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Eu e minha namorada no shopping

Olá! Me chamo Julio e minha namorada Marcela. Ela tem 25


anos e eu 27, ela é loira de olhos verdes tem seios médios e
uma bunda redondinha e carnuda. Sempre conversávamos
sobre a idéia de swing, troca de casal e por ai vai. Sempre
ficávamos excitados falando disso, ela até me falou que
gostava da idéia de DP, chegamos a comprar um dildo de
borracha para fazer uma DP com ela, que ficou doida de tesão
e eu também. Até aí tudo normal, até que um dia resolvemos
ir no cinema no shopping estação no centro de Curitiba. Falei
para ela ir bem gostosinha e ela foi mesmo, colocou uma
calça jeans apertadinha que ressaltava o bumbum e uma
blusinha azul com decote e sandálias brancas. Chegamos lá e
fomos assistir Guerra dos Mundos, mas estava bem fraca a
sala, poucas pessoas, por que tinha um lançamento no dia
mas não lembro qual era. Sentamos no meio do cinema do
lado oposto da porta de entrada não tinha quase ninguém lá,
ficamos sozinhos em nossa fila, o filme foi passando e
coloquei a mão na coxa dela e fui massageando apalpando e
fomos ficando excitados, nisso fiquei passando a mão na
barriguinha branquinha dela por baixo da blusinha ela estava
pegando fogo, então fui descendo ate o botão da calça, abri,
olhei e ela estava com uma calcinha tanguinha rosinha, muito
sexy, fiquei apalpando a xaninha dela por cima da calcinha e
ela doidinha, eu já estava doido também, nisso um susto,
ficamos tão excitados que não percebemos que 3 cadeiras
para o lado tinha sentado um cara e ele estava olhando
fixamente para o nosso showzinho, quando viu que
percebemos tentou disfarçar olhando para o filme, minha
namorada na hora ficou roxa de vergonha, mas eu fiquei
super excitado com aquilo e falei no ouvido da Marcela para
continuarmos o show, ela pensou e topou então coloquei a
mão dentro da calça dela e continuei a massagem na xaninha
depiladinha dela. Nisso falei no ouvido dela o que ela achava
se o cara chegasse mais perto, ela ficou super excitada então
eu falei que iria chamar o cara para sentar do lado só para
ver, ela aceitou, então olhei o cara tentou despistar mas fiz
sinal com a mão para ele sentar na cadeira ao lado, assim ele
veio e sentou então ficou ele de um lado e eu do outro da
Marcela. Nisso ele ficou olhando quase que não acreditando e
acabou tirando o pau para fora e foi se masturbando e
olhando, Marcela ficou doida e eu também, nisso ela abriu
minha calça e ficou movimentando uma masturbação lenta,
nisso perguntei se ela queria pegar no pau do cara e ela falou
que não, eu falei novamente só uma pegadinha então ela foi
e segurou o pau do cara e ficou movimentando os nosso
paus, nisso ficamos ali o cara passando a mão na barriga dela
e eu na xaninha, nisso o cara fez uma proposta de irmos a
um hotel simples mas bacaninha ali perto, 2 quadras, Marcela
olhou para mim e eu falei que dependia dela, ela pensou por
um minuto e topamos, o cara saiu primeiro e ficou esperando
a gente na entrada do cinema, então perguntei para a
Marcela se ela realmente queria e ela falou que sim,
levantamos e la estava o cara, conversamos um pouco o
nome dele era Marcos, então fomos ate o local a atendente
do hotel pediu os documentos e perguntou quantos quartos,
falei um, ela olhou e viu que não tinha bagagem então olhou
para a Marcela com um rosto de safada e deu a chave do
quarto, Marcela ficou roxa novamente e fomos subindo uma
escada, o Marcos estava se comportando, então achamos o
quarto numero 210 e entramos, era um quarto simples com
uma cama de casal uma TV na parede de 14 polegadas e um
banheiro com chuveiro do lado direito, trancamos a porta e o
Marcos que era um rapaz moreno escuro quase negro, sentou
em uma cadeira e falou agora queremos ver você fazendo um
Stripe para a gente, ela olhou para mim e eu falei isso mesmo
meu amor. Então meio sem saber o que estava fazendo ela
ficou dançando na cama tirou a blusinha mostrando o sutiã
rosinha que fazia conjunto com a calcinha tanguinha, o cara
já estava de pau duro, nisso ela abaixou a calça mas nisso ela
se atrapalhou e caiu de bumbum para cima na cama
mostrando a calcinha enfiadinha, nisso ele olhou para mim e
fez sinal que ia atacar eu dei um positivo e ele pulou sobre
ela que deu um gritinho de susto, ele foi apertando ela e
puxando a calça dela tirando completamente e apalpando
todo o corpo dela e eu olhando, ele então olhou para mim e
falou que ela tinha o rabo mais lindo que ele tinha visto nisso
ela já estava ficando excitada e se soltando e eu tirei meu
pau para fora e fiquei me masturbando enquanto via os dois
se amassando na cama, ele então tirou o sutiã dela e já caiu
de boca nos biquinhos rosadinhos e foi chupando com gosto
fazendo ela gemer, e uma das mãos foi massageando a
bucetinha dela sobre a calcinha, nisso ele perguntou se
poderia invadir a bucetinha dela, eu falei na hora que sim. Ele
então ficou de joelhos na cama e foi puxando pelas laterais a
calcinha dela e falou NOSSA QUE COISA MAIS PERFEITA, e
falou que nunca tinha devorado uma bucetinha tão linda
como aquela, ela olhou para mim com um sorriso maroto no
rosto e perguntou se eu estava gostando do contraste de
cores, falei que sim, ela só riu, então Marcos tirou a calça por
completo ele estava com o pau super duro e era dotado, ela
nunca tinha recebido um igual. Ele pediu para ela ficar de
quatro na cama de frente para mim nisso ficou atrás dela e
colocou uma camisinha e foi esfregando na bucetinha dela o
pau, ela olhando para mim com aquela cara de safadinha
nisso ele foi enfiando na bucetinha dela, ela fez uma carinha
de tesão e mordeu os lábios ele então foi movimentando
lentamente e socando na bucetinha dela, ela foi gemendo, e
eu ali olhando ela gemendo de olhos fechados com os seios
balançando e o Marcos segurando ela pela cintura e socando
forte neste momento fazendo barulhos de estalo do corpo
dele batendo na bunda dela, ele dava tapas na bunda dela
segurava pelo cabelo, tudo que ela podia fazer era gemer no
pau dele, enquanto metia ele falava que nunca tinha comido
uma puta branquinha mas era a melhor putinha que ele tava
comendo, ele então falou para ela pedir para ele socar com
mais força ela ficou quieta ele deu um tapa e falou “FALA SUA
PUTINHA” ela abriu os olhos e olhou para mim e falou “ME
FODE, ME ARREGAÇA” ele continuou metendo e falou para ela
olhar para mim e falar que tava adorando dar para um negão
e me fazer de corno, ela olhou para mim e eu fiz que tudo
bem, ele então deu um tapa na bunda dela e socou fundo na
bucetinha dela fazendo ela gemer alto, bateu na bundinha
dela novamente e falou “FALA PUTA, FALA” ela com uma cara
de puta me olhou e falou “AI JULIO TEM UM NEGAO ME
ARREGAÇANDO E EU TO ADORANDO A PICA DELE DENTRO
DE MIM, ELE TA ME FAZENDO DE PUTINHA DELE” quase gozei
na hora, ele então tirou o pau da bucetinha dela e deitou na
cama e falou agora você vai cavalgar em mim sua vadia. Ele
deitou de barriga para cima e ela colocou uma perna de cada
lado e foi sentando nisso vi centímetro por centímetro aquela
pica entrando nela, ela ficou cavalgando ele enquanto ele
beijava e apalpava os seios rosadinhos dela, ela gemia,
rebolava, se lambia toda. Ela deve ter gozado umas 3 vezes
nisso. Ela já estava soltinha e sem pudor. Marcos então
perguntou o que ela queria agora, ela deitou de ladinho na
cama arrebitou o bumbum e falou come minha bucetinha de
ladinho enquanto eu chupo o Julio e me chamou eu levantei e
ela foi me chupando e o Marcos já foi socando, ele levantou
uma das pernas dela para melhorar e ir mais fundo, ela me
chupava gemia as vezes parava de me chupar olhava o pau
invadindo ela, então ela olhou para mim e falou “TA UMA
DELICIA TE FAZER DE CORNO, ESSA PICA TA ME DEIXANDO
MALUCA” gozei na hora na boca dela que escorreu pelo
queixo. Marcos então sugeriu fazer anal, mas ela não topou
de maneira alguma, ele então falou, “MAS VAI TER DE FAZER
ALGO A MAIS PARA PROVAR QUE É UMA PUTINHA” ela então
deitou de barriga para cima na cama e abriu as pernas e falou
“ME ARREGAÇA COM FORÇA, QUERO ESSA PICA AGORA” ele
olhou para mim e se colocou no meio das pernas dela e socou
com força de uma só vez fazendo ela gemer alto, ele ficou
como se fosse fazer flexão sobre ela e foi socando fundo e
rápido ela foi gemendo, então segurei a mão dela e ela
apertou forte, ela gozou de tremer e ele continuou metendo
muito forte e fundo, ele então tirou o pau para fora e
arrancou a camisinha e apontou para o rosto dela e gozou no
rosto lindinho dela, completando ela de puta. Ela então se
levantou e foi ate o chuveiro se limpar, e se deitou na cama.
Marcos começou a conversar pegamos o MSN dele e ele o
nosso. Ainda tínhamos bastante tempo então meti gostoso na
Marcela depois o Marcos se animou e meteu novamente mas
sem tanta energia, ela ficou completamente esfoladinha,
quando deu umas 7 da noite nos vestimos e o Marcos saiu
primeiro para não dar tanto na cara, eu e a Marcela saímos
logo e a atendente só olhou pegou a chave e perguntou com
uma cara de cínica para a Marcela então moça foi bom ficar
no hotel? Marcela respondeu que sim, voltamos para o
Shopping e não vimos mais o Marcos naquele dia, pegamos o
carro e fomos embora, o adicionamos no MSN e conversamos
bastante, rolou mais duas vezes uma sacanagem, mas nunca
ela quis fazer anal com ele, depois de um ano ele acabou se
mudando para Rio grande do Sul e agora só conversamos por
MSN mesmo. Ele me falou estes dias que até hoje ele guarda
a calcinha que a Marcela usou no primeiro dia. Ele roubou ela
e guardou como troféu, por que ele falou que ela é uma
delicia e é mesmo. Procuramos rapazes que possam dar
continuidade em nossas fantasias.
Transando com minha vizinha
Tenho quase 50 anos, meus cabelos grisalhos dão-me
um certo charme e apesar da idade sou um homem bonito
e atraente, segundo as mulheres comentam.
Moro em um apartamento pequeno, cuja varanda da
sala olha para a varanda do aptº. em frente, onde mora
uma loira muito gostosa, cujo nome, aqui, será Samantha.
Essa mulher tem 28 anos, 1:67m, 56kg, bunda
empinada e firme, seios médios e duros, tipo empinado,
cabelos longos e ondulados, parece uma sereia; cintura
fina e quadril largo, uma delícia.
Estava eu, fumando meu charuto e tomando meu
conhaque em minha varanda, quando ela saiu , de toalha
enrolada ao corpo, para pegar uma sandália que estava em
sua varanda.
Olhou-me e cumprimentou-me com um largo sorriso.
Disse-me que iria a um barzinho com amigas e se eu não
queria ir junto, uma vez que sabia que minha mulher tinha
viajado e eu mal saia de casa.
Claro que aceitei, minha mulher estava fora e só
voltaria em 10 dias, boa chance de tentar alguma coisa,
uma aventura extra-conjugal.
Fomos ao tal bar e ficamos bebendo e jogando
conversa fora até cerca de meia noite. Ela já estava rindo à
toa, pois tinha tomado mais que o normal dela.
Saímos e ela pediu que eu fosse dirigindo, pois
tínhamos saído com seu carro. Sem problemas, assumi o
volante.
Ela pediu que não fosse direto pra casa, pois gostaria
de ir até a praia andar um pouco, caminhar na areia. Pelo
horário achei arriscado, mas aceitei. Estacionei e ela já foi
tirando as sandálias e correndo para a areia.
Ela trajava saia e blusa, ambas curtas, bem ao estilo
cidade praiana mesmo. Ela disse que estava com vontade
de entrar na água, pois realmente estava muito calor.
Bem, disse eu, estou de bermuda e camiseta e você de
saia e blusa, só se entrarmos pelados. E não é que a safada,
na hora, começou a tirar tudo e correr pra água.
Como a praia estava praticamente deserta, fiz o
mesmo. Tirei minhas roupas e corri atrás da cabritinha.
Mergulhei e sai bem ao seu lado e ao subir fui
deslizando as mãos pelo seu corpinho. Ela olhou pra mim
e disse que eu era um coroa sex e safado e que estava
adorando, foi minha deixa definitiva, puxei-a pra perto de
mim e comecei a beijá-la, nesta altura com o pau
totalmente duro, aliás, um senhor pau de 21 cm, que
roçava suas coxas.
Ela sentindo o tamanho sorriu e o pegou com carinho
e disse-me, meio assustada:
- Homem, é grande hem?
Não se fez de rogada, abaixou-se e caiu de boca, num
delicioso boquete. Ela chupou muito e quando eu estava
em ponto de bala, puxei-a para fora d água.
Tinha ali uma árvore com galhos que chegavam ao
chão, fazendo sombra e nos encobrindo, então em um
deles ela se apoiou ficando com a bundinha empinada e
abrindo as pernas ofereceu-me sua bucetinha depiladinha
ao meu prazer.
Fui feito lobo sobre a ovelha, cai de boca e chupei
com força, a menina gritava de tesão, sua buceta, já toda
melada, à mercê de minha boca sedenta e minha língua
voraz.
Chupei aquela bucetinha rosada até ela gozar na
minha boca. Eu estava com meu pau doendo de tanto
tesão, e ela queria sentir aquele majestoso nas entranhas.
Ficando de 4, pediu que eu metesse na sua bucetinha,
não fiz de rogado, dei duas pinceladas com a cabeçuda
roxa na portinha daquela buceta e comecei a penetrar, ela
é bem apertada, mas estava tão molhada de tesão e pela
minha saliva que não precisei forçar muito para penetrá-la.
Ela deu um gemido e disse que nunca tinha
experimentado um pau tão grande e grosso, mas que
estava ao ponto de gozar de novo, o que realmente não
demorou a acontecer, bastou que eu desse algumas
estocadas mais rápidas e ela urrou de prazer e gozou
muito, apertando meu pau a cada contração de sua buceta.
Eu segurei para não gozar, pois queria gozar naquele
rabinho delicioso.
Passei a língua no cuzinho dela, e como para meio
entendedor meia palavra basta, ela notou minha intenção e
confessou que temia não agüentar meu mastro no seu
cuzinho, por isso eu deveria ir com muita calma.
Tenho 50 anos e destes pelo menos 34 são de sexo,
claro que acalmei a bichinha, mas que eu queria botar tudo
naquele rabinho e queria.
Aproveitei ao lamber seu cuzinho para deixar
bastante saliva nele.
Enfiei primeiro em sua buceta, para aproveitar o
meladinho dela e ajudar a aumentar a lubrificação de meu
pau.
Apontei na entradinha apertada e fui forçando. Ela
gemia baixo e pedia para parar, mas eu dizia para ter
calma e relaxar.
Quando estava com a cabeça todinha dentro, segurei
ela pela cintura e dei uma estoca mais forte, colocando
metade de meu pau no seu cuzinho, ela gritou e me xingou
de FDP, e que eu estava rasgando seu cuzinho.
Fiquei parado e passei a masturbar sua bucetinha,
massageando seu grilinho e ela foi relaxando e se
acalmando e passou a empinar a bundinha para tentar
agasalhar mais meu cacete, mas percebi que não daria para
colocar mais, seu cuzinho não agüentaria tudo e então eu
comecei a bombar devagar, no início, e depois com o tesão
aumentando, o meu e o dela, pois a essa altura eu
acelerava os movimentos de meus dedos em sua
bucetinha, que já escorria de tesão.
Aumentei minhas estocadas até gozar, inundando
aquele rabinho apertado de porra quente, ela gemia de dor
e prazer e gozava de novo, em meus dedos.
Foi uma loucura, embaixo daquela árvore, na beira
mar, comer minha deliciosa vizinha.
Fomos até a água nos lavar e voltamos pra casa.
Passamos a ser amantes e sempre que podemos saímos
juntos, mas ainda não realizei meu sonho de colocar meu
pau inteiro naquele cuzinho, porém não vou desistir, pois
minha mulher só conseguiu esta façanha depois de mais de
2 anos de casados e com muito carinho, após muito tentar.

