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ALUNA APLICADA NAS QUADRAS E NA CAMA "Meu professor de tênis é um tesão.

Escrevo
isso pensando naquelas pernas musculosas que um dia tocaram as minhas e me fizeram
conhecer a paixão. Estava sem namorado e Cláudio passou a ser o meu objeto de
desejo mais próximo. Nos encontrávamos quatro vezes por semana e a aproximação foi
inevitável. Ele sabia que eu estava carente e não teve muito trabalho para
conquistar meu coração. Era mais velho e tinha a determinação dos homens de
verdade. Estava treinando para um torneio e o empenho dele foi fundamental para o
meu sucesso. Na véspera da partida final, vendo meu estado de tensão, me levou até
a casa dele, onde preparou um jantar divino, com uma receita italiana. Na
sobremesa, contou histórias divertidas e, entre um relato e outro, pousava os
olhos nas minhas coxas. As mesmas coxas que ele estava acostumado a ver nas
quadras. O detalhe é que estávamos sentados bem próximos, com as mãos dele ao
alcance das minhas pernas. Quando Cláudio tocou uma delas, fiquei toda arrepiada.
Senti um calor por dentro e a vontade descontrolada de beijá-lo, experimentar
aquela boca maravilhosa. Quando notei, ele já me beijava e agarrava meu corpo com
toda força. Transpirava nervosa e com vontade de dar para aquele homem gostoso.
Cláudio sabia disso mas me instigava, adiando o ataque. Já sentia meus pelinhos
molhados quando ele alcançou minha bocetinha com os dedos, por cima da calcinha.
Meio sem querer comecei a rebolar em cima da mão dele, louca para ser penetrada
com força e com vontade. A mão de Cláudio era uma raquete, hábil e precisa. Os
dedos foram afastando a calcinha e, em pouco tempo, deixando meu grelinho mais
duro ainda. Eu gemia baixinho, pedindo pica, implorando por um caralho. Aí ele
surgiu em flor, na altura da minha boca, pronto para ser chupado como um pirulito
de cereja. Esqueci a ansiedade da partida final e me entreguei por completo ao
prazer daquela chupação. Nas bolas, nas veias, em toda a extensão do mastro, na
cabeça inchada de tesão... A minha língua não poupava nada, nem um centímetro
daquele músculo pulsante. Meu professor de tênis se retorcia no sofá, com o pau
mais grosso que no início. Estava a ponto de gozar e aquilo tudo ia encher minha
boca. Não desisti, continuei a postos, esperando o rio caudaloso. Quando veio,
recebi tudo com vontade. Nunca tinha feito aquilo, mas Cláudio merecia. Depois de
alguns segundos admirando os olhos da minha paixão, levantamos e começamos a
dançar, ao som de uma música suave e romântica. Com os corpos bem coladinhos, o
pau dele foi dando sinais de reação e a minha excitação cresceu. Queria ser
penetrada e não agüentava mais esperar. Cláudio arriou a calcinha e passou a roçar
o pau na minha vulva. Eu já ia me ajoelhando para um novo boquete, mas ele me
segurou e me jogou no sofá. Veio por cima, esfregando o pau na bundinha. Pensei
que fosse se engraçar por ali, só que ele estava procurando mesmo era a rachinha,
pronta para ser comida. Não demorou a encontrá-la e muito menos a invadí-la. Foi
ótimo sentir tudo aquilo dentro. Queria gritar mas tinha medo de acordar a
vizinhança. O jeito foi chupar meus dedos, lembrando do gosto do cacete de
Cláudio. À medida que ele aumentava o volume da trepada, eu mordia as unhas, fora
de órbita. Aquilo me machucava a xota apertadinha mas eu gostava muito. E posso
dizer a vocês que não há melhor sensação para uma fêmea do que ver a porra
escorrendo pelas pernas depois do gozo do macho. No dia seguinte, ganhei o jogo
por três a zero. Mas o melhor game foi disputado entre a minha xoxota e a pica de
Cláudio. Um duelo de amor e muito gozo.”
http://www.geocities.com/piquinica/cont33.htm EROTISMO E PRAZER NO VESTIBULAR "Eu
trabalhava numa empresa em São Paulo quando fui transferido para a filial em
Londrina, uma cidade do Norte do Paraná. Solteiro, em pouco tempo conheci uma
garota muito bonita, a Mariana. Passamos a namorar e, em menos de um ano, estava
casado com ela. Minha vida conjugal com Mariana sempre foi muito boa,
principalmente na cama, onde nosso entrosamento era perfeito. Um motivo a mais
para que nem pensasse em trair minha esposa. Até o dia em que, já morando em
Curitiba, Mariana comentou que sua irmã mais nova ficaria em nosso apartamento,
por alguns dias, para prestar vestibular. Não me importei com isso, afinal era
minha cunhada que conheci ainda menina-moça, um tanto desajeitada, nos anos que
morei em Londrina. A Gisele que apareceu em nosso apartamento naquela noite
chuvosa não era nem caricatura da imagem de adolescente que permanecera na minha
lembrança. Ela havia se transformado numa linda e deliciosa moça. Os olhos
continuavam azuis, mas os cabelos se tornaram mais loiros ainda e os seios haviam
crescido além do que eu imaginava. Mariana foi buscá-la na rodoviária e ambas
chegaram ensopadas. Minha esposa sugeriu à irmã que tomasse um banho primeiro, mas
Gisele disse que, preferia banhar-se depois, com mais calma. Enquanto Mariana
estava no chuveiro, eu não conseguia tirar os olhos da blusa molhada de Gisele
que, quase transparente, cristalizava os peitos durinhos e pontudos. Minha cunhada
percebeu minha fixação pelos peitos dela, mas, em vez de se recolher num pudor de
garota do Interior, a danadinha passou a expor ainda mais os seios. A minha sorte
é que Mariana apareceu antes que eu cometesse qualquer loucura. Aproveitando a
ausência de Gisele, que havia ido ao banho, minha esposa passou a fazer
comentários elogiando a irmã, uma menina boa e pura, segundo ela. Menina e pura,
uma moça de 19 anos?, pensei comigo. Foi aí que senti que minha mulher era muito
mais ingênua do que eu pensava e bem diferente da irmãzinha, como ficou claro
quando Gisele voltou à sala depois do banho. Ela reapareceu de short e numa ousada
miniblusa, que expunha parte dos seios e da barriga. Como as irmãs logo engataram
um animado bate-papo, pouco se importando comigo, tive total liberdade para ficar
apreciando a cunhadinha, sem nenhum constrangimento. Além dos belos e apetitosos
seios, minha cunhadinha tinha um par de pemas que faria a felicidade e asseguraria
o prazer de qualquer homem. E Gisele sabia dos dotes que tinha e da minha cobiça
por eles. "Pára de me olhar assim que já está dando na vista...", disparou a
safadinha, aproveitando a ausência de Mariana, que foi momentaneamente à cozinha
buscar chá e guloseimas. "Como assim?", perguntei, dando uma de joão-sem-braço.
"Você está me comendo com os olhos... A minha irmã vai perceber, hein?", repetiu,
com um sorriso malicioso nos lábios. Nem bem voltou, Mariana retirou-se novamente,
desta vez para preparar o quarto da
irmã. Embora com os olhos pregados na televisão, enquanto degustava alguns
biscoitos, Gisele parecia preocupada em tentar-me. Sentada sobre uma almofada,
estava com as pemas bem abertas para exibir os contomos da xoxota sob o short
apertado. No intervalo entre um e outro segmento do filme, Gisele puxava uma
rápida conversa comigo, com um ar malicioso e sedutor estampado no rosto. O papo
não tinha continuidade, ora conversava sobre o tempo, ora resvalava para
comentários sobre o filme, ora para as lembranças de quando a conheci, no início
da adolescência. A danada se insinuava, mas hesitava, parecia esperar alguma
iniciativa de minha parte, que evitei, para não criar problemas. "Você gosta de
mim? Eu não vou te incomodar?", perguntou em dado momento, sem conseguir disfarçar
a ansiedade que sentia. Nem tive tempo de responder, se é que havia necessidade de
resposta, porque Mariana voltou à sala. Gisele disse que iria descansar e retirou-
se, sem antes dar um beijo na irmã e em mim. "No cunhadinho", como disse. Pouco
depois, eu e Mariana também fomos ao quarto, onde transei com minha esposa
pensando em Gisele. A trepada só me deixou com mais vontade de possuir aquela
diabinha em botão. Meu desejo pela cunhadinha era tanta que eu não conseguia
dormir, ao contrário de minha mulher, que ferrou no sono. Para não incomodá-la,
saí do quarto, andei pelo corredor escuro e parei no quarto de hóspedes. Encostei
meu ouvido à porta e não ouvi nada. Tentei espiar pela fechadura e só vi
escuridão. Respirei fundo e tomei coragem. Abri a porta do quarto e acendi a luz.
A cama estava com o lençol revirado, mas nada de Gisele. Onde a danadinha se havia
metido?, pensei. Saí do quarto e estava para descer as escadas quando vi a
luminosidade por baixo da porta do banheiro. Encostei o rosto à porta e ouvi o
ruído de páginas de revista. Seguiu-se um momento de silencio e, depois, uma série
de gemidos. Virei a maçaneta da porta e, para minha surpresa, ela estava aberta.
Empurrei um pouco, o suficiente para olhar o que estava acontecendo. Não acreditei
no que vi, a sensação era de que estava sonhando. Gisele, de pernas abertas,
tocava uma siririca segurando uma revista pornográfica, entre muitas que guardo no
armário do banheiro. Fechei a porta sem que ela percebesse, dei um tempo e bati à
porta. "Quem é?", perguntou, revelando surpresa e certo aborrecimento. "Sou eu, o
Maurício", respondi. "Está tudo bem?", completei, sem obter resposta. Esperei mais
um tempo, a porta se abriu, sem que ela aparecesse. Coloquei a cabeça pelo vão da
porta semi-aberta e tive outra visão encantadora. Gisele estava nua, com as mãos
tapando os seios e a cabeça baixa, como se fosse a estátua de uma virgem. Um corpo
escultural! "Vem, cunhadinho, vem me beijar inteira. Vem!", convidou-me, sem
nenhum contrangimento, a safadinha. Tranquei a porta e fui ao encontro dela, sem
saber como nem por onde começar as carícias. Ela me abraçou, aproximou sua boca da
minha e nos grudamos num ardente beijo de língua, ao mesmo tempo que rocei o
caralho na boceta todinha depilada. Ajoelhei-me para chupá-la, o grelinho saltava,
estimulado, todo durinho. Gemendo de prazer, Gisele apoiou-se na pia e empinou o
traseiro, para ser possuída. Ajeitei-me, ela abriu as nádegas com as duas mãos e o
pinto escorregou gostoso dentro da xoxota. Ela delirava com a sucessão de
estocadas, mas disse que queria experimentar todas as posições, antes de gozar.
Foi aí que me surgiu a idéia de colocá-la cavalgando o cacete. Acomodei-me no vaso
com o pau em riste e Gisele sentou-se nele, de costas para mim, de tal forma que
eu pudesse acariciar os seios enquanto a fodia. No auge do tesão, a ponto de
gozar, decidimos procurar um local confortável para chegar ao clímax. Seguimos
para o quarto dela, onde voltei a chupar a xoxota, fizemos um 69 e fui em cima
dela, encaixando-me na posição papai-mamãe. O prazer era tão forte que não
consegui controlar o gozo. Esqueci-me dela e já estava saindo do quarto quando
Gisele me pegou pelo braço. "Eu ainda não gozei!", reclamou. E agora? O jeito foi
satisfazê-la com a boca e a língua, uma experiência que ela adorou. Voltei ao meu
quarto e encontrei minha mulher dormindo. Eu também dormi, sonhando com Gisele,
que permaneceu além do tempo previsto em casa. Não perdemos uma noite nesse
período. Torci para que ela fosse bemsucedida no vestibular e viesse morar
conosco, mas Gisele preferiu estudar em São Paulo.
http://www.geocities.com/piquinica/cont33.htm NINFETA COM PIPOCA " Era uma tarde
de sábado, quando aproveitando o tempo livre, fui atender ao pedido de um amigo,
que já havia algum tempo estava devendo uma visita. Deveria colocar alguns
programas no computador da família. Cheguei em sua casa naquela tarde quente de
verão, fui atendido no portão de madeira, era a entrada para aquela residência de
classe média de muros altos, por uma ninfeta de 18 anos, sua irmã, e para minha
surpresa estava vestindo apenas um camisão de malha, branco, ia até o meio das
coxas, que nunca pareceriam com as de uma menina debutante, eram deliciosas e um
corpinho que despontava para a maturidade feminina. Fui bem recebido por aquela
garotinha... "Oi, o Silvinho tá aí?" perguntei. "Oi Daniel, ele foi à casa da
noiva e deve chegar daqui a umas duas horas... entre!" Me recebeu calorosamente,
só depois percebi, ela estava só..., a família tinha uma chácara próxima uns 30Km
da cidade, onde passavam os finais de semana. Convidou-me para a sala de
televisão, era circundada por um sofá de alvenaria alcochoada com uma grossa
espuma, permitindo um certo aconchego. Sentou-se à uns 2m de mim, jogando o corpo
e as pernas arqueadas, permitiu-me ver um lance da sua calcinha de algodão também
branco. Estava comendo pipoca e assistindo à um filme, comentávamos as cenas e ela
não parava de me "secar" entre risos e olhares insinuantes; Já estávamos mais
perto por causa da tigela de pipoca que dividíamos. Ela começou com uma história
de que os joelhos dela estavam doendo, devido aos treinos de vôlei no colégio...
