Fragaria x ananassa
Juliano Vilela de Resende
❖ Reino: Plantae
❖ Divisão: Spermatophyta
❖ Classe: Eudicotiledôneas
❖ Ordem: Rosales
❖ Família: Rosaceae
❖ Subfamília: Rosoideae
❖ Gênero: Fragaria L.
O gênero Fragaria é classificado de acordo
com o nível de ploidia:
➢ número básico de cromossomos igual a
sete (x = 7)
▪ 25 espécies conhecidas
▪ treze diploides (2n = 2x = 14)
▪ cinco tetraploides (2n = 4x = 28)
▪ uma pentaploide (2n = 5x = 35)
▪ uma hexaploide (2n = 6x = 42)
▪ três octaploides (2n = 8x = 56)
▪ duas decaploides (2n = 10x = 70)
ORIGEM
▪ Morangos silvestres: Fragaria vesca L. na pré-história Europa
▪ Registro de sementes: Neolítico (10.000 a 6.000 a.C) e Idade dos
Metais (5.000 a 4.000 a.C)
1300
França – ornamental
1500: uso medicinal – aumento do
cultivo
F. vesca, F. moschata e F. viridis
ORIGEM
• Fragaria virginiana de origem norte
americana – introduzida na Europa (não
totalmente esclarecida – registros em
John Tradescant e John Parkinson)
• Fragaria chiloensis de origem sul
americana (Chile) – Eng. Militar Amédée
François Frézier (1712 a 1714) enviado
por Luis XIV
• Antoine Nicolas Duschesne - observa
ocorrência natural de híbridos e em 1766
escreve:
• “L'Histoire Naturelle des Fraisiers”
Cruzamento interespecífico
Fragaria virginiana Fragaria chiloensis
América do Norte Chile
Morango cultivado: cruzamento F. virginiana e F. chiloensis
ORIGEM
Metade Séc. XVII – Fragaria virginiana
Morango da Virginia ou escarlate
ORIGEM
Fragaria chiloensis:
Capitão Amédée François Frézier
enviado pelo Rei Luís XIV em missão de
reconhecimento no Chile e Peru
ORIGEM
Holanda
Alemanha
Bélgica
Inglaterra
• Brest – França: clima marinho
• Plantio intercalado de F. chiloensis com F. moschata ou F. virginiana
F. chiloensis x F. virginiana
A hibridação combinou características das duas
espécies, como o maior tamanho e firmeza de F.
chiloensis com coloração vermelho escuro e
frutos mais aromáticos de F. virginiana
IMPORTÂNCIA ECONÔMICA
➢ Produzido em mais de 70 países
➢ Produção mundial ~10 mi toneladas
➢ Área plantada ~ 530 mil ha
País Produção (toneladas)
China 3.717.283
Estados Unidos 1.449.280
México 658.436
Egito 407.240
Turquia 400.167
Espanha 360.416
Produção 2020, FAOSTAT.
