O Conceito de Biomas na Ecologia
mMagiea que ocê ectá em ralóri no leste do África, so Sávona, é uma dos pessoos de
mu grupo grita, "Olhem lá, um coco!” Com seu iminomento em Ecsárico, você saba ime-
digtamente que imo nõo é possivel, porque o fomlo dos coctos (Caciocece] astó
reshito
eo Honúndário Ocidental. Contuda, o plonte 16 pornce exctomente com 01 cocka que se
vaum am asbisetes sealhoame no Mágico (Fo, 5,1), ma inipeçõe set prbsima des foras
mosto que o plecto é venelhente os6 coisa. im merbro da femilio dos eufeckióceos
Evphodisceaa).
Seu celage foi angerado por um comum ne biclogõa, é A con:
'varngindo é 5 proceso pelo qual ongontamos pão sslacosados. detenivalenm enc
semalhar-
EO UM Com O ouiro-em Tmpostos à condições ambientais semelharies. Oh galhos sem
folhas,
epessos 8 cormosOS de cocos e evtodicans 1 E pestir dae ed:
para reduzir sua parto da Ages em ombiantes temidridas Aá duos Blavos se ponscem
por
que elas. eh om , embora d de ancevhoa não
txdas é de aporbocio deveiio. A subaçõe iietida o avolação de aquecem do pediria
mari
de vm determinado mgonismao conquanto sie sejo copos da umo meposo odopícévo o vmo
condeão exesífico do gmbinns
A començõecio anplico por uue reconhecemos umo onssocioçõo enme m formos de anço
TÉRDOS e tur umbioróes porticuiores em qualquer porte do mundo. As úrvores do
Floresto
Flurici Trogioo! em 1 mesmo oporêncio genáreco, não importo onde lorom descobertos
ov
a qual Inhogam esnlvivo petuntem, O maio poda ser dio des arhuzics que holbitoe so
Tonalmeniz ombientes 1ecus, que produzem iolhos pequenos e decidoosu +
Irequeniseante
urmom asus e o cem cg para Biseodir ca barthtvons. As árvores da
Tese des do Novo Zelándia, cuaemelics+e
+ rara da lobos lauda da Henadiris Nora, menno seedo gimaaapenmoi, poresíes moi
próxima dos pinheiros + obetos do que dos corvolhos e bordos
77
70 O Comte da fismae às
* Godmadiosgrendo formas de o
poli a ag eras
* Oelma deline a hoteis dos biama iemmires.
* xd Hi de Viahar disinguem or grandes
Eocrnia Jerteaires
* As zon da dima temporcelo Mm tanporcsais mádisi orgs
ente ST e XT
Verde a polar e bormal im temperndunos médios
ehdias de 5
* Ai rongs de dio eos lotitdes tropicais Hm Inspensioras
mácica ecimo de 2XC
. AETNIBIS ONIENTOE ATESTAM
* Oh sintomas agiróficos marinhos ão dessilicados
principolaante pala profundidade da éguo
eclma, a wgografia e 6 elo — = se infinbmcios análogas
mo umbassios aquíficos — determinam o caráier de em-
dariça da vida esimal é vegeml, assim como + fisckoninmenta
dos ecossistemas sobre « superficie da Term. Embora nho bugs
lugares que bosp a 5 Oie cos uno de espe
om, podemos agrupar se comunidades biológicas e oe coveste-
eras om calegorias, baseado eo cluana € mi fora de vegetação
Uonantede, óique dd + eles seu carfitór peral. Estas categorias são
demominadas de biomas. Os eoossistemas que pertenverm o mes.
Ta fipo de hioma em diferenies partes do mundo desegvolvem
uma estrutura de vegersçõo e funcionamento semelhantes aos
dos vcossistenas, incluíndo produnibridade a de ciclagem
de sob condições Acém, de
perna, à Porca Pioviol Temporada, o5 Asrbossos, os Campos
em Decore Subtnopicais, Como seta de esperar, a distifhoição
Bocgrálica dese hiviaas Um alta comelaçõe com ae grimdes
runs climáticas da América do Norte. Ao sol do México e nº
América Comtral, o Aaoresta Phavial Trpical, a Flores Docidus
Tropiesl e ana Tropucal são biomas inpornameos. Embnira
nda biota seja lncilmente econbecível por seu tipo-de vegein
lin, é imporianie perceber que sistemas diferentes de classifica:
ho buem distinções bs vezes mais gernia oe expecíficas, e que
5 caracierísiicas de um beona normalmente se misturam hbque-
las do hicema vininho, O conçeito de hénma, contudo, é uma fer-
TaENtA BTUÍVO ÓI) que cupaciga os esódogos de 1odo 1 mando à
irabaliharem jumis em direção E tuna compressão da earotura
biomas propertcionam pontos de mefenincia come para
comparar ve penca coolágioos numa escala glofal. Os ecos-
siidemus do bioma bosaquetarbusho, camoterístico dos clima me-
pesqui Lines Eram, é nl rerita brain E MúcOSA,
po lo, 1êm € fine não
importa se estejam nó sol de Catifórnia. no po da Fraegça, no
Chile, no sul da África ou na Ausirília.
Cs hinos tenrestres impentantes dos Estados Unidos é Ca
atá são à Tumdra, é Floresta Boreal, a Floresia Saroral Tem-
e fuzcko dos grandes
1) fimo de om biomas poderem ver distinguádos em ger! refle-
ie a sinçãos reslidado de que nenhuma planta pode resistir a to-
lós ae condições que ocorrem 6a superficie da Terra. Sé nº plan
Vas tivessem amu inlerância tio anysla. 2 Terra seria coberta por
um único báenma. Ac contrário, es drvores, por exemplo, não po-
dem cresoorago as condições segui que os arbosios e gramíneas
conseguem tolerar, simplesmente porque 6 esretura Fsbea, eu
Farma: de crescimento, dai árvores cria wma alia demando por
[Link]
ny re Tr OR É Re Ar pia ea
Therháceas (chamadas forto'j podern sobreviver aos invernos frios.
Siva Tigricipeeio carapipse io ires ae lote sãos
Rússia e
Esta combimação de firma doe crescimento se psteriaçõioa
E sina Rai Trade. Arrat osadaiera sveltas
união 0-5 extensões dus biúnmas, Se:
entudo da ecolagin poderiu entristeritaaem ion
Inções dos. crganisínos com às sevs ambientes Micos, 2 mio &
Traix na ecobogia se Mc Mia: Cioiato, deticios
nu lembrar de que a vida nho é 1fo ximples. Além
O Corgnita de Soma 1º fodog 79
formas enpeciíficas de à são a fã!
limas. Estes principios estabelecem u felaçõo Íntimo enire 1
clima e » vegeraçõo, Tesha em mente, contudo, que há ourms.
Temelhanças. cocos onigrexentes entro óreos do mésno tipo de
Bicas, incluíndo a produiividade bictógica, 6 FeGOSeIÇÃO de
RA DOR AGNES A DS A RN AN
Nio
belas de aniscane no Qual ve As cdoções
sicas diferem Timma, é seus.
Es IS op io rnAs tuga aárir infasrs
em biomas de cenas
ficas, Sara lr vid diariaarânnagiaee e diseribulções
frrgatrao o nego its oem primeira desos sic
de interuções entre a expécios — th como a com-
pelição, à predação € o Mumadisao — que delermbánio sé vim
a, ã
predominam
excluem au pra-
míncas, que nho podem ereseer é se repooduxir soh aquelas som-
mus profundas.
O segundo Teor é aquele da sono e da hissória. Os biomas
atuais desemolvenim-se por longos períodos, durenie cs quais
us disiribuíções de massa de tierra, bucias oeslinicas e zonas eli
temperadas são Úpicamenae Janus e finas, proposciooando vma
fstreçts qnd o ias esc eo ara cerco aa trem
Proveção à dessecução ou congelamento. Tor cuens Indo, ae folhas
de muitas des de do são dividi-
dus para dissipar color (veja n Fig. 3.87, é algums espécies
folhas.
tests sarceal qem 6 dessem: esboopical diferem drama
ameno. Estas se estendem desde o espaçamento en-
DES E Em fNametas teimperadus, as
Fockhados, nbngao sa Redações ão
qto icms mais secos,
iu bomes é dá fuvaeas, 84 rives 2 mbos so ul expo:
quado, propor veis competição estre sete sistemas 12-
diculares pela água Hmitada, 6 este espaçamento permite bs gre
em ocupar muiaos. sinplownente ponqos = taíncas resistentes à seco crescer mms
interválos entre 05 árvores,
não forum cipagos de ee Lire reina Mos deseros mais estrómeons, bos parte da
meperfício do solo é
Tera. reglirndima pairar ço gut cana usa, pegue de água não umo es-
toada por hunsanos de Pansão à de
aropeu (Shimas rnúgario um pnbévor de toner, ES Duda que os às
refira) em partes do [sai edito ar piesifuirçorniat-eru api
maes que So
espécies.
