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Manual Do Professor Volume 2

Matemática Temas e Metas

Enviado por

CLEBER SILVA
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
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MATEMÁTICA

TEMAS E METAS
Antonio dos Santos Machado

MANUAL DO PROFESSOR
Antonio dos Santos Machado
Licenciado em Matemática pelo Instituto
de Matemática e Estatística da USP
Mestre em Estatística pelo IME-USP
Professor assistente do IME-USP
Professor do Curso Intergraus - São Paulo

MATEMÁTICA
TEMAS E METAS

Volume 2
Trigonometria
e Progressões

Manual do Professor
Apresentação
A coleção Temas e Metas está estruturada em seis volumes:
Conjuntos Numéricos e Funções
Trigonometria e Progressões
Sistemas Lineares e Combinatória
Áreas e Volumes
Geometria Analítica e Polinóm ios
Funções e Derivadas.
Preparamos este manual para servir de apoio aos colegas professores
que a utilizam em suas aulas. O manual é muito simples; fizemos uma sele­
ção de exercícios, problemas propostos e testes e colocam os aqui as suas reso­
luções.
O volume 2 contém os capítulos listados abaixo. Os números colocados
entre parênteses são, respectivamente, a quantidade de exercícios, a quantida­
de de problemas propostos e a de testes que se encontram no livro — não
contam os os exemplos nem os problemas resolvidos.

Trigonometria e Progressões
Capítulo 1 — Razões Trigonométricas no Triângulo Retângulo (32 —
12 — 10)
Capítulo 2 — Resolução de Triângulos Quaisquer (30 — 14 — 13)
Capítulo 3 — As Funções Trigonométricas (116 — 22 — 32)
Capítulo 4 — Identidades Trigonométricas (100 — 30 — 36)
Capítulo 5 — Equações e Inequações Trigonométricas (100 — 45 — 25)
Apêndice A — Estudo de Funções Senoidais (13 — 6 — 7)
Apêndice B — As Funções Arco-Seno, Arco-Cosseno e Arco-Tangente
(10 — 11 — 4)
Capítulo 6 — Progressões Aritméticas (58 — 26 — 25)
Capítulo 7 — Progressões Geométricas (50 — 28 — 28)
Apêndice C — Indução Finita (12)
Apêndice D — Divisibilidade em Z (10 — 10 — 20)

Agradeço a correspondência recebida até o momento e aguardo outras


cartas, com sugestões, comentários, e me coloco à disposição para apresentar
resoluções de outros exercícios que porventura não tenha selecionado para este
manual. As cartas podem ser enviadas a mim através da Atual Editora —
Rua José A ntônio Coelho, 785 — CEP 04011-062 — São Paulo (SP).

O Autor
© A ntonio dos Santos M achado Matemática — Temas e M etas— volume 2
Manual do Professor
C opyright desta edição:
ATUAL EDITORA LTDA., S2o Paulo, 1993.
Editora: B árbara Ferreira Arena
Todos os direitos reservados. Editor de cam po: Valdir M ontanari
Coordenadora editorial: Sandra Lucia A brano
C hefe de preparação e revisão de texto: Noé G. Ribeiro
Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) Preparação de texto: Renato Nicolai
(Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil) Revisão: Alice Kobayashi
M agna Reimberg Teobaldo
M achado, A ntonio dos Santos, 1948- Vera Lúcia Pereira Delia Rosa
M atem ática : temas e metas : m anual do professor / C hefe de arte: Zildo Br az
A ntonio dos Santos M achado. — São Paulo : Atual, 1992. Coordenadora de arte: Thais de B. F. M otta
Assistentes d e arte: Lu Bevilacqua Ghion
ISBN 85-7056-478-3 Ricardo Yorio
Rosi Meire M artins Ortega
1. M atem ática (2? grau) — M anual do professor Gerente de produção: A ntonio Cabello Q. Filho
I. Título. Coordenadora de produção: Silvia Regina E. Almeida
Produção gráfica: José Rogério L. de Simone
M aurício T. de M oraes
92-1790 CDD-510.7 Composição e arte fin a l: K .L.N .
Fotolito: Binhos
índices para catálogo sistemática:
1. M atemática : Estudo e ensino 510.7 ISBN 85-7056-478-3

NOS PED ID O S TELEG RÁ FICO S BASTA CITAR O CÓDIGO ADSM8822H

LCLIEN

Sumário
CROMOSET G R Á F IC A E E D ITO R A LTDA
Resoluções de exercícios selecio n a d o s.................................................................. 1
Capítulo 1 — Razões trigonométricas no triângulo retângulo ..................... 1
Capítulo 2 — Resolução de triângulos quaisquer ............................................ 2
Capítulo 3 — As funções trigonométricas ......................................................... 4
Capítulo 4 — Identidades trigonométricas ........................................................ 6
Capítulo 5 — Equações e inequações trigonom étricas................................... 9
Apêndice A — Estudo de funções senoidais ..................................................... 12
Apêndice B — As funções arco-seno, arco-cosseno e
arco-tangente .................................................................................. 13
Capítulo 6 — Progressões aritméticas ................................................................. 14
Capítulo 7 — Progressões geométricas ............................................................... 16
Apêndice C — Indução f in it a ................................................................................. 19
Apêndice D — Divisibilidade em Z ..................................................................... 19
Resoluções de Exercícios Selecionados

Capítulo 1

Razões trigonométricas no triângulo retângulo


PROBLEMAS PROPOSTOS (p. 15 e 16)

3.
a = 3eb = 4

Dado: y - x = 4v3

tg 30° = — (m = 6, x = 2V3 e y = 6V3)


m

tg 60° = — => y = mV3


m
Logo, x + y = 8V3.
Resposta: 8v3.

sen x + sen y sen x sen x + sen y


12. cos x + cos y cos x cos x + cos y
sen x _ sen y
tg x = tg y => x = y
cos x • cos y
Como x + y = 90°, vem x = y = 45°.
Então sen x + sen y = 2 sen 45° = V2 e
cos x + cos y = 2 cos 45° = V2.
a 2 = (V2)2 + (V2)2 => a = 2.
Resposta: 2.
Observação: Caso se suponha o lado sen x + sen y oposto ao ângulo y, comece calculando tg y.
Observando que x e y são complementares, logo cos y = sen x e sen y = cos x, é fácil ver
que o triângulo é isósceles e daí concluir x = y = 45°.

