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Momentos de Inércia em Superfícies

O documento discute momentos de inércia de superfícies, incluindo definições de momentos de inércia polar e de superfícies compostas. Também cobre o teorema dos eixos paralelos para momentos de inércia e produtos de inércia.

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Breno Henrique
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Momentos de Inércia em Superfícies

O documento discute momentos de inércia de superfícies, incluindo definições de momentos de inércia polar e de superfícies compostas. Também cobre o teorema dos eixos paralelos para momentos de inércia e produtos de inércia.

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Forças Distribuídas:

Momentos de Inércia
INTRODUÇÃO
Na primeira parte deste capítulo consideraremos
forças distribuídas ∆F cujos módulos dependem da
área ∆A do elemento de superfície em que atuam e
da distância desse elemento a um dado eixo.
Momento de Inércia de uma superfície por
integração

O módulo da resultante R das


forças elementares ∆F sobre a
seção inteira é:
O sistema de forças
apresentado reduz-se a um
binário. O módulo desse binário
M é dado por:
• Os Momentos de Segunda Ordem ou Momentos de
Inércia de Superfícies em relação aos eixos x e y são:

• O cálculo das integrais é simplificado escolhendo-se dA


como sendo uma faixa estreita paralela a um dos eixos
coordenados.
Momento de Inércia de uma superfície retangular
Dividindo o retângulo em faixas paralelas
ao eixo x, obtemos:

• A fórmula para superfícies retangulares


também pode ser aplicada para faixas
paralelas aos eixos x e y.
Momento de Inércia Polar
• O momento de inércia polar é um parâmetro importante em
problemas que tratam da torção de eixos cilíndricos e da rotação
de placas.

O Momento Polar de Inércia de uma área A em


relação ao pólo O é definido como:

Observando que r 2 = x 2 + y 2 , a seguinte relação


pode ser estabelecida:
Raio de giração de uma superfície
• Considere-se uma superfície A com momento de
inércia Ix . Imaginemos que a superfície está concentrada
em uma faixa estreita paralela ao eixo x com Ix
equivalente.

• De forma similar:
Teorema dos eixos paralelos

De forma semelhante temos


para o momento de inércia
polar:

Jo = Jc + Ad²
Momento de Inércia de Superfície
Composta

O momento de inércia de uma superfície é a soma dos momentos


de inércia das diversas superfícies nas quais ela pode ser
decomposta.

Isto evita, muitas vezes, a necessidade de integrações, desde que


se decomponha a superfície dada em figuras geométricas básicas
tais como retângulos, círculos, etc., para os quais já se conhecem
previamente o valor dos momentos de inércia.
Momentos de Inércia de Superfícies Compostas
Momentos de Inércia de Superfícies Compostas
Produto de Inércia
O produto de inércia de um elemento de área
dA, localizado num ponto (x, y), é calculado pela
expressão: dIxy=xydA.

Pode ser positivo, negativo e nulo.


Teorema dos eixos paralelos para
produtos de inércia:
Teorema dos eixos paralelos
Se conhecermos o momento de inércia de um
corpo em relação a um eixo qualquer que passe por
seu centro de massa, podemos inferir o momento
de inércia desse corpo em relação a qualquer eixo
paralelo ao primeiro eixo considerado.

Se a distância entre os dois eixos for H , a massa


do corpo for M e ICM for o seu momento de
inércia em relação a um eixo que passa pelo
centro de massa, teremos o momento de inércia I
mencionado:

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