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Aula 2 - Química Básica

Aula de n°2 do programa de química básica para estudantes de engenharia civil.

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Química

Básica Aula II – Atomística:


Modelos atômicos
Prof. MSc. André Ricardo Ramos
Biblioteca virtual - AVA
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CHANG, Raymond. Química geral. Porto


Alegre: Grupo A, 2010. E-book. ISBN
9788563308177.

Disponível em:
[Link]
ooks/9788563308177/ .
Acesso em: 05 ago. 2024.

Capítulo 2 – páginas de 28 a 36.


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Modelo de John Dalton (1766-1844)
• Em 1808, o professor inglês John Dalton propôs uma
explicação da natureza da matéria. A proposta foi
baseada em fatos experimentais.

Fonte:
[Link]
[Link]/
Modelo de John Dalton (1766-1844)
• Os principais postulados da teoria de Dalton são:

1. “Toda matéria é composta por minúsculas partículas


chamadas átomos”.

2. “Os átomos de um determinado elemento são idênticos


em massa e apresentam as mesmas propriedades químicas”.

3. “Átomos de diferentes elementos apresentam massa e


propriedades diferentes”.
Modelo de John Dalton (1766-1844)
4. “Átomos são permanentes e indivisíveis, não podendo ser
criados e nem destruídos”.

5. “As reações químicas correspondem a uma reorganização


de átomos”.

6. “Os compostos são formados pela combinação de


átomos de elementos diferentes em proporções fixas”.
Modelo de J.J. Thomsom
• Pesquisando sobre raios catódicos e baseando-se em
alguns experimentos, J.J. Thomson propôs um novo
modelo atômico. Thomson demonstrou que esses raios
podiam ser interpretados como sendo um feixe de
partículas carregadas de energia elétrica negativa. A
essas partículas denominou-se elétrons. Por meio de
campos magnético e elétrico pôde-se determinar a
relação carga/massa do elétron.
Modelo de J.J. Thomsom - Experimentos

Fonte: [Link]
Modelo de J.J. Thomsom (1886-1940)
• Consequentemente, concluiu-se que os elétrons (raios
catódicos) deveriam ser constituintes de todo tipo de
matéria pois observou que a relação carga/massa do
elétron era a mesma para qualquer gás empregado. O
gás era usado no interior de tubos de vidro rarefeitos
denominadas Ampola de Crookes, nos quais se
realizavam descargas elétricas sob diferentes campos
elétricos e magnéticos.
Modelo de J.J. Thomsom (1886-1940)
• Esse foi o primeiro modelo a divisibilidade do átomo, ficando o
modelo conhecido como “pudim de passas". Segundo
Thomson, o átomo seria um aglomerado composto de uma
massa positiva pesada e de partículas negativas (elétrons), mais
leves.
Modelo de Ernest Rutherford (1871 – 1937)

• Em 1911, Ernest Rutherford, estudando a trajetória de


partículas  (partículas positivas) emitidas pelo
elemento radioativo polônio, bombardeou uma fina
lâmina de ouro.
Modelo de Ernest Rutherford - Experimento

• Simulação:[Link]
• PhET simuladores : [Link]
Modelo de Ernest Rutherford - Experimento

Fonte: [Link]
Observações de Rutherford
• Algumas partículas sofriam desvio em sua trajetória: haveria
uma repulsão das cargas positivas (partículas ) com uma
região pequena também positiva (núcleo).

• Um número muito pequeno de partículas batiam na lâmina e


voltavam (portanto, a região central é pequena e densa, sendo
composta portanto, por prótons).
Observações de Rutherford
• A maioria das partículas atravessavam a lâmina de ouro sem
sofrer desvio em sua trajetória (logo, há uma grande região de
vazio, que passou a se chamar eletrosfera).
Observações de Rutherford
• Diante das observações, Rutherford concluiu que a lâmina de
ouro seria constituída por átomos formados com um núcleo
muito pequeno carregado positivamente (no centro do átomo)
e muito denso, rodeado por uma região comparativamente
grande onde estariam os elétrons.

• Nesse contexto, surge ainda a ideia de que os elétrons


estariam em movimentos circulares ao redor do núcleo, uma
vez que se estivessem parados, acabariam por se chocar com o
núcleo, positivo.
Observações de Rutherford
• O pesquisador acreditava que o átomo seria de 10000 a
100000 vezes maior que seu núcleo.
Modelo atômico clássico
• As partículas presentes no núcleo, chamadas prótons, apresentam carga
positiva. A partícula conhecida como nêutron foi isolada em 1932 por
Chadwick, embora sua existência já fosse prevista por Rutherford.

• Dessa forma, o modelo atômico clássico constitui-se de um núcleo, no


qual se encontram os prótons e nêutrons, e de uma eletrosfera, na qual
estão os elétrons girando ao redor do núcleo em órbitas.

• Considerando-se a massa do próton como padrão, observou-se que sua


massa era aproximadamente igual à massa do nêutron e 1836 vezes
maior que o elétron. Logo:

• A essas três partículas básicas, prótons, nêutrons e elétrons, é comum


denominar partículas elementares ou fundamentais.
Modelo atômico clássico
Modelo atômico de Niels Bohr
• O modelo proposto por Rutherford foi aperfeiçoado por Bohr. Baseando-
se nos estudos feitos em relação ao espectro do átomo de hidrogênio e
na teoria proposta por Planck em 1900 (Teoria Quântica), segundo a qual
a energia não é emitida em forma contínua, mas em ”pacotes”,
denominados quanta de energia. Foram propostos os seguintes
postulados:

1. Na eletrosfera, os elétrons descrevem sempre órbitas circulares ao redor


do núcleo, chamadas de camadas ou níveis de energia. (n)
2. Cada camada ocupada por um elétron possui um valor determinado de
energia (estado estacionário). (n=1; n=2; n=3....)
3. Os elétrons só podem ocupar os níveis que tenham uma determinada
quantidade de energia, não sendo possível ocupar estados intermediários.
Modelo de Niels Bohr
• 4. Ao saltar de um nível para outro mais externo, os elétrons absorvem
uma quantidade definida de energia (quantum de energia).
• 5. Ao retornar ao nível mais interno, o elétron emite um quantum de
energia (igual ao absorvido em intensidade), na forma de luz de cor
definida ou outra radiação eletromagnética (fóton).
Modelo de Niels Bohr
Modelo de Niels Bohr
•6. Cada órbita é denominada de estado estacionário e pode
ser designada por letras K, L, M, N, O, P, Q.
As camadas podem apresentar:
K = 2 elétrons
L = 8 elétrons
M = 18 elétrons
N = 32 elétrons
O = 32 elétrons
P = 18 elétrons
Q = 8 elétrons

• 7. Cada nível de energia é caracterizado por um número


quântico (n), que pode assumir valores inteiros: 1, 2, 3, etc.

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