LUCIFERIANISMO
LUCIFERIANISMO
Por diversas vezes tenho visto pregações em algumas igrejas, em que o nome de Lúcifer é
atribuído a figura do próprio diabo, quanta ignorância!
Certa vez tive que interromper uma fala de um religioso, com a bíblia em mãos, e lá apontei
todos as contradições ditas por ele mesmo. (Respeitosamente, claro).
Para os que ainda estão no véu da ignorância sobre a verdadeira identidade de Lúcifer,
leiam o texto por completo:
Lúcifer:
O seu nome em hebraico, ( )הילל בן שחרsignifica «estrela da manha», ou «estrela da
alvorada», ou «luz da alvorada», estando todas estas expressões associadas ao planeta
Vênus que antes da alvorada, aparece como a primeira fonte de luz do dia que esta para
nascer. Lúcifer é também o mais belo, sábio e poderoso ser criado por Deus, um anjo (um
querubim), caído cujo o exílio do reino de Deus se deveu á sua tentativa de usurpar o trono
do seu pai e ser igual a Deus.
Lúcifer foi feito a partir do fogo no primeiro dia da criação, é possuidor de doze asas
brancas de invulgar envergadura e é o primeiro filho de Deus. Sobre Lúcifer, fala o Livro de
Isaías:
Porque na verdade Lúcifer e Satanás são duas entidades diferentes, a Igreja na sua
teologia oficial não considera Lúcifer o «Diabo», mas apenas um «anjo caído» - Petavius,
De Angelis, III, 3, 4s exaltarei o meu trono, e no monte da congregação me assentarei, aos
lados do norte. Subirei sobre as alturas das nuvens, e serei semelhante ao Altíssimo. E
contudo levado serás ao (Sheol), ao mais profundo do abismo.".
Isaías 14:12-15
Por se opor ao seu pai e á tirania desse Deus HYHV, o seu filho exilado passou a chamar-
se «opositor» ou «adversário», que em hebraico se escreve: «Satã». «Satã» não é por isso
um «nome» que designa uma entidade em particular, mas antes um «titulo» ou um
«adjectivo» que define todo aquele que de «opõem» ao deus HYHV.
Porque na verdade Lucifer e Satanás são duas entidades diferentes, a Igreja na sua
teologia oficial não considera Lúcifer o «Diabo», mas apenas um «anjo caído» - Petavius,
De Angelis, III, 3, 4
Lucifer era um anjo de Luz que havendo-se rebelado contra o seu pai, gerou uma guerra
celestial. Havendo-a perdido, Lúcifer e os todos os anjos que o apoiaram, (cerca de 1/3 dos
anjos dos céus), foram banidos da presença de Deus e exilados no mundo dos mortos, ou
«Sheol». Lúcifer é também conhecido por ser o «portador da luz», pois é o anjo da
sabedoria. Lúcifer tentou oferecer a sabedoria a Eva, dando-lhe a provar o fruto da arvore
do conhecimento, (conforme no livro de Gênesis), facto que acabou gerando a expulsão de
Adão e Eva do paraíso. Algumas tradições místicas hebraicas afirmam que Caim é filho de
Lúcifer e não de Adão, facto pelo qual Deus desgostava dele e o rejeitou, conduzindo-o ao
homicídio de Abel. Afirmam também certas tradições místicas que foi contra Lúcifer que
Jacob lutou, pois Lúcifer era o anjo guardião de Caim e confrontou Jacob, desejando
vingar-se do seu protegido. Lúcifer pode facultar sabedoria sobre todos os mais profundos
segredos místicos e do oculto, assim como pode conceder um dos 6 dons das trevas.
Lúcifer é também pai de Mammon, e possui 5 consortes, sendo que Lilith é a sua
imperatriz.
O nome Lúcifer é frequentemente aplicado a Satanás, mas não há base bíblica para esta
ideia. A palavra "Lúcifer" é a tradução em algumas Bíblias (ainda que não nas versões
portuguesas mais comuns) da palavra hebraica hêlîl em Isaías 14:12. Versões bem
conhecidas como a Revista e Corrigida, a Revista e Atualizada (1 e 2) e a Linguagem de
Hoje traduzem esta palavra como "estrela da manhã."
Isaías 14 é uma profecia sobre a queda do rei de Babilônia (veja 14:4). Este rei exaltava-
se, buscando tomar a glória que pertence a Deus. A profecia de Isaías 14 mostra que ele
seria derrubado de volta à terra.
É interessante que o Novo Testamento fale sobre a "estrela da alva" (2 Pedro 1:19) e a
"estrela da manhã" (Apocalipse 2:28; 22:16). Em todas estas passagens, é claro que a
estrela da manhã não é Satanás, ou qualquer outra criatura blasfema. O próprio Jesus é a
brilhante estrela da manhã que abençoa seus servos fiéis.
Então, por que o nome "Lúcifer" é frequentemente aplicado a Satanás? O uso partiu de
uma interpretação errada de Isaías 14:12. Muitos comentaristas inseriram algo maior neste
texto, vendo-o como uma explicação da origem de Satanás. Certamente há razão para
acreditar que o Diabo foi um dos anjos (Jó 1:6), que ele tem estado em rebelião contra
Deus desde antes da criação da Terra (1 João 3:8; veja Gênesis 3), e que vários anjos
seguiram sua desobediência e serão castigados eternamente (Judas 6). O que o rei de
Babilônia fez foi o mesmo tipo de pecado: desafiar a autoridade do Rei dos reis. Neste
sentido, podemos pensar em "Lúcifer" como um filho ou discípulo de Satanás (veja João
8:44), mas a profecia de Isaías 14:12 não está falando especificamente do Diabo.
Esta é uma lição permanente para nós de Isaías 14. O rei de Babilônia serve como um
lembrete claro da verdade das palavras de Jesus em Lucas 14:11: "... todo o que se exalta
será humilhado; e o que se humilha será exaltado." Que possamos andar humildemente
com nosso Deus.
A ORIGEM DO DIABO
Para tentarmos compreender como surgiu a figura do mal, do Diabo, falaremos sobre
alguns deuses:
O Deus Pan é muitas vezes chamado de Fauno, Sylvanus, Lupercus, o Diabo (no Tarô).
Seu lado feminino é a Fauna; é Exú (na Umbanda), o Orixá fálico; Capricórnio (na
Astrologia); Dionísius (deus do vinho); Baco (dos famosos bacanais). Muitas vezes é
comparado aos deuses caçadores; ou ainda, a Tupã (Pajé, Caboclo).
Pan é o guarda dos rebanhos que, tem por missão fazer multiplicar. Deus dos bosques e
dos pastos, protetor dos pastores, veio ao mundo com chifres, orelhas e pernas de bode.
Pan é filho de Mercúrio.
Parece, contudo, que o nascimento de Pan provocou certa emoção em sua mãe, que ficou
assustadíssima com tão esquisita conformação. De acordo com Hesíodo, quando Mercúrio
apresentou o filho aos demais deuses, todo o Olimpo desatou a rir.
As ninfas zombavam incessantemente do pobre Pan, por causa do seu rosto repulsivo, e o
infeliz deus, ao que se diz, tomou a decisão de nunca amar. Mas Cupido é cruel, e afirma
uma tradição que Pan, desejando um dia lutar corpo a corpo com ele, foi vencido e abatido
diante das ninfas que riam.
