LEI ORGÂNICA DO MUNICÍPIO DE MANAUS

- Promulgada em 05 de abril de l990 (Modificada através de várias emendas - texto atualizado, até emenda nº 29, de 05/12/2002)

SUMÁRIO TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES FUNDAMENTAIS .............................................................05 TÍTULO II DA COMPETÊNCIA MUNICIPAL .....................................................................06 TÍTULO III DO GOVERNO MUNICIPAL ..............................................................................09 Capítulo I DOS PODERES MUNICIPAIS ............................................................................09 Capítulo II DO PODER LEGISLATIVO ................................................................................10 Seção I DA CÂMARA MUNICIPAL .................................................................................10 Seção II DA INSTALAÇÃO DA LEGISLATURA E POSSE DOS VEREADORES ..........11 Seção III DAS ATRIBUIÇÕES DA CÂMARA MUNICIPAL ..............................................11 Seção IV DA FISCALIZAÇÃO CONTÁBIL, FINANCEIRA E ORÇAMENTARIA ..........14 Seção V DO EXAME PUBLICO DAS CONTAS MUNICIPAIS .........................................16 Seção VI DA REMUNERAÇÃO DOS AGENTES POLÍTICOS ...........................................17 Seção VII DA ELEIÇÃO DA MESA DA CÂMARA ...............................................................18 Seção VIII DAS ATRIBUIÇÕES DA MESA ............................................................................18 Seção IX DAS SESSÕES ........................................................................................................19 Seção X DAS COMISSÕES ..................................................................................................20 Seção XI DO PRESIDENTE E DO VICE-PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL .....21 Seção XII DA PROCURADORIA GERAL DA CÂMARA MUNICIPAL ..............................22 Seção XIII DOS VEREADORES ..............................................................................................23

Subseção I DISPOSIÇÕES GERAIS .......................................................................................23 Subseção II DAS INCOMPATIBILIDADES ............................................................................23 Subseção III DAS LICENÇAS ...................................................................................................24 Subseção IV DA CONVOCAÇÃO DOS SUPLENTES .............................................................25 Seção XIV DO PROCESSO LEGISLATIVO .........................................................................26 Subseção I DISPOSIÇÃO GERAL .........................................................................................26 Subseção II DAS EMENDAS _ LEI ORGÂNICA MUNICIPAL ............................................26 Subseção III DAS LEIS .............................................................................................................26 Capítulo III DO PODER EXECUTIVO ...................................................................................30 Seção I DISPOSIÇÕES GERAIS .....................................................................................30 Seção II DAS PROIBIÇÕES .............................................................................................31 Seção III DAS LICENÇAS..................................................................................................31 Seção IV DAS ATRIBUIÇÕES DO PREFEITO ..............................................................32 Seção V DA RESPONSABILIDADE DO PREFEITO ....................................................34 Seção VI DA TRANSIÇÃO ADMINISTRATIVA .............................................................35 Seção VII DOS SECRETÁRIOS DO MUNICÍPIO ............................................................36 Seção VIII DA PROCURADORIA GERAL DO MUNICÍPIO ...........................................37 Seção IX DA CONSULTA POPULAR ..............................................................................39 TÍTULO IV DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL ..............................................................39 Capítulo I

.............................59 Seção IV DAS EMENDAS AOS PROJETOS ORÇAMENTARIOS ....................................39 Capítulo II DOS SERVIDORES PÚBLICOS .............................47 Capítulo III DOS ATOS MUNICIPAIS .....................63 Seção VII DAS CONTAS MUNICIPAIS ............................................................................................................57 Seção I DISPOSIÇÕES GERAIS...............................................61 Seção V DA EXECUÇÃO ORÇAMENTARIA .............................................................................................................................................57 Seção II DOS ORÇAMENTOS .....................................................55 Capítulo V DA REMUNERAÇÃO DOS SERVIÇOS PÚBLICOS .....................................................................54 Seção IV DA PARTICIPAÇÃO NAS RECEITAS TRIBUTARIAS ..................................50 Capítulo IV DOS TRIBUTOS MUNICIPAIS .....................................................................................................62 Seção VI DA CONTABILIDADE MUNICIPAL ...............................................41 Seção II DA ASSISTÊNCIA E DA PREVIDÊNCIA SOCIAL .....................41 Seção I DISPOSIÇÕES GERAIS ................................................DISPOSIÇÕES GERAIS ..................................................................................................51 Seção II DAS LIMITAÇÕES DO PODER DE TRIBUTAR .....................................50 Seção I DISPOSIÇÕES GERAIS ....................52 Seção III DOS IMPOSTOS DO MUNICÍPIO .........................................................................................................................................................................................................................................................................64 Seção VIII ...............56 Capítulo VI DAS FINANÇAS PUBLICAS ...............................57 Seção III DAS VEDAÇÕES ORÇAMENTARIAS ....

..................................DO CONTROLE INTERNO ..........................................81 Seção III DO USO E OCUPAÇÃO DO SOLO .....................................................................75 Capítulo X DO PLANEJAMENTO MUNICIPAL ...........................................................67 Capítulo IX DOS DISTRITOS ..........................................................77 MUNICIPAL TÍTULO V DAS POLÍTICAS MUNICIPAIS .........................................................97 Seção I POR ..................78 Seção II DO PLANEJAMENTO URBANO ..................................64 Capítulo VII DA ADMINISTRAÇÃO DOS BENS PATRIMONIAIS .............................87 Subseção I DO TRANSPORTE INDIVIDUAL E COLETIVO DE PASSAGEIROS FRETAMENTO ...........................................72 Seção II DOS CONSELHEIROS DISTRITAIS ..................65 Capítulo VIII DAS OBRAS E SERVIÇOS PÚBLICOS ..............94 Capítulo II DA POLÍTICA DO MEIO AMBIENTE .................................................................................................................................................................................................................75 Seção I DISPOSIÇÕES GERAIS .........84 Seção IV DOS SISTEMAS VIÁRIOS E DOS TRANSPORTES COLETIVOS ............................................................................................................................................................................................................................................................72 Seção I DISPOSIÇÕES GERAIS ......................................78 Capítulo I DA POLÍTICA URBANA.........................78 Seção I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS ...................................................73 Seção III DO ADMINISTRADOR DISTRITAL .......................................75 Seção II DA COOPERAÇÃO DAS ASSOCIAÇÕES NO PLANEJAMENTO .................................................

...DAS DISPOSIÇÕES GERAIS .................................................................................................................................................129 Seção IV DA DEFESA DO CONSUMIDOR ...........................................................................................................111 Subseção III DA MANUTENÇÃO E AMPLIAÇÃO DOS ACERVOS .101 Capítulo III DA POLÍTICA DE SAÚDE ...........................................109 Subseção II DO PATRIMÔNIO CULTURAL ..............................113 Seção II DA EDUCAÇÃO ................................................................................................................................................................ DESATINAÇÃO E TRATAMENTO DO LIXO ...................................................................................................................................................................117 Capítulo V DA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA E PROMOÇÃO SOCIAL ....134 Seção V DO COMÉRCIO AMBULANTE .......123 Seção I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS ...................................127 Seção III DO ABASTECIMENTO.................135 TÍTULO VI DAS DISPOSIÇÕES GERAIS ...................................................................114 Seção III DO DESPORTO E DO LAZER ..........138 ..............123 Seção II DA POLÍTICA DE INCENTIVOS FISCAIS E EXTRAFISCAIS ............................................................................. DO .............................................................................120 Capítulo VI DA POLÍTICA ECONÔMICA ........................................................................................109 Subseção I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS .......137 ATO DAS DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS .....................109 DESPORTO E DO LAZER Seção I DA CULTURA ............................................97 Seção II DA COLETA.....................104 Capítulo IV DAS POLÍTICAS CULTURAL E EDUCACIONAL.............................

1º O Município de Manaus. Art. II .Com o Município de ITACOATIARA: começa na jusante do Igarapé Grande com a margem esquerda do rio Preto da Eva. é unidade territorial que integra. este igarapé. documentos e leis. por sua linha mediana até . por sua linha mediana. este divisor. representantes do povo do Município de Manaus. até alcançar sua confluência com a margem direita do rio Preto da Eva. a presente Lei Orgânica. pessoa jurídica de direito público interno. inadmitida sua alteração. 2º . este rio por sua linha mediana até alcançar a confluência do Igarapé Grande. este paraná subindo por sua linha mediana até encontrar sua boca na margem esquerda do rio Amazonas.Com o Município de RIO PRETO DA EVA: começa na interseção do rio Urubu com a Rodovia BR-174. nos termos da Constituição da República e da Constituição do Estado. no sentido da sede do Município de Manaus. com autonomia política. Parágrafo único . promulgamos. III . a República Federativa do Brasil e o Estado do Amazonas. até alcançar as cabeceiras do Igarapé Jatuarana. respeitando os preceitos da Constituição da República Federativa do Brasil e do Estado do Amazonas. até alcançar sua interseção com o paralelo das cabeceiras do Igarapé Itucumã este igarapé.Com o Município do CAREIRO DA VÁRZEA: começa na margem esquerda do rio Amazonas. administrativa e financeira. até alcançar o divisor de águas rios Preto da Eva-Puraquequara. esta rodovia. até alcançar sua interseção com o divisor de águas rio Preto da Eva-Igarapé Tarumã.(*) PREÂMBULO: Nós. * (inserida pela Emenda nº 12 de 17/09/2001) TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES FUNDAMENTAIS Art. para sudeste.Os limites do Município são os definidos e reconhecidos pela tradição.Os limites do Município de Manaus são os seguintes: I . que constitui a Lei Fundamental do Município de Manaus. exceto na forma prevista na Constituição da República e na Constituição do Estado. reunidos no Paço da Câmara Municipal de Manaus. com o objetivo de organizar o exercício do poder e fortalecer as instituições democráticas e os direitos da pessoa humana. este rio subindo. na boca de cima do paraná da Eva. descendo por sua linha mediana. este rio por sua linha mediana até sua jusante com a margem esquerda do paraná da Eva. este divisor para sudeste. sob a proteção de Deus.

sem prejuízo da obrigatoriedade de prestar contas e publicar balancetes nos prazos fixados em lei. assegura a todos. fundada em 1669. até alcançar sua interseção com a Rodovia BR-174. V . o hino e o brasão instituídos em lei. no território de sua jurisdição. 4º . dessas cabeceiras.dispor sobre a organização e execução dos serviços públicos e sobre o quadro e o regime jurídico dos servidores que o integram. com a margem esquerda do rio Negro.Com o Município de PRESIDENTE FIGUEIREDO: começa nas cabeceiras do rio Apuaú.No exercício de sua autonomia. IV . por uma linha.O Município de Manaus. este rio.Com o Município de IRANDUBA: começa na confluência do rio Solimões com a margem direita do rio Negro.instituir e arrecadar os tributos de sua competência.legislar sobre assuntos de interesse local. o Município editará leis. Art. 5º . 3º . a inviolabilidade dos direitos e garantias fundamentais declarados na Constituição da República. 7º . até alcançar suas cabeceiras. TITULO II DA COMPETÊNCIA MUNICIPAL Art.A sede do Município. tem nome de Manaus e a categoria de cidade.suplementar a legislação federal e a estadual no que couber. Art.alcançar a confluência do rio Solimões com a margem direita do rio Negro.Com o Município de NOVO AIRÃO: começa na confluência do Igarapé-Açu com a margem direita do rio Negro. III .Constituem bens do Município todas as coisas móveis e imóveis. por sua linha mediana.São símbolos do Município de Manaus a bandeira. . Art. até alcançar as cabeceiras do rio Urubu. expedirá atos e adotará medidas pertinentes aos seus interesses. este rio. o rio Apuaú. direitos e ações que a qualquer título lhe pertençam. às necessidades da administração e ao bem-estar do seu povo. (*)Art. representativos da cultura e da história de seu povo. nos limites de sua competência. 6º . Art. desta confluência. até alcançar a confluência do Igarapé-Açu. indistintamente. na Constituição do Estado e nesta Lei. bem como aplicar as suas rendas. IV . 8º . subindo por sua margem direita. por uma linha. por sua linha mediana. VI . até alcançar a confluência do rio Apuaú.Compete ao Município: I . II .

inclusive a de combate a incêndios e prevenção de acidentes naturais.incentivar a cultura e promover o lazer. diretamente ou por meio de instituições privadas. a fauna e a flora.promover adequado ordenamento territorial. X .promover o tombamento.instituir a guarda Municipal destinada à proteção de seus bens. mediante planejamento e controle do uso.manter. observada a legislação específica. XIX . do parcelamento e da ocupação do solo urbano. b) abastecimento de água e esgotos sanitários.elaborar e executar o plano plurianual. (*) Emenda nº 01/2000. pavimentação e conservação de vias. serviços e instalações.realizar atividades de defesa civil.realizar programas de apoio às práticas desportivas. VIII . XVII . VII . feiras e matadouros locais. os seguintes serviços: a) transporte coletivo urbano e intramunicipal. c) construção e conservação de estradas. cultural. XII . XI .fomentar a produção agropecuária e demais atividades econômicas. c) mercado. IX . em coordenação com a União e o Estado. jardins e hortos florestais. . VI . observado o disposto nesta Lei e na legislação estadual pertinente. dentre outros. conforme dispuser a lei. XVIII .criar. obras de: a) abertura. organizar e suprimir distritos. XV .executar. d) cemitérios e serviços funerários.organizar e prestar. programas de alfabetização e de educação pré-escolar e o ensino fundamental. inclusive a artesanal. XVI . turístico e paisagístico local.realizar programas permanentes de informação dos direitos do homem e do cidadão. XIII . que terá caráter essencial. conforme critérios e condições fixados em lei Municipal. d) construção e conservação de estradas vicinais. e) iluminação pública. de 29/03/2000. tratamento e desatinação do lixo. coleta. parques.realizar serviços de assistência social. artístico.preservar a floresta. f) limpeza pública. diretamente ou sob regime de permissão ou concessão.V . entre outras. * b) drenagem pluvial e saneamento básico. com cooperação técnica e financeira da União e do Estado. e a proteção do patrimônio histórico. XIV .

XXIV . XXII . b) horário de funcionamento dos estabelecimentos industriais. além do estabelecido no artigo 19 da Constituição do Estado: I . Parágrafo único . 9º . b) licenciamento e fiscalização de obras em geral. espetáculos e divertimentos públicos. escolares e turistas.dispor sobre depósito e desatinação de animais e mercadorias apreendidos em decorrência de transgressões da legislação Municipal. b) afixação de cartazes. anúncios. instalação e funcionamento de estabelecimentos industriais. XXI . quanto às últimas. contará com um corpo especializado de proteção ecológica e ambiental. deste artigo. faixas.outorgar isenções e anistia fiscal ou permitir a remissão de dívidas sem interesse .exercer o poder de polícia urbanística. ressalvados.fixar: a) tarifas dos serviços públicos. de serviços e outros similares.Ao Município é vedado. c) exercício de comércio eventual ou ambulante. XXVI . XX . f) prestação de serviço de transporte coletivo especial para trabalhadores. cuja conservação seja da competência do Município.A guarda Municipal de que trata o inciso VI.sinalizar as vias públicas urbanas e rurais. c) utilização dos bens públicos de uso comum para realização de obras de qualquer natureza. os aspectos relacionados com o interesse da segurança nacional. comerciais e de serviços. incluídas as obras públicas e instalações de outros entes federativos. e) prestação de serviços de táxi. letreiros.conceder licença para: a) localização. observadas as prescrições legais. Art.disciplinar os serviços de carga e descarga. XXV . comerciais. emblemas e utilização de altofalantes para fins de publicidade e propaganda. bem como fixar a tonelagem máxima permitida a veículos que circulem em vias públicas. especialmente quando a: a) controle dos loteamentos. d) realização de jogos.regulamentar e fiscalizar a utilização de vias e logradouros públicos.e) edificação e conservação de prédios públicos municipais. XXIII . inclusive dos serviços de táxi.

também. da Constituição da República. que tornem inviável o exercício dos direitos constitucionais. . através da participação da coletividade local na formulação e execução das políticas de governo e do permanente controle popular da legalidade e da moralidade dos atos dos Poderes Municipais.A soberania popular será exercida. para propaganda político-partidária ou fins estranhos à administração.As omissões do Poder Público Municipal. desta Lei. televisão. de cargo ou função de confiança em órgão da Administração direta.público justificado.Além das competências prevista no artigo 8º. Art. Art. nos termos da Constituição da República. 12 .permitir ou fazer uso de estabelecimento gráfico. Art. independentes e harmônicos entre si. da Constituição do Estado e desta Lei. o Município atuará em cooperação com a União e o Estado para o exercício das competências enumeradas no artigo 23. punível com a destituição de mandato administrativo. na composição de todo e qualquer órgão de liberação coletiva que tenha atribuições consultivas. III . que o exerce por meio de representantes eleitos diretamente. incidindo em falta grave.O Governo Municipal é constituído pelos Poderes Legislativo e Executivo. indireta ou fundacional.criar ou conferir. serviço de auto-falante ou qualquer outro meio de comunicação de sua propriedade.O Município. TITULO III DO GOVERNO MUNICIPAL CAPÍTULO I DOS PODERES MUNICIPAIS Art. o agente público que injustificadamente deixar de fazê-lo. 10º .Todo poder emana do povo. 11 . sendo assegurada a participação dos munícipes. sob pena de nulidade do ato. 15 . II . serão sanadas. dentro de noventa dias do requerimento do interessado. Art. na forma do artigo 5º. ou sob suas expensas. por intermédio de representantes democraticamente escolhidos. vantagens pecuniárias aos que tenham exercido o cargo de Prefeito ou de Vereador. não permitirá discriminação de qualquer natureza. 13 . estação de rádio. na esfera administrativa. Art. da Constituição da República. 14 . jornal. sob qualquer título.

dentre cidadãos maiores de 18 anos.acima de cinco milhões. o número de vagas é de 33. composta de Vereadores eleitos pelo voto direto e secreto. meio ambiente. 17 . observados os limites estabelecidos na Constituição da República e as seguintes normas: I . Art. 19 .acima de um milhão. o referendo e a iniciativa popular são formas que asseguram a participação do povo na definição das questões fundamentais de interesse da coletividade local.O Poder Legislativo é exercido. . II .IBGE. Art. que declare a população do Município. desenvolvimento sócioeconômico. será acrescida uma vaga para cada um milhão de habitantes ou fração. até o final da sessão legislativa do ano que anteceder as eleições. Art.O Município não manterá convênio ou acordo com entidades comerciais.deliberativas ou de controle social nas áreas de educação.O número de vagas de Vereadores será fixados pela Câmara Municipal. cultura. III . culturais ou desportivas de países que adotem política de segregação racial. após informação oficial da Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística . com autonomia administrativa e financeira. sendo acrescida uma vaga para cada 500 mil habitantes ou fração.O número de vagas será fixado. número que permanecerá até cinco milhões de habitantes. saúde. para cada legislatura. 18 . no exercício dos direitos políticos. até o total de 41 vagas. mediante decreto legislativo. segurança. CAPÍTULO II DO PODER LEGISLATIVO SEÇÃO I DA CÂMARA MUNICIPAL Art. § 1º . o número de vagas será de 21. 16 .até um milhão de habitantes. assistência e previdência social e defesa do consumidor. respeitado o limite máximo de 55 vagas.O plebiscito. pela Câmara Municipal.

com a sanção do Prefeito. (*) Art. presente a maioria absoluta de seus membros. II. perante qualquer outro membro da Mesa Diretora. e especialmente: I . de 10. 27. repetida quando do término do mandato. conferido pelo Tribunal Regional Eleitoral. resumida em ata e divulgada para conhecimento público. para instalação e posse de seus membros. 20 . cópia do decreto legislativo de que trata o inciso anterior.03. § 2º .§ 2º . 21 . inclusive suplementando a legislação federal e estadual.São requisitos para a posse dos Vereadores: I. dispor sobre todas as matérias de competência do Município. até 30 dias após a posse ou término do mandato.º 33.A Mesa da Câmara enviará ao Tribunal Regional Eleitoral.a apresentação do diploma respectivo. SEÇÃO II DA INSTALAÇÃO DA LEGISLATURA E POSSE DOS VEREADORES Art. § 1º . 22 .Cabe à Câmara Municipal. notadamente no que diz respeito: a) à saúde.a declaração de bens.A declaração de bens será transcrita em livro próprio. 20-A – As deliberações da Câmara Municipal de Manaus e das suas Comissões se darão sempre por voto aberto.O Vereador que não tiver prestado o compromisso de posse na sessão para este fim realizada.assuntos de interesse local. à promoção e assistência social e à proteção e garantia das pessoas portadoras de deficiência. (*) Acrescentado através da Emenda n.Salvo disposição em contrário desta Lei. no Diário Oficial do Município.2003. de 06/05/2002. § 3º . Art. poderá faze-lo perante o Presidente da Câmara Municipal ou. SEÇÃO III DAS ATRIBUIÇÕES DA CÂMARA MUNICIPAL Art.A Câmara Municipal se reunirá em sessão preparatória no dia primeiro de janeiro do primeiro ano da legislatura. as deliberações da Câmara Municipal e de suas Comissões serão tomadas por maioria de votos. na ausência ou recusa deste. lavrando-se o termo competente.(*) OBS: Modificada pela Emenda nº. . logo após sua edição.

m) à cooperação com a União e o Estado. V . alteração e extinção de cargos. as paisagens naturais notáveis e os sítios arqueológicos do Município.alteração da denominação de prédios. à educação. acompanhamento e fiscalização das concessões de pesquisa e exploração dos recursos hídricos e minerais em seu território l) ao estabelecimento e implantação da política de educação para o trânsito. artístico e cultural. bem como autorizar isenções e anistias fiscais e remisso de dívidas. vias e logradouros públicos. XI .b) à proteção dos documentos. como os monumentos.aquisição de bens imóveis. c) aos meios de acesso à cultura. organização e supressão de distritos.criação. h) à promoção de programas de construção de moradias e de melhoria das condições habitacionais e de saneamento básico. mediante o combate às causas da pobreza e aos fatores de marginalizado. f) à criação de distrito industriais. VIII . . empregos e funções públicos e fixação da respectiva remuneração. bem como sobre a forma e os meios de seu pagamento. ao comércio e ao turismo. XIII . atendidas as normas fixadas em lei complementar federal. IX . IV . j) ao registro. salvo quando se tratar de doação sem encargos.permissão e concessão de serviços públicos.criação. observada a legislação estadual. seus componentes e afins. e) ao incentivo à indústria.plano diretor e normas urbanística. n) ao uso e armazenamento dos agrotóxicos. X . II . i) à integração social dos setores desfavorecidos da comunidade. d) à proteção ao meio ambiente e ao combate à poluição.concessão de direito real de uso de bens municipais. tendo em vista o equilíbrio do desenvolvimento e do bem-estar. III . bem como autorizar a abertura de créditos suplementares e especiais.tributos municipais.alienação e cessão de bens imóveis. g) ao fomento da produção agropecuária e à organização do abastecimento alimentar. VII . à tecnologia e ao trabalho. diretrizes orçamentárias e orçamento anual.concessão de auxílio e subvenções.obtenção e concessão de empréstimos e operações de crédito. o) às políticas públicas do Município. XII . à ciência.plano plurianual. VI . obras e outros bens de valor histórico.

diretamente. com o auxilio do Tribunal de Contas do Estado.conceder licença ao Prefeito.processar e julgar o Prefeito. pelo menos.sustar os atos normativos do Poder Executivo que exorbitem do poder regulamentar ou dos limites de delegação legislativa.julgar as contas anuais do Prefeito e apreciar os relatórios sobre a execução dos planos de governo. XVI . orçamentária.XIV . quando não apresentadas à Câmara dentro de sessenta dias após a abertura da sessão legislativa. nas infrações político-administrativas.fixar a remuneração do Prefeito.mudar temporariamente sua sede. parcelamento. XIII .elaborar e aprovar o seu Regimento Interno. 23 . nos termos previsto em lei. ao Vice-Prefeito e aos Vereadores para afastamento do cargo. criação. IX . na forma desta Lei.eleger sua Mesa Diretora. serviços e instalações do Município. quando a ausência exceder a sete dias.autorizar o Prefeito e o Vice-Prefeito a se ausentarem do Município. sempre que o requerer.dar posse ao Prefeito e ao Vice-Prefeito. do Vice-Prefeito e dos Vereadores.ordenamento.organização e prestação de serviços públicos.exercer. operacional e patrimonial do Município. XII . XV . a fiscalização financeira. incluídos os da administração indireta e fundacional. VI . XI . um terço dos membros da Câmara. transformação ou extinção dos cargos. empregos e funções de seus serviços e fixar a respectiva remuneração. funcionamento.guarda Municipal destinada a proteger os bens. bem como destituí-la na forma desta Lei e do Regimento Interno. V . observados os parâmetros da Lei de Diretrizes Orçamentárias. X .proceder à tomada de contas do Prefeito Municipal. uso e ocupação do solo urbano. II . XV . da Constituição da República. o Vice-Prefeito e os Vereadores. Art.dispor sobre sua organização. XIV .convocar os Secretários Municipais ou ocupantes de cargos da mesma natureza . os atos do Poder Executivo. V. polícia. III . IV . e o estabelecido nesta Lei. observandose o disposto no artigo 29. VII . VIII . XVI .criar Comissões especiais de inquérito sobre fato determinado que se inclua na competência da Câmara Municipal.fiscalizar e controlar. conhecer de sua renúncia e afastá-los definitivamente do cargo.Competem privativamente à Câmara Municipal as seguintes atribuições: I .

§ 2º . c) Código Tributário Municipal. mediante decreto legislativo aprovado por dois terços de seus membros. aprovação e alterações do: a) Código de Obras e Edificações.de dois terços dos membros da Câmara.autorizar referendo e convocar plebiscito.É fixado em 15 dias. o prazo para que o Prefeito e os responsáveis pelos órgãos da Administração direta. XVII . por voto aberto e pela maioria absoluta. e) contratação de empréstimo de entidade privada. II . a autorização para: a) concessão de direito real de uso de bens imóveis.conceder título honorífico a pessoas que tenham reconhecidamente prestado serviços relevantes ao Município. g) lei de regulamentação de permissões e concessões. f) concessão de serviço público.da maioria absoluta dos membros da Câmara. XX . indireta e FUNDACIONAL do Município prestem as informações e encaminhem os documentos requisitados pela Câmara Municipal. b) alienação de bens imóveis. e) plano de cargos e salários. punível com a perda do mandato ou destituição do cargo ou função. de 10.Dependem do voto favorável: I . XVIII . (*) XIX . nas hipóteses previstas nesta Lei. (*) Modificada pela Emenda nº. d) outorga de títulos e honrarias.O não-atendimento no prazo estipulado no parágrafo anterior configura infração político-administrativa. nos termos desta Lei.decidir sobre a perda de mandato de Vereador.2003. 33. b) Plano Diretor. .para prestar informações sobre matéria de sua competência. § 1º . d) Estatuto dos Servidores Municipais.03. na forma desta Lei. prorrogáveis por mais cinco dias úteis. § 3º .solicitar informações ao Prefeito Municipal sobre assuntos referentes à Administração. f) rejeição do parecer prévio do Tribunal de Contas do Estado. c) aquisição de bens imóveis por doação com encargos.

25 . com o auxílio do Tribunal de Contas do Estado e pelos órgãos de controle interno de cada Poder e de cada entidade.As entidades da Administração Pública direta.A fiscalização contábil. a Câmara Municipal sustará o pagamento se julgar que o gasto possa causar dano irreparável ou grave lesão às finanças públicas. Art. em que fiquem demonstradas a mobilização e aplicação de recursos no respectivo exercício. ainda que sob a forma de investimentos não-programados ou de subsídios não-aprovados. 27 . a Câmara de Vereadores solicitará ao Tribunal de Contas do Estado pronunciamento conclusivo sobre a matéria. 106. ou considerados estes insuficientes.A Câmara dos Vereadores. FINANCEIRA E ORÇAMENTARIA Art. indireta e FUNDACIONAL estão obrigadas a apresentar ao Tribunal de Contas do Estado circunstanciado relatório de suas atividades. da Constituição do Estado. está obrigada a prestar contas de seus atos.SEÇÃO IV DA FISCALIZAÇÃO CONTÁBIL. utilize. § 1º .A apresentação. aplicação das subvenções e renúncia de receitas. Art. orçamentária. no prazo de cinco dias. legitimidade. 28 . poderá solicitar à autoridade responsável que.até 30 de abril prazo para o Prefeito fazerpublicar no Diário Oficial do . indireta e FUNDACIONAL. bens e valores públicos municipais ou pelos quais o Município seja responsável. publicação oficial. independentemente de sua origem conforme disposto no art. diante de indícios de despesas não-autorizadas. moralidade. será exercida pela Câmara de Vereadores. Art.Entendendo o Tribunal de Contas do Estado irregular a despesa. apreciação e julgamento das contas municipais obedecerão às seguintes normas: I . guarde. operacional e patrimonial do Município e de todas as entidades da administração direta. gerencie ou administre dinheiros.Toda pessoa física ou entidade que arrecade. Art. ou que em nome deste assuma obrigações de natureza financeira ou patrimonial. quanto à legalidade. financeira. 24 . na forma da lei. preste os esclarecimentos necessários. junto com o balanço financeiro e patrimonial. 26 . economicidade. no prazo de 30 dias.Não prestados os esclarecimentos. § 2º .

de 01 de maio a 30 de junho . § 2º .A anexação da segunda via. III .A consulta às contas municipais poderá ser feita por qualquer cidadão. SEÇÃO V DO EXAME PUBLICO DAS CONTAS MUNICIPAIS Art. § 3º .As vias da reclamação apresentada no protocolo da Câmara terão a seguinte desatinação: I . § 1º .Município e encaminhar à Câmara Municipal e ao Tribunal de Contas do Estado o balanço do ano anterior. IV . § 4º .o prazo durante o qual as contas municipais ficarão à disposição dos cidadãos para exame e questionamento sobre a sua legitimidade. deste artigo.a quarta via será arquivada na Câmara Municipal. com sua identificação pessoal e funcional. mediante ofício. do § 4º.a primeira via deverá ser encaminhada imediatamente pela Câmara ao Tribunal de Contas do Estado. pelo menos três cópias à disposição do público. II .A consulta só poderá ser feita no recinto da Câmara e haverá.a segunda via deverá ser anexada às contas à disposição do público pelo prazo que restar ao exame e apreciação. independerá do despacho de qualquer autoridade e deverá ser feita no prazo de 48 horas pelo .A reclamação apresentada deverá: I .a terceira via se constituirá em recibo do reclamante e deverá ser autenticada pelo servidor que a receber no protocolo. autorização ou despacho de qualquer autoridade. no horário de funcionamento da Câmara Municipal. 29 .ser formalizada em quatro vias no protocolo da Câmara.conter elementos e provas nas quais se fundamente o reclamante. III . Parágrafo único .As contas do Município ficarão à disposição dos cidadãos durante 60 dias.O parecer prévio do Tribunal de Contas do Estado sobre as contas do Prefeito só deixará de prevalecer por decisão de dois terços dos membros da Câmara Municipal. independente de requerimento.ter a identificação e a qualificação do reclamante. II . a partir de primeiro de maio de cada exercício. II . § 5º . em local de fácil acesso ao público. de que trata o inciso II.

observando o disposto na Constituição da República. (*) Emenda nº 06/2000. dos Secretários Municipais e dos Vereadores serão fixados pela Câmara Municipal. através de avisos veiculados em órgãos de comunicação.A Câmara dará conhecimento. do Vice-Prefeito. 32 . os respectivos atos serão encaminhados ao Tribunal de Contas do Estado para registro no prazo de cinco dias.servidor que a tenha recebido no protocolo da Câmara. § 3º . QUE SUPRIMIU O "CAPUT" DO ART. de 30/11/200. Art.M 07/12/2000. sem vencimento. Art.(suprimido) REDAÇÃO DADA PELA EMENDA Nº 07/92. § 4º . JEFFERSON PERES. a contar da publicação.A remuneração dos Vereadores terá como limite máximo o valor percebido como remuneração pelo Prefeito Municipal. sob pena de suspensão.31 . através de lei. § 6º . 30 (Ver.92). 30 .A verba de representação dos demais integrantes da Mesa não poderá exceder a 80 por cento da que for paga ao Vice-Prefeito e ao Vice-Presidente da Câmara.Fixada a remuneração do Prefeito.A verba de representação do Vice-Prefeito e do Vice-Presidente da Câmara Municipal não poderá exceder a 80 por cento da que for fixada para o Prefeito e para o Presidente da Câmara Municipal. do Vice-Prefeito e dos Vereadores. § 2º .A verba de representação do Prefeito e do Presidente da Câmara Municipal não poderá exceder a dois terços de seus subsídios. e cessará no dia 31 de dezembro do último ano da .O. § 1º .Os subsídios do Prefeito. de se encontrarem as contas à disposição do exame público. D. SEÇÃO VI DA REMUNERAÇÃO DOS AGENTES POLÍTICOS (*) Art.09. pelo prazo de 15 dias. 04. no último ano da legislatura.A remuneração do Prefeito será composta de subsídios e verba de representação. § 5º . 31 E INCORPOROU SEUS PARÁGRAFOS AO ART. vigorando para a legislatura seguinte.

na última reunião ordinária da sessão legislativa. SEÇÃO VIII DAS ATRIBUIÇÕES DA MESA . de 24/09/2001.Caberá ao Regimento Interno da Câmara Municipal dispor sobre a composição da Mesa Diretora e. do mais votado do pleito. 35 – Até 48 horas após a instalação da nova legislatura e posse dos Vereadores. o mais idoso. 33 . § 3º . § 1º . vedada a recondução para o mesmo cargo na eleição imediatamente subseqüente.A eleição para renovação da Mesa se realizará. omisso ou negligente no desempenho de suas atribuições. § 4º . SEÇÃO VII DA ELEIÇÃO DA MESA DA CÂMARA Art. do Vice-Prefeito. se reeleito. na sua falta ou impedimento do mais idoso. do vereador que haja exercido mais recentemente. empossando-se os eleitos no dia primeiro de janeiro. até que seja processada a eleição. os integrantes da Câmara se reunirão sob a presidência do presidente da legislatura anterior.Na hipótese de não haver número suficiente para eleição da Mesa. subsidiariamente. a vice-presidência ou a secretaria. Art. § 5º . dos Vereadores e de outros gastos havidos com o exercício do mandato.As sessões extraordinárias serão sempre remuneradas à razão de um doze avos da remuneração mensal. quando se extinguem quaisquer direitos.A indenização de que trata este artigo não será considerada como remuneração. (*) OBS. sobre a sua eleição. 34 .O mandato dos integrantes da Mesa será de dois anos. obrigatoriamente. Na falta destes. por reunião. no caso de empate. quando faltoso. § 2º . também da legislatura anterior.: Modificada pela Emenda nº 09. o Vereador mais votado ou.Qualquer integrante da Mesa poderá ser destituído pelo voto da maioria absoluta dos membros da Câmara Municipal. permanecerá na Presidência e convocará sessões diárias. na forma que dispuser o Regimento Interno. Parágrafo único . prerrogativas ou vantagens de qualquer maneira decorrentes do exercício do mandato.legislatura.A lei fixará critérios de indenização de despesas de viagem do Prefeito. em caráter efetivo. Art. ou dentre os presentes.

encaminhar ao Prefeito. de 10.cumprir e fazer cumprir as decisões do Plenário.91). SEÇÃO IX DAS REUNIÕES Art. ou qualquer evento em que a Câmara deva estar representada.indicar.As sessões somente poderão ser abertas pelo Presidente da Câmara. Art.declarar a perda de mandato de Vereador. nos termos do Regimento Interno.A sessão legislativa desenvolve-se de 15 quinze de fevereiro a 30 trinta de junho e de 1º de agosto a 15 quinze de dezembro.07.Compete à Mesa da Câmara Municipal. I a VIII. V . sendo vedada a realização de reunião secreta. VII . assegurada ampla defesa. por meio da anulação parcial ou total de dotações da Câmara. nos casos previstos no artigo 53. MÁRIO FROTA. empregos ou funções da Câmara Municipal.2003. REDAÇÃO DADA PELA EMENDA Nº 07/91. de ofício ou por provocação de qualquer dos membros da Câmara. 33. transformem e extingam cargos. Parágrafo único .apresentar projetos de lei dispondo sobre a abertura de créditos suplementares ou especiais. VI . para apreciação do Plenário. para ser incluída no orçamento do Município.enviar ao Prefeito Municipal.As sessões da Câmara Municipal serão sempre públicas. bem como a fixação da respectiva remuneração. 36 . II . na hipótese de sua não-aprovação pelo Plenário. 38 . a proposta elaborada pela Mesa. 37 . QUE MODIFICOU A DATA DO INÍCIO DA SESSÃO LEGISLATIVA PASSANDO DO DIA PRIMEIRO PARA O DIA QUINZE DE FEVEREIRO ( Ver. a proposta do orçamento da Câmara aprovado pelo Plenário.03. além de outras atribuições estipuladas no Regimento Interno: I . os relatórios do exercício anterior. (*) Modificada pela Emenda nº. reuniões parlamentares. até o dia 31 de agosto. por . até 31 de março. observadas as determinações legais. 39 . III . IV . 02. prevalecendo.Art. nomes de Vereadores que representarão o Poder Legislativo Municipal em congressos.propor ao plenário projetos de lei que criem. (*) Art.A Mesa decidirá sempre por maioria de seus membros. desta Lei.

na forma do Regimento.A Câmara Municipal admitirá. 40 . com o mínimo de um terço dos seus membros. de pessoas ou entidades representativas da população.solicitar depoimento de qualquer autoridade ou cidadão.realizar audiências públicas com entidades da sociedade civil. 41 . . na forma de seu regimento: I . a Câmara Municipal deliberará somente sobre a matéria para a qual foi convocada.receber petições. SEÇÃO X DAS COMISSÕES Art.A Câmara Municipal terá Comissões permanentes e especiais. compete à Câmara Municipal fixar outras penalidades. na forma do que dispuser o Regimento Interno. representações ou queixas de qualquer pessoa contra atos ou omissões das autoridades ou entidades públicas. 42 .outro membro da Mesa ou pelo Vereador mais idoso presente.Na sessão legislativa extraordinária. II . IV .O Vereador que faltar.a participação. injustificadamente. terá sua remuneração reduzida em cinqüenta por cento.Em caso de reincidência.a realização de sessões especiais para debater.apreciar programas de obras e planos e sobre eles emitir parecer. _s Comissões. II .convocar Secretários Municipais ou ocupantes de cargos da mesma natureza ou equivalentes para prestar informações sobre assuntos inerentes às suas atribuições. para reivindicar ou apresentar sugestões sobre assuntos de interesse da comunidade. reclamações. assuntos de interesse da coletividade. ou no ato de que resultar a sua criação. Parágrafo único . V . Art. Art. inclusive cassação de mandato. nas sessões ordinárias. em razão da matéria de sua competência cabe: I . Parágrafo único. constituídas na forma e com atribuições definidas no Regimento Interno. a um terço das sessões ordinárias mensais. III . Parágrafo único . com entidades representativas da população.

