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XV CONGRESO ARGENTIN O DE BIOINGENIERIA: 128BI 1

Monitoração do Potencial de Risco de


Infecção Hospitalar em UTI-Neonatal
João Andrei Cetenareski, Edson Emílio Scalabrin, Bráulio Coelho Ávila e João da Silva Dias
Pontifícia Universidade Católica do Paraná, joaoandrei@ppgia.pucpr.br

Resumo— Este trabalho apresenta uma arquitetura multi - órgão centralizador do Ministério da Previdência e
agente para o monitoramento de infecções hospitalares em Assistência Social, da política de saúde, determina que em
unidades de tratamento intensivo neonatal. O objetivo é fazer todos os seus hospitais sejam instituídas CCIH, para
interagir, de forma dinâmica e inteligente, fontes de assessoramento da Direção. [5]
informações distribuídas que auxiliem as comissõe s de Em 1983, o Ministério da Saúde promulga a Portaria
controle de infecções hospitalares na sua tarefa de evitar ou n.º169, de 24 de junho deste ano, determinando que todos
minimizar as infecções hospitalares. A escolha do modelo os hospitais do País deverão manter CCIH, independente da
agente distribuído baseou-se nas seguintes premissas: (i) ser natureza da instituição mantenedora. [6]
um problema cuja decomposição em subproblemas é natural, As CCIH efetuam suas verificações em determinados
à medida que cada subproblema pode ser representado e períodos de tempo, normalmente mensalmente, conforme
implementado como um agente autônomo; (ii) a interação funcionamento do Sistema Nacional de Informação para o
entre os agentes pode tornar o sistema mais confiável, à Controle de Infecções em Serviços de Saúde (Sinais 1) [7].
medida que as trocas de informações, em tempo real, entre os Isto é realizado consolidado as informações dos prontuários
agentes podem resolver situações difíceis pelo número de dos pacientes, e estimando a taxa de IH envolvida no
especialistas e recursos exigidos de forma dinâmica; e (iii) o hospital.
paralelismo natural em sistema multi-agente pode contribuir Segundo Zanon [3], para propor medidas de controle das
de forma considerável na implementação de um sistema de IH nos centros de saúde torna-se necessário: demonstrar a
alto desempenho e disponibilidade. Estas premissas, no ocorrência de um aumento significativo na incidência de
contexto de engenharia de software, facilitam a decomposição infecções; localizar áreas ou serviços em que esse aumento
do problema em entidades fracamente acopladas e fortemente ocorreu; determinar a localização topográfica da infecção; e
coesas que são os princípios básicos para se construir iden tificar o agente etiológico responsável em cada caso.
sistemas mais fáceis de mantê-los. Finalmente, a proposta A ferramenta resultante deste trabalho efetua a
envolve um exame sobre o conce ito de infecção hospitalar e monitoração em tempo real, da possibilidade de IH de um
agente de software. paciente alojado em uma unidade de tratamento intensivo
Palavras chave — Infecção Hospitalar, Agentes de Software, neonatal (UTI-Neonatal).
Monitoração de Infecção Hospitalar. Esta pesquisa inc rementa o sistema proposto por Beltrão
para a predição do cálculo do potencial de risco de IH [8]:
I. INTRODUÇÃO coletando informações dos setores hospitalares ou unidades
de atendimento de forma distribuída; processando estas
I nfecção hospitalar (IH) ou nosocomial, é definida como
sendo aquela que não está presente nem incubando na
admissão no hospital. Qualquer infecção do neonato
informações, através da rede bayesiana já existente para este
cálculo [8]; e apresentando em tempo real, a possibilidade de
IH do paciente em forma gráfica amigável para
ocorrida até 28º dia de vida é classificada como hospitalar,
monitoramento por parte da CCIH.
desde que a via de aquisição não seja transplacentária. [1]
A ocorrência de IH tem sido identificada como um
II. METODOLOGIA
importante problema de saúde pública no Brasil e no mundo.
[2] Para colaborar para minimizar a ocorrência de IH em UTI-
Em 1958 foi recomendado pela American Hospital Neonatal, este trabalho aspira em utilizar técnicas de
Association, a criação das Comissões de Controle de Inteligência Artificial (IA) associadas, para monitorar em
Infecções Hospitalares (CCIH), devido ao aumento das tempo real as possibilidades de IH, de um determinado
estafilococcias hospitalares ocorridas naquela década. O paciente. Para tanto foram utilizadas as técnicas de: agentes
foco desta comissão foi dotar os hospitais de um de software e redes bayesianas.
instrumento que lhes permitisse apurar se as infecções, Agentes de software são entidades que fazem um
eventualmente neles adquiridas, decorreram ou não da conjunto de operações em favor do usuário ou outro
desobediência aos regulamentos de proteção ao doente. [3] programa com algum grau de independência e autonomia.
O principal propósito da equipe da CCIH é reduzir o Fazendo isso, empregam algum conhecimento ou
número de infecções passíveis de prevenção, a custos representação dos objetivos e desejos dos usuários.
acessíveis. [4]
No Brasil, a primeira CCIH de que se teve relato, data de 1 Sinais é um programa gratuito desenvolvido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária

1963, no Hospital Ernesto Dornelles, no Rio Grande do Sul. (ANVISA) para obter os indicadores de infecção nos serviços de saúde, alimentando um banco

Em 1976, o Instituto Nacional de Previdência Social (INPS), de dados nacional.


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Agentes de software inteligentes ou simplesmente agentes


podem ser definidos num espaço de três dimensões: agência, A seguir são apresentadas as descrições de cada agente
inteligência e mobilidade. [15] de software envolvido neste sistema:
Segundo Russel, “Um agente é qualquer coisa que pode
A. AgentSH1
perceber um ambiente através de seus sensores e atuar
sobre este através de efeitos”. [9],[10] Representa o setor de evolução do paciente, responsável
O Java Agent Development Framework (JADE) [11] é um por atualizar informações pertinentes do prontuário do
framework2 para desenvolvimento de sistemas multi-agente paciente. Para simular este sistema, foi desenvolvido um
que implementa as padronizações da Foundation for Intelligent coletor de informações.
Physical Agents 3 (FIPA) [12]. Este framework implementa o B. AgentSH2
conceito de páginas amarelas, que é o lugar onde os agentes
Representa o setor de prescrição eletrônica, responsável
se registram como detentores da capacidade de
por atualizar informações pertinentes as prescrições de
desempenhar determinada atividade e também disponibiliza
antibiótico-esquemas solicitadas ao paciente. Para simular
uma Grafics User Interface (GUI) amigável, para manutenção e
este sistema, foi desenvolvido um coletor de informações,
acompanhamento das execuções dos agentes inserid os no
conforme apresentado na figura 2.
sistema.
Redes bayesianas são modelos de representação do
conhecimento, que trabalham com o conhecimento incerto e
incompleto. Os cálculos efetuados por estas redes, são
baseados no teorema de Bayes, publicado pelo matemático
Thomas Bayes em 1763.
Para o desenvolvimento deste trabalho foi utilizado o
JADE, devido a implementar os padrões da comunidade de
desenvolvimento de Multi-agente, ser software aberto
(open-source) e possuir portabilidade; e a rede bayesiana,
desenvolvida em [8], para calcular a predição do cálculo do
potencial de risco.
Foram desenvolvidos os seguintes agentes de software
divididos em três grupos: AgentSH1, AgentSH2, AgentSH3,
AgentAH4, responsáveis por simular as unidades
Fig. 2: Simular do sistema de prescrição eletrônica
hospitalares; AgentProcessamento, responsável por
executar o processamento através da rede bayesiana; e o C. AgentSH3
AgentMonitor, responsável por atualizar as informações no Representa o setor de internamento, responsável por
monitor da CCIH. A figura 1 apresenta o diagrama que atualizar informações pertinentes a recepção do paciente no
representa a integração estes agentes. momento da solicitação de internamento. Para simular este
sistema, foi desenvolvido um coletor de informações.
D. AgentSH4
Representa o centro cirúrgico, responsável por atualizar
informações pertinentes intervenções cirúrgicas sofridas
pelo paciente. Para simular este sistema, foi desenvolvido
um coletor de informações.
E. AgentProcessamento
É o agente responsável por receber informações coletadas
pelos agentes simuladores sobre o paciente e interagir com
a rede desenvolvida através da ferramenta case NETICA
[14], e montagem das informações a serem apresentadas no
monitor da CCIH.
F. AgentMonitor
Responsável por recepcionar as possibilidades de IH
Fig. 1: Integração entre os agentes geradas pelo sistema, armazenar e apresentar através do
monitor da CCIH. Sua finalidade além de apresentar estas
2 De acordo com a definição de Grady Booch: Um framework pode ser visto como um informações para monitoramento, é disponibilizar uma
padrão de arquitetura cuja modelagem reflete uma infra-estrutura reutilizável e adaptável a pesquisa armazenada no histórico do sistema, para o
algum contexto. [13] acompanhamento da evolução do paciente, conforme
3 Associação internacional sem fins lucrativos, a qual tem intuito de produzir especificações apresentado na figura 3.
para interoperabilidade das diversas tecnologias de agentes. Tem como objetivo padronizar a
utilização de agente de software através de uma combinação de discurso, lógica e antologias
públicas.
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colaboração, ou seja, informações sobre o paciente,


