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DIREITO CONSTITUCIONAL - 2º BIMESTRE CONTROLE CONCENTRADO 05.05.2011 art 103 - legitimidade! competência: STF ou TJ local.

poder de anular uma lei, e esta ação vale para todos. ADIN ou ADI: ação declaratória de inconstitucionalidade por ação genérica inconstitucionalidade se dá por um vício de ação, deve guardar fundamento constitucional. É obra do Poder constituinte originário. -cabe a ADIN de lei federal e estadual, ADC só cabe de lei federal. - ADC é obra do poder constituinte derivado - uma decisão procedente de uma ADIN = uma decisão improcedente de uma ADC -a decisão de uma ADIN procedente ou improcedente faz coisa julgada na ADC. 1) Fundamento constitucional (art 102, I, a, primeira parte) 2)Fundamento legal (infraconstitucional) lei 9868/99 3)Competência: STF 4)Objeto: lei ou ato normativo federal ou estadual que enfrente a constituição 5)Legitimidade ativa: aquele que a lei diz quem é (art 103 da CF). Só pode ajuizar uma ação a Mesa, não somente o presidente da mesa. Mesa: orgão diretivo da casa legislativa. *governador do df pode ajuizar uma ADIN? Sim, conforme art 103, V *governador do df pode atacar qualquer lei distrital? Não, por que a lei a ser atacada pode ser lei estadual, federal ou municipal. e na ADIN só cabe lei federal e lei estadual. a oab é uma entidade de classe de âmbito nacional! art 103, incisos VII e IX para a oab não existe restrição de interesse, para o conselho da oab a ação pode tratar de qualquer interesse, e as entidades só podem tratar de ações relacionadas a elas. a oab pode ajuizar a adin sobre qualquer matéria, por isso o destaque no art 103.

prescrição em decadência: está ligada ao exercício do direito subjetivo! é a perda do direito de ação. in thesi. por tais motivos: -porque um ato nulo vai ser eternamente nulo.2011 *essa decisão do STF que declara inconstitucionalidade da ADIN faz coisa julgada? e cabe ação recisória? essa decisão faz sim coisa julgada. 8)efeitos da ADIN : erga omnes. não cabe ação recisória. depende de qual das especies do art 59 esta sendo atacada. se for emenda. p) tutela cautelar: serve para assegurar a eficácia do processo principal. *possibilidade cautelar: cabe cautelar na ADIN? sim. quando esse direito de ação não é exercido! perda do próprio direito.05. decadência: está ligada ao direito protestativo. decretos ou resoluções quem tem legitimidade passiva é o congresso nacional se for medida provisória quem tem legitimidade passiva é o executivo se for leis complementares ou leis ordinárias quem tem legitimidade é o legislativo e o executivo 7)litisconsorcio: pluralidade de partes! passivo: cabe em caso de leis complementares ou leis ordinárias! ativo: cabe. e no mundo penal. desde que haja interesse. *não há prescrição em decadência na ADIN. por revisão criminal ou habeas corpus. I. o pedido de cautelar é efêmera.6)Legitimidade passiva: quem tem o poder de criar a lei ou ato normativo. ex tunc . a coisa julgada permite flexibilização quando for para aumentar direitos e garantias do indivíduo. porque não tem como fazer interposição de. 12. Se pudesse essa decisão ser alterada causaria insegurança no caso jurídico. é quem produz a inconstitucionalidade. Para se . por tais motivos: -princípio da segurança jurídica -lei 9868 * a coisa julgada pode ser afetada por ação recisória.. (art 102.