Um trato na melhor amiga

Viajo muito a São Paulo e sempre me hospedo em


hotéis.
Aliás, já tive oportunidade de narrar aqui um belo
espetáculo a que assisti da janela de um quarto, vendo
duas loiraças nuas e depois transando com seus
namorados.
Mas em minha última viagem resolvi pernoitar na
casa de uma amiga, muito querida.
Mas amiga mesmo pois nunca tivera a menor
intimidade e creio que isso nem passava pelas nossas
cabeças.
Cheguei às 20 horas e fui até o local de trabalho dela.
Havia combinado assim: eu passaria lá e seguiríamos
para sua casa, pois eu não tinha chaves e nem sabia direito
onde ela morava.
Comprei algumas coisas para fazermos um lanche e
me encontrei com ela cerca de 20:40.
Ela me recebeu com a alegria de sempre, mas notei
que estava profundamente cansada.
No táxi para sua casa, ela me confidenciou que estava
realmente esgotada, o serviço exigia tempo além do
combinado.
Estava, naquela semana, saindo de casa às 7 horas e
só voltando à meia-noite.
Falei que era um exagero, que ela devia se cuidar
melhor, talvez até procurar um novo emprego com
horários melhores.
Mas, fazer o que?
Disse ela, a grana tá curta, empregos cada vez mais
difíceis, e ela não podia se dar ao luxo de dispensar
aquele.
Era exigência demais, mas, pelo menos pagava bem e
em dia. Isso é que era importante.
Mas coitada! estava realmente cansada, nem
conversar ela estava agüentando.
Deitou-se em meu ombro, fechou os olhos e foi
cochilando até chegarmos em sua casa.
Entramos, ela me mostrou a casinha, muito simples,
pequena, mas limpíssima e decorada com muito bom
gosto.
Só havia um quarto, ela me disse que eu dormiria
nele e ela ficaria no sofá.
Recusei, claro.
Do jeito que ela estava, ainda iria se sacrificar
dormindo num sofá? De forma alguma e mesmo com os
protestos, deixei claro que quem ficaria no sofá seria eu.
- Tá certo, amigo, nem tenho energia para brigar com
você.
- Faça como quiser!
- Marcinha, deixa eu cuidar de você enquanto estiver
aqui?
- Cuidar de mim?
- Puxa...tem tanto tempo que ninguém cuida...
- Por favor?
- Tá certo... como você pretende cuidar de mim?
- Senta ai, descansa, enquanto eu preparo um lanche
para nós.
- Apenas me mostre onde você guarda as coisas.
- Eu trouxe frutas, queijo, presunto, vamos fazer uma
festa!
- Só você mesmo, Renato!
- Sempre carinhoso...
- Pois é, então quem dá as ordens hoje aqui sou eu.
- Você vai pegar uma toalha, vai colocar um biquíni e
vai deitar-se aqui no chão.
- Eu?
- Ficou doido?
- Prá que?
- Você está muito estressada.
- Vou te fazer uma massagem para você dormir mais
tranqüila.
- Não precisa.
- Quem dá as ordens hoje sou eu, vai se preparar
enquanto eu preparo o lanche.
- E sem criar caso!
- Renato...
- Anda!
Sem discutir!
Ela acabou me obedecendo.
Foi colocar o biquíni, como eu havia pedido,
enquanto eu preparava um chá e punha a mesa para
lancharmos.
- Você tem incenso aqui?
- Tenho, está na gaveta deste armário aí na sala!
- Tá, já achei.
- Quando vier, traga óleo e um hidratante, tá bom?
Aproveitei para tirar a roupa e colocar uma bermuda,
que me proporcionaria mais facilidade para fazer a
massagem.
Acendi um incenso, diminui a luz, estendi a toalha no
tapete e esperei que ela chegasse.
Pedi que ela se deitasse de bruços, com os braços
estendidos.
Pedi que respirasse bem fundo, por 3 vezes, peguei o
óleo e o hidratante e comecei a massagem pelos pés.
Como estavam judiados!
Fiquei bons minutos com as mãos neles, procurando
os pontos mais sensíveis e que pudessem ajudá-la a relaxar
e desestressar.
Subi pelas pernas, coxas.
Ela já estava ressonando.
Passei para as costas, desabotoei o sutiã, cheguei até
o pescoço, nuca, massageei bem, voltei aos braços, mãos.
Terminada a massagem nas costas, aproximei-me de
seu ouvido e disse baixinho para ela se virar, a fim de que
eu pudesse terminar.
Meio dormindo, meio acordada, ela se virou e, nesse
momento, o sutiã que eu havia desabotoado, saiu todo do
lugar, deixando os seios à mostra.
Apesar da pouca luminosidade do ambiente, deu para
perceber que eram belíssimos, nem grandes nem
pequenos, com dois biquinhos salientes, uma auréola cor
de chocolate claro.
- Pára de ficar olhando meu peito, seu tarado!
- Continue a massagem, que está uma delícia!
Quando ela disse isso, assustei, mas vi que ela falou
rindo.
Pedi desculpas e continuei.
Voltei aos pés, pernas, mas não pude deixar de dar
uma esbarradinha matreira em sua bucetinha.
Quando minhas mãos estavam perto da virilha senti
que ela retesou o corpo todo quando isso aconteceu.
Me convenci mentalmente que não deveria
aprofundar por esse lado, afinal ela precisava mesmo de
uma massagem profissional.
Claro que quando massageei os seios, novamente saí
do sério.
Não foi possível evitar uma ereção, que procurei
disfarçar, mas sem muito sucesso.
Ao terminar a massagem, pedi que ela continuasse
deitada ainda por um tempo.
Fui ao banheiro e preparei um banho bem quente.
Voltei à sala, disse a ela que era para ir tomar o
banho, mas, na verdade, eu tive de quase carregá-la até o
chuveiro.
O banheiro estava uma verdadeira sauna.
Entrei debaixo da água junto com ela, ainda de
bermuda e ela de calcinha.
O sutiã, sabe-se lá por onde andava.
Peguei uma esponja, ensaboei-a e fui passando por
todo o corpo de Marcinha, que, de olhos fechados,
apoiava-se na parede.
Ela estava adorando os carinhos que, com certeza,
tinha muito tempo não recebia.
Terminado o banho, peguei a toalha e enxuguei-a
dentro do box mesmo.
Quando fui me enxugar, ela me ajudou também.
Mandou que eu tirasse a bermuda que estava
ensopada, evidentemente.
Fiquei meio sem jeito, achando que a situação iria
evoluir, mas ela simplesmente me enxugou, nada mais que
isso.
Fomos para a mesa, tomamos um lanche rápido e
então ela me puxou para o quarto, dizendo que queria
dormir abraçada comigo.
- Mas, Marcinha...
- Você devia descansar agora, dormir mesmo!
- Ora, e o que você pensa que eu vou fazer?
- Tá achando que estou te chamando para transar
comigo?
- Nem que você me pedisse de joelhos...
- Outro dia até pode ser, mas hoje, Renato, depois de
uma semana puxada como foi essa, depois dessa
massagem e desse banho, só quero dormir.
- Mas quero dormir abraçada com você, pode?
E completou, com um sorriso bem maroto:
- Você consegue se comportar, pelo menos hoje à
noite?
- Bobinha!
Claro que consigo
!- Então, venha.
Dormimos, realmente, abraçadinhos.
Apesar das recomendações, ela preferiu não se
arriscar e ficou nas minhas costas.
Passou a perna por cima da minha e me apertou o
peito.
Custei a pegar no sono.
Estar ali, sem ter planejado nada disso, com Marcinha
toda cheirosa, agarrada em mim, eu só com a calça do
pijama, ela com um camisola minúscula, de seda, era
alguma coisa fora do comum, extremamente sensual.
Meu pau endureceu e assim ficou, creio eu, a noite
toda.
A surpresa maior foi quando acordei, deviam ser
umas 9 horas e ela continuava ainda na mesma posição,
apenas a mão esquerda segurava meu pau.
Fiquei imóvel, não queria perturbar o momento, até
que ela acordasse, o que durou ainda uns 15 minutos.
Ela própria se assustou quando viu o que ela estava
segurando, mas acabamos rindo muito da situação.
Ela me pediu que esperasse um pouco e saiu do
quarto.
Ouvi barulho na cozinha e imaginei que ela estivesse
preparando o café da manhã.
De fato, dali a pouco ela entrou no quarto trazendo
uma bandeja com tudo para tomarmos o café ali na cama
mesmo.
Enquanto fazíamos o desjejum, conversamos,
procurando colocar as notícias em dia, tanto as dela quanto
as minhas.
Quando terminamos, fiz menção de levar a bandeja
para a cozinha, mas ela me disse que ela mesma levaria.
Era para eu continuar na cama.
Ouvi-a abrir a geladeira. Gritou de lá:
- Você gosta de sorvete de flocos?
- Eu gosto, mas não quero agora não, mais tarde eu
tomo!
Fez-se silêncio.
Eis que ela regressa ao quarto, sem a camisola,
apenas de calcinha e com os seios todos lambuzados de
sorvete.
- Que pena que você não quer agora!
- Mudei de idéia, quero sim!
E aí tudo aconteceu.
Puxei-a para a cama e chupei todo o sorvete, que
escorria de seus seios e descia para a barriguinha.
Minha língua, ávida, procurava cada gotinha e
demorava-se naqueles biquinhos adoráveis.
Suguei-os, mamei-os, como eram deliciosos!
Ela correu da cama me dizendo para esperar, que
surpresas teria agora?
Voltou com a caixa do sorvete, puxou minha calça e
lambuzou meu pau a essa altura quase explodindo de tão
duro com o sorvete.
Olhou bem nos meus olhos e disse, com aquele
sorriso matreiro que só ela tem:
- Eu adoro sorvete, se bem que prefiro picolé de
pauzinho.
Mas como você não tem pauzinho, vou ficar com o
sorvete mesmo.
Dito isso, abocanhou meu pau molhado de sorvete de
flocos.
O gelo fazia com que ele ficasse mais duro ainda, e
ela se aproveitou bastante de mim.
Nunca fui chupado por tanto tempo e com tanto gosto
como naquele sábado.
Depois de muito me chupar, ela abriu a gavetinha do
criado-mudo, pegou uma camisinha e colocou-a em mim,
dizendo, quase em tom de súplica:
- Renato, to seca tem quase dois meses.
- Deixa eu gozar bastante em você?
Nem deixei ela terminar a frase, sentei-a no mastro,
de frente para mim, continuei beijando sua boca,
alternando com chupadas nos biquinhos dos seios,
pequenas mordidas que faziam com que ela gemesse de
prazer.
Ela me cavalgava e estava se deliciando.
Quando gozou a primeira vez, rapidamente tirei-a de
cima de mim, coloquei-a de quatro e, em pé, na beirada da
cama, penetrei-a novamente na bucetinha, mas por trás,
estocando sem parar, até que gozamos juntos e,
extenuados, caímos sobre a cama.
Ela me abraçou novamente, disse que não tinha
palavras para me agradecer a massagem, o banho e a
trepada.
- Mas você acha que acabou? - perguntei.
Eu ainda tinha fôlego para muito mais
- Por agora, sim, querido, tenho de sair, voltarei à noite e
espero que você esteja com o mesmo entusiasmo.

