UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL
FACULDADE DE AGRONOMIA
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM FITOTECNIA
FIT00035 - FITOBACTERIOLOGIA
PECTINAS
Biól. M.Sc. Rita de Cássia Madail Santin
Estudante de doutorado
Pectinas
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A pectina é um termo genérico para um grupo de
polissacarídeos presentes nas paredes celulares de
plantas que produzem sementes. Esses
polissacarídeos funcionam em combinação com
celulose e hemicelulose, como material de
cimentação intercelular.
Pectinas
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Camada central
Camada interna
Parede secundária
Deposição de microfibrilas:
Camada externa
Parede primária
Parede primária Camada externa
Camada central
Camada interna
Lamela média
Figura 1. Diagrama da estrutura em camadas da parede.
Pectinas
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secundaria
Parede primária
Parede
Membrana de pontuação Canal de pontuação
Parede primária Abertura de pontuação
Lamela média Membrana de pontuação
Abertura de pontuação
Pontuação simples Pontuação areolada Parede
secundária
Figura 2. Diagrama de pares de pontuações em vista tridimensional.
Pectinas
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Componentes da Parede
P Lamela
E Média
I C
N T
H Parede
T E I
L Primária
E M
N
I C
R I C A E
I G E
S L
L
O N U U
R I L L Parede
N O O
S Secundária
S
A E
E
Membrana
Celular
Pectinas
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Oligossacarinas: fragmentos de pectinas e hemiceluloses
que compõem a parede celular vegetal.
Caráter ácido: ácido galacturônico
Invasão/tecidos
Patógenos Parede Celular
Enzimas
Pectina Oligossacarinas ácidas
Oligogalacturonídeos
Pectinas
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Oligômeros da pectina
Figura 1: Estrutura do oligogalacturonídeo, derivado
de parede celular de plantas.
Pectinas
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Figura 2: Polissacarídeo ácido componente das pectinas da parede celular vegetal e cujos
fragmentos são denominados oligogalacturonídeos.
Pectinas
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Pectina da lamela média
Parede celular
Lamela média Pectina
Parede primária
Celulose
Membrana plamática
Hemicelulose
Fonte: http://quark.qmc.ufsc.br/~minatti/aulas/qmc5225/aula_20_organica_sacarideos_nucleotideos/sld006.htm
Pectinas
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Podridão Mole
(Um processo enzimático)
Pectinas
Erwinia
Enzimas
Tecido Sadio Tecido Doente
Pectinas
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Podridão-mole e canela-preta (Pectobacterium spp.)
B
Figura 3. Na planta, o caule apodrecido fica
normalmente escuro, daí o nome canela-preta (A).
A podridão mole se desenvolve no tubérculo
infectado (B).
Fonte: http://www.batata.net/doencas/pmole.asp
Pectinas
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Detecção, quantificação e caracterização de
Erwinia carotovora ssp. carotovora
contaminando sementes de pimentão.
R. Hadas T, G. Kritzman, T. Gefen e S. Manulis
Plant Pathology v. 50, 117-123p, 2001.
Pectinas
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A B
Sintomas causados por Erwinia carotovora subsp. carotovora em plantas de pimentão.
Pectinas
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Presença de erwinias pectolíticas e porcentagem de germinação de sementes
e doença em sementes em lotes de sementes de pimentão.
Não germinação de
Erwinia pectolítica Germinação Doença sementes com
Lote -1
(CFU ) sementes (%) sementes(%) erwinias pectolíticas
(%)
1A 611-3 75.6±2.0 16.4±2.1 9-4
2A 0 84.3±2.5 0±0 0
3A 68-0 82.3±1.5 0.5±0.5 0
4A 205-3 65.7±5.8 6.8±1.0 21-3
1B 1281-0 52.6±5.8 21.4±4.1 30-2
2B 0 90.6±2.0 0±0 Não determinado
3B 22-3 88.0±1.0 0±0 Não determinado
1C 12544-3 33.4±5.0 40.6±2.5 Não determinado
2C 8-3 78.3±2.0 0±0 Não determinado
3C 0 87.0±5.0 0±0 Não determinado
1D 2994-6 44.0±5.0 32.3±4.0 Não determinado
Pectinas
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Germinação de sementes (%)
Doença de sementes
Correlação entre a população de erwinias pectolíticas em sementes de pimentão e
porcentagem de germinação das sementes (A) porcentagem de doença das sementes (B).
Pectinas
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Caracterização enzimática das celulases XF-810, XF-818E,
XF-2708 de Xylella fastidiosa e purificação parcial da
proteína XF-818, expressas em Escherichia coli .
Nelson Arno Wullf/2002.
tese doutorado
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A bactéria X. fastidiosa causa a clorose variegada dos citros,
amarelinho.
Genes clonados em vetores de expressão e as respectivas
proteínas foram produzidas em E. Coli ;
Identificação de genes com similaridade de seqüência a genes de
celulases, xilanases, pectinases e proteases, visando caracterizar
os genes XF-810, XF-818E, XF-2708 similares a endoglicanases;
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Hidrolisam a celulase amolecida com ácido
Os genes de X. fastidiosa XF-810, XF-818 e XF-2708
apresentaram similaridade a genes de endoglicanase.
Celulases de mecanismo endoglicolítico
que atacam moléculas de celulase
Bucephalogonia xanthophis
Acrogonia sp.
Dilobopterus costalima Plesiommata corniculata
Folhas com sintomas da CVC
Macugonalia leucomelas
Oncometopia facialis
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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
Bergamin Filho, A.; Kimati, H. & Amorim, L. (ed.) 1995. Manual de Fitopatologia. 3 ed. São
Paulo, Ceres.
Carboidratos XIX: Pectina. Disponível em:
<http://www.geocities.com/bioquimicaplicada/resumocarboidrato5j.htm> Acesso em: 19. abril.
2005.
Clorose variegada dos citrus (CVC). Disponível em: http://www.agrobyte.com.br/c v. htm>
Acesso em: 26.abri.2005.
Parede celular. (Definição retirada da obra Glossário de Biotecnologia, edição 2005).
Disponível em: <http://www.cib.org.br/glossario.php> Acesso em: 19.abril. 2005.
Oligossacarinas. Disponível em:
<http://br.wrs.yahoo.com/;_ylt=AgRlUdlVL6WhvRKVQaE9WHT.6Qt.;_ylu=X3oDMTA4NDgyNWN
0BHNlYwNwcm9m/SIG=134468h04/EXP=1114519505/**http%3A%2F%2Fwww.fisiologiavegetal.
bio.br%2Foligossacarinas%2FOLIGOSSACARINAS.html> Acesso em: 19.abril.2005.
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