0% acharam este documento útil (0 voto)
32 visualizações7 páginas

Funções Compostas e Inversas em Matemática

apostila PH

Enviado por

Ronaldo Ayres
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
32 visualizações7 páginas

Funções Compostas e Inversas em Matemática

apostila PH

Enviado por

Ronaldo Ayres
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

A

9 Teoria das Funções (2a parte)

AD
1. Função Composta Podemos ter três tipos de problemas com função
composta:

Z
1.1. Definição
Seja f uma função de um conjunto A em um con- Dados Pede-se

RI
junto B e seja g uma função de B em um conjunto C; 1o Tipo f(x) e g(x) f(g(x)) ou g(f(x))
chama-se função composta de g e f à função h de A
2o Tipo f(x) e f(g(x)) g(x)
em C definida por
3o Tipo g(x) e f(g(x)) f(x)

TO
h (x) = g (f(x))
para todo x D A.
1.2. Teorema
Indicaremos esta aplicação h por g o f (lê-se: g
composta com f). Portanto,

AU
Quaisquer que sejam as funções
(gof) (x) = g (f(x))
f g h
A B C D
para todo x D A.
tem-se que: (hog)of = ho(gof)
Podemos representar também a composta g o f
pelo diagrama.
Demonstração:
ÃO
f
A B
Consideremos um elemento qualquer x de A e colo-
g
quemos f(x) = y, g(y) = w e h(w) = z; temos:
gof ((hog)of) (x) =(hog)(f(x))=(hog) (y) = h(g(y))=h(w)= z,
e notemos que:
N

Exemplo: (gof) (x) = g(f(x)) = g (y) = w.


Então, (ho(gof)) (x) = h(gof(x)) = h(w) = z portanto,
O

(ho(gof)) (x) = ((hog)of) (x), para todo x D A.


2
0 4

3
ÇÃ

1 9

3
5
25
exercícios resolvidos

A B C
1. Sejam as funções reais f e g, definidas por
f(x) = x2 + 4x – 5 e g(x) = 2x – 3. Pede-se:
DU

Sejam: a) obter as leis que definem f o g e g o f


f: A A B f(x) = x + 2 b) calcular (f o g)(2) e (g o f)(2)
g: B A C g(x) = x2 c) determinar os valores do domínio da função
f e g estão representadas no diagrama acima. f o g que produzem imagem 16.
O

Tem-se que: Solução:


f(0) = 2 e g (2) = 4 ‰ g(f(0)) = 4 a) A lei que define f o g é obtida a partir da lei de f,
PR

f(1) = 3 e g (3) = 9 ‰ g(f(1)) = 9 trocando-se x por g(x):


f(3) = 5 e g (5) = 25 ‰ g(f(3)) = 25
(f o g)(x) = f(g(x)) = [g(x)]2 + 4[g(x)] – 5 =(2x – 3)2 +
Sendo h (x) = g (f(x)) tem-se: + 4(2x – 3) – 5 ‰ (f o g)(x) = 4x2 – 4x – 8.
h(0) = 4; h(1) = 9; h(3) = 25;
A lei que define (g o f) é obtida a partir da lei de
RE

Para obtermos a lei de correspondência da função g, trocando-se x por f(x):


composta h = gof, fazemos assim:
(g o f)(x) = g(f(x)) = 2 u f(x) – 3 = 2(x2 + 4x – 5) – 3
h(x) = g(f(x)) = g(x + 2) = (x + 2)2 = x2 + 4x + 4 (g o f)(x) = 2x2 + 8x – 13

Matemática I 11 Curso pH

03_pH_Mat_I_2bim_12.indd 11 1/19/12 6:18:32 PM


b) Calculemos f o g para x = 2 1o: y ⭓ 1

A
(f o g)(2) = 4 u 22 – 4 u 2 – 8 = 0 y ⭓ 1 ‹ g(x) ⭓ 1 ‹ x – 3 ⭓ 1 ‹ x ⭓ 4
calculemos g o f para x = 2 y ⭓ 1 ‰ f(y) = y2 + 2y + 4 ‰ f(g(x))

AD
(g o f)(2) = 2 u 22 + 8 u 2 – 13 = 11 = (g(x))2 + 2g(x) + 4 ‰
c) O problema em questão resume-se em resolver ‰ (f o g)(x) = (x – 3)2 + 2(x – 3) + 4 =
a equação (f o g)(x) = 16 = x2 – 4x + 7.
ou seja:
2o: y ⬍ 1
4x2 – 4x – 8 = 16 ‰ 4(x2 – x – 6) = 0 ‰ x = 3