TESTES (p. 17 e 18)


sen 60° = - i -
23
V3 _ x ^ _ 23V3
2 23 X" 2
. 17
V í > 1,7 =» X > => x > 19
Resposta: e.
BM
rsen 30° = => BM = 2V3
4V3
ABMC (retângulo) MC V3 2a
cos 30° -
4V3 2 4V3

MD = AM - AD = 2a - a = a = 3
ABMD (retângulo) =» BD2 = BM2 + MD2 => BD2 = (2V3)2 + 32 = 21 => BD = V2l cm.
Resposta: e.

Resposta: c.

Capítulo 2

Resolução de triângulos quaisquer


EXERCÍCIOS

25. (p. 28)

Área = cm2
4
1 ■ .1 ■ v3
-s- ri ■ sen a = —
V3
2 4
1
sen a = —
2
a = 30° ou a = 150°
x2 = l 2 + (V3)2 - 2 • 1 ■ v3 cos a
x2 = 4 - 2VI cos a

Caso a = 30°: x2 = 4 - 2V3 ■ = 1 => x = 1 cm.

Caso a = 150°: x2 = 4 - 2V3 y ~ - y - j = 7 x = V7cm.

Resposta: 1 cm ou V7 cm.
PROBLEMAS PROPOSTOS (p. 31 e 32)
1. A = 15° =► B + C = 165°

sen B = => B = 60° ou B = 120° B = 120° e C = 45°.

V2
sen C = => C = 45° ou C = 135°

Resposta: B = 120° e C = 45°.

2. AA BC isósceles =» 2 ângulos iguais


A = 30°
.,3 => B = 120° e C = A = 30°.
sen B = => B = 60° ou B = 120°
/
(Note que não podemos ter C = B com A + B + C = 180o.)
Resposta: O maior ângulo mede 120°.

b2 + c2 - a2
12. a2 = b 2 + c2 - 2bc cos A =» cos A =
2bc
(2x + l)2 + (x2 - l)2 - (x2 + x + l) 2
cos A = cos A ---------
2(2x + 1) (x2 - 1)

13. lados: n - 2, n, n + 2 (n ímpar)


120° é oposto ao maior lado (n + 2).
(n + 2)2 = (n - 2)2 + n2 - 2(n - 2)n cos 120
Resolvendo, obtemos n = 5.
Os lados medem 3, 5, 7.
Perímetro = 3 + 5 + 7 = 15.
15V3
Área = -i- • 3 • 5 • sen 120° = ■
4 '
15V3
Resposta: perímetro = 15 e área =
4

14. Dado: sen2 A = sen2 B + sen2 C.


Partimos da lei dos senos:
a _ b _ c a2 _ b2 _ c2
sen A “ sen B “ sen C sen2 A sen2 B sen2 C

__________ a2 _ b2 + c2 a2 _ b 2 + c2
/propriedade) sen 2 ^ sen 2 g + serJ2 Q (dado) sen 2 ^ sen 2 ^
\ p ro p o rç õ e s/

=> a2 = b2 + c2 =» AABC é A retângulo em A.

TESTES (p. 33 e 34)


3. 3 M 5 N

cos a = - cos P
9. Como a > b > 0, temos a2 + b2 > a2 - b 2 e também a2 + b2 > 2ab (porque a 2 + b2 - 2ab =
= (a - b)2 > 0).
Então, a2 + b2 é o maior lado.
(a2 + b2)2 = a4 4- 2 a V + b4 ) „
(a2 - b2)2 + (2ab)2 = a4 + b4 + 2a2b2 J A retânSul°-
Resposta: b.

y e a + P são suplementares =>


=> sen(a + P) = sen y.

ABCD => — - — = — 1 =
sen a sen P
^ x _ L sen a
sen P
d sen a _ d sen a
sen y sen(a + P)

Capítulo 3

As funções trigonométricas
PROBLEMAS PROPOSTOS (p. 73 e 74)
FIM

Se no início da viagem os ponteiros coincidem, após 1 h o ponteiro maior retorna ao mesmo


local e o menor está 30° adiante; após 2 h o ponteiro maior está no mesmo local e o menor
60° adiante; assim por diante, após 6 h eles formam ângulo de 180°. Daí concluímos que a
duração da viagem foi de 6 h.
Observação: Também podemos determinar os horários de início e término da viagem (conforme
exercício resolvido número 2). A viagem começou às 8 h -i^ - m in e terminou às 14 h min.
11. cos 0o + cos 20° + cos 40° + ... + cos 140° + cos 160° + cos 180° =
= (cos 0° + cos 180°) + (cos 20° + cos 160°) + (cos 40° + cos 140°) + (cos (60° + cos 120°)) +
+ (cos 80° + cos 100°) = (cos 0° - cos 0°) + (cos 20° - cos 20°) + (cos 40° - cos 40°) +
+ (cos 60° - cos 60°) + (cos 80° - cos 80°) = 0.

12. sen 10° + sen 20° + sen 30° + ... + sen 350° + sen 360° =
o
= (sen 10° + sen 350°) + (sen 20° + sen 340°) + ... + (sen 170° + sen 190°) + sen 180° =
o
= (sen 10° - sen 10°) + (sen 20° - sen 20°) + ... + (sen 170° - sen 170°) = 0.

