.
Funcionamento Se, enquanto o alarme sonoro permanecer
Painel monitor LIGADO DESLIGADO, for detectado um novo problema que
(chave de partida LIGADA) volte a ligar o alarme sonoro, este recomeça a soar.
y Todos os segmentos de cristal líquido e luzes do painel
monitor acendem durante 2 segundos e o alarme  A luz acende e apaga a intervalos de cerca de
sonoro soa por um período de tempo de 2 segundos. 0,8 segundos.
Verificações antes da partida  Quando a temperatura ambiente está baixa (cerca
y Quando a chave de partida é LIGADA, havendo de no máximo - 10 ºC), o período durante o qual a
qualquer anormalidade em um dos itens a serem luz permanece piscando varia um pouco, o que,
verificados antes da partida a luz correspondente contudo, pode ser considerado um fato normal.
a esse item pisca ou o conteúdo da anormalidade
é sinalizado no painel mostrador B
16 WP051B1100
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Sinais de entrada e saída

AMP070-20P [CN-S03] AMP070-12P [CN-S04]


Nº do Sinais de Nº do Sinais de
Denominação do sinal Denominação do sinal
pino entrada/saída pino entrada/saída
1 Fonte de alimentação (24 V) Entrada 1 CANO-H Entrada/Saída
2 Fonte de alimentação (24 V) Entrada 2 CANO-H Entrada/Saída
3 Terra - 3 CANO-L Entrada/Saída
4 Terra - 4 CANO-L Entrada/Saída
5 Fonte de alimentação constante (24 V) Entrada 5 Blindagem CAN -
6 Fonte de alimentação constante (24 V) Entrada 6 N.C. -
7 Chave de partida (C) Entrada 7 N.C. -
8 Iluminação noturna Entrada 8 N.C. -
9 Preaquecimento Entrada 9 Alternador (R) Entrada
10 N.C. - 10 Nível do combustível Entrada

11 N.C. - Sensor da temperatura do líqui do de


11 arrefecimento (para o monitor) Entrada
12 Sensor de pressão do óleo do motor Entrada Sensor da temperatura do óleo do trem
12 de força Entrada
13 N.C. -
14 N.C. -
15 N.C. -
16 Interruptor de serviço Entrada
17 N.C. -
18 Alarme sonoro Saída
19 N.C. -
20 N.C. -

WP051B1100 17
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Tela do painel monitor

Cheio

Vazio

18 WP051B1100
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção
Saída Saída C or
Seção de da luz do sinali-- Obser--
Nº Item sinalizado Faixa sinalizada Método de sinalização
sinalização de alarme zada vações
alerta sonoro
Segmento correspondente Diodo de
1a Indicador Veja o diagrama à esquerda (1 ponto) Todos acendem - - Preta cristal
líquido
Temperatura do
líquido de ≤ 104 ºC D ESL D ESL D ESL
arrefecimento Verme- Diodo
1b Alerta 104 ºC - 110 ºC Luz piscante Luz piscante D ESL foto-
lha emissor
≥ 110 ºC Luz piscante Luz piscante LIG
Segmento correspondente Diodo de
2a Indicador Veja o diagrama à esquerda (1 ponto) Todos acendem - - Preta cristal
líquido

Nível do óleo do ≤ 120 ºC D ESL D ESL D ESL


trem de força Verme- Diodo
2b Alerta 120 ºC - 130 ºC Luz piscante Luz piscante D ESL foto-
lha emissor
≥ 130 ºC Luz piscante Luz piscante LIG
Segmento correspondente Diodo de
3a Indicador Veja o diagrama à esquerda - - Preta cristal
(1 ponto) Todos acendem líquido

Temperatura do ≤ 100 ºC D ESL D ESL D ESL


óleo hidráulico Verme- Diodo
3b Alerta 100 ºC - 110 ºC Luz piscante Luz piscante D ESL foto-
lha emissor
≥ 110 ºC Luz piscante Luz piscante LIG
O segmento correspondente
4 Indicador Nível do combustível Veja diagrama à esquerda e todos abaixo dele acendem - -

P: Alavanca do freio de
estacionamento “travada” e
Sentido de deslocamento alavanca PCCS em neutro
(P,N,F,R) N: Alavanca PCCS em “neutro”
F: Alavanca PCCS em “avante”
[*1] Painel indicador A R: Alavanca PCCS em “ré”
Indicador (sentido de D ESL D ESL
1. Interruptor de marcha da
5 deslocamento, alavanca PCCS em 1a
marcha, tacômetro do D i odo
Marcha 2. Interruptor de marcha da de
motor) (1,2,3) alavanca PCCS em 2a Preta cristal
3. Interruptor de marcha da líquido
alavanca PCCS em 3a

Alerta Veja diagrama à esquerda O segmento correspondente - -


e todos abaixo dele acendem

[*1] O horímetro só funciona com


6 Tela de o motor em funcionamento,
caracteres Painel indicador B 0 - 99999.9h isto é, com o alternador em
- -
(horímetro) operação
Luz DESL
(motor desligado) D ESL D ESL
7 Nível de carga Carga anormal
(≤ 12 V) Luz piscante Luz piscante D ESL
(motor em funcionamento) Verme-
Alerta lha
Luz DESL D ESL D ESL
Pressão do óleo do Valor especificado ou menor (motor desligado)
8 motor (alta) (49 kPa {0,5 kgf/cm2}) Luz piscante
(motor em funcionamento)
Luz piscante LIG

9 Luz piloto Preaquecimento No modo preaquecimento Luz LIG D ESL D ESL Verde
Antes de 30 h ou mais D ESL
Após LIGAR a chave de
10 Manutenção partida D ESL DESL Laranja
Antes de 30 h - Intervalo de troca A l uz a c e nd e d ur a nt e
3 0 s e g und o s
Verme- Diodo
11 Luz de alerta Veja a coluna “Saída da luz de alerta” da presente tabela - - foto-
lha
emissor
Antes de 30 h ou mais D ESL
Intervalo de Antes de 30 h - Intervalo de troca Luz LIG
12 substituição do filtro Após LIGAR a chave de D ESL DESL Amlaare-
partida durante Luz
e do óleo
Alerta Após o intervalo de troca 30 segundos pisca-
nte

Período compreendido entre LIGAR a


chave de partida no modo de inversão
do sentido de rotação do ventilador e Luz LIG
modo de limpeza até o desligamento
Verificação do do motor
13 funcionamento do O ventilador e o interruptor seletor são D ESL DESL Laranja
ventilador operados com o motor em funcionamento
Tempo em LIG após o motor ser Luz piscante
DESLIGADO no modo de inversão do
sentido de rotação do ventilador e
modo de limpeza

*1: Detalhes sobre a operação no modo de serviço podem ser vistos no tópico da Seção Testes e Ajustes intitulado Funções especiais do painel
monitor (EMMS)

WP051B1100 19
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Sensor
y Sinais emitidos pelo sensor são recebidos pelo painel monitor ou controlador.
y Os sensores são classificados em 4 tipos (contato, resistência, eletromagnéticos e capacitor)
y Um dos lados de um sensor tipo contato é sempre conectado ao terra do chassi.

Denominação do sensor Tipo do sensor Estado de normalidade Estado de anormalidade


Pressão do óleo do motor Contato D ESL LIG
Temperatura do líquido de arrefecimento Resistência - -
Temperatura do óleo do trem de força Resistência - -
Temperatura do óleo hidráulico Resistência - -
Nível do combustível Resistência - -
Rotação do motor Eletromagnético - -
Rotação do eixo de saída da transmissão Eletromagnético - -
Ângulo do passo Capacitor - -

Sensor da pressão do óleo do motor

1. Bujão 4. Diafragma
2. Anel de contato 5. Mola
3. Contato 6. Terminal

Função
y O sensor da pressão do óleo do motor está instalado no bloco de cilindros do motor. O diafragma detecta
a pressão do óleo. Quando a pressão do óleo cai abaixo do nível especificado, o interruptor é LIGADO.

20 WP051B1100
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Sensor da temperatura do líquido de arrefecimento


(para o monitor)
Sensor da temperatura do óleo do trem de força
Sensor da temperatura do óleo hidráulico

1. Conector 3. Termistor
2. Bujão

Função
y O sensor da temperatura do líquido de arrefecimento (para o monitor) está instalado no bloco de cilindros do
motor, ao passo que o sensor da temperatura do óleo do trem de força e o sensor da temperatura do óleo
hidráulico estão instalados, respectivamente, na tubulação de saída do trem de força e na tubulação hidráulica.
Eles detectam a variação da temperatura em termos de oscilação da resistência, e geram sinais.
Os sinais de temperatura são enviados através da rede ao painel monitor ou ao controlador da transmissão
e do sistema direcional e utilizados para controlar o ventilador de arrefecimento.

Sensor da temperatura do líquido de arrefecimento (para preaquecimento)

1. Conector 3. Termistor
2. Bujão

Função
y O sensor da temperatura do líquido de arrefecimento (para preaquecimento) está instalado no bloco de
cilindros do motor. Ele detecta a variação da temperatura em termos de oscilação da resistência do termistor,
gerando, então, um sinal.

WP051B1100 21
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Sensor do nível do combustível

Posição do batente

CHEIO

VAZIO

Posição do batente

1. Conector 5. Mola
2. Bóia 6. Contato
3. Braço 7. Espaçador
4. Corpo

Função
y O sensor do nível do combustível está instalado na lateral do reservatório de combustível. Sua bóia desloca-se
para cima e para baixo de acordo com o nível do combustível.
O movimento da bóia opera o resistor variável através do braço. O resultado é a geração de sinais de variação
na resistência.

22 WP051B1100
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Sensor da rotação do motor

1. Conector 3. Sensor
2. Anel “O”

Função
y O sensor da rotação do motor está instalado na engrenagem anelar da carcaça do volante. Ele gera pulsos
de voltagem à medida que a engrenagem rotaciona.

Sensor da rotação do eixo de saída da transmissão

1. Imã 4. Terminal
2. Fio 5. Vedador de pó
3. Carcaça 6. Conector

Função
y O sensor da rotação do eixo de saída da transmissão está instalado na engrenagem cônica da carcaça
direcional. Ele gera pulsos de voltagem à medida que a engrenagem rotaciona.

WP051B1100 23
Estrutura e Funcionamento, Padrões de Manutenção

Sensor do ângulo do passo da máquina

1. Corpo 3. Fio
2. Tubo 4. Conector

Função
y O sensor do ângulo do passo da máquina está instalado na placa da ROPS, mais precisamente na tampa do
filtro localizada na lateral direita do chassi.
y Existem nesse sensor múltiplos eletrodos, além de óleo. As variações no nível do óleo produzidas pela
inclinação da máquina são detectadas em termos de diferenças na capacidade eletrostática entre os eletro-
dos, sendo, então, essas diferenças convertidas em sinais de voltagem.

24 WP051B1100
MANUAL DE OFICINA WP051C0100

Tratores de Esteiras

D61EX-15
D61PX-15

Modelos de Máquina Números de Série


D61EX-15 B40001 e acima
D61PX-15 B40001 e acima

Tabelas de valores padrões


Tabela de valores padrões para motor ............................................................................................................... 2
Tabela de valores padrões para chassi ............................................................................................................ 3
Tabela de Valores Padrões Manual de Oficina

Tabela de valores padrões para motor


D61EX-15
Modelo de máquina
D61PX-15
Motor SA6D114E-2
Valor padrão para
Item Condições de medição Unidade máquinas novas Valor limite de serviço
Alta rotação 2000 ± 50 2000 ± 50
Rotação do motor Marcha lenta rpm 900 ± 50 900 ± 50
Rotação nominal 1800 -
Suprimento de ar kPa Mín 79,8 63,8
(pressão de reforço) Na potência de saída nominal {mmHg} {Mín. 600} {480}
Coloração dos gases des- Em aceleração brusca Índice Máx. 5,5 6,5
prendidos pelo escapamento Em alta rotação Bosch Máx. 1,0 2,0
Folga das válvulas Válvula de admissão 0,33 -
mm
(temperatura normal) Válvula de escape 0,71 -
Temperatura do óleo 40 – 60 oC MPa Mín. 3,1
Pressão de compressão
(SAE30) {kgf/cm²} {Mín. 32} -
(Rotação do motor) (200 – 250)
Pressão de sopro no cárter (Temperatura da água: faixa de operação) Máx. 0,49 0,98
(SAE30 ou SAE 15W-40) Na potência de saída nominal rpm
{Máx. 50} {100}
(Temperatura da água: faixa de operação)
294 – 490 206
Em alta rotação {3,0 – 5,0} {2,1}
(SAE30 ou SAE 15W-40)
Em alta rotação kPa 245 – 441 176
Pressão do óleo (SAE 10W) {mmH 2O} {2,5 – 4,5} {1,8}
Em marcha lenta Mín. 147 69
(SAE30 ou SAE 15W-40) {Mín. 1,5} {0,7}
Em marcha lenta Mín. 98 69
(SAE 10W) {Mín. 1,0} {0,7}
o
Temperatura do óleo Em toda a gama de velocidades (no interior do cárter) C 90 – 110 Mín. 120
Deflexão produzida pela Compressor do
correia quando pressiona- ar condicionado
Tensão da correia da com o dedo com uma - polia do mm 15 – 18 -
força aproximada de 98 N virabrequim
{10 kg}

2 WP051C0100
Manual de Oficina Tabela de Valores Padrões

Tabela de valores padrões para chassi


D61EX-15

Modelo de máquina D61EX-15


Cate- Uni- Valor padrão para Valor limite de
goria Item Condições de medição dade máquinas novas serviço
• Temperatura do líquido de arrefecimento do motor:
Rotação do motor

Rotação com pedal Na faixa de operação +50 +50


• Temp. do óleo do trem de força: 1150 0 1150 0
desacelerador
Na faixa de operação
• Temperatura do óleo hidráulico: rpm
Na faixa de operação
Rotação de estol do • Rotação com o pedal desacelerador: pedal 1620 ± 100 1500
conversor de torque desacelerador aplicado
• Rotação de estol do conversor de torque: F3
Neutro para
avante 30 ± 10 30 ± 10
Alavanca PCCS

Avante e
em ré
Neutro para ré 30 ± 10 30 ± 10
• Motor desligado
• Centro do botão da alavanca Neutro para à 40 ± 15 40 ± 15
esquerda (Folga máxima: 3) (Folga máxima: 3)
Manobra
Neutro para à 40 ± 15 40 ± 15
direita (Folga máxima: 3) (Folga máxima: 3)
Curso da alavanca/pedal de controle

Pedal • Motor desligado


desacelerador • Centro do pedal 52 ± 9 52 ± 9

Pedal do freio • Motor em marcha lenta Até o fim do 79 ± 12 79 ± 12


• Centro do pedal curso
mm
Neutro para
elevar/flutuar 72 ± 11 72 ± 11
Lâmina de Neutro para
inclinação baixar 52 ± 9 52 ± 9
Alavanca da lâmina

reta
Neutro para incli-
nação. à esq./à dir. 54 ± 8 54 ± 8
• Motor em marcha lenta
• Temperatura do óleo hidráu- Neutro para 47 ± 9 47 ± 9
lico: 45 – 55 oC elevar/flutuar
• Centro do botão da alavanca Neutro para
Lâmina de 71 ± 11 71 ± 11
inclinação e baixar
angulação Neutro para incli-
hidráulicas nação. à esq./à dir. 52 ± 8 52 ± 8
Neutro para angula- o
ção à esq./à dir. (graus) 15 ± 3 15 ± 3

• Motor em marcha lenta


Alavanca do • Temperatura do óleo hidráu- Neutro para
escarificador mm 54 ± 8 54 ± 8
lico: 45 – 55 oC elevar/baixar
(item opcional) • Centro do botão da alavanca

WP051C0100 3
Tabela de Valores Padrões Manual de Oficina

Modelo de máquina D61EX-15


Cate- Unida- Valor padrão para Valor limite de
goria Item Condições de medição máquinas novas serviço
de
Neutro para 56,9 ± 19,6 56,9 ± 19,6
avante/ré {5,8 ± 2,0} {5,8 ± 2,0}
Avante e em
Alavanca PCCS


Avante/ré para 51 ± 19,6 51 ± 19,6
• Motor desligado neutro {5,2 ± 2,0} {5,2 ± 2,0}
• Centro do botão da ala-
vanca Neutro para à 24,5 ± 9,8 24,5 ± 9,8
esquerda {2,5 ± 1,0} {2,5 ± 1,0}
Manobra
Neutro para à 27,4 ± 9,8 27,4 ± 9,8
direita {2,8 ± 1,0} {2,8 ± 1,0}
Esforço de operação da alavanca/pedal de controle

Pedal • Motor em marcha lenta 73,5 ± 24,5 73,5 ± 24,5


desacelerador • Centro do pedal {7,5 ± 2,5} {7,5 ± 2,5}
Pedal do freio • Motor em marcha lenta 510 ± 88 666
• Centro do pedal {52 ± 9,0} {68}
Neutro para elevar/ N 29,4 ± 9,8 29,4 ± 9,8
baixar {kg} {3,0 ± 1,0} {3,0 ± 1,0}

Lâmina de 74,5 ± 19,6 74,5 ± 19,6


inclinação Neutro para flutuar {7,6 ± 2,0} {7,6 ± 2,0}
reta
Neutro para
Alavanca da lâmina

inclinação à 25,5 ± 9,8 25,5 ± 9,8


esquerda/à direita {2,6 ± 1,0} {2,6 ± 1,0}
• Motor em marcha lenta
• Temperatura do óleo hi- Neutro para elevar/ 25,5 ± 9,8 25,5 ± 9,8
dráulico: 45 – 55 oC baixar {2,6 ± 1,0} {2,6 ± 1,0}
• Centro do botão da ala-
vanca
69,6 ± 19,6 69,6 ±, 19,6
Lâmina de Neutro para flutuar {7,1 ± 2,0} {7,1 ± 2,0}
inclinação e
angulação Neutro para
hidráulicas inclinação à 25,5 ± 9,8 25,5 ± 9,8
esquerda/à direita {2,6 ± 1,0} {2,6 ± 1,0}
Neutro para
angulação à 4,4 ± 1,0 4,4 ± 1,0
esquerda/à direita {0,45 ± 0,1} {0,45 ± 0,1}

25,5 ± 9,8 25,5 ± 9,8


• Motor em marcha lenta Neutro para elevar {2,6 ± 1,0}
• Temperatura do óleo hi- {2,6 ± 1,0}
Alavanca do
escarificador (item dráulico: 45 – 55 oC
opcional) • Centro do botão da ala- 25,5 ± 9,8 25,5 ± 9,8
vanca Neutro para baixar
{2,6 ± 1,0} {2,6 ± 1,0}