Z
ou x = –2 y ⬍ 1 ‹ g(x) ⬍ 1 ‹ x ⬍ 4
y ⬍ 1 ‰ f(y) = 3y + 4 ‰ f(g(x)) = 3g(x) + 4 ‰

RI
2. Sejam as funções definidas por f(x) = x e ‰ (f o g)(x) = 3(x – 3) + 4 = 3x – 5
Conclusão: (f o g)(x) = x – 4x + 7, se x ⭓ 4
g(x) = x2 – 3x – 4. Determinar os domínios das fun- 2
ções (f o g) e (g o f). 3x – 5, se x ⬍ 4

TO
Solução:
a) (f o g)(x) = f(g(x)) = g(x) = x2 – 3x – 4.
Para que exista (f o g)(x) D ⺢, devemos ter exercícios
x2 – 3x – 4 ⭓ 0, isto é: x ⭐ –1 ou x ⭓ 4. Então
D(f o g) = {x D ⺢ | x ⭐ –1 ou x ⭓ 4}

AU
1. Dados
b) (g o f)(x) = g(f(x)) = [f(x)]2 – 3 u f(x) – 4 =
= x – 3 x – 4, f(x) = x2; g(x) = 5x
Para que exista (g o f)(x) D ⺢, devemos ter Determine:
x ⭓ 0. a) f o g(x) b) f o f(x)
Então D(g o f) = {x D ⺢ | x ⭓ 0}. c) g o f(x) d) g o g(x)
ÃO
3. Sejam as funções reais f(x) = 3x – 5 e (f o g)(x) = 1
2. (PUC/RIO–98 – 1a Fase) Para f(x) = e g(x) = 1 – x temos
= x2 – 3. Determinar a lei da função g. que g o f o g o f(x) é x
Solução: a) g o f(x)
Se f(x) = 3x – 5 então trocando-se x por g(x) te- b) f o g(x)
N

mos: c) f(x)
(f o g)(x) = f(g(x)) = 3 u g(x) – 5 d) g(x)
mas é dado que: (f o g)(x) = x2 – 3, então e) Id.
3g(x) – 5 = x2 – 3, ou seja:
O

2 3. Dada a função f: {1, 2, 3} A {1, 2, 3} tal que


g(x) = x + 2 . f (1) = 3, f (2) = 1 e f (3) = 2, calcule (f o f o f o ... o f) (1),
3 sendo f escrito 20 vezes nessa expressão.
ÇÃ

4. Sejam as funções reais g(x) = 3x – 2 e (f o g)(x) =


= 9x2 – 3x + 1. Determinar a lei da função f. 4. Sejam as funções reais f(x) = 2x + 7 e (f o g)(x) =
Solução: = x2 – 2x + 3. Determinar a lei da função g.
Se (f o g)(x) = 9x2 – 3x + 1, então,
DU

f(g(x)) = 9x2 – 3x + 1. 5. Sejam as funções reais g(x) = 2x + 3 e (f o g)(x) =


g(x) + 2 = 6x + 8. Determinar a lei da função f.
Como g(x) = 3x – 2, decorre x = e então:
3
g(x) + 2 2 g(x) + 2 6. Sejam as funções reais g(x) = 2x – 3 e (f o g)(x) =
f(g(x)) = 9 –3u + 1 = [g(x)]2 + = 2x2 – 4x + 1. Determinar a lei da função f.
3 3
O

+ 4g(x) + 4 – g(x) – 2 + 1 = [g(x)]2 + 3g(x) + 3. Logo,


f(x) = x2 + 3x + 3. 7. (UFF – 1a Fase) Sejam f: ⺢ A ⺢ e g: ⺢ A ⺢. Sabendo-
se que f(x) = 5 + x2 e que a imagem da função f
PR

5. Sejam f e g funções reais definidas por o g é o intervalo real [+ 5, +3], a alternativa que
representa a imagem da função g é:
f(x) = x + 2x + 4, se x ⭓ 1 e g(x) = x – 3.
2
3x + 4, se x ⬍ 1 a) [+ 5, +3]
Obter a lei que define f o g. b) [–2, +2]
RE

Solução: c) [–2, + 5 ]
Fazendo g(x) = y, temos (f o g)(x) = f(g(x)) = f(y). d) [– 5, +2]
Temos de examinar dois casos. e) [– 5, + 5 ]

Curso pH 12 Matemática I

03_pH_Mat_I_2bim_12.indd 12 1/10/12 4:37:34 PM


2. Função Inversa

A
g g
2.1. Introdução b1 a1 b1 a1

AD
Consideremos uma função f de A em B: b2 a2 a2

b3 a3 b2 a3
f
a1 b1 b4

Z
B A B A

a2 b2
Nem sempre a relação inversa de f é uma função.