Produção por continente
Oceania
0,60% África
Europa 5,50%
19,70%
América 25,40%
Ásia
48,80%
IMPORTÂNCIA ECONÔMICA
➢ Brasil: início do cultivo não é bem conhecido
➢ Expansão em 1960: cultivar Campinas IAC
➢ Maior produtor da América do Sul
➢ 2022:
área plantada 6000ha
produção de 250.000 toneladas
➢ Importa morango congelado
➢ 25 mil famílias plantam morango no Brasil
✓ Importante papel socioeconômico: geração
de empregos devido ao trabalho manual na
época de colheita; contribui para o aumento
da renda dos pequenos agricultores, que são
responsáveis pela maior parte da produção
desse fruto no país
IMPORTÂNCIA ECONÔMICA
➢ Paraná: introduzido por japoneses na região
de Curitiba
➢ 2021:
área plantada 1000ha
produção de 30.000 toneladas
3.500 agricultores (familiares)
✓ Jaboti é o principal município produtor
IMPORTÂNCIA ECONÔMICA
Campo
Mourão
Maringá
Umuarama Londrina
Cascavel
Ponta Grossa
75%
Francisco
Beltrão
VERSATILIDADE DE USO
Fruta
In natura Vitaminas
Cobertura
de bolo
MORANGO
Geleia
Indústria Sorvetes
Iogurtes
“REDE MORANGOS
DO BRASIL”
PROF. DR. JULIANO T VILELA DE RESENDE
Imagem: autor
QUEM FAZ PARTE DA REDE
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COORDENAÇÃO: UEL
VICE-COOEDENAÇÃO: IAC
BOTÂNICA E FISIOLOGIA
• Planta perene cultivada
como anual
• Herbácea com 15 a 30cm
de altura
• Forma touceiras
RAÍZES
✓ primárias (se originaram da
coroa)
✓ secundárias (se originam das
primárias)
✓ quantidade depende de cada
cultivar
✓ superficiais e fasciculadas,
atingem até 60 cm de
profundidade,
✓ 90% das raízes se concentram
nos primeiros 20 cm de solo
COROA
✓ Caule: rizoma estolonífero, curto,
formato cilíndrico e retorcido, folhas
compostas em roseta = COROA
✓ Cada planta tem uma ou mais coroas
✓ Gomo foliar central: tecidos vasculares
que permitem a formação de raízes,
folhas, estolões e inflorescências
FOLHAS
Estômatos: 300 a 400 mm-2
✓ suscetível ao déficit hídrico, baixa
umidade e T° elevadas
✓ cada folha é capaz de transpirar
25 mL de água/dia
✓ Forma, espessura, textura e pilosidade
✓ Individualmente vivem de 1 a 3 meses
✓ Disposição em espiral – roseta
Emissão: uma a cada 8 a 12 dias
Gemas axilares: dependendo do fotoperíodo e temperatura dão
origem a estolões, coroas secundárias ou inflorescências
ESTOLÕES
ESTOLÕES
Desenvolvimento do sistema radicular:
10 a 15 dias após a emissão das folhas
1° estolão: planta maior - produção
Emissão: Fotoperíodo > 12 horas e T° 22 e 24°C
Eliminação: evita desgaste da planta
INFLORESCÊNCIA
✓ Cimeira
✓ RAMIFICAÇÃO DA INFLORESCÊNCIA:
- basal com mais de uma haste floral
- distal com uma flor terminal, seguida de flores secundárias, terciárias
e quaternárias
✓ Forma-se a partir das gemas axilares das folhas
✓ Primeira flor – primeiro fruto – mais desenvolvido
✓ Cultivares com últimas flores estéreis
✓ Número variável de flores
FLORES
São, no geral, andróginas, embora em
algumas cultivares podem ser
unissexuais masculinas ou femininas
✓ cinco sépalas e cinco pétalas,
✓ elíptica, redonda ou oval
✓ 20 a 30 estames
✓ centenas de pistilos (200 a 400)
✓ cada pistilo contém um ovário
em sua base
✓ polinização entomófila (80%)
FLORES
➢ Fatores que dificultam a ocorrência da autopolinização
e determinam, para cada cultivar, o grau de
dependência das abelhas:
I. Tamanho da flor:
- Determina o formato e tamanho do fruto
- Quanto maior a flor maior a dependência de abelhas
II. Separação dos órgãos reprodutivos: temporal e espacial
FLORES
FLORES
SC: pistilos superiores maduros no 5° dia
OG: maduros no 3° dia
Projeção de Cimeira
Para dentro Para fora
FLORES
Florescimento e frutificação – processos fisiológicos:
INDUÇÃO: ocorre nas folhas que, expostas a condições
propícias, captam os sinais e transmitem ao meristema
apical, levando a produção de um botão de flor
INICIAÇÃO: da flor, mudanças físicas e químicas que
ocorrem na gema, a partir de estímulos florais detectados
pelas folhas.
DIFERENCIAÇÃO: da flor e o desenvolvimento real dos órgãos
florais e da inflorescência dentro do botão.