Motor em marcha 0,1 – 0,5 0,1 – 0,5


Pressão de entrada lenta {1 – 5} {1 – 5}
Pressão do óleo do trem de força

do conversor de
torque Motor em alta Máx. 0,88 Máx. 0,88
rotação {Máx. 9} {Máx. 9}

Motor em marcha 0,09 – 0,29 0,09 – 0,29


Pressão de saída • Temperatura do óleo do lenta {0,9 – 3} {0,9 – 3}
MPa
do conversor de trem de força: 70 – 80 oC {kgf/cm²}
torque Motor em alta 0,44 – 0,69 0,44 – 0,69
rotação {4,5 – 7} {4,5 – 7}

Motor em marcha 2,65 ± 0,1 Mín. 2,35


Pressão de alívio lenta {27 ± 1,0} {Mín. 24}
principal da trans- +0,24
missão Motor em alta 2,84 0 Mín. 2,65
rotação {29
+3
} {Mín. 27}
0

4 WP051C0100
Manual de Oficina Tabela de Valores Padrões

Modelo de máquina D61EX-15


Cate- Valor padrão para Valor limite de
goria Item Condições de medição Unidade máquinas novas serviço
Motor em 2,65 ± 0,1 Mín. 2,35
Pressão da marcha lenta {27 ± 1,0} {Mín. 24}
embreagem de +0,24
avante da Motor em alta 2,84 0 Mín. 2,65
transmissão rotação +3 {Mín. 27}
{29 0
}
Motor em 2,65 ± 0,1 Mín. 2,35
Pressão da em- marcha lenta {27 ± 1,0} {Mín. 24}
breagem de ré +0,24
da tramsmissão Motor em alta 2,84 0 Mín. 2,65
rotação {29
+3
} {Mín. 27}
0
Pressão do óleo do trem de força

Motor em 2,65 ± 0,1 Mín 2,35


Pressão da em- marcha lenta {27 ± 1,0} {Mín. 24}
breagem da pri- +0,24
meira da trans- Motor em alta 2,84 0 Min. 2,65
missão rotação {29
+3
} {Mín. 27}
0
• Temperatura do óleo do trem de
força: 70 – 80 oC Motor em 2,65 ± 0,1 Mín. 2,35
Pressão da em- marcha lenta MPa {27 ± 1,0} {Mín. 24}
breagem da se- {kgf/cm²} +0,24
gunda da trans- Motor em alta 2,84 0 Mín. 2,65}
missão rotação +3 {Mín. 27}
{29 0
}
Motor em 2,65 ± 0,1 Mín. 2,35
Pressão da em- marcha lenta {27 ± 1,0} {Mín. 24}
breagem da ter- +0,24
ceira da trans- Motor em alta 2,84 0 Mín. 2,65
missão rotação +3 {Mín. 27}
{29 0
}
Pressão do óleo
lubrificante da Motor em alta 0,09 – 0,29 0,09 – 0,29
transmissão rotação (0,9 – 3,0} {0,9 – 3,0}
(para referência)
Motor em 2,75 – 2,94 2,55
marcha lenta {28 – 30} {26}
Pressão do freio
Motor em alta 2,75 – 2,94 2,55
rotação {28 – 30} {26}
+2,0
35,1
óleo do HSS

Pressão de alí-
Pressão do

-3,0 Mín. 29,9


vio direcional +20
{358 -30 } {Mín. 305}
• Temperatura do óleo hidráulico: 45 – 55 oC
Pressão LS • Motor em alta rotação
(pressão sen- 33,1 ± 2,0 Mín. 28,9
sora de carga) {338 ± 20} {Mín. 295}

• Terreno plano F1 3,3 ± 0,2 3,3 ± 0,2


Desempenho do

• Temperatura do líquido de arrefecimento


trem de força

do motor: F2 5,6 ± 0,3 5,6 ± 0,3


Velocidade de Na faixa de operação F3 8,9 ± 0,5 8,9 ± 0,5
deslocamento • Temperatura do óleo do trem de força: o R1
km/h
4,3 ± 0,3 4,3 ± 0,3
70 – 80 C
• Motor em alta rotação R2 7,4 ± 0,4 7,4 ± 0,4
• Distância percorrida: 10 – 30 m
• Distância medida: 20 m R3 11,4 ± 0,6 11,4 ± 0,6

WP051C0100 5
Tabela de Valores Padrões Manual de Oficina

Modelo de máquina D61EX-15


Cate- Valor padrão para
goria Item Condições de medição Unidade máquinas novas Valor limite de
serviço
+1,37 +1,37
Pressão de des- 3,43 3,43
Motor em alta 0 0
Pressão do óleo do equipamento de trabalho

carga rotação {35


+14
} {35
+14
}
0 0

Motor em Mín. 19,1 Mín. 19,1


Pressão de alívio marcha lenta {Mín. 195} {Mín. 195}
na elevação da lâ- • Temperatura do óleo hidráuli-
mina Motor em alta 20,6 ± 0,98 17,6
co: 45 – 55 oC rotação {210 ± 10} {180}
• Pressão de descarga: coloque
todo o equipamento em neu- Motor em Mìn. 19,1 Mín. 19,1
Pressão de alívio tro marcha lenta {Mìn. 195} {Mín. 195}
na inclinação da • Pressão de alívio: posicione o
lâmina Motor em alta MPa 20,6 ± 0,98 17,6
cilindro no fim de seu curso rotação {kgf/cm²} {210 ± 10} {180}
Motor em Mín. 19,1 Mín. 19,1
Pressão de alívio marcha lenta {Mín. 195} {Mín. 195}
na elevação do
escarificador Motor em alta 20,6 ± 0,98 17,6
rotação {210 ± 10} {180}
Pressão principal do
circuito de controle 3,72 ± 0,49 3,72 ± 0,49
o
(HSS, PPC, ventilador) • Temperatura do óleo hidráulico: 45 – 55 C {38 ± 5} {38 ± 5}
• Motor em alta rotação
Pressão de saída 3,72 ± 0,49 3,72 ± 0,49
da válvula PPC {38 ± 5} {38 ± 5}
a Veja a figura A
• Temperatura do óleo hidráu- Elevar 2,5 ± 0,2 3,0
lico: 45 – 55 oC
Elevação da • Não aplique carga à lâmina
lâmina • Entre o nível do solo e a extre-
midade da lâmina elevada Baixar 1,8 ± 0,2 2,1
• Motor em alta rotação
Lâmina de incli-
Inclinação à
esquerda

nação e angula- 2,5 ± 0,2 3,0


a Veja a figura B ção hidráulicas
• Temperatura do óleo hi-
dráulico: 45 – 55 oC Lâmina de
Velocidade do equipamento de trabalho

• Não aplique carga à lâ- inclinação reta e 2,5 ± 0,2 3,0


mina lâmina semi U
Inclinação • Entre a extremidade da
da lâmina Lâmina de incli-
Equipamento de trabalho

lâmina inclinada à es-


Inclinação à

querda e a extremidade nação e angula- 2,5 ± 0,2 3,0


direita

da lâmina inclinada à di- ção hidráulicas


reita Lâmina de
• Motor em alta rotação inclinação reta e s 2,5 ± 0,2 3,0
lâmina semi U

Marcha lenta 2,4 ± 0,2 2,9


Elevar

a Veja a figura C
• Temperatura do óleo hi-
Elevação do dráulico: 45 – 55 oC Alta rotação 1,4 ± 0,2 1,9
escarificador • Não aplique carga à lâ-
(item mina
Marcha lenta 1,9 ± 0,2 2,4
Baixar

opcional) • Entre o mível do solo e a


extremidade da lâmina
elevada Alta rotação 1,1 ± 0,2 1,6
a Veja a figura D
• Temperatura do óleo hidráu-
lico: 45 – 55 oC Angulação
(à esquerda) 3,5 ± 0,3 4,4
• Borda da lâmina: 300 mm
acima do solo
A n g u l a ç ã o • Corpo nivelado em terreno
da lâmina plano
• Extremidade de angulação à
esquerda – extremidade de Angulação
(à direita) 3,5 ± 0,3 4,4
angulação à direita
• Motor em alta rotação

6 WP051C0100
Manual de Oficina Tabela de Valores Padrões

Modelo de máquina D61EX-15


Cate- Valor padrão para Valor limite de
goria Item Condições de medição Unidade máquinas novas serviço
• Temperatura do óleo hidráulico: 45 – 55 oC
• Posicione a alavanca até o fim de seu curso
Retardo

• Baixe a lâmina da posição de máxima ele-


Lâmina vação e meça o tempo decorrido após a s Máx. 1,0 Máx. 1,5
lâmina entrar em contato com o solo até a
elevação da roda guia
• Alta rotação

a Veja a figura E
Caimento hi- • Temperatura do óleo hidráulico: 45 – 55 oC
dráulico da lâ- • Motor desligado
Equipamento de trabalho

Máx. 100 Máx. 100


mina elevada • Altura da borda inferior do caimento hidrá-
ulico h da lâmina
Caimento hidráulico

Incl. à Incl.ção
direita à esq.
a Veja a figura F
• Temperatura do óleo hidráulico: 45 Máx. 200 Máx. 200
Caimento hi- – 55 oC mm/
dráulico da lâ- • Motor desligado 15 min
mina inclinada • Redução da altura da ponta da lâ- Máx. 200 Máx. 200
mina

Caimento hi- a Veja a figura G


dráulico do es- • Temperatura do óleo hidráulico: 45 – 55 oC
carificador ele- • Motor desligado Máx. 50 Máx. 50
vado (item op- • Altura da borda inferior do caimento hidrá-
cional) ulico h do porta-pontas (15 min)
Vazamento
pelo cilindro

Cilindro de in-
clinação da lâ- • Motor em alta rotação 4 16
mina • Temperatura do óleo hidráulico: 45 – 55 oC cm³/min
Cilindro de ele- • Alivie o cilindro e meça o vazamento du-
vação da lâmi- rante 1 minuto 4 16
na
• Temperatura do óleo hidráulico: 45 – 55 oC
Motor do

• Alavanca do sistema direcional: no fim de


HSS

Vazamento seu curso l/min


• Alavanca da transmissão: em neutro Máx. 15 30
• Pedal do freio: aplicado
• Motor em alta rotação
• Motor em mar-
Rotação mínima

cha lenta
• Temperatura do
líquido de arre-
fecimento e 800 ± 50 700
temperatura do
Ventilador de arrefecimento

óleo do trem de
• Temperatura do força: no máxi-
óleo hidráulico: mo 80 oC
Rotação do ventila- 45 – 55 oC rpm
dor • Sentido de rota-
Rotação máxima

ção do ventilador
avante • Motor em alta
rotação +100
• Ventilador no 1700 0 1600
modo de 100%
de velocidade

• Temperatura do óleo hidráulico: 45 – 55 oC


Pressão da bomba • Sentido de rotação do ventilador avante MPa 16,7 – 19,6 14,7
do ventilador • Ventilador no modo de 100% de velocidade {kgf/cm²} {170 – 200} {150}
• Motor em alta rotação

WP051C0100 7
Tabela de Valores Padrões Manual de Oficina

D61PX-15

Modelo de máquina D61PX-15


Cate- Valor padrão para Valor limite de
goria Item Condições de medição Unidade máquinas novas serviço
• Temperatura do líquido de arrefecimento do
Rotação do motor

motor:
Rotação com pe- Na faixa de operação 1150
+25
1150
+25
0 0
dal desacelerador • Temperatura do óleo do trem de força:
Na faixa de operação rpm
• Temperatura do óleo hidráulico:
Rotação de estol Na faixa de operação
do conversor de • Rotação com o pedal desacelerador: pedal 1620 ± 100 1500
torque desacelerador aplicado
• Rotação de estol do conversor de torque: F3
Neutro para avante 30 ± 10 30 ± 10
Alavanca PCCS

Avante e em
ré 30 ± 10
• Motor desligado Neutro para ré 30 ± 10
• Centro do botão da ala-
vanca Neutro para à 40 ± 15 40 ± 15
esquerda (Folga máx.: 3) (Folga máx.: 3)
Manobra
40 ± 15 40 ± 15
Curso da alavanca/pedal de controle

Neutro para à
direita (Folga máx.: 3) (Folga máx.: 3)
• Motor desligado
Pedal desacelerador • Centro do pedal 52 ± 9 52 ± 9
• Motor em marcha lenta 79 ± 12 79 ± 12
Pedal do freio • Centro do pedal Até o fim do curso
mm
Neutro para elevar/
flutuar 72 ± 11 72 ± 11
Lâmina de
inclinação Neutro para baixar 52 ± 9 52 ± 9
Alavanca da lâmina

reta
Neutro para incl. à
• Motor em marcha lenta esquerda/à direita 54 ± 8 54 ± 8
• Temperatura do óleo hi-
o
dráulico: 45 – 55 C Neutro para elevar/
flutuar 47 ± 9 47 ± 9
• Centro do botão da ala-
vanca
Lâmina de Neutro para baixar 71 ± 11 71 ± 11
inclinação e
angulação Neutro para incl. à
esquerda/à direita 52 ± 8 52 ± 8
hidráulicas
o
Neutro para angul.
à esquerda/à direita (graus) 15 ± 3 15 ± 3
alavanca/pedal de controle

Neutro para avante/ 56,9 ± 19,6 56,9 ± 19,6


Esforço de operação da

ré {5,8 ± 2,0} {5,8 ± 2,0}


Alavanca PCCS

Avante e
em ré Avante/ré para 51 ± 19,6 51 ± 19,6
• Motor desligado neutro {5,2 ± 2,0} {5,2 ± 2,0}
• Centro do botão 24,5 ± 9,8 24,5 ± 9,8
da alavanca Neutro para à N
esquerda {kg} {2,5 ± 1,0} {2,5 ± 1,0}
Manobra
Neutro para à 27,4 ± 9,8 27,4 ± 9,8
direita {2,8 ± 1,0} {2,8 ± 1,0}
• Motor em marcha lenta 73,5 ± 24,5 73,5 ± 24,5
Pedal desacelerador • Centro do pedal {7,5 ± 2,5} {7,5 ± 2,5}

8 WP051C0100
Manual de Oficina Tabela de Valores Padrões

Modelo de máquina D61PX-15


Cate- Valor padrão para Valor limite de
goria Item Condições de medição Unidade máquinas novas serviço
666
Esforço de operação da alavanca/pedal de

• Motor em marcha lenta 510 ± 88


Pedal do freio • Centro do pedal {52 ± 9,0} {68}
Neutro para 29,4 ± 9,8 29,4 ± 9,8
elevar/baixar {3,0 ± 1,0} {3,0 ± 1,0}
Lâmina de Neutro para 74,5 ± 19,6 74,5 ± 19,6
inclinação flutuar {7,6 ± 2,0} {7,6 ± 2,0}
Alavanca da lâmina

reta Neutro para 25,5 ± 9,8 25,5 ± 9,8


controle

• Motor em marcha lenta incl. à esq./à dir. {2,6 ± 1,0} {2,6 ± 1,0}
• Temperatura do óleo hi- N {kg}
dráulico: 45 – 55 oC Neutro para 25,5 ± 9,8 25,5 ± 9,8
• Centro do botão da ala- elevar/baixar {2,6 ± 1,0} {2,6 ± 1,0}
vanca Neutro para 69,6 ± 19,6 69,6 ± 19,6
Lâmina de
inclinação e flutuar {7,1 ± 2,0} {7,1 ± 2,0}
angulação Neutro para 25,5 ± 9,8 25,5 ± 9,8
hidráulicas incl. à esq./à dir. {2,6 ± 1,0} {2,6 ± 1,0}
Neutro para angu- 4,4 ± 1,0 4,4 ± 1,0
lação. à esq./à dir. {0,45 ± 0,1} {0,45 ± 0,1}
Motor em 0,1 – 0,5 0,1 – 0,5
marcha lenta {1 – 5} {1 – 5}
Pressão de entrada do
conversor de torque Motor em alta Máx. 0,88 Máx. 0,88
rotação {Máx. 9} {Máx. 9}
Motor em 0,09 – 0,29 0,09 – 0,29
marcha lenta {0,9 – 3} {0,9 – 3}
Pressão de saída do
Pressão do óleo do trem de força

conversor de torque Motor em alta 0,44 – 0,69 0,44 – 0,69


rotação {4,5 – 7} {4,5 – 7}
Motor em 2,65 ± 0,1 Mín. 2,35
marcha lenta {27 ± 1,0} {Mín. 24}
Pressão de alívio prin-
cipal da transmissão Motor em alta 2,84 +0,24
0 Mín. 2,65
rotação {29 +3 {Mín. 27}
0 }

Motor em 2,65 ± 0,1 Mín. 2,35


Pressão da embrea- • Temperatura do óleo do marcha lenta {27 ± 1,0} {Mín. 24}
gem de avante da trem de força: 70 – 80 oC MPa
transmissão Motor em alta {kgf/cm²} 2,84 +0,24
0 Mín. 2,65
rotação {29 +3
0 }
{Mín. 27}
Motor em 2,65 ± 0,1 Mín. 2,35
Pressão da embrea- marcha lenta {27 ± 1,0} {Mín. 24}
gem de ré da
tramsmissão Motor em alta 2,84 +0,24
0 Mín. 2,65
rotação {29 +3
0 }
{Mín. 27}
Motor em 2,65 ± 0,1 Mín 2,35
Pressão da embrea- marcha lenta {27 ± 1,0} {Mín. 24}
gem da primeira da 2,84 +0,24
transmissão Motor em alta 0 Mín. 2,65
rotação {29 +3
0 }
{Mín. 27}

WP051C0100 9
Tabela de Valores Padrões Manual de Oficina

Modelo de máquina D61PX-15


Cate-
goria Item Condições de medição Unidade Valor padrão para Valor limite de
máquinas novas serviço

Motor em 2,65 ± 0,1 Mín. 2,35


Pressão da embre- marcha lenta {27 ± 1,0} {Mín. 24}
agem da segunda
da transmissão 2,84 +0,24
Pressão do óleo do trem de força

Motor em alta 0 Mín. 2,65


rotação {29 +3
0 }
{Mín. 27}

Motor em 2,65 ± 0,1 Mín. 2,35


marcha lenta {27 ± 1,0} {Mín. 24}
Pressão da embre-
agem da terceira da • Temperatura do óleo do
transmissão trem de força: 70 – 80 oC Motor em alta 2,84 +0,24
0 Mín. 2,65
rotação {29 +3
0 }
{Mín. 27}

Pressão do óleo lu-


brificante da trans- Motor em alta MPa 0,09 – 0,29 0,09 – 0,29
missão rotação {kgf/cm²} {0,9 – 3,0} {0,9 – 3,0}
(para referência)
Motor em 2,75 – 2,94 Mín. 2,55
marcha lenta {28 – 30} {Mín. 26}
Pressão do freio
Motor em alta 2,75 – 2,94 Mín. 2,55
rotação {28 – 30} {Mín. 26}
óleo do HSS

