LEI ORGÂNICA DO MUNICÍPIO DE MANAUS

- Promulgada em 05 de abril de l990 (Modificada através de várias emendas - texto atualizado, até emenda nº 29, de 05/12/2002)

SUMÁRIO TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES FUNDAMENTAIS .............................................................05 TÍTULO II DA COMPETÊNCIA MUNICIPAL .....................................................................06 TÍTULO III DO GOVERNO MUNICIPAL ..............................................................................09 Capítulo I DOS PODERES MUNICIPAIS ............................................................................09 Capítulo II DO PODER LEGISLATIVO ................................................................................10 Seção I DA CÂMARA MUNICIPAL .................................................................................10 Seção II DA INSTALAÇÃO DA LEGISLATURA E POSSE DOS VEREADORES ..........11 Seção III DAS ATRIBUIÇÕES DA CÂMARA MUNICIPAL ..............................................11 Seção IV DA FISCALIZAÇÃO CONTÁBIL, FINANCEIRA E ORÇAMENTARIA ..........14 Seção V DO EXAME PUBLICO DAS CONTAS MUNICIPAIS .........................................16 Seção VI DA REMUNERAÇÃO DOS AGENTES POLÍTICOS ...........................................17 Seção VII DA ELEIÇÃO DA MESA DA CÂMARA ...............................................................18 Seção VIII DAS ATRIBUIÇÕES DA MESA ............................................................................18 Seção IX DAS SESSÕES ........................................................................................................19 Seção X DAS COMISSÕES ..................................................................................................20 Seção XI DO PRESIDENTE E DO VICE-PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL .....21 Seção XII DA PROCURADORIA GERAL DA CÂMARA MUNICIPAL ..............................22 Seção XIII DOS VEREADORES ..............................................................................................23

Subseção I DISPOSIÇÕES GERAIS .......................................................................................23 Subseção II DAS INCOMPATIBILIDADES ............................................................................23 Subseção III DAS LICENÇAS ...................................................................................................24 Subseção IV DA CONVOCAÇÃO DOS SUPLENTES .............................................................25 Seção XIV DO PROCESSO LEGISLATIVO .........................................................................26 Subseção I DISPOSIÇÃO GERAL .........................................................................................26 Subseção II DAS EMENDAS _ LEI ORGÂNICA MUNICIPAL ............................................26 Subseção III DAS LEIS .............................................................................................................26 Capítulo III DO PODER EXECUTIVO ...................................................................................30 Seção I DISPOSIÇÕES GERAIS .....................................................................................30 Seção II DAS PROIBIÇÕES .............................................................................................31 Seção III DAS LICENÇAS..................................................................................................31 Seção IV DAS ATRIBUIÇÕES DO PREFEITO ..............................................................32 Seção V DA RESPONSABILIDADE DO PREFEITO ....................................................34 Seção VI DA TRANSIÇÃO ADMINISTRATIVA .............................................................35 Seção VII DOS SECRETÁRIOS DO MUNICÍPIO ............................................................36 Seção VIII DA PROCURADORIA GERAL DO MUNICÍPIO ...........................................37 Seção IX DA CONSULTA POPULAR ..............................................................................39 TÍTULO IV DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL ..............................................................39 Capítulo I

................51 Seção II DAS LIMITAÇÕES DO PODER DE TRIBUTAR ..................................57 Seção I DISPOSIÇÕES GERAIS.....................................................................................................................................63 Seção VII DAS CONTAS MUNICIPAIS .....................................................................................57 Seção II DOS ORÇAMENTOS ........59 Seção IV DAS EMENDAS AOS PROJETOS ORÇAMENTARIOS ...........50 Seção I DISPOSIÇÕES GERAIS ....................56 Capítulo VI DAS FINANÇAS PUBLICAS ...............54 Seção IV DA PARTICIPAÇÃO NAS RECEITAS TRIBUTARIAS ............................................................................................................62 Seção VI DA CONTABILIDADE MUNICIPAL ....................................57 Seção III DAS VEDAÇÕES ORÇAMENTARIAS ...............................................................................................................50 Capítulo IV DOS TRIBUTOS MUNICIPAIS .....................................................................................................52 Seção III DOS IMPOSTOS DO MUNICÍPIO .................................................55 Capítulo V DA REMUNERAÇÃO DOS SERVIÇOS PÚBLICOS .................41 Seção I DISPOSIÇÕES GERAIS ..............................................................................................................................................47 Capítulo III DOS ATOS MUNICIPAIS ......................................41 Seção II DA ASSISTÊNCIA E DA PREVIDÊNCIA SOCIAL ............................................61 Seção V DA EXECUÇÃO ORÇAMENTARIA ...................DISPOSIÇÕES GERAIS ...................................................................................................64 Seção VIII ..................................................................39 Capítulo II DOS SERVIDORES PÚBLICOS ......................................................................................................

...........75 Capítulo X DO PLANEJAMENTO MUNICIPAL ..........................81 Seção III DO USO E OCUPAÇÃO DO SOLO ...............75 Seção II DA COOPERAÇÃO DAS ASSOCIAÇÕES NO PLANEJAMENTO .............................................................................97 Seção I POR .......................................................78 Seção II DO PLANEJAMENTO URBANO ....................................................72 Seção II DOS CONSELHEIROS DISTRITAIS ................................78 Capítulo I DA POLÍTICA URBANA....................64 Capítulo VII DA ADMINISTRAÇÃO DOS BENS PATRIMONIAIS .........77 MUNICIPAL TÍTULO V DAS POLÍTICAS MUNICIPAIS ......65 Capítulo VIII DAS OBRAS E SERVIÇOS PÚBLICOS ..................................75 Seção I DISPOSIÇÕES GERAIS ..............................................................................73 Seção III DO ADMINISTRADOR DISTRITAL ...............94 Capítulo II DA POLÍTICA DO MEIO AMBIENTE ..........78 Seção I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS ..............................................................................................67 Capítulo IX DOS DISTRITOS ...............................................................DO CONTROLE INTERNO ..............................................................................................................................................................................................................................................................................................84 Seção IV DOS SISTEMAS VIÁRIOS E DOS TRANSPORTES COLETIVOS ........72 Seção I DISPOSIÇÕES GERAIS .........................................................................................................................................87 Subseção I DO TRANSPORTE INDIVIDUAL E COLETIVO DE PASSAGEIROS FRETAMENTO .......................................................................................................................

............123 Seção I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS ................................................................................................................................137 ATO DAS DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS .....................117 Capítulo V DA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA E PROMOÇÃO SOCIAL ..............................................................................................DAS DISPOSIÇÕES GERAIS ............................................................................................104 Capítulo IV DAS POLÍTICAS CULTURAL E EDUCACIONAL.................................................135 TÍTULO VI DAS DISPOSIÇÕES GERAIS ...109 Subseção I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS .............................................................................................................111 Subseção III DA MANUTENÇÃO E AMPLIAÇÃO DOS ACERVOS .....................................................................114 Seção III DO DESPORTO E DO LAZER ................................... DO .....................123 Seção II DA POLÍTICA DE INCENTIVOS FISCAIS E EXTRAFISCAIS ............................................................................138 ......... DESATINAÇÃO E TRATAMENTO DO LIXO .............101 Capítulo III DA POLÍTICA DE SAÚDE ........................................................................................134 Seção V DO COMÉRCIO AMBULANTE .............127 Seção III DO ABASTECIMENTO................109 DESPORTO E DO LAZER Seção I DA CULTURA .................................................120 Capítulo VI DA POLÍTICA ECONÔMICA ................................................129 Seção IV DA DEFESA DO CONSUMIDOR ...................................................................................................................................109 Subseção II DO PATRIMÔNIO CULTURAL ................................................113 Seção II DA EDUCAÇÃO ..................................97 Seção II DA COLETA............

II . por sua linha mediana. III . promulgamos. esta rodovia. representantes do povo do Município de Manaus. que constitui a Lei Fundamental do Município de Manaus. na boca de cima do paraná da Eva. este rio por sua linha mediana até sua jusante com a margem esquerda do paraná da Eva. Parágrafo único . 2º . a República Federativa do Brasil e o Estado do Amazonas. respeitando os preceitos da Constituição da República Federativa do Brasil e do Estado do Amazonas. com autonomia política. nos termos da Constituição da República e da Constituição do Estado. com o objetivo de organizar o exercício do poder e fortalecer as instituições democráticas e os direitos da pessoa humana. pessoa jurídica de direito público interno. este divisor. Art. este paraná subindo por sua linha mediana até encontrar sua boca na margem esquerda do rio Amazonas. este rio por sua linha mediana até alcançar a confluência do Igarapé Grande. para sudeste.Com o Município do CAREIRO DA VÁRZEA: começa na margem esquerda do rio Amazonas. reunidos no Paço da Câmara Municipal de Manaus. este divisor para sudeste. 1º O Município de Manaus. até alcançar sua interseção com o divisor de águas rio Preto da Eva-Igarapé Tarumã.Os limites do Município são os definidos e reconhecidos pela tradição. descendo por sua linha mediana.Com o Município de RIO PRETO DA EVA: começa na interseção do rio Urubu com a Rodovia BR-174. a presente Lei Orgânica. por sua linha mediana até . até alcançar as cabeceiras do Igarapé Jatuarana. no sentido da sede do Município de Manaus. documentos e leis. sob a proteção de Deus. inadmitida sua alteração. * (inserida pela Emenda nº 12 de 17/09/2001) TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES FUNDAMENTAIS Art. este igarapé. até alcançar sua confluência com a margem direita do rio Preto da Eva. este rio subindo.(*) PREÂMBULO: Nós. é unidade territorial que integra.Os limites do Município de Manaus são os seguintes: I .Com o Município de ITACOATIARA: começa na jusante do Igarapé Grande com a margem esquerda do rio Preto da Eva. até alcançar sua interseção com o paralelo das cabeceiras do Igarapé Itucumã este igarapé. até alcançar o divisor de águas rios Preto da Eva-Puraquequara. exceto na forma prevista na Constituição da República e na Constituição do Estado. administrativa e financeira.

por sua linha mediana. IV .dispor sobre a organização e execução dos serviços públicos e sobre o quadro e o regime jurídico dos servidores que o integram. por uma linha. este rio. até alcançar a confluência do rio Apuaú. TITULO II DA COMPETÊNCIA MUNICIPAL Art. representativos da cultura e da história de seu povo. assegura a todos. nos limites de sua competência. . até alcançar as cabeceiras do rio Urubu. no território de sua jurisdição. o rio Apuaú. Art. desta confluência. com a margem esquerda do rio Negro. fundada em 1669. (*)Art.Com o Município de IRANDUBA: começa na confluência do rio Solimões com a margem direita do rio Negro. VI . até alcançar suas cabeceiras. Art.legislar sobre assuntos de interesse local. IV .Com o Município de PRESIDENTE FIGUEIREDO: começa nas cabeceiras do rio Apuaú. até alcançar sua interseção com a Rodovia BR-174.instituir e arrecadar os tributos de sua competência. até alcançar a confluência do Igarapé-Açu. III .Compete ao Município: I . o Município editará leis. direitos e ações que a qualquer título lhe pertençam. na Constituição do Estado e nesta Lei. dessas cabeceiras. por sua linha mediana. sem prejuízo da obrigatoriedade de prestar contas e publicar balancetes nos prazos fixados em lei. 5º .alcançar a confluência do rio Solimões com a margem direita do rio Negro. 7º . a inviolabilidade dos direitos e garantias fundamentais declarados na Constituição da República. o hino e o brasão instituídos em lei.São símbolos do Município de Manaus a bandeira. bem como aplicar as suas rendas. este rio. 8º .Constituem bens do Município todas as coisas móveis e imóveis. Art. tem nome de Manaus e a categoria de cidade.Com o Município de NOVO AIRÃO: começa na confluência do Igarapé-Açu com a margem direita do rio Negro. Art. às necessidades da administração e ao bem-estar do seu povo. expedirá atos e adotará medidas pertinentes aos seus interesses.O Município de Manaus. 4º . 6º .No exercício de sua autonomia. V .suplementar a legislação federal e a estadual no que couber. 3º . II .A sede do Município. indistintamente. por uma linha. subindo por sua margem direita.

dentre outros. os seguintes serviços: a) transporte coletivo urbano e intramunicipal. XIX . c) construção e conservação de estradas. (*) Emenda nº 01/2000.realizar atividades de defesa civil. feiras e matadouros locais.incentivar a cultura e promover o lazer. a fauna e a flora. inclusive a artesanal. XIV . inclusive a de combate a incêndios e prevenção de acidentes naturais.organizar e prestar. b) abastecimento de água e esgotos sanitários. XII . turístico e paisagístico local.promover adequado ordenamento territorial. . coleta. XV . diretamente ou sob regime de permissão ou concessão. tratamento e desatinação do lixo.elaborar e executar o plano plurianual. e) iluminação pública. serviços e instalações. observada a legislação específica. diretamente ou por meio de instituições privadas. XIII . XI .criar.realizar serviços de assistência social. de 29/03/2000. cultural. d) construção e conservação de estradas vicinais. conforme dispuser a lei. pavimentação e conservação de vias. programas de alfabetização e de educação pré-escolar e o ensino fundamental.realizar programas de apoio às práticas desportivas.fomentar a produção agropecuária e demais atividades econômicas. conforme critérios e condições fixados em lei Municipal.executar. XVII .manter. com cooperação técnica e financeira da União e do Estado. d) cemitérios e serviços funerários. VIII . que terá caráter essencial. e a proteção do patrimônio histórico. * b) drenagem pluvial e saneamento básico.V . c) mercado. X . em coordenação com a União e o Estado.instituir a guarda Municipal destinada à proteção de seus bens. parques. XVI .promover o tombamento. obras de: a) abertura.realizar programas permanentes de informação dos direitos do homem e do cidadão. artístico. jardins e hortos florestais. entre outras. organizar e suprimir distritos. do parcelamento e da ocupação do solo urbano.preservar a floresta. VI . f) limpeza pública. observado o disposto nesta Lei e na legislação estadual pertinente. mediante planejamento e controle do uso. VII . XVIII . IX .

A guarda Municipal de que trata o inciso VI. observadas as prescrições legais. letreiros. b) afixação de cartazes. b) horário de funcionamento dos estabelecimentos industriais. incluídas as obras públicas e instalações de outros entes federativos.Ao Município é vedado. f) prestação de serviço de transporte coletivo especial para trabalhadores. ressalvados. faixas.dispor sobre depósito e desatinação de animais e mercadorias apreendidos em decorrência de transgressões da legislação Municipal.e) edificação e conservação de prédios públicos municipais. instalação e funcionamento de estabelecimentos industriais. e) prestação de serviços de táxi. anúncios.outorgar isenções e anistia fiscal ou permitir a remissão de dívidas sem interesse . d) realização de jogos.fixar: a) tarifas dos serviços públicos. deste artigo. XXII .exercer o poder de polícia urbanística. quanto às últimas. XXIII . emblemas e utilização de altofalantes para fins de publicidade e propaganda. comerciais. comerciais e de serviços. bem como fixar a tonelagem máxima permitida a veículos que circulem em vias públicas. XXI . especialmente quando a: a) controle dos loteamentos. Parágrafo único . de serviços e outros similares.disciplinar os serviços de carga e descarga. XXV . XXVI .conceder licença para: a) localização.sinalizar as vias públicas urbanas e rurais. cuja conservação seja da competência do Município.regulamentar e fiscalizar a utilização de vias e logradouros públicos. escolares e turistas. contará com um corpo especializado de proteção ecológica e ambiental. espetáculos e divertimentos públicos. XX . b) licenciamento e fiscalização de obras em geral. c) utilização dos bens públicos de uso comum para realização de obras de qualquer natureza. além do estabelecido no artigo 19 da Constituição do Estado: I . Art. inclusive dos serviços de táxi. XXIV . 9º . c) exercício de comércio eventual ou ambulante. os aspectos relacionados com o interesse da segurança nacional.

14 . televisão. serão sanadas.público justificado. através da participação da coletividade local na formulação e execução das políticas de governo e do permanente controle popular da legalidade e da moralidade dos atos dos Poderes Municipais.Além das competências prevista no artigo 8º. Art. da Constituição do Estado e desta Lei. da Constituição da República. da Constituição da República. que tornem inviável o exercício dos direitos constitucionais.O Governo Municipal é constituído pelos Poderes Legislativo e Executivo. o agente público que injustificadamente deixar de fazê-lo. Art. 11 . 10º . 12 . sob pena de nulidade do ato. jornal. na esfera administrativa.Todo poder emana do povo. II . sob qualquer título. 13 . incidindo em falta grave. na composição de todo e qualquer órgão de liberação coletiva que tenha atribuições consultivas.A soberania popular será exercida. TITULO III DO GOVERNO MUNICIPAL CAPÍTULO I DOS PODERES MUNICIPAIS Art.permitir ou fazer uso de estabelecimento gráfico.criar ou conferir. dentro de noventa dias do requerimento do interessado. por intermédio de representantes democraticamente escolhidos. . Art. punível com a destituição de mandato administrativo. desta Lei. que o exerce por meio de representantes eleitos diretamente. serviço de auto-falante ou qualquer outro meio de comunicação de sua propriedade. para propaganda político-partidária ou fins estranhos à administração. sendo assegurada a participação dos munícipes. indireta ou fundacional. também.O Município. Art.As omissões do Poder Público Municipal. 15 . ou sob suas expensas. o Município atuará em cooperação com a União e o Estado para o exercício das competências enumeradas no artigo 23. vantagens pecuniárias aos que tenham exercido o cargo de Prefeito ou de Vereador. nos termos da Constituição da República. independentes e harmônicos entre si. não permitirá discriminação de qualquer natureza. III . na forma do artigo 5º. Art. de cargo ou função de confiança em órgão da Administração direta. estação de rádio.

O Município não manterá convênio ou acordo com entidades comerciais. segurança. para cada legislatura. sendo acrescida uma vaga para cada 500 mil habitantes ou fração. até o final da sessão legislativa do ano que anteceder as eleições.O número de vagas de Vereadores será fixados pela Câmara Municipal. 17 . Art.O plebiscito.IBGE.acima de um milhão. dentre cidadãos maiores de 18 anos. desenvolvimento sócioeconômico. composta de Vereadores eleitos pelo voto direto e secreto. respeitado o limite máximo de 55 vagas. observados os limites estabelecidos na Constituição da República e as seguintes normas: I . pela Câmara Municipal. 18 . CAPÍTULO II DO PODER LEGISLATIVO SEÇÃO I DA CÂMARA MUNICIPAL Art. culturais ou desportivas de países que adotem política de segregação racial. será acrescida uma vaga para cada um milhão de habitantes ou fração. meio ambiente. até o total de 41 vagas. número que permanecerá até cinco milhões de habitantes. o referendo e a iniciativa popular são formas que asseguram a participação do povo na definição das questões fundamentais de interesse da coletividade local. saúde.deliberativas ou de controle social nas áreas de educação. II . . no exercício dos direitos políticos. assistência e previdência social e defesa do consumidor.acima de cinco milhões. Art.até um milhão de habitantes. após informação oficial da Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística . o número de vagas será de 21.O número de vagas será fixado. 16 . III . mediante decreto legislativo. § 1º . cultura. que declare a população do Município. com autonomia administrativa e financeira. Art. 19 . o número de vagas é de 33.O Poder Legislativo é exercido.

assuntos de interesse local.(*) OBS: Modificada pela Emenda nº.Salvo disposição em contrário desta Lei. para instalação e posse de seus membros. 27. presente a maioria absoluta de seus membros. 22 . dispor sobre todas as matérias de competência do Município.03.São requisitos para a posse dos Vereadores: I. com a sanção do Prefeito. SEÇÃO II DA INSTALAÇÃO DA LEGISLATURA E POSSE DOS VEREADORES Art. no Diário Oficial do Município. até 30 dias após a posse ou término do mandato. notadamente no que diz respeito: a) à saúde. logo após sua edição. (*) Art. 20 .º 33. Art. 21 . de 10. § 2º . (*) Acrescentado através da Emenda n. e especialmente: I . na ausência ou recusa deste. lavrando-se o termo competente. cópia do decreto legislativo de que trata o inciso anterior.O Vereador que não tiver prestado o compromisso de posse na sessão para este fim realizada. resumida em ata e divulgada para conhecimento público.A declaração de bens será transcrita em livro próprio.a declaração de bens. perante qualquer outro membro da Mesa Diretora. à promoção e assistência social e à proteção e garantia das pessoas portadoras de deficiência. conferido pelo Tribunal Regional Eleitoral.a apresentação do diploma respectivo.A Câmara Municipal se reunirá em sessão preparatória no dia primeiro de janeiro do primeiro ano da legislatura. § 3º . poderá faze-lo perante o Presidente da Câmara Municipal ou. as deliberações da Câmara Municipal e de suas Comissões serão tomadas por maioria de votos. II. de 06/05/2002. 20-A – As deliberações da Câmara Municipal de Manaus e das suas Comissões se darão sempre por voto aberto. § 1º . .A Mesa da Câmara enviará ao Tribunal Regional Eleitoral. SEÇÃO III DAS ATRIBUIÇÕES DA CÂMARA MUNICIPAL Art.2003. repetida quando do término do mandato. inclusive suplementando a legislação federal e estadual.Cabe à Câmara Municipal.§ 2º .

j) ao registro. n) ao uso e armazenamento dos agrotóxicos. IV . XI . XII . atendidas as normas fixadas em lei complementar federal. III . salvo quando se tratar de doação sem encargos. II . o) às políticas públicas do Município.alteração da denominação de prédios. como os monumentos. IX . m) à cooperação com a União e o Estado.tributos municipais. artístico e cultural.concessão de auxílio e subvenções. observada a legislação estadual.permissão e concessão de serviços públicos.b) à proteção dos documentos.alienação e cessão de bens imóveis.aquisição de bens imóveis. bem como sobre a forma e os meios de seu pagamento. acompanhamento e fiscalização das concessões de pesquisa e exploração dos recursos hídricos e minerais em seu território l) ao estabelecimento e implantação da política de educação para o trânsito. e) ao incentivo à indústria. tendo em vista o equilíbrio do desenvolvimento e do bem-estar. VI .criação. XIII . empregos e funções públicos e fixação da respectiva remuneração. vias e logradouros públicos. i) à integração social dos setores desfavorecidos da comunidade. VIII . diretrizes orçamentárias e orçamento anual. VII . V . bem como autorizar a abertura de créditos suplementares e especiais. seus componentes e afins. c) aos meios de acesso à cultura. X . bem como autorizar isenções e anistias fiscais e remisso de dívidas.criação. alteração e extinção de cargos. mediante o combate às causas da pobreza e aos fatores de marginalizado. d) à proteção ao meio ambiente e ao combate à poluição.concessão de direito real de uso de bens municipais. à tecnologia e ao trabalho. ao comércio e ao turismo.obtenção e concessão de empréstimos e operações de crédito. h) à promoção de programas de construção de moradias e de melhoria das condições habitacionais e de saneamento básico. . à educação.plano diretor e normas urbanística. à ciência.plano plurianual. g) ao fomento da produção agropecuária e à organização do abastecimento alimentar. obras e outros bens de valor histórico. organização e supressão de distritos. f) à criação de distrito industriais. as paisagens naturais notáveis e os sítios arqueológicos do Município.

ao Vice-Prefeito e aos Vereadores para afastamento do cargo.dar posse ao Prefeito e ao Vice-Prefeito. quando não apresentadas à Câmara dentro de sessenta dias após a abertura da sessão legislativa.dispor sobre sua organização.Competem privativamente à Câmara Municipal as seguintes atribuições: I . XVI . IV .organização e prestação de serviços públicos. V.autorizar o Prefeito e o Vice-Prefeito a se ausentarem do Município. serviços e instalações do Município.conceder licença ao Prefeito. XIII . operacional e patrimonial do Município. funcionamento. XV . XI . e o estabelecido nesta Lei. da Constituição da República. XII . transformação ou extinção dos cargos. IX . conhecer de sua renúncia e afastá-los definitivamente do cargo. quando a ausência exceder a sete dias.proceder à tomada de contas do Prefeito Municipal. parcelamento.criar Comissões especiais de inquérito sobre fato determinado que se inclua na competência da Câmara Municipal. empregos e funções de seus serviços e fixar a respectiva remuneração.XIV . com o auxilio do Tribunal de Contas do Estado.fixar a remuneração do Prefeito. observandose o disposto no artigo 29. pelo menos. bem como destituí-la na forma desta Lei e do Regimento Interno.julgar as contas anuais do Prefeito e apreciar os relatórios sobre a execução dos planos de governo.elaborar e aprovar o seu Regimento Interno. XV . VIII . orçamentária.sustar os atos normativos do Poder Executivo que exorbitem do poder regulamentar ou dos limites de delegação legislativa. diretamente. criação. incluídos os da administração indireta e fundacional.exercer. sempre que o requerer.convocar os Secretários Municipais ou ocupantes de cargos da mesma natureza . polícia. o Vice-Prefeito e os Vereadores. 23 . VII . a fiscalização financeira.eleger sua Mesa Diretora. III .fiscalizar e controlar. XIV . nos termos previsto em lei. uso e ocupação do solo urbano. X . XVI .guarda Municipal destinada a proteger os bens.processar e julgar o Prefeito. VI . do Vice-Prefeito e dos Vereadores. nas infrações político-administrativas.ordenamento. observados os parâmetros da Lei de Diretrizes Orçamentárias.mudar temporariamente sua sede. os atos do Poder Executivo. na forma desta Lei. V . um terço dos membros da Câmara. Art. II .

d) outorga de títulos e honrarias. (*) XIX . § 1º .03.de dois terços dos membros da Câmara.O não-atendimento no prazo estipulado no parágrafo anterior configura infração político-administrativa.da maioria absoluta dos membros da Câmara.Dependem do voto favorável: I . de 10. mediante decreto legislativo aprovado por dois terços de seus membros.2003. (*) Modificada pela Emenda nº. b) alienação de bens imóveis.autorizar referendo e convocar plebiscito. XVIII . e) contratação de empréstimo de entidade privada. 33. aprovação e alterações do: a) Código de Obras e Edificações.solicitar informações ao Prefeito Municipal sobre assuntos referentes à Administração. g) lei de regulamentação de permissões e concessões.decidir sobre a perda de mandato de Vereador. II . . XVII .conceder título honorífico a pessoas que tenham reconhecidamente prestado serviços relevantes ao Município. f) concessão de serviço público. § 2º .É fixado em 15 dias. o prazo para que o Prefeito e os responsáveis pelos órgãos da Administração direta. c) Código Tributário Municipal. b) Plano Diretor. nas hipóteses previstas nesta Lei. e) plano de cargos e salários. f) rejeição do parecer prévio do Tribunal de Contas do Estado. prorrogáveis por mais cinco dias úteis. c) aquisição de bens imóveis por doação com encargos. XX .para prestar informações sobre matéria de sua competência. punível com a perda do mandato ou destituição do cargo ou função. na forma desta Lei. a autorização para: a) concessão de direito real de uso de bens imóveis. nos termos desta Lei. indireta e FUNDACIONAL do Município prestem as informações e encaminhem os documentos requisitados pela Câmara Municipal. d) Estatuto dos Servidores Municipais. § 3º . por voto aberto e pela maioria absoluta.

As entidades da Administração Pública direta. bens e valores públicos municipais ou pelos quais o Município seja responsável. moralidade. economicidade. indireta e FUNDACIONAL. diante de indícios de despesas não-autorizadas. orçamentária. a Câmara de Vereadores solicitará ao Tribunal de Contas do Estado pronunciamento conclusivo sobre a matéria. ou considerados estes insuficientes. preste os esclarecimentos necessários. financeira. gerencie ou administre dinheiros. independentemente de sua origem conforme disposto no art. quanto à legalidade. com o auxílio do Tribunal de Contas do Estado e pelos órgãos de controle interno de cada Poder e de cada entidade. 28 . da Constituição do Estado. aplicação das subvenções e renúncia de receitas. ou que em nome deste assuma obrigações de natureza financeira ou patrimonial. indireta e FUNDACIONAL estão obrigadas a apresentar ao Tribunal de Contas do Estado circunstanciado relatório de suas atividades. junto com o balanço financeiro e patrimonial. ainda que sob a forma de investimentos não-programados ou de subsídios não-aprovados. § 1º . Art. 27 . Art. a Câmara Municipal sustará o pagamento se julgar que o gasto possa causar dano irreparável ou grave lesão às finanças públicas. FINANCEIRA E ORÇAMENTARIA Art.A fiscalização contábil.até 30 de abril prazo para o Prefeito fazerpublicar no Diário Oficial do .Entendendo o Tribunal de Contas do Estado irregular a despesa. 106.Toda pessoa física ou entidade que arrecade.A Câmara dos Vereadores. apreciação e julgamento das contas municipais obedecerão às seguintes normas: I . poderá solicitar à autoridade responsável que. § 2º .SEÇÃO IV DA FISCALIZAÇÃO CONTÁBIL. 26 . Art.A apresentação. legitimidade.Não prestados os esclarecimentos. 24 . está obrigada a prestar contas de seus atos. será exercida pela Câmara de Vereadores. utilize. 25 . em que fiquem demonstradas a mobilização e aplicação de recursos no respectivo exercício. operacional e patrimonial do Município e de todas as entidades da administração direta. Art. publicação oficial. guarde. no prazo de 30 dias. na forma da lei. no prazo de cinco dias.

SEÇÃO V DO EXAME PUBLICO DAS CONTAS MUNICIPAIS Art. deste artigo. § 1º .a quarta via será arquivada na Câmara Municipal.A consulta às contas municipais poderá ser feita por qualquer cidadão. pelo menos três cópias à disposição do público.A anexação da segunda via. § 3º . § 5º . IV .o prazo durante o qual as contas municipais ficarão à disposição dos cidadãos para exame e questionamento sobre a sua legitimidade. no horário de funcionamento da Câmara Municipal. II .Município e encaminhar à Câmara Municipal e ao Tribunal de Contas do Estado o balanço do ano anterior. com sua identificação pessoal e funcional. autorização ou despacho de qualquer autoridade.O parecer prévio do Tribunal de Contas do Estado sobre as contas do Prefeito só deixará de prevalecer por decisão de dois terços dos membros da Câmara Municipal.A reclamação apresentada deverá: I .a segunda via deverá ser anexada às contas à disposição do público pelo prazo que restar ao exame e apreciação. Parágrafo único . II .As vias da reclamação apresentada no protocolo da Câmara terão a seguinte desatinação: I .de 01 de maio a 30 de junho . 29 . § 4º .ter a identificação e a qualificação do reclamante.ser formalizada em quatro vias no protocolo da Câmara. a partir de primeiro de maio de cada exercício. § 2º .conter elementos e provas nas quais se fundamente o reclamante. mediante ofício.A consulta só poderá ser feita no recinto da Câmara e haverá. do § 4º. III . independente de requerimento. de que trata o inciso II.a terceira via se constituirá em recibo do reclamante e deverá ser autenticada pelo servidor que a receber no protocolo.a primeira via deverá ser encaminhada imediatamente pela Câmara ao Tribunal de Contas do Estado. em local de fácil acesso ao público. independerá do despacho de qualquer autoridade e deverá ser feita no prazo de 48 horas pelo . III . II .As contas do Município ficarão à disposição dos cidadãos durante 60 dias.

no último ano da legislatura. 31 E INCORPOROU SEUS PARÁGRAFOS AO ART. sob pena de suspensão.09. observando o disposto na Constituição da República.A verba de representação dos demais integrantes da Mesa não poderá exceder a 80 por cento da que for paga ao Vice-Prefeito e ao Vice-Presidente da Câmara. § 6º . através de lei. de 30/11/200.A Câmara dará conhecimento.M 07/12/2000.92). sem vencimento.A verba de representação do Prefeito e do Presidente da Câmara Municipal não poderá exceder a dois terços de seus subsídios.A remuneração dos Vereadores terá como limite máximo o valor percebido como remuneração pelo Prefeito Municipal. QUE SUPRIMIU O "CAPUT" DO ART.31 .A verba de representação do Vice-Prefeito e do Vice-Presidente da Câmara Municipal não poderá exceder a 80 por cento da que for fixada para o Prefeito e para o Presidente da Câmara Municipal. do Vice-Prefeito. vigorando para a legislatura seguinte. JEFFERSON PERES.servidor que a tenha recebido no protocolo da Câmara. § 2º . do Vice-Prefeito e dos Vereadores. 30 (Ver. e cessará no dia 31 de dezembro do último ano da .A remuneração do Prefeito será composta de subsídios e verba de representação.Os subsídios do Prefeito. os respectivos atos serão encaminhados ao Tribunal de Contas do Estado para registro no prazo de cinco dias.Fixada a remuneração do Prefeito. SEÇÃO VI DA REMUNERAÇÃO DOS AGENTES POLÍTICOS (*) Art. Art. através de avisos veiculados em órgãos de comunicação. § 5º . § 1º . 04. § 3º . pelo prazo de 15 dias. a contar da publicação. § 4º .O. de se encontrarem as contas à disposição do exame público. dos Secretários Municipais e dos Vereadores serão fixados pela Câmara Municipal.(suprimido) REDAÇÃO DADA PELA EMENDA Nº 07/92. 30 . Art. D. 32 . (*) Emenda nº 06/2000.

Parágrafo único . omisso ou negligente no desempenho de suas atribuições. Art.A lei fixará critérios de indenização de despesas de viagem do Prefeito. prerrogativas ou vantagens de qualquer maneira decorrentes do exercício do mandato. 33 . até que seja processada a eleição. no caso de empate. ou dentre os presentes. a vice-presidência ou a secretaria. se reeleito.legislatura. subsidiariamente.As sessões extraordinárias serão sempre remuneradas à razão de um doze avos da remuneração mensal. (*) OBS. em caráter efetivo. na última reunião ordinária da sessão legislativa. os integrantes da Câmara se reunirão sob a presidência do presidente da legislatura anterior. sobre a sua eleição. obrigatoriamente. de 24/09/2001. na forma que dispuser o Regimento Interno.A indenização de que trata este artigo não será considerada como remuneração.: Modificada pela Emenda nº 09. SEÇÃO VII DA ELEIÇÃO DA MESA DA CÂMARA Art. § 3º . quando se extinguem quaisquer direitos. § 2º .Caberá ao Regimento Interno da Câmara Municipal dispor sobre a composição da Mesa Diretora e. SEÇÃO VIII DAS ATRIBUIÇÕES DA MESA . 34 . empossando-se os eleitos no dia primeiro de janeiro. permanecerá na Presidência e convocará sessões diárias. o mais idoso.O mandato dos integrantes da Mesa será de dois anos. § 4º .Na hipótese de não haver número suficiente para eleição da Mesa. Art. 35 – Até 48 horas após a instalação da nova legislatura e posse dos Vereadores. Na falta destes. do Vice-Prefeito. quando faltoso. por reunião. § 5º . do mais votado do pleito. na sua falta ou impedimento do mais idoso.A eleição para renovação da Mesa se realizará. dos Vereadores e de outros gastos havidos com o exercício do mandato. § 1º . vedada a recondução para o mesmo cargo na eleição imediatamente subseqüente. do vereador que haja exercido mais recentemente. o Vereador mais votado ou.Qualquer integrante da Mesa poderá ser destituído pelo voto da maioria absoluta dos membros da Câmara Municipal. também da legislatura anterior.

indicar. nomes de Vereadores que representarão o Poder Legislativo Municipal em congressos. REDAÇÃO DADA PELA EMENDA Nº 07/91.A Mesa decidirá sempre por maioria de seus membros. V .As sessões somente poderão ser abertas pelo Presidente da Câmara. transformem e extingam cargos. II . 33. na hipótese de sua não-aprovação pelo Plenário. bem como a fixação da respectiva remuneração. além de outras atribuições estipuladas no Regimento Interno: I . assegurada ampla defesa. MÁRIO FROTA.2003. nos termos do Regimento Interno. Parágrafo único . para ser incluída no orçamento do Município. por meio da anulação parcial ou total de dotações da Câmara. 36 .07.cumprir e fazer cumprir as decisões do Plenário. QUE MODIFICOU A DATA DO INÍCIO DA SESSÃO LEGISLATIVA PASSANDO DO DIA PRIMEIRO PARA O DIA QUINZE DE FEVEREIRO ( Ver. (*) Art. empregos ou funções da Câmara Municipal. III .As sessões da Câmara Municipal serão sempre públicas.91). sendo vedada a realização de reunião secreta. a proposta elaborada pela Mesa. até 31 de março.propor ao plenário projetos de lei que criem. 39 . 38 .A sessão legislativa desenvolve-se de 15 quinze de fevereiro a 30 trinta de junho e de 1º de agosto a 15 quinze de dezembro. 02. VII .apresentar projetos de lei dispondo sobre a abertura de créditos suplementares ou especiais. a proposta do orçamento da Câmara aprovado pelo Plenário. desta Lei.Art. para apreciação do Plenário. SEÇÃO IX DAS REUNIÕES Art. I a VIII. ou qualquer evento em que a Câmara deva estar representada. prevalecendo.encaminhar ao Prefeito.declarar a perda de mandato de Vereador.03. 37 .enviar ao Prefeito Municipal. até o dia 31 de agosto. (*) Modificada pela Emenda nº. por . de 10. os relatórios do exercício anterior. reuniões parlamentares. IV . Art. nos casos previstos no artigo 53. observadas as determinações legais. VI . de ofício ou por provocação de qualquer dos membros da Câmara.Compete à Mesa da Câmara Municipal.

com o mínimo de um terço dos seus membros.Em caso de reincidência. de pessoas ou entidades representativas da população. na forma de seu regimento: I . injustificadamente.Na sessão legislativa extraordinária. representações ou queixas de qualquer pessoa contra atos ou omissões das autoridades ou entidades públicas.realizar audiências públicas com entidades da sociedade civil. Parágrafo único . nas sessões ordinárias. a um terço das sessões ordinárias mensais. para reivindicar ou apresentar sugestões sobre assuntos de interesse da comunidade. Parágrafo único . compete à Câmara Municipal fixar outras penalidades. em razão da matéria de sua competência cabe: I .outro membro da Mesa ou pelo Vereador mais idoso presente.apreciar programas de obras e planos e sobre eles emitir parecer. constituídas na forma e com atribuições definidas no Regimento Interno.receber petições. assuntos de interesse da coletividade.a realização de sessões especiais para debater. com entidades representativas da população. a Câmara Municipal deliberará somente sobre a matéria para a qual foi convocada. terá sua remuneração reduzida em cinqüenta por cento.a participação. na forma do Regimento. SEÇÃO X DAS COMISSÕES Art. 42 . Art. IV . reclamações. na forma do que dispuser o Regimento Interno.solicitar depoimento de qualquer autoridade ou cidadão. _s Comissões. 40 . II . 41 . Art. .A Câmara Municipal terá Comissões permanentes e especiais. II .convocar Secretários Municipais ou ocupantes de cargos da mesma natureza ou equivalentes para prestar informações sobre assuntos inerentes às suas atribuições. III . inclusive cassação de mandato. ou no ato de que resultar a sua criação. Parágrafo único.O Vereador que faltar. V .A Câmara Municipal admitirá.

apresentar ao Plenário. VII . sobre projetos que nelas se encontrem para estudo. encaminhadas ao Ministério Público para que este promova a responsabilidade civil ou criminal dos infratores. promulgar e remeter à publicação os projetos de lei . o balanço relativo aos recursos recebidos e às despesas realizadas no mês anterior. sendo suas conclusões.VI . SECÃO XI DO PRESIDENTE E DO VICE-PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL Art. bem como leis que receberem sanção tácita e as cujo veto tenha sido rejeitado pelo Plenário e não tenham sido promulgadas pelo Prefeito Municipal.promulgar as resoluções e os decretos legislativos.representar a Câmara Municipal.exercer. junto às Comissões. VI . Art. à qual caberá deferir ou indeferir o requerimento. além de outros previstos no Regimento Interno. a chefia do Executivo Municipal nos casos previstos em lei. até o dia 20 de cada mês. IV .mandar prestar informações por escrito e expedir certidões requeridas para defesa de direitos e esclarecimentos de situações. a elaboração da proposta Orçamentária. 45 . desta Lei. serão criadas pela Câmara mediante requerimento de um terço de seus membros. indicando. após o estabelecido no artigo 80. no prazo de 48 horas. III . se for o caso.Cabe ao Presidente do Poder Legislativo. para apuração de fato determinado e por prazo certo.declarar extinto o mandato do Prefeito. nos casos previstos em lei. Art.Compete ao Presidente da Câmara.acompanhar. II . V . bem como a sua posterior execução. § 1º . se for o caso. IV.As Comissões Especiais de Inquérito.Qualquer entidade da sociedade civil poderá solicitar ao Presidente da Câmara que lhe permita emitir conceitos ou opiniões. que terão poderes de investigação próprios das autoridades judiciais.O Presidente da Câmara enviará o pedido ao Presidente da respectiva Comissão. Parágrafo único . 44 . em substituição automática. dia e hora para o pronunciamento e seu tempo de duração.requisitar o numerário destinado às despesas da Câmara. do Vice-Prefeito e dos Vereadores. junto ao Poder Executivo Municipal. além de outras atribuições estipuladas no Regimento Interno: I . 43 .

para cargos de carreira integrantes da Procuradoria Geral da Câmara Municipal. ainda que se ache em exercício.quando a matéria exigir.aprovados pela Câmara Municipal e não promulgados pelo Prefeito. além das atribuições contidas no Regimento Interno: I . deixar de fazê-lo no prazo estabelecido. a defesa dos legítimos interesses do Poder Legislativo. se descumprido o que estabelece o parágrafo anterior. SEÇÃO XII DA PROCURADORIA GERAL DA CÂMARA MUNICIPAL Art. somente manifestará o seu voto nas seguintes hipótese: I .O Presidente da Câmara. 48 . pelos Procuradores da Câmara. Art. que será efetuada obrigatoriamente na mesma reunião.promulgar e fazer publicar. para a sua aprovação. II . as resoluções e os decretos legislativos sempre que o Presidente.quando ocorrer empate em qualquer votação no Plenário. impedimentos ou licenças. aos Procuradores da Câmara incumbe exercer o controle da legalidade dos atos e procedimentos administrativos da Mesa Diretora. § 2º .Qualquer Vereador poderá requerer a promulgação.A consultoria e assessoria jurídica do Poder Legislativo são exercidas. incluídos os de natureza financeiroorçamentária. 46 . ou quem o substituir. III . Art. § 1º . sem prejuízo da competência de outros orgãos municipais. o voto favorável de dois terços ou da maioria absoluta dos membros da Câmara. o assessoramento legislativo à Mesa e aos Vereadores e a assistência judiciária aos servidores da Câmara Municipal.Aos primeiro e segundo Vice-Presidentes compete. privativamente.No desempenho de suas atribuições. obrigatoriamente.na eleição da Mesa Diretora. . ausências. admitidos mediante concurso público de provas e títulos. órgão superior subordinado à Mesa Diretora.substituir o Presidente da Câmara em suas faltas. II . 47 .

perante a Câmara. 51 . III . palavras e votos no exercício do mandato e na circunscrição do Município.desde a expedição do diploma: a) firmar ou manter contrato com pessoa jurídica de direito público. serão nomeados por livre escolha do Presidente do Poder dentre os Advogados regularmente inscritos na Ordem dos Advogados do Brasil . IV . REDAÇÃO DADA PELAS EMENDAS Nº 10/93 E 002/95. sobre informações recebidas ou prestadas em razão do exercício do mandato. Chefe da Instituição.ser brasileiro. 52 .domicílio eleitoral no Município. 50 . SERAFIM CORRÊA e BOSCO SARAIVA.Os Vereadores não serão obrigados a testemunhar. SUBSEÇÃO II DAS INCOMPATIBILIDADES Art. nem sobre as pessoas que lhes confiaram ou deles receberam informações. .idade mínima de 18 anos.O Procurador-Geral da Câmara. autarquia. SEÇÃO XIII DOS VEREADORES SUB SEÇÃO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. integrantes ou não do quadro funcional. II .§ 2º .pleno gozo dos direitos políticos.filiação partidária.São condições de elegibilidade para Câmara Municipal de Manaus: I .Seção do Amazonas. Art.Os Vereadores gozam de inviolabilidade por suas opiniões. e os Procuradores Chefes. 49 . Art. Vers.Os Vereadores não poderão: I . V .