19. 1 cos x + m sen x = 0 1 _1_


cos x = — e sen x
( cos x - m sen x = 1 2m

1
sen2 x + cos2 x = 1 =» m
4m2 3
V3
Resposta: m = ± — .

TESTES (p. 75 a 78)


4. O atraso de 2 min, no tempo de 24 h, corresponde a um atraso de 12° no percurso que deve­
ria fazer em 24 h.

(1Í Í = T - -«w-»'
Em 1 h, há um atraso de 30' no percurso; logo, em 1 h o ponteiro dos minutos descreve 359°30'.
Resposta: d.

Note que:
0<x<-^-=> t g x > sen x, porque AT > MP

-5- < x < n => sen x > tg x, porque sen x > 0 e tg x < 0.

Não existe x, 0 < x < n, tal que sen x = tg x. Então os gráficos de y = sen x e y = tg x
não se interceptam em ]0; n[.
Resposta: a.
X
10

27. cos 1 - cos 1 rad ^ cos 57° ^ cos 60° = 0,5,


Resposta: d.

28. x = cos (sen 0) + sen (cos 0) = cos 0 + sen 1 s 1 h— — > 1,5.

Resposta: e.

3 i. e e 0 < sen 6 < 1 e 0 ^ cos 9 < 1

2x - 1 = 3 sen 6 =*• 0 $ 2x - 1 < 3 => -4- ^ x < 2


X = 2
x - 2 = cos 6 => O ^ x - 2 ^ 1 => 2 < x < 3

í sen 6 = 1 a Jt
x = 2
( cos 6 - 0 T
/ 71
O sistema possui apenas a solução ^ x = 2, 6 =
T )■
Resposta: b.

32. sen x + cossec ( - x) = t => sen x - cossec x = t => (sen x - cossec x)2 = t 2 =>
=» sen2 x + cossec2 x = t2 + 2.
Resposta: b.

Capítulo 4

Identidades trigonométricas
e x e r c íc io s

85. (p. 93)

0 < x < -ü
sen x
cos x =
4 24

0 < y < -y
- » cos(x - y) = y
4*4 5 25

sen y =
cos y = —
24
+ cos(x - y) 25 49
cos
50

( ° < * < y e 0 < y < y ) - - T <1Í L < T - « * ( ^ ) > °


Resposta:
7v2
10 '

98. (p. 95)


a) y = sen x + cos x => y = sen x + sen
(t - x) -

x +
y = 2 sen ■
( i- )

=» y = 2 sen cos^x - - í - j => y = V2 cos^x — j

b )c o s (x - - J - ) = c o s (-J - - x ) = s e n ( ^ - - ( - J - - x ) j = sen (t

Então, por a, vem que y = V2 sen ^ x + -5- j .

PROBLEMAS PROPOSTOS (p. 99 a 101)

-b
tg u + tg v =
8. í ax2 + bx + c = 0 (a * 0)
(raízes: tg u e tg v
tg u ■ tg v =

r , . r tg u + tg v
u + v = — => tg(u + v) = tg— =» ------ --------------- = 1
4 4 1 - tg u • tg v
-b
- b i c , ,
------ = 1 - — =» c = a + b.
1

17. cos 20° + cos 100° + cos 140° = (cos 140° + cos 20°) + cos 100° =

= 2 cos 80° cos 60° + cos 100° = 2 • cos 80° • + ( - c o s 80°) = 0.

20. 8 cos 20° • cos 40° ■ cos 80° = (2 cos 40° cos 20°) ■ 4 cos 80° =

= (cos 60° + cos 20°) 4 cos 80° = ^ + cos 20° j ■ 4 cos 80° =

= 2 cos 80° + 2(2 cos 80° cos 20°) = 2 cos 80° + 2(cos 100° + cos 60°)
= 2 cos 80° + 2 cos 100° + 1 = 2(cos 80° - cos 80°) + 1 = 1.

22. AABC não retângulo

a2 - b 2 - c2 _ - 2bc cos A _ b cos A _ sen B cos A


b2 - a2 - c2 | - 2ac cos B a cos B j sen A cos B
lei dos lei dos
cossenos senos

cos A/sen A cotB A


a sen A a - b sen A - sen B
sen A sen B sen B propr. a + b sen A + sen B
proporções

~ A - B A + B
2 sen-----r-----cos------ ------ A - B A - B A - B
sen- - /« tg
a - b
a + b - A + B A - B A + B / A + B A + B
2 sen-----s-----cos------ =■----- sen ---- i-----/cos- tg

24. a sen(B - C) + b sen(C - A) + c sen(A - B) =


= a sen B cos C - a sen Ccos B + b sen Ccos A- b sen AcosC + csenA cosB-
- c sen B cos A =
= cos C(a sen B - b sen A) + cos B(c sen A - a sen C)+ cosA(b senC- csenB)=
= cos C • 0 + cos B • 0 +cos A • 0 = 0.
1
lei dos senos

28. a) A + B + C = 0 A + B — —C, A + C = —B e B + C — —A.


B + C B C
sen A + sen B + sen C = sen A + 2 s e n ---- ------ c o s----------- =
2 2
. , (-A) B -C „ A A „ A B -
= sen A + 2 sen— -— cos----------- = 2 sen—— cos—— - 2 sen-— cos-----—
2 2 2 2 2 2
- A A B -C « A . ... A + B —C A —B + C
= 2 sen-=- cos— - cos---- ----- = 2 sen-j- • ( - 2) sen------- -------- sen-----------------
2
(-2 C ) (-2 B ) A B C
= - 4 sen- sen------------- sen----- ----- = - 4 sen—- sen—- sen^—
4 2 2 2 2
í sen(A + B) = cos C
29. a) A + B + C = - y A + B = 4- - C (.cos (A + B) = sen C

sen2 A + sen2 B + sen2 C = sen2 A + sen2 B + cos2 (A + B) =


= sen2 A + sen2 B + (cos A cos B - sen A sen B)2 =
= sen2 A + sen2 B + cos2 A cos2 B + sen2 A sen2 B - 2 sen A sen B cos A cos B =
= sen2 A + sen2 B + (1 - sen2 A) (1 - sen2 B) + sen2 A sen2 B - 2 sen A sen B cosA cos B
= 1 + 2 sen A sen B (sen A sen B - cos A cos B) =
= 1 - 2 sen A sen B cos(A + B) = 1 - 2 sen A sen B sen C .