Minha prima do interior

Tinha 18 anos, e havia mudado para o interior, no


Vale do Paraíba, e o que mais me chamava atenção era
uma prima 4 anos mais velha, muito gostosa, chamada
Rejiane (falso também, pois está casada há muito tempo e
nem temos mais contato).
Linda, disputada pelos caras da cidade, muito
desejada e muito galinha.
Ela sempre com um shortinho agarrado e entrando no
meio daquela bunda, coxas maravilhosas de fora, peitinhos
redondos e durinhos apontando pra cima. Uma graça sem
limites.
Ela era sacana, e eu percebia suas cruzadas de pernas,
seu jeito de empinar o rabo na minha frente, suas
abaixadas para pegar algo no chão e quase enfiar os seios
em minha cara.
Muitas vezes, fazia questão de ficar se encostando em
mim, pra me provocar.
Começou falando muito palavrão pra mim, e me
ensinando aquelas musiquinhas de sacanagem.
Até me dava uns catecismos pra ler e tocar punheta.
Mas ela era divinamente bonita e gostosa.
Um certo dia eu estava em casa, e ela me telefonou
para ver se eu poderia ajudá-la a arrumar o jardim, pois
tinha que tirar uns galhos e cortar umas plantas.
Logo pensei em ver aquela bunda bonita pertinho de
mim e fui até lá.
Realmente ela estava me aguardando e fizemos o
serviço todo.
Ficamos super suados e eu ajudando em tudo, só pra
encostar naquele corpo divino, até que ela me perguntou
se eu queria tomar um banho.
Eu respondi que seria uma boa idéia, mas que eu não
tinha uma roupa limpa para colocar, e ela então falou que
isso não era problema pois me emprestaria uma camiseta.
Meus tios estavam na praia, e eu fui pro chuveiro.
Estava sozinho no banheiro, e claro, ia tocar uma
punheta pensando nela, pois aquela bunda e as encoxadas
que dei nela no jardim não saiam de minha cabeça.
Nesse minuto, ela bateu na porta pedindo pra eu abrir,
e eu todo envergonhado, desliguei o chuveiro me enrolei
numa toalha com muito nervosismo e abri a porta.
Ela entrou e ficou me olhando, dizendo umas coisas
que eu nem prestava atenção, pois suas mãos ficavam me
acariciando o rosto e a nuca.
Ela segurou minha cabeça com as duas mãos e me
beijou muito gostoso.
Eu nunca tinha beijado daquele jeito, de língua, e o
pau quase rasgou a toalha, ela então desceu as mãos pelas
minhas costas, e soltou a toalha que caiu no chão,
deixando meu cacete empinado e dolorido de tão duro.
Aí tudo mudou, a vergonha sumiu, e ela continuou a
me beijar, e se roçar em mim, e meu pau se esfolando
naquele shortinho gostoso.
Ela me beijava e abraçava toda suada, tirando a
camiseta suja e deixando aqueles peitos lindos apontando
prá mim, com uns bicos muito tesudos.
Tirou a camiseta, abriu o chuveiro e entrou debaixo
daquela água morninha e gostosa de shortinho mesmo.
Me puxou e ficamos ali dentro abraçados, nos
esfregando um no outro.
Eu confesso que estava sem iniciativa, pois até aquela
data, eu não tinha tido uma mulher pra mim dessa forma,
era só uma agarradinha aqui e ali com as menininhas da
turma.
Ela parece que sabendo disso.
Foi tirando o shortinho molhado, e eu fui vendo
aquela bunda maravilhosa, aquela bucetinha incrível,
aquele corpo cheio de vontade e de pecados.
Ela ficou sentada no chão do Box e eu de pé, com a
água caindo sobre a gente e enfiou meu pau em sua boca,
com uma vontade danada de beber toda minha porra, que
não demorou nadinha prá esguichar e inundar sua boca.
Eu, por inexperiência ainda tentei afastar sua cabeça,
pra tirar o pau de sua boca e não gozar dentro, mas ela
afastou minhas mãos e continuou mamando até engolir
toda minha porra quente.
Fiquei ali quieto, o pau amoleceu um pouquinho, ela
ficou de pé e tomou um banho ali comigo, só me olhando
e me lavando com xampu.
Me olhava, me beijava no rosto sorria esfregava
sabonete e pegava minha mão para alisar sua bucetinha
ensaboada.
Quando acabamos o banho ela me enxugou, e fomos
pro quarto onde aí sim ela me ensinou tudo que é gostoso.
Ela tinha um corpo escultural. morena de pele clara, e
cabelos negros, com aqueles olhos castanhos, que
pareciam duas bolinhas de gude.
Deitamos na cama e ela tomava a iniciativa de me
ensinar tudo.
Eu tinha certos receios, mais por nojo e por
inexperiência e ela me deixava muito a vontade quando
chupava meu pau, engolindo inteiro e ao mesmo tempo
afagava minha bunda me abraçando forte sem tirar o pau
da boca.
Ia e vinha com a cabeça e rolava o pau de um lado
prá outro, dentro da boca quente e muito sedenta de mais
porra.
Eu estava apaixonado por aquela situação
maravilhosa, e pelo presente que estava recebendo dela.
Não gozei novamente, e ela me colocou chupando
seus peitos e ia ao mesmo tempo empurrando minha
cabeça para baixo.
Eu desconfiava que ela queria que eu enfiasse a
língua naquela buceta, e logo fui até ela.
Ainda com nojo, fechei os olhos e meti a língua.
Chupei muito a buceta mais gostosa que tive até hoje.
Chupava e enfiava a língua inteira dentro dela.
Comecei a observar uma mulher que nunca tinha
visto.
Eu chupava seu grelo amado e ela pedia pra eu enfiar
o dedo em seu cúzinho enquanto lhe enfiava a língua.
Ela segurava minha cabeça atrás de minhas orelhas, e
me apertava contra o grelo quente e molhado. Ela gozava
sem parar e gritava muito.
Eu chupei aquele grelo por uma meia hora sem parar,
e sentia que o molhado de sua buceta, nosso suor, minha
saliva, tudo isso misturado escorria pelo meu pescoço.
Ela gozou inúmeras vezes, e deitou desfalecida para
descansar.
A buceta toda avermelhada e inchada, e eu ali com o
pau super duro. Ela me abraçou e foi me conduzindo prá
meter o pau bem devagar.
Meti e ela nem bem sentia a vara penetrar, já
começava a rebolar e gritar muito. Loucura aquela mulher.
Sabia tudo de como gozar e como fazer gozar, acho
que gozou inúmeras vezes.
Impressionante como fodia aquela fêmea no cio com
seus 19 aninhos.
Que excelente professora, que puta maravilhosa.
O melhor estava por vir ainda, depois que
descansamos, ela abraçada em mim, mais velha, mais
experiente, mais linda que antes, ofegante e gostosa. muito
cheia de tesão prá mim.
Ficamos ali um pouco, e meu pau não amolecia de
tudo, ainda estava meio duro, quando ela começou a
chupar outra vez me colocou de pé, e ajoelhou-se
colocando seus seios em volta da vara dura e de vez em
quando abaixava bem a boca e dava uma lambida no pau.
Depois ficou de quatro, e pedia pra eu meter em sua
boca como se fosse em seu cú.
Uma delícia, uma cadela no cio mesmo.
Hoje entendo tudo que ela me fazia.
Me ensinou até um 69, que me recordo, ficava com a
boca em sua buceta e meu nariz roçando seu cuzinho, e
enquanto chupava a bucetona ela pedia pra enfiar o dedo
em seu cu.
Quando estava de pau totalmente duro novamente,
ela abriu uma gavetinha, e pegou um creme nívea,
lambuzando todinho meu pau.
Ela me olhando, com uma cara de tesão e de carinho.
Era super bonita e com toda meiguice, disse que ia
perder o cabacinho do cu comigo.
Eu ali, sem saber até o que era isso tudo e o que
ela pretendia, fui vendo-a ficar de quatro prá mim, bem na
beirada da cama.
Eu fiquei em pé e ela arreganhou aquele cú divino e
maravilhoso.
Um cúzinho rosadinho e fechadinho de tudo.
Ela abaixou a cabeça, deitando num travesseiro e a
bunda ficou empinada esperando o pau entrar.
Ia me conduzindo me puxando com os braços
passando por baixo e por entre suas pernas até que
coloquei a cabeça do pau no cuzinho adorado e ela
começou a se masturbar, enquanto que tomava no cuzinho.
Fui enfiando e ela virava o olho e gritava gozando.
Depois, tirou o pau do rabo e deitou normalmente na
cama, encostando os joelhos em seus seios como um
franguinho assado, deixando o cúzinho a mostra e
saltadinho e a bucetinha saliente.
Ela me conduzindo novamente, me fazendo penetrá-
la novamente no cuzinho já amaciadinho e apertadinho.
Fui metendo e ela se masturbava metendo o dedo no
grelo e pondo na boca, e gozando enquanto tomava no
rabo.
Enfiei tanto o pau naquela bundinha adorada, naquela
posição deliciosa, que o pau entrava todinho e meus
pentelhos grudavam nos dela, pois eu estava comendo o
cuzinho pela frente, e escorria aquele gozo fantástico
daquela buceta amada.
Eu beijava sua boca com dificuldades, pois as pernas
encolhidas não deixavam eu me encostar nela.
Fiquei olhando aquela cara de tesão e de amor.
Perguntei prá ela se eu a tinha deixado com tesão e
ela respondeu com um beijo longo e molhado, que eu ia
foder aquele cuzinho sempre, e realmente foi o que
aconteceu.
Durante muito tempo eu a enrabava deitada. Ela
adorava dar a bunda deitada bem esticadinha.
Abria o cu abrindo as pernas, dava uma leve erguida
no rabo e depois que o pau entrava ela deitava e se
esticava.
Eu metia e deitava sobre suas costas, sentindo seu
pescoço em minha boca.
Como ela adorava ser comida no cuzinho, deitada.
Não ficava mais de quatro, ela dizia que sentia mais o
caralho dessa forma.
Ficava com as mãos pra cima me acariciando
enquanto tomava bastante na bunda.
Apesar de minha inexperiência, podia perceber que o
cuzinho era muito fechadinho e sem uso, pois o pau
sempre saia machucado e arranhado.
Me sentia o dono do rabo.
Foram três anos de maravilhosa sacanagem.
Hoje sei que fui usado, mas foi super compensador.
Estas trepadas me marcam até hoje, pois apesar de
tantos anos, até agora fico de pau duro lembrando de
Rejiane.
Ficamos juntos muito tempo.
Aquela buceta me marcou tanto, que fiquei por
longos anos lembrando e até sentindo seu gosto em minha
língua e seu cheiro em meu nariz.
Seu leite escorrido, penetrava em meu nariz e me
embriagava com aquele suco de desejo.
Aprendi com ela a delicia do 69, que ela adorava
fazer, pedindo sempre que eu enfiasse primeiro um depois
dois dedos em seu cu, enquanto a chupava.
Lembro de como ela adorava ficar olhando na janela
as pessoas que passavam na calçada, e eu por trás dela
abaixado, lambendo seu cúzinho e sua bucetinha.
Ela era uma puta.
Uma tremenda duma puta que sabia fazer um macho
feliz.
Nunca mais vi uma mulher tão desejosa de tomar
uma vara.
Ela adorava beber minha porra, me tocar punheta, por
o pau na boca, no nariz, no ouvido. No vão dos peitos.
Quando ela ia se casar, eu já estava com 19 anos e ela
com 24, nos despedimos.
Despedida amada, sincera, devedora, pois ela me
iniciou num cúzinho adorado e numa bucetinha fantástica.
Na despedida, trepamos muito, mas ficamos muito
tempo nos beijando e nos desejando.
Fiquei abraçado a ela uma noite toda e até choramos
pois ela dizia que não daria mais depois de casada.
Durante muitos anos, eu comi aquele cuzinho, chupei
aquela buceta e aqueles peitinhos, fui chupado e amado eu
percebia isso.
Que prima deliciosa.
Casou com um dentista, que se ela fizer com ele o
que fazia comigo, ele deve ser um cara super feliz.
A mulher do vereador

Aqui em Catolão, cidadezinha da Paraíba, comemoraram-se os 50 anos de


emancipação e desenvolvimento político do município com programações
festivas, culturais, esportivas, e ainda com a inauguração de projetos e obras
públicas. Entre esses projetos havia o do Centro para Treinamento de
Jumentos (CTJ), capacitando-os para serviços especiais. A esposa de um dos
vereadores da cidade, Maria Eulália, bela e fogosa morena que nunca pensou
três vezes antes de cornear o marido, o vereador João Amâncio, sentiu-se
muito atraída pelo rapaz e pelo seu jumento, representantes do sítio Zé Pai
Dois, pertencente à zona rural do município, portanto, distante de onde o
corno fazia suas falcatruas políticas... Para se tornar simpática ao rapaz e para
que ele notasse sua presença, durante a votação, após as exibições de suas
capacidades, deu-lhe nota máxima: dez! O rapaz ficou muito agradecido, pois
isso lhe dava direito de inscrever seu jumento entre os que ganhariam uma
bolsa-famíla de trezentos reais mensais. E dona Maria Eulália tanto mexeu os
pauzinhos e manuseou o sorteio que o seu apadrinhado acabou sendo um dos
contemplados. Ora, o rapaz não era outro senão o Queixada, famoso na região
por sua astúcia e pelo tamanho de seu órgão sexual reprodutor masculino, pra
não dizer caralho. Queixada já havia ouvido falar das fogosidades de Dona
Maria Eulália, a qual, apesar de seus 38 anos, não perdoava um capim novo,
principalmente acompanhado de um jumento tão esperto. Num momento em
que o marido vereador estava ocupado fazendo seu discurso, o matreiro
aproximou-se da balzaquiana e perguntou-lhe o que poderia fazer para
retribuir-lhe tanto empenho. A beldade dos agrestes não disse nada em
resposta, mas seu olhar fixo, primeiro na matula do rapaz e depois na do seu
jumento, não deixou dúvidas, daquilo que a agradaria, fato que não passou
despercebido pelas velhotas desdentadas que nunca perdiam a oportunidade
de infernizar a vida alheia: - Cê viu o descaramento da Maria Eulália, esposa
do vereador João Amâncio para os lados do tal Queixada que ganhou o
concurso de jumento mais esperto da região?! -Se vi... essa inclassificada não
pode ver uma matula daquele tamanho que fica toda assanhada... -Que
matula? Que tamanho...? - Cê sabe do que tou falando...não se faz de besta...
Pois Dona Eulália, logo que o marido entrou na Câmara para somar os lucros
obtidos nas festanças, escapuliu de suas vistas, entrou na ambulância da
prefeitura, usada raramente para transportar os doentes, e tocou para os lados
do sítio Zé Pai Dois. No meio do caminho, parou o veículo, abriu-lhe o capô e
começou a reclamar da vida, dizendo que aquela droga sempre quebrava
quando mais se precisava dela. Ainda bem que, passados cinqüenta minutos
de espera, não é que lhe aparece o Queixada montado no jumento premiado?
Rápido como ginete! Nem foi preciso examinar o motor pra saber qual o
defeito. Bastou o rapaz se abaixar, olhar pra cima e admirar o vale onde a
gruta se abria meio oculta pela vasta vegetação de pentelhos encaracolados.
Dona Maria Eulália estava lhe apresentando o que tinha de mais oculto, sem
mesmo ter-lhe pedido permissão. Ali pertinho ficava o encovado de
Nossinhora da Anunciação e foi pra lá que rumaram os três, atravessando
porteira e picão brabo. Queixada vangloriando-se de que aquele era o jumento
mais safado que havia na região e não podia sentir cheiro de fêmea, já
desenrolava o trambolho, e com essa informação fazendo os olhos de Dona
Maria Eulália brilharem de expectativa. Adentraram o encovado e, lá dentro,
escondidos, após uma rápida inspeção pelos cantos e atrás da imagem da
santa, viram que não havia ali vivalma e estavam à vontade. - Quero os dois...
- explicou dona Eulália erguendo a barra do vestido novo que o corno havia
comprado justamente para a ocasião das festanças. - Terá os dois... sentenciou
o Queixada já descendo também as calças novas que havia comprado do
mascate a pagar em três prestações. – Mas primeiro eu na frente que é pra
abrir caminho pro jumento. Maria Eulália apoiou-se no altar, abriu as coxas e
ergueu o pé desnudo sobre o ombro do zarapatado que arregalou os olhos,
colados na boceta bem aberta: - Vai ser a primeira vez que recebe um
jumento? Perguntou ele espiando detalhadamente a racha cabeluda. -Vontade
nunca me faltou... o que faltou foi oportunidade... Dona Maria Eulália
desbravou os fartos pentelhos, separou com os dedos os dois lábios grandes e
ele passou a língua em toda a extensão, lambeu bastante, engoliu e repetiu. Ela
emitiu uma quantidade de baba indicando o quanto estava sequiosa por aquele
enlace. Lá embaixo, o caralho empinou de vez e deu sinais que já estava
pronto e na hora. Na mesma ação o Queixada meteu-lhe os dedos, remexeu-
os, lambuzou-os de gosma e depois os esfregou no beiço do jumento, que se
aproximou mais, muito interessado... Posicionou-a de quatro sobre a pedra
plana e ensinou como mexer no jegue para ele desembainhar, enquanto
assestava o cabeço da vara, por detrás, entre as pregas dela. Apesar de larga,
demorou um bocado até que ela o aceitasse com um gemido de prazer.
Enfiou-lhe lentamente todo o tamanho, observando embevecido como era
delicioso sentir aquilo se escondendo entre o mato de pentelhos, quente e
úmido, recebendo-o gulosamente. Tirou tudo, arregaçou o cabresto e enfiou
novamente até chegar ao pé. Dona Eulália se abriu mais, segurou a chapeleta
do jumento e manuseou-a, balançou-o várias vezes tentando calcular o
tamanho. - Acho que já tá pronta pro jumento, disse o rapaz, pesaroso por ter
que abandonar o local, mas era o que ela desejava, então... com mulher de
político, não se discute... Colocou-a em nova posição, a bundona morena mais
elevada, e o jumento muito obediente, acercou-se por trás dela, o Queixada
acalmou-o, segurou-lhe o longo cacete negro e esfregou a ponta muito úmida
na racha convidativa. Ela refugou: - Não vou conseguir... não vai entrar...é
muito largo... - Entra sim, dona... já vi égua mais apertada do que a senhora
receber mais que isso... é só ter paciência...não se afobe... E enquanto ele
conduzia a introdução, não parava de lhe amaciar os seios, seus dedos
acariciando os bicos eretos...até que o cabeção do jumento atolou-se dentro da
boceta, aberta aos seus últimos limites e o animal estremeceu sobre dela. -
Calma, cumpanheiro...vá com calma...assim...tranquilo...dizia o Queixada, tão
tesudo quanto a dupla experimental, unida em sua frente. - Segura ele, não
deixa meter tudo...assim está muito bom... só a ponta já chega... - E eu, como
é que fico? Perguntou o treinador de jumento exibindo o caralho abandonado,
duríssimo. - Não posso dar conta dos dois de uma só vez, meu querido...espere
um pouco...Nossa Mãe! Ele entrou quase a metade já?! O Queixada segurava
o membralhão, deixando que entrasse um bom pedaço, puxava-o um pouco,
deixava o jumento atolar novamente, repetiu o ato do coito até que o animal,
que gozava muito rapidamente, começou a meter com força, enervado com
aquelas restrições todas, resfolegou, se é que jumento resfolega, e bastou mais
algumas enfiadas para despejar dentro dela um volume descomunal de
esperma, quantidade que jamais algum homem seria capaz de ejacular, claro!
Dona Maria Eulália se arrepiou inteira ao receber a onda avassaladora de
esperma nas entranhas. A mente ficou meio turva, porém recuperou-se logo ao
sentir que lhe escorregava, cacete e porra para fora da xoxota. Pena que o
vestido novinho ficou todo lambuzado, pensou. - Vou ter que arranjar uma
desculpa, quando voltar, por ter usado a ambulância sem permissão......
Preocupava-se ela, enquanto sentia o esperma escorrer-lhe pelas coxas abaixo.
- Isso não é problema, dona...Diga que precisou levar pro sítio uma velhota
que estava passando mal... gemeu ele, enquanto fazia a mão correr sobre a
haste do próprio caralho. - A senhora gozou? Perguntou –lhe o Queixada,
continuando a punhetear o membralhão em frente ao seu rosto corado. - Acho
que sim... gemeu... é uma sensação tão esquisita que...nem sei... - Pois eu
ainda não... - Então mete em mim...rápido, já estou bem atrasada... - Tu tá é
doida...não vou meter meu cacete onde o jumento acabou de esporrar....deixa
eu botar no teu rabão... E, antes mesmo que ela pudesse responder, segurou-a
pelas ancas, cuspiu no cabeção e assestou-o entre as duas luas morenas.
Entrou apertado, mas entrou. Nisso ela estava prática, pois não era o primeiro
que lhe enrabava. E enquanto era fodida vigorosamente, seus dedos recolhiam
a baba despejada pelo jumento e enfiava os dedos na boceta até que um
orgasmo bem forte os derrubou a ambos. Tudo terminado, ajeitaram-se como
puderam, despediram-se, Dona Maria Eulália entrou na ambulância e rumou
para a cidade, desesperada por tomar um banho, pois sentia-se toda
lambuzada, com cheiro de jumento nas narinas, porra no vestido, no cu, o
cabelo todo amarfanhado, a maquiagem borrada... Mas teve o desprazer de
encontrar o marido na porta da Câmara, onde pretendia estacionar a
ambulância, ansioso: - Onde você esteve com essa ambulância, mulher? -
Acredita que precisei levar, lá pras bandas do sítio Zé Pai Dois, uma eleitora
sua que estava passando mal? -Desculpou-se rapidamente. - Cada coisa que a
gente tem de fazer para agradar esses mamelucos! -queixou-se o corno,
aproximando-se para dar-lhe um abraço de agradecimento. - Não se encoste
em mim! Acredita que a empesteada vomitou em meu vestido novo?! - Que
nojo!...- Resignou-se o vereador, demonstrando mais uma vez como era
divertido e fácil corneá-lo.
Passageira bêbada e tarada