Pressão de alívio 35,1 +2,0 Mín. 29,9


Pressão do

-3,0
direcional {358 +20
-30 }
{Mín. 305}
• Temperatura do óleo hidráulico: 45 – 55 oC
Pressão LS (pres- • Motor em alta rotação
são sensora de car- 33,1 ± 2,0 Mín. 28,9
ga) {338 ± 20} {Mín. 295}

• Terreno plano F1 3,3 ± 0,2 3,3 ± 0,2


Desempenho do

• Temperatura do líquido de
trem de força

arrefecimento do motor: F2 5,6 ± 0,3 5,6 ± 0,3


Na faixa de operação F3 8,9 ± 0,5 8,9 ± 0,5
Velocidade de des- • Temperatura do óleo do trem de força: km/h
locamento 70 – 80 oC R1 4,3 ± 0,3 4,3 ± 0,3
• Motor em alta rotação R2 7,4 ± 0,4 7,4 ± 0,4
• Distância percorrida: 10 – 30 m
• Distância medida: 20 m R3 11,4 ± 0,6 11,4 ± 0,6
• Temperatura do óleo hi-
Pressão do óleo do equipamento de trabalho

Pressão de descar- Motor em alta 3,43 +1,37 3,43 +1,37


dráulico: 45 – 55 oC 0 0
ga • Pressão de descarga: rotação {35 +14
0 } {35 +14
0 }
coloque todo o equipa-
mento em neutro Motor em MPa Mín. 19,1 Mín. 19,1
marcha lenta {kgf/cm²} {Mín. 195} {Mín. 195}
Pressão de alívio na • Pressão de alívio:
elevação da lâmina posicione o cilindro no Motor em alta 20,6 ± 0,98 17,6
fim de seu curso rotação {210 ± 10} {180}
• Temperatura do óleo hi-
dráulico: 45 – 55 oC Motor em Mìn. 19,1 Mìn. 19,1
• Pressão de descarga: marcha lenta {Mìn. 195} {Mìn. 195}
Pressão de alívio na coloque todo o equipa-
inclinação da lâmina mento em neutro
• Pressão de alívio: Motor em alta 20,6 ± 0,98 17,6
posicione o cilindro no rotação {210 ± 10} {180}
fim de seu curso MPa
{kgf/cm²}
Pressão principal do 3,72 ± 0,49 3,72 ± 0,49
circuito de controle {38 ± 5} {38 ± 5}
(HSS, PPC, ventilador) • Temperatura do óleo hidráulico: 45 – 55 oC
• Motor em alta rotação
Pressão de saída 3,72 ± 0,49 3,72 ± 0,49
da válvula PPC {38 ± 5} {38 ± 5}

10 WP051C0100
Manual de Oficina Tabela de Valores Padrões

Modelo de máquina D61PX-15


Cate- Unida- Valor padrão para Valor limite de
goria Item Condições de medição
de máquinas novas serviço
a Veja a figura A
• Temperatura do óleo hidráuli- Elevar 2,5 ± 0,2 3,0
co: 45 – 55 oC
Elevação da • Não aplique carga à lâmina
lâmina • Entre o nível do solo e a extre-
midade da lâmina elevada Baixar 1,8 ± 0,2 2,1
Velocidade do equipamento de trabalho

• Motor em alta rotação

à direita à esquerda
a Veja a figura B

Inclinação Inclinação
• Temperatura do óleo Lâmina de
hidráulico: 45 – 55 oC inclinação e
angulação 2,5 ± 0,2 3,0
• Não aplique carga à lâ-
mina hidráulicas
Inclinação da • Entre a extremidade da
Equipamento de trabalho

lâmina lâmina inclinada à es-


querda e a extremida- Lâmina de
de da lâmina inclinada inclinação reta 2,5 ± 0,2 3,0
à direita e lâmina semi U
• Motor em alta rotação
s
a Veja a figura D
• Temperatura do óleo hidráuli-
co: 45 – 55 oC Angulação
3,5 ± 0,3 3,5 ± 0,3
• Borda da lâmina: 300 mm aci- (à esquerda)
ma do solo
A n g u l a ç ã o • Corpo nivelado em terreno
da lâmina plano
• Extremidade de angulação à Angulação
esquerda – extremidade de (à direita) 4,4 4,4
angulação à direita
• Motor em alta rotação
• Temperatura do óleo hidráulico: 45 – 55 oC
• Posicione a alavanca até o fim de seu curso
Retardo

• Baixe a lâmina da posição de máxima eleva-


Lâmina ção e meça o tempo decorrido após a lâmina Máx. 1,0 Máx. 1,5
entrar em contato com o solo até a elevação
da roda guia
• Alta rotação

Caimento a Veja a figura E


hidráulico • Temperatura do óleo hidráulico: 45 – 55 oC
da lâmina • Motor desligado Máx. 100 Máx. 100
• Altura da borda inferior do caimento hidráulico
Equipamento de trabalho

elevada
h da lâmina
mm/15
direita esquerda
Inclin. à Inclin. à

min
Máx. 200 Máx. 200
Caimento a Veja a figura F
hidráulico • Temperatura do óleo hidráulico: 45 - 55 oC
da lâmina • Motor desligado
inclinada • Redução da altura da ponta da lâmina Máx. 200 Máx. 200

Cilindro de
pelo cilindro
Vazamento

inclinação da • Motor em alta rotação 4 16


lâmina • Temperatura do óleo hidráulico: 45 – 55 oC cm³/
Cilindro de • Alivie o cilindro e meça o vazamento durante 1 min
elevação da minuto 4 16
lâmina
Motor do HSS

• Temperatura do óleo hidráulico: 45 – 55 oC


• Alavanca do sistema direcional: no fim de seu
curso
Vazamento • Alavanca da transmissão: em neutro l/min Máx. 15 30
• Pedal do freio: aplicado
• Motor em alta rotação

WP051C0100 11
Tabela de Valores Padrões Manual de Oficina

Modelo de máquina D61PX-15


Cate- Valor padrão para Valor limite de
goria Item Condições de medição Unidade máquinas novas serviço
• Motor em mar-

Rotação mínima
cha lenta
• Temperatura
do líquido de
Ventilador de arrefecimento

arrefecimento 800 ± 50 700


• Temperatura do e temperatura
óleo hidráulico: do óleo do trem
Rotação do ventila- 45 – 55 oC de força: no
dor Rpm
• Sentido de rota- máximo 80 oC
ção do ventilador • Motor em alta
avante

Rotação
rotação

máxima
• Ventilador no
modo de 1700 +100
0 1600
100% de velo-
cidade
• Temperatura do óleo hidráulico: 45 - 55 oC
Pressão da bomba • Sentido de rotação do ventilador avante MPa 16,7 – 19,6 14,7
do ventilador • Ventilador no modo de 100% de velocidade {kgf/cm²} {170 – 200} {150}
• Motor em alta rotação

Ilustrações referentes às tabelas de valores padrões

Fig. A Fig. C

Fig. D

Fig. B

12 WP051C0100
Manual de Oficina Tabela de Valores Padrões

Fig. E

Fig. F

Fig. G

WP051C0100 13
Tabela de Valores Padrões Manual de Oficina

14 WP051C0100
MANUAL DE OFICINA WP051D0100

Tratores de Esteiras

D61EX-15
D61PX-15

Modelos de Máquina Números de Série


D61EX-15 B40001 e acima
D61PX-15 B40001 e acima

Testes e ajustes
Testes e ajustes (1/2) ....................................................................................................................................... 3
Ferramentas para testes, ajustes e diagnóstico de falhas .......................................................................... 3
Medição da rotação do motor ..................................................................................................................... 5
Medição da pressão do ar de admissão (pressão de reforço) ..................................................................... 7
Medição da coloração dos gases desprendidos pelo escapamento do motor ............................................. 8
Ajuste da folga das válvulas ....................................................................................................................... 9
Medição da pressão de compressão ......................................................................................................... 12
Medição da pressão de sopro no cárter ..................................................................................................... 14
Testes e ajustes da sincronização do tempo de injeção de combustível ....................................................15
Medição da pressão do óleo do motor ....................................................................................................... 18
Testes e ajustes da tensão da correia do compressor do ar condicionado ................................................. 19
Ajuste do sensor da rotação do motor ....................................................................................................... 19
Ajuste da articulação de controle do combustível ......................................................................................20
Medição da pressão do óleo do trem de força ...........................................................................................24
Ajuste do sensor da rotação da transmissão (segundo o procedimento de substituição) ........................... 28
Testes e ajustes Manual de Oficina

Método simplificado de teste do desempenho dos freios .......................................................................... 29


Ajuste do pedal do freio ............................................................................................................................ 30
Ajuste da alavanca do freio de estacionamento ........................................................................................ 32
Método de saída de emergência em caso de pane do trem de força ........................................................ 33
Ajuste da folga da roda guia ..................................................................................................................... 37
Inspeção do desgaste da roda motriz ....................................................................................................... 37
Testes e ajustes da tensão das sapatas das esteiras .............................................................................. 38
Testes e ajustes da pressão do óleo do equipamento de trabalho e da pressão do óleo do HSS .............. 39
Teste da pressão principal do circuito de controle .................................................................................... 43
Medição da pressão de saída da válvula PPC .......................................................................................... 44
Ajuste da folga da válvula PPC do equipamento de trabalho ..................................................................... 47
Medição de vazamento interno de cilindro do equipamento de trabalho .................................................... 48
Ajuste da alavanca de trava de segurança do equipamento de trabalho .................................................... 49
Alívio da pressão residual no cilindro do equipamento de trabalho
(sem a instalação de acumulador PPC) ................................................................................................... 50
Alívio da pressão residual no cilindro do equipamento de trabalho
(com acumulador PPC instalado) ............................................................................................................. 50
Sangria do ar do cilindro do equipamento de trabalho ............................................................................... 51
Medição da pressão do circuito da bomba do ventilador ........................................................................... 52
Medição da rotação do motor do ventilador .............................................................................................. 53
Medição do vazamento de óleo do motor do HSS .................................................................................... 54
Sangria do ar da bomba do ventilador ....................................................................................................... 54
Testes e ajustes da cabina do operador ................................................................................................... 55

2 WP051D0100
Manual de Oficina Testes e ajustes

Testes e ajustes (1/2)


Ferramentas para testes, ajustes e diagnóstico de falhas

Item a ser testado e Símbolo Código da Peça


ajustado Denominação Qtd. Observações

1 799-101-5002 Manômetro hidráulico 1


Pressão do ar de admissão
(Pressão de reforço) A Kit de manômetros para pres- 101 a 200 kPa
2 799-201-2202 1
são de reforço {- 760 a 1500 mmHg}

Temperatura da água e 1
temperatura do óleo B 799-101-1502 Termômetro digital - 99,9 a 1299 oC

1 799-201-9000 Colorímetro manual para fumaça 1


Coloração dos gases
desprendidos pelo esca- C Descoloração: 0 – 70% (em relação à colo-
À venda no Medidor de fumaça ração padrão)
pamento do motor 2 mercado 1
(Descoloração x 1/10 C Índice Bosch)

1 795-799-1131 Engrenagem 1
Folga das válvulas D 2 Item comprado Calibre apalpador 1
3 795-799-1900 Conjunto de pinos 1
1 795-790-3610 Medidor de compressão 1 Para motor Série 114
Pressão de compressão E 2 795-790-3710 Testador 1 Para motor Série 114
3 795-799-1171 Sacador 1
Pressão de sopro no cárter F 799-201-1504 Kit para sopro no cárter 1
1 795-799-1131 Engrenagem 1 Para motores Séries 102 e 114
Sincronização do tempo
de injeção de combustí- G 2 795-799-1900 Conjunto de pinos 1 Para motores Séries 102 e 114
vel
3 795-799-1950 Pino de trava 1 Para motores Séries 102 e 114

Manômetro:
799-101-5002 Manômetro hidráulico 1 2,5, 5,9, 39,2, 58,8 MPa
{25, 60, 400, 600 kgf/cm²}
1
Pressão do óleo do motor H Manômetro:
790-261-1203 Manômetro hidráulico digital 1 58,8 MPa {600 kgf/cm²}

799-401-2320 Manômetro:
2 Manômetro hidráulico 1 1,0 MPa {10 kgf/cm²}
799-101-5002 Manômetro hidráulico 1 *Comum a H1
1
790-261-1203 Manômetro hidráulico digital 1
Leitura no manômetro:
Pressão do trem de força J 2 799-401-2320 Manômetro hidráulico 1 1,0 MPa {10 kgf/cm²}

799-101-5220 Niple (10 x 1,25 mm) 1


3
07002-11023 Anel “O” 1
19M-06-32820 Conjunto de interruptores 1
1
134-06-72810 Chicote de fiação elétrica 1
Saída de emergência em 7824-66-6430 Resistência redundante 1
caso de pane do trem de K 2
força 7827-10-1520 Resistência redundante 1
3 790-190-1600 Conjunto de bombas 1
4 144-865-6260 Cotovelo (R 3/8 x M18) 1
795-101-5002 Manômetro hidráulico 1 *Comum a H1
1
790-261-1203 Manômetro hidráulico digital 1
Testes e ajustes da pres- 799-101-5220 Niple (10 x 1,25 mm) 2
são do óleo do equipa- 2
mento de trabalho e da L 07002-11023 Anel “O” 2
pressão do óleo do HSS
790-261-1321 Cotovelo 1
3
07002-11023 Anel “O” 1

WP051D0100 3
Testes e ajustes Manual de Oficina

Item a ser testado e Símbolo Código da Peça Qtd. Observações


ajustado Denominação

799-101-5002 Manômetro hidráulico 1 *Comum a H1


1
Teste da pressão princi- 790-261-1203 Manômetro hidráulico digital 1
pal do circuito de controle M
799-101-5220 Niple (10 x 1,25 mm) 1
2
07002-11023 Anel “O” 1
799-101-5002 Manômetro hidráulico 1 *Comum a H1
1
790-261-1203 Manômetro hidráulico digitaql 1
Medição da pressão de
saída da válvula PPC N Adaptador para tomada de pres-
799-401-3100 são do óleo (Tamanho 02) 1
2
02896-11008 Anel “O” 1

Medição do vazamento
interno do cilindro do equi- À venda no Cilindro de medição 1
O mercado
pamento de trabalho

799-101-5002 Manômetro hidráulico 1 *Comum a H1


1
Medição da pressão do 790-261-1203 Manômetro hidráulico digital 1
circuito da bomba do ven- P
tilador 799-101-5220 Niple (10 x 1,25 mm) 1
2
07002-11023 Anel “O” 1
Medição da rotação do Q
motor do ventilador 799-205-1100 Kit de tacômetros 1

79A-264-0021 0 – 294 N {0 – 30 kg} 1


Esforço na operação R
79A-264-0091 0 – 490 N {0 – 50 kg} 1

Curso e caimento hidrá- À venda no


S mercado Régua graduada 1
ulico

Velocidade do equipa- À venda no 1


mento de trabalho T mercado Cronômetro

À venda no
Voltagem ou resistência U mercado Multímetro 1

4 WP051D0100
Manual de Oficina Testes e ajustes

Medição da rotação do motor 2. Medição da rotação do motor em marcha lenta


1) Dê a partida e coloque a alavanca de controle do
combustível na posição correspondente à mar-
a Meça a rotação do motor dentro das seguintes condi-
cha lenta.
ções:
2) Coloque a alavanca PCCS e a alavanca de con-
• Temperatura do líquido de arrafecimento do motor:
trole do equipamento de trabalho em neutro e
Na faixa de operação
meça a rotação do motor.
• Temperatura do óleo hidráulico:
Na faixa de operação
3. Medição da rotação do motor em alta
• Temperatura do óleo do trem de força:
1) Dê a partida e coloque o botão de controle do
Na faixa de operação
combustível na posição correspondente a alta ro-
tação.
2) Coloque a alavanca PCCS e a alavanca de con-
1. Preparativos
trole do equipamento de trabalho em neutro e
LIGUE a chave de partida e programe no painel
meça a rotação do motor.
monitor o “Modo de monitoração” como preparativo
para a medição da rotação do motor.
4. Medição da rotação do motor com o pedal desacele-
a O método de operação encontra-se detalhado no
rador aplicado
tópico do presente manual intitulado “Funções
1) Dê a partida e coloque o botão de controle do
especiais do painel monitor (EMMS)”
combustível na posição correspondente a alta ro-
• Código de monitoração: 01000 (Rotação do motor)
tação.
2) Coloque a alavanca PCCS e a alavanca de con-
trole do equipamento de trabalho em neutro, pres-
sione o pedal desacelerador e meça a rotação
do motor.

5. Medição da rotação de estol do conversor de torque


1) Dê a partida e coloque o botão de controle do
combustível na posição correspondente a mar-
cha lenta.
2) Aplique firmemente o pedal do freio, desaplican-
do a alavanca do freio de estacionamento e colo-
cando a alavanca PCCS na terceira marcha
avante.
a Confirme se o painel monitor exibe em sua
parte superior o modo de exibição normal, no
caso [F3], passando, então, para a etapa se-
guinte.
a Mantenha o sistema direcional em neutro.
3) Pressione o pedal desacelerador e coloque o
botão de controle do combustível na posição cor-
respondente a alta rotação.
4) Vá retornando o pedal desacelerador lentamente
até o conversor de torque estolar com o motor em
alta rotação.
k Mantenha o pedal do freio firmemente aplicado,
mantendo, para sua segurança, seu pé direito
no pedal desacelerador até que a operação es-
teja finalizada.
5) Assim que o indicador da temperatura do óleo do
trem de força atingir a linha superior da escala
verde, retorne a alavanca PCCS para neutro.

WP051D0100 5
Testes e ajustes Manual de Oficina

6) Repita os passos 2) a 5) que acabamos de des-


crever 3 vezes.
7) Repita novamente os passos 2) a 4) e meça a
rotação do motor decorridos cerca de 5 segun-
dos após o indicador da temperatura do óleo do
trem de força atingir a linha superior da escala
verde.
a Finalizada a medição, retorne a alavanca
PCCS a neutro e baixe a temperatura do óleo
do trem de força com o motor em alta rota-
ção.
a Há também o seguinte método para a medi-
ção da rotação do motor:
• O painel monitor deve estar no “Modo au-
xiliar Pm clinic”
• Estando o painel monitor no modo de exi-
bição normal, a seção multiinformativa
exibe alternadamente a leitura do
horímetro e a rotação do motor a cada
vez que o interruptor acessador de infor-
mações é passado para a direita ou para
a esquerda.

