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Aula 3

A Teoria Clássica da Administração, formulada por Henri Fayol em 1916, enfatiza a importância da administração eficiente e o papel do gerente no sucesso organizacional. Fayol propôs 14 princípios de administração, como divisão do trabalho, unidade de comando e hierarquia, que visam orientar a gestão e melhorar a produtividade. Apesar de suas contribuições, a teoria recebeu críticas por sua visão limitada do trabalhador e pela falta de evidências experimentais.

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A Teoria Clássica da Administração, formulada por Henri Fayol em 1916, enfatiza a importância da administração eficiente e o papel do gerente no sucesso organizacional. Fayol propôs 14 princípios de administração, como divisão do trabalho, unidade de comando e hierarquia, que visam orientar a gestão e melhorar a produtividade. Apesar de suas contribuições, a teoria recebeu críticas por sua visão limitada do trabalhador e pela falta de evidências experimentais.

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UNIVERSIDADE FEDERAL DO VALE DO SÃO FRANCISCO – UNIVASF

Colegiado Acadêmico de Engenharia de Produção - CPROD

Teoria Clássica da Administração - Fayol

Prof. Me. Pedro Vieira

1
INTRODUÇÃO

A Teoria Clássica surgiu em 1916, na França, a partir das investigações de


Henri Fayol, o qual tinha por objetivo formular um modelo de administração
baseado em princípios e técnicas.

2
INTRODUÇÃO

Fayol olhou a empresa de cima para baixo.

Sua preocupação era com a eficiência.

Fayol criou os princípios de administração para orientar, guiar o gerente


no processo administrativo.

3
INTRODUÇÃO

Fayol entendia que o sucesso da organização estava inevitavelmente


associado aos papéis do gerente.

“Todos têm necessidade, em maior ou menor nível, de noções administrativas. Na


família, nos negócios do Estado, a necessidade de capacidade administrativa está
em relação com a importância da empresa; para os indivíduos, essa necessidade
é tanto maior quanto mais elevada é a posição que ocupam.”

4
INTRODUÇÃO

Fayol defendia que o componente administrativo supera o técnico para


determinar o desenvolvimento de qualquer organização.

Em outras palavras, uma empresa pode ter o melhor time de profissionais


com conhecimento técnico, mas, se não tiver bons gestores, é provável que
fracasse.

5
INTRODUÇÃO

https://www.diariodepernambuco.com.br/noticia/economia/2
025/03/seis-em-cada-dez-empresas-no-brasil-nao-sobrevivem-
apos-cinco-anos.html
6
INTRODUÇÃO

7
INTRODUÇÃO

https://www.relise.eco.br/index.php/relise/article/view/180
8
PRINCÍPIOS

1. Divisão do trabalho

Fayol entende que o trabalho precisa ser bem definido e que cada
colaborador deve entender qual é o seu papel dentro da organização. Isso gera
um aumento de produtividade e melhor aproveitamento dos recursos humanos e
financeiros da empresa.

9
PRINCÍPIOS

1. Divisão do trabalho

10
PRINCÍPIOS

2. Autoridade e responsabilidade

Cada gestor tem o papel de dar ordens, para isso ele deve ter autoridade,
ser líder e ser percebido dessa forma. Os funcionários precisam estar aptos a
receber os comandos e cumprirem seu papel levando em conta o que foi
solicitado.

11
PRINCÍPIOS

3. Unidade de comando

Cada colaborador deve receber orientações de uma única pessoa para


manter a clareza dos direcionamentos, respeitando a hierarquia da empresa. O
líder deve ser o superior imediato.

12
PRINCÍPIOS

4. Unidade de direção

A empresa deve ter um único direcionamento, alinhada com todos os


colaboradores, buscando o mesmo objetivo. É importante que isso fique claro para
todos e um planejamento estratégico ajuda a esclarecer qual é essa direção.

13
PRINCÍPIOS

5. Disciplina

Regras de conduta devem ser estabelecidas para que os funcionários


saibam como devem se portar e manter a ordem dentro da organização.

14
PRINCÍPIOS

6. Prevalência dos interesses gerais

Cada colaborador deve entender que os interesses da organização são


mais importantes e devem prevalecer sob os interesses individuais, para que um
objetivo maior seja alcançado.

15
PRINCÍPIOS

7. Remuneração

A remuneração deve ser suficiente para garantir a satisfação do funcionário,


mas também tem que estar de acordo com o que a empresa pode oferecer.

16
PRINCÍPIOS

8. Centralização

Serve tanto para as autoridades como as atividades. O líder carrega a


responsabilidade, mas pode dividi-la e delegá-la em subgrupos para que todos
possam realizar adequadamente seus papéis.

17
PRINCÍPIOS

8. Centralização

18
PRINCÍPIOS

9. Hierarquia

É um dos princípios mais fortemente defendido por Fayol. Ele acredita que
é necessário haver alguém com autoridade para conduzir todo o processo da
empresa, que pode ir se dividindo entre os subordinados.

19
PRINCÍPIOS

10. Ordem

Cada coisa e pessoa deve ter um lugar específico e determinado dentro da


estrutura da organização, visando manter a organização e o bom andamento das
atividades.

20
PRINCÍPIOS

11. Equidade

Fayol considera a equidade uma combinação entre benevolência e justiça,


que colabora para o bom desempenho de empregados e equipes.

21
PRINCÍPIOS

12. Estabilidade

Todo empregado necessita de tempo para aprender, firmar os


conhecimentos e executar suas atividades com qualidade.

22
PRINCÍPIOS

13. Iniciativa

Cada colaborador ou unidade deve ter capacidade para estabelecer e


executar planos, levando em conta os objetivos da empresa.

23
PRINCÍPIOS

14. Espírito de equipe

Todos devem ter consciência de classe, entender que o trabalho é feito em


conjunto e que juntos é possível proporcionar melhores resultados.

24
PRINCÍPIOS

14. Espírito de equipe

25
POCCC

Para Fayol Administrar é:

• Planejar (o futuro e traçar plano de ação).


• Organizar (recursos físicos e sociais).
• Comandar (dirigir e orientar).
• Coordenar (harmonizar esforços).
• Controlar (verificar cumprimentos das regras).

26
CRÍTICA

Fayol via o trabalhador como uma peça no processo de produção e


submetido a uma supervisão policialesca;
Não corresponde à verdade o conceito genérico de que o trabalhador não
tem outros interesses e motivações senão os representados pela recompensa
financeira;
Ausência de trabalhos experimentais que comprovassem a teoria.

27
PRINCÍPIOS

28
QUESTÕES

1. Como você avalia uma remuneração justa?

2. Como a padronização das atividades pode influenciar a eficiência de um


processo ou operação?

29

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