Além disso, a evolução ocorreu por linhus indepesdentes em
diferenioa partes do mundo, levando em alguns casos » hicmas
nilons. A Auxerália foi pedida dos cutrms comincntos há ciica de
21h a 50 esilhões de anos, vque é responsável tanto por suá finma
e fora incomuns, quamo pela ausência de eniitos fpos de plamas
€ mms familiares sos ros. Devido b mma bástório única,
má forces de Auserália com um climoó que sussestaria nfasáoe om
mavano de carvalho na Califóncãa são revestidas ao liivrês disso
parar ora Sire onde. cega ando nt eia
— bustos sho chamados nº Califórmia — e 6
gana sduprenpçal vossa dec
A forma do crescimento vegoul prodominanee difero, páncipol-
tegnte por causa dos acidentes históricos, Comstdernemeos estes
Ssgueivaliirur. agr Brira pata Saindo rgliaço Ani [8570]
veremos neste capítulo, o umbiense Fico em última instância
deféne a ceretoríntico de distribuição dos grandes hiomas.
O clima é 6 grande determinante das formas
de crescimento e do distribuição dos plantos
Podemos cloveificar o: secesiremmas em blomes porque 6 clima,
Janio com eratras infliaincias, deseimima us (vans de crese mes:
DO opetal nula adequadas 4 wma úrcea e pocque as plates com
NT Ra o aaa à pese ELI Fc
Sem Batudis Uttidem e no sut do Canadá, fica limitado petas tem
Pperuturas frias do inverno ao nor, pelas tomáperatuns quentes
for big ioilor Ai ino rdias aire duda eia
açúocir fica confinado aprovcimadamente à porção nuris do bioma
de flores prcnal tempersida né Azhérica de Norte (Fig. 5.2), As
bordo-de-açócor,
feio de Ageáter do More Oo Srememene gre
O
Interagem para controlar a dispocsftólidade de umidade, o bordo
de-açãeu requer una procipiração anual menor ua frontoira dor
18 de nua streaginata (otra die SDO met) dee me ficneira qui
Lesna de LOM final. A lesse. à
for condições.
Laónaly, amar nara se tnpógofia. O bordo-preto (A, ní-
te one sas mesmas áreas de seu parente
prin 4 ixordo-As-açócar, nas normaleneto em antos mais
DO O Corcmio de Bioees ra Exckçes
ecOR E mais hem drenados, eus nio conceddo de cilio 1e por
Tanto menos dedos, O bordo-posseado (A, acofareuo) as
implemento no lede dos Estados Unidos, mais especialmente
vm eodos dunidos é bom dreads de Ohio e ne bacia do rio Más-
beippl. O bonda-vermelho (A. subram eresce melhor veto sub
prum gradrenen ST gens agarre rnas
— leão é, eh extremas que li
find areza oi oreTncbdnstetir adaga
Arvores Atn uma forma de crescimento semeihame e nataral
mente no =-e [E — lona de
Fies
Coro a da maioria da árrinoa, é
Tmriiadda pola seca da vero 6 neste
O clima defina os fronteiras
dos biomas terrestres
Um dos sistemas de classificação chmática mais amplamente
notado 8 7 alatemea una clindtica, desenvolvido pelo ecólogo
iene argor ado rima intao agindo ko
ses, é bascndo no ciebo anus) da iemmperitura e procipesçõo, Os
empre: srlhítos do lim em corsetriiõe de vegcição
di na Fig 54, Ok ralo-
es de tempera é precipitação vamos pera défrir se aoma
nn
rio que ho Tola determine: das form Ee trbeiin os
Falta-de água durante uma estação seca peceunciada. À 10
pel faia de dna duesnte aa eta lntitudos um tanto mais
áltas, está setupre sen água. Os 1lpos de vegeiação típicas destas
três somas climáticos são às florestas pluviss perenes fegiais
via), as eu sas firopica), e o
e elieidiácas da TES comi sela dueaiiie abátãA,
Etislém muitos esquêmas de clavsficação de bicmasi. O de
feio Hiapeação disricnigutvaneçã a dai
LEIS
de modo 4 Ánar Com se
jóia brotar tetra ganidor 1! pos de vcgesação. O coflogs Bote 1 WU:
| beempeenadveras quais dio veria facima de 297) an ud tubes, da Universidade de
Comil, definia em biomas primeiro
Ttitite feio ses lápio de vepeiçõo é endo peucurau adenificar
FIG. 5.2 A distrênicõe de expécios está bmiteda pelas cendicões poder ir gun el
equi desigLaresamisizss
fios do A fee im dão mesa ni SA na do à tempersáura e proci-
hordeda-açóoio: no leve da Ardiefco do Fágra. Segundo H A Frromaão
Teka e Free Tomas ol Pe (nc Given |U) 1 Deportes cd ógicdva
Vaikirgios, DL. (IAM
Bordar
em relução
joint rogo cre orarsbdaca samba L es
de Walker, omnao sena esperado, « sem nusee tipos de biomas se
equivalem Quando [E de Whit-
FIG, 5.3 Espócies. diferir em sumos
Aa Gras em emo mostrar o otnmgênci de bodo
me cemebo e prisedo no este da AÁmbico do Nom gerir qulriaatale) mulçodo em cado:
maca nani modris
ja liar atri Iesendo 1 A bossa Eder o! (cam fa of fa Lina Sora, 5 Depomen O
dgricive, Vénéraen DE 17
TETNEKTESTAVTEGEeTTA CANA
TERRTESTTE TA
=".
O Comenta de isso: se íciago 81
FIG, 5,8 Heinrich Woltar clowificos os zonas dimóscos FNT O e —
ame dos biomm po esa zona sob o esquema de consffcação de Veriluior edão modos do
colando exommo
Tireciplieção anel tmn)
um
" Ú
Ticmperalaea raádtia (MU)
FIG, 5.5 Os biomas de Whittnker sõe definidos de ocordo com o tamperatura o
precipitoçõo
de Ux de «egeioçõo cstaersodas am lação à enpeichno e pocefação méd. Nos cima
iriemediádios eme 1 de Bione de fo
io + de dessio. e lege, o asio « a 1nsoeciidode tetemicont: ee «7 cómpo, bossos ou
mbosos
tau 6 prócipenção cmua! asádias por uma urmisho de
lh
mádios, Vime plot ca eosttemms
vão jm desemedas, inserção
inserções Tunpars
Ig vrificoresannho diria dos sós 0 aqedicio attida doa nlheein. A mina
des pontos com ayfo sgiõo tiogulo, que indu auge oda os receios de dio Agende os
cima das ala mosto: êo cont
"e Hênguin. Os E H Veheckar Compensa ond
Fasano
Te ed. Mocmakor, Fás Ter (167
82 O Conçãão de Rice re Exsiog
laker, 1 mudoria dos locais nº Ten caem desimo de uma áren
triangular, cujos ris contos representam te-climas quente e ámi-
do, quenie é seco é frio é seco (us regiões frins oonm muita pre-
ciperação são raras, porque à água não se evapora rapidamente
cm baixas témpesatras e porque a atimosóera nas regises frias
contéra penca quantidade de vapor de águas
Ni laimodes tropicais + aubtrapicai, onde nº empenian
cebe menos de SOO mo de ia (Zona Climdisca Subtropical
de Walter). Os clemos é ediários Furetas
11300-2.500 mm de <imra), nos quais algumas cu todas as dr
vrms perdem sus folhas duran à estaçõo seca, ou mímietos e
anunas (SO |, SG0 mio de chuvas.
comuniilades mogi Fo
Pltação, é bi prin Re mica das Em quatro (pos
vegeração: Floresta Fluvial Temporada (como no Pacífico noro-
ee da América do Noriek, Ploresia Sete) Temperada, Bos
quer Abuse Campo Tempersedo/Deserto.
alias, varia tho poncó de um lacal para 6 ógero,
Aque os É vegetação são fmcamente diforenciados pelo ci
[= = lernperaturas enódias coem entre OC é =FC, à
Horeal Cide 25 nois médias
Alguinas Precisam do incêndio
montes e desenvolver sua proje. Em divoção ds frosteinas mais
unicas das savonus elticanas e das das prodorias noris-amnericamas,
Ároêndi, Imaraso ns E o avoço
dis fioresuas, que podera er pes É Ines
e il lince 6 fogo, O incêndio favorece ba gramíneas perenes
e foliácens com sestemis cdicnles extensos e meristemss teen-
FErlimtgpgairmqrndo id Seria ua mer qe er
A pustagem pela mesma cao), Após uma área serquei-
inada, a calos dis gramíneas é folidoras lasçam hrotos govos
e rapidamente estabelecem ums nova vegeiaçõo acima da vuper-
fície do soe. Ná auodoócia de Inçõênlios [róquentes, se plântulas
los drvores er am & evencasimanio sambecsniam a
disse, 1nóm todam us fonts de das plantas
posdem nm clima do neo jeito: como mencionado aníes, nº
Arvares do. formam
ut comunidades, vegetnie refierem
Bores mt que não 4 Asmporanira &-a procipitação. porniat
4 polos, o fogo, às Varia;
tom
inções iazoóesis no clima é a herbivoria.
deicom suas marcas. À Arad iba dani frisa
puem du ESSGEME TRIOS e Emo eMGo ESSONTÓERSE FER 15
Plmidas na forma das planras dominantes.
AÇO Aa descrições integrados do
Os diagramas climáticos de Walter
distinguem os grandes
A Iomtperatera e 8 precipitação interagem para detenmíniar as cm:
des! que esalivrin-
pie Aiias pintar mo que au dela)
biomos são bussodos nos fermas
DE] devida tegus em vez de semear ent amis Dolo,
clme da
Bro Para ie riaesdess cosmos
biomas terrestres
Como rmara geral, cerca de 20 mm de procipitação meiaal
Iara fanta MPC na Bemporaluro proposcigeam umidade
susciente para e TEetem:
coma 5 used ampé poa uma loculicida Npelbics am em
is áropo demal, mabresem e pragqunasão anvel do remessatua |
do enquando! é procigraçõo lácolo do «atol rem eódas.