aos outros agentes da plataforma, dispostos nos
outros setores do hospital;
7. s olicitar colaboração para processamento: Após
receber as informações de todos os outros agentes
simuladores, sobre o paciente em questão, este
solicita a colaboração de processamento ao agente
processador, para efetuar o cálculo do potencial de
IH através da rede bayesiana [8]; e
8. s olicitar atualização do monitor: Após receber os
valores atualizados da possibilidade de infecção do
paciente, então é solicitado ao agente monitor para
atualizar o monitor da CCIH com este lançamento.
Fig. 3: Monitor de históricos

A seguir são apresentados os comportamentos do agente


A interação entre os agentes ocorre através de
pertencente ao grupo de processamento:
mensagens em broadcast4 e mensagens direcionais. O
1. registrar-se na plataforma: Cada agente processador
tratamento das mensagens, bem como a organização do
ao iniciar usa execução registra-se nas páginas
sistema, é efetuado pelo framework JADE.
amarelas com o tipo AGENT_PROCESSADOR, que
Cada agente de software envolvido neste sistema possui
representa para o sistema, agentes processadores do
seus comportamentos, de acordo com as características do
potencial de risco de infecção; e
grupo a que ele pertence. A seguir são apres entados os
2. atender solicitação de colaboração de
comportamentos dos agentes envolvidos neste sistema.
processamento: O agente processador tem o
Os comportamentos dos agentes pertencentes ao grupo
comportamento de atender colaborações de
de simuladores das unidades hospitalares são descritos
processamento solicitadas pelos agentes
abaixo:
simuladores. Assim que o agente recebe uma
1. registrar-se na plataforma: Cada agente simulador, ao
solicitação de colaboração, efetua a interação com a
iniciar usa execução registra-se nas páginas amarelas
rede bayesiana [8], através de uma chamada via Java
com o tipo AGENT_SH, que representa para o
Native Interface (JNI) ao sistema NETICA, para
sistema, agentes simuladores das unidades
efetuar o cálculo.
hospitalares;
2. atualizar lista de agentes: Seguindo um intervalo de
A seguir são descritos os comportamentos do agente
tempo definido inicialmente através de uma
pertencente ao grupo de monitoramento:
propriedade, os agentes atuali zam suas listas de
1. registrar-se na plataforma: Cada agente processador
agentes encontrados na plataforma, dividindo em
ao iniciar usa execução registra-se nas páginas
agentes simuladores (AGENT_SH), processadores
amarelas com o tipo AGENT_MONITOR, que
(AGENT_PROCESSADOR) e monitores
representa para o sistema, agentes de monitoração
(AGENT_MONITOR), prevendo a possibilidade da
da CCIH;
inclusão de mais processadores e/ou monitores na
2. iniciar a GUI: Ao ser iniciado um agente monitor, é
plataforma;
apresentada uma tela para monito ramento das
3. iniciar a GUI: Ao ser iniciado um agente simulador, é
informações. A Fig. 3, representa o monitor do
apresentada uma tela de entrada de dados,
sistema executado na CCIH, iniciada pelo
específica para cada setor. A Fig. 2 representa o
AgentMonitor;
sistema de prescrição eletrônica, iniciada pelo
3. observar solicitações de atualização no monitor: O
AgentSH2;
agente monitor tem o comportamento de atender
4. atender colaboração: Cada agente simulador tem o
colaborações solicitadas por outros agentes
comportamento de atender colaborações solicitadas
s imuladores. Assim que o agente recebe uma
por outros agentes simuladores. Assim que o agente
solicitação de colaboração, atualiza sua base de
recebe uma solicitação de colaboração, verifica em
histórico e apresenta na tela do monitor o
sua base local se o paciente em questão foi
lançamento das informações do paciente;
registrado anteriormente, para retornar as
4. atualizar o banco de dados: No momento que o
informações atualizadas deste paciente no seu setor,
agente recebe informações do paciente, ele os
para o agente solicitante;
armazena na base de históricos, para atender
5. atualizar o banco de dados: No momento que o
solicitações de pesquisa de histórico do paciente; e
agente recebe informações oriundas da tela de
5. atualizar o monitor: Atualiza o monitor do sistema
entrada de dados, ele os armazena para atender
executados na CCIH, com as informações do
possíveis solicitações de colaboração de outros
paciente.
agentes para es te paciente;
6. s olicitar colaboração: Após ter armazenado as
informações deste paciente, o agente solicita a

