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IF/UFRJ Introdução às Ciências Físicas II – ICF2

Segundo Semestre de 2010 Avaliação Presencial Final

Questão Nota Rubrica


1a
2a
Nome:________________________________________
3a
Pólo:_________________________________________ Total

ICF2 e ICF2q– AVALIAÇÃO PRESENCIAL FINAL – AP3


GABARITO
ALUNOS DA BIOLOGIA, FÍSICA E MATEMÁTICA: PROVA AP31 ou AP32
PROVA AP31 (Substituição da nota N1) – QUESTÕES I, II e III
PROVA AP32 (Substituição da nota N2) – QUESTÕES IV, V e VI
ALUNOS DA QUÍMICA: PROVA AP31 – QUESTÕES I, II e III
INFORMAÇÕES IMPORTANTES:

¾ O tempo de duração da prova é 2:30 h


¾ É permitido o uso de máquina de calcular, portanto os cálculos numéricos intermediários devem
ser feitos no desenvolvimento das questões.
¾ As resoluções devem ser apresentadas na folha de respostas e a caneta à tinta azul ou preta por
conta da vista de prova. PORTANTO, NÃO USE CANETA A TINTA VERMELHA! Provas
resolvidas a lápis grafite não retornarão ao pólo para a vista e os pedidos de revisão não serão
atendidos.
¾ Seja organizado ao apresentar as soluções dos problemas propostos. Havendo a necessidade de
mudar de página para dar continuidade à solução de um problema, indique isso claramente.
Faça uma boa caligrafia e não deixe seu trabalho parecer um rascunho.
¾ Seja organizado ao apresentar as soluções dos problemas propostos.
¾ A resolução das questões deverá ser acompanhada de justificativas concisas baseadas nas leis
associadas ao assunto das questões.

PROVA AP31 (QUESTÕES I, II e III)

PADRÃO DE CORREÇÃO:

• Esta AP31 é composta por três (3) questões.


• As questões podem ser compostas por mais de um problema
• Os problemas podem ter mais que um item.

Pontuação dos itens de cada questão:


Questão 1 (4,0 pontos): 8 itens → 5 afirmativas corretas = 0,4 por afirmativa
3 afirmativas erradas = 0,4 por afirmativa
Correção das afirmativas erradas = 0,4 por afirmativa.
Pontuação máxima da questão = 4,0 pontos
Questão 2 (3,0 pontos): 6 itens (partes A e B) → 0,6 ponto por item. Pontuação máxima da questão
= 3,0 pontos
Questão 3 (3,0 pontos): 6 itens → 0,6 ponto por item. Pontuação máxima da questão = 3,0 pontos
Se o item estiver divido em subitens, a pontuação de cada subitem vem da divisão da pontuação do
item pelo número de subitens.
Coordenador da disciplina : Professor Stenio Wulck
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Descontos por itens:


• Se, de partida, o item estiver conceitualmente errado: 0,0 no item.
• Quando uma resposta exigir justificativa, metade da pontuação do item é para a justificativa. A
outra metade é para o raciocínio, desenvolvimento e resposta.
• Figura mal feita ou incompleta (quando solicitado figura): - 50% da pontuação do item.
• Resposta direta em item que exige desenvolvimento de cálculo: 0,0 no item.
• Erro de cálculo ou contas indicadas ou incompletas: - 25% da pontuação do item
• Esquecimento da unidade ou unidade errada: - 25% da pontuação do item
• Erro no número de algarismos significativos (questão experimental): - 25% da pontuação do
item

QUESTÃO I (4,0 PONTOS): Leia atentamente cada uma das 8 afirmativas abaixo. Nem todas
estão corretas! Identifique as afirmativas corretas, assinalando-as com C. As afirmativas erradas
devem ser assinaladas com E e reescritas devidamente corrigidas no seu caderno de respostas.
a) Uma esfera condutora com excesso de carga positiva e suspensa por um fio isolante entra em
contato com outra esfera idêntica, porém neutra, também suspensa por um fio isolante. Como
resultado desse contato direto, a primeira esfera transfere cargas positivas para a esfera neutra.
Portanto, a primeira esfera fica com excesso de cargas negativas e a segunda esfera fica com
excesso de cargas positivas. (E)

Uma esfera de cobre (meio condutor) com excesso de carga positiva e suspensa por um fio isolante
entra em contato com outra esfera condutora neutra também suspensa por um fio isolante. Como
resultado desse contato direto, há uma transferência de cargas negativas (elétrons livres) da esfera
neutra para a primeira esfera. Como resultado final, ambas as esferas ficam positivamente
carregadas.

