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Curiosidades sobre a audição

http://www.horselstest.no/english/

Estes são os níveis de decibéis de alguns sons cotidianos:

• Motor a jato (a 30 metros): 130


• Britadeira: 120
• Show de rock: 100
• Caminhão (a 5 metros): 90
• Aspirador de pó: 75
• Restaurante barulhento: 70
• Conversa normal: 60
• Interior de uma residência urbana: 50
• Rua de bairro sem trânsito: 40
• Sussurro: 30

Farfalhar das folhas: 10

A perda auditiva pode afetar a fala e o desenvolvimento da linguagem em crianças e deixá-


los com dificuldade de comunicação quando adultos. Perda auditiva não tratada pode
resultar em dificuldades de comunicação, sociais e emocionais.

Comunicação

A consequência mais óbvia da perda auditiva são as dificuldades de comunicação:

- Conversas são menores


- Menor uso do telefone
- Problemas de comunicação com a família, amigos e colegas de trabalho
- Pedir a outros que se repitam com frequência ou manter a conversa sem entendê-la.

Social

Como a habilidade em ouvir piora, muitas pessoas se isolam de interações sociais

- Evitam grupos e estranhos


- Diminuem a eficiência no trabalho
- Silêncio e isolamento

Emocional

Perda auditiva não tratada causa uma série de sentimentos nas pessoas.

- Raiva, frustração
- Falta de concentração
- Depressão
- Embaraço
- Ansiedade
- Incerteza
- Incompetência
- Distanciamento de relações pessoais
Os efeitos do não tratamento da perda auditiva podem aumentar. O uso regular de aparelho
auditivo, combinado com práticas efetivas de comunicação, podem ajudar às pessoas com
impedimento auditivo viverem total e socialmente envolvidas num mundo cheio de sons.

Fonte: www.unitron.com.br/people/hearingloss/symptoms/effects.htm

O Impacto da Perda Auditiva


por Maria Cláudia França

Problemas de audição variam muito de pessoa para pessoa, desde a perda auditiva
relativamente leve até a surdez profunda. A capacidade auditiva é medida em tons (Hz) e
intensidade (decibeís, ou dB). Um adulto com audição normal responde a sons entre 20Hz a
20.000 Hz, com intensidade a partir de 0 dB e 15db. Quando uma intensidade acima de 15
dB é necessária para ouvir e distinguir os sons, existe o que chamamos de perda auditiva.
Vários tipos de perda auditiva podem afetar pessoas em qualquer faixa etária. Em crianças, a
perda auditiva pode afetar o desenvolvimento da habilidade para se comunicar, se socializar,
e aprender. Veja alguns possíveis efeitos da perda auditiva na comunicação:

- Perda mínima (16-25 dB): Perda de aproximadamente 10% da compreensão da fala,


principalmente quando há ruído de fundo (ex: sala de aula barulhenta).
- Perda leve (26-40 dB): Sem amplificação de um aparelho auditivo, entre 25% e 50% da
compreensão de conversas e discussões pode ser afetada.
- Perda moderada (41-55 dB): Sem amplificação, entre 50% e 100% da compreensão da fala
pode ser perdida. A fala é compreendida dentro de certas condições, como conversar face a
face, em conversas estruturadas com vocabulário controlado.
- Perda moderada a severa (56-70 dB): Sem amplificação, a fala precisa ser produzida em
volume muito alto para ser compreendida. O indivíduo pode perder até 100% da
comunicação falada.
- Perda severa (71-90 dB): Sem amplificação, somente vozes bem próximas e em alto volume
podem ser compreendidas.
- Surdez profunda (>90 dB): Vibrações são percebidas em lugar de sons. A visão passa a ser
mais importante do que da audição na comunicação e na aprendizagem.
- Perda unilateral (em apenas um ouvido): Sons leves ou distantes são menos percebidos,
com dificuldade na localização de sons e na compreensão da fala em ambientes ruidosos.

