Cartilha Aromaterapia
Cartilha Aromaterapia
em Práticas
Integrativas em Saúde
AROMATERAPIA
O DESPERTAR PARA O AUTOCUIDADO
LAPACIS
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS
FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS
LABORATÓRIO DE PRÁTICAS ALTERNATIVAS, COMPLEMENTARES E INTEGRATIVAS EM SAÚDE
Autores:
[Link] – UNICAMP
CAMPINAS
1ª Edição
2024
Título Original:
Coleção primeiros passos em práticas integrativas em saude: Aromaterapia o Despertar
para o autocuidado.
Todos os direitos reservados e protegidos. Nenhuma parte desta obra pode ser reproduzida
ou transmitida por qualquer forma e/ou quaisquer meios (eletrônico ou mecânico, incluindo
fotocópia e gravação) ou arquivada em qualquer sistema ou banco de dados sem permissão
escrita do detentor do “Copyright”, e sem estar de acordo com a lei n° 9.610/98. Foi rea-
lizado o deposito legal na Fundação Biblioteca Nacional, de acordo com as leis 10.994, de
14/12/2004, e 12.192 de 14/01/2010.
LAPACIS
UNICAMP
FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS
BIBLIOTECA
CDD. 615.89
• Agradecimentos
Às seis companheiras “aromáticas” que nesse trabalho cheio de aromas e descobertas de si,
vai além do eu, levando a compreensão do outro pela óptica dos óleos essenciais. Ao Lucas
Patrício, por sua colaboração em todo o processo de mídia na produção da nossa oficina,
Max Da Pieve,nosso diagramdor, quem muito nos auxiliou com as questões técnicas para a
publicação desta cartilha.
• Agradecimentos individuais
Eu, Alessandra Lima, agradeço a Deus na pessoa da Santíssima Trindade e a Sagrada Família,
por me abrir os olhos para a sua criação e me fazer entender o seu valor e sua importância. Aos
meu pai (In Memoriam), minha mãe Maria de Fatima, a minha irmã Ana Paula e seu esposo
Leonardo que me deram sobrinhos maravilhosos: Helena Fatima e Gael e ao meu amor Erick
Luiz, obrigada por todo apoio e incentivo; com vocês minha história tem cor e aroma. Agrade-
ço também ao agrônomo Rommel Sauerbronn da Cunha e ao biólogo Billy Valmir Moraes e a
minha amiga Drª Solange dos Santos Cerqueira por fornecerem imagens para nossa oficina do
trabalho de conclusão de curso e para a ilustração desta cartilha. Ah! Vetiver não posso deixar
de te agradecer, você não foi meu primeiro óleo essencial, mas foi marcante, fixou seu aroma
em mim, me ajudou a dispersar o que já não era necessário e a fixar o essencial para a minha
vida e na vivência entre a família e amigos. E a vocês: Daiane, Silvia, Mônica, Pricila e Carina,
obrigada pela parceria.
Eu, Carina Lordelo agradeço a Maria e Pedro Lordelo pelos saberes compartilhados e terem
me ensinado o essencial da vida.
Eu, Pricila Ferrari, agradeço a Deus pelos teus planos para minha vida, pois são sempre maio-
res que meus próprios sonhos. Gratidão a todas as meninas do grupo pela incondicional par-
ceria para elaboração desta cartilha. Sou grata ao meu marido Caio e minha filha Sophia que
nunca me recusaram amor, apoio e incentivo.
Para mim, Daiani Bello, a gratidão é uma benção que traz em sua dimensão o imensurável
amor que tivemos para conseguir chegar onde chegamos. Agradeço a minha mãe Wilma Belo
Medeiros, ao meu namorado Rafael Eugênio e aos meus primos Carlos Eduardo e Paulo Ricar-
do, por me acolherem e me fortalecerem nesta caminhada que se concretiza neste trabalho. A
vocês o meu amor em forma de gratidão. Agradeço as minhas colegas deste trabalho, cada uma
com sua ação essencial, para que chegássemos neste resultado. Ao óleo essencial de laranja
doce, que me acompanhou neste período de construção, me auxiliou no encontro da minha
criança interior e na minha cura do câncer de Tireoide. Também aos anjos que hoje tem outra
morada, mas que certamente estão felizes por minha conquista, meu pai Domingos, minha avó
Maria, meu avô João Francisco, minha avó Jardelina, meu amigo Lucas Egídio. Ao divino criador
de tudo que há, ao mestre Jesus e a todos os meus ancestrais, que são parte do que sou en-
quanto Ser e profissional farmacêutica, na missão de promoção de saúde e cura pela conexão
com a natureza.
Eu, Silvia Patricio, quero agradecer a Deus, que está à frente de tudo em minha vida, aos meus
pais, que são meu alicerce, ao meu irmão Lucas, que sempre está ao meu lado para tudo,
aos meus amigos: Ewerton Pereira, Marcelo Abel, Patrícia Odilon e Simone Santos pelo apoio.
Também a Virgínia Mota que me incentiva a buscar cada vez mais conhecimento nesta área
maravilhosa das PICS e a todos aqueles que contribuíram, de alguma forma, para a realização
deste trabalho.