b) As cargas elétricas criam no espaço um campo elétrico. Em um determinado ponto, campo


elétrico criado por várias cargas é a soma vetorial do campo elétrico de cada uma das cargas. Nessa
soma, o campo elétrico de uma carga pontual não é alterado pela presença de outras cargas
pontuais. (C)
c) Uma linha de campo elétrico (ou linha de força) é uma linha (ou curva) imaginária desenhada
passando por uma região do espaço de modo que a tangente em qualquer ponto dessa linha (ou
curva) dá a direção e o sentido do campo elétrico nesse ponto. (C)

d) A diferença de potencial elétrico entre dois pontos numa mesma superfície equipotencial é igual
ao produto do campo elétrico (módulo) pela distância entre esses dois pontos. (E)

A diferença de potencial elétrico entre dois pontos numa mesma superfície equipotencial é igual a
zero. Todos os pontos numa mesma superfície equipotencial têm o mesmo potencial! Essa é a
definição de superfície equipotencial.

e) Em um meio condutor, a corrente elétrica produzida por vários transportadores de corrente é a


soma dos módulos das correntes elétricas convencionais associadas a cada um dos transportadores.
(C)
f) Uma fonte de energia elétrica é dita ideal quando a voltagem fornecida por ela independe da
corrente elétrica que atravessa essa fonte. (C)

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g) A Lei das Malhas é decorrente da existência de um campo elétrico conservativo no circuito. Esse
campo permite a definição de um potencial elétrico. A Lei dos Nós está relacionada à conservação
da carga elétrica e da inexistência de acúmulo de cargas elétricas no interior do condutor. (C)
h) Em princípio, um chuveiro elétrico doméstico funciona com tensão constante. Nesse caso, quanto
maior a sua resistência elétrica maior a corrente e mais quente fica a água que sai dele. (E)

Em princípio, um chuveiro elétrico doméstico funciona com tensão constante. Nesse caso, quanto
menor a sua resistência elétrica maior a corrente e mais quente fica a água que sai dele.

QUESTÃO II (3,0 PONTOS):


A) Duas cargas puntiformes, q1 = q e q2 = -3q estão separadas q1 q2
por uma distância igual a d conforme ilustra a Figura 2A-N1 ao
lado. A constante k, de Coulomb, é um dado do problema.
Sempre justificando as respostas, determine o módulo, a d
direção e o sentido Figura 2A-N1

a) da força elétrica que a carga q1 exerce sobre a carga q2;

Seja r̂ um vetor unitário na direção da reta que une as r


cargas q1 e q2, e orientado da carga q1 (carga fonte do q1 q2
F12
campo) à carga q2. Veja a figura ao lado. O sentido

indicado pelo unitário r̂ é o que convencionaremos d
como sendo positivo: aponta para fora da carga fonte.
Aplicando a Lei de Coulomb, temos:
r kq q kq(−3q) r 3kq 2
F12 = 12 2 rˆ = ˆ
r ⇒ F12 = − rˆ
d d2 d2
3kq 2 r
Em módulo, F12 = 2 . A direção da força F12 é ao longo da reta que une as duas cargas, mas o
d
sentido é o oposto ao convencionado como positivo. A figura imediatamente acima ilustra isso.

b) do campo elétrico que a carga q1 cria no ponto onde se encontra a carga q2;
r
O campo elétrico E1 que a carga q1 cria no ponto onde se encontra a carga q2 é o de uma carga
puntiforme:
r q1 r q2 r
r F r kq r kq F12 E1
E1 = 12 ⇒ E1 = 21 rˆ ∴ E1 = 2 rˆ r̂
q2 d d
kq r r
Em módulo, E1 = 2 . Observe que a direção do vetor E1 é a mesma do vetor F12 , mas os sentidos
d
são opostos. A última figura acima simplesmente ilustra esse fato. Os respectivos comprimentos
(módulos) também são diferentes, mas não os representamos obedecendo a mesma escala.

c) da força elétrica que a carga q2 exerce sobre a carga q1.