Fonte: http://riosulnet.globo.com/conteudo/7_255782.asp

Se você suspeita que tem perda auditiva, considere os pontos abaixo:

- Você sempre pede aos outros para se repetirem?


- Tem amigos ou familiares que dizem que você não ouve bem?
- Deixa a TV ou o rádio em volume mais alto do que os outros?
- Tem dificuldade em entender conversas com ruídos ao fundo?
- Tem dificuldades em acompanhar conversas em grupo?
- Tem dificuldade em identificar de onde os sons estão vindo?

Se você respondeu sim a mais de três questões, você pode ter perda auditiva.
Converse com um profissional de saúde auditiva, que poderá indicar qual caminho a seguir.

Detectando a Perda Auditiva

Talvez você já saiba que você ou alguém da sua família está enfrentando uma perda
auditiva. Por outro lado isso pode estar acontecendo de forma tão gradual que você não tem
certeza. Diferente de muitas outras deficiências, a perda auditiva freqüentemente é difícil de
ser detectada nos estágios iniciais.
Os tipos de sintomas podem diferenciar com base em sua perspectiva, ou seja, se você
estiver verificando em você ou alguém próximo. Clique no link apropriado à esquerda para
reconhecer os sintomas da perda auditiva em alguém ou em você.

Como reconhecer

É extremamente importante que a deficiência auditiva seja reconhecida o mais


precocemente possível. Para tanto, os pais ou responsáveis devem observar as reações
auditivas da criança. Os especialistas da área são enfáticos quanto à necessidade de
tratamento o mais cedo possível.
Nos primeiros meses o bebê reage a sons como o de vozes ou de batidas de portas,
piscando, assustando-se ou cessando seus movimentos. Por volta do quarto ou quinto mês a
criança já procura a fonte sonora, girando a cabeça ou virando seu corpo.
Se o bebê não reage a sons de fala, os pais devem ficar atentos e procurar aconselhamento
com o pediatra, pois desde cedo o bebê distingue, pela voz, as pessoas que convivem com
ele diariamente.
Deve-se também estar atento à criança que:

- assiste à televisão muito próxima do aparelho e que pede sempre para que o volume seja
aumentado;
- só responde quando a pessoa fala de frente para ela; não reage a sons que não pode ver;
- pede que repitam várias vezes o que lhe foi dito, perguntando "o quê?", "como?" ou
- tem problemas de concentração na escola.

Crianças com problemas comportamentais também podem estar apresentando dificuldades


auditivas. Até uma ligeira perda na capacidade de percepção auditiva pode influenciar o
comportamento e o desenvolvimento da criança.

Fonte: www.unitron.com.br/people/hearingloss/causes/conductive.htm e no site


http://64.233.169.104/searchq=cache:TiuT2D_JwgJ:www.
crfaster.com.br/auditiv.ht
m+Heather+Whitestone&hl=pt-BR&ct=clnk&cd=2&gl=br

Deficiência auditiva é o nome usado para indicar perda de audição ou diminuição na


capacidade de escutar os sons. Qualquer problema que ocorra em alguma das partes do
ouvido pode levar a uma deficiência na audição. Entre as várias deficiências auditivas
existentes, há as que podem ser classificadas como condutiva, mista ou neurossensorial. A
condutiva é causada por um problema localizado no ouvido externo e/ou médio, que tem por
função "conduzir" o som até o ouvido interno.
Esta deficiência, em muitos casos, é reversível e geralmente não precisa de tratamento com
aparelho auditivo, apenas cuidados médicos. Se ocorre uma lesão no ouvido interno, há uma
deficiência que recebe o nome de neurossensorial. Nesse caso, não há problemas na
"condução" do som, mas acontece uma diminuição na capacidade de receber os sons que
passam pelo ouvido externo e ouvido médio. A deficiência neurossensorial faz com que as
pessoas escutem menos e também tenham maior dificuldade de perceber as diferenças
entre os sons.
A deficiência auditiva mista ocorre quando há ambas perdas auditivas: condutiva e
neurossensorial numa mesma pessoa.