Existem diversas lendas associadas a Pan. Uma delas diz respeito à flauta que sempre o
acompanhava. Esta história diz o seguinte: Certa vez, Pan se apaixonou pela ninfa Sirinx,
mas não foi correspondido. Sendo assim, Sirinx vivia fugindo do deus metade homem
metade bode, até que se escondeu dele em um lago e se afogou. No lugar da sua morte,
nasceram hastes de junco que Pan cortou e transformou em uma flauta de sete tubos, a
qual se tornou um atributo dele. Sirinx, então, imortalizava-se.
Os romanos tinham um panteão de deuses que foi, em sua maioria, “herdado” da cultura
grega. Portanto, quase todos os deuses romanos possuem seus correspondentes gregos.
Sylvanus e Faunus eram divindades latinas cujas características são muito parecidas com
as de Pan, que nós podemos considerá-las como o mesmo personagem com nomes
diferentes.
Entre os romanos, faunos eram deidades de florestas selvagens com pequenos chifres,
pernas de cabra e um pequeno rabo. Eles acompanhavam o deus Faunus, eram alegres,
habilidosos, e viviam sempre cantando e se divertindo. Faunos são análogos aos sátiros
gregos.
Uma tradição particular conta que Faunus era o rei de Latium, o filho de Picus e neto do
deus Saturno. Depois de sua morte, ele foi divinizado como Fatuus, e surgiu um culto
pequeno em torno da sua pessoa, na floresta sagrada de Tibur (Tivoli).
Sua contraparte feminina é a Fauna, a deusa das florestas. Ao contrário de Pan, que
possuía os atributos da virilidade associados ao bode, Fauna era a senhora das matas e de
todas as plantas. Suas seguidoras eram as Ninfas e as Dríades (que curiosamente
possuem a mesma origem etmológica da palavra Druida – significando “aqueles que
conhecem as árvores”).
Na Babilônia, o grau de importância dos deuses era identificado pelo número de chifres
atribuídos a eles. Moisés fora representado plasticamente com chifres na testa (na
famosíssima estátua de Michelangelo), bem como o próprio Alexandre, o Grande,
encomendara uma pintura do seu retrato, mostrando-se com chifres de carneiro na testa.
O termo vulgar “bode” é designado pela mesma palavra que se emprega em outras partes
para designar um sátiro. A palavra hebraica sa’ir significa propriamente “o peludo” e se
aplica tanto ao bode como a qualquer outro sátiro, elemental ou divindade inferior, na
mentalidade popular.
O termo “levar chifres” como pejorativo veio mais tarde, por conta dos romanos. As rainhas
guerreiras celtas possuíam haréns de homens responsáveis por lhe dar prazer enquanto o
rei estivesse em batalhas (de maneira análoga aos haréns tão comuns de mulheres). Isto,
para os romanos (e, posteriormente para os católicos), era um absurdo. Na sua visão
machista, os reis celtas que permitiam estes concubinos eram “menos homens” que os
guerreiros romanos e começaram a espalhar a associação entre o “portar chifres”
(lembrem-se do que já falamos sobre a simbologia dos chifres de alce e os reis europeus) e
o “sua mulher dormiu com outro homem”.
O Deus Cornífero celta é representado por um ser com cabeça humana, chifres e pernas
de cabra ou cervo. Ele é o guardião das entradas e do círculo mágico que é traçado para
se começar o ritual. É o deus pagão dos bosques, o rei do carvalho e senhor das matas. É
o deus que morre e sempre renasce (o Senhor das Estações do ano). Seus ciclos de morte
e vida representam nossa própria existência. Os chifres e a capa vermelha representavam
o rito de iniciação (eu falei sobre isso nas colunas anteriores), tanto que estão presentes
até os dias de hoje na figura alegórica da Coroa e da Capa Vermelha dos Reis europeus.
Mas por que essa imagem diabólica tão horripilante? O chifre apresentava conotação
sagrada, como um sinal “divino”, desde dez mil anos a.C., no período Neolítico (thanks
TH13), representando também fertilidade e vitalidade. Acreditava-se que os chifres
recebiam poderes especiais vindos das estrelas e dos céus (a simbologia da cauda
formada pelos cometas). Basta observar as histórias da Cornucópia, que eram chifres das
quais brotavam frutas, verduras e vegetais suficientes para alimentar a todos, em um sinal
de fartura e prosperidade.
Existem várias versões do Deus Cornífero, como o Deus Cernunnos (versão celta e galo-
romana). Na religião pagã Wicca, criada por Gerald Gardner, acredita-se que o Deus
Cornífero seja o guardião das entradas e do círculo dos ritos.
Segundo a Wicca, o Deus Cornífero nasceu da grande Deusa, divindade suprema para os
wiccanianos, representada por várias faces. Uma das versões do Deus Cornífero é a que o
considera protetor dos pastores e dos rebanhos. Uma versão do Deus Osíris – considerado
pelos egípcios o deus da agricultura e da vida para além da morte.
Podemos perceber claramente que nenhum destes deuses nunca foi relacionado a um ser
“infernal”. Mas nos dias atuais, em que imaginamos o Diabo ou um ser infernal, o que nos
vem à mente é uma imagem demoníaca, maléfica, um ser com chifres e pernas de cabra.
¿Es el mismo ser Lucifer, el Demonio, Satanás y el Diablo? ¿Existe una religión que adora al Ángel
Caído? ¿El 666 es realmente el número de la bestia?
En el Nuevo Testamento, a Satanás se le nombra como «Diablo», que viene del verbo
griego «diaballo» (acusar). Otros apelativos que recibe Satanás son Legión, Príncipe de los
demonios, Beelzebub, Mentiroso, Padre de la mentira, Pecador desde el principio,
Tentador, Maligno, Espíritus malignos, Espíritus inmundos o impuros, Homicida desde el
principio, Señor de la muerte, Dragón, Serpiente antigua, Belial, Dios de este mundo, Poder
de las tinieblas, Seductor del mundo entero, Ángel de Satanás o Acusador.
«¡Cómo has caído de los cielos, Lucero, hijo de la Aurora! ¡Has sido abatido a tierra,
dominador de las naciones! Tú que habías dicho en tu corazón: ‘Al cielo voy a subir, por
encima de las estrellas de Dios alzaré mi trono, y me sentaré en el Monte de la Reunión...
subiré a las alturas del nublado, me asemejaré al Altísimo’. ¡Ya! Al sheol (mundo
subterráneo) has sido precipitado, a lo más hondo del pozo», escribió Isaías para celebrar
la muerte del Rey asirio Sargón II. La referencia al Rey como «Lucero, hijo de la Aurora»
fue entendida por los Padres de la Iglesia como una denominación al Diablo.
Según el libro del Apocalipsis, Cristo vencerá a Satanás y lo enviará a una prisión (el
infierno) «para que no engañe más a las naciones» y no pueda acceder más al Cielo ni la
Tierra. Para la mayoría de autores, la suposición de que Satanás gobierna o habita como
Rey del infierno carece de base bíblica. Cuando vaya lo hará como prisionero, no como rey.
La imagen del Diablo como monarca infernal se basa en gran medida en los escritos
literarios, en especial de Dante y Milton, quien pone en su boca la frase en «El Paraíso
perdido» de que «es mejor reinar en el infierno que servir en el cielo».