A carga fonte (do campo) agora é a q2. De acordo com a q1 q2


nossa notação, a direção do unitário r̂ é ao longo da reta
que une as duas cargas e o sentido positivo aponta para r̂
fora da carga fonte. Veja a figura ao lado.
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r
Então, o campo elétrico E 2 que a carga q2 cria no ponto onde se encontra a carga q1 é:

r kq r 3kq
E 2 = 22 rˆ ∴ E 2 = − 2 rˆ .
d d

3kq
Em módulo, E 2 = .
d2
r r
Observe que a direção do vetor E 2 é a mesma do vetor q1 E2 q2
r̂ , mas os sentidos são opostos. A figura ao lado ilustra r̂
esse fato.
r r r
A força coulombiana F21 que a carga q2 exerce sobre a carga q1 é F21 = q1 E 2 . Então,
r 3kq 2
F21 = − 2 rˆ .
d
3kq 2
Em módulo, F21 = 2 .
d
r r r
q1 E2 q2
Os vetores E 2 e F21 têm a mesma direção e o mesmo
sentido. Veja a figura à direita.. r̂ r
F 21
r r
Solução rápida: Os vetores F12 e F21 têm a mesma direção e o mesmo módulo, mas os sentidos
são opostos. Esses vetores formam o par ação/reação do enunciado da Terceira Lei de Newton.
r r r r 3kq 2
F12 + F21 = 0 ⇒ F21 = - F12 . Em módulo, F21 = F12 = 2
. A direção dessas forças é ao longo
r
d
da reta que une as duas cargas, e o sentido de F21 é da carga q1 para a carga q2.

B) O dipolo elétrico da Figura 2B-N1 ao Y


lado é formado pelas cargas elétricas
puntiformes +q e –q separadas pela Vetores
P ĵ
distância d 3 . Um ponto P nesta figura unitários
encontra-se no eixo Y e dista de d da
origem do sistema de eixos mostrado na iˆ
figura em questão. A constante k, de d
Coulomb, é um dado do problema.
+q -q
Reproduza a Figura 2B-N1 no seu X
0
caderno de resposta e responda os itens d 3
abaixo. Quando preciso, faça uso dos
Figura 2B-N1
vetores unitários iˆ e ĵ . Justifique as
respostas!
a) Desenhe na figura do caderno de resposta o campo elétrico criado pela carga –q no ponto P.
Idem para a carga +q.

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r
E+

Os Campos elétricos estão P


representados na figura ao lado por θ
r r r
E+ e E− . E−
d

+q θ -q
X
d 3
b) Desenhe na figura do caderno de resposta o campo elétrico resultante criado pelo dipolo
elétrico no ponto P.
r
E+
r
ER

Campo elétrico representado na figura


r
à direita por E R . Este vetor foi
desenhado na figura como sendo o
resultado da soma geométrica dos P β
r r
vetores E + e E − . r
E−
d

+q -q
X
d 3
c) Calcule o campo elétrico resultante criado pelo dipolo elétrico no ponto P.

Seja R a distância da carga –q ao ponto P. Então: R2 = 3d2 + d2 ⇒ R = 2d.

kq kq
Em módulo: E − = e E+ = .
4d 2 d2
r r
Logo, E+ = 4E-. Esta relação entre os comprimentos dos vetores E + e E − não está preservada
nas figuras acima. No entanto, é indicado que E+ > E-.
De acordo com as figuras desenhadas acima,
r r kq
E + = E+ ĵ ∴ E + = 2 ˆj
d
r
E − = E- cos θ iˆ - E- sen θ ĵ
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Com
d 3 3
cos θ = ⇒ cos θ =
2d 2
d 1
sen θ = ⇒ sen θ =
2d 2
Ou seja,
r kq ⎛ 3 ⎞ ⎛ ⎞
E− = ⎜ ˆ− 1
i ˆj ⎟ = kq ⎜ 3 iˆ − 1 ˆj ⎟ .
4d 2 ⎜ 2 2 ⎟ d ⎜ 8
2
8 ⎟⎠
⎝ ⎠ ⎝
r
Logo, o campo elétrico resultante, E R , no ponto P é:

r r r kq kq ⎛ 3 ˆ 1 ˆ ⎞
E R = E + + E − = 2 ˆj + 2 ⎜⎜
d d ⎝ 8
r
i − j ⎟⎟ ⇒ E R =
8 ⎠
kq
8d 2
(
3 iˆ + 7 ˆj )
r
O ângulo β que o vetor E R faz com o eixo x está dado por:

7
tg β = ≈ 4,04 ∴ β = 76 o
3

QUESTÃO III (3,0 PONTOS):


O experimento representado pela Figura 3- I J
N1 ao lado tem a ver com as Práticas 2 e 3 A D
do Módulo 4 de ICF2. Um aluno de ICF2 L1
realizou medidas de voltagens e correntes, e H E
fez observações quanto à intensidade do G F
brilho das lâmpadas incandescentes L2
presentes no circuito. As lâmpadas estão - L3
Fonte
indicadas por L1, L2 e L3, e as letras de A a +
J indicam pontos do circuito. Algumas das C
medidas de voltagens e correntes feitas pelo Potenciômetro
aluno estão mostradas na Tabela 3-N1. As
incertezas das medidas não estão mostradas Figura 3-N1
B
na tabela.