VIII que deixar de tomar posse. b) aceitar ou exercer cargo. "a". função ou emprego remunerado. c) patrocinar causa em que seja interessada qualquer das entidades a que se refere o inciso I. d) ser titulares de mais de um cargo ou mandato público eletivo. quando ocorrer falecimento ou renúncia por escrito do Vereador. II .desde a posse: a) ser proprietários. salvo em caso de licença ou de missão oficial autorizada.Nos casos dos incisos I. salvo o cargo de Secretário Municipal ou equivalente. nas entidades referidas no inciso I.que deixar de comparecer. b) ocupar cargo ou função de que sejam demissíveis "ad nutum". dentro do prazo estabelecido nesta Lei.que sofrer condenação criminal em sentença transitada em julgado.cujo procedimento for declarado incompatível com o decoro parlamentar. e assim será declarado pela Mesa da Câmara.Extingue-se o mandato. VI e VII deste artigo. sem motivo justificado. § 2º . nos casos previstos na Constituição da República. § 1º . mediante denúncia . "a". 53 .empresa pública. VII . II. controladores ou diretores de empresa que goze de favor decorrente de contrato celebrado com pessoa jurídica de direito público. inclusive os de que sejam demissíveis "ad nutum".Perderá o mandato o Vereador: I .quando o decretar a Justiça Eleitoral. fundação ou empresa concessionária de serviço público municipal. VI . V . a perda do mandato será decidida pela Câmara em votação nominal e por maioria absoluta. deste artigo. III . deste artigo. ou nela exercer função remunerada. à terça parte das sessões ordinárias da Câmara.que deixar de residir no Município. IV . em cada sessão legislativa. II . nas entidades constantes da alínea anterior.que perder ou tiver suspensos os direitos políticos. Art. salvo quando o contrato obedecer a cláusula uniformes. sociedade de economia mista.que infringir qualquer das proibições estabelecidas no artigo anterior.

por motivo de saúde. equivalente ou superior. considerar-se-á como em exercício o Vereador licenciado nos termos do inciso I deste artigo. § 3º . (*) § 5o – O Vereador licenciado nos termos do inciso III não receberá remuneração e extinguir-se-á.Nos casos dos incisos III.12. (*) III – Para assumir. cargo ou mandato público eletivo estadual ou federal. de 05.Ver JEFFERSON PERES.O Vereador poderá licenciar-se: (*) I .(*) Emenda nº 002/98. de 20. terá seus efeitos suspensos até as deliberações finais de que tratam os § 2º e § 3º. desde que o período de licença não seja superior a 120 dias por sessão legislativa. a perda do mandato será declarada pela Mesa da Câmara. § 3º .A renúncia de vereador submetido a processo que vise ou possa levar à perda de mandato. IV e VIII deste artigo. também. II .94. § 2º . pela remuneração da vereança. assegurada ampla defesa. ou de partido político representado na Câmara. § 1º . 10. (*) Emenda n. será considerado automaticamente licenciado. não poderá o Vereador reassumir antes que se tenha esgotado o prazo de sua licença.No caso dos incisos I e II deste artigo. na condição de suplente. fazendo o Vereador jus à remuneração estabelecida. . nos termos em que a lei dispuser. pelo tempo em que durar o afastamento ou licença do titular. assegurada ampla defesa.2002. nos termos deste artigo.2002. devidamente comprovado e nos casos de : maternidade ou paternidade. no prazo da lei.para tratar de interesse particular.º 19.O afastamento para o desempenho de missões temporárias de interesse do Município não será considerado como licença.O Vereador investido no cargo de Secretário Municipal. a) b) c) .12.º 29. quando a serviço ou em missão de representação da Câmara Municipal. * § 4º .98 SUBSEÇÃO III DAS LICENÇAS Art.2002.10. EMENDA Nº 05/94.11.fundamentada de Vereador ou de eleitor no pleno gozo de seus direitos políticos. de 05. § 4º . (*) Emenda n. de 26. 54 . sua Verba de Gabinete pelo tempo que perdurar sua licença. por escrito.02. de ofício ou mediante provocação de qualquer Vereador. podendo optar. adoção. (*) Emenda nº 29.Para fins de remuneração.

salvo motivo justo aceito pela Câmara. 55 . . nos casos de licença ou investidura. II .No caso de vaga. § 3º .Ocorrendo vaga e não havendo suplente. conforme preceitua o Artigo 54.94.O processo legislativo municipal compreende a elaboração de: I . Ver.05. § 4º . cargo ou mandato público eletivo estadual ou federal far-se-á a imediata convocação do suplente pelo Presidente da Câmara. (*) Emenda nº 29 de 05. ao Tribunal Regional Eleitoral. independentemente do tempo em que durar o afastamento ou licença do titular. sob pena de ser considerado renunciante. afastar-se em gozo de licença para tratar de interesse particular. REDAÇÃO DADA PELA EMENDA JEFFERSON PERES.2002. no cargo de Secretário Municipal.SUBSEÇÃO IV DA CONVOCAÇÃO DOS SUPLENTES Art.12. 12. 56 . SEÇÃO XIV DO PROCESSO LEGISLATIVO SUBSEÇÃO I DISPOSIÇÃO GERAL Art. investidura no cargo de Secretário Municipal ou equivalente ou licença para assumir na condição de suplente. Nº 01/94. dentro de quarenta e oito horas. § 2º .emendas à Lei Orgânica Municipal.É vedado ao suplente convocado. III .leis ordinárias. o Presidente da Câmara comunicará o fato.leis complementares. licença superior a 120 dias.O suplente convocado deverá tomar posse dentro do prazo de 15 dias. calcular-se-á o quórum em função dos Vereadores remanescentes. § 1º .Enquanto a vaga a que se refere o parágrafo anterior não for preenchida. Inciso III.

privativamente.de um terço. VI . cinco por cento dos eleitores do Município.A Lei Orgânica Municipal poderá ser emendada mediante proposta: I . dois terços dos votos dos membros da Câmara. diretrizes orçamentárias e plano plurianual. IV . 59 . Art. § 1º . 57 . considerando-se aprovada quando obtiver.Compete. III .IV . ao Prefeito Municipal a iniciativa das leis que versem sobre: I .LEI ORGÂNICA MUNICIPAL Art. empregos e funções na Administração direta e autárquica do Município. transformação e extinção de cargos. § 1º. estruturação e atribuições dos orgãos da Administração direta.A proposta de emenda à Lei Orgânica Municipal será discutida e votada em dois turnos de discussão e votação. V . 58 . .do Prefeito Municipal. SUBSEÇÃO II DAS EMENDAS .criação. ao Prefeito Municipal e aos cidadãos.decretos legislativos. ou aumento de sua remuneração. § 2º . desta Lei.de iniciativa popular. II .orçamento anual.criação. no mínimo. II . com o respectivo número de ordem.A emenda à Lei Orgânica Municipal será promulgada pela Mesa da Câmara. III . em ambos.leis delegadas. indireta e fundacional do Município. na forma do artigo 60.resoluções. dos membros da Câmara Municipal.A iniciativa das leis complementares e ordinárias cabe a qualquer Vereador ou Comissão da Câmara. na forma e nos casos previstos nesta Lei. no mínimo.regime jurídico dos servidores. com identificação eleitoral. subscrita por. SUBSEÇÃO III DAS LEIS Art.

62 .As leis delegadas serão elaboradas pelo Prefeito Municipal.Código de Zoneamento.A proposta popular deverá ser articulada.Código de Postura.São objeto de leis complementares as seguintes matérias: I .Código Tributário Municipal. 60 . Parágrafo único . matéria reservada à lei complementar e à legislação sobre planos plurianuais.A delegação ao Prefeito Municipal terá forma de resolução da Câmara Municipal. Art.Plano Diretor. § 1º . diretrizes orçamentárias e orçamento. exigindo-se. II . 63 . no mínimo. bem como a certidão expedida pelo órgão eleitoral competente. mediante indicação do número do respectivo título eleitoral.Se a resolução determinar a apreciação do Projeto pela Câmara. VI . a identificação dos assinantes.Caberá ao Regimento Interno da Câmara assegurar e dispor sobre o modo pelo qual os projetos de iniciativa popular serão defendidos na Tribuna da Câmara por instituição da sociedade civil ou integrante da comunidade local.Não será admitido qualquer aumento da despesa prevista: .Código Sanitário.A iniciativa popular será exercida pela apresentação à Câmara Municipal de projeto de lei subscrito por. que especificará seu conteúdo e os termos de seu exercício. Art. Art.Não serão objeto de delegação os atos de competência privativa da Câmara Municipal. III .Código de Parcelamento do Solo. contendo a informação do número total de eleitores do Município. IV . § 2º .Regimento Jurídico dos Servidores.A tramitação dos projetos de lei de iniciativa popular obedecerá às normas relativas ao processo legislativo. 61 . VII . contendo assunto de interesse específico da cidade. § 3º . para o seu recebimento pela Câmara. vedada qualquer emenda.Art._s leis complementares exigem para a sua aprovação o voto favorável da maioria absoluta dos membros da Câmara. § 2º . VIII . de bairros ou distritos. que deverá solicitar a delegação à Câmara Municipal.Código de Obras e Edificações. V . § 3º . um por cento dos eleitores inscritos no Município. esta a fará em votação única. § 1º .

O Prefeito Municipal poderá solicitar urgência para apreciação de projetos de sua iniciativa. exceto veto e leis orçamentárias. sem deliberação. os quais deverão ser apreciados no prazo de 30 dias úteis. II . no prazo de cinco dias úteis.O prazo referido neste artigo não corre no período de recesso da Câmara nem se aplica aos projetos de codificação. ressalvados. 65 . § 1º .O projeto de lei aprovado pela Câmara será. considerados relevantes. neste caso. o prazo fixado no "caput" deste artigo. para que se ultime sua votação. o projeto será obrigatoriamente incluído na ordem do dia. Art. 64 . .nos projetos sobre organização dos serviços administrativos da Câmara Municipal. sobrestando-se a deliberação sobre qualquer outra matéria.I .Decorrido.nos projetos de iniciativa exclusiva do Prefeito Municipal. § 1º . Art. os projetos de leis orçamentárias.

até sua votação final. para promulgação.91.Se o veto for rejeitado. no todo ou em parte. mediante proposta da maioria absoluta dos membros da Câmara.05. não dependendo de sanção ou veto do Prefeito. o silêncio do Prefeito Municipal importará sanção.A Resolução destina-se a regular matéria político-administrativa da Câmara. (*) Modificada pela Emenda nº 33. vetá-lo-á. VEREADOR JOÃO PEDRO. 22.Se o Prefeito considerar o projeto. em 48 horas. REDAÇÃO DADA PELA EMENDA Nº 02/91. (*) § 5º O veto somente será rejeitado pela maioria absoluta dos Vereadores. e comunicará.Decorrido o prazo de 15 dias úteis. excetuando-se medida de caráter urgente. se este não o fizer no prazo de 48 horas. Art. o sancionará no prazo de 15 dias úteis. § 2º . o veto será colocado na Ordem do Dia da sessão imediata. . na mesma sessão legislativa. sobrestadas as demais proposições. de parágrafo. implicando. de inciso ou de alínea. de sua competência exclusiva. § 9º . concordando. § 1º . contados do seu recebimento.No vigésimo dia do prazo previsto no § 4º deste artigo.A matéria constante do projeto de lei rejeitado somente poderá constituir objeto de novo projeto. 67 . caberá ao Vice-Presidente obrigatoriamente fazê-lo. 66 .2003 § 6º . total ou parcialmente.enviado pelo seu Presidente ao Prefeito Municipal que. e ainda no caso de sanção tácita.A manutenção do veto não restaura matéria suprimida ou modificada pela Câmara.Se o Prefeito Municipal não promulgar as leis nos prazos previstos. o Presidente da Câmara a promulgará e. dentro de 48 horas. § 8º . § 3º O veto parcial somente abrangerá texto integral de artigo. em uma única discussão e votação. ao presidente da Câmara. neste caso. a perda do mandato do Presidente da Mesa. contados da data do recebimento. acrescendo o § 6º.03. inconstitucional ou contrário ao interesse público ou a esta Lei. § 4º O veto será apreciado no prazo de 30 dias úteis. os motivos do veto. de 10. no prazo de 15 dias úteis. Art. DO § 7º . o projeto será enviado ao Prefeito Municipal. com parecer ou sem ele. mediante votação aberta.

69 . não lhe sendo permitido abordar temas que não tenham sido expressamente mencionados na inscrição.Art.O Prefeito e o Vice-Prefeito serão eleitos por sufrágio universal e voto direto e secreto. a Constituição do Estado e a Lei Orgânica . Art. com o auxilio dos Secretários Municipais. o cidadão deverá fazer referência à matéria sobre a qual falará.O Poder Executivo do Município é exercido pelo Prefeito. 73 . Art. no dia primeiro de janeiro do ano subseqüente ao da eleição. 74 . § 3º . registrados conjuntamente e para igual mandato. para mandato de quatro anos. 68 .O Vice-Prefeito auxiliará o Prefeito sempre que for convocado para missões especiais. observadas as normas para eleição e posse. observado o disposto nesta Lei. Art.O cidadão que desejar poderá usar da palavra durante a primeira discussão dos projetos de lei.O Decreto Legislativo destina-se a regular matéria de competência exclusiva da Câmara. antes de iniciada a sessão.O processo legislativo se dará conforme determinado no Regimento Interno da Câmara. CAPÍTULO III DO PODER EXECUTIVO SEÇÃO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. Art. para opinar exclusivamente sobre eles.O Prefeito e o Vice-Prefeito tomarão posse perante a Câmara Municipal. que produza efeitos externos. 72 . § 1º .O Regimento Interno da Câmara estabelecerá as condições e requisitos para o uso da palavra pelos cidadãos. no exercício dos direitos políticos e em consonância com as exigências da legislação eleitoral.A eleição do Prefeito importa a do Vice-Prefeito. não dependendo de sanção ou veto do Prefeito Municipal. § 2º . 70 . Parágrafo único . 71 . desde que se inscreva em lista especial na Secretaria da Câmara.Caberá ao Presidente da Câmara fixar o número de cidadãos que poderão fazer uso da palavra em cada sessão. Art. dentre brasileiros com idade mínima de 21 anos.Ao inscrever-se. defender e cumprir a Constituição da República. prestando o compromisso de manter. além de outras atribuições que lhe forem conferidas em lei complementar.

ressalvada . até 30 dias após a posse ou conclusão do mandato.No ato de posse e ao término do mandato. de 22. este será declarado vago pela Câmara Municipal.aceitar ou exercer cargo. observar as leis. indireta e fundacional.Em caso de impedimento do Prefeito e do Vice-Prefeito. função ou emprego remunerado. na Administração Pública direta. na forma da lei. resumidas em atas e divulgadas para conhecimento público no Diário Oficial do Município.10. lealdade e dedicação ao povo de Manaus.Se.Ocorrendo a vacância nos dois últimos anos de mandato do Prefeito. para complemento do respectivo mandato. o Prefeito e o Vice-Prefeito farão declaração pública de seus bens. Art. fundação ou empresa permissionária ou concessionária de serviço público municipal. preservar a cultura e os valores municipais e servir com honra. ressalvado motivo de força maior. os eleitos deverão completar o período de seus antecessores. serão sucessivamente chamados ao exercício do Poder Executivo Municipal o Presidente da Câmara Municipal e o Juiz de Direito mais antigo na 2ª Entrância. II . decorrido 10 dias da data fixada para a posse. Art. § 1º . § 1º .Vagando os cargos de Prefeito e Vice-Prefeito Municipal. ou vacância dos respectivos cargos. o Vice-Prefeito. devendo ser estas transcritas em livro próprio. § 2º . desde a posse. não tiver assumido o respectivo cargo. 76 .Em qualquer dos casos. Parágrafo único . autarquia. empresa pública. § 2º . no de vaga. a eleição para ambos os cargos será feita 15 dias depois da ocorrência da última vaga pela Câmara Municipal. automaticamente. e suceder-lhe-á. sob pena de perda de mandato: (*) Emenda nº 17/01.firmar ou manter contrato com entidade de direito público. inclusive os de que sejam demissíveis "ad nutum". far-se-á eleição 90 dias depois de aberta a última vaga.O Prefeito não poderá. 75 . em caso de impedimento. sociedade de economia mista.Municipal.Substituirá o Prefeito.01 I . SEÇÃO II DAS PROIBIÇÕES * Art. o Prefeito ou o VicePrefeito. 77 .

e do País. Art.A autorização será solicitada através de expediente que defina o destino e as finalidades. o Prefeito licenciado fará jus a sua remuneração. devendo. por qualquer prazo. permanecer no exercício até que a autorização se efetive. aplicando-se. ainda.ser proprietário.a posse em virtude de concurso público.patrocinar causas em que seja interessada qualquer das entidades mencionadas no inciso I deste artigo. VI . sob pena de perda do mandato. . Parágrafo único .É da competência do Prefeito: I . IV . Parágrafo único . 80 . V . sem prévia autorização da Câmara Municipal.O Prefeito e o Vice-Prefeito não poderão ausentar-se do Município quando o afastamento exceder a sete dias. por motivo de doença devidamente comprovada.O Prefeito poderá licenciar-se quando impossibilitado de exercer o cargo. 78 . o disposto no artigo 38 da Constituição da República.fixar residência fora do Município.representar o Município em Juízo e fora dele.ser titular de mais de um mandato eletivo de qualquer natureza. SEÇÃO III DAS LICENÇAS Art. III . 79 . controladores ou diretores de entidade de direito público que goze de favor decorrente de contrato celebrado com o Município ou nela exercerem função remunerada. nesta hipótese. SEÇÃO IV DAS ATRIBUIÇÕES DO PREFEITO Art.No caso previsto neste artigo e de ausência em missão oficial.

ainda.II. acompanhado de relatório e avaliação das atividades desenvolvidas no setor e. pela complexidade da matéria . expondo a situação do Município e solicitando as providências que julgar necessárias.prestar à Câmara Municipal.remeter mensagem e plano de governo à Câmara Municipal por ocasião da abertura da sessão legislativa. o Plano Plurianual Integrado. VII . total ou parcialmente. ou interesse social. especificando os cargos e o nome dos respectivos ocupantes. X . na forma desta Lei.sancionar. funções e salários pagos pelo Município. na forma e nos casos previstos nesta Lei. § 4º.iniciar o processo legislativo. VI . relativo a todos os orgãos sob sua autoridade. na forma que a lei estabelecer. VIII . as informações solicitadas. anualmente e até o dia 30 de março. III. as leis aprovadas pela Câmara.encaminhar a Câmara Municipal. IX . no prazo de quinze dias úteis. indireta e fundacional. nos termos legais. pelo período de duração do Governo. da Constituição da República. na forma da lei.enviar à Câmara Municipal. as contas do Município referentes ao exercício anterior. III. a pedido. e a prevista no artigo 182. promulgar e fazer publicar. no qual constarão. podendo o prazo ser prorrogado por mais cinco dias úteis. XIII . dentro do prazo estabelecido no artigo 28 desta Lei. até 30 de junho do ano de início de cada gestão administrativa. XI .prover e extinguir os cargos públicos municipais. XIV . IV . o organograma do Poder Executivo.decretar. desapropriação por utilidade ou necessidade pública. plano detalhado de obras e serviços relacionados ao desenvolvimento urbano. os orgãos da administração direta.prestar. XII . bem como expedir decretos e regulamentos para sua fiel execução. V .dispor sobre a organização e o funcionamento da Administração Municipal.celebrar convênios com entidades públicas ou privadas para a realização de objetivos de interesse do Município. à Câmara Municipal. anualmente. dentro de 15 dias. obrigatoriamente.vetar os projetos de lei aprovados pela Câmara.exercer a direção superior da Administração Pública. em sessão pública.

de conformidade com o Regimento Interno. XVII . até o dia 20 de cada mês.ou pela dificuldade de obtenção dos dados solicitados. reclamações ou representações que lhe forem dirigidos. folhas de pagamento e demais documentos.O Prefeito será processado e julgado: I . bem como fazer uso da guarda municipal. na forma da lei.Pela Câmara Municipal. que de-vam . XX . 81 . * b) impedir o exame de livros.solicitar o auxílio das forças policiais para garantir o cumprimento de seus atos.aplicar as multas previstas na legislação e nos contratos ou convênios. XXIII . autorizando as despesas e os pagamentos. bem como anulá-las quando impostas irregularmente. conforme critérios estabelecidos na legislação municipal. XIX .resolver sobre os requerimentos.entregar à Câmara Municipal. XXII . nas seguintes infrações político-administrativas: a) impedir o funcionamento regular da Câmara. quando necessário.decretar estado de emergência e calamidade pública quando ocorrerem fatos que o justifiquem.fixar as tarifas dos serviços públicos permitidos e concedidos. mediante processo administrativo devidamente justificado. e nas contravenções penais. dentro das disponibilidades orçamentárias ou dos créditos autorizados pela Câmara. II . XVI . compreendidos os créditos suplementares e especiais.Pelo Tribunal de Justiça do Estado nos crimes comuns e de responsabilidade. os recursos correspondentes às suas dotações orçamentárias.superintender a arrecadação dos tributos e preços.realizar audiências públicas. bem como a guarda e aplicação da receita.convocar extraordinariamente a Câmara. XXI . SEÇÃO V DA RESPONSABILIDADE DO PREFEITO Art. XV . bem como daqueles explorados pelo próprio Município. XVIII .

fundação ou empresa municipal. 20. regularmente instituída.O Prefeito. decorrido o prazo de 180 dias. sem autorização da Câmara dos Vereadores.92 (*) Emenda nº 005/98. h) omitir-se ou negligenciar na defesa de bens. Ver. ato de sua competência ou omitir-se na sua prática. sem motivo justo.por cassação. as convocações ou os pedidos de informações da Câmara. quando: a) infringir qualquer uma das proibições estabelecidas no artigo 77 desta Lei. direitos ou interesses do Município. j) proceder de modo incompatível com a dignidade e decoro do cargo. JEFFERSON PEREZ. i) ausentar-se do Município. sujeitos à administração da Prefeitura. § 1º . por partido político e por qualquer munícipe eleitor. l) negar-se a demitir Secretário ou dirigente de autarquia. d) retardar a publicação ou deixar de publicar as leis e atos sujeitos a essa formalidade. g) praticar.O Prefeito perderá o mandato: I .Se. c) desatender.Admitir-se-á a denúncia por qualquer Vereador. de 18. o julgamento não estiver concluído. § 3º . ou ainda por qualquer munícipe eleitor. quando feitos a tempo e em forma regular. nos termos do inciso II e dos parágrafos do artigo anterior. EMENDA 06/92.98 Art. 82 . bem como a verificação de obras e serviços municipais. sem prejuízo do regular prosseguimento do processo. por comissão de investigação da Câmara ou auditoria.Não participará do julgamento o Vereador denunciante. rendas.constar dos arquivos da Prefeitura. quando condenado pela Câmara de Vereadores por infração politíco-adminitrativa. contra expressa disposição de lei. b) ausentar-se do Município sem autorização legislativa. ou afastar-se da prefeitura. e em forma regular. § 2º . nos termos do artigo 78 e . e) deixar de apresentar à Câmara no devido tempo. f) descumprir o orçamento aprovado para o exercício financeiro. por tempo superior ao permitido em lei. cessará o afastamento do Prefeito. na vigência do seu mandato. não pode ser responsabilizado por atos estranhos ao exercício de suas funções. a proposta orçamentária.11. § 4º .11.

II . a probidade na administração. bem como do recebimento de subvenções ou auxílios.situação dos contratos com permissionárias e concessionárias dos serviços públicos. direta e fundacional. declarada pela Mesa da Câmara Municipal. SEÇÃO VI DA TRANSIÇÃO ADMINISTRATIVA Art. por credor. com as datas dos respectivos vencimentos. d) de renúncia por escrito. para permitir que a nova Administração decida quanto à conveniência de dar-lhes prosseguimento. a lei orçamentária e o cumprimento das leis e das decisões judiciais. III . desta Lei. individuais e sociais.projetos de lei de iniciativa do Poder Executivo. bem como sobre o que há por executar e pagar.estado dos contratos de obras e serviços em execução ou apenas formalizados.seu parágrafo único. .transferências a serem recebidas da União e do Estado por força de mandamento constitucional ou de convênios.Até 30 dias das eleições municipais. informações atualizadas sobre: I . II . que conterá entre outras. o exercício dos direitos políticos. informando sobre a capacidade de a administração municipal realizar operações creditícias de qualquer natureza. com os prazos respectivos. em se fazendo necessário. nos casos previstos na Constituição da República. informando sobre o que foi realizado e pago. inclusive das dívidas a longo prazo e encargos decorrentes de operações de crédito.dívidas do Município. b) perder ou tiver suspensos os direitos políticos. 83 . e c) atentar contra a autonomia do Município.por extinção. para entrega ao sucessor e para publicação imediata. acelerar seu andamento ou retirá-los. o livre exercício da Câmara Municipal. relatório da situação da Administração Municipal. quando: a) sofrer condenação criminal em sentença transitada em julgado. V . IV .medidas necessárias à regularização das contas municipais perante o Tribunal de Contas do Estado. c) o decretar a Justiça Eleitoral. VII .prestação de contas de convênios celebrados com organismos da União e do Estado. considerada também como tal o não comparecimento para a posse no prazo previsto nesta Lei Orgânica. o Prefeito deverá preparar. VI . em curso na Câmara Municipal.

dos serviços de sua Secretaria e orgãos vinculados. deverão fazer declaração pública de seus bens.apresentar ao Prefeito relatório anual. III .praticar os atos pertinentes às atribuições que lhe forem outorgadas e delegadas pelo Prefeito. seu custo. a seus subordinados. circunstanciado. coordenação e supervisão dos orgãos e entidades da administração municipal na área de sua competência e referendar os atos e decretos assinados pelo Prefeito Municipal. 85 .Os Secretários do Município são obrigados a atender à convocação da Câmara Municipal ou à de suas Comissões. 88 . situação dos servidores do Município.expedir instruções para a execução das lei. Art. 84 . Art.Independentemente de convocação. os Secretários do Município poderão comparecer à Câmara Municipal ou a qualquer de suas Comissões. quantidade e orgãos em que estão lotados e em exercício.São infrações político-administrativas do Secretários do Município. decretos e regulamentos. IV . 86 .exercer o planejamento.Os Secretários do Município. orientação. resumidas em atas e divulgadas para conhecimento público no Diário Oficial do Município.número de cargos e funções.Os Secretários do Município serão escolhidos dentre brasileiros maiores de 21 anos e no exercício dos direitos políticos. devendo ser estas transcritas em livro próprio.delegar atribuições.a ausência injustificada à Câmara Municipal ou às respectivas Comissões. SEÇÃO VII DOS SECRETÁRIOS DO MUNICÍPIO Art. quando . V . dentre outras: I . para expor assunto de relevância da Secretária.Aos Secretários do Município cabe: I . por ato expresso. Art. até 30 dias após respectivo ato de posse. que servirá para fundamentação da mensagem anual do Prefeito. relativos à respectiva Secretaria. ao assumirem ou deixarem o cargo. Art. Parágrafo único .VIII . II . 87 .

privativamente: I . com a função de defesa dos interesses do Município e orientação jurídica da Administração.a defesa dos atos e interesses do Município junto ao Tribunal de Contas do Estado.A competência. II .convocados para prestar. Parágrafo único . organização e funcionamento da Procuradoria Geral do Município serão estabelecidos em lei específica. 89 . ouvido o Conselho de Procuradores. no prazo de 20 dias. a pedidos escritos de esclarecimentos formulados pela Câmara Municipal.A Procuradoria Geral do Município. e iniciativa do Prefeito. SEÇÃO VIII DA PROCURADORIA GERAL DO MUNICÍPIO Art. II .a prestação de informações falsas ou desatendimento. informações sobre assunto previamente determinado. órgão permanente. legitimidade e moralidade no âmbito da Administração pública municipal. vinculada diretamente ao Prefeito Municipal.assessoria e consultoria jurídica em matéria de alta indagação do Chefe do Poder Executivo e da Administração em geral. promovendo a unificação da jurisprudência administrativa e zelando pela observância dos princípios da legalidade. III . exercerá.a representação judicial e extrajudicial do Município e a cobrança de sua dívida ativa. . pessoalmente.

03.A organização do Colégio observará: I . seção do Amazonas.2003. integrantes ou não da categoria de Procuradores do Município. (*)Modificada pela Emenda nº. 33. 92 .Na hipótese de a escolha recair em advogados não integrantes da categoria de Procuradores do Município. .representação paritária entre os integrantes das diferentes classes e entre estes e o chefe da Procuradoria Geral. mediante eleição direta e voto secreto. organizado e realizado pela Procuradoria Geral do Município. pelo voto aberto da maioria simples dos Vereadores. com mais de cinco anos de inscrição. II .O Procurador-Geral do Município será escolhido dentre advogados inscritos na Ordem dos Advogados do Brasil . mediante concurso público de provas e títulos. Art.O Colégio de Procuradores do Município é o órgão superior de consulta e de deliberação coletiva da categoria em matéria de interesse da instituição e da classe. 91 . a nomeação dependerá da aprovação prévia da Câmara Municipal.Art. de 10. Art. na classe inicial. 90 .O cargo de Procurador do Município. com a participação da Ordem dos Advogados do Brasil.Seção Amazonas. Parágrafo único . (*) Parágrafo único .mandato eletivo. vedado a recondução na eleição subseqüente. será provido. privativo de advogado.

