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CURSO SUPERIOR DE ENGENHARIA CIVIL

CAROLINE PALLA

ESTUDO COMPARATIVO ORÇAMENTÁRIO DE UMA RESIDÊNCIA


CONSIDERANDO SISTEMAS CONSTRUTIVO TRADICIONAL E
PAREDE DE CONCRETO

Caxias do Sul
2018
CAROLINE PALLA

ESTUDO COMPARATIVO ORÇAMENTÁRIO DE UMA RESIDÊNCIA


CONSIDERANDO SISTEMAS CONSTRUTIVO TRADICIONAL E
PAREDE DE CONCRETO

Trabalho apresentado para o Curso de


Engenharia Civil, do Centro Universitário
Uniftec como parte dos requisitos para
avaliação da unidade curricular de TCC.

Orientador: Prof. Esp. Rafael Pompermayer

Caxias do Sul
2018
CAROLINE PALLA

ESTUDO COMPARATIVO ORÇAMENTÁRIO DE UMA RESIDENCIA


CONSIDERANDO SISTEMAS CONSTRUTIVO TRADICIONAL E
PAREDE DE CONCRETO

Trabalho apresentado para o Curso de


Engenharia Civil, do Centro Universitário
Uniftec como parte dos requisitos para
avaliação da unidade curricular de TCC.

Aprovado em ___/____/____

BANCA EXAMINADORA

___________________________________________
Professor Orientador: Esp. Rafael Pompermayer

__________________________________________
Professor Avaliador: Me. Luiz Henrique Dias Corrêa

__________________________________________
Professor Avaliador: Me. Mateus Roman Carini

Caxias do Sul
2018
DEDICATÓRIA

Dedico essa monográfica para


todos aqueles que de alguma forma
contribuíram para o meu amadurecimento
ao longo desses cinco anos e meio de
curso.
Este trabalho também pertence a
cada um de vocês.
AGRADECIMENTOS

Agradeço primeiramente aos


meus pais, José e Lucília, que me
ensinaram o significado de integridade e
honestidade.
A minha irmã, Alessandra, pelas
conversas descompromissadas sobre
dilemas da vida adulta.
Ao Bruno por ser um excelente
parceiro e minha melhor companhia.
A Bruna, que colaborou na
correção ortográfica e está sempre
disponível para ajudar.
A Paula, que se mostrou muito
mais do que apenas uma boa colega de
curso.
A todos vocês o meu muito
obrigada.
ESTUDO COMPARATIVO ORÇAMENTÁRIO DE UMA RESIDÊNCIA
CONSIDERANDO SISTEMAS CONSTRUTIVO TRADICIONAL E
PAREDE DE CONCRETO

Caroline Palla
Autora
carolpalla@gmail.com

Rafael Pompermayer
Orientador: Prof. Esp.
rafael@rhimper.com.br

Resumo: Este trabalho aborda a comparação orçamentária entre sistemas construtivos. De um lado,
o sistema tradicional – estrutura em concreto armado moldada in loco com alvenaria de vedação –
amplamente utilizado no Brasil e do outro, o sistema parede de concreto – estrutura e vedação
compondo um único elemento – que vem ganhando força no mercado nacional. Com um déficit
habitacional de 7,7 milhões de moradias e crédito disponível para população de média e baixa renda,
o contexto do mercado imobiliário atual demanda moradias com custos mais baixos e tempo de
execução reduzido. Diante disso, foram realizados, para o mesmo projeto arquitetônico, os projetos
complementares e estruturais, para posterior elaboração da comparação orçamentária, quantificando
materiais e serviços necessário para a execução de ambos sistemas através dos valores da tabela não
desonerada do SINAPI-RS de março de 2018. Mediante a análise dos resultados do comparativo de
custos e cronogramas, mesmo com infra e supraestrutura mais caras, graças a redução de custos com
serviços preliminares, paredes e esquadrias, revestimentos e instalações, o sistema parede de
concreto obteve uma redução de 3,48% no custo global de execução no comparativo com o sistema
tradicional. O sistema também apresentou redução de 25% no tempo de execução e de 80% nos
resíduos gerados. Desta maneira, conclui-se que, levando em conta as reduções apresentadas, o
sistema parede de concreto é a alternativa mais competitiva para construção de residências de
pequeno porte e padrão baixo.

Palavras-chave: Sistema parede de concreto. Sistema tradicional. Orçamento.


BUDGETARY COMPARATIVE STUDY OF A RESIDENCE
CONSIDERING TRADITIONAL CONSTRUCTION AND CONCRETE
WALL SYSTEMS

Caroline Palla
Author
carolpalla@gmail.com

Rafael Pompermayer
Advisor teacher
rafael@rhimper.com.br

Abstract: This paper deals with the budget comparison between construction systems. On the one
hand, the traditional system - structure in reinforced concrete molded in loco with masonry wall – widely
used in Brazil and the other, the concrete wall system – structure and walls composing a single element
– that has been gaining strength in the national market. With a housing deficit of 7.7 million housing
units and credit available to the middle and low-income population, the current housing market demands
houses with lower costs and reduced building time. In view of this, the complementary and structural
projects were designed for the same architectural project, for subsequent elaboration of the budget
comparison, quantifying materials and services necessary for the execution of both systems through
the values of the taxed SINAPI-RS table of March 2018. By analyzing the results of the comparison of
costs and schedules, even with more expensive subframe and superstructure, thanks to the reduction
of costs with preliminary services, walls and frames, coverings and installations, the concrete wall
system obtained a reduction of 3.48% in cost of execution compared to the traditional system. The
system also showed a reduction of 25% in execution time and 80% of waste generated. In this way, it
was concluded that, taking into account the reductions presented, the concrete wall system is the most
competitive alternative for the construction of small and low standard houses.

Key-words: Concrete wall system. Traditional system. Budget.


LISTA DE FIGURAS

Figura 1 – Elementos constituintes do concreto armado ........................................... 18


Figura 2 – Elementos de uma alvenaria .................................................................... 22
Figura 3 – Tijolo maciço ............................................................................................ 23
Figura 4 – Tijolo laminado ......................................................................................... 24
Figura 5 – Tijolo furado ............................................................................................. 24
Figura 6 – Bloco de concreto..................................................................................... 25
Figura 7 – Marcação das fiadas e espaço para encunhamento ................................ 26
Figura 8 – Execução das alvenarias ......................................................................... 26
Figura 9 – Averiguação de prumo ............................................................................. 27
Figura 10 – Encunhamento ....................................................................................... 28
Figura 11 – Fluxo macro do processo construtivo ..................................................... 30
Figura 12 – Fundação nivelada, com arranques e instalações sanitárias ................. 31
Figura 13 – Montagem das telas, reforços e fixação dos espaçadores..................... 32
Figura 14 – Instalações elétricas fixadas na armadura ............................................. 33
Figura 15 – Gabarito de janela .................................................................................. 34
Figura 16 – Lançamento de concreto auto-adensável .............................................. 35
Figura 17 – Ordem cronológica ................................................................................. 42
LISTA DE GRÁFICOS

Gráfico 1 – Serviços preliminares.............................................................................. 52


Gráfico 2 – Comparativo entre cronogramas............................................................. 53
Gráfico 3 – Infraestrutura .......................................................................................... 53
Gráfico 4 – Supraestrutura ........................................................................................ 54
Gráfico 5 – Paredes e esquadrias ............................................................................. 55
Gráfico 6 – Revestimentos ........................................................................................ 56
Gráfico 7 – Instalações.............................................................................................. 57
LISTA DE TABELAS

Tabela 1 – Prazos de desfôrma ................................................................................ 21


Tabela 2 – Tipologias de concreto ............................................................................ 34
Tabela 3 – Formação de preço de venda .................................................................. 41
Tabela 4 – Exemplo de composição de custos unitários........................................... 41
Tabela 5 – CUB/RS referente ao mês de outubro/2017 ............................................ 45
Tabela 6 – Composição de serviço TCPO ................................................................ 46
Tabela 7 – Composição de serviço SINAPI .............................................................. 47
Tabela 8 – Comparativo macro entre sistemas construtivos ..................................... 51
Tabela 9 – Comparativo quantitativo dos serviços de infraestrutura ......................... 54
Tabela 10 – Custo de revestimento aplicado em paredes ........................................ 56
LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS

ABCP – Associação Brasileira de Cimento Portland


ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas
ART – Anotação de Responsabilidade Técnica
BDI – Benefícios e Despesas Indiretas
BNH – Banco Nacional de Habitação
CUB – Custo Unitário Básico
IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
IBTS – Instituto Brasileiro de Telas Soldadas
NBR – Norma Brasileira
PBQP-H – Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade no Habitat
PV – Preço de Venda
SINAPI – Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil
SINDUSCON – Sindicato da Indústria da Construção Civil
SPC – Sistema parede de concreto
ST – Sistema tradicional
TCC – Trabalho de Conclusão de Curso
TCPO – Tabela de Composições e Preços para Orçamentos
SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO E JUSTIFICATIVA ........................................................................ 13


2 OBJETIVOS ........................................................................................................... 15
2.1 OBJETIVO GERAL ............................................................................................. 15
2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS ............................................................................... 15
3 REFERENCIAL TEÓRICO .................................................................................... 16
3.1 SISTEMAS CONSTRUTIVOS ............................................................................. 16
3.2 CONCRETO ARMADO ....................................................................................... 16
3.2.1 Definição e Histórico ...................................................................................... 16
3.2.2 Elementos Constituintes ............................................................................... 17
3.2.3 Projeto ............................................................................................................. 18
3.2.4 Execução......................................................................................................... 18
3.2.5 Vantagens e Desvantagens ........................................................................... 21
3.3 ALVENARIA DE VEDAÇÂO ................................................................................ 22
3.3.1 Definição e Histórico ...................................................................................... 22
3.3.2 Tipos de alvenaria de vedação ...................................................................... 23
3.3.3 Projeto ............................................................................................................. 25
3.3.4 Execução......................................................................................................... 25
3.3.5 Vantagens e desvantagens ........................................................................... 28
3.4 PAREDE CONCRETO ........................................................................................ 28
3.4.1 Definição e Histórico ...................................................................................... 28
3.4.2 Projeto ............................................................................................................. 29
3.4.3 Execução e materiais utilizados ................................................................... 30
3.4.4 Vantagens e Desvantagens ........................................................................... 36
3.5 ORÇAMENTO ..................................................................................................... 36
3.5.1 Atributos do Orçamento ................................................................................ 37
3.5.1.1 Aproximação ................................................................................................. 37
3.5.1.2 Especificidade ............................................................................................... 38
3.5.1.3 Temporalidade .............................................................................................. 38
3.5.2 Tipos de Orçamentos ..................................................................................... 39
3.5.2.1 Estimativa de custos...................................................................................... 39
3.5.2.2 Orçamento preliminar .................................................................................... 39
3.5.2.3 Orçamento analítico ou detalhado ................................................................. 40
3.5.3 Estrutura de um Orçamento .......................................................................... 40
3.5.3.1 Custos diretos ............................................................................................... 41
3.5.3.2 Custos indiretos ............................................................................................. 42
3.5.3.3 BDI ................................................................................................................ 43
3.5.4 Composições para elaboração orçamentária .............................................. 44
3.5.4.1 CUB ............................................................................................................... 44
3.5.4.2 TCPO ............................................................................................................ 45
3.5.4.3 SINAPI........................................................................................................... 46
4 MATERIAIS E MÉTODOS ..................................................................................... 48
4.1 ABRANGÊNCIA DO TRABALHO........................................................................ 48
4.2 CARACTERÍSTICAS DO PROJETO MODELO .................................................. 48
4.3 OBSERVAÇÕES DOS SISTEMAS CONSTRUTIVOS ........................................ 49
5 RESULTADOS....................................................................................................... 51
6 CONSIDERAÇÕES FINAIS ................................................................................... 59
6.1 SUGESTÕES PARA TRABALHOS FUTUROS .................................................. 60
REFERÊNCIAS......................................................................................................... 61
APÊNDICE A – Orçamentos .................................................................................. 65
APÊNDICE B – Composições próprias ................................................................ 71
APÊNDICE C – Cronogramas ................................................................................ 72
APÊNDICE D – Projeto arquitetônico ................................................................... 79
APÊNDICE E – Projetos estruturais ...................................................................... 83
APÊNDICE F – Projeto de instalações elétricas ................................................ 100
APÊNDICE G – Projeto de instalações hidrossanitárias .................................. 102
13

1 INTRODUÇÃO E JUSTIFICATIVA

Segundo um estudo realizado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), apesar da


iniciativa do governo através do programa Minha Casa Minha Vida, o déficit
habitacional cresceu no Brasil. O trabalho aponta que entre o período de 2009 a 2015
registrou-se um aumento de 5,9% no déficit, alcançando um total de 7,7 milhões de
moradias (SINDUSCON/RS, 2017).
Em outro estudo, a FGV ainda aponta que para sanar o déficit habitacional até
2024, o país deverá investir 760 bilhões (BONATELLI, 2014). Sendo assim, com o
cenário atual carente de moradias e o crédito disponível para a população de média e
baixa renda, as empresas têm aproveitado o bom momento imobiliário para
empreender.
Porém, embora haja demanda, o mercado atual é extremamente competitivo.
Além disso, o perfil do comprador é predominantemente de baixa renda, o que leva
as construtoras a trabalharem com margens pequenas de lucro para obtenção de
preços mais atrativos.
Diante disso, mais do que nunca, as empresas têm investido em novas formas
de planejamento e técnicas que não só tragam a racionalização de materiais e
serviços e redução de cronograma, como também mantenham a qualidade e
durabilidade da edificação.
Neste contexto, fica clara a necessidade de um estudo prévio para a escolha
do método construtivo que possua as características mais convenientes para a
empresa.
Para Santos (2008) o sistema construtivo tradicional no Brasil é, sem dúvida, o
mais difundido e empregado. Consiste na combinação da estrutura de concreto
armado (fundações, lajes, vigas e pilares) moldada no local e paredes de alvenaria de
vedação de bloco cerâmico (sem função estrutural).
A grande vantagem desse sistema é que por ser conhecido, dispõe de mão de
obra abundante, bem como materiais e equipamentos facilmente encontrados. Além
disso, as alvenarias de vedação proporcionam um bom desempenho térmico e
acústico. Por outro lado, como desvantagens cita-se a poluição, o alto índice de
retrabalho, desperdício de materiais e desqualificação dos trabalhadores (FUSCO,
2008).
14

O sistema de parede de concreto – estrutura e vedação compondo um único


elemento – vem ganhando força no mercado brasileiro por ser um sistema
metodizado, e conseguintemente, racionalizado (ABCP, 2008).
Como pontos positivos destacam-se velocidade na execução, maior controle
de qualidade e economia de material (MISURELLI; MASSUDA, 2009). Em
contrapartida, além de necessitar de mão de obra especializada e formas especificas,
possui uma estrutura com peso elevado (CARVALHO, 2012).
O estudo presente neste trabalho mostra-se relevante pois o cenário imobiliário
atual apresenta insuficiência de habitações para compradores com baixo poder
aquisitivo, demandando assim, técnicas construtivas que possibilitem
empreendimentos competitivos sem redução da qualidade.
Sendo assim, o estudo busca, através do comparativo entre os orçamentos e
os cronogramas de execução, auxiliar na escolha entre dois sistemas de construção
distintos para uma edificação habitacional unifamiliar de padrão baixo.
15

2 OBJETIVOS

Com a finalidade de nortear o desenvolvimento deste trabalho, a seguir são


estabelecidos os objetivos geral e específicos.

2.1 OBJETIVO GERAL

O objetivo geral deste trabalho é, através dos valores obtidos nas tabelas do
SINAPI, realizar um estudo orçamentário, de forma que possam ser comparados o
custo e tempo de execução de dois sistemas distintos: sistema tradicional e sistema
de parede de concreto.

2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS

a) criar projetos para comparação do sistema;


b) elaborar os quantitativos de materiais, serviços e cronograma, para uma
mesma habitação, de dois métodos construtivos distintos;
c) relacionar os materiais e serviços aos valores do SINAPI a fim de estimar o
custo total da obra em ambos os métodos;
d) comparar orçamentos e cronogramas dos sistemas construtivos;
e) analisar a diferença de valores de custos e de tempo de execução entre cada
um dos orçamentos;
f) evidenciar as fases da obra onde se observa maiores discrepâncias
orçamentárias e de cronograma.
16

3 REFERENCIAL TEÓRICO

3.1 SISTEMAS CONSTRUTIVOS

Sistema construtivo é “a combinação das soluções construtivas utilizadas na


definição dos principais elementos de construção: pavimentos, paredes e coberturas’’
(NEVES, 2011, p. 38).
Para a escolha do sistema construtivo de um empreendimento, muitos fatores
são analisados, como prazo de construção, mão de obra e materiais empregados,
entre outros. Em resumo, as construtoras esmiúçam todas as variáveis de um projeto
para saber sua viabilidade econômica.
Santos (2008) afirma que no Brasil, o sistema construtivo mais utilizado é
tradicional (estrutura em concreto armado com alvenaria de vedação). Em
contrapartida, o sistema de parede de concreto (estrutura e vedação compostos por
concreto armado moldado in loco) vem ganhando força no mercado nacional (ABCP,
2009).

3.2 CONCRETO ARMADO

3.2.1 Definição e Histórico

A NBR 6118 (2014) define elementos de concreto armado como “Aqueles cujo
comportamento estrutural depende da aderência entre concreto e armadura, e nos
quais não se aplicam alongamentos iniciais das armaduras antes da materialização
dessa aderência”.
O concreto na sua forma mais simples é composto por brita (agregado graúdo),
areia (agregado miúdo), cimento (aglomerante) e água. Por ter boa resistência apenas
à compressão é associado ao aço, que resiste à tração, formando assim o concreto
armado (PORTO; FERNANDES, 2015).
Sem dúvida, este é o material construtivo de maior utilização em todo mundo.
Os primeiros registros de sua utilização datam de meados do século XVIII, na
Inglaterra. Apesar disso, seu emprego é relativamente recente quando comparado
com outros materiais de construção, como madeira, pedra, argila, cerâmica (PORTO;
17

FERNANDES, 2015; SANTOS, 2008).


No Brasil, o concreto foi introduzido no início do século XX, e nos anos
seguintes o processo de difusão dessa tecnologia tem início. Em 1940, o concreto
armado já era um material disseminado, fazendo parte dos currículos das escolas de
engenharia e arquitetura, possuindo uso normalizado pela Associação Brasileira de
Normas Técnicas (ABNT) e com atribuições profissionais reguladas no sistema
CONFEA-CREAs (SANTOS, 2008).

3.2.2 Elementos Constituintes

Os elementos estruturais em concreto armado são:


a) lajes: “elementos de superfície plana, sujeitos a ações normais a seu plano’’
(NBR 6118, 2014, p. 84);
b) vigas: “elementos lineares em que a flexão é preponderante’’ (NBR 6118,
2014, p. 83);
c) pilares: “elementos lineares de eixo reto, usualmente dispostos na vertical,
em que as forças normais de compressão são preponderantes’’ (NBR 6118,
2014, p. 84);
d) fundações: “elementos estruturais destinados a transmitir ao terreno as
cargas de uma estrutura’’ (AZEREDO, 1997, p. 29).
As lajes “são responsáveis por transmitir a carga normal da edificação às vigas,
que a transmite aos pilares, e estes às fundações’’ (PORTO; FERNANDES, 2015, p.
33).
As fundações são divididas em dois grupos: diretas ou rasas e indiretas ou
profundas. O primeiro grupo é utilizado quando o solo tem a capacidade de suportar
as cargas logo em suas primeiras camadas. Já o segundo grupo, como o nome
sugere, quando a camada resistente está a uma distância relativamente profunda
(AZEREDO, 1997; PORTO; FERNANDES, 2015). Na Figura 1 é possível visualizar os
elementos estruturais em conjunto.
18

Figura 1 – Elementos constituintes do concreto armado

Fonte: Elaborado pela autora.

3.2.3 Projeto

O dimensionamento dos elementos estruturais de uma edificação deve seguir


a NBR 6118 (2014) que estabelece os requisitos básicos (capacidade resistente,
desempenho em serviço, durabilidade) exigíveis para o projeto de estruturas de
concreto.
“As estruturas de concreto armado devem ser projetadas e construídas de
modo que, [...] conservem sua segurança, estabilidade e aptidão em serviço durante
o prazo correspondente à sua vida útil’’ (NBR 6118, 2014, p. 15). Sendo assim, uma
vez que a durabilidade da estrutura está diretamente ligada com a qualidade do
concreto, para que a estrutura atenda aos requisitos citados acima, a norma destaca
o cuidado com agressividade do ambiente, qualidade do concreto e espessura de
cobrimento da armadura.
Outras normas relacionadas ao projeto de estruturas de concreto armado:
a) NBR 15696 de 2009 – Fôrmas e escoramentos para estruturas de concreto
– Projeto, dimensionamento e procedimentos executivos;
b) NBR 6122 de 2010 – Projeto e Execução de fundações – procedimento.

3.2.4 Execução
19

Unicamente um bom projeto não assegurará uma boa estrutura de concreto


armado, para que isso seja possível a execução é de suma importância. A NBR 14931
(2004) estabelece os requisitos gerais para a execução de estruturas de concreto.
Os procedimentos mais relevantes que a norma destaca são a estocagem dos
materiais, execução de fôrmas, método correto de escoramento, cuidados com a
armadura, concretagem, lançamento adensamento e cura.
Ambrozewicz (2015, p.116) define fôrmas e escoramentos como “estruturas
provisórias, geralmente de madeira, destinadas a dar forma e suporte aos elementos
de concreto até sua solidificação’’.
A NBR 14931 (2004) estabelece que, tanto os escoramentos, quanto as fôrmas
devem ser montadas com materiais e de maneira que mantenham seu formato e
posição durante toda sua utilização, para que não ocorram esforços não previstos no
concreto decorrentes de deformações no formato da estrutura.
Para obtenção de mais informações sobre fôrmas e escoras, como citado
anteriormente, é possível consultar a NBR 15696 (2009) que trata de projeto,
dimensionamento e procedimentos executivos desses dois componentes.
A próxima etapa na execução após a montagem de armaduras, fôrmas, e
escoras é o lançamento e adensamento do concreto. Sendo estes dois últimos
relacionados entre si e executados quase simultaneamente. São sem dúvida, os
processos mais importantes para garantir resistência, impermeabilidade e
durabilidade do concreto quando endurecido (NEVILLE; BROOKS, 2010).
Porém antes de começá-los, a NBR 14931 (2004) considera fundamentais as
seguintes averiguações:
a) posição e montagem da armadura (espaçamento entre estribos,
cobrimento, diâmetro das barras de aço, etc.);
b) limpeza das armaduras;
c) firmeza e posicionamento dos escoramentos;
d) dimensões, posição (nivelamento e prumo) e juntas de estanqueidade das
fôrmas.
Além disso, antes do lançamento é importante fazer o teste de abatimento do
cone (Slump Test). O ensaio, segundo Ambrozewicz (2015, p.111), “mede a
consistência e a fluidez do material, permitindo que se controle a uniformidade do
concreto’’. Seu método de execução é definido pela NBR NM 67 (1998). Quanto ao
abatimento máximo, é definido no projeto estrutural a partir da escolha do concreto a
20

ser empregado.
Quanto aos corpos de prova, serão moldados no decorrer concretagem
conforme a NBR 5738 (2015). Sua amostragem, quando o concreto for preparado em
concreteiras, deve contar com dois corpos de prova para cada betonada (NBR 12655,
2015).
Os corpos de prova devem ser ensaiados conforme a NBR 5739 de 2007, e
segundo Yazigi (2009, p.230) “A idade normal para a ruptura dos corpos-de-prova é
de 28 dias. permitindo, todavia, a ruptura aos 7 dias, desde que se conheça a relação
das resistências do concreto em estudo, para as duas idades’’.
Sobre o lançamento e adensamento do concreto, a NBR 14931 (2004, p.20)
diz que ambos devem ser realizados “de modo que toda a armadura, além dos
componentes embutidos previstos no projeto, sejam adequadamente envolvidos na
massa de concreto’’.
Para que isso aconteça, a mesma norma explicita que o lançamento deverá ser
contínuo e o mais próximo possível de sua posição definitiva. No entanto, não devendo
ser realizado de forma alguma, após iniciada a pega, ou sob temperatura inferior a 5
Cº.
O processo de adensamento funciona de forma complementar ao lançamento
pois seu objetivo é remover o ar aprisionado através de vibração, tornando assim, as
partículas mais próximas umas das outras, ou seja, possibilita que o concreto alcance
e preencha todas as reentrâncias das fôrmas que não seriam alcançadas apenas com
o lançamento. Para a obtenção de sucesso no procedimento, há necessidade de o
concreto ser adensado simultânea e imediatamente após seu lançamento (NEVILLE;
BROOKS, 2010; NBR 14931, 2004).
No entanto, deve-se tomar cuidado para não haver excesso de adensamento,
pois, segundo Ambrozewicz (2015), essa é uma das causas de segregação dos
materiais. Também, é importante evitar a vibração da armadura para não prejudicar
aderência por meio de formação de vazios ao seu redor (NBR 14931, 2004).
Após realizado os procedimentos descritos acima, o concreto iniciará o
processo de cura e deverá ser protegido contra possíveis agentes prejudiciais –
“mudanças bruscas de temperatura, secagem rápida, exposição direta ao sol, chuvas
fortes, agentes químicos, [...] choques e vibrações’’ (RIPPER, 1995, p. 38) – até atingir
o endurecimento satisfatório.
A cura nada mais é do que um conjunto de práticas para se evitar a evaporação
21

precoce de água pelos poros do concreto, e é fundamental já que a hidratação do


cimento somente pode ocorrer em capilares preenchidos com água. Basicamente, ela
promove e protege a perfeita hidratação do cimento, consequentemente evitando
fissuras por retração (AMBROZEWICZ, 2015; RIPPER, 1995).
A NBR 12655 (2015) preconiza que a cura deve ocorrer até que os elementos
estruturais de superfície atinjam resistência à compressão igual ou maior que 15 MPa.
Por fim, a execução da estrutura de concreto é concluída com a desforma. Em
relação a esta última etapa, não é estabelecido tempo mínimo para a retirada. As
NBRs 6118 (2014) e 14931 (2004) apenas recomendam a remoção após o concreto
adquirir resistência suficiente para suportar as cargas que nele atuaram.
Porém, Ambrozewicz (2015) apresenta os prazos para retirada das fôrmas e
escoramento como mostra na Tabela 1.