IV. SECÃO XI DO PRESIDENTE E DO VICE-PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL Art. após o estabelecido no artigo 80. 43 .Qualquer entidade da sociedade civil poderá solicitar ao Presidente da Câmara que lhe permita emitir conceitos ou opiniões. se for o caso. junto ao Poder Executivo Municipal. nos casos previstos em lei.representar a Câmara Municipal. dia e hora para o pronunciamento e seu tempo de duração.promulgar as resoluções e os decretos legislativos. encaminhadas ao Ministério Público para que este promova a responsabilidade civil ou criminal dos infratores. junto às Comissões.Cabe ao Presidente do Poder Legislativo. o balanço relativo aos recursos recebidos e às despesas realizadas no mês anterior. no prazo de 48 horas. Parágrafo único . à qual caberá deferir ou indeferir o requerimento. Art. além de outras atribuições estipuladas no Regimento Interno: I .As Comissões Especiais de Inquérito. do Vice-Prefeito e dos Vereadores. VII .Compete ao Presidente da Câmara. promulgar e remeter à publicação os projetos de lei .mandar prestar informações por escrito e expedir certidões requeridas para defesa de direitos e esclarecimentos de situações. sobre projetos que nelas se encontrem para estudo. até o dia 20 de cada mês. serão criadas pela Câmara mediante requerimento de um terço de seus membros. V . além de outros previstos no Regimento Interno. § 1º . 45 . bem como leis que receberem sanção tácita e as cujo veto tenha sido rejeitado pelo Plenário e não tenham sido promulgadas pelo Prefeito Municipal. se for o caso. IV .acompanhar.apresentar ao Plenário. sendo suas conclusões. desta Lei. em substituição automática. II . VI . que terão poderes de investigação próprios das autoridades judiciais. a elaboração da proposta Orçamentária.declarar extinto o mandato do Prefeito. Art. a chefia do Executivo Municipal nos casos previstos em lei. 44 . indicando.requisitar o numerário destinado às despesas da Câmara. III . bem como a sua posterior execução. para apuração de fato determinado e por prazo certo.exercer.VI .O Presidente da Câmara enviará o pedido ao Presidente da respectiva Comissão.

privativamente. Art.substituir o Presidente da Câmara em suas faltas.A consultoria e assessoria jurídica do Poder Legislativo são exercidas.Qualquer Vereador poderá requerer a promulgação.na eleição da Mesa Diretora. para a sua aprovação. deixar de fazê-lo no prazo estabelecido.No desempenho de suas atribuições. SEÇÃO XII DA PROCURADORIA GERAL DA CÂMARA MUNICIPAL Art. ou quem o substituir. somente manifestará o seu voto nas seguintes hipótese: I . II . . Art.aprovados pela Câmara Municipal e não promulgados pelo Prefeito.Aos primeiro e segundo Vice-Presidentes compete. as resoluções e os decretos legislativos sempre que o Presidente. 47 . a defesa dos legítimos interesses do Poder Legislativo. órgão superior subordinado à Mesa Diretora. para cargos de carreira integrantes da Procuradoria Geral da Câmara Municipal. aos Procuradores da Câmara incumbe exercer o controle da legalidade dos atos e procedimentos administrativos da Mesa Diretora. 46 . ainda que se ache em exercício. que será efetuada obrigatoriamente na mesma reunião. pelos Procuradores da Câmara. sem prejuízo da competência de outros orgãos municipais. se descumprido o que estabelece o parágrafo anterior.quando a matéria exigir. § 1º . ausências. impedimentos ou licenças.quando ocorrer empate em qualquer votação no Plenário. admitidos mediante concurso público de provas e títulos.promulgar e fazer publicar. § 2º . além das atribuições contidas no Regimento Interno: I . 48 . o voto favorável de dois terços ou da maioria absoluta dos membros da Câmara. II . incluídos os de natureza financeiroorçamentária. obrigatoriamente. o assessoramento legislativo à Mesa e aos Vereadores e a assistência judiciária aos servidores da Câmara Municipal. III .O Presidente da Câmara.

SUBSEÇÃO II DAS INCOMPATIBILIDADES Art. sobre informações recebidas ou prestadas em razão do exercício do mandato. REDAÇÃO DADA PELAS EMENDAS Nº 10/93 E 002/95. 50 . Art. palavras e votos no exercício do mandato e na circunscrição do Município.Os Vereadores não poderão: I .idade mínima de 18 anos.§ 2º .pleno gozo dos direitos políticos. II . 51 .filiação partidária. integrantes ou não do quadro funcional. e os Procuradores Chefes. IV . serão nomeados por livre escolha do Presidente do Poder dentre os Advogados regularmente inscritos na Ordem dos Advogados do Brasil . SERAFIM CORRÊA e BOSCO SARAIVA.ser brasileiro. perante a Câmara.Seção do Amazonas.desde a expedição do diploma: a) firmar ou manter contrato com pessoa jurídica de direito público. Chefe da Instituição. Art.domicílio eleitoral no Município. nem sobre as pessoas que lhes confiaram ou deles receberam informações. III .Os Vereadores gozam de inviolabilidade por suas opiniões. 49 . .São condições de elegibilidade para Câmara Municipal de Manaus: I .Os Vereadores não serão obrigados a testemunhar. V . autarquia. Vers.O Procurador-Geral da Câmara. 52 . SEÇÃO XIII DOS VEREADORES SUB SEÇÃO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art.

que infringir qualquer das proibições estabelecidas no artigo anterior. sem motivo justificado. dentro do prazo estabelecido nesta Lei. função ou emprego remunerado.que deixar de comparecer.que deixar de residir no Município. V . ou nela exercer função remunerada. 53 .Perderá o mandato o Vereador: I . § 2º . a perda do mandato será decidida pela Câmara em votação nominal e por maioria absoluta. inclusive os de que sejam demissíveis "ad nutum". nas entidades referidas no inciso I.Extingue-se o mandato. b) aceitar ou exercer cargo. d) ser titulares de mais de um cargo ou mandato público eletivo. sociedade de economia mista. VII . IV . mediante denúncia . deste artigo. à terça parte das sessões ordinárias da Câmara. em cada sessão legislativa. salvo quando o contrato obedecer a cláusula uniformes. b) ocupar cargo ou função de que sejam demissíveis "ad nutum". VI . II.quando o decretar a Justiça Eleitoral.que sofrer condenação criminal em sentença transitada em julgado. quando ocorrer falecimento ou renúncia por escrito do Vereador. e assim será declarado pela Mesa da Câmara. salvo em caso de licença ou de missão oficial autorizada.empresa pública. c) patrocinar causa em que seja interessada qualquer das entidades a que se refere o inciso I. nas entidades constantes da alínea anterior.desde a posse: a) ser proprietários. "a". fundação ou empresa concessionária de serviço público municipal.Nos casos dos incisos I. Art. VIII que deixar de tomar posse. salvo o cargo de Secretário Municipal ou equivalente. deste artigo. II .cujo procedimento for declarado incompatível com o decoro parlamentar. "a". II . III .que perder ou tiver suspensos os direitos políticos. VI e VII deste artigo. § 1º . controladores ou diretores de empresa que goze de favor decorrente de contrato celebrado com pessoa jurídica de direito público. nos casos previstos na Constituição da República.

98 SUBSEÇÃO III DAS LICENÇAS Art.12. EMENDA Nº 05/94.2002.94. a) b) c) . desde que o período de licença não seja superior a 120 dias por sessão legislativa. .para tratar de interesse particular.2002. § 1º . podendo optar. cargo ou mandato público eletivo estadual ou federal.por motivo de saúde. devidamente comprovado e nos casos de : maternidade ou paternidade.11. nos termos deste artigo. § 3º . ou de partido político representado na Câmara. por escrito. equivalente ou superior. adoção.02. assegurada ampla defesa. não poderá o Vereador reassumir antes que se tenha esgotado o prazo de sua licença. * § 4º . assegurada ampla defesa.A renúncia de vereador submetido a processo que vise ou possa levar à perda de mandato. na condição de suplente. de 20. § 3º . de 05.Nos casos dos incisos III. (*) Emenda n.O Vereador investido no cargo de Secretário Municipal. (*) § 5o – O Vereador licenciado nos termos do inciso III não receberá remuneração e extinguir-se-á. (*) III – Para assumir. pelo tempo em que durar o afastamento ou licença do titular. será considerado automaticamente licenciado. a perda do mandato será declarada pela Mesa da Câmara. 10.º 19. quando a serviço ou em missão de representação da Câmara Municipal. (*) Emenda nº 29. de 26.Ver JEFFERSON PERES.O Vereador poderá licenciar-se: (*) I .10. IV e VIII deste artigo. (*) Emenda n. 54 . § 4º . de 05.12. terá seus efeitos suspensos até as deliberações finais de que tratam os § 2º e § 3º. pela remuneração da vereança. de ofício ou mediante provocação de qualquer Vereador.º 29.O afastamento para o desempenho de missões temporárias de interesse do Município não será considerado como licença.(*) Emenda nº 002/98.Para fins de remuneração.2002. nos termos em que a lei dispuser. considerar-se-á como em exercício o Vereador licenciado nos termos do inciso I deste artigo.No caso dos incisos I e II deste artigo. II . § 2º .fundamentada de Vereador ou de eleitor no pleno gozo de seus direitos políticos. sua Verba de Gabinete pelo tempo que perdurar sua licença. no prazo da lei. também. fazendo o Vereador jus à remuneração estabelecida.

12. § 4º . § 3º .No caso de vaga. Inciso III. cargo ou mandato público eletivo estadual ou federal far-se-á a imediata convocação do suplente pelo Presidente da Câmara. calcular-se-á o quórum em função dos Vereadores remanescentes. REDAÇÃO DADA PELA EMENDA JEFFERSON PERES. § 1º . 56 . salvo motivo justo aceito pela Câmara. dentro de quarenta e oito horas. licença superior a 120 dias. nos casos de licença ou investidura. (*) Emenda nº 29 de 05.94. III . .2002.emendas à Lei Orgânica Municipal. independentemente do tempo em que durar o afastamento ou licença do titular.O processo legislativo municipal compreende a elaboração de: I .Enquanto a vaga a que se refere o parágrafo anterior não for preenchida. afastar-se em gozo de licença para tratar de interesse particular.O suplente convocado deverá tomar posse dentro do prazo de 15 dias.05. no cargo de Secretário Municipal.leis ordinárias.Ocorrendo vaga e não havendo suplente. II .É vedado ao suplente convocado.12. SEÇÃO XIV DO PROCESSO LEGISLATIVO SUBSEÇÃO I DISPOSIÇÃO GERAL Art. o Presidente da Câmara comunicará o fato. 55 .leis complementares. ao Tribunal Regional Eleitoral. Nº 01/94. conforme preceitua o Artigo 54. investidura no cargo de Secretário Municipal ou equivalente ou licença para assumir na condição de suplente. § 2º . Ver. sob pena de ser considerado renunciante.SUBSEÇÃO IV DA CONVOCAÇÃO DOS SUPLENTES Art.

§ 2º . . Art. II . IV .decretos legislativos. transformação e extinção de cargos. subscrita por. empregos e funções na Administração direta e autárquica do Município. 59 .leis delegadas. III .A iniciativa das leis complementares e ordinárias cabe a qualquer Vereador ou Comissão da Câmara. indireta e fundacional do Município. ao Prefeito Municipal e aos cidadãos. desta Lei. SUBSEÇÃO II DAS EMENDAS . § 1º. diretrizes orçamentárias e plano plurianual. no mínimo.A Lei Orgânica Municipal poderá ser emendada mediante proposta: I . § 1º .de iniciativa popular. no mínimo. privativamente.Compete. V .regime jurídico dos servidores. em ambos. 57 . VI . dois terços dos votos dos membros da Câmara.do Prefeito Municipal. na forma e nos casos previstos nesta Lei. na forma do artigo 60. III . com o respectivo número de ordem.criação.criação. dos membros da Câmara Municipal. considerando-se aprovada quando obtiver.LEI ORGÂNICA MUNICIPAL Art.A proposta de emenda à Lei Orgânica Municipal será discutida e votada em dois turnos de discussão e votação. ao Prefeito Municipal a iniciativa das leis que versem sobre: I . SUBSEÇÃO III DAS LEIS Art.IV . cinco por cento dos eleitores do Município.orçamento anual.A emenda à Lei Orgânica Municipal será promulgada pela Mesa da Câmara.resoluções. ou aumento de sua remuneração. 58 .de um terço. com identificação eleitoral. II . estruturação e atribuições dos orgãos da Administração direta.

III . exigindo-se. § 1º .Não será admitido qualquer aumento da despesa prevista: . contendo assunto de interesse específico da cidade.Caberá ao Regimento Interno da Câmara assegurar e dispor sobre o modo pelo qual os projetos de iniciativa popular serão defendidos na Tribuna da Câmara por instituição da sociedade civil ou integrante da comunidade local. § 1º .Art. § 3º .A tramitação dos projetos de lei de iniciativa popular obedecerá às normas relativas ao processo legislativo. Art. contendo a informação do número total de eleitores do Município. mediante indicação do número do respectivo título eleitoral.Código Sanitário.A proposta popular deverá ser articulada. que deverá solicitar a delegação à Câmara Municipal. VI .Não serão objeto de delegação os atos de competência privativa da Câmara Municipal. Art. diretrizes orçamentárias e orçamento.Código de Parcelamento do Solo.Se a resolução determinar a apreciação do Projeto pela Câmara. IV .Código de Zoneamento. a identificação dos assinantes. II .Plano Diretor. no mínimo. bem como a certidão expedida pelo órgão eleitoral competente.Regimento Jurídico dos Servidores. VII . Art.São objeto de leis complementares as seguintes matérias: I . de bairros ou distritos. esta a fará em votação única. 63 . § 2º . Parágrafo único . matéria reservada à lei complementar e à legislação sobre planos plurianuais. um por cento dos eleitores inscritos no Município. vedada qualquer emenda.As leis delegadas serão elaboradas pelo Prefeito Municipal. 62 . 60 . § 2º .Código de Postura.Código de Obras e Edificações. 61 .A delegação ao Prefeito Municipal terá forma de resolução da Câmara Municipal. VIII . § 3º . que especificará seu conteúdo e os termos de seu exercício. V ._s leis complementares exigem para a sua aprovação o voto favorável da maioria absoluta dos membros da Câmara.Código Tributário Municipal.A iniciativa popular será exercida pela apresentação à Câmara Municipal de projeto de lei subscrito por. para o seu recebimento pela Câmara.

§ 1º . o prazo fixado no "caput" deste artigo. § 1º . .nos projetos de iniciativa exclusiva do Prefeito Municipal. os projetos de leis orçamentárias.Decorrido. no prazo de cinco dias úteis. Art. para que se ultime sua votação. exceto veto e leis orçamentárias.O projeto de lei aprovado pela Câmara será.I .O prazo referido neste artigo não corre no período de recesso da Câmara nem se aplica aos projetos de codificação. II . 64 . neste caso. sem deliberação. Art. considerados relevantes. 65 . o projeto será obrigatoriamente incluído na ordem do dia. os quais deverão ser apreciados no prazo de 30 dias úteis.O Prefeito Municipal poderá solicitar urgência para apreciação de projetos de sua iniciativa. sobrestando-se a deliberação sobre qualquer outra matéria.nos projetos sobre organização dos serviços administrativos da Câmara Municipal. ressalvados.

no todo ou em parte.Decorrido o prazo de 15 dias úteis. de 10. o sancionará no prazo de 15 dias úteis. e comunicará.Se o veto for rejeitado.Se o Prefeito Municipal não promulgar as leis nos prazos previstos. . não dependendo de sanção ou veto do Prefeito. com parecer ou sem ele. DO § 7º .2003 § 6º .enviado pelo seu Presidente ao Prefeito Municipal que. até sua votação final. mediante votação aberta. 67 . VEREADOR JOÃO PEDRO.A matéria constante do projeto de lei rejeitado somente poderá constituir objeto de novo projeto. acrescendo o § 6º. o silêncio do Prefeito Municipal importará sanção. de parágrafo. a perda do mandato do Presidente da Mesa.Se o Prefeito considerar o projeto.91. § 3º O veto parcial somente abrangerá texto integral de artigo. para promulgação. § 1º .03. inconstitucional ou contrário ao interesse público ou a esta Lei. concordando. o Presidente da Câmara a promulgará e. de sua competência exclusiva. REDAÇÃO DADA PELA EMENDA Nº 02/91. (*) Modificada pela Emenda nº 33. de inciso ou de alínea. mediante proposta da maioria absoluta dos membros da Câmara. contados da data do recebimento. o projeto será enviado ao Prefeito Municipal. § 9º . sobrestadas as demais proposições. em 48 horas. implicando. os motivos do veto.No vigésimo dia do prazo previsto no § 4º deste artigo. excetuando-se medida de caráter urgente. § 4º O veto será apreciado no prazo de 30 dias úteis. caberá ao Vice-Presidente obrigatoriamente fazê-lo. o veto será colocado na Ordem do Dia da sessão imediata.A Resolução destina-se a regular matéria político-administrativa da Câmara. ao presidente da Câmara. e ainda no caso de sanção tácita. em uma única discussão e votação. no prazo de 15 dias úteis. neste caso. contados do seu recebimento.05. (*) § 5º O veto somente será rejeitado pela maioria absoluta dos Vereadores. 66 . § 2º .A manutenção do veto não restaura matéria suprimida ou modificada pela Câmara. § 8º . Art. vetá-lo-á. se este não o fizer no prazo de 48 horas. dentro de 48 horas. Art. total ou parcialmente. 22. na mesma sessão legislativa.

prestando o compromisso de manter. Art. com o auxilio dos Secretários Municipais. dentre brasileiros com idade mínima de 21 anos.A eleição do Prefeito importa a do Vice-Prefeito.O cidadão que desejar poderá usar da palavra durante a primeira discussão dos projetos de lei.O Vice-Prefeito auxiliará o Prefeito sempre que for convocado para missões especiais. 72 .Caberá ao Presidente da Câmara fixar o número de cidadãos que poderão fazer uso da palavra em cada sessão. CAPÍTULO III DO PODER EXECUTIVO SEÇÃO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art.O Regimento Interno da Câmara estabelecerá as condições e requisitos para o uso da palavra pelos cidadãos. defender e cumprir a Constituição da República. Art. antes de iniciada a sessão.Ao inscrever-se. 70 . 68 . § 1º . no exercício dos direitos políticos e em consonância com as exigências da legislação eleitoral. a Constituição do Estado e a Lei Orgânica . observadas as normas para eleição e posse. para mandato de quatro anos. o cidadão deverá fazer referência à matéria sobre a qual falará. além de outras atribuições que lhe forem conferidas em lei complementar. no dia primeiro de janeiro do ano subseqüente ao da eleição. para opinar exclusivamente sobre eles. Art.O Prefeito e o Vice-Prefeito serão eleitos por sufrágio universal e voto direto e secreto. Art. observado o disposto nesta Lei. § 2º .Art. desde que se inscreva em lista especial na Secretaria da Câmara. 71 . 74 . 73 . não dependendo de sanção ou veto do Prefeito Municipal. registrados conjuntamente e para igual mandato. § 3º . Art. não lhe sendo permitido abordar temas que não tenham sido expressamente mencionados na inscrição.O Poder Executivo do Município é exercido pelo Prefeito. que produza efeitos externos.O processo legislativo se dará conforme determinado no Regimento Interno da Câmara. 69 . Parágrafo único .O Decreto Legislativo destina-se a regular matéria de competência exclusiva da Câmara.O Prefeito e o Vice-Prefeito tomarão posse perante a Câmara Municipal.

II . sociedade de economia mista.Vagando os cargos de Prefeito e Vice-Prefeito Municipal. ressalvado motivo de força maior. Parágrafo único .firmar ou manter contrato com entidade de direito público. § 2º .O Prefeito não poderá. na forma da lei. e suceder-lhe-á. serão sucessivamente chamados ao exercício do Poder Executivo Municipal o Presidente da Câmara Municipal e o Juiz de Direito mais antigo na 2ª Entrância. § 1º . 77 . automaticamente. até 30 dias após a posse ou conclusão do mandato. indireta e fundacional. 76 . ou vacância dos respectivos cargos. em caso de impedimento. de 22. SEÇÃO II DAS PROIBIÇÕES * Art. na Administração Pública direta.Substituirá o Prefeito.Em caso de impedimento do Prefeito e do Vice-Prefeito. resumidas em atas e divulgadas para conhecimento público no Diário Oficial do Município.Ocorrendo a vacância nos dois últimos anos de mandato do Prefeito.01 I . decorrido 10 dias da data fixada para a posse.10.aceitar ou exercer cargo. o Vice-Prefeito. inclusive os de que sejam demissíveis "ad nutum". o Prefeito ou o VicePrefeito.Se.Em qualquer dos casos. 75 . o Prefeito e o Vice-Prefeito farão declaração pública de seus bens.No ato de posse e ao término do mandato.Municipal. far-se-á eleição 90 dias depois de aberta a última vaga. no de vaga. fundação ou empresa permissionária ou concessionária de serviço público municipal. empresa pública. função ou emprego remunerado. para complemento do respectivo mandato. este será declarado vago pela Câmara Municipal. sob pena de perda de mandato: (*) Emenda nº 17/01. preservar a cultura e os valores municipais e servir com honra. não tiver assumido o respectivo cargo. ressalvada . § 2º . lealdade e dedicação ao povo de Manaus. a eleição para ambos os cargos será feita 15 dias depois da ocorrência da última vaga pela Câmara Municipal. Art. autarquia. Art. observar as leis. os eleitos deverão completar o período de seus antecessores. devendo ser estas transcritas em livro próprio. § 1º . desde a posse.

O Prefeito e o Vice-Prefeito não poderão ausentar-se do Município quando o afastamento exceder a sete dias. Parágrafo único . aplicando-se. SEÇÃO III DAS LICENÇAS Art. V .fixar residência fora do Município. nesta hipótese. VI . 78 . IV . o Prefeito licenciado fará jus a sua remuneração. Art. devendo. permanecer no exercício até que a autorização se efetive.No caso previsto neste artigo e de ausência em missão oficial.A autorização será solicitada através de expediente que defina o destino e as finalidades. o disposto no artigo 38 da Constituição da República. SEÇÃO IV DAS ATRIBUIÇÕES DO PREFEITO Art. III . sob pena de perda do mandato. e do País. Parágrafo único . 79 . controladores ou diretores de entidade de direito público que goze de favor decorrente de contrato celebrado com o Município ou nela exercerem função remunerada. 80 . sem prévia autorização da Câmara Municipal.ser proprietário.a posse em virtude de concurso público. por qualquer prazo.É da competência do Prefeito: I . .patrocinar causas em que seja interessada qualquer das entidades mencionadas no inciso I deste artigo.O Prefeito poderá licenciar-se quando impossibilitado de exercer o cargo. ainda.representar o Município em Juízo e fora dele. por motivo de doença devidamente comprovada.ser titular de mais de um mandato eletivo de qualquer natureza.

decretar.prover e extinguir os cargos públicos municipais. IV . e a prevista no artigo 182.prestar à Câmara Municipal. XI . as contas do Município referentes ao exercício anterior. indireta e fundacional. acompanhado de relatório e avaliação das atividades desenvolvidas no setor e. ou interesse social. anualmente e até o dia 30 de março. ainda. III.celebrar convênios com entidades públicas ou privadas para a realização de objetivos de interesse do Município. funções e salários pagos pelo Município. nos termos legais.remeter mensagem e plano de governo à Câmara Municipal por ocasião da abertura da sessão legislativa. podendo o prazo ser prorrogado por mais cinco dias úteis.sancionar. especificando os cargos e o nome dos respectivos ocupantes. em sessão pública. o Plano Plurianual Integrado. VI . IX . as informações solicitadas.enviar à Câmara Municipal. obrigatoriamente. V . até 30 de junho do ano de início de cada gestão administrativa.dispor sobre a organização e o funcionamento da Administração Municipal. à Câmara Municipal. anualmente. XII . bem como expedir decretos e regulamentos para sua fiel execução.II. no qual constarão.prestar.iniciar o processo legislativo. no prazo de quinze dias úteis. promulgar e fazer publicar. relativo a todos os orgãos sob sua autoridade. pelo período de duração do Governo. o organograma do Poder Executivo.encaminhar a Câmara Municipal. dentro de 15 dias. X . a pedido. as leis aprovadas pela Câmara. XIII . da Constituição da República. pela complexidade da matéria . VII . plano detalhado de obras e serviços relacionados ao desenvolvimento urbano. VIII . na forma da lei. na forma desta Lei. dentro do prazo estabelecido no artigo 28 desta Lei. os orgãos da administração direta. III.vetar os projetos de lei aprovados pela Câmara. na forma que a lei estabelecer. XIV . na forma e nos casos previstos nesta Lei. desapropriação por utilidade ou necessidade pública. total ou parcialmente.exercer a direção superior da Administração Pública. § 4º. expondo a situação do Município e solicitando as providências que julgar necessárias.

conforme critérios estabelecidos na legislação municipal. até o dia 20 de cada mês.realizar audiências públicas. XIX . XXI .Pelo Tribunal de Justiça do Estado nos crimes comuns e de responsabilidade. de conformidade com o Regimento Interno.convocar extraordinariamente a Câmara. XXIII .decretar estado de emergência e calamidade pública quando ocorrerem fatos que o justifiquem. XVI .fixar as tarifas dos serviços públicos permitidos e concedidos. bem como fazer uso da guarda municipal. na forma da lei. os recursos correspondentes às suas dotações orçamentárias. bem como daqueles explorados pelo próprio Município. autorizando as despesas e os pagamentos. 81 .aplicar as multas previstas na legislação e nos contratos ou convênios. XVII . reclamações ou representações que lhe forem dirigidos. XXII .Pela Câmara Municipal. folhas de pagamento e demais documentos. nas seguintes infrações político-administrativas: a) impedir o funcionamento regular da Câmara.resolver sobre os requerimentos.O Prefeito será processado e julgado: I . mediante processo administrativo devidamente justificado.solicitar o auxílio das forças policiais para garantir o cumprimento de seus atos. e nas contravenções penais.superintender a arrecadação dos tributos e preços. XX . XV . bem como a guarda e aplicação da receita. dentro das disponibilidades orçamentárias ou dos créditos autorizados pela Câmara. quando necessário.entregar à Câmara Municipal.ou pela dificuldade de obtenção dos dados solicitados. compreendidos os créditos suplementares e especiais. * b) impedir o exame de livros. SEÇÃO V DA RESPONSABILIDADE DO PREFEITO Art. bem como anulá-las quando impostas irregularmente. que de-vam . XVIII . II .

de 18. bem como a verificação de obras e serviços municipais. o julgamento não estiver concluído. j) proceder de modo incompatível com a dignidade e decoro do cargo. fundação ou empresa municipal. nos termos do inciso II e dos parágrafos do artigo anterior. por tempo superior ao permitido em lei. § 1º .11. por comissão de investigação da Câmara ou auditoria. direitos ou interesses do Município.por cassação. as convocações ou os pedidos de informações da Câmara.O Prefeito. i) ausentar-se do Município. quando feitos a tempo e em forma regular. quando condenado pela Câmara de Vereadores por infração politíco-adminitrativa. sem motivo justo.constar dos arquivos da Prefeitura. e em forma regular. rendas. h) omitir-se ou negligenciar na defesa de bens. regularmente instituída. sem prejuízo do regular prosseguimento do processo. decorrido o prazo de 180 dias. § 4º . f) descumprir o orçamento aprovado para o exercício financeiro.Admitir-se-á a denúncia por qualquer Vereador. por partido político e por qualquer munícipe eleitor. 20. d) retardar a publicação ou deixar de publicar as leis e atos sujeitos a essa formalidade.Não participará do julgamento o Vereador denunciante. ato de sua competência ou omitir-se na sua prática.O Prefeito perderá o mandato: I . quando: a) infringir qualquer uma das proibições estabelecidas no artigo 77 desta Lei. ou afastar-se da prefeitura.Se.98 Art. não pode ser responsabilizado por atos estranhos ao exercício de suas funções. g) praticar. JEFFERSON PEREZ.11. cessará o afastamento do Prefeito. contra expressa disposição de lei. na vigência do seu mandato. 82 . ou ainda por qualquer munícipe eleitor. sujeitos à administração da Prefeitura. § 3º . c) desatender. b) ausentar-se do Município sem autorização legislativa. a proposta orçamentária.92 (*) Emenda nº 005/98. nos termos do artigo 78 e . e) deixar de apresentar à Câmara no devido tempo. § 2º . sem autorização da Câmara dos Vereadores. Ver. l) negar-se a demitir Secretário ou dirigente de autarquia. EMENDA 06/92.

situação dos contratos com permissionárias e concessionárias dos serviços públicos.transferências a serem recebidas da União e do Estado por força de mandamento constitucional ou de convênios. inclusive das dívidas a longo prazo e encargos decorrentes de operações de crédito. d) de renúncia por escrito. em se fazendo necessário. III . quando: a) sofrer condenação criminal em sentença transitada em julgado. o exercício dos direitos políticos. o Prefeito deverá preparar. nos casos previstos na Constituição da República. considerada também como tal o não comparecimento para a posse no prazo previsto nesta Lei Orgânica. c) o decretar a Justiça Eleitoral. para permitir que a nova Administração decida quanto à conveniência de dar-lhes prosseguimento. VI . II .estado dos contratos de obras e serviços em execução ou apenas formalizados. desta Lei.seu parágrafo único.dívidas do Município. informando sobre o que foi realizado e pago. b) perder ou tiver suspensos os direitos políticos. informando sobre a capacidade de a administração municipal realizar operações creditícias de qualquer natureza. direta e fundacional. bem como sobre o que há por executar e pagar. para entrega ao sucessor e para publicação imediata. IV . relatório da situação da Administração Municipal. V . informações atualizadas sobre: I . com os prazos respectivos. por credor. com as datas dos respectivos vencimentos.projetos de lei de iniciativa do Poder Executivo.Até 30 dias das eleições municipais. a lei orçamentária e o cumprimento das leis e das decisões judiciais. individuais e sociais. SEÇÃO VI DA TRANSIÇÃO ADMINISTRATIVA Art. o livre exercício da Câmara Municipal. que conterá entre outras. acelerar seu andamento ou retirá-los.por extinção. em curso na Câmara Municipal. . bem como do recebimento de subvenções ou auxílios. declarada pela Mesa da Câmara Municipal. VII .prestação de contas de convênios celebrados com organismos da União e do Estado. a probidade na administração. 83 . e c) atentar contra a autonomia do Município. II .medidas necessárias à regularização das contas municipais perante o Tribunal de Contas do Estado.

dos serviços de sua Secretaria e orgãos vinculados. Art.Independentemente de convocação. II . orientação. 88 . dentre outras: I .Os Secretários do Município são obrigados a atender à convocação da Câmara Municipal ou à de suas Comissões. Parágrafo único . 87 . SEÇÃO VII DOS SECRETÁRIOS DO MUNICÍPIO Art. ao assumirem ou deixarem o cargo. Art. decretos e regulamentos.VIII .número de cargos e funções. Art. situação dos servidores do Município.Os Secretários do Município serão escolhidos dentre brasileiros maiores de 21 anos e no exercício dos direitos políticos. quando .apresentar ao Prefeito relatório anual.São infrações político-administrativas do Secretários do Município. 84 . 85 . a seus subordinados. os Secretários do Município poderão comparecer à Câmara Municipal ou a qualquer de suas Comissões.Os Secretários do Município. seu custo. 86 . por ato expresso. V .praticar os atos pertinentes às atribuições que lhe forem outorgadas e delegadas pelo Prefeito. quantidade e orgãos em que estão lotados e em exercício. relativos à respectiva Secretaria.Aos Secretários do Município cabe: I . para expor assunto de relevância da Secretária. III . deverão fazer declaração pública de seus bens. até 30 dias após respectivo ato de posse. circunstanciado. resumidas em atas e divulgadas para conhecimento público no Diário Oficial do Município. devendo ser estas transcritas em livro próprio.expedir instruções para a execução das lei. Art. coordenação e supervisão dos orgãos e entidades da administração municipal na área de sua competência e referendar os atos e decretos assinados pelo Prefeito Municipal.a ausência injustificada à Câmara Municipal ou às respectivas Comissões.delegar atribuições.exercer o planejamento. IV . que servirá para fundamentação da mensagem anual do Prefeito.

II . 89 .convocados para prestar. pessoalmente. III .a representação judicial e extrajudicial do Município e a cobrança de sua dívida ativa. informações sobre assunto previamente determinado. exercerá. vinculada diretamente ao Prefeito Municipal. organização e funcionamento da Procuradoria Geral do Município serão estabelecidos em lei específica.A Procuradoria Geral do Município.A competência. II . privativamente: I .assessoria e consultoria jurídica em matéria de alta indagação do Chefe do Poder Executivo e da Administração em geral. a pedidos escritos de esclarecimentos formulados pela Câmara Municipal. Parágrafo único . . com a função de defesa dos interesses do Município e orientação jurídica da Administração. no prazo de 20 dias. promovendo a unificação da jurisprudência administrativa e zelando pela observância dos princípios da legalidade.a defesa dos atos e interesses do Município junto ao Tribunal de Contas do Estado.a prestação de informações falsas ou desatendimento. SEÇÃO VIII DA PROCURADORIA GERAL DO MUNICÍPIO Art. legitimidade e moralidade no âmbito da Administração pública municipal. órgão permanente. e iniciativa do Prefeito. ouvido o Conselho de Procuradores.

Art.O Colégio de Procuradores do Município é o órgão superior de consulta e de deliberação coletiva da categoria em matéria de interesse da instituição e da classe. seção do Amazonas.mandato eletivo. Art. (*)Modificada pela Emenda nº.A organização do Colégio observará: I . Art. pelo voto aberto da maioria simples dos Vereadores. será provido.2003.Seção Amazonas. vedado a recondução na eleição subseqüente. 91 . (*) Parágrafo único . 90 . . 92 . privativo de advogado. de 10.O Procurador-Geral do Município será escolhido dentre advogados inscritos na Ordem dos Advogados do Brasil .O cargo de Procurador do Município. na classe inicial. com mais de cinco anos de inscrição.03. mediante concurso público de provas e títulos. integrantes ou não da categoria de Procuradores do Município. Parágrafo único . 33.representação paritária entre os integrantes das diferentes classes e entre estes e o chefe da Procuradoria Geral. com a participação da Ordem dos Advogados do Brasil. a nomeação dependerá da aprovação prévia da Câmara Municipal. II . mediante eleição direta e voto secreto.Na hipótese de a escolha recair em advogados não integrantes da categoria de Procuradores do Município. organizado e realizado pela Procuradoria Geral do Município.

cinqüenta por cento da totalidade dos eleitores envolvidos. de qualquer órgão da Administração. § 1º e 135. que será . apresentarem proposição nesse sentido. em manifestação a que se tenham apresentado.isonomia remuneratória com os cargos e funções essenciais à justiça.Aos Procuradores do Município é assegurado: I . III . 93 . cujas medidas deverão ser tomadas diretamente pela Administração Municipal.A votação será organizada pelo Poder Executivo no prazo de dois meses após a apresentação da proposta. SEÇÃO IX DA CONSULTA POPULAR Art. que conterá as palavras SIM e NÃO.O Prefeito proclamará o resultado da consulta popular.irredutibilidade de vencimentos. Art. § 3º .O Prefeito poderá realizar. após dois anos de efetivo exercício no cargo. II . indicando.independência funcional. respectivamente. § 1º . 95 . 96 . sendo vedada qualquer manifestação fora desse prazo. por sua livre iniciativa. VI . no máximo. com identificação do título eleitoral.estabilidade.Poderão ser realizadas. esclarecimentos e diligências necessárias ao cumprimento de suas funções. não podendo ser demitidos senão mediante decisão judicial passada em julgado. por solicitação da Câmara ou expresso desejo da população da área interessada. pelo menos. podendo requisitar. da Constituição da República. moralidade. XII. impessoalidade e indisponibilidade do interesse público.vencimentos com diferença nunca superior a 10 por cento entre os de uma classe e outra. sujeitos apenas aos princípios da legalidade. V . adotando-se cédula oficial. cinco por cento do eleitorado inscrito no Município. Art. pelo menos. informações. nos termos da Constituição da República e do Estado. IV .A consulta popular será admitida no Município no prazo estabelecido na legislação eleitoral.prerrogativas inerentes à advocacia. da Constituição do Estado. 94 .A proposta será considerada aprovada se o resultado lhe tiver sido favorável pelo voto da maioria dos eleitores que comparecerem às urnas . duas consultas por ano. 39. aprovação ou rejeição da proposta. § 2º . no bairro ou distrito. nos termos dos artigos 37. Art. 97 . nem cinco por cento entre os de classe final e os do Procurador-Geral do Município.Art.A consulta popular poderá ser realizada sempre que a maioria absoluta dos membros da Câmara ou. e do artigo 83. consultas populares para decidir sobre política de desenvolvimento urbano e prestação de serviços essenciais.

III . observando: Parágrafo único . bem como aos dispositivo constantes do Título III. Capítulo VII. bem como as concessionárias do Município. a Prefeitura será referida pela designação de Prefeitura Municipal de Manaus. tamanho ou cor das letras. IV . TÍTULO I DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. bem como o uso de artifícios que.em consonância com o disposto no artigo 37. § 1º. COM SUPRESSÃO DO INCISO II.considerado como decisão sobre a questão proposta.94. aos princípios estabelecidos na Constituição da República. Obs: Acrescentado através da Emenda n.Os orgãos colegiados das autarquias. . criadas por lei municipal. empresas públicas. manterão uma Central de Informações ao Público. Ver. as sociedades de economia mista e as empresas públicas. representante eleito pelos servidores ou empregados. da Constituição da República. 99 .A Administração Pública direta e indireta do Município guardará obediência. de 05/06/2002. disposição. 10. Parágrafo único – As secretarias e fundações municipais. as autarquias.11. visando à promoção do bem-estar coletivo. caracterizem propaganda de pessoas ou partidos políticos. entre seus membros. obrigatoriamente. pela forma. Art. ARTIGO MODIFICADO PELA EMENDA Nº 04/94. vedada a sua modificação. sociedades de economia mista e fundações instituídas ou mantidas pelo Município terão. nas matérias publicitárias pagas pelos cofres do Município e na identificação dos bens do patrimônio municipal.o disposto no inciso anterior aplica-se às entidades que recebem auxílios ou subvenções do Município. inclusive placas indicativas de obras públicas. no que couber. da Constituição do Estado. 98 .A Administração Municipal será desenvolvida de forma a garantir a plena execução dos serviços públicos de sua competência. nos documentos oficiais. devendo o Governo Municipal adotar as providências legais para sua consecução.º 28. WASHINGTON RÉGIS.