Art. indicando. que conterá as palavras SIM e NÃO. II . VI . 96 . no bairro ou distrito. 93 . cujas medidas deverão ser tomadas diretamente pela Administração Municipal. SEÇÃO IX DA CONSULTA POPULAR Art. podendo requisitar.estabilidade.prerrogativas inerentes à advocacia. duas consultas por ano. consultas populares para decidir sobre política de desenvolvimento urbano e prestação de serviços essenciais.Art. pelo menos. sujeitos apenas aos princípios da legalidade. § 2º . da Constituição do Estado. sendo vedada qualquer manifestação fora desse prazo. de qualquer órgão da Administração.Aos Procuradores do Município é assegurado: I . pelo menos. cinco por cento do eleitorado inscrito no Município. Art.independência funcional. aprovação ou rejeição da proposta. Art. que será . 95 . no máximo. XII. § 3º . esclarecimentos e diligências necessárias ao cumprimento de suas funções.A proposta será considerada aprovada se o resultado lhe tiver sido favorável pelo voto da maioria dos eleitores que comparecerem às urnas . da Constituição da República. não podendo ser demitidos senão mediante decisão judicial passada em julgado.O Prefeito poderá realizar. por sua livre iniciativa. em manifestação a que se tenham apresentado. nos termos dos artigos 37. cinqüenta por cento da totalidade dos eleitores envolvidos.irredutibilidade de vencimentos. apresentarem proposição nesse sentido. adotando-se cédula oficial. respectivamente. moralidade.A votação será organizada pelo Poder Executivo no prazo de dois meses após a apresentação da proposta. após dois anos de efetivo exercício no cargo. § 1º e 135. com identificação do título eleitoral. e do artigo 83. V . § 1º . impessoalidade e indisponibilidade do interesse público.isonomia remuneratória com os cargos e funções essenciais à justiça.Poderão ser realizadas.A consulta popular será admitida no Município no prazo estabelecido na legislação eleitoral. 39.O Prefeito proclamará o resultado da consulta popular. 97 .A consulta popular poderá ser realizada sempre que a maioria absoluta dos membros da Câmara ou. IV . nos termos da Constituição da República e do Estado. informações.vencimentos com diferença nunca superior a 10 por cento entre os de uma classe e outra. nem cinco por cento entre os de classe final e os do Procurador-Geral do Município. por solicitação da Câmara ou expresso desejo da população da área interessada. 94 . III .

nas matérias publicitárias pagas pelos cofres do Município e na identificação dos bens do patrimônio municipal. 10. bem como as concessionárias do Município. Capítulo VII. empresas públicas. sociedades de economia mista e fundações instituídas ou mantidas pelo Município terão.A Administração Pública direta e indireta do Município guardará obediência. Parágrafo único – As secretarias e fundações municipais. disposição. da Constituição da República. WASHINGTON RÉGIS. Ver. ARTIGO MODIFICADO PELA EMENDA Nº 04/94. visando à promoção do bem-estar coletivo. no que couber. inclusive placas indicativas de obras públicas. representante eleito pelos servidores ou empregados. pela forma.11. aos princípios estabelecidos na Constituição da República.considerado como decisão sobre a questão proposta. Obs: Acrescentado através da Emenda n. entre seus membros. 98 . Art. manterão uma Central de Informações ao Público.Os orgãos colegiados das autarquias. caracterizem propaganda de pessoas ou partidos políticos. bem como o uso de artifícios que. IV .º 28.94. 99 . da Constituição do Estado. nos documentos oficiais. . as autarquias. as sociedades de economia mista e as empresas públicas. COM SUPRESSÃO DO INCISO II. § 1º.em consonância com o disposto no artigo 37. observando: Parágrafo único . a Prefeitura será referida pela designação de Prefeitura Municipal de Manaus. III . vedada a sua modificação. bem como aos dispositivo constantes do Título III. de 05/06/2002. TÍTULO I DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art.o disposto no inciso anterior aplica-se às entidades que recebem auxílios ou subvenções do Município. criadas por lei municipal. obrigatoriamente.A Administração Municipal será desenvolvida de forma a garantir a plena execução dos serviços públicos de sua competência. devendo o Governo Municipal adotar as providências legais para sua consecução. tamanho ou cor das letras.

relativas à definição da política organizacional. apenas a contratação de serviços de profissionais com notórios conhecimentos de que não disponha em seu quadro e vedada a remuneração complementar de servidores municipais que os integrem. fica vedada a divulgação de fotografias ou imagens de membros dos Poderes Legislativo e Executivo.os Dirigentes dos orgãos da Administração indireta e fundacional.em matérias publicitárias pagas pelos cofres municipais. o brasão do Município e serão utilizados no horário de expediente. de que conste o nome do beneficiário.V . IV . II . rotinas e planejamento interno.é vedada a inscrição de nomes de autoridades ou administradores em veículos de propriedade ou a serviço da Administração Pública direta. permitido o seu uso. disciplinares e deliberativas da administração do Município.o Presidente do Sindicato dos Servidores Municipais. III . VI . funcionamento e provimento das representações serão definidos . Art. § 2º.Apenas os titulares dos Poderes Executivo e Legislativo poderão dispor de carros oficiais de representação. relatório circunstanciado das contribuições efetuadas a pessoas físicas ou jurídicas de direito público e privado.o município poderá instituir grupos de trabalho temporário. de pessoal. a cada bimestre. tipo e valor. para a execução de atividades especiais. obrigatoriamente. indireta e fundacional terão.Fica criado o Conselho Municipal de Administração Superior com funções normativas. bem como dos orgãos da administração direta.o Presidente do Conselho Municipal de Contribuintes. V . na condição de Presidente. 101 . Art. VIII . 100 .Da composição do Conselho Municipal de Administração Superior participarão: I . salarial. VI . indireta e fundacional. * Parágrafo único – Os veículos de propriedade ou a serviço da administração pública direta. 102 .A organização.o Procurador-Geral do Município. com duração máxima de seis meses.o Prefeito Municipal. § 1º .o Vice-Prefeito. desde que disciplinado por ato do Poder Executivo. VII . VII .O Poder Executivo encaminhará à Câmara Municipal.os Administradores Distritais e Regionais. sendo permitida. em atividades que assim o exijam. para esse fim.os Secretários Municipais. indireta e fundacional. (alterado pela Emenda nº 16 de 22/10/2001) Art. fora desse horário. de treinamento.

dependerá de autorização expressa e específica do servidor. aos servidores . aprovado por Lei.para o trabalho executado entre as 23 horas e seis horas.O Poder Executivo. fixará o percentual relativo à remuneração de férias dos servidores. prorrogável por mais 60 dias. em relação a seus servidores. sob pena de sofrer correção monetária. § 2º.Em relação à remuneração do trabalho noturno será observado: I . § 7º .o trabalho executado entre as 18 e 23 horas terá um acréscimo de 10 por cento sobre a remuneração do trabalho diurno.em Regimento Interno.É assegurado ao servidor da Administração direta.Ficam assegurados aos servidores municipais os direitos dispostos no artigo 110. ainda. CAPÍTULO II DOS SERVIDORES PÚBLICOS SEÇÃO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. observado: I . resguardadas as exceções previstas nesta Lei e respeitada a carga horária profissional. § 2º .O Município. § 3º .será repassada à instituição até 72 horas subseqüentes ao seu recolhimento. ao início de cada exercício.A licença à gestante terá a duração de 120 dias. sendo vedada a concessão de férias ou outro tipo de licença continuada. § 6º . II . respeitado o limite máximo estabelecido pela Constituição da República. da Constituição do Estado. 103 . declarando estar amamentando. das autarquias e fundações públicas o turno único de seis horas diárias de trabalho ininterrupto.O Estatuto do Servidor Público Municipal garantirá. independente de contribuição prevista em lei. II . guardará obediência ao estabelecido na Constituição da República e atenderá ao que dispõem os artigos 108 a 112 da Constituição do Estado. a requerimento da interessada. § 5º . § 4º . § 1º . o acréscimo a que se refere o inciso anterior será de 25 por cento.A Contribuição mensal relativa aos Sindicatos ou Associações de classe será descontada em folha de pagamento. sem prejuízo da apuração de responsabilidade da autoridade.

h) por morte de pessoa da família. V. VIII . c) para acompanhar o cônjuge. a 15. garantirá ao servidor com curso de especialização. não se aplica aos servidores da . III .gratificação de tempo integral e dedicação exclusiva ou salário-produtividade. V .salário-produtividade fiscal.O mesmo princípio do parágrafo anterior aplica-se aos servidores que já ingressarem no serviço público municipal com os cursos previstos para efeito da gratificação adicional. deste artigo.O estímulo à especialização e ao aperfeiçoamento profissional de que trata o § 7º.além do estabelecido pela Constituição da República e Constituição do Estado.outros direitos que visem à melhoria de sua condição social. mestrado ou doutorado uma gratificação adicional. com interstício de dois anos. d) especial. VII.adicional por tempo de serviço. na forma da lei. deste artigo.O disposto no § 7º. § 11º . 30 e 60 por cento do vencimento do servidor. g) para estudos especializados. correspondendo.O salário-produtividade fiscal. II . especialmente: I . § 8º . desde que o curso tenha sido indicado pelo Município e integre área do conhecimento compatível com o interesse municipal. VII . IV. à produtividade no serviço público e à valorização profissional. § 9º . VI . estabelecido no § 7º. deste artigo. IV . f) para tratar de interesses particulares. aos servidores ocupantes de cargo fiscal de tributos municipais. obedecidos os critérios de antigüidade e merecimento. não-cumulativa. e) para exercício de mandato eletivo. vedado o recebimento de gratificações estabelecidas no § 7º. ou com a atividade exercida pelo servidor. destinase.estímulo à especialização e ao aperfeiçoamento profissional. deste artigo. as licenças: a) por doença em pessoa da família.benefícios de assistência e previdência social estabelecidos no artigo 119 desta lei. b) para prestar serviço militar.adicional pelo tempo de exercício de cargo ou função de confiança. § 10º . respectivamente.promoção obrigatória para os cargos organizados em carreira.

Fica estabelecido o dia 1º de maio como data-base unificada para todos os servidores. em ambos os casos. § 1º. número. IV . conservação asfáltica das vias públicas. § 3º . da Constituição da República. que fixará sua denominação. insalubre ou perigosa de 100 por cento de seu vencimento. cemitérios municipais. Art.horário de trabalho diferenciado.O Município estabelecerá em lei. conforme estabelece o artigo 39. cargos. aplica-se aos servidores que exerçam atividades de processamento eletrônico de dados e de radiologia.administração descentralizada. o disposto na lei de diretrizes orçamentárias. desobstrução e reparo de esgotos sanitários e drenagem pluvial. além dos direitos dispostos neste artigo. § 4º . . § 2º . regidos pelas leis trabalhistas. o regime jurídico único e planos de carreira de seus servidores da Administração direta.Os cargos públicos serão criados por lei. autárquica e fundacional. se circunstâncias conjunturais assim o determinarem. II . ou.Aos servidores municipais. que exerçam atividades nas áreas de limpeza pública. a qualquer tempo.O Município assegurará aos servidores da Administração direta. fica assegurado. com turno não-superior a cinco horas ininterruptas. que garantam o exercício da atividade e a prevenção dos riscos a ela inerentes.adicional pelo exercício de atividade penosa. autárquica e fundacional isonomia de vencimentos.o fornecimento gratuito e renovado dos equipamentos de uso pessoal. § 15º . atendendo aos princípios da Constituição da República e do Estado. I . empregos e funções. observado. 104 . § 14º . aos quais o Município garantirá os demais direitos estabelecidos na Constituição da República e aplicará as normas da legislação específica.Aos servidores da guarda municipal será concedido o adicional de risco de vida eqüivalente a 50 por cento do seu vencimento.o não-exercício de serviços extraordinários. § 1º . III .A reposição das perdas salariais ou a concessão de aumento real de salários se farão na mesma data e nos mesmos índices para os servidores de todas as categorias.O Plano de Cargos e Salários será obrigatoriamente revisto de dois em dois anos.O disposto nos incisos I e II do parágrafo anterior. excepcionalmente. para efeito de sua adaptação às reais necessidades do serviço público e do mercado de trabalho. § 12º . simbologia e padrão de vencimento. § 13º .

desde que possa haver compensação do horário de trabalho. aperfeiçoamento e reciclagem de mão-de-obra em caráter permanente.Art. a requerimento deste.12. as quais deverão estar abertas por. II . Art.A contratação por tempo determinado somente será admitida para atender à necessidade temporária de excepcional interesse público. . sem prejuízo de qualquer vantagem. § 2º . § 1º .É vedada a fixação. de vagas cumulativas para profissões assemelhadas.realizar concursos e seleções. fica instituída a Escola de Serviço Público Municipal. nos termos e nos limites estabelecidos em lei ordinária.efetuar cursos regulares de administração pública. 108 .A indicação do horário a que o servidor estiver sujeito será comprovada mediante certidão expedida pela Instituição de Ensino. 15 dias.proporcionar o treinamento. sendo facultada a convocação de outras instituições interessadas. IV . com objetivo de: I . VI . pelo menos.Na organização dos concursos públicos do Município.outros que a lei estabelecer. 105 . § 1º . DE 12. § 3º . V . REDAÇÃO MODIFICADA PELA EMENDA Nº 004/95. Parágrafo único . aperfeiçoamento e reciclagem dos servidores em todas as áreas requeridas pela administração municipal. III . 107 . participará o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais. no edital de convocação dos concursos municipais.O Município observará o que dispõem as Constituições da República e do Estado em relação a investidura em cargo ou emprego público e realização de concursos públicos.apoiar e promover a formação de mão-de-obra para o setor de turismo.Os concursos públicos para preenchimento de cargos e empregos públicos não poderão ser realizados antes de decorridos 30 dias de encerramento das inscrições.Fica assegurado aos servidores estudantes o direito de freqüentar os respectivos cursos em horas do expediente normal. Art.96 Art.Para atender ao disposto no "caput" deste artigo.O Município proporcionará aos servidores oportunidade de crescimento profissional através de programas de formação.firmar convênios com instituições especializadas. 106 .

as funções gratificadas são privativas dos servidores do quadro efetivo. é garantido o transporte ao local de trabalho em condições de continuidade. criminal e administrativamente.É vedada a remoção de servidor para outros locais que o impossibilitem de dar continuidade ao seu curso. violar direitos individuais e sociais ou deixar de cumprir o que determina a lei. segurança e higiene.garantia ao servidor de adicional de 50 por cento de seu vencimento a título de gratificação de localidade. Parágrafo único . Art. o Poder Executivo apresentará o demonstrativo do cumprimento do disposto no "caput" deste artigo. Art. .É passível de punição. 110 .pagamento de passagem e diárias quando o servidor for convocado pela administração a comparecer a órgão do Poder Municipal. por ocasião da mensagem encaminhada à Câmara Municipal. Art.As disposições de servidor ou empregado para órgão público federal e estadual somente poderão ser efetuadas se o ônus da remuneração for por eles assumido. II . conforto. 115 . civil.Em relação aos servidores públicos em exercício de mandato eletivo. o servidor será obrigado a apresentar. 114 O servidor municipal será responsável.O Prefeito e o Secretário ou dirigente de órgão da administração indireta. em prejuízo dos direitos do cidadão. Art. pelos atos que praticar no exercício de cargo ou função. 109 . Art.Para efeito de recebimento de vencimentos.na administração superior e demais cargos comissionados. o servidor municipal que. deverão observar: I . ao órgão em que estiver lotado. será observado: I . Art.Em relação ao trabalho efetuado na zona rural do Município. ao proverem os cargos em comissão e as funções de confiança.Anualmente. 38 da Constituição da República.Ao servidor que mora na zona urbana e desempenha suas funções na zona rural. no exercício de suas funções. por portadores de deficiência. preferentemente. por servidores municipais. inclusive com demissão nos termos da lei.O Poder Público reservará dois por cento das vagas nos quadros de pessoal da Administração direta. § 3º . indireta e fundacional para a ocupação.§ 2º . 113 . na forma legal. 112 . Art. de carreira técnica ou profissional compatível. o Município observará o que dispõe o art. II . 111 . certidão de freqüência expedida pela Instituição em que estiver matriculado. respeitadas as exigências funcionais e a qualificação para o cargo ou emprego. Parágrafo único . mensalmente. mantida a vinculado administrativa e assegurados os direitos previdenciários.

O estado de deficiência deverá ser comprovado mediante atestado médico. dentre outros. Parágrafo único . observado: * (alterado pela Emenda nº11 de 17/09/2001) I . considerada dependente sob o ponto de vista sócio-educacional.nos casos de deficiência mental. educação e proteção de pessoa portadora de deficiência. § 7º. na forma da lei. (*)§ 2º . remuneração superior àquela paga ao Prefeito.pensão aos dependentes.Parágrafo único . . seja mãe.É assegurada jornada de trabalho de quatro horas diárias. SEÇÃO II DA ASSISTÊNCIA E DA PREVIDÊNCIA SOCIAL Art.licenças previstas no artigo 103. à servidora pública municipal que. pensionistas e contribuintes opcionais. (*)Art.A assistência e a previdência social serão prestadas pelo Município aos seus servidores ativos ou inativos. * (alterado pela Emenda nº 11 de 17/09/2001) Art.nos casos de deficiência física e sensorial. § 1º . e corresponderão.Aplica-se o disposto neste artigo ao servidor solteiro ou viúvo. a: I .aposentadoria voluntária. II . II . Art. III . 118 . sem perdas salariais. comprovadamente. até que seja atingida a maioridade civil ou a capacitação para o trabalho. tutora.Nenhum servidor ativo ou inativo e pensionista poderá perceber. VI . ainda. exclusivamente para os fins do "caput" deste artigo. sem prejuízo do cargo. desta Lei.cobertura integral dos eventos de doenças.São considerados contribuintes opcionais os ocupantes de cargos eletivos e comissionados. compulsória ou por invalidez permanente.Os servidores mencionados no "caput" deste artigo são inamovíveis. 116 . mediante convênios. em qualquer hipótese e sob quaisquer formas ou título.auxílio-funeral. 119. dependentes. de ofício. V . IV . pelo tempo de duração de seus mandatos.auxílio-reclusão. . salário e função. VIII. cuja contribuição ao órgão previdenciário municipal será facultada durante a permanência no respectivo cargo.Os benefícios da assistência e da previdência social serão prestados diretamente pelo Município ou através de instituto de previdência ou. por morte do segurado. criadora ou responsável pela criação. em caráter permanente. 117 .

ou de ambos. § 5º O benefício do auxilio-integraç_o social. XII . XIII .atendimento médico convencional e alternativo. quando for o caso. § 2º Para o cumprimento do parágrafo anterior. laboratorial e hospitalar local. § 3º Ao servidor público municipal acidentado fica assegurado tratamento específico. X .auxílio-integração social. de que trata o inciso VI deste artigo. mental ou sensorial. que vise à sua ampla recuperaç_o e reabilitaç_o física. . § 6º . § 9º .Dentre os seguros previstos no inciso IX deste artigo inclui-se o seguro contra acidente de trabalho para servidores que exerçam atividades penosas. no mínimo.salário-família. o Instituto de Previdência do Município firmará convênios com centros de saúde reconhecidamente mais desenvolvidos.assistência judiciária. § 4º O benefício do auxílio-funeral. VIII . de forma a contribuir com os dispêndios para a sua integração na sociedade e corresponderá a 25 por cento do menor vencimento percebido pelo servidor municipal.É vedada a utilização dos recursos da contribuição previdênciária para a execução dos programas habitacionais e para quaisquer outros objetivos estranhos aos estabelecidos neste artigo. a 10 por cento do valor do menor vencimento percebido pelo servidor municipal.atendimento de dependentes em creches e pré-escola.empréstimos. IX . II . médico.VII . § 1º Integra o benefício previsto no inciso I deste artigo: I . § 8º . corresponderá a dois valores da remuneração que o servidor deveria perceber no mês do falecimento.A implementação dos programas habitacionais será efetuada através do Instituto Municipal de Previdência.para efeito do inciso anterior. previsto no inciso VII deste artigo.seguros. inclusive do próprio Município. insalubres ou perigosas. hipótese em que a necessidade será comprovada mediante laudo médico. destinar-se-á ao servidor que possuir filho deficiente físico. § 7º . do Sistema Financeiro da Habitação e outras fontes. III . o setor especializado da previdência municipal atestará a necessidade de acompanhamento pessoal. que organizará a estrutura necessária para o seu atendimento e atuará para a captação de recursos junto às entidades federais. XI .cobertura de tratamento médico-hospitalar fora do Estado.O benefício previsto no inciso VIII deste artigo corresponderá. odontológico.programas habitacionais.

sendo assegurado o seu reajustamento para preservar-lhe.o registro junto ao Instituto de Previdência poderá ser voluntário. desde que comprove o seu estado por um prazo mínimo de cinco anos. Art. conforme critérios definidos em lei.Nenhum benefício de prestação continuada terá valor inferior a dois salários mínimos. serão repassados ao órgão municipal de previdência.Ao servidor público aposentado por invalidez permanente. observando: I .Os processos de aposentadoria e. em caráter permanente. § 11º . mediante comprovação do óbito e da relação conjugal. sob pena de responsabilidade. seus proventos e pensões. devendo credenciar-se para esse fim no prazo máximo de três meses da data do evento. feito a qualquer tempo pelo próprio servidor.Nenhum segurado ou contribuinte opcional poderá ser afastado de seu cargo ou função antes que tenha sido consultado o órgão da Previdência do Município quanto à sua situação relativa à quitação de empréstimos concedidos e inadimplência no programa habitacional. § 12º . respeitada a legislação federal pertinente. em decorrência do acidente de trabalho ou doença profissional. incorrendo. que. que deu causa a sua invalidez. não estarão sujeitos ao pagamento da contribuição previdenciária. no máximo. até 48 horas subseqüentes ao seu recolhimento. quando aposentados. Art. clinicamente.O Município atenderá ao que dispõem as Constituições da República e do Estado em relação aos servidores aposentados e pensionistas.§ 10º . § 13º . doença ou acidente. 122 . com prazo máximo de 30 dias para decisão final da autoridade competente. 120 . será concedido. especialmente aqueles por invalidez. II . mesmo que não haja registro prévio. o valor real.Os pensionistas e servidores públicos municipais. um abono mensal igual aos seus proventos.Os recursos da contribuição previdenciária. Art. Art. vedadas quaisquer distinções em relação à prestação dos benefícios.A remuneração do servidor público municipal. 124 . descontados em folha de pagamento. 121 . . 125 .Autoridade que der causa ao descumprimento do estabelecido no parágrafo anterior terá sua responsabilidade apurada. 123 . inclusive. em infração políticoadministrativa. Art.É reconhecido ao companheiro ou à companheira o direito aos benefícios da previdência social. em caráter permanente.fará jus ao benefício de pensão por morte. a qualquer título constituirá a base de cálculo da contribuição previdenciária e conseqüente repercussão em benefícios. terão tramitação sumária no âmbito da administração. comprovar a necessidade de tratamento médico ou medicamentoso constante e a dificuldade de locomoção em decorrência da moléstia. ou diretamente pelo companheiro ou companheira. Art.

do Chefe de Gabinete do Prefeito ou equivalente e dirigentes de órgão da Administração indireta. Art.Constituem atos de competência: I . para fazer jus aos benefícios estabelecidos nesta Lei. Subsecretários Municipais. ao instituto de previdência. Art. § 1º O Diário Oficial do Município será organizado pela Procuradoria Geral do Município. podendo a publicação de atos não-normativos ser resumida e importando a não-publicação a nulidade do ato e a punição da autoridade responsável pelo fato. bem como dos orgãos da Administração direta. deverão ser feitas no Diário Oficial do Município. 127 . com objetivo de cumprir o disposto neste artigo. anualmente. indireta e fundacional e do Poder Legislativo.do Prefeito. CAPÍTULO III DOS ATOS MUNICIPAIS Art. que utilizará estrutura de que dispõe para tal fim.Para efeito do disposto no artigo 127 desta Lei fica criado o Diário Oficial do Município. decorrentes de sua relação com o Município. 129 .dos orgãos de deliberação coletiva. quando competentes para a prática de atos administrativos inerentes ao seu funcionamento. a portaria. Parágrafo único . § 4º As publicações de entidades privadas. para que produzam os efeitos regulares. comprovante do cumprimento do programa de imunização de seus dependentes. 128 . § 2º A impressão do Diário Oficial do Município será efetuada. deste artigo. no órgão oficial do Estado. de natureza não-consultiva. o memorando e a ordem de serviço. IV . privativamente. expedirão portaria.O servidor público municipal fica obrigado a apresentar. III . a resolução.dos Secretários Municipais. § 3º É vedado ao Município constituir estrutura gráfica que incorra em custos adicionais. 126 . II .As leis e atos administrativos deverão ser publicados em órgão oficial do Município.dos titulares dos orgãos de demais níveis.Os presidentes dos orgãos referidos no inciso IV. o decreto.Art. preferentemente. .

taxas.As taxas não poderão ter base de cálculo própria de impostos. em razão do exercício regular do poder de polícia. de sistema de previdência e assistência social. respeitados os direitos individuais e nos termos da lei.A administração tributária é atividade vinculada. facultado à administração tributária. § 1º . em decorrência de obras públicas. ou pela utilização.Sempre que possível. identificar. especialmente para conferir efetividade a esses objetivos.contribuição de melhoria. e deverá estar dotada de recursos humanos e materiais necessários ao fiel exercício de suas atribuições. IV . principalmente no que se refere a: . § 2º . ou postos à sua disposição. prestados ao contribuinte. em benefício destes. II . os impostos terão caráter pessoal e serão graduados segundo a capacidade econômica do contribuinte.O Município poderá instituir: I . 131 . para custeio. essencial ao Município. de serviços públicos específicos e divisíveis. efetiva ou potencial. os rendimentos e as atividades econômicas do contribuinte. Art. 130 .contribuição cobrada de seu servidores.os impostos de sua competência.CAPÍTULO IV DOS TRIBUTOS MUNICIPAIS SEÇÃO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. III . o patrimônio.

adequado tratamento tributário ao ato cooperativo praticado pelas sociedades cooperativas. com atribuição de decidir. constituído paritariamente por servidores municipais e por contribuintes. indicados da seguinte forma: I .A atualização da base de cálculo do imposto municipal sobre serviços de qualquer natureza. V . devendo ser aprovada pelo Conselho Municipal de Desenvolvimento Econômico e fixada por decreto do Prefeito Municipal. indicados pelo Sindicato dos Servidores Públicos Municipais. § 4º . ficando o percentual restante para ser atualizado por lei que . IV . 133 . Art. poderá ser realizada mensalmente. § 1º . em grau de recurso. § 3º A atualização da base de cálculo das taxas decorrentes do exercício do poder de polícia municipal obedecerá à variação do valor real do custo dos serviços prestados ao contribuinte. observados os seguintes critérios: I . antes do término do exercício.cadastramento dos contribuintes e das atividades econômicas. III . cobrado de autônomos e sociedade civis. e 50 por cento restantes. serão indicados pelo Prefeito.50 por cento dos servidores municipais.os contribuintes serão indicados por entidades representativas de categorias econômicas e profissionais.fiscalização do cumprimento das obrigações tributárias. designado pelo Prefeito. obedecerá aos índices oficiais de atualização monetária e poderá ser realizada mensalmente. Art. objeto de reclamações.I . a atualização poderá ser feita mensalmente até esse limite.O Prefeito Municipal promoverá. II .inscrição dos inadimplentes em dívida ativa e respectiva cobrança amigável ou encaminhamento para cobrança judicial.A presidência do Conselho será exercida por um dos representantes do Município.O Município manterá o Conselho Municipal de Contribuintes. II . 132 .lançamento dos tributos. II .será atualizada anualmente.quando a variação de custos for inferior ou igual aos índices oficiais de atualização monetária.quando a variação de custos for superior àqueles índices. com formação nas áreas de conhecimento fiscal e tributário.A atualização da base de cálculo das taxas de serviços levará em consideração a variação de custos dos serviços prestados ao contribuinte ou colocados à sua disposição. § 2º . periodicamente. sobre lançamentos e demais questões tributárias.A base de cálculo do imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana IPTU . a atualização da base de cálculo dos tributos municipais. Parágrafo único .

SEÇÃO II DAS LIMITAÇÕES DO PODER DE TRIBUTAR Art. do Distrito Federal e da União. das entidades sindicais dos trabalhadores. sem fins lucrativos. por meio de tributos.IPTU.Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte. .utilizar tributo com efeito de confisco. c) patrimônio. ressalvada a cobrança de pedágio pela utilização de vias conservadas pelo Poder Público. títulos ou direitos. renda ou serviços dos partidos políticos. VI . V .exigir ou aumentar tributo sem lei que o estabeleça.cobrar tributos: a) em relação a fatos ocorridos antes do início da vigência da lei que os houver instituído ou aumentado.deverá entrar em vigor antes do início do exercício subseqüente.O fator de permissão edílica constituí ítem obrigatório para fins de cálculo do valor para pagamento do imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana .estabelecer limitações ao tráfego de pessoas ou bens.instituir impostos sobre: a) patrimônio. b) no mesmo exercício financeiro em que haja sido publicada a lei que os instituiu ou aumentou. III . atendidos os requisitos da lei. é vedado ao Município: I . VII . renda ou serviços do Estado. . de qualquer natureza. independentemente da denominação jurídica dos rendimentos.instituir tratamento desigual entre contribuintes que se encontrem em situação equivalente.estabelecer diferença tributária entre bens e serviços. inclusive suas fundações. IV . 134. b) templos de qualquer culto. das instituições de educação e de assistência social. § 5º . proibida qualquer distinção em razão de ocupação profissional ou função por eles exercida. II . em razão de sua procedência ou destino.

nem exonera o promitente comprador da obrigação de pagar imposto relativo ao bem imóvel.A remissão de créditos tributários somente poderá ocorrer nos casos de calamidade pública ou notória pobreza do contribuinte. § 4º . construção de muros. § 3º . pinturas e acréscimos do imóvel. não cumpria ou deixou de cumprir os requisitos para sua concessão. renda e aos serviços relacionados com exploração de atividades econômicas regidas pelas normas aplicáveis a empreendimentos privados. "a". § 7º .As vedações do inciso VII. anistia ou moratória não gera direito adquirido e será revogada de ofício sempre que se apure que o beneficiário não satisfazia ou deixou de satisfazer as condições. vinculados às suas finalidades essenciais ou às delas decorrentes.d) livros. "a". devendo a lei que a autorize ser aprovada por maioria de dois terços dos membros da Câmara Municipal. este ficará obrigado a apresentar a respectiva planta junto ao setor competente do Município.A lei determinará medidas para que os consumidores sejam esclarecidos acerca dos impostos que incidam sobre mercadorias e serviços. periódicos e o papel destinado a sua impressão. bem como a dispensa de correção monetária nos débitos dos contribuintes inadimplentes. ficando seus responsáveis obrigados a comunicar ao setor competente da Prefeitura sobre tal execução. à renda e aos serviços. § 1º .A concessão de isenção e de anistia de tributos municipais. (*) I . jornais. para fins de lançamento no cadastro da Prefeitura. (*) III – Estes melhoramentos independem de concessão de licenças por parte da Prefeitura. no prazo de 08 dias.A vedação do inciso VII. (*) II – A exigência do caput deste artigo é necessária para que o setor competente faça a inspeção adequada. e do parágrafo anterior não se aplicam ao patrimônio.As vedações expressas no inciso VII. desde que tenha sido atendido o disposto inciso I deste parágrafo. § 6º . § 5º . "b" e "c" . ou em que haja contraprestação ou pagamento de preços ou tarifas pelo usuário. (*) IV – Quando se tratar de acréscimo do templo. não o fazendo ficam os templos com o livre arbítrio para iniciar os trabalhos a serem executados. aprovada por maioria de dois terços dos Membros da Câmara Municipal. é extensiva às autarquias e às fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público. a renda e os serviços relacionados com as finalidades essenciais das entidades nelas mencionadas. . dependerá de autorização legislativa.A concessão de isenção. compreendem somente o patrimônio.Ficam isentos de taxas e outros encargos os templos religiosos que efetuarem melhorias em calçadas. § 2º . no que se refere ao patrimônio.

transmissão "inter vivos". de bens imóveis.É de responsabilidade do órgão competente da Prefeitura Municipal a . II . bem como cessão de direitos a sua aquisição. de imóvel para sua residência. § 2º .serviços de qualquer natureza. os definidos em lei complementar federal.propriedade predial e territorial urbana.venda a varejo de combustíveis líquidos e gasosos. da Constituição da República. desde que não possua outro. por servidor público municipal. e de direitos reais sobre imóveis. b) a aquisição.Compete ao Município instituir imposto sobre: I .a exclusão da incidência do imposto previsto no inciso IV. cisco ou extinção de pessoas jurídicas. locação de bens imóveis ou arrendamento mercantil.(*) Emenda nº 003/99. DE 10/08/99 SEÇÃO III DOS IMPOSTOS DO MUNICÍPIO Art. por natureza ou acessão física. IV . III . I. nos termos de lei municipal. incorporação.a fixação das alíquotas máximas dos impostos previstos nos incisos III E IV deste artigo. nesses casos. deste artigo. Art.Obedecerão ao que dispuser lei complementar federal: I . II . salvo se. exceto óleo diesel. a qualquer título.O imposto previsto no inciso I deste artigo será progressivo. exceto os de garantia. 136 . "b". nem sobre a transmissão de bens ou direitos decorrentes de fusão.O imposto de que trata o inciso II deste artigo não incide sobre: a) a transmissão de bens ou direitos incorporados ao patrimônio da pessoa jurídica em realização de capital. não compreendidos no artigo 155. § 3º . § 1º . 135 . por ato oneroso. sobre as exportações de serviços para o exterior. a atividade preponderante do adquirente for a compra e venda desses bens ou direitos. de forma a assegurar o cumprimento da função social da propriedade.

e independentemente do vínculo que possuir com o Município. 153. contribuição de melhoria e multas de qualquer natureza. SEÇÃO IV DA PARTICIPAÇÃO NAS RECEITAS TRIBUTÁRIAS Art. de recursos hídricos para fins de geração de energia elétrica e outros recursos minerais. cumprindo-lhe indenizar o Município do valor dos créditos prescritos ou não-lançados. VIII . previsto no art.A autoridade municipal.50 por cento do produto da arrecadação do imposto da União sobre a propriedade territorial rural. criminal e administrativamente. IV . § 1º. . da Constituição da República. por ele. quando definido em lei como ativo financeiro ou instrumento cambial. sobre rendimentos pagos a qualquer título.50 por cento do produto da arrecadação do imposto sobre a propriedade de veículos automotores licenciados em seu território. relativos à exportação de produtos industrializados. 159. VII .25 por cento do produto da arrecadação do imposto estadual sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestação de serviços de transporte interestadual e intermunicipal de comunicações. civil. abrir-se-á processo administrativo disciplinar para apurar as responsabilidades. I. "b" . qualquer que seja seu cargo.o produto de arrecadação do imposto da União sobre renda e proventos de qualquer natureza. incidente na fonte. 137 . na forma da lei. nos termos do art. Parágrafo único . Art.a respectiva cota no Fundo de Participação dos Municípios.participação no resultado de exploração de petróleo ou gás natural. § 3º.Ocorrendo a decadência do direito de constituir o crédito tributário. relativamente aos imóveis nele situados.25 por cento dos recursos recebidos pelo Estado. da Constituição da República. 138 . V. ou a prescrição da ação de cobrá-lo. III . emprego ou função. pela prescrição ou decadência ocorrida sob sua responsabilidade. 159. incidente sobre o ouro.Pertence ao Município: I . VII . e seu § 5º. II .inscrição em dívida ativa dos créditos provenientes de impostos. da Constituição da República. decorrentes de infrações à legislação tributária. ou por decisão proferida em processo regular de fiscalização. taxas. com prazo de pagamento fixado pela legislação.70 por cento da arrecadação conforme a origem do imposto a que se refere o art. por suas autarquias e pelas fundações que instituir ou mantiver. na forma do que dispõe o artigo 20. V . da Constituição da República. responderá.

140 . ou de sua atuação na organização ou exploração de atividades econômicas.O Poder Executivo dará ampla publicidade e divulgará. bem como em que foram gastos. da Constituição do Estado. Parágrafo único . 141 .Lei Municipal estabelecerá outros critérios para fixação de preços. CAPÍTULO VI DAS FINANÇAS PÚBLICAS SEÇÃO I . o Município poderá cobrar preços públicos. havendo discordância no que for estabelecido. acionará a Procuradoria Geral do Município para que apresente reclamação junto ao Estado. 142 . 139 . os prazos e os critérios previstos em lei e. Art. até o último dia do mês subseqüente ao da arrecadação. Parágrafo único . é garantido ao Município apresentar reclamações sobre o índice de participação no produto da arrecadação do imposto sobre circulação de mercadorias e sobre a prestação de serviços de transporte e comunicações .Os preços devidos pela utilização de bens e serviços municipais deverão ser fixados de modo a cobrir os custos dos respectivos serviços e ser reajustados quando se tornarem deficitários. no prazo de 30 dias após sua publicação. Art. II.De conformidade com o estabelecido no artigo 148.Para obter o ressarcimento da prestação de serviços de natureza comercial ou industrial.A Secretaria respectiva examinará a base de cálculo.ICMs. os montantes de cada um dos tributos arrecadados e os recursos recebidos. CAPÍTULO V DA REMUNERAÇÃO DOS SERVIÇOS PÚBLICOS Art.Art.

com exclusividade. no Banco Oficial do Estado.As disponibilidades de caixa da Prefeitura Municipal. obrigatoriamente. (*) Art. 146 . Banco do Brasil S. bem como os respectivos pagamentos a terceiros. § 1º . e Caixa Econômica Federal. III . em lei complementar federal e estadual.. Art.orientações para a elaboração da lei orçamentária anual. II .A Lei Municipal disporá sobre finanças públicas. taxas. Banco da Amazônia S. 145 . serão processados. o foro para a decisão de qualquer litígio será o de Manaus. com as respectivas metas. indireta e fundacional. da Câmara Municipal de Manaus.A arrecadação de impostos. § 2º .as diretrizes orçamentárias. II .A. Banco do Brasil S. II . obrigatoriamente. Banco da Amazônia S. 143 . dos orgãos da Administração direta e indireta e das empresas controladas pelo Município serão depositadas.gastos com a execução de programas de duração continuada. quer de orgãos da Administração direta.Nas operações de crédito realizadas pelo Município.As diretrizes orçamentárias compreenderão: I .as disposições sobre as alterações na legislação tributária. III .A. e Caixa Econômica Federal. pelo Banco oficial do Estado. 147 - . Art. observados os princípios estabelecidos na Constituição da República. III ..os orçamentos anuais. quer da Administração indireta.DISPOSIÇÕES GERAIS Art. objetivos e metas para as ações municipais de execução plurianual. Art. contribuições e demais receitas do Município e dos orgãos vinculados à Administração direta.o plano plurianual.A.diretrizes.O plano plurianual compreenderá: I .as prioridades da Administração Pública Municipal. SEÇÃO II DOS ORÇAMENTOS Leis de iniciativa do Poder Executivo estabelecerão: I .A.investimentos de execução plurianual. 144 .

na educação infantil. decorrentes de uma reavaliação da realidade econômica. § 4º . inclusive fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público Municipal.O orçamento anual compreenderá: I . a qualquer título. § 5º .as projeções das receitas e despesas para o exercício financeiro subseqüente.O projeto de lei orçamentária será acompanhado de demonstrativo do efeito sobre as receitas e despesas. da Administração direta ou indireta. evidenciando os programas e políticas do Governo Municipal. subsídios e benefícios de natureza financeira.os critérios para distribuição setorial de recursos. remissões. § 3º . decorrente de isenções. detenha a maioria do capital social com direito a voto. não incluindo na proibição a autorização para abertura de créditos .o orçamento fiscal referente aos Poderes do Município.os orçamentos das entidades de Administração indireta. inclusive das fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público Municipal. bem como a demissão de pessoal.os ajustamentos do plano plurianual. criação de cargos ou alterações de estrutura de carreiras. bem como de demonstrativo referente à aplicação dos recursos orçamentários na manutenção e desenvolvimento do ensino. VII .A lei orçamentária anual não conterá dispositivo estranho à previsão da receita e à fixação de despesa.autorização para a concessão de qualquer vantagem ou aumento de remuneração. estimando as receitas do Tesouro Municipal efetivas e potenciais. e apreciados pela Câmara.IV . IV . V . III . de 29. (*) Emenda nº 02/2000. VI . II . * § 6º . ressalvadas as empresas públicas e as sociedades de economia mista.2000 § 7º .Os orçamentos previstos no § 3º deste artigo serão compatibilizados com o plano plurianual e as diretrizes orçamentárias. inclusive as fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público Municipal. abrangendo todas as entidades e orgãos a ela vinculados. anistias. aqui incluídas as renúncias fiscais a qualquer título.o orçamento da seguridade social. incluindo os seus fundos especiais.03. no ensino rural e na educação especial. respectivamente.o orçamento de investimentos das empresas em que o Município.Os planos e programas municipais de execução plurianual ou anual serão elaborados em consonância com o plano plurianual e com as diretrizes orçamentárias. pelas unidades governamentais da Administração direta ou indireta. direta ou indiretamente.

sem prévia autorização legislativa. IV .A lei orçamentária anual assegurará. ressalvada a destinação de recursos para a manutenção e desenvolvimento do ensino.a vinculação de receita de tributos e transferências estaduais e federais a órgão. de recursos dos orçamentos fiscais e da seguridade social para suprir necessidades ou cobrir déficit de empresas. ressalvadas as autorizadas mediante créditos suplementares ou especiais. VIII . ainda que por antecipação da receita.dispuser sobre o exercício financeiro. bem como condições para instituição e funcionamento de fundos.a transposição. SEÇÃO III DAS VEDAÇÕES ORÇAMENTARIAS Art. fundo ou despesa e a prestação de garantias às operações de crédito por antecipação de receita. nos termos da lei. IX . prioritariamente.o início de programas ou projetos não-incluídos no orçamento anual. III . fundações e fundos especiais.suplementares e contratação de operações de crédito. VII . a vigência. VI . sem prévia autorização legislativa. § 8º . os prazos. II .a concessão ou utilização de créditos ilimitados. 148 . ou de um órgão para outro. agricultura.O Município guardará observância à legislação federal e estadual que: I . seguridade social. § 9º . o remanejamento ou a transferência de recursos de uma categoria de programação para outra.a abertura de créditos adicionais suplementares ou especiais sem prévia autorização legislativa e sem indicação dos recursos correspondentes.São vedados: I . recursos para programas de educação. da lei de diretrizes orçamentárias e da lei orçamentária anual. . cultura. II . sem autorização legislativa específica. V .a instituição de fundos especiais de qualquer natureza. elaboração e organização do plano plurianual.a realização de operações de crédito que excedam o montante das despesas de capital. saneamento básico e fomento à pesquisa científica e tecnológica.a realização de despesas ou a assunção de obrigações diretas que excedam os créditos orçamentários originais ou adicionais.a utilização. aprovados pela Câmara Municipal por maioria absoluta.estabelecer normas de gestão financeira e patrimonial da Administração direta e indireta.