30. a) A + B + C = 7t = A + B = 7t - C =» tg(A + B) = tg(7t - C) =»


tg A + tg B
= - tg C => tg A + tg B = - tg C + tg A tg B tg C
1 - tg A tg B
tg A + tg B + tg C = tg A ■ tg B ■ tg C .

TESTES (p. 102 a 106)


, 1 1 1 1
1 + sen2 x 1 + cos2 x 1 + sec2 : 1 + cossec2 x
1 1 cos' x sen' x
1 + sen2 x 1 + cos2 x 1 + cos2 x 1 + sen2 x
1 + sen2 x . 1 + cos2 x
= 1 + 1 = 2 .
1 + sen2 x 1 + cos2 x
Resposta: e.
18. a + p - ± - p = * —a
4 4

(1 + tg a) (1 + tg P) = (1 + tg a) 1 + tg
( x - a) ] -
tg -j- - tg a
= (1 + tg a) 1+ = (1 + tg a)
1 + tg -í- tg a 1 + tg a
4
Resposta: b.

30. (cos2 I o + cos2 2o + ... + cos2 89°) - (sen2 I o + sen2 2° + ... + sen2 89°) =
= (cos2 I o - sen2 I o) + (cos2 2o - sen2 2o) + ... + (cos2 89° - sen2 89°) =
= cos 2o + cos 4o + ... + cos 178° =
= cos 2o + cos 4o + ... + cos 88° + cos 90° - cos 88° - ... - cos 4° - cos 2° = 0.
o
Resposta: b.
x
sen—
. x . 2
34. sen x tg— + cos x = sen x • ---------- + cos x
2 x
cos—

x , x cos X
sen x • sen— + cos x ■ cos— ( x- t ) cos-—
2 2
= 1.
X X
cos-— cos-—
“ T 2 2
Resposta: e.
x
sen —
x 2
Outro modo: sen x tg-^- + cos x = 2 sen-^- cos-^- + (cos--A
x
cos--­
2
~ 2 * 1 ^ 2 A 2 X 2 X , 2 X
= 2 sen2 - 4- cos2— — sen2— = sen2— + cos2— = 1.1

Capítulo 5

Equações e inequações trigonométricas

PROBLEMAS PROPOSTOS (p. 124 a 127)


13. 4(sen3 x - cos3 x) = 5(sen x - cos x)
4(sen x - cos x) (sen2 x + sen x cos x + cos2 x) - 5(sen x - cos x) - 0
(sen x - cos x) [4(1 + sen x cos x) - 5 ] = 0
Sen x - cos x = 0 —*■ sen x = cos x ----------------- x = 7t/4
(0^x<n/2)
ou
4 sen x cos x - 1 = 0 —* 2 sen 2x = 1 o = —
sen 2x 1

(O ^ x sS n / 2) ( 2x =- T "" = -T-) - ( x = 1T ^ x = l f )
I 7t 7t 571 1
( T ’1T ’1Y y
15. a) sen6 x + cos6 x = sen6 x + (cos2 x)3 = sen6 x + (1 - sen2 x)3
= sen6 x + 1 - 3 sen2 x + 3 sen4 x - sen6 x =
sen2 2x
= 1 - 3 sen2 x(l - sen2 x) = 1 - 3 sen2 x cos2 x = 1 - 3
4

b) sen6 x + cos6 x = — 1 - y sen2 2x = -g-

V2 (2k + l)7t (2k + l)7i


<=> sen2 2x = -r- <=> sen 2x = ± --- <=> 2x = x =
8
(2k + l)7 t
Resposta: S = , k e z
8 )•
19. b) sen(2x + a) + sen(x + a) + sen a = 0
, . - 2x + 2a 2x + a - a n
sen(x + a) + 2 sen-------------cos------------------- = 0

sen(x + a) [1 + 2 cos x] = 0
sen (x + a) = 0 OU 1 + 2 cos x = 0

1
x + a = kTt ou COS X = —
2
, 2 ji
x = - a + k tt ou x = ± — + 2 kTt

Resposta: S = j -a + kTt, k e z j u -y - + 2 kTt, k G Zj


(*
22. sen2 x - sen x • cos x - cos2 x = y

Vamos dividir por cos2 x, supondo então cos x 0:


2 sen2 x _ 2 sen x cos x _ 2 cos2 x _ 1
cos2 x cos2 x cos2 x cos2 x
2 tg2 x - 2 tg x - 2 = sec2 x
2 tg2 x - 2 tg x - 2 = 1 + tg2 x
tg2 x - 2 tg x - 3= 0
tg x = 3 ou tg x = - 1.
Resposta: 3 ou - 1.
Observação: Caso cos x = 0, temos sen2 x = 1, o que não satisfaz a equação dada.

27. a = x - y e cos(x + y) = 1. Temos:


2(cos 2x + cos 2y) = 1 + 4 cos2(x - y)
2x + 2y 2x - 2y
2 • 2 cos-------------cos-------^----- = 1 + 4 cos2(x y)

4 cos(x + y) cos(x - y) = 1 + 4 cos2(x - y)


4 cos(x - y) = 1 + 4 cos2(x - y)
4 cos2(x - y) - 4 cos(x - y) + 1 = 0
4 cos2 a — 4 cos a + 1 = 0
(2 cos a - l) 2 = 0
2 cos a - 1 = 0
1
cos a = — a = ± - í - + 2 k7t
Ad sen A _ sen 2A sen A 2 sen A cos A . _
sen B sen 2B sen B 2 sen B cos B C0S _ cos
=* O AABC é isósceles, tendo A = B.

