FORTALECIMENTO DOS VALORES DO RESPEITO E DA TOLERÂNCIA
COMO FERRAMENTAS PARA DIMINUIR A AGRESSIVIDADE DOS
ESTUDANTES DO CENTRO EDUCACIONAL PUERTO VIEJO DE TOLU - SUCRE
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INTRODUÇÃO
O ambiente escolar é fundamental para realizar o processo de ensino-
aprendizado, este é o espaço propício para gerar as condições necessárias
de formação integral dos educandos. A vivência de valores se torna
então, em um eixo fundamental para a conquista de um ambiente tranquilo e em
óptimas condições para a sã convivência e o aprendizado. Cabe anotar que
frente a esta situação a prática contínua de valores tem sido afetada por
múltiplas condições, tais como mudanças geracionais, transformações
culturais, escolares e sociais, diversidade de interesses, entre outros; afetando assim
a aplicação constante dos valores nas relações interpessoais.
O presente estudo foi realizado dentro da modalidade de Projeto de Aprendizagem,
tendo como propósito planejar estratégias que ajudem as crianças do
grau de transição do centro educativo puerto viejo para fortalecer o respeito e
tolerância como valores que permitam a convivência escolar, para ajudar a
conseguir uma melhor harmonia social dos estudantes deste centro educacional, e
acomunidadeda vereda porto velho do município de Santiago de Tolú.
Este Projeto de Aprendizagem se aplica neste caso comometodologiaque
permite nos concretarmos na nossa formação como osdocentese a intervenção
comunitária neste caso, que levem àsoluçõesda problemática
observada, apoiando-nos no aprender fazendo e no conviver com base na
reflexão como formas dedesenvolvimentosocial.
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1. PLANEJAMENTO DO PROBLEMA
Os professores, a cada dia, temos observado o alto nível de agressividade na
estudantes de pré-escolar o que se manifesta através de um vocabulário
obsceno, golpes, riñas criando assim um ambiente hostil. O anterior, leva a que
muitos estudantes, ou a grande maioria deles, sente apatia e indiferença pelo
estudo, ausência de valores éticos especialmente a tolerância, o respeito e a
harmonia para uma convivência saudável.
Consultando com as outras crianças, com vizinhos e familiares próximos dos
alunos chegamos à conclusão de que esses problemas de intolerância e
irrespeito, de violência e agressividade na escola são reflexos do que vivem os
crianças e crianças em suas casas e bairros. Adicionalmente, as condições
económicas de suas famílias, as necessidades não atendidas e a pobreza absoluta
são fatores que incidem na falta de valores e de ética das crianças em sua
primeira infância.
2. JUSTIFICAÇÃO.
A comunidade educativa do Centro Educativo Puerto Viejo, conscientes na
importância dos valores na convivência de todos os seres humanos,
decidimos trabalhar e fortalecer os valores da Tolerância e do Respeito na
estudantes do primeiro ano do Centro Educativo Puerto Viejo, promovendo
com isso criar um ambiente agradável de convivência saudável, com um estilo de vida
diferente fundamentado em valores, apresentando a possibilidade de resgatar, dentro
da formação acadêmica e escolar da criança, a consciência em valores, e a
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importância da convivência nos diferentes espaços em que se desenvolve o
ser humano.
É importante saber que a tolerância é respeitar as outras pessoas em sua
entorno, ou seja, em sua forma de pensar, de ver as coisas, de sentir e é também
saber discernir de forma cordial sobre lo que uno no está de acordo.
As pessoas intolerantes se caracterizam por querer impor sua vontade a todos
costa, ignorando por completo os outros e reagindo com agressividade e
violência diante daqueles que se opõem.
Na época atual, em que os indivíduos se desenvolvem, apresentam um sem-fim
de possibilidades de estilos de vida, nos quais se esquecem das boas maneiras
familiares, onde prevalece a lei do eu sobre tudo e todos, o importante é ganhar,
adquirir o que se deseja e buscar seus próprios benefícios sem se importar em pisotear,
acabar, ou passar por cima de qualquer um. O trabalho em valores, formação integral
e convivência, torna-se nesta época um desafio, um desafio que poucos
docentes assumimos, se visto da escola e do colégio, para nadar contra
corrente e enfrentar todas as problemáticas sociais de hoje com um projeto de
vida diferente e fundamentada em valores e formação para a convivência.