ANTESE: fase final do processo de florescimento, quando os
órgãos florais são expostos, possibilitando a polinização e,
consequentemente, a fertilização
FRUTO
FRUTO
Melhoramento – novas cultivares
Frutos deformados
FATORES AMBIENTAIS
1 – TEMPERATURA
✓ Afeta desenvolvimento vegetativo, produção e qualidade
no morango
FLORESCIMENTO
✓ horas de frio necessárias para a indução floral
✓ varia de acordo com a cultivar (380 horas a 700 horas
acumuladas de temperaturas entre 2 e 7°C)
✓ pode ser suprida tanto antes (no viveiro ou pela conservação
em câmaras frias) quanto depois do plantio.
FATORES AMBIENTAIS
1 – TEMPERATURA
✓ Afeta desenvolvimento vegetativo, produção e qualidade
no morango
FASE PROPAGATIVA
✓ Aumento de temperatura – surgimento de estolões – reduz
emissão de flores
✓ Ideal = 20 e 26°C durante o dia e <15°C durante a noite
✓ interfere no teor de reserva de carboidratos nas raízes e no
tamanho da coroa das plantas,
✓ relação de temperatura diurna e noturna = indução floral de
qualidade e uniforme.
✓ faixa ótima para indução= 18/13°C e 21°C/16°C, dia e noite,
respectivamente
FATORES AMBIENTAIS
2 – FOTOPERÍODO
✓ atua na indução da diferenciação do meristema vegetativo
para o floral
✓ a luz promove a expressão de genes que alteram o
crescimento do meristema apical, de vegetativo para
reprodutivo
CLASSIFICAÇÃO DAS CULTIVARES
Dia Curto (DC):
➢ indução floral fotoperíodo menor que 14 horas
➢ facultativo = indução pode ocorrer em T° > 15°C, T° < 15°C =
gemas florais independentemente do comprimento do dia
➢ > 25°C = compromete a indução floral
➢ faixa ideal de T° e fotoperíodo varia entre cultivares
➢ Florescimento e prop vegetativo antagônicos
FATORES AMBIENTAIS
2 – FOTOPERÍODO
✓ atua na indução da diferenciação do meristema vegetativo
para o floral
✓ a luz promove a expressão de genes que alteram o
crescimento do meristema apical, de vegetativo para
reprodutivo
CLASSIFICAÇÃO DAS CULTIVARES
Dia Longo (DL):
➢ indução floral fotoperíodo maior que 12 horas
➢ frutifica desde a primavera até o outono, em regiões de clima
temperado.
➢ fotoperíodo atingido no final da primavera e início do verão
➢ cultivares irrelevantes em nível comercial
FATORES AMBIENTAIS
2 – FOTOPERÍODO
✓ atua na indução da diferenciação do meristema vegetativo
para o floral
✓ a luz promove a expressão de genes que alteram o
crescimento do meristema apical, de vegetativo para
reprodutivo
CLASSIFICAÇÃO DAS CULTIVARES
Dia Neutro (DN):
➢ indução floral independente do fotoperíodo
➢ 10 a 25°C = diferenciação floral
➢ Período produtivo prolongado
CLIMA E ASPECTOS FISIOLÓGICOS
Classificação das cultivares:
Dia Longo: indução floral – fotoperíodo > 12 horas
Dia Curto: indução floral – fotoperíodo < 14 horas; T ° < 15 °C
Dia Neutro: indução floral independente do fotoperíodo, controlada pela T°
BRASIL: Dia curto e Dia neutro
FATORES AMBIENTAIS
Principais cultivares utilizadas no Brasil = importadas do Chile,
Argentina e Espanha:
- Provenientes de programas de melhoramento dos Estados
Unidos, Espanha e Itália.
- DN: Albion, Aromas, Monterey, Portola e San Andreas
- DC: Camarosa, Camino Real, Dover, Flórida (Festival,
Beauty, Brilance, Sensation), Oso Grande, Pircinque,
Sabrina, Cristal
Ceres
Gaia
PRODUÇÃO DE MATRIZES
➢ mudas de alta qualidade genética e sanitária
➢ Brasil = falta de cultivares adaptadas; baixa qualidade
fisiológica e fitossanitária das mudas produzidas, obrigando os
produtores a importar mudas do Chile, Argentina e Espanha.