"CHE o Dont O CU
Sauna send aih ao tum é so (Saquuaduss
[ALA Susan NoWE Sep Luvenha ap a mun ap smide se opuinmeool
Tasaqueqáns cosa a sadineo (6) Vert] Ser sp cama
mm
ue o oue o opor sad TEISÁNIN
ope ) UAI 3 (SEREAUNAA) Asi "USAR AA
galho remar une ea TUTO O DOR 9 Man
Su Io: 16 spod sodouaçs sm síhiksu ny
EAST BOTO IÓMICÃ
fio S paus Sopro 463 isáuioos sob 03 A smonpuno
Dai cm eta Jura doca naeçdo da o eis A
ssuausd mia
“O ap orómaias mus 2 Hum 6 opo! 20d cuzam a cpu 3 (4
aqua anh en fale) quim) sem
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VB une o duna geadas aáur 2) pesadas | gesng cesar]
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leo! aeçeer Seo ana uia fes sumo e medicas acefeo | PAS E NR MES
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fu circos. aii focar nanie qria
mo u EE 7 prisãas opênp.
fog am emp ermenaas enfenadoead e 3 nm ue nr:
ARA OP en use cus Ti) sapepnao| e causo
EM aBoa ou mano ap iecairo j
RS rp oso vos episaivoaias ssglsdasso aqudsd mun
amd a nf ap mcogpunge ep à pouep op simon supaged a
BSEAA NM
2a
oa
..
Concséo de Bicos no Enclogin 85
Nu, perua a nado enaecr de superfície de oceano em velaçõo à
equatitidadke de terra tmodera e bemperamas de inverno e impede
0 compelamento. No Hi fério Node, e da estação de
crescimento seste beoma varia de 130 dios. nus latitndes mean
mlias, é 150 dias tum man baixas. À precipitação pontualmente
excede a exmporação e a traespiraçõo; consegeentemente. 6 água
tende u se mórver pará boinvo mirarés dos sólo e deenar a paíxa-
fi de lençõis de cn ic Oi ola são
30" Ne 45º Nou América do Node e nu Ásia. e enére 40º N e saio inótas RIOS
Aagesnbridiaivas tri 5 Farra
e. feriprgatádia Nes jar a eee so e moderadamente Ixbvindos, e têm cor marrom,
devido k sum
bia erva So prio seen ala Sri à. inbundatnito maria orgânica. As árvonss dociduas
cho a fonnma do
S E
sul, Nuquelis e ira da berinaa ido dos Fair óleos EA a A bi guaõos Min ionidaçõas
le por quantidades sótuls de prévia tazemeák-de precipinação. O - gre pues
dominantes, meira como puanese hertâceas no cido da
tamanho da extação sem pelo, denveninada de estações de eres-
Mara. Muitas destas herbáceas completam sou crescimento e
Limento, c é severidade da congelamento também são impor Voweicana tou RÁ perda,
Nip ga Ervas paris
Os climas nas latitudes irmmperades bo caracterizados por fem
persnuros médim anusis no morvalio de 5º -I0T nos boixas al
tiludes. Extes climoes Paradora aproximmeda génio citre
Asics) compleinmenite de folha
As partes mais quentes e secos do hicma de Floreviz Sarnoal
O om de Floresta Sazonal Temperada, especialmente onde 1 solve são arenvacs é
pobres.
Temperada (2664 climática VI) em muirientes, iendein à desenvolver florestas
aciculadas doma-
nudas pelos pinheiros. O mais importante destes eonscivemas
Fregocmonente dencennuda do Aocesia decídua, e bimma do — nº Anérica do Norte sõo
us florestas de pioficino das pilanices
Floresta Satonal Temporada ocorm sob concáções moderetas, = costeiras do Aulôntico
e dos estados do Golfo dus Estados Uni.
Bom um inverno pelado, Na Amêérica do Norte, é encontrado — dos: 36 fnreseas de
pinheiros meenhém existem em meaicres ale)-
priveipalmento no lena dos Extados Unidos e sudesto do Cams -— tudos so ócio dos
Entados Usidos. Devido so dita quente do
1; esê também lamente presente na É sndeste dis Estados Unidos, os solos MÁ sôo
nocmalmenoe laieri
hsha (Fig. 5.5). Este bioma é piroca do ticos e polos em muriomeres. A baixa
disponibilidade de nutrien
sia | ea mes asas ala |
(a) Flores lemdo- fala 1 ceetonó, Nova Vódi
Tunparamen O) == = Perciginação (vei
hi Pera dra-nhaa ameno no amena Maachuem
FIG. 5.9 Corciedlíicas peincipois do biemo de Fernsio Sezenol Teesperoda. (ou de
(UE foz
8 O Gorcelio de Bonus so Ecologie
CTina; Temperado quente (NV)
Elecaçõo: $ ui
pescosseos
Temer OO em = Procdateção tem
FIG, 5,10 Coraceristicos principais do bioma de Flocesto Phsiol Rempenado. (1 12)
de Mondoaes reçes Dover bre
Fai Licor Vir, finais e.
les e gua favorece us árvores aciculodos pereves, que esistem
oe divers mos. Camo es solos eesdem à serem
16 são roquentes, e a maicrio das espécies. são
vastos de asim do ego
O bioma de Floresta Fluvial
Temperada (10na climática Y)
Nas climas doe torperndara quente próximo à eesta do Pacífico.
to nocodebe da América da Norte, sel do Chike, Nova Zelámbia
é Taamânia, 05 invernos amenos, às chuvas pesadas de bivero
& 0 nevociro do verão crósm condições que sustentam fixcestas
perenes csteemárente aitus (Fig, 4.10, Ná América do None.
estas Nloresias aho dominadas ao sul pela sequita- vermelha
(Sequita petperviress e ao noriz pelo abemcdouçios (Pseu
deaço ep ), Estas árvores têm tpicamento uma altura de
Gl 70 m e podem crescer nomals de 100 m. Os ecólogos não
vompreendem por que estes sírios sho dominados por Árvores
ctcialindas, tias + fegisiro fdesil mada que estas cominádades
de plantas so munios antigas e remanescentes de Noressas que
eram tmuaito mois extensas durante £ era Mescecíca, há 70 mi-
Ihinexs de ane, Ao cometário das fnresias pluvisis nos mópicos,
14 Anrostas ploviais temperndos tipicamente custentáro poucas
espécies
ka Mamenia madura du hero duvaglas. PasTice uamecr
O bioma de Campo Temperada Deserto
(zona climática VIT)
Nú Arsérioca do Korte, os campos se dessevobvem nas tonas dll-
tediácas continentais, onde é precipitação vara entre A00 e 60
EM por ano, é 6 lávernos so frivs (Fig. 5.11). A etção de
Erascimento mimenta, do Tre para o ud, do cerca de 10 piama
100 dias. Estes compos elo froquênivinente chamados de pru-
dnrias. Extemos compos também são eocostrados eu Ásia cen
ral, cede são chamados de estepes. À pesciginação é rara, temo
que na detritos onginicos não se decowpicm cquidamente, e ee
nokta são Áocuos em mátéria orgânica. Derido boia boia ncider,
dm solos de prodaria, que periencem 0 gropo dos molisioéos,
ão são temito lintiados é tendem à ver ricos em nuirienies, À
vegemção é doeninada por gramiíncos, que crescem à alvaros de
2? m das partes mais úmidos desses campos e s menos de 0,3 m
am Topics man áridas. As fortiácias ho também fatos
O fugo é uma influência duminasar nestes campos, particular
menié onde o fuinhar soca durante o fim do verão, À maioria das
espécies de cumpóo tem cuules sstienríncos resistentes só fogo,
uu raenenas, des quais ne brojos reermmergem, au tem sementes
reséstontes mo fogo.
