Você está na página 1de 11

ASPECTOS PSICOLÓGICOS DA

GESTANTE E DA PARTURIENTE
Amanda Farias
Gabriel Duarte
Gabriela Biazzolo
GRAVIDEZ

▪ Período gravídicopuerpera é a fase de maior incidência de transtornos psíquicos na


mulher, isso se deve a:
▪ Mudanças físicas
▪ Mudanças fisiológicas
▪ Mudanças psicológicas
▪ Mudanças sociais
O QUE SABER?

▪ Gestação desejada ou indesejada


▪ Suporte e estrutura familiar
▪ Condições atuais da vida da gestante (econômica/emprego/estabilidade)
▪ Dúvidas da gestante em relação a gravidez/parto
PENSAMENTOS SOBRE O PARTO

▪ Não reconhecimento do trabalho de parto


▪ A dor no momento do parto
▪ Possíveis dilacerações
▪ Não ser capaz de fazer o bebê nascer
▪ Saúde do bebê
▪ Ambiente hospitalar
O QUE FAZER EM RELAÇÃO AOS TEMORES
DO PARTO
▪ Conversar sobre partos anteriores
▪ Evitar o excesso de termos técnicos
▪ Fortalecer a gestante sobre suas condições de dar a luz, orientando sempre o
“parto possível”, sem super valorizar o parto normal
▪ Orientar os limites de cada tipo de parto
▪ Esclarecer a mulher sobre recursos médicos disponíveis para auxiliar no momento
do parto
▪ Estimular a gestante a visitar o Centro Obstétrico
▪ Orientar o acompanhante para que esse possa auxiliar a gestante durante o
trabalho de parto
PUERPÉRIO

▪ Baby blues
▪ Termo americano utilizado para o estado depressivo apresentado por 70 a 90% das
puérperas. É um quadro brando, que costuma aparecer no 3° dia e durar 2 semanas. O
aparecimento esta relacionado com:
▪ Perda do corpo gravídico
▪ Não retorno imediato ao corpo original
▪ Separação mãe/bebê
▪ Bebê passa de ser idealizado para real, com diferenças em relação ao idealizado pela mãe
▪ Necessidades próprias em 2° plano para atender primeiramente as necessidades do bebê
▪ Amamentação
▪ Dificuldades iniciais
▪ Qualidade e quantidade do leite
▪ Estética das mamas
DEPRESSÃO PÓS PARTO

▪ Quadro mais raro


▪ Atinge mulheres com algum histórico de fragilidade psicológica
▪ Persiste por várias semanas e necessita de acompanhamento profissional
▪ Como reconhecer:
▪ Perturbação do apetite
▪ Do sono
▪ Decréscimo de energia
▪ Sentimento de desvalia
▪ Culpa excessiva
▪ Pensamento de morte e ideação suicida
▪ Rejeição ou inadequação ao bebe
O QUE TRABALHAR NO PUERPÉRIO

▪ Dar atenção a mãe e não somente ao bebê


▪ Tornar o companheiro uma pessoa ativa em relação aos cuidados com o bebê e
com a mãe
▪ Conversar sobre as mudanças em relação aos desejos sexuais
▪ Trabalhar com os outros filhos para evitar o ciúmes e medo do abandono
GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA

▪ A taxa de fecundidade na adolescência entre 15 e 19 anos vem diminuindo, assim


como de mulheres adultas, apesar de haver uma tendência de aumento na
proporção de partos entre adolescentes em relação ao número total de partos;
▪ Uma adolescente que não usa nenhum método contraceptivo tem 90% de chance
de engravidar em 1 ano;
▪ A situação de gravidez não é pensada na perspectiva de direito ao prazer, mas do
controle e da repressão da sexualidade (Menezes, 1996, p. 197). Pressupor que a
adolescência é um fator de risco faz com que se ignore a possibilidade de ajudar
adolescentes em seu direito de satisfação sexual - é preciso que a menina se
assuma enquanto mulher para tomar anticoncepcional;
▪ A sexualidade é um tabu.
GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA

▪ Aumento demográfico;
▪ Favorecimento do abandono;
▪ É responsável por um terço dos abortos ao redor do mundo;
▪ Contribui para o aumento das taxas de morbi-mortalidade materna;
▪ Interrompe o processo educacional das meninas;
▪ Estudos mostram que adolescentes estariam mais propensas a complicações
obstétricas do que mulheres adultas, bem como seus bebês tem mais chance de
prematuridade, baixo peso ao nascer, doenças hemoliticas e infecções diversas;
▪ Associação com a desorganização familiar, pobreza, desemprego, falta de
esperança no futuro e a um ciclo de interrupção da instrução escolar e da não
realização profissional com marginalização social das mães;
GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA

▪ As dificuldades que surgem na gravidez na adolescência podem ser minimizadas se a adolescente


puder contar com uma rede de apoio social adequada;
▪ Um bom vínculo entre mãe e filho é de grande valia para promover a saúde mental tanto da mãe,
quanto da própria criança;
▪ As expectativas pode dar indícios de como será a futura relação mãe-bebê;
▪ Expectativas demasiadamente positivas;
▪ Ausência de expectativas.
▪ Prevenção em 3 níveis: primário, secundário e terciário
▪ Educação sexual nas escolas;
▪ Uso eficiente de métodos contraceptivos;
▪ Lembrar que a sexualidade deve ser permeada pelo juízo crítico
▪ Evitar danos à saúde das mães adolescentes e suas crianças através do pré-natal adequado.