La suposición de que Satanás gobierna o habita como Rey del infierno carece de base
bíblica
Pero, ¿qué es el infierno para los cristianos? El vocablo infierno proviene del latín infernun
que significa «inferior» y que, en la mayoría de las religiones monoteístas, representa el
lugar en el que las almas de los muertos son torturadas como castigo por los pecados que
cometieron en vida. En este mismo libro hay referencias a la condenación con imágenes de
los caídos «arrojados al estanque (o lago) de fuego que arde con azufre». Este material es
recurrente al hablar del infierno cristiano, relacionando el azufre pues con la destrucción y
el castigo, a la vez que con la purificación del alma.
En el conocido relato de la caída de Adán y Eva (Génesis 3), un ser maligno y seductor,
encarnado en la serpiente, intervino de modo decisivo para que la pareja desobedeciera a
Dios y tuvieran que abandonar el Paraíso. La serpiente antigua es relacionada con la
tentación a los primeros padres en el Paraíso, en la que el Demonio se presenta bajo la
apariencia de una serpiente. No obstante, a este poder malvado no se le llama en ningún
momento Satán ni Diablo.
La idea del Demonio como un ser hermoso es señalada por el profeta Ezequiel, que
destaca la belleza y perfección de este «querubín grande» (ángeles de alto rango
asociados con la presencia y la gloria de Dios): «Se enalteció tu corazón a causa de tu
hermosura, corrompiste tu sabiduría a causa de tu esplendor...». Lo cual no significa que su
hermosura sea física, no cuando se trata de un ser inmaterial. Para la religión cristiana su
forma es la de un espíritu, que en la filosofía griega, luego heredada por los cristianos, se
traduce como un ser que no depende de la materia, ni en su existencia ni en su actuación.
La simplista vinculación de Satanás con el macho cabrío, cuernos y rabo incluidos, deriva
probablemente de que la cabra solía ser un símbolo de fertilidad y perversión en la
Antigüedad. Sin ir más lejos, una deidad adorada en la antigua Babilonia llamada
Baphomet era representada con una cabeza barbada y con pequeños cuernos. Y lo mismo
ocurre con el dios Pan de la mitología griega o con los faunos en la mitología romana.
Asimismo, la cabra es una forma de confrontación con la idea del «Cordero de Dios» (el
que quita los pecados del mundo).
Eso sin olvidar que los demonios adoptan diferentes formas de animal en la Bíblia:
langostas, osos, escorpiones, dragones, leones... A lo que se suma la larga lista de
animales tenidos por demoniacos a lo largo de los siglos: gatos, serpientes, dragones,
moscas, cabras, búhos, ratas, gallos, etc.
En el Génesis se describe al ser representante del antipoder como un Leviatán (enrollado),
esto es, una bestia marina del Antiguo Testamento creada por Dios. Y en el Apocalipsis,
Satanás tiene forma de Dragón rojo.
El número 666 se suele identificar con el Diablo o con el Anticristo porque el último libro de
la Biblia habla de una bestia de siete cabezas y diez cuernos que sale del mar y que lleva
un nombre en forma de número: 666 (Revelación [Apocalipsis] 13:1, 17, 18). Hay que
recordar aquí que el significado en la Antiguedad del número 6 es de imperfección (por
faltarle una unidad para la perfección del número 7), de modo que el número 666
representaría la imperfección llevada hasta el extremo.
Algunas investigaciones han sugerido que el número 666 es erróneo, ya que existen
algunas versiones del libro que datan del siglo II o III y que tienen como número de la
Bestia al 616
En cualquier caso, no está claro si el 666 es la marca del Demonio o probablemente
represente a algún personaje histórico de la época identificado por los primeros cristianos
como el Anticristo. Siguiendo distintos juegos numéricos, se puede llegar a concluir que el
número señala al emperador Domiciano o a Nerón, que persiguieron a los cristianos en la
época de la escritura del Apocalipsis, o en general a los Césares romanos, que se
autoproclamaban dioses y que exigían a sus súbditos que así fueran adoradas sus
estatuas.
El Yazidismo es una religión de Oriente medio que se remonta al año 2000 a.C. y que
cuenta con cerca de 700.000 miembros (la mayoría en Irak). Este credo adora a Malak
Taus, el ángel caído que dirige a los arcángeles y a menudo está representado por un pavo
real, lo que le ha valido la vinculación poco precisa por los cristianos y musulmanes con
Satanás o Lucifer («Portador de luz»). No en vano, la veneración hacia Malak Taus, que
nació de la iluminación del ser supremo, sigue siendo motivo de muchos interrogantes dada
la personalidad rebelde, orgullosa e incluso tiránica de este ángel.
El demonio Lilith
«Y de la costilla que Dios tomó del hombre, hizo una mujer, y la trajo al hombre. Dijo
entonces a Adán: Esto es ahora hueso de mis huesos y carne de mi carne; ésta será
llamada Varona, porque del varón fue tomada», relata el libro del Génesis sobre la creación
bíblica de la primera mujer en la faz de la tierra: Eva. No en vano, una extendida
interpretación rabínica considera que la referencia, en un versículo anterior, a que «Dios
creó varón y hembra los creó» significa que hubo otra mujer antes. Según esta tradición
judía, Lilith es la mujer que precedió a Eva, y que, una vez abandonó a Adán, se convirtió
en un demonio que rapta a los niños en sus cunas por la noche y una encarnación de la
belleza maligna y la madre del adulterio.
Lucifer, cuyo nombre es de origen latino y significa “portador de luz” en tanto que proviene
de “lucem” (luz) y “ferre” (portador), fue el querubín/arcángel más glorioso, bello e iluminado
de toda la Creación; mas, por su orgullo y arrogancia, intentó igualarse al mismo Dios y
condujo a un grupo de ángeles rebeldes para finalmente ser derrotado por el arcángel
Miguel y caer a las profundidades del infierno, sitio que habría de gobernar hasta que sea
destruido finalmente en el Juicio Final. Usualmente representado bajo el título de la
“Estrella de la Mañana”, Lucifer, “el primer pecador”, es comúnmente visto como el mismo
demonio que Satanás; no obstante, en este artículo nos centraremos no tanto en la entidad
concreta y posiblemente real sino en el nombre “Lucifer” y lo que conlleva y en la entidad
demoníaca en tanto que concebida bajo el nombre “Lucifer”.
Para comenzar hay que dejar en claro que en realidad, pese a que algunos insisten en
separarlos, Lucifer y Satanás son la misma entidad llamada de dos formas distintas,
cuestión ésta que a la luz de múltiples investigaciones se ha confirmado que, como más
adelante les explicaremos detalladamente, “Lucifer” no es sino un nombre que en el siglo IV
fue introducido por San Jerónimo en la biblia Vulgata y que, si alguna utilidad ha llegado a
tener, permite comprender mejor el estado antes de la rebelión del Diablo y, en
consecuencia, resulta más apropiado que el nombre “Satanás” si lo que queremos es
hablar del Diablo antes de su destierro del Cielo y caída al infierno, en relación a su
rebelión y las cuestiones que se relacionan con aquella y en relación al Diablo concebido
más que todo como una presencia simbólica construida en base a aquellos aspectos suyos
más asociados con el nombre de “Lucifer” que con el de “Satanás”. Este último punto lo
podemos entender mejor si pensamos por ejemplo en los masones, quienes hablan del
Diablo como “Lucifer” y no lo toman tanto como un ser real sino como un arquetipo
simbólico de la rebeldía, la intelectualidad y la iluminación.
Según el libro del profeta Ezequiel, Lucifer era un querubín antes de caer. En primera
instancia el pasaje bíblico de donde se saca dicha teoría está dirigido al rey de Tiro en un
tono y con unos propósitos semejantes al pasaje que Isaías dirigió al rey de Babilonia.