Tabela 3-N1 ∆V [V] i [A] P [W]


Fonte aberta -14,0 0,0 0
Fonte no circuito -2,6 0,5 1,30
Lâmpada 1 (L1) 1,2 0,3 0,36
Lâmpada 2 (L2) 1,2 0,2 0,24
Lâmpada 3 (L3) 0,6 0,5 0,30
Potenciômetro 0,8 0,5 0,40

Sempre justificando as respostas, responda as perguntas a seguir!


a) Desenhe na Figura 3-N1 o sentido convencional da corrente.

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I J
A D
De acordo com o sentido convencional, a H
L1
E
corrente elétrica através da fonte que
G F
alimenta o circuito entra pelo pólo de menor
potencial e sai pelo pólo de maior potencial -
L2
L3
elétrico. A corrente elétrica que percorre o Fonte
+
circuito está representada pelas setas
C
ilustradas na figura ao lado.
Potenciômetro

Figura 3-N1
b) Quais são as malhas desse circuito? E os B
“nós”?
Neste circuito existem três malhas: ABCDEFGHA, ABCDEJIHA e EJIHGFE. Os “nós” são dois: E
eH
c) Complete a Tabela 3-N1 com os dados que faltam.
As lâmpadas L1 e L2 estão em paralelo, portanto, submetidas à mesma diferença de potencial de 1,2
V.
Aplicando-se a Lei das Malhas à malha ABCDEFGHA podemos determinar a diferença de
potencial entre os pontos D e C. Esta diferença de potencial é aquela aplicada à lâmpada L3. Então:
∆VAB + ∆VBC + ∆VCD + ∆VDA = 0 (Lei das Malhas) Definição: ∆VXY = VY - VX
2,6 – 0,8 - ∆VCD – 1,2 = 0 ⇒ ∆VCD = - ∆VDC = - 0,6 V
A corrente que atravessa a fonte corresponde a 0,5 A e a potência dissipada pela lâmpada L1 é igual
a 0,36W. Como a diferença de potencial em L1 é igual a 1,2 V e a potência dissipada por ela está
dada por P = Vi, segue-se que a corrente elétrica através do seu filamento é 0,36/1,2 = 0,3 A.

De acordo com a Lei dos Nós, no “nó” E entra 0,5 A e no “no” H sai 0,5 A. Então, através do
filamento da lâmpada L2 passa 0,2 A. Ou seja, esta lâmpada dissipa 1,2 V x 0,2 A = 0,24 W.

A corrente através da lâmpada L3 é 0,5 A.

A fonte no circuito fornece P = Vi = 2,6 x 0,5 = 1,3 W.


A lâmpada L1 dissipa 0,36 W
A lâmpada L2 dissipa 0,24 W
A lâmpada L3 dissipa P = Vi = 0,6 x 0,5 = 0,30 W

Portanto, fazendo o balanço de energia, determina-se que a potência dissipada pelo potenciômetro é
de 0,40 W. Isto porque a potência fornecida pela fonte está sendo consumida pelos elementos do
circuito.

d) Qual das lâmpadas brilha mais?

A lâmpada que brilha mais é aquela que dissipa mais energia, ou seja, é a lâmpada L1.

e) Em que valor de resistência elétrica o potenciômetro foi colocado?

Aplicando-se a Lei de Ohm ao potenciômetro, temos:


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R = V / i ⇒ R = 0,8 / 0,5 ∴R = 1,6 Ω

f) Considerando os filamentos das lâmpadas como resistências elétricas, qual a resistência


equivalente do circuito?

A resistência elétrica associada a lâmpada L1 é R1 = 1,2 / 0,3 = 4,0 Ω


A resistência elétrica associada a lâmpada L2 é R2 = 1,2 / 0,2 = 6,0 Ω
A resistência elétrica associada a lâmpada L3 é R3 = 0,6 / 0,5 = 1,2 Ω
A resistência elétrica do potenciômetro é Rp = 1,6 Ω

Como as lâmpadas L1 e L2 estão em paralelo, a resistência equivalente desta parte do circuito é:

R1 R2 24
R' = = ∴ R ' = 2,4 Ω
R1 + R2 10

Logo, a resistência equivalente do circuito todo corresponde à soma 2,4 + 1,2 + 1,6 = 5,2 Ω, pois o
resistores R’, R3 e Rp estão em série.