Onde a precipicaçõo vera entre 250 e SO tóm por ani, é ex
invernos sho frins-e ne veres quentes, os campos se mnsbormam
gradualmente em desertos, O bioma de Deseriv Temperado -co-
Clima: Cuisine ldeseitõs frica) (ID
Eleração 11799 8
Tumpera AC oo mm reipitação mei)
Vu) Campo fm Corea Bia, venta do Cobrada
It Antonio. hóme de Wallingea:
FIG, 5.11 Coraderísficos princpois do bioma de Compo Tfempérado/ Deserto. (ocotos
de EL boba
bro a maior parte da Cine Barés (Girunde Bncial do ceve ame-
lá parte norte de região, 6 anemia (4 Avec é é pia
He, enquarmo se sul e em solos um posso mais dados
0 junípero é árvores de poha amplamente espoçadas predomi-
am, formando campos: abéertits. com menos de 10 m de estatura
ent coberturas. esparsos de gramicens. Nestes desertos tempe-
radus, à evaporação e 6 tramspitação excedem a precipiiaçõo
deranie a makor parte do uno, e ntam os solos sho secos e pou-
tu água parcola através defes pera formur córregos e rice. O
carbonato de cálcio lixnpaado das comados sispérficiats de solo
rende a sc acumular nas profundidades até onde 2a água normal
mese peneira. Ou incêndios são ramos nox dexerios temperados,
pDorgue o habitar produz pouco ommbasíível, Concodo, devido
à1 baita produtividade da conuntidade vegetal, u pastagem po-
de exercer uma fone pressão sobre » vegetação e esé mesmo
favnrecet a persisíiência de drbusiok, que não s&o um bom ali:
menti. Te fato, mitos campis sevoa nm oeste americano e em
Nuts partos do mundo focum conferidos em desenos pela
vwobrepodtagem
O bioma de Bosque/Arbusto
(xana climática TV)
A 7a climínica moditerinca encontra-se u 3H AY a norio
e &ul do exuador — o Peruca nus lacieudes mais altas do
Elttropa — nim linlos ocidentais dus massas de terra cominen-
Tais, onde os viceços frios dos Ceeanos € 6 Teucos soprando
dos comtinores
1ão encontrados no sul da Europa e ne vel da Califórnia eo
Hemisfério Norte e nó Chile central. região do Cabo da Áfri
ca ( Sal é sudoeste da Austrídia no Hemisfério Sul. Os ch
mas mediteorâncos sho oMragterizados por vemperataras de
inverno amenas, chuva do (nverno e secos de vero. Susieo-
tam uma vegetação arbastiva, perene, espessa de 1-3 m de
altura, com rates profundas « foilhagom mesistente à esta (Pig
5.179), As folhas pequenas e resisienies des pluntes fípicas do
clima mediverránceo receberam o rénulo do vegetação escle-
vófiia Cola um”), Os Incêndios sbo fregusnmes no hláama
de Bosque/Arbusio, e a maioria dus planias ou join somecaes
fesisteies no fogo on coroes de Taltés que rebrotem logo
após é incêndio
O bioma de Deserto Subtropical
(zona climática ID)
Oque as pessoais chitiram de “deserto” vara mito, Muitos pos
NOM bo Meferom às dress secos da Great Borin e da Ásia central
Comi desenos — o Deseno de Gobi é um nome famíliar paru
muiorio de nós, Os ciimos dese "deserios” jougm=ae na sons
de clima continental de Woltec, corscierizada por boixa precigá-
Unção e invernos frios. Estas áreas são denceninadas de desertos
fria, Pie cn lado, o desertos esbiropicala (Fig, 5,13), fee-
$$: O Coen
rr: Peloditenneo (IV
x dim
À
|
Praiçitação cirid: 83 106
72) Ergesen nádia 141
í
Tempere O == = Preçeaçõe com
FIG, 5.13 Coroclarafícas principola da bioma de Basque Abuso. Faceata El ds Er Soe/
Fam bus:
Fora Reais:
quentrmente chamadies de descerios quentes, desensolrerm-se em
Intitudes 230" a nome e nel do equador, nas dress com uma
álla pressio aTocaférica fasolada com comentes de nr des
cendendes. das células dê Hadley (Capítuki 4). Os deserios.
subiropicais 16 uma precipitação emite esparsa (menos, do
que 25 mam), alias vemporaturas + geralmente linegas estações
de ormscirmenoo. Devido h háisa peecipitaçõe, ve solos dos de-
anrios sebtropicais (aridosankos | são rasos. vinualmento dos-
tíinídos de motéria orgânico é neutros mo pH. As cemadis
duTas. impermeúvem, do carbenanmo de cálcio, pomu-
meme se deserolvem nos limites de penetração da água — em
profundidade: de | m ou inenos, Foquanto a artensíxia dormi-
fa 0 desérioa frios da Grent Nasi, é arhusto ofeveoio (Lares
tridentata) asenme seu lugar nos. desertos. subtropicais das
Américas. Os locais mais úmidos desãe hindena sumeniam uma.
profosão de eucutemoa caçros, efioaos e pequenas árvores,
Tãês como é Prosepir de pala verde (Ceni morei)
A rinaánria dos desestos sobiropióais cecebem cbovas de vero,
Logo upós uma destino, mui plenas becbáceus bestom de
sementes dormentes e erescont mqldamente antes que os solos
ee sequem de excroo, Muitos das plantas nos desenios subiropi-
cuba não «ão tolerantes so congelamento, À divercidtade de
espécies é normalmente muito mais alt di que ses tema del.
das temperádis,
“al Chapertel no talo dedo om tes akitedo com fogo ménequenta.
sd da Ualitónoa
Vet VWegençõão Oe fale ne Ragião da Cabo dá Arica de
Sena, fomacgeidho fin de Mae has A
As zonos de cima é boreol têm
lamperaturas médias abaixo de 5ºC
Nas altas lontivades, es tempersenras frias predominam, À jreci,
Pliação é mulio esparsa, porque: 2 Água e&e exapora lentamente
para 6 armosfem em temgernnas huixas, cenhorna os solos sejum
fer tiurados, e a di: lidade de água nhó é um
limitação imgonante nas zonas de clima de altas Inticades. À
produiroadade hiokógica duranes 4º céinções de crescimento do
cum vorio é gernlimente baba. 6 as baixm (empornmuras eds
fm n dovorngaiçõo de malta cqgínica é 5 lheração de e
temos no sido, Em cosseiguência, si plantas nebm sua folhajpem
por muitos anos, e à vegetação tende a ser perene é olinencess
mulapiada lo frios terinpérntuos do intreréea.
O bioma de Floresta Horenl
(zona dé clima VII)
Extendendo-se numa ampis sina centrado em corcu de 50º
da América dio Norie e 60º É na Carópa e na Ásta. per 1 bioma
de E tu Hareal, comusenie clamaóo de Talga (Fig. 3.14
À temperatura ans nuédia slime-se abalo de 5º€, e es inver
Bem sho severa, À preciplisçõe: amual percalbmente veria enire
VM 6 LÍVIO mm, é como a evaparação é lenta, ve solos +à
Tampermtena it — = Praise um)
FIG. 5.13 Corocterísticos principeis do bioma de Desents Subiropicel. |
Ars a maior parte da estação de crescunento, À Yegetação
dé em bosques demeis apaniubéimente inbodáveis do ár
vores aciculades perenes nte, de 10-20 m, u maioris dbetos é
pinheiros. Devido ds huixas temperaturas, 6 serapilheira vege.
ul ne decompõe m
emo cole:
1 ul
de espévies é muito baixa cies
O bioma de Tondra (son climática DX)
hotiorte da ficara boreal no
ATA, UMA EXIGHEÕO BOT ÁrvONT
permanemonsente peludo, do perafoast (Fig. 5157, Os selos
úúxtgeni invra profundidade de 1,3
A precipicação (cu commealmenie abaixo de 600 mm, « éra «o
=x menos do que ea), mas nes áreas mais hatxas, conde 5 drenagem
£ impedida pelo perssarfoo, vs solos podem permanedér saiundos
Uliraióa, E POr iso oe polos x
los. é gerslmente do baixa Fortifidade, As estações
de crescimento raremente duram mais do que 100 dias. o m
muor parté do tenpo inétadé disso, À vegsiação é extrema
TE 86 Congelamento
nsiderando que suuenmpe- - plogs, éno:
gr TC duras 6 inverno, À iversidade — Tundra Artic
bi Caio fagaem. ni de Artamma
desde É E Entih
dem u ser ácidos por causa de seu sho comebdo de maiória crgões.
ca E cotilbm pouçõe Tutatilea. Nose amics pobre de nesnema,
um plantus vetêra sua folhagem por anos. À maioria das plastas é
firmada de arbustos lentes prostrados 2 anões. que cresuem pré-
to lentamente e ee acuntala no superfície = mo ae solo pura se protegerem no
inverno sob 6 cobertor de neve
x maiores roservenórios de carbono — e prio, Quetgyeer coisa que se esgocire acima
do euperfície da neve
da produs les níveis — & cortada por crisiais de gelo vessdo, Na maior farie do
abo, a
E. te CTandra é vem ambiceãe exçessivamente duro, mas dane ca dies.
de verão de 24 home. a cumda por niivídade Iioligica meste am-
iene tesáaerreanho s notável! adepuilidade da veda,
Nus lugures ulios nas tacitudes je
UE UIT, Vegouação que se nesemelha ouela da
tê censo inchuido alguinabs das tieésimsa cpé-
seus parentes mais próximos. Estas áreas de Tundas
erudas, & mesmo nos inó-
Albrina acima do linha des neves ooomr. mais amplamenis nas
Moraarnhua Kochosas da Américo do Monte, nos Álpes da Euro
pa e especialinenis mo plasó do Tibete nu Ásia central, À despei-
im água pela muco partie da estação de crescimento, Os sie ten: ro de árenoma.
da de clima polur, fica a Tiundra — (o de ese similerdsdos, « Tundra Ática «e à Al
14 que se sirua sobre um solo — importames de iessemelhaoças também. As áreas de
Tunda
Alpina gernlmente dim
-- [O mn due 6 como vendo. — longas, precipidaçõo mais elia, invernos mens sevenos,
maior
peoduelvidade, 50/06 mais bem drenados e diveriddades de esp
cles mais altas de que 5 Tundra Ártico, Abrvda aim, ue condições
Imuliusduraas de imerso em úlcima mstfincia Inmiinno crescimes-
Hém potes
toções de crescomento mais quentes é
1
Nu Em At, a) raso ocaso
Ca: Dieta (VIM
Vievaçõo Toi m
Ternpuraaenna CC mo com Pradgãação (ma
FIG, 5.14 Coraciórisiteos priscipals da bioma da Flormia Boreal. Inogutuas de à £
foú
As zonas de clima nos latitudes tropicais
têm temperaturas médias acima de 20ºC
A 20º de lationde do equador, 6 trnpernóura veia mais duram: o
dia do que 05 trmpenduras médias messais variam durseie o emo.
