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UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA

CENTRO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO


CURSO DE GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA

Disciplina: História da Educação I


Professor: Dr. Carlos Eduardo dos Reis
Estudante: Sabrina Edna Sacco
Turma: 0238A - Semestre 2019.2

Ficha Bibliográfica
Anotações à Questão Para Que Estudar História da Educação?
Setor: Educacional
DALAROSA, Adair Ângelo. Anotações a questão para que estudar história da educação. In:
JOSÉ CLAUDINEI, Lombardi. Pesquisa em educação: história, filosofia e temas transversais.
2ª Ed. Campinas: SP: Autores Associados: HISTEDER: CAÇADOR:SC:UNC, 2000.
Agrega o campo da educação no ensino superior. Utiliza de fontes indireta, como livros,
textos. Emprega o método de abordagem indutivo e o procedimento monográfico, histórico e
comparativo. A modalidade é específica, intensiva, não técnica e analítica, não utiliza de
recursos ilustrativos.
Apresenta a importância da forma do estudo da história da educação numa perspectiva
acadêmica.
Analisa as respostas comum para a importância do estudo da história da educação e
critica o fato é vista de forma positivista que é fragmentada, como fatos isolados, simultâneos
e lineares apresentados numa logica de causa e efeito.
Registra que não se pode falar em história da educação sem se pensar em qual ser
humano queremos formar, no caso o homem como ser social organizado de forma política,
econômica e culturalmente.
Define que historicamente a educação teve o papel de socializar o conhecimento
elaborado e formar individuo para viver em sociedade.
Sugere que a história da educação não deve ser vista longe de uma percepção marxista no
qual é citado como primeiro ato histórico a produção e meios de satisfação das necessidades
(trabalho) e que na produção e distribuição desses bens que são estabelecidas as relações de
trabalho e poder e é nessa relação que se dá a luta de classes que segundo Marx o que move a
história.
Explica que a educação não é uma atividade neutra, ela se desenvolveu através da história
para cumprir determinadas funções e atender demandas de uma certa classe social dominante.
Compara o materialismo dialético da segunda tese de Feuerbach, com a história da
educação como uma explicação não estática, linear ou permanente, com tempo, espaço e
movimento.
Cita as cinco categorias da dialética que são a da contradição; da totalidade; da mediação;
da reprodução e da hegemonia.
Conclui que a história da educação deve ser vista como de extrema importância para que
seja de comum sabedoria a todos entender socialmente nosso lugar nessa hegemonia
capitalista, e que essa perspectiva não deve estar nunca fora do contexto histórico-social da
perspectiva de Marx e Engels, pois assim é feita a relação dos acontecimentos com os fatos
ocorridos e perceptível as interferências na construção das relações sociais e do ser social e
nos processos de exclusão e dominação.