PROVA AP32 (QUESTÕES IV, V e VI)

ATENÇÃO: De acordo com o aviso amplamente divulgado na plataforma e as condições lá


apresentadas, o aluno que se sentiu prejudicado na data da aplicação da AP2 por conta dos
conflitos ocorridos nas áreas vizinhas à cidade do Rio de Janeiro poderá optar por escolher a
AP32 – Questões 4, 5 e 6 - como a AP2 ou tê-la como AP32 propriamente dita. Isto vale
somente para alunos que moram em área onde o conflito ocorreu, se o pólo está em área de
conflito ou se o aluno tinha que passar pela área de conflito para chegar ao pólo. Assinale no
quadro abaixo a sua opção em relação AP32

AVALIAÇÃO OPÇÃO (MARCAR COM X)


AP2
AP32
AP32

PADRÃO DE CORREÇÃO:
• Esta AP2 é composta por três (3) questões.
• As questões podem ser compostas por mais de um problema
• Os problemas podem ter mais que um item.

Pontuação dos itens de cada questão:


Questão 1 (4,0 pontos): 8 itens → 5 afirmativas corretas = 0,4 por afirmativa
3 afirmativas erradas = 0,4 por afirmativa
Correção das afirmativas erradas = 0,4 por afirmativa.
Pontuação máxima da questão = 4,0 pontos
Questão 2 (3,0 pontos): (partes A e B) 6 itens → 0,6 ponto por item. Pontuação máxima da questão
= 3,0 pontos
Questão 3 (3,0 pontos): 6 itens → 0,6 ponto por item. Pontuação máxima da questão = 3,0 pontos
Se o item estiver divido em subitens, a pontuação de cada subitem vem da divisão da pontuação do
item pelo número de subitens.
Descontos por itens:
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• Se, de partida, o item estiver conceitualmente errado: 0,0 no item.


• Quando uma resposta exigir justificativa, metade da pontuação do item é para a justificativa. A
outra metade é para o raciocínio, desenvolvimento e resposta.
• Figura mal feita ou incompleta (quando solicitado figura): - 50% da pontuação do item.
• Resposta direta em item que exige desenvolvimento de cálculo: 0,0 no item.
• Erro de cálculo ou contas indicadas ou incompletas: - 25% da pontuação do item
• Esquecimento da unidade ou unidade errada: - 25% da pontuação do item
• Erro no número de algarismos significativos (questão experimental): - 25% da pontuação do
item

QUESTÃO IV (4,0 PONTOS): Leia atentamente cada uma das 08 afirmativas abaixo. Nem todas
estão corretas! Identifique as afirmativas corretas, assinalando-as com C. As afirmativas erradas
devem ser assinaladas com E e reescritas devidamente corrigidas no seu caderno de respostas.
a) O gás contido em um recipiente fechado consiste em uma mistura de hélio e criptônio. Essa
mistura pode ser tratada como um gás ideal se for admitido que os átomos de hélio e de criptônio
possuem, na média, a mesma energia cinética. (C)
b) Quando em equilíbrio termodinâmico, a temperatura de um gás ideal é diretamente
proporcional à energia cinética média das moléculas. Por sua vez, a pressão é a força média que as
moléculas do gás exercem sobre as paredes do recipiente. (C)
c) Quando colocamos dois sistemas termodinâmicos (gases ideais) com temperaturas diferentes em
contato térmico através de uma parede diatérmica fixa (mantendo as demais paredes adiatérmicas e
fixas), as colisões entre as moléculas e os átomos da fronteira produzem um fluxo de trabalho
macroscópico através dessa parede levando os sistemas ao equilíbrio térmico. (E)
Quando colocamos dois sistemas termodinâmicos (gases ideais) com temperaturas diferentes em
contato térmico através de uma parede diatérmica fixa (mantendo as demais paredes adiatérmicas e
fixas), as colisões entre as moléculas e os átomos da fronteira produzem um fluxo de trabalho
microscópico (calor) através dessa parede levando os sistemas ao equilíbrio térmico.
d) Termômetros que usam substâncias termométricas diferentes podem indicar leituras diferentes
para um mesmo sistema termodinâmico que se encontre a temperatura T. Isto porque a maneira
como a propriedade termométrica responde à variação de temperatura depende da substância
termométrica usada na construção do termômetro. (C)
e) A temperatura T é uma grandeza física que caracteriza o sistema em equilíbrio térmico e que
independe da quantidade de matéria do sistema. Isso quer dizer que, se todas as partes do sistema
(subsistemas) estão em equilíbrio térmico, a temperatura é a mesma em qualquer subsistema desse
sistema. Por isso, a temperatura T é uma grandeza física extensiva. (E)
A temperatura T é uma grandeza física que caracteriza o sistema em equilíbrio térmico e que
independe da quantidade de matéria do sistema. Isso quer dizer que, se todas as partes do sistema
(subsistemas) estão em equilíbrio térmico, a temperatura é a mesma em qualquer subsistema desse
sistema. Por isso, a temperatura T é uma grandeza física intensiva.
f) Verifica-se que nos processos de mudança de fase a pressão constante, as temperaturas das
substâncias puras permanecem constantes. Isso significa que, ao se iniciar a transição de fase, a
energia que o sistema recebe ou perde é utilizada para mudar a organização das moléculas. Dito
isto, podemos afirmar que para uma mesma massa da amostra a energia térmica necessária para
completar a transição de fase de vaporização é maior do que a quantidade de energia térmica
necessária para completar a transição na fase de liquefação. (C)

