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Resumo - Assistencia Neonatal

O documento aborda a assistência neonatal, destacando a importância do acompanhamento do recém-nascido em relação ao peso, estado nutricional e idade gestacional. Também menciona intervenções para reduzir a morbidade e mortalidade neonatal, além de cuidados pós-nascimento e a importância do aleitamento materno. A alta do recém-nascido deve ser programada com base na vitalidade e na ausência de complicações, com orientações para a primeira consulta ambulatorial.
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Resumo - Assistencia Neonatal

O documento aborda a assistência neonatal, destacando a importância do acompanhamento do recém-nascido em relação ao peso, estado nutricional e idade gestacional. Também menciona intervenções para reduzir a morbidade e mortalidade neonatal, além de cuidados pós-nascimento e a importância do aleitamento materno. A alta do recém-nascido deve ser programada com base na vitalidade e na ausência de complicações, com orientações para a primeira consulta ambulatorial.
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ASSISTÊNCIA NEONATAL

ASSISTENCIA AO RECEM NASCIDO • GIG – grande para IG (>p90)

• Recém-nascido: até 28 dias de vida 3-QUANTO AO PESO AO NASCER:


• Atualmente -> FUNÇÃO do pediatra neonatal
• Rn de baixo peso - <2500g
• Planejamento familiar
• Rn de peso extremamente baixo - <1000g
• Acesso oportuno aos serviços qualificados (de pré-
• Rn muitto baixo – (1000 a 1499g)
natal, assistência ao parto, ao período neonatal, ao
• Rn muito grande -- >4500g
pós natal e puerperal)
• Garantia de realização das consultas e exames 4-QUANTO AO ESTADO NUTRICIONAL:
• Identificação e controle de fatores de riscos maternos
(DHEG, DM gestacional, idade <16 e >35 anos, uso de • Estrófico – sem sinais de má nutrição fetal
tabaco, hipertensão ) • Malnutrido fetal grau I – pele seca, levemente
apergaminhada (enrugada), fissuras e leve
INTERVENÇÕES PARA REDUZIR MORBIDADE E descamação, subcutâneo levemente baixo em
MORTALIDADE NEONATAL associadas a asfixia perinatal e membros
síndrome de aspiração de mecônio • Malnutrido fetal grau II – pele seca, apergaminhada,
descamação mais evidente, subcutâneo baixo em
• Medidas de prevenção primaria, recursos humanos
membros e tórax, pele, unhas e cordão umbilical
capacitados para atender ao parto e reconhecer
impregnados de mecônio verde amarelado
complicações
• Malnutrido fetal grau III – pele muito seca,
RECEM NASCIDO – CLASSIFICAÇÃO descamação intensa e subcutâneo baixo em todo
corpo, impregnação de mecônio amarelo
Classificação de acordo com:
acastanhado.
• Idade gestacional
*QUANTO MAIS SECO = MAIS GRAVE e maior grau
• Peso ao nascer
• Relação peso/idade gestacional ASSISTÊNCIA AO RN
• Estado nutricional
• Começar ainda no pré-natal: identificando fatores
de risco maternos + estimulo amamentação
• Na maternidade – antes do parto – coletar
1-IDADE GESTACIONAL:
Anamnese, IG, evolução da gestação, exames,
• Termo: 37 a 41 e 6 dias semanas sorologias, grupo sanguíneo, infecção de urina,
• Pré-termo: <37 semanas pesquisar Streptococcus, USG olhar se tiver
➢ Pré-termo tardio: 34 a 36 e 6 dias semanas • Ao nascimento – cuidados da sala de parto, olhar RN,
➢ Pré-termo extremo: <28semanas verificar se necessita de reanimação
• Pos-termo: > ou igual 42sem VITALIDADE DO RN
1 – avaliação da IG pode ser feita pelo pediatra pelo método 3 perguntas que indica não necessita de reanimação:
new ballard *NÃO IRA COBRAR DETALHES
1. termo ou maior ou igual a 34 semanas?
PRREMATURIDADE: FATORES DE RISCO
2. respirando ou chorando?
• Síndromes asfixicas
• Imaturidade pulmonar 3. tem tônus muscular em flexão?
• Hemorragia intraventricular Se qualquer resposta NÃO-> REANIMAR
• Encefalopatia bilirrubinica
• Retinopatia RN TERMO COM BOA VITALIDADE: se SIM
• Distúrbios nutricionais e metabólicos
• RN posicionado sobre o abdome materno ou ao nível
• Infecções da placenta, por 1 a 3min antes de clampear o cordao
• Atraso do DNPM (desenvolvimento
neuropsicomotor) CLAMPEAMENTO TARDIO DO CORDÃO