Tabela 1 – Prazos de desfôrma

Fonte: AMBROZEWICZ, 2015, p.122, adaptado pela autora.

3.2.5 Vantagens e Desvantagens

O concreto armado é o sistema construtivo mais empregado no Brasil. Isso


ocorre justamente pelas diversas vantagens que esse material apresenta quando
comparado com outras técnicas da construção.
As características mais relevantes para Fusco (2008) e Carvalho e Figueiredo
(2014), são: economia de construção, resistência a agressões químicas e físicas do
ambiente, adaptabilidade a qualquer forma de construção e técnicas de execução
razoavelmente dominadas em todo país.
Porto e Fernandes (2015) ainda destacam a obtenção de estruturas
22

monolíticas, facilidade de execução, manutenção e conservação praticamente nulas


e grande durabilidade.
Como desvantagens, podem ser citadas o peso próprio elevado (2,5 tf/m³),
desqualificação dos trabalhadores, poluição, degradação ambiental, consumo de
matérias-primas naturais (PORTO, FERNANDES, 2015; SANTOS, 2008).

3.3 ALVENARIA DE VEDAÇÂO

3.3.1 Definição e Histórico

Ambrozewicz (2015, p.145) define alvenaria da seguinte forma: “um conjunto


coeso e rígido, de tijolos ou blocos [...] unidos entre si de modo estável pela
combinação de juntas e interposição de argamassa, [...] fabricados com cerâmica ou
concreto’’. A figura a seguir exemplifica essa definição.

Figura 2 – Elementos de uma alvenaria

Fonte: SALGADO, 2014, p. 90

Inicialmente, as alvenarias tiveram a função de dividir ambientes e isolar as


coberturas de intempéries e predadores. Hoje, são um subsistema do edifício,
devendo oferecer resistência, isolamento térmico e acústico, durabilidade, resistência
ao fogo e estanqueidade (SALGADO, 2014; AMBROZEWICZ, 2015).
Os autores acima referidos determinam a alvenaria de vedação como aquela
que, diferentemente da estrutural, não tem a função de suportar cargas da estrutura,
23

ou seja, não funciona como um elemento estrutural. Seu papel é, assim como o nome
sugere, apenas de vedação. Serve para delimitação de ambientes e conclusão de
vãos.

3.3.2 Tipos de alvenaria de vedação

O tijolo cerâmico comum é moldado da argila, seco ao sol, e posteriormente


cozido em fornos. Sua massa varia de 2 a 3 kg e suas dimensões relativamente
compactas, permitem o fácil manuseio com apenas uma mão. Conforme pode-se ver
na Figura 3, este tijolo é maciço (SALGADO, 2014; AZEREDO, 1997).

Figura 3 – Tijolo maciço

Fonte: AZEREDO, 1997, p. 126

Para Azeredo (1997), um outro tijolo semelhante ao comum é o laminado.


Porém este possui algumas diferenças, tais como dureza elevada, peso reduzido (por
apresentar 21 furos que transpassam as suas faces maiores) e superfície lisa, sendo
esta última característica responsável por esse tijolo ser utilizado em paredes “à vista’’.
O autor ainda destaca os pontos negativos desse material: preço elevado,
consumo alto de argamassa e dificuldade na abertura de rasgos para embutir
encanamentos.
24

Figura 4 – Tijolo laminado

Fonte: AZEREDO, 1997, p. 133

O tijolo cerâmico furado possui a mesma matéria prima que o maciço, mas é
moldado com arestas vivas retilíneas através da extrusão e cozido em fornos. Possui
furos cilíndricos ou prismáticos (Figura 5), baixo custo e peso (AMBROZEWICZ, 2015;
SALGADO, 2014).

Figura 5 – Tijolo furado

Fonte: AMBROZEWICZ, 2015, p. 150

Azeredo (1997) destaca as principais qualidades dessa alvenaria: economia na


estrutura – devido ao baixo peso –, maior rendimento no trabalho de assentamento –
pois suas dimensões são maiores que o tijolo maciço –, economia de argamassa,
isolamento térmico e acústico.
Por último, tem-se os blocos de concreto que são confeccionados a partir de
pedrisco, areia e cimento. Possuem dimensões maiores do que as alvenarias citadas
acima e podem ser fornecidos também como blocos tipo canaleta (para execução de
vergas e vigas) e “meio-blocos” (para evitar cortes da alvenaria na execução da
parede) (SALGADO, 2014).
25

Figura 6 – Bloco de concreto

Fonte: SALGADO, 2014, p. 92

3.3.3 Projeto

Projetos com detalhes de execução de alvenarias de vedação são quase


inexistentes no mundo da construção, porem são de suma importância para maior
produtividade e racionalização de materiais (SALGADO, 2014).
O mesmo autor ainda cita que o projeto de alvenaria deve prever os materiais
empregados, descrição de todo o processo de execução das paredes, dimensão dos
vãos para colocação de portas e janelas, posicionamento dos elementos embutidos –
eletrodutos e tubulações hidráulicas –, detalhes construtivos gerais – vergas,
contravergas, ligações com pilares, encunhamentos, encontros entre paredes, juntas
e outros.

3.3.4 Execução

Salgado (2014) atribui importância para o ritual de conferir a posição dos


elementos estruturais antes de efetivamente começar a execução da alvenaria, pois
caso haja constatação de que o piso ou a viga apresenta desnivelamento, faz-se
indispensável a aplicação de uma base de regularização – não devendo ultrapassar
dois centimetros.
O próximo passo é a definição do posicionamento das paredes no plano
horizontal e fiadas no plano vertical. Sendo está última marcação mencionada,
realizada nos pilares ou em escantilhões, considerando a altura do tijolo, a espessura
da argamassa (entre 1 e 1,5 cm) e espaço para o encunhamento (SALGADO, 2014).
26

A figura 7 apresenta um resumo dos tópicos tratados nos dois últimos parágrafos.

Figura 7 – Marcação das fiadas e espaço para encunhamento

Fonte: SALGADO, 2014, p. 97

Enfim a execução das alvenarias tem início, e segundo Ambrozewicz (2015),


sempre deve ser assentadas dos cantos para o meio, com os tijolos previamente
molhados (para que não absorvam a água da argamassa), mantendo a linha guia
constantemente esticada. O processo se repete até a altura de encunhamento,
conforme Salgado (2014), e a cada três ou quatro fiadas deve-se conferir nível e
prumo.
O método correto de assentamento das alvenarias e a averiguação do prumo
podem ser visualizados nas imagens subsequentes:

Figura 8 – Execução das alvenarias

Fonte: AMBROZEWICZ, 2015, p. 153


27

Figura 9 – Averiguação de prumo

Fonte: AMBROZEWICZ, 2015, p. 153

Quanto a argamassa de assentamento, deve preencher totalmente as juntas


verticais para que não se comprometa a união dos elementos. Além disso, é
importante que ocorra o desencontro das juntas verticais entre uma fiada e outra, para
uma boa amarração (AMBROZEWICZ, 2015).
O último passo é o encunhamento e todos os autores pesquisados concordam
que este procedimento nunca deve ser realizado em seguida do assentamento da
última fiada, sendo obrigatório aguardar a cura da argamassa e a adição de cargas
nos pavimentos superiores para que assim não ocorram fissuras devido a
acomodação dos blocos e da estrutura.
O espaço necessário entre a viga e a alvenaria para esse procedimento é 20
cm (caso se opte por fazer com tijolo) ou 3 cm (se a escolha for espuma expansiva de
poliuretano). No primeiro caso, os tijolos devem ser maciços e assentados inclinados
ou cortados em diagonal, como mostra a figura 10 (AZEREDO, 1997; SALGADO,
2014).
28

Figura 10 – Encunhamento

Fonte: AMBROZEWICZ ,2015, p. 153

3.3.5 Vantagens e desvantagens

Como vantagens cita-se a facilidade de execução, o bom desempenho térmico


e acústico. Quanto às desvantagens, Salgado (2014, p.89), diz “elevado índice de
quebras, retrabalhos, desperdícios, falta de padronização dos elementos de alvenaria,
falhas de detalhamento de projeto e ausência de projeto de paginação’’.

3.4 PAREDE CONCRETO

3.4.1 Definição e Histórico

A NBR 16055 (2012, p. 3) define Parede de Concreto como “elemento estrutural


autoportante, moldado no local, com comprimento maior que dez vezes sua espessura
e capaz de suportar carga no mesmo plano da parede’’.
Nesse sistema a estrutura e a vedação são o mesmo elemento. As esquadrias,
instalações elétricas e hidráulicas são embutidas antes das paredes serem
concretadas (MISURELLI; MASSUDA, 2009).
O resultado é um método construtivo sistematizado (por se basear na
industrialização), e consequentemente, segundo a ABCP (2008), racionalizado,
possibilitando a produção em alta escala, com qualidade. O sistema possibilita desde
a construção de casas térreas à edifícios com mais de 30 pavimentos (casos especiais
29

e específicos).
Segundo o Instituto Brasileiro de Telas Soldadas (IBTS), a técnica vem sendo
empregado em mais de 30 países, como, por exemplo, México, Colômbia e Iraque.
A história do sistema de Parede de Concreto no Brasil inicia na década de 80,
quando, devido a extinção em 1986 do BNH (Banco Nacional de Habitação), passou-
se a pesquisar e implantar sistemas não convencionais de construção afim de
racionalizar a produção de edifícios e consequentemente diminuir seus custos
(SACHT, ROSSIGNOLO, BUENO, 2011 Apud BRAGUIM, 2013).
As empresas pioneiras nessa época foram a francesa Outinord e a brasileira
Gethal (responsável por desenvolver o sistema com concreto celular), seus métodos
eram consagrados e bem-sucedidos, porém a falta de escala e de continuidade de
obras nesses padrões, as limitações do sistema financeiro da habitação daquele
período e o alto investimento inicial impediram a difusão do sistema no Brasil
(MISURELLI, MASSUDA, 2009; BRAGUIM, 2013).
Braguim (2013) diz que apenas à partir de 2009, com o déficit habitacional alto
no Brasil e o lançamento de programa Minha Casa Minha Vida 1, é que o Sistema de
Paredes de Concreto voltou a ser empregado, pois o cenário necessitava de moradias
com qualidade, em grande quantidade e realizadas no menor tempo possível.
A norma que aborda os requisitos gerais de qualidade da parede, projeto,
materiais, análise estrutural e dimensionamento, procedimento de execução, entre
outros aspectos é a NBR 16055:2012 – Parede de concreto moldada no local para a
construção de edificação – Requisitos e procedimentos.

3.4.2 Projeto

Segundo a ABNT NBR 16055 (2012), o projeto de uma estrutura em paredes


de concreto deve adotar os seguintes pontos para ter qualidade:
a) sistema estrutural adequado à função desejada para a edificação;
b) combinação de ações compatíveis e representativas;
c) dimensionamento e verificação de todos os elementos estruturais
presentes;
d) especificação de materiais apropriados de acordo com os
dimensionamentos efetuados;
e) Modulação coordenada conforme a ABNT 15873.
30

Os documentos que o projeto abrange, segunda a norma acima, são desenhos


(formas, elevação das paredes e armaduras), especificações (localização de reforços,
amarração entre paredes e posicionamento de juntas) e memorial descritivo. Ambos
os três devem ter informações claras e objetivas para tornar a execução possível.
Além disso, conforme a velocidade de execução, o projeto também deve
apresentar as etapas construtivas com suas idades e resistências do concreto.
No que tange a durabilidade, o cobrimento das armaduras das paredes deve
seguir os requisitos estabelecidos na NBR 6118 (2014) para pilares.

3.4.3 Execução e materiais utilizados

Por ser também um sistema que utiliza concreto armado moldado no local,
alguns dos procedimentos de execução de parede de concreto são semelhantes ao
sistema tradicional. A seguir será apresentado um passo a passo da execução
destacando apenas os pontos mais relevantes e diferenciados deste sistema.
A ABCP (2013) apresenta a ordem de execução conforme a Figura 11,
podendo ter alguma variação de acordo com a metodologia e material empregado
pela construtora.

Figura 11 – Fluxo macro do processo construtivo

Fonte: ABCP, 2013, p. 17


31

Para Misurelli e Massuda (2009), a escolha do tipo de fundação depende


inteiramente do solo e clima no qual a construção será realizada. Na construção de
casas de parede de concreto é mais utilizado Radier.
A fundação deve ter, arranques verticais das paredes, localização das
instalações sanitárias e nivelamento rigoroso, conforme pode ser visualizado na
Figura 12 (BRAGUIM, 2015).

Figura 12 – Fundação nivelada, com arranques e instalações sanitárias

Fonte: BRAGUIM, 2013, p. 15

Com a fundação pronta, o próximo passo é a montagem das armaduras, estas


são feitas com tela soldada e podem ser compostas por uma camada ou duas –
conforme a quantidade de pavimentos (CARVALHO, 2012).
Ainda, a NBR 16055 (2012) afirma que, para toda abertura com dimensão
superior ou igual a 40 cm na horizontal deve haver reforços para evitar fissuras.
Também, são realizadas ancoragens de cantos e cintas, e fixação de espaçadores,
sendo que o intuito da colocação deste último é garantir a cobertura prevista em
projeto (ABCP, 2008).
32

Figura 13 – Montagem das telas, reforços e fixação dos espaçadores

Fonte: BRAGUIM, 2013, p. 16

A ABCP (2008) afirma que, além da armadura ser responsável por resistir a
esforços nas paredes e controlar a retração do concreto, ainda possui a função de
estruturar e fixar as tubulações de elétrica, hidráulica e gás.
As tubulações costumam ser embutidas, salvo aquelas que possuem diâmetro
grande demais para isso, nesse caso a NBR 16055 (2012) afirma que devem ser
alojadas em shafts.
A norma também declara que a decisão de embutir ou não, é do projetista e
este deve levar em conta as exigências de manutenibilidade das instalações. Para a
ABCP (2013, p. 55) o problema de tal pratica é que “além de tornar a execução mais
demorada, pode dificultar a passagem do concreto em pontos de maior concentração
de instalações’’.
Caso as caixas elétricas não sejam próprias para o sistema de parede de
concreto, possuindo assim, tampas para evitar que o concreto as permeie, estas
devem receber preenchimento com papel ou pó de serra (BRAGUIM, 2013).
33

Figura 14 – Instalações elétricas fixadas na armadura

Fonte: BRAGUIM, 2013, p. 16

Com os eletrodutos e as tubulações devidamente fixados, chega o momento


da montagem das fôrmas. Segundo a ABCP (2008), os tipos de formas mais utilizadas
para esse sistema são:
a) metálicas: compostas por quadros e chapas metálicas que estruturam os
painéis e dão acabamento às paredes;
b) metálicas e compensado: seus quadros são de peças metálicas e o
acabamento nas paredes é obtido através das chapas de madeira;
c) plásticas: constituídas por quadros e chapas de plástico reciclável, que
proporcionam a estruturação e o acabamento.
Carvalho (2012, p. 24) comenta as principais características de cada tipo de
fôrma da seguinte maneira:
As fôrmas de metal possuem uma maior durabilidade, mas são difíceis de
manusear durante a execução da obra devido ao peso excessivo. As de
madeira possuem uma durabilidade média e são bem mais leves do que as
de metal. Já as fôrmas de plástico são muito leves, mas podem deformar com
maior facilidade do que as demais durante a concretagem.

Para que o posicionamento das fôrmas seja perfeito, é necessário marcar as


faces interna e externa das paredes no chão. O projeto deve prever a ordem de
execução dos painéis, mas, de forma geral, a montagem costuma ter início em alguma
34

parede hidráulica (banheiro ou cozinha), fixando-os no canto (formando um “L’’) e


depois na face interna. Depois basta seguir a sequência de conectores (grampos ou
pinos), conforme planta executiva. Por fim, gabaritos de esquadrias (Figura 15) e
escoras são posicionadas, o prumo das paredes é verificado (CARVALHO, 2012).
Lembrando que as faces internas das fôrmas devem receber aplicação de
desmoldante, para facilitar a desforma (SILVA, 2011).

Figura 15 – Gabarito de janela

Fonte: SILVA, 2011, p. 2

Enfim, chega-se a etapa de concretagem. A ABCP (2013) afirma que os tipos


de concreto mais utilizados para a execução são o auto-adensável e o convencional,
respectivamente. A Tabela 2, apresenta os tipos de concreto recomendados para o
sistema:

Tabela 2 – Tipologias de concreto

Fonte: ABCP, 2008, p. 178


35

A NBR 16055 (2012, p. 3-4) diz que “todas as paredes de cada ciclo construtivo
de uma edificação são moldadas em uma única etapa de concretagem’’, sendo assim,
deve-se, sempre que possível, evitar juntas de concretagem. Para Carvalho (2012),
interrupções superiores a 30 minutos já caracterizam junta de concretagem.
Porém, antes de concretar, devemos realizar os ensaios de Slump Test
(abatimento) e, posteriormente, caso haja adição de superplastificante, o Slump Flow
(espalhamento) (BRAGUIM, 2013).
Nessa etapa de lançamento e adensamento, os cuidados são semelhantes ao
do sistema tradicional já citados anteriormente, uma vez que o material é o mesmo. A
grande diferença é que quando o concreto empregado for auto-adensável (Tipo N) ou
celular (Tipo L1), dispensa-se o adensamento por vibradores já que possuem fluidez
e plasticidade suficiente para o preenchimento adequado das fôrmas (ABCP, 2008).
Ainda, quando a escolha do concreto for o auto-adensável o lançamento deve
ser iniciado por um dos cantos da edificação até que uma boa parte das paredes
estejam cheias. Depois disso, basta seguir a ordem dos pontos apresentados na
Figura 16, repetindo o mesmo processo, terminando com a parte mais alta (oitões),
quando forem casas térreas. Dessa forma, a massa preencherá todos os vazios de
forma homogênea (ABCP, 2008).

Figura 16 – Lançamento de concreto auto-adensável

Fonte: ABCP, 2008, p. 87

A remoção das fôrmas, assim como o sistema tradicional, também segue a


NBR 14931 (2004), que não especifica prazos para desforma, apenas deixa claro que
a estrutura só pode ser desformada após o concreto atingir a resistência necessária
36

para se sustentar, para isso é necessário ter em mão os resultados dos testes de
resistência à compressão do concreto. Entre os autores pesquisados, o tempo para
desforma variou entre catorze e quinze horas.
Por fim, deve-se aguardar a cura do concreto, sempre tomando todos os
cuidados, já citados anteriormente neste referencial, na execução de concreto
armado.

3.4.4 Vantagens e Desvantagens

Para Misurelli e Massuda (2009) as grandes vantagens desse sistema


construtivo são velocidade de execução, garantia do cumprimento de prazos de
entrega e custos, industrialização do processo, maior controle da qualidade e
economia de material. Além disso, a ABCP (2008) ainda destaca como característica
relevante a redução significativa das espessuras das camadas de revestimento.
Quanto às desvantagens, cita-se o peso elevado da estrutura (quando feito de
concreto comum), a necessidade de formas específicas e mão de obra especializada.
Outro ponto negativo é que devem ser construídas muitas unidades iguais para que
haja rentabilidade (CARVALHO, 2012).

3.5 ORÇAMENTO

Com um mercado atual extremamente competitivo e por ser uma atividade


econômica, com fins lucrativos ou não, a construção de um projeto, deve ser estudada,
já que conforme seus gastos, um empreendimento pode ser viável ou não. Deste
modo, o Orçamento costuma ser o primeiro documento que um construtor deseja ter
em mãos quando pensa em edificar (GOLDMAN, 2004).
O Orçamento consiste na determinação do custo total de uma construção. Seu
resultado é obtido com base na análise de documentos específicos do
empreendimento – Projetos arquitetônico e complementares, memorial descritivo e
outros – considerando-se os custos diretos e indiretos, as condições contratuais e
outros fatores atípicos que possam vir a influenciar (CORDEIRO, 2007).
Para Mattos (2006, p. 22), um orçamento é “basicamente um exercício de
previsão. [...] A técnica orçamentária envolve a identificação, descrição, quantificação,
análise e valorização de uma grande série de itens, requerendo, portanto, muita
37

atenção e habilidade técnica’’.


Xavier (2008, p.5) ainda complementa que “a elaboração de um orçamento
pode determinar o sucesso e ou fracasso de uma empresa [...], um erro no orçamento
acarreta imperfeições, frustações, falta de credibilidade e prejuízos a curto e médio
prazo’’.
Por isso, um orçamento deve ser realizado por profissional habilitado
legalmente pelo CREA – Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia
– e registrado através da ART – Anotação de Responsabilidade Técnica (INSTITUTO
DE ENGENHARIA, 2011).
Mas, um Orçamento não serve apenas para saber custo de execução de
empreendimento. Cordeiro (2007, p. 11-12) lista algumas outras funções:
a) análise de viabilidade econômico-financeira do empreendimento;
b) o levantamento de materiais e de serviços;
c) o levantamento do número de operários para cada etapa de serviços;
d) o cronograma físico ou de execução da obra, bem como o cronograma
financeiro;
e) o acompanhamento sistemático da aplicação de mão-de-obra e materiais
para cada etapa de serviço;
f) controle da execução da obra.

3.5.1 Atributos do Orçamento

Ao contrário do que muitos pensam, um orçamento não pode ser extraído de


livros ou manuais de forma puramente automática e genérica. Para composição de
custos, algumas variantes devem ser analisadas de forma crítica, tornando cada
orçamento singular (MATTOS, 2006).
Os atributos que são apresentados a seguir – aproximação, especificidade e
temporalidade –, são características que, segundo Xavier (2008), determinam a
consistência e a veracidade de um projeto de orçamentação.

3.5.1.1 Aproximação

Como um orçamento é baseado em estimativas, este sempre será aproximado.


O que um orçamentista busca, segundo Mattos (2006) não é acertar o valor exato de
uma obra, mas sim, chegar o mais próximo possível dele. O mesmo autor ainda afirma
que uma margem de erro baixa está vinculada a uma orçamentação apurada e
criteriosa.
38

Para Xavier (2008) a qualidade de aproximação de um orçamento depende dos


seguintes itens:
a) material empregado;
b) mão de obra;
c) equipamento utilizado;
d) custos indiretos.

3.5.1.2 Especificidade

De maneira nenhuma deve-se considerar um orçamento como sendo padrão


ou genérico. Os orçamentos de uma casa no campo e de uma casa na praia, por
exemplo, são distintos, mesmo que as duas apresentem os mesmos projetos. Mattos
(2006) afirma que isso ocorre, pois, todo orçamento está intrinsecamente ligado a:
a) política da empresa – quantidade de cargos de supervisão previstos, padrão
do canteiro de obras, quantidade de veículos disponibilizados para a equipe,
grau de terceirização de serviços e outros;
b) condições locais – clima, relevo, vegetação, solo, disponibilidade de
matérias-primas, qualidade da mão de obra, oferta de equipamento e
outros.

3.5.1.3 Temporalidade

Mesmo sendo de qualidade, um orçamento tem prazo de validade, já que, em


um certo espaço de tempo, segundo Mattos (2006) haverá a possibilidade de:
a) flutuação no custo dos insumos;
b) criação ou alteração de impostos e encargos sociais e trabalhistas;
c) evolução dos métodos construtivos – surgimento de técnicas, materiais e
equipamentos mais adequados;
d) diferentes cenários financeiros e gerenciais – terceirização, delegação de
tarefas, condições de capital de giro, necessidade de empréstimo e outros.
Desta forma, orçamentos realizados há algum tempo devem ser atualizados e
customizados para o cenário presente no início da obra (XAVIER, 2008).
39

3.5.2 Tipos de Orçamentos

No que se refere a tipos de orçamentos, a grande maioria das biografias


pesquisadas para esta monografia, divide-os conforme seu grau de detalhamento.
Embora alguns autores tenham definido várias outras divisões de grau de
detalhamento, de forma geral, o mais comum e usual é a separação entre três tipos
de orçamento.
Cada um dos três orçamentos que são apresentados são elaborados de acordo
com a fase em que o projeto se encontra (INSTITUTO DE ENGENHARIA, 2011).