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g) Duas esferas são feitas do mesmo metal e têm o mesmo raio, mas uma é oca e a outra é maciça.
As esferas são submetidas à mesma variação de temperatura. Então, a esfera maciça tem uma maior
variação de volume. (E)
A variação de volume ∆V de uma esfera submetida a uma variação de temperatura ∆T é dada por
∆V = V0γ∆T, onde V0 é o volume inicial da esfera e γ é o coeficiente de dilatação volumétrica da
substância que compõe a esfera. Como ambas as esferas têm o mesmo volume V0, são feitas da
mesma substância e estão submetidas à mesma variação de temperatura, ambas terão a mesma ∆V.
h) Dois cilindros feitos dos materiais A e B têm os mesmos comprimentos, mas as respectivas
áreas das seções retas estão relacionadas por AA=2AB. Mantendo a mesma diferença de temperatura
entre as extremidades dos cilindros, verifica-se que eles conduzem calor à mesma taxa. Então, a
relação entre as condutividades térmicas dos dois materiais é kA = kB / 2. (C)

QUESTÃO V (3,0 PONTOS):


A) Dois moles de gás ideal monoatômico em equilíbrio termodinâmico é composto por moléculas
de massa m = 6,6 x 10-27kg. Sabendo que a energia cinética média das moléculas desse gás é igual
à ECM = 2,1 x 10-20J, que a constante de Boltzmann é igual a k = 1,4 x 10-23J/K e que o número de
Avogadro é dado por N0 = 6,02x1023 moléculas/mol,
Sempre justificando as respostas, responda as perguntas a seguir.
a) qual a temperatura desse gás na escala Celsius?

A relação entre a energia cinética média ECM e temperatura T (Kelvin) para uma molécula de gás
3
ideal monoatômico é dada pela equação: E CM = kT , onde k é a constante de Boltzmann. Então,
2
3
2,1 x 10 -20 = ⋅ 1,4 x 10 -23 T ⇒ T = 1000 K
2
A relação entre as temperaturas nas escalas Kelvin e Celsius é: T (K) = 273+T(oC). Portanto,
T(oC) = T(K) – 273 ∴T(oC) = 1000 – 273 = 727oC.

b) Qual a velocidade quadrática média das moléculas desse gás?

A energia cinética média das moléculas de um gás também é proporcional ao valor médio do
1
quadrado das velocidades das moléculas: E CM = m v 2 . Por sua vez, a velocidade quadrática
2
média está dada por:

2 ECM 2 x 2,1 x 10 −20


v qm ≡ v2 = = ⇒ v qm = 2,5 x 10 3 m / s
m 6,6 x 10 − 27
c) Calcule a energia cinética media total do gás.
O número N de moléculas em dois moles é 2x6,02x1023 = 1,20x1024. Portanto, a energia cinética
média total do gás é ETot = NECM = 1,20x1024x2,1x10-20 ∴ETot = 2,52x104J

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B) Na Figura 5B ao lado ilustramos um mol de


p
gás ideal monoatômico submetido a dois
processos termodinâmicos reversíveis. Eles se a c
?
dão na seguinte ordem:
i) a → b: expansão isotérmica do estado inicial
com temperatura To e volume Vo para o
estado final com volume 3Vo. ? b
ii) b → c: transformação isovolumétrica para um
estado com a pressão final igual à pressão V
inicial do processo isotérmico. V0 3V0