Eu, Mônica, agradeço à dedicação e admiração dos meus pais (In Memorian), Alcides e Ivonete;
ao meu amado Marcelo, pelo entusiasmo com o meu crescimento pessoal e profissional; e as
minhas meninas: Ana, Agatha e Alicia, vocês deixam a minha vida mais colorida e alegre. Obri-
gada por embarcarem nos meus sonhos. Agradeço aos Coordenadores, Professores e amigos
da Pós graduação, por proporcionarem encontros tão ricos e repletos de conhecimento cienti-
fico, e pela coragem de seguirem no caminho das práticas integrativas.
“Respirar é a primeira coisa que fazemos ao nascer e a última
quando morremos. Que todos esses milhões de movimentos sejam
valiosamente aproveitados em sua vida!”
CORAZZA
• SUMÁRIO
• INTRODUÇÃO ............................................................................................................................8
• AUTOCUIDADO ...................................................................................................................... 11
DESPERTANDO UM OLHAR PARA SI MESMO....................................................................... 11
MEU CUIDADO COM O ÓLEO ESSENCIAL. ............................................................................ 12
• NO INÍCIO ERA SÓ AROMA?................................................................................................... 12
A HISTÓRIA DO USO DA AROMATERAPIA ............................................................................ 14
• O QUE SÃO ÓLEOS ESSENCIAIS? ............................................................................................ 14
USO CONSCIENTE DOS ÓLEOS ESSENCIAIS. ......................................................................... 15
• PROCESSO DE EXTRAÇÃO DOS ÓLEOS ESSENCIAIS ................................................................ 16
• VIAS DE ADMINISTRAÇÃO ...................................................................................................... 16
VIA OLFATIVA.......................................................................................................................17
VIA CUTÂNEA/ DÉRMICA ..................................................................................................... 17
VIA ORAL. .............................................................................................................................18
• CARREADORES........................................................................................................................ 18
• MATEMÁTICA AROMÁTICA .................................................................................................... 19
• FARMACOCINÉTICA DOS ÓLEOS ESSENCIAIS.......................................................................... 20
• CROMATOGRAFIA................................................................................................................... 21
• QUIMIOTIPO ............................................................................................................................ 21
DIFERENÇA DAS PLANTAS COM NOMES PARECIDOS........................................................... 22
• COMO TER UM ÓLEO ESSENCIAL DE QUALIDADE. ................................................................. 25
• CONTRA INDICAÇÃO E TOXICIDADE. .......................................................................................26
• CONSULTA AROMÁTICA ........................................................................................................ 27
PARA SEU PRÓPRIO CUIDADO COM O ÓLEO ESSENCIAL, DEVE-SE SABER: ....................... 27
• PEDILÚVIO: ESCALDA PÉS TERAPÊUTICO ............................................................................... 28
• COMO PREPARAR UM PEDILÍVIO ........................................................................................... 28
• O USO DOS ÓLEOS ESSENCIAIS NA AROMATERAPIA CLÍNICA ................................................29
• ÓLEO ESSENCIAL DE ROSMARINUS OFFICINALIS/SALVIA ROSMARINUS - ALECRIM. ................. 31
• ÓLEO ESSENCIAL CITRUS AURANTIUM – LARANJA ................................................................31
• ÓLEO ESSENCIAL DE MENTHA PIPERITA - HORTELÃ PIMENTA............................................... 32
• ÓLEO ESSENCIAL DE MELALEUCA/TEA TREE. ......................................................................... 34
• ÓLEO ESSENCIAL DE LAVANDULA AUGUSTIFOLIA LAVANDA FRANCESA ............................... 36
• ÓLEO ESSENCIAL DE CHRYSOPOGON ZIZANIOIDES VETIVER ................................................. 37
• USO DO ÓLEO ESSENCIAL E HIDROLATO DE VETIVER ........................................................... 38
• CONSIDERAÇÕES FINAIS. ....................................................................................................... 39
• GLOSSÁRIO ............................................................................................................................. 41
• REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. ............................................................................................. 44
• INTRODUÇÃO
O uso das plantas, remonta ao período pré-
-histórico. Antigas civilizações utilizavam o co-
nhecimento do fogo para aquecer às plantas e
produzir uma fumaça em homenagem aos deu-
ses. Apenas no período neolítico (4.000 a.C.), o
homem organizado em tribos passou a cultivar
as plantas e a extrair os óleos vegetais (CORA-
ZZA 2010).
8
dicionais, Complementares e Integrativas (MTCI) no sistema nacional de
saúde (BRASIL, 2018b).
9
• Práticas Integrativas e
Complementares em Saúde (PICS)
As Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS) são abordagens
terapêuticas que têm como objetivo prevenir agravos à saúde, a promover
e recuperação da saúde, enfatizando a escuta acolhedora, a construção
de laços terapêuticos e a conexão entre ser humano, meio ambiente e so-
ciedade. Estas práticas foram institucionalizadas pela Política Nacional de
Práticas Integrativas e Complementares no Sistema Único de Saúde (PNPIC)
Nos anos de 2017 e 2018, a política foi ampliada em 29 novas práticas foram
incluidas com a publicação das portarias GM nº 849/2017 e GM nº 702/2018:
arteterapia, ayurveda, biodança, dança circular, meditação, musicoterapia,
naturopatia, osteopatia, quiropraxia, reflexoterapia, reiki, shantala, terapia
comunitária integrativa, yoga, aromaterapia, apiterapia, bioenergética, cons-
telação familiar, cromoterapia, geoterapia, hipnoterapia, imposição de mãos,
ozonioterapia e terapia de florais.