No obstante las cosas se complican cuando pensamos en que para otra teoría mucho más
conocida Lucifer era un arcángel; ya que, como bien se sabe, un ángel solo puede
pertenecer a uno de los nueve coros angélicos, por lo que o bien era un querubín o bien
era un arcángel…
Ahora, existe otro punto de vista según el cual Lucifer habría sido el primer ángel creado
por Dios, un ángel inigualable en belleza, esplendor e iluminación intelectual, un ser que
estaría por encima de las nueve jerarquías angélicas.
Como todo el mundo sabe, Lucifer se reveló porque deseaba derrocar a Dios y hacerse con
la autoridad celestial, porque envidiaba la perfección del Creador y la soberbia y el orgullo
le condujeron a la rebelión, o al menos buscar arruinar la armonía del Reino de los Cielos y
conseguir su independencia y la de sus ángeles insurrectos con respecto al Todopoderoso.
Sin embargo hay teólogos para los cuales el misterio de la Divina Encarnación (la venida
de Jesús) les fue revelado a los ángeles junto al hecho de que todas las jerarquías
celestiales debían postrarse ante la gloria de La Palabra Encarnada (Jesús). Eso produjo
soberbia en Lucifer y en los ángeles que él amotinó, ya que veían con la rabia del orgullo
herido el que la esencia divina se encarnase en una naturaleza tan tosca e inferior a la de
ellos como era la naturaleza humana.
Según los mormones “Lucifer” era el nombre del Diablo antes de su expulsión del cielo y,
en lo que respecta a las razones por las cuales Lucifer se sublevó, tienen algo muy
interesante que decirnos y es que, aparte de lo que ya sabemos, Lucifer se reveló porque
deseaba destruir la libertad del hombre… Justo el arquetipo contrario a aquel que
construyó el Romanticismo, arquetipo en el que Lucifer era un símbolo de la libertad al
estilo de Prometeo. En efecto, en el Libro de Moisés dentro de “La Perla de Gran Precio”
podemos leer lo siguiente en el capítulo 4: ‹‹Pero, he aquí, mi Hijo Amado, que fue mi
Amado y mi Escogido desde el principio, me dijo: “Padre, hágase tu voluntad, y sea tuya la
gloria para siempre” Pues por motivo de que Satanás se rebeló contra mí, y pretendió
destruir el albedrío del hombre que yo, Dios el Señor, le había dado, y que también le diera
mi propio poder, hice que fuese echado abajo por el poder mi Unigénito››. En lo citado se
usa el nombre “Satanás” pero, ya que sabemos que los mormones identifican a Satanás
con Lucifer y conciben que simplemente son dos nombres —uno para referirse al Diablo
antes de la caída; el otro, después de la caída— de la misma entidad, evidentemente tiene
sentido la cita en el marco de este artículo, sobre todo si consideramos que, aunque esté
escrito “Satanás”, el pasaje alude al Diablo en relación al porqué de su caída..
En el pasaje original, lo que estaba en hebreo se podía traducir variadamente como “¡Cómo
has caído tú del firmamento, oh estrella matutina, hijo del alba!” o “¡Cómo has caído tú del
cielo, oh estrella matinal, hijo de la mañana!” ya que en hebreo, dentro del pasaje del que
hemos puesto dos traducciones posibles, estaba escrito “helel ben shachar” y aquello
significa “brillante hijo de la mañana”. En su lugar, San Jerónimo tomó “helel” (“brillante”,
“resplandeciente”) y, traduciendo el concepto al latín como “lucem ferre” (“lucem” = “luz” y
“ferre” = “portador”), aprovechó para colocar el siguiente nombre propio: “Lucifer” (“Lucifer”
= “brillante”, “portador de luz”). Así se originó el verso bíblico de “¿Cómo caíste del cielo, oh
Lucifer, hijo de la Aurora?”, verso que acarreó el nacimiento del mito de Lucifer y de todas
las miles de páginas que a lo largo de la historia se habrían de producir en torno a dicho
equívoco.
Pero: ¿a qué se debió la elección de San Jerónimo?, ¿fue acaso una decisión motivada por
la simple búsqueda de la economía terminológica y de un mayor poder retórico para La
Palabra de Dios o fue un acto premeditado bajo el cual se escondían fines de largo alcance
inspirados en otros propósitos? Lamentablemente fue lo segundo, ya que el “santo” doctor
de la Iglesia buscó lo siguiente al insertar el nombre “Lucifer”:
1. Buscaba opacar y en cierto modo cristianizar al mito grecorromano del dios menor
Lucifer (hijo de la diosa Aurora) y de la misma Venus que, teniendo un correlato en el plano
de la astrología-astronomía, cuando se elevaba en el amanecer recibía el nombre de
“Lucifer” y era así mismo conocida como la “Estrella de la Mañana”.
2. Buscaba desacreditar al muy influyente obispo Lucifer, un obispo pagano de la Iglesia
Romana. En aquel entonces “Lucifer” era un nombre común y San Jerónimo, al haberse
peleado fuertemente con aquel obispo, buscaba dañar su imagen al hacer que su nombre
sea satanizado al asociarse a la imagen del mismo Diablo.
3. Buscaba dar mayor fundamento teológico a la teoría del Ángel Caído, hacer que las
palabras de Jesucristo de “Yo veía a Satanás caer del cielo como un rayo” (Lucas 10:18)
cobren más fuerza a través de un pasaje en el Antiguo Testamento.
4. Buscaba dar a la Iglesia mayor poder de control sobre sus fieles al exaltar (por realce
nacido de la contraposición) la virtud de la humildad de forma implícita a partir de la
construcción del retóricamente poderoso mito del ángel que descendió por su orgullo y
rebeldía de una posición tan alta que le había llevado a recibir el título de “Estrella de la
Mañana” —en consonancia con el significado de su nombre— para luego, tras su arrebato
de soberbia, “caer del cielo como un rayo”.