3.5.2.1 Estimativa de custos

Para Cordeiro (2007, p. 10) a estimativa de custos é uma “avaliação de custo


obtida através de estimativa de quantidades de materiais e serviços, pesquisa de
preços médios e aplicação de percentagens estimativas ou coeficientes de
correlação’’. A estimativa de custos é realizada nas etapas iniciais de um
empreendimento, quando não há a possibilidade de elaboração de orçamento
analítico devido à falta de informações. Seu objetivo é dar uma noção da ordem de
grandeza dos custos do projeto, gerando meios para o estudo de viabilidade
econômica (DIAS, 2011).
Sua elaboração, segundo Mattos (2006), é realizada através de custos
históricos, comparação de projetos similares e indicadores genéricos. O autor ainda
destaca o CUB – Custo Unitário Básico – como indicador mais utilizado.
Outro ponto importante, em que todos autores citados a cima concordam, é de
que, por ser uma avaliação expedita, a estimativa de custos não deve, de forma
alguma, ser utilizada para propostas comerciais ou fechar contratos.

3.5.2.2 Orçamento preliminar

A Norma Técnica do Instituto de Engenharia (2011, p.53) define orçamento


preliminar como “avaliação de custo obtida através de levantamento e estimativa de
quantidades de materiais, serviços e equipamentos e pesquisa de preços médios’’. A
mesma fonte ainda afirma que este costuma ser elaborado a partir do anteprojeto e
que, por ser um orçamento e não apenas custo, em seus cálculos deve ser incluído o
40

BDI.
Mattos (2006) aponta que o orçamento preliminar pode ser visto como um
aprimoramento da estimativa inicial, já que, por trabalhar com uma maior quantidade
de indicadores, acaba sendo mais detalhado. Logo, o grau de incerteza, quando
comparado com a estimativa, é menor.
Sendo assim, como o orçamento preliminar “pressupõe o levantamento
expedito de algumas quantidades e a atribuição do custo de alguns serviços’’
(MATTOS, 2006, p. 39), pode ser considerado um misto entre a estimativa de custos
e o orçamento analítico.

3.5.2.3 Orçamento analítico ou detalhado

Costuma ser realizado na etapa de projeto ou projeto executivo, e de todos


citados, este é, quando bem feito, o orçamento indiscutivelmente mais completo e
preciso (INSTITUTO DE ENGENHARIA, 2011).
Com uma margem de erro consideravelmente baixa, chega a um valor bem
próximo do custo real, já que é elaborado através do levantamento de quantidades de
materiais, serviços, equipamentos e da composição de preços unitários (MATTOS,
2006).
Mas, para que alcance um valor fidedigno, deve ser feito apenas quando o
orçamentista estiver de posse de todos os documentos que compõem o
empreendimento, desde projetos arquitetônicos, estruturais, complementares, até o
memorial descritivo.
A Norma Técnica do Instituto de Engenharia (2011) também lembra que, além
de considerar custos diretos e indiretos, o orçamento analítico ainda inclui o BDI.

3.5.3 Estrutura de um Orçamento

Geralmente, um orçamento é estruturado pela soma dos custos – diretos e


indiretos –, e BDI – imposto e lucro. A resultante desta soma é o PV (Preço de Venda)
(INSTITUTO DE ENGENHARIA, 2011).
41

Tabela 3 – Formação de preço de venda

Fonte: CAIXA ECONÔMICA FEDERAL, 2017, p. 8

3.5.3.1 Custos diretos

Tisaka (2006, p. 37) define os custos diretos como “custos diretamente


envolvidos na produção da obra, que são os insumos constituídos por materiais, mão
de obra e equipamentos auxiliares, mais toda a infra-estrutura de apoio necessária
para a sua execução no ambiente da obra’’. O mesmo autor afirma que os custos
diretos são tabulados numa Planilha de Custos, através da composição de custos
unitários.
A composição de custos unitários é uma tabela que apresenta todos os
insumos, como mão de obra, materiais e equipamentos, que são diretamente ligados
a execução de uma unidade do serviço, com seus respectivos custos unitários e totais
(MATTOS, 2006).
Tabela 4 – Exemplo de composição de custos unitários

Fonte: AMBROZEWICZ, 2015, p. 48, modificado pela autora.


42

As composições de custos são essenciais, uma vez que, segundo Goldman


(2004), elas agilizam e facilitam o trabalho do orçamentista. Azeredo (1997, p. 166)
ainda complementa que, partir delas há possibilidade de “controlar, avaliar, apropriar
gastos e consumo, tanto de material como de mão-de-obra’’.
Para Ambrozewicz (2015, p. 48), “a estruturação das composições unitárias
deve seguir a ordem cronologica da execução da obra’’, conforme a Figura 17:

Figura 17 – Ordem cronológica

Fonte: AMBROZEWICZ, 2015, p. 49, modificado pela autora.

Os valores dos insumos podem ser coletados de forma analítica – através das
informações obtidas de experiências de outras obras – ou por meio de sistemas
orçamentários já consagrados no meio técnico, como, por exemplo, TCPO e SINAPI
(INSTITUTO DE ENGENHARIA, 2011).

3.5.3.2 Custos indiretos

A Caixa Econômica Federal (2017, p. 6) define os custos indiretos como gastos


com “logística, infraestrutura e gestão necessária para a realização da obra.
Corresponde à soma dos custos dos serviços auxiliares e de apoio à obra, para
43

possibilitar a sua execução’’.


Para o Instituto de Engenharia (2011) o mais importante é não confundir custos
indiretos com despesas indiretas (componente do BDI). Os principais custos indiretos,
segundo a bibliografia pesquisada, são:
a) instalação e manutenção do canteiro de obras;
b) remuneração da equipe de administração e gestão técnica da obra;
c) mobilização e desmobilização;
d) equipamentos especiais não remunerados por custo horário em operação (ou
inativo) ou que não constam da composição de custos unitários.

3.5.3.3 BDI

A sigla BDI significa Benefício e Despesas Indiretas, sua origem vem da


abreviação no inglês de Budget Difference Income. Resumidamente, é uma taxa que
se adiciona ao custo direto de uma obra para cobrir: despesas indiretas, risco do
empreendimento, despesas financeiras incorridas, tributos, taxas de comercialização
e lucro (INSTITUTO DE ENGENHARIA, 2011).
As despesas indiretas “são todas as despesas que não fazem parte dos
insumos da obra e sua infra-estrutura no local de execução, mas que são necessárias
para a sua realização’’ (TISAKA, 2006, p. 49). De uma forma mais resumida, são todas
as despesas da administração da sede da empresa.
Segundo Dias (2011), as despesas indiretas variam muito de uma construtora
para a outra, já que são decorrentes da cultura da empresa – infraestrutura física,
quantidade de funcionários, cargos e salários e outros. Sua divisão é realizada por
rateio, onde cada um dos empreendimentos participa com um percentual de acordo
com seu porte (MATTOS, 2006).
Quanto aos tributos, taxa de comercialização e lucro: estes também variam de
acordo com o regime tributário ao qual a construtora de enquadra, marketing
empregado e expectativa de resultados financeiros, respectivamente.
Como exemplos de tributos Tisaka (2006) cita o Programa de Integração Social
(PIS), a Contribuição para o Fundo de Investimento Social (COFINS), Imposto de
Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ), Contribuição Provisória Sobre a Movimentação
Financeira (CPMF) e Imposto sobre Serviço (ISS).
44

3.5.4 Composições para elaboração orçamentária

No meio orçamentário do Brasil, as composições mais relevantes e aplicadas


são o CUB – utilizado para a estimativa de custos –, TCPO e SINAPI para orçamento
preliminar ou detalhado.

3.5.4.1 CUB

O Custo Unitário Básico (CUB) é o “custo por metro quadrado de construção


do projeto-padrão considerado, calculado [...] pelos Sindicatos da Indústria da
Construção Civil, em atendimento ao disposto no artigo 54 da Lei nº 4.591/64’’ (NBR
12721, 2006, p. 5).
Ambrozewicz (2015), alega que o principal objetivo do CUB é servir como
parâmetro afim de nortear o mercado imobiliário no tocante aos custos dos imóveis.
A lei supracitada no primeiro parágrafo obriga o SINDUSCON de cada estado
a calcular, conforme a metodologia apresentada na NBR 12721 (2006), e publicar
mensalmente o CUB. A coleta de dados para o cálculo é realizada, de preferência,
nas construtoras, mas é possível o recolhimento em fornecedores da indústria e
varejistas (AMBROZEWICZ, 2015).
Um ponto a ser ressaltado a respeito do CUB, segundo Mattos (2006), é que
este não considera os custos de especificidades da construção (terreno, paisagismo,
elevadores, impostos, etc.).
Como é possível ver na Tabela 4, os custos são divididos de acordo com a
unidade autônoma – tipo de construção e número de quartos –, número de pavimentos
e padrão de acabamento (XAVIER, 2008).
45

Tabela 5 – CUB/RS referente ao mês de outubro/2017

Fonte: SINDUSCON/RS, 2017

3.5.4.2 TCPO

As Tabelas de Composições de Preços para Orçamentos (TCPO) compõem


um manual que possui dados e informações para estimar os consumos de materiais
e de mão de obra necessários para execução dos serviços de construção. Sua
veiculação é realizada pela Editora PINI e sua primeira edição foi lançada em 1955.
Desde então, é considerada a literatura mais conhecida para a preparação de
orçamentos de obras no Brasil (TCPO, 2012).
Atualmente, seu acervo possui mais de 8.500 composições de serviços, preços
de referência e composições de empresas da indústria de materiais e serviços de
construção civil (TCPOweb, 2017).
46

Tabela 6 – Composição de serviço TCPO

Fonte: TCPO, 2010, p. 204

Segundo Tisaka (2006), embora os valores apresentados no TCPO sejam


próximos da realidade, em empresas de construção bem estruturadas, esses valores
costumam ser constantemente avaliados e aprimorados, para obter maior segurança
na sua política de preços.
Outro ponto importante a respeito do TCPO, é que este não possui publicação
regional, ficando a cargo do orçamentista a coleta dos custos em sua região.

3.5.4.3 SINAPI

O Sistema Nacional de Pesquisas de Custos e Índices da Construção Civil


(SINAPI) teve sua implantação em 1969, pelo Banco Nacional de Habitação (BNH),
em parceria com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A partir de
1986 foi adotado pela CAIXA, devido a extinção do BNH (CAIXA ECONÔMICA
FEDERAL, 2017).
A gestão do SINAPI é compartilhada entre Caixa e IBGE. A Caixa é
responsável pela base técnica de engenharia (especificação de insumos,
composições de serviços e orçamentos de referência) e pelo processamento
de dados, e o IBGE, pela pesquisa mensal de preço, tratamento dos dados e
formação dos índices. (CAIXA ECONÔMICA FEDERAL, 2017).

O SINAPI é divulgado mensalmente no site da Caixa, de acordo com os preços


e custos praticados em cada estado, para que possam ser consultados e utilizados
47

como referência na elaboração de orçamentos. Seu ponto forte é a pesquisa periódica


e regional, dessa forma seus valores encontram-se sempre atualizados e,
consequentemente, mais fidedignos (CAIXA ECONÔMICA FEDERAL, 2017).
Como é possível ver na Tabela 6, no SINAPI, a composição de um serviço é
concebida por meio da descrição do serviço, unidade de medida, insumos ou
composições auxiliares (item) e coeficientes de consumo e produtividade. (CAIXA
ECONOMICA FEDERAL, 2017).

Tabela 7 – Composição de serviço SINAPI

Fonte: CAIXA ECONÔMICA FEDERAL, 2017, p. 20

Quanto a origem dos preços de cada insumo, é importante destacar a seguinte


notação presente nos relatórios do SINAPI:
a) C – Correspondente a preço coletado pelo IBGE adotado para o mês de
referência do relatório;
b) CR – Correspondente a preço obtido por meio do coeficiente de
representatividade do insumo;
c) AS – Correspondente a preço atribuído com base no preço do insumo para
a localidade de São Paulo.
O custo da mão de obra é pesquisado junto às construtoras e sindicatos
profissionais. Encargos sociais são incididos sobre este valor, e por isso, são
divulgados, mensalmente, dois tipos de relatórios de preços: desonerados, que é
eximido da incidência de 20% dos custos com INSS, e não desonerados, que
considera a parcela de 20% de INSS (CAIXA ECONÔMICA FEDERAL, 2017).
48

4 MATERIAIS E MÉTODOS

O tema tratado neste trabalho surgiu devido à falta de dados orçamentários no


tocante ao sistema parede concreto quando comparado a outros sistemas de
construção utilizados no Brasil.
Com isso, definiu-se a seguinte pergunta: “Qual a diferença de valor, para
execução de um mesmo empreendimento, entre os sistemas construtivos tradicional
e parede concreto?”.
A pesquisa quantitativa foi o método escolhido para responder esta pergunta.
De forma que foram elaborados o projeto estrutural e complementares, para então
analisá-los e, subsequente a isso, atribuir e computar valores para elaboração do
comparativo entre os sistemas.

4.1 ABRANGÊNCIA DO TRABALHO

O estudo limita-se a comparação de custos e tempo de execução entre o


sistema tradicional – estrutura de concreto (fundações, pilares, lajes e vigas) moldada
in loco com alvenaria de vedação de tijolo cerâmico – e ao sistema parede de concreto
– fundações, pilares, lajes, vigas e parede moldadas in loco.
Uma vez que, os custos indiretos variam conforme a estrutura da empresa,
calculam-se apenas os custos diretos – mão de obra, materiais e equipamentos
necessários para a execução de ambos sistemas.
É valido ressaltar que os valores utilizados para a realização das composições
de custos unitários dos serviços são provenientes da tabela não desonerada do
SINAPI do Rio Grande do Sul, referente ao mês de março de 2018, os preços em
outras regiões podem vir a variar.

4.2 CARACTERÍSTICAS DO PROJETO MODELO

O projeto arquitetônico utilizado como base para a elaboração do comparativo


foi gentilmente disponibilizado pela Rhimper Engenharia. Uma empresa situada na
cidade de Bento Gonçalves, que há 20 anos desenvolve atividade no setor de
construção da Serra Gaúcha. Pioneira na execução de produtos de linha popular na
construção civil, possui certificado nível A no Programa Brasileiro de Qualidade e
49

Produtividade no Habitat (PBQP-H) e na ISO 9001:2000.


Como é possível observar no projeto arquitetônico que está disponível no
Apêndice D, trata-se de uma residência unifamiliar de 59,47 m², com o padrão de
acabamento baixo, composto por dois quartos, sala, cozinha, banheiro, área de
serviço e alpendre.
Como apenas dispõe-se do projeto, o terreno no qual a casa é orçada é
genérico e fictício de padrão mínimo 12x30m conforme a Lei municipal 3.300 de 1988,
com topografia plana e isento de vegetação.

4.3 OBSERVAÇÕES DOS SISTEMAS CONSTRUTIVOS

Dois sistemas estruturais distintos foram projetados para uma mesma


edificação, a fim de elaborar um comparativo e assim definir qual dos dois apresenta
maior rentabilidade.
Ambos os sistemas foram dimensionados com o mesmo tipo de fundação rasa,
a sapata, assentado a sessenta centímetros abaixo do nível do solo sob camada de
brita, diferindo apenas na seção de aço proveniente do peso da estrutura de cada
método construtivo.
No sistema tradicional a estrutura engloba pilares e vigas de concreto armado
moldado in loco com dimensões previamente definidas no projeto estrutural. As lajes
são pré-moldadas em vigota e tavela cerâmica. Completando a parte estrutural tem-
se vergas e contravergas pré-moldadas localizadas nos vãos de portas e janelas.
Para as paredes são utilizadas alvenaria de vedação do tipo tijolo cerâmico
furado com espessura de 9 centímetros e peso específico 13 kN/m³. Seu revestimento
interno e externo é, quase de maneira geral, composto por chapisco, massa única e
acabamento em pintura acrílica.
Já a estrutura de parede concreto é inteira em concreto armado moldado in
loco, sendo previamente embutidos os componentes elétricos (instalações elétricas,
de telefone e TV) e hidrossanitários (água fria, esgoto pluvial e cloacal) nas paredes
antes da concretagem. Assim como no sistema tradicional, as lajes são pré-moldadas
em vigota e tavela cerâmica.
O revestimento é semelhante ao descrito no sistema anterior, com a diferença
de que o chapisco e massa única são substituídos por massa corrida, aplicada apenas
na parte interna da casa. Além disso, antes da aplicação do revestimento as paredes
50

são estucadas para correção de possíveis imperfeições no concreto.


Os demais elementos horizontais desses sistemas são embutidos ou nas lajes
(hidrossanitário) ou no forro da residência (elétrico).
Além das características citadas a cima, os sistemas possuem
impermeabilização, revestimento cerâmico, aberturas, forro e cobertura idênticos.
Visto que a casa é executada a sessenta centímetros do solo, dispensa-se
impermeabilização na fundação. A impermeabilização no banheiro é em argamassa
polimérica. No piso e paredes do box até 1,8 m de altura e demais paredes até 0,3 m.
Em todas as paredes do banheiro e as paredes hidráulicas existentes da
cozinha e área de serviço o revestimento aplicado é cerâmico.
O piso é de cerâmica no banheiro, cozinha, área de serviço e alpendre,
enquanto quartos e sala terão piso flutuante. Os rodapés são do mesmo material do
piso do cômodo.
Quanto as esquadrias, as janelas são de alumínio e as portas de madeira.
O forro é de PVC e sobre ele o telhado de duas águas tem estrutura de madeira
e telhas de fibrocimento. A cobertura possui calhas metálicas e cumeeiras de
fibrocimento.
51

5 RESULTADOS

Para responder a pergunta e os objetivos específicos previamente propostos


nesse trabalho, foram realizados orçamentos e cronogramas de ambos os sistemas,
disponíveis, respectivamente, nos apêndices A e C.
Afim de simplificar e facilitar o entendimento, orçamento e cronograma foram
divididos por itens que agrupam subitens compostos por serviços e materias. Itens
estes que podem ser visualizados na coluna “descrição” na Tabela 8.

Tabela 8 – Comparativo macro entre sistemas construtivos

Fonte: Elaborado pela autora.

Na Tabela 8 é possível verificar que, em sua totalidade, o sistema tradicional


(ST) obteve um valor de R$ 95.322,82 enquanto o sistema parede de concreto (SPC)
obteve R$ 92.005,16. Contabilizando assim, uma diferença de 3,48% entre os
sistemas.
Os itens que contribuíram a favor do SPC, foram, em ordem de maior para
menor influência, paredes e esquadrias, revestimentos, instalações e serviços
preliminares gerais. Enquanto isso, a favor do ST tem-se infra e supraestrutura.
Com exceção aos itens 5 (cobertura e proteções), 7 (pinturas), 9 (aparelhos,
louças e metais) e 10 (complementações), que não interveem no comparativo, todos
os demais itens são explanados de forma minuciosa a seguir.
Os serviços preliminares gerais são serviços que necessitam de realização
antes da iniciação da execução da obra, tais como: projetos e ART – Anotação de
Responsabilidade Técnica –, despesas legais – aprovação e licenciamento junto a
prefeitura, despesas de cartório –, tapume e locação de obra, aluguel de container –
para sanitário e depósito –, ligação de energia e água.
52

Gráfico 1 – Serviços preliminares

R$- R$1.000,00 R$2.000,00 R$3.000,00 R$4.000,00

R$2.954,16
Projetos e ART
R$2.954,16

R$40,50
Despesas legais
R$40,50

R$1.240,27
Tapume
R$1.240,27

R$557,23
Locação de obra
R$557,23

R$1.600,00
Aluguel de container
R$1.200,00

R$1.373,73
Energia elétrica provisória
R$1.373,73

R$439,30
Ligação de água definitiva
R$439,30

Sistema tradicional (R$ 8.205,20) Sistema parede de concreto (R$ 7.805,20)

Fonte: Elaborado pela autora.

O Gráfico 1 aponta como única diferença entre os dos sistemas nessa etapa o
aluguel de container. Isso ocorre porque a unidade de medida desse serviço é mensal
e, como podemos ver no Gráfico 2 ou mesmo no Apêndice C, o SPC e o ST possuem,
respectivamente, cronogramas de 12 e 16 semanas (aproximadamente 3 e 4 meses).
Sendo assim, devido a diferença de um mês de execução, e
consequentemente, um mês de aluguel, para esse item, o SPC mostrou-se 4,87%
mais econômico do que o ST. Ainda a respeito do cronograma, pode-se ver que a
redução de tempo no SPC foi de 25% em relação ao ST.
53

Gráfico 2 – Comparativo entre cronogramas

100%
90%
Percentual de obra executada

80%
70%
60%
50%
40%
30%
20%
10%
0%
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16
Semanas

Sistema tradicional Sistema parede de concreto

Fonte: Elaborado pela autora.

A infraestrutura é composta por todos serviços necessários para a execução


das fundações, como escavação, lastro, armação, formas e concretagem de sapatas.
Como é possível ver no projeto arquitetônico (Apêndice D), como a casa foi projetada
a sessenta centímetros acima do nível do solo, não possui vigas baldrame.

Gráfico 3 – Infraestrutura

R$- R$1.000,00 R$2.000,00 R$3.000,00

R$168,53
Escavação
R$242,81

R$123,32
Lastro de concreto
R$171,28

R$487,42
Armação
R$1.246,40

R$1.535,91
Formas
R$2.480,76

R$557,58
Concretagem
R$1.165,93

Sistema tradicional (R$ 2.872.77) Sistema parede de concreto (R$ 5.307,19)

Fonte: Elaborado pela autora.


54

Os sistemas possuem o mesmo tipo de fundação (sapatas), mas, como o


Gráfico 3 mostra, o custo do item para SPC ficou R$ 2.434,42 mais caro do que no
ST, totalizando um aumento de 84,74% no comparativo. O motivo para isso é a
supraestrutura do SPC que é consideravelmente mais pesada, uma vez que no lugar
das paredes de alvenaria – peso especifico de 13 kN/m³ – tem-se concreto armado –
peso especifico de 25 kN/m³. Acarretando assim em sapatas com seção e área de
aço maiores e, consequentemente, área de formas, volume de escavação, lastro e
concretagem maiores, como ilustra a Tabela 9.

Tabela 9 – Comparativo quantitativo dos serviços de infraestrutura

Sistema Sistema parede


Serviço Unidade
tradicional de concreto
Escavação m³ 5,40 7,78
Lastro m² 5,76 8,00
Formas m² 11,16 16,20
Armação kg 65,49 194,35
Concretagem m³ 1,49 3,11
Fonte: Elaborado pela autora.

A supraestrutura possui elementos estruturais diferentes para cada um dos


sistemas. Para ST tem-se vigas e pilares em concreto armado e lajes pré-moldadas
em vigotas e tavelas cerâmicas, enquanto o SPC dispõe de lajes pré-moldadas em
vigotas e tavelas cerâmicas e paredes e vigas em concreto armado. Sendo assim,
para comparação, os serviços de supra foram separados em formas, armação e
concretagem.

Gráfico 4 – Supraestrutura

R$- R$4.000,00 R$8.000,00 R$12.000,00 R$16.000,00

R$8.565,93
Formas
R$6.323,15

R$8.646,10
Armação
R$13.565,27

R$3.229,23
Concretagem
R$9.274,49

Sistema tradicional (R$ 20.441,26) Sistema parede de concreto (R$ 29.162,90)

Fonte: Elaborado pela autora.


55

Nas formas o ST mostrou-se mais caro pois lida com formas em compensado,
enquanto o SPC conta com formas metálicas, que, mesmo necessitando de mão de
obra especializada, possuem tempo menor de execução, dado que, diferentemente
do ST, não necessitam de fabricação, apenas montagem, e consequentemente menor
custo total de mão de obra. Mesmo assim, com elementos estruturais maiores
(paredes), a quantidade de armação e concretagem demandada é maior e, por isso,
nessa etapa de obra o custo do SPC monstrou ser 42,67% maior quando comparado
com ST.
Para informações mais detalhadas a respeito dos diâmetros de aço adotados e
seções dos elementos estruturais de infra e supraestrutura, consultar os projetos
estruturais dos sistemas, anexado no Apêndice E.
Nas paredes e esquadrias estão englobadas alvenaria de vedação, portas e
janelas. A disparidade de R$ 7.195,83 presente no Gráfico 5 ocorre pois no ST, dentro
de “alvenaria de vedação”, tem-se a alvenaria para execução das paredes e escadas
de acesso a casa e o encunhamento, ao passo que no SPC apenas há a alvenaria
para as escadas, pois, como vimos anteriormente, por serem armadas, as paredes
desse sistema estão dentro da supraestrutura. Desta forma nessa parcela de obra o
SPC obteve 46,52% de redução no comparativo com ST.

Gráfico 5 – Paredes e esquadrias

R$- R$2.000,00 R$4.000,00 R$6.000,00 R$8.000,00 R$10.000,00

R$8.477,71
Alvenaria de vedação
R$1.281,88

R$3.561,18
Portas
R$3.561,18

R$3.428,24
Janelas
R$3.428,24

Sistema tradicional (R$15.467,13) Sistema parede de concreto (R$ 8.271,30)

Fonte: Elaborado pela autora.

