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Tipos e Funções de Fundações em Construção

O documento aborda os princípios de fundações e estruturas em engenharia civil, detalhando funções, tipos de fundações, técnicas de escavação e cravação, e a importância da análise do solo. Também discute a construção de lajes, pilares e vigas, além de considerar os materiais e métodos de montagem das formas para concretagem. Por fim, menciona a importância de testes e cuidados na execução para garantir a segurança e confiabilidade das estruturas.
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Tipos e Funções de Fundações em Construção

O documento aborda os princípios de fundações e estruturas em engenharia civil, detalhando funções, tipos de fundações, técnicas de escavação e cravação, e a importância da análise do solo. Também discute a construção de lajes, pilares e vigas, além de considerar os materiais e métodos de montagem das formas para concretagem. Por fim, menciona a importância de testes e cuidados na execução para garantir a segurança e confiabilidade das estruturas.
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1.

a - Tem a função de transferir as cargas da estrutura para a camada


resistente do solo.

b- Tem a função de sustentar a estrutura de uma construção.

c- Única função é fechar os vãos e delimitar os ambientes.

d- Possui tanto função de fechar cômodos como também sustenta cargas.

2. O engenheiro estrutural fornece as cargas do edifício e o estudo


geológico a capacidade que o solo suporta.
3. Capacidade do solo

Tensão admissível

Dimensionamento geométrico

Analise de recalque

Dimensionamento estrutural

Projeto

4. Pode interferi na maneira de execução pois dependendo da escavação


pode haver danos como desmoronamento , poluição acústicas , trincas
na vizinhança.
5. Carga morta é a carga de todos os objetos permanentes ligados a
estrutura.

Carga viva são cargas que variam como vento , neve , etc.

6. Fundações rasas é aquelas que a carga é transferida ao solo por meios


superficiais.

Fundações profundas são realizadas nas camadas mais profundas do solo ,


normalmente realizadas por equipamentos de escavação e cravação. Os
tubulões são fundações profundas e diretas , pois são profundas e
descarrega carga direto ao solo.

7. Sapata corrida – recebe carga direto das paredes

Sapata isolada – recebe carga direto do pilar

Sapata associadas – é empregada quando os pilares são muito próximos


um do outro

8. São construídas com uma viga de equilíbrio que liga duas sapatas .
9. Estrutura dos poços

Compactação do fundo
Enroncamento e lançamento de concreto magro

Concretagem da sapata

Aterramento e cura concreto.

10. É uma sapata associada que abrange todos os pilares da obra. Quando
a área de fundações isoladas superar 60% da área construída.
11. Furação , alargamento do fundo , jogar concreto magro , fazer
armadura , concretagem.
12. Estaca pré-moldada são fabricadas em larga escala e se utiliza a
cravação.

Estaca moldada in loco é moldada no local e é utilizada escavação.

13. Percussão, prensagem ou vibração.


14. A técnica de vibração
15. Estacas metálicas por meio de solda ou parafusos
Estacas pré-moldadas de concreto por meio de anéis soldados
16. Para proteger a peça de danos durante a cravação
17. Vantagens: Produção de peças em série, possibilidade de analises antes
de ser realizada a cravação, os equipamentos de cravação são
relativamente leves e em águas agressivas pode-se tratar a peça antes
da cravação

Desvantagem: Dificuldade de transporte inclusive com risco de ruptura da


peça, alta taxa de armadura e difícil execução das emendas.