As Gornperabaras médius nó cível do mar geralmecêe excedem
XAPC. Os climas nus laticodes mopicuis são divinpuidos peiss di-
Terenças no pidifio de pescipitação saronal. Estes diferenças criam
Am gradiente oontíoaao de veeeisção desde a cedia plovial ama-
ul únmida, passamdo por floresta, arhoeoo, ermma 2 deserio ni-
70rai. O congelamento nho é um fstor umbéemal presente nos
Tinmas tropicais, meseno nas als clevações, e ns planes e mmimais
tropicais geraleneoz são podem tolerar a ceegelanento
O bioma de Floresta Plavial
Tropical (rona de clima 1)
Ds clisnss óndo as Ploróetas Phiviais Tropical ee deserolvm
(noma de clima equatorial de Walter) são sempre quontes e ece-
bem pel ds 2.00 nin dé precipilação dure e ano, e no
menos do que DO mio duranse em mico mês. Estas condições
precalecem em três importames regiões nos trópicos (Fig, $.164.
Primeira, as bacias dó Grinooo e do Amazoenss no América do
Saul, junso com vurras áreas na Américo Center] é é Mara Ali
tica do Brasil, constinuen a Floresta Pluvia] Neniropical. Segun-
———AAAA
11 Flaitua Nove vm salgatiral há initírioo, Dera) Maticas) Fark,
Abdsiá
do, à drea desde África Ocidenal c se tendendo pare
leste através da bacia do rn Cango constivs a Florosds Phrvis
Alticaõ (om una dres idicionado 00 leo leste da iu de Ma
ilagrscari Terveina, a Floresta Pluvial Indo. Makisia cobre parts
do dandeste do Átia (CVieinh, Tailhadia e Penínuda Maláxio); 66
has emre 6 Ásia e a A incluindo ss Miipinas, Bormós
Nova Ciuleds é na costa de Quesssland du Ausinídia.
O cliena de Flores Pioviul Tropical normal isenio apressi
dois pioos doe precpitação. ommcentrados tos equinócios. comes.
porndesdo pos pertodos quando a Comversêncis intertoqicial pão
a sobre 6 equador (Ceeja o/Capívulo 4), Ce sotos de Temesia
ão lipicamene anlhégos é consiltoom-se de coiemolos jr
lumbamente intemperizados. Como do relativamente deststutd
de hinos e argila, assume uma cor atverne lada dios óxido
de alumínio e de ferro E EPoncoa mentes. À despei
salva. u vegeiaçõo da Flores E
gentes ulira passam o dos
Ínles de água nes Áre
& exposição, el:
at dis diese, comendo arvores, arduiatcs é herláceos Pequenos
ANAIS Cias São Fenmelmente bastante espames porque poucs )
Lam
Clima: Pedar OX)
Eleração de
Val Tuméra tmnada pedaino à Camhall, Masrtreha, Corta
FIG. 3.15 Corocierisíicos principois do biomo de Tundeeo. Hocçedo de E E Poueh
Pencra 6 dossel, As Bunas (repadeiras, qu vinhas lenbosas, e nº
epêfitus são pintas que crescem nos gulhos de 1 o não estho
enraizadas no soda fizmbém chamadas de plamos aéreas; veja u
Fig. 15h, são preeminents no dosset da (locesta poopóumente
dom, A diversidade de esxpócies é mais oliu do que em qualgoer
asa lugor da Terra
Per enudade de área. à pesdutividade hológica das Flores
Flusuais Tropicais excede é de qualquer ooiro bioma Meemestre, e
tá Dicritiaaão OM j6 cxoedo a de tdos dá crat| ás, ROO
1 las Fleeeama Plustais Temperndas. Crenido da suas eempenita
TM COGENUA MONte altos € ntundante emidade, a senpélheira das
Plantas se docompõôe rapidamente, é à vegetaçõo imediatamente
ansimmila om matrienees Kiberados. Esta rápida ciciagem de retrecs
àex cuntenia 2 alta produtividade da Flnrecta Tropical, mas ela
também toma 0 ecossiitóma exiremainenie vulnerável à pértur
Bação. Quando né Flocemas Fluvizia Tropecuis TutaÃas e/ou
mades, ida de seus nuirienies vão embora pos ironcos.
nm para atenusfera junto com a fmaça. Ds sebos vulneráveis so-
Irem ervsão rapidamente e preenchem os córregos com silte. Em
muitos casos o ambéente se deprada rapidamente 2 o paissstim
se horna improduéiva
O bilama de Floresta Sazonal Tropical/Savana
[xona de clima 11)
Nets linbgucos, tia adéem dis 10º do equador (nha roma climíbica
Irpisal de Waller), coame Hipicninente vina cdação «em pro-
n , CorTeRponNdente ias Inticndos. As Flo-
Tesiha NASOUA|IS ESSA FOSA ma piepondeincia de dirvorcs
doeduns que descarta suas fnlhas durtende o exiaçõo de Cada de
hua (Fig, 5.17), Oude à cstação seca não € mis longa é severa,
h vegetação se toma mais curta, é espinhos se desenvolvem para
proteger as folhas da pastagem. Com ema aridez progressiva
Minie crecorsie, à vegetações muda de Anresta seca pora espl-
nossa 6 finalmente eransfonmese um deseno verdadeiro nos
semen de chunm das cadeias de nu 4 o lemeo das
Coátus, que si compushatos por comantos cecínicos frina Co-
mó nos anbicntes mógicais mais fmiídos. o solo tendo a ser for-
Iemente laterítioo e pobre em marie:
Av Savanas 600 campirs vom árvores espeçadus. Esto es
Palhadas suber graóios devas dos trópicos secos, expocialitigo-
te mas elevações moderadas do leste da África. À precipitação
é tipicamente de 900- LL SOO mom por ano, mas 0s três ou quatros
caes Mais secos irazem menos do que 50 mem de precipitação
cmilo. D incêndio e x postagem sem dúvida representam impor
tarics pápéis na munulençõão do caráier do bima de Sovana,
particularmonte nas mrgibes mais úmidas, conidemodo-se que
nm grasníeeus podem persistir pe do que cuiras formas de
vegetação sob umbas as influências, Quando 1 pastagem e 6
fogo são controlados nom Agir de Suvana, n formas soca
Emrináloeoie comoça « te desenvolve. Grandes frças do Se-
vana Africano úevem seas caruocteríaticas à influência de etivi-
dades unmanos, inciuindo 25 queimadas, riravés de muitos mê-
lênica.
93 O Cononte da Bier no Posto
Clima: Equenenad (1)
Elção RS 6
pescssusecesescesseo
7] porciição emma MIT vc ía do cmd
j
F
média 11 IA t
LE À
Treino mm eiação iso
FIG. 5.16 Carscierisficos: principais do biome de Floresão Flerial Tropical.
(ussuulos de
O concoito de bioma deve ser modificado
paro os sistemos de óguo doce
Os ecólogos térrêstros é moqudticus geraram oomeritos e iommos des
ralos paro 0 sirtomis ecológinos nfepesdentomente, O coméd-
lo de bia Ei dessticolvido para esiasidemas use, ide à
fumma de crescimento da vegetação dominanee reflete né condições
doclima. Nos fico, contudo, à p da água,
7 temperatura. a taxa de Purco e 8 concentrações de nutricmes e
Mrenju ramuaia dee enero
Va Viamena erbukna fume neto uma, Fava Coral
VM Fiona ertabria dr abinude (ódio Jetvica. Terei lnfiea
hs
volvem com 1 distância. à medida que se nem para fonmar os
Tina. Os clevegos e os sixtemas ripários so normalmente cha-
mados de craemas lóticos, um temo aplicado à água doce cor
rente. Uma mudança oontínia nos eocssbeimeas dos peqoaceos
Córregos nas nascentes de ma ropário sté a for do fio é
11 rasa do conceico de coma ça de rio, À medida que so mo:
“vemos corrente abaixo, 6 úgua Qui mois lentamente e se icms
trmais quente e mma em futigntes: ne one stérias sé loriain
ennplcuos r gerulmente mais peodutívos.
Nox cbrmeprs. na reóbogos disunguem áreas de cor
cciamio são oe fores fxicos vm nriburos.
gr nganismos aquáticos não difere muito em relação 2 estex
lnánres. Em consequência, cs “biomas” agliioos não exidem so
eenthdo do eecmo como é aplicado aos ecossbeeeas tenrmares, De
Tui, definie himras aquáticos de scornho com n vegetação ana
impossivel, porque o produireos cm nulos esomae aquiticos
do algas unicelulares. que não formam en Oecgetição” cur ima
EutTuluAh Carectorística. Como ressiudo, os sistem aquáticos fr
ram siacsifirados, priticiquirmeats pum estas conegrísicas fdc
como a selinide, e movimento dá água e 2 profundidade. De
Brandes Epis do ambocutos aquáticos são cóqegos e ros, lagos,
alugados, comários € cccanmas. 6 cada um destes pode ser vulnlivi-
dido anda mais cm relação a muitos. Eatóres.
Água que fui: córregos e cics
Os tdrregos furmam-se sempre que a procqutação excede n eva-
pocnção e ue drenspens de ge da tema Ds córregos se desen
redeiris, onde s água come rapódomente sobre um sulbstras
tuchoso, e poças nó leis pluvial (pos, extessões um povo
mais peobundár onde u ágva xe Ituve quis Jenamente Fig 3 13:
À água é hem coxcigeneda nes corredeiras, enquanto ns “poça”
tendem a acumular lie & matéria orgá has q3 irem irm
pes necessários à vida
. oque o adegêmio r
à bas do Sol hocussários. à ekda são Inctilvines Fãs fócãa.