Ahora, algo que no se puede pasar por alto es que en realidad aquel pasaje de Isaías
aludía al rey de Babilonia, en eso todos los estudiosos concuerdan; aunque, obviamente,
no todos concuerdan en que solo aludía al rey. Pero y bien: ¿por qué llamaría “estrella
matinal, hijo de la mañana” al rey de Babilonia? Según se sabe los babilonios pensaban
que su rey era hijo de los dioses Bel e Ishtar, dioses ambos que se asociaban con planetas
y, en ese marco de vinculación entre dioses y planetas, al rey se lo asociaba con Venus,
planeta al que también los babilonios conocían como la “Estrella de la Mañana”. Ligado a
eso está el hecho de que por ciertas cuestiones mitológicas en la cultura popular de aquel
entonces los babilonios creían que sus reyes eran deidades astrales y le daban a su rey el
nombre poético de “Estrella de la Mañana”. Así, partiendo de la asociación entre el rey y la
estrella y de una leyenda babilónica según la cual la Estrella de la Mañana había intentado
ascender por encima del Alba y había caído vergonzosamente, Isaías alegoriza la gloria y
caída del rey babilónico en un tono de burlesca imprecación. De allí que la Enciclopedia
Judía nos diga que: ‹‹es obvio que el profeta, al atribuir al rey babilónico un exceso de
orgullo, seguido de su caída, tomó la idea prestada de una leyenda popular relacionada
con la estrella de la mañana››
El fraude de San Jerónimo tuvo apoyo en obras de autores anteriores como Tertuliano y
Orígenes de Alejandría (quienes supuestamente habrían hablado en cierta forma de Lucifer
como demonio aunque nunca lo refirieron como un nombre en la biblia…) y en obras de
grandes autores posteriores como o San Agustín de Hipona o Santo Tomás de Aquino. Así,
no resulta extraño que se hayan generado equívocos y que en la Demonología actual esos
equívocos hayan engendrado propuestas teóricas como las siguientes:
Para la ocultista moderna Dolores North o “Madeleine Montalbán”, Lucifer, entendido como
la “Estrella de la Mañana”, es equiparable a Lumiel, Arcángel de La Luz; y, así mismo, sería
el mismo ser que los satanistas conocen como Azazel o “La Antorcha de Babhometh”
Bajo una perspectiva interiorista y algo heterodoxa, Michael W. Ford piensa que Lucifer es
en realidad un nombre que sirve como “máscara” al Adversario (Satanás) y que, a nivel del
individuo, cobra vida como una fuerza impulsora, motivadora, iluminadora… como una
fuerza cuya raíz se encuentra en la mente subconsciente, postura ésta que nos trae a la
mente el ocultismo (acusado de luciferismo) de Crowley para quien la verdadera fuerza de
la voluntad solo puede revelar su esencia tras un proceso en el cual el individuo da rienda
suelta a los deseos reprimidos en la mente subconsciente…
En la Biblia Satánica de 1969 Lucifer es visto como uno de los cuatro príncipes de la
Corona del Infierno, viniendo a ser el príncipe que gobierna el Este, que es “Señor del Aire”,
—recordemos los elementos, también presentes en el Zodiaco: agua, tierra, aire, fuego—
recibe el título de “Portador de Luz” y “Estrella de la Mañana” y representa el
intelectualismo y la iluminación
Cabe decir que, pese a lo anterior, en los últimos tiempos parece que se ha extendido
bastante la conciencia sobre lo ficticio de Lucifer (no como el Diablo, sino como el nombre
que realmente era propio de El Caído) dentro de la Demonología. Por eso se nos da la
siguiente definición en un diccionario de demonios bastante actual que aparece en
múltiples webs; cito: ‹‹Este nombre significa el dador de luz y es erróneamente adjudicado
a Satanás. Esto se debe a un pasaje en el libro de Isaías, donde el profeta menciona a
Lucifer como un ángel caído y el hijo de la mañana. Isaías estaba aludiendo al Rey
Nabucodonosor (el rey babilónico anteriormente nombrado) en esta descripción, según
autoridades hebreas. El nombre en realidad, se refiere a la estrella del amanecer o del
atardecer, lo que lo relaciona con Venus. En el Cristianismo, Lucifer y Satanás, son la
misma entidad, debido a la identificación hecha por algunos de los padres de la iglesia,
como San Jerónimo. Existen leyendas, que dicen que Lucifer, fue el primero de los ángeles
caídos, no Satán, y que él, es quien gobierna los infiernos. En el Luciferismo, se le adora a
Lucifer considerándolo el ángel de la luz, que debe liberar al hombre de la servidumbre del
Creador. Ha de distinguirse del Satanismo, más vulgar y a menudo inmundo››
Lucifer y el Ocultismo
El Luciferismo alude a una línea esotérica, filosófica y en algunos casos religiosa, que tiene
como eje a la figura de Lucifer, ser a quien consideran un portador de la luz, un símbolo de
la libertad e independencia, de la iluminación, la sabiduría, el conocimiento y usualmente la
rebeldía, entre otras cosas. Básicamente se diferencia del Satanismo en el hecho de que
generalmente concibe a Lucifer y a Satanás como dos entidades distintas. No obstante
existe cierta ambigüedad a la hora de clasificar a un movimiento en una u otra categoría, ya
que muchos movimientos se autodenominan luciferistas mientras que son considerados
satanistas por la mayoría de grupos luciferistas…
“luciferismo gnóstico”, el cual era una doctrina que, a partir en gran medida de
interpretaciones simbólicas no desprovistas de cierto vuelo imaginativo, afirmaba que
Jesucristo era el hijo de Lucifer y que Yahvé, Jehová o como quiera que se llame al dios de
los judíos que sale en el Antiguo Testamento, era en realidad un dios del mal, un Demiurgo
creador y dueño del universo material. Lo susodicho lo sustentaban frecuentemente con
aquel pasaje del Evangelio en que el Diablo tienta a Jesús cuando está ayunando en el
desierto y con otro pasaje en que Jesús les dice a los judíos que su padre es Satanás y
que ellos son adoradores de Satanás: en el primer pasaje se concibe que aquel Diablo no
es Lucifer sino el dios de los judíos, el Demiurgo, creador y dueño del universo material,
razón por la cual le puede ofrecer a Jesús el gobierno del mundo puesto que el mundo es
suyo; en el segundo en cambio se piensa que Jesús estaba hablando de aquel celoso,
vengativo, cruel y furibundo Yahvé del campamento de Moisés, razón por la cual creen ver
allí un testimonio fiable (por venir de Cristo) de que el dios judío es un dios del mal.
Streghería:
“Streghería”, cuyo significado etimológico proviene del italiano arcaico y significa “brujería”,
es una religión neopagana de origen italiano que esencialmente se fundamenta en la
brujería, deriva de los antiguos cultos etruscos y tiene influencias de la cultura gitana. Su
principal deidad es Lucifer; aunque, al ser la Streghería una continuación del antiguo
paganismo italiano, no concibe a Lucifer como el demonio cristiano sino como el dios latino
Lucifer. No resulta por ello extraño que El Evangelio de las Brujas - texto que popularizó a
la Stregheria como una popular forma de brujería y neopaganismo moderno y que fue
publicado en 1899 por Charles Leland - narre el papel mesiánico de Aradia, quien era nada
más y nada menos que una hermosa bruja hermana de Lucifer, la cual decidió, en el
amenazante contexto del Medioevo, predicar la brujería con el fin de llevarla a un
renacimiento que le permita convertirse en la religión predominante. Finalmente y de forma
similar a la Wicca, la Streguería considera que la Naturaleza es sagrada y que la Magia es
un camino benévolo de evolución y desarrollo espiritual.