10
• AUTOCUIDADO
Segundo definição da Organização Mundial da
Saúde (OMS), o autocuidado refere-se às habilidades
de indivíduos, famílias e comunidades em promover
saúde, prevenir doenças, manter a saúde e em lidar
com a doença ou a incapacidade, com ou sem o
suporte de um profissional de saúde (MINISTÉRIO
DA SAÚDE, 2023).
• O seu lazer?
• O seu espiritual?
Tem como cuidar da sua dor sem olhar tudo que está em você e que te rodeia?
Talvez essa não seja a prática da medicina biomédica que se está acostumado
a receber. Mas aqui falamos sobre as Práticas Integrativas Complementares
da Saude – PICs – em especial a prática de aromaterapia. (PIRES, 2021)
11
“O ato de cuidar, é orientado pelo princípio da amorosidade, por-
tanto, construído de forma compartilhada pelos interesses comuns
entre quem cuida e o sujeito do cuidado, como forma de pro-
mover a autonomia do sujeito com vistas à sua emancipação...”
(BORNSTEIN, Vera Joana et al (Org.). Curso de Aperfeiçoamento
em Educação Popular em Saúde: textos de apoio. Rio de Janeiro:
EPSJV, 2016.)
• Há toxicidade e contraindicação?
12
ou flor, por uma névoa aromática que estes elementos da natureza exala-
vam quando queimados, o que deu origem ao que conhecemos hoje como
Perfume, (latim “per fumum”) que significa “pela fumaça”. (AMARAL, 2021)
13
guínea, até as células-alvo, para produzir o efeito sistêmico. Assim se faz o
mecanismo olfativo. (WOLFFENBUTTEL, 2019)
Existem nomenclaturas especificas para cada uso dos aromas, que de-
terminam sua pesquisa e forma de uso. Na terapia que utiliza óleo essen-
cial natural, 100% puro e 100% completo, de origem botânica conhecida e
composição química integral, a prática é nomeada por aromaterapia, termo
criado em 1937 por René-Maurice Gattefose. Contudo o estudo técnico dos
óleos essenciais na sua atuação farmacológica no organismo, termo criado
em 1970 e é reconhecida como aromatologia. Já a aromacologia é o estudo
do aroma e seus efeitos psicofisiológicos, sem distinção de óleos essenciais
puros, fragrâncias sintéticas, óleos essenciais adulterados e falsificados, criada
pelo Sense of Smell Institute (SSI) em 1989. (WOLFFENBÜTTEL, 2019; MALUF
2008, GÜMBEL, 2016).
14
herbívoros, agentes patogênicos, plantas competitivas e também para per-
petuar a espécie, atraindo animais e insetos polinizadores, protegendo a
planta da perda de água e aumento da temperatura.
Estão localizadas nas flores, folhas, casca de árvores, casca de frutas cí-
tricas, raízes, bagas, sementes e seivas, de onde são extraídas.
• A dosagem;
15
• PROCESSO DE EXTRAÇÃO DOS ÓLEOS
ESSENCIAIS
Há escritos que relatam a existência do alambique de destilação de óleos
essenciais há mais de 5 mil anos a.C, porém foi Avicena, (Ibn Sina) quem
processou a destilação do primeiro O.E. puro: na ocasião realizou a destila-
ção a vapor de rosas.
• VIAS DE ADMINISTRAÇÃO
As notas aromáticas, segundo MALUF (2008) E GÜMBEL (2016) e as in-
terações entre o efeito farmacológico e o corpo humano, relacionados na
figura 5, são associados da seguinte forma: as flores e os frutos geram as
notas altas, também conhecidas como notas de cabeça, que possuem in-
teração com a epiderme e sistema nervoso central; as notas médias ou de
16
corpo que se associam a derme, são os produtos da destilação das cascas,
caule e sementes; os óleos voláteis das raízes, de resina na perfumaria, são
os chamados fixadores e conhecidos como notas de base, com volatilização
lenta..
INTERAÇÃO DO CORPO HUMANO COM A FUNÇÃO DOS ÓLEOS ESSENCIAIS
E O LOCAL DA SUA EXTRAÇÃO
• VIA OLFATIVA
• Massagem terapêutica
• Banhos terapêuticos
17
• Compressas
• Pomadas
• Sauna
• VIA ORAL
• CARREADORES
Devido a sua alta volatilidade e grande concentração em composição
ativa o óleo essencial precisa de um meio condutor e diluição, são chama-
dos carreadores:
18
• MATEMÁTICA AROMÁTICA
É utilizada no processo denominado sinergia/blend, que é a mistura do
óleo essencial e também na diluição com carreador, criando um efeito te-
rapêutico com a junção dos componentes químicos individual existente
em cada óleos essenciais.
• Cipreste–Cupressus sempervirens;
• Gengibre–Zingiber officinale.
19
Para 500ml de uma mistura com 3% de óleo essencial, temos:
20
• Parte do filtrado pode interagir com outros órgãos e tecidos difundi-
dos na pele sendo armazenados no tecido adiposo e são eliminados
na transpiração.