Apenas os titulares dos Poderes Executivo e Legislativo poderão dispor de carros oficiais de representação.os Administradores Distritais e Regionais.é vedada a inscrição de nomes de autoridades ou administradores em veículos de propriedade ou a serviço da Administração Pública direta.Fica criado o Conselho Municipal de Administração Superior com funções normativas.os Secretários Municipais. relatório circunstanciado das contribuições efetuadas a pessoas físicas ou jurídicas de direito público e privado.o Prefeito Municipal. para a execução de atividades especiais. o brasão do Município e serão utilizados no horário de expediente. 101 . Art. com duração máxima de seis meses. VI . § 1º . de que conste o nome do beneficiário.O Poder Executivo encaminhará à Câmara Municipal. apenas a contratação de serviços de profissionais com notórios conhecimentos de que não disponha em seu quadro e vedada a remuneração complementar de servidores municipais que os integrem. em atividades que assim o exijam.o Presidente do Sindicato dos Servidores Municipais. de treinamento. indireta e fundacional terão. desde que disciplinado por ato do Poder Executivo. V . 102 . (alterado pela Emenda nº 16 de 22/10/2001) Art. VIII . relativas à definição da política organizacional. fora desse horário.os Dirigentes dos orgãos da Administração indireta e fundacional.em matérias publicitárias pagas pelos cofres municipais. sendo permitida. funcionamento e provimento das representações serão definidos . para esse fim. a cada bimestre. Art.o Presidente do Conselho Municipal de Contribuintes. de pessoal. tipo e valor. indireta e fundacional. VII . salarial.o município poderá instituir grupos de trabalho temporário.V . VI . III . disciplinares e deliberativas da administração do Município. II . rotinas e planejamento interno.A organização. * Parágrafo único – Os veículos de propriedade ou a serviço da administração pública direta.o Vice-Prefeito. § 2º.o Procurador-Geral do Município. fica vedada a divulgação de fotografias ou imagens de membros dos Poderes Legislativo e Executivo. VII . 100 . obrigatoriamente.Da composição do Conselho Municipal de Administração Superior participarão: I . indireta e fundacional. IV . na condição de Presidente. permitido o seu uso. bem como dos orgãos da administração direta.

§ 7º . sendo vedada a concessão de férias ou outro tipo de licença continuada. prorrogável por mais 60 dias. § 1º .dependerá de autorização expressa e específica do servidor.Em relação à remuneração do trabalho noturno será observado: I . resguardadas as exceções previstas nesta Lei e respeitada a carga horária profissional. aos servidores .O Poder Executivo.em Regimento Interno.O Estatuto do Servidor Público Municipal garantirá. II . § 5º . o acréscimo a que se refere o inciso anterior será de 25 por cento. ao início de cada exercício. 103 . independente de contribuição prevista em lei.O Município. CAPÍTULO II DOS SERVIDORES PÚBLICOS SEÇÃO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art.É assegurado ao servidor da Administração direta.será repassada à instituição até 72 horas subseqüentes ao seu recolhimento. ainda. declarando estar amamentando. das autarquias e fundações públicas o turno único de seis horas diárias de trabalho ininterrupto. § 3º . em relação a seus servidores.A Contribuição mensal relativa aos Sindicatos ou Associações de classe será descontada em folha de pagamento. § 2º. II . § 2º . a requerimento da interessada.A licença à gestante terá a duração de 120 dias.para o trabalho executado entre as 23 horas e seis horas. sem prejuízo da apuração de responsabilidade da autoridade. guardará obediência ao estabelecido na Constituição da República e atenderá ao que dispõem os artigos 108 a 112 da Constituição do Estado. fixará o percentual relativo à remuneração de férias dos servidores. da Constituição do Estado. aprovado por Lei.Ficam assegurados aos servidores municipais os direitos dispostos no artigo 110. respeitado o limite máximo estabelecido pela Constituição da República. § 6º . observado: I . § 4º .o trabalho executado entre as 18 e 23 horas terá um acréscimo de 10 por cento sobre a remuneração do trabalho diurno. sob pena de sofrer correção monetária.

aos servidores ocupantes de cargo fiscal de tributos municipais. VII. h) por morte de pessoa da família. IV. a 15. na forma da lei. deste artigo.promoção obrigatória para os cargos organizados em carreira. § 9º . V .gratificação de tempo integral e dedicação exclusiva ou salário-produtividade.benefícios de assistência e previdência social estabelecidos no artigo 119 desta lei. e) para exercício de mandato eletivo. não-cumulativa.adicional pelo tempo de exercício de cargo ou função de confiança. II . vedado o recebimento de gratificações estabelecidas no § 7º. à produtividade no serviço público e à valorização profissional. § 11º . desde que o curso tenha sido indicado pelo Município e integre área do conhecimento compatível com o interesse municipal. especialmente: I . VI . § 10º . d) especial. f) para tratar de interesses particulares. estabelecido no § 7º. VII .O mesmo princípio do parágrafo anterior aplica-se aos servidores que já ingressarem no serviço público municipal com os cursos previstos para efeito da gratificação adicional. 30 e 60 por cento do vencimento do servidor.O estímulo à especialização e ao aperfeiçoamento profissional de que trata o § 7º. deste artigo. III . respectivamente. VIII . deste artigo. b) para prestar serviço militar. ou com a atividade exercida pelo servidor.adicional por tempo de serviço. IV . correspondendo. mestrado ou doutorado uma gratificação adicional. § 8º . deste artigo. obedecidos os critérios de antigüidade e merecimento.O salário-produtividade fiscal. g) para estudos especializados. V. c) para acompanhar o cônjuge. não se aplica aos servidores da . as licenças: a) por doença em pessoa da família.estímulo à especialização e ao aperfeiçoamento profissional. garantirá ao servidor com curso de especialização.outros direitos que visem à melhoria de sua condição social.além do estabelecido pela Constituição da República e Constituição do Estado.O disposto no § 7º. com interstício de dois anos. destinase.salário-produtividade fiscal.

simbologia e padrão de vencimento. excepcionalmente. II . conservação asfáltica das vias públicas. § 1º. número. § 12º . § 2º .Fica estabelecido o dia 1º de maio como data-base unificada para todos os servidores.horário de trabalho diferenciado. I . em ambos os casos. .Os cargos públicos serão criados por lei. atendendo aos princípios da Constituição da República e do Estado.Aos servidores municipais. aplica-se aos servidores que exerçam atividades de processamento eletrônico de dados e de radiologia.A reposição das perdas salariais ou a concessão de aumento real de salários se farão na mesma data e nos mesmos índices para os servidores de todas as categorias. a qualquer tempo.O disposto nos incisos I e II do parágrafo anterior. § 15º .Aos servidores da guarda municipal será concedido o adicional de risco de vida eqüivalente a 50 por cento do seu vencimento. regidos pelas leis trabalhistas. fica assegurado. 104 . § 14º . para efeito de sua adaptação às reais necessidades do serviço público e do mercado de trabalho.adicional pelo exercício de atividade penosa.O Município assegurará aos servidores da Administração direta. § 3º . III . com turno não-superior a cinco horas ininterruptas. autárquica e fundacional. ou. desobstrução e reparo de esgotos sanitários e drenagem pluvial. autárquica e fundacional isonomia de vencimentos. aos quais o Município garantirá os demais direitos estabelecidos na Constituição da República e aplicará as normas da legislação específica. insalubre ou perigosa de 100 por cento de seu vencimento. empregos e funções. cemitérios municipais. que exerçam atividades nas áreas de limpeza pública. o disposto na lei de diretrizes orçamentárias. além dos direitos dispostos neste artigo. § 13º .administração descentralizada.o fornecimento gratuito e renovado dos equipamentos de uso pessoal. § 4º .O Município estabelecerá em lei. cargos.O Plano de Cargos e Salários será obrigatoriamente revisto de dois em dois anos. IV . § 1º . se circunstâncias conjunturais assim o determinarem. o regime jurídico único e planos de carreira de seus servidores da Administração direta. conforme estabelece o artigo 39. Art.o não-exercício de serviços extraordinários. observado. que fixará sua denominação. da Constituição da República. que garantam o exercício da atividade e a prevenção dos riscos a ela inerentes.

outros que a lei estabelecer. V .96 Art. de vagas cumulativas para profissões assemelhadas. Art. Parágrafo único . § 2º . § 3º . § 1º . nos termos e nos limites estabelecidos em lei ordinária.efetuar cursos regulares de administração pública.Para atender ao disposto no "caput" deste artigo. 106 . § 1º . .proporcionar o treinamento. III . REDAÇÃO MODIFICADA PELA EMENDA Nº 004/95.A indicação do horário a que o servidor estiver sujeito será comprovada mediante certidão expedida pela Instituição de Ensino.O Município proporcionará aos servidores oportunidade de crescimento profissional através de programas de formação.apoiar e promover a formação de mão-de-obra para o setor de turismo. aperfeiçoamento e reciclagem dos servidores em todas as áreas requeridas pela administração municipal. 107 .realizar concursos e seleções.12. sendo facultada a convocação de outras instituições interessadas.É vedada a fixação.Art.A contratação por tempo determinado somente será admitida para atender à necessidade temporária de excepcional interesse público. II . fica instituída a Escola de Serviço Público Municipal. VI . aperfeiçoamento e reciclagem de mão-de-obra em caráter permanente. 105 . pelo menos.Na organização dos concursos públicos do Município. as quais deverão estar abertas por. desde que possa haver compensação do horário de trabalho. sem prejuízo de qualquer vantagem. DE 12. no edital de convocação dos concursos municipais. a requerimento deste.firmar convênios com instituições especializadas. IV . Art.Fica assegurado aos servidores estudantes o direito de freqüentar os respectivos cursos em horas do expediente normal. participará o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais. 15 dias. 108 .O Município observará o que dispõem as Constituições da República e do Estado em relação a investidura em cargo ou emprego público e realização de concursos públicos.Os concursos públicos para preenchimento de cargos e empregos públicos não poderão ser realizados antes de decorridos 30 dias de encerramento das inscrições. com objetivo de: I .

.pagamento de passagem e diárias quando o servidor for convocado pela administração a comparecer a órgão do Poder Municipal. deverão observar: I .As disposições de servidor ou empregado para órgão público federal e estadual somente poderão ser efetuadas se o ônus da remuneração for por eles assumido.Ao servidor que mora na zona urbana e desempenha suas funções na zona rural.Para efeito de recebimento de vencimentos. na forma legal.Em relação ao trabalho efetuado na zona rural do Município. mensalmente. 111 . 38 da Constituição da República. ao órgão em que estiver lotado.as funções gratificadas são privativas dos servidores do quadro efetivo. 112 . Parágrafo único . segurança e higiene.É vedada a remoção de servidor para outros locais que o impossibilitem de dar continuidade ao seu curso.garantia ao servidor de adicional de 50 por cento de seu vencimento a título de gratificação de localidade.O Poder Público reservará dois por cento das vagas nos quadros de pessoal da Administração direta. o servidor municipal que. violar direitos individuais e sociais ou deixar de cumprir o que determina a lei.na administração superior e demais cargos comissionados. Art. por portadores de deficiência.É passível de punição. de carreira técnica ou profissional compatível. 114 O servidor municipal será responsável. o Poder Executivo apresentará o demonstrativo do cumprimento do disposto no "caput" deste artigo. 113 . indireta e fundacional para a ocupação. certidão de freqüência expedida pela Instituição em que estiver matriculado. pelos atos que praticar no exercício de cargo ou função.O Prefeito e o Secretário ou dirigente de órgão da administração indireta. ao proverem os cargos em comissão e as funções de confiança. II . Art. o servidor será obrigado a apresentar. por ocasião da mensagem encaminhada à Câmara Municipal. criminal e administrativamente. inclusive com demissão nos termos da lei. o Município observará o que dispõe o art. Art. por servidores municipais. § 3º . é garantido o transporte ao local de trabalho em condições de continuidade. 115 .§ 2º .Em relação aos servidores públicos em exercício de mandato eletivo. Art. preferentemente. civil. mantida a vinculado administrativa e assegurados os direitos previdenciários. 110 . Art. em prejuízo dos direitos do cidadão. será observado: I . Parágrafo único . no exercício de suas funções. respeitadas as exigências funcionais e a qualificação para o cargo ou emprego. conforto. Art. 109 .Anualmente. Art. II .

IV . comprovadamente. em qualquer hipótese e sob quaisquer formas ou título. § 1º . pensionistas e contribuintes opcionais. à servidora pública municipal que.Parágrafo único . de ofício. em caráter permanente. Parágrafo único .nos casos de deficiência mental. . seja mãe. 119. III . mediante convênios. criadora ou responsável pela criação. e corresponderão. exclusivamente para os fins do "caput" deste artigo.A assistência e a previdência social serão prestadas pelo Município aos seus servidores ativos ou inativos. observado: * (alterado pela Emenda nº11 de 17/09/2001) I .O estado de deficiência deverá ser comprovado mediante atestado médico.licenças previstas no artigo 103.É assegurada jornada de trabalho de quatro horas diárias. SEÇÃO II DA ASSISTÊNCIA E DA PREVIDÊNCIA SOCIAL Art. tutora. por morte do segurado. salário e função.pensão aos dependentes.auxílio-reclusão. 116 . a: I . cuja contribuição ao órgão previdenciário municipal será facultada durante a permanência no respectivo cargo.Nenhum servidor ativo ou inativo e pensionista poderá perceber.nos casos de deficiência física e sensorial. dentre outros. * (alterado pela Emenda nº 11 de 17/09/2001) Art. (*)Art.auxílio-funeral. V . 118 . compulsória ou por invalidez permanente. dependentes. . VIII. educação e proteção de pessoa portadora de deficiência.Aplica-se o disposto neste artigo ao servidor solteiro ou viúvo. sem prejuízo do cargo.Os servidores mencionados no "caput" deste artigo são inamovíveis. II . (*)§ 2º . Art.Os benefícios da assistência e da previdência social serão prestados diretamente pelo Município ou através de instituto de previdência ou. na forma da lei. II . desta Lei. pelo tempo de duração de seus mandatos. § 7º.cobertura integral dos eventos de doenças. VI . até que seja atingida a maioridade civil ou a capacitação para o trabalho.aposentadoria voluntária. sem perdas salariais. ainda.São considerados contribuintes opcionais os ocupantes de cargos eletivos e comissionados. 117 . considerada dependente sob o ponto de vista sócio-educacional. remuneração superior àquela paga ao Prefeito.

assistência judiciária.O benefício previsto no inciso VIII deste artigo corresponderá. inclusive do próprio Município. o Instituto de Previdência do Município firmará convênios com centros de saúde reconhecidamente mais desenvolvidos. médico. de que trata o inciso VI deste artigo.É vedada a utilização dos recursos da contribuição previdênciária para a execução dos programas habitacionais e para quaisquer outros objetivos estranhos aos estabelecidos neste artigo. § 9º .A implementação dos programas habitacionais será efetuada através do Instituto Municipal de Previdência. de forma a contribuir com os dispêndios para a sua integração na sociedade e corresponderá a 25 por cento do menor vencimento percebido pelo servidor municipal. XIII . mental ou sensorial.cobertura de tratamento médico-hospitalar fora do Estado. II . XII . § 2º Para o cumprimento do parágrafo anterior. corresponderá a dois valores da remuneração que o servidor deveria perceber no mês do falecimento. IX . hipótese em que a necessidade será comprovada mediante laudo médico. que vise à sua ampla recuperaç_o e reabilitaç_o física.salário-família. insalubres ou perigosas.auxílio-integração social. .atendimento médico convencional e alternativo.empréstimos. laboratorial e hospitalar local. o setor especializado da previdência municipal atestará a necessidade de acompanhamento pessoal. previsto no inciso VII deste artigo. VIII . III . § 8º . no mínimo. quando for o caso. § 1º Integra o benefício previsto no inciso I deste artigo: I .atendimento de dependentes em creches e pré-escola.para efeito do inciso anterior. § 4º O benefício do auxílio-funeral.VII . X . § 5º O benefício do auxilio-integraç_o social. § 3º Ao servidor público municipal acidentado fica assegurado tratamento específico. ou de ambos.Dentre os seguros previstos no inciso IX deste artigo inclui-se o seguro contra acidente de trabalho para servidores que exerçam atividades penosas. XI .seguros. § 7º .programas habitacionais. a 10 por cento do valor do menor vencimento percebido pelo servidor municipal. que organizará a estrutura necessária para o seu atendimento e atuará para a captação de recursos junto às entidades federais. § 6º . destinar-se-á ao servidor que possuir filho deficiente físico. odontológico. do Sistema Financeiro da Habitação e outras fontes.

um abono mensal igual aos seus proventos. quando aposentados.O Município atenderá ao que dispõem as Constituições da República e do Estado em relação aos servidores aposentados e pensionistas. doença ou acidente. Art.o registro junto ao Instituto de Previdência poderá ser voluntário. § 11º . serão repassados ao órgão municipal de previdência. não estarão sujeitos ao pagamento da contribuição previdenciária. em caráter permanente. em caráter permanente. feito a qualquer tempo pelo próprio servidor.É reconhecido ao companheiro ou à companheira o direito aos benefícios da previdência social. com prazo máximo de 30 dias para decisão final da autoridade competente. clinicamente. 121 .Autoridade que der causa ao descumprimento do estabelecido no parágrafo anterior terá sua responsabilidade apurada.Nenhum benefício de prestação continuada terá valor inferior a dois salários mínimos.fará jus ao benefício de pensão por morte. 120 . mesmo que não haja registro prévio. seus proventos e pensões. sendo assegurado o seu reajustamento para preservar-lhe. Art.Os recursos da contribuição previdenciária. . inclusive.Nenhum segurado ou contribuinte opcional poderá ser afastado de seu cargo ou função antes que tenha sido consultado o órgão da Previdência do Município quanto à sua situação relativa à quitação de empréstimos concedidos e inadimplência no programa habitacional. mediante comprovação do óbito e da relação conjugal. comprovar a necessidade de tratamento médico ou medicamentoso constante e a dificuldade de locomoção em decorrência da moléstia.Ao servidor público aposentado por invalidez permanente. 125 . § 12º . Art. devendo credenciar-se para esse fim no prazo máximo de três meses da data do evento. 123 . observando: I . § 13º . ou diretamente pelo companheiro ou companheira. sob pena de responsabilidade. respeitada a legislação federal pertinente. 124 . Art.Os pensionistas e servidores públicos municipais. em infração políticoadministrativa. será concedido.§ 10º . vedadas quaisquer distinções em relação à prestação dos benefícios. incorrendo. II . especialmente aqueles por invalidez.Os processos de aposentadoria e. 122 . Art. que. terão tramitação sumária no âmbito da administração. o valor real.A remuneração do servidor público municipal. conforme critérios definidos em lei. Art. que deu causa a sua invalidez. até 48 horas subseqüentes ao seu recolhimento. descontados em folha de pagamento. em decorrência do acidente de trabalho ou doença profissional. desde que comprove o seu estado por um prazo mínimo de cinco anos. no máximo. a qualquer título constituirá a base de cálculo da contribuição previdenciária e conseqüente repercussão em benefícios.

deste artigo. IV . o memorando e a ordem de serviço.Para efeito do disposto no artigo 127 desta Lei fica criado o Diário Oficial do Município. § 1º O Diário Oficial do Município será organizado pela Procuradoria Geral do Município. Art. decorrentes de sua relação com o Município.Os presidentes dos orgãos referidos no inciso IV.dos titulares dos orgãos de demais níveis. deverão ser feitas no Diário Oficial do Município. Parágrafo único . a resolução. do Chefe de Gabinete do Prefeito ou equivalente e dirigentes de órgão da Administração indireta. para fazer jus aos benefícios estabelecidos nesta Lei. quando competentes para a prática de atos administrativos inerentes ao seu funcionamento. § 4º As publicações de entidades privadas. III .Constituem atos de competência: I . com objetivo de cumprir o disposto neste artigo. 127 . podendo a publicação de atos não-normativos ser resumida e importando a não-publicação a nulidade do ato e a punição da autoridade responsável pelo fato. § 3º É vedado ao Município constituir estrutura gráfica que incorra em custos adicionais.dos orgãos de deliberação coletiva. comprovante do cumprimento do programa de imunização de seus dependentes. ao instituto de previdência. preferentemente. Subsecretários Municipais. a portaria. privativamente.As leis e atos administrativos deverão ser publicados em órgão oficial do Município.Art. que utilizará estrutura de que dispõe para tal fim. indireta e fundacional e do Poder Legislativo. bem como dos orgãos da Administração direta. de natureza não-consultiva. o decreto. CAPÍTULO III DOS ATOS MUNICIPAIS Art. Art. . para que produzam os efeitos regulares.do Prefeito. no órgão oficial do Estado. anualmente. 128 .dos Secretários Municipais. § 2º A impressão do Diário Oficial do Município será efetuada. 129 . expedirão portaria.O servidor público municipal fica obrigado a apresentar. 126 . II .

respeitados os direitos individuais e nos termos da lei.A administração tributária é atividade vinculada. para custeio. de sistema de previdência e assistência social. de serviços públicos específicos e divisíveis. efetiva ou potencial. e deverá estar dotada de recursos humanos e materiais necessários ao fiel exercício de suas atribuições.taxas.contribuição de melhoria. em benefício destes. § 1º . prestados ao contribuinte. Art. identificar. facultado à administração tributária. IV . ou postos à sua disposição. em decorrência de obras públicas.Sempre que possível.As taxas não poderão ter base de cálculo própria de impostos. III .os impostos de sua competência.O Município poderá instituir: I . os rendimentos e as atividades econômicas do contribuinte. o patrimônio. principalmente no que se refere a: . II . em razão do exercício regular do poder de polícia. § 2º . especialmente para conferir efetividade a esses objetivos. essencial ao Município.CAPÍTULO IV DOS TRIBUTOS MUNICIPAIS SEÇÃO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. ou pela utilização. 131 .contribuição cobrada de seu servidores. os impostos terão caráter pessoal e serão graduados segundo a capacidade econômica do contribuinte. 130 .

observados os seguintes critérios: I .A atualização da base de cálculo do imposto municipal sobre serviços de qualquer natureza.cadastramento dos contribuintes e das atividades econômicas. devendo ser aprovada pelo Conselho Municipal de Desenvolvimento Econômico e fixada por decreto do Prefeito Municipal.adequado tratamento tributário ao ato cooperativo praticado pelas sociedades cooperativas.quando a variação de custos for inferior ou igual aos índices oficiais de atualização monetária. 133 .A base de cálculo do imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana IPTU . cobrado de autônomos e sociedade civis. II . poderá ser realizada mensalmente. 132 .O Município manterá o Conselho Municipal de Contribuintes. ficando o percentual restante para ser atualizado por lei que . § 1º . serão indicados pelo Prefeito. designado pelo Prefeito. indicados da seguinte forma: I .I .50 por cento dos servidores municipais. em grau de recurso. II .A atualização da base de cálculo das taxas de serviços levará em consideração a variação de custos dos serviços prestados ao contribuinte ou colocados à sua disposição. sobre lançamentos e demais questões tributárias. com atribuição de decidir. antes do término do exercício.fiscalização do cumprimento das obrigações tributárias.inscrição dos inadimplentes em dívida ativa e respectiva cobrança amigável ou encaminhamento para cobrança judicial. com formação nas áreas de conhecimento fiscal e tributário. Parágrafo único .lançamento dos tributos. § 2º .quando a variação de custos for superior àqueles índices. Art. II .A presidência do Conselho será exercida por um dos representantes do Município.os contribuintes serão indicados por entidades representativas de categorias econômicas e profissionais. constituído paritariamente por servidores municipais e por contribuintes. indicados pelo Sindicato dos Servidores Públicos Municipais. § 4º . IV . obedecerá aos índices oficiais de atualização monetária e poderá ser realizada mensalmente. III . Art. a atualização poderá ser feita mensalmente até esse limite. periodicamente. V . a atualização da base de cálculo dos tributos municipais. objeto de reclamações. e 50 por cento restantes. § 3º A atualização da base de cálculo das taxas decorrentes do exercício do poder de polícia municipal obedecerá à variação do valor real do custo dos serviços prestados ao contribuinte.será atualizada anualmente.O Prefeito Municipal promoverá.

proibida qualquer distinção em razão de ocupação profissional ou função por eles exercida. atendidos os requisitos da lei. em razão de sua procedência ou destino. VII .instituir tratamento desigual entre contribuintes que se encontrem em situação equivalente. II . independentemente da denominação jurídica dos rendimentos. sem fins lucrativos. ressalvada a cobrança de pedágio pela utilização de vias conservadas pelo Poder Público. VI . renda ou serviços dos partidos políticos.IPTU. SEÇÃO II DAS LIMITAÇÕES DO PODER DE TRIBUTAR Art. títulos ou direitos. V .cobrar tributos: a) em relação a fatos ocorridos antes do início da vigência da lei que os houver instituído ou aumentado. . b) templos de qualquer culto. de qualquer natureza. . por meio de tributos. das entidades sindicais dos trabalhadores.Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte. 134. III .utilizar tributo com efeito de confisco. IV .O fator de permissão edílica constituí ítem obrigatório para fins de cálculo do valor para pagamento do imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana .estabelecer limitações ao tráfego de pessoas ou bens. é vedado ao Município: I . do Distrito Federal e da União.instituir impostos sobre: a) patrimônio. renda ou serviços do Estado. das instituições de educação e de assistência social. c) patrimônio.estabelecer diferença tributária entre bens e serviços.exigir ou aumentar tributo sem lei que o estabeleça.deverá entrar em vigor antes do início do exercício subseqüente. b) no mesmo exercício financeiro em que haja sido publicada a lei que os instituiu ou aumentou. § 5º . inclusive suas fundações.

nem exonera o promitente comprador da obrigação de pagar imposto relativo ao bem imóvel. dependerá de autorização legislativa. é extensiva às autarquias e às fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público. pinturas e acréscimos do imóvel. à renda e aos serviços. no prazo de 08 dias. no que se refere ao patrimônio. (*) I . § 2º . bem como a dispensa de correção monetária nos débitos dos contribuintes inadimplentes. ficando seus responsáveis obrigados a comunicar ao setor competente da Prefeitura sobre tal execução. jornais. § 1º . desde que tenha sido atendido o disposto inciso I deste parágrafo. § 6º .A remissão de créditos tributários somente poderá ocorrer nos casos de calamidade pública ou notória pobreza do contribuinte. anistia ou moratória não gera direito adquirido e será revogada de ofício sempre que se apure que o beneficiário não satisfazia ou deixou de satisfazer as condições. para fins de lançamento no cadastro da Prefeitura. ou em que haja contraprestação ou pagamento de preços ou tarifas pelo usuário. .As vedações do inciso VII. devendo a lei que a autorize ser aprovada por maioria de dois terços dos membros da Câmara Municipal. "a". compreendem somente o patrimônio. § 7º . § 5º . periódicos e o papel destinado a sua impressão. renda e aos serviços relacionados com exploração de atividades econômicas regidas pelas normas aplicáveis a empreendimentos privados. e do parágrafo anterior não se aplicam ao patrimônio. este ficará obrigado a apresentar a respectiva planta junto ao setor competente do Município. aprovada por maioria de dois terços dos Membros da Câmara Municipal. não o fazendo ficam os templos com o livre arbítrio para iniciar os trabalhos a serem executados. a renda e os serviços relacionados com as finalidades essenciais das entidades nelas mencionadas. § 3º . construção de muros. (*) IV – Quando se tratar de acréscimo do templo. vinculados às suas finalidades essenciais ou às delas decorrentes. "b" e "c" .A concessão de isenção e de anistia de tributos municipais.A lei determinará medidas para que os consumidores sejam esclarecidos acerca dos impostos que incidam sobre mercadorias e serviços. § 4º .As vedações expressas no inciso VII. "a".A vedação do inciso VII. (*) III – Estes melhoramentos independem de concessão de licenças por parte da Prefeitura.d) livros. não cumpria ou deixou de cumprir os requisitos para sua concessão.Ficam isentos de taxas e outros encargos os templos religiosos que efetuarem melhorias em calçadas.A concessão de isenção. (*) II – A exigência do caput deste artigo é necessária para que o setor competente faça a inspeção adequada.

propriedade predial e territorial urbana. de imóvel para sua residência. § 3º . b) a aquisição. os definidos em lei complementar federal.a fixação das alíquotas máximas dos impostos previstos nos incisos III E IV deste artigo. II . "b". não compreendidos no artigo 155. por ato oneroso.a exclusão da incidência do imposto previsto no inciso IV. salvo se. nesses casos. DE 10/08/99 SEÇÃO III DOS IMPOSTOS DO MUNICÍPIO Art. Art. exceto os de garantia. de forma a assegurar o cumprimento da função social da propriedade. cisco ou extinção de pessoas jurídicas. IV . III . da Constituição da República. nem sobre a transmissão de bens ou direitos decorrentes de fusão.Obedecerão ao que dispuser lei complementar federal: I . desde que não possua outro. sobre as exportações de serviços para o exterior.O imposto de que trata o inciso II deste artigo não incide sobre: a) a transmissão de bens ou direitos incorporados ao patrimônio da pessoa jurídica em realização de capital.É de responsabilidade do órgão competente da Prefeitura Municipal a .Compete ao Município instituir imposto sobre: I . por natureza ou acessão física.venda a varejo de combustíveis líquidos e gasosos. e de direitos reais sobre imóveis. bem como cessão de direitos a sua aquisição.(*) Emenda nº 003/99. nos termos de lei municipal. por servidor público municipal. 136 . deste artigo. § 2º .O imposto previsto no inciso I deste artigo será progressivo. a atividade preponderante do adquirente for a compra e venda desses bens ou direitos. incorporação. II . a qualquer título.transmissão "inter vivos". de bens imóveis. exceto óleo diesel. § 1º .serviços de qualquer natureza. I. 135 . locação de bens imóveis ou arrendamento mercantil.

ou a prescrição da ação de cobrá-lo.participação no resultado de exploração de petróleo ou gás natural. § 1º. da Constituição da República. por ele.25 por cento dos recursos recebidos pelo Estado. II . contribuição de melhoria e multas de qualquer natureza. da Constituição da República. por suas autarquias e pelas fundações que instituir ou mantiver. decorrentes de infrações à legislação tributária. cumprindo-lhe indenizar o Município do valor dos créditos prescritos ou não-lançados. nos termos do art. civil.inscrição em dívida ativa dos créditos provenientes de impostos.50 por cento do produto da arrecadação do imposto sobre a propriedade de veículos automotores licenciados em seu território. taxas. criminal e administrativamente.o produto de arrecadação do imposto da União sobre renda e proventos de qualquer natureza. pela prescrição ou decadência ocorrida sob sua responsabilidade. . IV .Pertence ao Município: I . abrir-se-á processo administrativo disciplinar para apurar as responsabilidades. V. VII .a respectiva cota no Fundo de Participação dos Municípios.Ocorrendo a decadência do direito de constituir o crédito tributário. na forma da lei. III .A autoridade municipal. V . e independentemente do vínculo que possuir com o Município. SEÇÃO IV DA PARTICIPAÇÃO NAS RECEITAS TRIBUTÁRIAS Art. VIII . relativamente aos imóveis nele situados. 137 . 138 . responderá. Art.25 por cento do produto da arrecadação do imposto estadual sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestação de serviços de transporte interestadual e intermunicipal de comunicações. 153. sobre rendimentos pagos a qualquer título. ou por decisão proferida em processo regular de fiscalização. VII .50 por cento do produto da arrecadação do imposto da União sobre a propriedade territorial rural. de recursos hídricos para fins de geração de energia elétrica e outros recursos minerais. com prazo de pagamento fixado pela legislação.70 por cento da arrecadação conforme a origem do imposto a que se refere o art. incidente na fonte. 159. § 3º. e seu § 5º. qualquer que seja seu cargo. "b" . da Constituição da República. na forma do que dispõe o artigo 20. previsto no art. emprego ou função. I. da Constituição da República. incidente sobre o ouro. quando definido em lei como ativo financeiro ou instrumento cambial. Parágrafo único . 159. relativos à exportação de produtos industrializados.

CAPÍTULO V DA REMUNERAÇÃO DOS SERVIÇOS PÚBLICOS Art. acionará a Procuradoria Geral do Município para que apresente reclamação junto ao Estado.De conformidade com o estabelecido no artigo 148.A Secretaria respectiva examinará a base de cálculo.Para obter o ressarcimento da prestação de serviços de natureza comercial ou industrial. é garantido ao Município apresentar reclamações sobre o índice de participação no produto da arrecadação do imposto sobre circulação de mercadorias e sobre a prestação de serviços de transporte e comunicações . Art. os prazos e os critérios previstos em lei e.Lei Municipal estabelecerá outros critérios para fixação de preços. Parágrafo único .ICMs. bem como em que foram gastos. da Constituição do Estado. Parágrafo único .Os preços devidos pela utilização de bens e serviços municipais deverão ser fixados de modo a cobrir os custos dos respectivos serviços e ser reajustados quando se tornarem deficitários.Art. o Município poderá cobrar preços públicos. CAPÍTULO VI DAS FINANÇAS PÚBLICAS SEÇÃO I . os montantes de cada um dos tributos arrecadados e os recursos recebidos. 140 . Art. havendo discordância no que for estabelecido. até o último dia do mês subseqüente ao da arrecadação. 141 . ou de sua atuação na organização ou exploração de atividades econômicas. 142 . II.O Poder Executivo dará ampla publicidade e divulgará. 139 . no prazo de 30 dias após sua publicação.

III . e Caixa Econômica Federal.A Lei Municipal disporá sobre finanças públicas.orientações para a elaboração da lei orçamentária anual. dos orgãos da Administração direta e indireta e das empresas controladas pelo Município serão depositadas. indireta e fundacional. e Caixa Econômica Federal. Art. § 1º . Banco do Brasil S.os orçamentos anuais.as disposições sobre as alterações na legislação tributária. em lei complementar federal e estadual.A. II . Banco da Amazônia S. com exclusividade. § 2º . taxas.A. (*) Art.A.as prioridades da Administração Pública Municipal. 143 . objetivos e metas para as ações municipais de execução plurianual.O plano plurianual compreenderá: I . III .As disponibilidades de caixa da Prefeitura Municipal. Art. quer de orgãos da Administração direta. SEÇÃO II DOS ORÇAMENTOS Leis de iniciativa do Poder Executivo estabelecerão: I . com as respectivas metas. obrigatoriamente. no Banco Oficial do Estado.Nas operações de crédito realizadas pelo Município.A. Art. quer da Administração indireta.. contribuições e demais receitas do Município e dos orgãos vinculados à Administração direta.o plano plurianual.gastos com a execução de programas de duração continuada. 147 - .as diretrizes orçamentárias. 145 . o foro para a decisão de qualquer litígio será o de Manaus. 146 . pelo Banco oficial do Estado.A arrecadação de impostos. II . II . obrigatoriamente.As diretrizes orçamentárias compreenderão: I . bem como os respectivos pagamentos a terceiros.diretrizes. Banco da Amazônia S.investimentos de execução plurianual. Banco do Brasil S. da Câmara Municipal de Manaus.DISPOSIÇÕES GERAIS Art.. III . 144 . serão processados. observados os princípios estabelecidos na Constituição da República.

inclusive fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público Municipal. inclusive das fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público Municipal. anistias. respectivamente. bem como de demonstrativo referente à aplicação dos recursos orçamentários na manutenção e desenvolvimento do ensino.O projeto de lei orçamentária será acompanhado de demonstrativo do efeito sobre as receitas e despesas. § 4º . decorrentes de uma reavaliação da realidade econômica. remissões.03. direta ou indiretamente.autorização para a concessão de qualquer vantagem ou aumento de remuneração. II . ressalvadas as empresas públicas e as sociedades de economia mista. e apreciados pela Câmara. VI . § 3º . a qualquer título. VII . no ensino rural e na educação especial.o orçamento fiscal referente aos Poderes do Município.os critérios para distribuição setorial de recursos. * § 6º . detenha a maioria do capital social com direito a voto. abrangendo todas as entidades e orgãos a ela vinculados. decorrente de isenções. (*) Emenda nº 02/2000. aqui incluídas as renúncias fiscais a qualquer título. estimando as receitas do Tesouro Municipal efetivas e potenciais. V . subsídios e benefícios de natureza financeira. bem como a demissão de pessoal.IV . de 29. IV .as projeções das receitas e despesas para o exercício financeiro subseqüente. não incluindo na proibição a autorização para abertura de créditos . § 5º .2000 § 7º . criação de cargos ou alterações de estrutura de carreiras.O orçamento anual compreenderá: I . na educação infantil.A lei orçamentária anual não conterá dispositivo estranho à previsão da receita e à fixação de despesa.o orçamento da seguridade social. III . evidenciando os programas e políticas do Governo Municipal.o orçamento de investimentos das empresas em que o Município.os ajustamentos do plano plurianual.os orçamentos das entidades de Administração indireta.Os planos e programas municipais de execução plurianual ou anual serão elaborados em consonância com o plano plurianual e com as diretrizes orçamentárias. pelas unidades governamentais da Administração direta ou indireta. da Administração direta ou indireta.Os orçamentos previstos no § 3º deste artigo serão compatibilizados com o plano plurianual e as diretrizes orçamentárias. inclusive as fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público Municipal. incluindo os seus fundos especiais.

elaboração e organização do plano plurianual.a transposição. ainda que por antecipação da receita.a realização de despesas ou a assunção de obrigações diretas que excedam os créditos orçamentários originais ou adicionais. aprovados pela Câmara Municipal por maioria absoluta. ressalvadas as autorizadas mediante créditos suplementares ou especiais.o início de programas ou projetos não-incluídos no orçamento anual. VI . sem prévia autorização legislativa. II . sem autorização legislativa específica. III . IX .São vedados: I . ressalvada a destinação de recursos para a manutenção e desenvolvimento do ensino.estabelecer normas de gestão financeira e patrimonial da Administração direta e indireta. V .O Município guardará observância à legislação federal e estadual que: I . cultura. recursos para programas de educação. da lei de diretrizes orçamentárias e da lei orçamentária anual. de recursos dos orçamentos fiscais e da seguridade social para suprir necessidades ou cobrir déficit de empresas.a utilização.a abertura de créditos adicionais suplementares ou especiais sem prévia autorização legislativa e sem indicação dos recursos correspondentes. VIII . os prazos. fundo ou despesa e a prestação de garantias às operações de crédito por antecipação de receita. agricultura. § 8º . fundações e fundos especiais.A lei orçamentária anual assegurará. 148 . .dispuser sobre o exercício financeiro.suplementares e contratação de operações de crédito.a concessão ou utilização de créditos ilimitados. saneamento básico e fomento à pesquisa científica e tecnológica. nos termos da lei. a vigência. IV . bem como condições para instituição e funcionamento de fundos. prioritariamente.a instituição de fundos especiais de qualquer natureza. sem prévia autorização legislativa. VII . ou de um órgão para outro.a vinculação de receita de tributos e transferências estaduais e federais a órgão. § 9º . o remanejamento ou a transferência de recursos de uma categoria de programação para outra. SEÇÃO III DAS VEDAÇÕES ORÇAMENTARIAS Art. II .a realização de operações de crédito que excedam o montante das despesas de capital. seguridade social.