18. Pode ser contornado com aplicação de esmalte e outros produtos,


porém, mesmo com isso não se tem uma solução a longo prazo. Por
esse motivo esse tipo de estaca é mais utilizado em obras de pequeno
porte e provisórias.
19. Pois são obtidas através de árvores, que tem tamanho máximo, e não
possuem emendas para esse tipo de estaca.
20. Vantagem de poder emendar uma estaca de madeira com outros
materiais. Desvantagem de não poder se aplicar em locais com
momento de carga horizontal.
21. Estaca Broca – Primeiro é escavado por trado manual, depois se faz o
apiloamento do fundo, em seguida é feito a concretagem e
adensamento, e por fim coloca-se as esperas.
Estaca Franki – Crava-se um tubo metálico, em seguida é adicionado o
concreto e adensado por um pilão de queda livre.
Estaca Strauss – Para perfuração posiciona-se a piteira dentro do tubo e
com golpes sucessivos vai sendo introduzido no terreno. Após a
perfuração compacta-se o fundo, instala a grade de armação e efetua a
concretagem.
Hélice Contínua – Perfurada por trado helicoidal contínuo, que retira o solo
e injeta concreto simultaneamente, e após a concretagem adiciona-se a
ferragem
Estaca Ômega – O trado é penetrado por rotação, compactando o solo
lateralmente, sem remoção de material, e injeta o concreto depois
coloca-se a ferragem.
Estaca Raíz – Escavada com perfuratriz ou a rotopercusão e já injeta
argamassa armada.
22. Atinge grandes profundidades, com facilidade no ajuste de
comprimento, alta estabilidade e capacidade de carga elevada
23. É aplicável a grandes profundidades e solo seco. É possível a execução
próxima as divisas do terreno.
24. Empregada como reforço em fundações já existentes, contenção de
taludes e em lugares de difícil acesso.
25. São estacas prensadas de concreto, concreto armado ou metálica, que
se utiliza macaco hidráulico que reage a estrutura existente. Enquanto o
macaco hidráulico abre, a estaca é cravada e usa a estrutura como
reação. Vantagens:
Pode substituir a fundação existente simultâneas ao uso da edificação.

Acréscimo da capacidade em fundações existentes.

Correção de recalques diferenciais.

Fácil acesso.

Não há vibração.

Processo rápido.

Obra limpa.

26. Estacas tipo Strauss, pois há pouca vibração, facilidade com ajustes no
comprimento, facilidade de locomoção dentro da obra, execução
próximo as divisas do terreno, aplicável a grandes profundidades e solo
seco.
27. As estacas metálicas, pois tem perfis metálicos laminados ou soldados,
que é Ideal para solos com pedras, matacões e pedregulhos e é possível
a emenda das estacas por solda ou parafusos.
E as estacas Raiz, pois os equipamentos de pequena dimensão, permite o
acesso em lugares com dificuldade de acesso para grandes
equipamentos e consegue perfurar terrenos de qualquer natureza,
inclusive concreto, rocha, matacões.

28. O bloco é executado na extremidade superior de cada estaca ou grupo


de estacas, assim a estabilidade da estrutura depende da resistência
dos materiais e da seção das peças.
29. Lajes, pilares e vigas.
30. Porque são elementos de planos bidimensionais (placas), com
comprimento e largura na mesma ordem de grandeza e espessura muito
menor que esses e recebem as cargas das pessoas, móveis, pisos,
paredes e outras.
31.
Laje ( Elemento que
recebe as cargas
decorrentes do uso da
edificação, tais como o
peso de pessoas e
moveis.)
|||||||||||

Viga (elemento que recebe


cargas da laje e cargas próprias).
|||||||||||

Pilar (elemento que recebe as


cargas das vigas e parte das
cargas de vento).
|||||||||||

Bloco de Fundação (fica enterrado


no solo e recebe as cargas dos
pilares).

32. Toda a espessura de concreto, armadura longitudinais e transversais,


apoiadas em vigas ou paredes estruturais ao longo das bordas.

33. Menor custo que laje maciça e a resistência das vigotas.

34. Importante que o fornecedor seja confiável e atentar para o


posicionamento da armadura e a espessura e resistência do concreto.

