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Informática - Noções de Hardware - Conceitos e Fundamentos

Informática - Noções de Hardware - Conceitos e Fundamentos

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INFORMÁTICA

- 1 -



CONCEITOS
E
FUNDAMETOS
DE
HARDWARE



SISTEMAS
OPERACIONAIS
(CONCEITOS, INTERFACE
DE JANELAS)



CONHECIMENTOS
BÁSICOS
DE
MICROINFORMÁTICA





INFORMÁTICA

- 2 -

Informática é a ciência que trata da informação.
Derivada das palavras informação + automática, define, desta forma, o principal objetivo do uso de um
computador.

Podemos, para efeito didático, dividir a informática em duas áreas:
1 ) Hardware – A parte física da informática ( placas, periféricos ).
2 ) Software – A parte lógica da informática ( programas ).

HARDWARE

O primeiro componente de um sistema de computação é o hardware, que corresponde à parte material,
aos componentes físicos do sistema; é o computador propriamente dito.

COMPUTADOR

Qualquer máquina capaz de fazer três coisas: aceitar uma entrada estruturada, processá-la de acordo
com regras preestabelecidas, e produzir uma saída com os resultados. Os computadores existentes hoje co-
brem uma gama notável de tamanhos, formatos, capacidades e aplicações, e podem ser categorizados de vá-
rias maneiras - dentre as quais a classe, a geração e o modo de processamento.
Classe: Os computadores podem ser classificados como supercomputadores, mainframes, supermini-
computadores, minicomputadores, estações de trabalho ou microcomputadores. Se todos os outros fatores se
mantiverem iguais (por exemplo, a idade da máquina), esta categorização servirá de indicação sobre a veloci-
dade, o tamanho, o custo e a capacidade do computador. É importante lembrar que todas as estatísticas refe-
rentes à performance e à capacidade dos computadores são voláteis: os microcomputadores mais sofisticados
de hoje são tão poderosos quanto os minicomputadores de alguns anos atrás.
Geração: Os computadores de primeira geração que deixaram sua marca na história, como o UNIVAC,
surgido no início da década de 1950, se baseavam em válvulas. Os computadores de segunda geração, que
apareceram no início da década de 1960, usavam transistores no lugar de válvulas. Os computadores de tercei-
ra geração, que datam do final da década de 1960, usavam circuitos integrados no lugar dos transistores. Os
computadores de quarta geração, surgidos em meados da década de 1970, são aqueles, como os microcom-
putadores, nos quais a integração em larga escala (LSI ou large-scale integration) permitiu que milhares de cir-
cuitos fossem colocados num único chip. Espera-se que os computadores de quinta geração associem a inte-
gração em muito grande escala (VLSI ou very-large-scale integration) com abordagens sofisticadas ao uso da
computação, como a inteligência artificial e um processamento verdadeiramente distribuído.
Modo de processamento: Os computadores podem ser análogos ou digitais. Os computadores análogos,
usualmente restritos aos empreendimentos científicos, representam os valores sob a forma de sinais que vari-
am continuamente, e que podem assumir uma quantidade infinita de valores dentro de uma faixa limitada, a
qualquer instante. Os computadores digitais, que para a maioria de nós são os únicos computadores conheci-
dos, representam os valores através de sinais discretos (distintos, separados) - os bits representam os dígitos
binários 0 e 1.
O hardware é composto por vários tipos de equipamentos, caracterizados por sua participação no siste-
ma como um todo. Uma divisão primária separa o hardware em unidade central e periféricos. Tanto os periféri-
cos como a UCP são equipamentos eletrônicos ou eletromecânicos.

COMPONENTES BÁSICOS DE COMPUTADORES

Características do hardware de um sistema:
I - Unidade Central:
* UCP - Unidade Central de Processamento: o "cérebro" da máquina, UCP ou CPU (Central Pro-
cessing Unit);
* Memória Principal ou Central: rápida, limitada, temporária e volátil.
II - Periféricos ou Unidades de E/S - Entrada/Saída:
* Memória Auxiliar, Secundária ou de Massa: mais lenta, com maior capacidade e teoricamente
permanente: não volátil;
* Dispositivos ou Unidades de Entrada: convertem informação em forma utilizável pela máquina;
* Dispositivos ou Unidades de Saída: convertem informação utilizável pela máquina para formatos
utilizáveis externamente