X - a realização de operação externa ou interna de natureza financeira, sem prévia autorização legislativa; XI - a autorga de mandato procuratório para receber valores pertencentes ao Município, exceto aos auxiliares diretos do Prefeito e servidores municipais, desde que constem as especificações de prazo e objetivo. § 1º - Os créditos adicionais especiais e extraordinários terão vigência no exercício financeiro em que forem autorizados, salvo se o ato de autorização for promulgado nos últimos quatro meses daquele exercício, caso em que, reaberto nos limites de seus saldos, serão incorporados ao orçamento do exercício financeiro subseqüente. § 2º - A abertura de crédito extraordinário somente será admitida para atender a despesas imprevisíveis e urgentes, como as decorrentes de calamidade pública. § 3º - Sob pena de infração político-administrativa, nenhum investimento, cuja execução ultrapasse um exercício financeiro, poderá ser indicado sem prévia inclusão no plano plurianual, ou sem lei que autorize. Art. 149 - Os recursos correspondentes às dotações orçamentárias, compreendidos os créditos suplementares e especiais, destinados ao Legislativo, ser-lhe-ão entregues até o dia 20 de cada mês, na forma de lei complementar federal. Art. 150 - A despesa com pessoal ativo e inativo do Município não poderá exceder os limites estabelecidos em lei federal. § 1º - A concessão de qualquer vantagem ou aumento de remuneração, a criação de cargos ou alteração de estruturas de carreiras, bem como a admissão de pessoal a qualquer título, pelos órgãos e entidades da Administração direta, indireta, inclusive fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público, só poderão ser feitas: I - se houver prévia dotação orçamentária, suficiente para atender às projeções de despesas de pessoal e aos acréscimos dela decorrentes; II - se houver autorização específica na lei de diretrizes orçamentárias, ressalvadas as empresas públicas e sociedades de economia mista que não dependam de receita orçamentária do Município para fazer face às despesas de pessoal. § 2º - Os Poderes Legislativo e Executivo, os órgãos da Administração indireta e as empresas controladas pelo Município publicarão, a cada bimestre, o valor global da despesa com pessoal ativo, bem como o número de funcionários.

SEÇÃO IV

DAS EMENDAS AOS PROJETOS ORÇAMENTÁRIOS Art. 151 - Os projetos de lei relativos ao plano plurianual, às diretrizes orçamentárias, ao orçamento anual e aos créditos adicionais suplementares e especiais serão enviados pelo Chefe do Poder Executivo ao Poder Legislativo, nos termos da legislação a que se refere o artigo 147, § 8º, desta Lei. § 1º - Caberá à Comissão permanente da Câmara Municipal: I - examinar e emitir parecer sobre os projetos de plano plurianual, diretrizes orçamentárias, orçamento anual e sobre as contas do Município apresentadas anualmente pelo Prefeito; II - examinar e emitir parecer sobre os planos e programas municipais e setoriais previstos nesta Lei Orgânica e exercer o acompanhamento e a fiscalização orçamentária, sem prejuízo da atuação das demais Comissões do Poder Legislativo. § 2º - As emendas serão apresentadas na Comissão permanente, que sobre elas emitirá parecer, e apreciadas, na forma do Regimento Interno, pelo Plenário da Câmara Municipal. § 3º - As emendas ao projeto de lei do orçamento anual ou aos projetos que modifiquem somente poderão ser aprovadas caso: I - sejam compatíveis com o plano plurianual e com a lei de diretrizes orçamentárias; II - indiquem os recursos necessários, admitidos apenas os provenientes de anulação de despesas, excluídas as que incidam sobre: a) dotações para pessoal e seus cargos; b) serviço da dívida; III - sejam relacionadas: a) com a correção de erros ou omissões; ou b) com os dispositivos do texto do projeto de lei; § 4º - As emendas ao projeto de lei de diretrizes orçamentárias não poderão ser aprovadas quando incompatíveis com o plano plurianual. § 5º - O Prefeito poderá enviar mensagem à Câmara Municipal para propor modificação nos projetos a que se refere este artigo enquanto não iniciada a votação, na Comissão permanente, da parte cuja alteração é proposta.

§ 6º - Os recursos que, em decorrência de veto, emenda ou rejeição do projeto de lei orçamentária anual, ficarem sem despesas correspondentes poderão ser utilizados, conforme o caso, mediante abertura de créditos adicionais suplementares ou especiais, com prévia e específica autorização legislativa. § 7º - Aplicam-se aos projetos referidos neste artigo, no que não contraria o disposto nesta Seção, as demais normas relativas ao processo legislativo. SEÇÃO V DA EXECUÇÃO ORÇAMENTARIA Art. 152 - A execução do orçamento do Município se refletirá na obtenção das suas receitas próprias, transferidas e outras, bem como na utilização das dotações consignadas às despesas para a execução dos programas nele determinados, observado sempre o princípio do equilíbrio. Art. 153 - O Prefeito Municipal fará publicar, até 30 dias após o encerramento de cada bimestre, relatório resumido da execução orçamentária. Art. 154 - As alterações orçamentárias durante o exercício, observado o disposto no artigo 148 desta Lei, representar-se-ão: I - pelos créditos adicionais, suplementares, especiais e extraordinários; II - pelos remanejamentos, transferências e transposições de recursos de uma categoria de programação para outra. Art. 155 - Na efetivação dos empenhos sobre as dotações fixadas para cada despesa, será emitido documento Nota de Empenho, que conterá as características já determinadas nas normas gerais de Direito Financeiro. Art. 156 - As receitas e despesas orçamentárias serão movimentadas através de caixa único, regularmente instituído. Art. 157 - Poderá ser constituído regime de adiantamento em cada uma das unidades da Administração direta, nas autarquias e nas fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público Municipal, para ocorrer às despesas miúdas de pronto pagamento, definidas em lei.

160 .O serviço de contabilidade fará o controle contábil dos direitos e obrigações. as contas Municipais serão compostas de.SEÇÃO VI DA CONTABILIDADE MUNICIPAL Art.A contabilidade do Município obedecerá.O Prefeito Municipal. SEÇÃO VII DAS CONTAS MUNICIPAIS Art. 158 . arrecadem receitas.A Câmara Municipal terá sua própria contabilidade. administrem ou guardem bens a ela pertencentes ou confiados. até 30 de abril de cada exercício.o levantamento do balanço e dos quadros demonstrativos e a interpretação dos resultados econômicos. 159 .a determinação dos custos dos serviços. § 3º. entre outros: . V . observando o artigo 127. de qualquer modo. 161 . § 2º .O serviço de contabilidade será organizado de forma a assegurar. na organização do seu sistema administrativo e informativo e nos seus procedimentos. Parágrafo único . IV .A contabilidade da Câmara Municipal encaminhará as suas demonstrasses até o dia 15 do mês subsequente. § 1º . perante a Fazenda Municipal. Art.o acompanhamento da execução orçamentária. II . encaminhará ao Tribunal de Contas do Estado as contas municipais referentes ao exercício anterior. efetuem despesas.o conhecimento da composição patrimonial. para fins de incorporação à contabilidade central na Prefeitura. III . aos princípios fundamentais de contabilidade e às normas estabelecidas na legislação pertinente. de todos quantos. entre outros: I .o conhecimento da situação. Art. da Constituição do Estado. de ajustes e contratos em que a Administração for parte.Ressalvado o disposto no artigo anterior.

bem como da aplicação de recursos públicos municipais por entidades de direito privado. V .a comprovação da legalidade e a avaliação dos resultados quanto à eficácia e eficiência da gestão orçamentária. dos fundos especiais. entre outros: I .exercer o controle dos empréstimos e financiamentos. observar.relatório de que trata o artigo 26 desta Lei. e 42. Art. no que couber. 41.I .demonstrações contábeis. 163 .Os Poderes Executivo e Legislativo manterão. 162 . III . deles darão ciência ao Tribunal de Contas do Estado. orçamentárias e financeiras consolidadas das empresas municipais. orçamentárias e financeiras consolidadas dos órgãos da Administração direta. 38. no seu âmbito. II . Parágrafo único .o sistema de controle interno dos dois Poderes deverá. III . avais e garantias. bem como dos direitos ehaveres do Município. inclusive dos fundos especiais e fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público. SEÇÃO VIII DO CONTROLE INTERNO Art.Os responsáveis pelo controle interno. da Constituição da República. financeira e patrimonial nas entidades da administração municipal.a avaliação do cumprimento das metas previstas no plano plurianual e a execução dos programas de governo. ilegal ou de ofensa aos princípios da Administração Pública.Demonstração contábeis. orçamentárias e financeiras da Administração direta e indireta. IV . 39. ao tomarem conhecimento de qualquer ocorrência irregular.demonstração contábeis. das autarquias e das fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público Municipal.notas explicativas às demonstrações de que trata este artigo. . sistema de controle interno que vise à execução da auditoria prévia dos atos administrativos praticados em cada exercício. 40. sob pena de responsabilidade solidária. contidos nos artigos 37. II .

II . independente de autorização legislativa. com autorização do Poder Legislativo. observado comprovadamente o preço de mercado. 165 .Todos os bens municipais deverão ser cadastrados.poderão ser alienados. os imóveis que venham sendo utilizados há mais de cinco anos. . respeitada a competência da Câmara quanto àqueles empregados nos serviços desta. mediante contrato. Art. III . 164 . ações. a cláusula de reversão para os casos de desvio de finalidades ou de não-realização. segundo o que for estabelecido em regulamento. Art. 167 .Constituem patrimônio do Município seus direitos. dependerá de autorização legislativa e será submetida à licitação pública. que se dispensará nos seguintes casos: a) doações . bens móveis e imóveis e as rendas provenientes do exercício das atividades de sua competência e da exploração dos seus serviços. Art. dependerá de licitação pública. há pelo menos um ano.quando se tratar de móveis.CAPITULO VII DA ADMINISTRAÇÃO DOS BENS PATRIMONIAIS Art.Compete ao Prefeito Municipal a administração dos bens municipais. que serão vendidas em Bolsas de Valores. subordinada à existência de interesse público devidamente justificado. 166 . mediante direito de preferência. será sempre precedida de avaliação. e obedecerá às seguintes normas: I . considerando o melhor preço do mercado. declaradas de utilidade pública.quando se tratar de imóveis. que será dispensada nos seguintes casos: a) doação.A alienação de bens municipais. b) permuta. desde que o interessado não possua outro. com a identidade respectiva. o prazo de seu cumprimento. que somente poderão ser efetuadas às entidades de direito público e às instituições de assistência social. de que deverão constar os encargos do donatário. sob pena de nulidade do ato. respeitado o princípio licitatório. b) permuta. permitida exclusivamente para fins de interesse social. c) ações.

autorização legislativa e licitação. preferentemente à venda ou doação de bens imóveis. § 2º . aprovada por dois terços dos membros da Câmara Municipal. Art. a entidades assistências declaradas de utilidade pública. resultados de obras públicas. e que prestou contas de dinheiros e valores públicos que utilizou. quando o uso se destinar a concessionária de serviço público. ao promover programas habitacionais populares sob a forma de doação de lotes urbanizados em áreas de seu patrimônio. dependerá de prévia avaliação e autorização legislativa. sob pena de nulidade do ato. a abrir inquérito administrativo e a propor a competente ação civil e penal contra qualquer servidor. Parágrafo único .§ 1º . 174 .A afetação e a desafetação de bens de uso comum do povo dependerá de lei específica. ou verificar-se relevante interesse público.A Procuradoria Geral do Município será obrigada. não poderão ter destinação diversa da especificada no projeto. contra o extravio ou danos de bens municipais. Art.A aquisição de bens imóveis por compra. gerenciou ou administrou. Art. Art.O Município.O Município. há pelo menos um ano. sob pena de responsabilidade político-administrativa. 170 . Parágrafo único .A licitação poderá ser dispensada por lei. quer sejam aproveitadas ou não. inexigível esta se as necessidades de instalação e localização condicionarem a escolha. 168 . Art. guardou. 172 . independentemente de despacho de qualquer autoridade. deverá submeter. previamente. sem que os órgãos responsáveis pelo controle financeiro e pelos bens patrimoniais da Prefeitura ou da Câmara atestem que o mesmo devolveu os bens móveis do Município que estavam sob sua guarda.Nenhum servidor ou empregado será dispensado. ou terá aceito o seu pedido de exoneração ou rescisão. Art. sob qualquer forma. sempre que forem apresentadas denúncias. 173 . 171 . concederá direito real de uso. arrecadou.O uso de bens municipais por terceiros será regulamentado por lei específica. em decorrência da aprovação de loteamentos. 169 . transferido. e as áreas resultantes de alinhamento serão alienadas nas mesmas condições.As áreas transferidas ao Município. permuta ou desapropriação dependerá de prévia avaliação. devidamente justificado. .A venda aos proprietários de imóveis lindeiros de áreas urbanas remanescentes e inaproveitáveis para edificação. mediante autorização legislativa e licitação. o projeto à aprovação da Câmara Municipal. exonerado. Art.A concessão administrativa dos bens municipais de uso especial e dominiais dependerá de lei e de licitação e far-se-á mediante contrato por prazo determinado.

A permissão ou a concessão de serviço público somente será efetivada com autorização da Câmara Municipal e mediante contrato.Os serviços permitidos ou concedidos ficarão sempre sujeitos à regulamentação e fiscalização da Administração Municipal.a viabilidade do empreendimento.o respectivo projeto.Nenhuma obra pública. 175 . precedido de licitação e na forma de lei específica.a indicação dos recursos financeiros para o atendimento das respectivas despesas. .política tarifária. § 2º . diretamente ou sob regime de permissão ou concessão. bem como realizar obras públicas. V .o orçamento de seu custo. mediante licitação e de conformidade com os interesses e necessidades da população.nível de atendimento da população em termos de quantidade e qualidade. 178 . II .os prazos para o seu início e término. Art. prestar serviços públicos. Art.É de responsabilidade do Município. § 1º . III . 176 .Os usuários estarão representados nas entidades da administração prestadoras de serviços públicos ou contratantes de permissão e concessão. 177 .CAPITULO VIII DAS OBRAS E SERVIÇOS PÚBLICOS Art. IV . podendo contratá-las com particulares através de procedimento licitatório.Serão nulas de pleno direito as permissões e concessões para a exploração de serviços públicos feitas em desacordo com o estabelecido neste artigo. será licitada e realizada sem que conste: I . devidamente justificados.planos e programas de expansão dos serviços. II . sua conveniência e oportunidade para o interesse público. IV . III .revisão da base de cálculo dos custos operacionais. assegurando-se sua participação em decisões relativas a: I . salvo os casos de extrema urgência. Art.

mecanismos para atenção de pedidos e reclamações dos usuários. sob a forma de tarifas ou de taxas.Nos contratos de permissão ou concessão de serviços públicos. . que será encaminhado à Câmara Municipal. ainda que estipulada em contrato anterior. II . à exploração monopolística e ao aumento abusivo de lucros. a dar ampla divulgação de suas atividades. de modo a manter o serviço contínuo. prorrogação. Art. fica estabelecida a obrigatoriedade de apresentação ao Poder concedente. informando.as regras para a fixação da remuneração dos serviços prestados.as condições de prazo. no Conselho de Administração das entidades referidas no "caput" deste artigo. principalmente as que visem à dominação do mercado. a aplicação de recursos financeiros. ainda.V . Parágrafo único . III . entre outros: I .os direitos dos usuários. o Município observará. 180 . do balanço financeiropatrimonial. 181 . ainda: I .estabelecimento de penalidades diferenciadas. bem como os limites exigidos para o capital social das empresas não devem ser inferiores aos da concessão.Na permissão ou concessão de serviços públicos. VI . serão estabelecidos. até 30 de junho de cada ano.Na prestação indireta de serviços públicos.A representação dos usuários se fará através da participação de Conselheiro Distrital. § 1º .Nos contratos de permissão e concessão. em especial. sobre planos de expansão e realização de programas de trabalho.As empresas permissionárias ou concessionárias de serviços públicos são obrigadas. bem como permitir a fiscalização pelo Município. II . que divulgarão. eleito entre seus pares. inclusive para apuração de danos causados a terceiros. 179 .A mesma obrigação impõe-se às entidades da administração prestadoras de serviços públicos ou contratantes de permissão e concessão. IV .as regras para a remuneração do capital e para garantir o equilíbrio econômico e financeiro do contrato. § 2º .as normas que possam comprovar eficiência no atendimento do interesse público. Parágrafo único .as regras para orientar a revisão periódica das bases de cálculo dos custos operacionais e da remuneração da capital. Art. rescisão e reversão da permissão ou concessão.os prazos mínimos e máximos da permissão. uma vez por ano. caducidade. adequado e acessível. V . o Município reprimirá qualquer forma de abuso do poder econômico. Art. inclusive as hipóteses de gratuidade.

mediante edital ou comunicado resumido.É dispensável a licitação para o atendimento de estado de cáos urbano e calamidade pública. vantagens e obrigações do tempo de vigência pactual. 183 . em igual prazo. .A rescisão da permissão ou concessão poderá ocorrer: I . Art. IV . quando o valor do contrato ou o interesse público justificar. assegurados todos os direitos. 182 . restrita à administração operacional.Vencido o prazo contratual dos serviços e atendidas as condições de idoneidade econômico-financeira da operadora. Art.por manifesta deficiência do serviço a que a concessionária der causa. a Administração Municipal procederá previamente com: I . 186 .Para a rescisão do contrato. II . o contrato poderá ser renovado por igual prazo mediante manifestação do interesse do executante.por renúncia nos termos contratuais. quando devidamente comprovada a responsabilidade da empresa. na forma definida pela administração. com antecedência de 30 dias em caso de reincidência ocorrida até um ano da data do final da intervenção. inclusive na imprensa nacional.por suspensão do serviço a qualquer título.notificação e multa nos termos contratuais nos casos de reincidência ou em que perdure a causa inicial. 185 .0 Poder concedente poderá modificar ou ampliar os serviços em área de influência operacional de permissionária ou concessionária. expressamente.por decretação de falência transitada em julgado. 184 . 187 . IV .notificação de rescisão.notificação expressa da deficiência e prazo de até 90 dias para regularização. obrigando-se o Poder Público a licitar. de conformidade com os incisos IV e V deste artigo. III . por prazo de até 90 dias. III . que gerem colapso público e notório no serviço ou em parte dele.por extinção da pessoa jurídica permissionária ou concessionária.Art. Art.As licitações para a permissão ou concessão de serviços públicos deverão ser precedidas de ampla publicidade. Art. com prazo de 30 dias para regularização. Parágrafo único .intervenção. V .Não havendo a renovação contratual. para o restabelecimento da normalidade da prestação do serviço. II . os serviços a ele referentes. a operadora obriga-se a manter a operação dos serviços até 120 dias depois do vencimento do pacto. 120 dias antes do pacto contratual e independente de licitação pública. Art.

no caso dos serviços com contrato de permissão ou concessão. caberá ao Poder Legislativo fixá-la no prazo de cinco dias.transferência de propriedades de qualquer forma. preliminar e obrigatoriamente.A administração poderá modificar. computar-se-ão.As tarifas ou taxas dos serviços públicos serão fixadas: I . à instrumentalização da empresa para a prestação do serviço.A tarifa fixada na forma do "caput" deste artigo só entrará em vigor após a homologação do Poder Legislativo. no prazo de 72 horas. após a deliberação do Conselho Municipal de Desenvolvimento Econômico. ao Município. bem como a remuneração do capital. será fixada.pelo Prefeito. mediante comunicação e com justa indenização nos termos contratuais.Na hipótese do inciso II deste artigo. previamente. para fins de análise e homologação. Parágrafo único . cumprindo. § 1º . as reservas para depreciação e reposição dos equipamentos e instalações. II . o órgão municipal competente encaminhará ao Conselho Municipal de Desenvolvimento Econômico todas as informações necessárias à definição das tarifas ou taxas. no prazo máximo de 72 horas. por ato próprio do Poder Executivo e remetida à Câmara Municipal.Não havendo homologação e persistindo as razões que originaram o ato do Poder Executivo. especificamente.fusão de empresas.incorporação de empresas. 190 .A tarifa dos transportes coletivos urbanos. este deverá promover nova fixação. § 2º . 188 .Cabe ao Município avaliar a oportunidade de manutenção da permissão ou concessão nos casos de: I .A empresa permissionária ou concessionária comunicará. III . Art. no caso de serviços prestados diretamente pelo Município. com o inteiro teor do processo constituído para esse fim. Art. . as formalidades do "caput" deste artigo. devidamente publicada no Diário Oficial do Município.pelo Prefeito. 191 . § 1º .Na formação do custo dos serviços de natureza industrial. II . alterar e rescindir contratos de permissão ou concessão se o interesse público o exigir. não sendo homologada a nova tarifa.Art. que deverá manifestar-se no prazo máximo de 15 dias. e. aqui incluído o ressarcimento dos compromissos relativos aos contratos firmados até a data da comunicação e que se destinarem. além das despesas operacionais e administrativas. tipo ônibus. Art. 189 . permitida pela legislação pertinente. § 2º . a seguir.

§ 1º . § 3º . visando à prestação física do bem e à não-promoção da agressão visual.O Município deverá propiciar meios para criação.A criação pelo Município de entidade da Administração indireta para execução de obras ou prestação de serviços públicos só será permitida caso a entidade possa assegurar sua auto-sustentação financeira. . resguardadas a área destinada à identificação institucional do veículo e as normas de segurança. necessariamente. e os recursos provenientes se incorporarão ao Fundo de Desenvolvimento Urbano. III . ou quando houver interesse mútuo para celebração do convênio. II . II .Na celebração de convênios de que trata este artigo. destinando-se.propor critérios para fixação de tarifas ou taxas. para propaganda pessoal de autoridade ou político-partidária. Parágrafo único . 195 . § 2º .os veículos objeto das permissões ou concessões do serviço de transporte coletivo urbano e especial. 193 .Ao transporte público individual fica liberada a opção de contratar diretamente os serviços de publicidade de que trata este artigo. Art. 192 . através do órgão municipal de administração de transportes urbanos.É vedado o uso de meios estabelecidos nos incisos I. deverá o Município: I . § 4º . Parágrafo único . de órgão consultivo. exclusivamente. aos padrões técnicos estabelecidos pelo órgão contratante.A publicidade de que trata o "caput" deste artigo obedecerá. deste artigo.propor os planos de expansão dos serviços públicos. educativa e filantrópica.realizar avaliação periódica da prestação dos serviços. usando como meios: I . quando lhe faltarem recursos técnicos ou financeiros para execução do serviço em padrões adequados. Art. Art. constituído por cidadãos não-pertencentes ao serviço público municipal. 194 .os veículos objeto das permissões ou concessões do serviço de limpeza pública.O Município poderá consorciar-se com outros Municípios para o fomento às atividades econômicas e à realização de obras ou prestação de serviço públicos de interesse comum. nos consórcios.os pontos de captação de passageiros.O Município manterá a publicidade comercial. à recuperaç_o e conservação das vias públicas de uso do sistema e construção e manutenção dos pontos de captação de passageiros. III . II e III.Art.Os contratos de publicidade serão firmados exclusivamente com o Município.Ao Município é facultado conveniar com a União ou com o Estado a prestação de serviços de sua competência privativa.

dentro de cinco dias do recebimento da indicação do Prefeito. 198 . de âmbito .Art. até o segundo grau. QUE ACRESCEU O 'CAPUT' A PARTIR DA EXPRESSÃO "BEM COMO . dos Vereadores. E ACRESCENTOU O PARÁGRAFO ÚNICO (Ver. em conjunto.(*) Modificado pela Emenda nº 15/2001. pelo voto da maioria simples de seus integrantes. estes últimos no âmbito de suas respectivas secretarias”. obrigatoriamente. dos Secretários do Município. Parágrafo único . do prefeito. bem como as que tenham como sócios parentes consangüíneos. de 10/10/2001 Parágrafo único . Parágrafo único .".. do Vice-Prefeito.A instalação de distrito novo se dará com a posse do Administrador Distrital e dos Conselheiros Distritais perante o Prefeito e a Câmara Municipal. 197 . 04.92). as autoridades mencionadas no "caput" deste artigo. sendo admitida a sua destituição por igual número de votos. a qual deliberará.09. do Prefeito. dos secretários do Município.Nos distritos haverá um Conselho Distrital composto por cinco Conselheiros eleitos pela respectiva população e um Administrador Distrital. 196 – Onde se lê: é vedado ao Município efetuar contratos de serviços e obras com empresas devedoras de tributos municipais. estes últimos no âmbito de suas respectivas Secretarias”. JEFFERSON PERES. CAPITULO IX DOS DISTRITOS SEÇÃO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. até o segundo grau..A investidura do Administrador Distrital dependerá da homologação prévia da Câmara Municipal.O Prefeito comunicará aos órgãos competentes. Art. bem como as que tenham como sócios parentes consangüíneos. leia-se:”é vedado ao município efetuar contratos de serviços e obras com empresas devedora de tributos municipais. nos 12 meses anteriores à sua posse no cargo. do vice-prefeito. como sócios.Incorrem na mesma redação as empresas às quais tenham pertencido. REDAÇÃO DADA PELA EMENDA Nº 05/92.

Os Conselheiros Distritais. § 1º . as instruções para inscrição de candidatos. 202 . proferirão o seguinte juramento: "Prometo cumprir dignamente o mandato a mim confiado.O Conselho Distrital se reunirá. § 2º . 200 . Art.A mudança de residência para fora do distrito implicará a perda do mandato de Conselheiro Distrital.Quando se tratar de distrito novo.O Decreto Legislativo referido no parágrafo anterior só poderá ser modificado até um ano antes das eleições dos Conselheiros Distritais. 199 . a Lei Orgânica e as leis. 201 . quando de sua posse. pelo menos uma vez por mês. a instalação do Distrito. extraordinariamente.O mandato dos Conselheiros Distritais terminará quando da posse dos novos Conselheiros. § 6º . Art. por meio de Decreto Legislativo.A eleição dos Conselheiros Distritais e de seus respectivos suplentes ocorrerá de dois em dois anos. tomando suas deliberações por maioria de votos. § 1º . SEÇÃO II DOS CONSELHEIROS DISTRITAIS Art. coleta de votos e apuração dos resultados. a eleição dos Conselheiros Distritais será realizada 90 dias após a expedição da lei de criação.As reuniões do Conselho Distrital serão presididas pelo Administrador . observado o disposto nesta Lei Orgânica. observando a Constituição da República.Qualquer eleitor residente no distrito onde se realizar a eleição poderá candidatar-se ao Conselho Distrital. trabalhando pelo engrandecimento do distrito que represento" . nos dias estabelecidos em seu Regimento Interno. para os devidos fins. cabendo à Câmara Municipal regulamentá-la na forma do parágrafo 5º deste artigo.O voto para Conselheiro Distrital não será obrigatório. § 4º .A função do Conselheiro Distrital constitui serviço público relevante e será exercida gratuitamente.A posse dos Conselheiros Distritais e do Administrador Distrital se dará dez dias após a divulgação dos resultados da eleição. admitida a recondução. cabendo à Câmara Municipal adotar as providências necessárias à sua realização. Art. e. § 8º . § 3º .federal e estadual. § 5º . a Constituição do Estado.A Câmara Municipal editará. § 7º . por convocação do Prefeito Municipal ou Administrador Distrital. independente de filiação partidária. ordinariamente.

Distrital, que não terá direito a voto. § 2º - Servirá de secretário um dos Conselheiros, eleito por seus pares. § 3º - Os serviços administrativos do Conselho Distrital serão providos pela Administração Distrital, com aproveitamento obrigatório e exclusivo de servidores públicos. § 4º - Nas reuniões do Conselho Distrital, qualquer cidadão, desde que residente no distrito, poderá usar da palavra, na forma que dispuser o Regimento Interno do Conselho, e encaminhar reclamações e pleitos. § 5º - O Regimento Interno do Conselho Distrital será publicado no Diário Oficial do Município. Art. 203 - Nos casos de licença oficialmente comunicada ou vaga do membro do Conselho Distrital, será convocado o respectivo suplente. Art. 204 - Compete ao Conselho Distrital: I - elaborar, com a colaboração do Administrador Distrital e da população, a proposta de trabalho anual do distrito e encaminhá-la ao Prefeito nos prazos fixados por este; II - opinar, obrigatoriamente, no prazo de 10 dias, sobre a proposta de plano plurianual no que concerne ao distrito, antes de seu envio pelo Prefeito à Câmara Municipal; III - fiscalizar as repartições municipais no distrito e a qualidade dos serviços prestados pela Administração Distrital; IV - representar ao Prefeito ou a Câmara Municipal sobre qualquer assunto de interesse do distrito; V - dar parecer sobre reclamações, representações e recursos de habitantes do distrito, encaminhando-o ao Poder competente; VI - colaborar com a administração distrital na prestação dos serviços públicos; VII - prestar as informações que lhe forem solicitadas pelo Governo Municipal.

SEÇÃO III DO ADMINISTRADOR DISTRITAL Art. 205 - O Administrador Distrital terá a remuneração que for fixada na legislação municipal. Parágrafo único - Criado o distrito, fica o Prefeito Municipal autorizado a criar o respectivo cargo de Administrador Distrital. Art. 206 - Compete ao Administrador Distrital:

I - executar e fazer executar, na parte que lhe couber, as leis e demais atos emanados dos Poderes competentes; II - coordenar e supervisionar os serviços públicos distritais de acordo com o que for estabelecido nas leis e regulamentos; III - propor ao Prefeito Municipal a lotação e a remoção dos servidores na Administração Distrital; IV - promover a guarda e manutenção dos bens públicos municipais localizados no distrito; V - prestar contas das importâncias recebidas para fazer face às despesas da Administração Distrital, observadas as normas legais; VI - solicitar ao Prefeito as providências necessárias à boa administração do distrito; VII - presidir as reuniões do Conselho Distrital; VIII - executar outras atividades que lhe forem atribuídas pelo Prefeito Municipal e pela legislação municipal.

CAPITULO X DO PLANEJAMENTO MUNICIPAL SEÇÃO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 207 - O Governo Municipal manterá processo permanente de planejamento, visando a promover o desenvolvimento do Município, o bem-estar da população e a melhoria da prestação dos serviços públicos municipais. Parágrafo único - O desenvolvimento do Município terá por objetivo o homem, a realização plena de seu potencial econômico e a redução das desigualdades sociais no acesso aos bens e serviços, respeitadas as vocações, as peculiaridades e as culturas locais e preservado o seu patrimônio ambiental, natural, cultural e construído. Art. 208 - O processo de planejamento municipal deverá considerar os aspectos técnicos e políticos envolvidos na fixação de objetivos, diretrizes e metas para a ação municipal, propiciando que autoridades, técnicos de planejamento, executores e representantes da sociedade civil participem do debate sobre os problemas locais e alternativas a fim de enfrentá-los, buscando conciliar interesses e solucionar conflitos.

Art. 209 - O planejamento municipal se orientará pelos seguintes princípios básicos: I - democracia e transparência no acesso às informações disponíveis, com ênfase para educação, saúde, saneamento, trabalho, cultura e reorganização urbanas; II - eficiência e eficácia na utilização dos recursos financeiros, técnicos e humanos disponíveis; III - complementariedade e integração das políticas, planos e programas setoriais; IV - viabilidade técnica e econômica das proposições, avaliadas, a partir do interesse social da solução e dos benefícios públicos; V - respeito e adequação à realidade local e regional em consonância com os planos e programas estaduais e federais existentes. Art. 210 - O Governo Municipal cuidará para que a execução dos seus planos e programas tenham acompanhamento e avaliação permanentes, de modo a garantir o seu êxito e assegurar sua continuidade no horizonte de tempo necessário. Art. 211 - O planejamento das atividades do Governo Municipal obedecerá às diretrizes deste Capítulo e será feito por meio da elaboração e manutenção atualizada, entre outros, dos seguintes instrumentos: I - plano plurianual integrado; II - lei de diretrizes orçamentárias; III - orçamento anual; IV - plano diretor. (*) Parágrafo único – Fica o Poder Público obrigado a manter banco de dados com estatística, diagnóstico físico, territorial e outras informações relativas às atividades comerciais, industriais e de serviços, destinando-se a serviço de suporte para as ações de planejamento. * (alterado pela Emenda nº 10 de 17/09/2001) Art. 212 - Os instrumentos de planejamento municipal mencionados no artigo anterior deverão incorporar as propostas constantes dos planos e programas setoriais do Município, dadas as suas implicações para o desenvolvimento local. Parágrafo único - A população do Município, através da manifestação de, pelo menos, cinco por cento de seu eleitorado, poderá ter a iniciativa da indicação de programas ou projetos de interesse específico da cidade, de bairros ou de distritos. Art. 213 - O Município, em conjunto com o Estado, promoverá a execução do zoneamento sócio-econômico e ecológico de seu território, adotando-o como instrumento norteador do uso e ocupação do solo urbano e rural e da utilização racional de seus recursos naturais, observados o disposto no art. 131 da Constituição do Estado. Parágrafo único - O Executivo Municipal, na implantação de novos núcleos populacionais, deverá, além do disposto no artigo 133, da Constituição do Estado, observar:

as disposições e pressupostos do zoneamento a que se refere o "caput" deste artigo. TÍTULO V DAS POLÍTICAS MUNICIPAIS CAPITULO I DA POLÍTICA URBANA . 216 . do orçamento anual e do plano diretor.instalação de todas as obras de infra-estrutura física e de serviços.O Município submeterá à apreciação das associações. de fins lícitos.Os projetos de que trata este artigo ficarão à disposição das associações durante 30 dias.I .A convocação das entidades mencionadas neste capítulo se fará por todos os meios à disposição do Governo Municipal. a cooperação das associações representativas no planejamento municipal.O Município buscará. independentemente de seus objetivos ou natureza jurídica. SEÇÃO II DA COOPERAÇÃO DAS ASSOCIAÇÕES PLANEJAMENTO MUNICIPAL Art. Parágrafo único . de mecanismos e instrumentos de apoio às atividades econômicas. 214 . 215 . que tenha legitimidade para representar seus filiados. antropológica e econômica. Art. os projetos de lei do plano plurianual. entende-se como associação representativa qualquer grupo organizado. além dos estudos e levantamento de natureza geográfica. antes de encaminhá-los à Câmara Municipal. II .Para fins deste artigo. Parágrafo único . por todos os meios ao seu alcance. a fim de receber sugestões quanto à oportunidade e estabelecimento de prioridades das medidas propostas. antes das datas fixadas para a sua remessa à Câmara Municipal. Art.

início imediato de processo de transferência de lotes. Art. instalação de equipamentos coletivos. poderá utilizar e propor instrumentos jurídicos. 218 . justiça. Parágrafo único . energia. Art.no meio urbano.O Município deverá promover todas as ações relativas ao levantamento. lazer. as terras devolutas e áreas públicas desocupadas ou subutilizadas se destinarão. § 1º . áreas verdes ou de recreação. tributários. financeiros e de controle do uso e ocupação do solo urbano. saúde. saneamento básico. o Poder Executivo.A política urbana tem por objetivo a ordenação do pleno desenvolvimento das funções satisfatórias de qualidade de vida e bem-estar de seus habitantes. prioritariamente: I . II . programas e projetos de assentamento e colonização . vias de circulação em perfeito estado. que se dará mediante títulos definitivos e de concessão de direito real de uso.As funções sociais são compreendidas como os direitos de todos os cidadãos relativos a acesso à moradia. no mínimo de 250 metros e no . e o zoneamento sócio-econômico-ecológico. devolutas ou não. e 134 da Constituição do Estado. segurança.no meio rural.Dentro dos limites territoriais do Município. educação. histórico e cultural. discriminação.As funções econômicas da cidade dizem respeito à estrutura e infra-estrutura física e de serviços necessários ao exercício das atividades produtivas. abastecimento. matrícula e registro de todas as suas terras. ressalvadas as identidades culturais. comunicação.SEÇÃO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. § 2º . arrecadação. ambiente sadio e preservação do patrimônio ambiental. 217 . a assentamento de população de baixa renda. informação. observando: I . reservas e áreas de preservação permanente e instalação de equipamentos coletivos. na forma da lei. limpeza pública. observado o disposto nos artigos 188 da Constituição da República. água tratada.Para assegurar a plena efetividade das funções urbanas. 219 . transporte público.

expressas no Plano Diretor e em legislação específica relativa ao uso do solo e dos imóveis.01 (um) Vereador da Câmara Municipal de Manaus.01 (um) representante do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil do Município de Manaus.o direito a títulos definitivos ou de concessão de direito real de uso não será reconhecido ao mesmo beneficiário por mais de uma vez.01 (um) representante da Secretaria Municipal de Obras. (*) II . ou representante por ele designado.01 (um) representante da Procuradoria Geral do Município de Manaus. o constante no artigo 182. Art. e artigo 138. §§ 1º. além do disposto no "caput" deste artigo. §§ 3º e 4º.será mantido um cadastro atualizado da situação das terras públicas urbanas e rurais. II . IX . histórico e ambiental. §§ 3º e 4º. IV .Deverá ser observado em relação à propriedade urbana.01 (um) um representante da Empresa Municipal de Urbanização. da Constituição do Estado.Da composição do Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano participarão: I . 220 . I. VII . da Constituição da República.01 (um) representante do Instituto Municipal de Planejamento Urbano e Informática. V . de 19/02/2003) III . funcionamento e provimento das representações . II.A forma de reorganização. 2º. Saneamento Básico e Serviços Públicos. Art.01 (um) um representante do Sindicato das Indústrias de Construção Civil do Município de Manaus. com funções normativas.Fica criado o Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano.máximo de mil metros quadrados para área urbana e até 25 hectares para a área rural. além de outros que a lei estipular. (*) (Modificada pela Emenda nº 30. VIII .01 (um) representante do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura do Amazonas.o Prefeito de Manaus. § 1º . membro da Comissão de Cultura e Patrimônio Histórico. § 2º . Parágrafo único . III . obedecidos os critérios de indivisibilidade e de intransferibilidade antes de decorrido o prazo de 10 anos.e III. na condição de Presidente. código de obras e proteção do patrimônio cultural. serviços e ordenação do espaço urbano. disciplinares e deliberativas sobre as questões relativas aos sistemas. 221 .A propriedade pública ou particular urbana cumprirá sua função atendendo às exigências da ordenação da cidade. VI .

relativas ao § 1º, e seus incisos, deste artigo, será definida em Regimento Interno, aprovado por ato do Chefe do Poder Executivo. § 3º - Fica extinto o atual Conselho de Zoneamento, órgão integrante da estrutura do Poder Executivo, e incorporadas ao Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano suas atribuições. ARTIGO MODIFICADO PELA EMENDA Nº 03/94, do Executivo Municipal, 10.11.94. Art. 222 - O Município, em conjunto com o Estado ou com a União ou, ainda, isoladamente, promoverá, com prioridade, programas de construção de moradias, de melhorias das condições habitacionais, lotes urbanizados e de saneamento básico, assegurando sempre a compatibilidade de padrões ao meio ambiente saudável e à dignidade humana. § 1º - Terão prevalência os programas habitacionais que visem à erradicação de situações de miséria absoluta e submoradias, principalmente as que se localizem em baixadas, margens de igarapés, orla fluvial e zonas alagadiças. § 2º - Os programas destinados à retirada das famílias, ocupantes das margens de igarapés, deverão ser dirigidos, de forma isolada, para áreas específicas e tornadas públicas, obrigada a demolição das casas objeto de permuta, e com trabalho imediato de urbanização e saneamento do igarapé objeto do programa. Art. 223 - Será estimulada a formação de cooperativas, associações, condomínios de habitação, bem como a utilização de sistemas de autoconstrução, como forma de viabilizar o acesso da população à casa própria. Art. 224 - Mediante concorrência pública, o Poder Executivo poderá contratar, por permissão ou concessão, a exploração de cemitérios particulares, obrigando-se ao controle, fiscalização e emissão de normas gerais de funcionamento, onde se inclua, dentre outros, o impedimento à discriminação de qualquer natureza e a majoração indisciplinada de taxas. Art. 225 - Todos os cemitérios públicos ou particulares, permitidos ou concedidos pelo Poder Público, estão obrigados a dispor de, dentre outros, capela ecumênica, instalações administrativas, alojamento para trabalhadores, instalações sanitárias, inclusive para uso público, área reservada para atos religiosos populares, indicação visível das quadras e números de registros dos túmulos. Art. 226 - O Serviço Funerário Municipal será prestado, regular e gratuitamente, pelo Poder Público, através dos postos de atendimento nos próprios cemitérios, quando comprovada a carência do usuário, e inclui atestado de óbito, certidão, urna funerária, isenção de taxas públicas, transporte, sepultamento e expedição de documentos de propriedade quando for o caso.

