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PROJETO HIDROSSANITÁRIO

TEORIA E PRÁTICA
AutoCAD
2ª VERSÃO

CAD/Hidro ®

Autor: Eng. Moacir de Oliveira Junior

“Possui graduação em Engenharia Civil pela Fundação Universidade Regional de Blumenau


(2000); graduação em Bacharelado em Ciência da Computação pela Universidade do Vale do
Itajaí (2007) e Especialização em Engenharia de Prevenção de Incêndio pela Fundação Fritz
Muller(2011). Atualmente está trabalhando como professor titular da Universidade do Vale do
Itajaí - UNIVALI, nas disciplinas de Instalações Prediais do 6º semestre e Desenho Técnico do 2º
semestre do Curso de Engenharia Civil. É responsável pelos Projetos e execução de obras civis,
desenvolvimento de softwares para engenharia, suporte e treinamento pela empresa VIPTEC
Engenharia e Informática LTDA.”

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Primeiramente agradeço a Deus,
A minha família: Anna e Maria Clara,
Aos meus pais, irmãos, parentes, amigos e a todas as pessoas que direta ou indiretamente
fazem parte de minha história.

M.O.J.

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Escolhe um trabalho de que gostes,
e não terás que trabalhar nem um dia na tua vida.

Confúcio.

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Prefácio
A qualidade de projetos é um dos desafios para os projetistas de instalações
hidrossanitárias. As empresas do setor estão buscando implantar ou aprimorar seus modelos
de gestão, entre eles o PBQP-H e/ou ISO. Esses modelos às obrigam a garantir uma melhoria
continua nos processos de desenvolvimento de projetos e principalmente no desenvolvimento
de projetos enxutos, compatibilizados e exequíveis.

No mercado existem alguns aplicativos que nos permitem dimensionamentos e


detalhamentos precisos. O CAD/Hidro®, por exemplo, é um aplicativo CAD 1/CAE 2 que funciona
sobre a plataforma AutoCAD 3, até o momento mantido e comercializado pela empresa VIPTE
Engenharia e Informática LTDA, que permite detalhar e dimensionar projetos hidrossanitários
e de prevenção e combate a incêndios com qualidade, agilidade e economia.

1
CAD: Computer Aided Design: Desenho assistido por computador
2
CAE: Computer Aided Engineering: Engenharia assistida por computador
3
AutoCAD: Sistema CAD/CAE, marca registrada pela empresa multinacional Autodesk
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Sumário

LISTA DE TABELAS ............................................................................................................................ 6


LISTA DE SIGLAS, SÍMBOLOS E ABREVIATURAS ................................................................................... 8
APRESENTAÇÃO E OBJETIVOS ............................................................................................................ 9
1. PROJETO HIDROSSANITÁRIO ................................................................................................... 10
1.1. DEFINIÇÃO ......................................................................................................................... 10
1.2. REQUISITOS ....................................................................................................................... 10
1.3. NORMAS TÉCNICAS ............................................................................................................ 10
1.4. PLANTAS DE UM PROJETO HIDROSSANITÁRIO ...................................................................... 11
1.5. PRINCIPAIS TERMINOLOGIAS DE UM PROJETO HIDROSSANITÁRIO .......................................... 13
2. DIMENSIONAMENTO DO PROJETO HIDROSSANITÁRIO ............................................................... 18
2.1. CONSUMO DIÁRIO E RESERVATÓRIOS .................................................................................. 18
2.2. ALIMENTADOR PREDIAL E MEDIÇÃO .................................................................................... 21
2.3. REDE DE DISTRIBUIÇÃO DE Á GUA FRIA E QUENTE................................................................. 22
2.3.1. CÁLCULO DA COLUNA DE DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA (PRUMADA) .......................................... 29
2.4. REDE DE ESGOTO SANITÁRIO .............................................................................................. 34
2.5. REDE DE ÁGUAS PLUVIAIS PREDIAIS .................................................................................... 40
3. DETALHAMENTO DO PROJETO HIDROSSANITÁRIO .................................................................... 53
3.1. DETALHAMENTO DE ÁGUA F RIA E ÁGUA QUENTE ................................................................ 54
3.1.1. Converter a planta baixa em isométrico ................................................................ 54
3.1.2. Marcar os pontos de consumo no isométrico ....................................................... 55
3.1.3. Traçar tubulações em isométrico ............................................................................ 58
4. PROJETO DE ESGOTO SANITÁRIO ............................................................................................. 74
4.1. DETALHAMENTO DE ESGOTO SANITÁRIO.............................................................................. 74
4.1.1. DETERMINAÇÃO DOS PONTOS AUXILIARES....................................................................... 74
4.1.2. DETERMINAR O TRAÇADO DA LINHA DE SIMETRIA ............................................................. 75
4.1.3. Inserção das Conexões ............................................................................................. 77
4.1.4. INSERÇÃO DE TUBULAÇÃO .............................................................................................. 83
4.1.7. RELAÇÃO DE MATERIAIS ................................................................................................. 87
5. REFERÊNCIAS ......................................................................................................................... 89

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LISTA DE TABELAS

Tabela 1 – Estimativa de população............................................................................................ 18


Tabela 2 – Consumo percapta ..................................................................................................... 19
Tabela 3 – Consumo Diário x Diâmetro Nominal ........................................................................ 21
Tabela 4 – Vazão dos pontos de consumo .................................................................................. 22
Tabela 5 – Comprimento equivalente para tubos rugosos ......................................................... 25
Tabela 6 – Comprimento equivalente para tubos lisos .............................................................. 25
Tabela 7 – Qmax para hidrômetros ............................................................................................ 26
Tabela 8 – Diâmetro para tubos .................................................................................................. 26
Tabela 9 – Dimensionamento AF do exemplo didático .............................................................. 27
Tabela 10 – Pesos do exemplo didático ...................................................................................... 27
Tabela 11 – Vazão dos pontos de consumo do exemplo ............................................................ 29
Tabela 12 – Consumo do apartamento tipo ............................................................................... 30
Tabela 13 – Consumo da Área Comum ....................................................................................... 31
Tabela 14 – Dimensionamento Prumada até ERP....................................................................... 32
Tabela 15 – Dimensionamento Prumada após a ERP ................................................................. 32
Tabela 16 – Unidades de Hunter de contribuição dos aparelhos sanitários - NBR 8160/1999 .. 35
Tabela 17 – Dimensionamento de ramais de esgoto .................................................................. 35
Tabela 18 – Dimensionamento de tubos de queda .................................................................... 36
Tabela 19 – Dimensionamento de ramais de ventilação - NBR 8160/1999 ............................... 37
Tabela 20 – Dimensionamento de colunas e barriletes de ventilação - NBR 8160/1999 ........... 37
Tabela 21 – Dimensionamento de subcoletores e coletor predial - NBR 8160/1999................. 38
Tabela 22 – Dimensionamento de esgoto do exemplo proposto ............................................... 39
Tabela 23 – Índices Pluviométricos NBR 10844 .......................................................................... 42
Tabela 24 – Multiplicador da vazão de projeto pluvial ............................................................... 43
Tabela 25 – Coeficientes de rugosidade ..................................................................................... 43
Tabela 26 – Vazão Suporte (l/min) – Calha semicircular p/ beiral – PVC - MERCADO................ 43
Tabela 27 – Vazão Suporte (l/min) – Calha retangular p/ beiral – PVC - MERCADO .................. 43
Tabela 28 – Vazão Suporte (l/min) – Calha semicircular – PVC/METÁLICA ................................ 44
Tabela 29 – Vazão Suporte (l/min) – Calha retangular - METÁLICA ........................................... 44
Tabela 30 – Vazão Suporte (l/min) – Calha retangular p/ piso – PVC – MERCADO (2/3H)......... 44
Tabela 31 – Vazão Suporte (l/min) – Tubo PVC parcialmente cheio (2/3D) ............................... 45
Tabela 32 – Vazão Suporte (l/min) – Tubo concreto não alisado parcialmente cheio (2/3D) .... 45

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Tabela 33 – Dimensionamento de Águas Pluviais do exemplo proposto ................................... 50
Tabela 34 – Relação de Materiais HTML ..................................................................................... 88

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LISTA DE SIGLAS, SÍMBOLOS E ABREVIATURAS

↖ Símbolo de continuidade da linha de comando.

Aliases Conjunto de caracteres capazes de acionar comandos no AutoCAD.

AutoCAD Sistema CAD/CAE, marca registrada pela empresa multinacional


Autodesk.

CAD Computer Aided Design: Desenho assistido por computador.

CAE Computer Aided Engineering: Engenharia assistida por computador.

UHC Unidade Hunter de Contribuição.

RTI Reserva Técnica Incêndio

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APRESENTAÇÃO E OBJETIVOS
Este trabalho foi desenvolvido para o ensino da disciplina de instalações hidrossanitárias.

Tem como objetivo geral fornecer, de forma sintética, as informações básicas necessárias
para o desenvolvimento de um projeto hidrossanitário, utilizando-se da ferramenta
CAD/Hidro® 9.13.

Como pré-requisito será exigido do leitor, noções básicas de desenho em AutoCAD. Todas
as imagens apresentadas foram tiradas a partir do AutoCAD 2015 devidamente licenciado à
empresa VIPTEC Engenharia e Informática LTDA.

Ao longo do texto será possível verificar as correlações entre a teoria e a prática.

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1. PROJETO HIDROSSANITÁRIO

1.1. DEFINIÇÃO
Conjunto de diagramas e detalhes técnicos, capazes de fornecer informações precisas para
execução de sistemas de condução de fluidos, principalmente água potável, águas pluviais e
efluentes.

1.2. REQUISITOS
Um projeto hidrossanitário deverá obedecer rigorosamente as normas técnicas vigentes e
ser concebido com as premissas de qualidade, adequabilidade ao uso, disponibilidade,
economia, desempenho e proteção ao meio ambiente.

1.3. NORMAS TÉCNICAS


As principais normas técnicas envolvidas na disciplina de projetos hidrossanitários estão
apresentadas abaixo:

a) Água Fria e Água Quente:

- NBR 05626 - 1998 - Instalação predial de Água fria;

- NBR 07198 - 1993 - Projeto e execução de instalações prediais de água quente;

- NBR 09256 - 1986 - Montagem de Tubos e Conexões para Instalações Prediais de


Água Fria.

c) Esgoto:

- NBR 08160 - 1999 - Sistemas prediais de esgoto sanitário - Projeto e execução.

c) Águas Pluviais:

- NBR 10844 - 1989 - Instalações prediais de Águas pluviais;

- NBR 15527 – 2007 - Água de chuva - Aproveitamento de coberturas em áreas urbanas


para fins não potáveis - Requisitos

d) Tratamento de Efluentes:

- NBR 7229 - 1993 - Projeto, construção e operação de sistemas de tanques sépticos;

- NBR 13969 - 1997 - Tanques sépticos - Unidades de tratamento complementar e


disposição final dos efluentes líquidos - Projeto, construção e operação.

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1.4. PLANTAS DE UM PROJETO HIDROSSANITÁRIO
Um dos desafios do projeto hidrossanitário é como organizar e diagramar as informações
de maneira que as pranchas do projeto possuam uma fácil leitura e estejam ordenadas
conforme cronograma de execução dos serviços.

Quanto à facilidade de leitura o primeiro passo é fornecer destaque especial ao conjunto


de símbolos do tipo tubos, conexões, peças, acessórios, textos e cotas que compõe o projeto
hidrossanitário.

Normalmente se desenvolve todos os projetos complementares sobre o Projeto


Arquitetônico da edificação, que por sua vez, possui uma diagramação que destaca a
edificação.

Neste sentido, será necessário a preparação das plantas do projeto arquitetônico para
receber o projeto hidrossanitário, que consiste em:

 Apagar todas as cotas;


 Apagar todos os textos irrelevantes ao projeto hidrossanitário como indicação de
piso, área de ambientes, indicação de esquadria, indicação de cortes e elevações e
etc;
 Apagar todas as hachuras;
 Apagar todas as humanizações e mobílias não hidráulicas;
 Apagar todas as vegetações;
 Uniformizar todos os layers, e para tal, recomenda-se a utilização de uma pena
para impressão e plotagem extremamente fina, do tipo 0.10 ou inferior, e a
criação de um layer específico.

Command: _LAYER digite _layer <Enter>

O nome “Fantasma” se deve simplesmente a uma tradução fidedigna da palavra Ghost,


porém poderia ser “Planta Baixa”, “Fundo”, “Base” e etc.. É possível notar também que se
escolheu a cor 252, um tom de cinza, cujo objetivo é enfraquecer ainda mais as
representações arquitetônicas.

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Para apagar os objetos do projeto arquitetônico,
recomenda-se a utilização do comando do AutoCAD
Quick Select que permite selecionar objetos a partir de
um filtro de critérios.

Command: _QSELECT digite _qselect <Enter>

Quanto à ordem, deve-se obedecer aos mesmos critérios dos demais projetos de
engenharia, ou seja, inicia-se a representação pelos pavimentos inferiores. Abaixo se elencou
uma possível sequência para organização de projetos:

a) Prancha de Locação e Situação: As plantas de locação normalmente são apresentadas


nas escalas 1:100; 1:200; 1:250 ou 1:500, nela deve-se indicar o ramal predial e o
alimentador predial, bem como as ligações de na rede pública de águas pluviais e/ou
esgoto, bem como, se for o caso, locar o sistema de tratamento de efluentes. A planta
de situação em um projeto hidrossanitário possui o mesmo objetivo que a do projeto
arquitetônico, que é a localização do terreno em relação a seu entorno e a região onde
se localiza;
b) Prancha(s) das Plantas Baixas dos pavimentos: As plantas baixas normalmente são
apresentadas nas escalas: 1:50; 1:75 ou 1:100, nelas devem-se indicar todo o conjunto
de símbolos que representem o projeto hidrossanitário. A representação segue a
ordem dos pavimentos inferiores aos superiores. Para evitar redundâncias e para
viabilizar a representação gráfica, algumas informações do projeto hidrossanitário
poderão ser suprimidas das plantas baixas, desde que estejam indicadas nas
respectivas pranchas de detalhes técnicos, como por exemplo, as ligações de água fria
e água quente dos ambientes que são praticamente inviáveis de se representar em
planta. Neste caso, apenas indicam-se as prumadas, alguns desvios horizontais e as
respectivas referências a Isométricos e/ou Vistas que estarão representadas em
pranchas específicas;
c) Prancha(s) dos Esquemas Verticais: Também conhecidos como Prumadas,
normalmente apresentados nas escalas 1:50, 1:75 ou 1:100, os esquemas verticais
destinam-se a representação esquemática vertical das tubulações com seus

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respectivos diâmetros, ligações e desvios para os sistemas de Água Fria e Quente,
Esgoto e Águas Pluviais;
d) Prancha(s) de Detalhes Gerais: Esta Prancha apresenta os detalhes gerais do projeto
hidrossanitário, cada detalhe possui uma escala particular que normalmente fica entre
1:10, 1:20 e 1:25. Entre os detalhes podemos citar: detalhes de ligações do
reservatório(s) inferior(es) e/ou superior(es), detalhes do sistema elevatório e bombas,
detalhes executivos para instalação de calhas, detalhes dos desvios e ligações das
tubulações, detalhes das caixas de inspeção, passagem, gordura e areia, e se for o
caso, detalhes do sistema de tratamento de efluentes que podem ser representados
em uma prancha específica;
e) Prancha(s) de Detalhes dos Ambientes: Esta(s) prancha(s) detalha(m) todos os
ambientes hidráulicos da edificação. Apresentam-se os detalhes de esgoto, em planta,
na escala 1:20 e os detalhes de água fria e quente em isométrico na escala 1:25,
poderão ser representadas também os detalhes em vista das paredes com a locação
dos pontos de consumo de água fria e quente e dos pontos de contribuição de esgoto,
bem como a distribuição das tubulações nas paredes na escala 1:20 ou 1:25.

“Para aperfeiçoar os processos tanto na execução quanto na

 fiscalização, recomenda-se que as pranchas de detalhes dos


ambientes sejam substituídas por um caderno de detalhes
técnicos”.