• CROMATOGRAFIA
É a análise de um produto pelo cromatógrafo a gás que utiliza um banco
de dados que comporta informações do padrão químico do óleo essencial
de cada planta. Essa análise permite conhecer os componentes químicos
presentes no óleo essencial, assim como confirmar ou descartar algum tipo
de adulteração ou falsificação do produto.
• QUIMIOTIPO
O quimiotipo, também chamado por Wolffenbüttel, por raça química,
apresenta a composição química majoritária presente no óleo essencial.
Essa informação é importante para determinar o tipo de ação que o óleo
essencial vai desempenhar para cada tipo de tratamento. Vale ressaltar que
o tipo de destilação pode fornecer quimiotipos diferentes, em uma mesma
planta.
Isso é bem relativo, visto que a ação terapêutica dos óleos essenciais é
determinada pela composição química e é essa composição que vai gerar a
ação terapêutica desejada. Para isso, é preciso utilizar o óleo essencial 100%
completo, 100% puro e 100% natural.
21
• qt.2 – cineol, 1.8 cineol ou eucaliptol – bactericida, restaurador do apa-
relho respiratório, antisséptico, com ação expectorante e desconges-
tionante;
• Rosmarinus Officinalis ;
• Lavandula dentata.
• Lavandula angustifolia;
• Lippia alba.
• Rosmarinus officinalis;
• Melaleuca alternifolia;
• Eucalyptus globulus.
Será que todos os alecrins são iguais e tem as mesmas funções? Existem
várias plantas que podem ter o aroma parecido, as folhas e até mesmo o
nome popular, mas isso não significa que elas sejam a mesma planta e
tenham o mesmo efeito. Isso porque o efeito que as plantas produzem está
relacionado com os componentes químicos delas. Segue exemplo de como
um nome popular interfere na compreensão da planta.
22
É muito importante ficar atendo à descrição física da planta: cor das flores,
frutos e folhas e formato das folhas, flores, seu tamanho. etc. pois ajudam
no processo para diferenciar uma planta de outra.
• ROSMARINUS OFFICIANA-
LIS/SALVIA ROSMARINUS
Originária da Região Mediterrânea e cul-
tivada em quase todos os países de clima
temperado de Portugal à Austrália. Possui
porte subarbusto lenhoso, ereto e pouco rami-
ficado de até 1,5 m de altura. Suas folhas são
lineares, (como é possível observar na figura
7), coriáceas e muito aromáticas, medindo
1,5 a 4 cm de comprimento por 1 a 3mm de
espessura. Flores azulado-claras, pequenas
Figura 7: foto de Rosmarinus officianalis/Salvia
Rosmarinus plantada em vaso, em Angra dos reis.
e de aromas forte e muito agradável.
Autora aluna Alessandra Lima Marcos Santos do
curso de Especialização Práticas Integrativas em
Saúde: Ampliação da Cultura do Cuidado.
23
• BACCHARIS DRACUNCULI
FOLIA
Originária do Brasil, Bolívia, Paraguai, Uru-
guai, norte e centro da Argentina. Com porte
de arbusto lenhoso, perene podendo che-
gar a 4 metros de altura. Uma planta dióica,
apresenta diferentes anatomias, assim como
forma, cor, cheiro de folhas, flores, galhos,
conforme observado na figura 8. Tem dife-
renças na composição química no metabo-
lismo secundário. Curiosidade: suas folhas
tem cheiro de mel e as abelhas se utilizam Figura 8. Foto do Baccharis dracunculifolia Alecrim
dessa planta para produzir a própolis verde. dourado, retirado na Mandala-UNICAMP. Autora:
Aluna Pricila Ferrari do curso de Especialização
Práticas Integrativas em Saúde:
Outra planta de destaque é a popular “la- Ampliação da Cultura do Cuidado.
vanda” utilizada por muitos para auxiliar na
insônia, ansiedade, e determinados tipos de
depressão. Alguns gêneros de lavanda são relaxantes, facilita o sono e em
caso de depressão leve, quando o indivíduo está em estado de apatia, esse
tipo de lavanda não é o mais indicado.
24
Tabela segundo estudo de FIGUEIREDO e MORAES (2019)
Por vezes o uso do óleo essencial não surte o efeito esperado. Isso pode
ocorrer devido aos nomes populares ou nomes botânicos parecidos ou até
mesmo iguais, como também pela utilização de um produto com quimiotipo
diferente da ação esperada. Como por exemplo usar a Lavandula dentata
para a insônia podendo levar a agitação.
• Nome em latim;
• Nome popular;
• Tipo de destilação;
• Geotipo;
• Frasco âmbar;
• Registro no MS/ANVISA;
25
• Químico responsável;
• Lote;
• Prazo de validade;
• Cromatografia.
• CONTRAINDICAÇÃO E TOXICIDADE
• É preciso ter ATENÇÃO na prática da aromaterapia em crianças, ges-
tantes e idosos;
26
• CONSULTA AROMÁTICA
Um lugar ideal para a escuta ativa. É a partir desta consulta que o seu
aromaterapeuta irá produzir as orientações de acordo com as suas falas,
com óleos essenciais voltados para as necessidades apresentadas.
27
• O quimiotipo do óleo essencial escolhido
• Toxicidade e contraindicação
BENEFÍCIOS:
CONTRAINDICAÇÕES:
• Tina/Balde apropriado;
28
lhas, não misture vários itens, a água morna já produz bons resultados.
Recomendamos cautela na adição destes itens, principalmente para
os portadores de doenças crônicas.