Os revestimentos são materiais aplicados para dar acabamento com o intuito


de melhorar a higienização e habitabilidade da residência. Foram divididos, como
mostra o Gráfico 6, em paredes, piso, forro, rodapés, soleiras e peitoris.
56

Gráfico 6 – Revestimentos

R$- R$4.000,00 R$8.000,00 R$12.000,00

R$10.055,00
Paredes
R$4.455,62

R$5.078,48
Piso
R$5.078,48

R$2.252,25
Forro
R$2.252,25

R$1.662,70
Rodapés, soleiras e peitoris
R$1.662,70

Sistema tradicional (R$ 19.048,44) Sistema parede de concreto (R$ 13.449,06)

Fonte: Elaborado pela autora.

A diferença é encontrada nos revestimentos das paredes. Conforme descrito


na metodologia, o ST é constituído por chapisco e massa única para as paredes
internas e as externas. Por sua vez o SPC, por possuir paredes uniformes devido a
sua constituição de concreto, conta com estucamento nas paredes internas e externas
e aplicação de massa corrida apenas nas paredes internas.

Tabela 10 – Custo de revestimento aplicado em paredes

Fonte: Elaborado pela autora.

Dessa forma, como se observa na Tabela 10, com um custo por metro
quadrado 67,80% menor, para esse item o SPC custou R$ 5.599,38 (29,40%) a menos
do que o ST.
Por fim, tem-se as instalações que compreendem os sistemas elétrico,
57

telefônico, hidráulico, sanitário e pluvial.

Gráfico 7 – Instalações

R$- R$2.000,00 R$4.000,00 R$6.000,00

R$5.051,14
Eletricas
R$4.405,33

R$651,57
Telefonicas
R$624,81

R$1.809,03
Hidráulicas
R$1.286,65

R$5.678,67
Sanitárias / pluvial
R$5.595,12

Sistema tradicional (R$ 13.190,41) Sistema parede de concreto (R$ 11.911,91)

Fonte: Elaborado pela autora.

Os sistemas possuem os mesmos projetos, porém como no SPC a parte


instalada verticalmente é embutida em paralelo com a armação da parede de
concreto, inexistem as quebras, rasgos e chumbamentos em alvenaria. Com isso o
SPC contabilizou uma redução nos custos de R$ 1.278,50 (9,69%) em relação ao ST.
Segundo Careli (2014), a cada 1 m² de obra construída no ST, gera-se de 0,10
a 0,15 m³ de resíduo, enquanto D’ambrosio (2009) afirma que o SPC gera 80% menos
resíduos quando comparado com uma obra comum. Sendo assim, adotando como
base as informações referenciadas a cima e considerando uma média de 0,125 m³/m²
construído, pode-se estimar um volume de resíduo de 7,45 m³ para o ST e 1,5 m³ para
o SPC.
Baltokoski (2015) desenvolveu em sua monografia um comparativo térmico e
acústico entre os mesmos sistemas estudados nesse trabalho, utilizando como
parâmetro a norma de desempenho de edificações habitacionais NBR 15575 (2013),
que classifica os desempenhos em mínimo, intermediário e superior.
No quesito acústico o ST e o SPC obtiveram, respectivamente, 50 dB e 46 dB,
ambos enquadrados no padrão de desempenho superior. Sobre o conforto térmico, o
autor conclui que, mesmo tendo maior transmitância térmica, o que gera respostas
58

mais rápidas a variações extremas de temperatura, o SPC é superior ao ST por


possuir maior capacidade térmica, sendo capaz de manter a temperatura ambiente
interna com menos variação no decorrer do dia.
59

6 CONSIDERAÇÕES FINAIS

Com base nos resultados apresentados no capítulo anterior conclui-se que,


mesmo com infra e supraestrutura mais caras – devido carga mais elevada – o sistema
parede de concreto mostrou-se mais barato e com menor tempo de execução.
As economias obtidas com os itens de serviços preliminares, paredes e
esquadrias, revestimentos e instalações, que totalizam R$ 14.473,71, são suficientes
não só para cobrir os gastos excedentes com infra e supraestrutura de R$ 11.156,06
bem como gerar uma diferença entre orçamentos de R$ 3.317,65, totalizando assim,
uma redução de 3,48%.
A economia nos custos e redução de cronograma ocorrem principalmente
devido ao embutimento dos sistemas elétrico e hidráulico nas paredes de concreto,
tipo de revestimento e formas empregadas.
Com a instalação antecipada eliminam-se quebras, rasgos e chumbamentos
presentes no sistema tradicional, o que além de reduzir os pontos citados no parágrafo
a cima, também colabora na diminuição de resíduos.
Por dispor de paredes com superfície uniforme, o revestimento empregado
nesse sistema não é necessário em fachadas e dispensa uma camada mais grossa
de nivelamento, obtendo assim, por possuir área de aplicação e custo unitário
menores, custo por metro quadrado inferior ao sistema tradicional.
As formas metálicas não necessitam de fabricação, apenas montagem,
reduzindo assim o custo de mão de obra e tempo de execução. Vale ressaltar que,
segundo Mores (2013), a substituição das formas de madeira por formas metálicas
gera cinco vezes menos resíduos.
A partir dos orçamentos, identificou-se que os três itens com maior peso no
sistema tradicional são, em ordem decrescente, supraestrutura (21,44%),
revestimentos (19,98%) e paredes e esquadrias (16,23%).
Enquanto para o sistema parede de concreto os itens de maior custo são,
também em ordem decrescente, supraestrutura (31,70%), revestimentos (14,62%) e
instalações (12,95%).
Em vista dos resultados obtidos, o sistema tradicional mantem-se como uma
boa alternativa quando não se dispõe de mão de obra especializada e o projeto a ser
executado é personalizado e único, já que possui mão de obra abundante e formas
60

de madeira.
No entanto, o sistema parede de concreto mostrou-se mais competitivo e
atrativo por possuir um sistema de execução otimizado e racionalizado, apresentar
orçamento e cronograma menores, sendo uma boa alternativa quando o projeto for
replicado para mais de uma residência de pequeno porte e padrão de acabamento
baixo, além de diminuir expressivamente os resíduos provenientes da obra e
desempenhar conforto térmico e acústico equivalente ao sistema tradicional.

6.1 SUGESTÕES PARA TRABALHOS FUTUROS

Para trabalhos futuros sugere-se um comparativo quantitativo de resíduos entre


os dois sistemas, de forma a alcançar valores mais precisos e confirmar a estimativa
realizada neste trabalho com base em outros autores. Pelo mesmo motivo, também é
recomendado um comparativo de desempenho térmico e acústico com base na
espessura da parede de concreto utilizada neste trabalho. Ainda aconselha-se um
estudo para averiguar quantas residências são necessárias para que as formas
metálicas sejam quitadas.
61

REFERÊNCIAS

AMBROZEWICZ, P. H. L. Construção de edifícios: Do Início Ao Fim da Obra. São


Paulo: Pini, 2015.

AZEREDO, H. A. O edifício até sua cobertura. 2. ed. São Paulo: Edgard Blücher,
1997.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CIMENTO PORTLAND. Parede de concreto:


coletânea de ativos (2007-2008), 2008. Disponível em: <https://goo.gl/Q5ff9b>.
Acesso em: 08 out. 2017.

_________. Parede de concreto: coletânea de ativos (2011-2013), 2013. Disponível


em: < https://goo.gl/iaAJgz>. Acesso em: 08 out. 2017.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR NM 67: Concreto –


Determinação da consistência pelo abatimento do tronco de cone. Rio de
Janeiro: ABNT, 1998.

_________. NBR 5738: Concreto – Procedimento para moldagem e cura de


corpos de-prova. Rio de Janeiro: ABNT, 2015.

_________. NBR 5739: Concreto – Ensaios de compressão de corpos-de-prova


cilíndricos. Rio de Janeiro: ABNT, 2007.

_________. NBR 6118: Projeto de estruturas de concreto – Procedimento. Rio


de Janeiro: ABNT, 2014.

_________. NBR 6122: Projeto e execução de fundações. Rio de Janeiro: ABNT,


2010.

_________. NBR 7212: Execução de concreto dosado em central –


Procedimento. Rio de Janeiro: ABNT, 2012.

_________. NBR 12655: Concreto de cimento Portland – Preparo, controle,


recebimento e aceitação – Procedimento. Rio de Janeiro: ABNT, 2015.

_________. NBR 12721: Avaliação de custos unitários e preparo de orçamento


de construção para incorporação de edifícios em condomínio – Procedimento.
Rio de Janeiro: ABNT, 2006.

_________. NBR 14931: Execução de estruturas de concreto – Procedimento.


Rio de Janeiro: ABNT, 2004.

_________. NBR 15575: Desempenho de edificações habitacionais. Rio de


Janeiro: ABNT, 2013.

_________. NBR 15696: Fôrmas e escoramentos para estruturas de concreto –


Projeto, dimensionamento e procedimentos executivos. Rio de Janeiro: ABNT,
62

2009.

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construção de edificações – Requisitos e procedimentos. Rio de Janeiro: ABNT,
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Item Código Discriminação do subitem Sistema tradicional Sistema parede de concreto
1 Un. Quant. Custo Total % Quant. Custo Total %
SERVIÇOS PRELIMINARES Custo Un.
R$ 8.205,20 8,61% R$ 7.805,20 8,48%
1.1 RHIMPER PROJETOS m² R$ 46,00 59,47 R$ 2.735,62 2,87% 59,47 R$ 2.735,62 2,97%
1.2 PREFEITURA APROVAÇÃO E LICENÇA (ISENTO PARA RESIDÊNCIAS ATÉ 70M²) un. R$ - 1,00 R$ - 0,00% 1,00 R$ - 0,00%
1.3 CREA-RS ART DE PROJETO E EXECUÇÃO un. R$ 218,54 1,00 R$ 218,54 0,23% 1,00 R$ 218,54 0,24%
1.4 CARTÓRIO DESPESAS COM CARTÓRIO un. R$ 40,50 1,00 R$ 40,50 0,04% 1,00 R$ 40,50 0,04%
TAPUME DE CHAPA DE MADEIRA COMPENSADA, E= 6MM, COM PINTURA A CAL E
1.5 74220/001 SINAPI m² R$ 46,98 26,40 R$ 1.240,27 1,30% 26,40 R$ 1.240,27 1,35%
REAPROVEITAMENTO DE 2X
LOCACAO CONVENCIONAL DE OBRA, ATRAVÉS DE GABARITO DE TABUAS CORRIDAS
1.6 73992/001 SINAPI m² R$ 9,37 59,47 R$ 557,23 0,58% 59,47 R$ 557,23 0,61%
PONTALETADAS A CADA 1,50M, SEM REAPROVEITAMENTO
LOCACAO DE CONTAINER 2,30 X 6,00 M, ALT. 2,50 M, COM 1 SANITARIO, PARA ESCRITORIO,
1.7 10775 SINAPI mês R$ 400,00 4,00 R$ 1.600,00 1,68% 3,00 R$ 1.200,00 1,30%
COMPLETO, SEM DIVISORIAS INTERNAS
1.8 41598 SINAPI ENTRADA PROVISÓRIA DE ENERGIA ELÉTRICA AEREA TRIFÁSICA 40A EM POSTE DE MADEIRA un. R$ 1.373,73 1,00 R$ 1.373,73 1,44% 1,00 R$ 1.373,73 1,49%
LIGAÇÃO DE ÁGUA DEFINITIVA - INCLUINDO FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO DE HIDRÔMETRO E
1.9 SAMMAE un. R$ 439,30 1,00 R$ 439,30 0,46% 1,00 R$ 439,30 0,48%
CAVALETE
2 Un. Quant. Custo Total % Quant. Custo Total %
INFRAESTRUTURA Custo Un.
R$ 2.872,77 3,01% R$ 5.307,19 5,77%
ESCAVAÇÃO MECANIZADA PARA BLOCO DE COROAMENTO OU SAPATA, COM PREVISÃO DE FÔRMA,
2.1 96521 SINAPI m³ R$ 31,21 5,40 R$ 168,53 0,18% 7,78 R$ 242,81 0,26%
COM RETROESCAVADEIRA. AF_06/2017
LASTRO DE CONCRETO MAGRO, APLICADO EM BLOCOS DE COROAMENTO OU SAPATAS,
2.2 96619 SINAPI m² R$ 21,41 5,76 R$ 123,32 0,13% 8,00 R$ 171,28 0,19%
ESPESSURA DE 5 CM. AF_08/2017
FABRICAÇÃO, MONTAGEM E DESMONTAGEM DE FÔRMA PARA SAPATA, EM MADEIRA SERRADA, E=25
2.3 96529 SINAPI m² R$ 187,47 5,76 R$ 1.079,83 1,13% 10,80 R$ 2.024,68 2,20%
MM, 1 UTILIZAÇÃO. AF_06/2017
FABRICAÇÃO DE FÔRMA PARA PILARES E ESTRUTURAS SIMILARES, EM CHAPA DE MADEIRA
2.4 92263 SINAPI m² R$ 84,46 5,40 R$ 456,08 0,48% 5,40 R$ 456,08 0,50%
COMPENSADA RESINADA, E = 17 MM. AF_12/2015
ARMAÇÃO DE BLOCO, VIGA BALDRAME OU SAPATA UTILIZANDO AÇO CA-50 DE 10 MM - MONTAGEM.
2.5 96546 SINAPI kg R$ 7,15 33,30 R$ 238,10 0,25% 0,00 R$ - 0,00%
AF_06/2017
ARMAÇÃO DE BLOCO, VIGA BALDRAME OU SAPATA UTILIZANDO AÇO CA-50 DE 12,5 MM -
2.6 96547 SINAPI kg R$ 6,30 0,00 R$ - 0,00% 145,66 R$ 917,66 1,00%
MONTAGEM. AF_06/2017
ARMAÇÃO DE PILAR OU VIGA DE UMA ESTRUTURA CONVENCIONAL DE CONCRETO ARMADO EM
2.7 92775 SINAPI UMA EDIFICAÇÃO TÉRREA OU SOBRADO UTILIZANDO AÇO CA-60 DE 5,0 MM - MONTAGEM. kg R$ 10,94 5,55 R$ 60,72 63,91% 0,00 R$ - 0,00%
AF_12/2015
ARMAÇÃO DE PILAR OU VIGA DE UMA ESTRUTURA CONVENCIONAL DE CONCRETO ARMADO EM
2.8 92776 SINAPI UMA EDIFICAÇÃO TÉRREA OU SOBRADO UTILIZANDO AÇO CA-50 DE 6,3 MM - MONTAGEM. kg R$ 9,34 0,00 R$ - 0,00% 8,81 R$ 82,29 86,61%
AF_12/2015
ARMAÇÃO DE PILAR OU VIGA DE UMA ESTRUTURA CONVENCIONAL DE CONCRETO ARMADO EM
2.9 92778 SINAPI kg R$ 7,08 26,64 R$ 188,61 198,52% 0,00 R$ - 0,00%
UMA EDIFICAÇÃO TÉRRA OU SOBRADO UTILIZANDO AÇO CA-50 DE 10,0 MM - MONTAGEM. AF_12/2015
ARMAÇÃO DE PILAR OU VIGA DE UMA ESTRUTURA CONVENCIONAL DE CONCRETO ARMADO EM
2.10 92779 SINAPI UMA EDIFICAÇÃO TÉRREA OU SOBRADO UTILIZANDO AÇO CA-50 DE 12,5 MM - MONTAGEM. kg R$ 6,18 0,00 R$ - 0,00% 39,88 R$ 246,46 259,40%
AF_12/2015
CONCRETAGEM DE SAPATAS, FCK 20 MPA, COM USO DE BOMBA LANÇAMENTO, ADENSAMENTO E
2.11 1 COMPOSIÇÃO m³ R$ 377,22 1,15 R$ 433,80 0,46% 2,70 R$ 1.018,49 1,11%
ACABAMENTO.
APÊNDICE A — Orçamentos

CONCRETAGEM DE PILARES, FCK = 20 MPA, COM USO DE BOMBA EM EDIFICAÇÃO COM SEÇÃO
2.12 2 COMPOSIÇÃO MÉDIA DE PILARES MENOR OU IGUAL A 0,25 M² - LANÇAMENTO, ADENSAMENTO E ACABAMENTO. m³ R$ 364,04 0,34 R$ 123,77 0,13% 0,41 R$ 147,44 0,16%
AF_12/2015
3 Un. Quant. Custo Total % Quant. Custo Total %
SUPRAESTRUTURA Custo Un.
R$ 20.441,26 21,44% R$ 29.162,90 31,70%
FABRICAÇÃO DE FÔRMA PARA VIGAS, EM CHAPA DE MADEIRA COMPENSADA RESINADA, E = 17 MM.
3.1 92265 SINAPI m² R$ 66,55 88,61 R$ 5.897,00 6,19% 51,15 R$ 3.404,03 3,70%
AF_12/2015
FABRICAÇÃO DE FÔRMA PARA PILARES E ESTRUTURAS SIMILARES, EM CHAPA DE MADEIRA
3.2 92263 SINAPI m² R$ 84,46 31,60 R$ 2.668,94 2,80% 0,00 R$ - 0,00%
COMPENSADA RESINADA, E = 17 MM. AF_12/2015
FORMAS MANUSEÁVEIS PARA PAREDES DE CONCRETO MOLDADAS IN LOCO, DE EDIFICAÇÕES DE
3.3 91006 SINAPI m² R$ 10,93 0,00 R$ - 0,00% 92,75 R$ 1.013,76 1,10%
PAVIMENTO ÚNICO, EM PANOS DE FACHADA COM VÃOS. AF_06/2015
FORMAS MANUSEÁVEIS PARA PAREDES DE CONCRETO MOLDADAS IN LOCO, DE EDIFICAÇÕES DE
3.4 91004 SINAPI m² R$ 11,85 0,00 R$ - 0,00% 160,79 R$ 1.905,36 2,07%
PAVIMENTO ÚNICO, EM FACES INTERNAS DE PAREDES. AF_06/2015
ARMAÇÃO DE PILAR OU VIGA DE UMA ESTRUTURA CONVENCIONAL DE CONCRETO ARMADO EM
3.5 92775 SINAPI UMA EDIFICAÇÃO TÉRREA OU SOBRADO UTILIZANDO AÇO CA-60 DE 5,0 MM - MONTAGEM. kg R$ 10,94 131,03 R$ 1.433,47 1,50% 18,00 R$ 196,92 0,21%
AF_12/2015
ARMAÇÃO DE PILAR OU VIGA DE UMA ESTRUTURA CONVENCIONAL DE CONCRETO ARMADO EM
3.6 92776 SINAPI UMA EDIFICAÇÃO TÉRREA OU SOBRADO UTILIZANDO AÇO CA-50 DE 6,3 MM - MONTAGEM. kg R$ 9,34 0,00 R$ - 0,00% 87,74 R$ 819,49 0,89%
AF_12/2015
65
Item Código Discriminação do subitem Sistema tradicional Sistema parede de concreto
ARMAÇÃO DE PILAR OU VIGA DE UMA ESTRUTURA CONVENCIONAL DE CONCRETO ARMADO EM
3.7 92778 SINAPI kg R$ 7,08 221,31 R$ 1.566,87 1,64% 136,46 R$ 966,14 1,05%
UMA EDIFICAÇÃO TÉRRA OU SOBRADO UTILIZANDO AÇO CA-50 DE 10,0 MM - MONTAGEM. AF_12/2015

ARMAÇÃO DE PILAR OU VIGA DE UMA ESTRUTURA CONVENCIONAL DE CONCRETO ARMADO EM


3.8 92777 SINAPI kg R$ 8,77 67,32 R$ 590,40 0,62% 56,09 R$ 491,91 0,53%
UMA EDIFICAÇÃO TÉRRA OU SOBRADO UTILIZANDO AÇO CA-50 DE 8,0 MM - MONTAGEM. AF_12/2015

ARMAÇÃO DE PILAR OU VIGA DE UMA ESTRUTURA CONVENCIONAL DE CONCRETO ARMADO EM


3.9 92779 SINAPI kg R$ 6,18 45,00 R$ 278,10 0,29% 54,50 R$ 336,81 0,37%
UMA EDIFICAÇÃO TÉRRA OU SOBRADO UTILIZANDO AÇO CA-50 DE 12,5 MM - MONTAGEM. AF_12/2015
ARMAÇÃO DO SISTEMA DE PAREDES DE CONCRETO, EXECUTADA COMO REFORÇO, VERGALHÃO DE
3.10 91601 SINAPI Kg R$ 7,72 0,00 R$ - 0,00% 796,00 R$ 6.145,12 6,68%
6,3 MM DE DIÂMETRO. AF_06/2015
ARMAÇÃO DO SISTEMA DE PAREDES DE CONCRETO, EXECUTADA COMO REFORÇO, VERGALHÃO DE
3.11 91603 SINAPI Kg R$ 5,75 0,00 R$ - 0,00% 25,75 R$ 148,06 0,16%
10,0 MM DE DIÂMETRO. AF_06/2015
LAJE PRE-MOLD BETA 11 P/1KN/M2 VAOS 4,40M/INCL VIGOTAS TIJOLOS ARMADURA NEGATIVA
3.12 74141/001 SINAPI m² R$ 69,87 54,97 R$ 3.840,75 4,03% 54,97 R$ 3.840,75 4,17%
CAPEAMENTO 3CM CONCRETO 20MPA ESCORAMENTO MATERIAL E MAO DE OBRA.
3.13 85662 SINAPI ARMACAO EM TELA DE ACO SOLDADA NERVURADA Q-92, ACO CA-60, 4,2MM, MALHA 15X15CM m² R$ 11,28 54,97 R$ 620,06 0,65% 54,97 R$ 620,06 0,67%
3.14 93182 SINAPI VERGA PRÉ-MOLDADA PARA JANELAS COM ATÉ 1,5 M DE VÃO. AF_03/2016 un. R$ 23,02 5,00 R$ 115,10 0,12% 0,00 R$ - 0,00%
3.15 93184 SINAPI VERGA PRÉ-MOLDADA PARA PORTAS COM ATÉ 1,5 M DE VÃO. AF_03/2016 un. R$ 17,62 5,00 R$ 88,10 0,09% 0,00 R$ - 0,00%
3.16 93194 SINAPI CONTRAVERGA PRÉ-MOLDADA PARA VÃOS DE ATÉ 1,5 M DE COMPRIMENTO. AF_03/2016 un. R$ 22,65 5,00 R$ 113,25 0,12% 0,00 R$ - 0,00%
CONCRETAGEM DE VIGAS E LAJES, FCK=20 MPA, PARA LAJES PREMOLDADAS COM USO DE BOMBA
3.17 92723 SINAPI EM EDIFICAÇÃO COM ÁREA MÉDIA DE LAJES MENOR OU IGUAL A 20 M² - LANÇAMENTO, m³ R$ 367,99 6,50 R$ 2.391,94 2,51% 4,20 R$ 1.545,56 1,68%
ADENSAMENTO E ACABAMENTO. AF_12/2015
CONCRETAGEM DE PILARES, FCK = 20 MPA, COM USO DE BOMBA EM EDIFICAÇÃO COM SEÇÃO
3.18 2 COMPOSIÇÃO MÉDIA DE PILARES MENOR OU IGUAL A 0,25 M² - LANÇAMENTO, ADENSAMENTO E ACABAMENTO. m³ R$ 364,04 2,30 R$ 837,29 0,88% 0,00 R$ - 0,00%
AF_12/2015
CONCRETAGEM DE PAREDES EM EDIFICAÇÕES UNIFAMILIARES FEITAS COM SISTEMA DE FÔRMAS
3.19 90854 SINAPI MANUSEÁVEIS COM CONCRETO USINADO BOMBEÁVEL, FCK 20 MPA, LANÇADO COM BOMBA LANÇA - m³ R$ 376,47 0,00 R$ - 0,00% 20,53 R$ 7.728,93 8,40%
LANÇAMENTO, ADENSAMENTO E ACABAMENTO. AF_06/2015
4 Un. Quant. Custo Total % Quant. Custo Total %
PAREDES E ESQUADRIAS Custo Un.
R$ 15.467,13 16,23% R$ 8.271,30 8,99%
4.1 Paredes R$ 8.477,71 8,89% R$ 1.281,88 1,39%
ALVENARIA DE VEDAÇÃO DE BLOCOS CERÂMICOS FURADOS NA HORIZONTAL DE 9X14X19CM
4.1.1 87523 SINAPI (ESPESSURA 9CM) DE PAREDES COM ÁREA LÍQUIDA MAIOR OU IGUAL A 6M² COM VÃOS E m² R$ 63,97 110,18 R$ 7.048,21 7,39% 0,00 R$ - 0,00%
ARGAMASSA DE ASSENTAMENTO COM PREPARO EM BETONEIRA. AF_06/2014
ALVENARIA EM TIJOLO CERAMICO MACICO 5X10X20CM 1 1/2 VEZ (ESPESSURA 30CM), ASSENTADO
4.1.2 72133 SINAPI m² R$ 202,03 6,35 R$ 1.281,88 1,34% 6,35 R$ 1.281,88 1,39%
COM ARGAMASSA TRACO 1:2:8 (CIMENTO, CAL E AREIA)
FIXAÇÃO (ENCUNHAMENTO) DE ALVENARIA DE VEDAÇÃO COM ARGAMASSA APLICADA COM
4.1.3 93201 SINAPI m R$ 4,48 32,95 R$ 147,62 0,15% 0,00 R$ - 0,00%
COLHER. AF_03/2016
4.2 Esquadrias R$ 6.989,42 7,33% R$ 6.989,42 7,60%
KIT DE PORTA DE MADEIRA PARA PINTURA, SEMI-OCA (LEVE OU MÉDIA), PADRÃO POPULAR,
4.2.1 91313 SINAPI 70X210CM, ESPESSURA DE 3,5CM, ITENS INCLUSOS: DOBRADIÇAS, MONTAGEM E INSTALAÇÃO DO un. R$ 702,56 3,00 R$ 2.107,68 2,21% 3,00 R$ 2.107,68 2,29%
BATENTE, FECHADURA COM EXECUÇÃO DO FURO - FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO. AF_08/2015