2-RELACAO PESO/IG: • Esperar 1min ao bebe nascer e clampear o cordão


umbilical do bebe
• PIG – pequeno para IG (<p10) – por constituição • Maior ou igual 34sem: 1-3min
genética ou fatores maternos ou do próprio feto
• Menor 34sem: 30-60seg
• AIG – adequado para IG (entre p10 e 90)
• Pode elevar necessidade de fototerapia por • Boletim apgar 2x
hiperbilirrubinemia indireta na primeira semana de • Prevenção de oftalmia gonocócica
vida • Prevenção do sangramento por deficiência de WK
• Antropometria
• Identificação
SE NASCER RUIM?
• Detecção da incompatibilidade sanguíneo materno
• Cortar imediatamente o cordão e fazer reanimação fetal
neonatal • Cobrar resultado do teste rápido da mãe p/ filho
• Avaliação sorológica HIV (+3 meses no pré-natal)
BOLETIM DE APGAR
• Rastreio infeccioso no RN com contexto infeccioso
• Avalia as condições do recém-nascido + medidas a materno
serem tomadas
CUIDADOS COM RN
• Não deve ser usado para avaliar a necessidade de
reanimação neonatal • Exame físico – Nas primeiras 4 horas de vida->
• Avaliar os pontos – somatório (0-2 por sinal)-> identificar presença de icterícia (5 zonas)
pontuação maxima =10
• 5 sinais objetivos: FC (contar 6s e multiplicar por 10),
padrão respiração, tônus, irritabilidade reflexa
(reação do bebe) e cor do bebe
• Aplicado 2 vezes: 1° minuto após nascer + 5° minuto
• Se nascer totalmente roxo ou pálido – classifica em
zero
• Avaliar no 5min depois e ver a pontuação

• Normograma Bhutani -> avaliar se será necessário


de banho de luz (tomar fototerapia) – pedir bilirrubina

• Está com icterícia e zona de alto risco -> internar e


fazer banho de luz

ALEITAMENTO MATERNO
Obs: se no 5°min APGAR MENOR OU IGUAL 6, deve-se
continuar calculando de 5 em 5min até se obter pontuação >6 • Estimular e orientar
• Regime de livre demanda
Classifica o RN como:
• Detectar, orientar e resolver dificuldades durante a
• SEM asfixia (8-10 pts) permanência no AC
• COM asfixia (5-1 pontos) ASSISTENCIA AO RN
• COM asfixia MODERADA (3-4 pontos)
• COM asfixia GRAVE (0-2 pts) Realizar os testes de triagem neonatal:

CUIDADOS DEPOIS QUE O BEBÊ NASCE • Teste coraçãozinho


• Teste da orelhinha
• Reanimação? • Teste da linguinha
• Laqueadura do cordão ? • Teste olhinho
• Teste pezinho – ambulatorialmente

E programar a alta : após 48 horas de vida

PARA RECEBER ALTA:

• BOA vitabilidade
• Sem dificuldade na amamentação
• Ter feito coco e xixi
• Não deve estar ictérico ou com icterícia sem nível para
fototerapia

A ALTA:

• A família recebe alguns documentos:


1. Declaração de nascido vivo (DNV) – 3 vias
2. Sumario de alta + caderneta da criança = dados
antropométricos, apgar, classificação RN,
intercorrências, procedimentos e tratamento clínicos
no período hospitalar
• Prescrição e orientações
• Programação da 1° consulta ambulatorialmente

1° CONSULTA

• No 5 dia de vida
• Verificar estado geral da CRIANÇA, icterícia, lactação
e amamentação
• Teste do pezinho e orientações sobre as doenças
triadas
• Aplicar BCG e 1° dose de Hep B e retornar para
próximas vacinas
• Verificar se for realizado VDRL na internação pro parto
(SIFILIS)

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