Os benefícios do pedilúvio são tantos, que ele pode ser realizado fre-
quentemente.
Prepare o ambiente:
29
essenciais com majoritário de cariofileno, anti-inflamatórias e ansiolíticas,
bem como à modulação do estresse e do humor. (WOLFFENBÜTTEL, 2019,
GÜMBEL, 2016; MALUF, 2008).
Lavanda
Laranja
Hortelã Pimenta
Óleo essencial
Eucalipto Glóbulos
Eucalipto Citriodora
Cravo
Copaba
Alecrim
Efeito
Efeito Analgésico Ansiolítico Antibiótico
Anticoagulante Antidepressivo Anti-inflamatório Artrite
Artrose Ativa circulação Calamante Cicatrizante
Diurético Estimulante Exaustão Física e Mental Expectorante
Hipertensor Hipotensor Reduz estresse Regulador do sistema nervoso
Relaxante muscular Revigorante Sedativo
Gráfico 1: Foi produzido com o programa DataWarriar, segundo MALUF, 2008; GÜMBEL, 2016; LI et al, 2017. Aonde as linhas
representam os aromas voláteis e colunas os efeitos esperados. Autora Alessandra Lima Marcos Santos
30
• ÓLEO ESSENCIAL DE ROSMARINUS OFFICINA-
LIS/SALVIA ROSMARINUS - ALECRIM
Originário da Região Mediterrânea e cultivada
em quase todos os países de clima temperado
como no Brasil, o alecrim também conhecido
popularmente como Alecrim-de-jardim; alec-
rim; rosmarino; labinotis; alecrinzeiro; alecrim-
comum; alecrim-de-cheiro;alecrim-de- horta;
erva- coada;flor-do-olimpo; rosa-marinha; ros-
marinho, precisamente da espécie Rosmarinus
officinalis , cuja família botânica é Lamiaceae,
e o gênero Rosmarinus, apresenta porte sub-
arbustivo lenhoso, ereto e pouco ramificado
de até 1,5 m de altura. Suas folhas são lineares,
coriáceas e muito aromáticas, medindo 1,5 a 4
cm de comprimento por 1 a 3mm de espessura
conforme figura 8.
(Figura 10) Imagem Rosmarinus officinalis –
A destilação do seu óleo essencial de colo-
Alecrim. Fonte: PIXABAY. Ver página aqui.
ração amarelada, quase transparente é feita
por vapor d’água ou destilação a vapor, usando seus ramos floridos de flo-
res azulado-claras. Apresentam componentes químicos como QT1- cânfora
que é um excelente estimulante cognitivo e potente relaxante muscular. O
QT2-cineol com propriedades para o trato respiratório e o QT3 verbenona
com funções hepatodesintoxicantes e estimulantes.
Sua fototoxicidade, não permite que seja feito o uso em áreas do corpo
que terão exposição à luz solar. Deve-se ter muito cuidado na aplicação
tópica podendo causar queimadura e dermatites de contato. É também
contraindicado seu uso por pessoas hipertensas, epilépticas, gestantes, be-
bês e crianças.
31
sensação refrescante, que ativa a
inspiração, exalação e o movimen-
to, atuando em padrões corporais
rígidos e nas verbalizações “estamos
cansados”, resgatando harmonia
(Aromaterapia espiritual). (ANJOS,
1996).
32
Seu nome científico é Mentha pi-
perita, classificação conforme sua
taxonomia: Reino: Plantae, Filo: Tra-
cheophyta, Classe: Dicotiledóneas
(Magnoliopsida), Ordem: Lamiales,
Família: Lamiaceae (Labiatae), Gênero:
Mentha, Espécie: Mentha piperita L.
33
Auxilia a desenvolver o forte senso do eu, se libertar de dúvidas e medos,
além de recuperar a alegria após períodos de tristeza.
O uso do óleo essencial desta planta também está associado a uma série
de efeitos fisiológicos tais como: efeitos espasmolíticos, carminativos, esto-
máquicos, anti-helmínticos, antimicrobianos e antiprurido (GRUENWALD
ET AL., 2000; GOERG & SPILKER, 2003).
34
Classe Magnoliopsida, Ordem Mytales, Familia Myrtaceae, Gênero Melaleuca,
Espécie Melaleuca alternifolia.
35
O uso do óleo essencial de Melaleuca, possui várias finalidades. Na condi-
ção emocional, ele ajuda quem tem pensamentos destrutivos e obsessivos,
e promove clareza mental, estimula o foco, amplia a visão diante de grandes
negativas. Na condição espiritual, expande todos os chakras e os alinha com
o chakra da coroa, estabelecendo novas convicções e normas sociais. É um
óleo fundamental para limpar o campo energético.
36
proteção e elevação de energia. Indicada para qualquer tipo de [Link]
propriedades antissépticas a tornam ideal para um vapor de limpeza facial
que combate a acne.
37
tântricas. Na cultura indígena o capim vetiver era utilizado pelos xamãs para
desvendar os mistérios da terra (CHAVES, 2013; SANTOS, 2013). Na mitologia
nórdica o vetiver é a planta (árvore) da deusa Syn. Protetora das fronteiras
e a defensora dos limites. A deusa da negação era a guardiã das entradas e
negava a passagem daqueles que não tinham permissão para prosseguir.