KIT DE PORTA DE MADEIRA PARA PINTURA, SEMI-OCA (LEVE OU MÉDIA), PADRÃO POPULAR,
4.2.2 91314 SINAPI 80X210CM, ESPESSURA DE 3,5CM, ITENS INCLUSOS: DOBRADIÇAS, MONTAGEM E INSTALAÇÃO DO un. R$ 726,75 2,00 R$ 1.453,50 1,52% 2,00 R$ 1.453,50 1,58%
BATENTE, FECHADURA COM EXECUÇÃO DO FURO - FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO. AF_08/2015
JANELA DE ALUMÍNIO DE CORRER, 2 FOLHAS, FIXAÇÃO COM PARAFUSO SOBRE CONTRAMARCO
4.2.3 94570 SINAPI m² R$ 548,02 5,52 R$ 3.025,07 3,17% 5,52 R$ 3.025,07 3,29%
(EXCLUSIVE CONTRAMARCO), COM VIDROS PADRONIZADA. AF_07/2016
JANELA DE ALUMÍNIO MAXIM-AR, FIXAÇÃO COM PARAFUSO SOBRE CONTRAMARCO EXCLUSIVE
4.2.4 94569 SINAPI m² R$ 839,94 0,48 R$ 403,17 0,42% 0,48 R$ 403,17 0,44%
CONTRAMARCO), COM VIDROS, PADRONIZADA. AF_07/2016
5 Un. Quant. Custo Total % Quant. Custo Total %
COBERTURA E PROTEÇÕES Custo Un.
R$ 10.562,18 11,08% R$ 10.562,18 11,48%
5.1 Telhado R$ 10.388,01 10,90% R$ 10.388,01 11,29%
TRAMA DE MADEIRA COMPOSTA POR TERÇAS PARA TELHADOS DE ATÉ 2 ÁGUAS PARA TELHA
5.1.1 92543 SINAPI ONDULADA DE FIBROCIMENTO, METÁLICA, PLÁSTICA OU TERMOACÚSTICA, INCLUSO TRANSPORTE m² R$ 11,09 87,32 R$ 968,38 1,02% 87,32 R$ 968,38 1,05%
VERTICAL
FABRICAÇÃO E INSTALAÇÃO DE TESOURA INTEIRA EM MADEIRA NÃO APARELHADA, VÃO DE 9 M,
5.1.3 92561 SINAPI PARA TELHA ONDULADA DE FIBROCIMENTO, METÁLICA, PLÁSTICA OU TERMOACÚSTICA, INCLUSO un. R$ 1.219,70 2,00 R$ 2.439,40 2,56% 2,00 R$ 2.439,40 2,65%
IÇAMENTO. AF_12/2015
FABRICAÇÃO E INSTALAÇÃO DE TESOURA INTEIRA EM MADEIRA NÃO APARELHADA, VÃO DE 11 M,
5.1.5 92563 SINAPI PARA TELHA ONDULADA DE FIBROCIMENTO, METÁLICA, PLÁSTICA OU TERMOACÚSTICA, INCLUSO un. R$ 1.545,58 2,00 R$ 3.091,16 3,24% 2,00 R$ 3.091,16 3,36%
IÇAMENTO. AF_12/2015
66
Item Código Discriminação do subitem Sistema tradicional Sistema parede de concreto
TELHAMENTO COM TELHA ONDULADA DE FIBROCIMENTO E=6MM, COM RECOBRIMENTO LATERAL
5.1.6 94207 SINAPI DE 1/4 DE ONDA PARA TELHADO COM INCLINAÇÃO MAIOR QUE 10°, COM ATÉ 2 ÁGUAS, INCLUSO m² R$ 32,86 87,32 R$ 2.869,34 3,01% 87,32 R$ 2.869,34 3,12%
IÇAMENTO
CALHA EM CHAPA DE AÇO GALVANIZADO ÚMERO 24 DESENVOLVIMENTO DE 33 CM INCLUSO
5.1.7 94227 SINAPI m R$ 37,71 18,40 R$ 693,86 0,73% 18,40 R$ 693,86 0,75%
TRANSPORTE VERTICAL
CUMEEIRA PARA TELHA DE FIBROCIMENTO ONDULADA E = 6 MM, INCLUSO ACESSÓRIOS DE
5.1.8 75220 SINAPI m R$ 41,25 7,90 R$ 325,88 0,34% 7,90 R$ 325,88 0,35%
FIXAÇÃO E IÇAMENTO. AF_06/2016
5.2 Impermeabilizações R$ 174,17 0,18% R$ 174,17 0,19%
IMPERMEABILIZACAO DE SUPERFICIE COM CIMENTO ESPECIAL CRISTALIZANTE COM ADESIVO
5.2.1 73929/001 SINAPI m² R$ 29,52 5,90 R$ 174,17 0,18% 5,90 R$ 174,17 0,19%
LIQUIDO, UMA DEMAO.
6 Un. Quant. Custo Total % Quant. Custo Total %
REVESTIMENTOS Custo Un.
R$ 19.048,44 19,98% R$ 13.449,06 14,62%
6.1 Paredes e fachadas R$ 10.055,00 10,55% R$ 4.455,62 4,84%
CHAPISCO APLICADO EM ALVENARIA (COM PRESENÇA DE VÃOS) E ESTRUTURAS DE CONCRETO DE
6.1.1 87905 SINAPI FACHADA, COM COLHER DE PEDREIRO. ARGAMASSA TRAÇO 1:3 COM PREPARO EM BETONEIRA m² R$ 6,28 251,00 R$ 1.576,28 1,65% 0,00 R$ - 0,00%
400L. AF_06/2014
MASSA ÚNICA, PARA RECEBIMENTO DE PINTURA, EM ARGAMASSA TRAÇO 1:2:8, PREPARO
6.1.2 87529 SINAPI MECÂNICO COM BETONEIRA 400L, APLICADA MANUALMENTE EM FACES INTERNAS DE PAREDES, m² R$ 25,51 123,57 R$ 3.152,27 3,31% 0,00 R$ - 0,00%
ESPESSURA DE 20MM, COM EXECUÇÃO DE TALISCAS. AF_06/2014
EMBOÇO OU MASSA ÚNICA EM ARGAMASSA TRAÇO 1:2:8, PREPARO MECÂNICO COM BETONEIRA
6.1.3 87775 SINAPI 400 L, APLICADA MANUALMENTE EM PANOS DE FACHADA COM PRESENÇA DE VÃOS, ESPESSURA DE m² R$ 39,95 88,36 R$ 3.529,98 3,70% 0,00 R$ - 0,00%
25 MM. AF_06/2014
ESTUCAMENTO DE DENSIDADE BAIXA NAS FACES INTERNAS DE PAREDES DO SISTEMA DE PAREDES
6.1.4 91520 SINAPI m² R$ 1,76 0,00 R$ - 0,00% 123,57 R$ 217,48 0,24%
DE CONCRETO. AF_06/2015
ESTUCAMENTO DE PANOS DE FACHADA COM VÃOS DO SISTEMA DE PAREDES DE CONCRETO EM
6.1.5 91519 SINAPI m² R$ 12,11 0,00 R$ - 0,00% 88,36 R$ 1.070,04 1,16%
EDIFICAÇÕES DE PAVIMENTO ÚNICO. AF_06/2015
6.1.6 88497 SINAPI APLICAÇÃO E LIXAMENTO DE MASSA LÁTEX EM PAREDES, DUAS DEMÃOS. AF_06/2014 m² R$ 11,10 0,00 R$ - 0,00% 123,57 R$ 1.371,63 1,49%
REVESTIMENTO CERÂMICO PARA PAREDES INTERNAS COM PLACAS TIPO ESMALTADA EXTRA DE
6.1.7 87268 SINAPI DIMENSÕES 25X35 CM APLICADAS EM AMBIENTES DE ÁREA MENOR QUE 5 M² NA ALTURA INTEIRA m² R$ 52,13 29,17 R$ 1.520,63 1,60% 29,17 R$ 1.520,63 1,65%
DAS PAREDES. AF_06/2014
REVESTIMENTO CERÂMICO PARA PAREDES INTERNAS COM PLACAS TIPO ESMALTADA EXTRA DE
6.1.8 87269 SINAPI DIMENSÕES 25X35 CM APLICADAS EM AMBIENTES DE ÁREA MAIOR QUE 5 M² NA ALTURA INTEIRA m² R$ 46,05 5,99 R$ 275,84 0,29% 5,99 R$ 275,84 0,30%
DAS PAREDES. AF_06/2014
6.2 Piso R$ 5.078,48 5,33% R$ 5.078,48 5,52%
CONTRAPISO EM ARGAMASSA TRAÇO 1:4 (CIMENTO E AREIA), PREPARO MECÂNICO COM
6.2.1 87630 SINAPI BETONEIRA 400 L, APLICADO EM ÁREAS SECAS SOBRE LAJE, ADERIDO, ESPESSURA 3CM. m² R$ 30,45 41,95 R$ 1.277,38 1,34% 41,95 R$ 1.277,38 1,39%
AF_06/2014
CONTRAPISO EM ARGAMASSA TRAÇO 1:4 (CIMENTO E AREIA), PREPARO MECÂNICO COM
6.2.2 87745 SINAPI BETONEIRA 400 L, APLICADO EM ÁREAS MOLHADAS SOBRE LAJE, ADERIDO, ESPESSURA 3CM. m² R$ 38,33 10,87 R$ 416,65 0,44% 10,87 R$ 416,65 0,45%
AF_06/2014
REVESTIMENTO CERÂMICO PARA PISO COM PLACAS TIPO ESMALTADA EXTRA DE DIMENSÕES 35X35
6.2.3 87246 SINAPI m² R$ 36,23 10,86 R$ 393,46 0,41% 10,86 R$ 393,46 0,43%
CM APLICADA EM AMBIENTES DE ÁREA MENOR QUE 5 M2. AF_06/2014
REVESTIMENTO CERÂMICO PARA PISO COM PLACAS TIPO ESMALTADA EXTRA DE DIMENSÕES 35X35
6.2.4 87247 SINAPI m² R$ 31,36 8,39 R$ 263,11 0,28% 8,39 R$ 263,11 0,29%
CM APLICADA EM AMBIENTES DE ÁREA ENTRE 5 M2 E 10 M2. AF_06/2014
6.2.5 3 COMPOSIÇÃO PISO LAMINADO CLICK DURAFLOOR RITZ ÁLAMO 7 MM X 18,7 CM X 1,34 M - INCLUSO INSTALAÇÃO m² R$ 82,41 33,10 R$ 2.727,89 2,86% 33,10 R$ 2.727,89 2,96%
6.3 Forro R$ 2.252,25 2,36% R$ 2.252,25 2,45%
FORRO EM RÉGUAS DE PVC, FRISADO, PARA AMBIENTES RESIDENCIAIS, INCLUSIVE ESTRUTURA DE
6.3.1 96109 SINAPI m² R$ 35,00 64,35 R$ 2.252,25 2,36% 64,35 R$ 2.252,25 2,45%
FIXAÇÃO. AF_05/2017_P
6.4 Rodapés, soleiras e peitoris R$ 1.662,70 1,74% R$ 1.662,70 1,81%
6.4.1 84162 SINAPI RODAPE EM MADEIRA, ALTURA 7CM, FIXADO COM COLA m R$ 12,89 37,00 R$ 476,93 0,50% 37,00 R$ 476,93 0,52%
RODAPÉ CERÂMICO DE 7CM DE ALTURA COM PLACAS TIPO ESMALTADA COMERCIAL DE DIMENSÕES
6.4.2 96467 SINAPI m R$ 3,88 8,70 R$ 33,76 0,04% 8,70 R$ 33,76 0,04%
35X35CM (PADRAO POPULAR). AF_06/2017
SOLEIRA EM GRANITO, POLIDO, TIPO ANDORINHA/ QUARTZ/ CASTELO/ CORUMBA OU OUTROS
6.4.3 20232 SINAPI m R$ 69,52 10,30 R$ 716,06 0,75% 10,30 R$ 716,06 0,78%
EQUIVALENTES DA REGIAO, L= *15* CM, E= *2,0* CM
PEITORIL EM MÁRMORE BRANCO, LARGURA DE 15 CM, ASSENTADO COM ARGAMASSA TRAÇO 1:4
6.4.4 84088 SINAPI m R$ 77,85 5,60 R$ 435,96 0,46% 5,60 R$ 435,96 0,47%
(CIMENTO E AREIA MÉDIA), PREPARO MANUAL DA ARGAMASSA
Custo Total % Custo Total %
7 PINTURAS Un. Custo Un. Quant. Quant.
R$ 3.060,17 3,21% R$ 3.060,17 3,33%
7.1 88485 SINAPI APLICAÇÃO DE FUNDO SELADOR ACRÍLICO EM PAREDES, UMA DEMÃO. AF_06/2014 m² R$ 1,81 123,57 R$ 223,66 0,23% 123,57 R$ 223,66 0,24%
7.2 88415 SINAPI APLICAÇÃO MANUAL DE FUNDO SELADOR ACRÍLICO EM PAREDES EXTERNAS DE CASAS. AF_06/2014 m² R$ 2,09 88,36 R$ 184,67 0,19% 88,36 R$ 184,67 0,20%
APLICAÇÃO MANUAL DE PINTURA COM TINTA LÁTEX ACRÍLICA EM PAREDES, DUAS DEMÃOS.
7.3 88489 SINAPI m129 R$ 10,66 123,57 R$ 1.317,26 1,38% 123,57 R$ 1.317,26 1,43%
AF_06/2013
67
Item Código Discriminação do subitem Sistema tradicional Sistema parede de concreto
APLICAÇÃO MANUAL DE TINTA LÁTEX ACRÍLICA EM PAREDE EXTERNAS DE CASAS, DUAS DEMÃOS.
7.4 95626 SINAPI m² R$ 11,40 88,36 R$ 1.007,30 1,06% 88,36 R$ 1.007,30 1,09%
AF_11/2016
7.5 74065/003 SINAPI PINTURA ESMALTE BRILHANTE PARA MADEIRA, DUAS DEMAOS, SOBRE FUNDO NIVELADOR BRANCO m² R$ 21,06 15,54 R$ 327,27 0,34% 15,54 R$ 327,27 0,36%

8 Un. Quant. Custo Total % Quant. Custo Total %


INSTALAÇÕES Custo Un.
R$ 13.190,41 13,84% R$ 11.911,91 12,95%
8.1 Elétricas R$ 5.051,14 5,30% R$ 4.405,33 4,79%
CABO DE COBRE FLEXÍVEL ISOLADO 1,5 MM² ANTI-CHAMA 450/750 V PARA CIRCUITOS TERMINAIS -
8.1.1 91924 SINAPI m R$ 1,69 12,60 R$ 21,29 0,02% 12,60 R$ 21,29 0,02%
FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO
CABO DE COBRE FLEXÍVEL ISOLADO 4 MM² ANTI-CHAMA 450/750 V PARA CIRCUITOS TERMINAIS -
8.1.2 91928 SINAPI m R$ 3,94 12,60 R$ 49,64 0,05% 12,60 R$ 49,64 0,05%
FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO
8.1.3 34643 SINAPI CAIXA INSPEÇÃO EM POLIETILENO PARA ATERRAMENTO E PARA RAIOS DIAMETRO=300 MM un. R$ 11,52 1,00 R$ 11,52 0,01% 1,00 R$ 11,52 0,01%
PONTO DE ILUMINAÇÃO E TOMADA RESIDENCIAL INCLUINDO INTERRUPTOR SIMPLES E TOMADA
8.1.4 93145 SINAPI 10A/250V CAIXA ELÉTRICA, ELETRODUTO, CABO, RASGO, QUEBRA E CHUMBAMENTO (EXCLUINDO un. R$ 147,47 6,00 R$ 884,82 0,93% 0,00 R$ - 0,00%
LUMINÁRIA E LÂMPADA)
PONTO DE ILUMINAÇÃO E TOMADA, RESIDENCIAL, INCLUINDO INTERRUPTOR SIMPLES E TOMADA
8.1.5 4 COMPOSIÇÃO un. R$ 113,48 0,00 R$ - 0,00% 6,00 R$ 680,88 0,74%
10A/250V, CAIXA ELÉTRICA, ELETRODUTO E CABO (EXCLUINDO LUMINÁRIA E LÂMPADA). AF_01/2016
PONTO DE ILUMINAÇÃO E TOMADA RESIDENCIAL INCLUINDO INTERRUPTOR PARALELO E TOMADA
8.1.6 93146 SINAPI 10A/250V CAIXA ELÉTRICA, ELETRODUTO, CABO, RASGO, QUEBRA E CHUMBAMENTO (EXCLUINDO un. R$ 159,16 2,00 R$ 318,32 0,33% 0,00 R$ - 0,00%
LUMINÁRIA E LÂMPADA)
PONTO DE ILUMINAÇÃO E TOMADA, RESIDENCIAL, INCLUINDO INTERRUPTOR PARALELO E TOMADA
8.1.7 5 COMPOSIÇÃO un. R$ 125,17 0,00 R$ - 0,00% 2,00 R$ 250,34 0,27%
10A/250V, CAIXA ELÉTRICA, ELETRODUTO E CABO (EXCLUINDO LUMINÁRIA E LÂMPADA). AF_01/2016
INTERRUPTOR PARALELO (1 MÓDULO) 10A/250V INCLUINDO SUPORTE E PLACA - FORNECIMENTO E
8.1.8 91955 SINAPI un. R$ 24,23 2,00 R$ 48,46 0,05% 2,00 R$ 48,46 0,05%
INSTALAÇÃO
LUMINÁRIA TIPO PLAFON EM PLÁSTICO DE SOBREPOR COM 1 LÂMPADA DE 15 W - FORNECIMENTO E
8.1.9 97589 SINAPI un. R$ 26,07 8,00 R$ 208,56 0,22% 8,00 R$ 208,56 0,23%
INSTALAÇÃO
8.1.10 406 SINAPI FITA AÇO INOX PARA CITAR POSTE L=19 MM E=0,5 MM (ROLO DE 30 M) un. R$ 58,25 1,00 R$ 58,25 0,06% 1,00 R$ 58,25 0,06%
8.1.11 93653 SINAPI DISJUNTOR MONOPOLAR TIPO DIN CORRENTE NOMINAL DE 10 A - FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO un. R$ 9,04 3,00 R$ 27,12 0,03% 3,00 R$ 27,12 0,03%

8.1.12 93654 SINAPI DISJUNTOR MONOPOLAR TIPO DIN CORRENTE NOMINAL DE 16 A - FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO un. R$ 9,48 1,00 R$ 9,48 0,01% 1,00 R$ 9,48 0,01%

8.1.13 93655 SINAPI DISJUNTOR MONOPOLAR TIPO DIN CORRENTE NOMINAL DE 20 A - FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO un. R$ 10,26 1,00 R$ 10,26 0,01% 1,00 R$ 10,26 0,01%

8.1.14 93658 SINAPI DISJUNTOR MONOPOLAR TIPO DIN CORRENTE NOMINAL DE 40 A - FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO un. R$ 16,36 1,00 R$ 16,36 0,02% 1,00 R$ 16,36 0,02%