Outros dados do problema: Figura 5B


• Constante R dos gases ideais
• Constante k de Boltzmann
• Trabalho Wext trocado entre o sistema e o meio exterior durante o processo isotérmico.
Informações úteis:
• A energia interna U do gás ideal varia linearmente com a temperatura: U = CT, onde C é uma
constante positiva. Para o caso de um gás ideal monoatômico: C = 3/2k, onde k é a constante de
Boltzmann.
• Primeira Lei da Termodinâmica: A variação da energia interna ∆U de um sistema termodinâmico
é igual a soma do calor Qext e do trabalho Wext trocados entre o meio exterior e o sistema: ∆U =
Qext + Wext. A notação é tal que Qext > 0 (positivo) e Wext > 0 (positivo) indicam que o sistema
está recebendo essas energias do meio exterior.
Sempre justificando as respostas, responda as perguntas a seguir.
a) Calcule a pressão do gás nos estados a e b, e a temperatura do gás no estado c indicados na
Figura 5B. Considere conhecida a constante dos gases ideais, R.
O ponto de partida é a equação de estado do gás ideal: pV = nRT.
Para o estado inicial do processo isotérmico (estado a) temos: paVa = nRTa, com Va = V0 e Ta = T0.
nRT0
Então, p aV0 = nRT0 ⇒ p a = , onde n = 1.
V0
Para o estado final desse processo (estado b), estado de volume 3V0 e temperatura T0, temos:
nRT0 p
pb 3V0 = nRT0 ⇒ pb = ∴ pb = a .
3V0 3
Ou seja, a pressão do gás no final deste processo isotérmico é 1/3 da pressão inicial.
O estado inicial do processo isovolumérico é o indicado por b na Figura 2B. Então, o volume do
estado c é 3V0. Sendo a pressão do estado c igual a pa, temos:
3p V
p a 3V0 = nRTc ⇒ Tc = a 0 ∴ Tc = 3T0
nR
A temperatura do gás no final deste processo isovolumétrico é três vezes maior que a temperatura
do gás quando no estado inicial do processo isotérmico.
b) Calcule a variação da energia interna do gás em cada um dos processos indicados na Figura 5B.
Processo a → b: Por ser isotérmico não há variação de temperatura do gás durante o processo.
Portanto, não há variação da energia interna do gás: ∆U = 0.
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Processo b → c: A variação de temperatura entre os estados c e b é ∆T = Tc – Tb = 3T0 – T0 = 2T0.


Então, a variação da energia interna entre esses estados é ∆U = Uc – Ub = C⋅2T0 = 3/2k⋅2T0. Ou
seja, ∆U = 3kT0.
c) Calcule o calor trocado entre o sistema e o meio exterior em cada um dos dois processos. Diga se
foi o sistema ou o meio exterior que recebeu essa energia.
Aplicação direta da Primeira Lei da Termodinâmica: ∆U = Qext + Wext
Processo a → b: Sendo isotérmico, ∆U = 0. Então, Qext = -Wext. Por se tratar de uma expansão, o
sistema realiza trabalho sobre o meio exterior, ou seja, o trabalho Wext é negativo.
Conseqüentemente, Qext é positivo. Então, o sistema recebe energia térmica (calor) durante a
expansão isotérmica.
Processo b → c: Sendo isovolumérico, não há variação do volume ocupado pelo gás. Portanto, não
há trabalho Wext trocado entre o sistema e o meio exterior. Por conta disso, ∆U = Qext. Como ∆U =
3kT0 > 0, temos que Qext > 0. Ou seja, o sistema também recebe calor durante o processo
isovolumétrico.

QUESTÃO VI (3,0 PONTOS): O Experimento 1 da Aula 5 do Módulo 5 refere-se à determinação


do coeficiente de dilatação linear α de uma barra feita de uma determinada substância. Na Tabela
6A-N2 abaixo apresentamos os dados coletados por um aluno de ICF2 ao realizar esse experimento.
Tabela 6A-N2
L0 ± δ L0 d±δd D± δ D DE± δ DE ∆L± δ∆L T0± δT0 T1± δT1 ∆T± δ∆T
(cm) (cm) (cm) (cm) (cm) (o C) (o C) (o C)
70,0±0,1 1,1±0,1 39,0±0,1 2,5±0,1 0,07±0,01 22,0±0,5 95±0,5 73,0±0,5
Tabela 6B-N2
α (oC)-1 δα (oC)-1
14x10-6 2x10-6
Sempre justificando as respostas, responda as perguntas a seguir.

a) Em relação à Tabela 6A-N2, o que representam as grandezas L0 e δL0; ∆L e δ∆L; ∆T e δ∆T e


quais são as respectivas unidades?
L0 representa o comprimento da barra quando na temperatura inicial T0 e δL0 indica a incerteza
(erro) na leitura do L0.
∆L indica a variação no comprimento da barra quando ela (a barra) é submetida à variação ∆T de
temperatura. δ∆L e δ∆T indicam, respectivamente, a incerteza na leitura do ∆L e do ∆T.
A unidade das grandezas L0, ∆L0, δL0 e δ∆L é metro (m). A unidade de ∆T e δ∆T é grau Celsius
(oC).