Parágrafo único - A prestação do presente serviço para fins de simplificação poderá ser feita por empresas comerciais contratadas regularmente. SEÇÃO II DO PLANEJAMENTO URBANO Art. 227 - O Plano Diretor, aprovado por dois terços dos integrantes da Câmara Municipal, é o instrumento básico da política urbana a ser executada pelo Município. § 1º - O Plano Diretor deverá ser elaborado com a participação das entidades representativas da comunidade diretamente interessada. § 2º - O Plano Diretor definirá as áreas especiais de interesse social, econômico, urbanístico, histórico e ambiental, para as quais será exigido aproveitamento adequado nos termos previstos nas Constituições da República e do Estado e nas leis específicas. § 3º - A obrigatoriedade de revisão dos princípios e levantamentos, inclusive aerofotogamétrico e cadastral, que integram o Plano Diretor, respeitará a periodicidade de dez anos, pelo menos. Art. 228 - Para efeito do que trata o artigo anterior e seus parágrafos, os estudos com vistas à definição do plano diretor se pautarão considerando como texto de referência Plano de Desenvolvimento Local Integrado, procedendo-se, a partir do PLAMAN, às designações e atualizações necessárias em função do que estabelece esta Lei. Art. 229 - Constituem-se em ítens, a serem obrigatoriamente observados no Processo do Planejamento Urbano: I - estabelecimento das áreas destinadas à construção de moradia popular definição das áreas para produção de hortifrutigranjeiros; II Fixação de normas sobre zoneamento, parcelamentos, loteamentos, uso expansão e ocupação do solo, contemplando áreas destinadas às atividades econômicas, áreas residenciais, de lazer, cultura e desporto, reservas de interesse urbanístico, ecológico e turístico; III - proibição de construções em áreas de saturação urbana, risco sanitário ou ambiental, áreas históricas e reservadas para fins especiais, áreas verdes, bem como áreas de preservação permanente; IV - delimitação, reserva e preservação de áreas verdes; V - definição dos gabaritos máximos para as construções em cada área ou zona urbana; VI - definição e manutenção de sistemas de limpeza pública, abrangendo os aspectos de coleta, tratamento e disposição final do lixo.

Art. 230. - O Poder Público Municipal, sempre que necessário, poderá realizar desapropriação, por interesse social, de área urbana que será destinada à implementação do programa de construção de moradia popular ou a outro fim constante do plano diretor. Art. 23l. - A realização de obras, dentro dos limites municipais, dependerá de autorização prévia do órgão competente da Prefeitura e deverá sempre ser precedida de apresentação de projeto, elaborado segundo as normas técnicas e legais a que se ajuste cada caso. § 1º - A execução das obras públicas municipais poderá ser realizada, diretamente, pela Prefeitura, por suas autarquias e entidades paraestatais e, indiretamente, por terceiros, mediante licitação. § 2º - Quando da aprovação para fins de edificação, os projetos de conjuntos habitacionais serão encaminhados com memorial descritivo e planta de situação ao Poder Legislativo, para fins de denominação prévia de ruas, praças e logradouros, mediante lei. § 3º - A identificação das vias públicas de que trata o presente artigo e a numeração dos imóveis, de caráter obrigatório, é incumbência da empresa construtora e objeto de fiscalização para fins de liberação de "habite-se".

Art. 232 - A requerimento de um número mínimo de 100 moradores para as ruas e mil para bairros, poderão ser submetidos a referendo, com vistas a restauração dos antigos nomes, as leis que modificarem denominação de bairros, vias públicas, praças e demais logradouros de uso comum do povo antes da vigência desta Lei. Art. 233 - Para efeito de planejamento, desconcentrado urbana, descentralização administrativa e atuação executiva da Prefeitura, o espaço urbano será integrado de Regiões Administrativas. Parágrafo único - Adotar-se-ão para as Regiões Administrativas, no que tange ao gerenciamento, as normas definidas para os Distritos, objeto do Título IV, Capítulo IX desta Lei. Art. 234 - A área do Tarumã/Ponta Negra fica designada como Região Turística de Manaus, devendo ser orientadas as ações do Município para viabilizar a infra-estrutura adequada. Art. 235 - Fica estabelecido que o gabarito máximo a ser admitido na área compreendida pelo Sítio Histórico e de em torno dos prédios, monumentos ou logradouros com características a serem preservadas, objeto de proteção especial, é de vinte e um metros, e, para área compreendida pelo Centro Antigo tombado, na forma do artigo 342 desta Lei é de, no máximo, 30 metros, contados a partir do solo. § 1º - Considerar-se-á como "em torno" uma área mínima de 300 metros, circunvizinha ao imóvel tombado como patrimônio histórico, por qualquer das esferas administrativas.

§ 2º - Tem-se por Sítio Histórico da cidade o trecho compreendido entre a Avenida Sete de Setembro até a orla do Rio Negro, inclusive Porto Flutuante de Manaus, Praças Torquato Tapajós, 15 de Novembro e Pedro II, Ruas da Instalação, Frei José dos Inocentes, Bernardo Ramos, Av. Joaquim Nabuco, em toda a sua extensão, Visconde de Mauá, Almirante Tamandaré, Henrique Antony, Lauro Cavalcante e Governador Vitório. Art. 236 - A partir da data da promulgação desta Lei não serão concedidas licenças para construção habitacional de qualquer natureza em áreas de risco, inclusive as de patrocínio oficial. Art. 237 - Com relação ao ambiente construído e implantação de agrupamentos urbanos e de infra-estrutura social e econômica, o Município se empenhará com vistas à instalação de serviços e estrutura hierarquizadas, a serem regulamentados por lei, com base nos estudos de zoneamento, a partir do que se estabelece nos §§ 3º e 4º deste artigo. § 1º - Os subcentros integrantes da área urbana da cidade obedecerão à classificação hierárquica, objeto do artigo 23, da Lei nº 1213, que aprova o Plano de Desenvolvimento Local Integrado da Cidade de Manaus - PLAMAN, ressalvado o que se relaciona aos tamanhos ali especificados, que deverão ser objetos de ajustamento quanto à revisão do citado Plano. § 2º - Os tipos de equipamentos que deverão integrar cada subcentro, observado o aspecto hierárquico de cada um, são os mesmos constantes do § 2º, do artigo 23 da Lei nº 1213, de 02.05.75, D.O. de 23.05.75, que aprovou o Plano de Desenvolvimento Local Integrado de Manaus. § 3º - Para fins de implantação imediata das Regiões Administrativas, o Poder Executivo Municipal deverá priorizar a construção e implantação dos serviços administrativos municipais, essenciais dessas unidades. § 4º - Terão prioridades na instalação dos equipamentos urbanos, necessários à dotação mínima de uma Região Administrativa, creche, escola de ensino fundamental, posto de saúde, maternidade, posto de serviço funerário, centro livre de recreação e criação artísticacultural, área para atividades comerciais, área para microempresas, área para feira itinerante e área para desenvolvimento de atividades ambulantes. § 5º - A existência, na área de jurisdição regional, de qualquer equipamento urbano, independente de sua propriedade e instância administrativa, dispensará o Município da construção de equipamento similar, salvo se por justificação de demanda. § 6º - Os agrupamentos devem, se possível, ser construídos agregadamente, formando Centros Administrativos.

SEÇÃO III

a empresa ficará sujeita à fiscalização continuada. sendo sempre . projetos comunitários e associativos de construção de habitação e serviços.DO USO E OCUPAÇÃO DO SOLO Art. ainda. 241 . § 2º Após o alvará para a execução de obra. mediante a correspondência de pagamento do excedente. tecnicamente. com referência à ocupação do solo urbano. III .000 a 100.Qualquer área construída acima do permitido pelo CAMT.3º Para fins de cumprimento do que se estabelece neste artigo. telecomunicações.O Município se obrigará a manter uma reserva de terras para atender às necessidades de construção de novos equipamentos urbanos em áreas de ocupação de interesse social. todos os planos. com validade para todos os lotes incluídos na área urbana da sede do Município. Art. expedida pelo Poder Executivo. II . II . podendo este ser suspenso caso não apresente as condições básicas de segurança aos operários. será alvo de permissão especial. distribuição de energia e distribuição de gás. ao órgão de planejamento urbano da municipalidade. 238 .urbanizar. após autorização prévia do Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano. considerará como Coeficiente de Aproveitamento Máximo dos Terrenos . 240 . área Construída até o dobro da metragem do terreno.ampliar o acesso dos munícipes a lotes mínimos. para fins de compatibilização e aprovação. 239 .O Poder Executivo.estimular e assistir. nas seguintes penalidades.multa de 10. a fiscalização será executada por iniciativa do Poder Executivo ou por provocação de denúncia. Art. dotados de infra-estrutura básica e servidos por transporte coletivo. a preço fixado pelo mesmo Conselho. deverá orientar-se para: I .cancelamento do alvará. passíveis de urbanização. sistema de esgotamento de água pluviais. respeitados todos os parâmetros de legislação específica. I .000 UFMs. § . projetos e intervenções em serviços urbanos. regularizar e titular as áreas ocupadas por população de baixa renda. § 1º . ou seja.CAMT o fator dois.Deverão ser submetidos. Art. para fins de ordenamento do uso do solo urbano. principalmente saneamento básico.A Ação do Município. incorrendo.

Art. além dos recursos previstos no "caput" deste artigo. a destinação obrigatória de áreas verdes para a prática de esportes e recreação. Art. condomínios ou prédios habitacionais acima de quarenta e oito unidades. Art. de conjuntos.A contar da promulgação da presente Lei.recurso do orçamento do Município.recurso de que trata o artigo 192. a ser regulamentado em lei. VII .Inclui-se entre as condicionantes à concessão de licenças para a construção. 243 . § 1º. previsto anualmente na Lei de Diretrizes Orçamentárias. conjuntos residenciais e condomínios ou edificações isoladas. calculadas com base em indexador oficial a partir de seu ingresso no Banco Oficial do Estado. desta Lei. constituirão o Fundo de Desenvolvimento Urbano.Incorrerá em crime de responsabilidade a destinação dos recursos do Fundo sem autorização expressa do Conselho e para outra finalidade que não a prevista neste artigo.A administração do Fundo será operacionalizada pelo Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano e seu agenciamento financeiro será do Banco Oficial do Estado.outras fontes internas e externas.cobrança das contribuições de melhorias.Os recursos originários de cobrança de que trata o artigo 241. VI . verbas provenientes das seguintes origens: I .Para concessão do "habite-se" a prédios.Para o cumprimento do que determina o presente artigo. Parágrafo único . 244 . 242 . energia e esgotos. IV . Parágrafo único .transferência do Estado e da União. II . interessado deverá comprovar a contratação da manutenção do sistema de esgotos com . III . para aplicação exclusiva em estrutura e infra-estrutura urbanas. V .empréstimos ou doações de entidades. os imóveis de residência coletiva ou empreendimentos comerciais de grande porte só poderão obter "habite-se" se contiverem instalações próprias de tratamento de esgoto e águas pluviais. pela iniciativa particular ou pública.resultados de aplicação. § 1º. 245 . com o objetivo de constatar a fidelidade das plantas relativas à incêndio e pânico e instalação de infra-estrutura. desta Lei. o Poder Executivo Municipal fica obrigado a requisitar do interessado a liberação formal dos órgãos prestadores de serviços público de água.obrigatória a sua comprovação. § 1º Integrarão o Fundo de Desenvolvimento Urbano. energia e esgoto a fiscalização de obras com poder de embargo. Art. § 3º . § 2º .O Município poderá delegar ao Corpo de Bombeiros e a órgãos oficiais prestadores de serviços de água.

246 . constituindo-se sua oprecionalização em atividades de caráter essencial de interesse público. observado o disposto no artigo 178 da Constituição da República. em particular. 247 . e no artigo 253 da Constituição do Estado. na área compreendida entre a Rua Leonardo Malcher e Rio Negro. e do trânsito de veículos. do trabalhador. e à proteção do patrimônio público. 251 . Igarapé de São Raimundo e Igarapé do Mestre Chico. de veículos pesados ou similares. subordinamse ao respeito e preservação da vida. Art. pedestres e animais.Na defesa e garantia do direito constitucional ao transporte ao cidadão.Não serão permitidas garagens de coletivos. calçadas e locais públicos de lazer e de prática desportiva.Ficam proibidas as autorizações para instalação de supermercados. Art. (*) Modificada pela Emenda nº 31. o .companhia especializada. SEÇÃO IV DOS SISTEMAS VIÁRIOS E DOS TRANSPORTES COLETIVOS Art. especialmente dentro do perímetro do Sítio Histórico.Os sistemas viários e de transportes coletivos.Na edificação de praças. 250 . bem como oficinas montadoras ou desmontadoras de veículos de qualquer porte ou natureza em áreas caracteristicamente residenciais. 249 .O Município isentará de cobrança de taxas e emolumentos e até estimulará reformas nas calçadas. o Poder Público impedirá qualquer barreira que dificulte o acesso e a locomoção do portador de deficiência. muros e fachadas das casas. 248 . de 19/02/2003 Art. (*) Art. em geral. com especialidade a humana. Art.

Para atendimento dos fins a que se destina. o gerenciamento e a operação de suas variantes.proceder o disciplinamento e fiscalização do uso das vias de circulação no espaço municipal. pedestres e animais são da competência do Município. no exercício regular do poder de Polícia de Trânsito. III . (*) Modificado pela Emenda nº 14/2001. o planejamento. conforme estabelece o artigo 30. 253 .Município. atuará no sentido de: (*) Modificado pela Emenda nº 23. II . de 06/03/2002 .O transporte urbano e o trânsito de veículos.organizar. Art. respeitadas as peculiaridades locais e as legislações estadual e municipal específicas. autuando e aplicando as medidas administrativas cabíveis e arrecadando as multas por infrações à circulação. de 06/03/2002 I . pessoas e animais em seu território e exercer a ação normativa. da Constituição da República. 252 . exclusivamente. a organização. sob qualquer expediente.O Município não poderá delegar a outros. de 10/10/2001 Parágrafo único . respeitadas as instâncias de competência da União. cabendo-lhe. administração e gestão do sistema de transporte urbano. os sistemas municipais viário e de transportes coletivos urbanos de passageiros atenderão à orientação da política nacional dos transportes e do desenvolvimento urbano. dirigir e fiscalizar o trânsito de veículos. Incisos I e V. (*) Modificado pela Emenda nº 22. Art. educativa e de repressão.viabilizar a efetivação do direito ao transporte à população. estabelecimento e parada prevista na legislação de trânsito.

o controle e a fiscalização dos serviços e dos terminais. e os fluviais. § 2º .pontos e terminais de embarque e desembarque. desembarques e transbordo. III . calçadões ou trechos intermediários de proteção aos pedestres. § 4º .Art.A estrutura operacional do trânsito urbano compreende os equipamentos. a operação. em utilização ou a ser implementado.os transportes coletivos públicos e privados. pessoas e animais. e tem por objetivos: I – a funcionalidade do sistema viário em condições de proporcionar aos usuários economia. o controle e a fiscalização dos serviços pertinentes. barcos de passageiros como transporte opcional de caráter urbano. bondes. além de outras modalidades. II – a circulação de veículos que atendam aos requisitos de segurança veicular estabelecidos pelo CONTRAN. 254 . entendidos esses os terrestres.Os sistemas Municipal viário e de transportes coletivos compreendem: I . metrôs de superfície. o pessoal. o controle e a fiscalização de programas de aperfeiçoamento de . VI – o trânsito de veículos. § 3º . III . estatigráfica e semafórica.Integram o inciso IV deste artigo os transportes coletivos urbanos de passageiros.as vias públicas de uso comum aos diversos tipos de veículos. IV .As unidades de conexão modal ou intermodal são constituídas por: I .as calçadas.terminais intermediários de embarque. II . a taxímetro e especial. II . a operação. inclusive a sinalização indicativa. V . fluidez e segurança em seus deslocamentos.A estrutura operacional compreende os equipamentos.Integra o inciso V deste artigo o transporte de passageiros em veículos de aluguel. III .as vias que constituem corredores estruturais. IV . inclusive entre subsistemas.A infra-estrutura viária abrange: I . tais como ônibus. § 1º .as unidades de conexão modal e intermodal.a estrutura operacional.a rede de acostamento e ponto de parada das linhas urbanas. vias alimentadoras e vias exclusivas de ônibus da rede de transporte público de passageiros. na área de atribuição do município de Manaus. II . § 5º . § 6º .o transporte público individual de passageiros.a infra-estrutura viária.estacionamentos integrados ao sistema de transportes coletivos. tais como balsas. III – o planejamento.

dos veículos e dos condutores. visando à identificação e correção de óbices. através da fiscalização ostensiva das vias. § 6º e seus Incisos I. pertinentes à operacionalização do sistema de trânsito de veículos. fluidez e segurança do trânsito. II.motoristas e pedestres. Modificada pela Emenda nº.O. 254 da LOMAN e acrescenta o Inciso VI. V – a coleta.(*)OBS: MODIFICA a redação do Art. à fluidez e à segurança viária.M. IV e V. IV – a adoção de medidas legais de prevenção e repressão aos infratores do trânsito. III. com vistas à reciclagem contínua de padrões comportamentais adequados à economia. o tratamento e a análise de dados estatísticos relativos aos acidentes de trânsito. de 10/05/2002. 24 de 06/05/02 / D. .

III .prioridade a pedestres e usuários dos serviços. acesso às pessoas portadoras de deficiências físicas e dificuldade de locomoção e a mulheres em estado de gravidez. em especial. desta Lei. V .Art. Capítulo VIII. . rotas. § 1º .O Município. devendo operar.O Poder Público. fiscalizar e disciplinar. para a prestação de serviços de transporte público. mediante critérios estabelecidos pelo órgão Municipal competente.segurança.proteção ambiental contra a poluição atmosférica.integração operacional e tarifária entre sistemas e meios de transporte e racionalização de itinerários. ainda que cobertas por toldos ou similares.tarifa social que remunere de forma justa o serviço. paradas e terminais. garantindo. higiene e conforto dos passageiros. sonora e hídrica. as questões relativas a horários.A permissão e concessão de serviços de transportes coletivos se subordinarão ao que dispõe o Título IV. Art. IV . 256 . fará obedecer os seguintes princípios básicos: I . itinerários. na forma constitucional. II . em integração com as representações comunitárias e classistas interessadas no setor. é o Poder concedente e permissor ou órgão de gerência municipal do sistema. 255 . § 2º . linhas. vistoria de veículos.Não se admitirá o transporte de pessoas em carrocerias.

pontos de paradas e terminais. será assegurado 120 passes em todos os meses do ano. de 09/05/2000. número de veículos.Constituem obrigações das empresas operadoras. alterada pela Emenda nº 18. (*) (*) § 1º .(*) Emenda nº 04/2000. sendo postos respectivos de reclamações os terminais e o órgão da administração central do sistema. conforto. V .08.12. permissionárias e concessionárias: . horários. através de cartazes no interior dos ônibus.O.São direitos do usuário: I .2001. Publicado no D. médio. de 25/02/2003 (*) § 3o – O valor da meia passagem será a metade do valor da tarifa. de 25/02/2003 (*) (*) § 2º . III . (*) Emenda nº 04/2000. freqüência de viagens. fiscalização e avaliação dos serviços de que trata esta Seção.O.amplo acesso às informações referentes a itinerário. 257 . de 09/08/2000. IV . de 14.2000.º 155/2002 do TJA). de 09/08/2000. em condições de segurança. devidamente cadastrado no órgão competente.participação paritária das entidades representativas dos usuários. horário. a que se refere o parágrafo anterior. na administração pública.transporte de pacotes e embrulhos sem pagamento de valor adicional ao da passagem.2001. 15. 15. podendo o estudante efetuar o pagamento opcionalmente na catraca em moeda ou pelo sistema pré-pago nos postos autorizados. (*) Emenda à LOMAN nº 05/2000. arredondada a menor para valor múltiplo de 5 ou 10. o valor da moeda com a indicação do Artigo e Parágrafo da LOMAN que obriga o troco integral. alterações de rotas. Art. (*)Emenda nº 32. (*) VI – Receber troco integral quando efetuar o pagamento com a moeda mais próxima de 5 vezes o valor de uma passagem inteira. II .dispor de transporte coletivo. sendo o passageiro transportado gratuitamente em caso de inexistência do troco integral. de 09/05/2000. mediante apresentação da identidade estudantil ou sistema equivalente. com pagamento de meia passagem. sendo o empresário obrigado a publicitar. seletivo ou não.O de 18/05/2000. (suspensa por decisão liminar concedida através do Ofício n.(suspensa por decisão liminar concedida através do Ofício n. publicada no D. de 14. (*) Emenda à LOMAN nº 05/2000. pontos de paradas e terminais e outros dados pertinentes à operação de linhas que possibilitem uma fiscalização informal do sistema. diretamente à administração. pré-vestibulandos.12.VI . publicada no D. VII .Fica assegurado aos estudantes de ensino fundamental. alterada pela Emenda nº 18. no planejamento.No direito. higiene e a preço justo. para os transportes coletivos urbanos de passageiros. desde que não acarretem risco ou incômodo aos demais passageiros. 258 .08. Art.2000. universitários e supletivos o direito de 120 passes por mês.compatibilização entre o transporte e o uso do solo urbano.propor medidas que objetivem a melhoria do serviço e do sistema.º 155/2002 do TJA). (*)Emenda nº 32.fiscalizar o cumprimento dos itinerários. ou por via de representação comunitária. trabalhadores e empresários de transportes. dos cursos profissionalizantes com igual ou superior a 06 (seis) meses.

itinerários.manter. horário. na relação mínima de cinco por cento sobre o total do pessoal empregado. mediante prévia convocação. VIII . IX . pessoas portadores de deficiências.operar as linhas permitidas ou concedidas com direito de preferência à ampliação de linhas no sistema e assegurada a ampliação das que explorem. e mantê-lo até 125 dias depois de vencido o contrato. observando vida útil média do veículo de seis anos.iniciar o serviço no prazo determinado.registrar.garantir a segurança. previstos na legislação específica. que defina dia. inclusive no que tange à regulagem do escoamento de gases. XIV .estabelecer uso regular de uniforme aprovado pela administração municipal a todos os trabalhadores do sistema de transporte sem acarretar ônus para os mesmos. VII .submeter os veículos à vistoria periódica pela entidade pública de administração do sistema. . sem acarretar ônus para os mesmos. os nomes e números de cadastro de seus empregados para fins de controle. local. número de veículos por rota. se preenchidas as exigências legais. em seus quadros funcionais. e também veículos e passageiros contra acidentes nos limites fixados nos regulamentos próprios. XII . limpeza e conservação. higiene e regularidade do serviço aos usuários. suspensão. que constituem acervo documental específico e disponível à inspeção regular pelo órgão competente da administração municipal. III . XI .I . II . visando ao perfeito atendimento à demanda. para a realização de atividades compatíveis com o interesse da empresa e a possibilidade do servidor. exames técnicos e de saúde e cumprimento legal das regras de capacitação profissional. mediante notificação prévia de 30 dias. referentes a horários.selecionar pessoal de operação através de rigorosos testes.cobrar os preços tarifados. X . pela sua necessidade.manter os veículos em perfeito estado de funcionamento. por sua interrupção. XIII .segurar em companhia idônea todos os empregados através do seguro de vida em grupo. V .responder por si e seus prepostos pelos prejuízos decorrentes do serviço.promover a renovação da frota disponível na proporção de 25 por cento ao ano. conforto.cumprir as regras contratuais de serviço e operações. abandono ou acidentes. lotação e tipo de veículos. IV . sem prejuízo da prestação do serviço público. bem como assegurar a sua ampliação em razão direta do crescimento populacional comprovado nas áreas de sua atuação. no órgão coordenador do sistema. mediante determinação expressa do Poder Público. VI . dotados dos equipamentos obrigatórios. veículos a serem vistoriados.

259 . permissionárias ou concessionárias. através de empresas especializadas no fornecimento de alimentação para o trabalhador ou por administração própria. * XIX – Fica a empresa obrigada a afixar tarjeta de identificação em todos os assentos especiais com o seguinte teor: “Reservado para gestantes. ininterruptamente. por veículos. privativamente. assistência em creches.As empresas permissionárias e concessionárias do serviço especial de transportes. ** XVIII .Compete. 260 Nº 001/97. Parágrafo único .XV .conceder aos filhos menores. observando os fluxos de demanda por hora para efeito de determinação da necessidade de veículos. de zero a seis anos de idade.99 (*) Emenda nº 001/99. EMENDA MODIFICATIVA CAPUT DO ART.As empresas de transporte coletivo. bem como proceder nesses às adequações ao seu acesso. (**) Emenda nº 002/99. ficam obrigadas a manter o funcionamento das linhas desses transportes 24 horas por dia.04. AUTORIA: VEREADORA VANESSA GRAZZIOTIN Art. DE 24/02/97. XVI . para as linhas em operação. respeitadas as normas da Lei. quando devidamente uniformizados e mediante identificação própria. idosos e portadores de deficiência física (na ausência destes.conceder a todos os seus trabalhadores o passe especial de livre acesso ao transporte coletivo urbano.identificação própria. II . de 28. III . além dos itens previstos neste artigo. idosos e portadores de deficiência.arquivamento do contrato na Prefeitura. . de acordo com a legislação federal específica. expedida pelo órgão Municipal competente. estão obrigadas ao cumprimento das seguintes normas: I . podendo ser estendido o benefício ao ensino pré-escolar.04.manter quatro assentos especiais.conceder vale-refeição a todos os trabalhadores do sistema de Transportes.99 Art. de todas as trabalhadoras. ao órgão público municipal a venda de passagens antecipadas. públicas. 260 . destinados aos usuários gestantes. poderá ser usado por qualquer usuário”).uso específico para o serviço objeto da qualificação. XVII . de 28.

As passagens adquiridas por antecipação serão válidas e seu valor está assegurado durante o exercício em que forem vendidas. (*) Emenda nº 004/98.Estão isentos do pagamento de tarifas nos transportes coletivos * I . mental e visual em atividade escolar. 261 . auditiva. de .Pessoas portadora de deficiência física. em Centro Especializados. ou em tratamento reabilitatório. (*) urbanos: Art.Parágrafo único .

Os atuais concessionários desse serviço terão prioridade para o recadastramento.A efetividade da isenção se dará nas seguintes condições: I . sem qualquer exigência. que possa motivar preconceito contra o portador da referida identificação. desta Lei. promovido pelo órgão municipal competente. observadas. segundo enquadramento legal por meio de regulamento específica do órgão municipal. MANOEL MARÇAL.98 (Parágrafo Único) Parágrafo Primeiro . REDAÇÃO DADA PELA EMENDA Nº 03/91. capacidade de lotação e respeito às normas de trânsito. no que couber. e mais as condições de trafegabilidade do veículo. JOÃO PEDRO GONÇALVES. da Constituição da República Federativa do Brasil. 262 . 19. (***) Emenda nº 005/99. com renovação anual de cadastro. de 18/10/99 ** III – pessoas portadoras de elevado grau de deficiência. (*) Emenda nº 26. parágrafo 2º. Kombi ou veículos similares. .deficiente menor em atividade escolar. com reconhecida impossibilidade de locomoção. de 09. § 2º .09. QUE AMPLIOU A ISENÇÃO PREVISTA ORIGINALMENTE APENAS PARA O "DEFICIENTE MENOR" (Ver.11.2002 Art.98 REDAÇÃO DADA PELA EMENDA Nº 04/92. micro-ônibus. *** II .91).05. Parágrafo único . (**) Emenda nº 003/98.07.idosos. para efeito dos direitos assegurados neste artigo. II .O transporte escolar só poderá ser feito em ônibus.É vedada qualquer identificação organizada pelo Poder Público ou por concessionário.06. mediante apresentação de carteira própria. de 28. nos termos do Art. 14. 230.11.92). QUE ACRESCENTOU "KOMBI OU VEÍCULOS SIMILARES" (Ver. as normas estabelecidas no artigo 258 e seus incisos.idosos maiores de 65 anos.

proteção e sinalização das vias de circulação.Entre 22:00h e 5:00h da manhã é obrigatória. Parágrafo único .Nas paradas obrigatórias do sistema de transporte coletivo. de 29/04/2003.implantar e conservar as ciclovias.Compete ao Poder Executivo Municipal.abertura e manutenção de vias com garantia de condições de tráfego. VI .A lei estabelecerá os itens integrantes da planilha de custos do serviço. realizar os investimentos necessários a: I . independentemente de abrigos ou placas indicativas para tal. respeitada a faixa de sessenta metros em torno de ponto obrigatório. fica proibido o estacionamento prolongado de qualquer tipo de veículo. . mediante cobrança de contribuições de melhoria.viabilização de estudos que visem. hidroviárias e de integração. a parada em qualquer local. à modernização e redução do comprometimento ambiental. e da recuperação da trafegabilidade dos igarapés. 263 – As paradas de ônibus deverão ser obrigatoriamente instaladas o mais próximo possível dos estabelecimentos de ensino. diesel e álcool. 265 . de 29/04/2003. Art. especialmente de carga perigosa. 264 . § 2º . na forma da lei.construção das calçadas e calçadões.disciplinar o transporte de cargas. III . VII . principalmente. Art.implantar e conservar as hidrovias como opção preferencial e imediata de integração de sistemas de transporte urbano. mediante utilização da faixa fluvial que margeia a cidade. V . IV . aumento da margem de segurança e economicidade dos transportes de passageiros. com relação aos estudos objeto do inciso VIII deste artigo. VIII .(*) Art. observando a destinação de dois por cento de custo total para investimentos na estrutura operacional e na capacitação e desenvolvimento de recursos humanos do Sistema de Transporte Urbanos. respeitadas as competência da União e do Estado. (*) Alterada pela Emenda à Loman nº 34.O Município priorizará.construção de terminais e estações rodoviárias. para embarque e desembarque de passageiro. bastando o sinal de parada ou pedido do usuário. o aproveitamento e identificação de novas fontes de energia com vistas à substituição ou redução do uso da gasolina. (*) Alterada pela Emenda à Loman nº 34. principalmente no que se relaciona ao subsistema terrestre. (*) § lº . II .

Floriano Peixoto. Epaminondas e Dr.Parágrafo único . coletivo ou contratado por fábricas. Art. em prol do patrimônio público.09. 266 . § 2º .As características de apresentação do Selo Estar.Fica criado o Selo Estar como opção para estacionamento de curta e longa permanências.O Selo Estar será posto à venda unicamente através da rede bancária oficial. § 1º . regulamento de uso e definição de locais de utilização serão definidos pela Prefeitura. 267 . através do órgão competente. o Poder Público poderá conferir autorização temporária para operação do serviço em caráter precário e prazo determinado. Art.Fica criado o passe especial.O Poder Executivo poderá. escolas e de turismo. não-superior a um terço do menor prazo contratual do sistema.O Poder Executivo Municipal providenciará a implantação de novos estacionamentos na área urbana com vistas à desobstrução de vias no perímetro tombado da cidade. pela porta . de exploração direta por órgão público. autorizar a exploração de estacionamentos por particulares.Estão desativados os estacionamentos nas seguintes vias: Quintino Bocaiúva.22. capeado pela Mensagem nº 021/93 . § 2º . Instalação. 269 . proteção ao transeunte ou circulação de veículos. Dos Andradas. poderão ser desativadas outras vias para a finalidade expressa acima. § 3º . Art. Dos Barés. Moreira.93. desta Lei. através de permissão. 270 . Miranda Leão. Mundurucus. com efeito de acesso diferenciado. 268 .O treinamento dos trabalhadores nos transportes urbanos e os investimentos na estrutura operacional serão realizados pelo órgão Municipal gestor do Serviço de Transporte Coletivo Urbano do Município.Nenhum transporte coletivo poderá ser realizado sem prévia autorização expressa e contratual da administração do sistema. José Paranaguá. Parágrafo único .Em casos excepcionais. objeto do artigo 342. a ser utilizado em locais previamente fixados pelo órgão competente da Prefeitura.Sujeitam-se a essa regra os transportes de passageiros individual. Guilherme Moreira. § 1º . Art. diretamente ou através de Convênios ou Contratos com escola e entidades devidamente credenciadas. de pública e notória crise no sistema. atendidos os requisitos da lei. EDAÇÃO DADA PELA EMENDA Nº 04/93. Art. § 3º .Por ato do Executivo. do Executivo Municipal. efetuando-se mediante apresentação do certificado de propriedade do veículo.O Selo Estar poderá ser utilizado em estacionamentos circulantes ou fixos.

Art. Parágrafo único . 271 . no período das seis às 18 horas. ALOYSIO NOGUEIRA. tanto no uso do sistema viário. 272 . depois de prévia vistoria dos veículos.95. às regras definidas para o Sistema Municipal de Transportes Coletivos Urbanos. nas área compreendida pelo Sítio Histórico.arquivamento compulsório dos contratos de serviço com prazo igual ou superior a 30 dias. o Transporte Coletivo de Passageiros por Fretamento atenderá. pelo órgão competente da administração municipal.Compete à Prefeitura fixar e sinalizar os limites das "Zonas de Silêncio". no que couber.Para atendimento dos fins a que se destina. Ver. além de: I . EMENDA Nº 06/94. 274 . Art.dianteira. II . 273 . para uso da mulher grávida.O passe de que trata o "caput" deste artigo terá sua utilização regulamentada por lei. IV . III .comprovação da existência e manutenção de garagem e oficina mecânicas com indicação de sua localização. por empresa exploradora do serviço. expedida até o dia 20 de fevereiro. . especialmente com relação à área correspondente ao Sítio Histórico.03. SUBSEÇÃO I DO TRANSPORTE INDIVIDUAL E COLETIVO DE PASSAGEIROS POR FRETAMENTO Art. de trânsito e tráfego em condições especiais.licença anual.O transporte coletivo deve ser considerado pelo Poder Público Municipal como prioritário sobre o transporte individual.Fica proibida a carga e descarga de mercadorias. bem como disciplinar os serviços de carga e descarga e fixar a tonelagem máxima permitida aos veículos que circulem em vias públicas municipais. Art. como no que se relaciona aos recursos aplicados.controle do impacto sobre o meio ambiente. 02. no órgão próprio da administração.

por veículo. a unidade taximétrica do veículo. I.Art. I. comprovação de capacidade técnica. III. mediante a verificação do atendimento. IV . na proporção de um veículo para cada grupo de 500 habitantes.O Poder Executivo. no veículo. qualidade do serviço. III .A permissão para o serviço de transporte individual de passageiros será concedida. 281 .A concessão de novas licenças para serviço de transporte de passageiro por fretamento poderá ser efetuada a qualquer tempo. por parte do permissionário ou concessionário. 280 . exercerá o controle das permissões para o tipo de serviço.Só será concedida permissão para o transporte individual de passageiros ao taxista proprietário de apenas um veículo de aluguel a taxímetro ou especial. instalações adequadas e comprovação de propriedade de 20 por cento dos veículos com idade média de dois anos.identificação. observada a relação aritmética entre o número de habitantes da cidade e o número de veículos de aluguel a taxímetro ou especial. Art. Art. conforto e segurança do passageiro. Art. será concedida mediante documentação formal e selo obrigatoriamente afixado no pára-brisa dos veículos autorizados a operar. § 2º . dos seguintes requisitos: I . II. mediante o pagamento de taxa única mensal. Art. 277 . correspondente a uma UFM. Art. II . desta Lei.fixação máxima do número de passageiros por veículos e viagem.Fica assegurado a todos os taxista devidamente regularizado junto ao órgão municipal encarregado do sistema de transporte o fornecimento. da empresa contratante. condições das empresas operadoras no que concerne ao estado dos veículos. devem ser observadas as seguintes: I .designação dos veículos por número de ordem correspondente ao registro no órgão municipal. desta Lei.A licença de que trata o artigo 174. quando da revisão periódica a que está sujeita. pelo órgão de classe a que esteja vinculado.regularidade de emplacamento. obrigatoriamente. correspondente ao número de assentos. em lugar de fácil alcance da visão do usuário.Nos contratos firmados para execução dos serviços de fretamento. observar-se-á o disposto no artigo 189.Para a revogação da licença de operação de transporte coletivo por fretamento. somente para cooperativas e empresas ou taxista autônomo. § 1º . 275 . especialmente no que concerne à coincidência da . dentre outras obrigações. excetuando-se os casos previstos no artigo189 desta Lei.definição de rota. 276 . Art. 279 .Fica vedada a transferência de licenças de transportes coletivos por fretamento de uma para outra empresa. anualmente. 278 . das tabelas de atualização taximétrica aprovadas pelo Poder Público. observadas a demanda. sendo obrigatória a sua afixação no interior do veículo.

observado o disposto nos artigos 229. VI . 284 . o Sistema Nacional de . como titular do poder de polícia sobre as atividades que interessam à coletividade local. CAPITULO II DA POLÍTICA DO MEIO AMBIENTE SEÇÃO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. V . 283 .O Poder Público Municipal. inadmitida a transferência de placa para outro profissional sem a obrigatória e prévia comunicação ao órgão competente. atuará de forma cooperativa com os órgãos públicos e privados e ainda com Municípios.placa utilizada com o veículo identificado nos registros de licenciamento. III . empresa ou taxista proprietário possuir ou não licenciamento de ponto fixo de estacionamento. a revisão de veículos utilizados no serviço de transporte individual ou coletivo de passageiros.uso do combustível adequado para a utilização do veículo. 230 e 231 da Constituição do Estado. conforme dispõem a lei e os regulamentos.Para assegurar a efetividade desse direito. o conforto e a segurança do usuário. inclusive quanto ao comprometimento do ambiente de trabalho.a titularidade de permissão.estado ou situação que não comprometa a qualidade.comprovação de a cooperativa. a qualquer momento e em qualquer lugar do território sob sua jurisdição. com a finalidade de verificar o fiel atendimento das normas estabelecidas nesta Seção e nos regulamentos. Art. Parágrafo único . Art. Estados e Países que integrem a Região Amazônica.O Município integra. incumbindo ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo. II . ao qual incumbe promover a autorização. o Município.O meio ambiente ecologicamente saudável e equilibrado é direito de todo o cidadão. bem de uso comum do povo e essencial à qualidade de vida. 282 . IV .apresentação do Documento de Arrecadação Municipal (DAM) em relação a cada veículo. poderá proceder. as anotações e registros devidos. na condição de órgão local.

nem o libera do dever de respeitar normas e padrões pertinentes. no que segue: I .licenciamento de edificações. 285 . não o exime da obrigatoriedade de licenciamento no que tange à questão ambiental. ou a seu interesse público. dentro do perímetro urbano. através de órgão específico. Art.O Município. nas questões que lhe são afetas.fiscalização e controle preventivo de serviços com potencial de impacto ou passíveis de gerar comprometimentos ao meio ambiente. III . destinação e tratamento de resíduos sólidos. IV .O Município manterá órgão específico.coleta. . líquidos e gasosos. 230.Revogado (*) Emenda nº 03/2000. reformas e loteamentos. no planejamento e na fiscalização do uso dos recursos ambientais.prevenção e eliminação das conseqüências advindas da poluição sonora. V . para o trato das questões relativas ao meio ambiente. hídrica. estabelecer procedimentos e fazer valer o cumprimento de suas funções precípuas. desta Lei. áreas de recreação e logradouros de uso público. Parágrafo único . com prioridade. nas condições previstas no art. direta ou indiretamente realizadas pelo Município.proteger a fauna e a flora. de 29/03/2000.estocagem. tais como oficinas.A execução de obras com potencial de impacto. VII . competindo-lhe.Meio Ambiente.O Município. poluição provocada por veículos e qualquer ameaça ou dano ao patrimônio público e privado instalado no Município. para a qualidade da vida e do ambiente. deverá emitir normas. Art. parques. estabelecendo normas ou medidas com vistas à recuperaç_o ou redução de situações lesivas já existentes ou de estados constatados de poluição. Art. de materiais ou substâncias que comportem riscos efetivos ou potenciais para a vida. II . Parágrafo único . no nível da administração direta. Parágrafo Único . 287 . VI .O Município. visual. entre outras áreas. 288 . estejam elas na esfera pública ou privada. 286 . coibindo as práticas que coloquem em risco sua função ecológica ou concorram para a extinção das espécies ou submetam os animais a crueldade.O Município atuará na questão ambiental. na forma do disposto no art. da Constituição do Estado. postos de serviços para veículos e de fornecimento de combustíveis. 2l4. da erosão. comercialização e transporte. assegurará a participação das entidades representativas da comunidade. proceder à fiscalização e controle das atividades suscetíveis de degradar o meio ambiente ou comprometer a sua qualidade. instituirá plano de proteção ao ambiente e de prevenção às situações de comprometimento.controle e fiscalização das condições de uso de balneários. garantido amplo acesso dos interessados às (*)Art. respeitadas as instâncias federal e estadual.

de modo a resguardar a Floresta Amazônica da destruição. Parágrafo único. 293 .O Município. obrigam-se a instalar equipamentos que eliminem. proceder à arborização e restauração das áreas verdes no ambiente urbano e garantir a racionalidade na utilização dos recursos naturais.O Município embargará diretamente. se na condição de subvencionado ou conveniado com esse. . agentes e causas de poluição e degradação ambiental. resultado de auditorias e monitorias. Art. Art. bem como pela recuperaç_o do meio ambiente degradado pela exploração mineral. os agentes públicos terão o prazo máximo de 15 dias para comunicar o fato ao Ministério Público. 292 . perfil paisagístico ou a segurança da população e dos monumentos naturais de seu território. com o propósito de zelar pela efetividade do dispositivo constante do artigo 20.É dever do cidadão informar aos agentes públicos. Parágrafo único . § lº.Na hipótese de situações de infrações persistentes ou internacionais. em seu território. Art. Parágrafo único .Os empreendimentos cuja atividade resulte na liberação de resíduos poluentes ou potencialmente poluentes. a concessão de direitos. O Município de utilizará de programas especiais e campanhas de ampla repercussão e alcance popular com vistas a promover a educação ambiental no âmbito comunitário. (*)Art. independente da ação do Estado e da União procederá ao acompanhamento das licenças. da Constituição da República. as infrações ou irregularidades atentatórias à normalidade e ao equilíbrio ecológico de que tiver conhecimento. com o Estado e com a União. no exercício de seu poder de polícia ou através de pleito judicial para que a União exerça esse poder. autorizações de lavra e concessões de pesquisa e exploração. 289 .O Município. Art. corte ou poda de árvores ou arbustos frutíferos ou ornamentais sem autorização do órgão de defesa ambiental do Município. responsáveis pela execução da Política de Meio Ambiente. 29l . transformem ou reduzam essa condição. adotando medidas que visem a coibir o desmatamento indiscriminado. lavra ou exploração de recursos minerais que possam afetar o equilíbrio ambiental.É vedado o abate. autorização ou licenças. para a pesquisa. de 29/03/2000.A educação ambiental será proporcionada pelo Município na condição de matéria extracurricular e ministrada nas escolas e centros comunitários integrantes de sua estrutura e do setor privado. 290 . reduzir o impacto da exploração dos adensamentos vegetais nativos. sob pena de responsabilidade administrativa. as situações de riscos e a presença de substâncias danosas à saúde e à vida.(*) Emenda nº 03/2000. informando sistematicamente à população sobre os níveis de comprometimento da qualidade do meio ambiente. atuará cooperativamente. no que se relaciona ao interesse municipal.informações sobre as fontes. Parágrafo único .

deverão atender rigorosamente aos dispositivos de proteção ambiental e dispor dos mecanismos de controle que lhes forem requeridos pelo órgão competente. na forma da legislação específica. somente se prestarão às atividades de cunho científico ou àquelas próprias do turismo contemplativo.Para definição do valor da multa e demais procedimentos com relação aos atos infracionários ou lesivos. onde haja área de relevante interesse ecológico ou de proteção ambiental. os agentes liberados ou emitidos não poderão ser lançados diretamente na atmosfera. Art. na orla do bairro de Educandos. no solo. § 2º . permissionárias ou concessionárias de serviço público.Está facultado ao Município criar. critérios e níveis para o tratamento exigido em cada caso. Parágrafo único . a Praia do Tupé e a Praia do Amarelinho.As reservas ecológicas. independente de obrigação de restaurar ou ressarcir os danos causados. 296 . devidamente atestados pela Câmara do Meio Ambiente. não poderão ser transferidas a particulares. Art. além de sujeitar os infratores a sanções administrativas ou penais. da Constituição do Estado. a Ponte da Bolívia. reservas ecológicas ou declarar áreas de relevante interesse ecológico. se essas não dispuserem de mecanismos adequados de controle da poluição. § 2º . serão punidas com multas que poderão variar de 10 a 100.Mesmo após tratamento. de domínio do Município. (*)Art.O Conselho Municipal de Desenvolvimento e Meio Ambiente é o órgão .As empresas contratadas.Além do disposto no artigo 231. será observado o disposto no artigo 233 e seus parágrafos. e os igarapés localizados no Município de Manaus.As transgressões ou condutas atentatórias ao meio ambiente e à vida ou de lesa-natureza. Parágrafo único . 298 . de que trata o artigo 285 desta Lei. as normas. a qualquer título. no subsolo ou em cursos d'água. exceto as indispensáveis aos serviços públicos para a sua guarda. 295 . assim definidas na legislação específica. inadmitida qualquer obra ou edificação destinada à exploração econômica.000 UFMs (Unidade Fiscal do Município) ou Unidade correspondente. segurança e manutenção.O Poder Público Municipal fica impedido de contratar com empresas potencialmente poluentes. nas áreas de atuação privativa do Município.§ 1º .As terras devolutas. Art. § 1º . Art.O órgão competente do Poder Público Municipal estabelecerá. por critério próprio. em lei. o Tarumã. 294 . 297 . são consideradas áreas de interesse ecológico a Ponta Negra. da Constituição do Estado.

coleta. DESTINAÇÃO E TRATAMENTO DO LIXO Art. consultorias ou assessorias. da Constituição da República. tratamento e destinação do lixo. § 3º . bem como definição de urgência na sua regulamentação ou normalização.São considerados resíduos perigosos: I . de acordo com o disposto nos artigos 99. . resíduos ou escórias resultantes das diversas atividades desenvolvidas pelas pessoas físicas e jurídicas dentro dos limites municipais. é competência do Município.Serão definidas em lei as atividades ou situações passíveis de serem apenadas com a correspondente gradualidade da multa. caso não disponha de pessoal habilitado para tal. para a execução ou atendimento de situações específicas.Merecerão trato específico e diferenciado os lixos. concentração. de caráter absolutamente temporário.A limpeza pública.A expedição de alvará de funcionamento de empreendimentos passíveis de causar degradação ambiental e prejuízo à qualidade de vida da população dependerá do parecer prévio do órgão de Meio Ambiente do Município e do licenciamento do Sistema Estadual de Licenciamento de Atividade com Potencial de Impacto. VI. Parágrafo único . desta Lei. administração. características físicas. § 1º . Art. § 2º . 300 .Para efeito da aplicabilidade do que se estabelece no "caput" deste artigo. os resíduos serão classificados em perigosos e não-perigosos. (*) Emenda nº 03/2000. 299 . fiscalização e gestão do sistema municipal de limpeza pública. em decorrência da quantidade. químicas ou biológicas.Fica o Município autorizado a contratar.competente para julgamento dos recursos relacionados a atos e sanções administrativas aplicadas pelo órgão de defesa ambiental do Município. 302 . a organização. Art. SEÇÃO II DA COLETA.Constitui obrigação do Município capacitar e atualizar seus servidores para que exerçam com competência suas funções com relação ao trato da questão ambiental. I. 301 . serviço de caráter essencial. 303 . isoladamente ou em mistura com outras substâncias. Art. e 106. sob qualquer expediente.O Município não poderá delegar a outros. de 29/03/2000. conforme estabelece o artigo 30.aqueles que. incapacitações reversíveis ou não. possam: a) causar ou contribuir de modo significativo para um aumento de mortalidade da vida animal ou provocar graves doenças. Art. se necessário.

toxidez ou outras especificidades não sejam passíveis de descarte em redes de esgotos estações de tratamento ou cursos d'água.realização de investimentos necessários aos procedimentos objeto do inciso II. urbanos ou similares. forma de transporte. II . III . acondicionamento.b) representar substancial risco.esgotos sanitários domésticos. V . IV . industrial e hospitalar. armazenagem e industrialização.coleta. 304 . § 3º . tratamento e destinação. III . definidas na presente lei. comercial. presente ou potencial para a saúde pública ou para o ambiente.Não serão considerados resíduos sólidos perigosos: I . durante ou após recolhimento e processamento. bem como os previstos no § 3º deste artigo.cinzas e escórias provenientes da queima de carvão ou combustível fósseis. armazenados. por suas características de concentração. III . Art. § 4º . II . instalações. radioatividade.fluidos e outros resíduos decorrentes da perfuração e operação de poços de petróleo ou gás natural. identificação da fonte. reatividade.O sistema Municipal de limpeza pública compreende: I . tratamento e disposição dos resíduos. IV .O sistema deve ser desenvolvido em perfeita sintonia com as regras de uso do solo e da qualidade de vida. deverá promover estudos com revisões permanentes para a definição de áreas destinadas a depósito final do lixo coletado.outros que venham a ser classificados como tal.esgotos sanitários de hospital e casas de saúde. tratados ou manipulados de forma inadequada. § lº . estocagem.comercialização do produto originário do tratamento ou beneficiamento do lixo.O Município. toxidez. ao serem transportados. que venham a ser considerados como tal. observada a necessidade de pontos diferenciados para os .resíduos domiciliares. V . corrosividade. deste artigo.O trato a que se refere o "caput" deste artigo.os que apresentarem em suas características inflamabilidade.efluentes industriais provenientes de fontes pontuais. implicarão listagem. II . controle.os líquidos que. § 2º . VI .limpeza de vias. tratamento e diferenciação de lixo domiciliar. IV . critérios de classificação.resíduos de fontes específicas. definição de características. com alas ou setores de doenças infecto-contagiosas. em consonância com a política urbana. prédios e logradouros públicos.

de 10/10/2001 Art. II . para execução dos serviços de limpeza pública e coleta de lixo. botas e capas de chuva. de 10/10/2001 VIII – para cada 10 (dez) casas.definição do destino final do lixo coletado e mecanismos permanentes de modernização da industrialização e trato de armazenagem e depósito. VI . ainda que não utilizar equipamentos próprios de acondicionamento e separação do tipo de lixo.000 UFMs. por conta e risco próprios. além dos preceitos objeto do Título IV.O Município. o Poder Público poderá multar de 10 a 100. máscaras. depositar lixo na via pública e em locais não-autorizados para tal fim. taxação diferenciada e rígidas regras de controle.Incorrerá em penalidades de multa a pessoa ou empresa que. Parágrafo único . de 25/02/2002 Parágrafo Único – No uniforme dos garis deverá ter sinalização de segurança para o trânsito de veículos. com espaço separado para o lixo orgânico e para o lixo que pode ser reciclado.recolhimento de lixo urbano em equipamentos próprios e setorização diferenciada. e. para organização de consórcio que proceda à coleta e destinação do lixo produzido na área.estímulo à iniciativa de grande porte. em horário fora do previsto para coleta. em tinta fosforescente de cor viva. até o valor máximo fixado. de forma progressiva. concessão ou contrato que atendam. . luvas. (*) Modificado pela Emenda nº 21/2001.A limpeza pública e a coleta serão desenvolvidas em horários compatíveis. (*) Modificado pela Emenda nº 13/2001. por tipo de coleta. V . a colocação de um Coletor de Lixo Seletivo. IV . 305 . 306 . deverá obedecer aos seguintes princípios: I . 307 . previamente definidos pela administração e com amplo conhecimento público. VII – fornecimento aos garis coletores de lixo de equipamento de proteção. III . conforme definição em lei específica. Art. (*) Modificado pela Emenda nº 13/2001.diversos tipos de resíduos.proteção ambiental e pessoal contra a poluição e contágios decorrentes da atividade.Para os fins previstos no presente artigo.prioridade para coleta de lixo domiciliar e resíduos que submetam a população a substancial risco.Os serviços serão executados diretamente ou mediante permissão. tais como capacetes de segurança. obedecida a orientação e fiscalização do Poder Público. especialmente do Distrito Industrial.recolhimento de lixo hospitalar em equipamentos próprios. § 3º . Art. Capítulos V e VIII.

metais e restos vegetais.Em casos excepcionais.Para os casos de manipulação de resíduos perigosos.É facultado ao Poder Público regulamentar a coleta de lixo mediante solicitação de serviço diferenciado e pagamento de remuneração extra pelo contribuinte. II .Taxa de serviço de limpeza pública. tecidos. 313 . 310 . 187 desta Lei. papelão.Fica proibida a instalação de fábrica de processamento de lixo e ponto de depósito terminal da coleta no limite do centro urbano da cidade. III . 312 . plásticos.Os contratos. através do órgão competente.equipamentos específicos para o objeto do contrato e instalações físicas que incluam garagem. mediante comunicação expressa na forma contratual. V . Art. em caráter precário. 10 por cento como reserva técnica. oficina mecânica e postos de abastecimento de combustível. para coleta de resíduos perigosos. Art.exigência de experiência mínima no setor de três anos.fixação de frota necessária para o serviço.A Administração Pública poderá modificar. Art. papel. para executá-lo diretamente. manterá. convenientemente embalados. independente dos prazos estabelecidos no art. Art. Parágrafo único . 308 . CAPITULO III DA POLÍTICA DE SAÚDE . os procedimentos licitatórios serão de caráter nacional. VI .prazo de contrato não superior a dois anos. devida pelo usuário. no mínimo. Art. vedada a acumulação de contrato por mais de duas Regiões. vidro.desta Lei.O lixo consistirá de madeira. nos bairros postos de permuta de lixo domiciliar por tíquetes de vale-transporte.O Município. o Poder Público poderá intervir no serviço.fixação de tempo de vida útil dos veículos específico do serviço até cinco anos. 311 . IV . Art. aos seguintes requisitos: I . cuja condição de permuta será estabelecida pelo Poder Executivo. será diferenciada por tipo e natureza do lixo ou resíduo.definição de coleta diferenciada. 309 . ressalvadas ainda as áreas de interesse científico ou ecológico. definida e corrigida pelo Conselho Municipal de Desenvolvimento Econômico. alterar e rescindir os contratos de serviços de limpeza e coleta de lixo. acrescida de. de pública e notória crise no sistema. § 2º . § 1º . permissões ou concessões serão específicos por tipo de lixo ou resíduo ou líquido e por Região Administrativa.

segurança. renda. o Município. com mandato improrrogável de dois anos. em nível de decisão de entidades representativas de usuários. qualidade ambiental. propugnará por: I . trabalhadores de saúde e prestadores de serviços na formulação. 315 .A saúde é direto de todos os munícipes e dever do Poder Público assegurá-la mediante políticas sociais. liberdade. lazer. no controle de suas ações. . da comunidade jurisdicionada. constará no Plano Diretor de Saúde e obedecerá aos seguintes critérios: I .condições dignas de trabalho. III . por todos os meios ao seu alcance. respeitadas as seguintes diretrizes: I . 314 . acesso e posse da terra. II . trabalho. com instalação e acesso a todos os níveis dos serviços de saúde à população.Para atingir os objetivos estabelecidos no art. IV .Art.área geográfica de abrangência. educação. educação.especificidade e qualidade de serviços à disposição da população. acesso aos serviços públicos e outras condições usufruídas pelas pessoas integrantes da sociedade. habitação.Entende-se como saúde as condições resultantes da alimentação. proteção e recuperaç_o. III .participação direta do usuário. resguardado o direito deste de obter as informações e esclarecimentos sobre assuntos pertinentes à promoção. gestão e controle das políticas e ações de saúde em nível estadual. Art. Parágrafo único . 316 . saneamento. referida no inciso I. 320. regional e municipal.gestão democrática com eleições para cargos de chefia de postos de saúde. IV . moradia.universalização da assistência de igual qualidade. deste artigo. transporte.descentralização por região administrativa sob a direção única do Município através da Secretaria Municipal de Saúde.participação paritária.A atuação descentralizada. proteção e recuperaç_o de sua saúde e da coletividade. desta Lei. VI . V . II . saneamento básico. assegurada a participação pelo voto direto. Parágrafo único . Art. alimentação. transporte e lazer. econômicas e ambientais que visem à eliminação do risco de doenças e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção.integração das ações e serviços de saúde adequados às diversas realidades epidemiológicas.As ações e serviços de saúde no Município serão prestadas através do Sistema único de Saúde.características sócio-econômica e demográfica. a nível de unidade de prestadora dos serviços de saúde.descrição de clientela.

O Município aplicará. § 4º . organizar. as filantrópicas e sem fins lucrativos.planejar. controlar e avaliar. II . Art.planejar. no âmbito do Município. ações educativas em saúde em todos os tipos de serviços e órgãos afins. gerir. programar e organizar a rede regionalizada e hierarquizada do SUS. controlar e avaliar as ações e os serviços que lhe são inerentes. no âmbito do Município. no campo da medicina preventiva e emergencial. § 1º . parte da receita resultante de impostos.O Sistema único de Saúde.Serão de caráter obrigatório.II .respeito ao meio ambiente e controle da poluição ambiental. IV . § 1º .As ações de saúde são de relevância pública. § 2º . no que couber. prioritariamente. além de outras fontes. anualmente. em articulação com sua direção estadual.São atribuições do Município. atuando. preventivo e de recuperaç_o. no setor de saúde e saneamento.acesso universal e igualitário de todos os habitantes do Município às ações e serviços de promoção. III . sem qualquer discriminação. 318 . executar. 317 . b) vigilância sanitária.gerir. será financiado com recursos do orçamento do Município.É vedado ao Município cobrar do usuário pela prestação de serviços de assistência à saúde mantidos pelo Poder Público ou contratados com particulares. proteção e recuperaç_o da saúde. Art. e) prevenção. 319 . § 2º . no âmbito do Sistema único de Saúde: I . devendo sua execução ser feita através de serviços públicos e. § 3º .A aprovação de contratos de serviços privados cabe ao Conselho Municipal de Desenvolvimento Social. V . conforme dispuser a lei. de preferência.É vedada a destinação de recursos públicos para auxílios ou subvenções às instituições privadas com fins lucrativos. III . ouvida a Câmara de Saúde. por entidades privadas. as ações referentes às condições e aos ambientes de trabalho. tratamento e reabilitaç_o dos diversos tipos de agravos à saúde. do Estado.Os recursos destinados às ações e serviços de saúde no Município constituirão o Fundo Municipal de Saúde. inclusive transferências.executar serviços de: a) vigilância epidemiológica. Art. . c) atendimento odontológico. complementarmente. da União e da seguridade social. d) alimentação e nutrição.planejar e executar a política de saneamento com o Estado e a União.

inclusive no que se relaciona à manipulação do sangue e seus derivados e dos órgãos.definir estabelecimentos de manipulação. IV . 322 . junto aos órgãos estaduais e federais competentes. Art. que terá as seguintes atribuições: I . IX . Art. celebrados pelo Município.garantir a capacitação permanente de recursos humanos na área da saúde.garantir o acesso de toda a população aos medicamentos básicos e aos recursos da medicina alternativa através da elaboração e aplicação da lista padronizada dos medicamentos essenciais. tecidos e substâncias humanas. 323 . XI . 321 . II . observado o disposto na Constituição da República. X .executar a política de insumos e equipamentos para a saúde e saneamento básico.fiscalizar as agressões ao meio ambiente que tenham repercussão sobre a saúde humana e atuar.gerir as instalações municipais de saúde. observada a legislação pertinente. Art.VI . dentro de rigorosos padrões técnicos. dispensação e venda de medicamentos. a inspeção e fiscalização dos serviços de saúde públicos e privados. Art. atendidas as diretrizes do plano municipal para o setor.formular e avaliar a política municipal de saúde a partir das diretrizes emanadas da administração central do Sistema único de Saúde.O Município garantirá assistência integral à saúde da mulher através de .É da competência do Poder Público providenciar. 320 .planejar e fiscalizar a destinação dos recursos do Fundo Municipal de Saúde. II .avaliar e controlar a execução de convênios e contratos. para controlá-las.aprovar a contratação de serviços privados de saúde.A lei disporá sobre a organização e funcionamento da Câmara de Saúde. VIII . com entidades privadas prestadoras de serviços de saúde. principalmente aqueles possuidores de instalações que utilizem substâncias ionizantes. drogas e insumos farmacêuticos destinados ao uso e consumo humanos.fiscalizar os convênios e concessões. ao qual cabe: I .autorizar a instalação de serviços privados de saúde e fiscalizar-lhes o funcionamento. em seu âmbito de ação.A assistência farmacêutica faz parte da assistência global à saúde e as ações a ela correspondentes devem ser integradas ao Sistema único de Saúde. VII . órgão técnico do Conselho Municipal de Desenvolvimento Social.aprovar a instalação e funcionamento de novos serviços públicos ou privados de saúde. para assegurar proteção ao trabalhador no exercício de suas atividades e aos usuários desses serviços. V . III .

formuladas pelo Município. Art. o Município.06.Integrará. após o que se procederá à liberação dos animais sadios. judicial. de caráter facultativo. prestará o atendimento clínico. interromper a gravidez sem prejuízo para a sua saúde. compreendendo-se como tal a assistência ao pré-natal. manterá serviço de vacinação de animais. Art. Art. abrangerá: I . observado o que dispõe o artigo 226. com vistas ao que preceitua o "caput" deste artigo. e o artigo 244.Serão prioritariamente desenvolvidos pelo município programas materno-infantis. 328 . que compreendam alimentação. 329 . obrigatoriamente. obrigatoriamente.2001 Art. previstos em lei. prevenção e tratamento de doenças sexualmente transmissíveis. § 1º . de forma sistemática.O Sistema de Saúde prestará serviço de orientação e apoio ao planejamento familiar. § 1º . psicológico e social imediato à mulher.Os estabelecimentos de qualquer natureza. serviços de medicina alternativa. que inclua exames sorológicos. nos meios de comunicação. especialmente da AIDS. parto e pós-parto. nos casos previstos em lei. que dispuserem de corpo funcional misto.O Poder Executivo. * Art. § 7º.Será garantida à mulher livre opção pela maternidade.O Município deverá divulgar. 330 .Nos postos de saúde mantidos pelo Poder Municipal..Os animais apreendidos serão vacinados e mantidos por cinco dias para fins de resgate ou observação veterinária. estarão obrigados a instalar sanitários e vestiários privativos para uso de seus empregados. Art. Parágrafo único . da Constituição do Estado. assistência médico-odontológica e aplicação tópica de flúor à população em idade escolar e um programa específico para acompanhamento psicológico a crianças e/ou adolescente vítimas de violência sexual. a estrutura dos serviços municipais de saúde um centro de referência de doenças sexualmente transmissíveis. 324 . deverão ser ofertados. 326 . a garantia de evitar e. . 327 .programas a serem implantados no serviço de saúde da rede pública. (*) Alterado pela Emenda nº 08 de 12. 325 .A política antidrogas. § 2º . Art. § 3º . da Constituição da República. § 2º . prioritariamente voltado à prevenção da raiva. serão precedidas de ampla divulgação. informando sobre os Centros Municipais de atendimentos. programas sobre reprodução humana. através de órgão competente.Nos casos de interrupção da gravidez.As campanhas. através da rede pública de saúde e outros órgãos.O Município implantará programas de controle.realização de estudos e pesquisas sobre a matéria.

evasão. III . devidamente equipados e apropriados para as diversas manifestações culturais.ação coercitiva. acervos e outros bens de valor histórico.A atuação do Município com relação à cultura se efetivará. monumentos. Art.intercâmbio cultural amplo e irrestrito. impeditiva e punitiva aos danos. objetos. CAPITULO IV DAS POLÍTICAS CULTURAL E EDUCACIONAL. facilitará o acesso às diversas fontes de cultura e apoiará e incentivará a valorização e a difusão das manifestações culturais. álcool e fumo. 331 . documentos e imóveis. principalmente. IV . inclusive obras de arte.II . destruição e descaracterização de obras de arte. . proteção. restauração. III .criação e manutenção de espaços públicos acessíveis à população. através de: I . V .promoção de campanhas educativas para esclarecimentos dos malefícios decorrentes do uso de drogas. regional e brasileiro. 332 . conservação. VI .criação de núcleos de toxicômanos e alcoólicos anônimos.apoio à manutenção de entidades culturais de notório reconhecimento de utilidade pública. valorização e recuperação do patrimônio histórico-cultural.criação de centros de reabilitaç_o de usuários de drogas.O Poder Público garantirá à população do Município o pleno exercício dos direitos culturais.identificação.proteção. arquitetônico e paisagístico do Município. DO DESPORTO E DO LAZER SEÇÃO I DA CULTURA SUBSEÇÃO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. prédios. II . afrobrasileira e de outros grupos integrantes do processo cultural local. indígena. IV . valorização e difusão das expressões da cultura popular.

sob critério seletivo. arquitetônico. de 25. nas exibidoras de espetáculos musicais.criação de Oficina de Arte nos bairros. artística ou científica. IX . atendem ao expresso no artigo 147. VIII . promovam ou se ocupem da produção artístico-cultural. ou a propor medidas que tenham por objetivo lembrar datas marcantes ou vultos ilustres da história amazonense. § 3º . preço diferenciado. as propostas de intercâmbio ou participação de eventos relevantes a nível nacional ou internacional. § 2º .estímulo às iniciativas e organizações privadas no âmbito cultural. ouvida a Câmara de Cultura.O financiamento da programação de que trata este artigo correrá à conta de verbas orçamentárias e recursos do Fundo Municipal de Desenvolvimento Sócio-Econômico e outras fontes mobilizadas para tal. com redução de cinqüenta por cento. teatrais.2002. § 1º .estímulo e incentivo dos movimentos de jovens que exerçam atividades sócioculturais reconhecidas pela comunidade. apresentadas pelo conselho Municipal de Desenvolvimento Social.Os prazos a serem observados. 334 – Será garantido no Município.O Poder Executivo obriga-se a encaminhar.02. científico e tecnológico. foro competente para decidir sobre as . 335 . para os estudantes regularmente matriculados em estabelecimentos de ensino.estímulo e incentivo às pessoas físicas e jurídicas.desenvolvimento de programas específicos. X . circenses e cinematográficos.promoção do aperfeiçoamento e valorização de talentos e de profissionais da produção e animação cultural.Fica criada a Câmara de Cultura como órgão de apoio técnico. no início de cada gestão administrativa e anualmente.artístico. Art. para atendimento da formalidade estabelecida no "caput" deste artigo.97 Art. estimulando o desenvolvimento de suas habilidades pessoais.08. artístico. de conhecimento e da formação de acervos culturais e científicos. (*) Emenda nº 002/97 de 29. 333 .Deverá o Município instituir prêmios. XI .º 20. integrante do Conselho Municipal de Desenvolvimento Social. pelo Poder Executivo. visando à integração de portadores de deficiência física e sensitiva. visando a estimular a criatividade intelectual. Art.Do programa também deverão constar. § 8º. VII . de forma específica. paisagístico e científico. desta Lei. (*) Emenda n. a programação para o setor. estimulando o desenvolvimento de habilidades. cultural. * Art. 336 . submetendo-a à aprovação da Câmara Municipal. (*) XII . e dando oportunidade de surgirem novos talentos. para que invistam.

tendo por base sempre as escolas publicas. de uma estrutura complexa para o desenvolvimento de atividades sócio-culturais de qualquer natureza.questões relativas a esse seguimento. conjunto e acervos de áudio-vídeo. sala para espetáculos.Entende-se por estrutura complexa a que for integrada por biblioteca com seção para deficientes visuais. 337 . familiares e públicos. espaços livres criação e atividades culturais e eventos sociais e familiares. de estrutura simplificada. SUBSEÇÃO II DO PATRIMÔNIO CULTURAL .O Executivo Municipal dotará as Regiões Administrativas. § 2º . inclusive cinema.Entende-se por estrutura simplificada a composta por biblioteca. atividades culturais e eventos sociais. arquivos suplementares e leitores de microfichas e microfilmes. espaços livres para criação. § lº . e todos os bairros. Art. sala de áudiovídeo.

em conjunto ou parcialmente pelo Poder Executivo. arqueológico.Art. Art. por ano. ainda. que não preencham as exigências deste artigo.o ambiente na sua composição de homem. sítios ou lugares de valor histórico. recuperados e restaurados na forma original.as criações científicas. § 2º . de propriedade do Município ou de particulares. serão agravados progressivamente. ato que deverá ser dado a público. 339 . 340 . gozarão de desconto anual de setenta por cento do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana. paisagístico. VI . tombamento. II . o disposto na Lei nº 2044. o imóvel gozará da redução de até setenta por cento do valor do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana. flora e fauna. adequados ou doados ao Município. Art. reprimirá ações danosas ou atentatórias à sua integralidade ou caracterização. § 1º . portadores de referência à identidade.A partir da publicação do ato de tombamento no Diário Oficial do Município e da inscrição do fato no Registro Geral de Imóveis.Integram o patrimônio cultural do Município: I . vigilância. no que tange à proteção do patrimônio cultural do Município.as obras e objetos de arte ou de valor histórico. . que poderá ser feito individualmente.Constituem o patrimônio cultural do município os bens tangíveis e de natureza imaterial.as diversas formas de expressões culturais dos grupos constitutivos da sociedade. de 18 de outubro de 1989. os imóveis localizados no Sítio Histórico. desapropriação e outras formas de acautelamento e preservação e. com inscrições em livro próprio. III . § lº . fazer e viver dessa mesma sociedade. arquitetônico ou científico. VII .A partir da data de promulgação desta Lei. o patrimônio cultural por meio de registro. pelo percentual de setenta por cento do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana.os modos de criar.Os imóveis localizados no mesmo Sítio. § 2º .A incorporação de bens à condição de patrimônio cultural se fará por tombamento.O Município protegerá. bibliotecas e arquivos. § 3º . enquanto conservado adequadamente pelo proprietário ou ocupante. IV . tecnológicas e artísticas. edificações e monumentos. com a colaboração da comunidade.outros que vierem a ser tombados. à ação e à memória dos diferentes grupos formadores da sociedade. a partir do respectivo tombamento. devidamente conservados.Observar-se-à. V .conjuntos urbanos. 338 . cultural.

Incluem-se. papel e outros. determinado pelo Executivo.O Porto de Manaus. SUBSEÇÃO III DA MANUTENÇÃO E AMPLIAÇÃO DOS ACERVOS Art. 341 . . microfilmagem. danificar ou descaracterizar um bem tombado ou um patrimônio público municipal de qualquer natureza. independentemente da obrigação de ressarcir o Município dos gastos despendidos para recuperação. conforme dispõe o artigo 339 desta Lei. à esquerda. excetuando-se. como bem tombado pelo Patrimônio Municipal. se exclusivamente de propriedade ou interesse público. visando a determinação do percentual de redução do imposto predial. 343 .000 UFMs (Unidade Fiscal do Município).O Município garantirá assistência e orientação técnica nas áreas de biblioteconomia.Aquele que puser em risco. o aparelhamento necessário ao exercício de suas funções precípuas. Art. na forma da legislação específica. na manutenção e conservação de acervos culturais e na ampliação desses. Art. compreendido entre a Rua Leonardo Malcher e a orla fluvial. no trecho tombado. Sendo um patrimônio tombado. limitado esse espaço. ou efetuá-lo às expensas. a partir da data da promulgação desta Lei.Fica tombado. 25. cujo valor poderá variar de 10 a 100. caracterizará crime. sendo ele pessoa física ou jurídica. que deverão ser recuperados com vistas a se transformarem em vias de respiração e circulação da cidade. pelo igarapé de Educandos. não poderá sofrer alterações que modifiquem suas atuais características. com vistas ao estabelecimento das providências de trato. expedição de certidão. os igarapés e a orla fluvial. § 1º . recuperação de objetos de arte. de 06/05/2002. 342 . apenas. o centro antigo da cidade. se sujeitará ao pagamento de multa. § 1º. para fins de proteção. acautelamento e proteção. desta Lei. tendo como referência a Ponte Benjamin Constant. implicará a sua desapropriação. à direita. mediante processo administrativo.A descaracterização dolosa de imóvel tombado ou qualquer patrimônio público municipal. (*)OBS: Modificada pela Emenda nº. acautelamento e programação especial. pelo igarapé de São Raimundo e. de que trata o artigo 404.O Executivo investirá com recursos do Fundo de Desenvolvimento SócioEconômico do Município. museologia. em prazo nunca superior a doze meses. 344 . recuperação de telas. arquivo. § 3º . identificação e classificação dos imóveis e sítios. § 2º . a serem adotadas.Fica o Município incumbido de proceder às medidas relativas aos registros do tombamento. bem como emissão de normas a serem observadas para os casos de reformas e edificações. Parágrafo único . principalmente no que tange a sua estrutura física e área construída.Art.

com piso salarial igual a três vezes à menor retribuição paga aos funcionários públicos municipais. serão previstos recursos que possibilitem convênios de apoio e cooperação operacional. Academia Amazonense de Letras. Associação Amazonense dos Artista Plásticos e Movimento Alma Negra. União Brasileira de Escultores do Amazonas.valorização dos profissionais do ensino mediante planos de carreira para todos os cargos do magistério. tendo por objetivo o pleno desenvolvimento da pessoa humana. sem perda salarial. assegurada a participação pelo voto direto da comunidade escolar. para atendimento dessa finalidade.implantação progressiva do turno de oito horas diárias no ensino fundamental. fundada na reflexão da realidade. os seguintes princípios: I . observados.gestão democrática com eleições para os cargos de direção e deliberação dos estabelecimentos de ensino. no Orçamento. seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho. inclusive na aprovação do regimento interno e do currículo escolar. III . Museu do índio.gratuidade do ensino. mais a gratificação de cinqüenta por cento de regência de classe. portanto. V . promoção obrigatória e ingresso exclusivo por concurso público de provas e títulos. os acervos do Instituto Geográfico e Histórico do Amazonas. através de mecanismos como reuniões de pais e mestres e faculdade de uso do espaço escolar pela comunidade jurisdicionada. Clube da Madrugada. o afastamento temporário do funcionário de suas atividades. com mandato improrrogável de dois anos. destinados à manutenção das referidas entidades e efetivação de eventos públicos por elas promovidos.implantação de programas de capacitação e aperfeiçoamento do pessoal docente e técnico-administrativo. Parágrafo único . IV . II .incentivo participação da comunidade no processo educacional. será promovida e estimulada com a participação e colaboração da comunidade local. Museu do Homem do Norte.São integrantes do patrimônio cultural de Manaus e. merecedores de todo o zelo e atenção do Município. Museu do Porto de Manaus. a cargo do Município. com preparação para o trabalho e na pré-escola. 345 . Museu Tiradentes. SEÇÃO II DA EDUCAÇÃO Art. assegurado regime jurídico estatutário para todas as instituições de ensino mantidas pelo Município. além do estabelecido na Constituição da República e na Constituição do Estado. 346 . VI . ficando assegurado. .Para fins de cumprimento do "caput" deste artigo.Art. Academia Amazonense de Letras Jurídicas.A educação. anualmente.

ainda que no gozo de licença especial. VI .O Município promoverá. podendo ser dirigidos. VIII .programas especiais de ensino de técnicas agrícolas. Art. III .cursos livres permanentes de orientação sobre os direitos do homem e do cidadão.VII .fornecimento de material didático escolar. confessionais ou filantrópicas. casamento. V .garantia de remuneração complementar por regência de classe ou atividade técnica. 348 . prioritariamente. II . acidente de trabalho.horário especial de ensino ao menor trabalhador.ensino fundamental noturno regular para os que ultrapassem a idade própria. no conteúdo programático ministrado pelas escolas municipais. cujo valor se incorporará aos proventos da inatividade.atendimento em creches às crianças de zero a três anos de idade. inclusive odontológica. excepcionalmente. ou em razão do exercício de função diretiva ou de representação sindical. IX .A distribuição dos recursos públicos assegurará. serão incluídos os de educação ambiental e os de prevenção de acidentes pessoais e de trabalho. X .comprovem finalidade não-lucrativa e apliquem seus excedentes financeiros em educação.inclusão obrigatória. gestação. preferencialmente na rede regular de ensino. IV .O Município estabelecerá programa específico de treinamento para os professores na área rural. com cooperação do Estado e da União.Dentre os programas de conscientização coletiva. quando no exercício de atividade profissional. .programas especiais de ensino às crianças com dificuldades de aprendizagem. a manutenção de creches pré-escola e ensino fundamental. 347 . Parágrafo único . afastamento por doença. que: I . transporte. VII .atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência. anualmente. 349 .ensino pré-escolar e fundamental obrigatórios. Art. do ensino da Geografia e da História do Amazonas e de educação ambiental. definidas em lei. a escolas comunitárias.O Município manterá: I . Art. sendo destinados às escolas municipais da rede e zona rural. alimentação e assistência obrigatória à saúde. 350 . o recenseamento da população escolar demandante do ensino fundamental e fará a chamada dos educandos. Art.

promovam ensino gratuito à coletividade. § 2º .O Município aplicará. práticas educativas referentes a trânsito. Parágrafo único .Dos cursos de educação fundamental constarão.Os currículos escolares serão adequados às peculiaridades do Município e valorização sua cultura e seu patrimônio cultural e ambiental. educação sexual e prevenção do uso de drogas. Art. ouvida a Câmara de Educação. atendido o disposto neste artigo e mediante a deliberação do Conselho Municipal de Desenvolvimento Social. nos casos previstos no artigo 332.Os recursos de que trata este artigo somente poderão ser destinados à manutenção de bolsas de estudo. Art. desta Lei. até o dia 10 de março de cada ano. 353 . § 1º . no mínimo. 355 .Não serão consideradas aplicações para o desenvolvimento e manutenção do ensino aquelas relacionadas com obras de infra-estrutura urbana ou rural.Dos recursos orçamentários destinados à educação. anualmente. ou ao Poder Público.Fica o Poder Público proibido de utilizar mecanismos de redução ou . filantrópica ou confessional. Art. bem como os quantitativos a elas destinados e suas respectivas finalidades. obrigatotiamente.O Município não manterá escolas de nível superior nem subvencionará estabelecimentos dessa natureza até que estejam atendidas todas as crianças demandantes do ensino fundamental. Art. fundamentados nos princípios da democracia. § 2º . e nos casos de absoluta falta de vagas e cursos regulares da rede pública. mesmo que beneficiem a rede escolar pública. nunca menos de 30 por cento da receita resultante de impostos e das transferências recebidas do Estado e da União na manutenção e desenvolvimento do ensino. por ano. III . 10 por cento na educação pré-escolar. Art. o Município aplicará. VIII. no caso de encerramento de suas atividades. na liberdade de expressão e no direito ao conhecimento do respeito à dignidade e direito humanos. 352 .assegurem a destinação de seu patrimônio a outra escola comunitária.O Calendário escolar municipal será flexível e adequado às peculiaridades locais climáticas e às condições sociais e econômicas dos alunos.II . ecologia. a relação nominal das entidades privadas de ensino beneficiadas com recursos públicos. cinco por cento na educação da área rural e três por cento na educação especial.O Poder Executivo publicará. 351 . 354 . § 1º . direitos humanos.