ESQUEMA DE UM SISTEMA DE COMPUTADOR


Periféricos de Unidade Central Periféricos de
ENTRADA U C P SAÍDA

- Unid. Disco - Unid. Disco
- Teclado Unid. Unid. - Unid. Fita
- Unid. Fita Contr. Lóg. Arit. - Monitor
- Scanner - Impressora
- Caneta Ótica - Plotter
- Leitora de barra - Modem
- Cartão perfurado
- Modem MEMÓRIA
- Digitalizador
- Tela sensível ROM RAM
- Mouse





- Movimento dos dados e informações.


UNIDADE CENTRAL

A unidade central é composta em geral por circuitos eletrônicos (CI - Circuitos Integrados), e tem basi-
camente dois módulos: a Unidade Central de Processamento e a Memória Principal.

UCP - UNIDADE CENTRAL DE PROCESSAMENTO

INFORMÁTICA

- 3 -
O principal deles é a Unidade Central de Processamento - UCP ou CPU - Central Processing Unit, res-
ponsável pelo gerenciamento de todas as funções do sistema. Em um microcomputador a UCP, também cha-
mada de microcomputador é um circuito integrado, um chip.
A UCP é o centro do sistema de processamento de dados. Essa unidade é constituída de dois elementos
básicos: a Unidade de Controle (UC) e a Unidade de Lógica e Aritmética (ULA).
A função da UC é dirigir e coordenar as atividades das demais unidades do sistema. Todas as atividades
internas de uma máquina são controladas pela UC. As funções da UC são: controle de entrada de dados, inter-
pretação de cada instrução de um programa, coordenação do armazenamento de informações, análise das ins-
truções dos programas, controle de saída de dados, decodificação dos dados, etc.
A ULA tem como função realizar as operações aritméticas como a adição, subtração, divisão e multipli-
cação; e também as operações lógicas relacionais como deslocamento, transferência, comparação, classifica-
ção, etc. Quando um programa solicita uma operação matemática ao computador, a UC entrega para a ULA os
dados envolvidos e a operação a ser utilizada. A ULA executa o cálculo e imediatamente devolve os dados para
a UC e finalmente os dados são de alguma forma manipulados até chegar a um objetivo.

MEMÓRIA PRINCIPAL

A memória principal ou memória central é composta por dois tipos de circuitos: memória RAM ( Random
Access Memory - Memória de Acesso Randômico) e memória ROM ( Read Only Memory - Memória Apenas de
Leitura ).
A memória RAM necessita de energia elétrica para manter as informações armazenadas, é volátil, isto é,
se apaga quando o equipamento é desligado e é onde o computador armazena os programas e os dados du-
rante o processamento.
Já a memória ROM é gravada pelo fabricante do equipamento com programas que dão apoio ao sistema
operacional, a BIOS ( Basic Input Output Service - Serviços Básicos de Entrada e Saída ); é tipicamente menor
que a RAM e seu conteúdo é permanentemente gravado pelo fabricante do computador e não depende de e-
nergia para manter seu conteúdo.
A RAM armazena linguagens, sistema Operacional, programas do usuário, dados para uso pelos pro-
gramas e dados sobre o estado do sistema. A ROM armazena linguagens, sistema operacional, programas es-
senciais para uso pelo usuário.
Tipos de Memória Principal:
* Memória Volátil- Conteúdo alterável, Gravação e Leitura:
- RAM (Random Access Memory)- Memória de acesso randômico. Pode ser:
- DRAM (Dynamic RAM) - RAM dinâmica, representa a maior parte da memória do computador.
- SRAM (Static RAM) - RAM estática, mais rápida e usada como memória cache.
- WRAM ( Windows RAM ) – memória específica para ambiente gráfico
- EDO – RAM ( EXTEND DATA OUT ) – Variação da DRAM em termos de arquitetura, sendo 30% mais
rápida.
- SDRAM – ( Synchronous DRAM ) – Atuando em sincronismo com o microprocessador, sendo mais rá-
pida do que a EDO RAM, com tempo de acesso de 10 ns.
- CACHE PIPELINE – Memória intermediária entre o microprocessador e os periféricos de leitura e gra-
vação, agilizando o processamento dos dados.