X - a realização de operação externa ou interna de natureza financeira, sem prévia autorização legislativa; XI - a autorga de mandato procuratório para receber valores pertencentes ao Município, exceto aos auxiliares diretos do Prefeito e servidores municipais, desde que constem as especificações de prazo e objetivo. § 1º - Os créditos adicionais especiais e extraordinários terão vigência no exercício financeiro em que forem autorizados, salvo se o ato de autorização for promulgado nos últimos quatro meses daquele exercício, caso em que, reaberto nos limites de seus saldos, serão incorporados ao orçamento do exercício financeiro subseqüente. § 2º - A abertura de crédito extraordinário somente será admitida para atender a despesas imprevisíveis e urgentes, como as decorrentes de calamidade pública. § 3º - Sob pena de infração político-administrativa, nenhum investimento, cuja execução ultrapasse um exercício financeiro, poderá ser indicado sem prévia inclusão no plano plurianual, ou sem lei que autorize. Art. 149 - Os recursos correspondentes às dotações orçamentárias, compreendidos os créditos suplementares e especiais, destinados ao Legislativo, ser-lhe-ão entregues até o dia 20 de cada mês, na forma de lei complementar federal. Art. 150 - A despesa com pessoal ativo e inativo do Município não poderá exceder os limites estabelecidos em lei federal. § 1º - A concessão de qualquer vantagem ou aumento de remuneração, a criação de cargos ou alteração de estruturas de carreiras, bem como a admissão de pessoal a qualquer título, pelos órgãos e entidades da Administração direta, indireta, inclusive fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público, só poderão ser feitas: I - se houver prévia dotação orçamentária, suficiente para atender às projeções de despesas de pessoal e aos acréscimos dela decorrentes; II - se houver autorização específica na lei de diretrizes orçamentárias, ressalvadas as empresas públicas e sociedades de economia mista que não dependam de receita orçamentária do Município para fazer face às despesas de pessoal. § 2º - Os Poderes Legislativo e Executivo, os órgãos da Administração indireta e as empresas controladas pelo Município publicarão, a cada bimestre, o valor global da despesa com pessoal ativo, bem como o número de funcionários.

SEÇÃO IV

DAS EMENDAS AOS PROJETOS ORÇAMENTÁRIOS Art. 151 - Os projetos de lei relativos ao plano plurianual, às diretrizes orçamentárias, ao orçamento anual e aos créditos adicionais suplementares e especiais serão enviados pelo Chefe do Poder Executivo ao Poder Legislativo, nos termos da legislação a que se refere o artigo 147, § 8º, desta Lei. § 1º - Caberá à Comissão permanente da Câmara Municipal: I - examinar e emitir parecer sobre os projetos de plano plurianual, diretrizes orçamentárias, orçamento anual e sobre as contas do Município apresentadas anualmente pelo Prefeito; II - examinar e emitir parecer sobre os planos e programas municipais e setoriais previstos nesta Lei Orgânica e exercer o acompanhamento e a fiscalização orçamentária, sem prejuízo da atuação das demais Comissões do Poder Legislativo. § 2º - As emendas serão apresentadas na Comissão permanente, que sobre elas emitirá parecer, e apreciadas, na forma do Regimento Interno, pelo Plenário da Câmara Municipal. § 3º - As emendas ao projeto de lei do orçamento anual ou aos projetos que modifiquem somente poderão ser aprovadas caso: I - sejam compatíveis com o plano plurianual e com a lei de diretrizes orçamentárias; II - indiquem os recursos necessários, admitidos apenas os provenientes de anulação de despesas, excluídas as que incidam sobre: a) dotações para pessoal e seus cargos; b) serviço da dívida; III - sejam relacionadas: a) com a correção de erros ou omissões; ou b) com os dispositivos do texto do projeto de lei; § 4º - As emendas ao projeto de lei de diretrizes orçamentárias não poderão ser aprovadas quando incompatíveis com o plano plurianual. § 5º - O Prefeito poderá enviar mensagem à Câmara Municipal para propor modificação nos projetos a que se refere este artigo enquanto não iniciada a votação, na Comissão permanente, da parte cuja alteração é proposta.

§ 6º - Os recursos que, em decorrência de veto, emenda ou rejeição do projeto de lei orçamentária anual, ficarem sem despesas correspondentes poderão ser utilizados, conforme o caso, mediante abertura de créditos adicionais suplementares ou especiais, com prévia e específica autorização legislativa. § 7º - Aplicam-se aos projetos referidos neste artigo, no que não contraria o disposto nesta Seção, as demais normas relativas ao processo legislativo. SEÇÃO V DA EXECUÇÃO ORÇAMENTARIA Art. 152 - A execução do orçamento do Município se refletirá na obtenção das suas receitas próprias, transferidas e outras, bem como na utilização das dotações consignadas às despesas para a execução dos programas nele determinados, observado sempre o princípio do equilíbrio. Art. 153 - O Prefeito Municipal fará publicar, até 30 dias após o encerramento de cada bimestre, relatório resumido da execução orçamentária. Art. 154 - As alterações orçamentárias durante o exercício, observado o disposto no artigo 148 desta Lei, representar-se-ão: I - pelos créditos adicionais, suplementares, especiais e extraordinários; II - pelos remanejamentos, transferências e transposições de recursos de uma categoria de programação para outra. Art. 155 - Na efetivação dos empenhos sobre as dotações fixadas para cada despesa, será emitido documento Nota de Empenho, que conterá as características já determinadas nas normas gerais de Direito Financeiro. Art. 156 - As receitas e despesas orçamentárias serão movimentadas através de caixa único, regularmente instituído. Art. 157 - Poderá ser constituído regime de adiantamento em cada uma das unidades da Administração direta, nas autarquias e nas fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público Municipal, para ocorrer às despesas miúdas de pronto pagamento, definidas em lei.

158 . na organização do seu sistema administrativo e informativo e nos seus procedimentos. de ajustes e contratos em que a Administração for parte. observando o artigo 127.SEÇÃO VI DA CONTABILIDADE MUNICIPAL Art.A Câmara Municipal terá sua própria contabilidade. arrecadem receitas. administrem ou guardem bens a ela pertencentes ou confiados. encaminhará ao Tribunal de Contas do Estado as contas municipais referentes ao exercício anterior. de qualquer modo. II . efetuem despesas.O serviço de contabilidade fará o controle contábil dos direitos e obrigações.o levantamento do balanço e dos quadros demonstrativos e a interpretação dos resultados econômicos. entre outros: I . até 30 de abril de cada exercício. V . Art.Ressalvado o disposto no artigo anterior. 161 . § 2º . aos princípios fundamentais de contabilidade e às normas estabelecidas na legislação pertinente. entre outros: .O serviço de contabilidade será organizado de forma a assegurar. as contas Municipais serão compostas de. IV . Art. Parágrafo único .O Prefeito Municipal. para fins de incorporação à contabilidade central na Prefeitura. 160 .A contabilidade do Município obedecerá.o conhecimento da situação.A contabilidade da Câmara Municipal encaminhará as suas demonstrasses até o dia 15 do mês subsequente. de todos quantos.o acompanhamento da execução orçamentária. § 1º . perante a Fazenda Municipal. 159 . § 3º. da Constituição do Estado.o conhecimento da composição patrimonial. SEÇÃO VII DAS CONTAS MUNICIPAIS Art. III .a determinação dos custos dos serviços.

41. observar.demonstração contábeis. Art.I . 40. III . 163 . III . SEÇÃO VIII DO CONTROLE INTERNO Art.Os responsáveis pelo controle interno.exercer o controle dos empréstimos e financiamentos. bem como da aplicação de recursos públicos municipais por entidades de direito privado. II .o sistema de controle interno dos dois Poderes deverá. das autarquias e das fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público Municipal. no que couber.Os Poderes Executivo e Legislativo manterão. sistema de controle interno que vise à execução da auditoria prévia dos atos administrativos praticados em cada exercício. orçamentárias e financeiras consolidadas das empresas municipais. inclusive dos fundos especiais e fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público. II . entre outros: I .a comprovação da legalidade e a avaliação dos resultados quanto à eficácia e eficiência da gestão orçamentária. avais e garantias. 38.Demonstração contábeis. da Constituição da República. contidos nos artigos 37. bem como dos direitos ehaveres do Município.demonstrações contábeis. sob pena de responsabilidade solidária. dos fundos especiais. ao tomarem conhecimento de qualquer ocorrência irregular. orçamentárias e financeiras da Administração direta e indireta. 162 . V . no seu âmbito. IV . 39.relatório de que trata o artigo 26 desta Lei. Parágrafo único .a avaliação do cumprimento das metas previstas no plano plurianual e a execução dos programas de governo. orçamentárias e financeiras consolidadas dos órgãos da Administração direta. e 42.notas explicativas às demonstrações de que trata este artigo. financeira e patrimonial nas entidades da administração municipal. deles darão ciência ao Tribunal de Contas do Estado. . ilegal ou de ofensa aos princípios da Administração Pública.

observado comprovadamente o preço de mercado. e obedecerá às seguintes normas: I . respeitado o princípio licitatório. b) permuta. ações. Art.A alienação de bens municipais. que será dispensada nos seguintes casos: a) doação. será sempre precedida de avaliação. considerando o melhor preço do mercado.Todos os bens municipais deverão ser cadastrados. com autorização do Poder Legislativo. . independente de autorização legislativa. que somente poderão ser efetuadas às entidades de direito público e às instituições de assistência social. com a identidade respectiva. segundo o que for estabelecido em regulamento. que serão vendidas em Bolsas de Valores. Art.quando se tratar de móveis.CAPITULO VII DA ADMINISTRAÇÃO DOS BENS PATRIMONIAIS Art. Art. dependerá de autorização legislativa e será submetida à licitação pública. respeitada a competência da Câmara quanto àqueles empregados nos serviços desta.Compete ao Prefeito Municipal a administração dos bens municipais. declaradas de utilidade pública.Constituem patrimônio do Município seus direitos. de que deverão constar os encargos do donatário. c) ações. desde que o interessado não possua outro. 164 . b) permuta. subordinada à existência de interesse público devidamente justificado.quando se tratar de imóveis. permitida exclusivamente para fins de interesse social. bens móveis e imóveis e as rendas provenientes do exercício das atividades de sua competência e da exploração dos seus serviços. os imóveis que venham sendo utilizados há mais de cinco anos. a cláusula de reversão para os casos de desvio de finalidades ou de não-realização. III . o prazo de seu cumprimento. mediante direito de preferência. sob pena de nulidade do ato. há pelo menos um ano. II . que se dispensará nos seguintes casos: a) doações . 166 . 167 . 165 .poderão ser alienados. mediante contrato. dependerá de licitação pública.

170 . Art.O uso de bens municipais por terceiros será regulamentado por lei específica. o projeto à aprovação da Câmara Municipal. Art. Parágrafo único .A venda aos proprietários de imóveis lindeiros de áreas urbanas remanescentes e inaproveitáveis para edificação. deverá submeter. guardou. ou verificar-se relevante interesse público. 172 . 174 . Art. gerenciou ou administrou.A aquisição de bens imóveis por compra. dependerá de prévia avaliação e autorização legislativa. mediante autorização legislativa e licitação. sem que os órgãos responsáveis pelo controle financeiro e pelos bens patrimoniais da Prefeitura ou da Câmara atestem que o mesmo devolveu os bens móveis do Município que estavam sob sua guarda. 173 . e que prestou contas de dinheiros e valores públicos que utilizou. 168 .As áreas transferidas ao Município. e as áreas resultantes de alinhamento serão alienadas nas mesmas condições. Art. . permuta ou desapropriação dependerá de prévia avaliação. 169 . não poderão ter destinação diversa da especificada no projeto.O Município. em decorrência da aprovação de loteamentos. ou terá aceito o seu pedido de exoneração ou rescisão. sob pena de responsabilidade político-administrativa. Art. a abrir inquérito administrativo e a propor a competente ação civil e penal contra qualquer servidor. quer sejam aproveitadas ou não.A afetação e a desafetação de bens de uso comum do povo dependerá de lei específica. § 2º . Parágrafo único . sob qualquer forma. aprovada por dois terços dos membros da Câmara Municipal. Art. 171 . exonerado. devidamente justificado.O Município. independentemente de despacho de qualquer autoridade. preferentemente à venda ou doação de bens imóveis. inexigível esta se as necessidades de instalação e localização condicionarem a escolha.A Procuradoria Geral do Município será obrigada. Art.A licitação poderá ser dispensada por lei. resultados de obras públicas. autorização legislativa e licitação. a entidades assistências declaradas de utilidade pública. sempre que forem apresentadas denúncias.§ 1º . previamente. ao promover programas habitacionais populares sob a forma de doação de lotes urbanizados em áreas de seu patrimônio. quando o uso se destinar a concessionária de serviço público. sob pena de nulidade do ato.A concessão administrativa dos bens municipais de uso especial e dominiais dependerá de lei e de licitação e far-se-á mediante contrato por prazo determinado.Nenhum servidor ou empregado será dispensado. contra o extravio ou danos de bens municipais. concederá direito real de uso. transferido. arrecadou. há pelo menos um ano.

II . 175 .Os serviços permitidos ou concedidos ficarão sempre sujeitos à regulamentação e fiscalização da Administração Municipal. Art. mediante licitação e de conformidade com os interesses e necessidades da população. Art.planos e programas de expansão dos serviços.CAPITULO VIII DAS OBRAS E SERVIÇOS PÚBLICOS Art. sua conveniência e oportunidade para o interesse público. salvo os casos de extrema urgência. será licitada e realizada sem que conste: I .a indicação dos recursos financeiros para o atendimento das respectivas despesas. assegurando-se sua participação em decisões relativas a: I .A permissão ou a concessão de serviço público somente será efetivada com autorização da Câmara Municipal e mediante contrato. bem como realizar obras públicas. precedido de licitação e na forma de lei específica.o orçamento de seu custo.Serão nulas de pleno direito as permissões e concessões para a exploração de serviços públicos feitas em desacordo com o estabelecido neste artigo.Os usuários estarão representados nas entidades da administração prestadoras de serviços públicos ou contratantes de permissão e concessão. II .os prazos para o seu início e término. 177 .política tarifária. 178 . Art.a viabilidade do empreendimento. devidamente justificados.nível de atendimento da população em termos de quantidade e qualidade. prestar serviços públicos. III .Nenhuma obra pública. diretamente ou sob regime de permissão ou concessão. IV . 176 .revisão da base de cálculo dos custos operacionais. § 1º . IV . .o respectivo projeto. III . § 2º . V .É de responsabilidade do Município. podendo contratá-las com particulares através de procedimento licitatório.

as regras para a fixação da remuneração dos serviços prestados. informando.Na prestação indireta de serviços públicos. Art. Art. IV . § 1º .estabelecimento de penalidades diferenciadas. serão estabelecidos. 181 . 180 . o Município reprimirá qualquer forma de abuso do poder econômico. adequado e acessível. Parágrafo único . ainda. § 2º . entre outros: I . sob a forma de tarifas ou de taxas.mecanismos para atenção de pedidos e reclamações dos usuários. inclusive as hipóteses de gratuidade.A representação dos usuários se fará através da participação de Conselheiro Distrital. à exploração monopolística e ao aumento abusivo de lucros. caducidade. eleito entre seus pares. ainda: I .as regras para a remuneração do capital e para garantir o equilíbrio econômico e financeiro do contrato.Nos contratos de permissão ou concessão de serviços públicos.as regras para orientar a revisão periódica das bases de cálculo dos custos operacionais e da remuneração da capital. que será encaminhado à Câmara Municipal. 179 .os direitos dos usuários. prorrogação. Art. que divulgarão. bem como os limites exigidos para o capital social das empresas não devem ser inferiores aos da concessão. . até 30 de junho de cada ano. de modo a manter o serviço contínuo.os prazos mínimos e máximos da permissão. inclusive para apuração de danos causados a terceiros. VI . em especial.Nos contratos de permissão e concessão. bem como permitir a fiscalização pelo Município. no Conselho de Administração das entidades referidas no "caput" deste artigo. Parágrafo único . a dar ampla divulgação de suas atividades. principalmente as que visem à dominação do mercado. a aplicação de recursos financeiros.As empresas permissionárias ou concessionárias de serviços públicos são obrigadas.V . II .A mesma obrigação impõe-se às entidades da administração prestadoras de serviços públicos ou contratantes de permissão e concessão. V .as normas que possam comprovar eficiência no atendimento do interesse público. uma vez por ano.as condições de prazo. do balanço financeiropatrimonial. ainda que estipulada em contrato anterior. o Município observará. rescisão e reversão da permissão ou concessão. II . sobre planos de expansão e realização de programas de trabalho. fica estabelecida a obrigatoriedade de apresentação ao Poder concedente. III .Na permissão ou concessão de serviços públicos.

Art. assegurados todos os direitos.por decretação de falência transitada em julgado. IV . vantagens e obrigações do tempo de vigência pactual. 186 .Vencido o prazo contratual dos serviços e atendidas as condições de idoneidade econômico-financeira da operadora. 185 . 184 .notificação e multa nos termos contratuais nos casos de reincidência ou em que perdure a causa inicial.Não havendo a renovação contratual. 183 . quando o valor do contrato ou o interesse público justificar. restrita à administração operacional. com antecedência de 30 dias em caso de reincidência ocorrida até um ano da data do final da intervenção. II . 187 .intervenção. III .As licitações para a permissão ou concessão de serviços públicos deverão ser precedidas de ampla publicidade. na forma definida pela administração. II .0 Poder concedente poderá modificar ou ampliar os serviços em área de influência operacional de permissionária ou concessionária. o contrato poderá ser renovado por igual prazo mediante manifestação do interesse do executante. obrigando-se o Poder Público a licitar. que gerem colapso público e notório no serviço ou em parte dele. Parágrafo único . III . em igual prazo. . Art. 182 . Art. os serviços a ele referentes. por prazo de até 90 dias.por extinção da pessoa jurídica permissionária ou concessionária.notificação de rescisão. para o restabelecimento da normalidade da prestação do serviço. IV .Para a rescisão do contrato. 120 dias antes do pacto contratual e independente de licitação pública.Art. V .notificação expressa da deficiência e prazo de até 90 dias para regularização.É dispensável a licitação para o atendimento de estado de cáos urbano e calamidade pública.por manifesta deficiência do serviço a que a concessionária der causa.A rescisão da permissão ou concessão poderá ocorrer: I . inclusive na imprensa nacional. com prazo de 30 dias para regularização. expressamente. Art. Art. a operadora obriga-se a manter a operação dos serviços até 120 dias depois do vencimento do pacto. quando devidamente comprovada a responsabilidade da empresa. a Administração Municipal procederá previamente com: I . de conformidade com os incisos IV e V deste artigo.por renúncia nos termos contratuais.por suspensão do serviço a qualquer título. mediante edital ou comunicado resumido.

190 . § 1º . não sendo homologada a nova tarifa. § 1º . no caso de serviços prestados diretamente pelo Município. caberá ao Poder Legislativo fixá-la no prazo de cinco dias. este deverá promover nova fixação. após a deliberação do Conselho Municipal de Desenvolvimento Econômico. § 2º .Cabe ao Município avaliar a oportunidade de manutenção da permissão ou concessão nos casos de: I . Art. à instrumentalização da empresa para a prestação do serviço.A tarifa fixada na forma do "caput" deste artigo só entrará em vigor após a homologação do Poder Legislativo. especificamente.transferência de propriedades de qualquer forma. Art. Parágrafo único .A empresa permissionária ou concessionária comunicará. cumprindo. II . 191 . Art. ao Município.A administração poderá modificar.As tarifas ou taxas dos serviços públicos serão fixadas: I . aqui incluído o ressarcimento dos compromissos relativos aos contratos firmados até a data da comunicação e que se destinarem. as formalidades do "caput" deste artigo. . no caso dos serviços com contrato de permissão ou concessão. por ato próprio do Poder Executivo e remetida à Câmara Municipal. § 2º . preliminar e obrigatoriamente. devidamente publicada no Diário Oficial do Município. alterar e rescindir contratos de permissão ou concessão se o interesse público o exigir.A tarifa dos transportes coletivos urbanos. tipo ônibus. a seguir.incorporação de empresas. computar-se-ão. que deverá manifestar-se no prazo máximo de 15 dias. além das despesas operacionais e administrativas. no prazo máximo de 72 horas.fusão de empresas.Art.Na hipótese do inciso II deste artigo. II . será fixada. bem como a remuneração do capital. o órgão municipal competente encaminhará ao Conselho Municipal de Desenvolvimento Econômico todas as informações necessárias à definição das tarifas ou taxas. com o inteiro teor do processo constituído para esse fim. as reservas para depreciação e reposição dos equipamentos e instalações.Na formação do custo dos serviços de natureza industrial. 188 . 189 . III . mediante comunicação e com justa indenização nos termos contratuais.Não havendo homologação e persistindo as razões que originaram o ato do Poder Executivo.pelo Prefeito. previamente. no prazo de 72 horas. permitida pela legislação pertinente.pelo Prefeito. para fins de análise e homologação. e.

Art. deverá o Município: I . 192 . ou quando houver interesse mútuo para celebração do convênio. .O Município manterá a publicidade comercial.A criação pelo Município de entidade da Administração indireta para execução de obras ou prestação de serviços públicos só será permitida caso a entidade possa assegurar sua auto-sustentação financeira. II . § 2º . § 1º .os veículos objeto das permissões ou concessões do serviço de transporte coletivo urbano e especial. de órgão consultivo. para propaganda pessoal de autoridade ou político-partidária. § 3º . aos padrões técnicos estabelecidos pelo órgão contratante.Os contratos de publicidade serão firmados exclusivamente com o Município. resguardadas a área destinada à identificação institucional do veículo e as normas de segurança. II e III. 193 .Ao transporte público individual fica liberada a opção de contratar diretamente os serviços de publicidade de que trata este artigo. quando lhe faltarem recursos técnicos ou financeiros para execução do serviço em padrões adequados.A publicidade de que trata o "caput" deste artigo obedecerá. Parágrafo único . visando à prestação física do bem e à não-promoção da agressão visual. § 4º .O Município deverá propiciar meios para criação. III .propor os planos de expansão dos serviços públicos. necessariamente. nos consórcios.Art. através do órgão municipal de administração de transportes urbanos.O Município poderá consorciar-se com outros Municípios para o fomento às atividades econômicas e à realização de obras ou prestação de serviço públicos de interesse comum. à recuperaç_o e conservação das vias públicas de uso do sistema e construção e manutenção dos pontos de captação de passageiros.os veículos objeto das permissões ou concessões do serviço de limpeza pública.propor critérios para fixação de tarifas ou taxas. 195 . Art. III . 194 .Na celebração de convênios de que trata este artigo. constituído por cidadãos não-pertencentes ao serviço público municipal. e os recursos provenientes se incorporarão ao Fundo de Desenvolvimento Urbano. exclusivamente.Ao Município é facultado conveniar com a União ou com o Estado a prestação de serviços de sua competência privativa. usando como meios: I .os pontos de captação de passageiros.É vedado o uso de meios estabelecidos nos incisos I. Art. Parágrafo único . destinando-se. deste artigo.realizar avaliação periódica da prestação dos serviços. educativa e filantrópica. II .

em conjunto. dos Secretários do Município. de âmbito . do Prefeito.O Prefeito comunicará aos órgãos competentes. do Vice-Prefeito.. do prefeito. Art. obrigatoriamente. de 10/10/2001 Parágrafo único . estes últimos no âmbito de suas respectivas Secretarias”. a qual deliberará. as autoridades mencionadas no "caput" deste artigo. como sócios. bem como as que tenham como sócios parentes consangüíneos.".Incorrem na mesma redação as empresas às quais tenham pertencido. 04.09. pelo voto da maioria simples de seus integrantes. 198 . E ACRESCENTOU O PARÁGRAFO ÚNICO (Ver. Parágrafo único .. nos 12 meses anteriores à sua posse no cargo. sendo admitida a sua destituição por igual número de votos. dentro de cinco dias do recebimento da indicação do Prefeito. CAPITULO IX DOS DISTRITOS SEÇÃO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. estes últimos no âmbito de suas respectivas secretarias”. REDAÇÃO DADA PELA EMENDA Nº 05/92. do vice-prefeito. 196 – Onde se lê: é vedado ao Município efetuar contratos de serviços e obras com empresas devedoras de tributos municipais. dos secretários do Município.Nos distritos haverá um Conselho Distrital composto por cinco Conselheiros eleitos pela respectiva população e um Administrador Distrital. 197 . dos Vereadores. leia-se:”é vedado ao município efetuar contratos de serviços e obras com empresas devedora de tributos municipais. bem como as que tenham como sócios parentes consangüíneos. JEFFERSON PERES. Parágrafo único .92). QUE ACRESCEU O 'CAPUT' A PARTIR DA EXPRESSÃO "BEM COMO .(*) Modificado pela Emenda nº 15/2001.A instalação de distrito novo se dará com a posse do Administrador Distrital e dos Conselheiros Distritais perante o Prefeito e a Câmara Municipal. até o segundo grau.A investidura do Administrador Distrital dependerá da homologação prévia da Câmara Municipal.Art. até o segundo grau.

201 . § 5º . § 8º . § 1º . admitida a recondução. a Constituição do Estado. Art. Art.A mudança de residência para fora do distrito implicará a perda do mandato de Conselheiro Distrital. tomando suas deliberações por maioria de votos.O mandato dos Conselheiros Distritais terminará quando da posse dos novos Conselheiros.O Decreto Legislativo referido no parágrafo anterior só poderá ser modificado até um ano antes das eleições dos Conselheiros Distritais.federal e estadual. § 6º . independente de filiação partidária. por meio de Decreto Legislativo. Art. por convocação do Prefeito Municipal ou Administrador Distrital.Qualquer eleitor residente no distrito onde se realizar a eleição poderá candidatar-se ao Conselho Distrital. quando de sua posse. 200 . a Lei Orgânica e as leis. e.Quando se tratar de distrito novo. § 7º .Os Conselheiros Distritais. SEÇÃO II DOS CONSELHEIROS DISTRITAIS Art. as instruções para inscrição de candidatos.A função do Conselheiro Distrital constitui serviço público relevante e será exercida gratuitamente.As reuniões do Conselho Distrital serão presididas pelo Administrador . § 2º . nos dias estabelecidos em seu Regimento Interno. proferirão o seguinte juramento: "Prometo cumprir dignamente o mandato a mim confiado. cabendo à Câmara Municipal adotar as providências necessárias à sua realização. observando a Constituição da República. 199 . § 1º . para os devidos fins.O voto para Conselheiro Distrital não será obrigatório.A eleição dos Conselheiros Distritais e de seus respectivos suplentes ocorrerá de dois em dois anos. trabalhando pelo engrandecimento do distrito que represento" . observado o disposto nesta Lei Orgânica. coleta de votos e apuração dos resultados. a instalação do Distrito. ordinariamente.A Câmara Municipal editará.O Conselho Distrital se reunirá.A posse dos Conselheiros Distritais e do Administrador Distrital se dará dez dias após a divulgação dos resultados da eleição. pelo menos uma vez por mês. § 4º . extraordinariamente. 202 . § 3º . cabendo à Câmara Municipal regulamentá-la na forma do parágrafo 5º deste artigo. a eleição dos Conselheiros Distritais será realizada 90 dias após a expedição da lei de criação.

Distrital, que não terá direito a voto. § 2º - Servirá de secretário um dos Conselheiros, eleito por seus pares. § 3º - Os serviços administrativos do Conselho Distrital serão providos pela Administração Distrital, com aproveitamento obrigatório e exclusivo de servidores públicos. § 4º - Nas reuniões do Conselho Distrital, qualquer cidadão, desde que residente no distrito, poderá usar da palavra, na forma que dispuser o Regimento Interno do Conselho, e encaminhar reclamações e pleitos. § 5º - O Regimento Interno do Conselho Distrital será publicado no Diário Oficial do Município. Art. 203 - Nos casos de licença oficialmente comunicada ou vaga do membro do Conselho Distrital, será convocado o respectivo suplente. Art. 204 - Compete ao Conselho Distrital: I - elaborar, com a colaboração do Administrador Distrital e da população, a proposta de trabalho anual do distrito e encaminhá-la ao Prefeito nos prazos fixados por este; II - opinar, obrigatoriamente, no prazo de 10 dias, sobre a proposta de plano plurianual no que concerne ao distrito, antes de seu envio pelo Prefeito à Câmara Municipal; III - fiscalizar as repartições municipais no distrito e a qualidade dos serviços prestados pela Administração Distrital; IV - representar ao Prefeito ou a Câmara Municipal sobre qualquer assunto de interesse do distrito; V - dar parecer sobre reclamações, representações e recursos de habitantes do distrito, encaminhando-o ao Poder competente; VI - colaborar com a administração distrital na prestação dos serviços públicos; VII - prestar as informações que lhe forem solicitadas pelo Governo Municipal.

SEÇÃO III DO ADMINISTRADOR DISTRITAL Art. 205 - O Administrador Distrital terá a remuneração que for fixada na legislação municipal. Parágrafo único - Criado o distrito, fica o Prefeito Municipal autorizado a criar o respectivo cargo de Administrador Distrital. Art. 206 - Compete ao Administrador Distrital:

I - executar e fazer executar, na parte que lhe couber, as leis e demais atos emanados dos Poderes competentes; II - coordenar e supervisionar os serviços públicos distritais de acordo com o que for estabelecido nas leis e regulamentos; III - propor ao Prefeito Municipal a lotação e a remoção dos servidores na Administração Distrital; IV - promover a guarda e manutenção dos bens públicos municipais localizados no distrito; V - prestar contas das importâncias recebidas para fazer face às despesas da Administração Distrital, observadas as normas legais; VI - solicitar ao Prefeito as providências necessárias à boa administração do distrito; VII - presidir as reuniões do Conselho Distrital; VIII - executar outras atividades que lhe forem atribuídas pelo Prefeito Municipal e pela legislação municipal.

CAPITULO X DO PLANEJAMENTO MUNICIPAL SEÇÃO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 207 - O Governo Municipal manterá processo permanente de planejamento, visando a promover o desenvolvimento do Município, o bem-estar da população e a melhoria da prestação dos serviços públicos municipais. Parágrafo único - O desenvolvimento do Município terá por objetivo o homem, a realização plena de seu potencial econômico e a redução das desigualdades sociais no acesso aos bens e serviços, respeitadas as vocações, as peculiaridades e as culturas locais e preservado o seu patrimônio ambiental, natural, cultural e construído. Art. 208 - O processo de planejamento municipal deverá considerar os aspectos técnicos e políticos envolvidos na fixação de objetivos, diretrizes e metas para a ação municipal, propiciando que autoridades, técnicos de planejamento, executores e representantes da sociedade civil participem do debate sobre os problemas locais e alternativas a fim de enfrentá-los, buscando conciliar interesses e solucionar conflitos.

Art. 209 - O planejamento municipal se orientará pelos seguintes princípios básicos: I - democracia e transparência no acesso às informações disponíveis, com ênfase para educação, saúde, saneamento, trabalho, cultura e reorganização urbanas; II - eficiência e eficácia na utilização dos recursos financeiros, técnicos e humanos disponíveis; III - complementariedade e integração das políticas, planos e programas setoriais; IV - viabilidade técnica e econômica das proposições, avaliadas, a partir do interesse social da solução e dos benefícios públicos; V - respeito e adequação à realidade local e regional em consonância com os planos e programas estaduais e federais existentes. Art. 210 - O Governo Municipal cuidará para que a execução dos seus planos e programas tenham acompanhamento e avaliação permanentes, de modo a garantir o seu êxito e assegurar sua continuidade no horizonte de tempo necessário. Art. 211 - O planejamento das atividades do Governo Municipal obedecerá às diretrizes deste Capítulo e será feito por meio da elaboração e manutenção atualizada, entre outros, dos seguintes instrumentos: I - plano plurianual integrado; II - lei de diretrizes orçamentárias; III - orçamento anual; IV - plano diretor. (*) Parágrafo único – Fica o Poder Público obrigado a manter banco de dados com estatística, diagnóstico físico, territorial e outras informações relativas às atividades comerciais, industriais e de serviços, destinando-se a serviço de suporte para as ações de planejamento. * (alterado pela Emenda nº 10 de 17/09/2001) Art. 212 - Os instrumentos de planejamento municipal mencionados no artigo anterior deverão incorporar as propostas constantes dos planos e programas setoriais do Município, dadas as suas implicações para o desenvolvimento local. Parágrafo único - A população do Município, através da manifestação de, pelo menos, cinco por cento de seu eleitorado, poderá ter a iniciativa da indicação de programas ou projetos de interesse específico da cidade, de bairros ou de distritos. Art. 213 - O Município, em conjunto com o Estado, promoverá a execução do zoneamento sócio-econômico e ecológico de seu território, adotando-o como instrumento norteador do uso e ocupação do solo urbano e rural e da utilização racional de seus recursos naturais, observados o disposto no art. 131 da Constituição do Estado. Parágrafo único - O Executivo Municipal, na implantação de novos núcleos populacionais, deverá, além do disposto no artigo 133, da Constituição do Estado, observar:

A convocação das entidades mencionadas neste capítulo se fará por todos os meios à disposição do Governo Municipal. além dos estudos e levantamento de natureza geográfica. 215 . antes de encaminhá-los à Câmara Municipal.O Município buscará.Para fins deste artigo. a cooperação das associações representativas no planejamento municipal. de mecanismos e instrumentos de apoio às atividades econômicas. independentemente de seus objetivos ou natureza jurídica. a fim de receber sugestões quanto à oportunidade e estabelecimento de prioridades das medidas propostas. antropológica e econômica. 216 . Parágrafo único .Os projetos de que trata este artigo ficarão à disposição das associações durante 30 dias. por todos os meios ao seu alcance. de fins lícitos. os projetos de lei do plano plurianual. entende-se como associação representativa qualquer grupo organizado. antes das datas fixadas para a sua remessa à Câmara Municipal. do orçamento anual e do plano diretor. SEÇÃO II DA COOPERAÇÃO DAS ASSOCIAÇÕES PLANEJAMENTO MUNICIPAL Art.O Município submeterá à apreciação das associações.as disposições e pressupostos do zoneamento a que se refere o "caput" deste artigo. Parágrafo único . TÍTULO V DAS POLÍTICAS MUNICIPAIS CAPITULO I DA POLÍTICA URBANA . 214 . II . Art.instalação de todas as obras de infra-estrutura física e de serviços. que tenha legitimidade para representar seus filiados.I . Art.

matrícula e registro de todas as suas terras. § 2º . o Poder Executivo. poderá utilizar e propor instrumentos jurídicos.O Município deverá promover todas as ações relativas ao levantamento. saneamento básico. devolutas ou não. que se dará mediante títulos definitivos e de concessão de direito real de uso. ressalvadas as identidades culturais. transporte público. vias de circulação em perfeito estado.Para assegurar a plena efetividade das funções urbanas. limpeza pública. saúde. justiça. no mínimo de 250 metros e no . arrecadação.SEÇÃO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 217 . comunicação. lazer. Art. energia. Art. histórico e cultural. § 1º . observado o disposto nos artigos 188 da Constituição da República.início imediato de processo de transferência de lotes. educação. informação. e 134 da Constituição do Estado. e o zoneamento sócio-econômico-ecológico. II . água tratada.A política urbana tem por objetivo a ordenação do pleno desenvolvimento das funções satisfatórias de qualidade de vida e bem-estar de seus habitantes. discriminação. financeiros e de controle do uso e ocupação do solo urbano. a assentamento de população de baixa renda.no meio rural.As funções sociais são compreendidas como os direitos de todos os cidadãos relativos a acesso à moradia. tributários. observando: I . segurança.Dentro dos limites territoriais do Município. programas e projetos de assentamento e colonização .no meio urbano.As funções econômicas da cidade dizem respeito à estrutura e infra-estrutura física e de serviços necessários ao exercício das atividades produtivas. na forma da lei. áreas verdes ou de recreação. Parágrafo único . prioritariamente: I . as terras devolutas e áreas públicas desocupadas ou subutilizadas se destinarão. 219 . abastecimento. instalação de equipamentos coletivos. 218 . ambiente sadio e preservação do patrimônio ambiental. reservas e áreas de preservação permanente e instalação de equipamentos coletivos.

Da composição do Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano participarão: I . IX .01 (um) representante do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura do Amazonas. VI . § 1º . I. disciplinares e deliberativas sobre as questões relativas aos sistemas. Parágrafo único .01 (um) representante do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil do Município de Manaus. V .e III. membro da Comissão de Cultura e Patrimônio Histórico. 221 . VIII . II. VII . Art.será mantido um cadastro atualizado da situação das terras públicas urbanas e rurais. (*) (Modificada pela Emenda nº 30. 2º. (*) II . ou representante por ele designado. além do disposto no "caput" deste artigo. IV .01 (um) Vereador da Câmara Municipal de Manaus.o Prefeito de Manaus. 220 .01 (um) representante do Instituto Municipal de Planejamento Urbano e Informática. Saneamento Básico e Serviços Públicos. serviços e ordenação do espaço urbano.01 (um) representante da Procuradoria Geral do Município de Manaus. de 19/02/2003) III . §§ 3º e 4º. §§ 1º. com funções normativas.01 (um) representante da Secretaria Municipal de Obras. da Constituição da República. II . funcionamento e provimento das representações . da Constituição do Estado.01 (um) um representante do Sindicato das Indústrias de Construção Civil do Município de Manaus. obedecidos os critérios de indivisibilidade e de intransferibilidade antes de decorrido o prazo de 10 anos. expressas no Plano Diretor e em legislação específica relativa ao uso do solo e dos imóveis. além de outros que a lei estipular.A forma de reorganização.A propriedade pública ou particular urbana cumprirá sua função atendendo às exigências da ordenação da cidade. e artigo 138.Fica criado o Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano. código de obras e proteção do patrimônio cultural. §§ 3º e 4º.Deverá ser observado em relação à propriedade urbana.máximo de mil metros quadrados para área urbana e até 25 hectares para a área rural. Art. § 2º . III . na condição de Presidente. o constante no artigo 182.01 (um) um representante da Empresa Municipal de Urbanização.o direito a títulos definitivos ou de concessão de direito real de uso não será reconhecido ao mesmo beneficiário por mais de uma vez. histórico e ambiental.

relativas ao § 1º, e seus incisos, deste artigo, será definida em Regimento Interno, aprovado por ato do Chefe do Poder Executivo. § 3º - Fica extinto o atual Conselho de Zoneamento, órgão integrante da estrutura do Poder Executivo, e incorporadas ao Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano suas atribuições. ARTIGO MODIFICADO PELA EMENDA Nº 03/94, do Executivo Municipal, 10.11.94. Art. 222 - O Município, em conjunto com o Estado ou com a União ou, ainda, isoladamente, promoverá, com prioridade, programas de construção de moradias, de melhorias das condições habitacionais, lotes urbanizados e de saneamento básico, assegurando sempre a compatibilidade de padrões ao meio ambiente saudável e à dignidade humana. § 1º - Terão prevalência os programas habitacionais que visem à erradicação de situações de miséria absoluta e submoradias, principalmente as que se localizem em baixadas, margens de igarapés, orla fluvial e zonas alagadiças. § 2º - Os programas destinados à retirada das famílias, ocupantes das margens de igarapés, deverão ser dirigidos, de forma isolada, para áreas específicas e tornadas públicas, obrigada a demolição das casas objeto de permuta, e com trabalho imediato de urbanização e saneamento do igarapé objeto do programa. Art. 223 - Será estimulada a formação de cooperativas, associações, condomínios de habitação, bem como a utilização de sistemas de autoconstrução, como forma de viabilizar o acesso da população à casa própria. Art. 224 - Mediante concorrência pública, o Poder Executivo poderá contratar, por permissão ou concessão, a exploração de cemitérios particulares, obrigando-se ao controle, fiscalização e emissão de normas gerais de funcionamento, onde se inclua, dentre outros, o impedimento à discriminação de qualquer natureza e a majoração indisciplinada de taxas. Art. 225 - Todos os cemitérios públicos ou particulares, permitidos ou concedidos pelo Poder Público, estão obrigados a dispor de, dentre outros, capela ecumênica, instalações administrativas, alojamento para trabalhadores, instalações sanitárias, inclusive para uso público, área reservada para atos religiosos populares, indicação visível das quadras e números de registros dos túmulos. Art. 226 - O Serviço Funerário Municipal será prestado, regular e gratuitamente, pelo Poder Público, através dos postos de atendimento nos próprios cemitérios, quando comprovada a carência do usuário, e inclui atestado de óbito, certidão, urna funerária, isenção de taxas públicas, transporte, sepultamento e expedição de documentos de propriedade quando for o caso.