Yazidismo:
Thelema:
Esta religión, fundada por el famoso Alister Crowley, no solamente promulgaba la liberación
de los deseos subconscientes reprimidos por la mente consciente y racional sino que tenía
como máxima el “haz tu voluntad” (contrario a la moral cristiana de “hacer la voluntad de
Dios”) y, además, tenía como un eje primordial al mito de la muerte y renacimiento del dios
egipcio Horus, dios que para los luciferinos es la versión egipcia del mismo Lucifer…
Por otro lado, a nivel de lo que son escuelas esotéricas podemos citar las siguientes como
portadoras de una cierta línea luciferina:
Masonería:
Muy conocida resulta la acusación de luciferismo esgrimida contra los masones; aunque
también, y cabe decirlo, muy controvertida, sobre todo si vemos que muchísimos masones
han negado que haya una tradición luciferina en la Masonería o que se mencione a Lucifer
como “portador de luz”. Y es que, según los autores que acusan a los masones de
luciferinos, la Masonería enseña que Lucifer (a quien a veces llaman “Samael”) fecundó a
Eva y engendró a los cainitas, quienes serían los forjadores del hierro y habrían de
conservar su estirpe hasta Hiram Abif. Ahora, todo ese luciferismo es solo a nivel simbólico
pues la Masonería se opone a casi todo dogma (uno de sus pocos dogmas es el de Dios
como el Gran Arquitecto del Universo) y en realidad todo el relato de los cainitas es solo
una alegoría en la cual Lucifer representa la iluminación y la emancipación y los cainitas
representan a los intelectuales que, mediante sus batallas conceptuales contra la
ignorancia y el dogma, liberan al hombre del error y de la esclavitud de las mentiras
establecidas. Finalmente, debo señalar que es casi seguro que todas las acusaciones
contra la Masonería sean falsas ya que en general guardan conexión con la llamada
“broma de Taxil”, nombre que alude a como Leo Taxil, a fines del siglo XIX, creó una serie
de obras en las cuales se sustentaba el supuesto luciferismo masónico mas, pasado el
tiempo y habiendo sido efectuada una entrevista entre Taxil y el papá León XIII (quien
también acusaba de luciferismo a los masones y admiraba la obra de Taxil), el rencoroso
Taxil reveló que todo era una farsa hecha para burlarse de la Iglesia y sobre todo para
vengarse de los masones por haberlo expulsado…
La Golden Dawn fue fundada en Inglaterra en el año de 1888 como una fraternidad
ocultista de magia ceremonial marcada por un carácter fuertemente ecléctico en el que
intervenían influencias como la Kabala, la Quiromancia, el Tarot, la Alquimia, el
Gnosticismo y hasta la tradición rosacruz. Al igual que otras sociedades esotéricas
caracterizadas por un fuerte secretismo, la Golden Dawn fue acusada por incluir cultos a
Lucifer entre sus prácticas, acusación que no podemos tomarnos como una verdad
incuestionable sino como algo que probablemente esté inspirado en la ignorancia, el
fanatismo religioso y el prejuicio, entre otras cosas…
Algunas otras:
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Satã é Shaitan, o acusador para o povo hebreu, um grande Deus na religião dos
opressores cananeus, como Baal e Tzebult. A junção dos dois últimos deu origem a
Belzebú, e outros 2 deuses viraram um grande demônio.
Lúcifer é, primeiramente, uma tradução do hebraico, aramaico e grego para a língua latina.
Lúcifer faz contraposição à Metatron, que fica na Coroa da Árvore da Vida, enquanto
Lúcifer na Coroa da Árvore da Morte.
Lúcifer é o Grande Demiurgo Saturno, o Segundo Sol Hórus que deve ser reintegrado
internamente e externamente com o Cristo Logos Solar, Osíris ressuscitado.
• Lúcifer é o 'portador de luz', o arcano fazedor de luz. [ie. Prometheus]. Lúcifer não é
aquela criatura antropomórfica que o dogmática clerical ignorante apresenta para nós.
• Com certeza, cada um de nós tem o seu próprio Lúcifer, que em si mesmo é o reflexo do
'Logos' ou 'Logoi' interior, dentro das nossas profundezas da psique - a sombra, podemos
dizer, do nosso Logoi nas profundezas da nossa própria psique.
• É evidente que quando não estávamos caídos, quando ainda estávamos vivendo no
Éden, este interior 'Lúcifer', gloriosamente brilhou dentro das nossas profundezas. Mas
quando cometemos o erro de comer o fruto proibido de que nos foi dito, 'você não vai
comer dele', então o nosso íntimo Lúcifer caiu, e tornou-se o diabo falado de todas
teogonias.
• Agora precisamos de "bleash the Devil", é verdade. Temos que morrer dentro de nós
mesmos, aqui e agora. Quando alcançarmos a dissolução do 'Ego' de uma forma radical,
esse diabo de mitologias irá se branquear, resplandecer, ele se transformará em Lúcifer, o
portador da luz. Quando ele se mistura com a nossa alma e nosso espírito, nesse
momento, ele nos transforma em arcanjos gloriosos. [Malachim].
(Cabala e a Criação do Homem, por Samael Aun Weor)
LÚCIFER
A palavra LÚCIFER tem uma origem tremendamente simples. Entretanto, foi e é fruto dos
“oportunistas” religiosos que, normalmente visando obtenção de bens materiais, se
aproveitavam e se aproveitam da ignorância e da fé das pessoas. Desse modo, devido à
convenientes interpretações, tem essa palavra, hoje, diversos significados.
A origem correta é: portador(a) da luz (do Latim lucis = luz e ferre = carregar, portar, trazer.
Idem para o grego heosphoros), e era o nome dado ao planeta Vênus, que é visível antes
do alvorecer e que, simbolicamente, seria o portador da luz do Sol que em breve estaria
brilhando.
Segundo o pesquisador iconográfico Luther Link, é dito que Isaias, na Bíblia fez uma
designação descritiva aplicada a uma metáfora referente aos excessos de um “rei da
Babilônia”, e não a uma entidade em si: “Como caíste do céu, o Lúcifer, tu que ao ponto do
dia parecias tão brilhante”
Isaias não estava falando do Diabo. Usando imagens possivelmente retiradas de um antigo
mito cananeu, Isaías referia-se aos excessos de um ambicioso rei babilônico. (Wikipédia)
Aproveitemos as informações dessa Enciclopédia: “A expressão hebraica (heilel ben-
shahar) é traduzida como “o que brilha”. A tradução “Lúcifer” (portador de luz), deriva da
Vulgata latina (uma das versões da Bíblia) de Jerônimo e isso explica a ocorrência desse
termo em diversas versões da Bíblia.
Mas alguns argumentam que Lúcifer seja satanás e por isso, também foi o nome dado ao
anjo caído, da ordem dos Arcanjos. Assim, muitos nos dias de hoje, numa nova
interpretação da palavra, o chamam de Diabo (caluniador, acusador), ou Satã (cuja origem
é o hebraico Shai'tan, Adversário). Os judeus o chamam de heilel ben-shachar, onde heilel
significa Vênus e ben-shachar significa "o luminoso, filho da manhã". Alguns judeus
interpretam Lúcifer como uma referência bíblica a um rei babilônico. Mais tarde a tradição
judaica elaborou a queda dos anjos sob a liderança de Samhazai, vindo daí a mesma
tradição dos padres da Igreja.
Segundo a igreja católica, Lúcifer era o mais forte e o mais belo de todos os Arcanjos.
Então, Deus lhe deu uma posição de destaque entre todos os seus auxiliares. Segundo a
mesma, ele se tornou orgulhoso de seu poder, que não aceitava servir a uma criação de
Deus,"O Homem", e revoltou-se contra o Altíssimo. O Arcanjo Miguel liderou as hostes de
Deus na luta contra Lúcifer e suas legiões de anjos corrompidos; já os anjos leais a Deus o
derrotaram e o expulsaram do céu, juntamente com seus seguidores. Desde então, o
mundo vive esta guerra eterna entre Deus e o Diabo; de seu lado Lúcifer e suas legiões
tentam corromper a mais magnífica das criaturas mortais feitas por Deus, o homem; do
outro lado Deus, os anjos, arcanjos, querubins e Santos travam batalhas diárias contra as
forças do Mal (personificado em Lúcifer). Que maior vitória obteria o Anticristo frente a
Deus do que corromper e condenar as almas dos humanos aos infernos, sua morada
verdadeira?”
Abrindo parenteses: dá para se perceber que a imaginação do ser humano não tem limites.
Anjo... Arcanjo...o mais forte e belo dos Arcanjos...auxiliares de Deus...Caramba! é
interessante como se dá um “comportamento totalmente humano” à Deus e muitos aceitam
como se fosse a coisa mais natural do mundo!