RI
No primeiro exemplo, g não é função de B em A
a3 b3 porque D(g) & B; no segundo exemplo, g não é função
de B em A porque há um elemento de B(b1) associado

TO
a dois elementos de A(a1 e a2).
A B
Observamos que se exigirmos que I (f) = B, então
Os pares ordenados de f se caracterizam pelo fato necessariamente D(g) = B e portanto, o que ocorre no
das primeiras coordenadas serem elementos de A e 1o exemplo não poderia ocorrer.
as segundas coordenadas elementos de B: Se exigirmos também que a cada elemento

AU
f = {(a1, b1), (a2, b3), (a3, b2)} y D B = I(f) esteja associado um único elemento x D A,
então o que ocorre no segundo exemplo não poderia
Suponhamos que as coordenadas dos pares de f ocorrer.
são trocadas. Obteríamos a relação
Mas exigir que I(f) = B e que a cada y D B esteja
g {(b1, a1), (b2, a3), (b3, a2)} associado um único x D A é equivalente a exigir que f
ÃO
denominada relação inversa de f, que pode ser repre- seja uma bijeção de A em B. Portanto se f é bijeção de
sentada pelo seguinte diagrama de setas: A em B, a inversa de f é uma função de B em A (por
sinal, também uma bijeção de B em A).
g Podemos então escrever:
b1 a1
N

A relação inversa g de uma função f: A A B é


uma função de B em A, se, e somente se, f é uma
b2 a2
bijeção de A em B.
O

b3 a3 2.2. Definição
ÇÃ

Seja f: A A B tal que f é uma bijeção de A em B.


B A Seja g a relação inversa de f (obtida trocando-se as
coordenadas dos pares ordenados de f).
Observamos que g é também uma função, no caso,
de B em A. Dizemos então que g é a função inversa de f.
DU

Costumamos representar g da seguinte forma:


Este exemplo sugere a seguinte pergunta: trocan-
do-se as coordenadas dos pares ordenados de uma f–1: B A A
função f de A em B sempre obtemos uma função g, Propriedades:
de B em A?
i. f –1 é uma bijeção de B em A.
O

A resposta é não. Os diagramas a seguir ilustram


porque: ii. D(f –1) = I(f) = B.
iii. I(f –1) = D(f) = A.
PR

f f
a1 b1 a1 b1
A relação existente entre os pares ordenados de f e
a2 b2 a2 f–1 pode ser escrita pela seguinte propriedade:
b4
(x, y) D f ‹ (y, x) D f –1
RE

a3 b3 a3 b2
ou
A B A B y = f(x) ‹ x = f –1 (y)

Matemática I 13 Curso pH

03_pH_Mat_I_2bim_12.indd 13 1/10/12 4:37:34 PM


2.3. Regra Prática

A
Dada a função bijetora f de A em B, definida pela y=x
f

AD
sentença y = f(x), para obtermos a sentença aberta
f -1
que define f –1, procedemos do seguinte modo:

1o Na sentença y = f(x) fazemos uma mudança de


variável, isto é, trocamos x por y e y por x, ob-

Z
0 x
tendo x = f(y).
2o Transformamos algebricamente a expressão

RI
Por exemplo, a inversa da função f(x) = 2x é f –1 (x) = x .
x = f(y), expressando y em função de x para ob- 2
termos y = f –1 (x). A figura a seguir ilustra a simetria entre os gráficos das
duas funções:

TO
Exemplos: y
y = 2x
1o Qual a função inversa da função f bijetora em ⺢ y=x
definida por f(x) = 3x + 2?