Bem pessoal espero que gostem dessa historia que


vou narrar, pois isso aconteceu realmente e pra mim foi
uma grande surpresa, apesar de saber que nessa profissão
Taxista, muitas coisas acontecem realmente.
Não é papo não, muitas mulheres entram no taxi e do
nada te cantam, mas vamos ao acontecido.
Moro no Rio de Janeiro, cidade maravilhosa, e estava
nesse dia um sábado rodando a tarde pra tentar fazer um
dinheirinho pro final de semana.
Não era meu costume trabalhar aos sábados, mas
como a semana tinha sido ruim, resolvi encarar as ruas e
pegar alguns bonecos (gíria que temos para os
passageiros).
Nessa época trabalhava em uma cooperativa e estava
esperando ser chamado no radio pra cobrir alguma corrida.
De repente a operadora me chama, me dando o
endereço do passageiro onde deveria pegar.
Chegando lá buzinei e vem então uma loira ao meu
encontro dizendo que iria reunir todos pra irmos.
Perguntei quantos seriam ela me respondeu que eram
ela e sua amiga e mais quatro crianças sendo uma de colo.
Todos reunidos, entraram no carro e saímos.
No meio do caminho essa loira me disse que bebeu
muito no churrasco, e que se ela viesse a passar mal eu
parasse pra ela vomitar.
Dito e feito.
Logo depois ela pede pra parar e abre a porta saindo
correndo ate um muro.
Fica um tempinho ela e a amiga voltando logo em
seguida e me diz que gostaria de vir também na frente.
Digo a ela que não daria, pois o carro e pra duas
pessoas só na frente e então que a amiga fosse atrás com
as crianças.
Ela insistiu muito que fossemos nos três na frente
porque as crianças estavam fazendo muita bagunça e etc.
Falei então que ela teria que ir entre o .
Ela disse tudo que tudo bem pra ela.
No meio do caminho eu evitava ate trocar a marcha
pra não tocar nela, mas reparei que quando isso acontecia
ela se esticava e encostava a xana no cambio.
Foi ai que deixei então a mão na alavanca de marcha
de vez e ela encostou aquele bucetão na minha mão.
Ela estava vestida com uma calça de malha fina toda
florida, bem colada no corpo, deixando aquele bucetão
bem marcado.
Era uma mulher de 1,65 mais ou menos, um pouco
gordinha, loira como já disse e bem bonitinha.
A amiga estava do lado olhando tudo acontecer e
rindo, e as crianças fazendo maior barulho no banco de
trás.
Fomos assim com minha mão encostada na buceta
dela e ela rebolando.
Eu estava tão doido de tesão que meu pau estava
explodindo nas calças, ela começou a alisar ele por sob a
calça mesmo.
Já nessa hora consegui colocar minha mão dentro da
calça dela, e com o dedo enfiado na buceta encharcada
tocava uma siririca.
A amiga vendo tudo e rindo, eu dirigia só com uma
mão e com a outra atolada na buceta dela.
Chegando no destino dela, disse-lhe que queria come-
la mas ela que realmente estava bêbada disse que não
daria, pois seu marido deveria estar em casa esperando a
todos.
A amiga pagou a corrida e me deu o tel. da loira pra
ligar outro dia.
Fui embora puto da vida e com um puta tesão, parei
em um posto de gasolina e fui no banheiro tocar uma
punheta.
Resolvi não ligar pra ela, pois achava que ela por
estar bêbada naquele dia pudesse nem se lembrar do
ocorrido.
Passado um tempinho, a operadora me chama no
radio e diz que a passageira que peguei no sábado ligou
dizendo que tinha esquecido a mamadeira do filho dela no
carro, que era pra eu ligar e levar então pra ela a
mamadeira.
Ri pois sabia que a mamadeira que ela queria estava
entre as minhas pernas.
Liguei e ao me identificar ela disse da suposta
mamadeira se eu podia levar pra ela, disse que sim, se era
no mesmo endereço do sábado.
Confirmado o endereço parti pra la sabendo que a
noite seria muito boa. Ao abrir a porta ela estava
deslumbrante, um rob vermelho e por baixo uma calcinha
e um sutiã também vermelhos, parecia uma diabinha.
Perguntei se ela estava sozinha e me disse que o
marido tinha ido viajar, mas que só iríamos conversar.
Não dei nem tempo pra argumentos, agarrei-a ali
mesmo dando-lhe um beijão, chupando aquele pescocinho
muito cheiroso.
Tirando o Rob deixando ela só de calcinha e sutiã e
arrastando ela ate um sofá na sala, coloquei ela sentada ela
abriu minha calça liberando meu cacete e caiu de boca
engolindo ele todo.
Chupou gostoso fazendo-me delirar naquela boquinha
deliciosa.
Estava quase gozando quando dei um tempo e liberei
aqueles peitões branquinhos e com os biquinhos duros e
risinhos, cai de boca mamando os dois alternadamente
enquanto enfiava meus dedos naquela buceta que já tinha
sentido outro dia.
Tirei a sua calcinha e me abaixei pra chupar aquela
linda buceta depilada e com um melzinho saindo com
gosto meio doce que me fez ficar com a cara toda melada.
Chupei muito e ela gemia de prazer me pedindo pra
colocar na buceta dela.
Levantei e coloquei-a de quatro e comecei a colocar
minha piroca naquela entrada toda melada, pincelava da
buceta ate o cu e voltava assim varias vezes e ela me
implorando pra enfiar logo.
Fiz então o que ela me pediu meti gostoso ate o talo.
Ela rebolava, xingava, gemia e dizia que queria gozar
gostoso comigo.
Ficamos assim vários minutos ate que não
agüentando mais despejei todo meu leite naquela buceta
gulosa, fazendo ela também gozar e gritar palavrão e
palavras desconexas.
Foi uma foda maravilhosa, trepamos muito depois em
varias posições, e quando fui embora ela me prometeu que
agora seria o motorista particular dela pra poder levá-la
pra muitos motéis.

A vizinha exibicionista

Descobri que da área de serviço do meu apartamento eu podia ver a minha


vizinha tomando banho. Foi por acaso, a preguiça era tanta que eu joguei a roupa
suja na direção do tanque, só que ela caiu no chão e eu tive que ir lá juntar e
colocar dentro do tanque. Quando me abaixei para catar olhei não
intencionalmente para janela do banheiro do quarto andar que fica a frente e
abaixo do meu, a luz estava acesa e entre as frestas da janela eu podia ver um
grande par de peitos com bicos pontiagudos tendo a água e a espuma de sabão a
lhes contornar, fiquei durante algum tempo observando e quando ela terminou de
tomar o seu banho, se virou e saiu, vi rapidamente a sua bunda e o show acabou.
No dia seguinte cruzei com essa vizinha no corredor do edifício, ela deve ter se
sentido violentada porque alem do cordial bom dia eu quase invadi a sua blusa
com os meus olhares famintos por aqueles deliciosos peitos, ela percebeu e olhou
para trás e lá estava eu estático admirando aquela bunda passar. Eu sei que ela
também é casada e apesar de morarmos a alguns anos neste edifício nunca
tivemos nenhum tipo de contato alem do bom dia, boa tarde e boa noite, a partir
deste dia parece ter ficado inevitável os nossos encontros casuais e aquela pessoa
que a anos passava despercebida agora estava ali diariamente cruzando comigo
pelo corredor. Porém, uns dois dias depois ela me pegou a espiando no banho,
fechou a janela imediatamente e passou a me olhar com seriedade quando
cruzava comigo pelo corredor, mais nem por isso eu parei de a olhar com desejo,
porque ela era linda. Passaram alguns dias e a janela do banheiro dela voltou a
abrir me ocultando através de algumas roupas penduradas no meu secador eu a
observei, o que me chamou a atenção e que seu banho foi muito demorado e
intranqüilo porque toda hora ela olhava para a direção da minha janela, parecia
que ela sabia que eu estava lá ou então que ela queria ser espiada. Depois de
uma semana voltamos a nos cruzar pelo corredor apenas com um cordial bom dia,
em outro dia a ajudei com algumas sacolas e começamos a conversar, papo vai
papo vem e ela comentou que sabia por que eu a olhava tarado me fiz de inocente
mais ela confirmou que tinha me visto a espiando no banho, com a cara mais
sínica do mundo eu neguei e disse que não dava para ver nada por caso do
ângulo e ela perguntou por que você não tenta olhar do seu banheiro, fiquei
surpreso com a pergunta e ela explicou que quando limpava a sua janela ela tinha
uma ampla visão do morador do terceiro andar que é dois andares abaixo do meu.
Peguei uma cadeira, levei para o banheiro e subi a visão por este ângulo era
quase total, a porta do banheiro dela se abriu e eu desci da cadeira correndo,
apaguei a luz e voltei para a espiar, ela se aproximou da sua janela e me procurou
na área de serviço e no banheiro, se despiu lentamente como se estivesse
fazendo um estripe, foi para o chuveiro e tomou um longo e demorado banho,
quando terminou se secou, pois uma das pernas sobre o sanitário e começou a
passar um creme hidratante, quando ela trocou a posição das pernas ficou nítido o
seu saliente grelinho naquela xaninha raspada, depois ela começou a passar o
hidratante por todo o seu corpo e eu fiquei louco de tesão porque parecia que ela
queria me mostrar que estava muito excitada ao se tocar.