6 WP051D0100
Manual de Oficina Testes e ajustes

Medição da pressão do ar de admissão 3. Instale o niple (R 1/4) do manômetro hidráulico A1 e


conecte o indicador [2] do kit de manômetros para
(pressão de reforço) pressão de reforço A2 no manômetro hidráulico.
a Instrumentos de medição da pressão do ar de ad- 4. Funcione o motor em rotação média ou acima dela e
missão (pressão de reforço) drene o óleo da mangueira.
a Introduza a junta do indicador e da mangueira até
Símbolo Código da Peça Denominação da Peça a metade e abra o autoretentor localizado no lado
1 799-101-5002 Manômetro hidráulico da mangueira repetidamente, drenando, assim,
A o óleo.
2 799-201-2202 Kit de manômetros para pres-
são de reforço a Caso disponha de kit Pm (A), você poderá usar o
acoplamento de sangria de ar (790-261-1130)
pertencente ao kit.
k Ao instalar ou remover o instrumento de medição, a Se ficar óleo na mangueira, o manômetro não irá
tenha o máximo de cautela para não tocar em par- funcionar, assim sendo, lembre-se sempre de
tes aquecidas do motor. drenar todo o óleo.
a Meça a pressão do ar de admissão (pressão de re-
forço) dentro das seguintes condições: 5. Meça a pressão do ar de admissão (pressão de re-
• Temperatura do líquido de arrefecimento do motor: forço) com o conversor de torque em estol e o motor
Na faixa de operação em alta rotação.
• Temperatura do óleo do trem de força: a O procedimento para estolar o conversor de
Na faixa de operação torque encontra-se detalhado no tópico do pre-
• Temperatura do óleo hidráulico: sente manual intitulado “Medição da rotação do
Na faixa de operação motor”
a Normalmente, a pressão do ar de admissão
1. Abra a tampa lateral esquerda do motor. (pressão de reforço) deve ser medida com o
motor operando na rotação nominal. No campo,
2. Remova o bujão de tomada da pressão de reforço do entretanto, é possível obter um valor aproximado
conector de admissão de ar (PT 1/4) (1) estolando-se o conversor de torque.

6. Concluída a medição, remova os instrumentos de


medição e recoloque as peças removidas em suas
posições originais.

WP051D0100 7
Testes e ajustes Manual de Oficina

Medição da coloração dos gases des-


prendidos pelo escapamento do motor
a Instrumentos para a medição da coloração dos ga-
ses desprendidos pelo escapamento do motor

Símbolo Código da Peça Denominação

1 799-201-9000 Colorímetro manual para fumaça


C
2 À venda no mercado Medidor de fumaça

k Ao instalar ou remover os instrumentos de medição,


tome cuidado para não tocar em peças quentes.
a Caso não esteja disponível no campo uma fonte pneu-
mática e uma fonte de alimentação elétrica, use o 2) Conecte a mangueira da sonda de prova, o re-
colorímetro manual para fumaça C1. Para o registro ceptáculo do interruptor do acelerador e a man-
de dados oficiais, use o medidor de fumaça C2 gueira de ar no medidor de fumaça C2
a Meça a coloração dos gases desprendidos pelo es- a Limite a pressão de suprimento de ar a 1,5
capamento do motor dentro das seguintes condições: MPa {15 kgf/cm²}
• Temperatura do líquido de arrefecimento do motor: 3) Conecte o cabo de alimentação elétrica a um re-
Dentro da faixa de operação ceptáculo de 100 V c.a.
a Antes de conectar o cabo, certifique-se de que
1. Medição com o emprego do colorímetro manual para o interruptor liga/desliga do medidor de fu-
fumaça C1 maça está desligado.
1) Adapte uma folha de filtro de papel ao colorímetro 4) Solte a porca da tampa da bomba de sucção e
para fumaça C1 adapte o filtro de papel.
2) Introduza o tudo de admissão dos gases des- a O filtro de papel deve estar bem encaixado a
prendidos pelo escapamento do motor no tubo fim de que os gases desprendidos pelo es-
do escapamento (1) capamento do motor sejam totalmente reti-
3) Dê a partida. dos.
4) Acelere o motor bruscamente ou funcione-o em 5) Ligue o interruptor liga/desliga do medidor de fu-
alta rotação e opere o manípulo do colorímetro maça C2
para fumaça C1 a fim de que ocorra a absorção
dos gases desprendidos pelo escapamento do
motor pelo filtro de papel.

6) Dê a partida.
7) Acelere o motor bruscamente ou funcione-o em
alta rotação, pressione o pedal acelerador do me-
5) Remova o filtro de papel e compare-o com a es- didor de fumaça C2 e colete os gases desprendi-
cala que acompanha o instrumento a fim de fazer dos pelo escapamento do motor no filtro de pa-
a avaliação final. pel.
6) Terminada a medição, remova os instrumentos 8) Coloque o filtro de papel contaminado sobre o
de medição e reinstale as peças e componentes filtro de papel limpo (empregando pelo menos
removidos em suas posições originais. 10 folhas de filtro de papel) no encaixe para filtro
de papel e leia o valor indicado.
2. Medição com o emprego do medidor de fumaça C2 9) Concluída a medição, remova os instrumentos
1) Introduza a sonda de prova [1] do medidor de fu- de medição e reinstale as peças e componentes
maça C2 na saída do tubo do escapamento (1), removidos em suas posições originais.
fixando-a ao tudo do escapamento por meio de
uma presilha.

8 WP051D0100
Manual de Oficina Testes e ajustes

Ajuste da folga das válvulas 5. Remova a placa (4) da carcaça do volante.


a Para remover a placa (4), basta soltar os dois
a Instrumentos de ajuste da folga das válvulas parafusos de fixação da placa (11)

Símbolo Código da Peça Denominação

1 795-799-1131 Engrenagem
D 2 À venda no mercado Calibre apalpador

3 795-799-1900 Conjunto de pinos

1. Remova a tampa de inspeção da lateral esquerda da


tampa do radiador.

2. Remova a tampa do cabeçote do motor (1). Detalhes


podem ser encontrados no tópico da seção
DESMONTAGEM E MONTAGEM do presente manual
intitulado “Desmontagem e Montagem do Conjunto
do Cabeçote do Motor”
6. Remova a tampa (5)

3. Remova a tampa lateral esquerda do motor.


7. Instale a engrenagem D1
4. Remova os parafusos de fixação do conjunto do re-
servatório do lavador (2) e do recipiente do ar condici-
onado (3), prendendo-os por meio de um cabo ou
algum outro prendedor desse tipo.

WP051D0100 9
Testes e ajustes Manual de Oficina

8. Gire o virabrequim avante por meio da engrenagem 9. Quando o cilindro No 1 estiver no ponto morto superi-
D1 até a marca amarela (a) existente na polia do or de compressão, ajuste a folga das válvulas nos
virabrequim atingir seu ponto mais alto, colocando o pontos assinalados com o símbolo q no esquema
cilindro No 1 no ponto morto superior da compressão, abaixo segundo os procedimentos que passaremos
usando, para tanto, o pino de sincronização do tempo a detalhar a seguir:
de injeção (6)
a No ponto morto superior, o balancim do cilindro Esquema de disposição das válvulas
No 1 pode ser movido manualmente o equivalen-
te à distância da folga das válvulas. Caso não
consiga mover o balancim, é porque o cilindro No do Cilindro
não se encontra no ponto morto superior de com-
pressão. Gire o virabrequim mais uma vez.
a Profundidade de introdução do pino de sincroni- Válvula de
zação do tempo de injeção: 8 mm escape
a Se tiver dificuldade em fazer a checagem com o
pino de sincronização do tempo de injeção insta- Válvula de
admissão
lado no motor, você pode usar um outro conjunto
de pinos metálicos D3
a Após colocar o cilindro No 1 no ponto morto supe-
rior de compressão, faça marcas de referência
na polia do virabrequim e na tampa frontal

1) Introduza o calibre apalpador D2 na folga (b) exis-


tente entre o balancim (7) e a haste da válvua (8),
procedendo, então, ao ajuste da folga por meio
do parafuso de ajuste (9)
a Enquanto o calibre apalpador permanecer in-
troduzido, gire e ajuste o parafuso de ajuste
de modo que seja possível mover o calibre
apalpador empregando pouca força.
2) Fixe o parafuso de ajuste (9) e aperte a porca de
trava (10)
3 Porca de trava: 24 ± 4 Nm {2,45 ± 0,41 kgm}
a Após apertar a porca de trava, volte a verificar
a folga das válvulas.
a Finalizado o ajuste de todas as válvulas assi-
naladas com o símbolo q, reinstale o pino
de sincronização do tempo de injeção (6) e
passe para a etapa seguinte.

10 WP051D0100
Manual de Oficina Testes e ajustes

10. Gire o virabrequim avante por meio da engrenagem


D1 até as marcas de referência na polia do virabrequim
e na tampa frontal coincidirem, colocando o cilindro
No 6 no ponto morto superior de compressão.

11. Com o cilindro No 6 no ponto morto superior de com-


pressão, ajuste a folga das válvulas assinaladas com
o símbolo Q.
a O procedimento aplicável é idêntico ao explicado
no passo 9

12. Finalizado o ajuste, reinstale as peças e componen-


tes removidos em suas posições originais.
3 Parafuso de fixação da tampa do cabeçote do
motor:
24 ± 4 Nm {2,45 ± 0,41 kgf•cm}

WP051D0100 11
Testes e ajustes Manual de Oficina

Medição da pressão de compressão 5. Remova os parafusos de fixação e o suporte do bico


injetor (3) do cilindro a ser medido.
a Instrumentos para a medição da pressão de com- a Tome cuidado para que não ocorra o ingresso de
pressão partículas estranhas na parte de fixação do su-
porte do bico injetor.
Símbolo Código da Peça Denominação a Caso encontre dificuldade na remoção do supor-
te do bico injetor, utilize a ferramenta E3
1 795-790-3610 Medidor de compressão
E 2 795-790-3710 Testador

3 795-799-1171 Sacador

k Na medição da pressão de compressão, tome todo


cuidado para não se queimar no coletor de escape,
silencioso, etc. ou ter alguma parte de seu corpo pre-
sa em uma peça rotativa.

1. Aqueça o motor até a temperatura do óleo atingir 40 a


60 oC

2. Ajuste a folga das válvulas.


a Veja “Ajuste da Folga das Válvulas”

3. Tome os preparativos para a medição da rotação do


motor. 6. Adapte o testador E2 e o medidor de compressão E1
a Veja “Testes e Ajustes da Rotação do Motor” na seção de fixação do suporte do bico injetor.

4. Desconecte o tubo ladrão (1) e o tubo de injeção de


combustível (2)

12 WP051D0100
Manual de Oficina Testes e ajustes

7. Desconecte o conector E31 (4) da solenóide de para-


da do motor.

8. Vire o motor por meio do motor de partida e meça a


pressão de compressão.
a A leitura da pressão deverá ser feita quando o
ponteiro do medidor de compressão estiver es-
tabilizado.
a Enquanto estiver medindo a pressão de compres-
são, aproveite para medir também a rotação do
motor, verificando se a mesma se situa dentro da
faixa de parâmetros de medição.

9. Terminada a medição, remova os instrumentos de


medição e reinstale as peças e componentes remo-
vidos em suas posições originais.

WP051D0100 13
Testes e ajustes Manual de Oficina

Medição da pressão de sopro no cárter 3. Meça a pressão de sopro no cárter com o conversor
de torque em estol e o motor em alta rotação.
a Instrumento para a medição da pressão de sopro no a O procedimento de estol do conversor de torque
cárter encontra-se detalhado no tópico do presente ma-
nual intitulado “Medição da rotação do motor” (Nor-
Símbolo Código da Peça Denominação
malmente, a pressão de sopro no cárter deve ser
medida com o motor funcionando na rotação no-
Kit de medição da pressão de minal)
F 799-201-1504 sopro no cárter
No campo, o estol do conversor de torque permi-
te obter um valor aproximado.
a Meça a pressão de sopro no cárter dentro das se- a Caso não seja possível funcionar o motor na ro-
guintes condições: tação nominal ou estolar o conversor de torque,
• Temperatura do líquido de arrefecimento do motor: faça a medição com o motor funcionando em alta
Dentro da faixa de operação rotação. O valor obtido, nesse caso, corresponde
• Temperatura do óleo do trem de força: a cerca de 80% da pressão de sopro no cárter
Dentro da faixa de operação em rotação nominal.
• Temperatura do óleo hidráulico: a Dependendo das condições do motor, a pressão
Dentro da faixa de operação de sopro no cárter poderá variar amplamente. Se
o valor medido for considerado anormal, verifi-
1. Abra a tampa lateral esquerda do motor. que se há registro de aumento no consumo de
óleo, coloração imprópria dos gases desprendi-
2. Instale o bico [1] do verificador do sopro no cárter F na dos pelo escapamento do motor, deterioração do
mangueira de sopro no cárter (1), conectando-os ao óleo, alta taxa de deterioração do óleo, ou, ainda,
medidor [2] outros sintomas correlatos, todos eles ligados a
pressão de sopro no cárter anormal.

4. Tendo a medição chegado ao fim, remova os instru-


mentos de medição e reinstale as peças e compo-
nentes removidos em suas posições originais.

14 WP051D0100
Manual de Oficina Testes e ajustes

Testes e ajustes do ponto de sincroniza- 5. Remova a placa (4) da carcaça do volante.


a Para remover a placa (4), basta soltar os dois
ção do tempo de injeção de combustível parafusos de fixação da placa (11)
a Instrumentos para testes e ajustes do ponto de sin-
cronização do tempo de injeção de combustível

Símbolo Código da Peça Denominação

1 795-799-1131 Engrenagem
G 2 795-799-1900 Conjunto de pinos

3 795-799-1950 Pino de trava

Testes
1. Remova a tampa de inspeção da lateral esquerda da
tampa do radiador.

2. Remova a tampa do cabeçote do motor (1). Detalhes


podem ser encontrados no tópico da seção 6. Remova a tampa (5)
DESMONTAGEM E MONTAGEM do presente manual
intitulado “Desmontagem e Montagem do Conjunto
do Cabeçote do Motor”

7. Instale a engrenagem G1

3. Remova a tampa lateral esquerda do motor.

4. Remova os parafusos de fixação do conjunto do re-


servatório do lavador (2) e do recipiente do ar condici-
onado (3), fixando-os por meio de um cabo ou outro
fixador desse tipo.

WP051D0100 15
Testes e ajustes Manual de Oficina

8. Gire o virabrequim avante por meio da engrenagem 9. Remova o bujão (7) da bomba injetora de combustí-
G1 até a marca amarela (a) existente na polia do vel.
virabrequim chegar a seu ponto mais alto, colocando,
então o cilindro No 1 no ponto morto superior de com- 10. Gire e introduza o pino de sincronização do tempo de
pressão utilizando o pino de sincronização do tempo injeção (8) da bomba injetora de combustível e verifi-
de injeção (6) que se seu rasgo se encaixa na saliência (b) da bom-
a Verifique se o balancim do cilindro No 1 no ponto ba.
morto superior pode ser movido manualmente o a Caso seja possível introduzir suavemente o pino
equivalente à distância da folga das válvulas. Em de sincronização do tempo de injeção, é porque
caso negativo, é porque o cilindro não se encon- o ponto de injeção de combustível está correto.
tra no ponto morto superior de compressão. Gire a Não sendo possível a introdução do pino de sin-
o virabrequim mais uma volta. cronização do tempo de injeção, é porque o pon-
a Profundidade de introdução do pino de sincroni- to de injeção de combustível não está correto e
zação do tempo de injeção: 8 mm deve ser ajustado.
a Caso não seja possível introduzir o pino, mova o a Caso a checagem esteja de difícil execução com
virabrequim ligeiramente por intermédio da en- o pino de sincronização do tempo de injeção ins-
grenagem G1 talado na bomba de injeção de combustível, em-
a Caso a checagem esteja de difícil execução com pregue outro conjunto de pinos metálicos G3
o pino de sincronização do tempo de injeção ins-
talado no motor, utilize outro conjunto de pinos
metálicos G2

11. Completados os testes, remova os instrumentos de


medição e reinstale as peças e componentes remo-
vidos em suas posições originais.
3 Parafuso de fixação da tampa do cabeçote do
motor:
24 ± 4 Nm {2,45 ± 0,41 kgf•cm}
k Certifique-se de haver reinstalado o pino de sin-
cronização do tempo de injeção (6) da engrena-
gem motriz e o pino de sincronização do tempo
de injeção (8) da bomba injetora de combustí-
vel.
a Tendo o ajuste sido levado a cabo com êxito, dei-
xe a engrenagem G1 e o pino de sincronização
do tempo de injeção (6) como estão.

16 WP051D0100
Manual de Oficina Testes e ajustes

Ajuste 5. Finalizado o ajuste, remova os instrumentos de ajus-


a Se o tempo de injeção de combustível não estiver, te e volte a instalar as peças e componentes removi-
correto, ajuste-o, utilizando-se, para tanto, do proce- dos em suas posições originais.
dimento que passaremos a descrever a seguir: k Jamais deixe de reinstalar o pino de sincroniza-
1. Verifique se o ponto de injeção de combustível da ção do tempo de injeção (6) da engrenagem
engrenagem motriz encontra-se fixado por meio do motriz e o pino de sincronização do tempo de
pino de sincronização do ponto de injeção (6) injeção (8) da bomba injetora de combustível.
a Caso o pino de sincronização do tempo de inje-
ção retornar após o teste, volte a introduzí-lo se-
gundo o procedimento de teste

2. Remova a bomba de injeção de combustível


a Veja na seção do presente manual
DESMONTAGEM E MONTAGEM o tópico intitulado
“Remoção e instalação do conjunto da bomba
injetora de combustível”

3. Gire e introduza o pino de sincronização do tempo de


injeção (8) da bomba injetora de combustível e gire o
eixo até o rasgo do pino ajustar-se à saliência (b)
existente na bomba.
a Terminado o ajuste do pino de sincronização do
tempo de injeção da bomba injetora de combus-
tível, aperte e fixe o bujão (7)

4. Instale a bomba injetora de combustível.


a Veja, para tanto, na seção do presente manual
DESMONTAGEM E MONTAGEM o tópico intitulado
“Remoção e instalação do conjunto da bomba
injetora de combustível”

WP051D0100 17
Testes e ajustes Manual de Oficina

Medição da pressão do óleo do motor 3. Dê a partida e meça a pressão do óleo tanto em mar-
cha lenta, como em alta rotação.
a Instrumentos para a medição da pressão do óleo do
motor

Símbolo Código da Peça Denominação

799-101-5002 Manômetro hidráulico


1
H 790-261-1203 Manômetro hidráulico digital

Manômetro hidráulico
3 799-401-2320 (1,0 MPa {10 kgf/cm²})

a Meça a pressão do óleo do motor dentro das seguin-


tes condições:
• Temperatura do líquido de arrefecimento do mo-
tor: Na faixa de operação
1. Abra a tampa lateral esquerda do motor e remova o
bujão (1) (R 1/8) para a medição da pressão do óleo. 4. Terminada a medição, remova os instrumentos de
medição e reinstale as peças e componentes remo-
vidos em suas posições originais.