1.5. PRINCIPAIS TERMINOLOGIAS DE UM PROJETO HIDROSSANITÁRIO

Segundo as Normas ABNT e bibliografia, na sequência apresentamos algumas


terminologias normalmente encontradas em projetos hidrossanitários:

Água fria: Água à temperatura dada pelas condições do ambiente;

Água quente: Água aquecida para conforto na utilização e controle nos metais sanitários;

Alimentador predial: Tubulação que liga a fonte de abastecimento a um reservatório de


água de uso doméstico;

Aparelho sanitário: Componente destinado ao uso da água ou ao recebimento de dejetos


líquidos e sólidos;

Área de contribuição: Soma das áreas das superfícies que, interceptando chuva,
conduzem as águas para determinado ponto da instalação;

Área molhada: Área perpendicular à secção transversal de dutos abaixo do nível ocupado
pelo fluido;

Barrilete de água fria e/ou quente: Distribuição horizontal normalmente encontrada na


cobertura, da qual derivam as colunas de distribuição;

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Barrilete de ventilação de esgoto: Tubulação horizontal com saída para a atmosfera em
um ponto, destinada a receber dois ou mais tubos ventiladores de esgoto;

Caixa coletora de esgoto: Caixa onde se reúnem os efluentes líquidos, cuja disposição exija
elevação mecânica;

Caixa de areia: Caixa utilizada nos condutores horizontais de águas pluviais destinados a
recolher detritos por deposição;

Caixa de captação de águas pluviais: Caixa de inspeção cuja tampa é dotada grelha, para
coleta das águas precipitadas no terreno;

Caixa de gordura: Caixa destinada a reter, na sua parte superior, as gorduras, graxas e
óleos contidos no esgoto, formando camadas que devem ser removidas periodicamente,
evitando que estes componentes escoem livremente pela rede, obstruindo a mesma;

Caixa de inspeção de esgoto: Caixa destinada a permitir a inspeção, limpeza,


desobstrução, junção, mudanças de declividade e/ou direção das tubulações;

Caixa de passagem: Caixa destinada a permitir a junção de tubulações;

Caixa sifonada: Caixa provida de desconector, destinada a receber efluentes da instalação


secundária de esgoto;

Calha: Canal que recolhe a água de coberturas, terraços e similares e a conduz a um ponto
de destino;

Cavalete: Dispositivo reforçado dotado de hidrômetro e registro de gaveta tipo esfera,


normalmente localizado próximo ao passeio público, entre o ramal predial e o alimentador
predial, com o objetivo de tornar visível o trecho enterrado da tubulação para medições;

Coletor predial: Trecho de tubulação compreendido entre a última inserção de subcoletor,


ramal de esgoto ou de descarga, ou caixa de inspeção geral e o coletor público ou sistema
particular para tratamento de efluentes;

Coletor público: Tubulação da rede coletora que recebe contribuição de esgoto dos
coletores prediais em qualquer ponto ao longo do seu comprimento.

Coluna de distribuição de água: Tubulação vertical derivada do barrilete e destinada a


alimentar os ramais;

Coluna de ventilação de esgoto: Tubo ventilador vertical que se prolonga através de um


ou mais andares e cuja extremidade superior é aberta à atmosfera, ou ligada a tubo ventilador
primário ou a barrilete de ventilação;

Condutor horizontal de águas pluviais: Canal ou tubulação horizontal destinado a recolher


e conduzir águas pluviais até locais permitidos pelos dispositivos legais;

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Condutor vertical de águas pluviais: Tubulação vertical destinada a recolher águas de
calhas, coberturas, terraços e similares e conduzi-las até a parte inferior do edifício;

Desconector: Dispositivo provido de fecho hídrico (sifão), destinado a vedar a passagem de


gases no sentido oposto ao deslocamento do esgoto;

Diâmetro nominal (DN): Número padrão que serve para designar o diâmetro de uma
tubulação e que corresponde aos diâmetros definidos nas normas específicas de cada produto;

Fecho hídrico: Camada líquida, de nível constante, que em um desconector veda a


passagem dos gases;

Funil de Saída: Orifício na calha de cobertura, terraço e similares, em forma de tronco de


cone, para onde as águas pluviais convergem;

Hidrômetro: Dispositivo responsável por medir a quantidade de água consumida;

Instalação elevatória: Sistema destinado a elevar a pressão da água em uma instalação


predial de água fria, quando a pressão disponível na fonte de abastecimento for insuficiente,
para abastecimento do reservatório superior;

Metal sanitário: Expressão usualmente empregada para designar peças de utilização e


outros componentes. Exemplos: torneiras, registros de pressão e gaveta, misturadores,
válvulas de descarga, chuveiros e duchas, bicas de banheira;

Misturador: Dispositivo que mistura água quente e fria;

Perímetro molhado: Linha que limita a seção molhada junto às paredes e ao fundo do
condutor ou calha;

Período de retorno ou Período de recorrência: Número médio de anos em que, para a


mesma Duração de precipitação, uma determinada intensidade pluviométrica é igualada ou
ultrapassada apenas uma vez;

Ponto de utilização: Extremidade a jusante do sub-ramal;

Ralo seco: Recipiente sem proteção hídrica, dotado de grelha na parte superior, destinado
a receber águas pluviais, de lavagem de piso ou de chuveiro;

Ralo sifonado: Recipiente dotado de desconector, com grelha na parte superior, destinado
a receber águas de lavagem de pisos ou de chuveiro;

Ramal de água fria e quente: Tubulação derivada da coluna de distribuição, destinada a


alimentar aparelhos e/ou sub-ramais;

Ramal de descarga: Tubulação que recebe diretamente os efluentes de aparelhos


sanitários;

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Ramal de esgoto: Tubulação primária que recebe os efluentes dos ramais de descarga
diretamente ou a partir de um desconector;

Ramal de ventilação: Tubo ventilador que interliga o desconector, ou ramal de descarga,


ou ramal de esgoto de um ou mais aparelhos sanitários a uma coluna de ventilação ou a um
tubo ventilador primário;

Ramal predial: Tubulação compreendida entre a rede pública de abastecimento de água e


a extremidade a montante do alimentador predial ou de rede predial de distribuição (de
responsabilidade das concessionárias públicas fornecedoras de água potável);

Rede predial de distribuição: Conjunto de tubulações constituído de barriletes, colunas de


distribuição, ramais e sub-ramais, ou de alguns destes elementos, destinado a levar água aos
pontos de utilização;

Rede primária de esgoto: Conjunto de tubulações e dispositivos onde têm acesso gases
provenientes do coletor público ou dos dispositivos de tratamento;

Rede secundária de esgoto: Conjunto de tubulações e dispositivos onde não têm acesso os
gases provenientes do coletor público ou dos dispositivos de tratamento;

Registro de gaveta: Dispositivo de fechamento, instalado em uma tubulação para


interromper a passagem de água, que pode ser do tipo esfera e tipo globo;

Registro de gaveta c/ canopla: Dispositivo de gaveta do tipo globo, instalado em uma


tubulação para interromper a passagem de água com acabamento estético para ambientes;

Registro esfera: Registro de gaveta capaz de interromper a passagem de água em


tubulações com apenas ¼ de volta do dispositivo de fechamento;

Registro de pressão: Dispositivo para controle de vazão, instalado em uma tubulação para
regular e/ou interromper a passagem de água (ver NBR 10071);

Registro globo: Registro de gaveta capaz de interromper a passagem de água em


tubulações com vários giros de seu dispositivo de fechamento;

Seção molhada: Área útil de escoamento em uma seção transversal de um condutor ou


calha;

Sifão: Desconector destinado a receber efluentes do sistema predial de esgoto sanitário;

Subcoletor: Tubulação que recebe efluentes de um ou mais tubos de queda ou ramais de


esgoto;

Sub-ramal de água fria e quente: Tubulação que liga o ramal ao ponto de utilização;

Tubo de queda: Tubulação vertical que recebe efluentes de subcoletores, ramais de


esgoto e ramais de descarga;

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Tubo ventilador: Tubo destinado a possibilitar o escoamento de ar da atmosfera para o
sistema de esgoto e vice-versa ou a circulação de ar no interior do mesmo, com a finalidade de
proteger o fecho hídrico dos desconectores e encaminhar os gases para atmosfera;

Tubulação de extravasão: Tubulação destinada a escoar o eventual excesso de água de


reservatórios onde foi superado o nível de transbordamento;

Tubulação de limpeza: Tubulação destinada ao esvaziamento do reservatório, para


permitir sua limpeza e manutenção;

Tubulação de ventilação primária: Prolongamento do tubo de queda acima do ramal mais


alto a ele ligado e com extremidade superior aberta à atmosfera situada acima da cobertura
do prédio;

Tubulação de ventilação secundária: Conjunto de tubos e conexões com a finalidade de


promover a ventilação secundária do sistema predial de esgoto sanitário;

Unidade de Hunter de contribuição (UHC): Fator numérico que representa a contribuição


considerada em função da utilização habitual de cada tipo de aparelho sanitário;

Válvula Bóia: Dispositivo mecânico ou elétrico responsável pela abertura de registro e/ou
controle de nível nos reservatórios;

Vazão de projeto: Vazão de referência para o dimensionamento de condutores e calhas;

Ventilação primária: Ventilação proporcionada pelo ar que escoa pelo núcleo do tubo de
queda, o qual é prolongado até a atmosfera, constituindo a tubulação de ventilação primária;

Ventilação secundária: Ventilação proporcionada pelo ar que escoa pelo interior de


colunas, ramais ou barriletes de ventilação, constituindo a tubulação de ventilação secundária;

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2. DIMENSIONAMENTO DO PROJETO HIDROSSANITÁRIO

Na sequência apresentamos um referencial teórico compacto sobre dimensionamento de


projetos hidrossanitários.

Como exemplo, utilizaremos como base um edifício residencial multifamiliar de 15


pavimentos tipo com 2 apartamentos por pavimento e cada apartamento possuindo 2 Suítes,
Dormitório, BWC Social, Cozinha, Área de Serviço, Sacada com Churrasqueira e Sala de
Estar/TV.

2.1. CONSUMO DIÁRIO E RESERVATÓRIOS

O consumo diário representa a estimativa do volume total diário de água a ser consumida
em uma determinada edificação com uma determinada ocupação, cujo valor pode ser obtido
através da seguinte expressão:

𝐶𝐷 = 𝐶 × 𝑃

Onde:

CD = Consumo diário em l/dia;

C = Consumo diário “per capta” em l/pessoa.dia;

P = Número de pessoas;

O consumo “per capta” apresentado refere-se a pessoas, mas podem ser consideradas
refeições no caso de restaurantes, assentos no caso de teatros, automóveis no caso garagens e
etc.

Para estimativa da população do edifício recomenda-se a utilização das informações


apresentadas na tabela abaixo:

Ambiente Número de pessoas


Dormitório 2 pessoas
Dormitório de empregado (a) 1 pessoa
Escritórios 1 pessoa / 9 m²
Lojas 1 pessoa / 3 m²
Hotéis 1 pessoa / 15 m²
Hospitais 1 pessoa / 15 m²
Tabela 1 – Estimativa de população

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Para a seleção do consumo “per capta” recomenda-se a utilização das informações
apresentadas na tabela abaixo:

Ocupação Consumo médio (litros/dia)


Alojamentos provisórios 80 por pessoa
Casas populares ou rurais 120 por pessoa
Residências 150 por pessoa
Apartamentos 200 por pessoa
Hotéis (s/cozinha e s/ lavanderia) 120 por hóspede
Escolas – internatos 150 por pessoa
Escolas - semi internatos 100 por pessoa
Escolas – externatos 50 por pessoa
Quartéis 150 por pessoa
Edifícios públicos ou comerciais 50 por pessoa
Escritórios 50 por pessoa
Cinemas e teatros 2 por lugar
Templos 2 por lugar
Restaurantes e similares 25 por refeição
Garagens 50 por automóvel
Lavanderias 30 por kg de roupa seca
Mercados 5 por m² de área
Matadouros - animais de grande porte 300 por cabeça abatida
Matadouros - animais de pequeno porte 150 por cabeça abatida
Postos de serviço p/ automóveis 150 por veículo
Cavalariças 100 por cavalo
Jardins 1,5 por m²
Orfanato, asilo, berçário 150 por pessoa
Ambulatório 25 por pessoa
Creche 50 por pessoa
Oficina de costura 50 por pessoa
Tabela 2 – Consumo percapta

Quanto à reserva de água, de acordo com a NBR 5626, deve-se adotar no mínimo o
Consumo Diário como o volume de água a Reservar.

CD ≤ Volume do(s) Reservatório(s)

Para a distribuição do volume do reservatório em sistemas indiretos entre superior e


inferior, recomenda-se:

Reservatório inferior = 3/5 CD (60%);

Reservatório superior = 2/5 CD (40%);

“Entretanto, tendo em vista a intermitência do abastecimento da

 rede pública é de interessante prever uma reserva adicional


conforme a característica do abastecimento público local”.

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Para o edifício exemplo apresenta-se o dimensionamento abaixo:

População [P] = 15 pavimentos x 2 apartamentos por pavimento x 3 dormitórios por


apartamento x 2 pessoas por dormitório.

População [P] = 15 x 2 x 3 x 2 = 180 pessoas;

Consumo “Per Capta” [C] = 200 l/pessoa.dia;

CD= C x P = 200 x 180 = 36.000 l/dia = 36m³/dia = 1,5 m³/h = 0,0004166 m³/s

Considerando a reserva total da edificação equivalente a um dia e meio de consumo o


volume do reservatório será:

V = 1,5 x CD = 36.000 x 1,5 = 54.000 l

Reservatório superior = 0,40 x 36.000 = 14.400 l (Adicionar RTI)

Reservatório inferior = 54.000 – 14.400 = 39.600 l

“A distribuição dos volumes nos reservatórios superior/inferior

 fica a cargo de cada profissional, porém nesse caso, por questão


de economia, adotou-se que o excedente ao Consumo Diário seja
acondicionado no reservatório inferior”.


“Para facilitar a manutenção, recomenda-se que tanto o
reservatório superior quanto o inferior, possuam no mínimo duas
células cada”.

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AF - Tubulação de Água Fria;

AL - Sistema de alimentação dos reservatórios por bombas;

AV - Dispositivo Anti-Vórtice;

EXT - Extravasor Ø 110mm com tela anti-inseto;

LI - Tubulação de Limpeza, metálica até o registro de gaveta;

RG - Registro de Gaveta;

RR - Respiro do reservatório com tela anti-inseto;

SH - Saída para Hidrantes e Mangotinho em Cobre Ø2.1/2";

2.2. ALIMENTADOR PREDIAL E MEDIÇÃO

O Alimentador Predial deverá possuir um diâmetro capaz de conduzir a vazão do Consumo


Diário com uma velocidade entre 0,6m/s e 1,0m/s, logo:

QAP  m³/s
𝐶𝐷 4 × 𝑄𝐴𝑃 CD  l/dia
𝑄𝐴𝑃 = 𝐷𝐴𝑃 ≥ � DAP m
86.400 × 1.000 𝜋 × 𝑉𝐴𝑃
VAP  m/s ( 0,6 m/s ≥ VAP ≥ 1 m/s )

A tabela a seguir apresenta o Consumo Diário para os respectivos diâmetros nominais dos
tubos nos limites de velocidade estabelecidos:

Diâmetro Nominal (mm)


V 20 25 32 40 50 60 75 100 125 150
m/s 3/4" 1" 1.1/4" 1.1/2" 2” 2.1/2" 3" 4” 5” 6”
Consumo Diário (m³/dia)
0,6 16,3 25,4 41,7 65,1 101,8 146,6 229 407,2 636,2 916,1
1,0 27,1 42,4 69,5 108,6 169,6 244,3 381,7 678,6 1060,3 1526,8
Tabela 3 – Consumo Diário x Diâmetro Nominal

Logo para nosso exemplo, considerando uma CD de 36,0m³/dia, deve-se adotar um


alimentador predial no projeto com diâmetro de 1”, DN 25 e diâmetro comercial de 32mm em
PVC soldável marrom.


“No entanto para adoção do diâmetro do Alimentador Predial
ressalta-se a necessidade de consulta a concessionária pública
fornecedora de água potável local”.