35. São feitas através de formas.

36. São mais econômicas, pois há 30% de redução de concreto e aço além
que vencem grandes vãos.
37. Define-se como barra o elemento estrutural em que uma das dimensões,
o comprimento, é bem maior que as outras duas, largura e altura, que
juntas constituem a secção da barra. Considerando a geometria dos
pilares e vigas , elas se encaixam bem no formato de barra.
38. Uma viga pode ser considerada uma barra, onde o comprimento
supera as outras dimensões. Para esta viga podemos considerar duas
direções, uma “longitudinal”(ao longo de seu comprimento) e outra
“transversal”(perpendicular ao seu comprimento). Um corte transversal
apresentará a seção transversal da viga. As vigas podem ter seções
transversais em “I”, “T”,”L” ou “U”.

39. Porquê as formas são elementos que dão forma ao concreto


durante sua cura, por isso precisam ser estáveis para que não
tenha deformações na peça que está sendo moldada.
40. Metal e madeira
Metal
 Boa para onde as dimensões variam pouco
 Reutilização praticamente ilimitada
 Bom custo benefício
Madeira
 Fácil aquisição e trabalho
 Madeiras brutas para onde não demanda acabamento
 Reutilização de até 5 vezes para comprensados resinados
e até 50 vezes para comprensados plastificados (para
concreto aparente)
41. As principais vantagens das formas de plástico são a economia
na reutilização das formas, agilidade no processo de montagem
das lajes, aumento da conscientização do consumo, do descarte e
do meio ambiente.
42. É preciso cuidado na montagem das formas pois é preciso
garantir a estanqueidade para que não haja vazamentos na forma
e como as formas são reaproveitáveis a ordem de montagem tem
que prever a desmontagem
43. As formas precisam estar limpas e o desmoldante deve ser
aplicado para garantir um desmolde rápido e eficiente. O
escoramento precisa ser bem apoiado e escoras maiores que 3
metros precisam de travamento horizontal e janela para o
lançamento do concreto.
44. Tanto o escoramento de madeira quanto o escoramento metálico
possuem boa produtividade, as chapas de madeira possuem um
bom reaproveitamento enquanto as de metal possuem um
reaproveitamento total das chapas, ambas possuem uma
desforma fácil. As chapas de madeira demandam um menor
consumo de prego e um número menor de juntas e as metálicas
possuem regulagem de altura para nivelamentos precisos.
45. É preciso posicionar as tubulações, pontos de luz e caixas de
passagem antes da concretagem. Estruturas maciças devem
contar com perfurações nas formas.
46. A principal função do aço no concreto armado é a resistência a
tração e a flexão na estrutura do concreto.
47. Longitudinal – 2 N3 = 90 cm + 2 N2 = 70 cm
90x2+70x2 = 320 (3,2 metros)
Transversal – 6 N1 = 80 cm
80x6 = 480 (4,8 metros)
48. O corte obedece o projeto estrutural e pode ser feito por serra
manual, tesouras ou máquinas de corte. As dobras são feitas com
o auxilio de pinos em uma bancada ou por máquina automática.
49. As emendas de Aço devem ser:

Trespasse Soldas Luvas

50. Espaçadores são usados garantir o cobrimento mínimo da


Ferragem.
51. Deve sempre umedecer as formas para evitar que o concreto
perca água.
52. Os riscos nos transportes: A segregação
53. Para uma melhor concretagem sem imperfeições nas estruturas

Exemplos de imperfeições brocas e bicheiras, evitar o vazio nas Peças.

54. dividir preferencialmente por vigas e Lajes juntas.


55. Em geral São moldados 04 corpos de provas por carga de
concreto.
56. a cura úmida é feita no mínimo 07 dias
57. desformar as vigas:

Faces laterais 03 dias

Faces inferiores com escoramento 14 dias

Faces inferiores sem escoramento 21 dias


58. Como proceder em caso de broca:

Analisar a gravidade do caso,

Proceder a limpeza do local, retirar as peças soltas,

Executar o reparo, com o novo concreto.

59. O desvio padrão em uma dosagem influencia na:

Relação entre a resistência, característica e resistência de dosagem

60. materiais volume x peso

Padiolas, latas, carrinhos.