2. Instale o niple [1] do manômetro hidráulico H1 e


conecte-os ao manômetro hidráulico H2

18 WP051D0100
Manual de Oficina Testes e ajustes

Testes e ajustes da tensão da correia do Ajuste do sensor da rotação do motor


compressor do ar condicionado
a Antes de iniciar o ajuste propriamente dito, remova o
Teste sensor da rotação do motor (1) Verifique se a ponta
• Pressione com o dedo o ponto intermediário entre a do sensor apresenta limalha de ferro aderida ou da-
polia do compressor do ar condicionado e a polia de nos. Feita essa checagem, adapte a ponta.
acionamento e meça a deflexão a da correia.
a Força aproximada a ser empregada na compressão:
98 N {10 kg}

1. Parafuseie o sensor (1) até sua ponta chegar à ponta


do dente da engrenagem anelar do volante (2)
2 Roscas: Composto para vedação de juntas
Ajuste (LG-6)
a Caso a deflexão revele-se anormal, ajuste-a por meio
do procedimento que passaremos a descrever: 2. Retorne o sensor (1) dentro do ângulo especificado
a Ângulo de retorno do sensor: 3/6 a 4/6 de volta
1. Solte 4 parafusos de fixação do suporte do compres- a Ajuste a folga (a) entre a ponta do sensor e a
sor (1) ponta do dente da engrenagem em um valor com-
preendido entre 0,75 e 1,0 mm
2. Solte a porca de trava (2) e ajuste a tensão da correia
girando o parafuso de ajuste (3) 3. Prenda o sensor (1) por meio da porca (3)
2 Porca: 49,0 – 68,6 Nm {5 – 7 kgm}
3. Uma vez ajustada a tensão dentro do valor de referên-
cia, aperte a porca de trava (2) e 4 parafusos de fixa-
ção do suporte do compressor (1)

4. Tendo acabado o ajuste, verifique se, na função de


monitoração, o painel monitor exibe normalmente a
rotação do motor.
a Detalhes a respeito da função de monitoração
podem ser encontrados no tópico do presente
manual intitulado “Funções especiais do painel
monitor”

WP051D0100 19
Testes e ajustes Manual de Oficina

Ajuste da articulação de controle do combustível

Alta rotação Marcha lenta

1. LIGUE a chave de partida e coloque o botão de con- 3. Instale o cabo de desaceleração (6)
trole do combustível na posição correspondente a alta
rotação. 4. Ajuste a dimensão instalada (b) do cabo de
desaceleração (6) de modo que o pedal desacelerador
2. Ajuste a dimensão instalada a da mola louca (3) de (7) toque o batente (2) no lado de curso total do con-
modo que a alavanca do governador (1) toque o ba- junto do pedal.
tente (3) no lado de máxima rotação da bomba injetora. • Dimensão instalada padrão do cabo de
• Dimensão instalada padrão (a) da mola louca desaceleração (6): 267 mm
(3): 375 mm a Use o esticador (10) para o ajuste (Não ajuste o
a Faça o ajuste com a extremidade da haste (4) ou batente (8) no lado de curso total do conjunto do
(5) pedal)
Durante o ajuste, tome cuidado para que não ocor-
ra a deformação da mola louca (3)

20 WP051D0100
Manual de Oficina Testes e ajustes

5. Dê a partida e programe o “Modo de monitoração com


dupla exibição” no painel monitor como preparativo
para a medição da rotação do motor e da voltagem no
potenciômetro de desaceleração.
a O método de operação encontra-se detalhado no
tópico do presente manual intitulado “Funções
especiais do painel monitor (EMMS)”
• Código de monitoração: 50001 (valor da voltagem
do pedal desacelerador)
(A leitura da voltagem é fornecida em mV)
• Código de monitoração: 01000 (rotação do motor)
(A leitura da rotação do motor é fornecida em rpm)

WP051D0100 21
Testes e ajustes Manual de Oficina

6. Rotação em alta 2) Se o cabo de desaceleração (6) estiver curto e


Coloque o botão de controle do combustível na posi- excessivamente puxado, extenda-o utilizando o
ção correspondente a alta rotação e verifique se a esticador (10)
rotação em alta encontra-se em um valor normal. Nesse caso, não deixe que o pedal desacelerador
• Rotação em alta: 1950 – 2050 rpm (7) perca o contato com o batente (8) no lado do
• Voltagem de saída do potenciômetro: 2,5 ± 0,05 V fim de seu curso.
• Dimensão instalada padrão (c) do parafuso ba- a Caso a voltagem de saída do potenciômetro não
tente (8): 26,5 mm esteja em seu valor normal, adote os seguintes
a Caso a rotação do motor não esteja dentro de procedimentos:
seu valor normal, siga o roteiro de procedimen- • Voltagem de saída máxima do potenciômetro igual
tos que passaremos a descrever agora: a 2,45 V:
• Rotação máxima do motor: 1950 rpm Solte o esticador (10) para abaixar o pedal
1) Se a mola louca (3) apresentar um comprimento desacelerador (7)
excessivamente longo para sua total retração, en- • Voltagem de saída mínima do potenciômetro igual
curte-o mexendo na extremidade da haste (4) ou a 2,55 V:
(5). Neste caso, tome cuidado para não deformar Aperte o esticador (10) para elevar o pedal
a mola louca (3) desacelerador.

22 WP051D0100
Manual de Oficina Testes e ajustes

7. Ajuste a rotação do motor com o pedal desacelerador


aplicado
Coloque o botão de controle do combustível na posi-
ção correspondente a alta rotação e pressione o pe-
dal desacelerador (7) até ele tocar no parafuso do
batente (9). Verifique se a rotação do motor com o
pedal desacelerador aplicado encontra-se em seu
valor normal.
• Rotação do motor com o pedal desacelerador apli-
cado:
1150 – 1200 rpm
• Voltagem de saída do potenciômetro: 3,1 ± 0,2 V
a Se a rotação do motor com o pedal desacelerador
aplicado não estiver dentro de seu valor normal,
ajuste a dimensão instalada (d) do parafuso ba-
tente (9)
• Dimensão instalada padrão do parafuso batente
(d): 15,5 mm

8. Ajuste do motor do governador


Finalizado o ajuste da rotação em alta e da rotação do
motor com o pedal desacelerador aplicado, ajuste o
motor do governador
(modo de ajuste: 0801)
a O método de operação aplicável encontra-se de-
talhado no tópico do presente manual intitulado
“Funções especiais do painel monitor (EMMS)”

WP051D0100 23
Testes e ajustes Manual de Oficina

Medição da pressão do óleo do trem de


força
a Instrumentos para a medição da pressão do óleo do
trem de força

Símbolo Código da Peça Denominação


799-101-5002 Manômetro hidráulico
1 790-261-1203 Manômetro hidráulico digital

J 2 799-401-2320 Manômetro hidráulico


(1,0 MPa {10 kgf/cm²}
799-101-5220 Niple (10 x 1,25 mm)
3 07002-11023 Anel “O”

k Estacione a máquina sobre um piso plano, baixe o


1. Medição da pressão do freio
equipamento de trabalho ao solo e TRAVE firmemen-
1) Remova o bujão localizado na seção de medição
te a alavanca do freio de estacionamento e a ala-
da pressão do óleo (2) e conecte o niple J3 e o
vanca de trava de segurança.
manômetro da pressão do óleo [1] do manômetro
a Meça a pressão do óleo do trem de força dentro das
hidráulico J1 ao orifício do bujão.
seguintes condições:
a Utilize um manômetro para a medição da pres-
• Temperatura do óleo do trem de força: 70 – 80 oC
são do óleo de 5,9 MPa {60 kgf/cm²}
a A seção de medição da pressão do óleo do trem de
força (orifício de detecção centralizada de pressão)
está instalada no interior da tampa de inspeção (1),
na parte externa direita da cabina do operador.

2) Dê a partida e desaplique a alavanca do freio de


estacionamento.
3) Meça a pressão do óleo com o motor funcionan-
a Lista de pontos de medição de pressão e manômetros do tanto em marcha lenta como em alta rotação.
a serem empregados: a Confirme se a leitura da pressão do óleo
corresponde a 0 quando o pedal do freio está
Manômetro aplicado ou a alavanca do freio de estacionamen-
No Ponto de medição (MPa {kgf/cm²}) to encontra-se travada.
1 Pressão do freio 5,9 {60}
Pressão do óleo na entrada do conver-
2 sor de torque 2,5 {25}
Pressão do óleo na saída do conversor
3 de torque 0,98 {10}

4 Pressão de alívio principal da transmissão 5,9 {60}

24 WP051D0100
Manual de Oficina Testes e ajustes

4) Finalizada a medição, remova os instrumentos 3. Medição da pressão na saída do conversor de torque


de medição e reinstale as peças e componentes 1) Remova o bujão na seção de medição da pres-
removidos em suas posições originais. são do óleo (4) e conecte o niple J3 e o manômetro
hidráulico J2 no orifício do bujão.
2. Medição da pressão de entrada do conversor de a Para a medição da pressão do óleo, use um
torque manômetro de 0,98 MPa {10 kgf/cm²}
1) Remova o bujão localizado na seção de medição
da pressão do óleo (3) e conecte o niple J3 e o
manômetro para medição da pressão do óleo [1]
do manômetro hidráulico J1 no orifício do bujão.
a Para a medição da pressão do óleo, use um
manômetro de 2,5 MPa {25 kgf/cm²}

2) Dê a partida e coloque a alavanca PCCS total-


mente em neutro.
3) Meça a pressão do óleo com o motor funcionan-
do tanto em marcha lenta como em alta rotação.

2) Dê a partida e coloque a alavanca PCCS total-


mente em neutro.
3) Meça a pressão do óleo com o motor funcionan-
do tanto em marcha lenta como em alta rotação.
4) Terminando de fazer a medição, remova os ins-
trumentos de medição e reinstale as peças e
componentes removidos em suas posições ori-
ginais.

4) Finalizada a medição, remova os instrumentos


de medição e reinstale as peças e componentes
removidos em suas posições originais.

WP051D0100 25
Testes e ajustes Manual de Oficina

4. Medição da pressão do óleo em alívio principal da 5. Medição da pressão das embreagens


transmissão • Remova o conjunto do assento do operador e
1) Remova o bujão localizado na seção de medição meça a pressão das embreagens a partir do alto
da pressão do óleo (5) e conecte o niple J3 e o da armação do soalho.
manômetro para a medição da pressão do óleo a Tabela de localização dos pontos de tomada de
[1] do manômetro hidráulico J1 no orifício do bu- pressão centralizada para a medição da pressão
jão. do óleo e manômetros a serem empregados:
a Para a medição da pressão do óleo, utilize
um manômetro de 5,9 MPa {60 kgf/cm²} No Ponto de medição Manômetro
(MPa {kgf/cm²})
Pressão do óleo na embreagem de
5 avante da transmissão 5,9 {60}

Pressão do óleo na embreagem de ré


6 da transmissão 5,9 {60}

Pressão do óleo da embreagem de


7 primeira da transmissão 5,9 {60}

Pressão do óleo da embreagem de


8 segunda da transmissão 5,9 {60}

9 Pressão do óleo da embreagem de 5,9 {60}


terceira da transmissão

2) Dê a partida e coloque a alavanca PCCS total-


mente em neutro.
3) Meça a pressão do óleo com o motor funcionan-
do tanto em marcha lenta como em alta rotação.
4) Concluindo a medição, remova os instrumentos
de medição e reinstale as peças e componentes
removidos em suas posições originais.

26 WP051D0100
Manual de Oficina Testes e ajustes

1) Medição da pressão da embreagem de avante 5] Finalizada a medição, remova os instrumen-


da transmissão tos de medição e reinstale as peças e com-
1] Remova o bujão de tomada da pressão do ponentes removidos em suas posições ori-
óleo (6) e conecte o manômetro para a medi- ginais.
ção da pressão do óleo [1] do manômetro
hidráulico J1 ao orifício do bujão. 4) Medição da pressão da embreagem de segunda
a Para a medição da pressão do óleo, utilize da transmissão
um manômetro de 5,9 MPa {60 kgf/cm²} 1] Remova o bujão de tomada da pressão do
2] Dê a partida e desaplique a alavanca do freio óleo (9) e conecte o manômetro para a medi-
de estacionamento. ção da pressão do óleo [1] do manômetro
3] Mantendo o pedal do freio aplicado, coloque hidráulico J1 no orifício do bujão.
a alavanca PCCS na terceira marcha avante. a Para a medição da pressão do óleo, utilize
4] Meça a pressão do óleo com o motor funcio- um manômetro de 5,9 MPa {60 kgf/cm²}
nando em alta rotação. 2] Dê a partida e desaplique a alavanca do freio
k Para estolar o conversor de torque, de estacionamento.
mantenha o pedal do freio firmemente 3] Mantendo o pedal do freio aplicado, coloque
aplicado. a alavanca PCCS na segunda marcha a ré.
5] Tendo terminado a medição, remova os ins- 4] Meça a pressão do óleo com o motor funcio-
trumentos de medição e reinstale as peças nando em marcha lenta.
e componentes removidos em suas posi- k Para estolar o conversor de torque, man-
ções originais. tenha o pedal do freio firmemente apli-
cado.
2) Medição da pressão da embreagem de ré da k Durante a medição, não eleve a rotação
transmissão do motor até ela chegar em um pata-
1] Remova o bujão de tomada da pressão do mar alto.
óleo (7) e conecte o manômetro para a medi- 5] Uma vez concluída a medição, remova os ins-
ção da pressão do óleo [1] do manômetro trumentos de medição e reinstale as peças e
hidráulico J1 no orifício do bujão. componentes removidos em suas posições
a Para a medição da pressão do óleo, utilize originais.
um manômetro de 5,9 MPa {60 kgf/cm²}
2] Dê a partida e desaplique a alavanca do freio 5) Medição da pressão do óleo da embreagem de
de estacionamento. terceira da transmissão
3] Mantendo o pedal do freio aplicado, coloque 1] Remova o bujão de tomada da pressão do
a alavanca PCCS na terceira marcha em ré. óleo (10) e conecte o manômetro para medi-
4] Meça a pressão do óleo com o motor funcio- ção da pressão do óleo [1] do manômetro
nando em alta rotação. hidráulico J1 no orifício do bujão.
k Para estolar o conversor de torque, a Para a medição da pressão do óleo, utilize
mantenha o pedal do freio firmemente um manômetro de 5,9 MPa {60 kgf/cm²}
aplicado. 2] Dê a partida e desaplique a alavanca do freio
5] Uma vez finalizada a medição, remova os ins- de estacionamento.
trumentos de medição e volte a instalar as 3] Mantendo o pedal do freio aplicado, coloque
peças e componentes removidos em suas a alavanca PCCS na terceira marcha avante.
posições originais. 4] Meça a pressão do óleo com o motor funcio-
nando em marcha lenta.
3) Medição da pressão da embreagem de primeira k Para estolar o conversor de torque, man-
da transmissão tenha o pedal do freio firmemente apli-
1] Remova o bujão de tomada da pressão do cado.
óleo (8) e conecte o manômetro para a medi- k Durante a medição, não eleve a rotação
ção da pressão do óleo [1] do manômetro do motor até ela chegar a um patamar
hidráulico J1 no orifício do bujão. alto.
a Para a medição da pressão do óleo, use um 5] Quando a medição estiver terminada, remo-
manômetro de 5,9 MPa {60 kgf/cm²} va os instrumentos de medição e reinstale
2] Dê a partida e desaplique a alavanca do freio as peças e componentes removidos em suas
de estacionamento. posições originais.
3] Mantendo o pedal do freio aplicado, coloque
a alavanca PCCS na primeira marcha avante.
4] Meça a pressão do óleo com o motor funcio-
nando em marcha lenta.
k Para estolar o conversor de torque,
mantenha o pedal do freio firmemente
aplicado.
k Durante a medição, não eleve a rotação
do motor até chegar em um patamar
alto.

WP051D0100 27
Testes e ajustes Manual de Oficina

Ajuste do sensor de rotação da transmis- 2) Puxe o conector do sensor (3) do orifício do flange
do tubo (6), introduzindo-o no conjunto do conector
são (segundo o procedimento de substi- (7) (A introdução deve ser bem feita, só devendo
tuição) pará-la quando você ouvir um clique)

1. Remova a tampa inferior do reservatório de combus-


tível, retirando, então, o conjunto do sensor de rota-
ção da transmissão (1) da carcaça do sistema
direcional (2)

3) Instale o conjunto do conector (7) no tubo (6)


3 Parafuso de fixação:
4,9 – 6,9 Nm {0,5 – 0,7 kgm}
4) Introduza o sensor (3) no ressalto do tubo (6),
prendendo-o por intermédio das porcas (4) e (5)
a Dimensão instalada do sensor: Dimensão
2. Meça a dimensão instalada L do sensor removido (3) medida quando removido L ± 0,2 mm
a Quando fizer a substituição do sensor, certifique- 3 Porca de trava: 49 – 68,7 Nm {5 – 7 kgm}
se de medir a dimensão L 2 Roscas do sensor:
Adesivo líquido (LT-2)

4. Instale o conjunto do sensor (1) na carcaça do siste-


ma direcional (2)
• Folga padrão entre a engrenagem helicoidal e a
ponta do sensor: 0,65 – 1,65 mm

5. Tendo concluído o ajuste, programe o “Modo de


monitoração em tempo real” no painel monitor e veri-
fique se ele fornece a leitura normal da rotação da
transmissão.
a Detalhes a respeito do método de operação po-
dem ser encontrados no tópico do presente ma-
nual intitulado “Funções especiais do painel
monitor (EMMS)”
a Código de monitoração:
3. Procedimento para a montagem do conjunto do 31400 (Rotação da transmissão)
sensor
1) Remova unicamente a porca (4) do sensor (3) e
introduza o lado do conector do sensor (3) na
abertura localizada na extremidade do tubo (6)

28 WP051D0100
Manual de Oficina Testes e ajustes

Método simplificado de teste do desem-


penho dos freios
a Realize o teste simplificado do desempenho dos frei-
os dentro das seguintes condições:
• Temperatura do óleo do trem de força:
Dentro da faixa de operação

1. Coloque a lâmina e, se for o caso, o escarificador na


posição de deslocamento com a máquina estaciona-
da sobre um piso plano.

2. Dê a partida e desaplique a alavanca do freio de esta-


cionamento.

3. Enquanto mantém o motor funcionando em marcha


lenta e com o pedal do freio aplicado, coloque a ala-
vanca PCCS na segunda marcha avante
k Se este teste for realizado em primeira, o freio
sofrerá uma carga além do limite para o qual foi
especificado, Conseqüentemente, jamais deixe
de realizar este teste em segunda.
a Mantenha a unidade direcional em neutro.