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2.3. REDE DE DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA FRIA E QUENTE

O primeiro passo para o dimensionamento do sistema de Água Fria e Quente é o


levantamento dos pontos de consumo e para isso deve-se utilizar como referência:

Água Fria (AF) Água Quente (AQ)


Aparelho sanitário Peça de utilização
Vazão Peso Vazão Peso
l/s relativo l/s relativo
Bacia sanitária Caixa de descarga 0,15 0,3 - -
Válvula de descarga 1,70 32,0 - -
Banheira Misturador (água fria) 0,30 1,0 0,30 1,0
Bebedouro Registro de pressão 0,10 0,1 - -
Bidê Misturador (água fria) 0,10 0,1 0,06 0,1
Chuveiro ou ducha Misturador (água fria) 0,20 0,4 0,12 0,5
Chuveiro elétrico Registro de pressão 0,10 0,1 - -
Lavadora de pratos / roupas Registro de pressão 0,30 1,0 0,30 1,0
Lavatório Torneira ou misturador 0,15 0,3 0,12 0,5
Mictório cerâmico Com sifão Válvula de descarga 0,50 2,8 - -
Sem sifão Caixa, registro ou válvula 0,15 0,3 - -
Mictório tipo calha Por metro de calha 0,15 0,3 - -
Pia Misturador (água fria) 0,25 0,7 0,25 0,7
Torneira elétrica 0,10 0,1 - -
Tanque Torneira 0,25 0,7 - -
Torneira de uso geral Torneira 0,20 0,4 - -
Tabela 4 – Vazão dos pontos de consumo

Outro conceito que deve ser fixado é o de consumo:

Consumo máximo possível: Conhecido também por somatório de vazões, leva em


consideração que todos os aparelhos de consumo estejam funcionamento simultaneamente.

Consumo máximo provável: Conhecido também por somatório de pesos, leva em


consideração a probabilidade de nem todos os aparelhos estejam em funcionamento
simultâneo, cuja vazão é estimada segundo a expressão a seguir:

Q  l/s
𝑄 = 0,3�� 𝑃
P  adimensional


“A NBR 5626 sugere o dimensionamento pelo consumo máximo
provável, ou seja, estima-se a vazão em função dos pesos
relativos nos pontos de consumo”.

A NBR 5626 sugere que os diâmetros dos tubos sejam dimensionados com base na
velocidade máxima de escoamento, na pressão dinâmica mínima e na pressão estática máxima
estabelecida.

Para o pré-dimensionamento, a bibliografia clássica sugere a utilização da régua:

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“Adota-se o respectivo Diâmetro Nominal com base no
somatório de pesos relativos (lado direito da régua) ou pela
vazão provável (lado esquerdo da régua)”.


“Se a régua for utilizada para o pré-dimensionamento dos tubos,
dificilmente a velocidade máxima de escoamento será superada,
que conforme a NBR 5626 deve ser inferior a 3m/s”.

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Ainda segundo NBR 5626 recomenda-se a utilização das expressões de Fair-Whipple-Hsiao,
para a determinação das perdas de carga unitária:

Água Fria - Tubos Rugosos (aço galvanizado) – NBR 5626

𝐽𝑢 = 20,20 × 106 × 𝑄1,88 × 𝑑−4,88

Água Fria -Tubos Lisos (cobre e PVC) – NBR 5626

𝐽𝑢 = 8,69 × 106 × 𝑄1,75 × 𝑑−4,75

Água Quente -Tubos Lisos (cobre e PVC) – Bibliografia

𝐽𝑢 = 7,00 × 106 × 𝑄1,75 × 𝑑−4,75

A Perda de Carga Total é obtida pelas seguintes expressões:

𝐽 = 𝐶𝑡 × 𝐽𝑢

𝐶𝑡 = 𝐶𝑟𝑒𝑎𝑙 + 𝐶𝑒𝑞

As Pressões Residuais são obtidas pela expressão:

𝑃𝑟𝑒𝑠 = 𝑃𝑖𝑛𝑖 ± ∆𝐻 − 𝐽

Ju  Perda de Carga Unitária  kPa/m


Q  Vazão provável  l/s
d  Diâmetro Interno do Tubo  mm
J  Perda de carga total  kPa
Ct  Comprimento total m
Creal  Comprimento real da tubulação m
Ceq  Comprimento equivalente das conexões m
Pres  Pressão residual (jusante)  kPa
Pini  Pressão inicial (montante)  kPa
ΔH  Desnível (altura estática)  kPa

ΔH positivo (trecho descendente) / ΔH negativo (trecho ascendente)

“Em qualquer Ponto da Tubulação a pressão residual não poderá

 ser inferior a 5kPa (0,5 mca) e a pressão estática máxima não


poderá exceder 400kPa (40mca)”.

“Em qualquer ponto de consumo a Pressão Residual não poderá


ser inferior a 10kPa (1,0 mca), exceto para a Bacia Sanitária que

 se for de caixa acoplada a pressão mínima será de 5kPa (0,5mca)


e se for de Válvula de Descarga a pressão mínima será de 15kPa
(1,5mca) na válvula”.

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Para determinação dos comprimentos equivalentes, segundo a NBR 5626, deve-se fazer
uso dos valores contidos nas tabelas apresentadas abaixo:

Para tubo rugoso (em aço galvanizado):

Diâmetro Conexão
Nominal Cotovelo Cotovelo Curva Curva Tê Tê
(DN) 90° 45° 90° 45° Passagem Passagem
Direta Lateral
15 (1/2”) 0,5 0,2 0,3 0,2 0,1 0,7
20 (3/4”) 0,7 0,3 0,5 0,3 0,1 1,0
25 (1”) 0,9 0,4 0,7 0,4 0,2 1,4
32 (1.1/4”) 1,2 0,5 0,8 0,5 0,2 1,7
40 (1.1/2”) 1,4 0,6 1,0 0,6 0,2 2,1
50 (2”) 1,9 0,9 1,4 0,8 0,3 2,7
65 (2.1/2”) 2,4 1,1 1,7 1,0 0,4 3,4
80 (3”) 2,8 1,3 2,0 1,2 0,5 4,1
100 (4”) 3,8 1,7 2,7 - 0,7 5,5
125 (5”) 4,7 2,2 - - 0,8 6,9
150 (6”) 5,6 2,6 4,0 - 1,0 8,2
Tabela 5 – Comprimento equivalente para tubos rugosos

Para tubo liso (em PVC ou Cobre):

Diâmetro Conexão
Nominal Cotovelo Cotovelo Curva Curva Tê Tê
(DN) 90° 45° 90° 45° Passagem Passagem
Direta Lateral
15 (1/2”) 1,1 0,4 0,4 0,2 0,7 2,3
20 (3/4”) 1,2 0,5 0,5 0,3 0,8 2,4
25 (1”) 1,5 0,7 0,6 0,4 0,9 3,1
32 (1.1/4”) 2,0 1,0 0,7 0,5 1,5 4,6
40 (1.1/2”) 3,2 1,0 1,2 0,6 2,2 7,3
50 (2”) 3,4 1,3 1,3 0,7 2,3 7,6
65 (2.1/2”) 3,7 1,7 1,4 0,8 2,4 7,8
80 (3”) 3,9 1,8 1,5 0,9 2,5 8,0
100 (4”) 4,3 1,9 1,6 1,0 2,6 8,3
125 (5”) 4,9 2,4 1,9 1,1 3,3 10,0
150 (6”) 5,4 2,6 2,1 1,2 3,8 11,1
Tabela 6 – Comprimento equivalente para tubos lisos

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No caso de medição individualizada, para a perda de carga nos medidores, segundo a NBR
5626 deve-se utilizar a seguinte expressão:

(36 × 𝑄)2 Jmed Perda de carga no medidor kPa


𝐽𝑚𝑒𝑑 = 2 Q  Vazão de Projeto  l/s
𝑄𝑚á𝑥 Qmáx  Vazão Máxima no medidor m³/h

Qmáx (m³/h) Diâmetro nominal (DN)


1,5 15 e 20
3 15 e 20
5 20
7 25
10 25
20 40
30 50
Tabela 7 – Qmax para hidrômetros

A seleção do diâmetro interno pode ser realizada a partir das tabelas:

Tubos de PVC rígido Tubos de Cobre Tubos de Aço Carbono


linha soldável Classe E Classe Média
D REF DN DE Di e D REF DN DE Di e D REF DN DE Di e
(pol) (mm) (mm) (mm) (mm) (pol) (mm) (mm) (mm) (mm) (pol) (mm) (mm) (mm) (mm)
1/2" 15 20 17,0 1,5 1/2" 15 15 14,0 0,5 1/2" 15 21 15,7 2,65
3/4" 20 25 21,4 1,8 3/4" 22 22 20,8 0,6 3/4" 20 26,5 21,2 2,65
1" 25 32 27,8 2,1 1" 28 28 26,8 0,6 1" 25 33,3 26,6 3,35
1.1/4" 32 40 35,2 2,4 1.1/4" 35 35 33,6 0,7 1.1/4" 32 42,0 35,3 3,35
1.1/2" 40 50 44,0 3,0 1.1/2" 42 42 40,4 0,8 1.1/2" 40 47,9 41,2 3,35
2" 50 60 53,4 3,5 2" 54 54 52,2 0,9 2" 50 59,7 52,2 3,35
2.1/2" 60 75 66,6 4,2 2.1/2" 66 66,7 64,3 1,2 2.1/2" 65 75,3 67,8 3,35
3" 75 85 75,6 4,7 3" 79 79,4 77,0 1,2 3" 80 88,0 79,5 4,25
4" 85 110 97,8 6,1 4" 104 104,8 102,4 1,2 4" 90 113,1 104,1 4,5
5" 100 138,5 128,5 5,0
Tabela 8 – Diâmetro para tubos

Elucidando os conteúdos vistos até o momento, para fins didáticos, apresenta-se:

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Outro conceito que deve ser fixado é a organização do traçado de tubulação em trechos.
Basicamente deve-se separar sequencialmente a partir do reservatório, segmentos de
tubulações de vazão uniforme.


“Enumera-se o ponto inicial na caixa d’água, e também na
sequência enumera-se cada derivação (Tê) ou ponto de
consumo”.

Recomenda-se que o dimensionamento da rede de distribuição de água fria e quente seja


resolvido através de tabelas ou planilhas eletrônicas. Na sequência apresenta-se a planilha de
dimensionamento do exemplo proposto com tubo de PVC Soldável Marrom pelo Método do
Consumo Máximo Provavel:

VAZÃO DIÂMETRO PERDA DE DIFERENÇA PRESSÃO COMPRIMENTO PERDA PRESSÃO PRESSÃO


SOMA
INTERNO VELOCIDADE CARGA DE COTA INICIAL DE RESIDUAL REQUE-
DOS (Creal) (Ceq)
TRECHO PESOS UNITÁRIA CARGA RIDA
(Q) (d) (Ju) (ΔH) (Pini) (J) (Pres)
L/s mm pol m/s kPa/m m kPa M M kPa kPa kPa
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13
A-B 0,80 0,27 21,40 3/4" 0,75 0,416601 4,00 1,00 4,00 0,00 1,67 39,33 5,00
B-C 0,10 0,09 17,00 1/2" 0,42 0,201535 0,00 39,33 10,00 3,50 2,72 36,61 10,00
B-D 0,70 0,25 21,40 3/4" 0,70 0,370661 0,00 39,33 2,00 2,40 1,63 37,70 5,00
D-E 0,30 0,16 21,40 3/4" 0,46 0,176603 0,40 37,70 0,40 3,60 0,71 41,00 10,00
D-F 0,40 0,19 21,40 3/4" 0,53 0,227153 0,00 37,70 1,00 0,80 0,41 37,29 5,00
F-G 0,30 0,16 21,40 3/4" 0,46 0,176603 0,80 37,29 0,80 3,60 0,78 44,52 5,00
F-H 0,10 0,09 17,00 1/2" 0,42 0,201535 -1,20 37,29 2,20 3,00 1,05 24,25 10,00

Tabela 9 – Dimensionamento AF do exemplo didático

As células em destaque indicam a etapa inicial de preenchimento da planilha.

A coluna 1, é destinada a separação em trechos Montante-Jusante;

A coluna 2, representa o somatórios dos pesos dos pontos de consumo abastecidos pelos
respectivos trechos, no caso do trecho A-B são os pesos de todos os pontos de consumo:

Aparelho de consumo �𝑷
Bacia Sanitária c/ caixa de descarga 0,3
Lavatório 0,3
Chuveiro Elétrico 0,1
Pia de cozinha com torneira elétrica 0,1
TOTAL 0,8
Tabela 10 – Pesos do exemplo didático

A coluna 3, apresenta a vazão provável de cada trecho e é obtida pela expressão:

𝑇𝑅𝐸𝐶𝐻𝑂 𝐴−𝐵
𝑄 = 0,3�� 𝑃 �⎯⎯⎯⎯⎯⎯⎯⎯� 0,3 × �0,8 = 0,2683 l/s

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A coluna 4, é destinada ao diâmetro interno das tubulações e é selecionada na Régua de
Pré-dimensionamento apresentada neste trabalho, para o trecho A-B com somatório de pesos
igual a 0,8 o diâmetro indicado seria o 3/4".

Para o trecho D-E, por exemplo, na régua o peso 0,3, intercepta o diâmetro de 1/2" e
também a projeção do diâmetro de 3/4", nesse caso fica a cargo do profissional a seleção de
um dos diâmetros.


“Os diâmetros podem ser inferiores aos selecionados na Régua
de Pré-dimensionamento, desde que satisfaçam as condições de
velocidade e pressões dinâmicas mínimas”.

A coluna 5, destina-se à verificação de velocidade e pode ser obtida através da expressão:

4000 × 𝑄 4000 × 0,2683 V  m/s


𝑉= 2
= = 0,746 m/s Q  l/s
𝜋×𝑑 𝜋 × 21,42 d  mm

A coluna 6, destina-se à obtenção da perda de carga unitária que para o Trecho A-B:

𝐽𝑢 = 8,69 × 106 × 𝑄1,75 × 𝑑−4,75 = 8,69 × 106 × 0,26831,75 × 21,4−4,75 = 0,4166 𝑘𝑃𝑎/𝑚

A coluna 7, apresenta os desníveis de cada Trecho A-B:

ΔH positivo (trecho descendente) / ΔH negativo (trecho ascendente)

A coluna 8, refere-se a pressão inicial a montante de cada trecho. A célula destacada no


Trecho A-B, indica que o reservatório esteja quase vazio, ou seja, uma pressão inicial
equivalente a 0,10mca (1kPa) de lâmina d’água. Para os demais trechos será necessário
verificar as pressões residuais que se tornarão as iniciais de trechos subsequentes.

A coluna 9, destina-se ao comprimento real da tubulação, que é a distância em metros


entre a montante e a jusante no trecho.

A coluna 10 é destinada ao comprimento equivalente das conexões, que é o quanto cada


conexão de determinado diâmetro equivale em metros lineares de tubulação.

“Não considerar o comprimento do Tê a jusante de cada trecho,


considerar apenas o Tê a montante com a maior bitola da


bifurcação, como por exemplo, no Trecho A-B o Tê do ponto B
não foi considerado, porém no Trecho B-C foi considerado o
comprimento equivalente de um Tê DN20 de passagem bilateral
e um Cotovelo de DN15”.

A coluna 11 refere-se à perda de carga total no trecho, é o resultado da seguinte


expressão:
𝑇𝑅𝐸𝐶𝐻𝑂 𝐴−𝐵
𝐽 = (𝐶𝑟𝑒𝑎𝑙 + 𝐶𝑒𝑞) × 𝐽𝑢 �⎯⎯⎯⎯⎯⎯⎯⎯� (4 + 0)× 0,416601 = 1,67𝑘𝑃𝑎

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A coluna 12 é destinada a pressão residual a jusante de cada trecho, deve ser resolvida
pela seguinte expressão:
𝑇𝑅𝐸𝐶𝐻𝑂 𝐴−𝐵
𝑃𝑟𝑒𝑠 = 𝑃𝑖𝑛𝑖 ± ∆𝐻 − 𝐽 �⎯⎯⎯⎯⎯⎯⎯⎯� = 1 + (4 ∗ 10) − 1,67 = 39,33𝑘𝑃𝑎

“A pressão residual deve ser igual ou superior ao valor

 apresentado na coluna 13, que trata das pressões dinâmicas


mínimas exigidas na tubulação e nos pontos de consumo”.

“Deve-se avaliar também as pressões nos pontos mais distantes

 do barrilete, imediatamente antes de descer na coluna de


distribuição, que devem ser superiores a 5kPa”.


“O barrilete deverá estar devidamente ventilado”.

