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Guia de Coleta de Sangue

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Guia prático para coleta de sangue.

Revisão 01

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Guia prático para coleta de sangue. .

Guia prático para coleta de sangue. .Guia prático para coleta de sangue. Anotações 26 AGRADECIMENTOS À equipe técnica da Vacuette do Brasil e a todos que participaram na elaboração deste projeto.

Anotações 25 .Guia prático para coleta de sangue.

Guia prático para coleta de sangue. ÍNDICE Coleta de sangue venoso I II III Introdução Recepção do paciente Coleta de sangue 07 08 08 15 17 17 IV Coleta de sangue infantil V Cuidados básicos com o paciente após a coleta VI Dificuldades na coleta Microcoleta de sangue capilar e venoso para neonatos e bebês I II 24 Introdução Utilização do método microcoleta 19 19 Bibliografia 23 Anotações 25 .

582-584. Clinical Diagnosis of Laboratory Methods. HENRY R. Rio de Janeiro. 4ª Ed. 03. Complications occurring from diagnostic venipuncture. 06 ª ª 09. 1996. Nº 10. São Paulo. Darmstadt. VALERIE G. Git Verlag. TIETZ N. O. 1998. CANNON D. DAVIDSOHN I.. 2ª Ed. 1 Ed. Anatomia Básica dos Sistemas Orgânicos. 08. Manole. Virtual Phlebotomy. ª 23 .W. Saunders. W. Pa. et all. 1969 pp 487-493. 1982. USA. 1990. A. 11. SCHIFMAN. 02. Saunders. MATHIES T. et all. University of Maryland at Baltimore School of Nursing. A. 1ª Ed. AND WENKELMAN J. p44. pp 374 ... University of Arizona. e FATTINI C. Métodos de Laboratório Aplicados à Clínica. 1991. The current National Committee for Clinical Laboratory Standard (NCCLS) guideline. J. Internet. Journal of Family. R. 1992. 4 Ed. 1990. São Paulo. Pa. LIMA A. Phlebotomists at Risk. BIBLIOGRAFIA 01. USA. 4 Ed. Minas Gerais. MOURA R. G. 1974. DANGELO J. 1974.J. Sample: From the Patient to the Laboratory. et all. GMBH. C. Atheneu. 12. and MARCIA S. Philadelphia. Clin. Internet. BR. Fundamentals of Clinical Chemistry. 13. 1980. Técnicas de Laboratório. II. RON B. 04. LYNCH: Técnicas de Laboratório. 05. 1996. 1ª Ed. Procedure for the Collection of Diagnostic Blood Specimens by Venipuncture. Clinical Chemistry: Principles and Techniques. 07. et all.Guia prático para coleta de sangue. Harper. Guanabara Koogan. GUDER W. Chem. Philadelphia. 10.388. BR. Practice. Evaluation of a new device for rapidly separating serum or plasma from blood. LINDA M. G. BR. GALENA H. USA. New York. A. Vol. et all. USA.Document H3-A3. Nº 20. 1970. 06. 2ªEd. p.. STANLEY S. USA. Atheneu..