Considerada justa pelos povos nórdico e por isso em questões judiciais re-
corriam a ela para a efetiva justiça sobre as suas causas.
No uso estético tem ação regenerativa por isso é ideal para peles maduras,
na prevenção do envelhecimento cutâneo e na derme irritada. Promove a
cicatrização sendo usada na acne, feridas e escaras. Auxilia no controle da
oleosidade e no tratamento de manchas escuras, na estimulação de colá-
geno e elastina.
38
fortalece o sistema imunológico, estimula o sistema circulatório. É anti-in-
flamatório e antiespasmódico. Por se anti-inflamatório tem ação benéfica
em pacientes com artrite e reumatismo.
Com todas essas maravilhas e usos você já deve estar pensando “vou
comprar o meu óleo essencial de vetiver e vou usar, será ótimo pra mim”,
mais cuidado com esse óleo essencial, pois ele também possui contraindi-
cações. Não é indicado o uso de gestantes, lactantes, hipotensos, crianças
e em pessoas em tratamento renal, devido ao aumento da atividade renal.
• CONSIDERAÇÕES FINAIS
Esta cartilha, fruto das oficinas realizadas por nós, alunas do curso de
formação de especialistas em Práticas Integrativas em Saúde (PIS): amplia-
ção da cultura de cuidado, através do Laboratório de Práticas Alternativas
Complementares e Integrativas em Saúde (LAPACIS), é a materialização
do propósito de trazer uma Aromaterapia com informações consistentes,
para a promoção da saúde. Constantemente as mídias digitais e meios de
comunicação, têm abordado um volume de informações que, a cada dia, es-
timulam o aumento do consumo de produtos com propriedades aromáticas.
39
Além dos princípios bioéticos da beneficência e da não maleficência, ao
apresentar às pessoas, a Aromaterapia como uma prática que para ser ad-
ministrada, requer atenção a informações e cuidados, incentivamos seu uso
racional, convidando também à uma reflexão quanto à quantidade de plantas
necessária para se obter o óleo essencial. Isso é o que o torna, além de um
produto quimicamente concentrado, muito precioso, pensando em recursos
naturais, e na sustentabilidade relacionada ao consumo.
Foi uma grata oportunidade, contar que a percepção dos aromas caminhou
junto com a história de evolução da humanidade e hoje se apresenta a nós,
como uma forma de cuidar da saúde física (Aromaterapia Clínica, Estética
ou Dermatológica), mental (emocional ou Psicoaromaterapia), e espiritual
(Vibracional, Quântica).
40
• GLOSSÁRIO
Ação Terapêutica: Termo usado para descrever a promoção de cura, ou bem-estar ou equilí-
brio, físico, mental e emocional, promovido através de práticas ou técnicas.
Anti-helmíntico: são medicamentos ou substâncias que tratam dos helmintos, vermes multi-
celulares com sistemas digestório, excretor, nervoso e reprodutor.
Aroma: Percepção de substâncias químicas voláteis por células do Sistema Olfativo; Cheiro; Per-
fume; Substância odorífera agradável.
Aromaterapia: Conjunto de técnicas com finalidade terapêutica por meio de substâncias odo-
ríferas chamadas óleos essenciais.
Coriáceas: As folhas de muitas espécies de plantas do Cerrado são coriáceas, ou seja, possuem
uma consistência mais rígida e resistente.
41
Dióica: Quando os sexos se encontram separados em indivíduos diferentes, havendo indiví-
duos masculinos e indivíduos femininos.
Eczemas: é um tipo de dermatose que se caracteriza por apresentar vários tipos de lesões.
Efeito Sistêmico: efeito que tem ação no corpo todo; que se difere do efeito local que é em
região específica.
Espasmolítico: é um termo para uma droga que suprime a contração do tecido muscular liso,
especialmente em órgãos tubulares. O efeito produzido é o de prevenir a ocorrência de espas-
mos no estômago, intestino ou bexiga.
Estomático: medicamento ou substância que atua contra afecções situadas na boca (afecções
bucais).
Farmacológico: Relativo ao efeito de substância com ação medicinal; vem da ciência Farmaco-
logia, que estuda as interações entre um organismo vivo e drogas p. ex. medicamentos.
Híbrido (biologia): cruzamento genético entre duas espécies vegetais ou animais distintos.
Hipotenso: Termo que se refere ao que é popularmente conhecido como “pressão baixa”.
Hipertenso: Termo que se refere ao que é popularmente conhecido como “pressão alta”.
Ingestão: Ato de engolir, introduzir no sistema digestivo (ex. como alimentos ou bebidas, e ainda
substâncias por via oral).
Lactante: Substantivo feminino, aquela que amamenta, que nutri outro ser humano através
do leite produzido em suas mamas
Medicina Integrativa: Enfatizam uma abordagem holística e focada no paciente para cuidados
com a saúde e bem estar (OPAS/OMS).
42
Metabolismo: é o conjunto das reações químicas que acontecem num organismo vivo suprin-
do necessidades estruturais e energéticas.
Notas aromáticas: São classificações de acordo com a percepção olfativa, dos compostos aro-
máticos presentes em uma mistura, de acordo com a sua permanência ou volatilidade, separa-
das em TOPO (rápida volatilidade), MEIO (média volatilidade) e FUNDO (volatilidade mais lenta).