2.3.1. CÁLCULO DA COLUNA DE DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA (PRUMADA)

Seguindo o exemplo e com base no modelo teórico apresentado, para se dimensionar a


coluna de distribuição de água será necessário avaliar a vazão de projeto de cada
apartamento. Para auxiliar, abaixo apresenta-se uma tabela resumo com os aparelhos de
consumo que serão utilizados no edifício:

Água Fria (AF) Água Quente (AQ)


Aparelho sanitário Peça de utilização
Vazão Peso Vazão Peso
l/s relativo l/s relativo
Bacia sanitária Caixa de descarga 0,15 0,3 - -
Banheira Misturador (água fria) 0,30 1,0 0,30 1,0
Chuveiro ou ducha Misturador (água fria) 0,20 0,4 0,12 0,5
Lavadora de pratos / roupas Registro de pressão 0,30 1,0 0,30 1,0
Lavatório Torneira ou misturador 0,15 0,3 0,12 0,5
Pia Misturador (água fria) 0,25 0,7 0,25 0,7
Tanque Torneira 0,25 0,7 - -
Tabela 11 – Vazão dos pontos de consumo do exemplo

Na sequência apresenta-se um resumo tabulado de todo o consumo do edifício:

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Apartamento Tipo (30x)

Ambiente: [ BWC Suíte Master ] Água Fria Água Quente


Qtd Ponto de Consumo P ∑P Q (L/s) P ∑P Q (L/s)
1 Bacia sanitária 0,3 0,3 0,16 - - -
1 Banheira 1,0 1,0 0,30 1,0 1,0 0,30
1 Chuveiro 0,4 0,4 0,19 1,0 1,0 0,30
1 Lavatório 0,3 0,3 0,16 0,5 0,5 0,21
Sub-total 2,0 0,42 2,5 0,47

Ambiente: [ BWC 2x ] Água Fria Água Quente


Qtd Ponto de Consumo P ∑P Q (L/s) P ∑P Q (L/s)
1 Bacia sanitária 0,3 0,3 0,16 - - -
1 Chuveiro 0,4 0,4 0,19 1,0 1,0 0,30
1 Lavatório 0,3 0,3 0,16 0,5 0,5 0,21
Sub-total 1,0 0,30 1,5 0,37

Ambiente: [ Área de serviço ] Água Fria Água Quente


Qtd Ponto de Consumo P ∑P Q (L/s) P ∑P Q (L/s)
1 Lavadora de roupas 1,0 1,0 0,30 - - -
1 Tanque 0,7 0,7 0,25 - - -
Sub-total 1,7 0,39 - -

Ambiente: [ Cozinha 2x ] Água Fria Água Quente


Qtd Ponto de Consumo P ∑P Q (L/s) P ∑P Q (L/s)
1 Pia de cozinha /churrasqueira 0,7 0,7 0,25 0,7 0,7 0,25
Sub-total 0,7 0,25 0,7 0,25

Total 7,1 0,80 6,9 0,79

Total aquecimento 6,9 0,79 L/s 47,28 L/min

Total do apartamento 14 1,12 L/s 4,04 m3/h


Tabela 12 – Consumo do apartamento tipo


“Selecione um hidrômetro de vazão nominal superior a 4 m³/h. O
hidrômetro deve ser instalado na horizontal”.

(𝟑𝟔 × 𝑸)𝟐 (𝟑𝟔 × 𝟏, 𝟏𝟐)𝟐


𝑷𝒆𝒓𝒅𝒂 𝒅𝒆 𝑪𝒂𝒓𝒈𝒂 𝒏𝒐 𝑴𝒆𝒅𝒊𝒅𝒐𝒓 [ 𝑱𝒎𝒆𝒅 ] = �⎯⎯⎯⎯⎯� = 𝟏𝟔, 𝟐𝟓 𝒌𝑷𝒂
𝑸𝒎á𝒙 𝟐 𝟏𝟎𝟐

“Escolha um aquecedor para o apartamento que possua vazão


nominal aproximada de 45L/min. Mesmo que se adote um
aquecedor de menor vazão, deve-se dimensionar a tubulação
para a vazão provável de projeto”.

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Área comum

Ambiente: [ BWC Social ] Água Fria Água Quente


Qtd Ponto de Consumo P ∑P Q (L/s) P ∑P Q (L/s)
1 Bacia sanitária 0,3 0,3 0,16 - - -
1 Chuveiro 0,4 0,4 0,19 - - -
1 Lavatório 0,3 0,3 0,16 - - -
Sub-total 1,0 0,30 - -

Ambiente: [ WC Festas ] Água Fria Água Quente


Qtd Ponto de Consumo P ∑P Q (L/s) P ∑P Q (L/s)
2 Bacia sanitária 0,3 0,6 0,23 - - -
2 Lavatório 0,3 0,6 0,23 - - -
Sub-total 1,2 0,33 - -

Ambiente: [ Cozinha 2x ] Água Fria Água Quente


Qtd Ponto de Consumo P ∑P Q (L/s) P ∑P Q (L/s)
1 Pia de cozinha /churrasqueira 0,7 0,7 0,25 - - -
Sub-total 0,7 0,25 - -

Total 3,6 0,57 - -

Total da área comum 3,6 0,57 L/s 2,05 m3/h


Tabela 13 – Consumo da Área Comum


“No exemplo optou-se pela não utilização do sistema de água
quente nas áreas comuns”.


“Foram desconsideradas as vazões para as torneiras de uso geral
para lavação de pátio, garagens e jardins”.

“Avaliando a planilha de dimensionamento verificou-se que os


pavimentos superiores apresentaram pressões relativamente

 baixas levando-se em consideração a utilização de aquecedores


que requerem pressão residual disponível de 10mca. Logo será
necessário pressurizar a rede de distribuição de água fria dos
apartamentos nos respectivos pavimentos”.


“No trecho A0-A1 o pré-dimensionamento pela régua resultou
num diâmetro de 60mm (2”) que gerava uma elevada perda de
carga total. Então para diminuir a perda de carga total no trecho
A0-A1, resolveu-se aumentar o diâmetro do trecho para 75mm
(2.1/2”)”.

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Abaixo apresenta-se a planilha de dimensionamento do exemplo proposto:

VAZÃO DIÂMETRO PERDA DE DIFERENÇA PRESSÃO COMPRIMENTO PERDA PRESSÃO PRESSÃO


SOMA
INTERNO VELOCIDADE CARGA DE COTA INICIAL DE RESIDUAL REQUE-
TRECHO DOS (Creal) (Ceq)
UNITÁRIA CARGA RIDA
PESOS
(Q) (d) (Ju) (ΔH) (Pini) (J) (Pres)
L/s mm pol m/s kPa/m m kPa M M kPa kPa kPa
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13
A0-A1 423,60 6,17 66,60 2.1/2" 1,77 0,458211 7,27 1,00 12,57 11,10 10,85 62,85 5,00
A1-A2 409,60 6,07 53,40 2" 2,71 1,270504 0,20 62,86 0,20 2,40 3,30 61,56 5,00
A2-A3 395,60 5,97 53,40 2" 2,66 1,232424 2,60 61,56 2,60 2,30 6,04 81,52 5,00
A3-A4 381,60 5,86 53,40 2" 2,62 1,194176 0,20 81,52 0,20 2,30 2,99 80,53 5,00
A4-A5 367,60 5,75 53,40 2" 2,57 1,155752 2,60 80,54 2,60 2,30 5,66 100,88 5,00
A5-A6 353,60 5,64 53,40 2" 2,52 1,117144 0,20 100,87 0,20 2,30 2,79 100,08 5,00
A6-A7 339,60 5,53 53,40 2" 2,47 1,078345 2,60 100,08 2,60 2,30 5,28 120,80 5,00
A7-A8 325,60 5,41 53,40 2" 2,42 1,039345 0,20 120,80 0,20 2,30 2,60 120,20 5,00
A8-A9 311,60 5,30 53,40 2" 2,36 1,000135 2,60 120,20 2,60 2,30 4,90 141,30 5,00
A9-A10 297,60 5,18 53,40 2" 2,31 0,960704 0,20 141,30 0,20 2,30 2,40 140,90 5,00
A10-A11 283,60 5,05 53,40 2" 2,26 0,921041 2,60 140,90 2,60 2,30 4,51 162,39 5,00
A11-A12 269,60 4,93 53,40 2" 2,20 0,881132 0,20 162,38 0,20 2,30 2,20 162,18 5,00
A12-A13 255,60 4,80 53,40 2" 2,14 0,840963 2,60 162,18 2,60 2,30 4,12 184,06 5,00
A13-A14 241,60 4,66 53,40 2" 2,08 0,800517 0,20 184,06 0,20 2,30 2,00 184,06 5,00
A14-A15 227,60 4,53 53,40 2" 2,02 0,759778 2,60 184,06 2,60 2,30 3,72 206,34 5,00
A15-A16 213,60 4,38 53,40 2" 1,96 0,718724 0,20 206,33 0,20 2,30 1,80 206,53 5,00
A16-A17 199,60 4,24 53,40 2" 1,89 0,677332 2,60 206,54 2,60 2,30 3,32 229,22 5,00
A17-A18 185,60 4,09 53,40 2" 1,82 0,635575 0,20 229,22 0,20 2,30 1,59 229,63 5,00
A18-A19 171,60 3,93 53,40 2" 1,75 0,593422 2,60 229,63 2,60 2,30 2,91 252,72 5,00
A19-A20 157,60 3,77 53,40 2" 1,68 0,550836 0,20 252,72 0,20 2,30 1,38 253,34 5,00
A20-A21 143,60 3,59 53,40 2" 1,61 0,507775 2,60 253,34 2,60 2,30 2,49 276,85 5,00
Tabela 14 – Dimensionamento Prumada até ERP

VAZÃO DIÂMETRO PERDA DE DIFERENÇA PRESSÃO COMPRIMENTO PERDA PRESSÃO PRESSÃO


SOMA
INTERNO VELOCIDADE CARGA DE COTA INICIAL DE RESIDUAL REQUE-
TRECHO DOS (Creal) (Ceq)
UNITÁRIA CARGA RIDA
PESOS
(Q) (d) (Ju) (ΔH) (Pini) (J) (Pres)
L/s mm pol m/s kPa/m m kPa M M kPa kPa kPa
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13
B0-B1 115,60 3,23 53,40 2" 1,44 0,420000 0,90 200,00 0,90 0,00 0,38 208,62 5,00
B1-B2 101,60 3,02 53,40 2" 1,35 0,375140 0,20 208,62 0,20 2,30 0,94 209,68 5,00
B2-B3 87,60 2,81 53,40 2" 1,25 0,329497 2,10 209,68 2,10 2,30 1,45 229,23 5,00
B3-B4 73,60 2,57 53,40 2" 1,15 0,282930 0,20 229,23 0,20 2,30 0,71 230,52 5,00
B4-B5 59,60 2,32 44,00 1.1/2" 1,52 0,590095 2,60 230,52 2,60 2,30 2,89 253,63 5,00
B5-B6 45,60 2,03 44,00 1.1/2" 1,33 0,466849 0,20 253,63 0,20 2,20 1,12 254,51 5,00
B6-B7 31,60 1,69 35,20 1.1/4" 1,73 0,977531 2,60 254,51 2,60 2,20 4,69 275,82 5,00
B7-B8 17,60 1,26 35,20 1.1/4" 1,29 0,585771 0,20 275,82 0,20 1,50 1,00 276,82 5,00
B8-B9 3,60 0,57 27,80 1" 0,94 0,448264 5,95 276,82 6,25 3,00 4,15 332,17 5,00
Tabela 15 – Dimensionamento Prumada após a ERP

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Abaixo apresenta-se o esquema vertical do exemplo proposto:

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2.4. REDE DE ESGOTO SANITÁRIO

O método de dimensionamento para sistema de coleta e transporte de esgoto sanitário


predial, obedecerá ao apresentado na NBR 8160/1999, através do Número de Unidade de
Hunter de Contribuição (UHC).

Seguindo o exemplo deste material, apresenta-se abaixo um detalhe de esgoto típico de


um dos Sanitários das Suítes:

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Os Ramais de Descarga são especificados observando a tabela a seguir:

Tabela 16 – Unidades de Hunter de contribuição dos aparelhos sanitários - NBR 8160/1999


Número de Unidades de Diâmetro nominal
Aparelho sanitário Hunter de contribuição mínimo do ramal de
descarga
UHC DN
Bacia sanitária 6 100
Banheira de residência 2 40
Bebedouro 0,5 40
Bidê 1 40
Chuveiro de residência 2 40
Chuveiro coletivo 4 40
Lavatório de residência 1 40
Lavatório de uso geral 2 40
Mictório c/ válvula de descarga 6 75
Mictório c/ caixa de descarga 5 50
Mictório c/ descarga automática 2 40
Mictório de calha 2* 40
Pia de cozinha residencial 3 50
Pia de cozinha industrial - preparação 3 50
Pia de cozinha industrial - lavagem de panelas 4 50
Tanque de lavar roupas 3 40
Máquina de lavar louças 2 50**
Máquina de lavar roupas 3 50**
* Por metro de calha - considerar como ramal de esgoto.
** Devem ser consideradas as recomendações dos fabricantes.

Os Ramais de Esgoto são dimensionados observando a tabela a seguir:

Tabela 17 – Dimensionamento de ramais de esgoto


NBR 8160/1999
Diâmetro nominal mínimo do tubo Número máximo de unidades de Hunter de
contribuição
DN UHC
40 3
50 6
75 20
100 160

Recomenda-se que o ramal de esgoto possua diâmetro igual ou superior ao ramal de


descarga do aparelho de maior UHC.

No detalhe de esgoto apresentado, há dois ramais de esgoto, um na saída da caixa


sifonada (CS) e outro a jusante do encontro do ramal de esgoto da CS com o ramal de descarga
do Vaso Sanitário (VS).

O ramal de esgoto da CS recebe a contribuição do Lavatório(LV) e do Chuveiro(CH), que


possui respectivamente 1 e 2 UHC’s, totalizando 3 UHC’s.

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Pela tabela para 3 UHC’s o ramal de esgoto poderia ser Ø40, porém como se trata da saída
de uma CS, o diâmetro adotado deverá ser Ø50.

O ramal de esgoto a jusante do encontro do ramal de esgoto da CS com o ramal de


descarga do VS, recebe a contribuição do LV, do CH e do VS, que possui respectivamente 1, 2 e
6 UHC’s, totalizando 9 UHC’s.

Pela tabela até 19 UHC’s o ramal de esgoto poderia ser Ø75, porém como se trata da saída
de um VS, o diâmetro adotado deverá ser Ø100.

Quanto à inclinação da tubulação dos ramais de descarga e dos ramais de esgoto, segundo
a NBR 8160, deve obedecer a seguinte orientação:

 2% para tubos de Ø40, Ø50 e Ø75; e


 1% para tubos de Ø100.

Os tubos de queda podem ser dimensionados a partir da tabela abaixo:

Tabela 18 – Dimensionamento de tubos de queda


NBR 8160/1999
Número máximo de unidades de Hunter de contribuição
Diâmetro nominal do tubo Prédio de até três Prédio com mais de três
pavimentos pavimentos
DN UHC UHC
40 4 8
50 10 24
75 30 70
100 240 500
150 960 1900
200 2200 3600
250 3800 5600
300 6000 8400

Considerando o mesmo sanitário já apresentado, que possui um total 9 UHC’s, para 15


pavimentos, temos um total para a prumada de 135 UHC’s.

Para edifícios com mais de 3 pavimentos, e com UHC’s maiores que 70 e menores que 500,
o tubo de queda será de Ø100.

Mesmo o total de UHC’s seja inferior a 70, porém se receber despejo do VS, considerar
tubo de queda com Ø100.

Quanto ao dimensionamento do ramal de ventilação, utiliza-se a tabela a seguir:

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Tabela 19 – Dimensionamento de ramais de ventilação - NBR 8160/1999
Grupo de aparelhos sem bacias sanitárias Grupo de aparelhos com bacias sanitárias
Número de unidades Diâmetro nominal do Número de unidades Diâmetro nominal do
de Hunter de ramal de ventilação de Hunter de ramal de ventilação
contribuição contribuição
Até 12 40 Até 17 50
13 a 18 50 18 a 60 75
19 a 36 75 - -

Ainda no mesmo exemplo do sanitário, para um total de 9 UHC’s, pela tabela apresentada
anteriormente, o ramal de ventilação será Ø50.

Quanto à coluna de ventilação, utilizar a tabela a seguir:

Tabela 20 – Dimensionamento de colunas e barriletes de ventilação - NBR 8160/1999


Diâmetro nominal do Número de unidades Diâmetro da coluna de ventilação
tubo de queda ou do de Hunter de 40 50 75 100 150 200 250 300
ramal de esgoto contribuição Comprimento Permitido
(DN) (m)
40 8 46 - - - - - - -
40 10 30 - - - - - - -
50 12 23 61 - - - - - -
50 20 15 46 - - - - - -
75 10 13 46 317 - - - - -
75 21 10 33 247 - - - - -
75 53 8 29 207 - - - - -
75 102 8 26 189 - - - - -
100 43 - 11 76 299 - - - -
100 140 - 8 61 299 - - - -
100 320 - 7 52 195 - - - -
100 530 - 6 46 177 - - - -
150 500 - - 10 40 305 - - -
150 1100 - - 8 31 238 - - -
150 2000 - - 7 26 201 - - -
150 2900 - - 6 23 183 - - -
200 1800 - - - 10 73 286 - -
200 3400 - - - 7 57 219 - -
200 5600 - - - 6 49 186 - -
200 7600 - - - 5 43 171 - -
250 4000 - - - - 24 94 293 -
250 7200 - - - - 18 73 225 -
250 11000 - - - - 16 60 192 -
250 15000 - - - - 14 55 174 -
300 7300 - - - - 9 37 116 287
300 13000 - - - - 7 29 90 219
300 20000 - - - - 6 24 76 186
300 26000 - - - - 5 22 70 152

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Continuando no exemplo, considerando o tubo de queda com Ø100 e que possui um total
para a prumada de 135 UHC’s. Supondo um comprimento vertical da coluna de ventilação de
51m, a coluna de ventilação selecionada na tabela possuirá Ø75.