Na Enciclopédia do Mestre Nicola Aslan temos: “Entre os cristãos, esse nome acabou por
ser aplicado ao espírito do Mal. Esta denominação nasceu, em certos Padres da Igreja, por
alusão a várias passagens de Isaias...em que o profeta anuncia a queda do rei da
Babilonia e o assombro que ela causa, nestes termos – Como é que caiste do céu, tu,
Lúcifer, astro da manhã? – Os padres aplicaram a palavra ao demonio, anjo caído.”
Sem mais comentários.
Auto: Irm∴ Alferio Di Giaimo Neto
É assim que, pela má tradução do hebraico HEYLEL (Estrela da Manhã), um escrito sobre
Nabucodonosor, rei da Babilônia, contemporâneo de Isaías, e que acabava de destruir o
Templo de Salomão e reduzir Israel à escravidão, de repente, em Idade Média, preocupada
com o anjo favorito de Deus, que após uma chamada rebelião contra seu Criador, teria sido
lançado no Inferno.
Infelizmente, no Antigo Testamento, não há dúvida de decadência angelical e menos ainda
de um anjo chamado LÚCIFER, uma vez que este termo é latino e, portanto, de forma
alguma usado nos escritos essênios ou hebraicos da época.
Na verdade, LÚCIFER, o "portador da luz", era, entre os romanos, o filho de Júpiter e da
Deusa Aurora, encarregado de atrelar e desatrelar os cavalos da carruagem conduzida por
Apolo. Já na época, ele personificava o Conhecimento por meio de uma figura que
mesclava os atributos de Hermes e Apolo.
Além disso, seu nome há muito evoca Vênus, a estrela que, pela manhã, iluminava o
Oriente e que à noite, ao ir para a cama, tomava o nome de VESPER.
Muitos deuses foram apelidados de LUCIFER pelos romanos, entre outros, Osiris Apollo,
Ishtar, Mithras e até Prometheus. Em Roma, a caçadora Diana tinha o nome de
LUCIFERA. Entre os gauleses, o deus LUG representava a Luz e a Inteligência.
O próprio Cristo se dá o nome de estrela da manhã e designa o espírito santo sob o nome
de HEYLEL (Apocalipse II 8; XXII, 16)
Então, mal posso acreditar, que LÚCIFER é brutalmente assimilado a SATAN ou Belzebu,
e isso, em meados da Idade Média pelo fato de São Jerônimo, que na verdade se referia a
um bispo da Sardenha que se chamava Lúcifer de Cagliari e que causou o cisma entre a
Igreja Católica e a Igreja Ortodoxa.
Então LUCIFER, ANGEL ou DEMON?
Voltemos ao que o Cristianismo ensina.
LUCIFER é o nome dado ao maior de todos os anjos, o favorito de Deus, mas este último,
segundo o mito da queda dos anjos rebeldes, foi motivado por seu orgulho a se rebelar
contra Deus. Primeiro problema, o fato de se rebelar, vem sob a posse do livre arbítrio,
uma capacidade que os anjos não possuem.
Portanto, se essa rebelião ocorre, é porque é livremente consentida por Deus, mas com
que propósito? Provavelmente segundo um plano pré-organizado e bem executado pelo
próprio Deus, preparando a vinda e o futuro da sua criação suprema, feita à sua imagem: o
Homem. Essa rebelião é encontrada em todas as grandes histórias das civilizações, com a
luta dos Titãs e dos Deuses.
Resumindo, Deus criou a Terra e o céu, as Trevas deram lugar à luz, então no 6º dia criou
o Homem à sua imagem. Adão e depois Eva aparecem, bem como a proibição formal de
comer os frutos da árvore que fica no meio do jardim. A Serpente (assimilada a Lúcifer)
aparece a Eva e a tenta a comer o fruto proibido, dizendo-lhe:
“Assim que tiveres comido deste fruto, os teus olhos se abrirão e serás como Deuses,
conhecendo o Bem e o Mal”.
O irreparável está feito, Adão e Eva são expulsos, procriam, dão à luz Caim, Abel (o
favorito de Deus) e Sete. Caim vai assassinar Abel e com isso se livrar definitivamente do
Divino, portanto do espiritual que está nele, para optar deliberadamente pela Matéria,
surpreendentemente com o apoio de DEUS que o marca na testa do sinal de sua proteção.
Desta forma, será o primeiro construtor de cidades, desenvolverá os seus conhecimentos e
terá nos seus descendentes um certo mestre TUBALCAÏN das Forjas e Ciências Naturais,
bem como mais tarde HIRAM, mestre construtor do Templo de Salomão.
Aqui está um rápido resumo do que o Antigo Testamento nos diz. Problema: Deus, sendo
Onipotente e Onisciente, só podia prever esta evolução do Homem, porque ao lhe
oferecer acesso ao Conhecimento, estava apenas oferecendo-lhe Liberdade e também
livre arbítrio. Um pouco como Prometeu faria roubando fogo do Céu e oferecendo-o aos
Homens.
Ao fazê-lo, permitiu a passagem do Homem da condição de criatura dependente e
inconsciente para a de indivíduo livre para agir com todos os riscos que isso acarreta,
vontade de ousar confrontar a Natureza e as suas Leis. e, portanto, para o próprio Deus.
Mas por que ele usa a Serpente "LÚCIFER" para quebrar as correntes dessa escravidão?
A escolha da Serpente remete ao simbolismo da pele e desta muda que sofre e que sai
para despertar, é aliás em todas as culturas, o símbolo do Conhecimento Divino.
Neste contexto, Deus previu que o Homem é chamado a gozar do Conhecimento, a
adquiri-lo e a ter acesso à onipotência sobre a criação que lhe é conferida pelo
Conhecimento (o que não se esqueceu de fazer Desde a).
Mas o resultado da passagem do interdito e da tomada da Liberdade do Homem, resulta
em MORTE. Essa morte que é o início do ciclo de transmutação da criação do Homem e
do próprio Deus, impossível sob vigilância e sem liberdade.
Esta morte adquirida por transgressão, torna-se um elemento do início do ciclo cósmico,
LIFE-DEAD, e portanto da possibilidade de mudança.
O homem deve passar de um estado passivo, desfrutando do Conhecimento, para um
estado ativo, Sabendo, tomando posse do Conhecimento. O objetivo a ser alcançado é a
divindade do Homem, que tendo colhido os frutos do Conhecimento, deve transmutar sua
substância para se apropriar de seus princípios antes de atingir a Imortalidade que lhe é
conferida pelo estado de Saber.
Na verdade, a Serpente "LUCIFER" o Homem e a Mulher, participam da Unidade trazendo-
nos de volta ao UM. O ato de rebelião concedido por Deus permite ao homem melhorar na
forma de reintegração de sua própria divindade.
As egrégoras Deus e Lúcifer são o inconsciente do homem. O conhecimento ofereceu a
liberdade de escolher entre o Bem e o Mal e, portanto, de evoluir na árvore da Vida.
LUCIFER liberta o homem da tutela de Deus porque Deus assim o quis. Ele é um Dionísio
judeu-cristão, gênio da encarnação humana, da individualidade livre, expressão visível da
verdade.
Ele é a outra Palavra de Deus, o Arcanjo caído que sobe e traz consigo toda a evolução
humana. Em sua queda ele teria perdido uma esmeralda fixada em sua testa e na qual
estaria esculpido um vaso que não seria outro senão o GRAAL que teria servido para
recuperar "o sangue de Cristo" cujo símbolo representa o Conhecimento supremo que
ilumina. espiritual, a ascensão das Trevas da fé à Luz da GNOSE.