Do ponto de vista da sua constituição. para plasma. 03. 2º. Remova a cânula ou butterfly.29 04. dorso das mãos e dos pés. COAGULAÇÃO . Antes de iniciar a punção: acoplar o microtubo ao tubo carregador ou de transporte. . O manual O laboratório deverá fornecer um programa educacional. 22 A amostra Considera-se material biológico (amostra). substância líquida (soro ou plasma) e elementos gasosos (O2 e CO2). fragmentos de tecido obtidos do corpo humano e que possam ser analisados. Tubo contendo EDTA-K3. I . 3º. dando orientações que possam minimizar as dificuldades provenientes de uma venipunção. (Fig.utiliza-se sangue total com EDTA.utiliza-se plasma com citrato de sódio. Deixar que o sangue goteje para dentro do microtubo até completar o volume. através de experiências pessoais ou de informações 13 prestadas por outros profissionais. para soro. o sangue é considerado como um sistema complexo e relativamente constante. o procedimento é conhecido como punção venosa.utiliza-se plasma com fluoreto.Guia prático para coleta de sangue. 5º. Porém. Tubo contendo heparina. 05. Para obtê-lo. excreções. A área escolhida para ser puncionada deve ser mantida imobilizada onde a visualização da veia pode ser melhorada aplicando um garroteamento por poucos segundos e/ou aquecendo ou friccionando a área. 07 Figura . retire o funil e descarte todo o material utilizado na coleta no descartador apropriado. geralmente. para coagulação. 02. Tubo contendo fluoreto de sódio. o conhecimento prático sobre coleta e as reações que poderão ocorrer durante este procedimento são adquiridos. sendo o sangue o mais utilizado. para uma homogeneização perfeita. geralmente são as veias na cabeça. líquidos. para glicemia. Os técnicos da área de coleta de sangue sabem que as chamadas "veias difíceis" não constituirão problema.Introdução O conhecimento teórico das técnicas de coleta de sangue pode ser obtido em cursos teóricocientíficos. 29). noções de biosegurança e o manuseio correto dos materiais de coleta. GLICEMIA . Tubo sem aditivo. secreções. Este manual prático visa orientar quaisquer venipunção. desde que profissionais com experiência prática forneçam orientações e detalhes sobre o procedimento mais adequado. Inverter os microtubos de 4-6 vezes. constituído de elementos sólidos (células sangüíneas). para uma micro venipunção 11. Tubo contendo citrato. Este manual provê informações para todos os profissionais envolvidos com a coleta de sangue. um manual de fácil compreensão como recurso para o dia-a-dia. segundo a NCCLS (National Committee for Clinical Laboratory Standard). e do braço. descrevendo procedimentos. é a seguinte: 1º.utiliza-se soro ou plasma. é essencial conhecer o tipo de amostra necessária para cada teste. A "ordem de coleta" recomendada. para hematologia. 4º. Puncionar a veia utilizando um butterfly ou cânula luer. venipunção ou flebotomia. Introduzir o funil através da tampa de borracha. 01. 10 Embora não seja necessário conhecer todos os detalhes sobre os procedimentos analíticos dos testes. mesmo aquelas consideradas como "difíceis" com o sistema de coleta a vácuo. HEMOGRAMA e GRUPO SANGUÍNEO . B) Técnica para microcoleta de sangue venoso ATENÇÃO! Os locais de punção em bebês e neonatos. BIOQUÍMICA .

dedicando atenção e explicando os procedimentos de coleta que serão realizados. o tubo de EDTA sempre deve ser o primeiro e em seguida o de sorologia (Esta seqüência é oposta ao da coleta tradicional para sangue venoso. ATENÇÃO: ao coletar amostras com capilar. O garrote deve ser colocado no braço do paciente próximo ao local da punção (4 a 5 dedos ou 10 cm acima do local de punção). a identidade deve ser conferida fazendo-lhe uma ou duas perguntas e confirmada através da ficha de entrada (no caso de laboratórios) ou no caso de pacientes hospitalizados a informação poderá ser checada pela pulseira de identificação ou pelo 4. escolher as veias do braço para a mão. II . Para tal. 13. As gotas de sangue são captadas pelo funil ou tubo-capilar. Profissionalismo é importante para que a paciente tenha uma boa primeira impressão. pois poderá causar inflamações. . ele se sentirá mais seguro e confiante. 4.Recepção do Paciente No momento em que o paciente é chamado. evitando a região central (Fig. efetuar uma massagem leve para se obter uma gota bem redonda (esta massagem no local da punção não deve ser firme e nem causar pressão. 14. na seqüência correta de coleta.Guia prático para coleta de sangue. mas seja profissional. Falando com o paciente. 01) 08 ATENÇÃO: A punção deve ser feita perpendicularmente à superfície da pele e não de outra forma. pressionar o local da punção com gaze seca estéril até parar o sangramento. mas minimiza o efeito de influência da coagulação nos resultados de análise). Descartar todo o material utilizado na coleta nos descartadores apropriados. 5 (Fig. pois pode ocorrer contaminação). 12. O garrote não deve ser deixado no braço do paciente por mais de um minuto. seja amigável. pois neste sentido encontram-se as veias de maior calibre e em locais menos sensíveis a dor. de maneira que as veias fiquem mais acessíveis e o paciente o mais confortável possível. sendo que o fluxo arterial não poderá ser interrompido.01 21 9. Colher a amostra a partir da segunda gota. Após a coleta do último microtubo. facilitando o contato e o processo em si. 8. As características individuais de cada um poderão ser reconhecidas através de exame visual e/ou apalpação das veias. Nos microtubos com anticoagulante. B) Garroteamento O garrote é utilizado durante a coleta de sangue para facilitar a localização das veias. tornando-as proeminentes. por conter maior quantidade de fluidos celulares do que sangue. Figura . O paciente deve ser recebido de forma cortês e segura. O cotovelo 11 não deve estar dobrado e a palma da mão voltada para cima. 28). Mesmo garroteado. troque-o pelo subseqüente. Deve-se retirar ou afrouxar o garrote logo após a venipunção. Figura . Deve-se sempre que for realizar uma venipunção. C) Seleção da região de punção A regra básica para uma punção bem sucedida é examinar cuidadosamente o braço do paciente.Coleta de Sangue A) Posicionamento do braço O braço do paciente deve ser posicionado em uma linha reta do ombro ao punho. Desprezar a primeira gota. Quando o microtubo estiver com o seu volume completo. Após a coleta. basta verificar a pulsação do paciente. Sorria.02 10. NEM sempre os neonatos sangram imediatamente. NOTA: Agitar vigorosamente pode causar espuma e hemólise. Agora o microtubo pode ser gentilmente homogeneizado. pois o garroteamento prolongado pode acarretar alterações nas análises (por exemplo: cálcio). o funil ou tubo-capilar deve ser removido e descartado. o pulso deverá continuar palpável.2) punção no calcanhar: Posicionar o calcanhar entre o polegar e o indicador e introduzir a lanceta de forma perpendicular na face lateral interna ou externa do calcanhar. 02) Figura . homogeneização inadequada pode resultar em agregação plaquetária e/ou microcoágulos. se a gota de sangue não fluir livremente. 11.28 III . (Fig. 13 formulário médico.

De 1 acordo com a sua localização. Veia mediana cubital Veia basílica Veia mediana basílica Veia mediana cefálica Veia longitudinal (ou antebraquial) Veia do dorso da mão Veia marginal da mão 20 09 Figura . 2. Verificar quais os exames a serem realizados. Segurar firmemente o neonato ou bebê. 8. 27). Lancetas. • Não selecionar um local com múltiplas punções. edema ou contusão. • Não selecionar um local no braço ao lado de uma mastectomia. 7. principalmente em idosos. 3. TENTE ISTO. Figura . A)Técnica para microcoleta de sangue capilar Antes de iniciar uma microcoleta. pois se forem portadores de ateroma poderá haver deslocamentos das placas acarretando sérias conseqüências. certificar-se de que o material abaixo será de fácil acesso: 1. sendo mais calibrosas nos membros. são nessas veias que se fazem normalmente à coleta de sangue. 13 táctil. Tubos necessários à coleta. da periferia para o centro do sistema circulatório. 4. 02. • Não selecionar um local com hematoma. Secar o local da punção com uma gaze estéril. certificar-se de que o material abaixo será de fácil acesso: 01. 3. para evitar movimentos imprevistos. 8. Fazer antissepsia do local com algodão embebido em álcool etílico a 70%. 7. Antes de iniciar a punção: .Guia prático para coleta de sangue. Gaze seca e estéril. 6. 2. e vênulas. Luvas. 8. Bandagem. 5. . as veias podem ser superficiais ou profundas.Acoplar o microtubo ao tubo carregador ou de transporte.27 NUNCA aplicar tapinhas no local a ser puncionado.Introduzir o funil ou tubo capilar através da tampa de borracha. (Fig. 6. 03) As veias mais usuais para a coleta de sangue são: Após o material estar preparado. As veias podem ser classificadas em: veias de grande. médio e pequeno calibre. Swabs de algodão embebida em álcool etílico a 70%. Selecionar a lanceta. Calçar luvas. iniciar a punção: 1. média) por um minuto. esparadrapo.1) Punção digital: Posicionar o dedo e introduzir a lanceta de forma perpendicular na face lateral interna da falange (Fig. As veias superficiais são subcutâneas e com freqüência visível por transparência da pele. 4. Devido à sua situação subcutânea permitir visualização ou sensação 11. . 5. Aquecer a falange distal ou o calcanhar a ser puncionado usando uma bolsa de água-quente ou friccionando o local da punção para estimular a vascularização. Nos casos mais complicados. . Descartador de material pérfuro-cortante. Etiquetas para identificação do paciente.03 Escolher uma região de punção envolve algumas considerações: Selecionar uma veia que é facilmente palpável. D) Técnica para coleta de sangue a vácuo Antes de iniciar uma venipunção. que é o coração. se tiver dificuldade em localizar uma veia: • • Recomenda-se utilizar uma bolsa de água quente por mais ou menos cinco minutos sobre o local da punção e em seguida garrotear.Manter o microtubo conectado ao tubo carregador numa estante de sustentação. • Não selecionar um local no braço onde o paciente foi submetido a uma infusão intravenosa. Microtubos necessários à coleta. Lavar e secar as mãos. Etiqueta para identificação do paciente. colocar o paciente deitado com o braço acomodado ao lado do corpo e garrotear com o esfigmomanômetro (em P .A. Veia Cefálica As veias são tubos nos quais o sangue circula.

Descartador de agulhas. forçando uma vascularização local (Fig. 02. segura e eficiente. Capilar não devendo ultrapassar 2. Remover a capa inferior da agulha múltipla.Guia prático para coleta de sangue. Gaze seca e estéril. Primeiro. 03. Dessa forma é possível coletar sangue capilar e venoso. Tubo com citrato (coagulação). A microcoleta pode ser realizada de várias formas : • amostra capilar com microtubos e funil. I . 03. a lanceta. 12 Em neonatos e bebês.através de perfuração com lanceta na face palmar interna da falange distal do dedo médio. em sentido espiral (Fig. Tubo para hemocultura (quando houver). 06. Bandagem. Isto pode ser evitado usando lancetas de aproximadamente 2 . O sistema de microcoleta facilita muito o trabalho. Desde que o método tradicional para a coleta de sangue a vácuo não seja possível em neonatos e bebês deve-se recorrer ao sistema de microcoleta. e após. contribuindo para que a coleta possa ser mais fácil.26 semi-automático com dispositivo de segurança (Fig. 10. 04. exceto com luvas estéreis. de baixo para cima. 4/B). Tubo com fluoreto de sódio (glicemia).25 mm. segundo a NCCLS (National Committee for Clinical Laboratory Standard).05 . 06. 09. Fazer antissepsia do local da punção. • amostra venosa com cânula-Luer. 04/A). 02. do centro do local de perfuração para fora.através de perfuração com lanceta na face lateral plantar do calcanhar. Luvas.2. Conectá-la ao adaptador. necessitando um profissional experiente e capacitado. 04. quando o volume a ser coletado é menor que o obtido através de tubos a vácuo convencionais. a Derme profundidade da incisão é crítica. 05. 05. Tubo com EDTA-K3 (hematologia). Verificar quais os exames a serem realizados. haverá a possibilidade de causar sérias Gordura Subcutânea lesões no osso calcâneo e falange. 07. MICROCOLETA DE SANGUE CAPILAR E VENOSO PARA NEONATOS E BEBÊS. NUNCA toque o local da punção após antissepsia. Há uma relação linear entre o volume de sangue coletado e a profundidade da perfuração no Lanceta local da punção. 08. Agulhas múltiplas. iniciar a venipunção: 01.4 mm. A "ordem de coleta" recomendada. Figura . 2 10 19 05. Remover a capa Figura . • amostra capilar com microtubos e tubo capilar. Lavar e secar as mãos. com disparo Figura . deverá ser selecionada de acordo com o local a ser puncionado e a quantidade de Epiderme sangue necessária. quando há necessidade de se coletar várias amostras de um mesmo paciente.04/A Figura . O sangue capilar pode ser assim obtido: punção digital . Garrote. 03. Punção de calcanhar . • amostra venosa com escalpe (butterfly). Adaptador para coleta a vácuo. Tubo sem aditivo (soro). 06/A). 04. Após o material estar preparado. durante 11 uma mesma venipunção . O sangue obtido de punção capilar é composto por uma mistura de sangue de arteríola e vênulas além de fluidos intercelular e intersticial. 06. Tubo com heparina (para plasma).. de profundidade. especialmente em pacientes pediátricos. Swabs ou mecha de algodão embebida em álcool etílico a 70%. 26).Introdução A microcoleta é um processo de escolha para obtenção de sangue venoso ou periférico. Estar certo de que a agulha esteja firme para assegurar que não solte durante o uso (Fig. caso contrário. Portanto. esparadrapo. Calçar luvas.04/B II .Utilização do Método Microcoleta A coleta de sangue em bebês e neonatos é freqüentemente problemática e difícil. é a seguinte: 01.

No ato da punção. Colabamento da veia (Fig. 04. Estase venosa devido a garroteamento prolongado. 24). Colocar o garrote (Fig. 08).09 em um ângulo de coleta de 15º em . liberando o bisel e reiniciar a coleta. com o indicador ou polegar de uma das mãos esticar a pele do paciente firmando a veia escolhida e com o sistema agulha-adaptador na outra mão. 03. girar suavemente o adaptador. Bisel voltado para baixo. 10.06/B 07. puncionar a veia com precisão e rapidez (movimento único) (Fig. Aderência do bisel na parede interna da veia (Fig. Figura . O sistema agulha-adaptador deve ser apoiado na palma da mão e seguro firmemente entre o indicador e o polegar (Fig. dificultando-a: • • • Agulha de calibre incompatível com a veia. 06/B).06/A Figura .25 Outras situações podem ser criadas no momento da coleta. 07). mantendo o bisel voltado para cima (Fig. Solução: desconectar o tubo.07 18 11 08. superior da agulha múltipla. 09). Solução: diminuir a pressão do garrote.Guia prático para coleta de sangue. Figura . O sistema agulha-adaptador deve estar Figura .08 09. Figura . 25).24 Figura . Figura .

a mão que estiver puncionando deverá controlar o sistema. 11.11 Figura . Com o tubo de coleta dentro do adaptador.12/A Figura . Porém. localizar sua trajetória e corrigir o posicionamento da agulha. Se não puder executá-lo.Cuidados Básicos com o Paciente após a Coleta • • • • • Pacientes idosos ou em uso de anticoagulantes. 11). A agulha se localizou ao lado da veia. 23). sendo a mais freqüente a falta de fluxo sangüíneo para dentro do tubo. Figura . 02. relação ao braço do paciente (Fig.10 VI . Orientar para não carregar peso imediatamente após a coleta. Possíveis causas: 01.Guia prático para coleta de sangue. NOTA: Sempre manter o tubo pressionado pelo polegar assegurando um ótimo preenchimento. A compressão do local de punção é de responsabilidade do coletor. Observar se não está usando relógio. Figura .12/B . 12/A e B). devem manter pressão sobre o local de punção por cerca de 3 minutos ou até parar o sangramento. Figura . o garrote deve ser retirado. Tão logo o sangue flua para dentro do tubo coletor. Solução: retrair a agulha.23 13. deverá estar atento à maneira do paciente fazê-lo. aprofundando-a. 10) V . 12 17 Figura . com a outra pegar o tubo de coleta a ser utilizado e conectá-lo ao adaptador. pressione-o com o polegar.22 12. Segurando firmemente o sistema agulhaadaptador com uma das mãos. a mudança de mão poderá provocar alteração indevida na posição da agulha (Fig. sem atingir a luz do vaso (Fig. até que a tampa tenha sido penetrada (Fig. Solução: apalpar a veia. NOTA: Sempre que possível. pois durante a coleta. Orientar para não massagear o local da punção enquanto pressiona o local. A punção foi muito profunda e transfixou a veia (Fig. 22).Dificuldades na Coleta Algumas dificuldades podem surgir pela inexperiência do uso do sistema a vácuo. pulseira ou mesmo vestimenta que possa estar garroteando o braço puncionado.