Os coletores e subcoletores são selecionados através da tabela abaixo:

Tabela 21 – Dimensionamento de subcoletores e coletor predial - NBR 8160/1999


Diâmetro nominal do tubo Número máximo de unidades de Hunter de contribuição em
função das declividades mínimas
DN 0,5% 1% 2% 4%
100 - 180 216 250
150 - 700 840 1000
200 1400 1600 1920 2300
250 2500 2900 3500 4200
300 3900 4600 5600 6700
400 7000 8300 10000 12000

“Segundo item 5.1.4.2, da NBR 8160/1999 no dimensionamento


do coletor predial e dos subcoletores em prédios residenciais,
deve ser considerado apenas o aparelho de maior descarga de

 cada banheiro para a somatória do número de unidades de


Hunter de contribuição. Nos demais casos, devem ser
considerados todos os aparelhos contribuintes para o cálculo do
número de UHC”.

No exemplo aqui descrito o sanitário possui um LV, um CH e um VS com respectivamente


1, 2 e 6 UHC’s. Considerando 15 pavimentos e o aparelho de maior descarga, totaliza-se 90
UHC’s, e pela tabela apresentada será necessário um subcoletor de Ø100 com uma inclinação
de 1%.

A tabela a seguir apresenta um resumo de dimensionamento de todo o edifício:

LEGENDA

BH  Banheira de hidromassagem;
CH  Chuveiro;
CS  Caixa Sifonada;
LV  Lavatório;
ML  Máquina de lavar roupas
Pia  Pia de cozinha;
TQ  Tanque de lavar roupas;
VS  Vaso sanitário;

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Para cada apartamento do Pavto. Tipo (15x)

Prumada TQ1 TQ3 / TQ5 TQES1 TG1 TG3


1 LV, 1 CH, 1 LV, 1 CH, 1 PIA 1 PIA
Aparelhos de Contribuição 1 ML, 1 TQ
1 VS, 1BH 1 VS (cozinha) (churrasqueira)
∑ UHC por pavimento: (prumada) 11 9 6 3 3

∑ UHC Total: (prumada) 165 135 90 45 45

Ø do Ramal de Esgoto da CS/Sifão: 50 50 50 50 50

Ø do Ramal de Ventilação: 50 50 50 50 50

Ø do Tubo de Queda: 100 100 100 75 75

Ø da Coluna de Ventilação (c=57m): 75 75 75 75 75

∑ UHC Total: (prumada subcoletor) 90 90 90 45 45

Ø do Subcoletor de esgoto: 100 100 100 100 100

Inc. do Subcoletor de esgoto (%): 1% 1% 1% 1% 1%

Para a Área Lazer e Área Comum

Aparelhos de contribuição TQ7 TQ8 TG5 TG6 Guarita


1 LV, 1 CH, 1 PIA 1 PIA
2 LV, 2 VS 1 LV, 1 VS
1 VS (cozinha) (churrasqueira)
∑ UHC por pavimento: (prumada) 9 14 3 3 7

Ø do Ramal de Esgoto da CS/Sifão: 50 50 50 50 50

Ø do Ramal de Ventilação: 50 50 50 50 50

Ø do Tubo de Queda: 100 100 50 50 100

Ø da Coluna de Ventilação (c=56m): 75 75 75 75 75

∑ UHC Total: (subcoletor) 9 14 3 3 7

Ø do Subcoletor de esgoto: 100 100 100 100 100

Inc. do Subcoletor de esgoto (%): 1% 1% 1% 1% 1%

∑ UHC Total para coletor: 936

Ø do coletor de esgoto: 150

Inc. do coletor de esgoto (%): 4%


Tabela 22 – Dimensionamento de esgoto do exemplo proposto

“Recomenda-se a utilização dos tubos com Ø40 apenas para o os

 ramais de descarga do esgoto secundário, nos demais casos


utilize Ø50 ou superior”.

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2.5. REDE DE ÁGUAS PLUVIAIS PREDIAIS

O primeiro conceito a ser observado em projetos de águas pluviais é o da área de


contribuição que segundo a NBR 10844 é a soma das áreas das superfícies que, interceptando
chuva, conduzem as águas para determinado ponto da instalação.

A NBR 10844 apresenta algumas possibilidades de superfície, entre as principais:

ℎ 𝑎×𝑏
𝐴=𝑎×𝑏 𝐴 = �𝑎 + � × 𝑏 𝐴=
2 2


“Entre as superfícies apresentadas destaca-se a parede vertical
de edifícios, cuja área de contribuição a ser considerada é a
metade da área da fachada”.

O segundo conceito a ser fixado é o de Intensidade Pluviométrica que é o quociente entre


a altura pluviométrica precipitada num intervalo de tempo e este intervalo.

O período de recorrência é número médio em anos em que, para um mesmo intervalo de


tempo de precipitação, uma determinada intensidade pluviométrica é igualada ou
ultrapassada apenas uma vez.

No caso do não conhecimento da Intensidade Pluviométrica local, a NBR 10844 apresenta


a Intensidade Pluviométrica para locais variados com seus respectivos períodos de recorrência
e intervalo de tempo fixado em 5 minutos:

Intensidade Pluviométrica
Local Período de recorrência (anos)
1 5 25
Alegrete/RS 174 238 313 (17)
Alto Itatiaia/RJ 124 164 240
Alto Tapajós/PA 168 229 267 (21)
Alto Teresópolis/RJ 114 137 (3) -
Aracaju/SE 116 122 126
Avaré/SP 115 144 170
Bagé/RS 126 204 234 (10)
Barbacena/MG 156 222 265 (12)
Barra do Corda/MA 120 128 152 (20)
Bauru/SP 110 120 148 (9)

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Belém/PA 138 157 185 (20)
Belo Horizonte/MG 132 227 230 (12)
Blumenau/SC 120 125 152 (15)
Bonsucesso/MG 143 196 -
Cabo Frio/RJ 113 146 218
Campos/RJ 132 206 240
Campos do Jordão/SP 122 144 164 (9)
Catalão/GO 132 174 198 (22)
Caxambu/MG 106 137 (3) -
Caxias do Sul/RS 120 127 218
Corumbá/MT 120 131 161 (9)
Cruz Alta/RS 204 246 347 (14)
Cuiabá/MT 144 190 230 (12)
Curitiba/PR 132 204 228
Encruzilhada/RS 106 126 158 (17)
Fernando de Noronha/FN 110 120 140 (6)
Florianópolis/SC 114 120 144
Formosa/GO 136 176 217 (20)
Fortaleza/CE 120 156 180 (21)
Goiânia/GO 120 178 192 (17)
Guaramiranga/CE 114 126 152 (19)
Iraí/RS 120 198 228 (16)
Jacarezinho/PR 115 122 146 (11)
João Pessoa/PB 115 140 163 (23)
Juaretê/AM 192 240 288 (10)
Km 47 - Rodovia Presidente Dutra/RJ 122 164 174 (14)
Lins/SP 96 122 137 (13)
Maceió/AL 102 122 174
Manaus/AM 138 180 198
Natal/RN 113 120 143 (19)
Nazaré/PE 118 134 155 (19)
Niterói/RJ 130 183 250
Nova Friburgo/RJ 120 124 156
Olinda/PE 115 167 173 (20)
Ouro Preto/MG 120 211 -
Paracatu/MG 122 233 -
Paranaguá/PR 127 186 191 (23)
Paratins/AM 130 200 205 (13)
Passa Quatro/MG 118 180 192 (10)
Passo Fundo/RS 110 125 180
Petrópolis/RJ 120 126 156
Pinheiral/RJ 142 214 244
Piracicaba/SP 119 122 151 (10)
Ponta Grossa/PR 120 126 148
Porto Alegre/RS 118 146 167 (21)
Porto Velho/RO 130 167 184 (10)
Quixeramobim/CE 115 121 126

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Resende/RJ 130 203 264
Rio Branco/AC 126 139 (2) -
Rio de Janeiro/RJ(Bangu) 122 156 174 (20)
Rio de Janeiro/RJ(Ipanema) 119 125 160 (15)
Rio de Janeiro/RJ(Jacarepaguá) 120 142 152 (6)
Rio de Janeiro/RJ(Jardim Botânico) 122 167 227
Rio de Janeiro/RJ(Praça XV) 120 174 204 (14)
Rio de Janeiro/RJ(Praça Saenz Peña) 125 139 167 (18)
Rio de Janeiro/RJ(Santa Cruz) 121 132 172 (20)
Rio Grande/RS 121 204 222 (20)
Salvador/BA 108 122 145 (24)
Santa Maria/RS 114 122 145 (16)
Santa Maria Madalena/RJ 120 126 152 (7)
Santa Vitória do Palmar/RS 120 126 152 (18)
Santos/SP 136 198 240
Santos-Itapema/SP 120 174 204 (21)
São Carlos/SP 120 178 161 (10)
São Francisco do Sul/SC 118 132 167 (18)
São Gonçalo/PB 120 124 152 (15)
São Luiz/MA 120 126 152 (21)
São Luiz Gonzaga/RS 158 209 253 (21)
São Paulo/SP(Congonhas) 122 132 -
São Paulo/SP(Mirante Santana) 122 172 191 (7)
São Simão/SP 116 148 175
Sena Madureira/AC 120 160 170 (7)
Sete Lagoas/MG 122 182 281 (19)
Soure/PA 149 162 212 (18)
Taperinha/PA 149 202 241
Taubaté/SP 122 172 208 (6)
Teófilo Otoni/MG 108 121 154 (6)
Teresina/PI 154 240 262 (23)
Teresópolis/RJ 115 149 176
Tupi/SP 122 154 -
Turiaçu/MG 126 162 230
Uaupés/AM 144 204 230 (17)
Ubatuba/SP 122 149 184 (7)
Uruguaiana/RS 120 142 161 (17)
Vassouras/RJ 125 179 222
Viamão/RS 114 126 152 (15)
Vitória/ES 102 156 210
Volta Redonda/RJ 156 216 265 (13)
Tabela 23 – Índices Pluviométricos NBR 10844

Na sequência dos conceitos, tem-se a Vazão de Projeto, que é a vazão de referência para o
dimensionamento de condutores e calhas.

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A Vazão de Projeto deve ser calculada pela seguinte expressão:

𝐼×𝐴 Q  Vazão de projeto, em L/min


𝑄= I  intensidade pluviométrica, em mm/h
60
A  área de contribuição, em m²

Segundo a NBR 10844 a inclinação mínima de calhas e lajes impermeabilizadas é de 0,5%,


e quando se tratar de calhas projetadas com mudanças de direção, a Vazão de Projeto deve
ser multiplicada pelos seguintes coeficientes:

Tipo de curva Curva a menos de 2 metros da Curva entre 2 e 4 metros da


saída da calha saída da calha
Canto Reto 1,2 1,1
Canto Arredondado 1,1 1,05
Tabela 24 – Multiplicador da vazão de projeto pluvial

Outro conceito é a Vazão Suporte, que é a vazão máxima de suporte de condutores e


calhas e deve ser dimensionada pelo teorema de Manning-Strickler:

𝑆 2 1 Q Vazão de projeto, em L/min


𝑄=𝐾× × R 𝐻 �3 × i �2 S Área da seção molhada, em m²
𝑛
n  Coeficiente de rugosidade
RH  Raio Hidráulico, em m
𝑆 P  Perímetro molhado, em m
R𝐻 = i  Declividade da calha, em m/m
𝑃
K  60.000

Tabela 25 – Coeficientes de rugosidade


Material n
Plástico, fibrocimento, aço, metais não-ferrosos 0,011
Ferro fundido, concreto alisado, alvenaria revestida 0,012
Cerâmica, concreto não-alisado 0,013
Alvenaria de tijolos não-revestida 0,015

Na sequência apresentam-se as tabelas de vazões suporte de condutores:

Tabela 26 – Vazão Suporte (l/min) – Calha semicircular p/ beiral – PVC - MERCADO


Marca Diâmetro Inclinação
(mm) 0,5% 1% 2%
Aquapluv – Tigre 125 236 333 470
Captação Pluvial – Amanco 170 534 754 1067

Tabela 27 – Vazão Suporte (l/min) – Calha retangular p/ beiral – PVC - MERCADO


Marca Dimensão (mm) Inclinação
Base Altura 0,5% 1% 2%
Aquapluv Style – Tigre 132 89 344 487 688

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Tabela 28 – Vazão Suporte (l/min) – Calha semicircular – PVC/METÁLICA
Diâmetro Inclinação
(mm) 0,5% 1% 2%
100 130 183 256
125 236 333 466
150 384 541 757
200 829 1167 1634

Tabela 29 – Vazão Suporte (l/min) – Calha retangular - METÁLICA


Dimensão Inclinação
Base (m) Altura (m) 0,5% 1,0% 2,0% 3,0% 4,0% 5,0%
0,100 0,050 165 234 330 404 467 522
0,100 0,100 400 565 799 979 1130 1264
0,150 0,050 280 395 559 685 790 884
0,150 0,100 709 1002 1418 1736 2004 2241
0,150 0,150 1178 1666 2356 2886 3332 3725
0,200 0,050 400 565 799 979 1130 1264
0,200 0,100 1047 1481 2094 2565 2962 3311
0,200 0,150 1774 2508 3547 4344 5016 5608
0,200 0,200 2537 3588 5074 6214 7175 8022
0,250 0,100 1404 1986 2808 3439 3971 4440
0,250 0,150 2414 3414 4828 5913 6828 7634
0,250 0,200 3489 4933 6977 8544 9866 11031
0,250 0,250 4600 6505 9199 11266 13009 14544
0,300 0,100 1774 2508 3547 4344 5016 5608
0,300 0,150 3087 4366 6174 7561 8731 9762
0,300 0,200 4499 6363 8998 11020 12725 14227
0,300 0,250 5970 8443 11940 14623 16885 18878
0,300 0,300 7479 10577 14958 18319 21153 23650

Tabela 30 – Vazão Suporte (l/min) – Calha retangular p/ piso – PVC – MERCADO (2/3H)
Marca Dimensão (mm) Inclinação
Base Altura 0,5% 1% 2%
Calha de Piso Normal DN 130 – Tigre 129 139 269 380 538
Calha de Piso Normal DN 200 – Tigre 198 140 699 988 1397
Calha de Piso Reforçada DN 130 x 75 - Tigre 130 66,7 79 112 158
Calha de Piso Reforçada DN 130 x 148 - Tigre 127 140 317 448 634

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Tabela 31 – Vazão Suporte (l/min) – Tubo PVC parcialmente cheio (2/3D)
Diâmetro Inclinação
mm m 0,5% 1,0% 1,5% 2,0% 2,5% 3,0% 3,5% 4,0% 4,5% 5,0%
50 0,050 32 46 56 64 72 79 85 91 96 102
75 0,075 95 134 164 189 211 231 250 267 283 299
100 0,100 204 288 352 407 454 498 538 575 610 643
125 0,125 369 521 638 737 824 902 974 1042 1105 1165
150 0,150 599 847 1037 1198 1339 1467 1584 1694 1796 1893
200 0,200 1290 1824 2233 2579 2883 3158 3411 3647 3868 4077
300 0,300 3801 5376 6584 7602 8499 9310 10056 10751 11403 12019
400 0,400 8186 11576 14178 16371 18303 20050 21657 23152 24557 25885

Tabela 32 – Vazão Suporte (l/min) – Tubo concreto não alisado parcialmente cheio (2/3D)
Diâmetro Inclinação
mm m 0,1% 0,2% 0,3% 0,4% 0,50% 1,00% 2,00% 3,00% 4,00%
200 0,2 488 690 845 976 1091 1543 2182 2672 3086
300 0,3 1439 2034 2492 2877 3217 4549 6433 7878 9097
400 0,4 3098 4381 5365 6195 6927 9795 13853 16966 19590
500 0,5 5617 7943 9728 11233 12558 17760 25116 30761 35519
600 0,6 9133 12915 15818 18265 20421 28879 40841 50020 57758
800 0,8 19668 27814 34066 39335 43978 62194 87956 107724 124388
1000 1,0 35660 50431 61765 71319 79737 112766 159474 195315 225531
1200 1,2 57987 82005 100436 115973 129662 183369 259323 317604 366738
1500 1,5 105137 148685 182101 210273 235092 332470 470183 575854 664939
1800 1,8 170963 241778 296117 341926 382285 540632 764569 936402 1081264
2000 2,0 226424 320212 392177 452847 506299 716014 1012597 1240173 1432028

A seguir apresentam-se os procedimentos para determinação do diâmetro do condutor


vertical de águas pluviais.