4. Aplique o pedal do freio e coloque o botão de controle


do combustível na posição correspondente a alta ro-
tação.

5. Vá retornando o pedal desacelerador lentamente.


Confirme se a máquina não arranca quando a rota-
ção do motor atinge um patamar alto.
k Para estolar o conversor de torque, mantenha o
pedal do freio firmemente aplicado. Até que a
operação esteja concluída, mantenha seu pé
direito no pedal desacelerador por razões de
segurança.

WP051D0100 29
Testes e ajustes Manual de Oficina

Ajuste da articulação de controle do combustível

k Aperte firmemente as porcas de trava das hastes e 3. Ajuste a dimensão instalada (d) da haste (6) situada
cabos e curve bem os contrapinos. no lado do pedal, conectando, então, a haste ao pe-
dal do freio (1)
1. Ajuste o curso (a) do pedal do freio (1) na dimensão • Dimensão instalada (d) da haste: 171 mm
instalada (b) do amortecedor (2)
• Curso do pedal (a): 77,5 mm 4. Empurrando ligeiramente a haste (3) no lado da vál-
• Dimensão instalada (b) do amortecedor: 25 mm vula na direção da traseira da máquina, conecte as
hastes (3) e (6) girando unicamente a junta (7)
a Empurre a haste (3) com uma força aproximada
de 9,8 – 19,6 N {1 – 2 kg}
3 Junta: 34,3 – 58,8 Nm {3,5 – 6,0 kgm}

2. Ajuste a dimensão instalada (c) da haste (3) localiza-


da no lado da válvula, conectando, então, a haste à
alavanca da válvula do freio (4)
• Dimensão instalada (c) da haste: 700 mm
a Rosqueie a junta (5) até o fim no lado da válvula.

30 WP051D0100
Manual de Oficina Testes e ajustes

5. Mantendo o pedal do freio (1) desaplicado, ajuste a


folga na dimensão (e) entre os pinos do conjunto da
haste (8)
• Folga do pedal: 3 – 8 mm (no centro do pedal)
• Dimensão (e) entre os pinos do conjunto da haste:
898 mm
a Ajuste a folga girando as juntas (5) e (7) na mes-
ma direção.

6. Com o pedal do freio (1) desaplicado, verifique se o


pedal do freio (1) toca no amortecedor (2)

7. Para a verificação da pressão do óleo do freio, con-


sulte o tópico do presente manual intitulado “Medição
da pressão do óleo do trem de força”

Pressão do óleo: Observações


MPa {kgf/cm²}
Freio Motor em aceleração
DESAPLICADO Mín. 2,4 {Mín. 24} máxima
Freio
APLICADO 0

8. Finalizado o ajuste do pedal, regule o ponto zero do


potenciômetro do freio (Modo de ajuste: 0005)
a O método de operação aplicável encontra-se des-
crito no tópico do presente manual intitulado “Fun-
ções especiais do painel monitor (EMMS)”

WP051D0100 31
Testes e ajustes Manual de Oficina

Ajuste da alavanca do freio de estacionamento

LIVRE

TRAVADA

1. Montagem e instalação do conjunto da alavanca 3. Verificação da pressão do óleo do freio


1) Monte o conjunto da alavanca (1) e ajuste o funci- Verifique se a pressão do óleo do freio encontra-se
onamento do interruptor limitador (2) dentro dos parâmetros abaixo com a alavanca do freio
a Na montagem do conjunto da alavanca, de estacionamento desaplicada e aplicada.
desconecte o cabo do freio de estacionamen- a O método de medição da pressão do óleo do
to da alavanca. freio encontra-se detalhado no tópico do presen-
• Alavanca levantada: DESAPLICADA te manual intitulado “Medição da pressão do óleo
Alavanca abaixada: APLICADA do trem de força”
• Curso de operação do interruptor limitador: 3 mm • Com a alavanca aplicada: 0
2) Instale o conjunto da alavanca (1) Com a alavanca desaplicada: Pressão especificada

2. Ajuste o comprimento instalado do cabo do freio de 4. Verificação do interruptor limitador


estacionamento Programe o modo de exibição de monitoração no
1) Conecte o cabo do freio de estacionamento (3) painel monitor e desaplique e aplique a alavanca do
na alavanca e na válvula e ajuste as dimensões freio de estacionamento. Cheque, então, se o sinal
(a) e (b) do interruptor limitador está normal.
• Dimensão instalada (a) do cabo: 148,5 mm a O método de operação do modo de exibição de
• Dimensão instalada (b) do cabo: 166 mm monitoração encontra-se detalhado no tópico do
2) Opere a alavanca do freio de estacionamento (4) presente manual intitulado “Funções especiais
nas posições desaplicada e aplicada e ajuste a do painel monitor (EMMS)”
posição do terminal da haste (6) de modo que o • Código de monitoração: 40910 (Sinal de entrada
curso do carretel (h) da válvula do freio (5) fique 1 do controlador relacionado ao sistema direcional)
em seu valor normal.
• Curso do carretel (h): 13,3 mm

32 WP051D0100
Manual de Oficina Testes e ajustes

Método de saída de emergência em caso 2) Remova a tampa localizada na esquerda e a pla-


ca, conectando o chicote de fiação elétrica [2] ao
de pane do trem de força conector PL1 (1) e ao conector PL2 (2)
• Conector PL1 (1):
a Dispositivos empregados para a saída de emergência Conecte aos lados macho e fêmea
• Conector PL2 (2)
Símbolo Código da Peça Denominação Conecte ao lado fêmea
a Como o lado macho do conector PL2 vai ficar
19M-06-32820 Conjunto do interruptor
1 desconectado, cubra-o com um saco plásti-
134-06-72810 Chicote de fiação elétrica co ou outra proteção dessa natureza.
7824-66-6430 Resistência redundante
K 2
7827-10-1520 Resistência redundante

3 790-190-1600 Conjunto da bomba

4 144-865-6260 Cotovelo (R3/8 x M18)

1. Saída de emergência com caixa de interruptor (Use K1)


a Caso a máquina pare de funcionar em razão de
uma pane no sistema elétrico da unidade de con-
trole do trem de força (sentido de deslocamento,
troca de marchas, mudança de direção), execute
imediatamente uma saída de emergência segun-
do o procedimento que explicaremos a seguir:
a Este procedimento exige que o motor esteja apto
a pegar na partida. Caso contrário, o procedimento 3) Remova a tampa lateral esquerda do motor, e,
aplicável é o detalhado no tópico do presente em seguida, o recipiente do ar condicionado (3)
manual intitulado “Saída de emergência por meio
do dispositivo de alívio do freio”
1) Conecte o conjunto do interruptor [1] e a resistên-
cia redundante K2 no chicote de fiação elétrica [2]
do dispositivo de saída de emergência K1
k DESLIGUE todos os interruptores de marcha
pertencentes ao conjunto de interruptores
[1] e coloque o interruptor do sentido de des-
locamento em P a fim de evitar movimentos
bruscos e involuntários da máquina.

WP051D0100 33
Testes e ajustes Manual de Oficina

4) Desconecte os conectores do motor do governa-


dor E61 (4) e E62 (5)
k Tenha sempre a certeza de haver desco-
nectado esses conectores, do contrário, o
motor do governador poderá fugir ao funci-
onamento previsto quando o motor estiver
em funcionamento, o que acarretará avari-
as mecânicas.

7) Desconecte o relé do alarme de ré (BKA) e conecte


os pinos [2] e [5] no lado do chicote de fiação
elétrica.

5) Abra a tampa da bateria localizada na lateral es-


querda da cabina e remova a tampa da caixa de
relés (6)

8) Com a chave de partida LIGADA, abra o capô es-


querdo do motor e arraste a haste da solenóide
de parada do motor (7) até o ponto em que ela
seja atraída por imã eletromagnético.

6) Desconecte o relé de segurança de neutro (NSF)


e conecte os pinos [3] e [5] do conector localizado
no lado do chicote da fiação elétrica.
a A desconexão de um conector (PL2) ocasio-
na erro de seleção de modelo, e a conse-
qüente pane do relé de segurança de neutro.
O passo acima tem como propósito prevenir
a ocorrência dessa pane.
k Dar a partida em tais circunstâncias acar-
reta a impossibilidade do funcionamento da
função de segurança de neutro. Assim sen-
do, antes de dar a partida, trave a alavanca
do freio de estacionamento e coloque a ala-
vanca PCCS totalmente em neutro.
k Use esse procedimento para dar a partida
somente se for necessária uma saída de
emergência. Nos outros casos em que não
conseguir dar a partida, proceda ao diag-
nóstico de falhas e providencie o reparo da
causa do problema encontrado.

34 WP051D0100
Manual de Oficina Testes e ajustes

9) Dê a partida e desaplique a alavanca do freio de 2) Instale a bomba volumétrica [1] do conjunto da


estacionamento. bomba K3 na parte externa da cabina do opera-
10) Opere o conjunto do interruptor [1] para mover a dor.
máquina para um local seguro.
a O interruptor das marchas possui um circui-
to elétrico que dá prioridade para a operação
de mudança de marchas no lado das mar-
chas mais baixas.
k Note que ao trafegar em ré ocorre a inver-
são da manobra à esquerda ou a direita em
relação à direção imposta na atuação da
alavanca direcional.

3) Remova a tampa inferior do reservatório de com-


bustível, passando, então, à remoção do plugue
(9) (R 3/8) do orifício de suprimento de óleo da
pressão de alívio do freio da válvula do freio (8)

2. Saída de emergência por meio do dispositivo de alí-


vio do freio (Use K2)
a Caso fique impossibilitado de dar a partida ou
não consiga aliviar o freio de estacionamento, pro-
videncie imediatamente uma saída de emergên-
cia, seguindo, para tanto, o procedimento que
passaremos a descrever.
1) Monte o conjunto da bomba K2

4) Instale o cotovelo K3 no orifício do bujão e


conecte a mangueira terminal [2] do conjunto da
bomba K2 no cotovelo.

WP051D0100 35
Testes e ajustes Manual de Oficina

a Outra alternativa seria remover o bujão de medi-


ção da pressão do óleo do freio (10) no orifício de
detecção de pressão centralizada direito e
conectar a mangueira terminal [2] do conjunto da
bomba K2

5) LIGUE a chave de partida e DESAPLIQUE a ala-


vanca do freio de estacionamento.
6) Opere a bomba de vácuo para elevar a pressão
do óleo de alívio do freio até a pressão inicial.
• Pressão inicial:
Aproximadamente 2,74 MPa {28 kgf/cm²}
a Como há um acumulador instalado no cir-
cuito, o manípulo poderá ter que ser atuado
30 a 50 vezes até que ocorra o aumento da
pressão do óleo desejado.
a Se a pressão do óleo não atingir um determi-
nado patamar, a causa poderá estar em uma
possível programação da válvula de alívio em
uma pressão mais baixa. Nesse caso, ajus-
te a pressão programada para a válvula.
7) Reboque a máquina até um local seguro
a A pressão do óleo de alívio do freio vai caindo
gradualmente em função de vazamentos in-
ternos e o freio volta a funcionar depois de
um período de tempo correspondente a cer-
ca de 1 minuto. Assim sendo, trabalhe com
agilidade.
a Caso a pressão do óleo de alívio do freio cair
para cerca de 1,57 MPa {16 kgf/cm²}, o freio
entrará em operação. Nesse caso, atue a
bomba volumétrica lateral a fim de elevar a
pressão de alívio do freio até sua pressão
inicial.
8) Finalizada a operação, solte o parafuso lentamen-
te para desconectar a mangueira, não ficando na
direção em que eventualmente possa esguichar
óleo.

36 WP051D0100
Manual de Oficina Testes e ajustes

Ajuste da folga da roda guia Inspeção do desgaste da roda motriz


a Se as placas guias laterais da roda guia atingirem a Use o desenho em escala real do perfil dos dentes
um grau de desgaste tal que a roda guia escape ou da roda motriz como gabarito para a medição do des-
patine, ajuste a folga da roda guia através do procedi- gaste da roda motriz.. Consulte o tópico “Roda motriz”
mento que apresentaremos a seguir: nas Seções Estrutura e Funcionamento e Padrões
de Manutenção do presente manual.
Procedimento de ajuste a Faça uma cópia do desenho em escala real do perfil
1) Percorra com a máquina 1 a 2 m sobre um piso dos dentes da roda motriz em um papel transparente
plano, medindo, então, a folga (a) entre a arma- ou outra folha apropriada e aplique-a diretamente na
ção das esteiras e a placa guia (em 4 pontos – roda motriz a fim de saber se a roda motriz encontra-
ambas as laterais, internamente e externamente) se ou não apropriada para uso.
2) Se a folga (a) apresentar um valor superior a 4
mm, ajuste-a soltando o parafuso (1) e reduzindo
o calço (2)
• Folga padrão (a) em cada lado:
0,5 – 1,0 mm
• Espessura do calço: 1,0 mm

WP051D0100 37
Testes e ajustes Manual de Oficina

Testes e ajustes da tensão das sapatas Ajuste


a Caso a tensão da sapata da esteira não esteja dentro
das esteiras de seu valor normal, ajuste-a utilizando-se do seguin-
te procedimento:
Teste
1. Trafegue lentamente com a máquina sobre um piso 1. Remova a tampa (1)
plano, e, ao final desse percurso, pare-a.
a Não aplique o freio quando for parar a máquina. 2. Como proceder se a tensão estiver excessivamen-
te alta:
2. Coloque uma barra de aço retilínea entre a roda guia Solte o bujão (2) para descarregar a graxa.
e o rolete superior dianteiro e meça a folga máxima k Uma vez que há a possibilidade da válvula ser
(a) entre o fundo da barra de aço e a garra da sapata. arremessada para fora em razão da graxa à
• Folga máxima padrão (a): 20 – 30 mm alta pressão, não a solte mais de 1 volta.
3 Bujão: 59 – 88 Nm {6 – 9 kgm}

3. Roteiro se a tensão estiver baixa:


Adicione graxa pela graxeira (3)
a Se a sapata da esteira não estiver devidamente
tensionada, avance e recue lentamente com a
máquina.

38 WP051D0100
Manual de Oficina Testes e ajustes

Testes e ajustes da pressão do óleo do 1. Medição da pressão de descarga


1) Remova o bujão localizado na seção de medição
equipamento de trabalho e da pressão da pressão do óleo (2) e conecte o niple L2 e o
do óleo do HSS manômetro para medição da pressão do óleo [1]
do manômetro hidráulico L1 no orifício do bujão.
a Instrumentos para teste e ajuste da pressão do óleo a Para a medição da pressão do óleo, utilize um
do equipamento de trabalho e da pressão do óleo do manômetro de 39,2 MPa {400 kgf/cm²}
HSS

Símbolo Código da Peça Denominação

795-101-5002 Manômetro hidráulico


1
790-261-1203 Manômetro hidráulico digital

799-101-5220 Niple (10 x 1,25 mm)


L 2
07002-11023 Anel “O”

790-261-1231 Cotovelo
3
07002-11023 Anel “O”

k Estacione a máquina sobre um piso plano, baixe o


equipamento de trabalho ao solo e TRAVE firmemen-
te a alavanca do freio de estacionamento e a ala-
vanca de trava de segurança.
a Meça a pressão do óleo do equipamento de trabalho
e a pressão do óleo do HSS dentro das seguintes
condições:
• Temperatura do óleo hidráulico: Na faixa de ope-
ração
a A seção de medição da pressão do óleo do equipa-
mento de trabalho (orifício de detecção centralizada
da pressão) está instalada no interior da tampa de
inspeção (1) localizada na parte externa direita da
cabina do operador.

2) Dê a partida, mantendo o motor em alta rotação,


coloque a alavanca do equipamento de trabalho
e a alavanca PCCS em neutro e meça a pressão
do óleo.

3) Finalizada a medição, remova os instrumentos


de medição e reinstale as peças e componentes
removidos em suas posições originais.

WP051D0100 39
Testes e ajustes Manual de Oficina

2. Medição da pressão do óleo do equipamento de tra- 2) Remova o bujão de medição da pressão sensora
balho e da pressão do óleo do HSS (pressão do óleo de carga (3) do conjunto da válvula de controle
do sistema direcional) principal.
1) Remova o bujão situado na seção de medição (Esta operação aplica-se exclusivamente à me-
da pressão do óleo (2) e conecte o niple L2 e o dição da pressão do óleo do HSS)
manômetro para medição da pressão do óleo [1] 3) Conecte o cotovelo L3, o niple [2] do manômetro
do manômetro hidráulico L1 no orifício do bujão. hidráulico L1 e o manômetro para a medição da
pressão do óleo [1] no orifício do bujão.
a Para a medição da pressão do óleo, utilize
um manômetro de 58,8 MPa {600 kgf/cm²}

40 WP051D0100
Manual de Oficina Testes e ajustes

Pressão do óleo do equipamento de trabalho Pressão do óleo do HSS (pressão do óleo do siste-
1) Dê a partida e desaplique a alavanca de trava do ma direcional)
equipamento de trabalho. 1) Dê a partida, desaplique a alavanca do freio de
2) Funcionando o motor em alta rotação, opere a estacionamento e aplique o pedal do freio.
alavanca da lâmina e a alavanca do escarificador k Em razão do circuito direcional estar alivia-
até o fim de seus cursos para aliviar cada um dos do, mantenha o pedal do freio firmemente
cilindros, procedendo, então, à medição da pres- aplicado conservando seu pé direito no pe-
são do óloeo. dal desacelerador até o término da opera-
a Bloqueie a mangueira de retorno do cilindro de ção para garantir maior segurança.
elevação da lâmina. 2) Funcionando o motor em alta rotação, coloque a
alavanca PCCS em N (neutro), manobre para a
direita ou para a esquerda para aliviar o sistema
direcional e meça, então, a pressão do óleo.

3) Concluída a medição, remova os instrumentos


de medição e reinstale as peças e componentes
removidos em suas posições originais.
3) Quando der por encerrada a medição, remova os
instrumentos de medição e reinstale as peças e
componentes removidos em suas posições ori-
ginais.

WP051D0100 41
Testes e ajustes Manual de Oficina

3. Ajuste 2) Pressão do óleo do equipamento de trabalho


1) Pressão LS (pressão sensora de carga) do HSS a Não ajuste a pressão do óleo do equipamen-
Solte a porca de trava (5) da válvula de alívio LS to de trabalho.
do HSS (4) e gire o parafuso de ajuste (6) para
ajustar a pressão LS
a Sentido de rotação do parafuso de ajuste
• horário para aumentar a pressão do óleo
• antihorário para baixar a pressão do óleo
a Montante de ajuste da pressão da válvula
para cada volta do parafuso de ajuste: 15,1
MPa {154 kgf/cm²}
3 Porca de trava: 68,6 - 78,5 Nm {7 – 8 kgm}
• Terminado o ajuste, volte a verificar a pres-
são de alívio e a pressão LS do equipamento
de trabalho.

