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Cuba Pós Independência

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data: 28/08/24

Colégio Cruz e Sousa


Ano: 8ºa
Alunos(a): Maria Luiza Theis

CUBA
Zavareze e Manuela Ronque
Costa

TRABALHO DE GEOGRAFIA
MANUELA,THEIS
Cuba pós independência:

Após a independência de Cuba em 1898, o país passou por transformações significativas que moldaram sua trajetória. A intervenção americana foi um
marco importante, com os Estados Unidos ocupando a ilha de 1898 a 1902 e impondo a Emenda Platt, que limitou a soberania cubana.
Com a proclamação da República em 1902, Cuba enfrentou uma instabilidade política crônica, marcada por corrupção e golpes de estado frequentes.
Um dos períodos mais notáveis foi o governo autoritário de Gerardo Machado, que durou de 1925 a 1933. Sua administração gerou descontentamento
popular, culminando em protestos que levaram à sua derrubada.
A Revolução de 1933 trouxe Fulgencio Batista ao poder, que se tornou uma figura central na política cubana, alternando entre regimes constitucionais
e ditatoriais. Apesar de algumas melhorias econômicas, a desigualdade social persistiu, com uma elite rica e uma grande população pobre, alimentando
a insatisfação.
O crescimento do nacionalismo cubano também foi um fator importante, com movimentos sociais clamando por reformas e maior autonomia. Esse
descontentamento culminou na Revolução Cubana de 1959, que resultou na ascensão de Fidel Castro e na implementação de um regime socialista.
Esses eventos não apenas moldaram a história de Cuba no século XX, mas também prepararam o terreno para as mudanças radicais que ocorreriam
após a revolução, impactando profundamente a vida política, social e econômica da ilha.
O que aconteceu na revolução
socialista de Cuba:

A Revolução Cubana, ocorrida entre 1953 e 1959, foi liderada por Fidel Castro e Ché Guevara, visando derrubar o regime autoritário de
Fulgêncio Batista, apoiado pelos Estados Unidos. O movimento começou com o ataque ao Quartel Moncada em 1953, que, embora falho, marcou
o início da luta armada. Após um período de exílio e organização no México, Castro e seus guerrilheiros desembarcaram em Cuba em 1956,
ganhando apoio popular devido à insatisfação com Batista.
Em 1º de janeiro de 1959, Batista fugiu, e os revolucionários tomaram Havana. O novo governo implementou reformas sociais e econômicas,
como a nacionalização de indústrias e reforma agrária. A revolução resultou em um rompimento nas relações com os EUA, especialmente após a
nacionalização de propriedades americanas, levando a um embargo econômico que persiste até hoje. A Revolução Cubana teve um impacto
duradouro na política da América Latina.
Acontecimentos durante a revolução cubana:
Ataque ao Quartel Moncada (26 de julho de 1953): Fidel Castro e um grupo de revolucionários atacaram o Quartel Moncada em Santiago de Cuba. O ataque
falhou, resultando na prisão de muitos dos participantes, mas se tornou um símbolo da resistência.
Prisão e Exílio de Castro: Após o ataque, Castro foi preso, mas foi libertado em 1955. Ele se exilou no México, onde organizou um novo movimento
revolucionário.
Desembarque do Granma (2 de dezembro de 1956): Castro e 81 guerrilheiros, incluindo Che Guevara, desembarcaram em Cuba a bordo do iate Granma,
iniciando uma campanha guerrilheira nas montanhas da Sierra Maestra.
Formação do Exército Rebelde: Ao longo dos anos seguintes, Castro e seus seguidores ganharam apoio popular e formaram o Exército Rebelde, realizando
ataques contra as forças de Batista.
Aumento do Apoio Popular: A insatisfação com o regime de Batista cresceu, e muitos cubanos se uniram à causa revolucionária, contribuindo para o
fortalecimento do movimento.
Ofensivas e Conflitos: O Exército Rebelde conduziu várias ofensivas bem-sucedidas contra as forças de Batista, ganhando território e apoio.
Queda de Batista (1º de janeiro de 1959): Batista fugiu de Cuba, e os revolucionários tomaram Havana, consolidando o poder de Castro e seus aliados.
Reformas Pós-Revolução: O novo governo implementou reformas sociais e econômicas, incluindo a nacionalização de indústrias, reforma agrária e melhorias
na educação e saúde.
Relações com os EUA: A revolução levou a um rompimento nas relações com os Estados Unidos, especialmente após a nacionalização de propriedades
americanas, resultando em um embargo econômico.
O pós revolução e o governo
Fidel:
Reformas Sociais e Econômicas: Nacionalização de indústrias e reforma agrária, visando reduzir a desigualdade social. O acesso à educação e saúde foi
ampliado, resultando em altas taxas de alfabetização e um sistema de saúde pública eficaz.
Alinhamento com a União Soviética: Cuba se alinhou com a União Soviética, recebendo apoio econômico e militar, culminando na Crise dos Mísseis de 1962,
que intensificou as tensões da Guerra Fria.
Repressão Política: O governo foi marcado por repressão a opositores, com prisões e censura à imprensa, gerando críticas internas e internacionais.
Economia Centralizada: A economia foi centralizada, levando a ineficiências e dificuldades, especialmente após o colapso da União Soviética na década de
1990.
Crise Econômica dos Anos 1990: A queda da União Soviética resultou em uma grave crise econômica, conhecida como "Período Especial", com escassez de
bens essenciais.
Reformas Limitadas: Nos anos 2000, algumas reformas econômicas foram implementadas, permitindo iniciativas privadas, mas o controle estatal foi mantido.
Fidel Castro governou até 2008, deixando um legado complexo de conquistas sociais e críticas à repressão política e à falta de liberdades individuais.
Cuba após a morte de Fidel e o Governo
de Raul:

Após a morte de Fidel Castro em 2016, Raul Castro continuou a liderar Cuba, tendo já assumido a presidência em 2008. Seu
governo foi caracterizado por reformas econômicas que permitiram maior participação do setor privado e a legalização de
pequenas empresas. Raul também buscou melhorar as relações com os Estados Unidos, destacando a reabertura das
embaixadas em 2015.
Além disso, houve algumas mudanças sociais, como o aumento do acesso à internet, embora a liberdade de expressão
continuasse restrita. Em 2018, Raul anunciou sua aposentadoria, e Miguel Díaz-Canel foi escolhido como seu sucessor,
marcando uma nova fase na política cubana. O legado de Raul é misto, com avanços econômicos, mas críticas à falta de
liberdade política e à continuidade do regime autoritário.
Suas relações internacionais:
Relações com os EUA: Historicamente tensas, com um esforço de normalização a partir de 2014, mas que se deteriorou novamente
sob a administração Trump.
Alinhamento na América Latina: Cuba busca fortalecer laços com países latino-americanos, especialmente durante governos de
esquerda, através da Aliança Bolivariana para os Povos da Nossa América (ALBA).
Relações com China e Rússia: Mantém relações estreitas com esses países, que são aliados estratégicos e investidores em Cuba.
Organizações Internacionais: Membro da ONU e ativo na OEA, defendendo justiça social e direitos humanos.
Solidariedade Internacional: Envia médicos e profissionais de saúde para ajudar em crises em outros países, refletindo sua política
de solidariedade.
Desafios e Sanções: As sanções dos EUA representam um desafio significativo, levando Cuba a buscar novos parceiros comerciais e
investimentos.
Esses elementos moldam a política externa cubana, refletindo sua história e ideologia.
Bandeira de Cuba
Presidente atual de
Cuba

Ex- presidente de Cuba


fontes: Brasil escola, chatgpt e toda a matéria

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