Parágrafo único . o Poder Público Municipal publicará. lazer. artes.O ensino é livre à iniciativa privada.isenção de impostos e taxas municipais. .O desporto e o lazer. visando à aquisição de vagas em estabelecimentos educacionais de caráter não-filantrópico. Art. de qualquer grau ou nível.cumprimento das normas gerais da educação nacional. 360 . II . 358 . garantindo. 357 .O Poder Público assegurará. Art. instalados nos bairros. para conhecimento amplo. independente de poder aquisitivo. assim. Parágrafo único .O Município criará e manterá Unidades Integradas de Educação e Saúde com dependências para creche. atendidas as seguintes condições: I . Art. esporte. bem como estabelecerá os critérios de seleção dos mesmos. 356 . a concessão de estágio profissional remunerado em número nunca inferior a cinco por cento do quadro permanente de servidores municipais. orientações profissionais e outros programas importantes desenvolvidos nos centros de recreação das Unidades Integradas. são direitos de cada um e de todos os cidadãos.autorização e avaliação pelo Poder Público Municipal. com vistas à alimentação. a relação das áreas profissionais. da qualidade do ensino ministrado. nas suas diversas manifestações. leituras. mediante convênio com estabelecimentos de ensino profissionalizantes.O escotismo é considerado método complementar de educação e deverá receber apoio dos órgãos municipais. Parágrafo único . seguindo normas do Conselho Estadual e da Câmara de Educação do Conselho Municipal de Desenvolvimento Social.O não-atendimento às normas gerais relativas ao ensino e aos seus profissionais acarretará sanções administrativas e financeiras. Art.O Município viabilizará programas especiais de Educação Informal para atender a crianças e adolescentes que freqüentem o ensino fundamental em meio período. pré-escola. escola do ensino fundamental e centro de recreação. SEÇÃO III DO DESPORTO E DO LAZER Art. que receberão estagiários.Anualmente. berçário e banco de aleitamento materno. continuidade da assistência integral ao menor. sendo dever do Município criar condições de acesso e usufruto em segurança à população. 359 . dependências para o posto de saúde com ambulatório.

facilidade de acesso. II .O Executivo Municipal proverá cada bairro e cada vila.O lazer comunitário compreende jogos.Integrará. música.economia de construção e manutenção. V .preservação da identidade cultural.obediência às normas usuais de segurança. mostras e exposições de artes.O Município destinará recursos e investirá no desporto e no lazer comunitários e estimulará a iniciativa privada a adotar idêntico procedimento.o máximo possível de utilização das áreas pelo público a que se destina. conferências.consideração de valores estéticos e proteção das belezas naturais. olimpíadas ou outras práticas assemelhadas.No planejamento de qualquer unidade de recreação deverá ser obrigatoriamente considerado: I . apropriados para essas práticas. § 1º . na obrigatoriedade de. a programação de investimento a ser . no âmbito rural. priorizando. IV .público alvo.preço acessível ao poder aquisitivo da população usuária. tais como celebrações ou comemorações de datas festivas.O desporto compreende as práticas notoriamente reconhecidas como tal. promovê-los e estimular a sua realização como forma de incentivo e sensibilização a essas atividades. 363 . VIII . 362 . de funcionamento e supervisão. no primeiro caso. atividades dramáticas. VII . o desporto participação. facilitando-se o uso destas pela comunidade jurisdicionária. festas populares. 365 . atividades ligadas à natureza. § 3º . § 1º . Art. além de outros. sistematicamente.Estará facultado ao Poder Municipal contribuir financeiramente para a realização de torneios.Art. § 2º . 361 . quando de iniciativa alheia à sua esfera administrativa. festas folclóricas. obrigatoriamente. de áreas adequadas a práticas desportivas. inclusive a portadores de deficiência. devidamente referendadas pelo Conselho Regional de Desportos. de educação física e lazer comunitário. Art. de caráter não-comercial e profissional. VI . feiras. atividades sociais. § 2º . quermesses.O Município garantirá atendimento desportivo e recreativo especializado ao deficiente no âmbito escolar e de logradouros ou ambientes de uso comunitário. 364 . audiovisuais. ficando este. leilões. entretanto.É vedado ao Município subvencionar entidades desportivas profissionais ou recreativas de uso restrito. certames. Art. esporte. Art. festivais.Todas as escolas e centros comunitários edificados pelo Poder Municipal deverão dispor de espaço apropriado para o desenvolvimento de práticas de educação física e desportivas. cinema. III .

campos para futebol.centro de criatividade para produção artístico-cultural. além do disposto no § 1º deste artigo. 370 . 368 . segundo a natureza do estabelecimento. § 1º . áreas verdes. no início de cada gestão administrativa. cinema ao ar livre. IV . Parágrafo único .Para o fomento das práticas desportivas no Município. praças. parques infantis. facilidades para evacuação das pessoas e prevenção de sinistros.locais apropriados para adolescentes. colônias para férias. idosos e deficientes. prevenção de possíveis emergências e dependências sanitárias. igarapés e áreas delimitadas para tal. capoeira. programa de construções de unidades para recreação. teatros. devem constar.parques infantis.Os espaços de recreação pública deverão. Parágrafo único . 367 . deverá ser observado o disposto no artigo 208 e seus parágrafos.lugares adequados para adultos. II . ioga. obrigatoriamente. § 2º .O Município fomentará as práticas náuticas.apresentada pelo Poder Executivo. hortos e outros. Art. bosques. 366 . deverão conter. ao Legislativo Municipal. V . Art. sauna e outros estabelecimentos similares. pelo menos. danças. no seu quadro. piscinas. salões para dança.Os ambientes fechados. Art. Art. da Constituição do Estado. 369 . Art. lutas marciais.acomodações para famílias. as seguintes unidades: I . III .Do programa geral de construção de unidades recreativas. espaço para exposições. VI .áreas de proteção da natureza. áreas para acampamento. o Poder Público Municipal determinará providências de apoio à participação de representações atléticas em competições nacionais de relevante interesse. ginásticas. salas para espetáculo. estádios. parques.O Município só concederá ou renovará alvará de funcionamento às academias de cultura física.Não serão admitidas no Município práticas recreativas que submetam os animais a crueldade ou que provoquem ou contribuam para sua extinção. estar assistidos de aparato de segurança. ginásios. pescas desportivas e recreação pública em rios. com profissionais habilitados nas áreas de educação e medicina. incluindo-se nessas a prática de esporte e lazer dirigido. mediante a comprovação de contar. obrigatoriamente.Mediante plano anual apresentado pelas federações desportivas amadoras.Entende-se como unidades de recreação: quadras. destinados à recreação pública. observada a legislação específica. CAPITULO V .

A assistência social será prestada a quem dela necessitar. além de outras fontes. independentemente de contribuição à seguridade social. psicológica e serviços funerários. IV .a defesa dos direitos das crianças e adolescentes.garantir. aos adolescentes e às crianças em situação de risco. Art.a integração do indivíduo ao mercado de trabalho e ao meio social. casas de recuperaç_o e albergues. de acordo com os objetivos previstos nas Constituições da República e do Estado.o amparo à velhice.DA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA E PROMOÇÃO SOCIAL Art. 372 . III . da Constituição da República. VII . no âmbito de sua competência.a integração das comunidades carentes. para viabilizar o acesso à moradia à população de baixa renda. com base nas seguintes diretrizes: . o Município investirá na criação e manutenção de asilos. VI . certidões. do Estado e da União. 374 . cópia documental de interesse particular para os reconhecidamente pobres. Parágrafo único . social. VIII .Com o objetivo de viabilizar os propósitos deste artigo. na área da assistência social. às vítimas de violência.o amparo às vítimas de acidentes ou fatos catastróficos. IX . Art.garantir. a quem dela necessitar. o Município buscará a participação das associações representativas da comunidade.contribuir com o Estado no que se relaciona à destinação de áreas e obras de infra-estrutura no âmbito de sua competência.As ações do Município. gratuitamente. 375 . 373 . e organizadas de conformidade com o previsto no artigo 204.A maternidade e a paternidade constituem funções sociais de relevância. Art. assistência sanitária. assegurados no artigo 227 da Constituição da República.A ação do Município no campo social objetivará promover: I .Na formulação e desenvolvimento dos programas de assistência social. aos incapazes. registros. V . Art. gratuitamente. aos deficientes. que inclui verbas do Município. II . 371 . serão realizadas por equipes multiprofissionais. devendo o Município assegurar os mecanismos para o seu desempenho. com recursos do orçamento da seguridade social.programa de prevenção e atendimento especializado aos usuários e dependentes de drogas.

Art. assistência psicológica e desintoxicação dos viciados em drogas.As ações do Município de proteção à infância e à adolescência serão organizadas na forma da lei. têm mandato de 02 (dois) anos.É dever do Município cooperar para o provimento de órgãos públicos e auxiliar os privados filantrópicos. devendo ser levada em conta sua condição peculiar de pessoa em desenvolvimento e de seus direitos terem. na formulação das políticas e no controle das ações em todos os níveis.Fica criado o Conselho Municipal de Assistência Social. preferencialmente. III . emprego. IV .participação da população. Art. controle e fiscalização de sua execução. permitida uma .descentralização do atendimento. nomeados pelo Prefeito. assim como implantação.realização de programas de assistência médica. nutricional e social.A criança e o adolescente são sujeitos de direitos. atividades esportivas.atendimento prioritário às crianças e adolescentes em situação de risco.priorização dos veículos familiares e comunitários como medida preferencial para a integração social de crianças e adolescentes. odontológica. por meio de organizações representativas. encarregados de atividades ligadas à prevenção e fiscalização do uso de drogas e entorpecentes.O Município atuará complementarmente ao Estado no amparo e formação psicológica. cabendo a coordenação e as normas gerais à esfera federal e a coordenação e a execução dos respectivos programas às esferas estadual e municipal. definidos em lei. órgão de deliberação colegiada. bem como a entidades beneficentes e de assistência social. 379 . Parágrafo único . com recursos humanos e materias que se fizerem necessários. realizado em seus lares. social e profissionalizante da criança e do adolescente a que for atribuído ato infracional. absoluta prioridade. Art. vinculado à estrutura do órgão da Administração Pública Municipal. na formulação de políticas e programas.I .O atendimento à criança e ao adolescente será. 376 . sempre. responsável pela coordenação da política de Assistência Social no âmbito do Município de Manaus. dando prioridade à criança e ao adolescente carente e em situação irregular. 378 .participação da sociedade civil. acompanhamento. 380 . 377 .descentralização político-administrativa. II . (*) Emenda à LOMAN Nº 07. * VI – retirar o menor da rua. V . cujos membros. através de suas entidades representativas. Art. reintegrando-o à família com bolsa escola. II . e observadas as características culturais e sócio-econômicas locais. com base nos seguintes termos: I . de 12/06/2001 Art.

O Conselho Municipal de Assistência Social contará com uma Secretaria Executiva. Parágrafo único . e respectivos suplentes. ressalvado o direito de opção. bem como de incentivo e apoio à criação de cooperativa de trabalho. 382 .única recondução por igual período. deste artigo. para mandato de 01 (um) ano.O Conselho Municipal de Assistência Social é composto por 18 (dezoito) membros. dentre representantes dos usuários ou de organizações de usuários.O benefício será requerido ao Prefeito. provimento das representações relativas ao parágrafo primeiro.Cabe ao Município criar mecanismos sociais que facilitem o desempenho profissional e a consciência social dos cidadãos.09 (nove) representantes governamentais. INCLUSIVE NOS PARÁGRAFOS. permitida uma única recondução por igual período. de acordo com os critérios seguintes: I . II . que o . Art. 383 . § 1º .09 (nove) representantes da sociedade civil. 01 (um) representante da Entidade formadora e 06 (seis) representantes da Prefeitura de Manaus.A forma de organização. fica assegurada uma pensão especial. incluindo 01 (um) representante da União. Art. as atividades e o atendimento preferencial da mulher gestante em prédios e logradouros públicos em que ocorram filas e exijam espera. das entidades e organizações de assistência social e dos trabalhadores do setor. PELA EMENDA Nº 003/95. sendo inacumulável com quaisquer rendimentos recebidos do Poder Público. Parágrafo único . a qualquer tempo. funcionamento. § 2º . § 4º . cujos nomes são indicados ao órgão da Administração Pública Municipal responsável pela coordenação da política municipal de Assistência Social.A presidência do Conselho Municipal de Assistência Social será exercida por um de seus integrantes. correspondente a um salário piso do servidor municipal. aprovado por ato do Chefe do Executivo. § 3º . e seus incisos.Ao portador de hanseníase ou doença infecciosa crônica. será definida em Regimento Interno. ARTIGO MODIFICADO. comprovadamente incapaz de prover seu sustento. exceto em benefícios previdenciários.Será facilitado o trânsito. escolhidos em foro próprio sob fiscalização do Ministério Público Estadual.O Poder Público desenvolverá programas de capacitação e valorização de mão-de-obra feminina. eleito dentre seus membros. Art. 381 . 01 (um) representante do Estado.

Parágrafo único . a manutenção da contratação das referidas pessoas. aqueles integrantes da Região Amazônica.fomentar a livre iniciativa. as empresas interessadas formalizarão pedido ao Conselho Municipal de Desenvolvimento Social.As empresas que comprovarem manter em seus quadros funcionais dez por cento do total de seus empregados. qualquer que seja o número destes últimos. 387 .Para ter acesso ao gozo da referida isenção. gozarão da isenção de 20 por cento do imposto sobre serviços de qualquer natureza.Os pedidos de isenção. com especialidade. trimestralmente. impondo-se a mesma obrigação ao Município em relação aos seus servidores.concederá mediante deliberação do Conselho Municipal de Desenvolvimento Social. CAPITULO VI DA POLÍTICA ECONÔMICA SEÇÃO I Disposições GERAIS Art. o Município atuará de forma exclusiva ou em articulação com a União. prioritariamente. 385 .As empresas que desfrutarem de benefícios fiscais ou financeiros concedidos pelo Município e que possuam número de empregados superior a cem.Para a consecução do objetivo mencionado neste artigo. 386 . com Países. § 2º . obrigando-se a comprovar. serão concedidos sob forma de aplicação imediata. com o Estado.Na promoção do Desenvolvimento econômico.privilegiar a geração de emprego. Art. bem como para valorizar o trabalho humano. com idade superior a 45 anos.O Município promoverá o seu desenvolvimento social e econômico. 384 . com os Municípios e. ex-hansenianos. . manterão creches e pré-escola para os filhos destes. bem como qualquer empresa com número de empregados superior a duzentos. Art. agindo de modo que as atividades econômicas realizadas em seu território contribuam. deficientes e pessoas idosas. se necessário. desde que observados os requisitos exigidos. § 1º . para elevar o nível de vida e o bem-estar da população local. ex-presidiários. II . Art. o Município agirá no sentido de: I .

apoiar ou incentivar o desenvolvimento de atividades produtivas. . VIII . II . entre outros: I . o cooperativismo e as microempresas.O Município desenvolverá sua ação de forma direta.estímulos fiscais e financeiros.garantir o escoamento da produção.dar tratamento diferenciado à pequena produção artesanal e mercantil.compatibilizar a atividade econômica com a proteção do meio ambiente. assim definidas conforme estabelece o art. Art. II . a realização de investimentos para formar e manter infra-estrutura capaz de atrair. destinada a viabilizar esse propósito. inclusive para os grupos sociais mais carentes.crédito especializado ou subsidiado. possibilitando-lhes acesso aos meios de produção e geração de renda. VI . IV . sobretudo aquela destinada ao abastecimento alimentar.estimular e privilegiar o associativismo. Art.utilizar tecnologia de uso intensivo de mão-de-obra. IX . seja diretamente ou mediante delegação ao setor privado. 389 . incisos I e II. considerando sua contribuição para a democratização de oportunidades econômicas. com prioridade à empresa rural. 168. IV . V .assistência técnica. no campo de sua competência.É de responsabilidade do Município.eliminar entraves burocráticos que possam limitar ou restringir o exercício da atividade econômica.investimento de infra-estrutura básica e de apoio. para que sejam efetivados.oferecer meios para assegurar ao pequeno produtor e trabalhador rural condições de trabalho e de mercado para os produtos. III .A atuação do Município na área rural estará voltada para a fixação de contingentes populacionais. às microempresas e às pequenas empresas locais. 388 . 390 . junto a outras esferas de governo. podendo contratar ou conveniar com instituições de âmbito público ou privado. § 1º.garantir a utilização racional dos recursos naturais.III .proteger os direitos dos usuários dos serviços públicos e dos consumidores. Art. III . 391 . a rentabilidade dos empreendimentos e a melhora do padrão de vida da família rural. VII .racionalizar a utilização de recursos naturais. da Constituição do Estado. empenhando-se em: I . indireta ou reivindicatória. Art.serviços de suporte informativo ou de mercado. V . estabelecendo a necessária infra-estrutura.O Município dispensará tratamento diferenciado à microempresa e à empresa de pequeno porte.

estocagem e higiene. priorizando o turismo receptivo. indireta e fundacional. 396 . respeitadas as diretrizes estabelecidas pela União.adoção permanente de plano turístico integrado.priorização de investimentos que visem à formação de estrutura turística voltada para o aproveitamento das potencialidades existentes no Município. definido em ato do Prefeito. estabelecidas pelos órgãos competentes da estrutura do Poder Público. 393 . principalmente a valorização do patrimônio histórico. particularmente no que tange a investimentos de lazer e serviços. de trânsito e de saúde pública.É vedada a comercialização de gêneros alimentícios que não atendam às condições mínimas de manuseio. 402 e 403 desta Lei.a habilitação sumária e procedimentos simplificados para participação em licitações públicas. 395 .A diferenciação de tratamento se efetivará mediante a aplicação do previsto nos arts. desde que não prejudiquem as normas ambientais de segurança. de silêncio.O Município deverá manter articulação permanente com os demais Municípios e com o Estado. visando à utilização racional dos recursos hídricos e das bacias hidrográficas. . Art. 392.apoio e estímulo à iniciativa privada voltada para o setor.a simplificação ou eliminação. de procedimentos administrativos em seu relacionamento com a Administração Municipal direta. 397 . III . 392 . através de ato do Prefeito. o Poder Executivo desenvolverá ações conforme dispõe o artigo 179 da Constituição do Estado. 394 . permitirá às microempresas se estabelecerem na residência de seus titulares. § 1º . Art.O Município promoverá e incentivará o turismo como fator de desenvolvimento social e econômico. e prioridade de atendimento nos serviços de assistência técnica.Fica assegurado às microempresas ou empresas de pequeno porte.Para fins previstos no "caput" deste artigo. III . II . Art. bem como preferência na aquisição de bens e serviços de valor compatível com seu porte. II .Parágrafo único . sejam eliminadas as formas e fatores geradores ou motivadores de entraves. Art.a notificação prévia quando da realização de qualquer tipo de fiscalização no âmbito do Município. em caráter precário e por prazo limitado. Art.O Município propugnará para que. no campo da economia. entre outras. entre outros: I .O Município. paisagístico e natural. das seguintes diretrizes: I . Art. com vistas ao atendimento. desperdícios e subutilização de estruturas ou equipamentos de uso coletivo. desde que haja conveniência para a administração. nos assuntos de natureza administrativa e fiscal.

A lei definirá as condições de participação. organização e funcionamento do Conselho Municipal de Desenvolvimento Econômico. . IX .apoio a programa de sensibilização da população e de segmentos sócioeconômicos de importância para o setor. ao inventário do patrimônio turístico da cidade e levantamento dos logradouros e estabelecimentos de suporte à atividade turística.13ª Região. com funções deliberativas. VI . preços de serviços públicos. II . III .Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado do Amazonas. VI . composto pelo Prefeito. de geração e complementado da renda familiar. arquitetônicos e turísticos.Federação da Agricultura do Estado do Amazonas. objetivando garantir a funcionalidade desses equipamentos e o atendimento satisfatório de seus usuários. promoção de emprego.IV .Associação Comercial do Amazonas. § 2º .O Poder Executivo procederá. IX . reguladoras e normativas. IV .O Município incentivará o trabalho artesanal e apoiará o artesanato como forma de suporte à atividade turística e principalmente. VII . V .Governo do Estado. V .proteção e incentivo às manifestações folclóricas e culturais. renda e incentivos. VIII . § 3º . VIII .Fica criado o Conselho Municipal de Desenvolvimento Econômico. 398 .Federação dos Trabalhadores do Comércio. e representantes de: I . arquitetônicos e culturais do Município. VII . ocupação e fruição de bens naturais.formação de pessoal especializado. dispondo de composição paritária entre representantes oriundos do setor público e privado.manutenção e aparelhamento de logradouros públicos sob a perspectiva de sua utilização. voltadas.Superintendência da Zona Franca de Manaus. Art.Federação dos Trabalhadores da Indústria. Art. acessoriamente ao setor.Conselho Regional de Economia .conservação e preservação dos valores artísticos. sistematicamente. para as áreas de abastecimento.regulamentação de uso. 399 . como Presidente.difusão e divulgação da Cidade de Manaus como pólo de importância turística. X . prioritariamente.Federação das Indústrias do Estado do Amazonas.

Sindicato do Comércio dos Feirantes. a Programação de Investimentos para o exercício. 402 .contrapartida a ser oferecida pela beneficiada.A lei regulamentará a Política de Incentivos Fiscais e Extrafiscais. Art. XII .concessão diferenciada do benefício.regressividade . XIII . XI .gradualidade . de acordo com as . com o propósito da exploração de serviços públicos. Parágrafo único . II . III . na esfera de sua competência.reciprocidade . encargos e benefícios sociais.condição de prazo certo que deve ter o incentivo. ouvido o Poder Legislativo. Art. anualmente.O Município. 401 .Integrarão o Conselho a Comissão de Abastecimento e a Comissão Tarifária. SEÇÃO II DA POLÍTICA DE INCENTIVOS FISCAIS E EXTRAFISCAIS Art.Seção Amazonas. 400 .Fica assegurada às empresas prestadoras de serviços de educação.Distritos e Regiões Administrativas. § 2º .condição necessária à retirada do incentivo num processo gradual.Associação Brasileira dos Agentes de Viagens .Fundação Universidade do Amazonas. § 1º .transitoriedade . com base nos seguintes princípios: I . na forma da lei. responderá pela realização de investimento para a formação de infra-estrutura básica e de apoio necessários à sustentação e motivação das atividades produtivas. § 1º .O Município poderá conceder incentivos fiscais relativos aos tributos de sua competência e incentivos extrafiscais para as atividades consideradas de fundamental interesse ao seu desenvolvimento. expressa em salário.X . saúde e turismo a simplificação de procedimentos em todos os atos relacionados com a administração Pública Municipal.Em casos excepcionais. IV .Sindicato do Comércio Varejista. até 15 de março de cada ano. poderá o Município autorizar a realização de investimentos pelo setor privado. XIV .O Poder Executivo encaminhará à Câmara Municipal para aprovação.

recursos do orçamento do Município.empréstimos ou doações de entidades.resultado da remuneração dos recursos momentaneamente não-aplicados. IX . III . da Constituição do Estado.Os benefícios sociais de que trata o parágrafo 1º. sanções administrativas e de condenações judiciais por atos lesivos à comunidade e ao meio ambiente. a ser regulamentado pela Lei de Incentivos Fiscais e Extrafiscais. 403 ._s microempresas prestadoras de serviços serão concedidos os favores fiscais de isenção do imposto sobre serviços de qualquer natureza e isenção da taxa de licença para localização de estabelecimento. V . Parágrafo único .apoio à pesquisa.Para atender ao disposto no "caput" deste artigo.promoção do desporto educação III .outras fontes internas e externas. § 1º. especificamente para as áreas de urbanismo e meio ambiente. VIII .É vedada a aplicação dos recursos do fundo para outras finalidades que não as . da Constituição da República.apoio às microempresas prestadoras de serviços através do apoio gerencial. fica criado o Fundo Municipal de Desenvolvimento Econômico e Social. I. e destinar-se-ão às atividades econômicas e sociais do Município de Manaus. IV . 404 .inversões em prol da recuperaç_o de estados críticos de comprometimento ambiental.recursos oriundos das multas de qualquer natureza. § 1º . II . bem como a concessão de financiamentos através de linha de crédito subsidiada.Os incentivos extrafiscais compreendem: I . inclusive fiscais.valorização e difusão das manifestações culturais. Art. § 1º. a partir do seu ingresso no Banco Oficial do Estado. § 2º .participação no resultado da exploração a que se refere o artigo 20.prioridades estabelecidas em lei.retornos e resultados de suas aplicações.Os incentivos fiscais de competência do Município são os referentes ao artigo 130 desta Lei. deste artigo. cuja composição de recursos será efetivada com base nas seguintes origens: I . são os definidos no artigo 212. Art. § 2º . VII . II . IV . tecnológico e mercadológico. V . à capacitação científica e tecnológica e difusão de conhecimentos.transferência da União e do Estado.contribuição de cinco por cento da isenção concedida pelas empresas beneficiadas com essa condição. previstos anualmente na lei de diretrizes orçamentárias. VI . calculados com base em indexador oficial.

correspondente ao valor do contrato e até o limite de 10 por cento do total do imposto devido. entre membros da iniciativa privada e do setor público.Os impostos previstos no artigo 135. definitiva. pesquisa sem fins lucrativos e lojas maçônicas regulares. Art. 405 . e a redução calculada mensalmente à base de um 12 avos do valor total contratado. I. IV.Os contratos deverão ser anuais.previstas neste artigo. sendo o Banco Oficial do Estado seu agente financeiro.ato ou ocorrência grave de responsabilidade jurídica da empresa beneficiária. 407 . SEÇÃO III . Art. § 3º . que implicar prejuízo. Parágrafo único . comprometimento ou degradação do meio ambiente. desta Lei.descumprimento das condições convencionadas para a concessão do estímulo em causa. irrecorrível e irreversível do incentivo concedido pelo Município para empreendimento ou pessoa jurídica beneficiada com essa condição.Resultarão na suspensão automática.ato comprovado de burla ao fisco de qualquer esfera. 406 . sistemática e periodicamente. com repasses mensais.O fundo mencionado no § 1º deste artigo será administrado por um Comitê. a fiscalização com referência ao que tratam os incisos deste artigo.O Poder Executivo exercerá.As empresas prestadoras de serviços que efetuarem contrato de treinamento de seus servidores com a Escola Municipal de Serviço Público. § 2º . risco. gozarão de redução do imposto sobre serviços de qualquer natureza. exercerá a fiscalização do cumprimento dos incentivos concedidos e provocará a ação do Poder Executivo em relação à nãoobservância da Lei e desta Lei Orgânica. no exercício de suas funções. § 1º . III . ônus social. II . não incidirão sobre entidades de cultura. cuja composição será definida em lei. as seguintes situações: I .O Poder Legislativo. Art.

Parágrafo único . a assistência técnica. para a área agrícola e fundiária. inclusive as de pesquisa. com vista ao melhor aproveitamento dos seus recursos. Art. o crédito. IV .DO ABASTECIMENTO Art. II . respeitando suas limitações e potencialidades. a ser implementada pelo Município.a reforma agrária é fundamental ao processo de desenvolvimento. especialmente alimentar. agropecuárias. observados os princípios estabelecidos na Constituição da República e do Estado.São instrumentos da política agrícola o planejamento. visando a assegurar o incremento da produção e da produtividade agrícola. o transporte. pesqueiras. o associativismo. sendo a política agrícola indissociável das questões agrárias e do meio ambiente. no planejamento agrícola. a . as atividades agroindustriais.Incluem-se. com acompanhamento de estocagem. segurança pública.promover a utilização racional das várzeas e das terras firmes. de modo a prevenir situações de carência ou de interrupções de fornecimento.São objetivos da Política de Abastecimento: I . saneamento. 408 . além dos seguintes pressupostos: I . a regularidade do abastecimento interno. Art. controlar. florestais e extrativas. V . bem como observará o interesse da coletividade na conservação do solo.O abastecimento de gêneros alimentícios será objeto de controle permanente. a rentabilidade dos empreendimentos. 411 . observando suas diferenças e características.A política agrícola. os estoques reguladores.o processo de desenvolvimento agrícola deve proporcionar ao homem do campo o acesso aos serviços essenciais de saúde. recreação e outros benefícios sociais. a extensão rural. níveis de qualidade e preços satisfatórios.O Município exercitará sua função reguladora do abastecimento alimentar no sentido de garantir a sua normalidade. os incentivos fiscais. o armazenamento. a pesquisa.estabelecer e normatizar as ações e instrumentos do Município. Parágrafo único . estabelecendo políticas compatíveis de produção. regular. e organizará sua ação tendo por base uma política voltada. 410 . origem e qualidade. 409 . o contingenciamento e a política de preços mínimos. considerando a especificidade de produtos essenciais a serem definidos em lei. principalmente. avaliar atividades e suprir as necessidades do setor.o adequado abastecimento alimentar é condição básica para garantir a tranqüilidade social.abrir estradas vicinais e conservar as já existentes para escoamento dos produtos nas áreas da zona rural. comunicação. Art. III . educação. destinados a promover. a ordem pública e o processo de desenvolvimento econômico-social. habitação. fiscalizar. priorizará a pequena produção e o abastecimento alimentar através de sistema de comercialização direta entre produtores e consumidores. eletrificação rural.

privilegiando a utilização de fatores de produção internamente mais abundantes. VI . exclusivamente. 4l3 .promover a descentralização da execução dos serviços públicos de apoio ao setor rural. III . VII . garantir o seu uso racional e estimular a recuperaç_o dos recursos naturais.propugnar para que sejam eliminadas distorções que afetam o desempenho das funções econômicas e sociais da agricultura. e do artigo l87. tire sustento seu e de sua família. Parágrafo Único. . IV. reduzindo as incertezas do setor.divulgar.Fica assegurado. Art. visando a preservação do meio ambiente. extrativistas não-predatórias ou artesanais. V . eventualmente recorrendo à contratação de mão-de-obra temporária.proteger o meio ambiente. Art. Art. das quais.Em favor dos objetivos propugnados nesta Lei.estimular o processo de beneficiamento e agroindustrialização junto às respectivas áreas de produção.sistematizar. e por pequeno produtor. transporte. Entende-se por produtor rural. para os fins desta Lei. bem como promover a simplificação e agilização do processo de concessão de incentivos aos pequenos produtores. da Constituição da República. podendo ser proprietário ou não dos meios de produção necessários ao desenvolvimento de suas atividades. no que couber. VIII . aquele que desenvolve atividades agrícolas. 4l4 .estabilidade de preços e de mercado. 4l5 . a proteção do consumidor. da Constituição do Estado. IV . a atuação do Poder Público para que os diversos segmentos intervenientes na agricultura possam planejar suas ações e investimentos numa perspectiva de médio e longo prazos. Art. 4l2 . § 2º.Cabe ao Município a edição da Lei Agrícola Municipal como instrumento suplementar às Leis Agrícolas Federal e Estadual. a Prefeitura orientará sua ação para: I . adequando os diversos instrumentos à sua necessidade e realidade. a redução das disparidades de renda e a melhoria das condições de vida da família rural: II .O Município exercerá o controle sobre a produção.garantir o desenvolvimento da ciência e da tecnologia. a sua difusão e protegêlas. comercialização e utilização de produtos agrotóxicos. nos termos desta Lei. armazenamento. a qual dará tratamento diferenciado e privilegiado aos pequenos e médios agricultores.estimular a formação de excedentes agrícolas que possibilitem condição competitiva no mercado externo. e do artigo l68. a realização de serviços de assistência técnica e extensão rural gratuita aos pequenos e médios produtores rurais e ás suas famílias. aquele que as desenvolve à custa do esforço de seu próprio trabalho ou de sua família.

de modo a minimizar os danos ecológicos e garantir o suprimento alimentar à população.O Município apoiará e estimulará a criação. qualquer abuso de poder. na forma da lei. Art. através de campanhas sanitárias sistemática. a preços acessíveis.farinha de peixe.incrementar a produção de ração animal a partir de produtos regionais . VII . especialmente as que visem à dominação dos mercados. XI . açudes. XIII . por intermédio de linhas especiais de crédito para financiamento ao pequeno produtor.elevar os níveis de sanidade dos rebanhos existentes. bem como técnicas adequadas de salga e defumação de peixe. 418 . milho. 416 . manifesto sob suas distintas formas. visando a reduzir o custo e proporcionar melhor acesso da população a esse produto. V . caprinos e outros pequenos animais. 417 . sobras de dendê. XIV .O Município reprimirá. à eliminação da concorrência e ao aumento arbitrário do lucro. barragens e outros sistemas de cursos d'água controláveis. bem como racionalizar a intermediação no processo de comercialização. visando à ocupação do vazio amazonense e transformação da economia e do modo de vida no interior. cesta básica de alimentos que já integrem o hábito alimentar da população e supram as necessidades orgânicas do indivíduo. a organização e o .O Município. X .estimular a implantação de fábricas de gelo e frigoríficos para estocagem do pescado.selecionar matrizes e reprodutores para a ampliação dos rebanhos de suínos. VI . ao mínimo. poderá colocar ao alcance da população.identificar e divulgar processo nativos de beneficiamento do pescado. destinadas a pequenos produtores. junto às comunidades pesqueiras. atuando. no disciplinamento dessas atividades. bem como as épocas da captura não-predatória. XII .acelerar o processo de regularização fundiária em áreas selecionadas. cooperativamente com o Estado e a União. as áreas piscosas existentes no âmbito do Município.fomentar a criação de peixes em lagos. VIII. os custos da regularização fundiária. Art. iminência de estados calamitosos e de emergência.Estimular o criatório de aves e ampliação dos plantéis. em casos de crise. IX .simplificar e reduzir. etc.divulgar. ou no exercício de função reguladora. III . farelo de arroz. IV . Art.incentivar a organização de pescadores em colônias. nas áreas selecionadas.II .instituir políticas de distribuição de pescado.realizar o assentamento dirigido em núcleos de produção. nas áreas selecionadas. pupunha. no sentido de elevar-lhes o nível técnico e o poder competitivo no mercado.

Art. consumo e outras formas de associação. em casos excepcionais. em tais casos. o Sindicato do Comércio Varejista dos Feirantes de Manaus. o acesso aos produtos básicos de alimentação. Art. prioritariamente. por custos menores. 420 . além de outros. sementes e adubos. na qual terão representação o Sindicato do Comércio Varejista. onde não exista feira fixa.O Município deverá regulamentar e fiscalizar a venda de guloseimas.O Poder Executivo dotará as Regiões Administrativas de mercados ou feiras cobertas e promoverá em bairros. o transporte e estrutura necessária à viabilização das feiras itinerantes. tendo por alvo. concedendo-lhes anistias ou remissão tributária. favorecendo-lhes serviços de assistência técnica e. Art. conforme dispuser a lei. dispondo de participação paritária. função indutora com vistas a estimular e incentivar a formação de estruturas simplificadas de comércio na periferia urbana.O Executivo estimulará a implantação de hortas caseiras e comunitárias. também.Ficará a cargo da Prefeitura ou empresa concessionária. devendo. o aumento do número de empresas e do poder aquisitivo da população. 419 . Art. bem como a implantação de empresas de impacto reduzido. feiras itinerantes para possibilitar à população de baixa renda. 422 . . mediante utilização da estrutura distrital. com vistas a garantir. Parágrafo único . 423 . principalmente. SEÇÃO IV DA DEFESA DO CONSUMIDOR Art. nos assentamentos populacionais de sua iniciativa. no âmbito público e privado. representantes da comunidade.desenvolvimento de cooperativas de produção. Art.O Município se empenhará na defesa dos direitos do consumidor mediante o desenvolvimento de ações de caráter motivacional ou coercitivo.O Município exercerá.Fica criada a Comissão de Abastecimento como órgão técnico de apoio ao Conselho Municipal de Desenvolvimento Econômico. promover a distribuição de mudas. com ação descentralizada. 42l .a qualidade e higiene dos alimentos posto à disposição da população para consumidor. principalmente: I . definidos em lei. 424 .

os seguintes instrumentos: I . V . Art.o rigor sanitário nos logradouros ou instalações de uso coletivo público ou em instituições privadas. como observância de gradualidade. nas quais sejam processados ou manipulados alimentos. indução e punição contra os praticantes de atos prejudiciais aos cidadãos. IV . lanchonetes. II . entre outros.lavanderias.banheiros coletivos e públicos. 426 . incorreção.O Município manterá organismos de atuação específica e especializada para o cumprimento das finalidades aqui definidas.II . cozinhas e outros similares. II . III . regularidade e qualidade dos serviços públicos. Art. no que tange a defesa do consumidor. Parágrafo único . inexistência de precedência e caso de reincidência. 427 .O Município desenvolverá sua ação. III .feiras. burla de autenticidade ou garantia.difusão de informações à população. a lei observará. principalmente: I . desmistificação de conceitos ou mecanismos que conduzam as pessoas a enganos ou erros.nos locais de fabricação ou manipulação de produtos destinados à alimentação. mercados e outros locais de venda. principalmente à saúde. abusos de preços.controle na utilização de produtos tóxicos e insumos químicos no processamento de substâncias ou produtos para alimentação. efetivar-se á pela: I . pensões. as diferentes penalidades ou sanções administrativas a serem aplicadas àqueles que transgredirem o direito do consumidor. VI .Para os casos de reincidência.áreas ao ar livre. VI . VII . VIII .A atuação do Município.punição administrativa para os chefes de repartição da administração direta. II . IV . Art.refeitórios de uso coletivo. III .Serão estabelecidas em lei.locais públicos de recreação. que visem à elucidação de fatos. de pesos e medidas.adoção de mecanismos de coerção. 425 .cassação do Alvará de Localização e Funcionamento para as pessoas jurídicas.ação coordenada e cooperativa com o Estado e com a União.estabelecimentos de normas que resguardem o consumidor de ações lesivas aos seus direitos e saúde. hotéis. V . bem . restaurantes.a efetividade.veículos de transporte de cargas perecíveis e de passageiros. Parágrafo único .fiscalização sanitária.

dependerá sempre de licença do Poder Executivo. II .bebidas alcoólicas. II .o estabelecimento do zoneamento dos locais com demarcação das áreas necessárias à atividade. assim como as pessoas com idade superior a quarenta e cinco anos. 430 . . em vias. 431 .o horário a que está sujeito o comércio ambulante.O exercício da atividade de comércio ambulante será concedido mediante a expedição de um alvará e documento especial de identificação com o pagamento de uma contribuição anual.Considera-se comércio ambulante aquele que é exercido por pessoa autônoma. no interesse público. c) o tipo de mercadoria. independente da responsabilidade civil e criminal. com distribuição dos espaços por categoria.O Poder Executivo deverá observar os seguintes critérios para a regulamentação do exercício da atividade: I .Os portadores de deficiência física e de limitação sensorial.Fica expressamente proibida a utilização e comercialização. por parte dos vendedores ambulantes. logradouros públicos ou de porta em porta. de: I . da qual poderão ser. Parágrafo único .a lista de mercadorias comerciáveis.como os dirigentes das entidades da administração indireta e fundacional. revertida para o Fundo Municipal de Desenvolvimento Econômico e Social. Art. igual a cinco UFMs (Unidade Fiscal do Município). 428 . terão prioridade para exercer o comércio eventual ou ambulante do Município.O exercício do comércio ambulante.verduras e estivas em geral. III . a qualquer momento. b) a existência de espaços livres para exposição das mercadorias. Art. levando em consideração: a) as características de freqüência de pessoas que permitam o exercício da atividade. em vias e logradouros públicos. competindolhe disciplinar e regulamentar essa atividade. retirados produtos determinados. de forma a não concorrer com o comércio estabelecido. no limite do Município de Manaus. 429 . Parágrafo único . Art. SEÇÃO V DO COMÉRCIO AMBULANTE Art.