AU
2
A função dada é f(x) = 3x + 2. Aplicando a regra y = x/2
prática: 1
I. Permutando as variáveis: x= 3y + 2
x – 2 = 3y ‹ y = x – 2 ‰ f –1(x) = x – 2 0 1 2 x
3 3
ÃO
2o Qual é a função inversa da função f bijetora em ⺢
definida por f(x) = x3?
A função dada é f(x) = y = x3. Aplicando a regra
prática: exercícios
I. Permutando as variáveis: x = y3
N

II. Expressando y em função de x: 8. Seja a função de ⺢ – {–2} em ⺢ – {4} definida por


3 3
y = x ‰ f –1 (x) = x f(x) = 4x – 3. Qual é o valor do domínio de f –1 com
x+2
O

imagem 5?
2.4. Propriedades
9. Sejam os conjuntos:
ÇÃ

Um exame do gráfico abaixo nos leva à conclusão


que os pontos (x, y) e (y, x) do plano são simétricos A = {x D ⺢ | x ⭓ 1} e B = {y D ⺢ | y ⭓ 2}
com relação à reta y = x: e a função f de A em B definida por f(x) = x2 – 2x + 3.
Obter a função inversa de f.
DU

(x, y) y=x
10. Dadas as funções f e g, de ⺢ em ⺢, definidas por
y f(x) = 4x + 1 e g(x) = 3x – 5, determine a função
inversa de g o f.
x (y, x)

11. Se a função real f é definida por f(x) = 1 para


O

todo x ⬎ 0, então f –1 (x) é igual a: x+1


o x y
1
a) –1 d) 1 – x
PR

Lembrando a relação: x
1 1
(x, y) D f ‹ (y, x) D f –1 b) +1 e)
x x+1
c) x + 1
RE

podemos concluir que, no plano, os pontos que re-


presentam uma função e sua inversa são simétricos
em relação à reta y = x, isto é, os gráficos f e f –1 são 12. Seja a função f dada pelo gráfico abaixo. Qual dos
simétricos em relação a y = x. gráficos a seguir representa a f –1?

Curso pH 14 Matemática I

03_pH_Mat_I_2bim_12.indd 14 1/10/12 4:37:34 PM


A
18. Dada a função f(x) = 9 – x2 , para qualquer núme-
ro real x, tal que |x| ⭐ 3, tem-se:
a) f(3x) = 3f(x) d) f(–x) = f(x)

AD
3
2 b) f(0) = f(3) e) f(x – 3) = f(x) – f(3)
–1
c) f (x) = f 1 , se x & 0
1 2 x

a) d)

Z
–2 –1
1 2
–2
–3 exercícios gerais

RI
–2
–3
19. Sejam f e g funções reais de variáveis reais, tais
b) e) que g(x) = x – 1 e (f o g)(x) = x2 + 12, se x & 0.
x x

TO
2 3 Encontre o valor de f(4).
2
1
2 3 1 2 20. (UNIRIO) Se f: ⺢ A ⺢ é uma função definida pela
c) expressão f(x – 1) = x3, então o valor de f(3) é igual

AU
a:
3
2 a) 0 d) 15
–2 –1 b) 1 e) 64
c) 6

13. A função f: ⺢ A ⺢ é tal que f(x) = (x – 1)3. Sendo f –1 21. (UGF) A função f é definida recursivamente no con-
ÃO
a função inversa de f, o valor de f –1 (64) é: junto dos inteiros positivos por:
a) 1 f(x) = x – 5 se x ⭓ 20
b) 2 f[f(x + 6)] se x ⬍ 20
c) 4 O valor de f(18) é:
d) 5
a) 12 d) 15
N

e) 6
b) 13 e) 64
c) 14
14. (UFF–96 – 2a Fase) Sendo f a função real definida por
f(x) = x2 – 6x + 8, com x ⬎ 3, determine o valor de
22 Uma função f: ⺞ A ⺞ associa a cada natural n, a
O

f –1 (3).
raiz quadrada positiva do menor quadrado perfeito
maior que n. O valor de f(9) + f(19) + f(92) vale:
ÇÃ

15. (UNIRIO–97 – 1a Fase) A função inversa da função bijetora


2x – 3 a) 16 d) 19
f: ⺢ – {–4} A ⺢ – {2} definida por f(x) = é: b) 17 e) 20
x+4
x+4 4x + 3 c) 18
a) f –1 (x) = d) f –1 (x) =
2x + 3 x–2
23. Seja f: ⺞ A ⺪ uma função tal que f(0) = 1,
DU

x–4 4x +3
b) f –1 (x) = e) f –1 (x) = f(1) = 3 e, para todo n maior ou igual a 1, tem-se:
2x – 3 x+2
[f(n)]2 – f(n – 1) u f(n + 1) = (–1)n .
2x + 3
c) f –1 (x) = O valor de f(3) é:
2–x
a) 13 d) 10
O