"Veja como fazem um barulho gozado!.." disse, jogando uma das pernas sobre meu
colo, me pedindo para colocar a mão e sentir a vibração do joelho que ela
articulava, ora rossando meu membro, já consolidado, numa ereção percebida por
ela, então, colocou a outra perna para que eu examinasse... não resisti, deixei
que o sacana, até então preso pelo respeito ao meu amigo, se libertasse,
escorreguei a mão lentamente pela coxa até chegar em sua bucetinha... ela me olhou
com um sorriso de safada e abriu as pernas para me facilitar o trabalho, logo
senti como tudo estava encharcado. Deitei-a e mergulhei de língua em sua brechinha
vermelha, levando-a a loucura, mexia tanto que acho que arranhei suas coxas com
minha barba; já passeava também pelos peitinhos que cabiam nas conchas de minha
mão, como se tivessem sido feitos com este molde, minha calça parecia explodir em
instantes, quando uma mãozinha macia libertou meu meu ferro flamejante. Coloquei-a
de frente pra mim no meu colo, onde ela brincava de escorregar no meu pau, já não
agüentava mais, quis penatrá-la, segurei-a pela cintura, por traz e esfregava
naquela bundinha redonda, arranquei bruscamente sua calcinha o que fez com que ela
soltasse um "ai" delicioso, música para meus ouvidos, apertava suas coxas na parte
interna, e mirava meu caralho naquele valezinho, ela não me deixou, segurou o
mastro e apresentou a seu cuzinho, empurrava o corpo pra traz como quem implorava
que eu a rasgasse, levei-a para a cozinha onde me valendo de margarina,
como lubrificante, preparei a penetração, ela chorava mas não me deixava parar de
arrombar aquele cuzinho, que em pouco tempo inundava de porra, continuamos já no
banheiro onde ela lavava meu pau, como quem brincava com uma bonequinha, sentei no
vaso, e trouxe seu corpinho para sentar em mim, desta vez penetrando sua brecha...
ela subia e descia devagar, até que sua bussa estivesse preparada para a
ferocidade com que ela cavalgou em seguida, minha gana era tanta que puxava seu
cabelo, explodimos novamente de prazer, desta vez juntos. Meu amigo chegou meia
hora depois de um bendito atraso! Querem saber? Voltei outro sábado àquela casa...
mas isto é uma outra história. http://www.geocities.com/piquinica/cont33.htm DEBBI
" Dois anos haviam se passado desde aquela vez em que conheci Edvaldo e ele me fez
mulher. Tanto tempo sem ter qualquer contato com outro homem começou a me dar
aflição e um certo medo que jamais a Debbi seria mulher de alguém novamente, ainda
mais porque naquela éopca não existia Internet (pelo menos para mim) e as únicas
oprtunidades que eu tinha eram anúncios em revistas e sair as ruas. Sair as ruas
estava se tornando cada vez mais perigoso e os anúncios em revistas demoravam maia
de três meses para serem publicados e eu estava num "jejum" de não aguentar mais,
passava horas em meu quarto com minhas roupinhas de mulher, mas sentia que me
faltava uma companhia que compartilhasse aqueles momentos femininos comigo, além
de não ter tido mais oportunidades concretas de realizaçao feminina. A minha
segunda experiência sexual começou com um belíssimo fim de semana de sol, quando
eu já tinha 24 anos. Devo lembrar que todos os nomes e localidades aqui usados são
fictícios para preservar a imagem das pessoas que participaram dessa minha
história. Bem, voltando ao assunto, eu tinha uma amiga chamada Claudia que me
convidou para passar o fim de semana com seu primo e três amigos dela, não sei
porque, mas acho que ela estava afim de mim, e eu estava sem namorada na época e
poderia aproveitar para satisfazer o meu lado masculino já que o feminino estava
em baixa. Sexta a noite fomos eu, Claudia, seu primo Ricardo e seus amigos
Marcelo, Vitor e Márcia para o sítio que ficava no interior de São Paulo. Após
duas horas de viagem chegamos ao belíssimo sítio, com lagoa, barco, campos, uma
casa maravilhosa cheia de cômodos e uma cidade encantadora e receptiva. Logo na
chegada fomos recepcionados pelo caseiro que veio de nosso encontro para ajudar a
carregar as malas. Foi nesse momento que eu senti meu cuzinho piscar, alquele
homem era simplesmente um deus que aparecia diante de mim, moreno, mais ou menos
1,90m de altura, aparentava uns 40 anos, corpo forte e viril de pessoa do interior
acostumada com o trabalho pesado. Mal podia me conter de tanto tesão que senti
naquele momento. Claudia perguntou a ele se estava sozinho e ele respondeu que sua
esposa e filhas haviam ido a uma cidade próxima visitar a mãe e só voltariam no
domingo a noite. Entramos, nos acomodamos e eu fiquei com um quarto só para mim e
que por acaso do destino, a janela dava de frente com a casa do meu tesudo
caseiro. Lógico que não passava pela minha cabeça em dar para ele pois estaria me
arriscando demais e além disso ele poderia contar tudo a minha amiga e acabar com
minha vida, mas as minhas fantasias eram as mais loucas possíveis, imaginava ele
me comendo a noite toda. No dia seguinte, acordei com um tremendo mal estar e
minha cabeça doia muito, mal conseguia ficar em pé, talvez devido a friagem que
pegara na viagem e acabei perdendo os melhores programas, os meus amigos se
preocuparam comigo e se ofereceram para ficar e me fazer companhia, mas não queria
estragar o fim de semana de ninguém e falei que podiam ir aonde quisessem, e eu me
conheço bem, sabia que logo estaria forte novamente, sempre fui resistente às
doenças. Fiquei deitada até mais ou menos meio dia, quando levantei para ir ao
banheiro e passei pelo quarto da Claudia. Vi as roupas dela e da Márcia em cima
das camas e não resisti em dar uma olhadinha. Enloqueci com os vestidinhos delas e
as mini saias que estavam lá, resolvi aproveitar que elas só voltariam no fim da
tarde e fui experimentando tudo, me tranquei em meu quarto com as melhores peças
que escolhi e fui me sentindo mulherzinha com aquelas roupas deliciosas. Num
determinado momento resolvi me montar inteira (loucura né?) e fiu buscar mais
coisas. Vesti uma blusinha azul celeste de cetim da Márcia, depois coloquei uma
calcinha branca da Claudia (que tinha mais ou menos o meu número na época), passei
um batom vermelho e por fim vesti uma mini saia de seda rodadinha azul clara que
era uma gracinha, depois disso passei uma escova em meu cabelo que estava
relativamente grande e pus uma thiara. Só não pus os sapatos porque não cabiam em
mim. Me olhei no espelho e me senti uma mulherzinha completa e deliciosa. Estrava
muito absorta em meus pensamentos de mulher e desfilando no quarto quando ouvi um
barulho do lado de fora da porta. Meu coração quase pulou pela boca e imaginei que
alguém tinha voltado antes. Fiquei estática e resolvi ouvir se tinha mais algum
barulho estranho. Fiquei uns quinze minutos assim e não consegui ouvir mais
absolutamente nada, então pensei que fosse algum bichinho do interior, mas de
qualquer maneira dei uma abridinha na porta e fui ver se os carros estavam no
jardim, deveria estar apenas o meu... Fui na ponta dos dedos até a porta da
cozinha e olhei pela janelinha...me apavorei quando vi o carro do caseiro
estacionado ao lado do meu e pensei comigo mesma: "ele deve ter chegado e estáva
aqui dentro e depois saiu, mas deve ter visto a bagunça no quarto das meninas, é
melhor eu arrumar tudo logo". Resolvi então voltar ao quarto o mais rápido
possível para tirar a roupa, e quando entrei quase tive uma parada cardíaca: o
caseiro estava sentado na minha cama e me olhou fixamente para mim e disse com ar
de reporvação: - Quer dizer então que você se veste de mulher rapaz? Não sabia o
que fazer, como agir, como pensar. Implorei a ele: - Por favor, pelo amor de Deus,
não conte nada a ninguém se não minha vida acaba !!!! (Quase chorando...) Ele me
respondeu: - Você fica uma delícia de mulherzinha, eu já comi umas bichinhas por
aí, mas com esse jeitinho de mulher eu nunca experimentei. Se você fizer o que eu
quero, ninguém saberá desse "nosso" segredinho.
Sem pensar duas vezes, ele se levantou e caminhou na minha direção. Chegou bem
perto e passou a língua bem de leve em meu pescoço enquanto deslizava a mão por
cima da minha sainha e da minha bundinha. O meu tesão começou a vir cada vez mais
forte e eu já não sabia o que estava acontecendo, só deixei rolar para ver até
onde ele queria chegar. Me levou até a cama e me colocou sentada elogiando meu
rosto e dizendo que eu tinha uma pele de bebê, de mulherzinha virgem. Se colocou
na minha frente e tirou a camisa e depois o short, estava sem cuecas. Seu pau
estava muito duro, parecia uma pedra e era bem grande, maior do que aquele que me
havia comida pela primeira vez. Colocou sua ferramenta na minha frente e balançou
ordenando: - Chupa bem gostoso meu tesãozinho Peguei aquele pauzão delicioso e
começei a chupar tudinho até onde a minha garganta aguentava, depois lambi toda a
sua extensão e lambi seus grossos e vastos pentelhos para depois voltar a chupar
com muita vontade enquanto o meu homem gemia de prazer e me dava tapinhas nas
costas, eu delirava, adorava ser chamada de mulher e estar chupando um pinto tão
gostoso. Ficamos uma meia hora assim mas em várias posições. De repente ele me
falou: - Agora eu vou sentir esse rabinho gostoso e vou te comer tanto que você
não vai mais conseguir fechar as pernas. Tirei a calcinha, mas fiquei com a
blusinha e a mini saia, depois ele me pegou e me deu um beijo tão gostoso que
quase me sufocou. Me colocou de quatro e lambeu meu cuzinho com muita vontade, eu
rebolva e gemia implorando para ele me comer logo. Colocou seu pinto duro e grande
bem na entradinha do meu cuzinho que piscava alucinadamente e começou a enfiar bem
devagar. Nos dois primeiros centímetros eu já tirei e pedi para parar pois não
estava aguentando e ele então tomou uma titude que mudaria definitivamente alguns
rumos de minhas fantasias femininas. Se levantou e foi correndo até o seu carro,
eu não entendia nada, voltou com uma corda e me ordenou: - Coloca tuas mão na
cabeçeira da cama gatinha !!! - Não, o que você vai fazer? - Coloca senão conto
tudo aos teus amigos !!! Com medo de ser desmascarada e ao mesmo tempo com medo de
sua atitude eu aceitei e fiz o que ele me pediu. Me amarrou as duas mãos na
cabeceira da cama numa posição em que eu ficava com a bunda virada para trás, ou
seja, praticamente de quatro, e começou a se aproximar de mim, quando disse: -
Agora você vai levar vara quer você queira ou não O medo misturado ao tesão é uma
sensação indescritível que só quem passou por isso é que sabe. Com suas mãos
ásperas e fortes, começou a colocar o seu pau aos poucos em mim, e eu estava
completamente passiva sem poder fazer nada, e nem podia me mexer pois estava tão
amarrada que se tentasse me soltar o nó apertava mais e machucava minhas mãos.
Aquele pau enorme começou a entrar e eu não aguentava de dor e tesão. Ao mesmo
tempo que o pinto começou a me penentrar, o meu delicioso amante me dava fortes
tapas em minha bundinha que ardia. Aos pouco eu estava completamente tomada por
aquele homem delicioso que me comia com força e seu pau já estava todo atolado em
mim e socando com mais força ele me batia na bunda e me chamava de puta gostosa.
Ai que delícia, como foi bom, eu gozei junto com ele que gemia alto e forte me
comendo sempre forte e mais forte e gozando em mim e me fazendo mulher e eu com
aquela mini saia, de batom (já borrado é claro), era uma mulher, uma fêmea sendo
possuida pelo seu garanhão....Gozei feliz e meu amante também. Ele foi a sua casa
se lavar e eu arrumei tudo antes que o pessoal voltasse. No domingo fui com meus
amigos aos programas que haviamos planejado e antes de voltarmos para São Paulo, o
meu caseiro deu uma leve passada de mão na minha bundinha e disse que me queria de
novo por lá. Eu voltei mais uma vez após 6 meses mas ele havia sido demitido da
casa. Sabem por que? Porque foi flagrado pelos pais da Claudia comendo um garoto
da cidade no quintal da casa. Eh eh eh, ainda bem que não era eu.
http://www.geocities.com/piquinica/cont33.htm TAMANHO NÃO É DOCUMENTO TAMBEM...NA
MULHER "Sou uma nissei das bem pequenininha. Essa condição, porém, não impede que
todos me considerem bonita, tanto de rosto quando de corpo. Tenho apenas 1,50m,
embora o corpinho seja harmoniosamente bem distribuído. Meus seios são lindos, com
mamilos salientes, minhas mãos são bem tratadas e com dedos longos. Tenho os pés
pequenininhos e uma linda bundinha, saliente e redonda, além de uma boceta pequena
e rosada, coroada por um clitóris igualmente rosado que, quando acariciado, me
leva às nuvens. Tenho muito cuidado com o tufo de pêlos pubianos, que mantenho
sempre aparados e amaciados com um creme condicionador. Meus cabelos, como de toda
oriental, são espessos, negros e eu os deixo sempre longos. Tenho 23 anos, sou
casada com um homem também nissei e, nas minhas relações sexuais, confesso que
chego muito facilmente e seguidas vezes ao orgasmo. Entre minhas amigas mais
chegadas, tenho uma também nissei que, ao contrário de mim, é uma enormidade. Ela
sempre se gabou de ter casado com um brasileiro, um bem-dotado, segundo diz. Não
se cansava de contar vantagens, a todo momento, dizendo que eu, tão pequenina,
jamais poderia suportar uma relação com um homem caralhudo. Essa suposta limitação
me impediria de saber o quanto era maravilhoso ter um homem como o marido dela e
quanto isso a deixava uma mulher realizada. O convencimento e a arrogância dela me
fizeram chegar ao limite um dia, quando lhe respondi que, mesmo pequena, era tão
mulher quanto ela e estava disposta a apostar que não faria feio numa relação com
um homem, por mais superdotado que fosse. Mais que isso, sugeri que ela me
apontasse a fera e eu a enfrentaria. Minha amiga aceitou o desafio. Possivelmente
com a ajuda do marido, ela se empenhou em encontrar um homem que me faria perder a
aposta. Dias depois daquela conversa, fui apresentada a um rapaz chamado Fernando,
um gigante perto de mim. Tinha cerca de 1,80m, ombros largos, braços peludos e
muito fortes, mais grossos até que minhas coxas, e pernas musculosas ligeiramente
arqueadas. Era, sem dúvida, um belo espécime de macho. Encontramo-nos numa tarde
no clube onde ele era professor de ginástica. O simples fato de ver e apreciar o
homem objeto de minha aposta na plenitude de sua forma fisica me fez percorrer
pelo corpo um calafrio que jamais sentira antes. Minha grutinha ficou toda
inundada. O enorme volume que o membro formava sob o short quase me levou a
desistir da aposta e declarar-me vencida. Mas prevalecia a sensação maravilhosa
que tomava conta do meu corpo e decidi
persistir no intento. Ao cumprimentá-lo, Fernando examinou-me de alto a baixo, sem
disfarçar curiosidade e desejo. Segundo minha amiga, ele sabia tudo a respeito de
nossa aposta. Femando estava disposto e ansioso em colaborar. Apòs me dar um beijo
no rosto, sussurrou em meu ouvido o convite para ir a um motel, um "local onde
poderíamos melhor tratar de nossos assuntos...", como disse. Como se tratava,
antes de tudo, de um jogo, soltei um sonoro "vamos lá" um tanto desafiador. Num
primeiro momento, Femando mostrou o lado machista e presunçoso, ao declarar que
sabia ser um homem bem-dotado e, diante da minha fragilidade, talvez eu não
conseguisse agüentá-lo. Apòs esse julgamento precipitado e até desnecessário, no
entanto, ele se revelou amável e compreensivo. Afirmou, em tom carinhoso, que, se
a relação se tomasse traumática, a qualquer tempo e a meu pedido ele suspenderia o
jogo. Disse que não pretendia em nenhum momento ferir minha beleza e delicadeza.
Senti-me protegida, lisonjeada e, mais que isso, excitada com a forma que aquele
macho se expressava e me olhava profundamente nos olhos. Estava paralisada,
encantada com as palavras dele, quando Fernando me tomou nos braços como se eu
fosse uma gata frágil. O que, aliás, eu parecia mesmo, ao lado daquele macho
gigante. Ele me despiu totalmente, beijando cada parte do meu corpo que desnudava,
e, ao abaixar a calcinha, encostou o rosto junto à pequena vagina, que elogiou
dizendo ser perfumada, linda e maravilhosa. Passou a beijar meu sexo, sugando-me
com inigualável competência, dando também leves e delicadas mordidas no clitóris.
Confesso que nunca havia sido tratada com tanto carinho e amor. Nem mesmo por meu
marido. Quanto mais Femando me lambia e chupava, mais eu me excitava, enlouquecia
de prazer. E, obviamente, tinha orgasmos sucessivos que me ajudavam a relaxar
ainda mais. Eu gemia, suspirava, gritava, reagindo ao prazer que aquele macho me
proporcionava com a língua e a boca. Minha vontade era retribuir todo aquele
carinho. Como ele havia tirado toda a roupa, menos a cueca, enquanto me beijava,
pedi a ele que se deitasse. A cueca estava estufada pelo mastro em riste. Ao tirar
delicadamente a peça, saltou à frente dos meus olhos o majestoso membro, duro e
latejante. Fiquei deslumbrada com aquela raridade, jamais imaginei que um homem
pudesse ser tão bem-dotado. O pênis, pela medida que tirei mais tarde, para
satisfazer minha curiosidade, tinha 25cm por 6,5Cm. Não tinha como colocar aquele
monumento na boca, embora esse fosse o meu desejo. Abocanheio parcialmente, lambi-
o ao longo de toda a sua extensão, dedicando-me especialmente ao pequeno orificio
na cabeçorra gorda, que vertia um líquido muito saboroso. Com as duas mãos
punhetei e, simultaneamente, lambi e beijei o descomunal caralho que ia agasalhar.
Fernando me premiou com uma farta ejaculação, dando-me a oportunidade, pela
primeira vez na vida, colher com a boca o esperma quente e denso. Aninhei-me como
uma gatinha nos braços do meu macho e iniciamos uma sessão de troca de beijos e
carícias que, pouco depois, nos deixaram prontos para retomar nova rodada de
combate amoroso. Mais uma vez Fernando mostrouse preocupado com possível
transtorno que poderia causar-me com sua ferramenta, claramente desproporcional ao
tamanho de minha boceta. Decidida, eu não recuei em meu propósito, dizendo que
estava disposta a ganhar a aposta e contava com ele. Mas não era apenas por isso,
não via a hora de também sentir-me totalmente preenchida pelo portentoso mastro.
Fernando estava preparado. Ele usou um creme para lubrificar a vagina e, depois, o
pênis, deitou-me na cama, abriu e levantou minhas pemas até a altura dos seios.
Inclinou o corpo sobre o meu, para mamar os peitos, ao mesmo tempo que esfregava
gostosamente o cacete na xoxota e no clitóris. As caricias me deixaram
enlouquecida. Pedi a ele que interrompesse aquela tortura de prazer, me penetrasse
rapidamente, mesmo que me rasgasse todinha. A invasão da glande me deu a sensação
de que estava sendo rompida pela primeira vez. Contraí meu corpo. Ele perguntou se
eu queria continuar. Abracei fortemente seu corpo e disse que não deveria parar.
Fernando deu continuidade à penetração, avançou pouco a pouco, e eu me sentia
arrombada e alargada. Apesar da dor, estava atingindo minha plenitude feminina,
provando que, embora tão delicada e pequena, era tão mulher quanto qualquer outra.
Já envolvida e totalmente entregue às carícias dele, senti o corpo estremecer
quando, com uma estocada decisiva, Femando me invadiu por completo. Senti a
cabeçorra bater no fundo do útero. Ele soltou o peso do corpo sobre mim, enlaçou-
me fortemente com os braços e beijou-me carinhosamente, iniciando um vaivém
irresistivelmente delicioso. A vagina passou a se contrair, um calor intenso a
tomar conta do meu corpo, os batimentos cardíacos se aceleraram, anunciando o
gozo, que chegou forte, o mais intenso que já experimentara. As paredes da vagina
passaram a latejar, mordendo aquele monte de carme que me invadia, levando meu
macho também a um orgasmo enlouquecedor. Gritamos, gememos, deliramos. E nos
confessamos apaixonados. Nossos corpos estavam suados e nossos rostos estampavam a
expressão definitiva de satisfação. Foi um duplo prazer para mim. Ganhei a aposta
e ganhei o Femando, que se tornou meu amante, um macho que verdadeiramente me
satisfaz. http://www.geocities.com/piquinica/cont33.htm DAMA DAS CALCINHAS "
Marisa é uma mulher encantadora e charmosa que conheci quando fui fazer um serviço
de pintura numa casa chique daqui de Vitória. Ela e o marido estavam para sair de
viagem e pediram que, além de cuidar da pintura, tomasse conta da mansão. Como eu
a conhecia há algum tempo, disse em tom de brincadeira que só vigiaria a casa se
ela deixasse algumas calcinhas usadas como lembrança. Bem-humo rada, ela perguntou
a razão daquele pedido. Sem cerimônia, confessei que era viciado em cheirar
calcinhas. No banheiro, vou logo olhando para ver se acho alguma largada pelos
cantos porque, solteiro, gosto de descarregar meu tesão tocando uma bronha. No dia
da viagem, Marisa me entregou as chaves da casa, com as recomendações de praxe.
Ela se despediu e se foi, mas não sem antes abrir um sorriso sacana, uma indicação
de que meu pedido havia sido atendido. Só faltou dizer: "Faça bom proveito".
Tranquei o portão e fui rapidamente atrás de minha encomenda. Encontrei três belas
calcinhas dentro da máquina de lavar, empilhadas sobre outras peças de roupa. Meu
pau reagiu na hora. Peguei uma delas e a virei do avesso, caindo de boca e
cheirando alucinadamente aquele néctar ainda úmido. Ali mesmo, na área de serviço,
prestei uma sincera homenagem a Marisa e ao aroma de fêmea no cio. Dormi aquela
noite no quarto de empregada forrando o travesseiro com a calcinha. Antes de cair
no sono, fiquei pensando no corpo e imaginando como seria a xana de Marisa. Gozei
me esfregando no colchão quente e macio. Quatro dias depois, ao voltar da viagem,
o marido dela perguntou se tudo estava em ordem. Enquanto eu tirava as malas do
carro, Marisa se aproximou de mim e quis saber se eu tinha gostado. "Adorei, mas
pena que não posso cheirar a dona das calcinhas", lamentei. Ela apenas sorriu. No
dia seguinte, voltei cedo para terminar a pintura e receber pelo serviço. Cheguei
logo depois do café e encontrei Marisa de banho tomado, cheirosa e linda.
Surpreendentemente, ela avisou a empregada que ia sair em minha companhia para
comprar tinta. Eu estava na escada lixando o teto quando Marisa me chamou: "E,
então, vamos lá comprar a tinta?". Desci da escada, lavei as mãos e o rosto, já
esperando o melhor. Entramos no carro dela sem dizer nada, mas nem era preciso.
Afinal, eu não tinha pedido tinta alguma, o serviço estava praticamente terminado
e a sobra de tinta esta suficiente para o restante de pintura que faltava
concluir. Sacana, Marisa é que inventara aquela história toda e, no fundo, eu
sabia no que ia dar aquilo' tudo. Eu estava com a razão, não deu outra. Seguimos
direto para um motel na saída da cidade. "Agora vou fazer você sentir o meu
cheiro", disse, tão logo entramos na suíte. Mais sensual do que nunca, ela passou
a tirar a roupa e pediu que me deitasse na cama. Marisa se aproximou de mim e,
colocando-se de cócoras, encostou a xoxota em meu rosto. Aquela vulva maravilhosa
ficou a poucos centímetros do meu nariz, enquanto ela dizia: "Agora cheire de
verdade e não se esqueça de passar a língua na minha boceta. Enfia o nariz também,
vai que sem calcinha é bem melhor." Após delirar com uma sessão de carícias com a
língua, Marisa sugeriu que eu tirasse a roupa e tomasse um banho. "Mas vá rápido,
porque não vejo a hora de lavar essa rola e tê-la dentro de' mim' Ela ficou
maravilhada com minha pica grossa e dura, que ensaboou carinhosamente. Voltarmos à
cama onde me acariciou com as mãos aveludadas e chupou o cacete como se fosse um
picolé. Após deixá-lo no ponto, sentou-se nele e se encaixou direitinho em mim,
até que as bolas encostassem no ânus dela. Marisa me cavalgou com os olhos
fechados, levantando e abaixando o corpo, enquanto eu me deliciava vendo tudo pelo
espelho de teto do quarto. "Vamos, me coma, me faça gozar, me lambuze com a sua
porra", pedia, insistentemente. Comandando um ritmo alucinado, ela pedia apenas
que não gozasse dentro da boceta, que a avisasse na hora da ejaculação. Eu já não
agüentava mais, estava difícil resistir a todo aquele prazer que ela me
proporcionava. Ao saber que eu estava para gozar, ela caiu para o lado e,
segurando o pinto, fez com que o jato quente e espesso espirrasse no seu rosto,
nos seios e na bamga. O meu tesão fora saciado, mas como o dela permanecia aceso,
Marisa pediu que eu enfiasse a língua naquela caverna sedenta até satisfazê-la
totalmente. Ela gozou desesperadamente com as carícias de minha língua e meus
dedos no clitóris e na boceta. Fomos tomar um banho e debaixo da ducha, em pé,
meti mais uma vez naquela bocetona, desta vez por trás. Gozamos molhados pela água
que caía e pelo suor de nossos corpos. Até hoje não conheci uma mulher tão
maravilhosa na cama como Marisa. Nosso relacionamento permanece e, sempre que o
casal viaja, ela solicita meus serviços de vigia. E como não poderia deixar de ser
ela esparrama, como brinde, calcinhas usadas pela casa toda.
http://www.geocities.com/piquinica/cont33.htm MATANDO A SAUDADE " Passo a narrar
um fato que jamais pensei um dia acontecer comigo. Foi na cidade de Novo Hamburgo
RS, durante visita a uma amiga que há muito não a via. Quem me recebeu foi a
empregada dela, uma jovem negra, muito bonita e com um corpo maravilhoso. Ela
disse que Rafaela, minha amiga, havia saído, mas não demoraria, e perguntou, com
certa malícia, se eu queria alguma coisa. Pedi apenas um copo de água. Quando ela
saiu da sala e rumou para a cozinha, fiquei observando o ambiente. Pela janela que
dava para o quintal, vi uma piscina onde uma mulher de meia-idade, muito gorda,
tomava sol deitada numa toalha. Soube mais tarde que ela era uma tia de Rafaela.
Eu estava à espera do copo de água quando Rafaela chegou. Como fazia alguns anos
que não nos víamos, fiquei admirado com a beleza dela. Rafaela uma loira de olhos
bem verdes, estava ainda mais gostosa. Usava um vestido de tecido bem leve; que
deixava à mostra as formas perfeitas de seu belo corpo: os seios grandes e firmes,
a bundinha empinada, as coxas roliças e bem bronzeadas. Nos abraçamos
carinhosamente. Rafaela era uma velha amiga da faculdade, mas depois do curso
tomamos rumos diferentes. Ela me levou até a varanda próxima da piscina e de lá
mesmo eu cumprimentei a tia dela com um discreto aceno de mão. Rafaela pediu à
empregada que, em vez de água, nos servisse uma bebida. Animada com minha visita,
ela contou que se casou, tão logo terminou a faculdade, com um homem maravilhoso,
gentil e educado. Mas, dois anos atrás, perdera o marido em um acidente de carro e
desde então estava morando com a tia. "Mas vamos falar de outras coisas... Estou
muito feliz em te ver novamente...", disse, tentando animar-me, sem disfarçar o ar
de desejo, que fez brotar pensamentos maliciosos em mim. Não apenas pela expressão
dela, mas principalmente porque Rafaela a todo momento cruzava as pemas,
movimentos que me permitiam ver sua tanguinha branca. Depois de alguns copos de
cerveja, nos sentíamos mais à vontade. Estimulados pela bebida, nossos corpos se
aproximavam cada vez mais um do outro e, a cada lembrança do passado, não
hesitávamos em trocar abraços e carinhos. A excitação passou a tomar conta de nós
e, como era de esperar, o cacete ficou duro e latejante. Rafaela notou rapidamente
o volume entre minhas pemas. Constrangido, fui obrigado a me desculpar, dizendo
que era impossível me conter diante de tamanha beleza. Ela agradeceu meu elogio e
com a maior naturalidade, pegando em minha mão, comentou que nosso encontro não
era casual. Disse que ficou durante muito tempo tentando me localizar e
felizmente, graças a uma amiga comum, conseguiu meu endereço. Só assim, lembrou,
foi possível mandar uma carta convidando-me para visitá-la. Ainda segurando minha
mão, Rafaela olhou fundo em meus olhos e confessou que desde os tempos de
faculdade sentia uma grande atração por mim. "Como é que a gente nunca teve um
relacionamento mais forte?...", perguntou. "Vontade nunca me faltou...",
completou. Antes que eu dissesse qualquer coisa, ela sugeriu que colocasse uma
sunga para um mergulho na piscina. "Vamos cair na piscina que a água está uma
delícia..." Enquanto me trocava no quarto, Rafaela abriu a porta sem nenhuma
cerimônia e, na maior intimidade, perguntou se eu estava com fome, pois o almoço
ficaria pronto em uma hora. Ela já estava de biquíni e eu, completamente pelado.
Ao contemplar o cacete duro e pulsante, ela comentou: "Uau... Como é grosso..."
Rafaela se aproximou de mim e nos beijamos. O caralho duro como pedra cutucou a
bocetinha. Meti a mão entre as pemas dela e acariciei a xana, sentindo a tanguinha
molhada pelo líquido vaginal. Sem hesitar, ela sentou-se na beirada da cama e
passou a beijar minha vara, revelando toda sua habilidade na arte da chupeta.
Deitamo-nos e ajeitamos nossos corpos para um delicioso 69. Nem sequer tirei-lhe a
tanguinha.
Afastei o tecido para o lado e meti a língua naquela vagina melada e perfumada.
Rafaela roçava a boceta na minha cara e gemia baixinho, enquanto eu estocava
lentamente a pica em sua boca, como se estivesse fodendo. Embalado pelo
entusiasmo, nem me dei conta de que a porta estava aberta e a empregada assistia à
nossa cena de amor. Rafaela não se importou, apenas disse à empregada que
preparasse a festa. Em vez de se retirar, como eu esperava, ela se aproximou,
pediu licença para Rafaela e veio com tudo para me chupar. Rafaela aproveitou para
tirar toda a roupa da empregada, ao mesmo tempo que lambia o corpo dela. Ficamos
todos nus. Rafaela tomou o lugar da empregada, para uma caprichada gulosa em mim,
enquanto a neguinha metia a boceta na minha cara. E que boceta: macia, vermelha,
muito quente e já inteiramente ensopada. Fiquei impressionado também com o tamanho
do grelo, de um porte que eu nunca tinha visto antes, que aproveitei para chupá-
lo. Engatamos-nos, os três, num trenzinho feliz, em que as duas gozaram. Mas foi
na piscina que a coisa realmente pegou fogo. Como continuava duríssimo, porque eu
ainda não havia gozado, o caralho quase escapava da sunga. A tia da Rafaela também
apareceu e, curiosa com a festa que o trio comandava, perguntou se eu era da
família. Sem perder tempo, ela arrancou minha sunga e admirou o tamanho da jeba,
que colocou na boca. Rafaela e a empregada, totalmente peladas, se atracaram e
passaram a se comer, a roçar desesperadamente a boceta uma na outra. Eu me
deliciava ainda com as mamadas da tia quando as duas gozaram. Saciadas, ambas
comentaram que a tia gorda adorava dar a bunda. Ela confirmou, mas ressalvou que
temia não agüentar minha pica gigante. "Vai, sim, tia...", encorajou Rafaela,
metendo os dedos num pote de creme e pedindo à tia que se colocasse de quatro.
Quando vi a bundona escancarada fiquei doido para meter-lhe o cacete. Rafaela
lambuzou o anelzinho da tia e também o meu mastro com o creme. A penetração não
encontrou maior resistência porque a tia, muito experiente, sabia como controlar e
relaxar os músculos anais para me receber todinho. A farra sexual prolongou-se até
o anoitecer. Mas a melhor das transas aconteceu no dia da minha despedida, quando
Rafaela convidou mais duas amigas para participar de uma suruba monumental. Os
detalhes dessa festa contarei em uma próxima carta.
http://www.geocities.com/piquinica/cont33.htm ESPOSA DE AMIGO MEU PRA MIM É...
"Conheci Graça na empresa onde trabalhava. Na época, a gente estava sempre junto,
embora nosso relacionamento não passasse de uma grande amizade. Nem um beijo
sequer, apesar da minha grande vontade e desejo. O relacionamento continuou assim
até que ela passou a namorar justamente um amigo meu, casou-se e saiu da empresa.
Eu também me casei, meu interesse por ela foi se esvaziando e acabei esquecendo a
história que gostaria tivesse sido diferente para nós. A amizade continuou, no
entanto, porque permanecemos morando bem próximos um do outro. Nossos encontros
eram freqüentes, seja em reuniões em casa, seja na escola, quando buscávamos
nossos filhos. Nessas ocasiões sempre brotavam algumas lembranças em comum do
passado, mas jamais revelei minha atração oculta por ela. Certa vez, encontrei
Graça casualmente no ponto de ônibus. Como, coincidentemente, íamos para um mesmo
destino, sentamo-nos juntos. Perguntei se estava tudo bem com ela, os filhos e o
marido. Ela disse que estava tudo ótimo, mas sentia a necessidade de se soltar
mais, que era muito tímida e retraída. De fato, Graça foi sempre uma mulher
calada. O que me surpreendeu é que aquilo que ela dizia parecia ter um significado
diferente. Fiquei confuso, tentando interpretar as palavras dela, quando Graça
mudou rapidamente de assunto para dizer que passaria a pegar o ônibus sempre
naquele horário e talvez nos víssemos com mais freqüência. Comentei que às vezes
ia de carro e, se quisesse, poderia lhe dar uma carona. Graça aceitou o convite.
Passei a levá-la ao serviço, que ficava no caminho do meu, pelo menos três vezes
por semana. Ela continuou insistindo, em nossas conversas, na sua necessidade de
mudar o comportamento. Eu queria muito saber o que significava esse desejo,
temendo que estivesse com idéia equivocada sobre ela. As coisas passaram a ficar
mais claras quando, certa manhã, ela entrou no carro com um sorriso diferente, um
brilho nos olhos muito especial, que contrastava com o dia chuvoso, cinzento e
friorento. Ela sugeriu que, em vez de seguir o caminho normal de todos os dias, eu
tomasse outro percurso, sem dar maiores explicações. Demos de cara com uma praça,
onde pediu que parasse. Graça livrou-se rapidamente do cinto de segurança e
atirou-se sobre mim, abraçando-me pelo pescoço e estendendo a mão em busca do
pinto por cima da calça. A chuva continuava forte e, com as janelas do carro
fechadas, os vidros ficaram totalmente embaçados. Graça e eu, naquele aconchego,
demos início a uma sessão de malhos eróticos em que acariciei e beijei os seios de
bicos rosados e durinhos. Ela abriu o zíper da minha calça, empalmou o caralho e
passou a bater uma gostosa punheta. Ela parecia não conter-se de tanto desejo,
alternando a punheta com deliciosos apertões no cacete e mordendo os lábios. Graça
não resistiu em inclinar a cabeça para chupar o pinto, que latejava de prazer. Ela
mamou com tamanha sensualidade e habilidade que não tive como segurar o gozo, que
chegou forte e encheu a boca dela de porra. Parte do abundante esperma escorreu
pela lábios e lambuzou o rosto e as mãos dela. O meu gozo parece ter-lhe aquietado
parcialmente o fogo que tomava conta do corpo dela. Ela me deu um forte abraço e
confessou que vinha sonhando com aquele momento há muito tempo. Passamos a pagar
pedágio nessa praça, com chuva ou sem, todos os dias que lhe dava carona, para
rápidos momentos de carícia e prazer. Com o tempo, no entanto, passamos a sentir
que isso apenas não bastava, queríamos cada vez mais. O tesão acumulado se tornou
tão insuportável que sugeri a ela um encontro no motel. Graça respondeu que tinha
muito medo, que nunca fora a um motel e muito menos traído seu marido. Não entendi
bem o conceito de traição que ela tinha, afinal entre nós já havia acontecido de
tudo, menos a penetração. Ainda assim, ou por isso mesmo, não desisti. Disse-lhe
que entendia o sentimento dela, mas também que meu tesão era muito grande e estava
ficando insuportável. Graça acabou cedendo. Inventamos uma desculpa qualquer e
ambos ligamos para a empresa, que trocamos por uma manhã de prazer no motel. O
primeiro momento de prazer ocorreu quando vi desnudo por inteiro o corpo daquela
morena que tinha sido minha grande paixão durante toda a vida. Os peitinhos
redondos, a bundinha camuda e arrebitada, a xoxota coberta por pelinhos negros e
finos, tudo era maravilhoso no corpo dela. Para começar, provei o sabor de cada
parte dela com um verdadeiro banho de língua. Iniciei pelos peitos, desci pela
barriga, avancei até a virilha, onde pude sentir o doce perfume da boceta. Dei um
tempo, roçando levemente o
nariz nos pentelhos para saborear o delicioso odor da gruta, antes de meter a boca
na xoxota e a língua no grelinho. Graça passou a emitir gemidos cada vez mais
altos, abriu as pernas e esfregou a boceta na minhacara. Recolhi e saboreei o
líquido de prazer que inundava a boceta e ela dizia que não agüentava mais e
estava para gozar. Como não queria que ela chegasse ao gozo e minha vontade era
continuar beijando aquele corpo, abandonei a xoxota e voltei aos seios, que suguei
mais um pouco, antes de virá-la de costas. Passei a língua em toda a extensão de
suas costas até chegar à bundinha. Graça empinou ligeiramente as ancas para
facilitar o acesso de minha língua ao seu cuzinho rosado e piscante. Perguntei a
ela se não se incomodava com as carícias no rabinho, porque minha intenção era
comer-lhe o traseiro depois. Graça comentou que seu marido já havia tentado comer
sua bunda, mas desistiu porque ela sentiu muita dor. Para não forçar a barra,
voltei à boceta. Ela já não agüentava mais de tesão e pediu que metesse o cacete
na xota. Sem que eu pedisse, ela ficou de quatro, para me receber por trás. Graça
esticou o braço para trás e conduziu o pinto para encaixá-lo na entrada da boceta.
O pinto praticimente deslizou túnel dentro porque a xoxota estava encharcada de
líquido. Ao mesmo tempo que comandava as estocadas, sincronizadas com os
movimentos da bunda dela, acariciei o anelzinho do rabo com o dedo, sem penetrálo.
Graça parecia curtir a brincadeira, estendeu a mão por baixo e passou a bater uma
gostosa siririca, o que redobrou o prazer, tanto dela quanto o meu. Aumentamos o
ritmo das bombadas e gozamos juntos. Embora satisfeita, Graça parecia querer mais,
dando a entender que queria tentar o sexo anal comigo, pois, depois de acariciar e
deixar o pinto duro novamente, virou-se de costas para mim. Encostei o rosto na
bunda dela e, mais ousado desta vez, passei a lamber o cuzinho, tentando meter a
língua nele. Mais relaxada, ela ficou de quatro para facilitar minhas carícias.
Enfiei um dedo para lacear a entrada, que lambuzei com a saliva, e encostei a
cabeça do pinto. Graça arrebitou ainda mais a bunda e pressionou contra o caralho,
mas, ao sentir a invasão, recuou instintivamente, embora sem desencaixar a
chapeleta do anel. Parei por um momento e fiquei sentindo o cuzinho piscando e
mordendo o mastro. Forcei novamente e avancei até a metade. Ela soltou um urro de
dor, fiz que ia tirar, mas ela impediu, segurandome pelas pemas. "Não pára... Tá
doendo, mas é muito bom... Quero chegar ao prazer também por trás. Enfia ele
todinho dentro de mim..." Segurei-a pelos quadris e atolei a vara até o talo.
Quando comecei o vaivém, Graça passou a rebolar, gemer de prazer e dizer que
estava adorando. O cuzinho dela, muito quente, piscava incessantemente, levando-me
ao gozo em pouco tempo. Tocando uma siririca na boceta, ela também chegou ao
orgasmo. Totalmente saciada, Graça confessou que aquele tinha sido o momento de
maior prazer em toda sua vida. Em tom de desabafo, disse que o descaso do marido,
mais preocupado com a bebida e os amigos, fazia com que sentisse muita falta de um
homem carinhoso que desse todo o prazer que eu havia lhe dado. Emocionada, contou
ainda que, derrubada a barreira psicológica que impedia um relacionamento
extraconjugal, ela estava disposta a repetir aquela experiência muitas outras
vezes. De minha parte, em nenhum momento fiquei com peso na consciência por estar
transando com a esposa de um amigo meu. Simplesmente porque entendia que não èra
certo deixar que uma mulher como aquela, que eu tanto desejei, privasse de
momentos tão agradáveis e prazerosos comigo. Somos amantes até hoje e temos uma
vida sexual cheia de fantasias e loucuras. Depois de muitas conversas e sonhos,
estamos até procurando mulheres que queiram compartilhar da nossa cama para
momentos inesquecíveis de emoção, sedução, romantismo e prazer.
http://www.geocities.com/piquinica/cont33.htm O ESTAGIÁRIO E SUA SUPERIOR

“Vanessa parecia ser bem fechada, mas com o tempo mostrou que era sensual e
provocante...” "Meu nome é Rodrigo, tenho 23 anos e adoro baladas. Tenho uma queda
violenta por mulheres morenas. Em abril de 2002, comecei a trabalhar como
estagiário em uma empresa da minha cidade, e havia na minha seção uma morena de
feição fechada, que trabalhava com programacao. Chamava-se Vanessa: 1,63m de
altura, uns 56 kg, curvas estonteantes. Eu trabalhava perto dela, e começamos a
conversar bastante. Percebi que a feição fechada não passava de fachada, pois
tratava-se de uma pessoa simpática, boa de papo e com um carisma incrível. No
final do ano, a empresa ia promover uma confraternização, numa chácara. Fomos
todos e passamos o dia nos divertindo. Em um dado momento a Vanessa se aproximou
de mim e começamos a conversar sobre assuntos sem sentido. Lavávamos louças e
brinquei que ia passar a mao em sua perna, e ela disse que duvidava. Não deu
outra: comecei a acariciar as pernas até o joelho.. só um pouquinho para não dar
na deixa do pessoal da empresa. Nesta festa começou a azaração. As mulheres
falaram que eu estava afim dela, e Vanessa me provocando. Na semana seguinte
nossas conversas esquentaram, com convites picantes e desejos de beijos mútuos.
Marquei um encontro: na frente da casa dela, uma noite, começamos a nos beijar,
após uma carona que eu dei a ela. No dia seguinte fomos a uma cidade vizinha para
uma festa, e todos ficaram me olhando. Aquela mulher maravilhosa estava ali me
beijando. Fascinado, falei pra mim mesmo: eu quero essa mulher. Num final de
semana, combinamos de assistir a um filme na casa dela com uma turma do
escritório. Claro, só eu fui. Jantamos, vimos o filme e nao resistimos: naquela
noite pudemos provar um pouquinho do que cada um tinha para oferecer. Deitada ali
no sofa, beijei-a descendo pelo pescoço e sentindo aquele corpo saboroso. Fui
beijando aquele lindo e volumoso par de seios, tirei sua blusinha e logo em
seguida sua lingerie. Beijos molhados em todo a sua extensao e nos seus delicados
mamilos fizeram mais uma vez receber como respostas suspiros e gemidos gostosos.
Fui beijando, descendo pela barriguinha, enquanto ela gemia de prazer... mordia de
leve seu umbigo, e sua respiração me deixav atordoado. Passei bem de leve a língua
por sua cintura afim de adentrar por ali e sentir seu verdadeiro sabor... fui
lentamente tirando seu shorts jeans notando seus olhos cerrados, como sempre.
