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O documento aborda o Geoprocessamento e seu papel crucial em estudos ambientais, destacando sua definição, estrutura e importância na análise de dados espaciais. O uso de Sistemas de Informações Geográficas (SIG) é enfatizado como uma ferramenta essencial para a coleta, armazenamento e visualização de informações geográficas. Além disso, discute a necessidade de capacitação dos usuários para evitar erros na interpretação dos dados e a relevância de softwares específicos para a gestão ambiental.

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O documento aborda o Geoprocessamento e seu papel crucial em estudos ambientais, destacando sua definição, estrutura e importância na análise de dados espaciais. O uso de Sistemas de Informações Geográficas (SIG) é enfatizado como uma ferramenta essencial para a coleta, armazenamento e visualização de informações geográficas. Além disso, discute a necessidade de capacitação dos usuários para evitar erros na interpretação dos dados e a relevância de softwares específicos para a gestão ambiental.

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O USO DO SIG EM ESTUDOS

AMBIENTAIS
AULA 2

Profª Mariana Andreotti Dias


CONVERSA INICIAL

INTRODUÇÃO AO GEOPROCESSAMENTO

O Geoprocessamento é o conhecimento capaz de identificar, coletar, exibir


e tratar informações espacializadas. Ele faz uso de ferramentas computacionais,
como o Sistema de Informações Geográficas (SIG), que, em conjunto, conseguem
auxiliar diversas áreas do conhecimento para estudo do meio ambiente.
Nesta etapa, iremos abordar algumas questões introdutórias acerca do
Geoprocessamento e seus usos. Esses conceitos serão a base para todo o
desenvolvimento didático-pedagógico do nosso estudo e serão norteadores das
dessas nossas discussões.
Os objetivos desta etapa (Figura 1) são: compreender o que é o
Geoprocessamento por meio de sua história, seus conceitos e fundamentos, como
forma de identificar a importância, e fazer a promoção de uma linguagem facilitada
em nossa sociedade de processos intensos e de problemas socioambientais.
Esta caminhada está dividida em cinco tópicos amplos. Iniciamos com a
exposição do histórico e conceito de Geoprocessamento fundamentado por autores
e pesquisadores para compreendermos os recursos e estratégias ao longo do
tempo que culminaram no desenvolvimento dele até a atualidade; depois,
trataremos de sua estrutura e função; em seguida, a necessidade do
Geoprocessamento na atualidade dos processos socioespaciais; os modelos de
dados e formas de aquisição possíveis de serem utilizados no trabalho com
Geoprocessamento; e, por fim, apresentaremos softwares e possibilidades para a
Gestão Ambiental.