42 WP051D0100
Manual de Oficina Testes e ajustes

Teste da pressão principal do circuito de 1. Remova o bujão localizado na seção de medição da


pressão do óleo (2) e conecte o niple M2 e o
controle manômetro para medição da pressão do óleo [1] do
manômetro hidráulico M1 no orifício do bujão.
a Instrumentos para testes e ajustes da pressão prin- a Para a medição da pressão do óleo, utilize um
cipal do circuito de controle: manômetro de 5,9 MPa {60 kgf/cm²}
Símbolo Código da Peça Denominação

799-101-5002 Manômetro hidráulico


1
790-261-1203 Manômetro hidráulico digital
M
799-101-5220 Niple (10 x 1,25 mm)
2
07002-11023 Anel “O”

a A pressão principal do circuito de controle consiste na


pressão reduzida pela válvula autoredutora de pres-
são. É compartilhada pelo PPC da lâmina, pelo cir-
cuito de controle da bomba do ventilador, pelo EPC do
sistema direcional e pelo PPC do escarificador, caso,
naturalmente, sua máquina seja dotada de escarificador.

Medição
k Estacione a máquina sobre um piso plano, baixe o
equipamento de trabalho ao solo e TRAVE a alavan-
ca do freio de estacionamento e a alavanca de trava
de segurança.
a Meça a pressão do circuito de controle reduzida den-
tro das seguintes condições:
• Temperatura do óleo hidráulico: Na faixa de ope-
ração
a A seção de medição da pressão do circuito de contro-
le reduzida (orifício de detecção centralizada de pres-
são) está instalada no interior da tampa de inspeção
(1) na parte externa direita da cabina do operador.

2. Dê a partida e, mantendo o motor em alta rotação,


coloque a alavanca da lâmina e a alavanca do
escarificador em neutro e meça a pressão do óleo.

2. Quando finalizar a medição, remova os instrumentos


de medição e reinstale as peças e componentes re-
movidos em suas posições originais.

Ajuste
a A válvula autoredutora de pressão não é ajustável.

WP051D0100 43
Testes e ajustes Manual de Oficina

Medição da pressão de saída da válvula 3. Instale o adaptador da tomada de pressão do óleo N2


na válvula e volte a conectar a mangueira desconec-
PPC tada.

a Instrumentos para a medição da pressão de saída 4. Instale o niple [1] do manômetro hidráulico N1 e
da válvula PPC conecte o manômetro para medição da pressão do
óleo [2]
Símbolo Código da Peça Denominação

799-101-5002 Manômetro hidráulico


1
790-261-1203 Manômetro hidráulico digital
N
Adaptador para tomada da pres-
799-401-3100 são do óleo (Tamanho 02)
2
02896-11008 Anel “O”

k Estacione a máquina sobre um piso plano, baixe o


equipamento de trabalho ao solo e trave a alavanca
do freio de estacionamento e a alavanca de trava de
segurança.
a Antes de proceder à medição da pressão de saída da
válvula PPC, confirme se a pressão principal do cir-
cuito de controle encontra-se em seu valor normal.
a Meça a pressão de saída da válvula PPC dentro das
seguintes condições:
5. Dê a partida e desaplique a alavanca de trava de se-
• Temperatura do óleo hidráulico: Na faixa de operação
gurança.
1. Abra a tampa lateral da válvula de controle principal
6. Funcionando o motor em alta rotação, opere a ala-
localizada na lateral direita da cabina do operador.
vanca de controle do circuito a ser medido e meça a
pressão do óleo.
2. Desconecte a mangueira da pressão de saída da
a A pressão do óleo deve ser medida com a ala-
válvula PPC (1)
vanca no fim de seu curso.
a Para selecionar o circuito a ser medido, consulte
a Enquanto a lâmina percorre seu trajeto de desci-
o diagrama da página seguinte.
da, coloque a alavanca em FLUTUAR

7. Finalizada a medição, remova os instrumentos de


medição e reinstale as peças e componentes remo-
vidos em suas posições originais.

44 WP051D0100
Manual de Oficina Testes e ajustes

a Lâmina de inclinação reta

1. Válvula principal A. BAIXAR lâmina


2. Válvula autoredutora de pressão B. INCLINAR lâmina À DIREITA
3. Válvula solenóide de bloqueio PPC C. ELEVAR escarificador
4. Acumulador (item opcional) D. BAIXAR escarificador
5. Válvula PPC da lâmina E. INCLINAR lâmina À ESQUERDA
6. Válvula PPC do escarificador (item opcional) F. ELEVAR lâmina

WP051D0100 45
Testes e ajustes Manual de Oficina

a Lâmina de inclinação e angulação hidráulicas e lâmina de inclinação hidráulica

1. Válvula principal A. BAIXAR lâmina


2. Válvula autoredutora de pressão B. INCLINAR lâmina À ESQUERDA
3. Válvula solenóide de bloqueio PPC C. ANGULAR à esquerda
4. Acumulador (item opcional) D. ELEVAR escarificador
5. Válvula PPC da lâmina E. BAIXAR escarificador
6. Válvula PPC do escarificador (item opcional) F. ANGULAR à direita
G. INCLINAR lâmina À DIREITA
H. ELEVAR lâmina

46 WP051D0100
Manual de Oficina Testes e ajustes

Ajuste da folga da válvula PPC do equi-


pamento de trabalho
a A válvula do escarificador não é ajustável.
a Se a folga da extremidade da alavanca da lâmina for
excessiva, ajuste-a no lado da válvula PPC segundo
o procedimento que passaremos a detalhar agora.

• Folga padrão (a):


0,5 – 3,0 mm a 200 mm do centro de revolução da
alavanca (nas direções tanto longitudinal como late-
ral)

1. Remova os guarda-pós (1)

2. Solte a porca de trava (2) e gire o disco (3) para ajus-


tar a folga.
a Durante essa operação, não remova o pistão.

3. Fixe a posição do disco (3) e aperte a porca de trava (2)


3 Porca de trava: 98 – 127 Nm {10 – 13 kgm}

1. Instale os guarda-pós (1)

Para lâmina de inclinação reta Para lâmina de inclinação e angulação hidráulicas e


lâmina de inclinação hidráulica

WP051D0100 47
Testes e ajustes Manual de Oficina

Medição do vazamento interno do cilin- 3. Com o motor funcionando em alta rotação, aplique a
pressão de alívio ao lado do fundo do cilindro.
dro do equipamento de trabalho • Cilindro de elevação da lâmina: operação de bai-
xar
a Instrumentos para a medição do vazamento interno • Cilindro de inclinação da lâmina: operação de in-
do cilindro do equipamento de trabalho: clinar à esquerda
• Cilindro de angulação da lâmina: operação de
Símbolo Código da Peça Denominação angular à direita ou à esquerda
(Aplique a pressão de alívio no lado do fundo do
O Item comprado Cilindro de medição cilindro do qual a mangueira foi desconectada)
• Cilindro de elevação do escarificador: operação
a Meça o vazamento interno no cilindro do equipamen- de baixar
to de trabalho dentro das seguintes condições:
• Temperatura do óleo hidráulico: 45 – 55 oC 4. Meça o vazamento verificado em um período de tem-
a Uma vez que o cilindro de elevação da lâmina é equi- po de um minuto decorridos 30 segundos.
pado com uma válvula de pistão, é impraticável a me-
dição de seu vazamento interno. 5. Tendo encerrado a medição, reinstale as peças e
componentes removidos em suas posições originais.
1. Estenda o cilindro a ser medido até o fim de seu cur-
so e coloque a máquina na posição reomendada para
as medições.
1) Cilindro de elevação da lâmina
Coloque a parte frontal da sapata da esteira so-
bre um calço e estenda a haste do cilindro até o
fim de seu curso.
2) Cilindro de elevação da lâmina
Baixe a ponta da lâmina ao solo
3) Cilindro de angulação da lâmina
Estenda a haste do cilindro de angulação até o
fim de seu curso e baixe a lâmina ao solo.
4) Cilindro de elevação do escarificador (para má-
quinas dotadas de escarificador)
Saque o pino do porta-pontas e baixe o escarifi-
cador até o fim.

2. Desconecte a mangueira localizada no lado do


cabeçote do motor e bloqueie o lado da mangueira
com um bujão.
a Remova a tampa da mangueira do cilindro de
inclinação da lâmina.
k Tome cuidado para não desconectar a manguei-
ra localizada no lado do fundo.

Desconecte a mangueira

Fim do curso

Mangueira
Pressão de alívio

48 WP051D0100
Manual de Oficina Testes e ajustes

Ajuste da alavanca de trava de segurança do equipamento de trabalho

LIVRE

TRAVADA

1. Com a alavanca de trava (1) do equipamento de tra- 2. Com a alavanca de trava (1) do equipamento de tra-
balho travada, proceda aos seguintes ajustes: balho desaplicada, passe a estes ajustes:
1) Ajuste o comprimento (a) do interruptor limitador (2) 1) Ajuste o comprimento (d) do interruptor limitador
• Dimensão (a): 29,1 mm de modo que seu curso passe a assumir a di-
2) Ajuste a altura (b) do batente (3) mensão (c)
• Dimensão (b): 27,5 mm • Dimensão (c): 5 mm
• Dimensão (d): 24,1 mm
2) Confirme se a distância entre a superfície do so-
alho e a ponta da alavanca (1) corresponde à di-
mensão (e)
• Dimensão (e): 427,6 mm

LIVRE

WP051D0100 49
Testes e ajustes Manual de Oficina

Alívio da pressão residual no cilindro do Alívio da pressão residual no cilindro do


equipamento de trabalho equipamento de trabalho
(Sem acumulador PPC instalado) (Com acumulador PPC instalado)
a Ao desconectar a tubulação compreendida entre a a Para desconectar a tubulação compreendida entre a
válvula de controle e o cilindro do equipamento de válvula de controle e o cilindro do equipamento de
trabalho, primeiramente alivie a pressão residual no trabalho, primeiro alivie a pressão residual no circuito
circuito, seguindo, para tanto, o procedimento ora pro- de acordo com o procedimento que trataremos a se-
posto: guir:

1. Funcionando o motor em marcha lenta, baixe a lâmi- 1. Solte a tampa do reservatório hidráulico lentamente
na e o escarificador ao solo sem promover o alívio de para aliviar a pressão residual no reservatório.
qualquer dos cilindros hidráulicos.
a Baixe a lâmina lentamente ao solo. Assim que a 2. LIGUE a chave de partida, desaplique a alavanca de
lâmina tocar o solo, coloque a alavanca da lâmi- trava de segurança e opere a alavanca da lâmina e a
na em FLUTUAR alavanca do escarificador nos sentidos longitudinal e
a Baixe o escarificador lentamente ao solo. lateral.
a A atuação das alavancas por duas ou três vezes
2. Deixe a máquina nas condições em que se encontra já será suficiente para aliviar a pressão residual
agora durante os cinco ou dez minutos decorridos no acumulador.
após o desligamento do motor.
3. Dê a partida, mantendo o motor funcionando em mar-
3. Solte a tampa do reservatório hidráulico gradualmen- cha lenta por cerca de 5 segundos. Findo esse inter-
te para aliviar a pressão residual no reservatório. valo de tempo, desligue o motor.

4. Aplique panos na junta da tubulação do cilindro e vá 4. Repita os passos 2 a 3 mencionados acima duas ou
soltando a porca da luva gradualmente para aliviar a três vezes.
pressão residual, sacudindo, ao mesmo tempo, len-
tamente a mangueira.
a Confirme se a pressão residual foi aliviada e não
sai mais óleo, desconectando, então, completa-
mente a tubulação.

50 WP051D0100
Manual de Oficina Testes e ajustes

Sangria do ar do cilindro do equipamen-


to de trabalho
a Se o cilindro do equipamento de trabalho for removi-
do e instalado ou sua tubulação for desconectada e
conectada, sangre o ar de seu circuito de acordo com
o seguinte procedimento:

1. Dê a partida e mantenha o motor funcionando em


marcha lenta durante cerca de 5 minutos.

2. Com o motor funcionando em marcha lenta, estenda


e retraia o cilindro a ter o ar sangrado quatro ou cinco
vezes.
a Mova a haste do pistão dentro de uma faixa com-
preendida a cerca de 100 mm do fim do curso,
tomando o máximo de cautela para não produzir
alívio.

3. Execute a operação descrita no passo 2 com o motor


funcionando em alta rotação.

4. Funcionando o motor em marcha lenta, mova o cilin-


dro até o fim de seu curso para aliviá-lo.

WP051D0100 51
Testes e ajustes Manual de Oficina

Medição da pressão do circuito da bom- 4. Instale o niple P2 no manômetro para medição da


pressão do óleo [1] do manômetro hidráulico P1,
ba do ventilador conectando-o ao orifício do bujão.
a Para a medição da pressão do óleo, utilize um
a Instrumentos para a medição da pressão do circuito manômetro de 39,2 MPa {400 kgf/cm²}
da bomba do ventilador:
5. Feche a máscara do radiador (1)
Símbolo Código da Peça Denominação
k Para evitar possíveis danos decorrentes da ro-
799-101-5002 Manômetro hidráulico tação do ventilador, certifique-se de haver fe-
1 chado a máscara do radiador.
790-261-1203 Manômetro hidráulico digital
P
799-101-5220 Niple (10 x 1,25 mm) 6. Dê a partida e programe o modo de ajuste no painel
2 monitor.
07002-11023 Anel “O” a O método de operação do modo de ajuste en-
contra-se detalhado no tópico do presente ma-
nual intitulado “Funções especiais do painel
1. Abra a máscara do radiador (1) monitor (EMMS)”
a Código de ajuste:
2. Remova a tampa do ventilador (a maior delas) (2) 1005 (modo de rotação do ventilador a 100%)

7. Meça a pressão do óleo do circuito do ventilador com


o motor funcionando em alta rotação.

3. Remova o bujão (3)

8. Tendo dado por terminada a medição, remova os ins-


trumentos de medição e reinstale as peças e compo-
nentes removidos em suas posições originais.

52 WP051D0100
Manual de Oficina Testes e ajustes

Medição da rotação do motor do ventila- 5. Feche a máscara do radiador (1)


k Para evitar possíveis riscos decorrentes da ro-
dor tação do ventilador, não deixe jamais de fechar
a máscara do radiador.
a Instrumentos para a medição da rotação do motor do
ventilador: 6. Dê a partida e programe o modo de ajuste no painel
monitor.
Símbolo Código da Peça Denominação
a O método de operação do modo de ajuste en-
Q 799-205-1100 Kit de tacômetros
contra-se explicado no tópico do presente manu-
al intitulado “Funções especiais do painel monitor
(EMMS)”
1. Abra a máscara do radiador (1) a Código de ajuste:
1005 (modo de rotação do ventilador em 100%)
2. Remova a tampa do ventilador (a maior delas) (2)
7. Funcionando o motor tanto em alta rotação como em
marcha lenta, meça a rotação do motor do ventilador.
k Antes de dar a partida, certifique-se de haver
fechado a máscara do radiador, nunca a dei-
xando aberta quando for dar a partida.

3. Cole uma tira de fita refletora [1] no ventilador (2)

4. Coloque a sonda de prova [2] do kit de tacômetros Q


na bancada [3], fazendo-a coincidir com a fita refletora
[1], procedendo, então, à sua conexão ao tacômetro [4] 8. Finalizada a medição, remova os instrumentos de
k Tome todo cuidado para que a sonda de prova medição e reinstale as peças e componentes remo-
não resvale no ventilador. vidos em suas posições originais.

WP051D0100 53
Testes e ajustes Manual de Oficina

Medição de vazamento de óleo do motor Sangria do ar da bomba do ventilador


do HSS
a Caso a bomba do ventilador tenha sido removida e
a Temperatura do óleo hidráulico: 45 – 55 oC instalada ou sua tubulação tenha sido desconectada
a Baixe o equipamento de trabalho ao solo e desligue o e conectada, proceda à sangria do ar da carcaça da
motor. bomba, seguindo, para tanto, o procedimento que
k Vá soltando a tampa do reservatório hidráulico gra-
passaremos a detalhar.
dualmente para aliviar a pressão no reservatório. a Antes de executar o procedimento que descrevere-
mos agora, confirme se o óleo hidráulico encontra-se
1. Desconecte a mangueira de dreno (1) e instale um no nível especificado.
bujão cego no lado do reservatório. a Remova o assento do operador.

2. Coloque a alavanca de mudança de marchas em 1. Remova a tampa de inspeção localizada à direita do


neutro e aplique o pedal do freio. soalho.

3.Com as alavancas de mudança de direção e inver- 2. Solte o bujão de sangria de ar (1), deixando-o solto
são do sentido de deslocamento de avante para ré e por 15 minutos.
vice-versa posicionadas no limite de seu curso à es-
querda ou à direita, provoque o alívio do motor do
HSS por um período de tempo de um minuto e meça
o vazamento utilizando um cilindro de medição ou outro
instrumento apropriado.
a Repita a medição diversas vezes tanto com as ala-
vancas posicionadas à direita, como à esquerda.

3. Decorridos esses 15 minutos, dê a partida, manten-


do o motor em marcha lenta.

4. Se sair óleo pelo bujão de sangria de ar (1), aperte-o.

54 WP051D0100
Manual de Oficina Testes e ajustes

Testes e ajustes da cabina do operador


Verificações após a instalação do conjunto da cabina
1. Medição da pressão interna da cabina
• Critérios:
Valor medido X 58,9 Pa {6 mmH2O}
• Rotação do motor: alta rotação
• Rotação do motor do ventilador: modo de rotação
do ventilador em 100%
• Operação do soprador: alta (Hi)
• Interruptor de comutação de ar EXTERNO/INTERNO:
Posição correspondente a ar fresco
a Caso o valor medido esteja abaixo do valor pa-
drão, verifique as vedações dos orifícios de adap-
tação de chicotes de fiação elétrica e peças
opcionais da cabina.
1) Eis aqui um método simplificado para a medição 2. Verificação do desempenho da vedação
da pressão interna: 1) Feche todas as aberturas da cabina
1] Prepare uma mangueira de vinil transparente. 2) Jateie água em torno da área rebaixada da cabi-
• Diâmetro externo: 6 mm na durante 10 minutos a uma vazão de 19 l/min
Comprimento: 3000 mm • Nessa etapa, não é necessário que o jato de
2] Fixe a extremidade interna da mangueira no água esteja pressurizado.
topo do dorso do assento por meio de uma 3) Com uma mangueira, aplique horizontalmente
fita. um jato de água nas superfícies vedadas (4)
3] Remova o parafuso (1) localizado sob a cai- 4) Faça uma inspeção criteriosa ao redor do painel
xa do painel esquerdo e introduza a outra ex- de instrumentos.
tremidade da mangueira no furo do parafuso a Caso detecte algum vazamento, providencie
retirando-o da tampa de inspeção (2) locali- a calafetação do ponto com vazamento, pro-
zada na lateral esquerda da cabina. cedendo, então, a uma nova inspeção.