Suavamente beijei a região que envolvia o centro de suas pernas. Fui como um lobo
com sede ao pote tentando de todas as formas apenas com a ajuda da boca passar
pela
lateral da calcinha afim de me deparar com seu sexo. Senti. Como que imediatamente
removi sua calcinha e me deliciei entre as suas pernas. Ela já estava sentada no
sofá, com as pernas ligeiramente abertas, e eu ali, ajoelhado como seu mais fiel
escravo. Beijei-a com desejo. Queria mais, abriu minha bermuda na busca de meu
sexo. Virei-me, sentando no sofá e ela sobre meu corpo. Fui beijando-a por toda
extensão do seu pescoço e descendo em direcao ao seu sexo , e ela jogando seu
corpo para trás, de encontro ao chão. Sabia que não podia me controlar mais, pois
estava a ponto de gozar, quando ela encaixou em mim como se fosse cavalgar. Que
encaixe... Nesta noite ficamos juntos deitados no sofá. O decorrer dos próximos
dias foi de muita paixão e trocas de juras de amor. As loucuras continuaram na
frente da casa dela, na rua, na varanda ou até mesmo dentro do carro. Em uma noite
quente, no portão da casa dela, começamos um troca de beijos que acabei deixando-a
nua dentro do seu quintal, sensação de medo e tesao aquela que ela sentiu.
Levemente, após um pedido meu, ela foi beijando meu corpo de encontro ao meu sexo,
deixando-o totalmente exposto a ela e provocando... deu-me um beijo, mas não
queríamos mais parar. Como não paramos até hoje, pois nos amamos muito".

Conto Proparoxítono
Era a terceira vez que aquele substantivo e aquele artigo se encontravam no
elevador. Um substantivo masculino, com um aspecto plural, com alguns anos bem
vividos pelas preposições da vida. E o artigo era bem definido, feminino,
singular: era ainda novinha, mas com um maravilhoso predicado nominal. Era
ingênua, silábica, um pouco átona, até ao contrário dele: um sujeito oculto, com
todos os vícios de linguagem, fanáticos por leituras e filmes ortográficos. O
substantivo gostou dessa situação: os dois sozinhos, num lugar sem ninguém ver e
ouvir. E sem perder essa oportunidade, começou a se insinuar, a perguntar, a
conversar. O artigo feminino deixou as reticências de lado, e permitiu esse
pequeno índice. De repente, o elevador pára, só com os dois lá dentro: ótimo,
pensou o substantivo, mais um bom motivo para provocar alguns sinônimos. Pouco
tempo depois, já estavam bem entre parênteses, quando o elevador recomeça a se
movimentar: só que em vez de descer, sobe e pára justamente no andar do
substantivo. Ele usou de toda a sua flexão verbal, e entrou com ela em seu aposto.
Ligou o fonema, e ficaram alguns instantes em silêncio, ouvindo uma fonética
clássica, bem suave e gostosa. Prepararam uma sintaxe dupla para ele e um hiato
com gelo para ela. Ficaram conversando, sentados num vocativo, quando ele começou
outra vez a se insinuar. Ela foi deixando, ele foi usando seu forte adjunto
adverbial, e rapidamente chegaram a um imperativo, todos os vocábulos diziam que
iriam terminar num transitivo direto. Começaram a se aproximar, ela tremendo de
vocabulário, e ele sentindo seu ditongo crescente: se abraçaram, numa pontuação
tão minúscula, que nem um período simples passaria entre os dois. Estavam nessa
ênclise quando ela confessou que ainda era vírgula: ele não perdeu o ritmo e
sugeriu um longo ditongo oral, e quem sabe, talvez, uma ou outra soletrada em seu
apóstrofo. É claro que ela se deixou levar por essas palavras, estava totalmente
oxítona às vontades dele, e foram para o comum de dois gêneros. Ela totalmente voz
passiva, ele voz ativa. Entre beijos, carícias, parônimos e substantivos, ele foi
avançando cada vez mais: ficaram uns minutos nessa próclise, e ele, com todo o seu
predicativo do objeto, ia tomando conta dela inteira. Estavam na posição de
primeira e segunda pessoas do singular, ela era um perfeito agente da passiva, ele
todo paroxítono, sentindo o pronome do seu grande travessão forçando aquele hífen
ainda singular. Nisso a porta abriu repentinamente. Era o verbo auxiliar do
edifício. Ele tinha percebido tudo, e entrou dando conjunções e adjetivos nos
dois, que se encolheram gramaticalmente, cheios de preposições, locuções e
exclamativas. Mas ao ver aquele corpo jovem, numa acentuação tônica, ou melhor,
subtônica, o verbo auxiliar diminuiu seus advérbios e declarou o seu particípio na
história. Os dois se olharam, e viram que isso era melhor do que uma metáfora por
todo o edifício. O verbo auxiliar se entusiasmou, e mostrou o seu adjunto
adnominal. Que loucura, minha gente. Aquilo não era nem comparativo: era um
superlativo absoluto. Foi se aproximando dos dois, com aquela coisa maiúscula, com
aquele predicativo do sujeito apontado para seus objetos. Foi chegando cada vez
mais perto, comparando o ditongo do substantivo ao seu tritongo, propondo
claramente uma mesóclise-a-trois. Só que as condições eram estas: enquanto abusava
de um ditongo nasal, penetraria ao gerúndio
do substantivo, e culminaria com um complemento verbal no artigo feminino. O
substantivo, vendo que poderia se transformar num artigo indefinido depois dessa,
pensando em seu infinitivo, resolveu colocar um ponto final na história: agarrou o
verbo auxiliar pelo seu conectivo, jogou pela janela, e voltou ao seu trema, cada
vez mais fiel à língua portuguesa, com o artigo feminino colocado em conjunção
coordenativa conclusiva.

A cunhada que pagava aulas de direção com sexo...

A irmã mais nova de minha namorada na época estava completando 18 anos. Era loira,
1.70m, magra de olhos azuis. Era de origem alemã e muito bela. Tinha uma bundinha
arrebitada e seios médios bem arredondados. Minha namorada não era tão gostosa
quanto, mas não ficava atrás, destacando-se pela sua excelente performance na
cama. Eu estava com meus 25 anos, 1.71m, 65kg. Corpo moreno, bem definido pela
academia, olhos e cabelos castanhos claros. Como éramos muito apegados, Patrícia
me pediu, como presente de aniversário, que a ensinasse a dirigir. Fiquei meio
receoso de colocar meu Audi nas mãos dela, mas acabou me vencendo pela
insistência. Durante as primeiras aulas, minha namorada nos acompanhava, talvez
por temer que eu tentasse alguma coisa com a irmãzinha. Com o tempo, no entanto,
desistiu de acompanhar-nos. Patrícia estava aprendendo direitinho a lição. Num
domingo à tarde, lá fomos eu e Patrícia para mais uma aula, enquanto minha
namorada preferiu ficar tomando sol em casa. Minha aluna estava gostando tanto das
aulas que comentou que sua amiga também estava interessada em aprender a dirigir
comigo. Respondi que só a estava ensinando porque era minha cunhadinha, mas que
não tinha muita paciência para isso. Patrícia ficou um pouco chateada, mas não
desistiu e insistiu: "Ta legal, e se ela pagar de alguma forma?", perguntou com
uma carinha de safada. "O que você quer dizer com pagar de alguma forma?",
perguntei, dando uma de desentendido, só para que ela confirmasse com mais clareza
o que eu estava imaginando. Minha cunhadinha respondeu que tanto ela como sua
amiga estavam dispostas a pagar qualquer preço, qualquer coisa para aprender a
dirigir. Respondi: "olha Patrícia, vocês querem aprender a dirigir, mas dar uma
pegadinha no meu câmbio nem você nem sua amiguinha certamente querem", provoquei.
Patrícia nada comentou e preferiu mudar o percurso habitual seguindo em outra
direção para estacionar o carro debaixo de uma árvore. "Esse é o preço que mais
desejo pagar", disse, puxando o freio de mão. Ela soltou-se do cinto de segurança
e foi logo metendo a mão no cacete, por cima da calça. O bicho levantou na hora,
mas, preocupado com a rapidez com que tudo estava acontecendo, não tomei nenhuma
iniciativa. Nem precisava. Patrícia abriu rapidamente o zíper da minha bermuda e
apalpou meu cacete rijo por cima da cueca. Eu ainda tentei argumentar que não era
hora nem lugar para estar fazendo aquilo, mas ela não deu ouvidos. Decidida,
partiu para um voraz ataque. Entre uma lambida e outra com a língua, entre uma
chupada e outra com a boca, Patrícia tentava aumentar ainda mais meu tesão. "Sabe,
toda vez que você trepa com minha irmã no quarto dela eu fico espiando. Fico
maluquinha quando ela enfia esse pauzão inteiro na boca. Sempre tive vontade de
fazer isso também e agora não perder a oportunidade". Patrícia abocanhava apenas a
cabeça por um instante e depois enfiava o pinto inteiro na boca, em seguidos e
ritmados movimentos que me endoideceram de prazer. Àquela altura do jogo, não dava
mais para voltar atrás nem eu queria uma coisa dessas. Para nossa sorte, estávamos
parados num lugar sem nenhum movimento e já era final de tarde. Para não ficar
imaginando nenhum tipo de risco, aproveitei para fechar os olhos e curtir aquela
deliciosa mamada. Patrícia deitou a cabeça no meu colo e ficou chupando,
carinhosamente, enquanto arriava minha bermuda inteira. Ao deixar-me nu, ela abriu
minhas pernas e meteu a boca no saco, engolindo as duas bolas. Que loucura, que
prazer! A essa altura, além de me chupar, ela batia uma punheta para mim,
aproveitando toda a umidade da saliva que derramava no pinto. Gozei assim mesmo,
derramando fortes jatos de porra naquela boquinha gulosa. "E, então gostou?", quis
saber, ainda recolhendo com a língua as gotas de meu leite que irrigaram a boca
dela. "Pode ficar tranqüilo, que essa foi só a primeira parcela do pagamento.
Minha intenção é dividir em várias parcelas", completou. Vesti a bermuda e assumi
a direção para voltarmos para a casa. Durante o trajeto, Patrícia veio alisando
minha pica. Já perto da casa, no entanto, ela pediu que desse mais uma volta no
quarteirão, pois tinha uma coisa para me dizer. Patrícia comentou então que um dia
me viu enrabando sua irmã e de lá para cá tinha vontade também de sentir meu
cacete na bundinha. Meu pau, que permanecia duro, ficou mais duro ainda. Patrícia
voltou a alisa-lo e disse que, naquela noite, deixaria a porta do seu quarto
destrancada e estaria me esperando. Deu-me um beijo delicioso e seguimos para
casa, onde minha cabeça não parava um minuto de pensar naquela gostosinha que
seria toda minha mais à noite. Patrícia foi a primeira a deixar a sala, sem mesmo
se despedir de mim, e retirou-se para o quarto. Minha namorada sempre muito
fogosa, estava menstruada e com fortes cólicas também indo para o nosso quarto
dormir. Acabei ficando sozinho na sala, com a desculpa de que ainda estava sem
sono. Fiquei ali apenas alguns minutos, o suficiente para ter certeza de que todos
dormiam. Fui direto para o
quarto de Patrícia, que estava deitada na cama esperando por mim. Tranquei a
porta, e Patrícia sorriu para mim, afastou o lençol e mostrou seu corpo lindo e
inteiramente nu. Arranquei minha roupa e deitei-me ao lado dela. Primeiro nos
beijamos. Nossas línguas se enroscaram prazerosamente e passei a deslizar minha
boca por todo aquele corpo maravilhoso. Parei um momento nos seios, onde mordi e
lambi os bicos durinhos de tesão. Patrícia contorcia-se na cama, gemendo baixinho
para não acordar ninguém. Foi descendo lentamente a boca pela barriga dela, até
alcançar os grandes lábios da bocetinha ainda virgem, que exalava um perfume dos
deuses. Minha cunhadinha não agüentou e, pegando meu pinto latejante, deu início a
uma punheta. Virei meu corpo e nos ajeitamos na posição de 69. Foi a melhor sessão
de chupadas que já tive na vida. Patrícia era perfeita na arte do sexo oral.
Enquanto ela me engolia inteiro, deixando meu pau todo babado de saliva, eu abria
a fenda e enfiava a língua até o fundo da boceta quente e molhada. Comandei
seguidas estocadas de língua dentro dela e a fiz gozar assim. O corpo de Patrícia
estremeceu todinha, ao mesmo tempo em que ela escancarava a boceta e rebolava na
minha cara. Após o gozo, ela deitou-se de costas e, apoiando a cabeça sobre um
travesseiro, pediu que eu fosse para cima dela. Antes, no entanto, lambi o corpo
desde a nuca até os pés. A pele arrepiou-se todinha e ela abriu-se inteira para
mim. Sem pressa, voltei a chupar a bocetinha e a passar a língua no cuzinho
perfumado, que se contraía a cada nova lambida. Deixei minha cunhadinha em ponto
de bala e fui levantando meu corpo. Abri bem as pernas dela e aos poucos, com
muito cuidado encaixei o pinto na portinha da xoxota, pois, até esse momento,
sabia que estava lidando com uma boceta virgem, com lacre e tudo. Antes de forçar
a penetração, pensei que isso poderia ser um problema para mim, então, fiz que
estava de provocação e voltei a dar lambidas no rabinho adocicado. Patrícia já não
conseguia se controlar de tanto prazer. Diante daquele cuzinho totalmente exposto
pra mim, não hesitei em meter um dedinho dentro dele. Patrícia gostou e eu atolei
o dedo, substituindo, pouco depois pelo meu caralho. Patrícia estava totalmente
envolvida com aquilo, mas mesmo assim a penetração foi dolorosa. Ela suspirou
fundo, tentou recuar, soltou alguns gritinhos, interrompi várias vezes, até que
ela foi levantando a bundinha como um sinal de que o caminho estava aberto. Forcei
o danado e concluí lentamente a invasão. Só iniciei o movimento de vaivém com
maior desenvoltura, entretanto, quando ela levou a mão até o clitóris para
dedilha-lo numa insinuante siririca. A sensação que eu tinha era de que aquele cu
estava mastigando meu caralho. Passei a estocar mais aceleradamente e cheguei ao
gozo. "Vai gostosão... enche meu cuzinho com seu leite, como você faz com minha
irmã", disse, rebolando freneticamente a bunda. Patrícia também gozou e não parava
de piscar o rabo. Acho que ela nunca havia gozado desse jeito antes. Meu caralho
saiu lentamente do rabinho e então preguei, num breve sono do qual só despertei
com a boceta de Patrícia roçando minha cara. Ela subiu em cima de mim com as
pernas abertas e passou a esfregar o grelinho na minha boca. Seu perfume
despertou-me e acabamos fazendo mais um 69. Foi a última gozada que tivemos
naquela madrugada. Fui para o quarto de minha namorada, que, para minha sorte,
dormia profundamente. No dia seguinte, continuamos com as aulas normalmente e aí
fui eu que fiquei louco de tesão. Pedi que levasse o carro até uma estrada bem
deserta, onde havia uma construção de um prédio que estava embargado a muitos
anos. Quando ela parou o carro, enfiei minha mão por baixo da saia dela e comecei
a massagear seu grelinho. Ela ficou morta de medo que alguém aparecesse, mas
consegui acalma-la quando caí de boca nos seus peitos. Depois de bem atiçada, ela
deitou-se no meu colo para chupar meu caralho. Patrícia tirou o pau da boca e
comentou que queria sentir minha vara no seu rabinho. Ela apanhou uma camisinha da
bolsa, abriu-a com os dentes, encapou meu mastro, virou-se de lado e guiou o
caralho até o buraquinho. Penetrei-a com o vigor de um animal, enfiando meu
caralho inteiro iniciando fortes estocadas. Patrícia mordia o banco do carro e
rebolava, enquanto alisava a boceta com os dedos. Ela gozou e também aproveitei
para despejar minha porra em seu rabinho delicioso. A contração dos músculos do
ânus no momento do gozo me dava a sensação de que o rabinho estava esmagando meu
cacete. Foi muito bom... Depois tentei convence-la a liberar sua bocetinha, mas
ela respondeu sorrindo: "Só no dia da minha formatura de motorista". Respondi que
mais três aulas e estava formada, no qual ela me deu um delicioso beijo. Três dias
depois, todo mundo resolveu ir para a praia de manhã cedo e fiquei em casa
dormindo. Patrícia entrou sorrateiramente em meu quarto e começou a chupar meu pau
com o objetivo de me acordar. Fiquei meio assustado, achando que pudesse ter
alguém na casa, mas ela respondeu que estávamos a sós e que ela estava ali para a
formatura dela. Ficamos nos amassando por alguns instantes até que Patrícia me
puxou para cima dela e começamos a nos beijar ardentemente. Como ela beijava
gostoso, que boca, que língua! Ao mesmo tempo fui roçando meu cacete no grelo e na
entradinha da boceta para provoca-la. Mais uma vez teria a "difícil" e "exaustiva"
tarefa de tirar o cabacinho de uma menina, que além de tudo era minha aluna e
"cunhada". O beijo molhado na boca e as provocações fizeram Patrícia "pegar fogo".