Figura 1 – Mapa mental desta etapa

2
TEMA 1 – HISTÓRICO E CONCEITOS BÁSICOS

Geoprocessamento é o conjunto de técnicas e processos relativos ao


tratamento de informações de cunho espacial. Podemos chamar de
Geoprocessamento o processamento e análise de dados e informações sob o
ponto de vista da dimensão espacial.
O significado de Geoprocessamento vem de sua lógica usual, ou seja, do
processo de associar coordenadas geográficas (latitude e longitude) a um objeto,
imagem ou evento específico, permitindo sua localização precisa na superfície
terrestre.
É comum associarmos Geoprocessamento ao SIG, e isso acontece pelo fato
de que precisamos da localização precisa ao fazer o Geoprocessamento; para isso
acontecer, necessitamos das ferramentas e softwares disponibilizados pelo SIG.
Entretanto, devemos ter o cuidado de compreender que o SIG é uma parte do
Geoprocessamento, assim como sensoriamento remoto, cartografia digital e
geotecnologias em geral.
Devemos ter em mente que o conceito de Geoprocessamento é
extremamente abrangente, inter e multidisciplinar, por envolver coleta, análise,
interpretação e representação de dados geográficos no ambiente digital. Seu
objetivo é fornecer uma visão integrada do mundo real e suas relações antrópicas,
ambientais, culturais etc. que se distribuem no espaço.
Mas será no contexto dos estudos ambientais que o Geoprocessamento tem
papel extremamente importante, já que possibilita a correta identificação dos
elementos e fenômenos, se for utilizado de forma adequada, ou seja, caso o
usuário não seja treinado, capacitado e aprimorado em relação às ferramentas, os
elementos e fenômenos podem ser identificados de forma equivocada, ou, até
mesmo, inviabilizados nos estudos.
O enfoque ambiental em relação aos processos de degradação da natureza,
amplamente difundidos nas décadas de 1960 e 1970, acelerou o desenvolvimento
da tecnologia que se voltava para o estudo dos processos e dinâmicas da natureza,
algo que fora também motivado pela histórica disputa entre os Estados Unidos e a
antiga União Soviética. Assim, o Geoprocessamento e todos os aparatos que o
sustenta, como computadores e processadores robustos, satélites de captação
instantânea e resoluções aprimoradas, acompanharam o desenvolvimento
tecnológico e científico das sociedades, principalmente das mais industrializadas
Percorrendo um longo período e chegando até o século XXI, desponta nas
3
sociedades a necessidade de qualificar ainda mais os estudos, atrelando à
identificação dos elementos o contexto histórico, além de ampliar as escalas de
detalhes e metrificar os elementos, antes representados por manchas, resultado da
baixa resolução, chegando a primorosos diagnósticos.
Alguns pontos de interesse dos usuários do Geoprocessamento e,
principalmente, de gestores ambientais, concentram-se em diagnósticos como:
monitoramento das mudanças no uso dos solos – áreas que antes eram
florestadas, agora são ocupadas por alguma cultura, ou atividade de extração;
análise de riscos ambientais – avaliação randomizada, automática que consegue
medir e quantificar áreas propensas a riscos diversos; modelagem de processos
ambientais – fenomenos naturais são simulados para prever mudanças climáticas,
padrões de distribuição de espécies animais e vegetais; entre outras
possibilidades.
Com isso, é possível apreender que o Geoprocessamento não é uma
ferramenta simples, que permite apenas a mera visualização dos fenômenos e
elementos do espaço geográfico: ele possibilita e capacita os usuários à
visualização, análise e predições, de forma que a tomada de decisão seja robusta,
completa e sistêmica, e quanto às relações e dinâmicas socioambientais do
planeta.

TEMA 2 – ESTRUTURA E FUNÇÃO DO GEOPROCESSAMENTO

A estrutura e função do Geoprocessamento tem a ver com uma série de


elementos interligados, que, por conta desse enlace, permitirão a aquisição,
armazenamento, análise e visualização das informações geográficas – objeto de
interpretação do usuário, ou gestor ambiental.
Para iniciar, devemos compreender que o Geoprocessamento contempla
quatro pontos primordiais que organizam sua estrutura e permitem suas funções:
aquisição/coleta de dados; armazenamento e gerenciamento; análise/tratamento
espacial; visualização e comunicação/uso integrado, que estudaremos a seguir.
Dentro do espectro do Geoprocessamento (Figura 2), há a coleta de dados,
que envolve as técnicas de topografia, sensoriamento remoto, fotogrametria, GPS
e ida a campo. Essa aquisição de dados é o primeiro passo para a organização das
estruturas. Devemos organizar os dados priorizando fontes confiáveis que
forneçam dados cadastrais, atualizações, sistema de projeção atual etc. O
exercício de pesquisar dados, fotografias aéreas, imagens de satélites e

4
levantamentos terrestres já é o início de um treinamento mais qualificado do
usuário.
Gilberto Camara, um dos maiores especialistas em geoprocessamento no
Brasil, nos indica que esse conhecimento é também

uma tecnologia ou conjunto de instrumentos necessários para obtenção,


manipulação e armazenamento de dados georreferenciados para
transformá-los em informação relevante através de imagens gráficas. A
utilização dos dados georeferenciados possibilita planejar e monitorar
questões ligadas ao espaço físico geográfico através de arquivos digitais
contendo mapas, gráficos, tabelas, entre outros. (Camara, 2001, p. 3)

Figura 2 – Estrutura do geoprocessamento.