A perda auditiva é tão comum como a miopia, e na história existem relatos de grandes nomes
que tiveram perda de audição. Para muitos não houve solução devido a falta de tecnologia em
seu tempo; para outros ja existiam os primeiros aparelhos auditivos; e, atualmente, a perda
auditiva é tão facil ser solucionada quanto a miopia, que basta a pessoa simplismente usar um
oculos de grau ajustado.

Segue abaixo algumas pessoas que tiveram a perda de audição e não puderam fazer o uso dos
aparelhos; e outros que até hoje utilizam o aparelho auditivo.

Alexander Graham Bell

Brenda Costa

Bertha Galeron de Calonne

Bill Clinton

Douglas Tilden
Emmanuelle Laborit

Ernesto Nazareth

Francisco de José Goyá

Laura Bridgman

Leonard C. Dowdy

Lou Ferrigno

Ludwig Van Beethoven

Marlee Matlin

Olaf Hassel

Olga Ivanovna Skorojodova

Oscar Niemeyer

Hebert George Wells

Heather Whitestone

Helen Keller

Howard Hughes

Jonathan Swift

Peter Ferdinand Drucker

Ronald Reagan

Thomas Edison

Valise Amadescu
Alexander Graham Bell

Alexander Graham Bell, nascido em Edimburgo, 3 de Março de


1847, e falescendo em Nova Escócia, 2 de Agosto de 1922, foi
um cientista, inventor e fundador da companhia telefónica Bell.
Bell é conhecido e considerado historicamente como o inventor
do telefone.

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Brenda Costa

Brenda Costa, nascida a 8 de Novembro de 1982, no Rio de


Janeiro, Brasil, é uma modelo brasileira e anterior nadadora.
Embora surda, Brenda consegue falar o básico para comunicar
com os ouvintes e entender-se com os demais, fato que deve às
aulas que teve de terapia da fala, desde os dois anos.
A carreira de modelo começou quando Brenda tinha 16 anos,
depois de ter sido descoberta no bairro de Ipanema. Aprendeu a
desfilar lendo os lábios dos produtores. Com 19 anos, começou
a sua carreira internacional em Nova York, nos EUA.
Brenda aparece em campanhas da Baby Phat, L'Oréal, Sergio
Rossi e Enfasis Lingerie.

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Bertha Galeron de Calonne

Bertha Galeron de Calonne, 1859-1934, foi uma poetisa nascida em Paris; aos 6 anos
de idade perdeu a visão, provavelmente devido ao descolamento de retina em ambos
os olhos, provocado por uma pancada na cabeça ao rolar a escada de sua residência.
Aos 30 anos perdeu a audição.
Em 1889, estava em Bucareste, acompanhando seu marido que para lá fora
transferido, quando, sem que os médicos soubessem explicar a causa, acordou uma
manhã completamente surda de um ouvido e quase surda do outro. Um ano depois
estava totalmente surda. Ainda assim, continuou escrevendo com a mesma
inspiração, serenidade e ternura, as poesias que enriqueceram as sucessivas edições
de sua antologia poética.

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Bill Clinton

William "Bill" Jefferson Clinton, nascido em Hope, Arkansas, 19


de Agosto de 1946, mais conhecido como Bill Clinton, foi o 42º
presidente dos Estados Unidos, por dois mandatos, entre 1993 e
2001. Antes de servir como presidente, Clinton foi governador
do estado do Arkansas por cinco mandatos.
Bill Clinton, ex-presidente dos EUA, usa um aparelho de audição
sem preconceito nenhum , e que foi de extrema importância na
sua vida de homem público.