Em geral, em córregos 165 posse à ruas livenidade
de vida vistas em caxtros úademas aquáticos. Em dineção b nm
cente dos rins, onde pequenos córregos são monmalmenie som
treadiw 6 potes em nutriomes, a produivridade de elça e oem
erganiseos fotussintóticos tende a ser baixa. Os cómegm als
noemalmaente margeódos por úma arona Aipúria de vegelação
ieTesÍTe que é influencsada polo ulaparoato seonkl c é elksqeçõo
dos lençóis de água. Muito da té atiniéntar dos eoossiempe
de enheceira dependa das nlhas e ceatras matérias mrplancas que
Coreto
Vos Are do mca crm siehos de od Quinta. leds da Áddva.
UM Morais Tesjácal us Bares do Oriíoio, lose ds Colcha
FIG. 3.17 Corocierivíícos principois. da biamo de Fleresio Sezenol Trapicol/Savono,
forgot: de 3 E Entiss
enem da vegetação circuendante qu sho amenados pelos córregos
This matéria orgânicos que extram no sistema aquítico viodo
de form são denominadas aldetenes.
Quanto mais tango um rio, mais de sue meória orginica tem
origem nele mesma, tu euticiane, À medida que nos mevenos
[soc haixo no cosrreas do ro, ele se mena mais Jango, mais
ento, muis canegado de nuirienies e mais exposto à luz diseia
da Sol (Fig. 5.19) Os mirientes é à luz do Sol etentam o crer
ciento de algas e plants no nm propriamente dino, Contedo,
Ox ricas também so umas mais. camegados de sedimentos ums
Usdis. pura der deles 8 qpeatir des terras 6 dos edrmegos de en
tamo, A ulta tuzlbdez cansado por sedimentos em suspensão tas
paries mais hairas dos rios carregados de silie podem bloquear
à bar é reduni n produção, Os sistemas Mustals, como ns rios
Bo ba veces chamados, turmáém se distinguem pelo fita de que
0 DimTegDE Continuamente iranaporam maternal, imncheindo an)
iraia, plantas é muiricnics corrente abaixo. Fara mantór um sit
ema Quvial uam estudo sanceonário, ese desecamento de Nu-
5 deve ser contmbalançado pelo movimento para cima de unt-
mais, produção de partes é mentante do sistema e emirada de
marenais aléetones
Todos os alstermas equágicos interagem com os bioma temas
tes que ne circundam. Vimos que tm cónegos recebem escos-
FIG. 5.18 Num córrege, es condições spueriga FPEEBNAÇE E Mer bscnir ae Água do pat
muotéria orgânica da (ecm
vomedeiros. Foicgísfes de ES Feclaa /Pue A circo Uma pd: vio 6 Vidas fam-
FIG. 5,19 Grundes rios corregodos de nu-
nim aa deriva
mi cilisanh ses
lo mos áambicnibes best, quanto aquásicos. Múltos siqos é
salamandras, por exemplo, têm estágios lorvmis aquáticos e es-
fágios terrestres aduléca, Alana animais iorresives se nlmeniom
dos oreTTOk que Ciescem nos cfnTeeis é nos lagos, efetiva:
nene emo vendo nutriênies dis sistemas aquáticos para os sis
emas terrestres circundasees. Por outro (ndo, muivos angonhemos
com estágios laruis aquáticos, its como es mesgadice. se ni
meniam de npanisimes icrresires. Assim, embora es horas
aquáticos e temestres tenham É ires econhecíveis, os orgs
Miamcis cruzam-nas sem cenméónia, é 05 próprios fronteiras ee
neon, cammdonda-ss para dersro das árcus alapiedas é renraio-
dose delas à medida que os rim sobem é dessem.
Os sistemas lóticos são extremamente senaíveis a quaisquer
modificações de seus fixos de gua. Dezenis de milharos de
represas do toóos ox tamanhos interroenpeim os fioxox, vomen-
às nos Estados Unidos. lstos fepeesas foram construídas para
comrolar ss inundações, proporcionar dgua para irigaçõei ce
gerar eletricidade. As téprosas e ngiara as vasões de água, é
temperatura da água e sie pod ão, Ti -
15; n águn maria de represas se tora mais quemte, e os abira
de Pando se tormem sojerrados com side, desimiado o Justin
Proria 04 peiaçe G UNANIA Nasi aaáricos. Grasdes represas
unuilhs pora enorgin hideoeléirica requentemente liberam Água
à jusante com hoixas comcentroções de oxigênio dissolvido
Utar represas pera consolar as imondações muela oc ciclos sa
conais de inundação eccessários pars mamer maitas exqécies
de ferbiteis ripários nam plandeies aundados. As represas tam:
centimetros de pastundadade. std o Lago Balkal na Rússia, que
tem uma profundidade múxima do | 740 m e conráms cerca de
um quinio de toda a Água doçe da superfício da Terra. Muiics
lngos e poças são fonmados pela resração de geleira, oe deiçen
rara irôs bacias cheias de báncos de pelo emienudos em dspósi
10x glacials, que sodham por fm se desmenndo, Os Ciraedes 1.3
pus du América do Noris fontaraen-se em hecias glaciuis, só-
brspostes até TO.O00)0 anos mrás por ema espessa cumada de ge-
lo. O bágos são também Enrmmados em nego: goologicamente
ativas, como 0 Vale da Grear Riff da Álfnca C'Vele da Grande
Fenda”), onde o deslocamento vertical de Blocos dá crosta da
Terra criou bacios nos quais e água se acumuboo, Grades vales
de rios. como vi do Miucsássigipi 6 Adiáagnanb, têm lagos em for-
ma de chifre do boi, amplas foixas do fio original dhandonados
por deddocamentos do lento priacipal
Um lago inseirm poderia ser comiderado um biouma, mas die
é msunlomente sobdivídido em diversas 7ocas ecológicas, cade
ama dos quais com condições Hsicas distintas (Fig, 3.201, A
zona litocânra é a zona rasa em tocoo da borda de um lago os
poça na qual se encontra uma vegetação entaizuda, cómo oe
lisira-de-água E nm pouredorifeess. As patees de água abeérte.
alkdm da 1004 litorkaca. formam a zona Hmoótica (ou pelági-
Ca), onde os produtores ele alças anicelolacos Dutuentes ce
fininiâncim. Os lagos podem tambéns sor vabdivididos ven
calmente, com hai nu peneiceção de int e na formação de ca.
maias têsmicia estrmidficadas de Água (o epilimninem direção
à suporfície 6 6 hipolimndo no fundo: veja 2 Fig. 4.12) Ose-
Iém intermomporn +
cos pac cima e paca huixo, Lragmentando os srtéinas de 1o é
innlando 35 pepelações. Assim, o sistemus Witicos estão entre
Om mais vulneráveis de iodos 6º brómas jura modificação de
dcabítar,
Águas parados; logos é poças
Os lagoas e ne poqus. denominados de sistermos lêntices, so dis
tHnguádos por suas Águas pendas, Os lugos e 25 poças podem se
formar em qualquer tipo de depressão. les variam em támanho
desde nm poçk pequenas « tenqmrárias do chuva, com poecos
dis fundo de lagos é poças constiter 4 pena bfeitca,
que proporciona trabitar para onimeis que so enseTuns e micro-
Organismos,
Ca lagos e qm poças não sho permaneotes. Poyuenas poços
lermporárias podém se secar a cudo ano, e Iróquenientente di
veras veres durante uma estaçõe. À muioria dr pequenos
Iengem aempersdos que se fórmoa quando ns geleiras se reral-
rum gradualmente se enchecum com sedumesto até que não
havia mois áreu de ápua dberta, O ecossistema aquático origi-
EE: À se ir TIA CCom lerrestre,
prinuiao mma campina úmida e depois e bioma terrestre no:
Furl da regido
BETRAEZRR ESFERETSVERCRE
A rena Boral, mas próxima da
emita, suxienta uma pgruvcke
| resetodade de jlautis é animes.
A produção primária na tona
Attinética é resbuada priis
thagtánaaon:
Alagados
As comunidades aqiunicas d MITEITT tivmábineine se encom-
ua nos atugados. que são dress de term consieándo em sale
ssverado com água 0 que sustos ta vegetação expocifica-
mente adupinão 4 emas condições. Os alugados incluem pântanos,
ba reegereen ale e res aa. SUN HEAR a
Os la
ra voriam de tamanho Ee TEA werrndka, fonvados após.
= mito lir E rendendo lr, iate Cinistairaç erra
u alegado de Ok o Evergiados do Sul da
nom apto dont o o das Teaiívia é Paruguas — com HA.C0O
Amo o matos abajgedo do munido, A madora das plantos que cores
cem em alagados podem telernr brisas concentrações de ouigê-
nio no ecén; de Tuna, Prontas pio capricinianias pari nara cond
ões Áeos e não se d lvem em Quiro lugar. Cs
slagudos uanherm preponsianam em tmpocante Avdisar para ema
Frande variedade de animais, de formma especial 1 aves mquínicas
e 06 eutágios larvaiv de matina cipócios de peixes e mveriehradis
varaclorioos: de ágicas obcrtes. Ou alegados protegem as áreas
costeira da Várias dos Cuneões € oueras tempestides. Os sed
tentos dos alagúdos iimóbilizata subeincias poluentes poten-
cinimente Mixicas dissolvidas na água e sho plantas naturalimen-
te purificadoras das águas.