Fonte: Castelhano, 2020.

Há ainda o armazenamento, tratamento e análise de dados, que envolvem


o desenvolvimento de modelos, geoestatística, entre outros, e põe fim à saída de
dados, envolvendo aspectos práticos das representações espaciais, como a
confecção de mapas e cartas.

5
Figura 3 – Esquema e posicionamento da gestão ambiental

Fonte: Cubas; Taveira, 2020, p. 37.

2.1 Coleta no geoprocessamento

Para as coletas de dados que serão utilizadas no Geoprocessamento, é


necessário o uso de geotecnologias, como satélites, drones (veículos aéreos não
tripuláveis – VANTS), GPS, sensores embarcados e receptores GNSS. Os dados
geográficos adquiridos e armazenados devem ser organizados de forma precisa, o
que evitará confusões posteriores e servirá de base para que o trabalho final seja
referenciado corretamente.

6
Figura 4 – Geotecnologias para coleta de dados

Fonte: IBGE, 2008, p. 7-8.

Crédito: LensMT/Shutterstock.

2.2 Armazenamento no geoprocessamento

O armazenamento de dados colhidos em campo ou de forma on-line com


auxílio das geotecnologias é feito por um banco de dados geográficos (BDG), que
é o repositório de dados de um SIG, onde se armazena e recupera dados
geográficos e as informações descritivas.
A escolha de BDG para o armazenamento de dados é primordial, já que ele
é projetado para lidar com informações espaciais e matriciais, algo que por vezes
não é suportado por arquivos simples, o que pode corromper o dado. Nesses
7
bancos, as informações são organizadas em camadas, representando diferentes
características geográficas, como estradas, rios, limites políticos, cobertura vegetal,
entre outros.

Figura 5 – Banco de dados geográficos

Fonte: eosconsultores, S.d.

Entretanto, o modelo de banco de dados em SIGs, que armazena os dados


e os atributos em arquivos internos, “vem sendo substituído pelo Sistema de
Gerenciamento de Bancos de Dados (SBGD) para satisfazer a demanda do
tratamento eficiente de dados cada vez maiores” (Cubas et al., 2020, p. 165).
A análise espacial é o cerne do geoprocessamento, no qual os dados são
processados e manipulados para extrair informações relevantes. Por meio de
algoritmos e ferramentas específicas, é possível realizar diversas operações, como
sobreposição de camadas, cálculos de distâncias, identificação de padrões,
modelagem de fenômenos, entre outras análises. Essas operações permitem a
geração de novos conhecimentos com base nos dados geográficos.

TEMA 3 – NECESSIDADE DO GEOPROCESSAMENTO NA ATUALIDADE

As sociedades modernas, conforme Beck chama, de sociedades do risco,


sejam eles tecnológicos, físicos, sociais ou psíquicos, exigem que a leitura dos
acontecimentos seja rápida e com elevado grau de resposta às adversidades. Em
razão disso e de posse da tecnologia, os dados serão tratados e analisados após
8
sua coleta e armazenamento, transformando-se em informações. Para isso, há
algumas estratégias e formas de exposição da informação.
Para a Gestão Ambiental, são exemplos: mapeamento temático (Figura 6),
diagnóstico e modelagem ambientais, avaliação de impacto ambiental,
ordenamento territorial, prognósticos ambientais.

Figura 6 – Exemplos de mapa temático e modelagens ambientais

Fonte: IBGE, 2020.