Observação: A velocidade de leitura e gravação das dram variam de 50 ns a 80 ns, já as memórias utiliza-
das em cache variam de 15 ns a 20 ns ( nanosegundos), com exceção da SDRAM que é de 10 ns.

* Memória Não-Volátil- Somente para leitura:
- ROM (Read Only Memory)- Memória somente para leitura, conteúdo gravado durante a sua fabricação.
- PROM (Programmable ROM)- ROM programável, conteúdo gravado em equipamento especial pelo usuá-
rio.
- EPROM (Eraseble PROM)- PROM reprogramável após ter seu conteúdo apagado por raios ultravioleta.
- EEPROM (Electrically EPROM)- ROM reprogramável por impulsos elétricos.
Tipos de Memória:
A memória convencional é composta pelos primeiros 640 Kb de memória no computador. Uma vez que o
próprio DOS (Sistema Operacional em Disco) administra esta memória, não há necessidade de um gerenciador
adicional de memória para usá-la. Todos os programas baseados em DOS exigem memória convencional.
A área de memória superior são os 384 Kb acima da memória convencional de 640 Kb no computador.
Esta área é utilizada pelo hardware do sistema, por exemplo, o adaptador de vídeo. Nos computadores 80386 e
80486 essa área pode ser usada para executar controladores de dispositivo e programas residentes em me-
mória.

A memória estendida é a memória de acesso aleatório acima de 1 MB em computadores 80286, 80386
e 80486, e, em geral, fica instalada na placa-mãe, podendo ser acessada diretamente pelo microprocessador.
Esta memória exige um gerenciador ( HIMEM.SYS ) de memória estendida. O Windows e seus aplicativos exi-
gem este tipo de memória.
A memória alta são os primeiros 64 Kb da memória estendida. Em um computador com memória esten-
dida, o DOS é instalado para ser executado na área de memória alta. Isto deixa mais memória convencional
disponível para a execução de programas.
A memória expandida é parte da memória estendida transformada através de um gerenciador de memó-
ria ( EMM386.EXE ) . Utilizada por alguns aplicativos baseados no DOS, principalmente jogos.

A memória cachê funciona como um buffer entre o processador e a memória. Sua tarefa é fornecer ao
processador o que precisa de memória. Se não tiver o que o processador precisa, ela vai buscar na memória,
passa a informação para o processador e faz uma cópia do conteúdo atual para o caso do processador precisar
das informações novamente. A memória cachê interna é colocada dentro do chip da UCP, e tem entre 8 e 32
KB. A externa é composta por chips de SRAM ou PIPELINE alojados na placa-mãe e tem entre 8 KB e 1 Mb.
Memória virtual são os espaços alocados pela UCP geralmente nos discos rígidos tratados como se fos-
sem páginas de memória principal, só que bem mais lentos que esta por dependerem de leitura e gravação em
discos. É também uma técnica que permite a aplicação trabalhar como se o sistema fosse dotado de uma
grande memória principal uniforme embora, na realidade, ela seja bem menor, mais fragmentada e/ou parcial-
mente simulada por um meio de armazenamento secundário, como um disco rígido. As aplicações acessam a
memória através de endereços virtuais, que são traduzidos (mapeados) por componentes de hardware especi-
ais em endereços físicos.
No mercado existem ainda os cartões PCMCIA (Personal Computer Memory Card International Associa-
tion - Associação Internacional de Cartões de Memória para Computadores Pessoais). O PCMCIA é um peque-
no cartão, do tamanho de um de crédito, que pode funcionar como uma extensão de memória, placa
fax/modem, disco rígido e placa padrão SCSI. Há três padrões para esse tipo de cartão, já estando previsto o
quarto padrão (de tamanho reduzido em relação aos antecessores). Para usar é preciso que o computador te-
nha um conector PCMCIA, e em razão dos vários padrões, que seja um com múltiplos tipos.