Iedfelizuente, ee atagudos trmbém cupons espaço, e têm sido
comades, secudos + utermdos para se obter peodatos de madeira,
Jeseaivoa nos mis de egristhuia é para 6 crosiionio um
Sano e eeburbano ent fim. Desde às unos: 1970, uma preccupa-
las Etesaoite com 6 valoces niluruis dos babítatr de alagados,
4 legislação, como à Lei da Água Limpa (EUA, 1977), vêm
O Conoeita de Forma no Ecooga: 95
FIG. 5.20 Um lago pode 1ar dividido horizontalmaniv eu verficolrente em zonas
ecológicos.
ajudando à oonserar gr den de deles
io permanente quinio possível da dr ver)
Estuários
Os estuários sido encontrados na foz dos nine, especialmente
mãe 6 fluxo é parcisimenie loquesdão por Tomas de tinta ou
barreieis insulares (Fig. 3.21). Os enquários sho micos por asi
Ad. lá sia Ttibura de dous doce é salgada Além disso, eles sio
idos com + e começa
doa comente ahaúio qedire rícis, A rápida troca de nutrientes estre
06 RECimentos é d hsperlicas sas úguus pise du estuírro aaçs-
ta uma prestuuvidade biológio euemanmente alia. Como os es-
Fadrica Sendeim à scr dreos de deposição de eedimeénts, lnsquen-
temente sóo margeados por extenabéns pântanos nas (onitodes iem-
porsdas & pos Mángarsas nos tógicos. Ds plntanos cafo entro
O lihitate caes pródultivos da Terra. desódo a uma comb
pride tag iria Nua de SITES
om meiéria end
passa tida il ratoeira iria,
rangnejos. peixes é 05 animais que ee alimentam deles.
As intervenções humanas nos biomas de água doce
Os binmas de ágna ócer de todos ns tipos estão aielsre a direr-
aa berenierências peoduridas por ativi Pranahas Que podem
mudar deamaticamente sua qualidade e funcionamento coégi-
o, O mais lempuetinie desses so a china áeida 2 4 entoficação,
que dieculárensos cm tias detalhos nt ceiuks seguintes. Et
Pá Concede Bien ne Eosicgio
FIG. 5.21 são ecossistemas ente produtiv
o que abriga uma gronde variedade de oondições fdcas e ste
temas eontógiom (Fig, 52791 À viniação nos embiemes mannhos
vem dus diferenças na tempecnturo, salinidade, próbandidade
lque imlbuencia a luz e a pressão), correntes, sbenao o, na fron-
feira dos iecanea, s5 e
Muigos coblogos marinhos cstsgodam es cons coobógicar
matínhas de acordo com a profundídadeo. À en Bieral Oumbés:
amada de coma entimiçná) ee estende enira qe níveis mais al
(6 é mais lóxo da marê, e assim faca ex xdicomente 0
er (Fig. 5.23). As comlições ecológicas na zona liAoral moda
fapidamente à medida que 1 tarê vem é vai. Uma consequência
Eregeenie É a apoda de copani, de acondo com um
Inbilidade em tolerar ce estresaes de condições terrenas, soe
quais sho expisias sm grande extensão dependendo de iua po-
Flo mo intervalo envemaré. Pora além do slusece de nlvel da
Fraré muis baixa, u zema nerítbca se estende sãé a peofundidade
de cerca de 2005 m, que comesprnde b borda da plataforma coo-
Gnental. À tons nerítica é perslmence uma região de prodivtivi-
lado alia, ponque né coiradas superficiais de água usados
Pelo Sol estão do próximas dos sedimentos abaixo, que ondas
fortes podem movô-los fura a superfície, Para afléro da vona ne-
rítica. 0 fando do mar cai. para praeedes penfundetus
bm nimicipintto- see são utentes vão excita Ea podução
O fumio do enae abaixo da roma voeâm-
E) | a man Ambas n4 nós cerítica e eceânica
Os autiórico p dessmiiaas no ler dos doa e sào: d: het
tdos pos estenose nlagados salgodos, coms resto viro dá coro
to Gengo Emegota de |) Krumerema/ Peer don
tas interferências e seus efeitos demondrum ainda mais av co-
neles nfinias entro se boo terrenos é equáticos.
À chuva Gripe amet iqines) Enses produzidos
pela cominisdo de odio.
ASA ES CALOR ATO CANIS Dede Nare VAN
dade da aimosfera pora formas õe ácidos sulfúrico + ofinco. Es
ta preciptiçõo acutificodo entro eos lagos e cómegos, onde pode
reduzir o pH o. níveis de baixas quanto 4, bem alérs des Tinites.
e de muitos As dgaas per
podem ser udiividuas verticalmente muna suma files super
cial, na qual tá esiciente luz paro fios mes, e emu soma afé-
tócu sem bar. Os organismos na roma afótica dependem em sos
maioria do márerial osgánico cando de cima.
Onos sistemas de classificaçõe doe bánina marinho dividem
4 ce am em hivens de diferentes fon, Um eumpio é pro-
porctmudo pelo Wed Wikllife Futd (WWE), wma lisas glotal
de 200 npos de halneato que nai ais iai tpatetiamatar nx o
WWF so E Como aqueles em
ires mto produ e divenon a Term: nor, amenarifea
E mares.
Ala gresririddsra ai Ereimipea feel Fin
mMmenie proporcioman a maioria dos recursiss marinhos explorsáos
dem vida vegetal e algas. e 6 buivo pH roope à reprintução nor
mal dos peixes e quina animais uquáticos. No cuso mas eutre-
mao, aiii] on Diapar
À eutroficação' é a adição de miriencos limitantes, como
fóxtcro, mos Estes podem vir
do escoamento superfícial que carregou expota, rejenos indus-
pelos As Tegides polares, que conéfen grandes áevas de
TuIDES raxoS, E nx plataformas continentais ras Imivades tompe
redias so alizenente produtivas, ponqee os nirientés das sed:
meme do findo não cerso muino lcege das Águies superficiais,
como imbeado anterivonente. As mona de resnurgiacia ko um
fi amei amiga rio A Careetitos pura carma amsdaih
de scenno para 25 águas seperficiais
trimis Ou fertilizandes, ou de rejeitos de terras o)
Tima súbita nhendência de miiricntes pode nho somente aumer-
ra mos Sinta dt
Tunal do, i no fá
abre ouros. O À 5 eres
meras de de haciórias ó que
Mas 6 procoção de deplocinna os épgoms do ocipê-
deçompodção
nio mecessário » outros organhunim.
Dssisiemos aquáticos marinhos são classificados
Os iccanos colicem à Maior parte da suporfície da Torm. Ataiio
da vupesfície do ocoeno mílua-se um ruino imensamente comple-
NT. troddasida cmi e: a
vode au da fps
era Cole AS 20 Dor MAS E pb "Os recifes do com)
lhos + Á: emde são
dire proc nieriendes que sofrem enmbio da sol vulchnios dee e
Delas comvemes de fumlo forçadas para cima pelo perfil da ilha.
1 corres são duplamente produiivos porque nº algas foóossio-
Télicas demaro de seu tecido geram energia de carboidraço que
du us fem ds tação de Cress dos coris, Além
disso, sa complevidade dá exstruturm cossiruída pelos eocsis av
longo do tempo proporeicaa uma grande variedade de sobstrume
e esconderijos para as algas é os amimais, tornando os recifes de
orais um dos mais diversos do Terra, Infelinmonmeo, as tempero
O Corcait de Blotin ro Esciogia 97
Ec Linha de mentaha — Plátafictma
eme Lina de maio anti
FO. 5.27 O: podem ser divididos em el Tonaos ecológicos principais. Luc cumes suor
se Ale de cos ires
Po ÁnTiparituio ds é tendo do mah
enlu
TH, 5.33 À zono ltorol é esposio o condições temresives arde pandofvádoda É titia
Rat mrbonaáidoa do, poda saiento' vm crascimissio preifico 4 progrençiono eee
abione
* MIA Mm. COPO MST ÚTeo du como wu pon dramas tmnmuncdiodes biológico. Este negado:
le tosa ne Mo
3 Carada. Fole de € E Bddiek "enmalo, prósgiro ou fgãte Frango de Em Honcues
98. O Coscera de homi em Eno
tures crescentes da superficie do min nos mpécos estão metodo
os simbioases alguis dim comis em grandes árias — um
meno com lia corais. A -
te dean hicenas esd apom em risco,
Dasé order eia siatórce en e peste ns ada ertóaa
formus úmicas de vida e
OâOà,à» O; oÔSCSSSSSSSSSS RLL, ILE LIAIAAAAAAA
chains tudassênmica sho imbecetes do fado da mar dons
tados pela emmmado de água quente corregada de seleto de hidro:
Eênio, que proporctíous energia redisiora usada pes huciérias qui
Missáalnséricas para alimentar a ama produrvidade que de outra
Tornma seria estéril mim ambiente abovval
As
ilsení) cuido bioma ieesire
Por exemplo, ae Once de bei, * posõico em Águas
fungo e féricis no logo de costas continental, propoccicgeen
hobiizts paro amu rica variedade de vidu marinho (veja a lp
1.16). Cinindes áreas de imares polares mos ado tom
ca quais sevm habé ese
mdaptados pipa do e mi função, A lntinta sesociaçõo enire cs
bia apeizas ir eiabrags) abafar 1 Evalutivo é a base
eloque sela « tmerface ss-dgua e munenta + sulisádade do água
Porque 04 ais não caclufdos do gelo, O nesalirdo é vin ambruen-
te salgudo e do pe sem qualgeer po de omla. As
para o e pura cs limites resaltamrs das
slitiloões de bi gala é (upeagõEs. Ar adaptações, oct:
lo, refletem não apenas cair Fisica do ambietito, fas
de
"MT Lmiço de diga cmmmpida iser Lesnme 16 Boal e costa sa Califoória.