41. sen 2A = sen 2B + sen 2C => sen 2A = 2 sen(B + C) cos(B - C) =*


=> 2 sen A cos A = 2 sen(180° - A) cos(B — C) =>
—> sen A cos A - sen A cos(B - C) = 0 =>
=> sen A[cos A - cos(B — C)] = 0 =*•

sen A = 0 (não convém)


ou
cos A = cos (B - C) => B - C = ± A
B = 90° ou C = 90°
A + B + C = 180°
Logo, o AABC é A retângulo em B ou em C.

45. cos2 A + cos2 B + cos2 C = 1


cos2 A + cos2 B = sen2 C (A + B = 180° - C=> sen(A + B) = sen C)
cos2 A + cos2 B = sen2(A + B)
cos2 A + cos2 B = (sen A cos B + sen B cos A)2
cos2 A + cos2 B = sen2 A cos2 B + sen2 B cos2 A + 2 sen A cos A sen B cos B
cos2 A (1 - sen2B) + cos2 B(1 - sen2 A) - 2 sen A cos A sen B cos B = 0
2 cos2 A cos2 B - 2 sen A cos A sen B cos B = 0
2 cos A cos B (cos A cos B - sen A sen B) = 0
cos A cos B cos(A + B) = 0
cos A = 0 ou cos B = 0 ou cos(A + B) = 0
A = 90° ou B = 90° ou A + B = 90° (logo, C = 90°).
O AABC é A retângulo em A ou em B ou em C.

TESTES (p. 127 a 130)


6. sen x + cos x = k =*■ (sen x + cos x)2 = k2 =>
=> 1 + sen 2x = k2 => sen 2x = k2 - 1
- 1 < k2 - 1 < 1 <=> 0 s; k2 ^ 2 <=> -V 5 ^ k sg V2
Resposta: b.

10. sen 3x ■ cos 3x = sen x • cos x <=>■


<=> 2 sen 3x cos 3x = 2 sen x cos x <=> sen 6x = sen 2x <=>
■<=> sen 6x - sen 2x = 0 <=> 2 sen 2x cos 4x = 0 <=>

<=> | 2x = kn ou 4x = -{j- + krt j <=> ^x = ou x = j + -^p- )

Resposta: a.
| cos x | V211 - sen x |
16. —------------- = — ,
1 + sen x Vl + cos 2x

condições: sen x ^ - 1 —* x ^ + 2 krt


=> x ^ + k7t
cos 2x > - 1 —►2x ^ Jt + 2 krt

I |cosx| y I V211 — senx| y cos2 x 2(1 - sen x)2


' 1 + sen x / ' Vl + cos 2x ' (1 + sen x)2 1 + cos 2x
<=> cos2 x • 2 cos2 x = 2[(1 - sen x) (1 + sen x)]2 <=>
<=> 2 cos4 x = 2 cos4 x
Trata-se de uma identidade, válida Vx * - í - + kn.
Resposta: a.

Resposta: a.

25- A inicial - A final = 3 — -1- ■ 3 • 4 • sen a - 4 - ‘3 • 4 ■ sen(a - 60°) = 3

a - (a - 60°) a + (a - 60°)
sen a - sen(a - 60°) = — =» 2 sen-----------=---------- cos----------- ----------
2 2 2

cos(a - 30°) = 4- =» a - 30° = 60 0 => a = 90°.

Ainiciai = - L ■ 3 • 4 • sen 90° = 6.

Resposta: c.

Apêndice A

Estudo de funções senoidais


PROBLEMAS (p. 135)

5. f(x) = tg(cox), co > 0


f(x + p) = f(x) <=>• tg co(x + p) = tg cox <=> cop = kn, k € Z

O menor valor positivo de p é p = — .


co

Logo, / é periódica de período — .


co
sen- x (1 + sen2 x) - 1 1
6. f(x) = = 1 -
1 + sen2 x 1 + sen2 x 1 + sen2 x
a) O período de f(x) é o mesmo de y = sen2 x, que é 7t.
b) Vx G IR, 0 ^ sen2 x < 1 => 1 < 1 + sen2 x ^ 2 =►
1
s£ 1 0 s£ 1 - ------- L ^ * 0 s£ f(x) ^
1 + sen2 x - 2L
Respostas: período = 7t, fraáx = ^ - e fmin = 0.

TESTES (p. 136)

x
Tõõ

Resposta: b.

Apêndice B

As funções arco-seno, arco-cosseno e arco-tangente


PROBLEMAS (p. 144)
8. c) arc sen Vx = A —* sen A = Vx
arc cos Vx = B —►cos B = Vx (e sen B = Vl — cos2 B = Vl - x)
/ \
A - B = — => A = - 5 - + B => sen A = sen( ~ + B ) =>
6 6 ' o ’
V3_
=> sen A = sen-5- cos B + sen B cos-5- => Vx = ■ Vx + Vl - x ■
2

=> Vx = v j vi - x =► x =
4

Verificação: arc sen

Resposta: S

9. a) arc cos x = A —* cos A = x (e sen A = Vl - x2)


arc cos 2x = B —» cos B = 2x

=> 3x = V3 Vl - x2 => x =
Verificação: arc cos^j- + arc cos \ 2 • — ) = — + 0 = —
2 2 ' 3 3

arc cos ( - i - ) + a r c c o s2( - ± ) =


T + " * T
Resposta: S = J - y

b) arc sen—— + arc sen. 2 arc cos-


4 V 4 !
X X , X
arc sen— — arc sen— = 2 arc cos—
4 4 2

arc cos- 0 => — = cos 0 x = 2

Verificação: arc sen-^- + arc sen ^ — * j = 2 arc cos 1

T + (-i)j = 2 - 0 (verdadeiro).