MUDAS-MATRIZES:
▪ produção de estolões em jardins clonais (aplicação de
fungicidas e bactericidas)
▪ jardim clonal = controle das características genéticas, em
casa de vegetação telada, para evitar a contaminação
com viroses
▪ laboratório – estabelecimento in vitro, micropropagação e,
posteriormente, a aclimatização
PRODUÇÃO DE MATRIZES
Fase 1. Estabelecimento in vitro por meio da excisão de
meristemas de plantas básicas mantidas em jardim clonal
❖ Assepsia
PRODUÇÃO DE MATRIZES
Fase 1. Estabelecimento in vitro por meio da excisão de
meristemas de plantas básicas mantidas em jardim clonal
✓ extração dos meristemas
✓ 01 a 03mm
✓ Incubação sob condições
controladas de T; e
fotoperíodo
✓ 60 dias
PRODUÇÃO DE MATRIZES
Fase 2. Multiplicação dos explantes
✓ transferidos para frascos com meio de multiplicação
✓ 1 a 3cm
✓ ambiente controlado por 30 dias
✓ subculturas a cada 20 ou 30 dias – variação somaclonal
PRODUÇÃO DE MATRIZES
Fase 3. Enraizamento
➢ Meio de cultura
➢ Ambiente controlado por mais de
30 dias
➢ Altura superior a 30mm
PRODUÇÃO DE MATRIZES
Fase 4. Aclimatização
Fotos: Multiplanta
➢ Transferência gradual
➢ Plantas-matrizes aptas para produção de mudas
➢ A cada 2 anos deve ser reiniciado o processo de propagação por
cultura de tecidos
Variação somaclonal
PRODUÇÃO DE MUDAS
• Região Sul do Brasil: mudas-matrizes plantadas em VIVEIROS
entre setembro e novembro
• 1m x 2m ou 2m x2m
• 2,5 a 5 mil matrizes por hectare
• Emissão de estolões – fotoperíodo e temperatura (novembro
até março/abril)
• Lavouras renovadas anualmente – pragas e doenças – baixa
produtividade
• 24% do custo total de produção
SISTEMA CONVENCIONAL EM CAMPO
• Viveiros em campo
• Raízes nuas
• Exposição a patógenos de solo:
PRODUÇÃO DE MUDAS
Escolha do local do viveiro:
✓ clima: horas de frio e pluviosidade (exposição a doenças e
redução da qualidade)
✓ altitude elevada e clima ameno
✓ face de exposição: norte ou nordeste da propriedade
(incidência de radiação)
✓ quebra-vento
✓ irrigação: mudas sensíveis ao déficit hídrico
• Análise do solo
• Adubação
• Controle de plantas daninhas e pragas
PRODUÇÃO DE MUDAS
• depois de 140 dias no campo, cada planta-matriz pode
produzir entre 320 e 800 mudas, dependendo da cultivar.
• 350 e 400 mil mudas/ha, 35 a 40 mudas/m2 (competição)
• época de colheita: vigor, qualidade e mercado
• após arranquio: limpeza (toillete)
• manter as duas folhas mais novas
• padronização de acordo com o diâmetro da coroa:
uniformiza estande e colheita
• legislação brasileira: mínimo de 5mm
PRODUÇÃO DE MUDAS
• acondicionadas em caixas e
imediatamente enviadas para
o local de plantio
• tempo longo: retardo no
crescimento vegetativo ou
morte
• mudas pouco desenvolvidas
e sem vigor: viveiros com
excessiva densidade de
plantio, o que induz a planta
a vegetar, com risco de
retardar e reduzir a
diferenciação de gemas.