Parágrafo único - A prestação do presente serviço para fins de simplificação poderá ser feita por empresas comerciais contratadas regularmente. SEÇÃO II DO PLANEJAMENTO URBANO Art. 227 - O Plano Diretor, aprovado por dois terços dos integrantes da Câmara Municipal, é o instrumento básico da política urbana a ser executada pelo Município. § 1º - O Plano Diretor deverá ser elaborado com a participação das entidades representativas da comunidade diretamente interessada. § 2º - O Plano Diretor definirá as áreas especiais de interesse social, econômico, urbanístico, histórico e ambiental, para as quais será exigido aproveitamento adequado nos termos previstos nas Constituições da República e do Estado e nas leis específicas. § 3º - A obrigatoriedade de revisão dos princípios e levantamentos, inclusive aerofotogamétrico e cadastral, que integram o Plano Diretor, respeitará a periodicidade de dez anos, pelo menos. Art. 228 - Para efeito do que trata o artigo anterior e seus parágrafos, os estudos com vistas à definição do plano diretor se pautarão considerando como texto de referência Plano de Desenvolvimento Local Integrado, procedendo-se, a partir do PLAMAN, às designações e atualizações necessárias em função do que estabelece esta Lei. Art. 229 - Constituem-se em ítens, a serem obrigatoriamente observados no Processo do Planejamento Urbano: I - estabelecimento das áreas destinadas à construção de moradia popular definição das áreas para produção de hortifrutigranjeiros; II Fixação de normas sobre zoneamento, parcelamentos, loteamentos, uso expansão e ocupação do solo, contemplando áreas destinadas às atividades econômicas, áreas residenciais, de lazer, cultura e desporto, reservas de interesse urbanístico, ecológico e turístico; III - proibição de construções em áreas de saturação urbana, risco sanitário ou ambiental, áreas históricas e reservadas para fins especiais, áreas verdes, bem como áreas de preservação permanente; IV - delimitação, reserva e preservação de áreas verdes; V - definição dos gabaritos máximos para as construções em cada área ou zona urbana; VI - definição e manutenção de sistemas de limpeza pública, abrangendo os aspectos de coleta, tratamento e disposição final do lixo.

Art. 230. - O Poder Público Municipal, sempre que necessário, poderá realizar desapropriação, por interesse social, de área urbana que será destinada à implementação do programa de construção de moradia popular ou a outro fim constante do plano diretor. Art. 23l. - A realização de obras, dentro dos limites municipais, dependerá de autorização prévia do órgão competente da Prefeitura e deverá sempre ser precedida de apresentação de projeto, elaborado segundo as normas técnicas e legais a que se ajuste cada caso. § 1º - A execução das obras públicas municipais poderá ser realizada, diretamente, pela Prefeitura, por suas autarquias e entidades paraestatais e, indiretamente, por terceiros, mediante licitação. § 2º - Quando da aprovação para fins de edificação, os projetos de conjuntos habitacionais serão encaminhados com memorial descritivo e planta de situação ao Poder Legislativo, para fins de denominação prévia de ruas, praças e logradouros, mediante lei. § 3º - A identificação das vias públicas de que trata o presente artigo e a numeração dos imóveis, de caráter obrigatório, é incumbência da empresa construtora e objeto de fiscalização para fins de liberação de "habite-se".

Art. 232 - A requerimento de um número mínimo de 100 moradores para as ruas e mil para bairros, poderão ser submetidos a referendo, com vistas a restauração dos antigos nomes, as leis que modificarem denominação de bairros, vias públicas, praças e demais logradouros de uso comum do povo antes da vigência desta Lei. Art. 233 - Para efeito de planejamento, desconcentrado urbana, descentralização administrativa e atuação executiva da Prefeitura, o espaço urbano será integrado de Regiões Administrativas. Parágrafo único - Adotar-se-ão para as Regiões Administrativas, no que tange ao gerenciamento, as normas definidas para os Distritos, objeto do Título IV, Capítulo IX desta Lei. Art. 234 - A área do Tarumã/Ponta Negra fica designada como Região Turística de Manaus, devendo ser orientadas as ações do Município para viabilizar a infra-estrutura adequada. Art. 235 - Fica estabelecido que o gabarito máximo a ser admitido na área compreendida pelo Sítio Histórico e de em torno dos prédios, monumentos ou logradouros com características a serem preservadas, objeto de proteção especial, é de vinte e um metros, e, para área compreendida pelo Centro Antigo tombado, na forma do artigo 342 desta Lei é de, no máximo, 30 metros, contados a partir do solo. § 1º - Considerar-se-á como "em torno" uma área mínima de 300 metros, circunvizinha ao imóvel tombado como patrimônio histórico, por qualquer das esferas administrativas.

§ 2º - Tem-se por Sítio Histórico da cidade o trecho compreendido entre a Avenida Sete de Setembro até a orla do Rio Negro, inclusive Porto Flutuante de Manaus, Praças Torquato Tapajós, 15 de Novembro e Pedro II, Ruas da Instalação, Frei José dos Inocentes, Bernardo Ramos, Av. Joaquim Nabuco, em toda a sua extensão, Visconde de Mauá, Almirante Tamandaré, Henrique Antony, Lauro Cavalcante e Governador Vitório. Art. 236 - A partir da data da promulgação desta Lei não serão concedidas licenças para construção habitacional de qualquer natureza em áreas de risco, inclusive as de patrocínio oficial. Art. 237 - Com relação ao ambiente construído e implantação de agrupamentos urbanos e de infra-estrutura social e econômica, o Município se empenhará com vistas à instalação de serviços e estrutura hierarquizadas, a serem regulamentados por lei, com base nos estudos de zoneamento, a partir do que se estabelece nos §§ 3º e 4º deste artigo. § 1º - Os subcentros integrantes da área urbana da cidade obedecerão à classificação hierárquica, objeto do artigo 23, da Lei nº 1213, que aprova o Plano de Desenvolvimento Local Integrado da Cidade de Manaus - PLAMAN, ressalvado o que se relaciona aos tamanhos ali especificados, que deverão ser objetos de ajustamento quanto à revisão do citado Plano. § 2º - Os tipos de equipamentos que deverão integrar cada subcentro, observado o aspecto hierárquico de cada um, são os mesmos constantes do § 2º, do artigo 23 da Lei nº 1213, de 02.05.75, D.O. de 23.05.75, que aprovou o Plano de Desenvolvimento Local Integrado de Manaus. § 3º - Para fins de implantação imediata das Regiões Administrativas, o Poder Executivo Municipal deverá priorizar a construção e implantação dos serviços administrativos municipais, essenciais dessas unidades. § 4º - Terão prioridades na instalação dos equipamentos urbanos, necessários à dotação mínima de uma Região Administrativa, creche, escola de ensino fundamental, posto de saúde, maternidade, posto de serviço funerário, centro livre de recreação e criação artísticacultural, área para atividades comerciais, área para microempresas, área para feira itinerante e área para desenvolvimento de atividades ambulantes. § 5º - A existência, na área de jurisdição regional, de qualquer equipamento urbano, independente de sua propriedade e instância administrativa, dispensará o Município da construção de equipamento similar, salvo se por justificação de demanda. § 6º - Os agrupamentos devem, se possível, ser construídos agregadamente, formando Centros Administrativos.

SEÇÃO III

respeitados todos os parâmetros de legislação específica. área Construída até o dobro da metragem do terreno. II . todos os planos.CAMT o fator dois. para fins de ordenamento do uso do solo urbano. 238 . com referência à ocupação do solo urbano. distribuição de energia e distribuição de gás.A Ação do Município. telecomunicações. considerará como Coeficiente de Aproveitamento Máximo dos Terrenos . com validade para todos os lotes incluídos na área urbana da sede do Município.ampliar o acesso dos munícipes a lotes mínimos. deverá orientar-se para: I . Art.O Município se obrigará a manter uma reserva de terras para atender às necessidades de construção de novos equipamentos urbanos em áreas de ocupação de interesse social. a fiscalização será executada por iniciativa do Poder Executivo ou por provocação de denúncia. Art. projetos comunitários e associativos de construção de habitação e serviços.000 a 100. tecnicamente. após autorização prévia do Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano. ao órgão de planejamento urbano da municipalidade. dotados de infra-estrutura básica e servidos por transporte coletivo. incorrendo.O Poder Executivo. III . será alvo de permissão especial.multa de 10. Art. § 1º . § 2º Após o alvará para a execução de obra. § . projetos e intervenções em serviços urbanos. para fins de compatibilização e aprovação. principalmente saneamento básico. passíveis de urbanização. 241 . nas seguintes penalidades.urbanizar.3º Para fins de cumprimento do que se estabelece neste artigo. I . ou seja.DO USO E OCUPAÇÃO DO SOLO Art. regularizar e titular as áreas ocupadas por população de baixa renda.000 UFMs. expedida pelo Poder Executivo. sendo sempre . podendo este ser suspenso caso não apresente as condições básicas de segurança aos operários. 239 .cancelamento do alvará. a preço fixado pelo mesmo Conselho. 240 . ainda. sistema de esgotamento de água pluviais. II .estimular e assistir. mediante a correspondência de pagamento do excedente.Qualquer área construída acima do permitido pelo CAMT.Deverão ser submetidos. a empresa ficará sujeita à fiscalização continuada.

cobrança das contribuições de melhorias. previsto anualmente na Lei de Diretrizes Orçamentárias. 244 . VII .A contar da promulgação da presente Lei. § 2º .Os recursos originários de cobrança de que trata o artigo 241. desta Lei. além dos recursos previstos no "caput" deste artigo. § 3º . § 1º Integrarão o Fundo de Desenvolvimento Urbano. pela iniciativa particular ou pública. energia e esgoto a fiscalização de obras com poder de embargo. Parágrafo único . energia e esgotos. § 1º. V .transferência do Estado e da União.empréstimos ou doações de entidades. interessado deverá comprovar a contratação da manutenção do sistema de esgotos com .Para concessão do "habite-se" a prédios. conjuntos residenciais e condomínios ou edificações isoladas. Art. condomínios ou prédios habitacionais acima de quarenta e oito unidades. desta Lei.O Município poderá delegar ao Corpo de Bombeiros e a órgãos oficiais prestadores de serviços de água. de conjuntos. III . verbas provenientes das seguintes origens: I . a ser regulamentado em lei. Art.Inclui-se entre as condicionantes à concessão de licenças para a construção. constituirão o Fundo de Desenvolvimento Urbano. VI . Art. a destinação obrigatória de áreas verdes para a prática de esportes e recreação.resultados de aplicação.Para o cumprimento do que determina o presente artigo. 243 . II .recurso de que trata o artigo 192. IV .outras fontes internas e externas.recurso do orçamento do Município.obrigatória a sua comprovação. Parágrafo único . para aplicação exclusiva em estrutura e infra-estrutura urbanas. 242 .Incorrerá em crime de responsabilidade a destinação dos recursos do Fundo sem autorização expressa do Conselho e para outra finalidade que não a prevista neste artigo. o Poder Executivo Municipal fica obrigado a requisitar do interessado a liberação formal dos órgãos prestadores de serviços público de água. calculadas com base em indexador oficial a partir de seu ingresso no Banco Oficial do Estado. 245 .A administração do Fundo será operacionalizada pelo Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano e seu agenciamento financeiro será do Banco Oficial do Estado. § 1º. com o objetivo de constatar a fidelidade das plantas relativas à incêndio e pânico e instalação de infra-estrutura. Art. os imóveis de residência coletiva ou empreendimentos comerciais de grande porte só poderão obter "habite-se" se contiverem instalações próprias de tratamento de esgoto e águas pluviais.

o Poder Público impedirá qualquer barreira que dificulte o acesso e a locomoção do portador de deficiência. pedestres e animais. subordinamse ao respeito e preservação da vida.Na edificação de praças. calçadas e locais públicos de lazer e de prática desportiva.Na defesa e garantia do direito constitucional ao transporte ao cidadão. na área compreendida entre a Rua Leonardo Malcher e Rio Negro. 249 .O Município isentará de cobrança de taxas e emolumentos e até estimulará reformas nas calçadas. 247 . (*) Art. observado o disposto no artigo 178 da Constituição da República. e no artigo 253 da Constituição do Estado. do trabalhador. com especialidade a humana. o . bem como oficinas montadoras ou desmontadoras de veículos de qualquer porte ou natureza em áreas caracteristicamente residenciais. e à proteção do patrimônio público.Ficam proibidas as autorizações para instalação de supermercados. 251 . muros e fachadas das casas. 250 .companhia especializada. especialmente dentro do perímetro do Sítio Histórico. em geral. de 19/02/2003 Art. de veículos pesados ou similares. (*) Modificada pela Emenda nº 31.Não serão permitidas garagens de coletivos. Art. SEÇÃO IV DOS SISTEMAS VIÁRIOS E DOS TRANSPORTES COLETIVOS Art. 246 . constituindo-se sua oprecionalização em atividades de caráter essencial de interesse público. Art. Igarapé de São Raimundo e Igarapé do Mestre Chico. e do trânsito de veículos. 248 . em particular. Art.Os sistemas viários e de transportes coletivos.

proceder o disciplinamento e fiscalização do uso das vias de circulação no espaço municipal.viabilizar a efetivação do direito ao transporte à população.Município. 253 . o planejamento. cabendo-lhe. sob qualquer expediente. Incisos I e V. estabelecimento e parada prevista na legislação de trânsito. II . respeitadas as peculiaridades locais e as legislações estadual e municipal específicas.organizar. III .O transporte urbano e o trânsito de veículos. educativa e de repressão.O Município não poderá delegar a outros. respeitadas as instâncias de competência da União. no exercício regular do poder de Polícia de Trânsito. dirigir e fiscalizar o trânsito de veículos. autuando e aplicando as medidas administrativas cabíveis e arrecadando as multas por infrações à circulação. Art. da Constituição da República. administração e gestão do sistema de transporte urbano. 252 . de 06/03/2002 I . (*) Modificado pela Emenda nº 22. pedestres e animais são da competência do Município. (*) Modificado pela Emenda nº 14/2001. os sistemas municipais viário e de transportes coletivos urbanos de passageiros atenderão à orientação da política nacional dos transportes e do desenvolvimento urbano. de 10/10/2001 Parágrafo único . de 06/03/2002 . o gerenciamento e a operação de suas variantes. a organização. Art. atuará no sentido de: (*) Modificado pela Emenda nº 23. pessoas e animais em seu território e exercer a ação normativa.Para atendimento dos fins a que se destina. conforme estabelece o artigo 30. exclusivamente.

os transportes coletivos públicos e privados. a taxímetro e especial. calçadões ou trechos intermediários de proteção aos pedestres.Os sistemas Municipal viário e de transportes coletivos compreendem: I . III . 254 . e tem por objetivos: I – a funcionalidade do sistema viário em condições de proporcionar aos usuários economia. o controle e a fiscalização dos serviços e dos terminais.A estrutura operacional do trânsito urbano compreende os equipamentos.a infra-estrutura viária. a operação. o controle e a fiscalização de programas de aperfeiçoamento de . § 2º .terminais intermediários de embarque. na área de atribuição do município de Manaus. tais como balsas.as vias públicas de uso comum aos diversos tipos de veículos.A estrutura operacional compreende os equipamentos. II . além de outras modalidades.Integra o inciso V deste artigo o transporte de passageiros em veículos de aluguel. estatigráfica e semafórica. pessoas e animais. e os fluviais.As unidades de conexão modal ou intermodal são constituídas por: I . § 6º .a rede de acostamento e ponto de parada das linhas urbanas. o controle e a fiscalização dos serviços pertinentes.as unidades de conexão modal e intermodal. a operação.Art. VI – o trânsito de veículos.estacionamentos integrados ao sistema de transportes coletivos. II . em utilização ou a ser implementado. inclusive entre subsistemas. o pessoal.A infra-estrutura viária abrange: I .o transporte público individual de passageiros. § 1º . § 4º .a estrutura operacional. III – o planejamento. § 3º . fluidez e segurança em seus deslocamentos. inclusive a sinalização indicativa. § 5º . bondes. II . metrôs de superfície.as calçadas. vias alimentadoras e vias exclusivas de ônibus da rede de transporte público de passageiros. desembarques e transbordo. IV . IV . tais como ônibus. entendidos esses os terrestres. barcos de passageiros como transporte opcional de caráter urbano.pontos e terminais de embarque e desembarque.as vias que constituem corredores estruturais.Integram o inciso IV deste artigo os transportes coletivos urbanos de passageiros. II – a circulação de veículos que atendam aos requisitos de segurança veicular estabelecidos pelo CONTRAN. III . V . III .

II. V – a coleta. à fluidez e à segurança viária. pertinentes à operacionalização do sistema de trânsito de veículos. o tratamento e a análise de dados estatísticos relativos aos acidentes de trânsito. fluidez e segurança do trânsito. 254 da LOMAN e acrescenta o Inciso VI. 24 de 06/05/02 / D. III.M. através da fiscalização ostensiva das vias. dos veículos e dos condutores. IV – a adoção de medidas legais de prevenção e repressão aos infratores do trânsito. de 10/05/2002.(*)OBS: MODIFICA a redação do Art. Modificada pela Emenda nº. § 6º e seus Incisos I.motoristas e pedestres. com vistas à reciclagem contínua de padrões comportamentais adequados à economia.O. . visando à identificação e correção de óbices. IV e V.

O Município. higiene e conforto dos passageiros. II . ainda que cobertas por toldos ou similares. Art. devendo operar.integração operacional e tarifária entre sistemas e meios de transporte e racionalização de itinerários. em especial. em integração com as representações comunitárias e classistas interessadas no setor. fará obedecer os seguintes princípios básicos: I .segurança. fiscalizar e disciplinar. Capítulo VIII. desta Lei. 255 . linhas.proteção ambiental contra a poluição atmosférica.A permissão e concessão de serviços de transportes coletivos se subordinarão ao que dispõe o Título IV. . V . § 1º . paradas e terminais.Art. 256 . é o Poder concedente e permissor ou órgão de gerência municipal do sistema.O Poder Público. rotas.prioridade a pedestres e usuários dos serviços. na forma constitucional. § 2º . as questões relativas a horários. mediante critérios estabelecidos pelo órgão Municipal competente.tarifa social que remunere de forma justa o serviço. sonora e hídrica. IV . III .Não se admitirá o transporte de pessoas em carrocerias. acesso às pessoas portadoras de deficiências físicas e dificuldade de locomoção e a mulheres em estado de gravidez. garantindo. vistoria de veículos. itinerários. para a prestação de serviços de transporte público.

15. sendo o empresário obrigado a publicitar. V .Fica assegurado aos estudantes de ensino fundamental. Art. (*) Emenda à LOMAN nº 05/2000. (*) (*) § 1º .Constituem obrigações das empresas operadoras. médio. de 09/05/2000. (*) Emenda nº 04/2000.(*) Emenda nº 04/2000. Art. (suspensa por decisão liminar concedida através do Ofício n. Publicado no D. horário. diretamente à administração. trabalhadores e empresários de transportes.participação paritária das entidades representativas dos usuários. arredondada a menor para valor múltiplo de 5 ou 10.transporte de pacotes e embrulhos sem pagamento de valor adicional ao da passagem. publicada no D. sendo postos respectivos de reclamações os terminais e o órgão da administração central do sistema. ou por via de representação comunitária.compatibilização entre o transporte e o uso do solo urbano. o valor da moeda com a indicação do Artigo e Parágrafo da LOMAN que obriga o troco integral.São direitos do usuário: I .VI . a que se refere o parágrafo anterior. no planejamento.08. pré-vestibulandos.2000. seletivo ou não. (*)Emenda nº 32.2001.amplo acesso às informações referentes a itinerário. higiene e a preço justo. podendo o estudante efetuar o pagamento opcionalmente na catraca em moeda ou pelo sistema pré-pago nos postos autorizados. II .O. alterada pela Emenda nº 18. desde que não acarretem risco ou incômodo aos demais passageiros.º 155/2002 do TJA). de 09/05/2000. devidamente cadastrado no órgão competente. pontos de paradas e terminais e outros dados pertinentes à operação de linhas que possibilitem uma fiscalização informal do sistema. alterada pela Emenda nº 18. 258 . será assegurado 120 passes em todos os meses do ano. (*) VI – Receber troco integral quando efetuar o pagamento com a moeda mais próxima de 5 vezes o valor de uma passagem inteira. IV . alterações de rotas. 257 .fiscalizar o cumprimento dos itinerários.O de 18/05/2000. de 09/08/2000. através de cartazes no interior dos ônibus.No direito. 15.O. pontos de paradas e terminais.12.propor medidas que objetivem a melhoria do serviço e do sistema. sendo o passageiro transportado gratuitamente em caso de inexistência do troco integral. em condições de segurança. freqüência de viagens.08. de 25/02/2003 (*) § 3o – O valor da meia passagem será a metade do valor da tarifa. de 09/08/2000. mediante apresentação da identidade estudantil ou sistema equivalente. VII .2001.2000. de 14. universitários e supletivos o direito de 120 passes por mês. com pagamento de meia passagem. de 25/02/2003 (*) (*) § 2º . de 14. permissionárias e concessionárias: . horários. (*) Emenda à LOMAN nº 05/2000. conforto. fiscalização e avaliação dos serviços de que trata esta Seção. dos cursos profissionalizantes com igual ou superior a 06 (seis) meses. número de veículos.º 155/2002 do TJA). (*)Emenda nº 32.dispor de transporte coletivo.(suspensa por decisão liminar concedida através do Ofício n. para os transportes coletivos urbanos de passageiros. publicada no D.12. na administração pública. III .

cobrar os preços tarifados. que defina dia.promover a renovação da frota disponível na proporção de 25 por cento ao ano. número de veículos por rota. XIII . para a realização de atividades compatíveis com o interesse da empresa e a possibilidade do servidor. IX . horário.garantir a segurança. conforto. observando vida útil média do veículo de seis anos. mediante notificação prévia de 30 dias.selecionar pessoal de operação através de rigorosos testes.segurar em companhia idônea todos os empregados através do seguro de vida em grupo.responder por si e seus prepostos pelos prejuízos decorrentes do serviço. pela sua necessidade. suspensão. XI .submeter os veículos à vistoria periódica pela entidade pública de administração do sistema. bem como assegurar a sua ampliação em razão direta do crescimento populacional comprovado nas áreas de sua atuação. V . sem prejuízo da prestação do serviço público. que constituem acervo documental específico e disponível à inspeção regular pelo órgão competente da administração municipal. previstos na legislação específica.registrar.manter os veículos em perfeito estado de funcionamento. limpeza e conservação. se preenchidas as exigências legais. inclusive no que tange à regulagem do escoamento de gases. VI . referentes a horários. VII . III . IV .cumprir as regras contratuais de serviço e operações. abandono ou acidentes. e também veículos e passageiros contra acidentes nos limites fixados nos regulamentos próprios. II . XIV . XII . sem acarretar ônus para os mesmos. exames técnicos e de saúde e cumprimento legal das regras de capacitação profissional. em seus quadros funcionais. e mantê-lo até 125 dias depois de vencido o contrato. X . higiene e regularidade do serviço aos usuários. visando ao perfeito atendimento à demanda.manter. no órgão coordenador do sistema. itinerários. lotação e tipo de veículos. mediante prévia convocação. mediante determinação expressa do Poder Público. . dotados dos equipamentos obrigatórios.operar as linhas permitidas ou concedidas com direito de preferência à ampliação de linhas no sistema e assegurada a ampliação das que explorem. por sua interrupção.estabelecer uso regular de uniforme aprovado pela administração municipal a todos os trabalhadores do sistema de transporte sem acarretar ônus para os mesmos. os nomes e números de cadastro de seus empregados para fins de controle. na relação mínima de cinco por cento sobre o total do pessoal empregado.I . pessoas portadores de deficiências. local. VIII .iniciar o serviço no prazo determinado. veículos a serem vistoriados.

As empresas de transporte coletivo. expedida pelo órgão Municipal competente. idosos e portadores de deficiência. permissionárias ou concessionárias. II .99 Art. assistência em creches. ininterruptamente. de 28. quando devidamente uniformizados e mediante identificação própria. 259 . observando os fluxos de demanda por hora para efeito de determinação da necessidade de veículos. públicas.04. 260 . privativamente. idosos e portadores de deficiência física (na ausência destes.conceder vale-refeição a todos os trabalhadores do sistema de Transportes.arquivamento do contrato na Prefeitura. 260 Nº 001/97. de acordo com a legislação federal específica. para as linhas em operação.conceder aos filhos menores. ao órgão público municipal a venda de passagens antecipadas.uso específico para o serviço objeto da qualificação. XVII . podendo ser estendido o benefício ao ensino pré-escolar.identificação própria.conceder a todos os seus trabalhadores o passe especial de livre acesso ao transporte coletivo urbano. de 28. * XIX – Fica a empresa obrigada a afixar tarjeta de identificação em todos os assentos especiais com o seguinte teor: “Reservado para gestantes.99 (*) Emenda nº 001/99. poderá ser usado por qualquer usuário”). de zero a seis anos de idade.As empresas permissionárias e concessionárias do serviço especial de transportes. DE 24/02/97. EMENDA MODIFICATIVA CAPUT DO ART.XV . Parágrafo único . AUTORIA: VEREADORA VANESSA GRAZZIOTIN Art. bem como proceder nesses às adequações ao seu acesso. estão obrigadas ao cumprimento das seguintes normas: I . III . por veículos. .Compete. XVI . (**) Emenda nº 002/99. além dos itens previstos neste artigo.manter quatro assentos especiais.04. de todas as trabalhadoras. através de empresas especializadas no fornecimento de alimentação para o trabalhador ou por administração própria. destinados aos usuários gestantes. respeitadas as normas da Lei. ficam obrigadas a manter o funcionamento das linhas desses transportes 24 horas por dia. ** XVIII .

(*) Emenda nº 004/98. de .As passagens adquiridas por antecipação serão válidas e seu valor está assegurado durante o exercício em que forem vendidas. auditiva. em Centro Especializados.Estão isentos do pagamento de tarifas nos transportes coletivos * I . 261 . (*) urbanos: Art. mental e visual em atividade escolar.Pessoas portadora de deficiência física. ou em tratamento reabilitatório.Parágrafo único .

nos termos do Art.2002 Art. com renovação anual de cadastro. 14.O transporte escolar só poderá ser feito em ônibus. § 2º .98 (Parágrafo Único) Parágrafo Primeiro . de 28. segundo enquadramento legal por meio de regulamento específica do órgão municipal.91).Os atuais concessionários desse serviço terão prioridade para o recadastramento. QUE AMPLIOU A ISENÇÃO PREVISTA ORIGINALMENTE APENAS PARA O "DEFICIENTE MENOR" (Ver. as normas estabelecidas no artigo 258 e seus incisos.06. JOÃO PEDRO GONÇALVES.A efetividade da isenção se dará nas seguintes condições: I .idosos maiores de 65 anos. 230. que possa motivar preconceito contra o portador da referida identificação.deficiente menor em atividade escolar. de 18/10/99 ** III – pessoas portadoras de elevado grau de deficiência.05. no que couber.98 REDAÇÃO DADA PELA EMENDA Nº 04/92. com reconhecida impossibilidade de locomoção.09.92). desta Lei.É vedada qualquer identificação organizada pelo Poder Público ou por concessionário. e mais as condições de trafegabilidade do veículo. observadas. para efeito dos direitos assegurados neste artigo. 19. . 262 . (*) Emenda nº 26. mediante apresentação de carteira própria. REDAÇÃO DADA PELA EMENDA Nº 03/91. (**) Emenda nº 003/98.idosos. MANOEL MARÇAL. de 09. promovido pelo órgão municipal competente. capacidade de lotação e respeito às normas de trânsito. QUE ACRESCENTOU "KOMBI OU VEÍCULOS SIMILARES" (Ver. Kombi ou veículos similares.11. sem qualquer exigência. II . parágrafo 2º. da Constituição da República Federativa do Brasil.07. micro-ônibus. Parágrafo único . (***) Emenda nº 005/99. *** II .11.

abertura e manutenção de vias com garantia de condições de tráfego.O Município priorizará. . de 29/04/2003. (*) Alterada pela Emenda à Loman nº 34. VII .construção das calçadas e calçadões. na forma da lei. independentemente de abrigos ou placas indicativas para tal. Parágrafo único . bastando o sinal de parada ou pedido do usuário. de 29/04/2003. (*) § lº . VI . § 2º . e da recuperação da trafegabilidade dos igarapés. Art.Entre 22:00h e 5:00h da manhã é obrigatória.proteção e sinalização das vias de circulação. à modernização e redução do comprometimento ambiental.Nas paradas obrigatórias do sistema de transporte coletivo. IV . mediante utilização da faixa fluvial que margeia a cidade. (*) Alterada pela Emenda à Loman nº 34. II . mediante cobrança de contribuições de melhoria. hidroviárias e de integração. principalmente. observando a destinação de dois por cento de custo total para investimentos na estrutura operacional e na capacitação e desenvolvimento de recursos humanos do Sistema de Transporte Urbanos. respeitada a faixa de sessenta metros em torno de ponto obrigatório.disciplinar o transporte de cargas. VIII . III . respeitadas as competência da União e do Estado.construção de terminais e estações rodoviárias. 265 . aumento da margem de segurança e economicidade dos transportes de passageiros. V .(*) Art.Compete ao Poder Executivo Municipal. a parada em qualquer local. para embarque e desembarque de passageiro. Art.implantar e conservar as hidrovias como opção preferencial e imediata de integração de sistemas de transporte urbano. diesel e álcool. 264 . 263 – As paradas de ônibus deverão ser obrigatoriamente instaladas o mais próximo possível dos estabelecimentos de ensino. especialmente de carga perigosa.implantar e conservar as ciclovias. principalmente no que se relaciona ao subsistema terrestre. realizar os investimentos necessários a: I .A lei estabelecerá os itens integrantes da planilha de custos do serviço. fica proibido o estacionamento prolongado de qualquer tipo de veículo.viabilização de estudos que visem. o aproveitamento e identificação de novas fontes de energia com vistas à substituição ou redução do uso da gasolina. com relação aos estudos objeto do inciso VIII deste artigo.

desta Lei. a ser utilizado em locais previamente fixados pelo órgão competente da Prefeitura.Nenhum transporte coletivo poderá ser realizado sem prévia autorização expressa e contratual da administração do sistema. do Executivo Municipal.O Selo Estar será posto à venda unicamente através da rede bancária oficial. Floriano Peixoto. escolas e de turismo.As características de apresentação do Selo Estar. Art. pela porta . em prol do patrimônio público. Guilherme Moreira.93.O Poder Executivo poderá. poderão ser desativadas outras vias para a finalidade expressa acima. proteção ao transeunte ou circulação de veículos. Dos Andradas.O Poder Executivo Municipal providenciará a implantação de novos estacionamentos na área urbana com vistas à desobstrução de vias no perímetro tombado da cidade. de exploração direta por órgão público.Por ato do Executivo. o Poder Público poderá conferir autorização temporária para operação do serviço em caráter precário e prazo determinado. 267 . Art. Mundurucus.O treinamento dos trabalhadores nos transportes urbanos e os investimentos na estrutura operacional serão realizados pelo órgão Municipal gestor do Serviço de Transporte Coletivo Urbano do Município. 270 . de pública e notória crise no sistema. § 2º . Parágrafo único .Em casos excepcionais.09.O Selo Estar poderá ser utilizado em estacionamentos circulantes ou fixos.Sujeitam-se a essa regra os transportes de passageiros individual. Miranda Leão. não-superior a um terço do menor prazo contratual do sistema. regulamento de uso e definição de locais de utilização serão definidos pela Prefeitura. objeto do artigo 342. EDAÇÃO DADA PELA EMENDA Nº 04/93. Art. Art.Fica criado o passe especial. José Paranaguá. Art. Instalação. capeado pela Mensagem nº 021/93 . coletivo ou contratado por fábricas. diretamente ou através de Convênios ou Contratos com escola e entidades devidamente credenciadas. atendidos os requisitos da lei. § 1º . autorizar a exploração de estacionamentos por particulares.Estão desativados os estacionamentos nas seguintes vias: Quintino Bocaiúva. § 2º .Fica criado o Selo Estar como opção para estacionamento de curta e longa permanências. Moreira. § 3º . efetuando-se mediante apresentação do certificado de propriedade do veículo.Parágrafo único . 268 . Dos Barés. com efeito de acesso diferenciado. § 1º .22. através de permissão. 266 . Epaminondas e Dr. § 3º . 269 . através do órgão competente.

Parágrafo único . no órgão próprio da administração.O passe de que trata o "caput" deste artigo terá sua utilização regulamentada por lei. 271 . no que couber. depois de prévia vistoria dos veículos.Fica proibida a carga e descarga de mercadorias.Compete à Prefeitura fixar e sinalizar os limites das "Zonas de Silêncio".Para atendimento dos fins a que se destina.dianteira.controle do impacto sobre o meio ambiente.95.comprovação da existência e manutenção de garagem e oficina mecânicas com indicação de sua localização. por empresa exploradora do serviço. pelo órgão competente da administração municipal. para uso da mulher grávida. IV . como no que se relaciona aos recursos aplicados. . tanto no uso do sistema viário. III . II . 273 . expedida até o dia 20 de fevereiro.arquivamento compulsório dos contratos de serviço com prazo igual ou superior a 30 dias. 272 . especialmente com relação à área correspondente ao Sítio Histórico. bem como disciplinar os serviços de carga e descarga e fixar a tonelagem máxima permitida aos veículos que circulem em vias públicas municipais. SUBSEÇÃO I DO TRANSPORTE INDIVIDUAL E COLETIVO DE PASSAGEIROS POR FRETAMENTO Art. Ver. 274 . Art.licença anual.O transporte coletivo deve ser considerado pelo Poder Público Municipal como prioritário sobre o transporte individual. além de: I . Art. 02. o Transporte Coletivo de Passageiros por Fretamento atenderá. nas área compreendida pelo Sítio Histórico. EMENDA Nº 06/94.03. no período das seis às 18 horas. ALOYSIO NOGUEIRA. Art. de trânsito e tráfego em condições especiais. às regras definidas para o Sistema Municipal de Transportes Coletivos Urbanos.

dos seguintes requisitos: I . desta Lei. a unidade taximétrica do veículo. correspondente a uma UFM. Art.O Poder Executivo. excetuando-se os casos previstos no artigo189 desta Lei. condições das empresas operadoras no que concerne ao estado dos veículos. especialmente no que concerne à coincidência da .A licença de que trata o artigo 174.Só será concedida permissão para o transporte individual de passageiros ao taxista proprietário de apenas um veículo de aluguel a taxímetro ou especial. Art.identificação. das tabelas de atualização taximétrica aprovadas pelo Poder Público.Fica assegurado a todos os taxista devidamente regularizado junto ao órgão municipal encarregado do sistema de transporte o fornecimento. da empresa contratante. observada a relação aritmética entre o número de habitantes da cidade e o número de veículos de aluguel a taxímetro ou especial. conforto e segurança do passageiro.Para a revogação da licença de operação de transporte coletivo por fretamento. obrigatoriamente. 275 . comprovação de capacidade técnica. II .A permissão para o serviço de transporte individual de passageiros será concedida.Fica vedada a transferência de licenças de transportes coletivos por fretamento de uma para outra empresa. quando da revisão periódica a que está sujeita. III . 281 . I. em lugar de fácil alcance da visão do usuário. observadas a demanda. Art. 278 . por veículo.designação dos veículos por número de ordem correspondente ao registro no órgão municipal. qualidade do serviço. Art. 280 . observar-se-á o disposto no artigo 189. será concedida mediante documentação formal e selo obrigatoriamente afixado no pára-brisa dos veículos autorizados a operar. I. somente para cooperativas e empresas ou taxista autônomo. no veículo. pelo órgão de classe a que esteja vinculado. II.Nos contratos firmados para execução dos serviços de fretamento.Art. 276 .regularidade de emplacamento. Art. 277 . mediante a verificação do atendimento. na proporção de um veículo para cada grupo de 500 habitantes. dentre outras obrigações. sendo obrigatória a sua afixação no interior do veículo. § 2º . IV . desta Lei. Art.definição de rota. 279 . devem ser observadas as seguintes: I . por parte do permissionário ou concessionário. anualmente. exercerá o controle das permissões para o tipo de serviço. III.fixação máxima do número de passageiros por veículos e viagem. instalações adequadas e comprovação de propriedade de 20 por cento dos veículos com idade média de dois anos. correspondente ao número de assentos.A concessão de novas licenças para serviço de transporte de passageiro por fretamento poderá ser efetuada a qualquer tempo. mediante o pagamento de taxa única mensal. § 1º .