16. (UFF–96 – 2a Fase)


Dadas as funções reais e variável 27
real f e g definidas por f(x) = x2 – 4x + 3, com x ⭓ 2 b) 33 e) –27
e g(x) = 2 + 1 + x, com x ⭓ –1, determine: c) 21
PR

a) (g o f) (x)
b) f –1 (120) 24. Uma função f de variável real satisfaz a condição
f(x + 1) = f(x) + f(1) qualquer que seja o valor da
17. (UFF–2001 – 2a Fase) Dada a função real de variável real f, variável x. Sabendo que f(2) = 1, o valor de f(92) é
RE

x+1 igual a:
definida por f(x) = , x & 1:
x–1 a) 48 d) 45
a) determine (f o f)(x); b) 47 e) 44
b) escreva uma expressão para f –1 (x). c) 46

Matemática I 15 Curso pH

03_pH_Mat_I_2bim_12.indd 15 1/10/12 4:37:34 PM


25. Considere as funções: e)

A
(CESGRANRIO/RJ) x

f: ⺢ ⺢ g: ⺢ ⺢
y
x ax + b x x2 1 2 3 4 5

AD
onde a e b são constantes; conhecendo-se a com-
posta,
g o f: ⺢ ⺢ 30. (CESGRANRIO/RJ–76) Seja f: x A f(x) a função cujo grá-
x g (f(x)) = 4x2 – 12x + 9, fico é

Z
qual o valor de a + b? y

RI
26. (CESGRANRIO/RJ) Seja ƒ uma função de ⺢ em ⺢, tal
que f(2) = 7, f(9) = 3, f(0) = 0, f(5) = 16 e f(7) = 4. Seja
g uma outra função, de ⺢ em ⺢, tal que a imagem
de cada ponto x do seu domínio seja 2x + 3. En-

TO
tão, chamando-se h à função composta gof, tem-se
que:
0 x
a) h(1) = 16
b) h(2) = 49

AU
c) h(9) = 9 O gráfico que mais bem representa a função inversa
d) não existe essa função h. f –1: x A f –1 (x) é:
e) nada se pode afirmar, pois a lei de formação de a) y d) y
ƒ não é conhecida.
0 x 0 x
27. (CESGRANRIO/RJ) Sejam f: ]0; '[A] 0; + '[ a função
f(x) = 1 e sua inversa f –1. O valor de f –1 (x) no ponto
ÃO
x2
x = 4 é:
a) 1 d) 2 b) y e) y
4
b) 1
N

e) 4
2
c) 1

28. (CESGRANRIO/RJ) Dados P = {x D ⺞ | x ⭐ 50} e 0 x


O

Q = {y D ⺪ | 0 ⭐ y ⭐ 9} definimos f: P A Q por 0 x
f(x) = algarismo das unidades do número x. Então o c) y
número de elementos do conjunto f –1 {3} é:
ÇÃ

a) 5 d) 2
b) 4 e) 1
c) 3
DU

29. (UNESP–96 – 1a Fase)


Considere duas funções, ƒ e g, 0 x
definidas no intervalo I = {x D ⺢ | 1 ⭐ x ⭐ 5}, tais
que f(1)= g(1) = 0, f(3) u g(3) = 0 e f(5) ⬎ g(5). Re-
31. (MACK/SP) Sendo f(x – 1) = 2x + 3 uma função de ⺢
presentando o gráfico de f em linha cheia e o de g
em ⺢, a função inversa f –1 (x) é igual a:
em linha tracejada, a figura que melhor se ajusta a
x–3
esses dados é: a) (3x + 1) u 2 –1
O

d)
2
a) y b) y
b) (x – 5) u 2 –1 e) (x+3) u 2–1
c) 2x + 2
PR

1 2 3 4 5 x 1 2 3 4 5 x 32. Se f (x + 1) = x2, ™ x D ⺢, então:


a) f(x) = x – 1 d) f(x) = x2 + 1
c) y d) x
b) f(x) = x + 1 e) f(x) = (x – 1)2
RE

2
c) f(x) = x – 1

1 2 3 4 5 x 1 2 3 4 5 y 33. (CESGRANRIO/RJ) Seja f: {1, 2, 3} A {1, 2, 3} uma função


tal que o conjunto solução da equação f(x) = x é {1, 2}.