Esperamos que com a aplicação deste projeto se melhorem as relações entre
estudantes e, portanto, seu processo acadêmico seja satisfatório.
3. OBJETIVOS
3.1. OBJECTIVO GERAL.
Implementar estratégias que permitam fortalecer os valores do respeito e a
tolerância entre os estudantes.
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3.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Identificar as causas da intolerância e do desrespeito entre os estudantes dentro
da sala de aula.
Implementar atividades éticas e pedagógicas que fortaleçam o respeito e a
tolerância na sala de aula.
Conscientizar os estudantes a estabelecer uma cultura de respeito e tolerância
hacia os outros.
Implementar esta proposta nas demais instituições educativas do
Município.
4. MARCO LEGAL
Com a constituição política de 1991, foram delegados à educação
responsabilidades particulares em relação à formação para a paz e a
convivência, orientadas a educar cidadãos respeitosos da lei, com formação
democrática, respeitosa da diversidade e das diferenças, e capaz de tramitar
e resolver seus conflitos de maneira pautada, sem recorrer à violência.
Este projeto baseia-se em um conjunto de princípios éticos, jurídicos, políticos,
educativos e culturais que se enquadram nos fundamentos do Estado
Social de Direito, consagrado pela Constituição Política da Colômbia de
1991. O artigo 67 da Constituição dispõe que a educação formará o
colombiano no respeito aos direitos humanos, à paz e à democracia.
A lei 115 de 1994 estabelece como um dos fins da educação a formação
no respeito à vida e demais direitos humanos, à paz, aos princípios
democráticos de convivência, pluralismo, justiça, solidariedade e equidade, e também
no exercício da tolerância e da liberdade.
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A lei geral da educação define objetivos comuns para todos os níveis de
educação e destaca a importância de fornecer uma sólida formação ética e moral, e fomentar
a prática do respeito aos direitos humanos.
O decreto 1860 do Ministério da Educação estabelece diretrizes e objetivos para os
manuais de convivência escolar, os quais devem incluir, entre outros, normas de
conduta que garantam o respeito mútuo e procedimentos para resolver com
oportunidade e justiça os conflitos.
O plano decenal de educação apresenta o tema da educação para a
convivência, a paz e a democracia, e apresenta como um dos desafios para a
educação nacional o fortalecimento da sociedade e a promoção de
convivência cidadã. Para tal efeito, destaca a importância de construir regras
do jogo e forjar uma cultura e uma ética que permitam, através do diálogo, do
debate democrático e de tolerância com o outro, a solução dos conflitos.
Com o propósito de dar aplicação às leis e diretrizes anteriores, o ministério
do educação nacional elaborou as orientações para a formação escolar em
convivência.
Sistema nacional de convivência escolar.
A Lei 1620 de 15 de março de 2013 tem como objetivo principal contribuir para a
formação de cidadãos ativos que contribuam para a construção de uma sociedade
democrática, participativa, pluralista e intercultural, em concordância com o
mandato constitucional e a Lei Geral de Educação -Lei 115 de 1994-
mediante a criação do sistema nacional de convivência escolar e formação para
os direitos humanos, a educação para a sexualidade e a prevenção e
mitigação da violência escolar, que promova e fortaleça a formação
cidadã e o exercício dos direitos humanos, sexuais e reprodutivos dos
estudantes, e dos níveis educativos de pré-escolar, básica e média, que
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previna e mitigue a violência escolar e a gravidez na adolescência.
Código de infância e adolescência.
De acordo com a Lei 1098 de 2006 e sem prejuízo do disposto no artigo
34 do Código Civil, entende-se por criança, as pessoas entre 0 e 12 anos.
anos de idade, e por adolescente as pessoas entre os 13 e os 18 anos de idade,
os quais são sujeitos titulares de direito.