PRODUÇÃO DE MUDAS
PRODUÇÃO DE MUDAS EM CALHAS:
- Monitoramento de pH e solução nutritiva
PRODUÇÃO DE MUDAS
PRODUÇÃO DE MUDAS COM TORRÃO:
- Substrato esterilizados, livre de patógenos
Qualidade da muda
FISIOLÓGICA
Latência
Bioagro
Horas de frio acumulada (380 - 700 h
de 2- 7 oC)
No viveiro
Multiplanta
Câmara fria
Diâmetro de coroa
Brasil Ø Europa Ø
4 – 6 mm < 8 mm
6,1 – 8 mm 8,1 – 12 mm
8,1 – 10 mm > 12 mm
> 10,1 mm -
Adaptado de Calvete
Faixas adequadas de teores de macro e micronutrientes em
morangueiro
NITROGÊNIO
FÓSFORO
POTÁSSIO
CÁLCIO
MAGNÉSIO
BORO
FERRO
ZINCO
Cobre
MANGANÊS
Sistemas de cultivo
SEM
MULCHING
CAMPO
COM
MULCHING
TÚNEL
Sistemas de BAIXO
produção
AMBIENTE
TÚNEL
PROTEGID SOLO
ALTO
O
HIDROPONI
ESTUFAS SLABS
CO
VERTICAL
SEMIHIDRO
COCHOS
PONICO
HORIZONTA
INDOOR L
SACOS
CALHAS
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Campo
Com Mulching Sem Mulching
www.erdbeerenfunck.de/index.php?
Fotos-Perecin-2009
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PREPARO DO SOLO/CANTEIROS
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Túnel Leitoso Túnel Transparente Tuneis coloridos
negreira.com.br/produtos/lona www.paperplast.com.b Henschel 2016
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Túneis com bancadas suspensas
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Simpósio de Atualizações em Ciências Agronômicas
MANEJO DO TÚNEL
ABERTURA
FECHAMENTO
https://revistacampoenegocios.com.br/cultivo-em-tunel-garante-um-morango-
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AMBIENTE PROTEGIDO
Túnel Alto
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Mulching Túnel colorido
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AMBIENTE PROTEGIDO
ESTUFAS
https://plantfort.ind.br/estufa-cultivo-morangos
I CICLO DE PALESTRAS AGRO UEL IX SACA
Simpósio de Atualizações em Ciências Agronômicas
CULTIVO ESTUFA-POLINIZAÇÃO
vivadecora.com.br/revista/como-plantar-morango/
I CICLO DE PALESTRAS AGRO UEL IX SACA
Simpósio de Atualizações em Ciências Agronômicas
AMBIENTE PROTEGIDO-Estufa
Cultivo em solo
http://www.cncafe.com.br/site/interna.php?id=11228
biolabore.org/site/noticia/cultivo_de_morango www.cncafe.com.br/site/interna.php?id=11228
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AMBIENTE PROTEGIDO- Estufa
Cultivo hidropônico
EMBRAPA portuguese.alibaba.com/product-detail/aquaponics
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Simpósio de Atualizações em Ciências Agronômicas
Estufa-Semi-hidropônico
Cultivo em Slabs
www.electroplastic.com.br/produtos/linha/1/7/agroplas
I CICLO DE PALESTRAS AGRO UEL IX SACA
Simpósio de Atualizações em Ciências Agronômicas
Estufa-Semi-hidropônico
Associado a M.O Cultivo em Slabs
Streptomices & Bacillus
STULZER 2019
I CICLO DE PALESTRAS AGRO UEL IX SACA
Simpósio de Atualizações em Ciências Agronômicas
Estufa-Semi-hidropônico
Cultivo em Sacos
Cássia 2019
LondriMudas
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Simpósio de Atualizações em Ciências Agronômicas
Estufa-Semi-hidropônico
Calhas de poliestireno Calhas de Fibra
www.otempo.com.br/ www.calhapak.com.br/
I CICLO DE PALESTRAS AGRO UEL IX SACA
Simpósio de Atualizações em Ciências Agronômicas
Estufa-Semi-hidropônico
Calhas de polipropileno
eoeplasticos.com.br/produtos/produto.php?id=3 www.hortisulrs.com/galeria
I CICLO DE PALESTRAS AGRO UEL IX SACA
Simpósio de Atualizações em Ciências Agronômicas
Estufa-Semi-hidropônico
Cultivo cochos