61. A mistura manual tem baixa resistência e só é usada para pequenos


volumes.

62. O excesso de água é um catalisador da retração, já a falta de água


dificulta os processos de lançamento e adensamento, provocando
falhas de concretagem.

63. Sempre na vertical e não arrastar a agulha; mergulha rapidamente sai


lentamente; atenção ao raio de ação.

64. A retração do concreto é a diminuição do seu volume, geralmente


motivada pela eliminação da água contida em seu interior.

65. Molhagem constante, cura por aspersão (lançamento contínuo de água


sobre a estrutura do concreto), irrigação, alagamento (espalha água por
toda área uma vez, é necessário construir uma barreira, evitando o
escoamento), cura química (utilização de produtos químicos para
reduzir a evaporação da água).

66. Resistência à umidade, à pressão do vento; isolamento térmico e


acústico; controle da migração de vapor de água e regulagem da
condensação; base ou substrato para revestimentos em geral; adequar
e dividir ambientes.

67. Testes garantem a confiabilidade e a segurança das estruturas.

68. O custo da alvenaria convencional é relativamente mais alto do que da


alvenaria estrutural em relação à formas, concreto e aço, porém gera
maior custo para tijolos e blocos.

69. Deformações da estrutura, recalques da fundação, movimentação


térmica. Deformações imediatas devido à deformação da estrutura e
em função da carga permanente; variação da umidade e temperatura
sobre a estrutura.
70. Os blocos devem ser entregues já acomodados em pallets. O
descarregamento pode ser feito manualmente (as peças devem ser
empilhadas com altura máxima de 1,80 m e em local determinado) ou
com uso de máquinas, como as gruas que já colocam o material nos
andares em que serão utilizados.

71. Peça cerâmica laminada: com massa homogênea e utilizado para


alvenaria a vista.
Tijolo cerâmico refratário: argilas refratárias, trabalham até 1200º C, utilizadas
em fornos, churrasqueiras.
Bloco cerâmico: utilizado em 90% das obras, diversos números de furos

72. As ranhuras permitem melhor aderência da argamassa.


73. Pode comprometer a estrutura da parede causar trincas e rachaduras.
74. Menor tempo de assentamento e revestimento, maior uniformidade e
maior resistência que os outros.
75. Usados em alvenaria:
Estrutural não armada

Aparente

Termo acústica

Resistência ao calor

76. Mais leve que os blocos de cerâmica, blocos grandes com alta
produtividade, regularidades das dimensões, isolante térmico e
acústico, alta resistência ao fogo, facilmente cortado, furado, lixado ou
pregado.
77. Serem produzidos em prensa hidráulica com massa argilosa ou areno-
argilosa com acréscimo de cimento.
78. De cutelo, meio tijolo ,de um tijolo, de um tijolo e meio, de dois tijolos e
parede oca.
79. Junta amarrada, prumo, junta prumo com meio bloco, junta prumo em
pé, dama e composição de bloco inteiro e meio.
80.
Método executivo: 1º Preparação da

superfície para receber a alvenaria

• Limpeza da base

• Laje ou viga de concreto

• Escova de aço na superfície do concreto

• Chapisco das peças de concreto em contato coma alvenaria

• Mínimo 72horas antes


Método executivo: 2º Marcação da alvenaria

• Umedecimento do alinhamento

• Assentamento nas extremidades

• Assentamento peças intermediárias

Método executivo: 3º Elevação da Alvenaria

• 1ª fiada tijolo inteiro e 2º com ½ tijolo

• 3º=1º fiada, 4º=2º fiada, ....