Dentro da lei de infância e adolescência no Artigo 28. Direito a
educação, propõe-se que As crianças e os adolescentes têm direito
a uma educação de qualidade. Esta será obrigatória por parte do Estado em um ano
de pré-escolar e nove de educação básica. A educação será gratuita nas
instituições estatais de acordo com os termos estabelecidos na Constituição
Política. Incorrerá em multa de até 20 salários mínimos aqueles que se abstiverem de
receber uma criança nas instituições públicas de educação. No artigo 38
fala-se sobre as obrigações da família, da sociedade e do estado. Além disso
do que está previsto na Constituição Política e em outras disposições legais, serão
obrigações da família, da sociedade e do Estado em seus níveis nacional,
departamental, distrital e municipal o conjunto de disposições que contempla o
código. ARTIGO 41. OBRIGAÇÕES DO ESTADO. O Estado é o contexto
institucional no desenvolvimento integral de crianças, adolescentes e jovens. Em
cumprimento de suas funções nos níveis nacional, departamental, distrital e
municipal deverá: 1. Garantir o exercício de todos os direitos das crianças, as
meninas e os adolescentes 2. Garantir as condições para o exercício do
direitos e prevenir sua ameaça ou afetação por meio do design e da execução de
políticas públicas sobre infância e adolescência.
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Linhas orientadoras curriculares da área de ética e valores.
Dentro dos diretrizes curriculares, tem-se como ponto de partida nas
seguintes considerações: Todo ato educativo encerra um comportamento
ético, toda educação é ética e toda educação é um ato político, não apenas por o
exercício formativo em si mesmo, mas pelas suas consequências. O propósito
fundamental de toda educação é preparar para o mundo da vida e nele para
o desenvolvimento do conhecimento, da beleza e do saber. A educação ética e moral
certamente não é responsabilidade exclusiva dos professores, de alguma área
curricular específica, de toda a escola ou da família. No entanto, a educação
a moral deve ter claramente definido o lugar que ocupa no seio das
práticas formativas e educativas da sociedade. A educação em valores éticos e
moralmente atinge diretamente tanto a educação formal quanto a informal e a
não formal.
Em relação à educação formal, a formação em valores éticos e morais, de
deve ocupar um lugar central no mundo da escola. No entanto, por sua
natureza, na medida em que se ocupa dos comportamentos da vida, ela não
deve ser limitado a um simples lugar no currículo. Tanto no currículo explícito
como no oculto, como em qualquer outro lugar ou tempo onde se faça vida
individual ou coletiva, são apresentadas situações moral e eticamente significativas.
Em todo lugar onde se viva em contextos éticos e morais, deve estar a
educação ética e moral. Esse é o verdadeiro sentido da transversalidade e
universalidade da preocupação ética e moral dentro da vida educativa. Esta
a proposta de educação ética e moral centra-se na vida escolar e abrange em
primeiro lugar o trabalho com a infância e a juventude, mas de forma alguma
acreditamos que a educação ética e moral termina com o respeito às diferenças
culturais e étnicas.
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Declaração Universal dos Direitos Humanos.
No seu Preâmbulo estabelece-se que o ensino e a educação são o meio por
o qual deve ser promovido, tanto entre os indivíduos quanto nas instituições, o
respeito dos direitos e liberdades neles consignados. Neste contexto, o
o direito à educação tem por finalidade:
a) o pleno desenvolvimento da personalidade humana.
b) o fortalecimento do respeito pelos direitos humanos e pelas liberdades
fundamentais.
c) o estímulo à compreensão, à tolerância e à amizade entre as nações, os
grupos étnicos e religiosos.
d) a promoção do desenvolvimento das atividades das Nações
Estes aspectos constituem o conteúdo material da educação e serão
permanentemente reiterados em outros instrumentos internacionais, com algumas
adições.
Convenção sobre os direitos da criança.
Esta Convenção adotada pela Assembleia Geral das Nações Unidas
indica que a educação das crianças deve estar voltada para:
Desenvolver sua personalidade, habilidades e capacidade mental ao máximo de
suas potencialidades.
Inculcar o respeito pelos direitos humanos e pelas liberdades fundamentais.
Preparar a criança para assumir uma vida responsável em uma sociedade livre, com
espírito de compreensão, tolerância, igualdade de sexos e amizade entre os
povos, os grupos étnicos, nacionais e religiosos;
Infundir respeito pelo meio ambiente (art. 29.1).