e cabe ao juiz dizer qual é a norma faltante. constitucionais de eficácia limitada . o Mandado de Injunção tem efeitos in caso. legitimidade passiva: responsavel pela norma nao ter sido feita * cabe cautelar na ADIN-O? para o juiz conceder uma cautelar na adin-o. o juiz deveria dizer qual é a norma! a medida que afastaria o dano da falta dessa norma. a.indícios suficientes de autoria e materialidade. O prejuízo é pela falta da lei. -fumus boni juris: fumaça do bom direito . ex tunc e inter partes. não cabe medida cautelar. a qual a constituição manda fazer. I. 2)Fundamento legal (infraconstitucional) lei 9868/99 3)Competência: STF 4)Objeto: lei ou ato normativo federal ou estadual que enfrente a constituição 5)Legitimidade ativa: aquele que a lei diz quem é (art 103 da CF). E como o juiz não pode legislar em obediência ao principio da independencia dos poderes. por vicio omissivo . a inconstitucionalidade esta em não fazer a lei. é a existência dessa norma. em razão de não se ter uma norma.conceder uma cautelar é necessário a análise de: -periculum in mora: perigo na demora . ou normas não auto aplicáveis. 1)Fundamento constitucional ou Possibilidade jurídica do pedido: art 102. o mandado de injunção serve para tutelar direitos e garantias. semelhança: São duas formas de se atacar as normas constitucinais de eficácia limitada. Responsabilidade Civil por dano causado em razão de negócio jurídico com fundamento em lei declarada inconstitucional ADIN-O : ação declaratória de inconstitucionalidade por omissão vício omissivo! para josé afonso da silva são normas estas. é um ato omissivo. primeira parte. ADIN-O x MANDADO DE INJUNÇÃO são duas ações! adin-o serve para controlar a constitucionalidade em razão de um vício omissivo.necessidade da medida porque podera surgir a impossibilidade ou dificuldade de inversão da medida.

segunda parte) 2) Fundamento infraconstitucional: lei 9. prefeito. já o mandado de injunção é pacífico cabimento de cautelar. procurador geral da justiça. ADIN interventiva. exclusivamente. Finalidade da ADC: afastar a incerteza juridica em razão de razoaveis e contundentes divergencias. 1) Fundamento constitucional (art 102. porque em esfera estadual só cabe ação a partir de controle difuso ou de controle concentrado somente nesses casos. *cabe cautelar na ADC? Sim. § 1º lei 9882 âmbito estadual ou municipal 23.adin-o orgão competente stf. 5) Legitimidade ativa: aquele que a lei diz quem é (art 103 da CF).2011 Na esfera estadual. adin-o cabimento da cautelar tem previsão na lei 12. só cabe ADIN. pode ser impetrato outros tribunais.2011 a adc é obra do poder derivado. o mandado de injunção não tem o stf de forma exclusiva . mesa da assembléia. partido político com representação na assembléia. adin-o efeitos erga omnes. LXXI ADC: AÇÃO DECLARATÓRIA DE CONSTITUCIONALIDADE 19.8698 3) Competência: STF 4) Objeto: lei ou ato normativo federal que enfrente a constituição. diferentemente da adin que é obra do poder originário. ADIN-O. oab seccional. mandado de injunção efeitos inter partes.05. ADPF: AÇÃO DE DESCUMPRIMENTO DE PRECEITO FUNDAMENTAL artigo 102. (art 125 §2º) legitimidade: governador. federação sindical ou entidade de classe de ambito estadual. conforme lei 9868.063. ato de declarar a constitucionalidade de tal ato. a. art 112 da constituição do ES ESTADO FEDERAL .05. mandado de injunção: artigo 5º . I.

em 1988 as matérias que foram repartidas eram de índole: administrativa. dado a alguem ou a algum orgão. 2) Características de manutenção: •Rigidez constitucional. •presença de poder constituinte derivado decorrente = constituições estaduais. remanescentes ou reservadas: são as que sobram .2011 REPARTIÇÃO CONSTITUCIONAL DE COMPETÊNCIAS competência: é dada pela lei. legislativa ou tributária. isso só existe no Senado. soberania é diferente de autonomia soberania: autodeterminação! quem tem soberania é o estado federal brasileiro autonomia: ausência de hierarquia entre as partes que compõe o todo. para josé afonso da silva. 30.possui uma postura polidimensional: estrutura dividida em poderes diferentes e autônomos. estado unitário: um eixo de poder. autonomia é uma conta: autonomia = auto governo + auto administração + auto organização Características do Estado Federal: 1) Características essenciais: •descentralização política ou repartição constitucional de competências. Conjunto de atividade pública. há uma descentralização administrativa. •orgão próprio para prover o controle de constitucionalidade. quem possui autonomia é a União. Competência é divida em: •competências expressas: aquelas que estão solenizadas •competências residuais. •participação das vontades regionais(parciais) na produção da vontade nacional.05. centralização política. é a lei quem diz de quem é a competência. estados federados e municípios.