• Manter juntas horizontais de 10mm

• Menor que 8mm há problemas para absorver deformações

• Maior 18mm grande consumo de argamassa e perda de resistência da


alvenaria

• Conferir prumo e nível em todas as fiadas

• Deixar respaldo

Método executivo: 4º Execução do respaldo

• A alvenaria trava a estrutura

• Encunhamento a 45º

• A alvenaria não trava a estrutura e está é deformável

• Preenchimento com argamassa fraca ou material deformável

• A alvenaria não trava a estrutura e a estrutura não é deformável

• Preenchimento com a argamassa de assentamento

81. A execução não é feita com blocos, mas sim com argamassas ou
espuma de poliuretano.
Há diversas opções de materiais que podem ser utilizados no encunhamento.
Dentre eles, destacam-se os seguintes sistemas:

– Argamassa com expansor;


– Argamassa com baixo consumo de cimento e alto consumo de cal hidratada
– Argamassa industrializada (desde que tenha baixo módulo de deformação)
– Poliuretano expansivo (desde que fique garantida a estabilidade da alvenaria)

82. Estanqueidade - propriedade de impedir a penetração ou passagem de


fluidos através de si.
Impermeabilidade - produto ou material impenetrável por fluidos.
83. Água de percolação(Ex: chuva, lavagem) - paredes coberturas pisos.
Umidade de solo( água capilar) - cortinas piso sobre o solo.

Água sobre pressão(unilateral ou bilateral) - piscinas reservatórios.

Água de condensação - superficies expostas ao vapor e ao frio.

84. Existe os rígidos com baixa capacidade de absorver deformações da


base e os flexíveis que suportam deformação na base e reforçados
com materiais resistentes à tração.

85. É importante se conhecer a base pois, o tipo de impermeabilização será


definido para cada tipo de base.
86. Base- superfície que irá receber a impermeabilização
Regularização- camada superior a base, que ira tirar as irregularidades da
superfície ex: nível
Impermeabilização- camada superior a regularização, onde será aplicada o
impermeabilizante.
Proteção mecânica- acima do impermeabilizante , função de proteger contra
agressões mecânicas.
87. Para que não crie poças na superfície e para que a água escoe
facilmente.
88. Porque a impermeabilização é feita no processo de fabricação, por isso
não possui etapas como na questão 86.
89. Rígidos- aditivos adicionados em argamassas e concretos e são feitos in
loco.
Flexível- são pré- fabricados ex: manta asfáltica, poliméricas, elastoméricas e
plásticas. Produção e preparo in loco e pré- fabricadas, aplicadas sob
superfícies preparadas.
90. Rígido- concreto impermeável, argamassas e cimentos poliméricos e
cristalizantes.
Flexível- : manta asfáltica, poliméricas, elastoméricas e plásticas
91. Manta é pré-moldada e já possui espessuras e diâmetro pré-definido.
Membrana- Moldada in loco e pode ter variações na espessuras e diâmetro.
92. Pré-fabricada- controle de qualidade pode ser definido por produção em
serie e já possui espessuras e diâmetro pré-definido. Utilizada em
superfícies especificas.
In loco- - Moldada in loco e pode ter variações na espessuras e diâmetro.
Utilizada em superfícies especificas.
93. Fundação- membrana asfáltica e concreto impermeável.
Caixa d´agua- membrana poliméricas, mantas asfálticas exceto para agua
potável.
Áreas externas- mantas e membrana asfálticas e poliméricas.
Área internas- - mantas e membrana asfálticas e poliméricas e argamassas
poliméricas.
94. Porque possui pouca durabilidade e nas fundações não é possível a fácil
manutenção.
95. Primeiro analise da superfície e definição de qual tipo de
impermeabilizante deve ser usado, depois preparar a superfície que irá
receber a impermeabilização e ultimo passo aplicar de acordo com as
normas exigidas pelo fabricante.,

Questões de fixação do slide

 Infraestrutura: Elementos que estão abaixo da “terra”(fundações e solo)


Supraestruturas: Elementos que estão acima da “terra”(lajes,vigas e
pilares)
 Fundações superficiais são empregadas em obras onde a profundidade
da fundação não é tão grande as profundas são aplicadas em obras
onde a fundação precisa alcançar maiores profundidades.
 Aço: 12,3x80= 984 kg de aço
Madeira: 12,3x12 = 147,6 m² de madeira

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