O termo é vago: GNOSE
Este Conhecimento místico dos antigos Iniciados (Ísis, Elêusis, Dionísio, Pitágoras) que
evoca a concepção da presença, no Homem, de uma centelha divina no Mundo sujeita ao
destino, ao nascimento e à morte, e que deve ser despertado pela contraparte do Ser para
ser finalmente reintegrado no Todo Universal.
O homem deve evoluir de acordo com um esquema no qual quase todas as Ordens
Iniciáticas são baseadas:
Nível da Matéria: os Hylics, escravos prisioneiros da caverna de Platão, retidos pelas
correntes da ignorância, incapazes de ir além da aparência e cujo pensamento permanece
no nível do gesto e do rito confundindo a palavra e a mente.
Niveau de l’Esprit : les Psychiques, qui ont fait évoluer leur intellect et leur affectif, mais
leurs mots n’aboutissent pas à l’idée claire et juste car l’intolérance, les passions et la peur,
les aveuglent.
Niveau de l’Ame ou du Spirituel : les Pneumatiques qui sont les mystiques éclairés et
initiés, ayant abandonné les préjugés, les fausses certitudes et valeurs, libres de la
pesanteur de la matière. Ils sont capables de retrouver le sens perdu de la Parole et ont
accès à la Gnose en s’élevant au niveau du spirituel.
Cette Gnose permet d’opérer la métamorphose de l’Homme et sa mutation interne.
Lorsque le profane se trouve dans le cabinet de réflexion, il lit ce mot : VITRIOL mais il ne
sait pas encore qu’en inversant deux de ces lettres, le I et le R, il pourra écrire plus tard «
L’OR I VIT « L’or, ce métal pur et précieux , qui pour les Alchimistes représente bien plus
que cela, il est cette étincelle de Divinité que l’homme doit rechercher par la transmutation
de ce métal vil et impur, le Mercure qui n’est autre que le symbole alchimique de LUCIFER.
Il s’avère que l’Alchimie assimile LUCIFER à l’œuvre au noir, la Putréfaction, sous une
forme non démoniaque mais rédemptrice. Il représente la Pierre Brute, matière initiale de
l’œuvre, qui sous son aspect vil et repoussant, n’en demeure pas moins le pilier de toute
l’œuvre, car recelant en son sein, la lumière à suivre, l’étoile que suivirent les mages pour
parvenir à l’Enfant philosophal.
LUCIFER représente des forces immenses qui travaillent en nous obscurément, à la
réalisation du parangon humain. Les deux natures chez l’Homme sont Mortelle, être de
chair, et Originelle Immortelle, être de lumière.
Deux voies différentes s’ouvrent à la prise de conscience :
L’Involution (VITRIOL) qui est la matérialisation progressive de l’esprit
Evolução que é o reaparecimento do Espírito emergindo dentro da Matéria que ele
fertilizou, animou, evoluiu.
Como o Alquimista, o Homem pode iniciar a transformação, a transmutação de sua própria
natureza existencial.
“Luz e vida, este é o Deus e Pai de quem o homem nasceu. Portanto, se você vier a se
conhecer como sendo feito de vida e luz e estes são os elementos que o constituem, você
retornará à Vida. "(Hermès Trismegistus)
A busca da grande Obra é o símbolo do caminho necessário para a realização da
transfiguração da alma, um prelúdio para a ressurreição da figura divina original: o
verdadeiro Homem, o Adam Kadmon.
Criado por Deus, o anjo que se fez Homem pela carne deve, durante sua vida e em seus
atos, operar uma transformação para ressuscitar em toda a consciência e livremente sua
grandeza angelical.
LÚCIFER: UMA PASSAGEM OBRIGATÓRIA PARA O CONHECIMENTO
A busca Luciferiana é a busca pelo Graal, somos todos filhos de LUCIFER, aqueles que se
esforçam para o Conhecimento e Sabedoria. Na Loja, vamos buscar a luz que “o nosso
Lúcifer”, o nosso Venerável Mestre, nos dá porque é através dele que se transmite a Luz
que abre o nosso trabalho, que nos faz passar das Trevas à Luz, do mundo profano ao
Macrocosmo, de Lúcifer a GADLU.
Deus e LUCIFER, luz e escuridão são as duas facetas desta realidade suprema que é
apenas uma.
LUCIFER é o reflexo de Deus dentro de nós, a sombra de nosso Ser Divino dentro de nós.
O influxo luciferiano é uma força sem a qual a Terra não poderia ter continuado sua
evolução.
A queda do grão de trigo e a sua implantação nesta Terra dão-lhe uma oportunidade
particular de florescer: a de se tornar Deus.
Quem quiser subir deve primeiro descer, a queda do Mundo da Luz, o exílio e a luta no
Mundo da Cegueira e da Ignorância, permite a redenção final triunfal.
LÚCIFER e CRISTO são complementares, são Trevas e Luz, o Pentagrama aponta para
baixo evocando o Conhecimento transcendente que se refere à busca da imortalidade e do
absoluto por LÚCIFER e aponta para cima para CRISTO cuja redenção lhe permite o
acesso ao Divino.
Mas então, quando o Companheiro vê a Estrela Flamejante pela primeira vez, ela não
deveria ser apontada para baixo e apenas se endireitar quando passa das Trevas para a
Luz, que renasce HIRAM?
O selo de Salomão é explícito, um Triângulo para cima e um Triângulo para baixo que
permite ao Homem Luciferiano se posicionar no centro, ainda não pneumático, mas não
mais Hylic. Um pouco como o posicionamento do Mestre Maçom que, uma vez realizada a
transmutação, passou do quadrado à bússola, mas voltou a se posicionar no centro para
aperfeiçoar sua evolução espiritual.
Albert Pike Mestre pedreiro do século XIX já havia amplamente compreendido a
necessidade da passagem obrigatória pela instrução luciferiana e havia dito sobre este
assunto, eu cito: “Para o F :. M :. Gnósticos, o GADLU é Lúcifer, "o portador da Luz". A
Maçonaria deve ser mantida na pureza da doutrina Luciferiana ”(sic).
Mas o Conhecedor não é assim um Sábio. O conhecimento pode dar poder, a evolução
espiritual do Homem será baseada no bom ou mau uso que ele fará. Ele deve dominar seu
conhecimento e fazê-lo evoluir da Matéria ao Espírito, do Quadrado ao Compasso,
mantendo o Compasso aberto no Quadrado, de LUCIFER ao DIVINO.
“É da natureza da Luz não poder aparecer aos nossos olhos sem estar revestida de algum
corpo e este corpo também deve ser adequado para receber a Luz.
Onde, portanto, está a Luz, também deve haver necessariamente o veículo dessa luz. Esta
é a maneira mais fácil de não vagar. Busque, portanto, a Luz do seu Espírito, a Luz que
está envolta nas Trevas e aprenda a partir daí que o sujeito mais vil de todos os
ignorantes é o mais nobre de acordo com os Sábios ”(BUDDHA)
Gnôthi Seauton (conheça a si mesmo)

![— 2 Pedro 1:19[25].
É por esta razão que é possível encontrar pessoas com nome "Lúcifer" entre os primeiros
cristãos, sendo o](https://screenshots.scribd.com/Scribd/252_100_85/356/781872057/2.jpeg)