Resposta: S = (2).

10. arc sen- - a - : senA = 4 - e 0 < A < - ^ - )


■ cos A = —

V5 n 2V5
arc sen—— = B ( sen B = e O < B < i-) cos B =
i

Devemos provar que A + 2B = — . Temos:

sen 2B = 2 sen B cos B = 2 V5 2V5

cos 2B = cos2 B - sen2 B = — - — = - i

cos(A + 2B) = cos A • cos 2B — sen A ■ sen 2B = I - l ■4 - = 0


5 5 5 5

cos(A + 2B) = 0
0 < A < Ji/2 A + 2B = 4 - .
0 < 2B < 7t

Capítulo 6

Progressões aritméticas
PROBLEMAS PROPOSTOS (p. 157 a 159)

1 1 I 1 1 1 1
é P.A.
■( b + c ’ c + a 'a + b / ' ’ c + a b + c a + b c + a
b + c - c - a c + a - a - b b - a c - b
(c + a)(b + c) (a + b)(c + a) b + c a + b
b2 - a2 = c2 - b 2 =» (a2; b2; c2) é P.A.
Sm m2 (a, + a J m /2 _ m2 . 2a, + (m - l)r m
Sn n2 (a, + a„)n/2 n2 2a, + (n - l)r n
=*■ 2a,n + mrn - rn = 2a, m + nrm - rm =>
=» (2a, - r)n - (2a, - r)m = 0 ^ (2a, -- r) (n - m) = 0 =
(n*m)
=> 2a, - :r = 0 => r = 2 a ,.

22. S„ = (2n)12, Vn e IN*


n = 1 => a, = 4 1 a, = 4 e a2 = 12
n = 2 => a, + a2 = 16 j r = a2 - a, = 8.
Resposta: a, = 4 e r = 8.

23. Sn = an2 + bn, Vn E IN*


n = 1 => a, = a + b
n > 1 =» = S„ - Sn_, = (an2 + bn) - [a(n - l)2 + b(n - 1)] =>
=> an = 2an - a + b (que vale também para n = 1)
Logo, temos an = 2an - a + b, Vn E IN*.
a„+, - an = [2a(n + 1) - a + b] - [2an - a + b] = 2a, Vn
Então, a seqüência é uma P.A. de 1? termo a + b e razão 2a.

25. a) Na linha n há n números, Vn E IN*. Portanto, na 10? linha há 10 números.


(1 + 9)9
b) 1 + 2 + 3 + ... + 9 = - — 2“ — = 45

O 1? termo da 10? linha é o 46? termo da P.A. (1, 3, 5, 7, 9, ...), onde temos:
a46 = 1 + 45 • 2 = 91
O 10? termo da 10? linha é a55 = 1 + 54 • 2 = 109.
(91 + 109) • 10 ,
c) 91 + 93 + 95 + ... + 109 = --------- ------------ = 100 • 10 = 103.

d) 1 ---- » soma = i = i3
3 5 ----------------- ---- ►soma - 8 = 23
7 9 11 ------------- ---- ►soma — 27 = 33
+
13 15 17 19 ----- ---- *■ soma = 64 = 43

91 93 95 ....... 109 —►soma = 103

1 + 3 + 5 + 7 + 9 + ... + 109 = l3 + 23 + 33 + 43 + ... + 103


A P.A. é (1, 3, 5, 7.......109).
4 , (1 + 109)55
A soma vale:-------- ^-------- = 3 025.

26. O 24? conjunto tem 24 elementos.


(1 + 23)23
1 + 2 + 3 + 4 + ... + 23 = -----— — = 276
2
O 1? elemento do 24? conjunto é o 277? termo da P.A. (1, 2, 3, 4, ...), portanto é 277. Assim,
o 24? conjunto é:
(277, 278, 279, 280....... 300).
(277 + 300)24
Sua soma é S = --------- ^--------- = ® 924.
A soma dos algarismos d e S é : 6 + 9 + 2 + 4 = 21.
Resposta: 21.
TESTES (p. 160 a 162)
5. n x 8 = 10n - 2n =* (a„ = 10n e bn = 2n) => a,, + bn = 12n.
Resposta: a.

13. a, + ar » 94
_ (a, + a4S)45 (a9 + a37)45 94-45 „
s 4 5 ----------- 2--------------------- 2-------- = -----5----- = 2 115.
Resposta: b.

a, + a3
16. a, = 2 ] a, =
2
a3 = 8 J a4 = 111 a« — 17........ajQ ™ 179
r = a2 - a! =

30
(5 + 179)30
a2i = a2 + a4 + a« + ... + a^o - 5 + 11 + 17 + ... + 179 2 760.
i= 1
2

Resposta: b.

(a, + a20)20 (a, + a,)5


23. S2n = 5 S, - = 5 •
2 2
a, 28
=> (2a, + 19r) 20 = (2a, + 4r)25 => 10a, = 280r — —-
r 1
Resposta: a.

24. y, + y2 + ... + y„ = (ax, + b) + (ax2 + b) + ... + (ax„ + b) =


= a(x, + x2 + ... + xn) + (b + b + ... + b) = a • k + nb
n vezes
Resposta: c.

25. a2 - a, = 4 = 4 • 1
a 3 - a2 — 8 = 4 ■ 2
a4 - a3 = 12 = 4 • 3 ' +

a3o — a29 = 4 - 2 9

a30 — a, * 4 • (1 + 2 + 3 + ... + 29)


(1 + 29) • 29
a30 — 1 — 4 ■ --------- ---------- =» a30 = 1 741.
Resposta: d.