8.1.15 93659 SINAPI DISJUNTOR MONOPOLAR TIPO DIN CORRENTE NOMINAL DE 50 A - FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO un. R$ 18,37 2,00 R$ 36,74 0,04% 2,00 R$ 36,74 0,04%
DISPOSITIVO DPS CLASSE II 1 POLO TENSÃO MÁXIMA DE 275 V CORRENTE MÁXIMA DE 90 KA (TIPO
8.1.16 39472 SINAPI un. R$ 145,94 4,00 R$ 583,76 0,61% 4,00 R$ 583,76 0,63%
AC)
QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA EM CHAPA DE AÇO GALVANIZADO, PARA 12 DISJUNTORES
8.1.17 83463 SINAPI TERMOMÁGNETICOS MONOPOLARES, COM BARRAMENTO TRIFÁSICO E NEUTRO - FORNECIMENTO E un. R$ 355,03 1,00 R$ 355,03 0,37% 1,00 R$ 355,03 0,39%
INSTALAÇÃO
ENTRADA DE ENERGIA AÉREA MONOFÁSICA 50A COM POSTE DE CONCRETO, INCLUSIVE
8.1.18 9540 SINAPI un. R$ 1.025,59 1,00 R$ 1.025,59 1,08% 1,00 R$ 1.025,59 1,11%
CABEAMENTO, CAIXA DE PROTEÇÃO PARA MEDIDOR E ATERRAMENTO
ELETRODUTO FLEXÍVEL CORRUGADO, PVC, DN 25 MM (3/4"), PARA CIRCUITOS TERMINAIS,
8.1.19 91834 SINAPI m R$ 5,74 2,00 R$ 11,48 0,01% 2,00 R$ 11,48 0,01%
INSTALADO EM FORRO - FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO. AF_12/2015
ELETRODUTO FLEXÍVEL CORRUGADO, PVC, DN 25 MM (3/4"), PARA CIRCUITOS TERMINAIS,
8.1.20 91854 SINAPI m R$ 6,35 2,20 R$ 13,97 0,01% 2,20 R$ 13,97 0,02%
INSTALADO EM PAREDE - FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO. AF_12/2015
PONTO DE TOMADA RESIDENCIAL INCLUINDO TOMADA 20A/250V, CAIXA ELÉTRICA, ELETRODUTO,
8.1.21 93143 SINAPI un. R$ 123,68 11,00 R$ 1.360,48 1,43% 0,00 R$ - 0,00%
CABO, RASGO, QUEBRA E CHUMBAMENTO
PONTO DE TOMADA RESIDENCIAL INCLUINDO TOMADA 20A/250V, CAIXA ELÉTRICA, ELETRODUTO E
8.1.22 6 COMPOSIÇÃO un. R$ 89,69 0,00 R$ - 0,00% 11,00 R$ 986,59 1,07%
CABO. AF_01/2016
8.2 Telefônicas R$ 651,57 0,68% R$ 624,81 0,68%
CAIXA ENTERRADA PARA INSTALAÇÕES TELEFÔNICAS TIPO R1 0,60x0,35x0,50 M EM BLOCOS DE
8.2.1 73749/1 SINAPI un. R$ 173,22 1,00 R$ 173,22 0,18% 1,00 R$ 173,22 0,19%
CONCRETO ESTRUTURAL
QUADRO DE DISTRIUIÇÃO PARA TELEFONE .3, 40x40x12 CM EM CHAPA METÁLICA DE EMBUTIR SEM
8.2.2 83370 SINAPI un. R$ 193,65 1,00 R$ 193,65 0,20% 1,00 R$ 193,65 0,21%
ACESSÓRIOS PADRÃO TELEBRAS - FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO
ELETRODUTO FLEXÍVEL CORRUGADO PVC DN 25 MM (3/4") PARA CIRCUITOS TERMINAIS INSTALADO
8.2.3 91844 SINAPI m R$ 4,53 24,80 R$ 112,34 0,12% 24,80 R$ 112,34 0,12%
EM LAJE - FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO
8.2.4 90456 SINAPI QUEBRA EM ALVENARIA PARA INSTALAÇÃO DE CAIXA DE TOMADA (4x4 OU 4x2) un. R$ 3,04 4,00 R$ 12,16 0,01% 0,00 R$ - 0,00%
8.2.5 91190 SINAPI CHUMBAMENTO PONTUAL DE TUBO COM DIÂMETRO MENOR OU IGUAL A 40 MM un. R$ 3,65 4,00 R$ 14,60 0,02% 0,00 R$ - 0,00%
68
Item Código Discriminação do subitem Sistema tradicional Sistema parede de concreto
CAIXA RETANGULAR 4"x2" BAIXA (0,30 M DO PISO) PVC INSTALADA EM PAREDE - FORNECIMENTO E
8.2.6 91941 SINAPI un. R$ 6,86 4,00 R$ 27,44 0,03% 4,00 R$ 27,44 0,03%
INSTALAÇÃO
8.2.7 72337 SINAPI TOMADA PARA TELEFONE 4 POLOS PADRÃO TELEBRAS - FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO un. R$ 22,51 4,00 R$ 90,04 0,09% 4,00 R$ 90,04 0,10%
8.2.8 73768/9 SINAPI CABO TELEFÔNICO CCI 50 1 PAR (USO INTERNO) - FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO m R$ 1,42 19,80 R$ 28,12 0,03% 19,80 R$ 28,12 0,03%
8.3 Hidráulicas R$ 1.809,03 1,90% R$ 1.286,65 1,40%
8.3.1 88504 SINAPI CAIXA D'ÁGUA EM POLIETILENO 500 L COM ACESSÓRIOS un. R$ 546,88 1,00 R$ 546,88 0,57% 1,00 R$ 546,88 0,59%
8.3.2 83878 SINAPI LIGAÇÃO DA REDE 50 MM AO RAMAL PREDIAL 1/2" un. R$ 46,29 1,00 R$ 46,29 0,05% 1,00 R$ 46,29 0,05%
CURVA 90 GRAUS PVC SOLDÁVEL DN 25 MM INSTALADO EM RAMAL OU SUB-RAMAL DE ÁGUA -
8.3.3 89364 SINAPI un. R$ 7,78 8,00 R$ 62,24 0,07% 8,00 R$ 62,24 0,07%
FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO
8.3.4 86886 SINAPI ENGATE FLEXÍVEL EM INOX 1/2 x 30 CM - FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO un. R$ 41,42 1,00 R$ 41,42 0,04% 1,00 R$ 41,42 0,05%
8.3.5 86884 SINAPI ENGATE FLEXÍVEL EM PLÁSTICO BRANCO 1/2" x 30 CM - FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO un. R$ 7,21 1,00 R$ 7,21 0,01% 1,00 R$ 7,21 0,01%
JOELHO 90 GRAUS COM BUCHA DE LATÃO PVC SOLDÁVEL DN 25 MM x 3/4" INSTALADO EM RAMAL
8.3.6 89366 SINAPI un. R$ 10,18 5,00 R$ 50,90 0,05% 5,00 R$ 50,90 0,06%
OU SUB-RAMAL DE ÁGUA - FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO
LUVA DE REDUÇÃO PVC SOLDÁVEL DNN 32x25 MM INSTALADO EM RAMAL OU SUB-RAMAL DE ÁGUA -
8.3.7 89380 SINAPI un. R$ 5,91 1,00 R$ 5,91 0,01% 1,00 R$ 5,91 0,01%
FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO
JOELHO 90 GRAUS PVC SOLDÁVEL DN 25 MM INSTALADO EM RAMAL OU SUB-RAMAL DE ÁGUA -
8.3.8 89362 SINAPI un. R$ 6,21 9,00 R$ 55,89 0,06% 9,00 R$ 55,89 0,06%
FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO
LUVA PVC SOLDÁVEL DN 25 MM INSTALADO EM RAMAL OU SUB-RAMAL DE ÁGUA - FORNECIMENTO E
8.3.9 89378 SINAPI un. R$ 4,52 1,00 R$ 4,52 0,00% 1,00 R$ 4,52 0,00%
INSTALAÇÃO
TÊ PVC SOLDÁVEL DN 25 MM INSTALADO EM RAMAL OU SUB-RAMAL DE ÁGUA - FORNECIMENTO E
8.3.10 89395 SINAPI un. R$ 8,60 4,00 R$ 34,40 0,04% 4,00 R$ 34,40 0,04%
INSTALAÇÃO
TUBO PVC SOLDÁVEL DN 25 MM INSTALADO EM RAMAL OU SUB-RAMAL DE ÁGUA - FORNECIMENTO
8.3.11 89356 SINAPI m R$ 15,61 27,61 R$ 430,99 0,45% 27,61 R$ 430,99 0,47%
E INSTALAÇÃO
8.3.12 90443 SINAPI RASGO EM ALVENARIA PARA RAMAIS/DISTRIBUIÇÃO COM DIÂMETROS MENORES OU IGUAIS A 40 MM m R$ 9,46 27,61 R$ 261,19 0,27% 0,00 R$ - 0,00%
CHUMBAMENTO LINEAR EM ALVENARIA PARA RAMAIS/DISTRIBUIÇÃO COM DIÂMETROS MENORES
8.3.13 90466 SINAPI m R$ 9,46 27,61 R$ 261,19 0,27% 0,00 R$ - 0,00%
OU IGUAIS A 40 MM
8.4 Sanitárias / pluvial R$ 5.678,67 5,96% R$ 5.595,12 6,08%
8.4.1 83447 SINAPI CAIXA DE PASSAGEM 40x40x50 FUNDO BRITA COM TAMPA un. R$ 157,07 2,00 R$ 314,14 0,33% 2,00 R$ 314,14 0,34%
CAIXA DE GORDURA DUPLA EM CONCRETO PRÉ-MOLDADO DN 60 CM COM TAMPA - FORNECIMENTO
8.4.2 74051/1 SINAPI un. R$ 212,97 1,00 R$ 212,97 0,22% 1,00 R$ 212,97 0,23%
E INSTALAÇÃO
CAIXA DE INSPEÇÃO EM CONCRETO PRÉ-MOLDADO DN 60 CM COM TAMPA H=60 CM -
8.4.3 74166/1 SINAPI un. R$ 210,86 3,00 R$ 632,58 0,66% 3,00 R$ 632,58 0,69%
FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO
CAIXA SIFONADA PVC DN 150x185x75 MM JUNTA ELÁSTICA FORNECIDA E INSTALADA EM RAMAL DE
8.4.4 89708 SINAPI un. R$ 50,23 1,00 R$ 50,23 0,05% 1,00 R$ 50,23 0,05%
DESCARGA OU EM RAMAL DE ESGOTO SANITÁRIO
RALO SIFONADO PVC DN 100x40 MM JUNTA SOLDÁVEL - FORNECIDO E INSTALADO EM RAMAL DE
8.4.5 89709 SINAPI un. R$ 8,44 1,00 R$ 8,44 0,01% 1,00 R$ 8,44 0,01%
DESCARGA OU EM RAMAL DE ESGOTO SANITÁRIO
8.4.6 72295 SINAPI CAP PVC ESGOTO 100 MM TAMPÃO - FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO un. R$ 10,14 1,00 R$ 10,14 0,01% 1,00 R$ 10,14 0,01%
8.4.7 72294 SINAPI CAP PVC ESGOTO 75 MM TAMPÃO - FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO un. R$ 7,37 0,00 R$ - 0,00% 1,00 R$ 7,37 0,01%
8.4.8 72293 SINAPI CAP PVC ESGOTO 50 MM TAMPÃO - FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO un. R$ 4,88 2,00 R$ 9,76 0,01% 2,00 R$ 9,76 0,01%
CURVA CURTA 90 GRAUS PVC SÉRIE NORMAL ESGOTO PREDIAL DN 100 MM JUNTA SOLDÁVEL -
8.4.9 89748 SINAPI un. R$ 24,88 1,00 R$ 24,88 0,03% 1,00 R$ 24,88 0,03%
FORNECIDO E INSTALADO EM RAMAL DE DESCARGA OU RAMAL DE ESGOTO SANITÁRIO
CURVA CURTA 90 GRAUS PVC SÉRIE NORMAL ESGOTO PREDIAL DN 40 MM JUNTA SOLDÁVEL -
8.4.10 89728 SINAPI un. R$ 7,28 2,00 R$ 14,56 0,02% 2,00 R$ 14,56 0,02%
FORNECIDO E INSTALADO EM RAMAL DE DESCARGA OU RAMAL DE ESGOTO SANITÁRIO
CURVA LONGA 90 GRAUS PVC SÉRIE NORMAL ESGOTO PREDIAL DN 75 MM JUNTA SOLDÁVEL -
8.4.11 89743 SINAPI un. R$ 28,43 2,00 R$ 56,86 0,06% 2,00 R$ 56,86 0,06%
FORNECIDO E INSTALADO EM RAMAL DE DESCARGA OU RAMAL DE ESGOTO SANITÁRIO
JOELHO 45 GRAUS PVC SÉRIE NORMAL ESGOTO PREDIAL DN 50 MM JUNTA ELÁSTICA FORNECIDO E
8.4.12 89802 SINAPI un. R$ 4,52 4,00 R$ 18,08 0,02% 4,00 R$ 18,08 0,02%
INSTALADO EM PRUMADA DE ESGOTO SANITÁRIO OU VENTILAÇÃO
JOELHO 90 GRAUS PVC SÉRIE NORMAL ESGOTO PREDIAL DN 40 MM JUNTA ELÁSTICA FORNECIDO E
8.4.13 89724 SINAPI un. R$ 5,36 1,00 R$ 5,36 0,01% 1,00 R$ 5,36 0,01%
INSTALADO EM RAMAL DE DESCARGA OU RAMAL DE ESGOTO SANITÁRIO
JOELHO 90 GRAUS PVC SÉRIE NORMAL ESGOTO PREDIAL DN 50 MM JUNTA ELÁSTICA FORNECIDO E
8.4.14 89801 SINAPI un. R$ 4,06 8,00 R$ 32,48 0,03% 8,00 R$ 32,48 0,04%
INSTALADO EM PRUMADA DE ESGOTO SANITÁRIO OU VENTILAÇÃO
JUNÇÃO SIMPLES PVC SÉRIE NORMAL ESGOTO PREDIAL DN 100x100 MM JUNTNA ELÁSTICA -
8.4.15 89797 SINAPI un. R$ 29,07 1,00 R$ 29,07 0,03% 1,00 R$ 29,07 0,03%
FORNECIDO E INSTALADO EM RAMAL DE DESCARGA OU RAMAL DE ESGOTO SANITÁRIO
TÊ PVC SÉRIE NORMAL ESGOTO PREDIAL DN 40x40 MM JUNNTA SOLDÁVEL - FORNECIDO E
8.4.16 89782 SINAPI un. R$ 7,76 1,00 R$ 7,76 0,01% 1,00 R$ 7,76 0,01%
INSTALADO EM RAMAL DE DESCARGA OU RAMAL DE ESGOTO SANITÁRIO
TÊ PVC SÉRIE NORMAL ESGOTO PREDIAL DN 50x50 MM JUNNTA SOLDÁVEL - FORNECIDO E
8.4.17 89784 SINAPI un. R$ 12,41 2,00 R$ 24,82 0,03% 2,00 R$ 24,82 0,03%
INSTALADO EM RAMAL DE DESCARGA OU RAMAL DE ESGOTO SANITÁRIO
TUBO PVC SÉRIE R ÁGUA PLUVIAL DN 75 MM FORNECIDO E INNSTALADO EM RAMAL DE
8.4.18 89511 SINAPI m R$ 24,21 5,68 R$ 137,51 0,14% 5,68 R$ 137,51 0,15%
ENCAMINHAMENTO
RASGO EM ALVENARIA PARA RAMAIS/DISTRIBUIÇÃO COM DIÂMETROS MAIORES QUE 40 MM E
8.4.19 91222 SINAPI m R$ 10,19 5,68 R$ 57,88 0,06% 0,00 R$ - 0,00%
MENORES OU IGUAIS A 75 MM
CHUMBAMENTO LINEAR EM ALVENARIA PARA RAMAIS/DISTRIBUIÇÃO COM DIÂMETROS MAIORES
8.4.20 90467 SINAPI m R$ 14,96 5,68 R$ 84,97 0,09% 0,00 R$ - 0,00%
QUE 40 MM E MENORES OU IGUAIS A 75 MM
69
Item Código Discriminação do subitem Sistema tradicional Sistema parede de concreto
TUBO PVC, SÉRIE R, ÁGUA PLUVIAL, DN 75 MM, FORNECIDO E INSTALADO EM RAMAL DE
8.4.21 89511 SINAPI m R$ 24,21 5,68 R$ 137,51 0,14% 5,68 R$ 137,51 #DIV/0!
ENCAMINHAMENTO. AF_12/2014
TUBO PVC SÉRIE R ÁGUA PLUVIAL DN 100 MM FORNECIDO E INSTALADO EM CONDUTORES
8.4.22 89578 SINAPI m R$ 21,56 9,50 R$ 204,82 0,21% 9,50 R$ 204,82 0,22%
VERTICAIS DE ÁGUAS PLUVIAIS
TUBO PVC SÉRIE R ÁGUA PLUVIAL DN 150 MM FORNECIDO E INSTALADO EM CONDUTORES
8.4.23 89580 SINAPI m R$ 42,57 2,91 R$ 123,88 0,13% 4,13 R$ 175,81 0,19%
VERTICAIS DE ÁGUAS PLUVIAIS
TUBO PVC SÉRIE NORMAL ESGOTO PREDIAL DN 40 MM FORNECIDO E INSTALADO EM RAMAL DE
8.4.24 89711 SINAPI m R$ 13,55 2,81 R$ 38,08 0,04% 2,81 R$ 38,08 0,04%
DESCARGA OU RAMAL DE ESGOTO SANITÁRIO
TUBO PVC SÉRIE NORMAL ESGOTO PREDIAL DN 50 MM FORNECIDO E INSTALADO EM RAMAL DE
8.4.25 89712 SINAPI m R$ 19,75 10,67 R$ 210,73 0,22% 10,67 R$ 210,73 0,23%
DESCARGA OU RAMAL DE ESGOTO SANITÁRIO
TUBO PVC SÉRIE NORMAL ESGOTO PREDIAL DN 75 MM FORNECIDO E INSTALADO EM RAMAL DE
8.4.26 89713 SINAPI m R$ 29,39 6,92 R$ 203,38 0,21% 6,92 R$ 203,38 0,22%
DESCARGA OU RAMAL DE ESGOTO SANITÁRIO
TUBO PVC SÉRIE NORMAL ESGOTO PREDIAL DN 100 MM FORNECIDO E INSTALADO EM RAMAL DE
8.4.27 89714 SINAPI m R$ 37,90 22,43 R$ 850,10 0,89% 22,43 R$ 850,10 0,92%
DESCARGA OU RAMAL DE ESGOTO SANITÁRIO
TUBO PVC SÉRIE NORMAL ESGOTO PREDIAL DN 150 MM FORNECIDO E INSTALADO EM
8.4.28 89849 SINAPI m R$ 35,20 5,00 R$ 176,00 0,18% 5,00 R$ 176,00 0,19%
SUBCOLETOR AÉREO DE ESGOTO SANITÁRIO
FOSSA SÉPTICA EM ALVENARIA DE TIJOLO CERÂMICO MACIÇO, DIMENSÕES EXTERN AS DE
8.4.29 95463 SINAPI 1,90X1,10X1,40 M, VOLUME DE 1.500 LITROS, REVESTIDO INTERNAMENTE COM MASSA ÚNICA E un. R$ 1.346,73 1,00 R$ 1.346,73 1,41% 1,00 R$ 1.346,73 1,46%
IMPERMEABILIZANTE E COM TAMPA DE CONCRETO ARMADO COM ESPESSURA DE 8 CM
FILTRO ANAEROBIO CILINDRICO CONCRETO PRE MOLDADO 1,20 X 1,50 (DIAMETROXALTURA) PARA 4
8.4.30 11894 SINAPI un. R$ 654,95 1,00 R$ 654,95 0,69% 1,00 R$ 654,95 0,71%
A 5 CONTRIBUINTES (NBR 13969)
9 Un. Quant. Custo Total % Quant. Custo Total %
APARELHOS, LOUÇAS E METAIS Custo Un.
R$ 2.291,75 2,40% R$ 2.291,75 2,49%
9.1 9535 SINAPI CHUVEIRO ELÉTRICO COMUM CORPO PLÁSTICO TIPO DUCHA - FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO un. R$ 57,92 1,00 R$ 57,92 0,06% 1,00 R$ 57,92 0,06%
9.2 90371 SINAPI REGISTRO DE ESFERA PVC ROSCÁVEL 3/4" - FORNECIDO E INSTALADO EM RAMAL DE ÁGUA un. R$ 27,01 2,00 R$ 54,02 0,06% 2,00 R$ 54,02 0,06%
REGISTRO DE GAVETA BRUTO LATÃO ROSCÁVEL 3/4" COM ACABAMENTO E CANOPLA CROMADOS -
9.3 89987 SINAPI un. R$ 100,18 3,00 R$ 300,54 0,32% 3,00 R$ 300,54 0,33%
FORNECIDO E INSTALADO EM RAMAL DE ÁGUA
REGISTRO DE PRESSÃO BRUTO LATÃO ROSCÁVEL 3/4" COM ACABAMENTO E CANOPLA CROMADOS -
9.4 89985 SINAPI un. R$ 95,01 1,00 R$ 95,01 0,10% 1,00 R$ 95,01 0,10%
FORNECIDO E INSTALADO EM RAMAL DE ÁGUA
LAVATÓRIO DE LOUÇA BRANCA COM COLUNA 44x35,5 CM PADRÃO POPULAR INCLUSO SIFÃO
9.5 86939 SINAPI FLEXÍVEL EM PVC, VÁLVULA E ENGATE FLEXÍVEL 30 CM EM PLÁSTICO E COM TORNEIRA CROMADA un. R$ 279,47 1,00 R$ 279,47 0,29% 1,00 R$ 279,47 0,30%
PADRÃO POPULAR - FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO
BANCADA DE GRANITO CINZA POLIDO 150x60 CM COM CUBA DE EMBUTIR DE AÇO INOXIDÁVEL
MÉDIA, VÁLVULA AMERICANA EM METAL CROMADO, SIFÃO FLEXÍVEL EM PVC, ENGATE FLEXÍVEL 30
9.6 93441 SINAPI un. R$ 895,63 1,00 R$ 895,63 0,94% 1,00 R$ 895,63 0,97%
CM, TORNEIRA CROMADA LONGA DE PAREDE 1/2" OU 3/4" PARA PIA DE COZINHA PADRÃO POPULAR -
FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO
TANQUE DE MÁRMORE SINTÉTICO SUSPENSO 22L OU EQUIVALENTE INCLUSO SIFÃO FLEXÍVEL EM
9.7 86929 SINAPI PVC, VÁLVULA PLÁSTICA E TORNEIRA DE METAL CROMADO PADRÃO POPULAR - FORNECIMENTO E un. R$ 224,56 1,00 R$ 224,56 0,24% 1,00 R$ 224,56 0,24%
INSTALAÇÃO
VASO SANITÁRIO SIFONADO COM CAIXA ACOPLADA LOUÇA BRANCA INCLUSO ENGATE FLEXÍVEL EM
9.8 86931 SINAPI un. R$ 384,60 1,00 R$ 384,60 0,40% 1,00 R$ 384,60 0,42%
PLÁSTICO BRANCO 1/2"x40 CM - FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO
10 Un. Quant. Custo Total % Quant. Custo Total %
COMPLEMENTAÇÕES Custo Un.
R$ 183,51 0,19% R$ 183,51 0,20%
10 9537 SINAPI LIMPEZA FINAL DA OBRA m² R$ 2,30 59,47 R$ 136,78 0,14% 59,47 R$ 136,78 0,15%
REMOÇÃO DE TAPUME/ CHAPAS METÁLICAS E DE MADEIRA, DE FORMA MANUAL, SEM
10 97637 SINAPI m² R$ 1,77 26,4 R$ 46,73 0,05% 26,4 R$ 46,73 0,05%
REAPROVEITAMENTO. AF_12/2017
10 PREFEITURA HABITE-SE (ISENTO PARA RESIDÊNCIAS ATÉ 70 M²) un. R$ - 1,00 R$ - 0,00% 1,00 R$ - 0,00%
TOTAL DO ORÇAMENTO GLOBAL R$ 95.322,82 R$ 92.005,16
70
71

APÊNDICE B — Composições Próprias

1 CONCRETAGEM DE SAPATAS, FCK 20 MPA, COM USO DE BOMBA LANÇAMENTO, ADENSAMENTO E m³ R$ 377,22
PREÇO CUSTO
ITEM CÓDIGO ITEM UN. COEF.
UNIT. TOTAL
CONCRETO USINADO BOMBEAVEL, CLASSE DE RESISTENCIA C20, COM BRITA 0 E
INSUMO 1524 M3 1,150 R$ 310,00 R$ 356,50
1, SLUMP = 100 +/- 20 MM, INCLUI SERVICO DE BOMBEAMENTO (NBR 8953)
COMPOSIÇÃO 88309 PEDREIRO COM ENCARGOS COMPLEMENTARES H 0,493 R$ 18,60 R$ 9,17
COMPOSIÇÃO 88316 SERVENTE COM ENCARGOS COMPLEMENTARES H 0,740 R$ 15,33 R$ 11,34
VIBRADOR DE IMERSÃO, DIÂMETRO DE PONTEIRA 45MM, MOTOR ELÉTRICO
COMPOSIÇÃO 90586 CHP 0,120 R$ 1,39 R$ 0,17
TRIFÁSICO POTÊNCIA DE 2 CV - CHP DIURNO. AF_06/2015
VIBRADOR DE IMERSÃO, DIÂMETRO DE PONTEIRA 45MM, MOTOR ELÉTRICO
COMPOSIÇÃO 90587 CHI 0,126 R$ 0,31 R$ 0,04
TRIFÁSICO POTÊNCIA DE 2 CV - CHI DIURNO. AF_06/2015

2 CONCRETAGEM DE PILARES, FCK = 20 MPA, COM USO DE BOMBA EM EDIFICAÇÃO COM SEÇÃO MÉDIA DE m³ R$ 364,04
PREÇO CUSTO
ITEM CÓDIGO ITEM UN. COEF.
UNIT. TOTAL
CONCRETO USINADO BOMBEAVEL, CLASSE DE RESISTENCIA C20, COM BRITA 0 E
INSUMO 1524 M3 1,103 R$ 310,00 R$ 341,93
1, SLUMP = 100 +/- 20 MM, INCLUI SERVICO DE BOMBEAMENTO (NBR 8953)
COMPOSIÇÃO 88309 PEDREIRO COM ENCARGOS COMPLEMENTARES H 0,199 R$ 18,60 R$ 3,70
COMPOSIÇÃO 88316 SERVENTE COM ENCARGOS COMPLEMENTARES H 1,192 R$ 15,33 R$ 18,27
VIBRADOR DE IMERSÃO, DIÂMETRO DE PONTEIRA 45MM, MOTOR ELÉTRICO
COMPOSIÇÃO 90586 CHP 0,068 R$ 1,39 R$ 0,09
TRIFÁSICO POTÊNCIA DE 2 CV - CHP DIURNO. AF_06/2015
VIBRADOR DE IMERSÃO, DIÂMETRO DE PONTEIRA 45MM, MOTOR ELÉTRICO
COMPOSIÇÃO 90587 CHI 0,131 R$ 0,31 R$ 0,04
TRIFÁSICO POTÊNCIA DE 2 CV - CHI DIURNO. AF_06/2015

3 PISO LAMINADO CLICK DURAFLOOR RITZ ÁLAMO 7 MM X 18,7 CM X 1,34 M - INCLUSO INSTALAÇÃO un. R$ 82,41
PREÇO CUSTO
ITEM CÓDIGO ITEM UN. COEF.
UNIT. TOTAL
INSUMO PISO LAMINADO CLICK DURAFLOOR RITZ ÁLAMO 7 MM X 18,7 CM X 1,34 M M2 1,050 R$ 47,90 R$ 50,30
INSUMO MANTA PARA PISO LAMINADO DURAFLOOR M2 1,100 R$ 5,19 R$ 5,71
COMPOSIÇÃO 88261 CARPINTEIRO DE ESQUADRIA COM ENCARGOS COMPLEMENTARES H 0,180 R$ 18,29 R$ 3,29
COMPOSIÇÃO 88309 PEDREIRO COM ENCARGOS COMPLEMENTARES H 0,600 R$ 18,60 R$ 11,16
COMPOSIÇÃO 88316 SERVENTE COM ENCARGOS COMPLEMENTARES H 0,780 R$ 15,33 R$ 11,96

PONTO DE ILUMINAÇÃO E TOMADA, RESIDENCIAL, INCLUINDO INTERRUPTOR SIMPLES E TOMADA 10A/250V,


4 un. R$ 113,48
CAIXA ELÉTRICA, ELETRODUTO E CABO (EXCLUINDO LUMINÁRIA E LÂMPADA). AF_01/2016
PREÇO CUSTO
ITEM CÓDIGO ITEM UN. COEF.
UNIT. TOTAL
ELETRODUTO FLEXÍVEL CORRUGADO, PVC, DN 20 MM (1/2"), PARA CIRCUITOS
COMPOSIÇÃO 91842 M 2,000 R$ 3,90 R$ 7,80
TERMINAIS, INSTALADO EM LAJE - FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO. AF_12/2015
ELETRODUTO FLEXÍVEL CORRUGADO, PVC, DN 20 MM (1/2"), PARA CIRCUITOS
COMPOSIÇÃO 91852 M 2,200 R$ 5,72 R$ 12,58
TERMINAIS, INSTALADO EM PAREDE - FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO. AF_12/2015
CABO DE COBRE FLEXÍVEL ISOLADO, 1,5 MM², ANTI-CHAMA 450/750 V, PARA
COMPOSIÇÃO 91924 M 8,400 R$ 1,69 R$ 14,19
CIRCUITOS TERMINAIS - FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO. AF_12/2015
CABO DE COBRE FLEXÍVEL ISOLADO, 2,5 MM², ANTI-CHAMA 450/750 V, PARA
COMPOSIÇÃO 91926 M 12,600 R$ 2,46 R$ 30,99
CIRCUITOS TERMINAIS - FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO. AF_12/2015
CAIXA OCTOGONAL 3" X 3", PVC, INSTALADA EM LAJE - FORNECIMENTO E
COMPOSIÇÃO 91937 UN 0,375 R$ 7,60 R$ 2,85
INSTALAÇÃO. AF_12/2015
CAIXA RETANGULAR 4" X 2" MÉDIA (1,30 M DO PISO), PVC, INSTALADA EM PAREDE -
COMPOSIÇÃO 91940 UN 1,000 R$ 10,35 R$ 10,35
FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO. AF_12/2015
INTERRUPTOR SIMPLES (1 MÓDULO) COM 1 TOMADA DE EMBUTIR 2P+T 10 A,
COMPOSIÇÃO 92023 UN 1,000 R$ 34,72 R$ 34,72
INCLUINDO SUPORTE E PLACA - FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO. AF_12/2015