4] Vede o furo do parafuso (1) com uma fita (3)


5] Injete água na mangueira até seu nível che-
gar à metade do nível máximo.
6] Marque o mesmo nível de água no exterior
da mangueira de vinil e no interior da cabina.
7] Com o motor funcionando em alta rotação e
o ventilador em 100% de sua rotação, faça a
leitura da diferença (c)dos níveis da água [va-
lor (c): Pa {mmH2O}]
a Lado (a): Interior da cabina (pressurizado)
Lado (b): Exterior da cabina
(pressão atmosférica)

WP051D0100 55
Testes e ajustes Manual de Oficina

3. Teste da trava da porta


Feche a porta e verifique a relação entre a cabina do
operador e a porta. Havendo qualquer defeito, provi-
dencie o reparo do mesmo.
1) Verificação do estado
1] Verifique a altura instalada da borracha do
amortecedor (1)
(Faça a inspeção de 2 pontos em cada lado)
• Prenda a fita de vedação [1] ou outro
vedante qualquer na superfície de conta-
to da borracha do amortecedor (1), abrin-
do e fechando a porta algumas vezes.
Terminada essa operação, faça uma ins-
peção da seção onde a fita de vedação
[1] contacta a cabina do operador.
Normal: Quando a porta é fechada, há
um contato sutil da fita de
vedação com a cabina do ope-
rador.
Anormal: Quando a porta é fechada, a fita
de vedação não contacta a ca-
bina do operador ou atrita con-
tra ela de maneira tão intensa
que escapa.

2) Ajuste
1] Ajuste da altura da borracha do amortecedor
• Aumente ou diminua os calços (5) inse-
ridos abaixo da borracha do amortece-
dor (1) para ajustar a altura da borracha
do amortecedor em seu valor normal.

2] Verifique a relação entre o trinco e o batente


(em ambos os lados)
• Mova a porta (2) no sentido de promover
o seu fechamento e verifique o casamen-
to do trinco (3) com o batente (4)
• Normal: Diferença máxima em (a) de 0,5
mm
a Verifique a diferença (a) entre o centro do
trinco (y) e o centro do batente (x) a partir
da direção A

56 WP051D0100
Manual de Oficina Testes e ajustes

2] Ajuste da altura do trinco e do batente a Mova a porta no sentido de promover sua


a. Após apertar provisoriamente o parafu- abertura a fim de verificar o casamento
so de fixação do batente (4), abra e feche do trinco com o batente.
a porta algumas vezes e alinhe os cen- 2] Verifique a altura instalada da borracha do
tros do trinco (3) e do batente (4) batente
b. Verifique o casamento do trinco (3) e do (Verifique 2 pontos em cada lado)
batente (4) a. Trepide a porta travada na posição aber-
c. Aperte firmemente o parafuso de fixação ta e verifique se encontra alguma folga.
do batente (4) b. Verifique se a operação da alavanca de
d. Abra e feche a porta e verifique se é pos- destravamento exige um esforço maior
sível soltar suavemente a trava da porta. que o normal.
Em caso, negativo, isto é, se for neces- c. Verifique se o batente (4) inclina contra o
sário usar muita força para girar a maça- centro (d) do trinco.
neta, repita o ajuste desde o início. d. Verifique se o centro (e) do trinco e o ba-
a Força necessária para girar a maça- tente estão desalinhados
neta: • Normal: Diferença máxima em (e) de 0,5 mm
49 ± 19,6 N {5 ± 2 kg}

3] Aplique graxa (G2-LI) no trinco (3)


a Caso não restar graxa no trinco (3), será
necessário o emprego de uma força
maior para girar a maçaneta. Para evitar
que isso ocorra, abasteça o trinco com
uma quantidade suficiente de graxa.

4. Teste da trava de manter a porta da cabina aberta


Use a trava para manter a porta da cabina aberta e
verifique a relação entre a cabina do operador e a
porta. Encontrando qualquer defeito, providencie o seu
reparo.
1) Verificação do estado
2) Ajuste
1] Verifique a relação entre o trinco para travar a
1] Ajuste do trinco e do batente
porta da cabina na posição aberta (3) e o
• Solte o parafuso de fixação (7) do baten-
batente (4) a partir da direção B
te (4), ajuste o batente (4) elevando-o e
aperte o parafuso.

WP051D0100 57
Testes e ajustes Manual de Oficina

2] Ajuste a altura instalada da borracha do ba-


tente
a. Solte as porcas de trava (10) e (11) das
borrachas do batente (8) e (9) (superior e
inferior, respectivamente)

b. Caso detecte alguma folga, projete (ele-


ve) a borracha do batente até que a folga
desapareça.
a Se a porta não travar com facilidade ou a
alavanca de destravamento exigir uma
força maior do que a normal para sua
atuação, retorne (baixe) a borracha do ba-
tente a um grau em que a porta deixe de
apresentar folga.
c. Aperte a porca de trava.

58 WP051D0100
Manual de Oficina Testes e ajustes

WP051D0100 59
MANUAL DE OFICINA WP051D0200

Tratores de Esteiras

D61EX-15
D61PX-15

Modelos de Máquina Números de Série


D61EX-15 B40001 e acima
D61PX-15 B40001 e acima

Testes e ajustes
Testes e ajustes (2/2) ....................................................................................................................................... 2
Funções especiais do painel monitor (EMMS) ........................................................................................... 2
Método de ajuste de controlador substituído .............................................................................................34
Preparativos para o diagnóstico de falhas do sistema elétrico ................................................................... 36
Análise Pm clinic ...................................................................................................................................... 37
Relatório de diagnóstico de fahas do material rodante ...............................................................................44
Testes e ajustes Manual de Oficina

Testes e ajustes (2/2)


Funções especiais do painel monitor (EMMS)

Seção de exibição na tela do painel monitor de fun- Seção de operação 2 de funções especiais
ções especiais (Operação de seleção)
1. Seção de exibição superior (exibição na tela do painel 4. Interruptor de cancelamento do alarme sonoro
monitor da marcha) 5. Interruptor acessador de informações
2. Seção de exibição inferior (tela multiinformativa do 6. Interruptor de aumento de marcha
painel monitor) 7. Interruptor de redução de marcha

Seção de operação 1 de funções especiais


(Operação básica)
3. Interruptor de serviço

a EMMS: Sistema de Monitoração por Gerenciamento do Equipamento

2 WP051D0200
Manual de Oficina Testes e ajustes

Função normal e funções especiais do painel monitor (EMMS)

O painel monitor (EMMS) possui a função normal e funções especiais e exibe informações de vários tipos na seção de
exibição da marcha em seu centro e na seção multiinformativa.
Alguns itens são exibidos automaticamente segundo a programação interna do painel monitor, enquanto os demais
são exibidos de acordo com a atuação dos interruptores.
1) Função normal: Modo do operador
Por meio desta função, o operador pode exibir e alterar os itens exibidos normalmente.
2) Função especial: Modo de serviço
Esta função permite ao técnico em manutenção visualizar e alterar os itens exibidos por meio de interruptores
especial para testes, ajustes e diagnóstico de falhas.

Fluxograma de modos e funções


Modo do operador

Exibição normal (Programação original) Modo de manutenção do óleo, filtro Item a ser submetido a manutenção: 12 itens

Modo auxiliar Pm clinic Menu auxiliar: 2 itens


Sentido de deslocamento/Marcha

Modo de mudança de marchas/ Modo de exibição de códigos de erro


Horímetro

Modo de ajuste Menu de ajuste: 3 itens

(Automático) Modo de manutenção de óleo, filtro

Função de exibição de códigos de ação

Modo de serviço

Modo de alteração do intervalo Item a ser submetido a manutenção:


de manutenção 12 itens

Modo de exibição de códigos de


erro do sistema elétrico

Modo de exibição de códigos de


erro do sistema mecânico

Modo de ajuste Menu de ajuste: 16 itens

Modo de exibição de informações car-


regadas na memória Menu de exibição: 3 itens

Modo de monitoração em tempo real

Modo de monitoração de dupla exibição Interruptor de serviço


Interruptor de cancelamento do alarme sonoro (esquerdo)
Interruptor de cancelamento do alarme sonoro (direito)
Modo de alteração do intervalo Interruptor acessador de informações (direito)
de manutenção Interruptor acessador de informações (esquerdo)
Tempo mínimo de 2,5 segundos

WP051D0200 3
Testes e ajustes Manual de Oficina

Operação e exibição na tela do painel 1.Modo de manutenção


monitor no modo do operador (1–OIL, FILTER MAINTENANCE MODE)
Nesse modo, o tempo restante até a próxima troca de
(Descrição geral) óleos e filtros é exibido na seção multiinformativa (2),
sendo resetado depois de ocorrida a troca.
a Esta seção traz uma visão exclusivamente geral do a A seção de exibição na tela do painel monitor da mar-
modo do operador. Detalhes a respeito do conteúdo cha (1) mantém-se exibindo seu conteúdo normal.
e do modo de operação de cada uma das funções e
modos podem ser encontrados no Manual de Opera-
ção e Manutenção.

Modo de exibição normal (Programação original)


O painel monitor exibe em sua tela as informações abai-
xo normalmente.

Seção de exibição da marcha (1):


• Lado frontal: Sentido de deslocamento (Parado/em
neutro/avante/em ré)
• Lado posterior: Marcha (1/2/3)
• Escala: Rotação do motor

Seção multiinformativa (2):


• A informação é exibida em 2 linhas de 16 caracteres
cada.
• Lado frontal: Modo de mudança de marcha (F1-R1,
F1-R2, F2-R2, F2-R3) (a ser exibido
quando encontra-se programado o
modo previamente programado)
• Lado posterior: Horímetro (Unidade: 0,1 h)
• A cada vez que o interruptor acessador de informa-
ções é posicionado à direita ou à esquerda, a tela do
painel monitor exibe alternadamente o horímetro e a
rotação do motor.

N° Item a ser submetido a manutenção


01 Òleo do motor
02 Filtro do óleo do motor
03 Filtro do combustível
04 Filtro do óleo hidráulico
05 Resistor de corrosão
06 Filtro bypass (*)
07 Óleo do amortecedor
08 Óleo do comando final
09 Óleo hidráulico
10 Óleo do trem de força
11 Filtro do óleo do trem de força
12 Filtro de carga do HSS (*)

a Os itens assinalados com (*) são exibidos na tela


do painel monitor, não sendo, contudo, emprega-
dos nesta máquina.

4 WP051D0200
Manual de Oficina Testes e ajustes

2. Modo auxiliar Pm clinic 3. Modo de exibição de código de erro


(2–PM CLINIC MODE) (3–ERROR CODE DISPLAY MODE)
Neste modo, a condição da máquina é exibida na Neste modo, o conteúdo de cada falha verificada na
seção multiinformativa (2) como função auxiliar no di- máquina é exibido na seção multiinformativa (2) atra-
agnóstico periódico, tal como o Pm clinic, mesmo que vés de um código de erro de 6 caracteres.
não haja nenhum instrumento de medição conectado. Quando o usuário ou o operador necessita ser notifi-
a A seção de exibição da marcha (1) continua exi- cado a respeito do código de erro de cada falha, o
bindo normalmente seu conteúdo na tela do pai- modo aplicável é este.
nel monitor. a A seção de exibição na tela do painel monitor da
marcha (1) mantém-se exibindo normalmente
seu conteúdo.

N° Item auxiliar do Pm clinic


a Sempre que um técnico em manutenção neces-
1 Rotação do motor sitar checar os códigos de erro para efeito de di-
2 Voltagem da bateria agnóstico de falhas, deve usar como fontes de
informações mais detalhadas os tópicos do pre-
sente manual intitulados “Modo de exibição de
códigos de erro do sistema elétrico” e “Modo de
exibição de códigos de erro do sistema mecânico”
a Método para checagem de código de erro:
Coloque o interruptor de cancelamento do alar-
me sonoro (4) na posição [U]da tela mostrada
acima. Todos os códigos de erro até então detec-
tados serão exibidos a intervalos de cerca de 2
segundos (Para finalizar a exibição de códigos
de erro, coloque o interruptor de cancelamento
do alarme sonoro na posição [T])
a Detalhes a respeito dos códigos de erro exibidos
podem ser encontrados na “Lista de códigos de
erro” do tópico do presente manual intitulado “Di-
agnóstico de falhas em caso de exibição de códi-
go de erro (Código de erro)”

WP051D0200 5
Testes e ajustes Manual de Oficina

4. Modo de ajuste Função de exibição do código de ação


(4–USER ADJUST MODE) Caso uma falha que deva ser notificada ao operador ocor-
Neste modo, a condição de exibição do painel monitor ra durante uma operação, a seção multiinformativa (2)
pode ser ajustada na seção multiinformativa (2) passa a exibir um código de ação e um número de telefone.
a A seção de exibição da marcha (1) mantém-se a A seção de exibição de marcha (1) mantém-se exibin-
exibindo seu conteúdo normal. do normalmente seu conteúdo.
a O número do telefone só é exibido para códigos de
ação importantes. A sinalização que aparece abaixo é
um exemplo (O formato do número de telefone exibi-
do depende da forma do número lançado)
a Caso o painel monitor passe a exibir um código de
ação importante, a luz de alerta pisca e o alarme so-
noro de alerta soa.

No Item a ser ajustado


01 Brilho do visor de cristal líquido
02 Brilho do mostrador
03 Contraste do mostrador

6 WP051D0200
Manual de Oficina Testes e ajustes

<Referência>
A exibição de um código de ação só ocorre na existência
de uma falha grave.
O fato de não ter sido exibido um código de ação não
significa que não tenha ocorrido uma falha. Caso você
perceba alguma anormalidade, verifique o código de erro
nos tópicos do modo de serviço do presente manual
intitulados “Modo de exibição de códigos de erro do siste-
ma elétrico” e “Modo de exibição de códigos de erro do
sistema mecânico”

Quadro de códigos de ação

Código de Método de indicação da


falha Conteúdo da falha Solução
ação
• A função automática pára ou a função
• Unicamente o código de • O alarme sonoro de marcha a ré normal cessa parcialmente, sem que
ação é exibido não soa deixe de ser possível operar a máquina
E01 • A rotação do ventilador é mantida • Solicite os reparos necessários ao seu
em seu patamar máximo distribuidor Komatsu.
• Desligue o motor e volte a dar a parti-
• O código de ação é exibido • Não há aumento ou redução de da. Você poderá, então, operar a má-
• A luz de alerta pisca marcha quina sem a função limitadora, deven-
E02 do, contudo, proceder com o máximo
• O alarme sonoro de aler- • O comportamento da rotação do de cautela.
ta soa motor mostra-se irregular • Solicite os reparos necessários ao seu
distribuidor Komatsu.
• Restrição das marchas utilizáveis
• O código de ação é exibido • A rotação do motor não chega a seu • Mova a máquina até um local seguro.
valor máximo
CALL E03 • A luz de alerta pisca • Solicite os reparos necessários ao seu
• O alarme sonoro de aler- • O choque na mudança de marchas distribuidor Komatsu.
ta soa torna-se grande
• O desempenho do sistema direcional cai
• O código de ação é exibido • Impossível o controle da rotação do motor • Pare a máquina imediatamente
• A luz de alerta pisca • Impossibilidade de trafegar com a má- • Solicite os reparos necessários ao seu
CALL E04 • O alarme sonoro de aler- quina distribuidor Komatsu
ta soa • A máquina pára

WP051D0200 7
Testes e ajustes Manual de Oficina

Operação e exibição no modo de serviço

exibição da
Seqüência
Seção de
marcha
Método de mudança para o modo de serviço
Itens pertencentes ao modo de serviço
a Quando for utilizar o modo de serviço, mude de tela,
seguindo, para tanto, a operação especial que pas-
saremos a descrever agora.
5 1C Modo de variação do intervalo de manutenção
1) Operação especial de interruptores 6 EE Modo de exibição de códigos de erro do sis-
Programe o modo de serviço no painel monitor ope- tema elétrico
rando, para tanto, o interruptor de serviço (3) e o inter- Modo de exibição de códigos de erro do sis-
7 bE tema mecânico
ruptor de cancelamento do alarme sonoro (4)
a Mantendo o interruptor de serviço LIGADO, con-
8 Cb Modo de ajuste
serve o interruptor de cancelamento do alarme
9 Ld Modo de exibição de informações carrega-
sonoro na posição U durante 2,5 segundos. das na memória
a Caso o painel monitor esteja programado no 10 5R Modo de monitoração em tempo real
modo de serviço, aparecerá na seção de exibi-
ção da marcha (1) a informação [1C] 11 dR Modo de monitoração de dupla exibição
a Tendo sido selecionado o modo de serviço, é exi-
bido em primeiro lugar o “Modo de variação do 2) Seleção e execução do modo a ser empregado
intervalo de manutenção” Selecione o modo a ser empregado por meio do in-
terruptor acessador de informações (5), executando-
o através do interruptor de cancelamento do alarme
sonoro (4)
• [>]: Passa para o número de modo seguinte
• [<]: Volta ao número de modo anterior
• [U]: Executa o modo
a Detalhes a respeito da operação em cada um
dos modos podem ser encontrados nas páginas
seguintes.

3) Finalização do modo e função


O modo atual e a função podem ser finalizados atra-
vés de qualquer dos dois métodos abaixo, seja qual
for o modo atual e a hierarquia.
1] Quando for continuar a operação em outro modo,
função ou no modo do operador:
Retorne à tela de modo ou à tela de função a ser
utilizada em seguida, bastando, para tanto, ope-
rar o interruptor de cancelamento do alarme so-
noro (4)
• [T]: A tela retorna
2] Uma vez finalizada a totalidade da operação:
Desligue a chave de partida.

8 WP051D0200
Manual de Oficina Testes e ajustes

5. Modo de variação do intervalo de manutenção 2) Seleção e exibição de item a ser submetido a


(5–EXCHG. INTVAL. SET MODE) manutenção
Neste modo, você pode checar e programar os tem- 1] Opere o interruptor acessador de informa-
pos de intervalos de manutenção de diversos filtros e ções (5) existente na tela de seleção de itens
óleos, os quais são a base da função de exibição de a serem submetidos a manutenção para se-
manutenção no modo do operador. lecionar um item a ser submetido a manu-
tenção.
• [>]: Código seguinte
• [<]: Código anterior
2] Exiba a tela de seleção de itens a serem sub-
metidos a manutenção operando, para tanto,
o interruptor de cancelamento do alarme so-
noro (4)
• [U]: Executa o item

3) Conteúdo da tela de informações


Na tela de informações são exibidos os seguin-
tes itens: