Guia prático para coleta de sangue.

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Guia prático para coleta de sangue. .

. Guia prático para coleta de sangue. Anotações 26 AGRADECIMENTOS À equipe técnica da Vacuette do Brasil e a todos que participaram na elaboração deste projeto.Guia prático para coleta de sangue.

Anotações 25 .Guia prático para coleta de sangue.

ÍNDICE Coleta de sangue venoso I II III Introdução Recepção do paciente Coleta de sangue 07 08 08 15 17 17 IV Coleta de sangue infantil V Cuidados básicos com o paciente após a coleta VI Dificuldades na coleta Microcoleta de sangue capilar e venoso para neonatos e bebês I II 24 Introdução Utilização do método microcoleta 19 19 Bibliografia 23 Anotações 25 .Guia prático para coleta de sangue.

A. Nº 10. Procedure for the Collection of Diagnostic Blood Specimens by Venipuncture. 4ª Ed. Virtual Phlebotomy. LYNCH: Técnicas de Laboratório. Técnicas de Laboratório. University of Arizona. Manole. 05. São Paulo. 1974. 1990. 1980. 1970. University of Maryland at Baltimore School of Nursing. VALERIE G. Atheneu. C. Git Verlag.388. USA. et all. W. CANNON D. Darmstadt. USA. 1ª Ed. 06 ª ª 09. Nº 20... Pa. 1992. Chem. 07. São Paulo. Sample: From the Patient to the Laboratory. Philadelphia. et all. 1982. USA. Clinical Chemistry: Principles and Techniques. MOURA R. USA. 12. 2ªEd. ª 23 . Saunders. BIBLIOGRAFIA 01. Practice. 1991.. Fundamentals of Clinical Chemistry. G. Clinical Diagnosis of Laboratory Methods. BR. O.J. p44. et all. Complications occurring from diagnostic venipuncture. AND WENKELMAN J. MATHIES T. II. Minas Gerais. 04. 1969 pp 487-493. Phlebotomists at Risk. et all. Saunders. Rio de Janeiro. 02. 1990. Clin. Vol. BR. DANGELO J. TIETZ N. A. 4 Ed. 03. SCHIFMAN. Philadelphia.Guia prático para coleta de sangue. et all. e FATTINI C. Internet. 1 Ed. 1996. GALENA H. STANLEY S. 582-584. GMBH.. Métodos de Laboratório Aplicados à Clínica. 1996. 10. Journal of Family. Atheneu. 11. J. pp 374 . HENRY R. The current National Committee for Clinical Laboratory Standard (NCCLS) guideline. 2ª Ed. p. USA. 06.W. GUDER W. A. and MARCIA S. Evaluation of a new device for rapidly separating serum or plasma from blood. Internet. LINDA M.. Anatomia Básica dos Sistemas Orgânicos. 1ª Ed. 08. LIMA A. RON B. Harper. Pa. 1974. DAVIDSOHN I. 13. Guanabara Koogan. BR. 4 Ed.Document H3-A3. New York. R. 1998. G.

dorso das mãos e dos pés. é essencial conhecer o tipo de amostra necessária para cada teste. Este manual prático visa orientar quaisquer venipunção. 4º. sendo o sangue o mais utilizado. segundo a NCCLS (National Committee for Clinical Laboratory Standard). constituído de elementos sólidos (células sangüíneas). Do ponto de vista da sua constituição. para uma homogeneização perfeita. o procedimento é conhecido como punção venosa. A "ordem de coleta" recomendada. 2º. secreções. é a seguinte: 1º. Tubo sem aditivo. Puncionar a veia utilizando um butterfly ou cânula luer. líquidos. retire o funil e descarte todo o material utilizado na coleta no descartador apropriado. dando orientações que possam minimizar as dificuldades provenientes de uma venipunção. para coagulação. excreções. substância líquida (soro ou plasma) e elementos gasosos (O2 e CO2). para glicemia. Tubo contendo EDTA-K3. Introduzir o funil através da tampa de borracha. mesmo aquelas consideradas como "difíceis" com o sistema de coleta a vácuo. Para obtê-lo. noções de biosegurança e o manuseio correto dos materiais de coleta. 03. geralmente são as veias na cabeça. Tubo contendo fluoreto de sódio. . descrevendo procedimentos. 02. 10 Embora não seja necessário conhecer todos os detalhes sobre os procedimentos analíticos dos testes. 29). I . 5º. 07 Figura . GLICEMIA . BIOQUÍMICA .utiliza-se plasma com fluoreto. geralmente. 01. 22 A amostra Considera-se material biológico (amostra). para plasma. COAGULAÇÃO . Porém. venipunção ou flebotomia. HEMOGRAMA e GRUPO SANGUÍNEO . 3º.Introdução O conhecimento teórico das técnicas de coleta de sangue pode ser obtido em cursos teóricocientíficos.utiliza-se soro ou plasma. para hematologia. A área escolhida para ser puncionada deve ser mantida imobilizada onde a visualização da veia pode ser melhorada aplicando um garroteamento por poucos segundos e/ou aquecendo ou friccionando a área. (Fig.Guia prático para coleta de sangue. o conhecimento prático sobre coleta e as reações que poderão ocorrer durante este procedimento são adquiridos. Remova a cânula ou butterfly. O manual O laboratório deverá fornecer um programa educacional. para soro. Tubo contendo heparina. Este manual provê informações para todos os profissionais envolvidos com a coleta de sangue. Os técnicos da área de coleta de sangue sabem que as chamadas "veias difíceis" não constituirão problema. Inverter os microtubos de 4-6 vezes. o sangue é considerado como um sistema complexo e relativamente constante. fragmentos de tecido obtidos do corpo humano e que possam ser analisados. para uma micro venipunção 11.utiliza-se sangue total com EDTA. 05. B) Técnica para microcoleta de sangue venoso ATENÇÃO! Os locais de punção em bebês e neonatos. um manual de fácil compreensão como recurso para o dia-a-dia. desde que profissionais com experiência prática forneçam orientações e detalhes sobre o procedimento mais adequado. Antes de iniciar a punção: acoplar o microtubo ao tubo carregador ou de transporte. Tubo contendo citrato. Deixar que o sangue goteje para dentro do microtubo até completar o volume.utiliza-se plasma com citrato de sódio. e do braço. através de experiências pessoais ou de informações 13 prestadas por outros profissionais.29 04.

se a gota de sangue não fluir livremente. As gotas de sangue são captadas pelo funil ou tubo-capilar. o pulso deverá continuar palpável.Coleta de Sangue A) Posicionamento do braço O braço do paciente deve ser posicionado em uma linha reta do ombro ao punho. Deve-se retirar ou afrouxar o garrote logo após a venipunção. Nos microtubos com anticoagulante. O paciente deve ser recebido de forma cortês e segura. Após a coleta do último microtubo. pois pode ocorrer contaminação).02 10. o tubo de EDTA sempre deve ser o primeiro e em seguida o de sorologia (Esta seqüência é oposta ao da coleta tradicional para sangue venoso. Agora o microtubo pode ser gentilmente homogeneizado. pois o garroteamento prolongado pode acarretar alterações nas análises (por exemplo: cálcio). mas seja profissional. 28). Figura . de maneira que as veias fiquem mais acessíveis e o paciente o mais confortável possível. a identidade deve ser conferida fazendo-lhe uma ou duas perguntas e confirmada através da ficha de entrada (no caso de laboratórios) ou no caso de pacientes hospitalizados a informação poderá ser checada pela pulseira de identificação ou pelo 4. 12. Falando com o paciente. seja amigável. Descartar todo o material utilizado na coleta nos descartadores apropriados. 11. efetuar uma massagem leve para se obter uma gota bem redonda (esta massagem no local da punção não deve ser firme e nem causar pressão. O garrote não deve ser deixado no braço do paciente por mais de um minuto. 01) 08 ATENÇÃO: A punção deve ser feita perpendicularmente à superfície da pele e não de outra forma. NOTA: Agitar vigorosamente pode causar espuma e hemólise. . 14. O cotovelo 11 não deve estar dobrado e a palma da mão voltada para cima. escolher as veias do braço para a mão. mas minimiza o efeito de influência da coagulação nos resultados de análise). Mesmo garroteado. 5 (Fig. 4. homogeneização inadequada pode resultar em agregação plaquetária e/ou microcoágulos. na seqüência correta de coleta. 13. As características individuais de cada um poderão ser reconhecidas através de exame visual e/ou apalpação das veias. ATENÇÃO: ao coletar amostras com capilar. Colher a amostra a partir da segunda gota. Deve-se sempre que for realizar uma venipunção. dedicando atenção e explicando os procedimentos de coleta que serão realizados. Desprezar a primeira gota. NEM sempre os neonatos sangram imediatamente. Após a coleta. C) Seleção da região de punção A regra básica para uma punção bem sucedida é examinar cuidadosamente o braço do paciente. Profissionalismo é importante para que a paciente tenha uma boa primeira impressão. Sorria. 8.28 III . evitando a região central (Fig. Figura .01 21 9. Quando o microtubo estiver com o seu volume completo.Recepção do Paciente No momento em que o paciente é chamado. (Fig.Guia prático para coleta de sangue. pois neste sentido encontram-se as veias de maior calibre e em locais menos sensíveis a dor.2) punção no calcanhar: Posicionar o calcanhar entre o polegar e o indicador e introduzir a lanceta de forma perpendicular na face lateral interna ou externa do calcanhar. o funil ou tubo-capilar deve ser removido e descartado. facilitando o contato e o processo em si. basta verificar a pulsação do paciente. tornando-as proeminentes. pois poderá causar inflamações. II . troque-o pelo subseqüente. ele se sentirá mais seguro e confiante. B) Garroteamento O garrote é utilizado durante a coleta de sangue para facilitar a localização das veias. 13 formulário médico. por conter maior quantidade de fluidos celulares do que sangue. O garrote deve ser colocado no braço do paciente próximo ao local da punção (4 a 5 dedos ou 10 cm acima do local de punção). Para tal. sendo que o fluxo arterial não poderá ser interrompido. pressionar o local da punção com gaze seca estéril até parar o sangramento. 02) Figura .

. 8. Swabs de algodão embebida em álcool etílico a 70%. • Não selecionar um local com múltiplas punções. As veias podem ser classificadas em: veias de grande. 2.Manter o microtubo conectado ao tubo carregador numa estante de sustentação. 5. iniciar a punção: 1.Acoplar o microtubo ao tubo carregador ou de transporte. . certificar-se de que o material abaixo será de fácil acesso: 1. • Não selecionar um local no braço ao lado de uma mastectomia. as veias podem ser superficiais ou profundas. da periferia para o centro do sistema circulatório. As veias superficiais são subcutâneas e com freqüência visível por transparência da pele. Secar o local da punção com uma gaze estéril. principalmente em idosos.A. 4. • Não selecionar um local no braço onde o paciente foi submetido a uma infusão intravenosa. Veia mediana cubital Veia basílica Veia mediana basílica Veia mediana cefálica Veia longitudinal (ou antebraquial) Veia do dorso da mão Veia marginal da mão 20 09 Figura . • Não selecionar um local com hematoma. (Fig. 13 táctil. Lancetas. e vênulas. . Etiqueta para identificação do paciente.1) Punção digital: Posicionar o dedo e introduzir a lanceta de forma perpendicular na face lateral interna da falange (Fig. 2. 7. edema ou contusão. D) Técnica para coleta de sangue a vácuo Antes de iniciar uma venipunção. Luvas. Calçar luvas. Figura . Selecionar a lanceta. 03) As veias mais usuais para a coleta de sangue são: Após o material estar preparado. Nos casos mais complicados. Descartador de material pérfuro-cortante. 5. A)Técnica para microcoleta de sangue capilar Antes de iniciar uma microcoleta. média) por um minuto. Gaze seca e estéril. Aquecer a falange distal ou o calcanhar a ser puncionado usando uma bolsa de água-quente ou friccionando o local da punção para estimular a vascularização. 3. 02.03 Escolher uma região de punção envolve algumas considerações: Selecionar uma veia que é facilmente palpável. 27). que é o coração. Microtubos necessários à coleta. 6. sendo mais calibrosas nos membros. 6. Veia Cefálica As veias são tubos nos quais o sangue circula. Verificar quais os exames a serem realizados. Devido à sua situação subcutânea permitir visualização ou sensação 11. TENTE ISTO. colocar o paciente deitado com o braço acomodado ao lado do corpo e garrotear com o esfigmomanômetro (em P . médio e pequeno calibre. Tubos necessários à coleta. esparadrapo. De 1 acordo com a sua localização. Fazer antissepsia do local com algodão embebido em álcool etílico a 70%. Segurar firmemente o neonato ou bebê. Lavar e secar as mãos.27 NUNCA aplicar tapinhas no local a ser puncionado. Antes de iniciar a punção: . 4. 8. Bandagem. são nessas veias que se fazem normalmente à coleta de sangue. 8. pois se forem portadores de ateroma poderá haver deslocamentos das placas acarretando sérias conseqüências.Introduzir o funil ou tubo capilar através da tampa de borracha. certificar-se de que o material abaixo será de fácil acesso: 01. para evitar movimentos imprevistos. se tiver dificuldade em localizar uma veia: • • Recomenda-se utilizar uma bolsa de água quente por mais ou menos cinco minutos sobre o local da punção e em seguida garrotear. 3. 7.Guia prático para coleta de sangue. Etiquetas para identificação do paciente.

durante 11 uma mesma venipunção . 08. Tubo com fluoreto de sódio (glicemia).2. Figura . 04/A). A microcoleta pode ser realizada de várias formas : • amostra capilar com microtubos e funil. Isto pode ser evitado usando lancetas de aproximadamente 2 . de baixo para cima. Portanto. a Derme profundidade da incisão é crítica. 12 Em neonatos e bebês. Calçar luvas. esparadrapo. exceto com luvas estéreis. 04.4 mm. 2 10 19 05. Luvas. de profundidade. Desde que o método tradicional para a coleta de sangue a vácuo não seja possível em neonatos e bebês deve-se recorrer ao sistema de microcoleta. 04. forçando uma vascularização local (Fig. Swabs ou mecha de algodão embebida em álcool etílico a 70%. com disparo Figura . O sangue obtido de punção capilar é composto por uma mistura de sangue de arteríola e vênulas além de fluidos intercelular e intersticial. 05. A "ordem de coleta" recomendada. em sentido espiral (Fig. deverá ser selecionada de acordo com o local a ser puncionado e a quantidade de Epiderme sangue necessária.Introdução A microcoleta é um processo de escolha para obtenção de sangue venoso ou periférico. 07. Gaze seca e estéril. do centro do local de perfuração para fora. Garrote. I . 04. Adaptador para coleta a vácuo.04/A Figura . quando o volume a ser coletado é menor que o obtido através de tubos a vácuo convencionais. Remover a capa Figura . 06/A).25 mm. Tubo com EDTA-K3 (hematologia). 06. Tubo para hemocultura (quando houver). contribuindo para que a coleta possa ser mais fácil. Capilar não devendo ultrapassar 2. 03. 03. é a seguinte: 01.Guia prático para coleta de sangue. Fazer antissepsia do local da punção. Tubo sem aditivo (soro).através de perfuração com lanceta na face lateral plantar do calcanhar. segura e eficiente. • amostra venosa com escalpe (butterfly). Bandagem. 26). Tubo com citrato (coagulação).04/B II . 06. Agulhas múltiplas. 02. Verificar quais os exames a serem realizados. necessitando um profissional experiente e capacitado.. Punção de calcanhar . Remover a capa inferior da agulha múltipla. 05. MICROCOLETA DE SANGUE CAPILAR E VENOSO PARA NEONATOS E BEBÊS. Descartador de agulhas. Conectá-la ao adaptador. haverá a possibilidade de causar sérias Gordura Subcutânea lesões no osso calcâneo e falange. NUNCA toque o local da punção após antissepsia. e após. • amostra venosa com cânula-Luer.05 . Lavar e secar as mãos. O sistema de microcoleta facilita muito o trabalho. Há uma relação linear entre o volume de sangue coletado e a profundidade da perfuração no Lanceta local da punção. 09.26 semi-automático com dispositivo de segurança (Fig.através de perfuração com lanceta na face palmar interna da falange distal do dedo médio. Dessa forma é possível coletar sangue capilar e venoso. O sangue capilar pode ser assim obtido: punção digital . especialmente em pacientes pediátricos. quando há necessidade de se coletar várias amostras de um mesmo paciente. a lanceta. 03. 10. 4/B). 02. Estar certo de que a agulha esteja firme para assegurar que não solte durante o uso (Fig. Tubo com heparina (para plasma). segundo a NCCLS (National Committee for Clinical Laboratory Standard). 06. iniciar a venipunção: 01. Após o material estar preparado.Utilização do Método Microcoleta A coleta de sangue em bebês e neonatos é freqüentemente problemática e difícil. caso contrário. • amostra capilar com microtubos e tubo capilar. Primeiro.

Solução: desconectar o tubo. com o indicador ou polegar de uma das mãos esticar a pele do paciente firmando a veia escolhida e com o sistema agulha-adaptador na outra mão. Colocar o garrote (Fig. No ato da punção. 08).07 18 11 08. dificultando-a: • • • Agulha de calibre incompatível com a veia. girar suavemente o adaptador.09 em um ângulo de coleta de 15º em . 06/B). Figura . 09). 03. Figura . 07). O sistema agulha-adaptador deve ser apoiado na palma da mão e seguro firmemente entre o indicador e o polegar (Fig. Figura .06/B 07. liberando o bisel e reiniciar a coleta.08 09. Colabamento da veia (Fig.06/A Figura . Estase venosa devido a garroteamento prolongado. puncionar a veia com precisão e rapidez (movimento único) (Fig. 04.Guia prático para coleta de sangue. O sistema agulha-adaptador deve estar Figura . 25). 24). Aderência do bisel na parede interna da veia (Fig. superior da agulha múltipla.25 Outras situações podem ser criadas no momento da coleta. 10. mantendo o bisel voltado para cima (Fig. Figura . Solução: diminuir a pressão do garrote.24 Figura . Bisel voltado para baixo.

pressione-o com o polegar. Observar se não está usando relógio. 10) V .23 13.12/A Figura . NOTA: Sempre manter o tubo pressionado pelo polegar assegurando um ótimo preenchimento. Figura . Solução: retrair a agulha. 23).Dificuldades na Coleta Algumas dificuldades podem surgir pela inexperiência do uso do sistema a vácuo.Guia prático para coleta de sangue. sendo a mais freqüente a falta de fluxo sangüíneo para dentro do tubo.11 Figura . Segurando firmemente o sistema agulhaadaptador com uma das mãos. 11). aprofundando-a.22 12. Com o tubo de coleta dentro do adaptador. 22). 12/A e B).Cuidados Básicos com o Paciente após a Coleta • • • • • Pacientes idosos ou em uso de anticoagulantes. Porém. localizar sua trajetória e corrigir o posicionamento da agulha. Tão logo o sangue flua para dentro do tubo coletor. 02. Orientar para não carregar peso imediatamente após a coleta. pulseira ou mesmo vestimenta que possa estar garroteando o braço puncionado.10 VI . com a outra pegar o tubo de coleta a ser utilizado e conectá-lo ao adaptador. pois durante a coleta. a mão que estiver puncionando deverá controlar o sistema. Figura . Orientar para não massagear o local da punção enquanto pressiona o local. sem atingir a luz do vaso (Fig. Solução: apalpar a veia. A agulha se localizou ao lado da veia. o garrote deve ser retirado. 12 17 Figura . A compressão do local de punção é de responsabilidade do coletor. a mudança de mão poderá provocar alteração indevida na posição da agulha (Fig. 11. Figura . A punção foi muito profunda e transfixou a veia (Fig. devem manter pressão sobre o local de punção por cerca de 3 minutos ou até parar o sangramento. NOTA: Sempre que possível. até que a tampa tenha sido penetrada (Fig.12/B . Possíveis causas: 01. relação ao braço do paciente (Fig. deverá estar atento à maneira do paciente fazê-lo. Se não puder executá-lo.