PONTO DE ILUMINAÇÃO E TOMADA, RESIDENCIAL, INCLUINDO INTERRUPTOR PARALELO E TOMADA 10A/250V,


5 un. R$ 125,17
CAIXA ELÉTRICA, ELETRODUTO E CABO (EXCLUINDO LUMINÁRIA E LÂMPADA). AF_01/2016
PREÇO CUSTO
ITEM CÓDIGO ITEM UN. COEF.
UNIT. TOTAL
ELETRODUTO FLEXÍVEL CORRUGADO, PVC, DN 20 MM (1/2"), PARA CIRCUITOS
COMPOSIÇÃO 91842 M 2,000 R$ 3,90 R$ 7,80
TERMINAIS, INSTALADO EM LAJE - FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO. AF_12/2015
ELETRODUTO FLEXÍVEL CORRUGADO, PVC, DN 20 MM (1/2"), PARA CIRCUITOS
COMPOSIÇÃO 91852 M 2,200 R$ 5,72 R$ 12,58
TERMINAIS, INSTALADO EM PAREDE - FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO. AF_12/2015
CABO DE COBRE FLEXÍVEL ISOLADO, 1,5 MM², ANTI-CHAMA 450/750 V, PARA
COMPOSIÇÃO 91924 M 12,600 R$ 1,69 R$ 21,29
CIRCUITOS TERMINAIS - FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO. AF_12/2015
CABO DE COBRE FLEXÍVEL ISOLADO, 2,5 MM², ANTI-CHAMA 450/750 V, PARA
COMPOSIÇÃO 91926 M 12,600 R$ 2,46 R$ 30,99
CIRCUITOS TERMINAIS - FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO. AF_12/2015
CAIXA OCTOGONAL 3" X 3", PVC, INSTALADA EM LAJE - FORNECIMENTO E
COMPOSIÇÃO 91937 UN 0,375 R$ 7,60 R$ 2,85
INSTALAÇÃO. AF_12/2015
CAIXA RETANGULAR 4" X 2" MÉDIA (1,30 M DO PISO), PVC, INSTALADA EM PAREDE -
COMPOSIÇÃO 91940 UN 1,000 R$ 10,35 R$ 10,35
FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO. AF_12/2015
INTERRUPTOR PARALELO (1 MÓDULO) COM 1 TOMADA DE EMBUTIR 2P+T 10 A,
COMPOSIÇÃO 92029 UN 1,000 R$ 39,31 R$ 39,31
INCLUINDO SUPORTE E PLACA - FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO. AF_12/2015

PONTO DE TOMADA RESIDENCIAL INCLUINDO TOMADA 20A/250V, CAIXA ELÉTRICA, ELETRODUTO E CABO.
6 un. R$ 89,69
AF_01/2016
PREÇO CUSTO
ITEM CÓDIGO ITEM UN. COEF.
UNIT. TOTAL
ELETRODUTO FLEXÍVEL CORRUGADO, PVC, DN 20 MM (1/2"), PARA CIRCUITOS
COMPOSIÇÃO 91842 M 2,000 R$ 3,90 R$ 7,80
TERMINAIS, INSTALADO EM LAJE - FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO. AF_12/2015
ELETRODUTO FLEXÍVEL CORRUGADO, PVC, DN 20 MM (1/2"), PARA CIRCUITOS
COMPOSIÇÃO 91852 M 2,200 R$ 5,72 R$ 12,58
TERMINAIS, INSTALADO EM PAREDE - FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO. AF_12/2015
CABO DE COBRE FLEXÍVEL ISOLADO, 2,5 MM², ANTI-CHAMA 450/750 V, PARA
COMPOSIÇÃO 91926 M 12,600 R$ 2,46 R$ 30,99
CIRCUITOS TERMINAIS - FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO. AF_12/2015
CAIXA OCTOGONAL 3" X 3", PVC, INSTALADA EM LAJE - FORNECIMENTO E
COMPOSIÇÃO 91937 UN 0,375 R$ 7,60 R$ 2,85
INSTALAÇÃO. AF_12/2015
CAIXA RETANGULAR 4" X 2" MÉDIA (1,30 M DO PISO), PVC, INSTALADA EM PAREDE -
COMPOSIÇÃO 91940 UN 1,000 R$ 10,35 R$ 10,35
FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO. AF_12/2015
TOMADA MÉDIA DE EMBUTIR (1 MÓDULO), 2P+T 20 A, INCLUINDO SUPORTE E
COMPOSIÇÃO 91997 UN 1,000 R$ 25,12 R$ 25,12
PLACA - FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO. AF_12/2015
SISTEMA TRADICIONAL
VALOR DOS SEMANA 1 SEMANA 2 SEMANA 3 SEMANA 4
ITEM DISCRIMINAÇÃO PESO (%)
SERVIÇOS (R$)
SIMPL. (%) ACUM. (%) SIMPL. (%) ACUM. (%) SIMPL. (%) ACUM. (%) SIMPL. (%) ACUM. (%)
SERVIÇOS
1 R$8.205,20 8,61% 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00
PRELIMINARES
2 INFRAESTRUTURA R$2.872,77 3,01% 64,00 64,00 36,00 100,00 100,00 100,00
3 SUPRAESTRUTURA R$20.441,26 21,44% 0,00 16,00 16,00 25,00 41,00 16,00 57,00
PAREDES E
4
ESQUADRIAS
4.1 Paredes R$8.477,71 8,89% 0,00 0,00 0,00 0,00
4.2 Esquadrias R$6.989,42 7,33% 0,00 0,00 0,00 0,00
COBERTURA E
5
PROTEÇÕES
5.1 Telhado R$10.388,01 10,90% 0,00 0,00 0,00 0,00
5.2 Impermeabilizações R$174,17 0,18% 0,00 0,00 0,00 0,00
6 REVESTIMENTOS
6.1 Paredes e fachadas R$10.055,00 10,55% 0,00 0,00 0,00 0,00
6.2 Piso R$5.078,48 5,33% 0,00 0,00 0,00 0,00
6.3 Forro R$2.252,25 2,36% 0,00 0,00 0,00 0,00
6.4 Rodapés, soleiras e peitoris R$1.662,70 1,74% 0,00 0,00 0,00 0,00
7 PINTURAS R$3.060,17 3,21% 0,00 0,00 0,00 0,00
8 INSTALAÇÕES
8.1 Elétricas R$5.051,14 5,30% 0,00 0,00 0,00 0,00
8.2 Telefônicas R$651,57 0,68% 0,00 0,00 0,00 0,00
8.3 Hidráulicas R$1.809,03 1,90% 0,00 0,00 0,00 0,00
8.4 Sanitárias / pluvial R$5.678,67 5,96% 0,00 0,00 0,00 0,00
APARELHOS, LOUÇAS E
9 R$2.291,75 2,40% 0,00 0,00 0,00 0,00
APÊNDICE C — CRONOGRAMAS

METAIS
10 COMPLEMENTAÇÕES R$183,51 0,19% 0,00 0,00 0,00 0,00

TOTAL R$95.322,82 100,00% 10,54% 10,54% 4,52% 15,05% 5,36% 20,41% 3,43% 23,84%
72
SISTEMA TRADICIONAL
VALOR DOS SEMANA 5 SEMANA 6 SEMANA 7 SEMANA 8
ITEM DISCRIMINAÇÃO PESO (%)
SERVIÇOS (R$)
SIMPL. (%) ACUM. (%) SIMPL. (%) ACUM. (%) SIMPL. (%) ACUM. (%) SIMPL. (%) ACUM. (%)
SERVIÇOS
1 R$8.205,20 8,61% 100,00 100,00 100,00 100,00
PRELIMINARES
2 INFRAESTRUTURA R$2.872,77 3,01% 100,00 100,00 100,00 100,00
3 SUPRAESTRUTURA R$20.441,26 21,44% 6,80 63,80 21,20 85,00 14,50 99,50 0,50 100,00
PAREDES E
4
ESQUADRIAS
4.1 Paredes R$8.477,71 8,89% 0,00 0,00 7,25 7,25 51,50 58,75
4.2 Esquadrias R$6.989,42 7,33% 0,00 0,00 0,00 0,00
COBERTURA E
5
PROTEÇÕES
5.1 Telhado R$10.388,01 10,90% 0,00 0,00 0,00 0,00
5.2 Impermeabilizações R$174,17 0,18% 0,00 0,00 0,00 0,00
6 REVESTIMENTOS
6.1 Paredes e fachadas R$10.055,00 10,55% 0,00 0,00 0,00 0,00
6.2 Piso R$5.078,48 5,33% 0,00 0,00 0,00 0,00
6.3 Forro R$2.252,25 2,36% 0,00 0,00 0,00 0,00
6.4 Rodapés, soleiras e peitoris R$1.662,70 1,74% 0,00 0,00 0,00 0,00
7 PINTURAS R$3.060,17 3,21% 0,00 0,00 0,00 0,00
8 INSTALAÇÕES
8.1 Elétricas R$5.051,14 5,30% 0,00 0,00 0,00 0,00
8.2 Telefônicas R$651,57 0,68% 25,10 25,10 25,10 25,10 25,10
8.3 Hidráulicas R$1.809,03 1,90% 0,00 0,00 0,00 0,00
8.4 Sanitárias / pluvial R$5.678,67 5,96% 29,10 29,10 11,35 40,45 40,45 40,45
APARELHOS, LOUÇAS E
9 R$2.291,75 2,40% 0,00 0,00 0,00 0,00
METAIS
10 COMPLEMENTAÇÕES R$183,51 0,19% 0,00 0,00 0,00 0,00

TOTAL R$95.322,82 100,00% 3,36% 27,21% 5,22% 32,43% 3,75% 36,18% 4,69% 40,87%
73
SISTEMA TRADICIONAL
VALOR DOS SEMANA 9 SEMANA 10 SEMANA 11 SEMANA 12
ITEM DISCRIMINAÇÃO PESO (%)
SERVIÇOS (R$)
SIMPL. (%) ACUM. (%) SIMPL. (%) ACUM. (%) SIMPL. (%) ACUM. (%) SIMPL. (%) ACUM. (%)
SERVIÇOS
1 R$8.205,20 8,61% 100,00 100,00 100,00 100,00
PRELIMINARES
2 INFRAESTRUTURA R$2.872,77 3,01% 100,00 100,00 100,00 100,00
3 SUPRAESTRUTURA R$20.441,26 21,44% 100,00 100,00 100,00 100,00
PAREDES E
4
ESQUADRIAS
4.1 Paredes R$8.477,71 8,89% 39,00 97,75 2,25 100,00 100,00 100,00
4.2 Esquadrias R$6.989,42 7,33% 0,00 0,00 100,00 100,00 100,00
COBERTURA E
5
PROTEÇÕES
5.1 Telhado R$10.388,01 10,90% 0,00 100,00 100,00 100,00 100,00
5.2 Impermeabilizações R$174,17 0,18% 0,00 0,00 100,00 100,00 100,00
6 REVESTIMENTOS
6.1 Paredes e fachadas R$10.055,00 10,55% 0,00 0,00 0,00 26,30 26,30
6.2 Piso R$5.078,48 5,33% 0,00 0,00 37,00 37,00 63,00 100,00
6.3 Forro R$2.252,25 2,36% 0,00 0,00 0,00 0,00
6.4 Rodapés, soleiras e peitoris R$1.662,70 1,74% 0,00 0,00 0,00 0,00
7 PINTURAS R$3.060,17 3,21% 0,00 0,00 0,00 0,00
8 INSTALAÇÕES
8.1 Elétricas R$5.051,14 5,30% 0,00 0,00 90,00 90,00 90,00
8.2 Telefônicas R$651,57 0,68% 25,10 25,10 74,90 100,00 100,00
8.3 Hidráulicas R$1.809,03 1,90% 0,00 0,00 95,00 95,00 5,00 100,00
8.4 Sanitárias / pluvial R$5.678,67 5,96% 40,45 20,00 60,45 26,35 86,80 13,20 100,00
APARELHOS, LOUÇAS E
9 R$2.291,75 2,40% 0,00 0,00 0,00 0,00
METAIS
10 COMPLEMENTAÇÕES R$183,51 0,19% 0,00 0,00 0,00 0,00

TOTAL R$95.322,82 100,00% 3,47% 44,34% 12,29% 56,63% 18,14% 74,77% 7,01% 81,78%
74
SISTEMA TRADICIONAL
VALOR DOS SEMANA 13 SEMANA 14 SEMANA 15 SEMANA 16
ITEM DISCRIMINAÇÃO PESO (%)
SERVIÇOS (R$)
SIMPL. (%) ACUM. (%) SIMPL. (%) ACUM. (%) SIMPL. (%) ACUM. (%) SIMPL. (%) ACUM. (%)
SERVIÇOS
1 R$8.205,20 8,61% 100,00 100,00 100,00 100,00
PRELIMINARES
2 INFRAESTRUTURA R$2.872,77 3,01% 100,00 100,00 100,00 100,00
3 SUPRAESTRUTURA R$20.441,26 21,44% 100,00 100,00 100,00 100,00
PAREDES E
4
ESQUADRIAS
4.1 Paredes R$8.477,71 8,89% 100,00 100,00 100,00 100,00
4.2 Esquadrias R$6.989,42 7,33% 100,00 100,00 100,00 100,00
COBERTURA E
5
PROTEÇÕES
5.1 Telhado R$10.388,01 10,90% 100,00 100,00 100,00 100,00
5.2 Impermeabilizações R$174,17 0,18% 100,00 100,00 100,00 100,00
6 REVESTIMENTOS
6.1 Paredes e fachadas R$10.055,00 10,55% 29,50 55,80 39,10 94,90 5,10 100,00 100,00
6.2 Piso R$5.078,48 5,33% 100,00 100,00 100,00 100,00
6.3 Forro R$2.252,25 2,36% 0,00 0,00 0,00 100,00 100,00
6.4 Rodapés, soleiras e peitoris R$1.662,70 1,74% 0,00 0,00 100,00 100,00 100,00
7 PINTURAS R$3.060,17 3,21% 0,00 0,00 100,00 100,00 100,00
8 INSTALAÇÕES
8.1 Elétricas R$5.051,14 5,30% 90,00 90,00 90,00 10,00 100,00
8.2 Telefônicas R$651,57 0,68% 100,00 100,00 100,00 100,00
8.3 Hidráulicas R$1.809,03 1,90% 100,00 100,00 100,00 100,00
8.4 Sanitárias / pluvial R$5.678,67 5,96% 100,00 100,00 100,00 100,00
APARELHOS, LOUÇAS E
9 R$2.291,75 2,40% 0,00 0,00 0,00 100,00 100,00
METAIS
10 COMPLEMENTAÇÕES R$183,51 0,19% 0,00 0,00 0,00 100,00 100,00

TOTAL R$95.322,82 100,00% 3,11% 84,89% 4,12% 89,02% 5,49% 94,51% 5,49% 100,00%
75
SISTEMA PAREDE DE CONCRETO
VALOR DOS SEMANA 1 SEMANA 2 SEMANA 3 SEMANA 4
ITEM DISCRIMINAÇÃO PESO (%)
SERVIÇOS (R$)
SIMPL. (%) ACUM. (%) SIMPL. (%) ACUM. (%) SIMPL. (%) ACUM. (%) SIMPL. (%) ACUM. (%)

SERVIÇOS
1 R$7.805,20 8,48% 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00
PRELIMINARES
2 INFRAESTRUTURA R$5.307,19 5,77% 40,50 40,50 59,50 100,00 100,00 100,00
3 SUPRAESTRUTURA R$29.162,90 31,70% 0,00 0,00 27,50 27,50 24,45 51,95
PAREDES E
4
ESQUADRIAS
4.1 Paredes R$1.281,88 1,39% 0,00 0,00 0,00 0,00
4.2 Esquadrias R$6.989,42 7,60% 0,00 0,00 0,00 0,00
5 COBERTURA E
5.1 Telhado R$10.388,01 11,29% 0,00 0,00 0,00 0,00
5.2 Impermeabilizações R$174,17 0,19% 0,00 0,00 0,00 0,00
6 REVESTIMENTOS
6.1 Paredes e fachadas R$4.455,62 4,84% 0,00 0,00 0,00 0,00
6.2 Piso R$5.078,48 5,52% 0,00 0,00 0,00 0,00
6.3 Forro R$2.252,25 2,45% 0,00 0,00 0,00 0,00
6.4 Rodapés, soleiras e peitoris R$1.662,70 1,81% 0,00 0,00 0,00 0,00
7 PINTURAS R$3.060,17 3,33% 0,00 0,00 0,00 0,00
8 INSTALAÇÕES
8.1 Elétricas R$4.405,33 4,79% 0,00 0,00 0,00 0,00
8.2 Telefônicas R$624,81 0,68% 0,00 0,00 0,00 29,20 29,20
8.3 Hidráulicas R$1.286,65 1,40% 0,00 0,00 0,00 0,00
8.4 Sanitárias / pluvial R$5.595,12 6,08% 0,00 0,00 0,00 9,70 9,70
APARELHOS, LOUÇAS E
9 R$2.291,75 2,49% 0,00 0,00 0,00 0,00
METAIS
10 COMPLEMENTAÇÕES R$183,51 0,20% 0,00 0,00 0,00 0,00

TOTAL R$92.005,16 100,00% 9,83% 9,83% 1,79% 11,62% 5,90% 17,52% 6,02% 23,54%
76
SISTEMA PAREDE DE CONCRETO
VALOR DOS SEMANA 5 SEMANA 6 SEMANA 7 SEMANA 8
ITEM DISCRIMINAÇÃO PESO (%)
SERVIÇOS (R$)
SIMPL. (%) ACUM. (%) SIMPL. (%) ACUM. (%) SIMPL. (%) ACUM. (%) SIMPL. (%) ACUM. (%)
SERVIÇOS
1 R$7.805,20 8,48% 100,00 100,00 100,00 100,00
PRELIMINARES
2 INFRAESTRUTURA R$5.307,19 5,77% 100,00 100,00 100,00 100,00
3 SUPRAESTRUTURA R$29.162,90 31,70% 21,40 73,35 23,30 96,65 3,35 100,00 100,00
PAREDES E
4
ESQUADRIAS
4.1 Paredes R$1.281,88 1,39% 0,00 0,00 100,00 100,00 100,00
4.2 Esquadrias R$6.989,42 7,60% 0,00 0,00 0,00 18,30 18,30
5 COBERTURA E
5.1 Telhado R$10.388,01 11,29% 0,00 0,00 9,05 9,05 90,95 100,00
5.2 Impermeabilizações R$174,17 0,19% 0,00 0,00 0,00 100,00 100,00
6 REVESTIMENTOS
6.1 Paredes e fachadas R$4.455,62 4,84% 0,00 0,00 0,00 0,00
6.2 Piso R$5.078,48 5,52% 0,00 0,00 0,00 37,00 37,00
6.3 Forro R$2.252,25 2,45% 0,00 0,00 0,00 0,00
6.4 Rodapés, soleiras e peitoris R$1.662,70 1,81% 0,00 0,00 0,00 0,00
7 PINTURAS R$3.060,17 3,33% 0,00 0,00 0,00 0,00
8 INSTALAÇÕES
8.1 Elétricas R$4.405,33 4,79% 0,00 38,50 38,50 51,50 90,00 90,00
8.2 Telefônicas R$624,81 0,68% 29,20 29,20 70,80 100,00 100,00
8.3 Hidráulicas R$1.286,65 1,40% 0,00 0,00 66,50 66,50 66,50
8.4 Sanitárias / pluvial R$5.595,12 6,08% 34,50 44,20 44,20 44,20 44,20
APARELHOS, LOUÇAS E
9 R$2.291,75 2,49% 0,00 0,00 0,00 0,00
METAIS
10 COMPLEMENTAÇÕES R$183,51 0,20% 0,00 0,00 0,00 0,00

TOTAL R$92.005,16 100,00% 6,64% 30,18% 7,04% 37,22% 15,07% 52,29% 13,41% 65,70%
77
SISTEMA PAREDE DE CONCRETO
VALOR DOS SEMANA 9 SEMANA 10 SEMANA 11 SEMANA 12
ITEM DISCRIMINAÇÃO PESO (%)
SERVIÇOS (R$)
SIMPL. (%) ACUM. (%) SIMPL. (%) ACUM. (%) SIMPL. (%) ACUM. (%) SIMPL. (%) ACUM. (%)
SERVIÇOS
1 R$7.805,20 8,48% 100,00 100,00 100,00 100,00
PRELIMINARES
2 INFRAESTRUTURA R$5.307,19 5,77% 100,00 100,00 100,00 100,00
3 SUPRAESTRUTURA R$29.162,90 31,70% 100,00 100,00 100,00 100,00
PAREDES E
4
ESQUADRIAS
4.1 Paredes R$1.281,88 1,39% 100,00 100,00 100,00 100,00
4.2 Esquadrias R$6.989,42 7,60% 81,70 100,00 100,00 100,00 100,00
5 COBERTURA E
5.1 Telhado R$10.388,01 11,29% 100,00 100,00 100,00 100,00
5.2 Impermeabilizações R$174,17 0,19% 100,00 100,00 100,00 100,00
6 REVESTIMENTOS
6.1 Paredes e fachadas R$4.455,62 4,84% 61,85 61,85 38,15 100,00 100,00 100,00
6.2 Piso R$5.078,48 5,52% 37,00 63,00 100,00 100,00 100,00
6.3 Forro R$2.252,25 2,45% 0,00 0,00 35,00 35,00 65,00 100,00
6.4 Rodapés, soleiras e peitoris R$1.662,70 1,81% 0,00 0,00 100,00 100,00 100,00
7 PINTURAS R$3.060,17 3,33% 0,00 41,15 41,15 58,85 100,00 100,00
8 INSTALAÇÕES
8.1 Elétricas R$4.405,33 4,79% 90,00 90,00 90,00 10,00 100,00
8.2 Telefônicas R$624,81 0,68% 100,00 100,00 100,00 100,00
8.3 Hidráulicas R$1.286,65 1,40% 66,50 66,50 33,50 100,00 100,00
8.4 Sanitárias / pluvial R$5.595,12 6,08% 44,20 44,20 55,80 100,00 100,00
APARELHOS, LOUÇAS E
9 R$2.291,75 2,49% 0,00 0,00 0,00 100,00 100,00
METAIS
10 COMPLEMENTAÇÕES R$183,51 0,20% 0,00 0,00 0,00 100,00 100,00

TOTAL R$92.005,16 100,00% 12,51% 78,22% 8,70% 86,92% 8,42% 95,34% 4,66% 100,00%
78
79

APÊNDICE D — Projeto Arquitetônico

60x58x85 60x58x85
Secadora Máq Lavar

60x58x85 60x58x85
Secadora Máq Lavar

ESCALA:
PLANTA BAIXA 1:75

CASA TRADICIONAL 1 de 4
ESCALA:
PLANTA BAIXA 1:75
80

FACHADA FRONTAL

FACHADA LATERAL

ESCALA:
FACHADAS 1:75

CASA TRADICIONAL 2 de 4
81

Sala de Sala
Estar/Jantar
de Estar/Jantar Dormitório
Dormitório

CORTE
CORTE
AAAA

% %
o 27 o 27
açã linaçã
clin c
t á li ca in tálica in
e e
am am
telh m telh
com co
e r t ura ertura
Cob Cob

Área de Serviços
Área de Serviços CozinhaCozinha Sala de Sala
Estar/Jantar
de Estar/Jantar Alpendre
Alpendre

CORTE
CORTE
BB BB

ESCALA:
ESCALA:
CORTES
CORTES 1:75 1:75

CASA
CASA
TRADICIONAL
TRADICIONAL 33
dede
44
82

2 - i=27%

500 L
2 - i=27%

500 L
1 - i=27%
1 - i=27%

Telha Fibrocimento Ondulada com i=27,0%

Telha Fibrocimento Ondulada com i=27,0%

ESCALA:
COBERTURA 1:75

CASA TRADICIONAL 4 de 4
ESCALA:
COBERTURA 1:75

CASA TRADICIONAL 4 de 4
83

APÊNDICE E — Projetos Estruturais

V1 20x40

V8 20x40
V1 20x40
L1 50

V8 20x40

V9
100
h=12
S1 L1S2 50 S3

V9
80x80 V2 20x40 80x80 V2 80x80

100
h=12
S1 S2 S3
80x80 V2 20x40 80x80 V2 80x80

335 295

335 295

L2 L3

372.5

V9
h=12 h=12
V6

V8

L2 L3

372.5

V9
h=12
60 h=12
60
V6

V8

60 60

S4 S5 S6
80x80 V3 20x40 80x80 V3 80x80
S4 S5 S6
80x80 V3 20x40 80x80 V3 80x80

300 330
V6 20x40

V7 20x40

V9 20x40

300 330

L4 L5
317.5
V6 20x40

V7 20x40

V9 20x40

h=12 h=12
L4 L5
317.5

h=12
60 h=12
60

60 60
S7 S8 S9
80x80 V4 20x40 80x80 V4 80x80
S7 S8 S9
80x80 V4 20x40 80x80 V4 80x80
L6 50
Concreto
80