Parágrafo único . inadmitida a transferência de placa para outro profissional sem a obrigatória e prévia comunicação ao órgão competente.estado ou situação que não comprometa a qualidade. incumbindo ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo. conforme dispõem a lei e os regulamentos.comprovação de a cooperativa. o Sistema Nacional de .O Município integra. a revisão de veículos utilizados no serviço de transporte individual ou coletivo de passageiros. VI . a qualquer momento e em qualquer lugar do território sob sua jurisdição. na condição de órgão local.uso do combustível adequado para a utilização do veículo.placa utilizada com o veículo identificado nos registros de licenciamento. II . o conforto e a segurança do usuário. Estados e Países que integrem a Região Amazônica. empresa ou taxista proprietário possuir ou não licenciamento de ponto fixo de estacionamento.apresentação do Documento de Arrecadação Municipal (DAM) em relação a cada veículo.O meio ambiente ecologicamente saudável e equilibrado é direito de todo o cidadão.O Poder Público Municipal.Para assegurar a efetividade desse direito. 283 . as anotações e registros devidos. bem de uso comum do povo e essencial à qualidade de vida. inclusive quanto ao comprometimento do ambiente de trabalho.a titularidade de permissão. Art. III . poderá proceder. atuará de forma cooperativa com os órgãos públicos e privados e ainda com Municípios. 284 . o Município. observado o disposto nos artigos 229. com a finalidade de verificar o fiel atendimento das normas estabelecidas nesta Seção e nos regulamentos. 230 e 231 da Constituição do Estado. V . IV . CAPITULO II DA POLÍTICA DO MEIO AMBIENTE SEÇÃO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. Art. como titular do poder de polícia sobre as atividades que interessam à coletividade local. 282 . ao qual incumbe promover a autorização.

desta Lei. destinação e tratamento de resíduos sólidos. na forma do disposto no art. Parágrafo único .O Município.O Município. no planejamento e na fiscalização do uso dos recursos ambientais. com prioridade. Parágrafo Único .controle e fiscalização das condições de uso de balneários. estabelecendo normas ou medidas com vistas à recuperaç_o ou redução de situações lesivas já existentes ou de estados constatados de poluição. II . coibindo as práticas que coloquem em risco sua função ecológica ou concorram para a extinção das espécies ou submetam os animais a crueldade.O Município manterá órgão específico. de 29/03/2000. nem o libera do dever de respeitar normas e padrões pertinentes. 230. postos de serviços para veículos e de fornecimento de combustíveis.O Município. 285 . competindo-lhe. não o exime da obrigatoriedade de licenciamento no que tange à questão ambiental. IV . estejam elas na esfera pública ou privada. 288 . para o trato das questões relativas ao meio ambiente. hídrica. Art.O Município atuará na questão ambiental. 286 . visual. V . ou a seu interesse público. Art. para a qualidade da vida e do ambiente. poluição provocada por veículos e qualquer ameaça ou dano ao patrimônio público e privado instalado no Município. nas questões que lhe são afetas. líquidos e gasosos. tais como oficinas. proceder à fiscalização e controle das atividades suscetíveis de degradar o meio ambiente ou comprometer a sua qualidade. deverá emitir normas. respeitadas as instâncias federal e estadual. reformas e loteamentos.Revogado (*) Emenda nº 03/2000. estabelecer procedimentos e fazer valer o cumprimento de suas funções precípuas.A execução de obras com potencial de impacto. 287 . direta ou indiretamente realizadas pelo Município. de materiais ou substâncias que comportem riscos efetivos ou potenciais para a vida. . da erosão. através de órgão específico. áreas de recreação e logradouros de uso público.licenciamento de edificações. dentro do perímetro urbano. nas condições previstas no art.prevenção e eliminação das conseqüências advindas da poluição sonora. 2l4. VI . parques.Meio Ambiente. Art. VII .coleta. da Constituição do Estado. no nível da administração direta. assegurará a participação das entidades representativas da comunidade. comercialização e transporte.estocagem.fiscalização e controle preventivo de serviços com potencial de impacto ou passíveis de gerar comprometimentos ao meio ambiente. III .proteger a fauna e a flora. Parágrafo único . instituirá plano de proteção ao ambiente e de prevenção às situações de comprometimento. entre outras áreas. garantido amplo acesso dos interessados às (*)Art. no que segue: I .

O Município. atuará cooperativamente. § lº. reduzir o impacto da exploração dos adensamentos vegetais nativos.É dever do cidadão informar aos agentes públicos. resultado de auditorias e monitorias. perfil paisagístico ou a segurança da população e dos monumentos naturais de seu território. independente da ação do Estado e da União procederá ao acompanhamento das licenças. no exercício de seu poder de polícia ou através de pleito judicial para que a União exerça esse poder. proceder à arborização e restauração das áreas verdes no ambiente urbano e garantir a racionalidade na utilização dos recursos naturais. em seu território. autorizações de lavra e concessões de pesquisa e exploração. com o propósito de zelar pela efetividade do dispositivo constante do artigo 20. lavra ou exploração de recursos minerais que possam afetar o equilíbrio ambiental.É vedado o abate. 289 . autorização ou licenças. . bem como pela recuperaç_o do meio ambiente degradado pela exploração mineral. para a pesquisa. com o Estado e com a União. Art. se na condição de subvencionado ou conveniado com esse. 290 . adotando medidas que visem a coibir o desmatamento indiscriminado. O Município de utilizará de programas especiais e campanhas de ampla repercussão e alcance popular com vistas a promover a educação ambiental no âmbito comunitário. Art. de 29/03/2000.O Município. (*)Art.Na hipótese de situações de infrações persistentes ou internacionais. corte ou poda de árvores ou arbustos frutíferos ou ornamentais sem autorização do órgão de defesa ambiental do Município.A educação ambiental será proporcionada pelo Município na condição de matéria extracurricular e ministrada nas escolas e centros comunitários integrantes de sua estrutura e do setor privado. da Constituição da República. Parágrafo único . agentes e causas de poluição e degradação ambiental. as situações de riscos e a presença de substâncias danosas à saúde e à vida. as infrações ou irregularidades atentatórias à normalidade e ao equilíbrio ecológico de que tiver conhecimento. Parágrafo único . sob pena de responsabilidade administrativa. informando sistematicamente à população sobre os níveis de comprometimento da qualidade do meio ambiente. obrigam-se a instalar equipamentos que eliminem.Os empreendimentos cuja atividade resulte na liberação de resíduos poluentes ou potencialmente poluentes. Art. responsáveis pela execução da Política de Meio Ambiente. 292 . a concessão de direitos. Parágrafo único. no que se relaciona ao interesse municipal. de modo a resguardar a Floresta Amazônica da destruição. transformem ou reduzam essa condição.O Município embargará diretamente. 293 . Parágrafo único . os agentes públicos terão o prazo máximo de 15 dias para comunicar o fato ao Ministério Público.(*) Emenda nº 03/2000. Art. 29l .informações sobre as fontes.

a Praia do Tupé e a Praia do Amarelinho. exceto as indispensáveis aos serviços públicos para a sua guarda.O Conselho Municipal de Desenvolvimento e Meio Ambiente é o órgão .Para definição do valor da multa e demais procedimentos com relação aos atos infracionários ou lesivos.As terras devolutas. se essas não dispuserem de mecanismos adequados de controle da poluição.As transgressões ou condutas atentatórias ao meio ambiente e à vida ou de lesa-natureza. Parágrafo único . deverão atender rigorosamente aos dispositivos de proteção ambiental e dispor dos mecanismos de controle que lhes forem requeridos pelo órgão competente. 294 . não poderão ser transferidas a particulares. no subsolo ou em cursos d'água. de que trata o artigo 285 desta Lei.As empresas contratadas. Art. 295 . segurança e manutenção. da Constituição do Estado.O Poder Público Municipal fica impedido de contratar com empresas potencialmente poluentes. permissionárias ou concessionárias de serviço público.As reservas ecológicas.O órgão competente do Poder Público Municipal estabelecerá. somente se prestarão às atividades de cunho científico ou àquelas próprias do turismo contemplativo. independente de obrigação de restaurar ou ressarcir os danos causados. a Ponte da Bolívia. 298 . no solo.000 UFMs (Unidade Fiscal do Município) ou Unidade correspondente. serão punidas com multas que poderão variar de 10 a 100. o Tarumã.Está facultado ao Município criar. Art. na orla do bairro de Educandos. e os igarapés localizados no Município de Manaus. 296 . por critério próprio. será observado o disposto no artigo 233 e seus parágrafos. § 2º . onde haja área de relevante interesse ecológico ou de proteção ambiental. devidamente atestados pela Câmara do Meio Ambiente. as normas. de domínio do Município.Além do disposto no artigo 231. na forma da legislação específica. em lei.Mesmo após tratamento. Art. reservas ecológicas ou declarar áreas de relevante interesse ecológico. (*)Art. inadmitida qualquer obra ou edificação destinada à exploração econômica. nas áreas de atuação privativa do Município. Art. Parágrafo único . além de sujeitar os infratores a sanções administrativas ou penais. § 1º . 297 . são consideradas áreas de interesse ecológico a Ponta Negra. a qualquer título. § 2º . os agentes liberados ou emitidos não poderão ser lançados diretamente na atmosfera. assim definidas na legislação específica. critérios e níveis para o tratamento exigido em cada caso. da Constituição do Estado.§ 1º .

os resíduos serão classificados em perigosos e não-perigosos. é competência do Município. em decorrência da quantidade.Serão definidas em lei as atividades ou situações passíveis de serem apenadas com a correspondente gradualidade da multa. SEÇÃO II DA COLETA. Art.A expedição de alvará de funcionamento de empreendimentos passíveis de causar degradação ambiental e prejuízo à qualidade de vida da população dependerá do parecer prévio do órgão de Meio Ambiente do Município e do licenciamento do Sistema Estadual de Licenciamento de Atividade com Potencial de Impacto. conforme estabelece o artigo 30. . consultorias ou assessorias. características físicas.Para efeito da aplicabilidade do que se estabelece no "caput" deste artigo. VI. Parágrafo único . incapacitações reversíveis ou não. § 2º . DESTINAÇÃO E TRATAMENTO DO LIXO Art. Art. serviço de caráter essencial. Art. 303 . e 106. 299 . a organização. da Constituição da República. isoladamente ou em mistura com outras substâncias.aqueles que. fiscalização e gestão do sistema municipal de limpeza pública. de 29/03/2000. tratamento e destinação do lixo. § 3º . § 1º . para a execução ou atendimento de situações específicas. bem como definição de urgência na sua regulamentação ou normalização. de caráter absolutamente temporário. 301 . químicas ou biológicas. concentração. I. caso não disponha de pessoal habilitado para tal. sob qualquer expediente.O Município não poderá delegar a outros. resíduos ou escórias resultantes das diversas atividades desenvolvidas pelas pessoas físicas e jurídicas dentro dos limites municipais. coleta.Merecerão trato específico e diferenciado os lixos.São considerados resíduos perigosos: I . se necessário. Art. (*) Emenda nº 03/2000. desta Lei. de acordo com o disposto nos artigos 99.Fica o Município autorizado a contratar.A limpeza pública. 302 . possam: a) causar ou contribuir de modo significativo para um aumento de mortalidade da vida animal ou provocar graves doenças. 300 . administração.Constitui obrigação do Município capacitar e atualizar seus servidores para que exerçam com competência suas funções com relação ao trato da questão ambiental.competente para julgamento dos recursos relacionados a atos e sanções administrativas aplicadas pelo órgão de defesa ambiental do Município.

III . tratamento e diferenciação de lixo domiciliar. em consonância com a política urbana. V .O trato a que se refere o "caput" deste artigo. ao serem transportados. urbanos ou similares. radioatividade. IV . reatividade.os líquidos que. deverá promover estudos com revisões permanentes para a definição de áreas destinadas a depósito final do lixo coletado. bem como os previstos no § 3º deste artigo. corrosividade. estocagem. identificação da fonte. toxidez ou outras especificidades não sejam passíveis de descarte em redes de esgotos estações de tratamento ou cursos d'água. 304 . V . II . por suas características de concentração.realização de investimentos necessários aos procedimentos objeto do inciso II. armazenados.coleta.esgotos sanitários domésticos. prédios e logradouros públicos.efluentes industriais provenientes de fontes pontuais. definidas na presente lei.O sistema Municipal de limpeza pública compreende: I . III . critérios de classificação. II . tratamento e disposição dos resíduos. que venham a ser considerados como tal. implicarão listagem. controle. toxidez. forma de transporte. observada a necessidade de pontos diferenciados para os .cinzas e escórias provenientes da queima de carvão ou combustível fósseis. industrial e hospitalar. armazenagem e industrialização. tratamento e destinação. tratados ou manipulados de forma inadequada.resíduos domiciliares.Não serão considerados resíduos sólidos perigosos: I . acondicionamento. definição de características. instalações. IV . com alas ou setores de doenças infecto-contagiosas. VI . § 2º .os que apresentarem em suas características inflamabilidade.fluidos e outros resíduos decorrentes da perfuração e operação de poços de petróleo ou gás natural.esgotos sanitários de hospital e casas de saúde. IV . II . § 4º . § lº .b) representar substancial risco.O sistema deve ser desenvolvido em perfeita sintonia com as regras de uso do solo e da qualidade de vida. Art. III . § 3º .O Município.outros que venham a ser classificados como tal.resíduos de fontes específicas.limpeza de vias. comercial.comercialização do produto originário do tratamento ou beneficiamento do lixo. durante ou após recolhimento e processamento. presente ou potencial para a saúde pública ou para o ambiente. deste artigo.

depositar lixo na via pública e em locais não-autorizados para tal fim. por tipo de coleta. conforme definição em lei específica. Parágrafo único . além dos preceitos objeto do Título IV. III . VII – fornecimento aos garis coletores de lixo de equipamento de proteção.definição do destino final do lixo coletado e mecanismos permanentes de modernização da industrialização e trato de armazenagem e depósito. taxação diferenciada e rígidas regras de controle. obedecida a orientação e fiscalização do Poder Público. em tinta fosforescente de cor viva. especialmente do Distrito Industrial. e. Capítulos V e VIII. de 10/10/2001 VIII – para cada 10 (dez) casas. Art. ainda que não utilizar equipamentos próprios de acondicionamento e separação do tipo de lixo. deverá obedecer aos seguintes princípios: I .A limpeza pública e a coleta serão desenvolvidas em horários compatíveis. tais como capacetes de segurança.diversos tipos de resíduos. 306 . (*) Modificado pela Emenda nº 13/2001. V .Os serviços serão executados diretamente ou mediante permissão. II .Para os fins previstos no presente artigo. o Poder Público poderá multar de 10 a 100. por conta e risco próprios. botas e capas de chuva. 305 .Incorrerá em penalidades de multa a pessoa ou empresa que. com espaço separado para o lixo orgânico e para o lixo que pode ser reciclado.recolhimento de lixo hospitalar em equipamentos próprios. Art. de 10/10/2001 Art. para organização de consórcio que proceda à coleta e destinação do lixo produzido na área. (*) Modificado pela Emenda nº 21/2001.000 UFMs.estímulo à iniciativa de grande porte.prioridade para coleta de lixo domiciliar e resíduos que submetam a população a substancial risco. IV . em horário fora do previsto para coleta. concessão ou contrato que atendam.proteção ambiental e pessoal contra a poluição e contágios decorrentes da atividade. máscaras. § 3º . VI .recolhimento de lixo urbano em equipamentos próprios e setorização diferenciada. até o valor máximo fixado. (*) Modificado pela Emenda nº 13/2001. previamente definidos pela administração e com amplo conhecimento público. .O Município. 307 . de 25/02/2002 Parágrafo Único – No uniforme dos garis deverá ter sinalização de segurança para o trânsito de veículos. luvas. de forma progressiva. a colocação de um Coletor de Lixo Seletivo. para execução dos serviços de limpeza pública e coleta de lixo.

312 . será diferenciada por tipo e natureza do lixo ou resíduo. no mínimo. o Poder Público poderá intervir no serviço.O lixo consistirá de madeira. mediante comunicação expressa na forma contratual. aos seguintes requisitos: I . 313 . 308 . acrescida de. 310 .fixação de frota necessária para o serviço. 10 por cento como reserva técnica.Para os casos de manipulação de resíduos perigosos. vedada a acumulação de contrato por mais de duas Regiões. ressalvadas ainda as áreas de interesse científico ou ecológico. vidro. tecidos. Art. devida pelo usuário. através do órgão competente. de pública e notória crise no sistema.Taxa de serviço de limpeza pública. em caráter precário. Art.desta Lei. 311 . plásticos. para executá-lo diretamente. independente dos prazos estabelecidos no art.É facultado ao Poder Público regulamentar a coleta de lixo mediante solicitação de serviço diferenciado e pagamento de remuneração extra pelo contribuinte.O Município. para coleta de resíduos perigosos. III . papel.equipamentos específicos para o objeto do contrato e instalações físicas que incluam garagem. cuja condição de permuta será estabelecida pelo Poder Executivo. metais e restos vegetais. permissões ou concessões serão específicos por tipo de lixo ou resíduo ou líquido e por Região Administrativa.exigência de experiência mínima no setor de três anos. II .definição de coleta diferenciada. nos bairros postos de permuta de lixo domiciliar por tíquetes de vale-transporte.Fica proibida a instalação de fábrica de processamento de lixo e ponto de depósito terminal da coleta no limite do centro urbano da cidade. papelão. Art.prazo de contrato não superior a dois anos. definida e corrigida pelo Conselho Municipal de Desenvolvimento Econômico. os procedimentos licitatórios serão de caráter nacional. V .fixação de tempo de vida útil dos veículos específico do serviço até cinco anos. manterá. CAPITULO III DA POLÍTICA DE SAÚDE .A Administração Pública poderá modificar. alterar e rescindir os contratos de serviços de limpeza e coleta de lixo. 309 . 187 desta Lei. Art.Os contratos. IV .Em casos excepcionais. convenientemente embalados. § 2º . oficina mecânica e postos de abastecimento de combustível. Art. VI . § 1º . Parágrafo único . Art.

transporte e lazer. 316 . 314 . em nível de decisão de entidades representativas de usuários. Parágrafo único .universalização da assistência de igual qualidade. da comunidade jurisdicionada.A saúde é direto de todos os munícipes e dever do Poder Público assegurá-la mediante políticas sociais.A atuação descentralizada. lazer. qualidade ambiental. II . regional e municipal.participação paritária.integração das ações e serviços de saúde adequados às diversas realidades epidemiológicas. trabalhadores de saúde e prestadores de serviços na formulação. constará no Plano Diretor de Saúde e obedecerá aos seguintes critérios: I . proteção e recuperaç_o de sua saúde e da coletividade. a nível de unidade de prestadora dos serviços de saúde. propugnará por: I .Art. II . Art. 315 . com mandato improrrogável de dois anos. deste artigo. o Município. no controle de suas ações. educação. trabalho. . Art. proteção e recuperaç_o. habitação. por todos os meios ao seu alcance. referida no inciso I. III . saneamento.especificidade e qualidade de serviços à disposição da população. transporte. liberdade. resguardado o direito deste de obter as informações e esclarecimentos sobre assuntos pertinentes à promoção.Para atingir os objetivos estabelecidos no art. IV . educação.características sócio-econômica e demográfica.descentralização por região administrativa sob a direção única do Município através da Secretaria Municipal de Saúde. alimentação. moradia. saneamento básico.condições dignas de trabalho.Entende-se como saúde as condições resultantes da alimentação. IV .participação direta do usuário.área geográfica de abrangência. acesso aos serviços públicos e outras condições usufruídas pelas pessoas integrantes da sociedade.gestão democrática com eleições para cargos de chefia de postos de saúde. 320. desta Lei. com instalação e acesso a todos os níveis dos serviços de saúde à população. segurança. respeitadas as seguintes diretrizes: I . III . econômicas e ambientais que visem à eliminação do risco de doenças e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção.As ações e serviços de saúde no Município serão prestadas através do Sistema único de Saúde. VI . renda. gestão e controle das políticas e ações de saúde em nível estadual. assegurada a participação pelo voto direto.descrição de clientela. acesso e posse da terra. Parágrafo único . V .

318 . do Estado. .planejar.O Município aplicará. programar e organizar a rede regionalizada e hierarquizada do SUS. ações educativas em saúde em todos os tipos de serviços e órgãos afins. § 1º . inclusive transferências.gerir.O Sistema único de Saúde.Serão de caráter obrigatório. § 4º . de preferência. § 1º .respeito ao meio ambiente e controle da poluição ambiental. § 2º .São atribuições do Município. anualmente. Art. Art. no âmbito do Município. tratamento e reabilitaç_o dos diversos tipos de agravos à saúde. Art. além de outras fontes. III . devendo sua execução ser feita através de serviços públicos e. e) prevenção.É vedada a destinação de recursos públicos para auxílios ou subvenções às instituições privadas com fins lucrativos.II . será financiado com recursos do orçamento do Município. 317 . conforme dispuser a lei.As ações de saúde são de relevância pública. IV . atuando. em articulação com sua direção estadual. preventivo e de recuperaç_o. sem qualquer discriminação. parte da receita resultante de impostos. gerir. no que couber.Os recursos destinados às ações e serviços de saúde no Município constituirão o Fundo Municipal de Saúde. b) vigilância sanitária. organizar.A aprovação de contratos de serviços privados cabe ao Conselho Municipal de Desenvolvimento Social. proteção e recuperaç_o da saúde. as ações referentes às condições e aos ambientes de trabalho.executar serviços de: a) vigilância epidemiológica.planejar. II . III . no setor de saúde e saneamento. no âmbito do Sistema único de Saúde: I . d) alimentação e nutrição. § 2º . V . controlar e avaliar as ações e os serviços que lhe são inerentes.planejar e executar a política de saneamento com o Estado e a União. por entidades privadas. executar. complementarmente.É vedado ao Município cobrar do usuário pela prestação de serviços de assistência à saúde mantidos pelo Poder Público ou contratados com particulares. no campo da medicina preventiva e emergencial.acesso universal e igualitário de todos os habitantes do Município às ações e serviços de promoção. da União e da seguridade social. c) atendimento odontológico. 319 . controlar e avaliar. prioritariamente. ouvida a Câmara de Saúde. as filantrópicas e sem fins lucrativos. § 3º . no âmbito do Município.

IV . dispensação e venda de medicamentos. III .aprovar a instalação e funcionamento de novos serviços públicos ou privados de saúde.garantir a capacitação permanente de recursos humanos na área da saúde.formular e avaliar a política municipal de saúde a partir das diretrizes emanadas da administração central do Sistema único de Saúde.planejar e fiscalizar a destinação dos recursos do Fundo Municipal de Saúde. junto aos órgãos estaduais e federais competentes. tecidos e substâncias humanas.executar a política de insumos e equipamentos para a saúde e saneamento básico. inclusive no que se relaciona à manipulação do sangue e seus derivados e dos órgãos. drogas e insumos farmacêuticos destinados ao uso e consumo humanos. 322 .O Município garantirá assistência integral à saúde da mulher através de .gerir as instalações municipais de saúde. em seu âmbito de ação. X . com entidades privadas prestadoras de serviços de saúde. Art. que terá as seguintes atribuições: I . 323 .fiscalizar as agressões ao meio ambiente que tenham repercussão sobre a saúde humana e atuar.É da competência do Poder Público providenciar. ao qual cabe: I . atendidas as diretrizes do plano municipal para o setor.aprovar a contratação de serviços privados de saúde.A lei disporá sobre a organização e funcionamento da Câmara de Saúde. para assegurar proteção ao trabalhador no exercício de suas atividades e aos usuários desses serviços.autorizar a instalação de serviços privados de saúde e fiscalizar-lhes o funcionamento. observada a legislação pertinente.VI . VII . dentro de rigorosos padrões técnicos. 321 .fiscalizar os convênios e concessões. II . XI .definir estabelecimentos de manipulação. Art.avaliar e controlar a execução de convênios e contratos. observado o disposto na Constituição da República. Art. órgão técnico do Conselho Municipal de Desenvolvimento Social. a inspeção e fiscalização dos serviços de saúde públicos e privados. principalmente aqueles possuidores de instalações que utilizem substâncias ionizantes. 320 .A assistência farmacêutica faz parte da assistência global à saúde e as ações a ela correspondentes devem ser integradas ao Sistema único de Saúde. para controlá-las.garantir o acesso de toda a população aos medicamentos básicos e aos recursos da medicina alternativa através da elaboração e aplicação da lista padronizada dos medicamentos essenciais. VIII . IX . II . Art. V . celebrados pelo Município.

interromper a gravidez sem prejuízo para a sua saúde. a estrutura dos serviços municipais de saúde um centro de referência de doenças sexualmente transmissíveis.2001 Art. (*) Alterado pela Emenda nº 08 de 12. 330 .Será garantida à mulher livre opção pela maternidade. que dispuserem de corpo funcional misto. 329 . de caráter facultativo. da Constituição do Estado. de forma sistemática. manterá serviço de vacinação de animais.O Sistema de Saúde prestará serviço de orientação e apoio ao planejamento familiar. Art. * Art. 325 . que compreendam alimentação.O Município deverá divulgar.Os estabelecimentos de qualquer natureza. o Município. especialmente da AIDS. prioritariamente voltado à prevenção da raiva. § 7º. assistência médico-odontológica e aplicação tópica de flúor à população em idade escolar e um programa específico para acompanhamento psicológico a crianças e/ou adolescente vítimas de violência sexual. nos casos previstos em lei. e o artigo 244. com vistas ao que preceitua o "caput" deste artigo. serviços de medicina alternativa. abrangerá: I . da Constituição da República. a garantia de evitar e. prestará o atendimento clínico.Os animais apreendidos serão vacinados e mantidos por cinco dias para fins de resgate ou observação veterinária. programas sobre reprodução humana. 324 . 328 . obrigatoriamente. Parágrafo único .As campanhas. Art. § 2º . Art. parto e pós-parto. estarão obrigados a instalar sanitários e vestiários privativos para uso de seus empregados. através de órgão competente. previstos em lei. serão precedidas de ampla divulgação.programas a serem implantados no serviço de saúde da rede pública.Integrará. judicial. compreendendo-se como tal a assistência ao pré-natal. obrigatoriamente. formuladas pelo Município. Art. deverão ser ofertados. que inclua exames sorológicos. prevenção e tratamento de doenças sexualmente transmissíveis.O Município implantará programas de controle.O Poder Executivo. .realização de estudos e pesquisas sobre a matéria. 326 . 327 .06. através da rede pública de saúde e outros órgãos. § 1º .Nos postos de saúde mantidos pelo Poder Municipal.Nos casos de interrupção da gravidez.Serão prioritariamente desenvolvidos pelo município programas materno-infantis.. § 2º .A política antidrogas. observado o que dispõe o artigo 226. psicológico e social imediato à mulher. informando sobre os Centros Municipais de atendimentos. nos meios de comunicação. Art. após o que se procederá à liberação dos animais sadios. § 1º . § 3º .

intercâmbio cultural amplo e irrestrito.apoio à manutenção de entidades culturais de notório reconhecimento de utilidade pública.criação de centros de reabilitaç_o de usuários de drogas. prédios. objetos. devidamente equipados e apropriados para as diversas manifestações culturais. IV . conservação.O Poder Público garantirá à população do Município o pleno exercício dos direitos culturais.criação de núcleos de toxicômanos e alcoólicos anônimos. indígena. III . CAPITULO IV DAS POLÍTICAS CULTURAL E EDUCACIONAL.promoção de campanhas educativas para esclarecimentos dos malefícios decorrentes do uso de drogas. . valorização e difusão das expressões da cultura popular. proteção.criação e manutenção de espaços públicos acessíveis à população. V . regional e brasileiro.A atuação do Município com relação à cultura se efetivará.proteção. 331 . 332 . acervos e outros bens de valor histórico. álcool e fumo. restauração. principalmente.II .ação coercitiva. monumentos. inclusive obras de arte. II . evasão. documentos e imóveis. III . impeditiva e punitiva aos danos. VI . facilitará o acesso às diversas fontes de cultura e apoiará e incentivará a valorização e a difusão das manifestações culturais. afrobrasileira e de outros grupos integrantes do processo cultural local. arquitetônico e paisagístico do Município. valorização e recuperação do patrimônio histórico-cultural. destruição e descaracterização de obras de arte. IV . DO DESPORTO E DO LAZER SEÇÃO I DA CULTURA SUBSEÇÃO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art.identificação. através de: I . Art.

pelo Poder Executivo. VII . 336 . circenses e cinematográficos.Os prazos a serem observados. (*) Emenda nº 002/97 de 29. apresentadas pelo conselho Municipal de Desenvolvimento Social.Fica criada a Câmara de Cultura como órgão de apoio técnico. XI . artístico. com redução de cinqüenta por cento.artístico. 334 – Será garantido no Município. 333 .02. para os estudantes regularmente matriculados em estabelecimentos de ensino. de forma específica. desta Lei. 335 .O Poder Executivo obriga-se a encaminhar. § 3º .desenvolvimento de programas específicos. § 8º.08. para atendimento da formalidade estabelecida no "caput" deste artigo. submetendo-a à aprovação da Câmara Municipal. cultural.2002.estímulo e incentivo dos movimentos de jovens que exerçam atividades sócioculturais reconhecidas pela comunidade. Art. arquitetônico.O financiamento da programação de que trata este artigo correrá à conta de verbas orçamentárias e recursos do Fundo Municipal de Desenvolvimento Sócio-Econômico e outras fontes mobilizadas para tal. (*) Emenda n. paisagístico e científico. científico e tecnológico. foro competente para decidir sobre as .estímulo às iniciativas e organizações privadas no âmbito cultural. artística ou científica.criação de Oficina de Arte nos bairros. sob critério seletivo.promoção do aperfeiçoamento e valorização de talentos e de profissionais da produção e animação cultural. teatrais. (*) XII . visando a estimular a criatividade intelectual. de 25.Do programa também deverão constar. ou a propor medidas que tenham por objetivo lembrar datas marcantes ou vultos ilustres da história amazonense. e dando oportunidade de surgirem novos talentos. * Art. § 1º .Deverá o Município instituir prêmios. atendem ao expresso no artigo 147. IX . a programação para o setor. estimulando o desenvolvimento de habilidades. ouvida a Câmara de Cultura. as propostas de intercâmbio ou participação de eventos relevantes a nível nacional ou internacional. preço diferenciado. no início de cada gestão administrativa e anualmente. Art. VIII . de conhecimento e da formação de acervos culturais e científicos. § 2º .97 Art. integrante do Conselho Municipal de Desenvolvimento Social. nas exibidoras de espetáculos musicais. X . estimulando o desenvolvimento de suas habilidades pessoais.estímulo e incentivo às pessoas físicas e jurídicas. promovam ou se ocupem da produção artístico-cultural. para que invistam.º 20. visando à integração de portadores de deficiência física e sensitiva.

de uma estrutura complexa para o desenvolvimento de atividades sócio-culturais de qualquer natureza. espaços livres criação e atividades culturais e eventos sociais e familiares.questões relativas a esse seguimento. conjunto e acervos de áudio-vídeo. SUBSEÇÃO II DO PATRIMÔNIO CULTURAL . e todos os bairros. familiares e públicos. atividades culturais e eventos sociais. inclusive cinema. § lº . Art.Entende-se por estrutura complexa a que for integrada por biblioteca com seção para deficientes visuais.O Executivo Municipal dotará as Regiões Administrativas. sala de áudiovídeo. tendo por base sempre as escolas publicas. § 2º . arquivos suplementares e leitores de microfichas e microfilmes. espaços livres para criação. de estrutura simplificada. sala para espetáculos.Entende-se por estrutura simplificada a composta por biblioteca. 337 .

§ 2º . § 3º . Art.Integram o patrimônio cultural do Município: I .O Município protegerá. VII .as criações científicas. pelo percentual de setenta por cento do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana. . o patrimônio cultural por meio de registro. ato que deverá ser dado a público. que poderá ser feito individualmente. em conjunto ou parcialmente pelo Poder Executivo. adequados ou doados ao Município. no que tange à proteção do patrimônio cultural do Município. de propriedade do Município ou de particulares. a partir do respectivo tombamento.A incorporação de bens à condição de patrimônio cultural se fará por tombamento. reprimirá ações danosas ou atentatórias à sua integralidade ou caracterização. ainda. recuperados e restaurados na forma original. o imóvel gozará da redução de até setenta por cento do valor do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana. VI . por ano. V .A partir da publicação do ato de tombamento no Diário Oficial do Município e da inscrição do fato no Registro Geral de Imóveis.os modos de criar. edificações e monumentos. o disposto na Lei nº 2044. bibliotecas e arquivos.o ambiente na sua composição de homem.outros que vierem a ser tombados.Observar-se-à. 340 . IV . cultural. § 2º .Constituem o patrimônio cultural do município os bens tangíveis e de natureza imaterial. arqueológico. enquanto conservado adequadamente pelo proprietário ou ocupante. de 18 de outubro de 1989. gozarão de desconto anual de setenta por cento do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana. vigilância. arquitetônico ou científico.as diversas formas de expressões culturais dos grupos constitutivos da sociedade.Art. portadores de referência à identidade. § 1º . flora e fauna. 338 . Art. devidamente conservados.conjuntos urbanos.as obras e objetos de arte ou de valor histórico. desapropriação e outras formas de acautelamento e preservação e. que não preencham as exigências deste artigo. à ação e à memória dos diferentes grupos formadores da sociedade. 339 . sítios ou lugares de valor histórico. serão agravados progressivamente. paisagístico. II . tombamento. tecnológicas e artísticas. com a colaboração da comunidade.A partir da data de promulgação desta Lei. § lº .Os imóveis localizados no mesmo Sítio. fazer e viver dessa mesma sociedade. com inscrições em livro próprio. os imóveis localizados no Sítio Histórico. III .

independentemente da obrigação de ressarcir o Município dos gastos despendidos para recuperação. Parágrafo único . bem como emissão de normas a serem observadas para os casos de reformas e edificações. desta Lei. SUBSEÇÃO III DA MANUTENÇÃO E AMPLIAÇÃO DOS ACERVOS Art. 341 . se sujeitará ao pagamento de multa. determinado pelo Executivo. Sendo um patrimônio tombado.Aquele que puser em risco.Fica o Município incumbido de proceder às medidas relativas aos registros do tombamento. de que trata o artigo 404.O Executivo investirá com recursos do Fundo de Desenvolvimento SócioEconômico do Município. caracterizará crime. os igarapés e a orla fluvial. Art. o centro antigo da cidade. .000 UFMs (Unidade Fiscal do Município).Fica tombado. em prazo nunca superior a doze meses. expedição de certidão. (*)OBS: Modificada pela Emenda nº. sendo ele pessoa física ou jurídica. na forma da legislação específica.Incluem-se. de 06/05/2002. pelo igarapé de Educandos. § 1º . à esquerda.Art. 342 . 25. como bem tombado pelo Patrimônio Municipal. arquivo. a partir da data da promulgação desta Lei. se exclusivamente de propriedade ou interesse público. Art. implicará a sua desapropriação. museologia. não poderá sofrer alterações que modifiquem suas atuais características. o aparelhamento necessário ao exercício de suas funções precípuas. acautelamento e proteção. na manutenção e conservação de acervos culturais e na ampliação desses. cujo valor poderá variar de 10 a 100. visando a determinação do percentual de redução do imposto predial. pelo igarapé de São Raimundo e. recuperação de objetos de arte. apenas. excetuando-se.O Porto de Manaus. com vistas ao estabelecimento das providências de trato. 343 . principalmente no que tange a sua estrutura física e área construída. conforme dispõe o artigo 339 desta Lei. tendo como referência a Ponte Benjamin Constant. papel e outros. que deverão ser recuperados com vistas a se transformarem em vias de respiração e circulação da cidade. acautelamento e programação especial. 344 . à direita. limitado esse espaço. identificação e classificação dos imóveis e sítios.A descaracterização dolosa de imóvel tombado ou qualquer patrimônio público municipal. § 2º . § 3º . mediante processo administrativo. compreendido entre a Rua Leonardo Malcher e a orla fluvial. recuperação de telas. danificar ou descaracterizar um bem tombado ou um patrimônio público municipal de qualquer natureza. no trecho tombado. microfilmagem. para fins de proteção. ou efetuá-lo às expensas. § 1º.O Município garantirá assistência e orientação técnica nas áreas de biblioteconomia. a serem adotadas.

o afastamento temporário do funcionário de suas atividades. II .gratuidade do ensino. Associação Amazonense dos Artista Plásticos e Movimento Alma Negra. observados. portanto. merecedores de todo o zelo e atenção do Município.Para fins de cumprimento do "caput" deste artigo. Museu do Homem do Norte. Museu do Porto de Manaus.incentivo participação da comunidade no processo educacional. destinados à manutenção das referidas entidades e efetivação de eventos públicos por elas promovidos. mais a gratificação de cinqüenta por cento de regência de classe. a cargo do Município. com mandato improrrogável de dois anos. VI . serão previstos recursos que possibilitem convênios de apoio e cooperação operacional.São integrantes do patrimônio cultural de Manaus e. V .Art. IV . tendo por objetivo o pleno desenvolvimento da pessoa humana. inclusive na aprovação do regimento interno e do currículo escolar. Museu Tiradentes. assegurado regime jurídico estatutário para todas as instituições de ensino mantidas pelo Município.A educação. 345 . anualmente. Parágrafo único . . para atendimento dessa finalidade. seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho. Museu do índio.implantação progressiva do turno de oito horas diárias no ensino fundamental. Academia Amazonense de Letras Jurídicas. Academia Amazonense de Letras. os seguintes princípios: I . além do estabelecido na Constituição da República e na Constituição do Estado. os acervos do Instituto Geográfico e Histórico do Amazonas. Clube da Madrugada. fundada na reflexão da realidade. sem perda salarial. União Brasileira de Escultores do Amazonas. III . promoção obrigatória e ingresso exclusivo por concurso público de provas e títulos. será promovida e estimulada com a participação e colaboração da comunidade local.implantação de programas de capacitação e aperfeiçoamento do pessoal docente e técnico-administrativo. com preparação para o trabalho e na pré-escola. no Orçamento. ficando assegurado. assegurada a participação pelo voto direto da comunidade escolar.gestão democrática com eleições para os cargos de direção e deliberação dos estabelecimentos de ensino. com piso salarial igual a três vezes à menor retribuição paga aos funcionários públicos municipais. 346 . através de mecanismos como reuniões de pais e mestres e faculdade de uso do espaço escolar pela comunidade jurisdicionada.valorização dos profissionais do ensino mediante planos de carreira para todos os cargos do magistério. SEÇÃO II DA EDUCAÇÃO Art.

Art.horário especial de ensino ao menor trabalhador.O Município manterá: I .O Município promoverá. . sendo destinados às escolas municipais da rede e zona rural. gestação.fornecimento de material didático escolar.programas especiais de ensino às crianças com dificuldades de aprendizagem. IV . definidas em lei. VIII . 349 .atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência.Dentre os programas de conscientização coletiva. no conteúdo programático ministrado pelas escolas municipais. 350 . que: I . confessionais ou filantrópicas. a manutenção de creches pré-escola e ensino fundamental. o recenseamento da população escolar demandante do ensino fundamental e fará a chamada dos educandos. prioritariamente.A distribuição dos recursos públicos assegurará. inclusive odontológica.garantia de remuneração complementar por regência de classe ou atividade técnica. Art. 348 . VI . preferencialmente na rede regular de ensino. transporte. II . Art. ainda que no gozo de licença especial. anualmente. 347 . III . acidente de trabalho.atendimento em creches às crianças de zero a três anos de idade. IX . quando no exercício de atividade profissional.programas especiais de ensino de técnicas agrícolas. ou em razão do exercício de função diretiva ou de representação sindical. do ensino da Geografia e da História do Amazonas e de educação ambiental.ensino pré-escolar e fundamental obrigatórios. VII .VII . a escolas comunitárias. afastamento por doença. casamento. X .inclusão obrigatória. cujo valor se incorporará aos proventos da inatividade. Parágrafo único . podendo ser dirigidos. serão incluídos os de educação ambiental e os de prevenção de acidentes pessoais e de trabalho. alimentação e assistência obrigatória à saúde.O Município estabelecerá programa específico de treinamento para os professores na área rural. excepcionalmente.cursos livres permanentes de orientação sobre os direitos do homem e do cidadão.ensino fundamental noturno regular para os que ultrapassem a idade própria.comprovem finalidade não-lucrativa e apliquem seus excedentes financeiros em educação. Art. com cooperação do Estado e da União. V .