Reumatismo: Nome genérico de diversas afecções caracterizadas por inflamação dolorosa dos
músculos ou das juntas ou das estruturas do tecido conjuntivo, tais como os tendões e os li-
gamentos
Sinergias aromáticas: é uma mistura de dois ou mais óleos que possuem propriedades
complementares e que potencializam os benefícios da aromaterapia.
Terapia: Do grego Therapeia que se refere ao ato de curar ou restabelecer, indicando tratamen-
to.
Toxicidade: Capacidade inerente de a substância química produzir efeito nocivo após interação
com organismo
43
• REFERÊNCIAS BIBLIOGÁFICAS •
Agência Nacional de Vigilância Sanitária. (2010). Farmacopeia Brasileira (v.2, 904p). Brasília:
ANVISA.
AALVES; Emily Marques, OLIVEIRA; Lethicia Scheller, OLIVEIRA; Pamela Panas dos Santos,BER-
NARDY; Catia Campaner Ferrari. ESCALDA PÉS COMO PRÁTICA INTEGRATIVA E COMPLEMEN-
TAR EM SAÚDE PARA MULHERES PORTADORAS DE DOENÇAS CRÔNICAS: RELATO DE EXPE-
RIÊNCIA. In: Congresso Online Nacional de Práticas Integrativas e Complementares em Saúde,
2ed.,2021,” on-line”, Anais [978-65-86861-96-9].
AMARAL, Fernando. Técnicas de aplicação de óleos essenciais. São Paulo: Cengage Learn-
ing,2021.
ANJOS, Tetrazini M. C. R. dos. Terapia Aplicada através dos óleos essenciais. São Paulo. [Link]-
ka, 1996.
44
CASTRO C de, Silva ML da, Pinheiro AL, Jacovine LAG. Análise econômica do cultivo e extra-
çãodo óleo essencial de Melaleuca alternifolia Cheel. Rev Árvore [Internet]. v. 29, p. 241-9,
mar. 2005. Disponível em: [Link] Acesso em: 01 abr.2024
CELESTINO, R.S. et al. Molecular and Chemical characterization of vetiver, Chrysopogon ziza-
noides (L.) Roberty, Germplasm. Ribeirão preto, v.14 n. 3, ago. 2015.
CHAVES, Tiago de Andrade; ANDRADE, Aluísio Granato de. Capim vetiver (Vetiveria zizanioi-
des) produção de mudas e uso no controle da erosão e na recuperação de áreas degradadas.
Programa Rio Rural. Niterói, 2013.
CHIEN LW, CHENG SL, LIU CF. The effect of lavender aromatherapy on autonomic nervous-
system in midlife women with insomnia. Evid Based Complement Alternat Medicine: eCAM
vol. 2012 (2012): 740813.; doi 10.1155/2012/740813. PMID: 21869900; PMCID: PM3159017
CORAZZA, Sonia. Aromacologia. Uma ciência de muitos cheiros. São Paulo: Editora Senac,
2004.
CRUZ, T. S.; Paixão J. A. Aplicação do Óleo Essencial de Melaleuca alternifolia (TEA TREE) no
tratamento da acne vulgar. Revista Artigos. Com, v. 29, p. e7657, 26 maio 2021.
FIGUEIREDO, Ana Rosa; DE MORAIS, Lilia AS. Composição química do óleo essencial deLa-
vandula dentata adaptada às condições climáticas do Brasil. 2019. [Link]
[Link]/alice/handle/doc/1120539
GOERG, K.J. & SPILKER T.H. Effect of peppermint oil and caraway oil on gastrointestinal-
motility in healthy volunteers: a pharmacodynamic study using simultaneous determinationof
gastric and gall-bladder emptying and orocaecal transit time. Alimentary Pharmacological & The-
rapeutics 17: 445, 2003.
GÜMBEL, Dietrich. Fundamentos da terapia holística com óleos essenciais da plantas. Belo Ho-
rizonte. Editora Laszlo, 2016.
45
HY, Peng. et al. Effect of vetiveria zizanoides Essential oil on melanogenesis in melanoma
cells: downregulation of tyrosinase expression and suppression of oxidative stress. Scientific
World Journal. Mar, 2014. Doi: 10.1155/2014/213013
KOYAMA S, HEINBOCKEL T. The Effects of Essential Oils and Terpenes in Relation to Their
Routes of Intake and Application. Int J Mol Sci. 2020. Doi:10.3390/ijms21051558
KWON S, AHN J, JEON H. Can Aromatherapy Make People Feel Better Throughout Exercise?
Int J Environ Res Public Health. 2020. Doi: 10.3390/ijerph17124559
KYNES, Sandra. O livro completo dos óleos essenciais. São Paulo, Pensamento, 2021
LI Z, WU F, SHAO H, ZHANG Y, FAN A, LI F. Does the Fragrance of Essential Oils Alleviate the
Fatigue Induced by Exercise? A Biochemical Indicator Test in Rats. Evid Based Complement
Alternat Med. Epub 2017. Doi: 10.1155/2017/5027372
LIN TC, WANG SH, HUANG CC, LAI YC, SONG TY TSAI MS, Anti-Fatigue, Antioxidation, and An-
ti-Inflammatory Effects of Eucalyptus Oil Aromatherapy in Swimming-Exercised Rats. Chin J
Physiol. 2018. Doi: 10.4077/CJP.2018.BAG572
MALUF, Sâmia. Aromaterapia: uma abordagem sistêmica. São Paulo. Editora do autor, 2008.