Capítulo 7

Progressões geométricas
PROBLEMAS PROPOSTOS (p. 176 a 178)
8. (a; b; c) é P.G. => b 2 = ac ] => (2a - c)2 = ac =»
(c; a; b) é P.A. => 2a = b + c J
=*■ 4a2 - 4ac + c2 - ac = 0 =» 4a(a - c) — c(a - c) = 0 =>
=> (a - c) (4a - c) = 0 => (c = a ou c = 4a)
Caso c = a, vem b = 2a - c = 2a - a = a. Logo, a = b = c.
b c
Caso c = 4a, vem b = 2a - 4a = - 2 a . Logo, a = - — = — .
2 4

14. a) Sejam a, b, c as medidas dos lados de um triângulo. Se (a, b, c) é P.G. de razão 2, temos: b = 2a
e c = 4a. Nesse caso, b + a = 3a; logo, c > b + a, o que é impossível (pois, em todo
triângulo, cada lado é menor que a soma dos outros dois). Portanto, é impossível os lados
de um triângulo formarem P.G. de razão 2.
b) Sejam a, b, c as medidas dos lados de um triângulo retângulo. Se (a, b, c) é P.G. de razão \Í2,
temos: b = aV2 e c = 2a. Como se trata de triângulo retângulo, devemos ter c2 = a2 + b2;
logo, 4a2 = a2 + 2a2, que resulta em a2 = 0, o que é impossível (pois a > 0). Portanto,
é impossível os lados de um triângulo retângulo formarem P.G. de razão V2.

15. Sejam x, xq, xq2, como x > 0, os lados do triângulo, (x, xq, xq2) é P.G. crescente <=>
q > 1. 0
x, xq, xq2 são lados de triângulo <=> xq2 < x + xq 0
sendo xq2 o maior lado
De 0 e 0 , decorre 1 < q < 1 * ^ .

18. População humana:


hoje —*■ 107
daqui a 20 anos —►2 x 107 ■ x2 = 107 x (2 x 107) x = io 7 x V2
daqui a 10 anOS —►X (crescimento
^ y em P.G.)

População de ratos:
hoje —*■ 2 x 10®
daqui a 1 ano —►(2 x 108) x 2 y = (2 x 108) x 2 10
(crescimento
daqui a 10 anos —►y em P .G ,)

Quantidade de ratos por habitante daqui a 10 anos:


J = 2 x 10* x 210
= 10 240V2.
* 107 xV2
Resposta: 10 240V2.

27. a) 1 + j - + 1 . + + ... = 1 + ( i - + - 1 ) + (-J - + \ + 4 ) + - =

= (1 + t +T + ~tt +- ) + (t +t +4 r + - ) + (t + +- ) +-
1

_9_
4 '
= 2 + 2 • 2 = 6.
9
Respostas: a) — ; b) 6.
4

28. Vamos provar no caso geral, com a , ^ 0 Vn, q / 0 e r 0.


Temos Vn ^ 1:

abn+1 - ab|+nr - a, • q V » '


ab„ = abl+(n_ 1)r = a, • q^i +nr-r-i = qr

Logo, (abn) é uma P.G. de razão q r.


Observações: Deve-se considerar que a P.A. é de termos naturais não nulos . Caso r = 0, a
seqüência (abn) é constante, portanto é P.G. de razão 1. Caso q = 0 ou a, == 0, com r / 0,
a seqüência (abn) também é P.G. de razão zero ou com primeiro termo zero.

TESTES (p. 179 a 182)


13. P.G. (a, aq, aq2, ...) crescente
P.A. (0, r, 2r, ...)
som a(l, 1, 2, ...)

a + 0 = 1
aq + r = l => a = l , q = 2, r = - l
aq2 + 2r = 2 <q*0)

P.G. (1, 2, 4, 8, 16, ...)


P.A. (0, - 1 , - 2 , - 3 , - 4 , ...) *1
som a(l, 1, 2, 5, 12, ...)
1 + 1 + 2 + 5 + 12 = 21.
Resposta: a.

16. (10 - 1) + (102 - 1) + (103 - 1) + ... + (10" - 1) =


= (10 + 102 + 103 + ... + 10") - (1 + 1 + 1 + ... + 1) =
r>vfítt

10" 1 0 — 10 10n+1 - 10 - 9n
1 0 -1 n 9
Resposta: e.

_ _ _i_ -L
23. A = Vx ■ Vx ■ 2Vx • ... = x 3 ■ x9 • x 27 • ... =
-L + 1 + X + 1/3 1
= X3 9 27 = X 1 1/3 = X2 = Vx.
Resposta: a.
Apêndice C

Indução finita
EXERCÍCIOS (p. 187)
6. a > — 1 => 1 + a J â O .
1? parte: Para n = 1

(1 + a )n = 1 + a ]
1 + na = 1 + a J (1 + a)n ^ 1 + na para n = 1.

2? parte: H[(l + a)k ^ 1 + ka (k G IN*)


T[(l + a)k+1 ^ 1 + (k + l)a
Demonstração:
(1 + a)k > 1 + ka — => (1 + a)k (1 + a) ^ (1 + ka) (1 + a) =»
(1+aSsO)

=> (1 + a)k+1 > 1 + ka + a + ka2 > 1 + ka + a => (1 + a)k+1 ^ 1 + (k + l)a.


Logo, (1 + a)n ^ 1 + na, Vn G IM*.

7. a) 1? parte: A desigualdade vale para n = 3, pois 32 > 2 • 3 + 1.