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5. DESIGN METODOLÓGICO
TIPO DE INVESTIGAÇÃO
O tipo de pesquisa que foi utilizado foi de corte qualitativo, descritivo, uma vez que
este permitiu articular procedimentos metodológicos, técnicas de coleta,
registro e análise de informações, da mesma forma este design aborda as realidades
subjetivas e intersubjetivas buscando nas ações e relações de interação
dentro do contexto escolar, pois tudo isso se torna uma fonte de
conhecimento que aponta para a compreensão da realidade como resultado de um
processo pedagógico de construção a partir das lógicas de seus protagonistas
resgatando sua diversidade e sua particularidade. Além disso, desde o design qualitativo
o sujeito deve ser entendido em sua temporalidade e sua cultura e, portanto, permite
ver a realidade social como uma construção humana, compreendendo as
dinâmicas sociais.
6. PROPOSTA PEDAGÓGICA
EDIFICANDO EM VALORES
DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES
Atividade de reconhecimento de valores e anti-valores.
ATIVIDADE 1. FLOR DOS VALORES
Os alunos, com a ajuda de sua professora, elaboram uma lista de valores e
antivalores e os organizam em flores de papel, em cada pétala se escreverá um valor
que terão que aplicar na sala de aula, o estudante que demonstrar um mau
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comportamento refletirá um antivalor que será como se estivesse tirando deles os
pétalas à flor e significará que ela morrerá ao ficar sem pétalas.
Com esta atividade, as crianças demonstrarão empenho em cuidar de suas flores de valores,
entendendo que só deles dependia que as flores estivessem sempre
florecidas.
ATIVIDADE 2. DRAMATIZAÇÃO ONDE O ESTUDANTE IDENTIFICA
VALORES E ANTIVALORES:
As crianças dramatizam sobre alguns comportamentos comuns na sala de aula
aulas, por exemplo: uma criança que está comendo seu lanche e outra colega
que não tem, pede que lhe dê um pouco, ela se recusa e diz que não; neste
momento intervém a professora e pergunta ao resto dos colegas que observam o
drama se este comportamento esteve certo ou errado e, claro, que as crianças
responderam que esteve mal, que deveria compartilhar com sua amiguinha sobre o que
estava comendo, da mesma forma pergunto se isso era um valor ou um
antivalor, estes responderam que se referia ao antivalor do egoísmo.
Em outra dramatização, uma menina faz o papel de mãe e parabeniza seus dois filhos.
porque quando chegaram da escola almoçaram tudo, lavaram a louça e
agradecieron a sua mãe; as crianças identificaram que era um valor positivo e que
era a responsabilidade.
Com esta pequena atividade, as crianças veem nas atuações de seus colegas
condutas positivas e negativas que lhes permitem refletir sobre seus
comportamentos dentro e fora da sala de aula.
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ATIVIDADE 3. ELABORAÇÃO DE COMPROMISSOS DE BONS
COMPORTAMENTO POR PARTE DOS ESTUDANTES
Foram elaborados convites para enviá-los aos pais da turma
primeiro, com o objetivo de convidá-los para uma atividade de socialização com seus filhos em
onde se comprometerão a mudar de atitude nos estudos, em casa e na
rua.
Essa atividade foi fundamental para o processo de mudança de comportamento por parte
dos alunos onde foram elaboradas algumas cartas onde as crianças se
comprometiam-se a melhorar seu comportamento dentro e fora da sala de aula.
Estas cartas foram entregues aos seus pais, comprometendo-se eles também a
recompensar as atitudes positivas e corrigir as negativas, assim como também
reconhecer e melhorar comportamentos que às vezes, como pais, também afetam seus filhos,
seja por diferentes situações laborais, econômicas, sentimentais e sociais
por las que estén pasando, maltratándolos y agrediéndolos reflejando con esto un
mal exemplo para eles.
Esta atividade serviu para fortalecer os laços de amizade e respeito entre pais e
filhos, aproveitando este espaço para a expressão de sentimentos que às vezes
por falta de tempo esquecemos de realizar.