§ 2º .assegurem a destinação de seu patrimônio a outra escola comunitária. no mínimo. a relação nominal das entidades privadas de ensino beneficiadas com recursos públicos.Fica o Poder Público proibido de utilizar mecanismos de redução ou . no caso de encerramento de suas atividades. Art. Parágrafo único .O Município não manterá escolas de nível superior nem subvencionará estabelecimentos dessa natureza até que estejam atendidas todas as crianças demandantes do ensino fundamental. fundamentados nos princípios da democracia. VIII. ou ao Poder Público. § 1º . nos casos previstos no artigo 332. ecologia. ouvida a Câmara de Educação.Os recursos de que trata este artigo somente poderão ser destinados à manutenção de bolsas de estudo. anualmente. nunca menos de 30 por cento da receita resultante de impostos e das transferências recebidas do Estado e da União na manutenção e desenvolvimento do ensino. na liberdade de expressão e no direito ao conhecimento do respeito à dignidade e direito humanos. 355 . 10 por cento na educação pré-escolar.Dos cursos de educação fundamental constarão. por ano. obrigatotiamente. atendido o disposto neste artigo e mediante a deliberação do Conselho Municipal de Desenvolvimento Social.O Município aplicará. o Município aplicará.promovam ensino gratuito à coletividade. educação sexual e prevenção do uso de drogas. § 1º . filantrópica ou confessional. direitos humanos. Art. desta Lei.Não serão consideradas aplicações para o desenvolvimento e manutenção do ensino aquelas relacionadas com obras de infra-estrutura urbana ou rural.Dos recursos orçamentários destinados à educação.O Calendário escolar municipal será flexível e adequado às peculiaridades locais climáticas e às condições sociais e econômicas dos alunos.II . 353 . 351 . Art.O Poder Executivo publicará. § 2º . mesmo que beneficiem a rede escolar pública. práticas educativas referentes a trânsito. Art. 352 . até o dia 10 de março de cada ano. cinco por cento na educação da área rural e três por cento na educação especial. Art. bem como os quantitativos a elas destinados e suas respectivas finalidades. e nos casos de absoluta falta de vagas e cursos regulares da rede pública. III .Os currículos escolares serão adequados às peculiaridades do Município e valorização sua cultura e seu patrimônio cultural e ambiental. 354 .

Art. Parágrafo único .O ensino é livre à iniciativa privada. são direitos de cada um e de todos os cidadãos. orientações profissionais e outros programas importantes desenvolvidos nos centros de recreação das Unidades Integradas. Art. . instalados nos bairros. garantindo. continuidade da assistência integral ao menor.O Município viabilizará programas especiais de Educação Informal para atender a crianças e adolescentes que freqüentem o ensino fundamental em meio período. da qualidade do ensino ministrado.O escotismo é considerado método complementar de educação e deverá receber apoio dos órgãos municipais. 356 . SEÇÃO III DO DESPORTO E DO LAZER Art. II . que receberão estagiários.autorização e avaliação pelo Poder Público Municipal. leituras. com vistas à alimentação. mediante convênio com estabelecimentos de ensino profissionalizantes. 360 . pré-escola. lazer. visando à aquisição de vagas em estabelecimentos educacionais de caráter não-filantrópico. artes. seguindo normas do Conselho Estadual e da Câmara de Educação do Conselho Municipal de Desenvolvimento Social.O Poder Público assegurará.O Município criará e manterá Unidades Integradas de Educação e Saúde com dependências para creche. 358 . bem como estabelecerá os critérios de seleção dos mesmos. esporte. dependências para o posto de saúde com ambulatório. de qualquer grau ou nível. Parágrafo único . berçário e banco de aleitamento materno. escola do ensino fundamental e centro de recreação. a relação das áreas profissionais. 359 . nas suas diversas manifestações.O não-atendimento às normas gerais relativas ao ensino e aos seus profissionais acarretará sanções administrativas e financeiras. independente de poder aquisitivo.O desporto e o lazer. Parágrafo único . o Poder Público Municipal publicará. sendo dever do Município criar condições de acesso e usufruto em segurança à população. assim. atendidas as seguintes condições: I . 357 . a concessão de estágio profissional remunerado em número nunca inferior a cinco por cento do quadro permanente de servidores municipais. Art. Art. para conhecimento amplo.Anualmente.cumprimento das normas gerais da educação nacional.isenção de impostos e taxas municipais.

VI . apropriados para essas práticas. VIII . priorizando. 362 . 364 . atividades sociais. § 1º . tais como celebrações ou comemorações de datas festivas.obediência às normas usuais de segurança.Todas as escolas e centros comunitários edificados pelo Poder Municipal deverão dispor de espaço apropriado para o desenvolvimento de práticas de educação física e desportivas. audiovisuais.público alvo. facilitando-se o uso destas pela comunidade jurisdicionária. VII . de áreas adequadas a práticas desportivas. festivais.Art. música. IV . no âmbito rural.o máximo possível de utilização das áreas pelo público a que se destina. inclusive a portadores de deficiência. atividades dramáticas. mostras e exposições de artes. entretanto. no primeiro caso. § 2º . festas populares. devidamente referendadas pelo Conselho Regional de Desportos.preservação da identidade cultural. ficando este.preço acessível ao poder aquisitivo da população usuária. Art. Art.Integrará. quermesses. Art. § 2º . certames. 363 . atividades ligadas à natureza. III . 361 .O Município destinará recursos e investirá no desporto e no lazer comunitários e estimulará a iniciativa privada a adotar idêntico procedimento. V . cinema. o desporto participação.É vedado ao Município subvencionar entidades desportivas profissionais ou recreativas de uso restrito.facilidade de acesso. sistematicamente. de funcionamento e supervisão.economia de construção e manutenção. a programação de investimento a ser .Estará facultado ao Poder Municipal contribuir financeiramente para a realização de torneios. obrigatoriamente. além de outros.O Executivo Municipal proverá cada bairro e cada vila. feiras.O Município garantirá atendimento desportivo e recreativo especializado ao deficiente no âmbito escolar e de logradouros ou ambientes de uso comunitário.consideração de valores estéticos e proteção das belezas naturais. quando de iniciativa alheia à sua esfera administrativa. festas folclóricas. olimpíadas ou outras práticas assemelhadas.O desporto compreende as práticas notoriamente reconhecidas como tal. esporte. § 1º . promovê-los e estimular a sua realização como forma de incentivo e sensibilização a essas atividades. II . 365 .O lazer comunitário compreende jogos. § 3º . de caráter não-comercial e profissional. conferências. na obrigatoriedade de.No planejamento de qualquer unidade de recreação deverá ser obrigatoriamente considerado: I . Art. de educação física e lazer comunitário. leilões.

no seu quadro. V . deverão conter.O Município só concederá ou renovará alvará de funcionamento às academias de cultura física. incluindo-se nessas a prática de esporte e lazer dirigido. áreas verdes.Para o fomento das práticas desportivas no Município. observada a legislação específica. Art. piscinas. ginásios.Não serão admitidas no Município práticas recreativas que submetam os animais a crueldade ou que provoquem ou contribuam para sua extinção. pelo menos.apresentada pelo Poder Executivo. hortos e outros. Art. mediante a comprovação de contar. VI . áreas para acampamento. estar assistidos de aparato de segurança. ginásticas. III . praças. parques. idosos e deficientes. no início de cada gestão administrativa. cinema ao ar livre.acomodações para famílias.Os ambientes fechados. 368 . Art. ioga. Parágrafo único .lugares adequados para adultos.locais apropriados para adolescentes.parques infantis. devem constar. o Poder Público Municipal determinará providências de apoio à participação de representações atléticas em competições nacionais de relevante interesse. sauna e outros estabelecimentos similares. salões para dança. da Constituição do Estado. segundo a natureza do estabelecimento. destinados à recreação pública. obrigatoriamente. as seguintes unidades: I . prevenção de possíveis emergências e dependências sanitárias. parques infantis. com profissionais habilitados nas áreas de educação e medicina. bosques.áreas de proteção da natureza. 367 . § 1º .O Município fomentará as práticas náuticas. capoeira. IV . facilidades para evacuação das pessoas e prevenção de sinistros.Os espaços de recreação pública deverão.centro de criatividade para produção artístico-cultural. danças. salas para espetáculo. campos para futebol. estádios. além do disposto no § 1º deste artigo. Parágrafo único . CAPITULO V . deverá ser observado o disposto no artigo 208 e seus parágrafos. II . Art. obrigatoriamente. 366 . § 2º . 370 . teatros. lutas marciais. Art.Do programa geral de construção de unidades recreativas. 369 . ao Legislativo Municipal. programa de construções de unidades para recreação.Mediante plano anual apresentado pelas federações desportivas amadoras. pescas desportivas e recreação pública em rios. igarapés e áreas delimitadas para tal. colônias para férias. espaço para exposições.Entende-se como unidades de recreação: quadras.

psicológica e serviços funerários. casas de recuperaç_o e albergues. certidões. cópia documental de interesse particular para os reconhecidamente pobres. para viabilizar o acesso à moradia à população de baixa renda. VII . com base nas seguintes diretrizes: .As ações do Município. II .garantir.Na formulação e desenvolvimento dos programas de assistência social. aos adolescentes e às crianças em situação de risco. a quem dela necessitar. Art. aos incapazes. do Estado e da União. Art. 373 . assegurados no artigo 227 da Constituição da República. IV . social. VI . o Município investirá na criação e manutenção de asilos. serão realizadas por equipes multiprofissionais. da Constituição da República. Art. de acordo com os objetivos previstos nas Constituições da República e do Estado. VIII . no âmbito de sua competência.o amparo às vítimas de acidentes ou fatos catastróficos. que inclui verbas do Município. na área da assistência social.garantir.programa de prevenção e atendimento especializado aos usuários e dependentes de drogas.DA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA E PROMOÇÃO SOCIAL Art. além de outras fontes. V .A maternidade e a paternidade constituem funções sociais de relevância. 374 . às vítimas de violência. IX . assistência sanitária. devendo o Município assegurar os mecanismos para o seu desempenho. gratuitamente.a integração do indivíduo ao mercado de trabalho e ao meio social. e organizadas de conformidade com o previsto no artigo 204. 372 .o amparo à velhice. 371 . 375 .contribuir com o Estado no que se relaciona à destinação de áreas e obras de infra-estrutura no âmbito de sua competência. o Município buscará a participação das associações representativas da comunidade. aos deficientes. III . Parágrafo único . Art.Com o objetivo de viabilizar os propósitos deste artigo.A ação do Município no campo social objetivará promover: I . gratuitamente.a integração das comunidades carentes. com recursos do orçamento da seguridade social. independentemente de contribuição à seguridade social.A assistência social será prestada a quem dela necessitar.a defesa dos direitos das crianças e adolescentes. registros.

absoluta prioridade.realização de programas de assistência médica. com recursos humanos e materias que se fizerem necessários. sempre. permitida uma . (*) Emenda à LOMAN Nº 07. assim como implantação.participação da população.I . 380 . Art. emprego. 379 . controle e fiscalização de sua execução. realizado em seus lares. Parágrafo único . definidos em lei. 378 . * VI – retirar o menor da rua. II .participação da sociedade civil. Art. e observadas as características culturais e sócio-econômicas locais. órgão de deliberação colegiada. atividades esportivas. na formulação de políticas e programas. através de suas entidades representativas. encarregados de atividades ligadas à prevenção e fiscalização do uso de drogas e entorpecentes.A criança e o adolescente são sujeitos de direitos. IV . têm mandato de 02 (dois) anos. responsável pela coordenação da política de Assistência Social no âmbito do Município de Manaus. preferencialmente.descentralização do atendimento. Art.As ações do Município de proteção à infância e à adolescência serão organizadas na forma da lei. odontológica. cujos membros.Fica criado o Conselho Municipal de Assistência Social. por meio de organizações representativas. nutricional e social. na formulação das políticas e no controle das ações em todos os níveis. bem como a entidades beneficentes e de assistência social. vinculado à estrutura do órgão da Administração Pública Municipal. dando prioridade à criança e ao adolescente carente e em situação irregular. II . 377 . assistência psicológica e desintoxicação dos viciados em drogas. acompanhamento. de 12/06/2001 Art. Art.descentralização político-administrativa. V . com base nos seguintes termos: I . social e profissionalizante da criança e do adolescente a que for atribuído ato infracional. III . 376 .É dever do Município cooperar para o provimento de órgãos públicos e auxiliar os privados filantrópicos.priorização dos veículos familiares e comunitários como medida preferencial para a integração social de crianças e adolescentes. reintegrando-o à família com bolsa escola.atendimento prioritário às crianças e adolescentes em situação de risco. devendo ser levada em conta sua condição peculiar de pessoa em desenvolvimento e de seus direitos terem. cabendo a coordenação e as normas gerais à esfera federal e a coordenação e a execução dos respectivos programas às esferas estadual e municipal.O atendimento à criança e ao adolescente será.O Município atuará complementarmente ao Estado no amparo e formação psicológica. nomeados pelo Prefeito.

ressalvado o direito de opção. eleito dentre seus membros. Art. correspondente a um salário piso do servidor municipal.O Poder Público desenvolverá programas de capacitação e valorização de mão-de-obra feminina. 01 (um) representante do Estado.Cabe ao Município criar mecanismos sociais que facilitem o desempenho profissional e a consciência social dos cidadãos. das entidades e organizações de assistência social e dos trabalhadores do setor.O Conselho Municipal de Assistência Social é composto por 18 (dezoito) membros. provimento das representações relativas ao parágrafo primeiro. § 4º . funcionamento. exceto em benefícios previdenciários. PELA EMENDA Nº 003/95. de acordo com os critérios seguintes: I . deste artigo.09 (nove) representantes da sociedade civil. e seus incisos. Parágrafo único . 381 . para mandato de 01 (um) ano. dentre representantes dos usuários ou de organizações de usuários.O benefício será requerido ao Prefeito. e respectivos suplentes. incluindo 01 (um) representante da União. 383 . § 3º .A forma de organização. Art. será definida em Regimento Interno. Art. escolhidos em foro próprio sob fiscalização do Ministério Público Estadual.09 (nove) representantes governamentais. § 1º . II . cujos nomes são indicados ao órgão da Administração Pública Municipal responsável pela coordenação da política municipal de Assistência Social. 01 (um) representante da Entidade formadora e 06 (seis) representantes da Prefeitura de Manaus. Parágrafo único . aprovado por ato do Chefe do Executivo. as atividades e o atendimento preferencial da mulher gestante em prédios e logradouros públicos em que ocorram filas e exijam espera.A presidência do Conselho Municipal de Assistência Social será exercida por um de seus integrantes. INCLUSIVE NOS PARÁGRAFOS. a qualquer tempo. fica assegurada uma pensão especial.única recondução por igual período.Será facilitado o trânsito.Ao portador de hanseníase ou doença infecciosa crônica. sendo inacumulável com quaisquer rendimentos recebidos do Poder Público. comprovadamente incapaz de prover seu sustento.O Conselho Municipal de Assistência Social contará com uma Secretaria Executiva. bem como de incentivo e apoio à criação de cooperativa de trabalho. § 2º . que o . 382 . ARTIGO MODIFICADO. permitida uma única recondução por igual período.

CAPITULO VI DA POLÍTICA ECONÔMICA SEÇÃO I Disposições GERAIS Art. gozarão da isenção de 20 por cento do imposto sobre serviços de qualquer natureza.As empresas que comprovarem manter em seus quadros funcionais dez por cento do total de seus empregados. o Município agirá no sentido de: I . para elevar o nível de vida e o bem-estar da população local. a manutenção da contratação das referidas pessoas.As empresas que desfrutarem de benefícios fiscais ou financeiros concedidos pelo Município e que possuam número de empregados superior a cem. 384 . 386 .fomentar a livre iniciativa. aqueles integrantes da Região Amazônica. § 2º . Art.privilegiar a geração de emprego. com idade superior a 45 anos. . 385 .Para a consecução do objetivo mencionado neste artigo. se necessário. com os Municípios e.Na promoção do Desenvolvimento econômico. prioritariamente. bem como para valorizar o trabalho humano.O Município promoverá o seu desenvolvimento social e econômico.Para ter acesso ao gozo da referida isenção. qualquer que seja o número destes últimos. o Município atuará de forma exclusiva ou em articulação com a União. manterão creches e pré-escola para os filhos destes. com o Estado. serão concedidos sob forma de aplicação imediata. bem como qualquer empresa com número de empregados superior a duzentos. § 1º . ex-presidiários. as empresas interessadas formalizarão pedido ao Conselho Municipal de Desenvolvimento Social. com Países. obrigando-se a comprovar. II . impondo-se a mesma obrigação ao Município em relação aos seus servidores. com especialidade. ex-hansenianos. Art. deficientes e pessoas idosas. 387 . trimestralmente.concederá mediante deliberação do Conselho Municipal de Desenvolvimento Social. agindo de modo que as atividades econômicas realizadas em seu território contribuam. Art. desde que observados os requisitos exigidos.Os pedidos de isenção. Parágrafo único .

garantir o escoamento da produção. estabelecendo a necessária infra-estrutura. incisos I e II. a rentabilidade dos empreendimentos e a melhora do padrão de vida da família rural.III . IX .estimular e privilegiar o associativismo.utilizar tecnologia de uso intensivo de mão-de-obra. V . II . VIII .garantir a utilização racional dos recursos naturais. apoiar ou incentivar o desenvolvimento de atividades produtivas. seja diretamente ou mediante delegação ao setor privado.racionalizar a utilização de recursos naturais. 391 .compatibilizar a atividade econômica com a proteção do meio ambiente.proteger os direitos dos usuários dos serviços públicos e dos consumidores. V . assim definidas conforme estabelece o art. possibilitando-lhes acesso aos meios de produção e geração de renda. 388 . às microempresas e às pequenas empresas locais.oferecer meios para assegurar ao pequeno produtor e trabalhador rural condições de trabalho e de mercado para os produtos. Art.estímulos fiscais e financeiros. Art. no campo de sua competência.serviços de suporte informativo ou de mercado.eliminar entraves burocráticos que possam limitar ou restringir o exercício da atividade econômica.O Município dispensará tratamento diferenciado à microempresa e à empresa de pequeno porte.investimento de infra-estrutura básica e de apoio. considerando sua contribuição para a democratização de oportunidades econômicas. 168. o cooperativismo e as microempresas. empenhando-se em: I .É de responsabilidade do Município. entre outros: I . . § 1º. IV . IV . VII . sobretudo aquela destinada ao abastecimento alimentar.dar tratamento diferenciado à pequena produção artesanal e mercantil.O Município desenvolverá sua ação de forma direta.assistência técnica. Art.A atuação do Município na área rural estará voltada para a fixação de contingentes populacionais. 390 . destinada a viabilizar esse propósito. podendo contratar ou conveniar com instituições de âmbito público ou privado. III . III . VI . 389 . inclusive para os grupos sociais mais carentes.crédito especializado ou subsidiado. para que sejam efetivados. indireta ou reivindicatória. Art. com prioridade à empresa rural. II . da Constituição do Estado. junto a outras esferas de governo. a realização de investimentos para formar e manter infra-estrutura capaz de atrair.

e prioridade de atendimento nos serviços de assistência técnica. com vistas ao atendimento. respeitadas as diretrizes estabelecidas pela União. Art.A diferenciação de tratamento se efetivará mediante a aplicação do previsto nos arts. § 1º .a habilitação sumária e procedimentos simplificados para participação em licitações públicas. desperdícios e subutilização de estruturas ou equipamentos de uso coletivo. desde que não prejudiquem as normas ambientais de segurança. 392. de trânsito e de saúde pública. indireta e fundacional. 402 e 403 desta Lei. definido em ato do Prefeito.a notificação prévia quando da realização de qualquer tipo de fiscalização no âmbito do Município. nos assuntos de natureza administrativa e fiscal. 393 . de procedimentos administrativos em seu relacionamento com a Administração Municipal direta. em caráter precário e por prazo limitado. Art. Art. através de ato do Prefeito. priorizando o turismo receptivo. de silêncio. o Poder Executivo desenvolverá ações conforme dispõe o artigo 179 da Constituição do Estado. II .Parágrafo único .O Município propugnará para que. paisagístico e natural. no campo da economia. Art. III . particularmente no que tange a investimentos de lazer e serviços. entre outros: I .Fica assegurado às microempresas ou empresas de pequeno porte. estabelecidas pelos órgãos competentes da estrutura do Poder Público. 394 .priorização de investimentos que visem à formação de estrutura turística voltada para o aproveitamento das potencialidades existentes no Município. permitirá às microempresas se estabelecerem na residência de seus titulares. .O Município promoverá e incentivará o turismo como fator de desenvolvimento social e econômico.a simplificação ou eliminação. 397 . desde que haja conveniência para a administração.Para fins previstos no "caput" deste artigo.adoção permanente de plano turístico integrado. bem como preferência na aquisição de bens e serviços de valor compatível com seu porte. 396 . sejam eliminadas as formas e fatores geradores ou motivadores de entraves. principalmente a valorização do patrimônio histórico. das seguintes diretrizes: I .É vedada a comercialização de gêneros alimentícios que não atendam às condições mínimas de manuseio. estocagem e higiene. Art. Art. entre outras.apoio e estímulo à iniciativa privada voltada para o setor. 392 . III . II .O Município. visando à utilização racional dos recursos hídricos e das bacias hidrográficas.O Município deverá manter articulação permanente com os demais Municípios e com o Estado. 395 .

13ª Região.Federação das Indústrias do Estado do Amazonas.Conselho Regional de Economia . IX . acessoriamente ao setor. 399 .Fica criado o Conselho Municipal de Desenvolvimento Econômico.difusão e divulgação da Cidade de Manaus como pólo de importância turística. arquitetônicos e culturais do Município.Federação da Agricultura do Estado do Amazonas. renda e incentivos. prioritariamente. promoção de emprego. com funções deliberativas. de geração e complementado da renda familiar.A lei definirá as condições de participação. sistematicamente. como Presidente. para as áreas de abastecimento. organização e funcionamento do Conselho Municipal de Desenvolvimento Econômico. VIII .Federação dos Trabalhadores da Indústria.manutenção e aparelhamento de logradouros públicos sob a perspectiva de sua utilização.Governo do Estado.Superintendência da Zona Franca de Manaus. ao inventário do patrimônio turístico da cidade e levantamento dos logradouros e estabelecimentos de suporte à atividade turística.O Poder Executivo procederá. .conservação e preservação dos valores artísticos. 398 . III . VI . ocupação e fruição de bens naturais.regulamentação de uso. § 3º . IX . reguladoras e normativas.formação de pessoal especializado. § 2º . VII . VIII .apoio a programa de sensibilização da população e de segmentos sócioeconômicos de importância para o setor.proteção e incentivo às manifestações folclóricas e culturais. VII . VI . e representantes de: I . dispondo de composição paritária entre representantes oriundos do setor público e privado. composto pelo Prefeito.IV .Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado do Amazonas. IV .Federação dos Trabalhadores do Comércio. preços de serviços públicos.O Município incentivará o trabalho artesanal e apoiará o artesanato como forma de suporte à atividade turística e principalmente. objetivando garantir a funcionalidade desses equipamentos e o atendimento satisfatório de seus usuários. arquitetônicos e turísticos. X .Associação Comercial do Amazonas. V . voltadas. V . Art. Art. II .

Associação Brasileira dos Agentes de Viagens . na esfera de sua competência.Em casos excepcionais.regressividade . Parágrafo único .condição de prazo certo que deve ter o incentivo. com o propósito da exploração de serviços públicos. XII . responderá pela realização de investimento para a formação de infra-estrutura básica e de apoio necessários à sustentação e motivação das atividades produtivas.A lei regulamentará a Política de Incentivos Fiscais e Extrafiscais.O Município poderá conceder incentivos fiscais relativos aos tributos de sua competência e incentivos extrafiscais para as atividades consideradas de fundamental interesse ao seu desenvolvimento. § 1º .O Município.contrapartida a ser oferecida pela beneficiada. até 15 de março de cada ano.Fundação Universidade do Amazonas. 400 .Sindicato do Comércio Varejista.Integrarão o Conselho a Comissão de Abastecimento e a Comissão Tarifária.X . a Programação de Investimentos para o exercício. § 2º . poderá o Município autorizar a realização de investimentos pelo setor privado.Fica assegurada às empresas prestadoras de serviços de educação.transitoriedade . II . XIV . Art. XIII .Distritos e Regiões Administrativas. 401 . § 1º . IV . encargos e benefícios sociais. ouvido o Poder Legislativo. III . na forma da lei.concessão diferenciada do benefício. com base nos seguintes princípios: I .reciprocidade . anualmente. 402 . SEÇÃO II DA POLÍTICA DE INCENTIVOS FISCAIS E EXTRAFISCAIS Art. Art. de acordo com as .Seção Amazonas. expressa em salário. XI .Sindicato do Comércio dos Feirantes.O Poder Executivo encaminhará à Câmara Municipal para aprovação. saúde e turismo a simplificação de procedimentos em todos os atos relacionados com a administração Pública Municipal.condição necessária à retirada do incentivo num processo gradual.gradualidade .

III .Os benefícios sociais de que trata o parágrafo 1º. da Constituição do Estado. II . a partir do seu ingresso no Banco Oficial do Estado. VI . § 1º. V . da Constituição da República. bem como a concessão de financiamentos através de linha de crédito subsidiada. sanções administrativas e de condenações judiciais por atos lesivos à comunidade e ao meio ambiente. § 1º.recursos oriundos das multas de qualquer natureza.transferência da União e do Estado. § 1º .recursos do orçamento do Município.apoio à pesquisa.retornos e resultados de suas aplicações.empréstimos ou doações de entidades. Art. IX . calculados com base em indexador oficial.Para atender ao disposto no "caput" deste artigo. I. V .Os incentivos extrafiscais compreendem: I ._s microempresas prestadoras de serviços serão concedidos os favores fiscais de isenção do imposto sobre serviços de qualquer natureza e isenção da taxa de licença para localização de estabelecimento. Art. são os definidos no artigo 212. 403 . II . IV .Os incentivos fiscais de competência do Município são os referentes ao artigo 130 desta Lei.promoção do desporto educação III .valorização e difusão das manifestações culturais. § 2º . à capacitação científica e tecnológica e difusão de conhecimentos.resultado da remuneração dos recursos momentaneamente não-aplicados.participação no resultado da exploração a que se refere o artigo 20. VII .É vedada a aplicação dos recursos do fundo para outras finalidades que não as . IV .prioridades estabelecidas em lei. especificamente para as áreas de urbanismo e meio ambiente. e destinar-se-ão às atividades econômicas e sociais do Município de Manaus. deste artigo. tecnológico e mercadológico.contribuição de cinco por cento da isenção concedida pelas empresas beneficiadas com essa condição. 404 . Parágrafo único .outras fontes internas e externas. VIII .apoio às microempresas prestadoras de serviços através do apoio gerencial. a ser regulamentado pela Lei de Incentivos Fiscais e Extrafiscais. cuja composição de recursos será efetivada com base nas seguintes origens: I . inclusive fiscais. previstos anualmente na lei de diretrizes orçamentárias.inversões em prol da recuperaç_o de estados críticos de comprometimento ambiental. fica criado o Fundo Municipal de Desenvolvimento Econômico e Social. § 2º .

não incidirão sobre entidades de cultura.previstas neste artigo. cuja composição será definida em lei. que implicar prejuízo.ato ou ocorrência grave de responsabilidade jurídica da empresa beneficiária. pesquisa sem fins lucrativos e lojas maçônicas regulares. definitiva. ônus social. comprometimento ou degradação do meio ambiente. entre membros da iniciativa privada e do setor público. 406 . 405 . Art. risco. III .descumprimento das condições convencionadas para a concessão do estímulo em causa.As empresas prestadoras de serviços que efetuarem contrato de treinamento de seus servidores com a Escola Municipal de Serviço Público. correspondente ao valor do contrato e até o limite de 10 por cento do total do imposto devido.Resultarão na suspensão automática. exercerá a fiscalização do cumprimento dos incentivos concedidos e provocará a ação do Poder Executivo em relação à nãoobservância da Lei e desta Lei Orgânica. IV.O Poder Executivo exercerá. Parágrafo único . I. e a redução calculada mensalmente à base de um 12 avos do valor total contratado. § 1º .O Poder Legislativo. com repasses mensais. gozarão de redução do imposto sobre serviços de qualquer natureza. a fiscalização com referência ao que tratam os incisos deste artigo. Art. desta Lei. 407 . no exercício de suas funções. II . sendo o Banco Oficial do Estado seu agente financeiro. irrecorrível e irreversível do incentivo concedido pelo Município para empreendimento ou pessoa jurídica beneficiada com essa condição.Os impostos previstos no artigo 135.Os contratos deverão ser anuais.O fundo mencionado no § 1º deste artigo será administrado por um Comitê. sistemática e periodicamente. SEÇÃO III . § 3º . as seguintes situações: I . Art.ato comprovado de burla ao fisco de qualquer esfera. § 2º .

segurança pública.abrir estradas vicinais e conservar as já existentes para escoamento dos produtos nas áreas da zona rural.Incluem-se. educação. o associativismo. o contingenciamento e a política de preços mínimos. origem e qualidade. pesqueiras. o transporte. as atividades agroindustriais. Art. destinados a promover. a extensão rural. comunicação. IV . 409 . Parágrafo único .São instrumentos da política agrícola o planejamento. os estoques reguladores. 411 . a rentabilidade dos empreendimentos. fiscalizar. a ordem pública e o processo de desenvolvimento econômico-social. 410 .A política agrícola. estabelecendo políticas compatíveis de produção. a pesquisa. para a área agrícola e fundiária.São objetivos da Política de Abastecimento: I . além dos seguintes pressupostos: I . especialmente alimentar. sendo a política agrícola indissociável das questões agrárias e do meio ambiente. III . níveis de qualidade e preços satisfatórios. agropecuárias. a assistência técnica.promover a utilização racional das várzeas e das terras firmes.O abastecimento de gêneros alimentícios será objeto de controle permanente. com acompanhamento de estocagem. principalmente. priorizará a pequena produção e o abastecimento alimentar através de sistema de comercialização direta entre produtores e consumidores. visando a assegurar o incremento da produção e da produtividade agrícola. considerando a especificidade de produtos essenciais a serem definidos em lei. respeitando suas limitações e potencialidades.a reforma agrária é fundamental ao processo de desenvolvimento. o armazenamento. habitação. V . avaliar atividades e suprir as necessidades do setor. eletrificação rural. o crédito. Art. 408 . regular. recreação e outros benefícios sociais. observados os princípios estabelecidos na Constituição da República e do Estado.o adequado abastecimento alimentar é condição básica para garantir a tranqüilidade social. a ser implementada pelo Município. bem como observará o interesse da coletividade na conservação do solo. inclusive as de pesquisa. Parágrafo único . e organizará sua ação tendo por base uma política voltada.estabelecer e normatizar as ações e instrumentos do Município. observando suas diferenças e características. saneamento. com vista ao melhor aproveitamento dos seus recursos. de modo a prevenir situações de carência ou de interrupções de fornecimento.o processo de desenvolvimento agrícola deve proporcionar ao homem do campo o acesso aos serviços essenciais de saúde. os incentivos fiscais. controlar. a regularidade do abastecimento interno. no planejamento agrícola. Art.O Município exercitará sua função reguladora do abastecimento alimentar no sentido de garantir a sua normalidade.DO ABASTECIMENTO Art. florestais e extrativas. a . II .

Cabe ao Município a edição da Lei Agrícola Municipal como instrumento suplementar às Leis Agrícolas Federal e Estadual. Art. III . Art. privilegiando a utilização de fatores de produção internamente mais abundantes. Entende-se por produtor rural. a sua difusão e protegêlas. 4l2 . VI . a redução das disparidades de renda e a melhoria das condições de vida da família rural: II .proteger o meio ambiente. e por pequeno produtor.divulgar. para os fins desta Lei.garantir o desenvolvimento da ciência e da tecnologia. IV . a qual dará tratamento diferenciado e privilegiado aos pequenos e médios agricultores. VII .estimular o processo de beneficiamento e agroindustrialização junto às respectivas áreas de produção. armazenamento. a Prefeitura orientará sua ação para: I . 4l3 . a realização de serviços de assistência técnica e extensão rural gratuita aos pequenos e médios produtores rurais e ás suas famílias. exclusivamente. 4l5 . aquele que desenvolve atividades agrícolas.Em favor dos objetivos propugnados nesta Lei. no que couber. das quais. Art. adequando os diversos instrumentos à sua necessidade e realidade. V . a proteção do consumidor.propugnar para que sejam eliminadas distorções que afetam o desempenho das funções econômicas e sociais da agricultura. visando a preservação do meio ambiente.estabilidade de preços e de mercado. da Constituição do Estado. transporte. 4l4 . Art. § 2º.sistematizar. VIII .O Município exercerá o controle sobre a produção. Parágrafo Único. da Constituição da República. IV. . bem como promover a simplificação e agilização do processo de concessão de incentivos aos pequenos produtores. eventualmente recorrendo à contratação de mão-de-obra temporária. aquele que as desenvolve à custa do esforço de seu próprio trabalho ou de sua família. reduzindo as incertezas do setor. podendo ser proprietário ou não dos meios de produção necessários ao desenvolvimento de suas atividades. garantir o seu uso racional e estimular a recuperaç_o dos recursos naturais. a atuação do Poder Público para que os diversos segmentos intervenientes na agricultura possam planejar suas ações e investimentos numa perspectiva de médio e longo prazos. comercialização e utilização de produtos agrotóxicos.promover a descentralização da execução dos serviços públicos de apoio ao setor rural. e do artigo l87.estimular a formação de excedentes agrícolas que possibilitem condição competitiva no mercado externo. nos termos desta Lei. e do artigo l68.Fica assegurado. extrativistas não-predatórias ou artesanais. tire sustento seu e de sua família.

as áreas piscosas existentes no âmbito do Município.estimular a implantação de fábricas de gelo e frigoríficos para estocagem do pescado. VI . cooperativamente com o Estado e a União.simplificar e reduzir. no sentido de elevar-lhes o nível técnico e o poder competitivo no mercado. farelo de arroz. III .incrementar a produção de ração animal a partir de produtos regionais . nas áreas selecionadas. bem como racionalizar a intermediação no processo de comercialização. pupunha. na forma da lei. 418 . junto às comunidades pesqueiras. manifesto sob suas distintas formas. bem como técnicas adequadas de salga e defumação de peixe. XII .selecionar matrizes e reprodutores para a ampliação dos rebanhos de suínos. açudes.realizar o assentamento dirigido em núcleos de produção. etc. milho. X . qualquer abuso de poder. ou no exercício de função reguladora. XI . IV .O Município reprimirá. à eliminação da concorrência e ao aumento arbitrário do lucro. Art. atuando. barragens e outros sistemas de cursos d'água controláveis. sobras de dendê. a organização e o . especialmente as que visem à dominação dos mercados.Estimular o criatório de aves e ampliação dos plantéis. cesta básica de alimentos que já integrem o hábito alimentar da população e supram as necessidades orgânicas do indivíduo. poderá colocar ao alcance da população.II . IX . Art. de modo a minimizar os danos ecológicos e garantir o suprimento alimentar à população. visando à ocupação do vazio amazonense e transformação da economia e do modo de vida no interior.elevar os níveis de sanidade dos rebanhos existentes.instituir políticas de distribuição de pescado.divulgar. os custos da regularização fundiária. em casos de crise. nas áreas selecionadas. visando a reduzir o custo e proporcionar melhor acesso da população a esse produto.O Município.acelerar o processo de regularização fundiária em áreas selecionadas. no disciplinamento dessas atividades. iminência de estados calamitosos e de emergência. VIII. XIII . 416 . 417 . V . XIV .fomentar a criação de peixes em lagos. ao mínimo. destinadas a pequenos produtores. bem como as épocas da captura não-predatória. a preços acessíveis. Art. caprinos e outros pequenos animais. por intermédio de linhas especiais de crédito para financiamento ao pequeno produtor.O Município apoiará e estimulará a criação.farinha de peixe.identificar e divulgar processo nativos de beneficiamento do pescado.incentivar a organização de pescadores em colônias. através de campanhas sanitárias sistemática. VII .

o Sindicato do Comércio Varejista dos Feirantes de Manaus. principalmente. . mediante utilização da estrutura distrital. o aumento do número de empresas e do poder aquisitivo da população. sementes e adubos. em casos excepcionais. o acesso aos produtos básicos de alimentação. o transporte e estrutura necessária à viabilização das feiras itinerantes.O Município deverá regulamentar e fiscalizar a venda de guloseimas.desenvolvimento de cooperativas de produção. promover a distribuição de mudas. principalmente: I . favorecendo-lhes serviços de assistência técnica e. também. devendo. consumo e outras formas de associação.Ficará a cargo da Prefeitura ou empresa concessionária. Art. concedendo-lhes anistias ou remissão tributária.O Município se empenhará na defesa dos direitos do consumidor mediante o desenvolvimento de ações de caráter motivacional ou coercitivo. Parágrafo único . 422 . representantes da comunidade. 42l . SEÇÃO IV DA DEFESA DO CONSUMIDOR Art. 420 . Art. 424 . Art.O Poder Executivo dotará as Regiões Administrativas de mercados ou feiras cobertas e promoverá em bairros. 419 . Art. dispondo de participação paritária. em tais casos. feiras itinerantes para possibilitar à população de baixa renda. com ação descentralizada. além de outros. nos assentamentos populacionais de sua iniciativa. com vistas a garantir. no âmbito público e privado. onde não exista feira fixa.O Executivo estimulará a implantação de hortas caseiras e comunitárias. bem como a implantação de empresas de impacto reduzido. tendo por alvo. 423 . função indutora com vistas a estimular e incentivar a formação de estruturas simplificadas de comércio na periferia urbana.Fica criada a Comissão de Abastecimento como órgão técnico de apoio ao Conselho Municipal de Desenvolvimento Econômico. definidos em lei. na qual terão representação o Sindicato do Comércio Varejista. prioritariamente. por custos menores. Art.a qualidade e higiene dos alimentos posto à disposição da população para consumidor. conforme dispuser a lei.O Município exercerá.

locais públicos de recreação. os seguintes instrumentos: I . principalmente: I . III .controle na utilização de produtos tóxicos e insumos químicos no processamento de substâncias ou produtos para alimentação. VII . que visem à elucidação de fatos. 426 .feiras. IV . V . Parágrafo único . Art. hotéis. abusos de preços. V . pensões.veículos de transporte de cargas perecíveis e de passageiros. incorreção. inexistência de precedência e caso de reincidência. Art. desmistificação de conceitos ou mecanismos que conduzam as pessoas a enganos ou erros. as diferentes penalidades ou sanções administrativas a serem aplicadas àqueles que transgredirem o direito do consumidor. II .banheiros coletivos e públicos. bem .estabelecimentos de normas que resguardem o consumidor de ações lesivas aos seus direitos e saúde. nas quais sejam processados ou manipulados alimentos. indução e punição contra os praticantes de atos prejudiciais aos cidadãos. mercados e outros locais de venda.adoção de mecanismos de coerção. de pesos e medidas. VI . Parágrafo único . efetivar-se á pela: I .Para os casos de reincidência.nos locais de fabricação ou manipulação de produtos destinados à alimentação. 427 . III . II .ação coordenada e cooperativa com o Estado e com a União.fiscalização sanitária.cassação do Alvará de Localização e Funcionamento para as pessoas jurídicas.Serão estabelecidas em lei.áreas ao ar livre. II . como observância de gradualidade. principalmente à saúde.A atuação do Município. lanchonetes.refeitórios de uso coletivo. III .difusão de informações à população. 425 . restaurantes.punição administrativa para os chefes de repartição da administração direta.a efetividade. regularidade e qualidade dos serviços públicos. no que tange a defesa do consumidor. VI . burla de autenticidade ou garantia.II . IV .O Município desenvolverá sua ação. VIII . cozinhas e outros similares. entre outros. a lei observará.O Município manterá organismos de atuação específica e especializada para o cumprimento das finalidades aqui definidas.o rigor sanitário nos logradouros ou instalações de uso coletivo público ou em instituições privadas.lavanderias. Art.

com distribuição dos espaços por categoria. terão prioridade para exercer o comércio eventual ou ambulante do Município. 431 . a qualquer momento. de: I . competindolhe disciplinar e regulamentar essa atividade. logradouros públicos ou de porta em porta. III .Os portadores de deficiência física e de limitação sensorial. b) a existência de espaços livres para exposição das mercadorias. por parte dos vendedores ambulantes. Art. no interesse público. dependerá sempre de licença do Poder Executivo.verduras e estivas em geral. Parágrafo único .como os dirigentes das entidades da administração indireta e fundacional. assim como as pessoas com idade superior a quarenta e cinco anos. Art. 428 . igual a cinco UFMs (Unidade Fiscal do Município).Considera-se comércio ambulante aquele que é exercido por pessoa autônoma. Parágrafo único .o horário a que está sujeito o comércio ambulante. Art.bebidas alcoólicas. retirados produtos determinados. levando em consideração: a) as características de freqüência de pessoas que permitam o exercício da atividade. II . em vias. independente da responsabilidade civil e criminal. 429 . em vias e logradouros públicos. da qual poderão ser.o estabelecimento do zoneamento dos locais com demarcação das áreas necessárias à atividade. de forma a não concorrer com o comércio estabelecido.O Poder Executivo deverá observar os seguintes critérios para a regulamentação do exercício da atividade: I .O exercício do comércio ambulante. c) o tipo de mercadoria. no limite do Município de Manaus. II .O exercício da atividade de comércio ambulante será concedido mediante a expedição de um alvará e documento especial de identificação com o pagamento de uma contribuição anual.Fica expressamente proibida a utilização e comercialização. 430 . SEÇÃO V DO COMÉRCIO AMBULANTE Art. . revertida para o Fundo Municipal de Desenvolvimento Econômico e Social.a lista de mercadorias comerciáveis.

a atividade de comércio ambulante nas áreas de em torno.as praças Oswaldo Cruz e 15 de Novembro. as bancas de revistas. tesoura. canivete. ainda. para o exercício do comércio ambulante e a instalação de pontos fixos de vendas de comidas e bebidas típicas. III . Art. WASHINGTON RÉGIS.Teatro Amazonas.07.armas e utensílios. faca. será reservado um espaço para vendedores ambulantes. excetuadas as seguintes áreas e preservados os cruzamentos de ruas.Nas feiras itinerantes.O Poder Executivo disciplinará a utilização dos espaços objeto do "caput" deste artigo e o exercício das atividades previstas em seu § 2º.Nas datas fixadas para os feriados federais. no raio de 300 metros dos imóveis protegidos pela legislação do patrimônio-histórico. formão. estaduais e municipais e aos . o trecho da Av. 434 .Palácio Rio Negro.o uso de gás liquefeito de petróleo-GLP. 433 . como Sítio Histórico.93. II .Fica vedada.Biblioteca Pública. IV . Eduardo Ribeiro entre a Rua Marquês de Santa Cruz e a Av. fotógrafos.mercadorias eletro-eletrônicas. como terçado. Ver. Sete de Setembro e a parte final da Rua Barão de São Domingos. I .Os alimentos preparados no local dependerão de autorização específica. IV . 432 . definido.Ficam vedados o comércio ambulante e a instalação de pontos fixos de venda de quaisquer produtos no espaço urbano. V . Art. chave de fenda. devendo ser observados os aspectos de segurança e higiene. objeto deste artigo e seu parágrafo 1º. box de informações turísticas de órgão oficial. nesta Lei. 09.Paço Municipal. § 2º .as praças Tenreiro Aranha e Torquato Tapajós. através da instalação de equipamentos urbanos para acomodação de camelôs e comercialização de refeições rápidas. sendo-lhes vedada a comercialização de produtos alimentícios em geral. punhal. destinados a pontos fixos de vendas. V . § 3º . REDAÇÃO DADA PELA EMENDA Nº 01/93.Excetuam-se da vedação. Parágrafo único .III . especialmente: I .Palácio da Justiça. II . Art. § 1º .