Cássia 2019
I CICLO DE PALESTRAS AGRO UEL IX SACA
Simpósio de Atualizações em Ciências Agronômicas
Estufa-Semi-hidropônico
Cultivo em cochos
Plantar São João
I CICLO DE PALESTRAS AGRO UEL IX SACA
Simpósio de Atualizações em Ciências Agronômicas
AMBIENTE PROTEGIDO – Estufa
Cultivo Suspenso (Elevador)
www.hidroponiabrasil.com/post/cultivar biolabore.org/site/noticia/cultivo_de_morango
I CICLO DE PALESTRAS AGRO UEL IX SACA
Simpósio de Atualizações em Ciências Agronômicas
Estufa-Cultivo vertical
Cultivo Vertical
www.vivadecora.com.br/revista/como-plantar-morango/ YouTube
www.hojeemdia.com.b
I CICLO DE PALESTRAS AGRO UEL IX SACA
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CULTIVO INDOOR
Google Image
vivadecora.com.br/revista/como-plantar-morango/
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AGROLINK
Tetranychus urticae
CONTROLE FITOSSANITÁRIO EMBRAPA
Chaetosiphon fragaefolli Phytonemus pallidus
Cassia 2020
Controle:
Neopamera bilobata CULTURAL
BIOLÓGICO
QUÍMICO
Principais Pragas
Neopamera bilobata Tripes Tetranychus urticae
(Lobiopa insularis) Duponchelia fovealis Myzus persicae
Ácaro
Alimentação
Pulgão
Lagarta da coroa
Lagarta da coroa
Broca do fruto
Neopamera bilobata
DOENÇAS
Doenças Antracnos
e
Mofo Cinzento
Oídio
DOENÇAS
Antracnose Colletotrichum acutatum
Ocorrência da doença
DOENÇAS
Mofo cinzento Botrytis cinerea
Ocorrência da Doença
DOENÇAS
Oídio Sphaerotheca maculata f.
sp. fragariae
Ocorrência da doença
DOENÇAS
Mancha de Micosferela Mycospharella fragariae
DOENÇAS
Mancha Angular Xanthomonas fragariae Kennedy & king
EXIGÊNCIAS
• Altamente perecível;
• Alta taxa respiratória;
• Pós colheita – vida curta
• Processos de deterioração;
• Não-climatério;
• Coloração vermelho brilhante;
• Alto teor de umidade – 90 %;
EXIGÊNCIAS DE
MERCADO
• Processamento – Bom paladar;
• Sabor e textura; Paladar e olfato;
Textura
• Aparência – cor, conformação e
tamanho; Fonte: Depositphotos, 2009.
• Manter a qualidade – colheita;
EXIGÊNCIAS DE
MERCADO
• Tamanho e forma – exigência do
mercado;
• Processos de produção e comercialização
agrícola;
Baixas perdas; Flexibilidade;
Rapidez; Baixos custos;
MATURAÇÃO E
COLHEITA
• Maturação: 2-3 meses após o plantio;
• In natura: 3/4 coloração;
• Muito maduros – indústria;
• Horas mais frescas do dia - turgescência;
• Corte do pedúnculo;
• Resfriamento – maturação e deterioração;
MATURAÇÃO E
COLHEITA
• Colheita na embalagem para mercado;
• Pré-seleção de frutos;
• Cuidado no manuseio;
• Limpeza das mesas de classificação;
CLASSIFICAÇÃO
• Lotes homogêneos;
• Maturação;
MANUSEIO
• cuidados no manuseio;
• supervisão cuidadosa das
operações de colheita e
manuseio
EMBALAGENS
• Cumbucas transparentes de polietileno tereftalato (PET);
• Bandejas de poliestireno expandido (isopor);
• Indústria – caixa plástica com fruto a granel;
Fonte: Superprix, 2017.
Fonte: Montar um negócio, 2016
ARMAZENAMENTO
• Rápido resfriamento e subsequente armazenamento em baixas
temperaturas;
• Atrasos no resfriamento: aumento da perda de água;
• Câmara fria: 0 a 1°C e UR entre 90 e 95 %;
Fonte: Inbrapel Embalagens, 2017.
TURGESCÊNCIA
• Perda de água;
• Enfraquecimento das células;
• Ataque de microrganismos;
• Maior produção de etileno;
• Amarelecimento do fruto;
• Vapor d’água;
• Murchamento e enrugamento;
• Sabor e aroma;
TRANSPORTE
• Caminhões limpos e refrigeradoS;
• Caixas bem empilhadas;
• Evitas aquecimento dos morangos;
• MANTER A TEMPERATURA
Obrigado!