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24-02-2011 Português Língua Não Materna

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Suporte legal
Despacho nº 7/2006

24-02-2011
PLNM – Documento orientador DGIDC

PLNM – Perfis linguísticos

Português Língua Não Materna


PLNM - Testes diagnósticos

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Despacho nº 7/2006

Artº 2º - Grupos de nível de proficiência linguística

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Criação de grupos de nível de proficiência linguística, após a
avaliação diagnóstica, realizada com base no modelo de Teste
Diagnóstico disponibilizado pela DGIDC.

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Artº 3º - Funcionamento
A coordenação de cada grupo de nível de proficiência linguística é
da responsabilidade de um professor de Língua Portuguesa.

Os professores de cada conselho de turma devem contribuir para a


construção de materiais didácticos e para a construção de
glossários temáticos para as áreas curriculares.
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Artº 4º - Nível de iniciação e nível intermédio
Os alunos beneficiam de actividades em língua portuguesa como
língua não materna – 90m em EAC. A direcção pode dispor de
oferta de escola para as actividades a desenvolver.

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Artº 6º - Avaliação

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- Aplicação de um Teste Diagnóstico, no início do ano lectivo ou
quando o aluno iniciar as actividades escolares.
- Definição de critérios de avaliação específicos – adaptar o PCT às
necessidades do aluno. Metas de aprendizagem – Portfolio Europeu de Línguas http://sitio.dgidc.min-
edu.pt/recursos/Lists/Repositrio%20Recursos2/Attachments/741/portfolio_europeu_EB23.pdf

- Elaboração de testes intermédios para avaliar o progresso dos


alunos no domínio da língua portuguesa.
- Construção de um portfolio: registo inicial, fases de
desenvolvimento, experiências individuais e sucessos alcançados.

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Documento orientador da DGIDC

A – Medidas de acolhimento

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Medida 1 – Organização do processo individual e escolar do aluno:
Director de Turma.
Medida 2 – Criação de uma equipa multidisciplinar e multilingue.

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Medida 3 – Teste Diagnóstico de Língua Portuguesa.

B – Medidas de escolarização
Medida 3 – Avaliação das aprendizagens
- Aplicação de um Teste Diagnóstico
- Definição de critérios de avaliação específicos
- Elaboração de testes intermédios – esquema programático
multidisciplinar: conceitos, glossários e listas de vocabulário das
várias disciplinas.
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Perfis linguísticos

Cinco grandes grupos que, no que respeita à língua portuguesa, requerem atitudes
diferentes por parte da escola:

 1. alunos para quem o Português Europeu (PE) ou o Português Brasileiro (PB) sempre foi

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língua materna, língua de comunicação com os seus pares e foi sempre a língua da escola e da
família; (seguem currículo geral)

 2. alunos para quem a língua materna, a língua de comunicação com a família e


com os seus pares fora do ambiente escolar, não é nenhuma das variedades do

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português; (exº alunos chineses – ensino de português L2)

 3. alunos, filhos de emigrantes portugueses recém-regressados a Portugal, para


quem o português é língua materna, mas que não foi ou não foi sempre a língua da
família, da escola e da comunicação com os seus pares; (se a competência não for
suficiente para o currículo nacional, deve ser integrado em grupo de falantes de português
L2)

 4. alunos para quem a língua materna, a língua de comunicação com os seus pares e com a
família, é geralmente um crioulo de base lexical portuguesa e, eventualmente, uma variedade
do português; (alunos vindos de Cabo-Verde, Guiné, …)

 5. alunos com um quadro linguístico complexo: a língua da primeira infância, de comunicação


com os seus pares e com a família, é uma (ou mais do que uma) língua genética e
tipologicamente afastada do português; em dado momento, esta língua pode ter sido
abandonada e substituída por uma variedade não escolarizada de português. (alunos vindos
de Angola e Moçambique)
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Percurso do aluno
Chegada à escola Teste diagnóstico*

Colocação em grupo de nível de proficiência

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Metodologia de ensino da língua portuguesa como L2

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* Testes diagnósticos (Introdução, p. 9): na avaliação inicial, os alunos
de “grau zero” (alunos recém-chegados a Portugal) não devem ser
submetidos aos testes diagnósticos da DGIDC.
Notas
a) O aluno deve continuar com um currículo especial até ter atingido um
nível de compreensão oral que lhe permita seguir o currículo geral
(realização de entrevistas periódicas com professores das várias
disciplinas – conselho de turma decide transição para o currículo
geral)
b) Integrado no currículo geral, o aluno deve ter formação complementar
até que a sua competência e desempenho ( oralidade, escrita,
compreensão, …) estejam próximos dos falantes de português língua 7
materna.
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