Quando nos encontramos na manhã seguinte ela me olhou com uma cara de
safada, como se quisesse saber a minha opinião pelo que eu tinha visto,
descemos as escadas conversando e paramos entre o terceiro e segundo andar.
Rolou um delicioso beijo e aquela sensação de insegurança porque podíamos ser
flagrados a qualquer instante por outro vizinho que viesse a passar, namorávamos
pelos corredores a duas semanas e o clima estava esquentando muito ao ponto de
quase transarmos ali mesmo, mais a qualquer barulhinho retomávamos a
compostura e continuávamos o nosso caminho, a convidei para um motel e ela
recusou de cara, fiquei pensando mil e uma maneira de possuir aquela mulher e
não sabia mais o que fazer, porque não podia a levar para o meu apartamento,
nem ir para o dela e ela não queria ir para um motel. Marquei um almoço mal
intencionado achando que depois que ela entrasse no carro eu aproveitaria o clima
e a convenceria ir a um motel, ela estava irredutível e quando chegamos lá no
motel ela se recusou a descer do carro, sai frustrado sem saber qual era a dela
que pediu para que eu a levasse para um shop. No estacionamento, parei o carro
na sombra de uma arvore e fiquei imaginando que ela fosse descer e
simplesmente ir embora. Ela começou a me dar beijinhos zombando que eu tinha
ficado chateado e me perguntou manhosa se realmente eu a queria muito, nossos
beijos ficaram mais voluptuosos e nossas mãos começaram a explorar os nossos
corpos, comecei a beijar o seu pescoço enquanto descia a alça da sua blusa e
colocava um dos seus peitos para fora, ela apertava a minha pica sobre a calça
mais logo tratou de abrir o botão e baixar o zíper para a libertar, começou a mamar
e as vezes batia com a minha pica dura no seu próprio rosto dizendo que estava
com muita vontade de tomar leitinho e me perguntava se eu ia dar o leitinho para
ela.
Os vidros da janela do meu carro são claros e o carro ao lado estava para sair e eu
não sabia a onde por a minha cara porque os seus ocupantes presenciaram todo o
ato e ironizavam que existia motel para gente fazer aquilo e ela continuou se
deliciando com a minha pica como se não existisse um mundo lá fora, reclinei o
banco para me ocultar e ela montou e começou a cavalgar, escutei o barulho de
outro carro estacionando ao lado e vi as sombras dos seus ocupantes rodeando o
meu carro para observar melhor a relação, seus peitos balançavam na mesma
intensidade em que ela me cavalgava, bateram no meu carro perguntando que
pouca vergonha era essa e as voz lá de fora eram de ofensas, diziam que ela era
uma vaca, uma puta, uma sem vergonha e mais um monte de ofensas que não
deu para escutar porque ela estava histérica gozando sem se importar com quem
a estava olhando, ela desmontou e rolou para o banco do carona, tapou os peitos
e abaixou a saia falando que era melhor a gente ir embora logo, mal terminamos
de nos ajeitar e o segurança do shop apareceu em uma motocicleta, o segurança
disse que tinha recebido uma denuncia mais como não havia provas só nos
convidou a se retirar. Eu ainda estava cheio de tesão porque não havia gozado
mais ela já estava com aquela carinha de felicidade, pensei de ir a um motel para
terminar o que nos começamos mais ela disse que já era tarde e que seria melhor
deixar para outro dia, essa outra oportunidade surgiu uns dois dias depois dessa
loucura no shop e novamente ela se recusava a entrar em um motel. Fui para uma
praia que só surfistas, pescadores e casais de namorados costumam freqüentar
nos dias de semana porque fica deserta e seu aceso e difícil. Andamos pela longa
faixa de areia e procuramos um ponto mais isolado, comecei a lhe dar uns amasso
na água mais ela se esquivava, deitou na areia para pegar um bronzeado e retirou
a parte de cima do seu biquíni, a faixa de areia era muito grande mais aos poucos
começou a se formar grupinhos aqui e ali alguns pescadores passaram pela gente
e ficaram admirando seus peitos expostos se alojaram sobre as pedras um pouco
depois de onde estávamos e começaram jogar suas iscas ao mar.

Eu estava sentado ao lado dela quando ela retirou a parte de baixo do seu biquíni
ficando completamente nua e falou para eu passar o meu bronzeador aqui,
apontando para a sua xaninha, começamos a nos beijar enquanto eu alisava o seu
grelinho, já estava molhadinha porque meu dedo estava escorregando, ela pediu
para que eu tirasse a minha sunga e a comesse gostoso, olhei para os lados
avaliando a situação mais nem completei o meu julgamento e ela já estava me
puxando contra seu corpo, as pessoas observavam a gente metendo de longe e
não tinham muito para ver a não ser um casal de namorados os pescadores que
estavam mais próximos eram os que podiam ver um algo a mais com os
movimentos de sobe e desce, mais um em cima do outro de longe não era nada
que desse para chocar, ate ela ficar de quatro na areia e me mandar comer o seu
cuzinho, nesta posição nos saímos do anonimato e começamos a atrair a atenção
de todos na praia, outros casais se aproximaram para conferir de perto se
realmente era aquilo que eles estavam vendo de longe, alguns rapazes passavam
por perto olhando pasmos e comentando enquanto eu fazia o vai e vem no seu
cuzinho, outras pessoas apontavam de longe na nossa direção e os pescadores
esqueceram as suas varas de pescar porque já estavam agitando outras varas em
suas mãos enquanto me viam comendo o cuzinho da minha bela sereia. Comecei
a urrar de prazer avisando que iria gozar e ela ajoelhou rapidamente na minha
frente e começou a me chupar o primeiro esguicho foi dentro da sua boca os
demais foram nos seus peitos, ela ficou espalhando toda aquela porra no seu
corpo suado como se fosse um bronzeador, depois se deitou que nem um
franguinho assado abrindo bem aquela xaninha e disse que queria mais. A
multidão estava cada vez mais próxima assistindo a tudo de perto e ate rolou uma
gracinha de que eu havia broxado, realmente a minha pica não estava muito dura
depois dessa maravilhosa gozada, mais eu não podia nem pensar de passar uma
vergonha dessas ainda mais em publico, naquela posição era só ficar agachado
lhe plantando a vara que ela endureceria naturalmente, ela estava muito lubrificada
e a minha pica deslizava folgada na sua xaninha que assobiava a cada socada, eu
não estava conseguindo gozar de novo devido ao nervosismo de ter aquela
imensa platéia nos acompanhado e ela começou a gritar repetidamente vai Willian
goza para mim, goza e a platéia em volta repetia em coral vai Willian, vai Willian
enquanto eu socava violentamente a sua xaninha. Apesar deste apoio moral da
platéia eles me desconcentraram só que ela começou a gozar alucinadamente e
eu aproveitei para relaxar fingindo que havia gozado dentro da sua xaninha e a
multidão começou a aplaudir eufórica o nosso ato pervertido. Só me dei conta da
intensidade da nossa relação quando um engraçadinho, pois a pica dura para fora
e se ofereceu para continuar o ato achando que ela toparia uma orgia, juntamos
nossas coisas e retornamos pela grande faixa de areia por onde cruzamos com
vários casais que discretamente faziam a mesma coisa.

Já namorei muito na rua durante a adolescência, mais sempre à noite e já fui pego
algumas vezes durante o ato, mais não posso dizer que sou um exibicionista
porque normalmente nos fugíamos depois de um flagra aqui e outro ali. Nada se
compara ate hoje com essas duas transas assistidas a luz do dia, ela sim é uma
exibicionista porque só consegue sentir prazer na relação quando tem uma platéia
a assistindo. Foi uma pena ter que abrir a mão de uma mulher tão gostosa porque
com certeza a sua tara por locais públicos iria nos botar em apuros, agora só me
resta continuar a espiando pela minha janela indiscreta e lamentando as emoções
que não serão mais vividas porque ela continua me provocando durante o seu
banho.

O cavalo do meu namorado me arrombou

Este relato é verídico e aconteceu em agosto do ano


passado quando fui passar as férias na fazenda do meu
namorado. Passeávamos cada manhã juntos e eu estava
amando tudo lá. Acordava pela manhã, tomávamos um
reforçado cafè e depois saíamos para cavalgar e
admirar a as belezas da vida no campo. Um dia eu e meu
namorado resolvemos ir em uma cachoeira próxima da
fazenda, uma cachoeira deserta e muito boa para banho
estava um dia lindo muito sol. Chegando lá deixamos os
cavalos perto de umas pedras grandes e fomos tomar
banho..retiramos toda roupa pois estavamos sozinhos,a
àgua estava gostosa e nòs divertimos muito jogando
àgua um no outro,derrepente notei que seu pau
estava
ecitado,então comecei a brincar com ele debaixo d'agua
e disse a ele que os cavalos estavam com inveja do
tamanho do pau dele rs..,neste momento meu namorado
começou a olhar para os cavalos e para mim de um jeito
extranho,foi quando ele pediu para eu ficar de quatro
em uma pedra proxima do cavalo..eu extranhei mas fiz o
que ele queria..ele foi aproximando o cavalo de mim e
eu que antes não era zoofìlica perguntei o que ele
estava querendo fazer,ele começou acariciar o pau do
cavalo que se chamava Fredie atè que ficou enorme ,ele
encostou o pau do fredie na minha vagina no
ìnicio eu
ainda tentei sair mas eu senti ele jorrando porra em
mim,então meu namorado começou a me posicionar
carinhosamente na direção certa para Fredie e
derepente começou a enfiar o pau duro do cavalo dentro
da minha vagina eu gemia muito mas estava adorando era
enorme!!Uma coisa que nunca senti antes,de repente
fredie começou a enfiar
sozinho foi então que percebi
que ele estava gostando e meu namorado então sentou ao
lado e ficou sò assistindo eu gemer com aquele pau
grande entrando e saindo forte e de dentro de mim foi
então que o outro cavalo (gunger)começou a se
aproximar e então meu namorado retirou fredie e
colocou gunger para me comer, gunger enfiou mas forte
que Fredie,eu gemia como uma louca mas estava muito
bom..meu namorado posicionou o pau do gunger na
direção do meu rabo e gunger enfiou tão forte seu pau
no meu rabo que eu dei um grito de dor mas ele não
parou e ficou dando estocadas dentro do meu rabo (que
antes estava apertadinho) sem dò e quando ele retirava
eu sentia minha bunda toda cheia de sua porra, para
alìviar minha dor meu namorado veio chupar meu peito
enquanto gunger comia meu
rabo..depois meu namorado
comeu meu rabo e mandou eu pagar um boquete para os
dois cavalos de uma sò vez..eles enchiam minha boca de
porra sem parar..
e por ultimo ele fez Fredie tambem
comeer meu rabo,meu rabo jà estava todo lambusado e
foi fàcil para
Fredie..depois voltamos para a Fazenda
felizes e satisfeitos e hoje sou zoofilica e jà fiz
algumas outras travessuras mas isto eu conto
depois.. beijos

Aventura de uma balzaquiana

Jamais imaginei experimentar a aventura que curti no verão


passado.

Eu me divorciara há dois anos de um marido que só bebia e


transformava minha vida em um inferno.

Carente, sem um homem para satisfazer meus desejos


sexuais, tive várias oportunidades de ter um outro, mas sempre
resisti aos convites.

Apesar dos meus 32 anos e dois filhos, sou muito vaidosa.

Faço questão de manter meu corpo malhado em academia,


pois não descuido de minha aparência.

Interessante como os cabelos curtinhos me deixam com ar


de garotinha, chamando a atenção dos homens, que também
babam com minha bundinha durinha, bem torneada e
arrebitadinha.

O fim de minha carência sexual começou quando meu irmão


me convidou para passar uns dias em sua casa de praia, onde
passaria férias com a família e alguns amigos de seus filhos, todos
rapazes.

Tanta gente animada, uma farra só, deixou o ambiente


bastante descontraído.
Nesse clima, notei que Rafael, um dos amigos de meus
sobrinhos, não tirava os olhos de mim, ainda que disfarçasse bem.

Rafael era lindo e era um homem formado, apesar de ter


pouco mais de 19 anos.

Sempre que podia, ele estava por perto me dedicando


atenção com um sorriso insinuante e convidativo.

Os olhares maliciosos e sedutores dele fizeram com que eu


passasse a ter idéias malucas com aquele rapaz, ao mesmo tempo
em que me sentia constrangida por estar sendo alvo de cobiça por
um homem bem mais jovem do que eu.

O fato é que em certos casos a autocensura tem um claro


limite.

Foi o que ocorreu comigo naquela temporada.

Sem poder e, já naquela altura, sem querer controlar meus


desejos, passei a paquerá-lo também, bem discretamente.

Procurava me exibir para ele, inclinava-me ligeiramente


diante dele com minha blusa decotada, envolvida num sutil jogo
de sedução.

Em muitas dessas vezes eu notava o volume que se formava


em seu short ou bermuda e eu sentia a xoxota toda molhada de
tesão.

Certa noite, ao levantar-me para ir ao banheiro, vi que a


porta do quarto dos rapazes estava semi-aberta.

Parei, hesitei, quase voltei, mas entrei de mansinho e me


aproximei da cama de Rafael.

Quase endoideci.

Apesar da escuridão, com a pequena claridade de luz que


vinha de fora pela janela vi que o lençol, amontoado do lado,
deixava o corpo dele totalmente descoberto e nu, porque dormia
sem roupa.

Percorri o olhar por seu corpo e senti minha boca encher de


saliva quando vi o pênis mais lindo do mundo.

Embora flácido, era enorme.

Foi enorme também meu desejo de acariciá-lo.

Fiquei dividida entre meu desejo e minha censura, sem saber


o que fazer.

Decidi sair do quarto, mas, claro, não consegui dormir a


noite inteira.

No dia seguinte, pela manhã, todo mundo sairia para pescar


em alto-mar.

Menos eu, pois enjôo com facilidade com o balanço das


ondas.

Enquanto todos se preparavam, minha cunhada me chamou


e pediu que tomasse conta de Rafael, que, acometido de um mal-
estar, também permaneceria em casa.

Assim que todos partiram, preparei-lhe um chá.

Rafael estava deitado, sem camisa e com o lençol cobrindo-


lhe da cintura para baixo.

Sentei-me na cama ao seu lado, com a atenção que uma mãe


dedica ao filho doente, mas sentindo no olhar dele todo o desejo
que tinha por mim.

E ele não estava disposto a perder tempo.

Quando me levantei para colocar a xícara no criado-mudo,


ele me abraçou por trás e beijou meu pescoço.

Tentei sair correndo, mas ele me impediu.


- Não vá.

- Eu sei o que você está querendo – sussurrou.

Mudei de idéia na hora, pois se há algo que me deixa toda


arrepiada é alguém assoprando no meu ouvido.

Ainda assim, esbocei uma, pouco convincente, tentativa de


resistência.

Como resistir à tentação do pau latejante que cutucava


minhas costas?

Virei meu rosto e procurei seus lábios, prontos para me


beijar.

A língua, enorme, encheu toda minha boca e eu a chupei


como se fosse um pau.

Quando dei por mim, eu estava nuazinha, ele deitado sobre


mim, beijando-me todinha.

Eu gemia de prazer a cada movimento de sua língua, que


penetrou a xoxota e soltei um grito sufocado de tesão quando
invadiu o cuzinho com a ponta da língua.

Gozei como nunca.

Virei-me rapidamente e coloquei-o deitado de costas para


chupar-lhe o vigoroso mastro.

Desloquei a língua até o ânus e dei-lhe o mesmo tratamento.

A respiração acelerou-se, o pênis retesou-se, anunciando o


gozo.

Sem vacilar, coloquei a cabeçorra entre meus lábios e


suguei-a com vontade.

Ele gemeu forte e liberou o gozo que, em jatos de porra,


derramou-se em minha boca.
Meu desejo era receber aquela ferramenta na boceta, pois há
muito não experimentava essa sensação.

Dei um tempo, continuei as carícias nele com minhas mãos,


até que o caralho retomou a ereção.

Fui para cima dele e sentei-me para cavalgá-lo.

Feito o encaixe, desci o corpo vagarosamente, desfrutando


cada centímetro do caralho que desaparecia dentro de mim.

Senti como um ferro em brasa me rasgasse a boceta.

Rafael me abraçou pela cintura e me prendeu contra seu


peito, enquanto eu sentia o belo órgão pulsando dentro de mim.

Gozei seguidamente, até que ele também derramou seu leite


em minhas entranhas.

A esta altura eu já estava satisfeita, mas ele confessou que


tinha vontade também de provar meu cuzinho, principalmente
quando soube que eu era virgem atrás.

Ele pediu que ficasse de quatro, passou as mãos pelas


minhas costas, roçou o pau duro em minhas nádegas, no rabinho e
na boceta.

A sensação era maravilhosa, embora me sentisse um pouco


aflita por saber que agasalharia no cu tamanha ferramenta.

Rafael mostrou que sabia como agir nesses casos.