Curso pH 16 Matemática I

03_pH_Mat_I_2bim_12.indd 16 1/10/12 4:37:34 PM


Em relação à função composta f o f podemos afirmar a) –2 d) 6

A
que: b) 2 e) 14
a) para todo x, (fof) (x) = x c) 0

AD
b) para todo x, (fof) (x) = f(x)
c) (fof) (3) = 3 40. A função f: A A ⺢+ definida por f(x) = (x – 1)2 será
d) (fof) (3) = 1 inversível se:
e) (fof) (3) = 2 a) A = ⺢ d) A = [1; +'[
b) A = ⺢+ e) A = ⺢*

Z
34. (CESGRANRIO/RJ) Considere as funções c) A = ⺢–
f: ⺢ A ⺢ g: ⺢ A ⺢

RI
x A 2x + b x A x2 41. Sejam os conjuntos A = {x D ⺢ | x ⭓ –2},
B = {x D ⺢ | x ⭓ –4} e C = {x D ⺢ | x ⭓ –1} e as
onde b é uma constante. Conhecendo-se a com-
funções f de A em B definida por f (x) = x2 + 4x e
posta gof: ⺢ A ⺢
g de B em C definida por g (x) = x2 – 1. Pergunta-

TO
x A g (f(x)) = 4x2 – 12x + 9 se: existe (gof) –1? Justificar a resposta.
podemos afirmar que b é um elemento do conjun-
to:
42. Sejam os conjuntos A = {x D ⺢ | x ⭐ 1 } e
a) (–4, 0) d) (4, +') 2
B = {x D ⺢ | x ⭓ –1} e as funções: f de A em ⺢– de-

AU
b) (0, 2) e) (– ', –4)
c) (2, 4) finida por f (x) = 2x – 1, g de ⺢– em ⺢+ definida por
g (x) = x2 e h de ⺢+ em B definida por h (x) = 4x – 1.
35. (MACK/SP) Se f(x) = 3x + 4 e g (x) = –x + 4, a solução Determinar a função inversa de ho (gof).
da inequação f –1 (x) ⭓ g –1 (x) é dada pelo conjun-
to: 43. (ITA/SP) Considere x = g(y) a função inversa da se-
ÃO
a) [4, '[ d) ⺢ guinte função : “y = f (x) = x2 – x + 1, para cada
b) ⺢ – {4} e) ⺢ – {3}
número real x ⭓ 1 ”. Nestas condições, a função g
c) {4} 2
é assim definida:
36. Se f(x) = 3x, então f(x + 1) – f(x) é: 3
a) g(y) = 1 + y – , para cada y ⭓ 3 .
N

a) 3 d) 3f(x) 2 4 4
b) f(x) e) 4f(x) 1
c) 2f(x) b) g(y) = 1 + y – , para cada y ⭓ 1 .
2 4 4
O

3
37. (FUVEST/SP) Se f: ⺢ A ⺢ é da forma f(x) = ax + b e c) g(y) = y – , para cada y ⭓ 3 .
verifica f[f(x)] = x + 1, para todo real, então a e b 4 4
1
ÇÃ

valem, respectivamente:
d) g(y) = y – , para cada y ⭓ 1 .
a) 1 e 1 d) 1 e –2 4 4
2 1
e) g(y) = 3 + y – , para cada y ⭓ 1 .
b) –1 e 1 e) 1 e 1 4 2 2
2
DU

c) 1 e 2 44. Seja f: ⺢+* A definida por f(x) = log2x. Então:


a) (f –1 o f) (x) = x para todo real x.
38. (FATEC/SP) Seja a função f tal que b) (f o f –1) (x) = x para todo real x.
f: (⺢ – {–2}) A ⺢, onde f(x) = x – 2 . O número c) os gráficos cartesianos de f e de f –1 se cortam
x+2 em (1; 1).
O

real x que satisfaz f(f(x)) = –1 é: d) f -1 : ⺢ A ⺢+* é dada por f –1 (x) = 1 .


log2x
a) –4 d) 4
e) o gráfico cartesiano de f –1 passa por (–1; –2).
PR

b) –2 e) n.d.a.
c) 2
45. Sejam as funções f(x) = ax + b e g(x) = mx + n, de
39. Se f(g(x)) = 2x2 – 4x + 4 e f(x – 2) = x + 2, então o ⺢ em ⺢. Em que condições f e g serão comutáveis,
valor de g(2) é: isto é, satisfarão a condição gof = fog?
RE

Matemática I 17 Curso pH

03_pH_Mat_I_2bim_12.indd 17 1/10/12 4:37:35 PM

Você também pode gostar