prevalecendo assim o interesse nacional. legislativa artigo 23: competência administrativa. o que exciste é uma prevalência de interesses! o interesse nacional deve sobrepor o interesse estadual ou municipal. IV. artigo 24 §2º : diz que a competencia da união para legislar sobre normas gerais. MUNICÍPIOS . exclusiva artigo 22: competência privativa. é indelegável. Os municípios não tem competência concorrente. I e II : legislativa! III a IX: administrativa! Os municípios não possuem competência concorrente. expressa.competência exclusiva: aquela que é dada a um único ente da federação. inciso I 02. excluindo os demais. conforme artigo 24 Os municipios possuem competência suplementar.competência concorrente: entregue a alguns entes da federação e permitem que legislem ao lado de outros.06.competência comum: entregue a todos os entes da federação. comum artigo 24: competência concorrente. expressa. em matéria tributária quem tem é a união. quem tem competência reservada são os estados. expressa. II. é delegável III. expressa. expressa artigo 30: competência exclusiva.competência privativa: dada a único ente da federação. terá sua eficácia suspendida. conforme artigo 30. artigo 24 §4º : se uma lei estadual ou municipal que já exista for contra a uma lei federal. V. legislativa. artigo 21: competência administrativa.competência suplementar: aquelas que visam o suprimento de lacunas e complementação de textos ou lacunas legais. por superveniencia da lei federal.2011 Só quem tem competência suplementar são os estados e os municípios. não excluiu a competência suplementar dos estados.Essas competências pressupões algumas situações: I. não existe hierarquia nacional.

porque ambas só devem obediência a constituição. A imunidade não pertence ao parlamentar e sim ao parlamento. autonomia = AG + AA + AD O município possui governo próprio. IMUNIDADE PARLAMENTAR só tem imunidade parlamentar quem é do parlamento. incisos I e II Existe administração pública municipal! se divide em direta e indireta! o município possui uma organização própria que se encontra na lei orgânica municipal. Legislativo: competências legislativas: artigo 30. por isso considera-se o mesmo processo de criação. teve obter maioria de dois terços. mas dizemos que ele possui uma estrutura bi orgânica . e ela é irrenunciável. Existe hierarquia entre lei orgânica municipal e lei ordinária municipal? depende! os mesmos argumentos que trouxe que tem hierarquia de lei complementar e lei ordinária dá sustento para essa questão da hierarquia de lei orgânica e lei ordinária municipal.o município é um ente autônomo. processo de criação da lei orgânica: art 29! se dá com uma votação em dois turnos. vice prefeito e secretário composição do legislativo: câmara dos vereadores Executivo: competências administrativas do município: artigo 23. O que se quer é um parlamento livre. processo de alteração: a constituição é omissa quanto a isso. onde ele tem competência comum. pode ser classificada como: •imunidade material ou inviolabilidade . e artigo 30 nos incisos III a IX. e esta deve obedecer tanto a constituição estadual como a federal. tem sua razão científica no princípio da independência dos poderes.não possuindo o judiciário composição do executivo: prefeito.

votos e opiniões no exercicio da sua atividade parlamentar. neste caso TJ (art 29. só quem possui são os deputados e senadores. se o prefeito pratica crime eleitoral quem julga é Tribunal Regional Eleitoral. será julgado pelo Tribunal Regional Federal. Aqui a sanção é o perdimento do cargo. inciso X). •infrações político administrativas possuem natureza e índole político-administrativas. •crimes de responsabilidade todos aqueles postos DL 201/67 e 10. inciso X) . que é a câmara. art 53 e seus paragrafos. havendo uma pena. é julgado pelo poder judiciário. Não tem crime. GOVERNADOR E PRESIDENTE: podem praticar: •crimes de responsabilidade são infrações politico administrativas. serão submetidos a julgamento no STF. gerando pena politico administrativa e vai ser julgado por uma orgão tbm politico administrativo. Todos os parlamentares (vereadores (art 29). se houver interesse da união. havendo uma pena. art 85 (presidente) e constituição estadual (governador). RESPONSABILIDADE DO PREFEITO O prefeito (chefe do executivo municipal) pode praticar os chamados: • crimes comuns Todos aqueles postos no código penal e na legislação penal especial. A lei orgânica municipal é qu diz quais são essas infrações. se houver interesse da união. Senado federal processa e julga(presidente) . será julgado pelo Tribunal Regional Federal. assembleia legislativa .028/00. o parlamentar tem essa imunidade. reação de natureza penal. possuem índole penal. é julgado pelo poder judiciário. Possui índole penal.garantia que tem o parlamentar de exercer as suas palavras. neste caso TJ (art 29. •imunidade formal ou processual Mesmo que se cometa um crime. deputados e senadores(art 53)) possuem essa inviolabilidade. reação de natureza penal. Existe o crime. sanções politico administrativa (impeachemeant).se o prefeito pratica crime eleitoral quem julga é Tribunal Regional Eleitoral. mas não quer dizer que existe o processo.