ATIVIDADE 4. FESTIVAL DOS VALORES.
Nesta atividade, realizamos conversas sobre os valores a resgatar neste projeto;
cada dia socializávamos um valor diferente onde as crianças participavam sobre
do tema do dia, da mesma forma projetamos filmes para enfocar os valores
estudados.
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AVALIAÇÃO DAS ATIVIDADES
Este processo ocorrerá não apenas no desenvolvimento do projeto, mas em todo momento.
de seu dia a dia, onde o estudante observará como melhorou sua relação
com seus amigos, pais, docentes e demais pessoas que o rodeiam, seja dentro
ou fora do Centro Educativo.
IMPACTO NA COMUNIDADE
O projeto contribuirá de maneira significativa para o trabalho pacífico dentro do
Centros Educativos para que desta forma se melhorem as relações dos
estudantes e se possa chegar ao desenvolvimento de uma personalidade capaz de enfrentar
dificuldades e buscar a solução pacificamente para as mesmas.
Com a execução deste projeto, será alcançado:
O conhecimento teórico de cada um dos valores trabalhados onde cada um
do educando reconheceu o significado.
Criar laços de amizade entre os alunos, porque cada um percebeu que
pode acompanhar e aconselhar seu companheiro a partir da vivência pessoal.
Conscientizar os estudantes sobre a importância de tolerar os outros para
ter uma convivência mais pacífica e agradável.
mudar a atitude ao trabalhar em equipe porque os alunos têm
aprendido a respeitar as decisões dos outros e os pontos de vista.
A educação deve ser um tipo especial de encontro, onde seja possível fixar
regras, normas e discutir sobre o compromisso de cada integrante do processo.
Deverá se orientar a continuar cultivando a democratização dos vínculos que nos
unen a todos os implicados dentro dele, evitando toda forma de dogmatismo e
autoritarismo que deteriora as atividades e os espaços de intercâmbio de ideias
e de aprendizagens.
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A experiência demonstra que, no ensino de valores em sala de aula, o docente
reafirma aqueles em que acredita, e ao se exercitar neles propicia que a vida de
a escola se faça corresponder com os enunciados formais.
RECOMENDAÇÕES
Consideração do aluno como um ser único
Atender e respeitar os diferentes ritmos, estilos e necessidades de aprendizagem de
todos e cada um dos alunos e promover o gosto por aprender e saber mais.
Aprender a conhecer os alunos do ponto de vista afetivo e evitar
lastimá-los emocionalmente, admitindo que existe uma grande diversidade de
sensibilidades.
2. Ambiente de diálogo
Estabelecimento das condições para que as crianças aprendam a
ouvir, a tomar a palavra por turnos, a perguntar e debater, a ser tolerantes e
respeitosos com seus mestres e colegas, a compreender a conveniência de
cooperar e colaborar, reconhecer, expressar e lidar com seus sentimentos.
Utilização do diálogo como ferramenta para a discussão e solução de conflitos
apelando à razão, ao bom uso da linguagem e à erradicação da violência.
3. Respeito e colaboração entre todos.
Respeitar a dignidade de todas as pessoas que fazem parte da comunidade escolar,
independentemente de seu papel: pessoal docente, administrativo, de limpeza;
alunos e alunas; pais e mães de família.
Propiciar a ajuda mútua e a colaboração entre os membros da comunidade
para desenvolver projetos escolares.
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Desenvolver empatia e prestar ajuda às pessoas que fazem parte da comunidade
escolar.
Facilitar a participação de todos os membros da comunidade escolar para
expressar suas necessidades, interesses e preocupações.
4. Normas transparentes e compartilhadas.
Procurar normas claras, justas e compartilhadas que permitam regular o
comportamento individual e coletivo para facilitar uma convivência harmoniosa.
Informar e justificar as regras e normas escolares com toda clareza.
Precisar a quem compete definir as normas, quando e como foram estabelecidas.
Finalmente diremos que os esforços dos docentes serão mais eficazes se,
Fortalecem sua convicção da importância de educar em valores.
Se conta com o apoio da escola e da família.
Se se familiarizam com estratégias de aprendizagem apropriadas.
Se os valores são praticados na escola.
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