Todos esses instrumentos e estratégias serão mais bem discutidos ao longo


de nossa caminhada. Sua primeira exposição, por ora, auxilia na compreensão
sobre a necessidade de estudos interdisciplinares.
9
Para a organização desses produtos, o Geoprocessamento é essencial,
assim como as ferramentas do SIG e princípios da Cartografia, que tornam a
linguagem acessível e universal. Dessa forma, o Geoprocessamento utilizará
técnicas matemáticas e computacionais, fornecidas pelos SIG para tratar os
processos que ocorrem no espaço geográfico.
O Geoprocessamento teve em sua história a automatização dos dados e
características espaciais, ocorrida na Inglaterra e nos Estados Unidos nos anos
1950, com o despontar de técnicas e lógicas de pensamento bastante originais e
inovadoras para a época. No Brasil, conforme Camara (2001), o Departamento de
Geografia da UFRJ iniciou o trabalho com Geoprocessamento apenas nos anos
1980, devido ao elevado custo de máquinas, processadores e infraestrutura
necessários para as atividades.

TEMA 4 – MODELOS DE DADOS E AQUISIÇÃO

A representação dos dados geográficos é feita por meio de mapas temáticos


e outros tipos de gráficos, facilitando a interpretação e comunicação dos resultados.
A visualização permite que os usuários compreendam melhor as informações
geográficas, identifiquem tendências e tomem decisões com mais informações em
diversos contextos, incluindo gestão ambiental, planejamento urbano, agricultura,
monitoramento de recursos naturais, entre outros.
Entretanto, antes de chegar aos produtos finais, como os mencionados
acima, é preciso compreender que o trabalho com o Geoprocessamento implica
em compreender sua linguagem, montada e programada de forma automática e
realizada por comandos. É por conta disso que, no Geoprocessamento, só é
permitida a entrada de dois tipos de dados, ambos georreferenciados: os dados
vetoriais e os matriciais (Figura 7).

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Figura 7 – Aparência dos dados vetoriais e matriciais

Fonte: Castelhano, 2020.

Os dados vetoriais são formas apresentadas por meio de pontos, que podem
formar linhas e polígonos. Eles representam melhor a informação com variação
contínua no espaço. Contudo, podem apresentar uma resolução pior, por seus
arquivos serem maiores.
Os dados matriciais possibilitam a representação do espaço por uma matriz
com linhas e colunas que formam células, de modo que cada célula possua uma
cor distinta e tenha maior precisão.

TEMA 5 – SOFTWARES E POSSIBILIDADES PARA A GESTÃO AMBIENTAL

A área das geotecnologias e suas formas de processamento, utilizando-se


do Geoprocessamento, foi constituída ao longo dos anos nas sociedades ao redor
do mundo. Na atualidade dos processos e fenômenos intensos em escala e tempo
cada vez mais veloz, pesquisadores acreditam que as sociedades estão vivendo o
que se chama de quarto paradigma científico (Figura 8).

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Figura 8 – Quarto paradigma científico

Crédito: Alexandr Macovetchi/Shutterstock.

Dessa forma, a humanidade científica passou pelos experimentos pautados


na ciência empírica vivenciada nos anos 1500 e 1600, direcionando-se para o
segundo paradigma, com as leis da termodinâmica da ciência teorética vivenciada
por séculos, e que trouxe adventos extremamente significativos para a
humanidade; adiante, chegamos ao terceiro paradigma, no qual o mundo vivenciou
o boom da ciência computacional, ou do mundo técnico-científico-informacional de
Milton Santos; e, hoje, as análises estão mais robustas e os dados são imensos,
numerosos e mais complexos.
Para a leitura desses dados, são necessários softwares que consigam
processar e armazenar todo esse volume. Os principais, utilizados em diversas
áreas do conhecimento, são RStudio, Apache, Phython, Google Earth Engine,
Arcgis e QGis.
Cada software possui uma especificidade e robustez, exigindo dos usuários
conhecimentos mínimos de estatística e geoestatística para que as informações
sejam processadas com objetivos e, principalmente, possam ser lidas e
interpretadas.