Antes, penetrou a boceta e, segurando-me a cintura com as


duas mãos, fodeu-me suavemente, levando-me a novo gozo.

O orgasmo foi tão forte que, sem ter como sustentar meu
corpo, deitei-me de bruços na cama.

Rafael aproveitou para passar um gel no meu cuzinho.


Meu temor aumentou, tentei desistir dizendo que iria doer,
que nunca havia sido explorada no rabinho.

Rafael parecia hesitar, nada disse, mas não perdoou quando


voltei à posição de quatro.

Ele curvou o corpo, abraçou-me por trás e sussurrou que


queria comer meu rabinho, seria carinhoso e, se doesse, pararia.

Rafael encostou o pau naquela entrada apertada, elogiando


minha bundinha, talvez para me relaxar, e pressionou
ligeiramente a cabecinha no anelzinho.

Senti meu rabinho arder quando deu uma estocada mais


forte, o que fez a cabeça romper a entradinha.

A dor foi desaparecendo à medida que o caralho foi


avançando dentro de mim.

Decidida a aproveitar aquele momento, relaxei o máximo


possível e, ajustando meus movimentos aos dele, passei a fazer
um vai-e-vem que me encheu de prazer.

Gozamos juntos.

Fomos para a piscina, onde ficamos aguardando o retorno


do pessoal, eu com minha carência resolvida e ele, saciado do seu
tesão por uma mulher mais velha e do mal-estar que, contou-me,
foi uma farsa inventada para poder ficar comigo tão logo soube
que eu não iria à pescaria com os demais.

A faxineira da facul

Meu nome é Vladimir, sou carioca, tenho 40 anos e meus


amigos me chamam de Vlad.

Quem lê as minhas aventuras sexuais sabe que sou tarado


por gordinhas e dificilmente resisto a uma deliciosa bunda bem
gordinha e casada! (mas não sou preconceituoso também aceito as
magrinhas).

O conto que descreverei abaixo aconteceu faz mais ou


menos uns 2 meses aqui na Faculdade que estudo e normalmente
fico até depois do horário. É totalmente real e ocorreu comigo e a
faxineira (Priscila, mais ou menos 35 anos, morena, peituda e
safada).

Certo dia, como de costume, ela chegou para limpar a sala


de aula da Faculdade onde estudo, todavia era sempre a mesma
rotina, ela chegava, limpava e ía embora, mas neste dia tudo foi
diferente.

Ela apareceu na minha Faculdade com um decote de


assustar, ela nunca tinha feito isso e do nada começou a puxar
assunto comigo. Não dei muita bola pois jamais pensei que ela
iria querer algo comigo, pois sempre foi metida.

Ela veio me falar que estava carente, que sentia falta de uma
companhia e o que mais me surpreendeu é quando ela me afirmou
que não "dava uma" fazia quase 3 meses e que seus nervos já
estavam a flor da pele.

Conversa vai, conversa vem, ela cada vez mais me


surpreendia com suas afirmações. De momento não respondia,
mas ninguém é de ferro e comecei a entrar no jogo dela - sabe
como que é a TENTAÇÃO.

A esta altura do jogo eu já estava ficando muito excitado e


decidi partir pra ofensiva. Era ela se insinuando de um lado e eu
retribuindo de outro até que não agüentei e a agarrei dando um
beijão que ela, de momento, retribuiu e logo parou e disse:

- O que você está fazendo?

Eu logo com todo tesão que tinha disse para ela calar a boca
e continuei a beijá-la.
Todo beijo há uma conseqüência, eu taradamente me
envolvi naqueles belos par de peitos que ela possuía e comecei a
chupá-los e sugá-los.

Ela dava suspiros de tesão, apertava minha cabeça para eu


chupar mais e mais, e a esta altura do jogo eu já não agüentava
mais, foi quando ela me puxou, tirou todas as coisas de cima da
mesa e começou a tirar minha roupa me deixando completamente
nu.

Percebendo a situação em que estava e o medo de chegar


qualquer pessoa, resolvi fazer a mesma coisa, comecei a tirar a
sua roupa e a deixando também nua, do jeito que veio ao mundo.

Pela cara de tesão que ela estava, percebi que já estava toda
molhada e com vontade de dar.

Peguei-a pelos cabelos a coloquei na mesa e comecei a


esfregar meu pau na xana dela, uma xana maravilhosa e toda
depiladinha, que me surpreendeu.

Não resisti e comecei a enfiar meu pênis todo nela, ela


gemia de tesão e cada vez mais eu bombava. Detalhe: estava sem
camisinha.

Aquilo me dava mais vontade de meter, quando percebi que


ía gozar, parei...

Parei pra melhor. Virei-a de costas, ela se apoiou na mesa, a


segurei pelos cabelos e comecei a bombar nela por trás, sem dó,
sem medo e sem conseqüência.

Ela pedia mais e mais, eu já começava a tremer de tanto


tesão, um tesão misturado com palavrões que soavam no ar.

- Cachorra, safada, dá pra mim, gostosa... e tudo o que tinha


direito.
Quando anunciei que ía gozar ela me empurrou e se
ajoelhou e começou a mamar na minha pica. Que tesão de
mulher!!!

Aquela boca gelada no meu pau que estava a todo vapor,


não demorou muito e eu gozei tudo na boca dela, que não deixou
sobrar nada... nadinha!!!

Parei, dei um suspiro e disse:

- Deveria ter te provado antes...

Ela sinicamente de ter conseguido o que queria, começou a


se vestir, pegou sua bolsa, arrumou seu cabelo e foi embora. Foi
como se nada tivesse acontecido.

Ménage

Meu nome é Vitor e tenho 31 anos.

Trabalho em um escritório de contabilidade e na mesma sala


trabalha meu amigo Fabiano tenho amizade com a sua esposa Ana
e ela também tem amizade com minha mulher enfim sempre
estamos fazendo coisas juntos.

Um dia resolvemos ir a um barzinho logo que saímos do


trabalho.

Depois de mais ou menos 1 hora a esposa dele ligou dizendo


que também queria tomar cerveja, então ele a convidou logo
depois de desligar o tel.

Ele começou a falar sobre ela e o assunto foi indo para o


lado do sexo e ele disse algumas coisas dele e eu falei algumas
coisas de mim e minha esposa e uma coisa que ele falou me
deixou com muito tesão:
- Ela gosta que eu goze na cara dela enquanto ela fica
enfiando um pinto de borracha na buceta.

Imaginei que ela sentia vontade de dar para outro homem


também ai foi quando ele falou.

- Se acha toda mulher no fundo também tem vontade de


tranzar com dois homens?

Bom logo depois ela chegou e tudo continuou normal e


quando nós já tínhamos passado de 11 cervejas e mais 1
caipirinha o assunto novamente foi sobre sexo e percebi que ela
falava abertamente sobre o assunto.

Eles me convidaram para assistir jogo do Corinthians na


casa deles.

Fui chegando la ele resolveu sair para comprar cerveja

Falei para ele que iria junto mas ele não quis.

Beleza fiquei então conversando com Ana conversa vai


conversa vem começamos a fala sobre o Fabiano e ela falou sobre
vários segredinhos sobre eles e um que também me chamou muito
a atenção foi que ela tem habito de sair sem calcinha só pra ele
ficar com ciúmes.

Perguntei se ele realmente fica e ela disse que não muito


mas que depois ele bate muito na bunda dela e puxa muito seus
cabelos e ela gosta muito.

Falei que o Fabiano é um cara muito sortudo e ela disse que


ele também tem habito de quando transa com ela ele pede que
chame ele por nome de outros homens.

Ela falou que um dos nomes é o meu.

Meu pau ficou duro então ela percebeu e me perguntou se


fiquei excitado e respondi que fiquei tanto que se o Fabiano não
fosse tanto meu amigo eu ia comer ela ali naquela hora.
Ela disse que o Fabiano fez de propósito e iria demorar mais
ou menos uma meia hora, ai não teve jeito eu me levantei e
mandei ela me chupar gostoso.

Ela mandou ver ela, me pediu:

- Fabiano segurar bem forte no meu cabelo?

Enquanto me chupava começou a dar algumas mordidinhas


na cabeça do meu pau depois começou a lamber meu saco.

Ela chupou tão gostoso que eu quase gozei em sua boca.

Pedi para ela ficar de quatro ajoelhada no sofá e mandei vara


naquela buceta.

Enquanto metia bem forte ela pedia para bater na sua bunda
porque queria ficar com marcas e enquanto eu metia ela dizia que
sempre tinha vontade de fuder comigo e eu dizia a ela.

- Você é uma cadela mesmo!

Ela respondia que sim, e ficamos mais ou menos uns 10


minutos assim, ela de quatro eu metendo e dando muitos tapas em
sua bunda ai foi quando escutamos barulho de carro e era o
Fabiano.

Levantamos as roupas e ficamos sentados conversando


como se não tivesse acontecido nada.

Fabiano entrou e foi até a cozinha e chamou a Ana e


começaram a cochichar, logo depois foram para a sala e o clima
tava muito estranho.

Começamos a beber e conversar ai foi quando Ana foi para


o quarto e Fabiano perguntou

- Vocês transaram né?

Disse que não mas ela confirmou e disse que sim.


Fiquei apavorado e foi quando ele disse:

– Tudo bem eu já sabia que vocês iam transar!

Eu perguntei:

- Porque ?

Ele disse

– Ana sempre teve muita vontade de transar com você e ela


conseguiu.

- Porque você não vai pro quarto e dá logo o que ela quer ?

Ai perguntei:

– É também o que você quer?

- Sim!

Cheguei ate o quarto e ela estava deitada na cama batendo


uma siririca.

Coloquei ela de quatro e já comecei lambendo seu cuzinho e


chupava a buceta e ela gemia muito e chegou até gozar na minha
boca.

Fabiano escutava tudo lá da sala e quando ele resolveu


entrar no quarto nos estávamos fazendo um 69.

A hora que ele viu já foi logo baixando as calças e deitando


na cama.

Ficou só assistindo e batendo punheta e de repente ela quis


subir no meu pau e pediu para ele deitar em cima dela.

Como eu já tinha lambido muito o cuzinho dela já estava


todo lubrificado ele enfiou e começamos a meter juntos nela.
Ela gemia igual a uma cadela, ficamos trocando de posições
todo o tempo dizendo a ela que era uma vadia, biscate, cadela,
vagabunda, pistoleira, etc.

Ela de quatro, eu metendo e o Fabiano sendo chupado, ou o


Fabiano metendo e ela chupando meu pau e ela gozando varias
vezes, e quando eu e o Fabiano resolvemos gozar depois de mais
ou menos 40 minutos, disse

– Quero que vocês goze na minha cara!

O Fabiano disse que não

- Vamos fazer diferente, ele deitou, ela sentou no pau dele


eu fiquei em pé na cama e ela me chupando.

De repente enquanto ela galopava no pau do Fabiano eu


colocava para mamar gostoso.

Gozei tudo na cara e na boca dela, chegou a pingar no


Fabiano, enquanto o Fabiano gozou na buceta e terminamos,
deitamos na cama os 3 pelados.

Pegamos no sono e cheguei em casa por volta de meia noite


e minha mulher já estava dormindo e não desconfiou de nada, isso
já faz mais ou menos 2 meses que aconteceu e foi muito bom mas
não tenho mais coragem até mesmo por que nunca falamos sobre
o assunto.

O Acordo

Somos casados há mais de 10 anos, com 2 filhos e nos amamos muito.