Os alimentos preparados no local dependerão de autorização específica. box de informações turísticas de órgão oficial.Fica vedada. Art. devendo ser observados os aspectos de segurança e higiene.as praças Oswaldo Cruz e 15 de Novembro.07.Nas feiras itinerantes.armas e utensílios. II .Ficam vedados o comércio ambulante e a instalação de pontos fixos de venda de quaisquer produtos no espaço urbano.O Poder Executivo disciplinará a utilização dos espaços objeto do "caput" deste artigo e o exercício das atividades previstas em seu § 2º. faca. a atividade de comércio ambulante nas áreas de em torno. punhal. Sete de Setembro e a parte final da Rua Barão de São Domingos. como Sítio Histórico. através da instalação de equipamentos urbanos para acomodação de camelôs e comercialização de refeições rápidas.Palácio da Justiça. IV . para o exercício do comércio ambulante e a instalação de pontos fixos de vendas de comidas e bebidas típicas.Nas datas fixadas para os feriados federais. II .Palácio Rio Negro.o uso de gás liquefeito de petróleo-GLP.Excetuam-se da vedação. I . Art. especialmente: I . o trecho da Av.93. excetuadas as seguintes áreas e preservados os cruzamentos de ruas. 434 .Teatro Amazonas. § 1º .Paço Municipal. chave de fenda. 432 .as praças Tenreiro Aranha e Torquato Tapajós. fotógrafos. canivete. objeto deste artigo e seu parágrafo 1º.mercadorias eletro-eletrônicas. 433 . III . Eduardo Ribeiro entre a Rua Marquês de Santa Cruz e a Av.III . Parágrafo único . IV . estaduais e municipais e aos . V . tesoura. REDAÇÃO DADA PELA EMENDA Nº 01/93. destinados a pontos fixos de vendas. V . definido. sendo-lhes vedada a comercialização de produtos alimentícios em geral.Biblioteca Pública. no raio de 300 metros dos imóveis protegidos pela legislação do patrimônio-histórico. ainda. nesta Lei. 09. as bancas de revistas. § 3º . será reservado um espaço para vendedores ambulantes. Art. formão. como terçado. Ver. WASHINGTON RÉGIS. § 2º .

no período. Art. na forma da lei. de 3 de setembro de 1985. 436 . de que conste a sua origem.As declarações de bens serão publicadas no órgão Oficial do Município.domingos. (*) Emenda nº 003/97. relatório circunstanciado dos gastos publicitários efetuados. no âmbito municipal. terão tramitação sumária no âmbito da administração. os titulares do Poder Executivo e Legislativo e ocupantes de cargos em comissão estão obrigados a fazer expressas declaração de bens. na proporção mínima de um quarto dos imóveis cadastrados. Art. 435 . 437 . no máximo 30 dias após o encerramento de cada trimestre. destinados a comemorações da coletividade: I . de 21. Parágrafo único . a razão do pagamento e o respectivo valor. Art. sendo permitidas as atividades indispensáveis. no prazo de trinta dias da posse e da exoneração. o Poder Executivo definirá áreas no centro urbano para o livre exercício do comércio ambulante. Parágrafo único . * Parágrafo único .Os processos de aposentadoria e.Fica o Poder Executivo obrigado a remeter à Câmara Municipal. em forma de feira.A partir da data da promulgação desta Lei. TÍTULO VI DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art.5 de setembro . com prazo máximo de trinta dias para a decisão final da autoridade competente. Art. à conta do respectivo Poder.Fica revogada a Lei nº 1769.elevação de Manaus à categoria de Cidade. referindo o nome do órgão recebedor.Todas as Câmaras que integrem os Conselhos de que dispõe esta Lei.24 de outubro . 439 . 440 .97 Art. . pelos órgãos da Administração direta. 441 . II . especialmente aqueles por invalidez. sob pena de responsabilidade. indireta e fundacional.O comércio e as instituições públicas não funcionarão nessas datas.Antes de assumir e de deixar o exercício de cargo de qualquer natureza.São feriados municipais.A renovação do cadastro imobiliário do Município será realizada observando a periodicidade de dois em dois anos. Art. 438 .10. estão nulos todos os atos limitativos do livre exercício de qualquer atividade econômica.elevação do Amazonas à categoria de Província.

será dado início à nova ordem cronológica na numeração das leis municipais.Ficam extintos todos os Conselhos que não estejam previstos nesta Lei. funções e empregos de confiança ou em comissão. observados os princípios estabelecidos nas Constituições da República e do Estado e nesta Lei. a proposta de regulamentação do Conselho Municipal de desenvolvimento Urbano e. 1º .A partir da data de promulgação desta Lei. no prazo máximo de 180 dias. a nível de homologação e recurso. ATO DAS DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS Art.O Poder Executivo deverá encaminhar à Câmara Municipal. o plano de Cargos e Salários e o Estatuto do Servidor Público Municipal.O disposto neste artigo não se aplica aos ocupantes de cargos.O Arquivo do Município fará a consolidação das leis e decretos editados em data anterior à estabelecida no "caput" deste artigo. há pelo menos cinco anos continuados. são considerados estáveis no serviço público. a decisão aos Conselhos respectivos. Parágrafo único . Parágrafo único . Art. o Presidente da Câmara Municipal e os Vereadores prestarão. em exercício na data da promulgação da Constituição da República. exceto os Conselhos de Administração e Fiscal dos órgãos da Administração indireta. Parágrafo único . 5º . autárquica e das fundações públicas. dos demais Conselhos Constantes desta Lei. no ato e na data da promulgação. no prazo de 60 dias. Art. § 2º . Art. no prazo máximo de 90 dias. nem aos que a lei declare de livre exoneração. o juramento de cumprir.O Poder Executivo poderá outorgar procuração a seus servidores. nacional ou internacional. cabendo. 6º .Ficam revogadas todas as procurações outorgadas pelo Poder executivo Municipal.O tempo de serviço dos servidores referidos neste artigo será contado como título quando se submeterem a concurso para fins de efetivação na forma da lei.O Executivo remeterá ao Legislativo. 4º . 2º . Art.gozarão de autonomia deliberativa no âmbito operacional. cujo . 3º .O Prefeito. objetivando a organização do Arquivo do Município. § 1º . fazer cumprir e manter esta Lei.Os servidores públicos do Município da administração direta. Art. e que não tenham sido admitidos na forma regulada no artigo 37 da Constituição da República. com prazo definido e fim específico. existentes em contratos e convênios com entidades de direito público e privado.

também durante o mandato. Art. ANTÔNIO SANTINO. da primeira. fica estabelecida a data de 31 de dezembro de 1990 como limite máximo para o Poder Público tomar as providências cabíveis à resolução. Art. exceto quando se tratar de servidor. 7º . Art. 02._ viúva ou viúvo. Art. conforme dispõem os artigos 342 e 235. desta Lei.Para os contratos em vigor com prazo indeterminado. para solicitarem seu enquadramento.Excetuam-se das regras definidas no presente artigo. é devida pensão mensal equivalente ao subsídio fixo do Parlamentar. o Centro Antigo tombado por esta Lei.A contar da promulgação da presente Lei.A invalidez permanente será comprovada na forma do artigo 218 do Regimento Interno desta Câmara Municipal.Para fins do que trata o "caput" deste artigo. ou considerado em estado de invalidez permanente. cessão de uso a seu favor ou comodato. EMENDA Nº 10/94. os servidores já aposentados terão um prazo de 180 dias. II. a contar da promulgação desta Lei. os imóveis destinados a .Obrigado a edificar ou contratar uso de imóveis para o serviço público. § 2º . § 3º . proceder-se-á à revisão dos direitos dos servidores públicos inativos e pensionistas e à atualização dos proventos e pensões a eles devidos. desta Lei. a fim de ajustá-los ao disposto nas Constituições da República e do Estado e nesta Lei. reajustado na forma da lei. dos referidos contratos.Dentro de 180 dias. serão respeitados os contratos com prazo em vigor. o Poder Público Municipal não edificará prédio. firmados antes da instalação da Comissão Especial da Lei Orgânica. companheiro ou companheira de Vereador. § 1º . na área definida como Centro Antigo Histórico. a contar da data de publicação do Estatuto do Servidor Público. 9º .03. 8º .. só poderá fazê-lo em área identificada como Centro Urbano e Centro de Expansão Urbana. excluindo-se. § 7º. Ver.tempo de serviço não será computado. vedada a prorrogação a qualquer título. nessa data. 10 .Para fins do disposto no artigo 103. nem contratará aluguel. Parágrafo único . falecido no exercício do mandato. § 2º. com o benefício sendo pago a partir do término do mandato. § 4º .95.

de conformidade com o que estabelece o artigo 41.A Lei Orçamentária de 1990 poderá ser revista para compatibilizar-se com as disposições desta Lei. devendo. 15 .Até a promulgação da lei complementar.A Comissão terá a força legal de Comissão de Inquérito. normas e operacionalizão dos incentivos fiscais e extrafiscais serão formuladas pelo Poder Executivo e encaminhadas à Câmara Municipal no prazo máximo de 90 dias. a contar da promulgação desta Lei.No prazo de 180 dias. Parágrafo único . exame analítico e pericial dos atos e fatos geradores do endividamento do Município. .No prazo de um ano. Art. a contar da data da promulgação desta Lei. Art. exceto as de imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana.013. referida no artigo 169.As isenções tributárias. 16 . do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias.O Município consignará. 11 .As condições de concessão. em seu orçamento até a sua liquidação. Art. o Poder Executivo submeterá ao Poder Legislativo o projeto do Centro Administrativo.Ficam revogadas todas as isenções de impostos municipais concedidas. da Constituição da República. Art. ora em vigor. 17 . no entanto. localizados na periferia da cidade. do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. da Constituição da República. 14 . 12 . propondo ao Poder Legislativo medidas cabíveis. o Município não poderá despender com pessoal mais que 65 por cento do valor das respectivas receitas correntes. revogando-se todas aquelas que se refiram a mais de um imóvel.Quando a despesa com pessoal exceder o limite previsto neste artigo. 19 . 13 . através de Comissão Especial.A vigência da Política de Incentivos.A legislação fiscal do Município de Manaus será adaptada de modo a preservar a Zona Franca de Manaus como instrumento de desenvolvimento. Art. anualmente. Parágrafo único . da Constituição da República. concedidas aos proprietários de habitações econômicas. conforme estabelece o artigo 40. 18 . a cada dois anos.O Poder Executivo reavaliará todos os incentivos fiscais de natureza setorial. ser avaliada a cada quinqüênio. Parágrafo único . Art. deverá ser reduzido o percentual excedente à razão de um quinto por ano. do Ato das Disposições Transitórias. dotação própria para satisfaço do débito com a Previdência Social. até o referido limite. estabelecida nesta Lei. assim definidas em lei. será até o ano 2. que deverá ser localizado fora do perímetro central da cidade de Manaus. na forma do artigo 57. serão revistas. pela administração municipal. § 5º .postos médicos. incidente sobre os imóveis enquadrados como habitações econômicas. hospitais ou atendimento médico de urgência. Art. da Constituição da República. critérios. a Câmara Municipal promoverá. Art. Art.

§ 3º . II . § 1º. a progressividade do imposto para o solo urbano não-edificado.centro urbano de concentração densa . III . Art.As microempresas deverão requerer ao Município. a alíquota do imposto municipal sobre venda a varejo de combustíveis líquidos e gasosos não excederá a três por cento.000 BTNs .Até a entrada em vigor da Lei Municipal a que se refere o artigo 135. corrigidos monetariamente. Cidade Nova e final do Distrito Industrial II. desta Lei. Art. Parágrafo único . da Constituição do Estado. 21 .toda área urbana compreendida entre os limites da 1ª Região Administrativa e Estrada do Tarumã. será considerado: I .acréscimo anual de 50 por cento do valor da alíquota para aqueles localizados no centro urbano de concentração densa. 23 .Os débitos fiscais devidos ao Município até 31 de dezembro de 1989.Consideram-se.área urbana de concentração esparsa .centro antigo tombado . além do atendimento às exigências já regulamentadas. após diligências de . ainda que ajuizados. III . o interessado deverá comprovar a existência de creche diretamente mantida pela empresa ou conveniada. quando. com prazo de validade de 20 dias.acréscimo anual de 70 por cento do valor da alíquota para aqueles localizados no centro antigo tombado.Para concessão do Alvará de ampliação de edificações industriais na sede do Município. ou outra unidade referencial. Art. Avenida Santos Dumond.Os benefícios de que trata este artigo não se estendem aos débitos já quitados e aos devedores que tenham Vereadores como sócios. após a promulgação desta Lei. no prazo de até 120 dias.a área de que trata o artigo 342. para efeito deste artigo.Para efeito da cobrança do imposto progressivo. conforme o artigo 8º. 24 . desta Lei.o trecho compreendido pela 1ª Região Administrativa. a contar da data da promulgação desta Lei. 22 .Art. o benefício de que trata este artigo.Fica concedido o prazo de 30 dias.Até que seja fixada a lei complementar federal. de que trata o artigo 342. § 2º . Entrada da Cidade Nova. que vier a substituí-lo. II . Art. as pessoas jurídicas e as firmas individuais com receitas anuais de até 70. que atenda aos empregados. 20 . de todos os imóveis erguidos no Distrito Industrial. pelas microempresas.acréscimo anual de 20 por cento do valor da alíquota para aqueles localizados na área urbana de concentração esparsa. § 1º . 25 .BÔNUS DO TESOURO NACIONAL. para a regularização de pagamento de tributos municipais. sub-utilizado ou nãoutilizado obedecerá aos seguintes critérios: I .Fica o Poder Executivo autorizado a expedir o Alvará de Licença Provisório no ato de inscrição da empresa. desta Lei. estão anistiados a partir da promulgação desta Lei. Art.

direito.o igarapé de São Raimundo. 3º Região .Centro Trecho compreendido com a seguinte limitação: Ao Norte . Avenida Constantino Nery. Art. de que trata o "caput" deste artigo. Estrada da Ponta Negra.Setor Sudoeste Trecho compreendido entre o igarapé do Mestre Chico. Igarapé do Mindu. o espaço urbano do Município se integrará. 26 .Setor Centro-Oeste Trecho compreendido pelo perímetro formado pelas vias: Diretriz L04 . de sete Regiões Administrativas. Avenida Constantino Nery. Av. Ao Sul .Setor Sudoeste Trecho compreendido pelo perímetro formado pelo eixo das seguintes vias: Avenida da Torre e Diretriz L04 . Rua A. Estrada da Ponta Negra. Rio Amazonas e Rio Negro. A Oeste . Estrada Torquato Tapajós. emitirá o Alvará definitivo. .o igarapé do Mestre Chico. Pedro Teixeira. Avenida Pedro Teixeira. Limites do Distrito Industrial I e II e Igarapé do 40.PDLI.(área de Expansão Urbana) Trecho compreendido entre Diretriz L04 -PDLI e Distrito Industrial II até o Igarapé do Leão e Puraquequara.Para efeito do que dispõe o artigo 233. proceder aos ajustamentos necessários a sua compatibilização com o crescimento da cidade. desta Lei. Rua Paraíba. sendo facultado ao Poder Executivo.o eixo das Avenidas Álvaro Botelho Maia e Caco Caminha.As Regiões Administrativas.PDLI até a Estrada Torquato Tapajós. 7º Região . Rua Paraíba. o Poder Executivo Municipal regulamentará os horários de funcionamento das escolas. Art. 4º Região . Rua Caco Caminha. industria e comércio em geral. Av.Setor Leste Trecho compreendido entre Boulevard Álvaro Maia. Estrada do Tarumã. se constituirão na forma e limites expostos a seguir: 1ª Região . 5º Região . após a promulgação desta Lei.Setor Norte .No prazo de 60 dias. Limites do Distrito I e II. § 1º . estabelecendo períodos diferenciados entre estes. Igarapé do Quarenta.Setor Sul Trecho compreendido entre o Igarapé do Educandos. Igarapé do São Raimundo. 2º Região . Rua A do Conjunto Residencial Ponta Negra em seu prolongamento. Igarapé do Mindu. inicialmente. Diretriz L04 -PDLI. 27 . do Conjunto Ponta Negra em seu prolongamento. Diretriz L04 -PDLI.Rio Negro A Leste . Igarapé do Puraquequara. Constantino Nery. 6º Região . através de lei.

Somente o Município dará nome às novas ruas. devendo o Poder Executivo determinar a modificação dos empreendimentos que infringirem a presente regra. encaminhará ao Poder Legislativo para fins de denominação. providenciando placas indicativas para identificação das mesmas. 28 . vendas e concessões de terras com área superior a duzentos e cinqüenta metros quadrados. e.Fica proibida a utilização da denominação de prédios públicos.A construção de muros e calçadas no sítio Histórico de que trata o artigo 247 desta Lei. se efetivadas no prazo de 60 dias. 31 . que procederá em igual prazo. após a promulgação desta Lei. no prazo máximo de 300 dias. todas as doações. o Poder Executivo promoverá a identificação das avenidas.O Poder executivo poderá estender o prazo por mais 60 dias para atendimento do disposto no "caput" deste artigo. por Lei.No prazo de um ano. serão observados os critérios estabelecidos no artigo 19 e seus parágrafos. Art. multas e licenças a que alude o . após a promulgação desta Lei. 32 . em empreendimentos privados de qualquer natureza.No prazo de 90 dias.No prazo de 180 dias. nos três anos a contar da data da promulgação desta Lei. Art. o Poder Executivo procederá ao levantamento dos conjuntos que não preencham os requisitos do artigo 231. da Constituição do Estado. ruas e praças de Manaus. autorização e multas. ajustando-os aos princípios estabelecidos por esta Lei.Serão revistas. a contar da data de promulgação desta Lei. através de Comissão Especial. à revisão. pela Câmara Municipal. 30 . Art. 34 . desta Lei. Art. mediante apresentação da planta baixa.Para a revisão.O Poder Executivo está obrigado a proceder. Parágrafo único . Parágrafo único . o Poder Executivo expedirá normas desburocratizantes. atualização e adequação dos Códigos de Obras e de Postura do Município e Lei de Uso do Solo. 29 . 33 . § lº . Art. Art. visando a regularizar o arquivamento dos loteamentos particulares. contados da promulgação da presente Lei. Art.A delimitação da área urbana passa a considerar a Diretriz L04 -PDLI o limite da área do Distrito Industrial II. dentro de 180 dias.Serão revistas pela Câmara Municipal. está isenta de pagamento de quaisquer taxas. no prazo de 30 dias. sob pena de cancelamento do Alvará ou suspensão do habite-se. Art. realizadas de primeiro de janeiro de 1962 até a data de promulgação desta Lei. mediante cobrança das taxas.§ 2º . as denominações dos bairros com a finalidade da oficialização e eliminação de titulações esdrúxulas e alheias à cultura local. do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. com a colocação de placas padronizadas e a respectiva numeração de quadras e casas. 35 .

os loteamentos já implantados.Decorrido o prazo de 60 dias.O descumprimento desta norma será punido com multa no valor de 100 por cento do IPTU incidente sobre o imóvel. sob a forma de contribuição de melhoria. para fins de alocação de equipamentos urbanos e de apoio às atividades produtivas. Art. a Prefeitura terá 180 dias para regularização dos membros. II . § 3º . mantendo cadastros atualizados sobre as mesmas.O mesmo estudo deverá contemplar e delimitar as áreas de risco na cidade em relação a possíveis ocorrências de alagação. no prazo máximo de seis meses. será de 90 dias.nos assentamentos habitacionais não-regularizados fundiariamente. 39 .O Poder Executivo realizará.Fica estabelecido o prazo máximo de dois anos para a Prefeitura implantar as regiões Administrativas previstas nesta Lei. da Constituição do Estado. 40 . ficam obrigados a construir calçadas e muros de frente nos mesmos. completo e detalhado levantamento de todas as áreas públicas de propriedade do Município.A Prefeitura. III .nos assentamentos novos.No prazo de seis meses. procederá à identificação e delimitação oficial dos bairros e levantamentos dos assentamentos existentes no Município. urbanização e titulação de áreas de assentamento de famílias de baixa renda. após o assentamento.O Município se ocupará da regularização. os proprietários de imóveis situados em ruas com pavimentação asfáltica. ao levantamento dos ocupantes de áreas de assentamentos que preencham os requisitos estabelecidos no inciso I. Art. Art. Art. Parágrafo único . pertencentes à Prefeitura.Para o Centro Tombado. a Prefeitura através de órgão competente. Art. deste artigo. para efeito de medidas de tratamento preventivo. Parágrafo único . observado o que segue: I . a contar da promulgação desta Lei. a Prefeitura executará os serviços.ficam regularizados. no prazo de 180 dias. imputando ao proprietário do imóvel o ressarcimento das despesas. emitindo os respectivos títulos. o prazo de execução de que trata o "caput" deste artigo é de 180 dias. § 2º . . procederá. o prazo para regularização. sem que seja efetivada a construção de muros e calçadas. 38 . com expedição de respectivo título. 37 . em 120 dias. deslizamentos e sinistros. inclusive área urbana e rural irregulares. Parágrafo único . que estejam de conformidade com o que estabelece o artigo 134. acrescido de multa e correção monetária.citado dispositivo.Para fins do disposto no "caput" deste artigo. 36 .

46 . o Poder Executivo procederá a rigoroso levantamento da utilização do Cemitério São João Batista. Art. Art. § 2º .Reservas Ecológicas.No prazo de 120 dias. por dispositivo legal a manter. 4l .Identificados os responsáveis pela depredação. Art.A Prefeitura dispõe do prazo de 60 dias para realocar o depósito de explosivos a que se obriga. os locais. II . 43 .Fica estabelecido o prazo de um ano para que sejam regulamentadas.No prazo de 180 dias. fica proibida a construção. e procederá à restauração dessas áreas.Parques Zoológicos. transferindo para área não residencial. correndo o custo decorrente desse procedimento por conta desse agente. 48 . no caso do não-ressarcimento. Art. a contar da data da promulgação desta Lei. dentre as quais deverão estar obrigatoriamente incluídos: I . com o fim de definir a sua ampliação ou uso continuado. 49 . Art. estabelecido o prazo para sua liquidação. Ponte da Bolívia e Praia do Tupé. . no prazo máximo de um ano. 44 . no bairro de Adrianópolis. efetuando a inscrição do mesmo na dívida ativa. por meio de legislações específicas.Ficam regularizados os sepultamentos efetuados até a data da promulgação da presente Lei. contados da publicação da presente Lei.A Prefeitura efetuará a identificação dos agentes depredadores dos logradouros públicos. da Constituição do Estado. imóveis ou áreas a serem especialmente protegidos. § lº . no prazo de 240 dias. na área pública do Cemitério Tarumã. III . na forma constante do artigo 230. a Prefeitura efetuará a recuperaç_o. a contar da data de promulgação desta Lei.Parques Municipais. no prazo de 90 dias. especialmente a recuperaç_o paisagística e restabelecimento das condições de uso. delimitar e demarcar as áreas que constituirão o Sistema Municipal de Unidades de Conservação. o Poder Executivo procederá a amplo levantamento dos cemitérios irregulares na sede do Município. deste artigo. Art. 42 . Art. com prioridade do Tarumã. Art. de edifícios com mais de seis pavimentos. as questões relativas ao trato de resíduos sólidos.Fica estabelecido o prazo de um ano. contados da promulgação da presente Lei. a Prefeitura procederá à comunicação do débito. 50 . Art.Até a realização de novo zoneamento da cidade.Concluída a recuperaç_o de que tratam o "caput" e § lº. devendo o Poder Executivo proceder a rigoroso levantamento e expedição de documentos de propriedade. Praia da Ponta Negra.A Prefeitura definirá. 45 . para que as empresas que atuam no transporte escolar se ajustem ao que preceitua o artigo 262 desta Lei.Art.O Município deverá. para fins de imediata incorporação à Administração Pública. 47 . líquidos. perigosos e não-perigosos.

para. no orçamento anual. II .Nos 10 primeiros anos da promulgação da Constituição da República.criação de campanhas permanentes de alfabetização. do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. no prazo de seis meses.Para eliminar o analfabetismo. o Município desenvolverá. em colaboração com o Estado e a União. 56 . no prazo deste artigo. 53 .A Prefeitura definirá. priorizando as ações de medicina preventiva. 52 . Art. execução e controle das ações públicas municipais voltadas para a erradicação do analfabetismo. da Constituição da República. Parágrafo único . por força do artigo 212.utilização racional de espaços cedidos por entidades integrantes da comunidade para instalação e funcionamento de turmas de alfabetização de adultos. 55 . IV . após a definição de que trata o "caput" deste artigo. envolvendo as instituições e entidades da comunidade. 54 . as seguintes ações: I . para adolescentes. parágrafo único.destinação. pelo menos.O Poder Executivo Municipal. em regime de oito horas. o Município deverá criar e implantar Centros de Atendimento Profissional Educacional. 5l . 50 por cento dos recursos a que se refere o artigos 2l2. dentre outras. no âmbito administrativo. Constituição da República. construir hospitais de atendimento infanto-juvenil. Art. desta Lei. delimitará as áreas de que tratam os artigos 234 e 296. para eliminar o analfabetismo e universalizar o ensino fundamental. .O Município deverá. III .A Prefeitura deverá identificar e notificar as situações que se enquadrem no citado preceito. Art. com a mobilização de todos os setores organizados da sociedade e com a aplicação de. VI . Parágrafo único .No prazo de até dois anos.promoção de cursos de alfabetização para os pais de alunos nas escolas de matrículas dos filhos. elaborará. bem como definirá os procedimentos a serem adotados em relação a sua conservação. da Constituição da República. em igual prazo. V . o Município desenvolverá esforços. no prazo máximo de um ano.Art. o Programa Municipal de Saúde. de dotação correspondente a um inteiro e 32 avos da receita resultante de impostos vinculados à educação. no prazo de três anos.utilização dos modernos recursos de comunicação de massa para a ministração de recursos de alfabetização.criação. Através de órgão competente. no prazo de 180 dias. como determina o artigo 60. desta Lei. proceder à sua relocalização. Art. as áreas apropriadas para atendimento do que dispõe o artigo 249. a partir da promulgação desta Lei. equipar e alocar recursos para manutenção dos mesmos. de mecanismos de planejamento. Art.A Prefeitura.

Art. salas destinadas à educação especial.Para fins de concentrações e animações populares. Parágrafo único . 62 . no prazo máximo de 90 dias. Parágrafo único .A partir da promulgação desta Lei. 63 . .É vedado ao Município efetuar novos contratos com empresas objeto do "caput" deste artigo. com a participação da comunidade. no prazo mínimo de um ano.Art. revogadas. aberta à manifestação livre de qualquer cidadão. a partir da promulgação da Constituição do Estado.Para fins de atendimento ao que se estabelece no "caput" deste artigo. após a promulgação desta Lei. Art. uma tribuna fixa. Escola de Arte. 66 . ficam rescindidos todos os contratos de obras e serviços firmados pelo Município com empresas que se encontrassem. Art. também. feitas após a instalação da Comissão Especial da Lei Orgânica.O Município organizará e estruturará. Orquestra Sinfônica e Coral Municipal. Art. Art. Art.A Escola de Serviço Público Municipal será implantada pelo Município no prazo máximo de um ano. com a participação efetiva dos órgãos de produção do Legislativo Municipal. são consideradas rescindidas. a partir do ano de 1991. será objeto de programação especial.O Poder Executivo constituirá. a questão fundiária e abrangendo todas as atividades inerentes ao setor. a Prefeitura estabelecerá o reordenamento de sua ocupação e a definição dos produtos possíveis de comercialização naquele mercado.A partir da data de promulgação desta Lei. por mais de 90 dias.O Município definirá. em local adequado. no prazo de um ano. o Museu da Cidade de Manaus. de produtores e trabalhadores rurais e das instituições de ensino e pesquisa. uma política específica para o setor agrícola. a contar da promulgação desta Lei.A Prefeitura. 57 . nas escolas da rede pública. no prazo máximo de dois anos.O Município. a contar da promulgação desta Lei. fará a restauração do Mercado Adolpho Lisboa. 6l . que. no prazo de dois anos. na Praça Heliodoro Balbi. deverá criar e implantar. devendo edificar local apropriado para este fim. fica revogada a concessão de uso ou contrato de qualquer natureza da usina de asfalto de propriedade do Município. até a data da instalação da Comissão Especial da Lei Orgânica. Art. a contar da promulgação desta Lei.O Executivo Municipal implantará. mantendo suas características de centro de comercialização de alimentos. 67 . o Poder Público não utilizará vias públicas. 64 . no prazo máximo de um ano. em débito com os tributos municipais. Art. cassadas ou nulas. 58 .Todas as permissões e concessões de serviços públicos. Art. Art. independente de licença da autoridade. no prazo máximo de até três anos. 65 . contemplando. como bem a ser preservado. 60 . 59 .

Art. da Lei Orgânica do Município de Manaus". usando de atribuições que lhe são . 69 .A Câmara considerará como proposta a Lei Orçamentária vigente. será por ela promulgada e entrará em vigor na data de sua publicação. contados da promulgação desta Lei. § 1º .As licenças.O Projeto de Lei referente ao orçamento anual será enviado pelo Prefeito à Câmara Municipal até quatro meses antes do início do exercício financeiro seguinte. 68 . conforme dispõe o Regimento Interno de sua elaboração. O PREFEITO MUNICIPAL DE MANAUS. Art. até 30 dias antes do encerramento do exercício financeiro. 71 .Art. previstos no artigo 274 desta Lei. caso não seja enviada pelo Executivo a proposta orçamentária no prazo fixado.Esta Lei. permissões. 72 . pelo menos. de modo que se faça a mais ampla divulgação do seu conteúdo. 23/10/91 LEI Nº 101. 70 . § 2º . serão revistos no prazo de 30 dias. canceladas as conferidas a empresas que não estejam operando no sistema há. revogadas as disposições em contrário. LEIS REGULAMENTADORAS AUTORIA: Vereador Robério Braga D. a Câmara Municipal não devolver para sanção o projeto do que trata este artigo. concessões ou quaisquer outros atos de autorização do serviço de fretamento.Se. o mesmo será promulgado como Lei. DE 07 DE OUTUBRO DE 1991 REGULAMENTA o artigo 437.O. 180 dias. Art. Art.O Município mandará imprimir esta Lei para distribuição nas escolas e entidades representativas da comunidade. gratuitamente.Da Lei Orgânica do Município serão elaborados 10 autógrafos para distribuição. aprovada pela Câmara Municipal.

as atividades comerciais. lojistas. Art. a regra do "caput" do presente artigo. Art. 4º .Revogadas as disposições em contrário.Os feriados Municipais de 5 de setembro e 24 de outubro.conferidas pelo artigo 80. Parágrafo único . esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação. industriais.000 UFMs ou suspensão do Alvará de Funcionamento por 30 dias.Não se aplica às atividades consideradas essenciais. Manaus. definidos na Lei Orgânica do Município de Manaus. serão objeto de ampla comemoração cívica orientada pelo Poder Público. IV. da Lei Orgânica do Município de Manaus. de escritório e administração pública municipal e privada no território do Município. 3º .O não cumprimento das regras previstas na presente Lei implicará em pena de multa de 1. FAÇO SABER que o Poder Legislativo decretou e eu sanciono a seguinte. ficam impedidas de funcionar. na forma da Lei.000 a 5. Art. LEI Art. 1º . 07 de outubro de 1991 ARTHUR VIRGILIO NETO Prefeito Municipal de Manaus Cláudio Antunes Correia Secretário Municipal de Administração . nas datas referidas no artigo anterior.Para os fins de que trata o parágrafo único do artigo 437 da Lei Orgânica. 2º .

.Lino José de Souza Chíxaro Procurador Geral do Município Jefferson Luiz Rodrigues Coronel Secretário Municipal de Comunicação Gilvan Geraldo de Aquino Seixas Secretário Municipal de Economia e Finanças Orlando Cabral Holanda Secretário Municipal de Obras e Saneamento Básico Aílton Luiz Soares Secretário Municipal de Limpeza pública Wilson Duarte Alecrim Secretário Municipal de Educação Antonio Evandro Melo de Oliveira Secretário Municipal de Saúde Paulo Henrique de Paixão e Silva Secretário Municipal de Mercados e Feiras Maria Rita Furtado Rodrigues Secretária Municipal de Ação Comunitária Abel Rodrigues Alves Secretário Municipal de Defesa do Meio Ambiente Mário Bezerra de Araújo Secretário Municipal de Planejamento.

O.LEI Nº 212. 1º . 2º . deverão ser utilizados serviços bancários disseminados na cidade. unidade de ensino público. FAÇO SABER que o Poder Legislativo decretou e eu sanciono a seguinte. da Lei Orgânica do Município.Para os fins definidos no artigo anterior. no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo artigo 80. que representam no mínimo 15 (quinze) pontos diversos de venda. O PREFEITO MUNICIPAL DE MANAUS.A venda antecipada de passagens de qualquer tipo em transporte coletivo urbano em Manaus. 05/10/93 "REGULAMENTA o artigo 260 da Lei Orgânica do Município de Manaus e dá outras providências". serviço da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos. inciso IV. postos de serviço de órgãos públicos municipais ou de entidade representativa do empresariado do setor. será feita de forma amplamente descentralizada e ininterrupta. . LEI Art. Art. de 30 de setembro de 1993 AUTORIA: Vereador ROBÉRIO BRAGA D.

para fins de restabelecimento da venda regular. a multa será de 10. salvo motivo de força maior que obrigará comunicação expressa. a partir de 31 . de direito público ou privado que venha a proceder a venda de passagens antecipadas para uso em transporte coletivo urbano. fora o mês a que se referir. justificada e imediata ao Poder concedente ou permissionário. e durante igual período. seja diretamente pelas empresas.O prazo para prestar tal informação é de cinco dias úteis.00 UFM por dia. os concessionários ou permissionários do serviço ficam obrigados a proceder a venda antecipada quando da regularização da atividade. 8º . Art. seja através de entidade de classe.A presente Lei obriga os concessionários. Art. na forma de regras definidas pelo Poder concedente e amplamente divulgadas. dias contados da publicado desta Lei. a empresa perderá a concessão das linhas. 6º . e será ampla e oficialmente divulgada pelo Poder concedente. seja através de entidade de classe.00 UFM dia. para fins de cálculo da planilha do preço da passagem do transporte coletivo. a qualquer tempo e a qualquer título. entidade que os represente. § 2º .O cadastro de adquirente de passagens antecipadas poderá ser revisto semestralmente. o prazo de implantação e funcionamento regular do serviço ora regulamentado. permissionários. Art. pelo mesmo preço da passagem cobrada ao tempo da suspensão.O valor a ser compensado é igual a 50% do índice da inflação do IBGE.Caracterizada tal circunstância. § 2º . § 1º . Art. os ganhos de capital decorrentes da aplicação do dinheiro resultante da venda antecipada de passagens pelas empresas. seja diretamente.Art.A infração das normas estabelecidas na presente Lei obrigará o Poder concedente a intervir na venda antecipada. 9º .No caso do atraso ser superior a trinta dias.Serão compensados do custo total do transporte coletivo. sob pena de responsabilidade da autoridade competente.Fica fixado em 45 (quarenta e cinco). é obrigatória a prestadio mensal de informações ao órgão público municipal gerenciador do sistema de transporte coletivo relativamente ao número de passagens vendidas. Parágrafo único . § 1º . de forma a repor prejuízos causados aos usuários. 5º . 3º .O atraso na informação será punido com a multa de 1. 4º . 7º .Estando a venda antecipada de passagens no âmbito da iniciativa privada. sendo o atraso de entidades de classe.Fica vedada a suspensão da venda antecipada de passagens em transporte coletivo urbano. anunciar as providências saneadoras e fixar prazo de duração da medida. no prazo de 24 horas. empresa contratada para tal venda e a qualquer órgão ou entidade. contratado ou não. § 3º . discriminando dia a dia. exploradores do serviço a título precário. Art. Art.A comunicação da suspensão da venda antecipada deve explicitar os motivos.

AMAZONINO ARMANDO MENDES Prefeito Municipal de Manaus KLINGER COSTA Procurador Geral do Município JOSÉ ALVES PACÍFICO Secretário Chefe do Gabinete Civil ODACI DE LIMA OKADA Secretário Chefe de Gabinete Militar ALFREDO PEREIRA DO NASCIMENTO Secretário Municipal de Economia e Finanças SILVIO ROMANO BENJAMIN JÚNIOR Secretário de Administração MÁRIO ADOLFO ARCYE DE CASTRO Secretário Municipal de Comunicação Social CARLOS EDUARDO DE SOUZA BRAGA Secretário Municipal de Obras. 10 . Art. Manaus.dias. esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação. 30 de setembro de 1993. Saneamento Básico e Serviços Públicos JOSÉ MELO DE OLIVEIRA Secretário Municipal de Educação .Revogadas as disposições em contrário.

ILIDO DE ALMEIDA LIMA Secretário Municipal de Saúde AFONSO LUIZ COSTA LINS Secretário Municipal de Desenvolvimento e Meio Ambiente CLEBER CID GAMA SANCHES Secretário Municipal de Cultura. Desporto e Lazer FRANCISCO DE ASSIS FARIAS RODRIGUES Secretário Municipal de Organização SocialFundiária PAULO DA CUNHA FREIRE Secretário Municipal de Agricultura. Abastecimento e Fomento à Micro e à Pequena Empresa .

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