“Segundo a NBR 10844, o diâmetro mínimo dos condutores
verticais de seção circular é 70mm ”.

A seleção da bitola do condutor vertical, segundo a NBR 10844, deverá ser obtida através
do ábaco:

Q Vazão de projeto, em L/min


H Altura da lâmina de água na calha, em mm
L Comprimento do condutor vertical, em m

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Procedimento de seleção de bitola do condutor vertical: levantar uma vertical por Q até
interceptar as curvas de H e L correspondentes. No caso de não haver curvas dos valores de H
e L, interpolar entre as curvas existentes. Transportar a interseção mais alta até o eixo D.
Adotar o diâmetro nominal cujo diâmetro interno seja superior ou igual ao valor encontrado.


“A NBR 10844 apresenta dois ábacos, um para calha com saída
em aresta viva e outro para calha com funil de saída. O ábaco
aqui apresentado é o da calha com saída em aresta viva”.

Na sequência, para o edifício exemplo sugerido, apresentamos o esquema pluvial e seu


respectivo dimensionamento:


“Para este exemplo, faremos algumas simplificações,
consideraremos o edifício totalmente simétrico, tubulação em
PVC e adotaremos uma intensidade pluviométrica de 150mm/h”.

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Os primeiros elementos a serem dimensionados serão as 4 Calhas (2 simétricas superiores
e 2 simétricas inferiores).

Para as duas calhas simétricas superiores, considerando uma cobertura com 10% de
inclinação:

h = 10% de 12,5m ; h = 1,25m

ℎ 1,25
𝐴𝐸𝑀 𝑃𝐿𝐴𝑁𝑇𝐴 = �𝑎 + � × 𝑏 = �12,5 + � × 12,5 = 164,06𝑚²
2 2
𝑎 × 𝑏 8,4 × 5
𝐴𝐹𝐴𝐶𝐻𝐴𝐷𝐴 = = = 21,0𝑚²
2 2

𝐴 = 164,06 + 21,00 = 185,06𝑚²

𝐼 × 𝐴 150 × 185,06 𝐶𝑎𝑙ℎ𝑎 𝑀𝑒𝑡. 𝑅𝑒𝑡𝑎𝑛𝑔𝑢𝑙𝑎𝑟


𝑄= = = 462,66 𝑙/𝑚𝑖𝑛 �⎯⎯⎯⎯⎯⎯⎯⎯⎯⎯⎯⎯⎯⎯⎯⎯⎯� 20𝑐𝑚 × 10𝑐𝑚 − 𝑖 = 0,5%
60 60

“Pelo teorema de Manning uma calha de 20cm x 10cm com

 inclinação de 0,5%, consegue suportar uma vazão de até 1047


l/min, porém para calhas, a critério do profissional responsável,
é recomendável considerar uma margem de segurança”.

Para as duas calhas simétricas inferiores, considerando uma cobertura com 10% de
inclinação, considerando o trecho de maior vazão, e que ainda recebe a contribuição da
parede vertical que possui 42m de altura:

h = 10% de 12,5m ; h = 1,25m

ℎ 1,25
𝐴𝐸𝑀 𝑃𝐿𝐴𝑁𝑇𝐴 = �𝑎 + � × 𝑏 = �12,5 + � × (7,5 + 7,5) = 196,88𝑚²
2 2
𝑎 × 𝑏 42 × 12,5
𝐴𝐹𝐴𝐶𝐻𝐴𝐷𝐴 = = = 262,50𝑚²
2 2

𝐴 = 196,88 + 262,50 = 459,38𝑚²

𝐼 × 𝐴 150 × 459,38 𝐶𝑎𝑙ℎ𝑎 𝑀𝑒𝑡. 𝑅𝑒𝑡𝑎𝑛𝑔𝑢𝑙𝑎𝑟


𝑄= = = 1.148,45 𝑙/𝑚𝑖𝑛 �⎯⎯⎯⎯⎯⎯⎯⎯⎯⎯⎯⎯⎯⎯⎯⎯⎯� 30𝑐𝑚 × 10𝑐𝑚 − 𝑖 = 0,5%
60 60

“Pelo teorema de Manning uma calha de 30cm x 10cm com

 inclinação de 0,5%, consegue suportar uma vazão de até 1774


l/min, porém para calhas, a critério do profissional responsável,
é recomendável considerar uma margem de segurança”.


“Na prática os casos de transbordamentos de calhas se devem,
em sua maioria, pela não manutenção da inclinação de projeto,
durante ou após sua instalação”.

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“No caso de instalação de calhas em coberturas metálicas, é
necessário avaliar as deformações estruturais devido ao vento e
também devido ao peso da água sobre a cobertura”.

Com relação aos condutores verticais, pode-se afirmar pela simetria da edificação que
AP1=AP2=AP3=AP4 e AP5=AP6=AP7=AP8, nesse caso, para AP1=AP2=AP3=AP4 temos:

h = 10% de 12,5m ; h = 1,25m

ℎ 1,25
𝐴𝐸𝑀 𝑃𝐿𝐴𝑁𝑇𝐴 = �𝑎 + � × 𝑏 = �12,5 + � × 12,5 = 164,06𝑚²
2 2
𝑎 × 𝑏 8,4 × 5
𝐴𝐹𝐴𝐶𝐻𝐴𝐷𝐴 = = = 21,0𝑚²
2 2

𝐴 = 164,06 + 21,00 = 185,06𝑚²  L = 48,30m  H = 10mm

𝐼 × 𝐴 150 × 185,06 Á𝑏𝑎𝑐𝑜


𝑄= = = 462,66 𝑙/𝑚𝑖𝑛 �⎯⎯⎯� ∅𝑚í𝑛𝑖𝑚𝑜 = 70𝑚𝑚 → ∅𝒂𝒅𝒐𝒕𝒂𝒅𝒐 = 𝟏𝟎𝟎𝒎𝒎
60 60

Para o condutor vertical AP5=AP6=AP7=AP8 temos:

h = 10% de 12,5m ; h = 1,25m

ℎ 1,25
𝐴𝐸𝑀 𝑃𝐿𝐴𝑁𝑇𝐴 = �𝑎 + � × 𝑏 = �12,5 + � × (7,5 + 7,5 + 12,5) = 360,94𝑚²
2 2
𝑎 × 𝑏 42 × 12,5
𝐴𝐹𝐴𝐶𝐻𝐴𝐷𝐴 = = = 262,50𝑚²
2 2

𝐴 = 360,94 + 262,50 = 623,44𝑚²  L = 3m  H = 10mm

𝐼 × 𝐴 150 × 623,44 Á𝑏𝑎𝑐𝑜


𝑄= = = 1.558,59 𝑙/𝑚𝑖𝑛 �⎯⎯⎯� ∅𝑚í𝑛𝑖𝑚𝑜 = 90𝑚𝑚 → ∅𝒂𝒅𝒐𝒕𝒂𝒅𝒐 = 𝟏𝟎𝟎𝒎𝒎
60 60

Os condutores horizontais foram dimensionados pela planilha:


“Na planilha a seguir se dividiu as áreas e vazões em vertical e
em planta, para que seja possível detectar as piores situações de
acumulação das contribuições pluviais das paredes verticais”.

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Área (m²) Vazão (l/min) Vazão Acumulada Diâmetro Inclinação
Trecho
Vertical Planta Vertical Planta (l/min) (mm) %
1 2 3 4 5 6 7 8
AP1-A 21,00 164,06 52,50 410,16 462,66 Ø100 4,0
AP5-A 262,50 360,94 656,25 902,34 1558,59 Ø200 1,0
A-C - - - - 2021,25 Ø200 2,0
AP3-B 21,00 164,06 52,50 410,16 462,66 Ø100 4,0
AP7-B 262,50 360,94 656,25 902,34 1558,59 Ø200 1,0
B-C - - - - 2021,25 Ø200 2,0
C-CP1 - - - - 3333,75 Ø200 4,0

AP2-D 21,00 164,06 52,50 410,16 462,66 Ø100 4,0


AP6-D 262,50 360,94 656,25 902,34 1558,59 Ø200 1,0
D-F - - - - 2021,25 Ø200 2,0
AP4-E 21,00 164,06 52,50 410,16 462,66 Ø100 4,0
AP8-E 262,50 360,94 656,25 902,34 1558,59 Ø200 1,0
E-F - - - - 2021,25 Ø200 2,0
F-CP2 - - - - 3333,75 Ø200 4,0

CP1-TC 63,00 200,00 157,50 500,00 3991,25 Ø300 1,0


CP2-TC 63,00 200,00 157,50 500,00 3991,25 Ø300 1,0

TC-CA - - - - 7273,75 Ø300 2,0


Tabela 33 – Dimensionamento de Águas Pluviais do exemplo proposto

A coluna 1 refere-se a separação em trechos distribuídos ao longo da tubulação e


enumerados quando há a união de tubulações e/ou acúmulo de vazão de projeto.

A coluna 2 refere-se a área de contribuição pluvial da fachada a montante da captação


pluvial, por exemplo, o trecho AP1-A recebe a contribuição pluvial de parte da torre da caixa
d’água:

10
( × 8,4)
𝐴= 2 = 21𝑚²
2

A coluna 3 refere-se a área em planta, porém como se trata de uma superfície inclinada,
faz-se necessário o uso da expressão da NBR 10844 para obtenção da área de contribuição
pluvial de superfícies inclinadas, que no caso do trecho AP1-A temos:

h = 10% de 12,5m ; h = 1,25m

ℎ 1,25
𝐴 = �𝑎 + � × 𝑏 = �12,5 + � × 12,5 = 164,06𝑚²
2 2


“Nesse caso houve uma simplificação. Considerou-se superfície
inclinada em toda a cobertura, inclusive na área da torre da
caixa d’água”.

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As colunas 4 e 5 referem-se as respectivas vazões, obtidas com as respectivas áreas de
contribuição pluvial (vertical e em planta), que no caso do trecho AP1-A e uma intensidade
pluviométrica de 150mm/h, temos:

𝐼 × 𝐴 150 × 21
𝑄𝑉𝑒𝑟𝑡𝑖𝑐𝑎𝑙 = = = 52,5 𝑙/𝑚𝑖𝑛
60 60
𝐼 × 𝐴 150 × 164,06
𝑄𝑃𝑙𝑎𝑛𝑡𝑎 = = = 410,16 𝑙/𝑚𝑖𝑛
60 60

A coluna 6 refere-se a às vazões acumuladas no trechos, lembrando que pode-se prever a


pior situação para cada trecho, ou seja, leva-se em consideração apenas a pior condição de
escoamento pluvial pela fachada da edificação.

“Em edifícios altos, para evitar superdimensionamentos, não se

 considera o acúmulo da incidência da precipitação em todo o


perímetro da fachada”.

As colunas 7 e 8 respectivamente referem-se ao diâmetro e inclinação dos condutores


horizontais, obtidos comparando a vazão de projeto acumulada na coluna 6, com os valores
tabelados de vazão suporte para tubos de PVC parcialmente cheios a 2/3D.

“Antes de despejar as águas pluviais na rede pública, verificar na

 legislação local a exigência do Tanque de Contenção


Pluvial/Caixa de Areia e/ou Sistema de Aproveitamento de Águas
da Chuva”.

Na sequência apresenta-se o esquema vertical das instalações de águas pluviais do edifício


em estudo:

LEGENDA

AP - CONDUTOR VERTICAL DE ÁGUAS PLUVIAIS


CA - CAIXA DE AREIA
CP - CAIXA DE CAPTAÇÃO DE ÁGUAS PLUVIAIS
TC - TANQUE DE CONTENÇÃO PLUVIAL

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3. DETALHAMENTO DO PROJETO HIDROSSANITÁRIO

Para o desenvolvimento desta atividade utilizaremos outro projeto modelo e o


CAD/Hidro® 9.13, disponíveis em www.viptec.com.br.

Trata-se de uma residência unifamiliar de um pavimento com uma suíte e um dormitório,


salas de estar/TV, copa/cozinha, escritório, BWC, garagem e uma edícula com churrasqueira e
área de serviço, conforme apresentado na figura a seguir:

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3.1. DETALHAMENTO DE ÁGUA FRIA E ÁGUA QUENTE
A primeira etapa para um projeto de água fria e quente é a análise, detalhamento e
dimensionamento dos ambientes hidráulicos. Este capítulo trata da análise e detalhamento,
portanto adotaremos os diâmetros dos tubos para a solução proposta. O dimensionamento
será tratado em capítulo específico.

Para altera o cursor entre norma e isométrico:

 Ribbon: CAD/Hidro® tab – Detalhamento panel – Cursor Isométrico.


 Menu: CAD/Hidro® - Cursor Isométrico.
 Toolbar: CAD_Hidro Auxiliar – Cursor Isométrico.
 Teclado: n

Para girar o cursor no modo isométrico:

 Ribbon: CAD/Hidro® tab – Detalhamento panel – Girar Cursor.


 Menu: CAD/Hidro® - Girar Cursor.
 Toolbar: CAD_Hidro Auxiliar – Girar Cursor.
 Teclado: y

Para desenvolver as marcações utilizaremos a função Linha Auxiliar, cuja utilização se


assemelha muito a polyline do AutoCAD:

 Ribbon: CAD/Hidro® tab – Detalhamento panel – Linha Auxiliar.


 Menu: CAD/Hidro® - Linha Auxiliar.
 Toolbar: CAD_Hidro Auxiliar – Linha Auxiliar.
 Teclado: k

Faremos então a análise e detalhamento dos ambientes hidráulicos trabalhando em


isométrico.

3.1.1. Converter a planta baixa em isométrico

O CAD/Hidro® 9.13, trabalha o isométrico em 2D, então para tal será necessário converter
a planta baixa em isométrico:

 Ribbon: CAD/Hidro® tab – Detalhamento panel – Copiar para Isométrico.


 Menu: CAD/Hidro® - Copiar para Isométrico.
 Toolbar: CAD_Hidro Detalhamento – Copiar para Isométrico.
 Teclado: cn.

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Escolha a visão que melhor represente o isométrico e clique em << Copiar >>.

Selecione as entidades a converter em isométrico:


Select objects: selecione a planta baixa e pressione a tecla <Enter>
Modo de conversão [ 1 / 2 ] (1): pressione a tecla <Enter>
Especifique um ponto de inserção: clique em um ponto qualquer da tela

Iniciaremos então pelo B.W.C, nele faremos as marcações dos pontos de consumo
lembrando que a escala de trabalho está em centímetros, ou seja, 100 unidades no desenho
equivalem a 1 metro de medida linear, e trabalharemos nesta etapa com o cursor em
isométrico, reforçando que para alternar entre o cursor normal e isométrico basta pressionar a
tecla n seguido de <Enter>.

3.1.2. Marcar os pontos de consumo no isométrico

As marcações serão realizadas através de um “x em isométrico” de 6cm de largura, e


devem ser posicionadas nas paredes de modo que o centro da marcação esteja afastado 3cm
da face da parede:

Utilize a tecla F5 para girar o cursor.