Brinquei ainda com os peitos e mamei neles, até que meu caralho fez o encaixe na
racha, a entrada do caminho que conduzia para o interior da grutinha quente e
aconchegante. Penetrei-a
suavemente com muito cuidado, curtindo centímetro por centímetro, sentindo sua
respiração ofegante e seu nervosismo misturado com tesão. Após romper seu "selo de
fábrica", meu caralho foi deslizando com facilidade fazendo Patrícia delirar de
prazer. Ela me abraçou e me prendeu também com uma chave de pernas em volta de meu
quadril, apertando meu corpo contra o dela. Comecei um gostoso movimento de
vaivém, dando estocadas vigorosas e profundas. Ela gritava para continuar metendo
sem parar, o que foi me excitando cada vez mais. Consegui controlar meu gozo e
Patrícia gozou sozinha envolvida numa fúria prazerosa incrível. Permaneci em cima
dela, ainda encaixado na boceta momentaneamente saciada, mas não menos quente, e
continuamos e trocar carícias. Fomos para a sala, deitei-me no sofá com o pau
completamente duro e Patrícia sentou-se para fazer o encaixe nele, abaixando
suavemente o corpo. Foi maravilhoso, excitante demais, ver o cacete ser engolido
pela boceta de lábios salientes, até sumir na intimidade dela. Concluída a
penetração, ela inclinou-se sobre mim para ofertar os lindos seios à minha boca.
Só então ela passou a se movimentar lentamente em cima de mim. Foram os primeiros
movimentos de uma cavalgada mais forte e acelerada. Patrícia subia e descia o
corpo em cima de mim, jogava o corpo para frente e para trás, enquanto auto
acariciava os seios. Em meio a muitos gritos e gemidos, Patrícia foi sacudida por
um gozo que fez o corpo dela desabar sobre o meu e mantê-la desfalecida por algum
tempo. Confesso que desta vez, eu estava disposto a descarregar a porra dentro
dela, mas todo o lance que a levou ao gozo foi tão prazeroso que esqueci do meu.
Ainda assim, estava feliz e satisfeito, só de vê-la gozar tantas vezes e com tanto
tesão. Voltamos para o quarto e, Patrícia cochicha no meu ouvido: "Que bom que
você ainda não gozou. Agora quero você no meu cuzinho". Ela colocou-se de quatro
sobre a cama, onde não resisti e dei uns tapinhas (ela adorava isso), e passei a
lamber o cuzinho, para lubrifica-lo antes de mirar o anelzinho, e penetralo. Como
ela não estava relaxada, Patrícia reclamou da dor no começo, recuava a bunda para
aliviar, mas à medida que a dor foi cedendo, ela passou a pressionar a bunda
contra minha virilha. Acelerei as estocadas e ela pedia mais e mais. Só para
provoca-la, tirei o pau de dentro dela e voltei a enfia-lo vigorosamente, com
bastante pressão, levando-a a loucura. Repetimos os movimentos continuamente, até
que o gozo brotou no íntimo dela. "Eu não vou agüentar mais, vou gozar de novo.
Desta vez, quero que goze comigo, vamos gozar juntos... quero sentir a porra
quentinha dentro de mim..." Aumentei ainda mais o ritmo das minhas estocadas e
gozei, gozamos juntos. Explodi meu prazer dentro dela enchendo-a de porra que ela
tanto desejou. Quase desmaiamos exaustos e de tanto prazer. Quando voltaram da
praia, ninguém acreditava que eu ainda dormia em pleno meio dia. Teria muito mais
para contar sobre essas férias, que foram especiais, porém bastante estressantes.
Tinha que me revezar para satisfazer minha namorada e minha aluna preferida. Em
algumas situações quase fomos pegos, e minha namorada flagrou várias trocas de
olhares, fazendo com que no final, cada um ficasse no seu canto. Ao término das
férias minha aluna arrumou um namoradinho e nossas transas não aconteceram mais.
Namorei mais 6 meses e depois nunca mais as vi. Você garota que gostou da minha
transa e queira trocar algumas sacanagens ou uma aventura para colocarmos aqui, me
escreva... Estou aguardando seu email...

O começo de toda história...


Ola meu nome é Sandra, eu tive uma vida meio conturbada durante alguns anos, como
voces já devem ter percebido nos outros contos, são os anos "negros" como eu
costumo chamar, mas as histórias que eu achei mais interessantes eu acabei
contanto já, outras coisas assim mais picantes são bem curtinhas, ou então
parecidas com as que já contei (por exemplo as outras gurpais foram todas
parecidas no final), as mais pesadas acho que não são muito legais de serem
escritas, por isso acho que praticamente contei tudo de mais interessante, rs, por
isso não sei se volto a escrever de novo aui para voces, mas na última semana um
amiguinho "virtual" me perguntou como foi a primeira vez, por isso achei legal
falar da minha primeira, no meu, talvez, último conto. Como esta história é meio
curtinha, vou contar duas em uma, a minha primeira vez, e a minha primeira vez com
meu irmão. Bem a minha primeira vez aconteceu quando eu tinha acabado de completar
15 anos, eu estava no último ano do ginásio, e eu estudava de manhã, nesse dia a
gnte teve uma palestra sobre doenças sexuais transmissiveis, nossa foi no audtório
da escola, com todos os alunos, tinha vindo uma mulher do governo , acho que era
assistente social, por que eu morava em um bairro muito pobre e a escola idem,
haviam algumas garotas que já transavam e lembro de uma que havia engravidado, por
isso da palestra, bem eu era do grupo das "bobinhas", nunca haviamos dormido com
ninguem, e eramos super amigas, na escola eramos em quatro, mas eu morava perto da
casa da Angela, e as outras duas moravam perto uma da outra, logo, eu tinha mais
amizade com a Angela, logico e depois da aula smepre ia na casa dela, por que os
pais de la trabalhavam e na minha casa, minha mãe tmabém trabalhava e a minha irmã
e meu irmão eram um saco naquela época, então a gente ficava fazendo as coisas
juntas, naquela época, entre nós quatro eu fui a unica que havia bejado um garoto
(tinha beijado pela primeira vez um ano antes), bom nesse dia que a gnete teve a
palestra eu fui para a casa dela, almoçamos e ficamos no quarto fazenod a lição de
casa, depois começamos a falar dos meninos da escola, tinha um bonitinho que nós
duas eramos gamadas, até que a gente caiu na conversa sobre a palestra, ficamos
fazendo piadas sobre as cenas que mostraram, lembro até hoje (mostrava assim a
sombra de um homem e uma mulher e ela colocava a cabeça na altura do penis do
homem, (lembro que para mim foi uma surpresa, nunca havia imaginado aquilo)
e depois o homem atrás da mulher ...rs.... tudo isso para dizer que se pegava
doença em qualquer posição), bem rimos bastante, e ela me perguntou como era
beijar na boca, para mim aquilo era o auge da minha vida, uma coisa maravilhosa,
sem igual, e foi isso que disse para ela, ela ficou com uma cara de estou com
vontade até que ela me fez a proposta: me beija? - fiquei meia sem graça, até ri,
mas ela repetiu e disse: sério, to falando sério, quero experimentar. ainda
levando na brincadeira eu deitei de frente para ela na cama, e fitei os olhos
dela, fazendo um bico como se fosse beija-la, eu estava brincando, não acreditava
que ela faria aquilo, mas então ela se aproximou e deu um "selinho", me assustei
mas continuei, abri bem a boca e suguei a lingua dela, ela correspondeu e começou
a me beijar de uma forma gostosa, instintivamente nos abraçamos, e nos beijamos
muito, ficamos um bom tempo com as bocas juntas, uma saboreando a outra, então me
subiu um calor por todo meu corpo, nunca havia sentido aquilo até aquele momento,
passamos a nos abraçar forte até nossos peitos se tocarem e se espremerem uma na
outra, ainda não tinhamos um corpo formado éramos muito novas, nossos seios eram
nada mais que um "montinho" ressaltado e nossa cintura era reta, a unica coisa que
a Angela tinha era um bum bum bem feitinho, eu nem isso tinha, alias, ainda não
tenho..rs, bem, nós duas nos abraçamos com força e começamos a cruzar nossas
pernas entre nós e apertar as costas uma da outra, ficamos nos massageando e senti
um arrepio na espinha, paramos de nos beijar e passamos a roças nossos rostos uma
na outra e nos lambiamos, chupavamos o pescoço, até que eu não resisti e passei a
mão na cintura dela por baixo do uniforme da escola, nossas respirações estavam
ofegantes e o meu coração parecia que iria explodir, nos beijamos de novo enquanto
tentavamos tirar o uniforme uma da outra, e ficamos só de calça de abrigo e
soutien, eu, em seguida, levantei o soutien dela e comecei a beijar e chupar os
bicos dela, Angela se contorceu e gemeu, enquanto fiquei chupando ela, nos
despimos, quando eu ia tirar a calcinha notei que ela estava molhada, enxarcada,
eu diria, quando parei de sugar os bicos do seio dela, ela me puxou e passamos a
nos beijar na boca de novo, enquanto nossas coxas ficavam roçando no sexo uma da
outra, uma sensação nova, estranha, gostosa, mas saber que estavamos fazendo uma
coisa errada parecia tornar aquilo mais gostoso, nossas coxas ficavam molhadas com
o liqido que nós mesmas deixavamos escorrer de nossas vaginas ainda virgens, foi
quando ela desceu com a boca até a minha vagina, e começou a lamber, a lingua
quente, a pressão gostosa sobre o meu sexo, me deram um choque que me deixaram em
transe, contorci meu corpo e arqueei minha barriga para cima, levei minhas mãos a
cabeça e me descabelei, como era gostoso aquela sensação, abri toda a minha perna,
a Angela também s eempolgou e passou a quase me morder, foi quando ela separou os
labios da minha vagina com as mãos, acho que para ver, sei la o que ela queria
fazer, mas em seguida enfiou um dedo entre os labios da minha vagina, que como era
virgem, ainda nã otinha um "buraquinho" rs... naquela é poca eu olhava e não
entendia como alguem poderia me penetrar ali..rs, a dor foi imediata, soltei um
"hmmmm" de dor e me sentei, aquela sensação gostosa parou na hora, e fiquei com
medo sentei meio desesperada na cama, tinha sangue, a Angela não sabia o que
fazer, e começou a pedir desculpa, manchou o lençol, e ficamos meio desesperada,
tanto que não sei direito o que aconteceu depois, só sei que fui mebora correndo
chorando para casa, tomei banho e depois com um espelhinho olhei a minha vagina,
estava diferente, (com buraquinho...rs), bem assim foi que perdi a minha
virgindade...idiota né, gente? Bom depois disso, depois de alguns meses, eu
continuava a usar o espelhinho para ver como andava a minha vagina, eu ficava com
esperanças de ela voltar a ser como antes, mais idiota ainda, né? bem depois
daquilo paramos um pouco de ficar indo uma na casa da outra, e por isso fiquei
mais tempo em casa, e acabei enontrando revistas, tipo playboy, do meu irmão, uma
dessas eu vi a foto de uma menina com um consolo dentro da vagina e ela toda de
perna aberta e ela ainda ficava esticando os labios do órgão..fiquei meio pasmada
com aquilo, e tontinha do jeito que eu era, tirei a roupa ficando só de camiseta,
sentei na cama abri bem as pernas separei os lábios com uma mão, enquanto a outra
segurava o espelho para eu ver minha vaginhinha, eu ficava sempre olhando passando
o dedo por entre os labios, me masturbando massageando o clitóris, smpre nas
segundas, quartas e sextas, dias em que não ficava ninguem em casa a tarde por que
meu irmão ia jogar volei, bem eu fazia isso, de costas para a porta do quarto que
fiocava aberta (burra, como eu só eu mesma) bem é óbvio que nesse dia, meu irmão
voltou por motivos que nem eu mais lembro, mas ele voltou e adivinha, entrou no
quarto e me viu daquele jeito, não tinhamos uma grande relação entre irmãos,
eramos mais amigos do que irmãos, pelo fato de eu ser de pai diferente, e por eu
ter sido a causa da separação da nossa mãe e do pai deles, bom, ele entrou e fez
uma pergunta para lá de besta: o que voce está fazendo?, com o susto, tentei me
jogar para dentro das cobertas, e com isso rasguei a revista dele...ele ficou
braaaaaavoooo... rs, nossa ele ficou vermelho que só vendo, me xingou por ter
rasgado a revista e ameaçou de contar para a nossa mãe, ah lembrei ele voltou por
que ele tinha esquecido a joelheira, bem ele pegou a joelheira p da vida, e saiu
de casa xingando, fiquei em casa meio desesperada, o que eu ia fazer???? Voces
devem ter pensado... ela vai se oferecer para dormir com ele só para ele não
contar, certo??? Errado...eu era tão ingenua e boba que isso nem me passou pela
cabeça, a única coisa que pensei foi Oh meu Deus o que vou fazer agora??? peguei a
revista dele que rasgou e colei com durex, de certa forma eu sabia que ele não ia
contar, senão a mãe ia ficar sabendo que ele tinah aquelas revistas, acho que por
isso não me preocupei tanto, mas quando ele voltou eu quiz explicar que não era
nada daquilo que ele viu, que era para ele esquecer, etc, etc, etc., ele me
ignorou e foi dormir direto, logo em seguida a mãe voltou jantamos e dormimos,
tentei conversar com ele no quarto dormiamos no mesmo quarto, mas ele me ignorou,
no ida seguinte fui a escola normal, e voltei para casa, ele também tinha voltado