V9

h=12
V7

fck 20 MPa
L6 V5 20x40
Concreto 50
80

V9

h=12
V7

fckLaje
20 MPa
pré-moldada com V5 20x40
vigotas protendidas
8x30x20cm
intereixocom
Laje pré-moldada = 40cm
vigotas protendidas
8x30x20cm
intereixo = 40cm

ESCALA:
PROJETO FORMAS TÉRREO
ESCALA: 1:75
PROJETO FORMAS TÉRREO
CASA TRADICIONAL
CASA TRADICIONAL
1 de 17
1:75
84

V1
2 N2 ø8.0 C=369

20
329
20
SEÇÃO A-A

20

P1 120 A P2

40
14
A

34
285
19 N1 c/15
19 N1 ø5.0 C=108

2 N3 ø10.0 C=329

V2
2 N2 ø8.0 C=724
684
20 20
SEÇÃO A-A

20
P3 120 A P4 P5

40
S1 A S2 S3 14

327.5 287.5

34
22 N1 c/15 19 N1 c/15

41 N1 ø5.0 C=108
2 N3 ø10.0 C=684

V3
2 N2 ø10.0 C=724
684
20 20
SEÇÃO A-A

20
P6 120 A P7 P8

40
S4 A S5 S6 14

292.5 322.5
34

19 N1 c/15 22 N1 c/15

41 N1 ø5.0 C=108
2 N3 ø12.5 C=684

V4
2 N2 ø8.0 C=724
684
20 20
SEÇÃO A-A

20
P9 120 A P10 P11
40

S7 A S8 S9 14

292.5 322.5
34

19 N1 c/15 22 N1 c/15

41 N1 ø5.0 C=108
2 N3 ø10.0 C=684

ESCALA:
VIGAS TÉRREO 1:50

CASA TRADICIONAL 2 de 17
85

V5
2 N2 ø8.0 C=406.5

20
366.5
20
SEÇÃO A-A

20

P1 120 A P2

40
14
A

34
322.5
22 N1 c/15
22 N1 ø5.0 C=108

2 N3 ø10.0 C=406.5

V6
2 N2 ø8.0 C=784
744
20 20
SEÇÃO A-A

20
P9 120 A P6 P3

40
S7 A S4 S1 14

309.5 365.5

34
21 N1 c/15 25 N1 c/15

46 N1 ø5.0 C=108
2 N3 ø10.0 C=744

V7
2 N2 ø10.0 C=494
454
20 20
SEÇÃO A-A

20
P12 P10 120 A P7
40

S8 A S5 14

100 310
34

7 N1 c/15 21 N1 c/15

28 N1 ø5.0 C=108
2 N3 ø12.5 C=454

V8
2 N2 ø10.0 C=494
454
20 20
SEÇÃO A-A

20
120 A P4 P1
40

A S2 14

367.5 120
34

25 N1 c/15 8 N1 c/15

33 N1 ø5.0 C=108
2 N3 ø12.5 C=454

ESCALA:
VIGAS TÉRREO 1:50

CASA TRADICIONAL 3 de 17
86

V9
2 N2 ø8.0 C=1004
964
20 20

P13 P11 120 A P8 P5 P2

S9 A S6 S3

100 309.5 365.5 120


7 N1 c/15 21 N1 c/15 25 N1 c/15 8 N1 c/15

2 N3 ø10.0 C=964

SEÇÃO A-A

20

40
14

34
61 N1 ø5.0 C=108

Pilares Sapatas
25

60
7 N1 ø5.0 c/15 C=82
4 N2 ø10.0 C=143

25
19
128

103
25

19

120

7 N1 ø5.0 C=82

15
-60

Sapatas
PLANTA

80
14
4 N4 ø10.0 c/20 C=102

25
80

25

14

14 14
4 N3 ø10.0 c/20 C=102

CORTE

60
100
120

20

ESCALA:
VIGAS TÉRREO E FUNDAÇÃO 1:50
CASA TRADICIONAL
4 de 17
87

P1 P2
25x25 V1 17x25 25x25

P1 P2

V8 17x25

V9
25x25 V1 17x25 25x25
P3 P4 P5
25x25 V2 17x25 25x25 V2 25x25

V8 17x25

V9
P3 P4 P5
25x25 V2 17x25 25x25 V2 25x25
L1
h=12

201.5
L1301
h=12

201.5

V9
V6

V8

301

V9
V6

V8

P6 P7 P8
25x25 V3 17x25 30x30 V3 25x25

P6 P7 P8
25x25 V3 17x25 30x30 V3 25x25
V6 17x25

V7 17x25

V9 17x25
V6 17x25

V7 17x25

V9 17x25

P9 P10 P11
25x25 25x25 25x25
V4 17x25 V4

P9 P10 P11
Concreto
25x25 P12
25x25
P13
25x25
V9

V4 17x25 V4
V7

fck 20 MPa
25x25 25x25
V5 17x25

LajeConcreto
pré-moldada com
vigotas protendidas P12 P13
V9
V7

fck8x30x20cm
20 MPa
25x25 25x25
intereixo = 40cm V5 17x25

Laje pré-moldada com


vigotas protendidas
8x30x20cm
intereixo = 40cm

ESCALA:
PROJETO FORMAS COBERTURA 1:75
CASA TRADICIONAL
5 de 17
ESCALA:
PROJETO FORMAS COBERTURA 1:75
88

V1
2 N2 ø8.0 C=353
12 329 12

SEÇÃO A-A

360 A 17

25
P1 A P2
11

285

19
19 N1 c/15
19 N1 ø5.0 C=90

2 N3 ø10.0 C=329

V2
2 N2 ø8.0 C=708
12 684 12

SEÇÃO A-A

360 A 17

25
P3 A P4 P5
11

327.5 287.5

19
22 N1 c/15 19 N1 c/15
41 N1 ø5.0 C=90

2 N3 ø10.0 C=684

V3
2 N2 ø8.0 C=708
12 684 12

SEÇÃO A-A

360 A 17

25
P6 A P7 P8
11

292.5 322.5

19
19 N1 c/15 22 N1 c/15
41 N1 ø5.0 C=90

2 N3 ø10.0 C=684

V4
2 N2 ø8.0 C=708
12 684 12

SEÇÃO A-A
ESC 1:25

360 A 17
25

P9 A P10 P11
11

290 325
19

19 N1 c/15 22 N1 c/15
41 N1 ø5.0 C=90

2 N3 ø10.0 C=684

ESCALA:
VIGAS COBERTURA 1:50

CASA TRADICIONAL 6 de 17
89

V5
2 N2 ø8.0 C=390.5
12 366.5 12

SEÇÃO A-A

360 A 17

25
P1 A P2
11

322.5

19
22 N1 c/15
22 N1 ø5.0 C=90

2 N3 ø10.0 C=406.5

V6
2 N2 ø8.0 C=768
12 744 12

SEÇÃO A-A
ESC 1:25

360 A 17

25
P9 A P6 P3
11

309.5 365.5

19
21 N1 c/15 25 N1 c/15
46 N1 ø5.0 C=90

2 N3 ø10.0 C=744

V7
2 N2 ø8.0 C=478
12 454 12

SEÇÃO A-A

360 A 17
25

P12 P10 A P7
11

100 310
19

7 N1 c/15 21 N1 c/15
28 N1 ø5.0 C=90

2 N3 ø10.0 C=454

V8
2 N2 ø8.0 C=478
12 454 12

SEÇÃO A-A

360 A 17
25

A P4 P1
11

367.5 120
19

25 N1 c/15 8 N1 c/15
33 N1 ø5.0 C=90

2 N3 ø10.0 C=454

ESCALA:
VIGAS COBERTURA 1:50

CASA TRADICIONAL 7 de 17
90

V9
2 N2 ø8.0 C=988
12 964 12

360 A

P13 P11 A P8 P5 P2

100 309.5 365.5 120


7 N1 c/15 21 N1 c/15 25 N1 c/15 8 N1 c/15

2 N3 ø10.0 C=964

SEÇÃO A-A

17

25
11

19
61 N1 ø5.0 C=90

P1 - P2 - P12 - P13 P3 - P4 - P5 - P6 - P7
- P8 - P9 - P10 - P11
340
COBERTURA
340
COBERTURA
19 N1 ø5.0 c/15 C=82

25
4 N2 ø10.0 C=280

19
19 N1 ø5.0 c/15 C=82

25
4 N2 ø10.0 C=280

19
290
25

19

290

290

280

280

280
25

19

19 N1 ø5.0 C=82
19 N1 ø5.0 C=82

50 60
TÉRREO TÉRREO

PILARES

ESCALA:
VIGAS COBERTURA E PILARES 1:50
CASA TRADICIONAL
8 de 17
91

V1 20x40

V8 20x40
V1 20x40
L1 50

V8 20x40

V9
h=15

100
S1 L1S2 50 S3

V9
100x100 V2 20x40 100x100 V2
h=15 100x100

100
S1 S2 S3
100x100 V2 20x40 100x100 V2 100x100

295

295

L2 L3

372.5

V9
h=15 h=15
V6

V8

L2 L3

372.5

V9
h=15
60 h=15
60
V6

V8

60 60

S4 S5 S6
100x100 V3335
20x40 100x100 V3 100x100
S4 S5 S6
100x100 V3335
20x40 100x100 V3 100x100

297.5 332.5
V6 20x40

V7 20x40

V9 20x40

297.5 332.5

L4 L5
317.5
V6 20x40

V7 20x40

V9 20x40

h=15 h=15
L4 L5
317.5

h=15
60 h=15
60

60 60

S7 S8 S9
100x100 V4 20x40 100x100 V4 100x100
S7 S8 S9
100x100 V4 20x40 100x100 V4 100x100
L6 50
80

V9

Concreto h=15
V7

fck 20 MPa L6 V5 20x40


50
80

V9

Concreto h=15
V7

fckLaje
20 MPa
pré-moldada com V5 20x40
vigotas protendidas
8x30x20cm
intereixo
Laje pré-moldada com = 40cm
vigotas protendidas
8x30x20cm
intereixo = 40cm

ESCALA:
PROJETO FORMAS TÉRREOESCALA: 1:75
PROJETO FORMAS TÉRREO
CASA PAREDE CONCRETO
CASA PAREDE CONCRETO
9 de 17
1:75
92

V1
3 N2 ø8.0 C=369

20
329
20
SEÇÃO A-A

20

P1 120 A P2

40
14
A

34
285
19 N1 c/15
19 N1 ø6.3 C=108

3 N3 ø10.0 C=329

V2
3 N2 ø8.0 C=724
684
20 20
SEÇÃO A-A

20
P3 120 A P4 P5

40
S1 A S2 S3 14

327.5 287.5

34
22 N1 c/15 19 N1 c/15

41 N1 ø6.3 C=108
3 N3 ø10.0 C=684

V3
3 N2 ø10.0 C=724
684
20 20
SEÇÃO A-A

20
P6 120 A P7 P8

40
S4 A S5 S6 14

290 325
34

19 N1 c/15 22 N1 c/15

41 N1 ø6.3 C=108
3 N3 ø12.5 C=684

V4
3 N2 ø8.0 C=724
684
20 20
SEÇÃO A-A

20
P9 120 A P10 P11
40

S7 A S8 S9 14

290 325
34

19 N1 c/15 22 N1 c/15

41 N1 ø6.3 C=108
3 N3 ø10.0 C=684

ESCALA:
VIGAS TÉRREO 1:50
CASA PAREDE CONCRETO 10 de 17
93

V5
3 N2 ø8.0 C=406.5

20
366.5
20
SEÇÃO A-A

20

P1 120 A P2

40
14
A

34
322.5
22 N1 c/15
22 N1 ø6.3 C=108

3 N3 ø10.0 C=406.5

V6
3 N2 ø8.0 C=784
744
20 20
SEÇÃO A-A

20
P9 120 A P6 P3

40
S7 A S4 S1 14

309.5 365.5

34
21 N1 c/15 25 N1 c/15

46 N1 ø6.3 C=108
3 N3 ø10.0 C=744

V7
3 N2 ø10.0 C=494
454
20 20
SEÇÃO A-A

20
P12 P10 120 A P7
40

S8 A S5 14

100 310
34

7 N1 c/15 21 N1 c/15

28 N1 ø6.3 C=108
3 N3 ø12.5 C=454

V8
3 N2 ø10.0 C=494
454
20 20
SEÇÃO A-A

20
120 A P4 P1
40

A S2 14

367.5 120
34

25 N1 c/15 8 N1 c/15

33 N1 ø6.3 C=108
3 N3 ø12.5 C=454

ESCALA:
VIGAS TÉRREO 1:50
CASA PAREDE CONCRETO 11 de 17
94

V9
3 N2 ø8.0 C=1004
964
20 20

P13 P11 120 A P8 P5 P2

S9 A S6 S3

100 309.5 365.5 120


7 N1 c/15 21 N1 c/15 25 N1 c/15 8 N1 c/15

3 N3 ø10.0 C=964

SEÇÃO A-A

20

40
14

34
61 N1 ø6.3 C=108

Pilares Sapatas
ESC 1:20
25

60
TÉRREO
4 N2 ø12.5 C=133

6 N1 ø6.3 c/15 C=110

30
24
118

93
30

24

120

6 N1 ø6.3 C=110
15

-60

Sapatas
ESC 1:20
PLANTA
100
24

6 N4 ø12.5 c/15 C=142

30
100

30

24

24 24

6 N3 ø12.5 c/15 C=142

CORTE

60
90

120
30

ESCALA:
VIGAS TÉRREO E FUNDAÇÃO 1:50
CASA PAREDE CONCRETO 12 de 17
95

P1
20x20 V117x25 PAR1

30
P1

V4 17x25

PAR12
20x20 V117x25 PAR1

103
30

V4 17x25
PAR2 PAR2

PAR12
103
120x120/90 80x60/150 80x210
40 120 40 22.5 80 22.5

77.5
PAR2 PAR2
10 80 215
120x120/90 80x60/150 80x210 305
40 120 40 22.5 80 22.5

205
77.5
L1

120x100/90
PAR10

PAR11
10 80 215
PAR8

h=15

120
305
300

205
L1

120x100/90
PAR7

PAR10

PAR11
PAR8

h=15

120
300

77.5
10 70 45
PAR7

PAR3 PAR4

70x210

77.5
10 70 45
70x210
PAR8

70 235
PAR3 PAR4
70

PAR5 70x210
70x210
10

70x210
PAR8

70 235

PAR2
70

225 70 10

PAR5 70x210
10

PAR2
225 70 10
PAR11
430
PAR7

PAR9

PAR11
325

430
PAR7

PAR9
325

90 120 95 10 80 90 120 40

PAR6 PAR6

120x120/90 80x210 120x120/90


V5 17x25
V3 17x25

90 120 95 10 80 90 120 40

PAR6 PAR6
P2 P3
Concreto 20x20 20x20
120x120/90 80x210 120x120/90
V2 17x25
V5 17x25

fck 20 MPa
V3 17x25

P2 P3
LajeConcreto
pré-moldada com 20x20 V2 17x25 20x20
vigotas
fck 20protendidas
MPa
8x30x20cm
intereixo = 40cm
Laje pré-moldada com
vigotas protendidas
8x30x20cm
intereixo = 40cm

ESCALA:
PROJETO FORMAS COBERTURA 1:75

PROJETO FORMAS COBERTURA 13 de1:75


ESCALA:
CASA PAREDE CONCRETO
17
96

PAR1 - PAR12

340
COBERTURA 9
N1 ø6.3 c/20 C=293 9

N1 ø6.3 c/20 C=293

19 N2 ø6.3 c/15

19 N2 ø6.3 c/15

560
280

280

60
TÉRREO
9 9

ESCALA:
PAREDES 1:50
CASA PAREDE CONCRETO 14 de 17
97

PAR2 - PAR3 - PAR4 - PAR5


- PAR6 - PAR7 - PAR8 - PAR9
- PAR10 - PAR11

340
COBERTURA 9 9
N1 ø6.3 c/20 C=303

N1 ø6.3 c/20 C=303

19 N2 ø6.3 c/15

19 N2 ø6.3 c/15

580
280

280

50
TÉRREO
9 9

ESCALA:
PAREDES 1:50
CASA PAREDE CONCRETO 15 de 17
98

P1 - P2 - P3 V1
2 N2 ø8.0 C=353
12 329 12

340
COBERTURA
360 A

P1 A PAR1

270
18 N1 c/15

2 N3 ø10.0 C=329

SEÇÃO A-A

19 N1 ø5.0 c/15 C=66 17

25
4 N2 ø10.0 C=290

40
28
11
290
40

28

V2

19
580

580
18 N1 ø5.0 C=90
2 N2 ø8.0 C=390.5
19 N1 ø5.0 C=66 12 366.5 12

360 A

P2 A P3

332.5
22 N1 c/15

2 N3 ø10.0 C=366.5

SEÇÃO A-A

17

TÉRREO
50
V3

25
2 N2 ø8.0 C=109
11
12 133 12

SEÇÃO A-A

19
22 N1 ø5.0 C=90
360 A 17
25

P2 A PAR6
11

80
19

6 N1 c/15
6 N1 ø5.0 C=90

2 N3 ø10.0 C=109

V4 V5
2 N2 ø8.0 C=153 2 N2 ø8.0 C=109
12 129 12 12 133 12

SEÇÃO A-A SEÇÃO A-A

360 A 17 360 A 17
25

25

PAR2 A P1 P3 A PAR6
11 11

95 80
19

19

7 N1 c/15 6 N1 c/15
7 N1 ø5.0 C=90 6 N1 ø5.0 C=90

2 N3 ø10.0 C=129 2 N3 ø10.0 C=109

ESCALA:
VIGAS COBERTURA E PILARES 1:50
CASA PAREDE CONCRETO 16 de 17
99

PAREDES
340
COBERTURA

140.3
4 N1 10.0 c/10 C=55 8 N2 10.0 c/10 C=80

240

560
60 179.6

TÉRREO

REFORÇO ESQUADRIAS

19 N2 ø6.3 c/15 C=168


76 10
22 N1

19 N2 22 N1

76 10 10
19 N1

19 N1 ø6.3 c/15 C=185

10 76 10 10 10
19 N1 ø6.3 c/15 C=185 76

10 10 76 76
19 N1 ø6.3 c/13 C=185

10 10
76

76 10 10

10

AMARRAÇÃO EXTREMIDADE
AMARRAÇÃO CANTO

ESCALA:
REFORÇOS E AMARRAÇÃO 1:50

CASA PAREDE CONCRETO 17 de 17


100

APÊNDICE F — Projeto de Instalações Elétricas


3
3

1 a 16

1 3
3

3
a

16
1 3
3 16

16
a
3
3
b
4 4 2500 1 a 16
5 1 3
33

3
16 16
a

1 13 3
3 16

16
a

6
4

b
4

4
b
4

16
4

4 4 2500
2 c 5 3 6 b
3

16
1 3
16

6
4

b
4

3 3

4
2 d

4
4

116

4
6
4

16
2

3
6
b
c 3
2 4 5

2 2 c 3 6 b
4

4
d

3
16

3
b
4

3
4

2 d d 4

1 3 6

16
4

16

16
2

3
2

6
b
3
c

g
e

e
2 4 5

2
4

2 e
4

3
4 4 b
4

c
4

1 3 6
6
g
2 4

16
2
4

g
e

4 e
f

2 e
4 4
4 4
4
4
2

6
f

g
2 4 5
2 4

4
4
4

6 g
4

4
f

6 4
4 4
3 4
1 4
2 f 16
4
2

4
f

2 4
2 4 5
4
4

6
g

6 g
4

4
4

QD1 6
4
4

3
4

4
4

1
4
4

4
2 f 16
4
2 4
6

6
g

4
4

4 4 4
4

QD1 g
4

4
4
4

h
6

6 h
4
h

4 4
g

h
6

6 h
h
QD
1
6

QD
1
6

QM1
QM1

AL1
QM1
QM1

AL1

ESCALA:
PROJETO ELÉTRICO 1:75

CASA TRADICIONAL
PROJETO ELÉTRICO 1 de 2
ESCALA:
1:75
101

TE-1
4P
TE-1
TE-1

4P
4P
TE-1
4P

CCI - 50-1
4P
TE-1

CCI - 50-1

CCI - 50-1
4P
TE-1

CCI - 50-1
CCI - 50-1

CCI - 50-1
TR-1
4P

CCI - 50-1
DG1
TR-1
4P

CCI - 50-1
DG1

AL1
R1

AL1
R1

ESCALA:
PROJETO TELEFÔNICO 1:75

CASA TRADICIONAL
PROJETO TELEFÔNICO 2 de 2
ESCALA:
1:75
102

APÊNDICE G — Projeto de Instalações Hidrossanitárias

AF-1
Ø25 AF-2
Ø25
H2
AF-1
Ø25 AF-2
Ø25
H2 PVC Ø25 mm

AL -1
Ø25

H1 H3 PVC Ø25 mm

AL -1
Ø25

H1 H3
AF-3
Ø25

AF-3
Ø25

PVC Ø25 mm
PVC Ø25 mm
PVC Ø25 mm
PVC Ø25 mm

ESCALA:
PROJETO HIDRÁULICO 1:75

CASA TRADICIONAL
PROJETO HIDRÁULICO 1 de 10
ESCALA:
1:75
103

AF-1
Ø25

CH

Ø25
25mm x 3/4"

Ø25
RG
3/4"

Ø25
Ø25

RP
25 mm - 3/4"
Ø2
5

Ø2
5

Ø2
5
Ø25

VS Ø25
3/4"

LV
25 mm - 1/2"

Detalhe H1

ESCALA:
PROJETO HIDRÁULICO 1:25

CASA TRADICIONAL 2 de 10
104

AF-2
Ø25

Ø25
RG
3/4"

Ø25
TLR
25 mm - 3/4"

5
Ø2
Ø25

5
Ø2

MLR
Ø25

25 mm - 3/4"

Detalhe H2

ESCALA:
PROJETO HIDRÁULICO 1:25

CASA TRADICIONAL 3 de 10
105

AF-2
Ø25

AL-1
Ø25

Ø25
RG
3/4"

Ø25
Ø25

Ø2
5
Ø25

PIA
25 mm - 3/4"
5
Ø2

Detalhe H3

ESCALA:
PROJETO HIDRÁULICO 1:25

CASA TRADICIONAL 4 de 10
106
S3
PVC Ø75 mm
CE i=1.0%
CE

S1 S3
PVC Ø75 mm
CE CE
CV-1 i=1.0%

S1Ø50

PVC Ø75 mm
i=1.0%
CV-1
Ø50

PVC Ø75 mm
i=1.0%
S2 CG

S2 CG

PVC Ø100 mm
i=1.0%
PVC Ø100 mm
i=1.0%

FA1 PVC Ø100 mm TS1 PVC Ø100 mm


i=1.0% i=1.0%
CE
PVC Ø100 mm
i=1.0%

FA1 PVC Ø100 mm TS1 PVC Ø100 mm


i=1.0% i=1.0%
CE
PVC Ø100 mm
i=1.0%

ESCALA:
PROJETO SANITÁRIO 1:75

CASA TRADICIONAL
PROJETO SANITÁRIO 5 de 10
ESCALA:
1:75
107

PVC Ø75 mm

CE i=1.0%

CV-1
PVC Ø100

Ø50 i=2.0%

Ø50
PV
C
Ø
i=

50
1.
0%

50
PVC Ø40

Ø
i=2.0%

0%

i=2.0%
Ø100
2.
i=
50
Ø
0%
2.
i=

PV
C
Ø
i=

40
2.
0%

Detalhe S1

ESCALA:
PROJETO SANITÁRIO 1:25

CASA TRADICIONAL 6 de 10
108

Ø
Ø50 mm

i=2.0%

50
i=
2.

m
0%

PVC Ø50

i=2.0%

Detalhe S2

ESCALA:
PROJETO SANITÁRIO 1:25

CASA TRADICIONAL 7 de 10
109

PVC Ø75 mm

CE i=1.0%
PVC Ø50

i=2.0%

PV
C
Ø
i=

50
.02
%
PVC Ø100

i=2.0%

Ø50 Ø50

i=2.0% i=2.0%
PV
Ø50

i=2.0%

C
Ø
i=

50
.02
%

Detalhe S3

ESCALA:
PROJETO SANITÁRIO 1:25

CASA TRADICIONAL 8 de 10
110

AP-1
Ø75

AP-1
Ø75

AP-2
Ø75

AP-2
Ø75

ESCALA:
PROJETO DRENAGEM 1:75

CASA TRADICIONAL 9 de 10
ESCALA:
PROJETO DRENAGEM 1:75
111

AP-1
Ø75
Ø75 mm
i=1.0% CA
AP-1
Ø75
Ø75 mm
i=1.0% CA

Ø100 mm
i=1.0%
Ø100 mm
i=1.0%

AP-2
Ø75

Ø75 mm
AP-2 i=1.0% CA
Ø75

Ø75 mm
i=1.0% CA
Ø150 mm
i=1.0%
Ø150 mm
i=1.0%

ESCALA:
PROJETO DRENAGEM 1:75

CASA TRADICIONAL 10 de 10
ESCALA:
PROJETO DRENAGEM 1:75