A Renata é uma mulher linda de 32 anos agora, morena clara, cabelos lisos e
compridos, rostinho de anjo e a melhor amante do mundo na cama. Estávamos
passando férias no litoral norte de SP, logo após o carnaval de 2006, e por ser
fora de temporada as praias não estavam mais tão lotadas. Certo dia ao final
da tarde, eu resolvi dar mais um mergulho antes de irmos embora, quando
passaram por mim 2 gatas muito bonitas, loiras, 20 e poucos anos e mexeram
comigo. A Renata estava um pouco distante e percebeu a situação. Apesar de
nunca ter sido ciumenta, quando retornei, ela perguntou quem eram, se eu
conhecia e eu perguntei se ela estava com ciúmes e ela disse que não. Eu
então brinquei que iria atrás delas para continuar o papo... Ela respondeu que
eu podia ir que ela procuraria alguém (um homem) para conversar também.
Isto deu corda a uma conversa sobre quem teria mais sorte e o que faria. Acho
que por conta das caipirinhas e do cansaço eu me entusiasmei e propus uma
aposta para o dia seguinte: iríamos à praia sozinhos e tentaríamos arrumar
alguém, valendo chegar até às últimas instâncias... Eu só podia estar bêbado,
pois apesar de não ser feio, eu nunca teria a menor chance de levar vantagem
sobre a Renata. A conversa ficou animada sobre o que cada um faria e
voltamos para casa bastante animados e transamos muito gostoso (certamente
por causa da conversa). No dia seguinte levantei bem cedo e fui correr na
praia como sempre faço. Quando cheguei à barraca para descansar, havia um
homem de aproximados 36 anos de idade e porte físico similar ao meu. Logo
engatamos uma conversa legal. Ele era um cara de bom papo, descontraído e
simpático de nome Luís. De repente as 2 gatas do dia anterior também
chegaram na barraca e o Luís logo puxou uma conversa com as duas. Elas
estavam vendendo passeios de barco. Nisso a Renata chegou na praia e nos
viu conversando animadamente e pensou que eu já havia iniciado o 'ataque' da
aposta do dia anterior e passou direto pela mesa, indo se acomodar mais
adiante. Nisso as garotas se afastaram e Luís começou a comentar sobre a
Renata, dizendo que há tempos não via uma mulher tão gostosa por ali, que
não entendia como ela podia estar sozinha, que ela tinha uma boquinha
deliciosa para fazer um boquete, que adoraria comer várias vezes aquela
bundinha linda e arrebitadinha pois disse que tinha muita experiência nisso, e
por aí afora. Eu não sei o que deu em mim, mas eu não conseguia falar nada e
quando percebi estava de pau duro. Nisso a Renata se aproximou da barraca e
o Luís logo falou com ela, puxando um papo a toa. Ela me olhou meio
desconfiada achando que eu estava fazendo algum jogo com ela. Luís então a
convidou para sentar-se em nossa mesa, pois o sol estava muito forte e poderia
fazer mal à pele dela (!) e já aproveitou para começar a elogiá-la. Começou
pela pele e quando vi já estava elogiando a boca dela. Quando ele perguntou
onde estava o marido dela (ela estava com aliança), ela me olhou e disse que
'estava fora e demoraria a voltar'. Isto foi praticamente um convite para que o
Luís começasse a se insinuar mais explicitamente. Eu não conseguia falar
nada e a certa altura resolvi dar um mergulho para ver se refrescava a cabeça.
Qual não foi minha surpresa quando voltei à mesa e não encontrei mais os
dois. Perguntei ao garçom para onde eles haviam ido e ele indicou a direção
da casa que havíamos alugado. A esta altura eu não conseguia raciocinar, num
misto de ciúme e desespero pensando no que o Luís havia falado sobre a
boquinha e a bundinha de Renata... Peguei minha bicicleta e pedalei o mais
rápido que pude para casa. Meu coração disparou ao máximo quando cheguei
e vi o carro do Luís na garagem. Os ouvi conversando alegremente ao som de
uma música animada. Sem fazer barulho (não me perguntem por que) fui me
aproximando sorrateiramente da porta dos fundos que normalmente ficava
destrancada. Quando abri silenciosamente a porta, pude ver que ele a abraçava
por trás e ela estava balançando ao som da música, bem encostada no corpo
dele, com a bundinha arrebitada e já sem a parte superior do biquíni. Luís,
realmente muito experiente, estava controlando totalmente a situação
passando uma mão nos deliciosos peitinhos dela e com a outra enfiando
dentro do biquíni. A certa altura ele coloca-a sentada no sofá, se ajoelhou
entre as pernas dela, puxou o biquíni de lado e começou a chupá-la, no
começo bem devagar, mas depois foi enfiando os dedos e acelerando. De onde
eu estava podia ver a cara da Renata e poucas vezes a tinha visto com tanto
tesão. De olhos fechados, respiração acelerada, ela puxava a cabeça dele para
sua bocetinha. Não demorou muito e ela gozou demoradamente na boa dele.
Ele ainda ficou alguns momentos com a boca naquela grutinha molhadinha
que eu conhecia tão bem. Depois se levantou e, como ela estava sentada, seu
pau ficou bem na altura do rosto dela. Não foi preciso ele dizer nada. Ela
abaixou a sunga dele e segurou com carinho aquele pau duro. Pude perceber
que apesar de termos o mesmo porte físico, o 'instrumento' dele era um pouco
maior e bem mais grosso que o meu. Voltando à Renata, após alguns
segundos admirando aquele pau, ela literalmente caiu de boca (isto sempre foi
uma das maiores especialidades dela). Como estava eu no meio de tudo isso?
Já havia me masturbado 2 vezes e continuava com o cacete mais duro do que
ferro. Nunca imaginei que ver minha esposa chupando um cacete com tanta
vontade me daria um tesão tão grande. Depois de alguns minutos Luís gozou
abundantemente na boquinha de Renata. Ela se levantou e foi para o banheiro
da suíte e ele foi atrás dela logo em seguida. Tive que me movimentar para
poder continuar vendo os dois. Já na cama Renata voltou a chupá-lo e
rapidamente ele ficou de pau duro. Ela então foi por cima dela e foi enfiando
vagarosamente aquele cacete grande, grosso e duro em sua bocetinha delicada,
mas que naquele momento estava faminta para ser comida. O tesão dela era
tanto que gozou rapidamente. Depois saiu de cima dele e se deitou de bruços
ao lado dele. Ele obviamente interpretou isso como mais um 'convite' dela e
não perdeu tempo a chupá-la por trás. Ele colocou uma das almofadas que
estavam sobre a cama embaixo da barriguinha dela deixando-a com a
bundinha mais arrebitada ainda e voltou a chupá-la por trás. Foi neste
momento que me lembrei sobre o que ele havia falado da bundinha dela.
Como já disse a Renata é uma amante maravilhosa na cama, mas é muito
apertadinha e com o meu cacete (de tamanho normal) ela já tinha dificuldades
com sexo anal, achei que aquilo não ía acontecer. Luís então lambuzou seu
pau com óleo bronzeador que estava próximo e fez com que ela arrebitasse
um pouquinho mais a bundinha e começou a tentar enfiar a cabeça do pau no
cuzinho apertadinho de Renata. A princípio ela participou como se fosse
apenas uma brincadeira, mas quando ele deixou clara sua intenção ela tentou
se esquivar. Foi aí que Luís demonstrou toda sua experiência. Sem deixá-la
sair da posição, ele começou a falar suavemente no ouvido dela, a morder o
pescoço dela, passando a mão na frente na xoxotinha molhadinha dela.
Percebi que Renata estava se acalmando e relaxando, mas ainda não
acreditava que ela suportaria ser enrabada por aquele cacete. Luís então
começou um lento movimento de vai-e-vem e a cada 'vai' ele forçava um
pouquinho mais, sempre tentando acalmá-la. Ao poucos ele foi penetrando
mais e mais e a cada 'vai' ele ía mais fundo e mais rápido. Neste momento a
Renata estava imóvel, gemia baixinho, como se estivesse chorando. Pude
ouví-la dizer: 'devagar, está doendo, pára...' Mas a esta altura ela poderia pedir
e dizer o que quisesse que nada faria Luís parar. Ele estava dominando
totalmente a situação. Quando ele finalmente terminou de enfiar todo o pau no
rabinho de Renata e a fazer um vai-e-vem forte e rápido, ela arrebitou ainda
mais a bundinha e começou a gemer bem alto e, ao invés de chorar ou pedir
para ele parar, começou a gritar cada vez mais alto que nunca tinha sentido
tanto tesão, para ele enfiar mais forte, mais rápido e mais fundo. Ele
obviamente obedeceu. Como estava eu? Já estava na minha quarta
masturbação, meu cacete até doía de tão duro, mas o tesão não passava. Luís
ficou vários minutos (que me pareceram uma eternidade) enrabando a Renata.
Ela com a bundinha arrebitada, gemendo e gritando de prazer e pedindo mais
e ele enfiando forte e fundo seu pau duro e grosso naquele cuzinho
maravilhoso. Vi quando os dois gozaram intensamente. Voltei para a praia
com as pernas bambas. Luís voltou sozinho depois de muito tempo e logo em
seguida teve que ir embora, não sem antes me dizer que havia tido a melhor
trepada de sua vida e que a havia enrabado a gata 2 vezes (e eu perdi a
segunda!) e que ela não era mulher para um homem só. Ele disse a ela que iria
me apresentar para transarmos a três e que ela havia topado. Ele me disse para
voltar no dia seguinte que me apresentaria a ela (!). Ele foi embora e eu voltei
correndo para casa e transei maravilhosamente com ela. Disse-lhe que tinha
sido um engano, mas que tinha visto tudo e adorado. Até hoje transamos
intensamente por conta daquele 'engano'. Mas não tivemos coragem de partir
para um ménage. Quem sabe um dia!

A terapia

Nada do que me sucedeu foi inesperado, aliás, estive aguardando


desde que pela primeira vez tive sessão de terapia com ela. Se me
perguntarem o que me levou até seu consultório, poderia dizer
que foi somente a necessidade de ver as coisas de minha vida de
uma forma mais clara, sabendo que sem escutar as palavras de
alguém neutro nunca o conseguiria. Foi assim que marquei uma
consulta com a doutora Clara, porque uma colega de faculdade do
meu irmão se consultava com ela e me havia comentado que era
uma das melhores analistas do momento.

Cheguei as 19h55m, as 20h00m em ponto me fez entrar em seu


consultório. Era uma morena de olhos castanhos, com metro e
setenta mais ou menos, cabelos negros e um corpo realmente
muito bem proporcionado. Quando a vi imaginei que se Matheus
(meu namorado naquela época) a visse, morreria de desejo,
porque era quase o seu tipo ideal de mulher. Sentou-se atrás da
escrivaninha e eu sentei-me em uma poltrona muito macia de
couro de frente para ela. Falamos de coisas típicas de uma
primeira sessão: como era minha família, se tinha um
companheiro, quantos anos tinha e sobre o que havia me levado
até ela. Depois de exatos 55 minutos de sessão, nos levantamos e
fui embora, não sem antes despedir-me e combinar de retornar na
sexta-feira da mesma semana, à mesma hora.

Ao chegar em casa, Matheus me perguntou como tinha sido e


contei tudo a ele, cheguei até a detalhar as características físicas
da minha nova terapeuta com minúcias (coisa que depois me
deixou assombradíssima comigo mesma, porque indicava que eu
havia registrado até seus mínimos movimentos). Desde essa
segunda até a sexta, não deixei de pensar em minha terapeuta e na
vontade que eu estava de que chegasse a próxima sessão. Durante
quase dois meses fui pontualmente a cada uma das consultas e
notava, não sem certa estranheza, como cada vez me interessava
mais e mais nos olhos de Clara, em sua roupa, em suas pernas e
em seus peitos. Em mais de uma ocasião me surpreendi olhando-
os fixamente e descobrindo que ela me olhava nos olhos,
acompanhando a linha de minha olhada, sabendo então para onde
se dirigia a mesma, e nunca fez nenhum gesto indicando que
aquilo a incomodava ou para que eu não mais o fizesse. Em uma
das sessões me propôs deixar aquela cômoda poltrona e começar,
como uma etapa a mais da terapia, a usar o divã. Aceitei
encantada, sobretudo porque isso evitaria que meus olhos
continuassem olhando para ela de forma tão evidente (recostando-
me no divã, ficaria com ela situada às minhas costas). Desde que
passei a me recostar no divã, nos dedicamos a analisar meus
sonhos, e para falar a verdade, a maioria deles eram muito
eróticos e com frequentes situações de bissexualidade (condição
que minha intuição me dizia ter, mas nunca havia podido
confirmar).
Estava em uma dessas sessões oníricas detalhando um dos
sonhos, quando senti que lentamente Clara se levantou de seu
lugar e se aproximou do divã, sem deixar de me fazer perguntas
sobre o sonho nem de dar-me explicações sobre o mesmo. Estava
tão compenetrada nesta tarefa que quase não me dei conta de que
Clara havia parado na cabeceira do divã até que suas mãos se
apoiaram sobre meus ombros, suave, mas firmemente,
pressionando um pouco e começando a acariciá-los em círculos.

Nunca deixei transparecer a surpresa que essas massagens me


causavam, simplesmente continuei narrando meu sonho. Dos
ombros, as mãos de Clara seguiram seu caminho por meu colo e
rodearam o decote de minha camisa até chegar ao primeiro botão
que estava fechado. A esta altura era inevitável que ela desse
conta de que minha respiração estava acelerada e que não era o
único sinal da excitação que estava se apoderando de mim. Por
cima da camisa, começaram a se fazer notar meus mamilos,
endurecidos pelo tesão que essas mãos estavam me dando e
minhas pernas estavam começando a separar-se lentamente. A
boca de Clara havia se aproximado de meus ouvidos e se detinha
em cada um para que eu pudesse sentir ali seu hálito quente e suas
palavras suaves: "Relaxa e continua, isto é só o começo, é a única
maneira que tens de recordar esse sonho por completo, é
revivendo o prazer que ele te proporcionou". Sempre situada às
minhas costas, suas mãos lograram desabotoar a blusa e meter-se
entre meu sutiã e meus peitos, o que me fez emitir um gemido
involuntário ao sentir suas mãos frias sobre eles. Os envolveu
delicadamente com seus dedos, os pressionou e se dedicou a
beliscar levemente meus mamilos para depois passar suas mãos
ao redor e deixá-los duros como pedra. A essa altura pouco me
importava recordar o sonho, só queria que esse que estava
vivendo com ela continuasse, que não parasse, que me desse mais
e mais, que suas mãos continuassem seu caminho por todo meu
corpo. Sem poder suportar mais essas carícias com seu corpo tão
longe de mim, a tomei pelas mãos e a coloquei frente a mim,
queria ver seus olhos, queria que visse os meus, queria que visse
minha boca molhada, meus olhos cheios de desejo. Sentou-se na
beira do divã, aproximou sua boca da minha e começou uma festa
de beijos. Sua língua e a minha se encontraram desejosas,
quentes, frenéticas. A sua percorreu cada parte de minha boca,
meu céu da boca, meus dentes, as paredes internas de minhas
bochechas e a minha se dedicou aos seus lábios, a molhá-los
incessantemente, a lamber os lóbulos das orelhas, a buscar a sua
novamente para estabelecer essa batalha tão deliciosa que
travávamos.

Suas mãos não largaram meus peitos, continuavam beliscando e


puxando meus mamilos até que eu os coloquei com minhas mãos
em sua boca. Clara lambeu meus peitos com sua língua
maravilhosa, deixando-os molhados com sua deliciosa saliva e
passou a mordiscar meus mamilos, que não podiam ficar mais
duros do que já estavam. Tomou cada mamilo entre seus lábios
estirando-os, chupando-os, mordendo-os, fazendo-me sentir essa
maravilhosa mescla de prazer e dor sem fim, praticamente mamou
em meus seios como se fosse uma criatura de poucos meses,
tratando de obter seu alimento diário. Ao mesmo tempo em que
sua boca descia pelo meu corpo, suas mãos iam retirando minha
roupa de forma precisa, sacando a camisa fora de minhas calças e
tentando desabotoá-la com presteza. Não, por favor - lhe pedi
com a voz entrecortada – acaricie por sobre o tecido, quero sentir
como tuas mãos me acariciam a vulva, como me excitas através
da roupa, como vou ficando molhada aos poucos. Assim ela o fez,
abri minhas pernas para que trabalhasse com mais comodidade e
ela começou acariciar minha xoxota sobre a calça. Sua palma
aberta subia e descia por toda a extensão de minha xoxota,
pressionava lentamente na união dos lábios de minha vagina e
simulava meter um dedo, roçando assim o centro de minha
vagina, deixando-me quase desmaiada, enquanto isso
continuávamos nos beijando.

Subiu sua mão e a meteu dentro da minha calcinha alcançando


minha vagina. – Hummmmm... me agrada muito saber que está
depiladinha, fica deliciosa... Queres mais caricias ou preferes que
eu meta os dedinhos??? Essas palavras bastaram para que eu
mesma arrancasse minhas calças e arriasse a calcinha ficando
despida frente a ela. Uma de minhas pernas ficou sobre o divã
enquanto a outra ficou largada, com meu pé esquerdo apoiado
sobre o piso. Clara se ajoelhou de frente para minhas pernas
abertas e suas mãos se dedicaram a minha bocetinha, me
transportando a outro mundo. - Estás tão molhada!!! - repetia
como se não pudesse acreditar - Nunca vi uma bocetinha tão
molhada, tão brilhante, tão cremosa. - Verdade? Quero que me
metas os dedos, molha-os e esparrames meu líquido entre os
lábios de minha boceta. – Gostas assim, gostosa? - me perguntou
enquanto metia dois dedos bem fundo, dava meia volta dentro de
mim e os retirava ensopados, para depois lubrificar os grandes e
pequenos lábios da vagina. - Mais, me dê mais, me dê tua língua,
me chupa, me chupa bem devagar. E a língua de Clara se dedicou
a lamber-me, a recolher meu líquido desde meu interior para
espalhá-lo de frente para trás, até chegar ao buraquinho do meu
cu, que a essa hora pegava fogo como todo o resto do meu corpo.
- Quero te comer inteira... Tu és tão gostosa!!! Teu líquido é
delicioso, hummmmmmmmmmm. Neste instante senti que um
dedo de Clara estava enfiado em minha boceta, mas ao mesmo
tempo um outro no buraquinho do meu cu e pressionavam no
meio, como querendo juntar as paredes de ambos os lados no
centro, me fazendo dar um suspiro de prazer, elevando minhas
cadeiras até seus dedos. Estava sentindo como se línguas de fogo
estivessem me atravessando e estava consciente de meus gemidos.
-Quero te ouvir gemendo, quero saber o quanto estás gozando...
Diga-me o quanto gozas... Diz-me - Continue, continue... - Diz-
me o que queres que eu te faça... Morde meu clitóris... Passa a
língua aiiiiiiiiiii. A língua de Clara começou a lambê-lo primeiro
em círculos, enchendo de líquido, para depois subir e descer
deixando-o duro como uma rocha. Quando estava duro e saliente,
tomou-o entre seus dedos e o esticou, beliscou para depois mordê-
lo delicadamente. – Faz de novo... Faz de novo - lhe pedi quase
desesperada. – Tu gostas de verdade? Gostas que te faça estas
coisas? Pede mais, implora... - Mais, não pare, faz mais, faça o
que quiseres. E ela continuou, lambeu meu cuzinho sem descanso,
sentia que estava inundada com meus próprios líquidos por todos
os lados. O consultório estava inundado com odor de sexo e ela
continuava metendo um dedo no buraquinho quente do meu cu
enquanto que a outra mão não deixava de arrastar-se ao longo de
minha boceta. - Não aguento mais... Não aguento mais... Mete os
dedos na boceta, mete - lhe pedi ansiosa para chegar ao orgasmo
com seus dedos dentro de mim. – Assim? - me perguntava
enquanto metia e tirava dois dedos de minha boceta. – É isto que
tu queres? – Hummmmmmmmm, sim, sim, sim,
siiiiiiiiiiiimmmmmm, mais, mais, maiiiiiiiiisssssssssssss. E sem
controle, meteu e tirou os dedos gloriosos de minha boceta até
que minhas cadeiras se elevaram sobre seu rosto, fiquei apoiada
nas pontas dos pés e explodi em um orgasmo poucas vezes
sentido. Quando me recompus daquela "sessão", Clara me olhou
fixo nos olhos e me disse: – A sessão terminou, volte sexta-feira
nesta mesma hora que estarei aqui te esperando...
Selvagem