VII (provocada por força do artigo 36. 06. requisição do STF. Ela não agride o estado federal. É um remédio jurídico político próprio a proteger o estado. que tem por objetivo a recuperação da saúde do estado. artigo 36: incisos: quais as intervenções provocadas! paragrafos: normas gerais das intervenções.levado ao presidente da república.2011 INTERVENÇÃO existe em âmbito federal e estadual.(governador) •crimes comuns Possui índole penal para ambos. . A regra é a não intervenção (autonomia). há uma quebra do auto governo.provimento em ADIN - . executivo ou judiciário). no caso do presidente só será submetido a julgamento por dois terços da maioria da câmara do deputados.decisão de ofício do presidente da república . ela acontece sobre um orgão (legislativo. artigo 84. II. artigo 34: hipoteses onde pode ocorrer a intervenção nos estados e no distrito federal. VI ( provocada por força do artigo 36. STJ e TSE.possível decreto de intervenção.Para ambos os tipos de crime. ) . e sim protege. sançaõ penal. a intervenção não se da sobre todo o estado. Só é utilizado como medida drástica. a intervenção é exceção. •intervenções espontâneas ou voluntárias: art 34. ou sobre todo o ente. STJ (governador) .Para ambos os tipos de crimes.) . afastando a autonomia do estado. no caso do governador só será submetido a julgamento com autorização prévia da assembleia legislativa.06.e decidido por decreto de intervenção. importante: interpretação do artigo 35. artigo 35: hipoteses das intervenções nos municípios. III e V. •intervenções provocadas: art 34 IV (provocada por força do artigo 36. III . I. inciso X. A intervenção é o afastamento temporario da autonomia. se houver a provocação remete-se ao presidente da república. o STF. no caso do presidente. . Quando ocorrre essa intervenção. I que é a solicitação legislativo e executivo e requisição judiciário. II. aplicada pelo judiciário.

possivel decreto de intervenção. suas alíneas: princípios constitucionais sensíveis. haverá interventor.somente o chefe do ministério público federal (procurador geral da república) tem legitimidade para todas as ações de controle concentrado de constitucionalidade . junto ao STF. onde se dará ou . exceto os que pertencerem ao territorio federal. II e II: intervenções espontâneas! decisão de ofício do governador . caso não seja isso suficiente haverá um segundo momento.interventiva. intervenção nas hipóteses do artigo 35 artigo 35: incisos I.o STF é o unico orgãoa prover o controle concentrado de constitucionalidade . e se rejeitado terá efeitos ex nunc. dizem que a constituição deve ser interpretada deste modo.) artigo 34. que se couber intervenção. § 1º ! pode haver uma intervenção sem interventor? os que susutentam que sempre haverá interventor. onde se decretará a intervenção. é remetido ao presidente da república. onde se dará ou negará provimento. diz que havera necessidade de nomeação de interventor quando for no executivo. o presidente deve remeter ao congresso nacional em 24 horas.único legitimado para adin interventiva: procurador geral da república. . para que assim sofra um controle político da intervenção. que no primeiro momento suspende a eficácia do ato.. onde o decreto vai ser ratificado ou rejeitado. quando for no legislativo não caberá interventor. inciso IV: intervenção provocada. Caso o STF dê provimento. no artigo 36. INTERVENÇÃO MUNICIPAL os municipios sofreram intervenção do estado. que é composto pelo senado e pela câmara. ¬ outra parte da doutrina. .1) controle de constitucionalidade 2) autorizar eventual intervenção artigo 36. Se ocorrer quebra destes princípios . o procurador geral de justiça poderá ajuizar uma adin interventiva estadual sendo entao levado ao TJ. o procurador geral da republica podera ajuizar uma adin interventiva.VII.ADIN interventiva: duas finalidades . paragrafo 1º: que o se couber quer dizer. não da união. sendo entao levado ao STF.

onde se decretará a intervenção. caso não seja isso suficiente haverá um segundo momento. na intervenção municipal. Caso o TJ dê provimento. que no primeiro momento suspende a eficácia do ato. é remetido ao governador.negará provimento. o controle político será feito pela assembleia legislativa do estado! .