12
5.1 Pensamento sistêmico para a gestão

O papel da tecnologia, até há pouco, era ajudar a ampliar a força física


humana (arado, máquinas industriais), a capacidade de locomoção (meios de
transporte) e o poder de órgãos dos sentidos (telescópio, microscópio, meios de
comunicação convencionais). Hoje, o papel central da tecnologia, plenamente
incorporada pelo computador (“máquina informacional”), se deve ao fato de que ele
é uma tecnologia que amplia nossa capacidade de conhecer, ou seja, obter,
representar, armazenar, processar e disseminar o conhecimento.
Essas considerações de Matias (2015) trazem alertas para os profissionais
que desejam trabalhar com as variáveis ambientais, sociais, econômicas e,
logicamente, espacializar os processos para a compreensão da realidade.

Figura 9 – Interdisciplinaridade para interpretação qualificada

Créditos: guentermanaus/Shutterstock; A. M. Teixeira/Shutterstock.

Diante disso, é preciso sempre refletir de forma crítica e mais profunda a


respeito dos produtos gerados pelo Geoprocessamento e pelo SIG. A
compreensão crítica pode ser a operacionalidade por meio do pensamento
sistêmico, que considera todos os atores sociais, elementos e fatores em análise
conjunta, formando um sistema operado por entradas (inputs) e saídas (outputs).
A partir dessa perspectiva, cenários prévios, presentes e futuros podem ser vistos
e analisados, minimizando erros e achismos.
O futuro está indicando que a interdisciplinaridade é pré-requisito para que
informações e tecnologias, como o Big Data, não sejam desperdiçadas.

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NA PRÁTICA

Agora que você sabe o que é Geoprocessamento e seus modelos de dados,


faça uma pesquisa no âmbito de seu município.
Informe-se sobre qual órgão de município onde você vive é responsável
pelas questões ligadas ao saneamento e ao meio ambiente, alvos da intervenção
humana, urbanização e crescimento das cidades, e pesquise de que forma eles
utilizam as ferramentas do Geoprocessamento. Elas são utilizadas apenas no
âmbito da cartografia temática? São utilizadas para modelar cenários na cidade? E
quanto aos prognósticos?

FINALIZANDO

Iniciamos nossos estudos apresentando aspectos conceituais e históricos


do Geoprocessamento. Foi possível definir o que ele é e situá-lo dentro do escopo
operacional, indicando como ele se dá na prática e em estudos ambientais, sociais,
culturais, interdisciplinares.
Também falamos sobre a estrutura e função do Geoprocessamento,
colocando-o como de extrema necessidade para as sociedades do risco da
modernidade. Apresentamos ainda os dois modelos de dados utilizados no
Geoprocessamento: os dados vetoriais e matriciais. Os dados vetoriais podem
ainda apresentar pequenos erros em sua confecção, chamados de erros
topológicos, os quais podem afetar as análises geográficas a serem realizadas.
Vimos também alguns exemplos de sua utilização em estudos ambientais
na cartografia temática, na modelagem ambiental e na de prognósticos. Por fim,
estudamos a necessidade e a importância da interdisciplinaridade dos estudos e
dos fenômenos socioespaciais, possibilitando estudar diferentes formas de
representação computacional do espaço geográfico.

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REFERÊNCIAS

BISI, F.; SILVA, F. Geoprocessamento: demandas cruzadas. Vitória: UFES, 2018.

CAMARA, G.; DAVIS, C.; MONTEIRO, A. Introdução à ciência da


geoinformação. São José dos Campos: INPE, 2001.

CASTELHANO, F. J. Geoprocessamento em estudos espaciais, 2020.

CUBAS, M. G; TAVEIRA, D. de A. Geoprocessamento: fundamentos e técnicas.


Curitiba. Intersaberes, 2020.

GRACIA, M. C. P. A aplicação do sistema de informações geográficas em


estudos ambientais. Curitiba: InterSaberes, 2014.

LEITE, M. E. (Org.). Geotecnologias aplicadas aos estudos geográficos.


Montes Claros: Unimontes, 2013.

MATIAS, L. F. Por uma economia política das geotecnologias, X ENCONTRO DE


GEOGRAFOS DA AMÉRICA LATINA. Anais…, 2005.

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