4 Broadcast é um tipo de mensagem que é enviada a todos os agentes da plataforma.


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III. RESULTADOS Como trabalhos futuros, identificou-s e:


Os resultados foram obtidos através da execução de uma 1. a possibilidade de efetuar a coleta dos dados através
bateria de testes no sistema seguindo as seguintes de rede werelles, exatamente do momento da execução
características: dos procedimentos no paciente, além de evitar o
- Simulação do lançamento de informações de 50 pacientes número de acessos na UTI-neonatal, procedimento
fictícios, durante um período de 10 dias; que minimiza a possibilidade de contaminação dos
- As simulações foram realizadas em máquinas pacientes lá alojados.
distribuídas na mesma rede, simulando assim a característica 2. conceber a criação de alertas para o médico
de distribuição das unidades hospitalares; responsável pelo paciente, via telefonia celular,
- Efetuada a verificação e conferencia, através de logs5 quanto ao risco de infecção apresentado pelo
gerados pelos agentes, para validação das interações entre paciente;
os mesmos; e 3. criar uma pesquisa de histórico de IHs no agente
- Efetuada a verificação e comparação dos valores da monitor, por um determinado período, facilitando
possibilidade de IH do paciente apresentado no monitor da assim a investigação da evolução da IH; e
CCIH, com os valores apresentados pela rede bayesiana, 4. integrar este sistema com outras unidades de saúde
quando executada na ferramenta case NETICA. além da UTI-Neonatal, possibilitando assim a coleta
Não fez parte deste trabalho avaliar os resultados de informações e o processamento do risco de um
calculados pelo sistema, pois estes valores já estão paciente vir a adquirir uma IH em tempo real e em
validados por Beltrão [8]. todo o hospital.
Considerou-se como tempo real os valores quantificados
como: O tempo gasto no processamento, armazenamento e Este trabalho não teve como objetivo quantificar a
tráfego das informações na rede entre os agentes, além da redução de IH, mas prover uma ferramenta que auxilie nessa
formatação da apresentação das informações na tela do avaliação.
monitor.
Nos experimentos iniciais realizados, o tempo entre o V. REFERENCIAS
lançamento de informações e a apresentação da topografia [1] R. C. Couto e T. M. G. Pedrosa. Guia Prático de Infecção
calculada, alcançou variações de 1 a 5 segundos e média de Hospitalar. MEDSI Editora Médica e Ciência Ltda. 1996.
[2] A. T. Fernandes. Infecção hospitalar e suas interfaces na área
2,1 segundos, com desvio padrão de 1,4 segundos.
da saúde 2. São Paulo: Atheneu, 2000. 2v.
[3] U. Zanon e J. Neves. Infecções hospitalares. Prevenção,
IV. CONCLUSÕES Diagnóstico e Tratamento. Rio de Janeiro: MEDSI, 1987. 986
O sistema coletou as informações através dos simuladores p.
[4] G.A.J. Auliffe. Controle de infecção hospitalar: manual
dos sistemas hospitalares de forma distribuída; efetuou o
prático . 3. ed. Rio de Janeiro: Revinter, c1998. 264 p.