2? parte: H[k2 > 2k + 1 (k G IM*, k > 3)
T((k + l) 2 > 2(k + 1) + 1
Demonstração:
(k + l)2 = k2 + 2k + 1 > (2k + 1) + 2k + 1 = 2(k + 1) + 2k > 2(k + 1) + 1.
Logo, n2 > 2n + 1, Vn > 3.
=> (2- = 1 e n 2 = 0) =* 2" > n2
a;

O
II
3

T3 K3
>

n = 1 => e n2 = 1) => 2" > n2


II

n = 2 => e n2 = 4) => 2n = n2
II

e n2 n2
w

oo

n = 3 => = 9) => 2” <


e
II

Para n ^ 4, provamos que 2" ^ n 2 usando indução finita.


1? parte: Para n = 4, a desigualdade vale porque 24 ^ 42.
2? parte: H(2k ^ k2 (k ^ 4)
T(2k+1 ^ (k + l) 2
Demonstração:
2k+1 = 2k • 2 Ss k2 • 2 = k2 + k2 > k2 + 2k + 1 = (k + l)2 2k+l > (k + l)2.
(a)
Logo, temos 2n ^ n2, Vn G IM*, n * 3.

Apêndice D

Divisibilidade em Z

PROBLEMAS (p. 195)


6. m é ímpar =* 3k G Z |m = 2k + 1
m2 - 1 = (2k + l)2 - 1 = 4k2 + 4k = 4k(k + 1)
Como k e k + 1 são inteiros consecutivos, um deles é par. Logo o produto k(k + 1) é par,
ou seja, existe um inteiro r tal que k(k + 1) = 2r. Daí:
m 2 - 1 = 4 • 2r = 8 r, com r £ Z.
Portanto, m 2 - 1 é divisível por 8.

7. Os divisores de 27 são ± 1 , ± 3 , ± 9 e ±27.


Três inteiros com produto 27 só podem ser:
(1, 1, 27) ou ( - 1 , - 1 , 27) ou ( - 1 , 1, -2 7 ) ou (1, 3, 9) ou ( - 1 , - 3 , 9) ou ( - 1 , 3, - 9 ) ou
(1, - 3 , - 9 ) ou (3, 3, 3) ou (3, - 3 , - 3 ) .
Como a soma de dois deles é 6, as possibilidades ficam reduzidas a ( - 1, - 3 , 9) ou (3, 3, 3).
Assim, temos:
a) 3 + 3 + 3 = 9
b ) ( - l ) + ( - 3 ) + 9 = 5.

8. a) m = 26 • 33 • 52 e 100 = 22 • 52

a é múltiplo de 100 => a = 22 • 52 • k, k€EZj


a é divisor de m j
=> k é divisor de 24 • 33
24 • 33 tem (4 + 1) ■ (3 + 1) divisores positivos.
Portanto, há 20 valores possíveis para a, positivos, e 20 negativos.
b) m = 26 • 33 • 52, n =25 ■ 54 e p = 2r 3S 5‘
p é divisor d em «=> 0 ^ r ^ 6, 0 ^ s ^ 3e0 < t< 2
p é divisor de n <=» 0 ^ r ^ 5, s = 0 e 0 < t < 4

r € [0, 1, 2, 3, 4, 5)
Então, p é divisor comum de m e n s = 0
t G [0, 1, 2]

9. a) a4 + a2 + 1 = (a4 + 2a2 + 1) - a2 = (a2 + l)2 - a2 =


= (a2 + 1 + a) (a2 + 1 - a)
b) Para a = 1, a4 + a2 + 1 = 3 (é primo).
Para a > 1, os fatores a2 + a + l e a 2 - a + 1 são ambos maiores que 1; logo,
a4 + a2 + 1 não é primo (pois é igual ao produto de dois fatores maiores que 1).
Respostas: a) (a2 + a + 1) (a2 - a + 1); b) só para a = 1.

TESTES (p. 196 e 197)


7. Como 17! = 1 • 2 • 3 ■ 4 ■ ... ■ 16 • 17, temos:

3 é divisor de 17! 3 é divisor de (17! + 6).


3 é divisor de 6
Resposta: c.

mdc(x, y) = 5k, em que k = min(b, c)

10 < mdc(x, y) < 100 => 10 < 5k < 100 =» k = 2


mdc(x, y) = 52 = 25
Resposta: a.
18. a é divisível por 6 e 10 ] a = 2 ■ 3 • 5 • k, k £ Z
6 = 2 - 3e l 0=2- 5j

b é divisível por 8 e 15 j b = 23 • 3 • 5 ■ e, t e z
8 = 23 e 15 = 3 • 5 J
=> mdc(a, b) é divisível por 2 - 3 - 5
Logo, mdc(a, b) também é divisível por 15.
Resposta: c.

19. mmc[n, mdc[18, 2n] ] = 4 => 4 é múltiplo de n => n G [1, 2, 4)


Caso n = 1: mmc[n, mdc(18, 2n]] = mmc(l, 2) = 2 / 4.
Caso n = 2:mmcjn, mdc[18, 2n]] = mmc[2, 2) = 2 ^ 4.
Caso n = 4:mmc[n, mdc[18, 2nj] = mmc(4, 2] = 4.
Logo n = 4, e temos 2" + n = 24 + 4 = 20= 5n.
Resposta: a.

20. 1200x = 24 • 3 • 52 • x
Num cubo perfeito os expoentes são múltiplos de 3. Então, devemos ter x = 22 ■ 32 ■ 5 = 180.
Resposta: c.
Organizada em 6 volumes independentes, a coleção MATEMÁTICA,
Temas e M etas representa um novo conceito de ensino desta ciên­
cia, uma vez que possibilita ao professor planejar o seu curso conci­
liando seus tradicionais limitadores — o número de aulas disponíveis,
os diferentes níveis das diversas classes e os diversos graus de assi­
milação dos alunos de uma mesma classe — mediante o uso de um
volume a cada semestre.

Compõem a coleção:
• Conjuntos Numéricos e Funções
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ISBN 85-7056-478-3

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