1 5
3

4
2

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Command: k digite k <Enter> para acionar o comando de Linha Auxiliar
Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: clique em 1
Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: 6 digite 6 <Enter> com o ORTHO ativado em direção
a 2 ↖
Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: <Enter> novamente para finalizar o comando

Command: k digite k <Enter> para acionar o comando de Linha Auxiliar


Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: A digite A <Enter> para Auxiliar
Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: com o midpoint ativado clique em 3
Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: 3 digite 3 <Enter> com o ORTHO ativado em direção
a 4 ↖
Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: 6 digite 6 <Enter> com o ORTHO ativado em direção
a 5 ↖
Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: <Enter> novamente para finalizar o comando
Para posicionar as marcações nas paredes
Command: _move acione o comando mover e pressione <Enter>
Select objects: selecione as linhas 1-2 e 4-5 e pressione <Enter>
Specify base point or [Displacement] <Displacement>: com o OSNAP endpoint
ativado clique no ponto 1 ↖
Specify second point or <use first point as displacement>: com o OSNAP
endpoint ativado clique na quina da parede em 6 ↖

Command: _copy acione o comando copiar e pressione <Enter>


Select objects: selecione as linhas 1-2 e 4-5 e pressione <Enter>
Specify base point or [Displacement/mOde] <Displacement>: com o OSNAP endoint
ativado clique em 6 ↖
Specify second point or [Array] <use first point as displacement>: 60 digite
60 <Enter> com o ORTHO ativado em direção a 7 ↖
Specify second point or [Array/Exit/Undo] <Exit>: 80 digite 80 <Enter> com o
ORTHO ativado em direção a 7 para marcar a posição 8 ↖
Specify second point or [Array/Exit/Undo] <Exit>: 175 digite 175 <Enter> com
o ORTHO ativado em direção a 7 para marcar a posição 9 ↖
Specify second point or [Array/Exit/Undo] <Exit>: 245 digite 245 <Enter> com
o ORTHO ativado em direção a 7 para marcar a posição 10 ↖
Specify second point or [Array/Exit/Undo] <Exit>: 260 digite 260 <Enter> com
o ORTHO ativado em direção a 7 para marcar a posição 11 ↖
Specify second point or [Array/Exit/Undo] <Exit>: 275 digite 275 <Enter> com
o ORTHO ativado em direção a 7 para marcar a posição 12 ↖
Specify second point or [Array/Exit/Undo] <Exit>: <Enter> novamente para
finalizar o comando ↖

Na sequência marcaremos as alturas de peças e dos pontos de consumo com a função


Linha de Simetria:

 Pontos de consumo do lavatório: H= 60cm;


 Ponto de consumo do vaso sanitário com caixa de descarga: H= 20cm;
 Ponto de consumo do Chuveiro: H= 210cm; e
 Registro de gaveta com canopla: H=180cm;
 Misturador monocomando para chuveiro: H=110cm;

Utilize a tecla F5 para girar o cursor.

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Cursores

Para posicionar as marcações nas paredes

Command: ls digite ls <Enter> para acionar o comando de Linha de Simetria


Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: clique com o midpoint ativado no centro da
marcação em 1 ↖
Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: 60 digite 60 <Enter> com cursor na posição Y e o
ORTHO ativado em direção a 2 ↖
Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: <Enter> novamente para finalizar o comando

Command: ls digite ls <Enter> para acionar o comando de Linha de Simetria


Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: clique com o midpoint ativado no centro da
marcação em 3 ↖
Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: 60 digite 60 <Enter> com o ORTHO ativado em
direção a 4 ↖
Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: <Enter> novamente para finalizar o comando

Command: ls digite ls <Enter> para acionar o comando de Linha de Simetria


Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: clique com o midpoint ativado no centro da
marcação em 5 ↖
Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: 20 digite 20 <Enter> com o ORTHO ativado em
direção a 6 ↖
Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: <Enter> novamente para finalizar o comando

Command: ls digite ls <Enter> para acionar o comando de Linha de Simetria


Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: clique com o midpoint ativado no centro da
marcação em 7 ↖
Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: 20 digite 20 <Enter> com o ORTHO ativado em
direção a 8 ↖
Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: <Enter> novamente para finalizar o comando

Command: ls digite ls <Enter> para acionar o comando de Linha de Simetria


Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: clique com o midpoint ativado no centro da
marcação em 9 ↖
Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: 110 digite 110 <Enter> com o ORTHO ativado em
direção a 10 ↖
Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: <Enter> novamente para finalizar o comando

Command: ls digite ls <Enter> para acionar o comando de Linha de Simetria

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Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: clique com o midpoint ativado no centro da
marcação em 11 ↖
Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: 35 digite 35 <Enter> com o ORTHO ativado em
direção a 12 ↖
Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: <Enter> novamente para finalizar o comando

3.1.3. Traçar tubulações em isométrico

O traçado de tubulação no esquema simplificado apresenta a mesma usabilidade que os


comandos de linhas auxiliares e linhas de simetria.

As tubulações no esquema simplificado são inseridas através do Montador:

 Ribbon: CAD/Hidro® tab – Detalhamento panel – Montador.


 Menu: CAD/Hidro® - Montador.
 Toolbar: CAD_Hidro Detalhamento – Montador.
 Teclado: ee.

Com o Montador é possível inserir tubos, conexões, peças e acessórios de projeto


devidamente organizados em Catálogos, Módulos, Itens, Vista, Dimensões e Componentes.

Verifique se o curso está em isométrico, se não estiver digite n no prompt de comando do


AutoCAD seguido de <Enter>.

Utilize a tecla F5 para girar o cursor.

A seguir apresentam-se os passos necessários para realizar o traçado de tubulação.

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Cursores

Command: ee digite ee <Enter> para acionar o comando Montador e na caixa de


diálogo selecione o Módulo [ÁGUA FRIA – PVC Soldável Marrom]; deixe o
checkbox [Detalhamento] desabilitado; selecione o Item [Tubo PVC soldável
marrom]; no slide clique em [TUBO]; selecione a dimensão [25mm] e clique em
[>> Inserir <<] ↖

>>> Insira um Tubo! >>>


Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: A digite A <Enter> para Auxiliar
Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: com o endpoint ativado clique em 2
Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: 10 digite 10 <Enter> com cursor na posição Y e
ORTHO ativado em direção a 13 ↖
Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: com o endpoint ativado clique em 2
Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: A digite A <Enter> para Auxiliar
Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: com o midpoint ativado clique no centro da
marcação em 1 ↖
Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: 20 digite 20 <Enter> com o ORTHO ativado em
direção a 2 ↖
Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: P digite P <Enter> para Projeção com cursor na
posição Z e ORTHO ativado em direção a 6 ↖
Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: com o midpoint ativado clique no centro da
marcação em 5 ↖
Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: P digite P <Enter> para Projeção com cursor na
posição Z e ORTHO ativado em direção a 8 ↖
Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: com o midpoint ativado clique no centro da
marcação em 7 ↖
Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: A digite A <Enter> para Auxiliar
Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: com o midpoint ativado clique no centro da
marcação em 7 ↖
Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: 300 digite 300 <Enter> com ORTHO ativado em
direção a 8 ↖
Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: <Enter> para finalizar a inserção do tubo
Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: com o endpoint ativado clique em 6
Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: 10 digite 10 <Enter> com cursor na posição Y e
ORTHO ativado em direção a 14 ↖
Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: <Enter> para finalizar a inserção do tubo
Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: <Enter> novamente para voltar ao Montador

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Utilize a tecla F5 para girar o cursor.

Cursores

Command: ee digite ee <Enter> para acionar o comando Montador e na caixa de


diálogo selecione o Módulo [ÁGUA QUENTE – PPR]; deixe o checkbox
[Detalhamento] desabilitado; selecione o Item [Tubo PPR PN 20]; no slide
clique em [TUBO]; selecione a dimensão [25mm] e clique em [>> Inserir <<] ↖

>>> Insira um Tubo! >>>


Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: A digite A <Enter> para Auxiliar
Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: com o endpoint ativado clique em 4
Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: 10 digite 10 <Enter> com cursor na posição Y e
ORTHO ativado em direção a 15 ↖
Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: com o endpoint ativado clique em 4
Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: A digite A <Enter> para Auxiliar

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Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: com o midpoint ativado clique no centro da
marcação em 3 ↖
Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: 35 digite 35 <Enter> com o ORTHO ativado em
direção a 4 ↖
Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: P digite P <Enter> para Projeção com cursor na
posição Z e ORTHO ativado em direção a 12 ↖
Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: com o midpoint ativado clique no centro da
marcação em 11 ↖
Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: A digite A <Enter> para Auxiliar
Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: com o midpoint ativado clique no centro da
marcação em 11 ↖
Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: 300 digite 300 <Enter> com ORTHO ativado em
direção a 12 ↖
Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: <Enter> para finalizar a inserção do tubo
Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: <Enter> novamente para voltar ao Montador

Utilize a tecla F5 para girar o cursor.

Cursores

Command: ee digite ee <Enter> para acionar o comando Montador e na caixa de


diálogo selecione o Módulo [ÁGUA QUENTE – PPR]; deixe o checkbox
[Detalhamento] desabilitado; selecione o Item [Tubo PPR PN 20]; no slide
clique em [TUBO]; selecione a dimensão [25mm] e clique em [>> Inserir <<] ↖

>>> Insira um Tubo! >>>


Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: A digite A <Enter> para Auxiliar
Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: com o midpoint ativado clique no centro da
marcação em 11 ↖

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Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: 110 digite 110 <Enter> com cursor na posição Y e
ORTHO ativado em direção a 12 ↖
Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: P digite P <Enter> para Projeção com cursor na
posição Z e ORTHO ativado em direção a 17 ↖
Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: com o midpoint ativado clique em 10
Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: <Enter> para finalizar a inserção do tubo
Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: A digite A <Enter> para Auxiliar
Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: com o midpoint ativado clique no centro da
marcação em 9 ↖
Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: 210 digite 210 <Enter> com ORTHO ativado em
direção a 10 ↖
Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: 10 digite 10 <Enter> com cursor na posição Y e
ORTHO ativado em direção a 19 ↖
Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: <Enter> para finalizar a inserção do tubo
Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: clique em << Finalizar >> para sair do Montador

Esta etapa apresenta a inserção de conexões de Água Fria em isométrico e para tal será
necessário a definição da escala de trabalho.

 Ribbon: CAD/Hidro® tab – Detalhamento panel – Escala.


 Menu: CAD/Hidro® - Escala <XX>.
 Toolbar: CAD_Hidro Auxiliar – Escala.
 Teclado: Sem aliases.

“As conexões no modo simplificado dependem da escala de


trabalho. A escala definirá o tamanho do símbolo a ser inserido

 para uma melhor visualização na impressão. Se o cursor estiver


em isométrico, as conexões serão traçadas em isométrico caso
contrário as conexões serão inseridas em planta”.

 “A escala que mais se adapta a detalhes em isométricos de


ambientes é 1:25”.

Para inserir as conexões:

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Command: ee digite ee <Enter> para acionar o comando Montador e na caixa de
diálogo selecione o Módulo [ÁGUA FRIA – PVC Soldável Marrom]; deixe o
checkbox [Detalhamento] desabilitado; selecione o Item [Joelho 90 soldável c/
bucha de latão]; selecione a dimensão [25mm x 1/2"] e clique em
[>> Inserir <<] ↖

Cursor Isométrico, os símbolos serão inseridos em isométrico!


Selecione o tubo da redução: selecione o trecho de tubulação, entre os pontos
2 e 13, onde será realizada a redução para o ponto de consumo ↖
Selecione o tubo na segunda direção: selecione o trecho de tubulação, na
outra direção, entre os pontos 2 e 20 ↖
Cursor Isométrico, os símbolos serão inseridos em isométrico!
Selecione o tubo da redução: <Enter> para voltar ao Montador

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selecione o Item [Tê soldável c/ bucha de latão na bolsa central]; selecione
a dimensão [25mm x 1/2"] e clique em [>> Inserir <<] ↖

Cursor Isométrico, os símbolos serão inseridos em isométrico!


Selecione o tubo na direção principal: selecione o trecho de tubulação de
passagem direta, entre os pontos 6 e 8 ou entre os pontos 6 e 20 ↖
Selecione o tubo na derivação de redução: selecione o trecho de tubulação,
entre os pontos 6 e 14, onde será realizada a redução para o ponto de consumo
na bolsa central do Tê ↖
Cursor Isométrico, os símbolos serão inseridos em isométrico!
Selecione o tubo na direção principal: <Enter> para voltar ao Montador

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selecione o Item [Tê soldável c/ bucha de latão na bolsa central]; selecione
a dimensão [25mm x 3/4"] e clique em [>> Inserir <<] ↖

Cursor Isométrico, os símbolos serão inseridos em isométrico!


Selecione o tubo na primeira direção: selecione o trecho de tubulação de
passagem direta, entre os pontos 17 e 8 ↖
Selecione o tubo na segunda direção: selecione o trecho de tubulação de
derivação, entre os pontos 6 e 14, onde será realizada a transição de PVC
para PPR na bolsa central do Tê ↖
Cursor Isométrico, os símbolos serão inseridos em isométrico!
Selecione o tubo na direção principal: <Enter> para voltar ao Montador

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selecione o Item [Joelho 90 soldável]; selecione a dimensão [25mm] e clique
em [>> Inserir <<] ↖
Cursor Isométrico, os símbolos serão inseridos em isométrico!
Selecione o tubo na primeira direção: selecione o trecho de tubulação entre
os pontos 20 e 2 ↖
Selecione o tubo na segunda direção: selecione o trecho de tubulação entre os
pontos 20 e 6 ↖
Selecione o tubo na primeira direção: selecione o trecho de tubulação entre
os pontos 8 e 6 ↖
Selecione o tubo na segunda direção: selecione o trecho de tubulação entre os
pontos 8 e 17 ↖
Cursor Isométrico, os símbolos serão inseridos em isométrico!
Selecione o tubo na direção principal: <Enter> para voltar ao Montador

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Cursores

selecione o Item [Registro de Gaveta c/ canopla]; selecione a dimensão [3/4”]


e clique em [>> Inserir <<] ↖

Cursor Isométrico, os símbolos serão inseridos em isométrico!


Selecione o tubo: selecione o trecho de tubulação entre os pontos 8 e 17
Indique a inclinação: 30 digite 30 <Enter> para inserir o registro em 30°
Ponto de inserção: A digite A <Enter> para auxiliar
Ponto Auxiliar: com o midpoint ativado clique no centro da marcação em 7
Ponto Principal: 180 digite 180 <Enter> com cursor na posição Y e o ORTHO
ativado em direção a 8 ↖
Cursor Isométrico, os símbolos serão inseridos em isométrico!
Selecione o tubo: <Enter> para voltar ao Montador

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selecione o Módulo [ÁGUA QUENTE – PPR]; deixe o checkbox [Detalhamento]
desabilitado; selecione o Item [Joelho 90 com rosca fêmea PPR]; selecione a
dimensão [25mm x 1/2"] e clique em [>> Inserir <<] ↖

Cursor Isométrico, os símbolos serão inseridos em isométrico!


Selecione o tubo da redução: selecione o trecho de tubulação, entre os pontos
4 e 15, onde será realizada a redução para o ponto de consumo ↖
Selecione o tubo na segunda direção: selecione o trecho de tubulação, na
outra direção, entre os pontos 4 e 21 ↖
Cursor Isométrico, os símbolos serão inseridos em isométrico!
Selecione o tubo da redução: selecione o trecho de tubulação, entre os pontos
18 e 19, onde será realizada a redução para o ponto de consumo ↖
Selecione o tubo na segunda direção: selecione o trecho de tubulação, na
outra direção, entre os pontos 18 e 10 ↖
Cursor Isométrico, os símbolos serão inseridos em isométrico!
Selecione o tubo da redução: <Enter> para voltar ao Montador

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selecione o Item [Joelho 90 PPR]; selecione a dimensão [25mm] e clique em
[>> Inserir <<] ↖

Cursor Isométrico, os símbolos serão inseridos em isométrico!


Selecione o tubo na primeira direção: selecione o trecho de tubulação entre
os pontos 21 e 4 ↖
Selecione o tubo na segunda direção: selecione o trecho de tubulação entre os
pontos 21 e 12 ↖
Selecione o tubo na primeira direção: selecione o trecho de tubulação entre
os pontos 12 e 21 ↖
Selecione o tubo na segunda direção: selecione o trecho de tubulação entre os
pontos 12 e 16 ↖
Cursor Isométrico, os símbolos serão inseridos em isométrico!
Selecione o tubo na direção principal: <Enter> para voltar ao Montador

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selecione o Item [Tê normal PPR]; selecione a dimensão [25mm] e clique em
[>> Inserir <<] ↖

Cursor Isométrico, os símbolos serão inseridos em isométrico!


Selecione o tubo na primeira direção: selecione o trecho de tubulação de
passagem direta, entre os pontos 16 e 12 ↖
Selecione o tubo na segunda direção: selecione o trecho de tubulação de
derivação, entre os pontos 16 e 10 na direção da bolsa central do Tê ↖
Cursor Isométrico, os símbolos serão inseridos em isométrico!
Selecione o tubo na direção principal: <Enter> para voltar ao Montador

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selecione o Item [Conector macho PPR]; selecione a dimensão [25mm x 3/4"] e
clique em [>> Inserir <<] ↖

Cursor Isométrico, os símbolos serão inseridos em isométrico!