cálculo do potencial de IH do paciente através da rede [5] E. A. C. Rodrigues; et al. Infecções hospitalares: prevenção e
bayesiana desenvolvida para este cálculo; e apresentou ao controle. São Paulo: Sarvier, 1997. 669 p.
monitor da CCIH os valores corretos calculados para o [6] Brasil. Leis, decretos, etc. Portaria n.º 169 de 24 de junho de
paciente em tempo real. 1983. Ministério da Saúde. D.O.U. - Diário Oficial da União;
Devido aos procedimentos descritos acima, o sistema Poder Executivo, de 28 de junho de 1983. Brasília, 1983.
alcançou o objetivo de prover uma ferramenta para [7] ANVISA, Agência Nacional de Vigilância Sanitária , disponível
na web em:
monitorar em tempo real a possibilidade de IH em UTI-
http://www.anvisa.gov.br/servicosaude/controle/index.ht m, em
Neonatal. A apresentação a CCIH do potencial de risco de 10/2004.
IH de um determinado paciente, no momento que os [8] J. C. Beltrão; et al. “Sistema Especializa para Cálculo do
procedimentos realizados no paciente são atualizados no Potencial de Risco de Infecção Hospitalar em UTI-Neonatal”.
sistema, possibilita ao responsável de plantão da CCIH, IX Congresso Brasileiro de Informática em Saúde – CBIS2004 .
tomar as medidas necessárias para evitar ou diminuir a Ribeirão Preto-SP. 2004.
intensidade da possível IH alojada no paciente. [9] S. Russel e P. Norving. The AIMA Agent, 1995, pg 33-35.
[10] S. Russel e P. Norving. Artificial Intelligence - A Moderm
Como contribuição este trabalho define uma abordagem
Approach.. Prentice Hall, Inc. 1995. pg 32.
de aquisição/coleta para a tomada de decisão em saúde [11] JADE, Java Agent DEvelopment Framework, Disponível na
relacionada à IH, adotando uma arquitetura que levou em web em http://jade.cselt.it/, em 08/2004.
conta naturalmente à distribuição de informação do controle, [12] FIPA: Foundation for Intelligent Physical Agents, Universidade
integrando agentes de informação ao sistema de apoio a de Parma, Itália. Disponível na web em http://www.fipa.org/, em
tomada de decisão para simular a avaliação de um 08/2004.
especialista. [13] G. Lima. Frameworks para Desenvolvimento Web . Disponível
na web em http://www.jspbrasil.com.br/, em 08/2004.
Desta forma, monitorar em tempo real o potencial de risco
[14] Norsys, Netica Bayesian Network Software from Norsys .
de IH em UTI-Neonatal, possibilita ao responsável de Disponível na web em http://www.norsys.com/, em 08/2004.
plantão da CCIH, através da avaliação das IHs apresentadas [15] D. O. O`Connor; et al. “Intelligent Agents Strategy ”. White
pela monitoração, tomar as decisões necessárias para evitar Paper, IBM Corporation, Research Triangle Park, NC. 1996.
ou minimizar a intensidade da possível IH acontecer, Disponível da web em:
auxiliando as CCIHs no seu papel de coletar informações e http://activist.gpl.ibm.com/WhitePaper/ptc2.html, em
efetuar avaliações sobre as IH apresentadas no Hospital. 08/2004.

5 Os logs são registros de atividades gerados por programas de computador.