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Douglas Tilden

Douglas Tilden, nascido em 1 de maio de 1861 a 5 de agosto de


1935, foi um escultor surdo mundialmente famoso, que foi para
As estatísticas indicam que uma entre sete pessoas não tem audição total e uma entre dez
pessoas ouve tão mal que precisariam de aparelho auditivo.
Estudos (Relatório Maastricht sobre Diminuição da Capacidade Auditiva, 1999) também
enfatizam que apenas uma minoria – menos de 14% na Comunidade Européia – das pessoas
para as quais o aparelho auditivo traria benefícios realmente usa um.
O grau da perda auditiva varia de pessoa para pessoa.
Entre os dois extremos "ouvir bem" e "não ouvir nada", há muitos graus de diminuição de
capacidade auditiva. Os termos usados para descrever o grau de perda auditiva são: leve,
moderada, severa e profunda. A maior parte se trata de "leve a moderada".
O que significa o grau de perda auditiva?
Como já dito anteriormente todos os tipos de perda auditiva são classificados em graus: leve,
moderado, severo ou profundo. Leve a moderado são os graus mais comuns de perda
auditiva. Perda auditiva condutiva são raras nos graus severos e profundos.

- Perda auditiva leve: incapacidade de ouvir sons suaves, dificuldade em compreender a fala
com clareza em ambientes com ruído.
- Perda auditiva moderada: incapacidade de ouvir sons suaves a moderadamente altos,
dificuldade considerável em compreender a fala, principalmente na presença de ruído de
fundo.
- Perda auditiva severa: alguns sons altos são audíveis mas a comunicação sem o aparelho
auditivo é impossível.
- Perda auditiva profunda: alguns sons extremamente altos são audíveis mas a comunicação
sem o aparelho auditivo é impossível.

Há várias formas de se evitar a deficiência auditiva. A mulher deve sempre tomar a vacina
contra a rubéola, de preferência antes da adolescência, para que durante a gravidez esteja
protegida contra a doença. Se a gestante tiver contato com rubéola nos primeiros três meses
de gravidez, o bebê pode nascer com problemas de audição.
Também devem ser evitados objetos utilizados para "limpar" os ouvidos, como grampos,
palitos ou outros pontiagudos. Outro cuidado a ser observado é para a criança não introduzir
nada nos ouvidos, correndo-se o risco de causar lesões no aparelho auditivo. Se isto ocorrer,
o objeto não deve ser retirado em casa. A vítima deve procurar atendimento médico.

Saiba Mais:
Muito mais poderá ser objeto de seu interesse, quando se discute a deficiência auditiva.
Dentre os muitos sites existentes, procure acessar, na Internet, aquele mantido pelo
Governo Federal Brasileiro, por meio de seus Ministérios da Educação e do Desporto, que se
intitula: Educação Especial - Deficiência Auditiva, no seguinte endereço eletrônico:
http://www.ines.org.br/ines_livros/livro.htm
No Brasil, segundo o Decreto 3298, de 20 de dezembro de 1999, em seu Artigo 4o, ficou
estabelecido que a deficiência auditiva é a "perda parcial ou total das possibilidades auditivas
sonoras, variando de graus e níveis na forma seguinte:

a) de 25 a 40 decibéis (db) - surdez leve;


b) de 41 a 55 db - surdez moderada;
c) de 56 a 70 db - surdez acentuada;
d) de 71 a 90 db - surdez severa;
e) acima de 91 db - surdez profunda; e
f) anacusia.

Inteire-se sobre o problema da deficiência auditiva em idosos, acessando "Audição em


Idosos". Esclareça-se também utilizando os conhecimentos repassados pela Sociedade
Brasileira de Otologia, em http://www.sbotologia.com.br
No site você encontrará a área Fale Conosco.

Fonte: http://64.233.169.104/search?q=cache:Tiu-
T2D_JwgJ:www.crfaster.com.br/auditiv.htm+Heather+Whitestone&hl=pt-
BR&ct=clnk&cd=2&gl=br