"RESUMO
es mun; eo 4
ma grópra.c de mena csptélea Wapriodoa: parie deste livrm,
o procexsa da E versos Cn
tule crido u tremenda diversidade do vida sobre a Term,
L. As diveribtuições geconíficas de plontas são determinados
primentdialemente pelo cfina. Cada regife climática tem tipos
característicos de vegetação que diferem em forma do cresc
memo,
72, Cano as fonmas de crescimento vegetal esto diretameno
velucionodia com o cliniá, ve grasdes tipos de vegelição com
hinam com é lili agéseirns n oecitiiação de forma relevante.
fig ini ia aeee vegetação pódein ser emos pari cluealicar
de
ii
É. De sistemas aquáticos não são monmalmente Anssificados
como bioma, poaque não possuem o coeivabeme da vegenção
PESTOSITE CoTIMO CSinuDETa Caracioríeica. Podo-se, contudo, destire
Euir-se Águin comrentes (internas Nólicia), agem Cententas lênti
com), siaqudos. estuários e vocanoa, e cada um destes sidemas
pode ser udicionalmesee aubdimiáido com bate em oninos fume
como a profosdidade da água.
so to cintos eliana Cinihir descréve nh mmlzoção jul
lóticos desãe vuns cabeceiras até vai
+ de ira lenderm a ser
E Tiso Tecra é cheifca! ca hinemas são repn
la uborndapem de ronas cliníticas de Waber + pela TE
de da de Whii O primeiro clasáfica
dos pela vegeição circedias com bríves nela de mae
bem à maioria de um matéria orgânica de fontes extermal
em tegsões com bate no clima, deneo do quai o tipo cumcieris-
tico de vegeimção se desenvolve. O segundo classifica as regibes
de acordo com o tipo de vegetação, que goralerse veficro 6 cdi-
ma focal,
4. As tocas climáticas é os bios bo nrupedos ns latimides
tropicais, temporado, boreal e polar, As sdapteções de plasmas
pos difereeaos inerealis de veosportuca distinguem os Úpos de
vegetação de cada uma destas faixas latitmdinais. Demm de cada
Uma deisa, à saonalidáde da precipitação e fatores adicionsts,
ESA EIA RENAN DOE IA AAA A
= Nas latitudos tmmpernedas, 0 prondes biomas sóo o Flores
Sátocal Temperndo, 2 Florviia uia] Thupeaeis e o Campo
Temperados Deserto, O bionsa de Bosques Árbosto é ençonnmdo
Vs laticudes temperos mas hatees em (rens com am cia
menditerrínos, Ds Neserim Sobtropacais situam-se entre ss lni-
Fónsiáaso
11, No porto de baixo, 06 nina são largos é lentos, esmeegam mui
104 futrsaios é Fodiméntos, recebem muita luz do Sol é se cipé
Ilvarm nos abrirars verresiros cinaendames nas planícies nlage
das
11. Os lgos 6 04 poças varínm treitendaneoste em cuanto, ma
Fr ieanaor ir roitisinai es irra medida-eraários |
podem ser cicas que. E
dé úgua, FRA A Ã ele |
mm fre po alastra eat Sopra
da brejos e Ch nlagador
pianos e oi) micos, é tmb funções cone
abeiimicaos imporianiês, como a réemoção de poluentes do água
13. Os esmmánca, que comem nu boca dus nos cexde o ágica de
Fe se injeniva com a salgnda, cuecas alia níveis de prodwl
ádinle. Como são áreas de deposiçõo de sedimentos, mui
Cxluários eslho margeasdos por cabomives áreas alagaetos pri
maré nm lutitudes temperados é por manguetnis nos trâpicos.
14. Os ecosiciemas marinhos sto classificados principales
pela peotundidade, Eles inclaem u rema fitoral, na linha da eos
fa entre os níveis de marô ulta e hexa: à 1ona nerítica, compós
ta das Gross úbertas até a profundidade Ae 200 mm e as óguá
bodes temperados e ropicais
Messina ás Aiii na eat ada ie
EM árvones aci,
fora rr SiriNa mao ioga rive
Fi ârvoros djue- se ve sobre solos pp
congelados ou permafros
TAL tropicais são dus por El Fiuvial
Tropical e Floresta Eameal Tragiea que vui desde n flores
decídua té a florida expinhosa, b mediela que a aridez ausmensa.
€ ns veres até n Savana, que É um curmpo oom árvores cspands.
mantidas soh à pressão do incêndio é da pastagun.
fundas, da tona cceânica. À pensiração da luz divíde-os 008
unos mama rona fótics seperficial « neena afótica profunda, «e
luz. Muitos tipos espocinlizados de ecossistemas marinhos ceu
aveociados com us cumentes de resurgêncio e com oe recifes d
incial tropeculis.
=— QUESTÕES, DE REVISÃO
1. Por que plantas não tm
à mesma fnrms de esescicaento em diferenies pories do enni-
do”
2. Que úpos de condições ambiesasis limitam o Gsribeição
ár laeias?
1, Que comlições climáticas são usados pars definie os bio-
mes?
É A iatizanl e) seia si cocontrados em cada um des ques
6 porque au Florestas Pluvinis Tropécais experimen:
taum duir picos de precipíiaçõão.
7. Por que 6 fogo pode emmdor uma áren de am tipo de bioma
para cano!
à. Compare é conhroene 05 fatores usados para cisssificar ne
áouas terreiros com sqories usados para classáfcir os bicos
tens.
fe Pia TE tCabeociras é Um grandes rios se difo-
eque des
Assino esics biomas?
£. Por que o bima de Floresa Bóreal é escontrado em dife-
Este continentes, incluindo é América do Norte, a Buropa 6 é
Asia?
CAEITURAS SUGERIDAS
em relação à sun maior fonte de material orgânica!
10, Como a tona litorinca + a limnótica de um lago diferem em
relação à sua fonte de poodução?
11. Que condições permitem sos recifes de coral sereos tõe d)-
tamene produtos?
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& HAI Limaoa,
Exa, CD. au) DL Do Biredhenrs. 1606, Diragia educed shiftfa fo
tea cestas eum Reid iambetaçe nmpenes tu cms vasta.
Veriiu pabo dcm arc eicareça al Xcteees LUXA 49: 4
[ELIAS
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Wienbiul FE MST, Clio anual Fast Disibaim. Oarbrulge Unhas.
ty Prova, Canbeidgr.
Evolução e Adaptação
erquipilage du Galápagos, que fize cerca de | 000 im ee lenge da enuio de Pe
dfca no Equador, foi uma fonte da inspiraçõo para Chorlei Dúónwia há 173 anos,
na sou famosa viogem em tomo do globe na À. M. 5. Baogia. Dorsto notou que
deeenos veenndo no amuinálogo tinham di Formas + difererces lhos. Fe
errada qe en sera devem fer surgido por meio de modificações independente:
cre oripinot oe cha: & ilha vindo da Américo do
bes greve venal aa Soro ay dei cao ireeina Sa
de o tempo de Darwin, o arquipélago de Golópogos atrai vma especial fgeciaçõo dos
bidlogos evclucionios, n muitos voltam ló poro se dedicorem o extedos esxoletivoa.
Pater
Eoemory Grant, do Univenidode de Princeton, cbservorom populações dos entilhões de
Dersa por mdoa one. Entra seua multhra echodoa, astervo 5 sútesio é o sobrevivóncio
dá indivh eo bicos de dd entra és ente de E! Nifie e
intão,
O arquipélage de Golápogos nonmalnente solre a irfivência do comenis bio do Pen e é
relalivemánie téco. Durmeia es tinos da E! Nifa, contudo, uma tenpersturo de
wperticia de
mo gue queme privar e um resul crascimento lo
e ipiaio ses nagar d: loções de eus
ráprais e NRAN Sete alinea Bia ATT: OMS Tespe-da Lo Sida qecleal lrgaae garhados
umco e excmaar dae ulieento
O tenilhio-mádio (Geospizo for) eebéiie primondioimente de sementes, ce quais ele
quebra com ec bien. Duroeta um periodo de soco de Lo bio em moodos do décodo da
lead testis doses menrintdaçesluado ace ão riesciviera. Ao
pordworom ermm gercimente mon duras doe gvebror, e foros oauim evfodos
Ferenpasho ul rinite eum bonumeço. Contudo, com muõo póvcos sementes dispo
ntveis, ou teniilhões não tinhom outro escolha que não fosse lido com os mois
duras. Conse-
quentemente, no população dos tentilhões médios nm pequesao ileo de Dophne Major co
de
cerca de 1.400 indivikdusa em 1675 porto cerco de 200 no lim de 1977.
Ca tennlhvãas não ou monem . Camo 5 dureza mádie dos se-
Imeecóes. exumentou é medida que a seca se intensflicous e as sementes mois mocios
eram con:
aumcdos, o aves cem bicos malocer que podariom garoa o força necessário paro
quebror
VRAADVARITAMALHRN