b) Complete a Tabela 6B-N2 a partir dos dados da Tabela 6A-N2. A quantidade δα representa a
incerteza associada à medida do α. Se necessário, utilize as informações apresentadas em
“Informações úteis” no final da questão.
Partindo da relação que dá a variação ∆L no comprimento L0 de uma barra quando sujeita a uma
variação ∆T de temperatura, ∆L = α L0 ∆T , e fazendo uso dos dados da Tabela 3A-N2, temos que
o coeficiente de dilatação linear α da barra é:

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α = ∆L/(L0∆T) = 0,07/(70,0x73,0) ≈ 1,36986x10-5 ∴ α = 13,6986x10-6/ 0 C


Por sua vez, da tabela de incertezas apresentada abaixo, temos:

2 2 2
⎛ δ∆L ⎞ ⎛⎜ δL0 ⎞⎟ ⎛ δ∆T ⎞
δα = α ⎜ ⎟ + +⎜ ⎟
⎝ ∆L ⎠ ⎜⎝ L0 ⎟⎠ ⎝ ∆T ⎠

δα =1,36986 x10 −5 (0,01 / 0,07) 2 + (0,1 70,0) 2 + (0,5 / 73,0) 2


= 1,36986 x10 −5 2,0408 x10 − 2 + 2,0408 x10 −6 + 4,6913x10 −5
=1,36986 x10 −5 2,0408 x10 −2 ≈ 1,95694 x10 −6 ∴ δα = 2 x10 −6 / 0 C

Assim, α ± δα = (14 ± 2) x 10-6 /°C. Portanto, a faixa de valores experimentais do coeficiente α é


[12; 16] x 10-6 /°C.

c) Represente no segmento de reta a seguir a faixa dos valores experimentais do coeficiente de


dilatação α obtido experimentalmente pelo aluno. No mesmo segmento de reta represente os valores
correspondentes aos coeficientes de dilatação linear listados em “Informações úteis” abaixo e que
foram retirados de um livro de física básica. Utilize cores diferentes ou marcações diferentes para as
representações.
αvidro αaço αCu αbronze αAl
aluno

6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 (x 10-6 / oC)
d) Tendo como referência as substâncias alumínio, bronze, cobre, aço e VIDRO*, você pode
determinar qual delas compõe a barra utilizada pelo aluno na sua experiência?
* No texto da prova apareceu grafite, que tem o coeficiente de dilatação linear, α, igual a
7,9x10-6/ oC.
Identificamos a substância que compõe a barra como sendo aquela em que há interseção entre o
intervalo de valores do coeficiente linear tabelado e o intervalo de valores determinado pelo aluno.
Como não há interseção entre a faixa de valores obtidos pelo aluno e quaisquer das faixas de
valores tabelados, não podemos dizer que a barra é feita de um desses materiais.

e) Se a variação de temperatura a qual a barra está sujeita for negativa, o que acontece com o
comprimento da barra? E quanto ao valor do coeficiente de dilatação linear da barra, alguma
alteração?

A barra estando submetida a uma variação negativa de temperatura, o seu comprimento diminui. O
valor do coeficiente de dilatação linear é uma característica física da substância, ou seja, o valor a
ser considerado nos cálculos da variação do comprimento da barra é o mesmo quer a variação de
temperatura seja positiva ou negativa.

f) Se o comprimento da barra usada pelo aluno fosse duas vezes maior que aquela usada na
experiência descrita acima, que valor esperar para o coeficiente de dilatação linear dessa nova
barra?

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Como foi dito no item anterior, o coeficiente de dilatação linear é uma propriedade intrínseca do
material que compõe a barra. Portanto, o seu valor não depende do tamanho da barra. Ou seja,
exceto por pequenas diferenças a ver com a precisão das medidas realizadas, o valor do coeficiente
α será o mesmo.
Informações úteis:
∆L
• Coeficiente de dilatação linear α =
L0 ∆T
• Valores dos coeficientes de dilatação retirados do livro de física básica do Tipler, Quinta Edição:
i) αAl = 24 x 10-6 /oC
ii) αbronze = 20 x 10-6 /oC
iii) αcu = 17 x 10-6/oC
iv) αaço= 11 x 10-6 /oC
v) αvidro = 9 x 10-6 /oC
2 2 2
x ⎛δ x⎞ ⎛δ y ⎞ ⎛δ z ⎞
Tabela de incertezas: f = ⇒ δf = f ⎜ ⎟ + ⎜⎜ ⎟⎟ + ⎜ ⎟
(y z ) ⎝ x ⎠ ⎝ y ⎠ ⎝ z ⎠

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