Agitar vigorosamente pode causar espuma ou hemólise. 03. Nos tubos com anticoagulante. Um dos braços da criança ficará abraçando o acompanhante e o outro posicionado para o coletador. 20). 13). ficando de lado para o coletador. Figura . sempre seguindo a seqüência correta de coleta (Fig. 9 Figura . Não homogeneizar ou homogeneizar insuficientemente os tubos de sorologia pode resultar em uma demora na coagulação.20 a veia for muito fina o garrote poderá ser mantido. 21).21/B Figura . de frente para ele com as pernas abertas e entrelaçadas a seu corpo. À medida que forem preenchidos os tubos. Dessa forma. O acompanhante estará abraçado a criança e de costas ou de lado para o coletador.21/A 16. NOTA: 01. • Crianças maiores. no colo do acompanhante. Quando o tubo estiver cheio e o fluxo sangüíneo cessar.15 . 16 13 Figura . 1) Uma delas é colocar a criança de lado. 14. O auxiliar ficará posicionado ao lado do coletador onde com uma das mãos segurará o braço da criança próximo ao garrote e com a outra mão próximo ao pulso. O coletador de frente para a criança faz a venipunção seguindo os mesmos passos utilizados para a punção em adulto (Fig. 14/A e B). Figura . de forma geral. O coletador de frente para a criança faz a venipunção seguindo os mesmos passos utilizados para a punção em adulto (Fig.14/A Figura .Guia prático para coleta de sangue. Existem duas maneiras confortáveis de se posicionar uma criança. homogeneizá-los gentilmente por inversão (4 a 6 vezes) (Fig. Acoplar o tubo subseqüente em ordem específica a cada um dos exames solicitados. homogeneização inadequada pode resultar em agregação plaquetária e/ou microcoágulos. 15). remova-o do adaptador trocando-o pelo seguinte (Fig. O auxiliar ficará posicionado ao lado do coletador onde com uma das mãos segurará o braço da criança próximo ao garrote e com a outra mão próximo ao pulso. é colocar a criança no colo do acompanhante.13 15. O braço da criança ficará estendido na direção do coletador sob o braço do acompanhante. na altura da cintura.14/B 2) A outra. colaboram para que possa fazer uma venipunção sentada. o acompanhante desviará a atenção da criança para si segurando o rosto da mesma com uma das mãos. 02. se Figura .

solicitando a ajuda de outro profissional para garantir que a coleta aconteça sem dificuldades. sala de espera infantil. verificando se ela traz algum brinquedo ou livro de estórias. é conveniente que a criança tenha um ambiente próprio de espera. Com uma das mãos conter o braço da criança segurando-a próximo ao pulso e com a outra próximo ao garrote. A criança deve ser preparada psicologicamente para a coleta. apoiando o antebraço no peito ou ombro da criança. 16).Guia prático para coleta de sangue. brinquedos) pode ser providenciado. Sempre que possível evitar que a criança assista a punção.19 . acompanhante e criança. • Probabilidade do retorno para uma segunda coleta por necessidade técnica ou diagnóstica. O posicionamento de coleta para crianças maiores do que um ano dependerá muito do nível de entendimento que elas possam ter. quando possível. • Em casos de crianças rebeldes e/ou de veias difíceis. Não é aconselhável que o acompanhante participe da coleta. Por essa razão. há probabilidade de se ter que fazer mais de uma punção. A coleta de sangue em criança e neonato é freqüentemente problemática e difícil. Caso a criança traga algum brinquedo. Uma vez estancado o sangramento aplicar uma bandagem. O auxiliar deve posicionar-se na cabeceira da maca no mesmo lado que o coletador. (Fig. Com uma mecha de algodão exercer pressão sobre o local da punção. 17. mantendo sua fisiologia estável. IV . de forma que a criança desvie a atenção da situação que a levou até lá. A agulha deve ser descartada em recipiente próprio para materiais infecto contaminantes. e qual o nível de relacionamento com o acompanhante. O coletador de frente para o auxiliar faz a venipunção seguindo os mesmos passos utilizados para a punção em adulto (Fig. 17). Como regra básica sugere-se: • Neonatos e bebês devem ser colocados deitados em maca própria. No momento em que a criança é convocada para o procedimento de coleta. pois o mesmo esta envolvido psicologicamente com a criança. B) Coleta em criança 18.18/B Figura . este deve ser mantido com ela sempre que possível. até parar de sangrar (Fig.Coleta de Sangue Infantil A) Sala de espera Figura .18/A Figura . ou seja. deve-se orientar o acompanhante das situações que podem ocorrer: • A criança pode se debater e ter que ser contida.17 14 19. revistas. ficando um de frente para o outro. 19). 15 20. Figura . para o coletador. • A maioria das crianças choram muito. enquanto aguarda ser chamado para o procedimento de coleta. Isto pode ser obtido observando o comportamento da criança na sala de espera. Tão logo termine a coleta do último tubo retirar à agulha (Fig. sem dobrar o braço. mas sem que haja comprometimento da coleta. Um ambiente agradável com algum tipo de entretenimento (televisão.16 A sala de espera é um local próprio para que o paciente repouse. cabendo ao coletador conseguir a confiança da criança. 18/A e B) Figura .

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