5 de setembro . no âmbito municipal. os titulares do Poder Executivo e Legislativo e ocupantes de cargos em comissão estão obrigados a fazer expressas declaração de bens. Parágrafo único . estão nulos todos os atos limitativos do livre exercício de qualquer atividade econômica. referindo o nome do órgão recebedor.elevação do Amazonas à categoria de Província. relatório circunstanciado dos gastos publicitários efetuados. no período. Art.domingos. no máximo 30 dias após o encerramento de cada trimestre.A renovação do cadastro imobiliário do Município será realizada observando a periodicidade de dois em dois anos. de 3 de setembro de 1985. Art. 435 . à conta do respectivo Poder. de 21.O comércio e as instituições públicas não funcionarão nessas datas. sendo permitidas as atividades indispensáveis. o Poder Executivo definirá áreas no centro urbano para o livre exercício do comércio ambulante. indireta e fundacional.Fica revogada a Lei nº 1769. Art. terão tramitação sumária no âmbito da administração.Todas as Câmaras que integrem os Conselhos de que dispõe esta Lei. Art.A partir da data da promulgação desta Lei. a razão do pagamento e o respectivo valor.Antes de assumir e de deixar o exercício de cargo de qualquer natureza.elevação de Manaus à categoria de Cidade.As declarações de bens serão publicadas no órgão Oficial do Município. de que conste a sua origem. com prazo máximo de trinta dias para a decisão final da autoridade competente. .24 de outubro . II . 437 .10. especialmente aqueles por invalidez. 441 . 436 . pelos órgãos da Administração direta. 439 . 438 . 440 . em forma de feira. Art.97 Art. sob pena de responsabilidade. na proporção mínima de um quarto dos imóveis cadastrados. * Parágrafo único .São feriados municipais. TÍTULO VI DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. na forma da lei. no prazo de trinta dias da posse e da exoneração. Parágrafo único . (*) Emenda nº 003/97.Os processos de aposentadoria e. destinados a comemorações da coletividade: I .Fica o Poder Executivo obrigado a remeter à Câmara Municipal.

a nível de homologação e recurso. 6º . Parágrafo único . o Presidente da Câmara Municipal e os Vereadores prestarão.Ficam extintos todos os Conselhos que não estejam previstos nesta Lei. são considerados estáveis no serviço público.O Poder Executivo poderá outorgar procuração a seus servidores. a proposta de regulamentação do Conselho Municipal de desenvolvimento Urbano e. e que não tenham sido admitidos na forma regulada no artigo 37 da Constituição da República. cujo . em exercício na data da promulgação da Constituição da República.O Prefeito.O disposto neste artigo não se aplica aos ocupantes de cargos. 5º . no ato e na data da promulgação. o juramento de cumprir. no prazo máximo de 90 dias. Art. observados os princípios estabelecidos nas Constituições da República e do Estado e nesta Lei. existentes em contratos e convênios com entidades de direito público e privado. ATO DAS DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS Art.A partir da data de promulgação desta Lei. Art. no prazo de 60 dias. objetivando a organização do Arquivo do Município.gozarão de autonomia deliberativa no âmbito operacional.O Arquivo do Município fará a consolidação das leis e decretos editados em data anterior à estabelecida no "caput" deste artigo. fazer cumprir e manter esta Lei. funções e empregos de confiança ou em comissão. 4º . Parágrafo único . será dado início à nova ordem cronológica na numeração das leis municipais. Art.O Poder Executivo deverá encaminhar à Câmara Municipal.O Executivo remeterá ao Legislativo. com prazo definido e fim específico. nem aos que a lei declare de livre exoneração. o plano de Cargos e Salários e o Estatuto do Servidor Público Municipal.O tempo de serviço dos servidores referidos neste artigo será contado como título quando se submeterem a concurso para fins de efetivação na forma da lei. 2º . há pelo menos cinco anos continuados. dos demais Conselhos Constantes desta Lei. 1º . Parágrafo único . no prazo máximo de 180 dias. § 2º . cabendo.Os servidores públicos do Município da administração direta. autárquica e das fundações públicas. a decisão aos Conselhos respectivos. nacional ou internacional.Ficam revogadas todas as procurações outorgadas pelo Poder executivo Municipal. § 1º . Art. Art. exceto os Conselhos de Administração e Fiscal dos órgãos da Administração indireta. 3º .

§ 2º. da primeira. 10 .03. na área definida como Centro Antigo Histórico. também durante o mandato. o Centro Antigo tombado por esta Lei. EMENDA Nº 10/94. com o benefício sendo pago a partir do término do mandato.Para os contratos em vigor com prazo indeterminado.A invalidez permanente será comprovada na forma do artigo 218 do Regimento Interno desta Câmara Municipal. o Poder Público Municipal não edificará prédio. Art.95. § 1º . conforme dispõem os artigos 342 e 235. Art. é devida pensão mensal equivalente ao subsídio fixo do Parlamentar. para solicitarem seu enquadramento. II. firmados antes da instalação da Comissão Especial da Lei Orgânica. vedada a prorrogação a qualquer título.Excetuam-se das regras definidas no presente artigo. 7º . § 3º . os imóveis destinados a . 8º . reajustado na forma da lei. desta Lei. exceto quando se tratar de servidor. desta Lei._ viúva ou viúvo. § 4º . dos referidos contratos. cessão de uso a seu favor ou comodato. 9º . excluindo-se. Parágrafo único . a fim de ajustá-los ao disposto nas Constituições da República e do Estado e nesta Lei. ANTÔNIO SANTINO.Dentro de 180 dias. a contar da data de publicação do Estatuto do Servidor Público. § 2º . ou considerado em estado de invalidez permanente.tempo de serviço não será computado. companheiro ou companheira de Vereador. fica estabelecida a data de 31 de dezembro de 1990 como limite máximo para o Poder Público tomar as providências cabíveis à resolução.Para fins do disposto no artigo 103.Para fins do que trata o "caput" deste artigo. só poderá fazê-lo em área identificada como Centro Urbano e Centro de Expansão Urbana. os servidores já aposentados terão um prazo de 180 dias. nem contratará aluguel. falecido no exercício do mandato. § 7º.. a contar da promulgação desta Lei. Art. Art. Ver.Obrigado a edificar ou contratar uso de imóveis para o serviço público.A contar da promulgação da presente Lei. 02. nessa data. serão respeitados os contratos com prazo em vigor. proceder-se-á à revisão dos direitos dos servidores públicos inativos e pensionistas e à atualização dos proventos e pensões a eles devidos.

da Constituição da República. normas e operacionalizão dos incentivos fiscais e extrafiscais serão formuladas pelo Poder Executivo e encaminhadas à Câmara Municipal no prazo máximo de 90 dias. conforme estabelece o artigo 40. 12 . do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. ser avaliada a cada quinqüênio. Parágrafo único . da Constituição da República. 13 . assim definidas em lei. exame analítico e pericial dos atos e fatos geradores do endividamento do Município.A Comissão terá a força legal de Comissão de Inquérito. Art. do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. propondo ao Poder Legislativo medidas cabíveis. referida no artigo 169.A vigência da Política de Incentivos. 11 .As condições de concessão.Ficam revogadas todas as isenções de impostos municipais concedidas. Art. Art. 14 . da Constituição da República. concedidas aos proprietários de habitações econômicas.A Lei Orçamentária de 1990 poderá ser revista para compatibilizar-se com as disposições desta Lei. Art. 17 . serão revistas. será até o ano 2. dotação própria para satisfaço do débito com a Previdência Social. devendo. incidente sobre os imóveis enquadrados como habitações econômicas. § 5º . o Poder Executivo submeterá ao Poder Legislativo o projeto do Centro Administrativo. Art. pela administração municipal.Até a promulgação da lei complementar. a contar da data da promulgação desta Lei. Art. a Câmara Municipal promoverá. o Município não poderá despender com pessoal mais que 65 por cento do valor das respectivas receitas correntes. ora em vigor.O Poder Executivo reavaliará todos os incentivos fiscais de natureza setorial. a cada dois anos. Art. 19 . do Ato das Disposições Transitórias. através de Comissão Especial. que deverá ser localizado fora do perímetro central da cidade de Manaus.O Município consignará. deverá ser reduzido o percentual excedente à razão de um quinto por ano. da Constituição da República.013. Art. . no entanto. critérios. até o referido limite. 18 . a contar da promulgação desta Lei. Parágrafo único . Art.No prazo de 180 dias. na forma do artigo 57. Parágrafo único . estabelecida nesta Lei.As isenções tributárias. em seu orçamento até a sua liquidação. de conformidade com o que estabelece o artigo 41.postos médicos.A legislação fiscal do Município de Manaus será adaptada de modo a preservar a Zona Franca de Manaus como instrumento de desenvolvimento. 16 . hospitais ou atendimento médico de urgência.No prazo de um ano.Quando a despesa com pessoal exceder o limite previsto neste artigo. 15 . anualmente. localizados na periferia da cidade. revogando-se todas aquelas que se refiram a mais de um imóvel. exceto as de imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana.

será considerado: I .BÔNUS DO TESOURO NACIONAL.Para efeito da cobrança do imposto progressivo. além do atendimento às exigências já regulamentadas. Art. para efeito deste artigo. a progressividade do imposto para o solo urbano não-edificado. pelas microempresas.centro urbano de concentração densa . Art. ainda que ajuizados. que vier a substituí-lo. Art. Parágrafo único .Os benefícios de que trata este artigo não se estendem aos débitos já quitados e aos devedores que tenham Vereadores como sócios. após a promulgação desta Lei.a área de que trata o artigo 342.Para concessão do Alvará de ampliação de edificações industriais na sede do Município. 24 . III .Consideram-se. corrigidos monetariamente.toda área urbana compreendida entre os limites da 1ª Região Administrativa e Estrada do Tarumã. III . Cidade Nova e final do Distrito Industrial II. após diligências de . Entrada da Cidade Nova. desta Lei. conforme o artigo 8º. no prazo de até 120 dias. quando. 21 .000 BTNs . § 1º . Avenida Santos Dumond. § 2º .acréscimo anual de 70 por cento do valor da alíquota para aqueles localizados no centro antigo tombado.centro antigo tombado .acréscimo anual de 20 por cento do valor da alíquota para aqueles localizados na área urbana de concentração esparsa.As microempresas deverão requerer ao Município. de todos os imóveis erguidos no Distrito Industrial.o trecho compreendido pela 1ª Região Administrativa.Fica o Poder Executivo autorizado a expedir o Alvará de Licença Provisório no ato de inscrição da empresa. sub-utilizado ou nãoutilizado obedecerá aos seguintes critérios: I .Até que seja fixada a lei complementar federal. ou outra unidade referencial. II . 20 .área urbana de concentração esparsa .Art. 25 . com prazo de validade de 20 dias.acréscimo anual de 50 por cento do valor da alíquota para aqueles localizados no centro urbano de concentração densa. II . a contar da data da promulgação desta Lei.Até a entrada em vigor da Lei Municipal a que se refere o artigo 135. Art.Fica concedido o prazo de 30 dias. 23 . de que trata o artigo 342. § 3º . estão anistiados a partir da promulgação desta Lei. Art. desta Lei. o benefício de que trata este artigo. que atenda aos empregados. o interessado deverá comprovar a existência de creche diretamente mantida pela empresa ou conveniada. para a regularização de pagamento de tributos municipais. § 1º. desta Lei. 22 .Os débitos fiscais devidos ao Município até 31 de dezembro de 1989. as pessoas jurídicas e as firmas individuais com receitas anuais de até 70. a alíquota do imposto municipal sobre venda a varejo de combustíveis líquidos e gasosos não excederá a três por cento. da Constituição do Estado.

de sete Regiões Administrativas. Rua Paraíba. 5º Região . Rua A. 26 .Setor Centro-Oeste Trecho compreendido pelo perímetro formado pelas vias: Diretriz L04 .Para efeito do que dispõe o artigo 233. A Oeste .PDLI até a Estrada Torquato Tapajós. Rio Amazonas e Rio Negro. Igarapé do Mindu. Limites do Distrito I e II. Limites do Distrito Industrial I e II e Igarapé do 40. estabelecendo períodos diferenciados entre estes. Igarapé do São Raimundo.Setor Sul Trecho compreendido entre o Igarapé do Educandos. de que trata o "caput" deste artigo.Rio Negro A Leste . 6º Região . Ao Sul .(área de Expansão Urbana) Trecho compreendido entre Diretriz L04 -PDLI e Distrito Industrial II até o Igarapé do Leão e Puraquequara. o espaço urbano do Município se integrará. o Poder Executivo Municipal regulamentará os horários de funcionamento das escolas. 2º Região .o igarapé do Mestre Chico. 4º Região .Setor Sudoeste Trecho compreendido entre o igarapé do Mestre Chico. se constituirão na forma e limites expostos a seguir: 1ª Região . proceder aos ajustamentos necessários a sua compatibilização com o crescimento da cidade. emitirá o Alvará definitivo. Igarapé do Puraquequara.PDLI. Rua Paraíba. Art. Rua Caco Caminha. Art.o igarapé de São Raimundo.Centro Trecho compreendido com a seguinte limitação: Ao Norte . industria e comércio em geral. § 1º . inicialmente. Av. 27 . Igarapé do Quarenta. desta Lei. Estrada da Ponta Negra. do Conjunto Ponta Negra em seu prolongamento. Constantino Nery.Setor Sudoeste Trecho compreendido pelo perímetro formado pelo eixo das seguintes vias: Avenida da Torre e Diretriz L04 .No prazo de 60 dias. .direito.o eixo das Avenidas Álvaro Botelho Maia e Caco Caminha. Diretriz L04 -PDLI.Setor Norte . Estrada da Ponta Negra. sendo facultado ao Poder Executivo. após a promulgação desta Lei. Avenida Pedro Teixeira. Igarapé do Mindu. 3º Região . Av.Setor Leste Trecho compreendido entre Boulevard Álvaro Maia. Estrada do Tarumã. 7º Região . Avenida Constantino Nery. Diretriz L04 -PDLI. através de lei. Pedro Teixeira. Rua A do Conjunto Residencial Ponta Negra em seu prolongamento.As Regiões Administrativas. Estrada Torquato Tapajós. Avenida Constantino Nery.

contados da promulgação da presente Lei. Art. Art.§ 2º . está isenta de pagamento de quaisquer taxas. Parágrafo único . Art. mediante cobrança das taxas. visando a regularizar o arquivamento dos loteamentos particulares. 28 .O Poder executivo poderá estender o prazo por mais 60 dias para atendimento do disposto no "caput" deste artigo. Parágrafo único . em empreendimentos privados de qualquer natureza. nos três anos a contar da data da promulgação desta Lei. multas e licenças a que alude o . ruas e praças de Manaus. que procederá em igual prazo.No prazo de 90 dias. sob pena de cancelamento do Alvará ou suspensão do habite-se. encaminhará ao Poder Legislativo para fins de denominação. autorização e multas.A delimitação da área urbana passa a considerar a Diretriz L04 -PDLI o limite da área do Distrito Industrial II.Serão revistas. 31 . após a promulgação desta Lei. desta Lei. as denominações dos bairros com a finalidade da oficialização e eliminação de titulações esdrúxulas e alheias à cultura local. dentro de 180 dias. o Poder Executivo promoverá a identificação das avenidas. Art. e.No prazo de um ano. após a promulgação desta Lei. 35 .Somente o Município dará nome às novas ruas. mediante apresentação da planta baixa. devendo o Poder Executivo determinar a modificação dos empreendimentos que infringirem a presente regra. Art. o Poder Executivo procederá ao levantamento dos conjuntos que não preencham os requisitos do artigo 231. Art. à revisão. no prazo de 30 dias. com a colocação de placas padronizadas e a respectiva numeração de quadras e casas. atualização e adequação dos Códigos de Obras e de Postura do Município e Lei de Uso do Solo. pela Câmara Municipal.A construção de muros e calçadas no sítio Histórico de que trata o artigo 247 desta Lei. realizadas de primeiro de janeiro de 1962 até a data de promulgação desta Lei.O Poder Executivo está obrigado a proceder. Art. 30 . 33 . por Lei.Serão revistas pela Câmara Municipal. serão observados os critérios estabelecidos no artigo 19 e seus parágrafos. a contar da data de promulgação desta Lei. 32 . todas as doações. ajustando-os aos princípios estabelecidos por esta Lei. 34 . § lº . o Poder Executivo expedirá normas desburocratizantes.Para a revisão. no prazo máximo de 300 dias.Fica proibida a utilização da denominação de prédios públicos. se efetivadas no prazo de 60 dias.No prazo de 180 dias. da Constituição do Estado. Art. vendas e concessões de terras com área superior a duzentos e cinqüenta metros quadrados. 29 . através de Comissão Especial. providenciando placas indicativas para identificação das mesmas. do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias.

O Poder Executivo realizará. ficam obrigados a construir calçadas e muros de frente nos mesmos.citado dispositivo. será de 90 dias. a Prefeitura executará os serviços. que estejam de conformidade com o que estabelece o artigo 134.O mesmo estudo deverá contemplar e delimitar as áreas de risco na cidade em relação a possíveis ocorrências de alagação.No prazo de seis meses. o prazo de execução de que trata o "caput" deste artigo é de 180 dias. em 120 dias. completo e detalhado levantamento de todas as áreas públicas de propriedade do Município. 40 . 37 . emitindo os respectivos títulos.Fica estabelecido o prazo máximo de dois anos para a Prefeitura implantar as regiões Administrativas previstas nesta Lei. inclusive área urbana e rural irregulares. a contar da promulgação desta Lei. § 3º . os proprietários de imóveis situados em ruas com pavimentação asfáltica. mantendo cadastros atualizados sobre as mesmas. Parágrafo único . da Constituição do Estado. Parágrafo único . ao levantamento dos ocupantes de áreas de assentamentos que preencham os requisitos estabelecidos no inciso I.O Município se ocupará da regularização.A Prefeitura. 38 . Art. deslizamentos e sinistros. observado o que segue: I . . os loteamentos já implantados. deste artigo. no prazo de 180 dias. para efeito de medidas de tratamento preventivo. procederá. Art.Para o Centro Tombado. Parágrafo único . o prazo para regularização. Art. urbanização e titulação de áreas de assentamento de famílias de baixa renda. após o assentamento.nos assentamentos novos. 39 . pertencentes à Prefeitura. Art. sob a forma de contribuição de melhoria. Art.Decorrido o prazo de 60 dias. III . imputando ao proprietário do imóvel o ressarcimento das despesas. II . acrescido de multa e correção monetária.O descumprimento desta norma será punido com multa no valor de 100 por cento do IPTU incidente sobre o imóvel. sem que seja efetivada a construção de muros e calçadas. a Prefeitura através de órgão competente. para fins de alocação de equipamentos urbanos e de apoio às atividades produtivas.nos assentamentos habitacionais não-regularizados fundiariamente. a Prefeitura terá 180 dias para regularização dos membros. § 2º . 36 .ficam regularizados.Para fins do disposto no "caput" deste artigo. com expedição de respectivo título. procederá à identificação e delimitação oficial dos bairros e levantamentos dos assentamentos existentes no Município. no prazo máximo de seis meses.

Art. líquidos. e procederá à restauração dessas áreas. . por dispositivo legal a manter. com o fim de definir a sua ampliação ou uso continuado.Art. 47 . no prazo máximo de um ano. delimitar e demarcar as áreas que constituirão o Sistema Municipal de Unidades de Conservação. Art.No prazo de 120 dias. no bairro de Adrianópolis. no prazo de 240 dias.A Prefeitura dispõe do prazo de 60 dias para realocar o depósito de explosivos a que se obriga.Parques Municipais. de edifícios com mais de seis pavimentos. deste artigo. as questões relativas ao trato de resíduos sólidos. a Prefeitura efetuará a recuperaç_o. III .Fica estabelecido o prazo de um ano para que sejam regulamentadas. Art. perigosos e não-perigosos. na área pública do Cemitério Tarumã. correndo o custo decorrente desse procedimento por conta desse agente. para que as empresas que atuam no transporte escolar se ajustem ao que preceitua o artigo 262 desta Lei. 45 . a contar da data de promulgação desta Lei.A Prefeitura definirá. no prazo de 90 dias. no caso do não-ressarcimento. o Poder Executivo procederá a rigoroso levantamento da utilização do Cemitério São João Batista.A Prefeitura efetuará a identificação dos agentes depredadores dos logradouros públicos. os locais. efetuando a inscrição do mesmo na dívida ativa.Até a realização de novo zoneamento da cidade.Parques Zoológicos. Art. imóveis ou áreas a serem especialmente protegidos.Concluída a recuperaç_o de que tratam o "caput" e § lº. contados da publicação da presente Lei.Fica estabelecido o prazo de um ano. devendo o Poder Executivo proceder a rigoroso levantamento e expedição de documentos de propriedade. Praia da Ponta Negra. 50 . por meio de legislações específicas. § lº .Identificados os responsáveis pela depredação. 49 . 44 . 42 . Art. II . Art. o Poder Executivo procederá a amplo levantamento dos cemitérios irregulares na sede do Município. 4l .Reservas Ecológicas. da Constituição do Estado. transferindo para área não residencial. 48 . contados da promulgação da presente Lei. dentre as quais deverão estar obrigatoriamente incluídos: I . na forma constante do artigo 230. Art. a contar da data da promulgação desta Lei. para fins de imediata incorporação à Administração Pública. § 2º . fica proibida a construção. Ponte da Bolívia e Praia do Tupé. com prioridade do Tarumã.O Município deverá. a Prefeitura procederá à comunicação do débito. 43 . estabelecido o prazo para sua liquidação. Art. especialmente a recuperaç_o paisagística e restabelecimento das condições de uso. Art.Ficam regularizados os sepultamentos efetuados até a data da promulgação da presente Lei.No prazo de 180 dias. 46 .

envolvendo as instituições e entidades da comunidade. pelo menos. equipar e alocar recursos para manutenção dos mesmos. no prazo de seis meses. desta Lei.criação. desta Lei. 56 . como determina o artigo 60. no âmbito administrativo.Para eliminar o analfabetismo. execução e controle das ações públicas municipais voltadas para a erradicação do analfabetismo. no prazo deste artigo. para adolescentes. Art. IV .destinação. delimitará as áreas de que tratam os artigos 234 e 296. para eliminar o analfabetismo e universalizar o ensino fundamental. o Programa Municipal de Saúde. o Município desenvolverá. no prazo máximo de um ano. 50 por cento dos recursos a que se refere o artigos 2l2. da Constituição da República. Art.Nos 10 primeiros anos da promulgação da Constituição da República. V . Através de órgão competente. 5l .No prazo de até dois anos.criação de campanhas permanentes de alfabetização. a partir da promulgação desta Lei.A Prefeitura definirá. dentre outras. após a definição de que trata o "caput" deste artigo. de dotação correspondente a um inteiro e 32 avos da receita resultante de impostos vinculados à educação. no prazo de três anos. elaborará. construir hospitais de atendimento infanto-juvenil. no orçamento anual.promoção de cursos de alfabetização para os pais de alunos nas escolas de matrículas dos filhos.A Prefeitura. para. VI . Parágrafo único .O Poder Executivo Municipal. em regime de oito horas. 53 . bem como definirá os procedimentos a serem adotados em relação a sua conservação.Art. as áreas apropriadas para atendimento do que dispõe o artigo 249. 55 . o Município deverá criar e implantar Centros de Atendimento Profissional Educacional. as seguintes ações: I . Art. em colaboração com o Estado e a União.utilização dos modernos recursos de comunicação de massa para a ministração de recursos de alfabetização. Art. 52 . proceder à sua relocalização. III .O Município deverá. por força do artigo 212. no prazo de 180 dias. da Constituição da República. 54 . de mecanismos de planejamento. priorizando as ações de medicina preventiva. . com a mobilização de todos os setores organizados da sociedade e com a aplicação de. em igual prazo.utilização racional de espaços cedidos por entidades integrantes da comunidade para instalação e funcionamento de turmas de alfabetização de adultos. parágrafo único. o Município desenvolverá esforços. Art. Constituição da República.A Prefeitura deverá identificar e notificar as situações que se enquadrem no citado preceito. Parágrafo único . II . do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias.

feitas após a instalação da Comissão Especial da Lei Orgânica. 66 . Orquestra Sinfônica e Coral Municipal. será objeto de programação especial. deverá criar e implantar. 67 . Art.O Município organizará e estruturará. também.Art. no prazo de um ano. aberta à manifestação livre de qualquer cidadão. no prazo máximo de um ano.A Escola de Serviço Público Municipal será implantada pelo Município no prazo máximo de um ano. salas destinadas à educação especial. no prazo de dois anos. em débito com os tributos municipais. no prazo máximo de 90 dias. 57 . 59 . com a participação da comunidade.O Poder Executivo constituirá. Art. com a participação efetiva dos órgãos de produção do Legislativo Municipal. contemplando. a contar da promulgação desta Lei. Escola de Arte. o Museu da Cidade de Manaus. ficam rescindidos todos os contratos de obras e serviços firmados pelo Município com empresas que se encontrassem. 6l . devendo edificar local apropriado para este fim.O Município definirá. por mais de 90 dias. cassadas ou nulas. após a promulgação desta Lei. Parágrafo único . 64 . são consideradas rescindidas.Para fins de concentrações e animações populares. uma política específica para o setor agrícola. 62 . . fica revogada a concessão de uso ou contrato de qualquer natureza da usina de asfalto de propriedade do Município. que. a Prefeitura estabelecerá o reordenamento de sua ocupação e a definição dos produtos possíveis de comercialização naquele mercado. Parágrafo único . a questão fundiária e abrangendo todas as atividades inerentes ao setor. 65 . Art. o Poder Público não utilizará vias públicas. Art.É vedado ao Município efetuar novos contratos com empresas objeto do "caput" deste artigo. Art.O Município. a contar da promulgação desta Lei.Todas as permissões e concessões de serviços públicos.A partir da promulgação desta Lei. Art. a partir do ano de 1991. de produtores e trabalhadores rurais e das instituições de ensino e pesquisa.A partir da data de promulgação desta Lei. Art.O Executivo Municipal implantará. a contar da promulgação desta Lei. 63 . como bem a ser preservado. em local adequado.Para fins de atendimento ao que se estabelece no "caput" deste artigo. no prazo máximo de dois anos. até a data da instalação da Comissão Especial da Lei Orgânica.A Prefeitura. fará a restauração do Mercado Adolpho Lisboa. nas escolas da rede pública. revogadas. mantendo suas características de centro de comercialização de alimentos. independente de licença da autoridade. Art. 60 . uma tribuna fixa. Art. no prazo mínimo de um ano. na Praça Heliodoro Balbi. a partir da promulgação da Constituição do Estado. Art. 58 . no prazo máximo de até três anos.

71 . serão revistos no prazo de 30 dias.O Projeto de Lei referente ao orçamento anual será enviado pelo Prefeito à Câmara Municipal até quatro meses antes do início do exercício financeiro seguinte.Se. O PREFEITO MUNICIPAL DE MANAUS. de modo que se faça a mais ampla divulgação do seu conteúdo.O Município mandará imprimir esta Lei para distribuição nas escolas e entidades representativas da comunidade. previstos no artigo 274 desta Lei. até 30 dias antes do encerramento do exercício financeiro. usando de atribuições que lhe são . da Lei Orgânica do Município de Manaus". gratuitamente. concessões ou quaisquer outros atos de autorização do serviço de fretamento. conforme dispõe o Regimento Interno de sua elaboração. § 1º . contados da promulgação desta Lei.Da Lei Orgânica do Município serão elaborados 10 autógrafos para distribuição. pelo menos.As licenças. caso não seja enviada pelo Executivo a proposta orçamentária no prazo fixado. permissões. 68 .O.Esta Lei. 180 dias. § 2º . revogadas as disposições em contrário. 23/10/91 LEI Nº 101. 72 .Art. Art. Art. 69 . DE 07 DE OUTUBRO DE 1991 REGULAMENTA o artigo 437. LEIS REGULAMENTADORAS AUTORIA: Vereador Robério Braga D. Art. a Câmara Municipal não devolver para sanção o projeto do que trata este artigo. Art. o mesmo será promulgado como Lei.A Câmara considerará como proposta a Lei Orçamentária vigente. 70 . será por ela promulgada e entrará em vigor na data de sua publicação. canceladas as conferidas a empresas que não estejam operando no sistema há. aprovada pela Câmara Municipal.

nas datas referidas no artigo anterior. a regra do "caput" do presente artigo. Parágrafo único . 2º . 07 de outubro de 1991 ARTHUR VIRGILIO NETO Prefeito Municipal de Manaus Cláudio Antunes Correia Secretário Municipal de Administração . as atividades comerciais. 3º .Não se aplica às atividades consideradas essenciais. esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação. Art. industriais.conferidas pelo artigo 80. 1º . FAÇO SABER que o Poder Legislativo decretou e eu sanciono a seguinte. ficam impedidas de funcionar.Revogadas as disposições em contrário. da Lei Orgânica do Município de Manaus. Art.Para os fins de que trata o parágrafo único do artigo 437 da Lei Orgânica. Manaus.Os feriados Municipais de 5 de setembro e 24 de outubro.O não cumprimento das regras previstas na presente Lei implicará em pena de multa de 1. definidos na Lei Orgânica do Município de Manaus. na forma da Lei.000 a 5. de escritório e administração pública municipal e privada no território do Município. 4º . Art. serão objeto de ampla comemoração cívica orientada pelo Poder Público. lojistas. LEI Art. IV.000 UFMs ou suspensão do Alvará de Funcionamento por 30 dias.

.Lino José de Souza Chíxaro Procurador Geral do Município Jefferson Luiz Rodrigues Coronel Secretário Municipal de Comunicação Gilvan Geraldo de Aquino Seixas Secretário Municipal de Economia e Finanças Orlando Cabral Holanda Secretário Municipal de Obras e Saneamento Básico Aílton Luiz Soares Secretário Municipal de Limpeza pública Wilson Duarte Alecrim Secretário Municipal de Educação Antonio Evandro Melo de Oliveira Secretário Municipal de Saúde Paulo Henrique de Paixão e Silva Secretário Municipal de Mercados e Feiras Maria Rita Furtado Rodrigues Secretária Municipal de Ação Comunitária Abel Rodrigues Alves Secretário Municipal de Defesa do Meio Ambiente Mário Bezerra de Araújo Secretário Municipal de Planejamento.

LEI Art. FAÇO SABER que o Poder Legislativo decretou e eu sanciono a seguinte. 05/10/93 "REGULAMENTA o artigo 260 da Lei Orgânica do Município de Manaus e dá outras providências". postos de serviço de órgãos públicos municipais ou de entidade representativa do empresariado do setor. 2º .Para os fins definidos no artigo anterior.O. . 1º . será feita de forma amplamente descentralizada e ininterrupta. deverão ser utilizados serviços bancários disseminados na cidade. no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo artigo 80.A venda antecipada de passagens de qualquer tipo em transporte coletivo urbano em Manaus.LEI Nº 212. da Lei Orgânica do Município. que representam no mínimo 15 (quinze) pontos diversos de venda. O PREFEITO MUNICIPAL DE MANAUS. Art. serviço da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos. unidade de ensino público. inciso IV. de 30 de setembro de 1993 AUTORIA: Vereador ROBÉRIO BRAGA D.

00 UFM dia.Serão compensados do custo total do transporte coletivo.O cadastro de adquirente de passagens antecipadas poderá ser revisto semestralmente. seja diretamente. e durante igual período. anunciar as providências saneadoras e fixar prazo de duração da medida. seja diretamente pelas empresas. os concessionários ou permissionários do serviço ficam obrigados a proceder a venda antecipada quando da regularização da atividade. Art. o prazo de implantação e funcionamento regular do serviço ora regulamentado. justificada e imediata ao Poder concedente ou permissionário.A comunicação da suspensão da venda antecipada deve explicitar os motivos. a qualquer tempo e a qualquer título. para fins de cálculo da planilha do preço da passagem do transporte coletivo. Parágrafo único . fora o mês a que se referir.Art. pelo mesmo preço da passagem cobrada ao tempo da suspensão. 3º . Art. salvo motivo de força maior que obrigará comunicação expressa.A presente Lei obriga os concessionários.O prazo para prestar tal informação é de cinco dias úteis. § 2º . a partir de 31 . seja através de entidade de classe. § 2º . a multa será de 10.No caso do atraso ser superior a trinta dias. entidade que os represente. é obrigatória a prestadio mensal de informações ao órgão público municipal gerenciador do sistema de transporte coletivo relativamente ao número de passagens vendidas. permissionários. para fins de restabelecimento da venda regular. 6º . § 1º . Art.A infração das normas estabelecidas na presente Lei obrigará o Poder concedente a intervir na venda antecipada.Fica fixado em 45 (quarenta e cinco). a empresa perderá a concessão das linhas. 7º . sendo o atraso de entidades de classe. na forma de regras definidas pelo Poder concedente e amplamente divulgadas. seja através de entidade de classe. 4º . sob pena de responsabilidade da autoridade competente. e será ampla e oficialmente divulgada pelo Poder concedente. Art. § 1º . de forma a repor prejuízos causados aos usuários. empresa contratada para tal venda e a qualquer órgão ou entidade. Art.O atraso na informação será punido com a multa de 1. dias contados da publicado desta Lei. § 3º . discriminando dia a dia.00 UFM por dia. exploradores do serviço a título precário. contratado ou não. de direito público ou privado que venha a proceder a venda de passagens antecipadas para uso em transporte coletivo urbano.Caracterizada tal circunstância. os ganhos de capital decorrentes da aplicação do dinheiro resultante da venda antecipada de passagens pelas empresas. no prazo de 24 horas.Fica vedada a suspensão da venda antecipada de passagens em transporte coletivo urbano. 9º . 5º .Estando a venda antecipada de passagens no âmbito da iniciativa privada. 8º .O valor a ser compensado é igual a 50% do índice da inflação do IBGE. Art.

Art.dias.Revogadas as disposições em contrário. Manaus. 10 . esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação. AMAZONINO ARMANDO MENDES Prefeito Municipal de Manaus KLINGER COSTA Procurador Geral do Município JOSÉ ALVES PACÍFICO Secretário Chefe do Gabinete Civil ODACI DE LIMA OKADA Secretário Chefe de Gabinete Militar ALFREDO PEREIRA DO NASCIMENTO Secretário Municipal de Economia e Finanças SILVIO ROMANO BENJAMIN JÚNIOR Secretário de Administração MÁRIO ADOLFO ARCYE DE CASTRO Secretário Municipal de Comunicação Social CARLOS EDUARDO DE SOUZA BRAGA Secretário Municipal de Obras. Saneamento Básico e Serviços Públicos JOSÉ MELO DE OLIVEIRA Secretário Municipal de Educação . 30 de setembro de 1993.

ILIDO DE ALMEIDA LIMA Secretário Municipal de Saúde AFONSO LUIZ COSTA LINS Secretário Municipal de Desenvolvimento e Meio Ambiente CLEBER CID GAMA SANCHES Secretário Municipal de Cultura. Abastecimento e Fomento à Micro e à Pequena Empresa . Desporto e Lazer FRANCISCO DE ASSIS FARIAS RODRIGUES Secretário Municipal de Organização SocialFundiária PAULO DA CUNHA FREIRE Secretário Municipal de Agricultura.

Sign up to vote on this title
UsefulNot useful