o acompanhante desviará a atenção da criança para si segurando o rosto da mesma com uma das mãos. • Crianças maiores. homogeneização inadequada pode resultar em agregação plaquetária e/ou microcoágulos. Figura . O auxiliar ficará posicionado ao lado do coletador onde com uma das mãos segurará o braço da criança próximo ao garrote e com a outra mão próximo ao pulso. 16 13 Figura .14/A Figura . Figura . 14/A e B). colaboram para que possa fazer uma venipunção sentada.13 15. 13). no colo do acompanhante.21/B Figura . Quando o tubo estiver cheio e o fluxo sangüíneo cessar. se Figura . O coletador de frente para a criança faz a venipunção seguindo os mesmos passos utilizados para a punção em adulto (Fig. NOTA: 01. Agitar vigorosamente pode causar espuma ou hemólise.14/B 2) A outra. Acoplar o tubo subseqüente em ordem específica a cada um dos exames solicitados. 15). 1) Uma delas é colocar a criança de lado. Existem duas maneiras confortáveis de se posicionar uma criança. Dessa forma.15 . de forma geral.Guia prático para coleta de sangue. sempre seguindo a seqüência correta de coleta (Fig. 02. 21). Não homogeneizar ou homogeneizar insuficientemente os tubos de sorologia pode resultar em uma demora na coagulação.21/A 16.20 a veia for muito fina o garrote poderá ser mantido. O coletador de frente para a criança faz a venipunção seguindo os mesmos passos utilizados para a punção em adulto (Fig. O braço da criança ficará estendido na direção do coletador sob o braço do acompanhante. de frente para ele com as pernas abertas e entrelaçadas a seu corpo. é colocar a criança no colo do acompanhante. 9 Figura . 14. Um dos braços da criança ficará abraçando o acompanhante e o outro posicionado para o coletador. 03. O acompanhante estará abraçado a criança e de costas ou de lado para o coletador. 20). Nos tubos com anticoagulante. O auxiliar ficará posicionado ao lado do coletador onde com uma das mãos segurará o braço da criança próximo ao garrote e com a outra mão próximo ao pulso. homogeneizá-los gentilmente por inversão (4 a 6 vezes) (Fig. na altura da cintura. À medida que forem preenchidos os tubos. remova-o do adaptador trocando-o pelo seguinte (Fig. ficando de lado para o coletador.

mantendo sua fisiologia estável. Uma vez estancado o sangramento aplicar uma bandagem. 18/A e B) Figura . Isto pode ser obtido observando o comportamento da criança na sala de espera. B) Coleta em criança 18. e qual o nível de relacionamento com o acompanhante. 17. Como regra básica sugere-se: • Neonatos e bebês devem ser colocados deitados em maca própria. este deve ser mantido com ela sempre que possível.18/A Figura . Tão logo termine a coleta do último tubo retirar à agulha (Fig. quando possível. enquanto aguarda ser chamado para o procedimento de coleta. 16). deve-se orientar o acompanhante das situações que podem ocorrer: • A criança pode se debater e ter que ser contida. • Probabilidade do retorno para uma segunda coleta por necessidade técnica ou diagnóstica. para o coletador. acompanhante e criança. Um ambiente agradável com algum tipo de entretenimento (televisão. Sempre que possível evitar que a criança assista a punção. O posicionamento de coleta para crianças maiores do que um ano dependerá muito do nível de entendimento que elas possam ter. sala de espera infantil.17 14 19. mas sem que haja comprometimento da coleta. revistas. Com uma mecha de algodão exercer pressão sobre o local da punção. O auxiliar deve posicionar-se na cabeceira da maca no mesmo lado que o coletador. é conveniente que a criança tenha um ambiente próprio de espera.16 A sala de espera é um local próprio para que o paciente repouse. A coleta de sangue em criança e neonato é freqüentemente problemática e difícil. Figura . pois o mesmo esta envolvido psicologicamente com a criança. 17).Guia prático para coleta de sangue. No momento em que a criança é convocada para o procedimento de coleta. • A maioria das crianças choram muito.Coleta de Sangue Infantil A) Sala de espera Figura . • Em casos de crianças rebeldes e/ou de veias difíceis. solicitando a ajuda de outro profissional para garantir que a coleta aconteça sem dificuldades. IV . brinquedos) pode ser providenciado. apoiando o antebraço no peito ou ombro da criança. O coletador de frente para o auxiliar faz a venipunção seguindo os mesmos passos utilizados para a punção em adulto (Fig.19 . sem dobrar o braço. (Fig. de forma que a criança desvie a atenção da situação que a levou até lá. Com uma das mãos conter o braço da criança segurando-a próximo ao pulso e com a outra próximo ao garrote. Não é aconselhável que o acompanhante participe da coleta. ou seja. Caso a criança traga algum brinquedo. 19).18/B Figura . verificando se ela traz algum brinquedo ou livro de estórias. 15 20. há probabilidade de se ter que fazer mais de uma punção. A agulha deve ser descartada em recipiente próprio para materiais infecto contaminantes. até parar de sangrar (Fig. A criança deve ser preparada psicologicamente para a coleta. Por essa razão. ficando um de frente para o outro. cabendo ao coletador conseguir a confiança da criança.

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