do colégio, almoçamos sem trocar uma palavra, mas depois do almoço ele ficou na
sala assistindo tv, e eu trouxe a revista dele toda emendada com durex, sentei do
lado dele e estiquei os braços dando a revista toda emendada, ele olhou e deu
risada, e eu pedi desculpa e disse, que acho que não tinha ficado muito legal, que
eu dava dinheiro para ele comprar outra, ele riu de novo, e pediu desculpas por
ter me xingado e gritado comigo no dia anterior, eu disse que tudo bem, ai ele
olhou para baixo e falou: eu não estava bravo com voce...o problema sou eu..voce
já.......transou? ...pausa..... respondi: Não.....sério, nunca transei com
ninguém... ...então...o que você estava fazendo?.. bem ai eu contei a história que
acabei de contar a voces, e disse que provavelmente eu não era mais virgem, ele
prestou atenção em tudo o que eu disse e olhando para mim respondeu: Eu tava bravo
por que pensei uqe voce com 15 anos já tava transando por ai e eu nada (ele é 1
ano e tres meses mais velho que eu) Eu fiquei meia sem jeito, mas respondi que eu
nunca havia dormido
com ninguém só com minha amiga, ai começamos a conversar sobre sexo, sobre quem
ainda era virgem, quem não era...., ai eu disse que para os homens o melhor seria
que eles não fossem virgens, e as mulheres seriam melhores se ainda não fossem
virgens... rs....ai eu disse: é mas para os homens é facil, voces podem dizer que
são ou não são, que ninguem vai saber, mas a mulher da pra perceber na hora que é
virgem ou não e ele me surpreendeu dizendo que não sabia a diferença, ai tentei
explicar, dizendo que tinha uma pelizinha que some depois que acontece alguma
coisa, ele ficou super interessado, fazia pergunta, do tipo, onde ficava a
pelizinha, como era, se era grosso, cor diferente...rs, tentei explicar, mas ele
não conseguiu entender, eu ficava tentando explicar, meio com vergonha, e meio que
dando muitas risadas, ai ele falou : mostra fiquei sem reação, ai ele disse: ah
vai, mostra ai, qual o problema? eu queria ver um pouquinho, ai eu juro que não
conto nada para a mamãe. - respondi na lata: só se voce me mostar o seu primeiro
eu nunca vi um pintinho também ... depois que falei fiquei vermelha de vergonha,
sei la o que deu em mim naquela hora, mas ele prontamente puxou a calça de moleton
dele para a frente e mostrou o penis dele, esta grande, arregalei os olhos, achei
bonitinho...rs, nunca tinha visto um, e me segurei para não apertar ele, sei la
aquele capacetezinho em cima era bonitinho...rs, ai ele falou agora é a sua vez,
eu me levantei e tirei a calça jeans e a calcinha e fiquei de pé, ai ele pediu
para eu ficar que nemo dia anterior que ele me pegou ... então e sentei na outra
poltrona e abri bem as pernas, e ele veio e se ajoelhou na minha frente vom a cara
bem na direção da minha vagina, me perguntou se ele podia colocar a mão, e eu fiz
um sim com a cabeça, ele passou os dedos por entre os meus pelinhos, o dedo pelo
meu clitóris, e sem nenhum aviso ele caiu de boca em minha vagina, com o susto eu
dei um grito, mas para falar a verdade eu tive um pouco de saudades de sentir uma
boquinha ali...rs, e ao invés de impedi-lo eu segurei a cabeça dele e arqueei meu
corpo empurrando minha vagina contra a boca quente dele, ele lambia, sugava,
pressionava, que me fazia gemer, ter um homem (nem me passava pela minha cabeça
que quem estava lai era meu meio irmão, eu sentia um homem mesmo, e isso era muito
bom, e acho que ele pensou a mesma coisa) tanto que gozei pela primeira vez na
minha vida só com as lambidas dele, talvez, por que o momento foi tão especial e
sem programaçào, não sei, mas a única coisa que poss odizer é que foi uma delicia,
foi quando ele enfiou um dedo em mim, e foi vindo com a lingua pela minha barriga,
meu umbigo ( outro arrepiozinho) levantou totalmente minha camiseta e começou a
chupar meus seios, fiquei arrepiada, ele foi subindo subindo, até nossas bocas se
tocarem, nos beijamos, seus braços me envolveram, e senti seu penis na entrada da
minha vagina, quando a cabeça entrou me proporcionou uma dorzinha mas nada que me
tirasse o prazer do momento, ele escorregou para dentro de mim, com enorme
facilidade, talvez pelo fato de eu ter gozado, se movimentou gostoso dentro de
mim, e ficou estocando, e como era a primeira vez dele ele gozou logo, mas quando
ele ia ejacular, acho que aquela sensação nova assustou ele, e ele tirou as
pressas o penis de dentro de mim e ejaculou, nossa aquilo me assustou muito, não
imaginava que era assim, a primeira vista pensei que ele tinha feito xixi, e
aquela coisa gosmenta e quente atingiu meus seios e barriga, para minha surpresa,
ele começou a tremer, e eu o abracei e nos beijamos muito, e brinquei um pouquinho
com o penis murchinho dele, ele ficou meio sem jeito, mas então eu desci e chupei
ele, que experiência, sentir o gostinho daquele pedaço de carne, depois disso
tomei um banho e trouxinha do jeito que eu era fui correndo para a casa da Angela
contar o que aconteceu. A noite transamos de novo, eu me sentia a namorada dele,
mas como era proibido, diziamos que eramos amantes um para o outro, e prometemso
ser assim o resto da vida, seriamos um só, e eu concordei, transamos em silencio,
eu em pé apoiada na beliche e ele atrás estocando suavemente, mas de forma muito
gostosa, nessas transas noturnas eu nunca consegui gozar, acho que por causa do
medo de ser pega pela mãe que dormia no quarto do lado, mas eram transas tão
gostosas, que me dão saudades até hoje, bem saudades eu também vou sentir de
escrever aqui, não sei se esta é a última, mas mesmo assim, já estou sentindo
saudades...rs. Beijinhos para todo mundo e muito obrigada pelo carinho.
Andreia aprendeu a ser BI...
OI caros leitores meu nome é Andréia tenho 17 anos um corpo de dar muita inveja há
qualquer uma tudo começou na escola que estudava, tinha duas amigas minhas Débora
e Franciele eu achava muito estranha a maneira que elas olhavam para mim mais até
ai eu pensava que era coisa da minha cabeça costumava andar, viajar com elas até
mesmo dormia na casa da Franciele as vezes quando ia dormi as três na casa da Fran
notava algo estranho notava os olhares delas bem diferente parecia que elas
tramavam alguma coisa certa vez comecei há reparar que elas puxavam umas
brincadeiras meias estranhas de ficar se agarrando ou então ficavam trocando de
roupa e fazendo poses bem sensuais eu sempre fui mais acanhada procurava disfarça
dizendo que não queria brincar disso por que eu era muito acanhada até esse dia
tudo bem pelo menos eu imaginava o que eu não podia acredita que aquela situação
me deixava muito excitada eu que ainda era virgem eu tentava esquecer mais aquilo
não saia da minha cabeça fiquei assim por uma semana pensando naquela imagem das
minhas amigas se despindo e aquelas posições eróticas que elas faziam comecei a
pensar nelas de outra maneira não mais como amigas mais sim como seria estar de
outras maneiras com elas a Fran na época tinha 19 anos ela é loirinha 170m 57kg
olhos azuis seios médios uma bundinha linda bem impinadinha umas pernas lindas
coxas roliças a Débora tinha 17 anos moreninha bronzeada de sol 165m 53kg olhos
castanhos bem clarinhos seios médios para grande ela também tenha uma bundinha
fantástica e umas coxas bem grossinhas e eu claro sou ruivinha 170m 55 kg olhos
verdes seios nem pequenos nem grandes e um corpo bem definido que passo a maioria
do meu tempo na academia até ai tudo bem na sexta a Fran me liga dizendo que seus
pais iriam viajar e disse que não gostava de dormi sozinha e me pediu pra que eu
fosse dormi com ela e se eu não se incomodava em chamar a Débora, claro que não eu
disse, assim que nós desligamos eu liguei para a Débora ela disse sem problemas
combinei que iria passar na casa dela 20:00 hs falei com minha mãe no começo ela
não queria deixar mais depois elas acabou deixando as 20:00 hs pegamos a Débora e
fomos pra casa da Fran chegando la nós fomos recebidas por a Fran vestida com uma
mini-saia preta e uma blusinha branca bem transparente até ai achei normal porque
ela estava em casa eu estava com uma calça preta e uma blusinha azul e a Dé estava
também de saia preta e uma mini blusa eu perguntei pra Fran sobre os pais dela ela
disse que eles já tinha ido viajar e a Dé bem sorridente disso que tinha trazido
um uma fita pra nós
assistirmos ela disse que tinha pego do seu irmão a Fran logo foi para cozinha
preparar alguma coisa para comermos enquanto isso eu fui arrumar as minhas coisas
que eu tinha levado depois de umas meia hora a Fran me chamou para assistir a fita
com ela e a Dé terminei de arrumar as coisas e fui para fala ver o filme com elas
quando a Dé colocou a fita não acreditei era uma fita de sacanagem eu olhei
espantada para elas e começaram a dar risadas eu deveria estar vermelha de
vergonha mais tudo bem porque aquilo também me deixava muito excitada por
realmente o que eu queria estava para acontecer resolvemos ficar as três no mesmo
sofá para assistir o filme a Fran sentou no meio eu sentei no lado direito e a Dé
sentou no lado esquerdo do sofá com as pernas no colo da fran a Dé resolveu pegar
uma coberta e voltou a ficar na posição que ela estava anteriormente logo na
primeira cena aparece duas mulheres se chupando se lambendo e eu ficando cada vez
mais excitada a Fran olhou pra mim e perguntou se eu nunca tinha visto aquilo e
disse que não então ela de risada e me perguntou se eu sabia o que ela estava
fazendo na Débora eu disse que não sabia então ela pegou minha mão e coloco bem no
meio das pernas da Débora e pudi pela primeira sentir uma xaninha bem molhada na
minha mão aquilo mexia com meus sentidos e eu continuei a passar minha mão naquela
xaninha bem molhadinha da Dé como era quentinha eu sentia ela pulsando na minha
mão em quanto eu passava a mão na xaninha da Dé a fran começou a abrir o zíper da
minha calça de repente cinto uma mão entrando dentro as minha calça por baixo da
calcinha aquilo me deixava louca aquela mão passeando na minha xaninha de repente
a Dé levanta e vem em minha direção e começa a tirar minha roupa em menos de um
segundo nós estávamos completamente nuas a Fran começa a beijar enquanto a Dé abre
minhas pernas e começa a chupar minha xaninha que já estava completamente molhada
ela me chupava cada vez mais eu já não estava mais agüentando e gozei na boca dela
foi uma sensação incrível que já mais tinha sentido assim que acabara de goza
senti meu corpo mole mais eu queria mais então a Dé percebendo que eu ainda estava
excitada em fio um dedo na minha xaninha com tanta força que quase chorei de tanta
dor e a Fran não parava de me beijar e chupar meus seios ela chupava com tanta
força que parecia que queria arrancar eu estava delirando com aquela situação mais
ainda estava sentindo muita dor foi ai que a fran me mandou ficar de quatro em
quanto a Dé foi no quarto pegar algo que elas não me deixava ver elas me taparam
os olhos com a blusinha da Fran e eu ali de quatro sem saber o que elas iriam
fazer comigo de repente sinto um delas lambendo meu cuzinho eu fiquei apavorada
queria sair de qualquer maneira mais elas me seguraram com força e me
tranqüilizaram que não ia fazer nada eu sentia uma mão me masturbando em quanto
sentia a outra lambendo meu cuzinho de repente sinto a Fran enfiando o dedo no meu
rabinho nessa hora eu gritei de dor e elas me seguraram e começaram a me chamar de
putinha ela começou enfiar mais fundo e com mais força eu já não aquentava de dor
foi ai que a Fran tirou o dedo do meu rabinho eu pensei que já tinha acabado mais
não senti uma coisa dura invadindo o meu cuzinho era um tudo de creme deveria ter
20cm por 5cm ela tentava enfiar mais não dava porque eu era muito apertada então a
Dé disse que se eu deixa-se entra um pouco ela parariam concordei mais mesmo assim
deveria ter entrado uns 5cm elas então pediram que eu ficasse em pé eu obedeci
assim que fiquei em pé a Dé me empurrou no sofá tentando fazer eu sentar eu não
conseguia sentar eu estava morrendo de dor e chorando sentindo aquilo me rasgando
então a Dé me ameaçou ela disse se eu pelo menos não tenta-se sentar iria fazer
coisa pior e me disse que eu iria me arrepender então eu concordei quando eu
estava tendo sentar veio a Fran e empurrou todo o peso do seu corpo em mim ela
sentou no meu colo e o tubo entrou com tanta violência eu comecei a gritar chorar
mais nada adiantava eu estava com aquele tubo todo no meu rabinho que era virgem e
agora estava arrombado quando aquilo entrou tive cala frio quase desmaiei com
aquela dor mais elas me torturaram muito mais quem quiser saber mais dessa
Historia e de outras mais me escrevam e garotas que quiserem me conhecer me mande
e-mail e foto que eu responderei e poderemos trocar experiências e quem sabe
podemos nós tornar amigas ou até ter um relacionamento! beijos! Andreia

Com a lourinha da faculdade...