Sou uma mulher de 20 anos, sempre me senti atraída por


mulheres, mas nunca me havia atrevido nem sequer a mencioná-
lo até que me convidaram para a festa de Sandra, a amiga de uma
amiga minha. Chegamos a festa minha amiga e eu, eu estava um
pouco tímida porque não conhecia ninguém, mas foi por pouco
tempo, pois me apresentaram a Sandra a dona da casa e ela em
seguida começou a apresentar-me a todos os seus amigos. Ela era
muito simpática, loira, belíssima! Estivemos juntas a noite toda
porque minha amiga se colou em um rapaz. Sandra e eu não nos
desgrudamos, pois acabamos sentindo muita confiança uma na
outra, tomamos algumas bebidas, e tenho que reconhecer que o
álcool me ajudou muito. Depois de algum tempo fomos juntas ao
banheiro e como estava ocupado, Sandra me disse que fossemos
ao banheiro do quarto de seus pais, terminamos de mijar e antes
de sair ouvimos que alguém estava entrando no quarto, era um
casal de amigos que estavam demasiado excitados para se dar
conta de que havia gente no banheiro do quarto. Sandra me disse
que não deveríamos incomodá-los e eu concordei com ela!

Tudo estava em ordem até que começaram a gemer e Sandra abriu


a porta para espiar. Aquilo me deixou excitada e ela percebeu,
sentou-se ao meu lado e começou a tocar minhas coxas, eu não
falei nada, até mesmo porque num primeiro momento não dei a
devida importância ao fato, mas com o tempo aquilo foi me
deixando cada vez mais excitada. O casal do quarto começou a
gemer mais e mais e neste momento Sandra me levantou e
começou a tocar minha xaninha por cima da calça, isso me deixou
a mil. Com sua língua começou a lamber minha orelha, eu então
reagi e lhe pedi que parasse, mas ela não me ouviu. Então eu não
tive mais nenhuma reação, a única coisa que fiz foi ficar quieta e
deixar que ela fizesse tudo, me despiu e começou a chupar meus
peitos, começou a tocar minha xaninha e em seguida passou a
lambê-la e a meter-me o dedo, me deixando tão excitada que tive
que reagir, e só Deus sabe qual foi minha reação. A empurrei
contra a parede me levantei, a peguei pela cabeça e comecei a
beijá-la com volúpia e desespero, [estou ficando excitada só de
lembrar]. Comecei a beijá-la a tocá-la e a encher minhas mãos
com seu peitos enormes e ela só fazia gemer e pedir que
continuasse que metesse o dedo e assim o fiz. A coloquei sobre o
lavatório e me pus ajoelhada de frente a ela, lhe meti o dedo com
tanta força que não parava de gemer. Gozei só de ouví-la gemer e
de ver aqueles peitos enormes. Deus, eu a chupei da cabeça aos
pés. Desde então minha vida não voltou a ser a mesma, agora
mesmo a estou esperando, comprei um vibrador esta tarde e estou
morrendo de vontade estreá-lo com ela, não vejo a hora de enfiá-
lo nela e vê-la gemendo de prazer. Deus, estou a 1000 só de
imaginar.

A brincadeirinha

Tudo começou em nossas férias. Somos de uma família grande e


todos os anos passamos nossas férias na fazenda da tia de minha
mãe. Ela é uma senhora que não tem filhos, mas adora se dedicar
aos sobrinhos. Somos seis, sendo 2 mulheres e 4 homens, e
sempre levamos algum amigo conosco. A casa é muito grande,
com vários quartos e também tem um celeiro com animais e um
rio maravilhoso. Durante a noite costumamos fazer diversas
brincadeiras para passar o tempo. Na última vez em que fomos
para lá, na terceira noite, resolvemos brincar de esconde-esconde
em volta da casa. Um dos rapazes ficou de procurar todos os
outros. Eu, minha amiga e um dos rapazes, fomos nos esconder
no celeiro. Estava muito escuro e como a fazenda é muito grande,
seria difícil alguém nos encontrar lá. Estávamos assustados e com
medo da escuridão. Escutamos um barulho estranho e foi o
suficiente para que ficássemos coladinhos uns aos outros. Neto
que era muito esperto, deu um jeitinho de se encaixar entre nós
duas, fazendo com que nenhuma parte do seu corpo deixasse de
encostar em nós. Eu, como estava a sua frente, senti alguma coisa
me espetando nas nádegas. Confesso que me assustei e comentei:

- "O que está acontecendo?"

Ele falou baixinho ao meu ouvido:

- "Calma, só estou protegendo você".

Como estava escuro e quase não podíamos ver uns aos outros,
tratou de colocar seu caralho para fora e começou a se esfregar
em mim. Adorei! Márcia, que já havia percebido, ficou imóvel e
começou a receber instruções de Neto, que pegou sua mão e
agasalhou seu enorme cacete. Neto, com uma de suas mãos,
levantou minha saia e enfiou seu dedo em minha bocetinha, que
latejava de tesão. Falava ao meu ouvido que ela estava molhada e
quente. Márcia começou a implorar que ele fizesse o mesmo com
ela, e então ele colocou suas mãos entre nossas pernas e começou
a bater siririca para nós. Nós duas gozamos feito loucas.

Neto pediu que nós chupássemos seu caralho, e obedecemos logo.


Ele estava quase explodindo, quando eu e Márcia começamos a
nos acariciar. Deixamos ele de lado e nos beijamos e começamos
um jogo louco de esfrega-esfrega. Márcia chupou minha xoxota,
enquanto eu chupava o caralhão do Neto. Foi maravilhoso.
Alternamos várias vezes as chupadas. Gozamos loucamente, e
todas as noites brincávamos de esconde-esconde. Nunca fomos
descobertos. Somos amigos e amantes, e essa é a melhor
brincadeira.

A doméstica e a patricinha

Vou contar para vocês um pouco da minha fantasia e tenho


certeza que, como eu, vocês também morrerão de tesão.
Minha mãe contratou uma empregada doméstica, para ficar me
auxiliando durante o tempo em que ela estivesse fora viajando a
trabalho.
Faço faculdade e trabalho, logo o serviço de casa é bem pouco.
No dia marcado a moça chegou, enviada por uma agência.
Aproximadamente uns 20 anos, morena, corpinho bem feito,
usava maria chiquinha no cabelo, um jeitinho inocente e ao
mesmo tempo bastante sacana.
Mostrei-lhe a casa, falei do serviço e dei-lhe o uniforme, (adoro
ver elas uniformizadas), o vestido ficou colado e curto, o que me
possibilitou ter uma melhor visão do seu corpo.
Na hora em que ela começou a espanar os móveis, meu cacete já
dava sinal de que avançaria o sinal e resolvi sair e encontrar uma
amiga, que por sinal é bem patricinha, mas também um
tesãozinho, porque sempre que é possível, ficamos nuns amassos
e já rolou muita coisa: chupadas e punhetas com muito gozo - só
nunca trepamos de fato.
Neste dia, comentei com ela o tesão que senti pela empregadinha,
e notei que a patricinha ficou enciumada, chegando até a me
convidar para ir a um motel. Claro que topei na hora. Lá fizemos
de tudo, chupei aquela bocetinha gostosa, ela também me chupou,
fiz ela gozar várias vezes, por fim gozei deliciosamente no seu
buraquinho apertado.
Quando terminamos, ela perguntou se eu ainda estava com tesão
pela empregadinha, sorri e respondi que só saberia quando
chegasse em casa.
Não deu outra, quando cheguei, tive uma visão maravilhosa, a
garota dormia profundamente no sofá, estava de ladinho, deixava
a mostra belas coxas e parte daquela bunda enorme. Fiquei sem
reação alguma, corri para o meu quarto e bati a maior punheta,
imaginando como seria maravilhoso fodê-la.
Já de madrugada, levantei para beber um pouco de água, e ao
passar pelo quarto da garota, notei que a porta estava entreaberta,
acho que de propósito, e ela estava totalmente nua, de bruços, me
deixando com vontade de invadir aquele quarto e possuí-la.
Mais uma vez me masturbei em homenagem a empregadinha.
No dia seguinte, comentei com a patricinha o que havia ocorrido,
imediatamente ela disse que gostaria de me acompanhar para
conhecer a minha empregadinha, falei que se visse as duas juntas
o meu tesão seria maior ainda. Minha amiga patricinha riu e disse
que seria quase impossível ela se misturar.
Aquilo já tinha virado uma obsessão e a patricinha estava disposta
a tudo. Quando chegamos em casa, a empregadinha nos recebeu
com aquele jeitinho de garota sacana, me chamando de senhor o
que me dava mais tesão ainda.
Apresentei minha amiga e perguntei se ela gostaria de nos
acompanhar numa partida de cartas, ela se assustou mas aceitou.
Peguei uma garrafa de vinho, e a cada rodada, os perdedores
tinham que beber o copo de vinho inteiro. Já lá pela quinta
rodada, estávamos todos bem alegres e começamos a ficar a
vontade, tirei minha blusa e disse que elas poderiam fazer o
mesmo. Foi eu fechar a boca e as duas já se liberaram.
Minha amiga pulou em cima de mim e me beijou, depois fez o
mesmo com a empregadinha. Aí começamos o maior esfrega, elas
se beijavam, eu passava a mão nas duas, bolinava bem gostoso, os
grelinhos delas, chupava uma e outra, depois fiz com que elas se
chupassem. Aquela visão me deixou louco, meu pau estava
prestes a estourar.
Logo a empregadinha arrancou minhas calças, deixando meu
membro totalmente livre, sentou de costas para mim sob meu
cacete, ficando com as pernas totalmente abertas permitindo que
eu a penetrasse de uma só vez, com isso possibilitou que minha
amiga tivesse melhor acesso naquela bocetinha.
Enquanto ela se movimentava, minha amiga deliciava-se com
aquela bocetinha, e eu masturbava minha amiga com as mãos.
Pude sentir por várias vezes o gozo das duas, até que também
gozei.
Transamos várias vezes naquela noite, e por outros dias também,
até que minha mãe chegou de viagem, e dispensou a
empregadinha.

Loucuras na Dutra
Sexta Feira, cinco horas da tarde, o telefone toca, e é minha amiga
Paty, louca da vida, pois nossos maridos decidiram ir passar o
final de semana pescando e teríamos que ficar em casa assistindo
televisão. Foi aí que eu, Mary, decidi que também iríamos sair em
busca de novas aventuras.

Decidimos ir até o Rio de Janeiro, mas o que mais interessava era


nos exibir para caminhoneiros e viveríamos um final de semana
ao estilo do filme: "Telma e Louise".

No Sábado, pela manhã nos encontramos em frente à um Banco,


onde dentro do caixa 24 horas já começou a rolar um clima de
sacanagem, mas nos seguramos e seguimos viagem.

Logo que entramos na Dutra, Paty já foi tirando a roupa e passou


a se exibir para os caminhoneiros, se mostrando por inteira e a
reação deles nos deixava loucas de tesão.

Paramos o carro e com minúsculos shorts, deixando à mostra


nossas belas pernas e parte do bumbum, fomos à beira da rodovia,
e começamos fazer sinal de carona para os motoristas. De repente
parou um caminhão e fomos falar com o motorista, que, quando
nos viu de perto, parecia que nos comia com os olhos. Falamos
que queríamos transar dentro da boléia do caminhão, ele topou e
resolvemos encostar num posto para ele nos possuir por completo.

Assim que encostamos, ele abriu a porta do caminhão e já na


escada mesmo, ficamos completamente peladas. Fui a primeira a
segurar em seu mastro, e como estava super tarada, caí de boca
em sua rola e chupei gostoso. Para não perder tempo, fui sentando
em cima daquele pinto e pedia para ele me foder loucamente,
colocava sua boca em meus seios e seu dedo no meu cu. Estava
alucinada, subia e descia num gostoso vai-e-vem, enquanto Paty
beijava minha boca e chupava meus peitos duros de tanto tesão.
Gozei como uma louca!!!

Como a porta do caminhão estava aberta, os carros que passavam


podiam ver tudo que estava acontecendo, e isto me deixava muito
tesuda.
Saí de cima e deixei a Paty terminar o serviço. Sai da boléia e de
baixo podia ver aquele pau todo enterrado dentro da deliciosa
bocetinha de minha amiga, que por sua vez rebolava como uma
cadela no cio.

Infelizmente o caminhoneiro logo gozou, deixando a Paty na


saudade.
Como nosso fogo ainda não tinha acabado, assim que
prosseguimos a viagem, chegamos na serra do Rio de Janeiro,
onde tem um mirante na beira da pista, encostamos nosso carro ali
e resolvemos terminar com o nosso tesão.

Ficamos peladas e começamos a nos roçar. Peguei um consolo e


fui enfiá-lo na xoxota da Paty, ao mesmo tempo que a chupava e
podia sentir seu líquido vaginal escorrendo por meus lábios.

Coloquei aquela fêmea de quatro e continuei enfiando o consolo,


que sumia dentro daquela gruta peluda e molhada e também pude
dar um trato no cuzinho dela, que se abria para minha língua
tarada lubrificá-lo e possuí-lo, até que soltando um super grito ela
gozou em minha boca.

Satisfeita, foi a vez dela mostrar o que sabia fazer. Deitei e


arreganhei as pernas e ela com a ponta da sua língua começou a
chupar cada centímetro de minha boceta, indo até o clitóris,
abrindo meus lábios e colocando toda sua língua, que ía bem
fundo e me fazia gozar por várias vezes.

Continuamos a viagem e por várias vezes, paramos em


borracharias e também em barraquinhas na beira da rodovia,
sempre com minúsculas roupas ou totalmente peladas. Chupamos
muitos cacetes.

Também tivemos um problema com o carro, que por sorte


apareceu um rapaz e arrumou, lógico que para não deixar barato,
ele transou com a Paty no capo do carro à beira da pista, com um
monte de carros passando e observando aquela putaria toda.

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