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GLADWELL, Malcolm. O ponto da virada: como pequenas coisas podem fazer uma grande diferença. Rio de Janeiro: Sextante, 2009.

1. EPIDEMIAS SOCIAIS

1

1.1.

Princípios que explicam as epidemias

 

1.1.1. Possibilidade de contágio;

 

1.1.2. Fato de pequenas causas poderem ter grandes efeitos;

 

1.1.3.

Fato de a mudança não acontecer gradualmente, mas num momento decisivo: os pontos da virada.

1.1.4.

“[

]

a melhor maneira de compreender o surgimento das tendências [

]

ou

qualquer outra mudança misteriosa que marque o dia-a-dia, é pensar em todas elas como epidemias.” (GLADWELL, 2009, p. 13)

1.2.

3 regras que regem as epidemias

 

1.2.1.

Regra dos eleitos: epidemias são suscitadas pelo esforço de um grupo de pessoas

excepcionais.

 

1.2.2. Fator de fixação: fazer com que a mensagem se fixe.

 

1.2.3. Poder do contexto: “[

]

os seres humanos são muito mais sensíveis ao seu

ambiente do que pode parecer.” (GLADWELL, 2009, p. 34)

 
 

2.

A REGRA DOS ELEITOS

2.1.

Comunicadores (cola social): pequeno número de pessoas que estão vinculadas a todas as outras em poucas etapas. O restante se liga ao mundo por meio desta minoria especial.

2.1.1. Conhecem muita gente;

 

2.1.2. Ocupam muitos mundos, subculturas e nichos.

 

2.1.3. Nos ligam a mundos que não pertencemos;

2.1.4. São responsáveis pelas epidemias transmitidas oralmente.

2.2.

Experts (bancos de dados): acumulam conhecimento.

2.2.1. Sabem de coisas que a maioria de nós desconhece;

2.2.2. Lêem mais jornais, revistas e passam os olhos em muitas coisas;

2.2.3.

Geralmente tem suas opiniões acatadas por outras pessoas, embora não tenha o objetivo de persuadir.

2.3.

Vendedores: convencem quando não se acredita no que se ouve.

 

2.3.1. São persuasivos

Pistas não verbais são tão ou mais importantes que as verbais.

Em geral a persuasão é feita por meios que não percebemos.

Daironne Rosário

GLADWELL, Malcolm. O ponto da virada: como pequenas coisas podem fazer uma grande diferença. Rio de Janeiro: Sextante, 2009.

Mímica motora.

3. O FATOR DE FIXAÇÃO

2

3.1.

“Há uma forma simples de embalar uma informação que, nas circunstâncias corretas, a torna irresistível.” (GLADWELL, 2009, p. 129)

3.1.1.

O segredo da fixação está principalmente na “embalagem”, não no “conteúdo” da

 

mensagem.

 
 

4.

O PODER DO CONTEXTO

4.1.

A teoria das janelas quebradas

4.1.1. Uma pequena expressão de desordem convida a delitos mais sérios.

4.1.2. “[

]

uma epidemia pode ser revertida, pode dar uma guinada, concertando-se

 

detalhes mínimos no ambiente imediato.” (GLADWELL, 2009, p. 143)

 

4.1.3.

Há momentos, lugares e condições que podem derrubar nossas predisposições mais fortes.

4.2.

Erro fundamental da atribuição: pensar que o caráter é algo unificado.

4.3.

“[

]

elementos específicos e relativamente pequenos do ambiente podem servir de

Pontos da Virada. (GLADWELL, 2009, p. 163)

4.4.

O poder dos grupos

 

4.4.1.

“[

]

grupos pequenos e muito unidos têm o poder de aumentar o potencial

 

epidêmico de uma idéia.” (GLADWELL, 2009, p. 169-170)

4.5.

A regra dos 150: número ideal da incubação de idéias.

4.5.1. Memória transacional: memória fora do nosso cérebro

Daironne Rosário