Selecione o tubo: selecione o trecho de tubulação entre os pontos 16 e 12
Indique a inclinação: 90 digite 90 <Enter> para inserir o conector macho com
indicação vertical de 90°, e posicione o símbolo criado na tubulação com o
OSNAP desativado próximo a derivação da bucha de latão do tê ↖
Cursor Isométrico, os símbolos serão inseridos em isométrico!
Selecione o tubo: <Enter> para voltar ao Montador

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selecione o Item [Misturador monocomando p/ chuveiro]; selecione a dimensão
[3/4"] e clique em [>> Inserir <<] ↖

Cursor Isométrico, os símbolos serão inseridos em isométrico!


Selecione o tubo: selecione o trecho de tubulação entre os pontos 16 e 17
Indique a inclinação: 90 digite 90 <Enter> para inserir o misturador com
indicação vertical de 90°, e posicione o símbolo criado na tubulação com o
OSNAP Endpoint ativado no ponto 10 ↖
Cursor Isométrico, os símbolos serão inseridos em isométrico!
Selecione o tubo: <Enter> para voltar ao Montador

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Cursores

selecione o Item [Registro de Gaveta PPR c/ canopla]; selecione a dimensão


[25mm] e clique em [>> Inserir <<] ↖

Cursor Isométrico, os símbolos serão inseridos em isométrico!


Selecione o tubo: selecione o trecho de tubulação entre os pontos 12 e 16
Indique a inclinação: 30 digite 30 <Enter> para inserir o registro em 30°
Ponto de inserção: A digite A <Enter> para auxiliar
Ponto Auxiliar: com o OSNAP midpoint ativado clique no centro da marcação em
11
Ponto Principal: 180 digite 180 <Enter> com cursor na posição Y e o ORTHO
ativado em direção a 8 ↖
Cursor Isométrico, os símbolos serão inseridos em isométrico!
Selecione o tubo: <Enter> para voltar ao Montador

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4. PROJETO DE ESGOTO SANITÁRIO

4.1. DETALHAMENTO DE ESGOTO SANITÁRIO

Diferentemente do detalhamento de água fria e quente, o detalhamento de esgoto


sanitário é feito em planta baixa.

4.1.1. DETERMINAÇÃO DOS PONTOS AUXILIARES

Antes de realizar o caminho da tubulação por meio das linhas auxiliares, deve-se
determinar os pontos de contribuição de seu projeto, juntamente com as distâncias da
tubulação a parede.

Unidades em cm

Command: k digite k <Enter> para acionar comando linha auxiliar


Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: A digite A <Enter> para auxiliar
Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: com o OSNAP endpoint ativado clique no ponto 1
Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: 70 digite 70 <Enter> com o cursor ortogonal, com o
ORTHO ativado em direção a 2 ↖
Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: 2 digite 2 <Enter> com o cursor posicionado para
esquerda ↖
Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: <Enter> para finalizar o comando k

Command: k digite k <Enter>


Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: A digite A <Enter> para auxiliar
Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: com o OSNAP endpoint ativado clique no ponto 1

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Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: 165 digite 165 <Enter> com o ORTHO ativado em
direção a 2 ↖
Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: 35 digite 35 <Enter> com o cursor posicionado para
esquerda ↖
Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: <Enter> para finalizar o comando k

Command: k digite k <Enter>


Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: A digite A <Enter> para auxiliar
Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: com o OSNAP endpoint ativado clique no ponto 3
Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: 20 digite 20 <Enter> com o ORTHO ativado e cursor
posicionado para direita ↖
Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: 20 digite 20 <Enter> com o cursor posicionado para
baixo ↖
Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: <Enter> para finalizar o comando k

Command: k digite k <Enter>


Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: A digite A <Enter> para auxiliar
Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: com o OSNAP endpoint ativado clique no ponto 3
Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: 60 digite 60 <Enter> com o ORTHO ativado e cursor
posicionado para baixo ↖
Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: 20 digite 20 <Enter> com o cursor posicionado para
baixo ↖
Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: <Enter> para finalizar o comando k

4.1.2. DETERMINAR O TRAÇADO DA LINHA DE SIMETRIA

Para determinar o traçado de linha simetria usar-se-á o comando ls, similar ao comando k,
partindo dos pontos de contribuição previamente demarcados anteriormente.

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Command: ls digite ls <Enter> para acionar comando linha de simetria
Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: com o OSNAP endpoint ativado clique no ponto 1
Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: com o OSNAP desativado e com o ORTHO ativado
clique em um ponto qualquer com o cursor posicionado para baixo ↖
Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: l digite l <Enter>
Ponto da Ligação: com o OSNAP endpoint ativado clique no ponto 2
Angulo da ligação <45>: 45 digite 45 <Enter>
Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: <Enter> para finalizar o comando linha de simetria

Command: ls digite ls <Enter>


Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: com o OSNAP endpoint ativado clique no ponto 3
Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: com o OSNAP desativado e com o ORTHO ativado
clique no centro onde será inserida a caixa de inspeção com o cursor ↖
posicionado para cima ↖
Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: <Enter> para finalizar o comando

Command: ls digite ls <Enter>


Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: com o OSNAP endpoint ativado clique no ponto 1
Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: com o OSNAP perpendicular ativado clique no ponto
4 ↖
Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: <Enter> para finalizar o comando

Command: ls digite ls <Enter>


Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: com o OSNAP endpoint ativado clique no ponto 5
Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: com o OSNAP midpoint ativado clique na linha de
simetria entre os pontos 1 e 4 ↖
Ponto ou [DUMAOGLCSPXNYF]: <Enter> para finalizar o comando

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4.1.3. Inserção das Conexões

Após o lançamento das linhas de simetria, inicia-se o processo de montagem de projeto


dos tubos, conexões, peças e acessórios de projeto hidrossanitário:

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Command: ee digite ee <Enter> para acionar o comando Montador e na caixa de
diálogo selecione o Módulo [Esgoto – PVC Série Normal]; deixe o checkbox
[Detalhamento] habilitado; selecione o Item [Conjuntos]; no slide clique em
[Conjuntos (Ponto de contribuição sobre viga)]; selecione a dimensão [40mm] e
clique em [>> Inserir <<] ↖

Ponto de Inserção do Bloco: com o OSNAP endpoint ativado clique no ponto 2


Ângulo de Rotação do Bloco: com o ORTHO ativado e OSNAP desativado posicione
o cursor para a direita e clique em um ponto qualquer; digite 40 e clique ↖
em [OK] ↖
Ponto de Inserção do Bloco: <Enter> para voltar ao montador

No slide clique em [Conjuntos (Ligação vaso sanitário c/ adaptador 2)];


selecione a dimensão [100mm] e clique em [>> Inserir <<] ↖

Ponto de Inserção do Bloco: com o OSNAP endpoint ativado clique no ponto 3


Ângulo de Rotação do Bloco: com o ORTHO ativado e OSNAP desativado posicione
o cursor para a cima e clique em um ponto qualquer ↖
Ponto de Inserção do Bloco: <Enter> para voltar ao montador

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No slide clique em [Conjuntos (Joelho 90 bolsa para cima)]; selecione a
dimensão [50mm] e clique em [>> Inserir <<] ↖

Ponto de Inserção do Bloco: com o OSNAP endpoint ativado clique no ponto 5


Ângulo de Rotação do Bloco: com o ORTHO desativado e OSNAP endpoint ativado
clique no ponto 8; digite 300 e clique em [OK] ↖
Ponto de Inserção do Bloco: <enter> para voltar ao montador

Selecione a dimensão [40mm] e clique em [>> Inserir <<] ↖

Ponto de Inserção do Bloco: com o OSNAP endpoint ativado clique no ponto 2


Ângulo de Rotação do Bloco: com o ORTHO desativado e OSNAP endpoint ativado
clique no ponto 6; digite 0 e clique em [OK] ↖
Ponto de Inserção do Bloco: <Enter> para voltar ao montador

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Selecione o Item [Caixa sifonada]; no slide clique em [Caixa sifonada (S)];
selecione a dimensão [100mm x 50mm] e clique em [>> Inserir <<] ↖

Ponto de Inserção do Bloco: com o OSNAP endpoint ativado clique no ponto 1


Ângulo de Rotação do Bloco: com o ORTHO e OSNAP endpoint ativados clique no
ponto 4 ↖
Ponto de Inserção do Bloco: <Enter> para voltar ao montador

Selecione o Item [Tê 90]; no slide clique em [Tê 90 (E)]; selecione a


dimensão [50mm x 50mm] e clique em [>> Inserir <<] ↖

Ponto de Inserção do Bloco: com o OSNAP endpoint ativado clique no ponto 8


Ângulo de Rotação do Bloco: com o ORTHO e OSNAP endpoint ativados clique no
ponto 1 ↖
Ponto de Inserção do Bloco: <Enter> para voltar ao montador

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Selecione a dimensão [100mm x 50mm] e clique em [>> Inserir <<]

Ponto de Inserção do Bloco: com o OSNAP endpoint ativado clique no ponto 4


Ângulo de Rotação do Bloco: com o ORTHO e OSNAP endpoint ativados clique no
ponto 3 ↖
Ponto de Inserção do Bloco: <Enter> para voltar ao montador

Selecione o Item [Curva 45 longa]; no slide clique em [Curva 45 longa (L)];


selecione a dimensão [40mm] e clique em [>> Inserir <<] ↖

Ponto de Inserção do Bloco: com o OSNAP endpoint ativado clique no ponto 6


Ângulo de Rotação do Bloco: com o ORTHO e OSNAP endpoint ativados clique no
ponto 1; clique em [ Não ] ↖
Ponto de Inserção do Bloco: <Enter> para voltar ao montador

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Selecione o Item [Joelho 90]; no slide clique em [Joelho 90 (S)]; selecione a
dimensão [50mm] e clique em [>> Inserir <<] ↖

Ponto de Inserção do Bloco: com o OSNAP endpoint ativado clique no ponto 4


Ângulo de Rotação do Bloco: com o ORTHO e OSNAP endpoint ativados clique no
ponto 1 ↖

Ponto de Inserção do Bloco: com o OSNAP endpoint ativado clique no ponto 8


Ângulo de Rotação do Bloco: com o ORTHO desativado e com OSNAP endpoint
ativado clique no ponto 5 ↖
Ponto de Inserção do Bloco: <Enter> para voltar ao montador

Selecione o Item [Caixa de Inspeção]; no slide clique em [Caixa de Inspeção


(Concreto)] e clique em [>> Inserir <<] ↖

Ponto de Inserção do Bloco: com o OSNAP endpoint ativado clique no ponto 7


Ângulo de Rotação do Bloco: <Enter> para zero graus
Ponto de Inserção do Bloco: <Enter> para voltar ao montador

Para inserção das luvas basta repetir os procedimentos análogos aos apresentados.

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4.1.4. INSERÇÃO DE TUBULAÇÃO

A tubulação pode ser inserida de duas maneiras, uma é pelo Montador já apresentado e a
outra é pelo comando Tubo.

 Ribbon: CAD/Hidro® tab – Detalhamento panel – Tubo.


 Menu: CAD/Hidro® - Tubo.
 Toolbar: CAD_Hidro Detalhamento – Inserir Tubo Detalhado.
 Teclado: tu

Command: tu digite tu <Enter> para acionar o comando Tubo


Selecione o 1o. bloco ou [Click] para ponto: Selecione a primeira conexão da
extremidade do tubo ou <Enter> ou clique em um ponto qualquer para ↖
selecionar um ponto específico ↖

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Selecione o 2o. bloco ou [Click] para ponto: Selecione a primeira conexão da
extremidade do tubo ou <Enter> ou clique em um ponto qualquer para ↖
selecionar um ponto específico ↖

Se o sistema não conseguir encontrar dimensões similares entre as conexões selecionadas,


se for utilizado o ponto ou se houver mais de uma conexão cadastrada para o Módulo o
sistema solicitará a confirmação do tubo e sua respectiva dimensão.

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4.1.5. INDICAÇÃO DE DIÂMETRO E FLUXO
Para realizar a indicação de diâmetro, fluxo e/ou inclinação você deve acionar o comando
Indicar diâmetro.

 Ribbon: CAD/Hidro® tab – Detalhamento panel – Indicar diâmetro.


 Menu: CAD/Hidro® - Indicar diâmetro.
 Toolbar: CAD_Hidro Detalhamento – Indicar diâmetro.
 Teclado: ii

Command: ii digite ii <Enter> para acionar o comando Indicar diâmetro.

Selecione um tubo: selecione um tubo a sua escolha


Indique a Direção: com o ORTHO desativado, clique direcionando o cursor no
sentido do fluxo ↖

Informe a inclinação da tubulação:

Indique a Direção: posicione a indicação


Selecione um tubo: continue as indicações ou <Enter> para sair do comando

 “Tanto a indicação do fluxo quanto a inclinação podem ser


suprimidos desta indicação no comando Configuração”.

4.1.6. INDICAÇÃO, GERAÇÃO E REORDENAÇÃO DE LEGENDA


Antes de gerar a legenda será necessário indicar as conexões. Para isso utiliza-se o
comando Indicar Legenda.

 Ribbon: CAD/Hidro® tab – Detalhamento panel – Indicar Legenda.


 Menu: CAD/Hidro® - Lengenda - Indicar Entidade.
 Toolbar: CAD_Hidro Detalhamento – Indicar Entidade Legenda.
 Teclado: il

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Depois que as conexões estiverem identificadas, para que gerar a legenda basta executar o
comando Gerar Legenda.

 Ribbon: CAD/Hidro® tab – Detalhamento panel – Gerar Legenda.


 Menu: CAD/Hidro® - Lengenda - Gerar Legenda.
 Toolbar: CAD_Hidro Detalhamento – Gerar Legenda.
 Teclado: gl

Se for necessário, para ordenar as indicações de legenda em ordem alfabética das


descrições, você pode utilizar o comando Reordenar Legenda.

 Ribbon: CAD/Hidro® tab – Detalhamento panel – Reordenar Legenda.


 Menu: CAD/Hidro® - Lengenda - Reordenar Legenda.
 Toolbar: sem acesso via toolbar.
 Teclado: rl

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 “As indicações de legenda podem ser configuradas pelo
comando Configuração”.

4.1.7. RELAÇÃO DE MATERIAIS

Para extrair o quantitativo de materiais, utiliza-se o comando Relações de Materiais.

Command: rm Digite rm <Enter>


Selecione o formato de geração, clique em [Gerar] e [Do desenho]

Selecione as entidades ou <Enter> para todas:


Select objects: Abra uma janela de seleção que enquadre o desenho proposto
Select objects: <Enter> para finalizar a seleção
Salve o arquivo de dados da relação de materiais “.mat”
Salve o arquivo de visualização da relação de materiais “.html”

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Tabela 34 – Relação de Materiais HTML

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5. REFERÊNCIAS

AMANCO. Catálogo Técnico – Linha Predial, disponível em: www.amanco.com.br: acessado


em 31/07/2011.

ASSOCIAÇÃO DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 5626: Instalação predial de água fria. Rio de Janeiro,
1998.

ASSOCIAÇÃO DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 7198: Projeto e execução de instalações prediais de


água quente. Rio de Janeiro, 1993.

ASSOCIAÇÃO DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 8160: Sistemas prediais de esgoto sanitário - Projeto
e execução. Rio de Janeiro, 1999.

ASSOCIAÇÃO DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10844: Instalações prediais de águas pluviais. Rio de
Janeiro, 1989.

CREDER, Hélio – Instalações Hidráulicas e Sanitárias - Editora Livros Técnicos e Científicos S. A.


5ª Edição. Rio de Janeiro, 1999.

FREIRE, Eloisa - Sistemas Prediais de Suprimento de Água Fria - Tipos de Sistemas,


Componentes e Dimensionamento. Disponível em: http://www.pdfmeta.com. Acessado em:
30/07/2011

ILHA, Marina Sangoi de Oliveira – Sistemas Prediais de Água Fria – Texto Técnico. Escola
Politécnica da USP, Departamento de Engenharia de Construção Civil / USP, 1994.

LYRA, Paulo – Sistemas Prediais – Departamento de Hidráulica – Universidade São Paulo / USP
– 2000.

MACINTYRE, Joseph A. – Instalações Hidráulicas Prediais e Industriais - Editora Livros Técnicos


e Científicos S. A. 3ª Edição. Rio de Janeiro, RJ, 2000.

PROCOBRE. O cobre nas instalações hidráulicas – Manual Técnico, disponível em:


www.procobre.com.br: acessado em 31/07/2011.

TIGRE. Catálogo Técnico – Linha Predial, disponível em: www.tigre.com.br: acessado em


31/07/2011.

TUPY. Catálogo Técnico – BSP/NPT, disponível em: www.tupy.com.br: acessado em


31/07/2011.

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