Oi como esse é meu primeiro conto vou me apresentar, sou branquinho, cabelos
moreno, olhos castanhos, 1.78 de altura e 78 kg e me acho muito bonito, mas como
não estou aqui para falar de mim vamos a história. Nesse dia acordei com um puta
tesão danado, era uma sexta-feira e tinha que ir trabalhar passei o dia inteiro
pensando em ligar para alguns rolinhos que tenho para dar uma voltinha Mas não
estava a fim de ver sempre as mesmas rachinhas decidi arranjar uma nova. Quando
sai do serviço fui em casa tomei um banho bem gostoso bati uma e fui para a facu
sossegado, já no bus quando via alguma gostosinha entrar já tremia só de me
imaginar chupando ela bem gostoso. Chegando a facu via mulherada por todos os
lados, fui até minha sala e logo sai correndo de lá pois faço Engenharia Mecânica
e na minha sala tem 90 Homens e 1 mulher. Fui até o bar tomar uma cervejinha bem
gelada para ver se acalmava meus hormônios mais estava muito difícil. Foi quando
eu vi entrar uma loirinha maravilhosa tinha um corpinho perfeito que logo fiquei
de pau duro, quando ela passou por mim deu uma olhada como pagando um pau pois
como eu falei sou bem gatinho. Vi ela passar e se sentar numa mesa que tinha mais
2 lindas meninas e continuei a tomar minha cervejinha dando umas olhadas para
aquela loirinha e via ela me olhando de vez em quando. Como não sou nada tímido
fui até elas pedi licença e sentei-se à mesa com elas, elas não entenderam nada
mais fui logo me apresentado e comentando que os pessoais da minha sala são
aqueles CDF´S e não sai da sala para tomar uma cervejinha, e estava sozinho e
queria fazer uma amizade. Elas concordarão e logo foram se apresentando a loirinha
que eu já estava de olho foi logo sorrindo e disse que seu nome era Simone tinha
18 aninhos e tava na mesma sala que as outras, que se chamavam Mariana e Gisele.
Fiquei conversando com elas e fiquei surpreso pois todas me davam a maior atenção
para minhas besteiras nisso a loirinha disse que iria voltar pois tinha que pegar
o material na sala porque não iria mais assistir nenhuma aula. Como eu estava
interessado nela falei que tb iria buscar o meu (que eu já tinha deixado no carro
desde que cheguei a facu). Saímos do bar e entramos na facu , nisso fui
conversando com ela quando ela falou – seu bloco não é para lá, eu então puxei ela
e falei que queria saber era dela e não do meu bloco, então dei um beijo
maravilhoso como se nunca tivesse beijado antes nossas línguas no maior
entrosamento, ai paramos e me ofereci a ir com ela buscar o material ela aceitou
nisso fomos como dois namoradinhos de mão dadas ela chegou em sua sala entrou e
pegou seu material e saímos para buscar o meu. Quando cheguei em minha sala fui
até um camarada e falei para ele me emprestar o livro pois tinha deixando o meu no
carro e não podia dar brechas. Quando sai falei se ela não queria ir até o oitavo
andar o ultimo que era aberto e tinha uma linda visão de sampa. Ela prontamente
aceitou e fomos subindo, chegando lá em cima começamos um esfrega que as minhas
mãos iam deslizando sobre seu lindo corpinho. Quando disse para irmos a algum
lugar que podíamos dar um amasso mais forte, lá em cima já não tem quase ninguém
pois sós salas de desenho e só uma sala tava tendo aula, como a escada de incêndio
daquele andar é bem conhecido como o motelzinho da facu a levei lá chegando fui
logo agarrando ela e dando um beijo maravilhoso foi quando ela começou a chupar
minha orelha e fiquei doido, fui puxando sua blusinha e ela estava sem sitiem logo
vi aqueles peitinhos que parece uma maça com o biquinho rosa e duríssimo fui
passando a língua envolta deles e ela ficando alucinada nisso ela já pegou no meu
menino e foi alisando por cima da calça. Pus uma das minhas mãos por baixo daquela
sainha e vi que a calcinha dela estava encharcada afastei um pouquinho e comecei a
masturbar ela e punha e tirava a pontinha do dedo e ela cada vez ficando mais
alucinada, quando me abaixei e comecei a chupar aquela bocetinha maravilhosa
estava lisinha aquele sabor era demais quase gozei só de sentir aquele gosto
fiquei chupando por um tempo e logo ela tava se retorcendo e gozando tudo em minha
boca, chupei sem deixar uma gotinha vazar então me levantei e dei um beijo na boca
dela para ela sentir o seu gosto ela ficou que parecia estar possuída então
abaixou puxando minha calça e chupando meu pau ferozmente chupou muito mas como eu
disse que tinha batido uma antes de ir a facu ia demorar um pouco para gozar foi
quando ela se levantou e falou para penetrar ela que já não agüentava mais de
tesão. Como sempre ando com uma camisinha logo peguei ela encapei o menino e
fiquei roçando naquele grelinho ela já totalmente descontrolada me segurou firme
encostou a cabecinha na portinha e encaixou com muita força que quase gozei nisso
começamos um vai vem totalmente sem controle e logo já gozei e gozei muito mais o
meu pau não abaixou fiquei dando uns beijinhos nela e ela logo querendo mais, como
não tinha mais camisinha foi no pelo mesmo na hora fiquei preocupado mais depois
fui tomado pelo tesão virei ela de costa para mim pus as mãos delas na parede e
encaixei com força e fiquei bombando forte que logo ela tava gozando de novo só
que ela não parava mais de gozar quando tirei ele me abaixei chupei aquele
gostinho maravilhoso que ela tinha e molhei sei cuzinho com a sua própria porra na
hora comecei a enfiar um dedo naquele rabinho delicioso só para saber a reação
dela, mas para minha surpresa e reação dela foi rebolar logo já esta com 3 dedos
alargando aquele rabinho para enfiar foi quando ela falou fode meu rabinho bem
gostoso que eu adoro dar ele logo puis a cabecinha depois que tava encaixadinho
dei um tranco que ela gritou que eu acho que a faculdade inteira ouviu mais há
essas horas não tava mais nem ai para os outros fiquei com o meu pau paradinho em
seu rabo um tempo ate ela se acostumar. Logo depois já tava bombamdo gostoso
naquele cuzinho maravilhoso e ela batendo uma siririca nisso já vi ela se retorcer
e gozar denovo e ela falava fode o cu dessa putinha fode que eu gosto ele vai ser
só seu apartir de hoje, essas palavras me deixarão tão excitado que avisei que ia
gozar e ela falou para eu gozar na sua boca foi quando eu tirei ela pós na boca eu
já comecei a esporar ela chapava com gosto depois de terminar ela deixou ele
limpinho, se arrumamos e saímos de lá saindo pela porta tinha um casal entrando
logo começamos abrir e fomos ao banheiro se limpara sai e fiquei esperando ela
quando ela saiu só de olhar meu pau já dava sinal de vida falei se ela não queria
sair comigo ela falou que tinha combinado de sair com suas amigas mais iria falar
com elas quando descemos para o bar ela cochichou com as suas amigas e falou que
nos íamos sair todos juntos e adivinha onde fomos os quatro parar mais isso é
outra história e depois eu conto. Essa história é verídica e quem for de sampa e
quiser se comunicar comigo me mande um e-mail ganjhamen@bol.com.br um beijo a
todas as gatas do mundo.

Oral na lourinha!
Não sei se vocês, leitoras dos meus contos, já repararam que tenho uma leve queda
por loiras. Pois é, adoro todas, mas as loiras.... Irresistíveis. Gosto do tipo
Suzana Werner: Loirinha, pele branquinha, bochechas rosadinhas, enfim... Bom,
nesse conto, a penetração foi apenas um complemento, vou detalhar mais o que
aconteceu nas preliminares. No meu caso que sou quarentão, é essencial, pois a
segunda ou terceira ereção já fica meio complicado e como a garota que transei era
mais nova e muito fogosa, tive que me desdobrar nas preliminares senão,
provavelmente ela não gostaria muito do nosso caso. Não tive muita dificuldade
porque ela era exatamente o tipo de mulher que adoro. Loira, 1, 55 mais ou menos,
uns 55 kg, cabelos lisos até o meio das costas, pele clarinha, uns 27 ou 30 anos
no máximo, enfim um tesão de loirinha. Como eu a conheci? Por aqui mesmo, através
dos meus contos, ela leu alguns, gostou da minha maneira de escrever, nos
comunicamos durante algumas semanas, e... Ela mora sozinha, e como sou corretor de
imóveis, foi fácil arrumarmos um motivo para que fosse em seu apartamento sem
gerar desconfiança de porteiros, vizinhos e demais curiosos. Fui fazer uma
avaliação apenas. O primeiro contato ao vivo é meio constrangedor, mas assim que
entrei em seu apartamento e a vi, segurei em suas mão, nos olhamos em meio a
sorrisos sem graça e sem dizer uma palavra sequer, nos beijamos longamente. Não
estranhe as coisas que fizemos, pois tudo foi previamente combinado, em nossos
contatos através de e-mail e encontros em salas de bate papo, sempre dissemos um
ao outro o que gostamos de fazer. Pedi a ela que vestisse um vestido bem solto e
decotado, adoro isso, e ela estava vestida do jeito que pedi. Nosso beijo foi
muito longo, um beijo apaixonado. Fechei a porta atrás de mim e nos agarramos, ela
abriu minha camisa e passava as mãos em meu peito, nossos corpos estavam colados,
nossas bocas também, colocava minha língua inteira dentro de sua boca, ela mordia,
chupava e eu fazia da mesma forma. Adorei ter sua língua dentro de minha boca.
Isso me excitava demais. Nem preciso dizer que meu pau já estava estourando o
zíper da minha calça. Ainda encostado na porta, ela se virou e começou a esfregar
sua bundinha em meu pau. Ela me prensava forte contra a porta e rebolava bem de
leve, eu acariciava seus seios por cima do vestido e beijava sua nuca, colocava
minha língua em sua orelha, reparei que sua pele se arrepiava toda, ela segurava
em minha cintura apertando-me contra ela. Por cima do vestido, sentia os bicos de
seus seios duros, ela começou a passar seu pezinho em minha canela me deixando
doido de tesão, pois ela sabia que eu gostava disso. Segurou-me pela mão e me
levou até seu quarto, nos beijamos novamente, então ela se afastou, abriu a janela
de seu quarto e debruçou na janela como se estivesse olhando para fora
naturalmente. Aproximei e encostei em sua bundinha deliciosa, segurei em sua
cintura e fiquei encochando-a delicadamente. Ela empinava bem a bundinha e eu
fazia movimentos como se estivesse transando, movimentos suaves. Ela gemia de
tesão e vi que estava prestes a gozar, então me ajoelhei no chão e comecei a
beijar suas pernas. Levantei seu vestido e vi sua tanga branca, deixando as
polpinhas da bunda aparecendo, não resisti, beijava aquela bundinha branquinha
deliciosa, passava meu rosto, a língua, e coloquei minha boca em sua bocetinha,
por cima da calcinha mesmo. Senti ela gozando, sua calcinha ficou úmida, seu corpo
estremecia, só parei de chupa-la quando ela deu o último suspiro de tesão. Ela
fechou a janela e deitou em sua cama ficando com as pernas para fora da cama.
Lentamente tirei seu vestido deixando-a apenas de calcinha, observei seu corpo
perfeito, seus seios eram lindos, durinhos, bicos rosados e não resistindo mais,
comecei a chupa-los. Deliciei-me em seus seios durante uns vinte minutos
aproximadamente, minhas mãos percorriam em seu corpo, acariciava sua bocetinha,
que novamente estava latejante. Seus seios não eram grandes e entrava quase todo
em minha boca, mordiscava seus biquinhos rosados, fui descendo minha língua por
sua barriga até chegar em sua virilha. Ajoelhei no chão e tirei sua calcinha, sua
bocetinha era vermelhinha, poucos pelos, convidativa ao sexo oral, beijei seu
umbigo e fui descendo novamente, abri suas pernas e dei leves mordidas em sua
coxa, na parte interna bem próximo a sua bocetinha, ela segurava na minha cabeça
forçando-me a chupa-la, mas desci por suas pernas, beijei cada milímetro, beijei
seus pés, dedinho por dedinho, fui subindo pela outra perna até chegar em sua
bocetinha. Comecei beijando as laterais, minha loira urrava de tesão, passava a
língua entre a bocetinha e o cuzinho e isso deixava-a totalmente arrepiada,
coloquei minha língua bem pertinho de seu cuzinho e fui subindo, passei por sua
bocetinha bem devagar, abri com meus polegares seus lábios vaginais e coloquei
minha língua lá dentro, nesse instante ela começou a gozar e eu passei a chupa-la
com mais vigor, sugava seu clitóris colocando-o dentro de minha boca, ela se
contorcia de tesão e cruzou suas pernas em volta de minhas costas me apertando,
beijava sua bocetinha como se fosse um beijo de língua, fazia movimentos
circulares, segurei em sua bunda e levantei um pouco para que ficasse de frente
com meu rosto, ela delirava de tesão me pedindo para que não parasse e obedeci e
chupei-a com mais gosto ainda até que ela lentamente foi se soltando e relaxando,
gemia baixinho, disse que nunca tinha sido chupada tão gostoso antes. Puxou-me
pela mão e me deitou ao seu lado. Ficamos namorando um tempinho e ela me perguntou
se eu não queria dar um banho nela. Topei prontamente, pois meu pau já estava
quase estourando e não agüentava mais de vontade de fode-la. Entramos no banho e
logo estávamos totalmente ensaboados, minhas mãos deslizavam em seu corpo, estava
colado atrás dela sentindo sua bundinha roçando em meu pau e acariciando seus
seios. A espuma em nossos corpos era muito excitante, muito bom passar a mão no
corpo dela, sentir toda a maciez de sua pele, o tempo todo ela acariciava meu pau
e até que não resistindo mais a tanto tesão, pedi a ela para arrebitar sua
bundinha e encostar na parede pois ira fode-la em pé e fui prontamente atendido.
Segurei em sua cintura, posicionei meu pau e fui colocando bem devagar, entrou
tudo, lentamente ela começou a rebolar, eu segurava em sua cintura e a puxava para
trás fazendo com que meu pau a penetrasse fundo, acariciava seus seios durinhos,
ela rebolava muito gostoso. Ela me disse para come-la da maneira que eu quisesse
pois não iria gozar naquele momento, então eu me encostei na parede e pedi que ela
fizesse os movimentos. Com meu pau todinho dentro, ela passou suas mão por trás de
mim segurando em minha bunda e me apertou com força e começou a rebolar em meu
pau, rebolava forte e parava, inclinava seu corpo para frente, arrebitava a
bundinha e me segurava forte novamente fazendo meu pau entrar até o talo,
alternava movimentos rápidos e lentos e não agüentei cinco minutos com isso e
gozei, gozei como nunca, vários jatos de esperma saíram do meu pau inundando sua
bocetinha loira, agarrei forte em sua cintura e cheguei até a levanta-la do chão
de tanto tesão. Nos beijamos longamente e terminamos nosso banho. Nem preciso
dizer que depois disso rolou muita transa, principalmente de 4 que é uma das
posições que mais gosto, um 69 delicioso, cheguei a colocar minha língua em seu
cuzinho fazendo-a delirar de tesão. Mas isso foi apenas o complemento de uma
preliminar que nunca mais esqueço. Também... essa loirinha é meu sonho de consumo.
Beijo a todas.