MASETTO MAM, DESCHAMPS C, MÓGOR AF, Bizzo HR. Teor e composição do óleo essencial
de inflorescências e folhas de Lavandula dentata L. em diferentes estádios de desenvolvi-
mento floral e épocas de colheita. Rev bras plantas med [Internet]. 2011;13(4):413–21. Avai-
lable from: [Link]
MCKAY, D.L.; BLUMBERG, J.B. A review of the bioactivity and potential health benefits of
peppermint tea (Mentha piperita L.). Phytotherapy Research, v.20, p.619633, 2006.
MIGLIO, A.A. A utilização de terapias externas pela enfermagem na atenção primária em saú-
de: uma proposta de intervenção segundo os pressupostos da MedicinaAntroposófica.2010.
Monografia (Especialização em Saúde Coletiva). Universidade Federal deMinas Gerais, 2010
46
MILLER, Light. Ayurveda e Aromaterapia: um guia sobre sabedoria antiga e terapêutica mo-
derna. Belo Horizonte: Editora Laszlo, 2023.
OLIVEIRA, A.C.M., FONTANA, A., NEGRINI, T.C., NOGUEIRA, M.N.M., BEDRAN, T.B.L., ANDRADE,
C.R., SPOLIDORIO, L.C., SPOLIDORIO, D.M.P Emprego do óleo de Melaleuca alternifolia Cheel
(Myrtaceae) na odontologia: perspectivas quanto à utilização como antimicrobiano alternativo
às doenças infecciosas de origem bucal.2 Rev. Bras. Pl. Med., Botucatu, v.13, n.4, p.492-499, 2011
PEREGRINO, Damião de Souza. Óleos essenciais- Abordagem Farmacêutica e Clínica. Belo Hori-
zonte. Editora Laszlo, 2022.
PIANA, Mariana, et al. Escalda Pés como promotor de saúde. Cap.12. In Sousa, I.C. Saúdecolet-
iva: geração de movimentos, estudos e reformas sanitárias. Ponta Grossa - PR: Atena, 2021. (p.
80-84) <[Link]>
PIRES, Laura. Longevidade. Nutrição e Ayurveda para um envelhecimento ativo. Rio de Janeiro:
Editora Rocco, 2021.
PRADE, A. N. A. C. Aromaterapia: o poder das plantas e dos óleos essenciais. Recife: Fiocruz-PE;
Observa PICS, 2020.
RAO RC, SERRADEIL-Le Gal C, GRANGER I, GLEYE J, AUGEREAU JM, BESSIBES C. Khusimol,
a non-peptide ligand for vasopressin V1a receptors. J Nat Prod. 1994 Oct;57(10):1329-35.
doi:10.1021/np50112a001. PMID: 7807119
47
SANTOS, Delair Silveira dos. Estudo fitoquímico sazonal e potencial antimicrobiano das raízes
de vetiveria zizanioides. Universidade do valer do Itajaí, Itajaí, 2013.
SCALABRIN, A.C, SOUSA, M.M, LUDICE, A.C.C.B, COSTA,A.J.S., MUTO,N.A. Utilização do óleo es-
sencial de TEA TREE (Melaleuca alternifolia Cheel) em mulheres com candidíase vulvovaginal:
uma revisão sistemática .In: JUNIOR,S.A. Produtos Naturais e Suas Aplicações: da comunidade
para o laboratório.1 ed. São Paulo: Ed. Cientifica Digital, [Link] 12, p 191-200
SILVA, F., & CASALI, V.W.D. Plantas medicinais e aromáticas: pós-colheita e óleosessenciais
(135p). Viçosa 2000
SIMÕES, C. M. O., et al. (Org.). Farmacognosia: do produto natural ao medicamento. Porto Ale-
gre: Artmed, 2017
TRUONG, Paul. Et al. Sistema de aplicação vetiver manual de referência técnica. Traduzido por
Paulo R. Rogerio, Eng. Geotecnico. 2º edição, Pernambuco, 2008.
UCKO, Davis A, Química para as Ciências da Saude: uma introdução à química geral, orgânica e
biológica. Manole, São Paulo, 1992.
Universidade Federal de Santa Catarina. ÓLEO ESSENCIAL de Melaleuca alternifolia. Horto Di-
dático de Plantas Medicinais do HU/CCS ([Link]). Disponível em: Horto Didático de Plantas Me-
dicinais do HU/CCS ([Link]). Acesso em 13 abr. 2024.
Vania Elisa M Pugliesi,I Ricardo Ghelman. Terapias externas antroposóficas: Definições e revisão
literária. Arte Médica Ampliada, São Paulo, v. 37, n. 3, p. 100-106, jul./ago./set, 2017.
WOLFFENBUTTEL, Adriana Nunes. Base da Química dos óleos essenciais e Aromaterapia: Abor-
dagem técnica e científica. Belo Horizonte: Editora Laszlo, 2019.
48
49
50
Coleção Primeiros Passos em Práticas Integrativas em Saúde
Orientação: Prof. Dr. Nelson Filice de Barros, Profa. Dra. Elaine Marasca e
Profa. Dra. Renata Cavalcanti Carnevale.
LAPACIS
51
52