Unidades de medida de capacidade de memória ou de armazenamento:

1 byte = 1 caracter
1 Kbyte = 1 Kilobyte = 2
10
1.024 bytes = 1.024 caracteres = aprox. 1 mil
1 Mbyte = 1 Megabyte = 2
20
1.048.576 bytes = 1.048.576 caracteres = aprox. 1 milhão
1 Gbyte = 1 Gigabyte = 2
30
1.073.741.824 bytes = 1.073.741.824 caracteres = aprox. 1 bilhão
1 Tbyte = 1 Terabyte = 2
40
aprox. 1 trilhão de caracteres.
1 Pbytes = 1 Petabyte = 2
50
aprox. 1 quadrilhão
INFORMÁTICA

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ESQUEMATIZAÇÃO DA MEMÓRIA PRINCIPAL

Na placa-mãe
Memória Convenc. 640 Kb

Mem. Superior 384 Kb
Mem. Alta 64 Kb 8 Mb

Mem. Extendida 2 Mb
(EMS)

Mem. Estendida 5 Mb
(XMS)


Observação : A memória expandida é emulada em cima da memória estendida, usando-se o gerenciador
EMM386.exe, ou seja tinhamos 7 Mb de memória estendida, ao usarmos 2 Mb de expandida ficamos com 5 Mb
de estendida.

PERIFÉRICOS DE COMPUTADORES

São os equipamentos periféricos destinados à concretização da comunicação entre as pessoas e a má-
quina. São eles as unidades de entrada e unidades de saída, dispositivos que complementam como periféricos
o hardware da unidade central.
Existem várias formas e tipos de unidades de entrada e saída. As mais comuns, e presentes em quase
todos os micros, são o teclado (para entrada) e o monitor de vídeo (para saída). Outra unidade de saída padrão
é a impressora, que por sinal foi historicamente a primeira a ser utilizada.


MEMÓRIA AUXILIAR

A memória auxiliar também é chamada de secundária, externa ou de massa; os mecanismos de acesso
(gravação e/ou leitura) podem ser seqüenciais ou de acesso direto.
As memórias auxiliares de acesso seqüencial são as que utilizam cartão perfurado, fita de papel perfura-
da e fita magnética. Todas as demais, na maioria discos, são memória de acesso direto.
Tipos de Memória Auxiliar, Externa, Secundária ou de Massa:
a) Papel Perfurado:
- Cartão - Cartão perfurado, ultrapassados.
- Fita - Fita de papel perfurada, ainda utilizada em alguns equipamentos industriais e telex.
b) Magnética:
- Discos - Discos magnéticos, a escolha mais comum.
. Flexível - Disquete , disco flexível, floppy disk, camada magnética sobre plástico. Baixo
custo, porém com baixa durabilidade e confiabilidade moderada.
. Rígido - Disco rígido: camada magnética sobre metal.
- Winchester - Disco rígido selado e portanto fixo.
- Removível - Disco rígido removível, um ou vários discos montados, disk pack.
- Cartucho - Disco rígido selado em cartucho removível para micros.

Observação : É levado em consideração dois fatores para avaliarmos um winchester além da capacidade
de armazenamento:
1) Tempo de Acesso aos dados, é medido em ms ( milesegundos ), sendo ídeal se infe-
rior a 10 ms.
2) Taxa de transfêrencia dos dados, medida em kb/s e seus múltiplos, sendo ídeal uma
taxa acima de 1,5 mb/s.

¯ ± U
Disquete de 3,5" Disco Rígido Disquete de 5,25"

- Fitas:
.Carretel - Fita magnética, muitas variedades. A de maior uso é backup pelo baixo custo.
.Cartucho - Fita moderna para backup de winchester usadas para micros e superminis.
.Cassete - Fita cassete convencional usada apenas em micro muito pequeno e barato. Pou-
co confiável, baixo custo.

·
Fita de Carretel

c) De Bolha - Memórias de bolhas, alto custo, não-volátil, compactada e ainda pouco usada.
d) De Massa - Memória de massa em núcleos, custosa, não-volátil e atinge centenas de GB.
e) Ótica:
- Disco ótico; disco compactado; compact disk ou CD-ROM (compact-disc read-only-memory). Um
meio de armazenamento caracterizado pela alta capacidade e pelo uso de técnicas óticas de laser em vez do
eletromagnetismo para a leitura dos dados. Alcançam enormes densidades, virtualmente não se desgastam.
Bastante usados em estações multimídia (som, imagem e informática integrados). Os CD-ROM chegam a
comportar até 650 Mb de dados que podem ser acessados interativamente na tela do computador. Utilizado pa-
ra produzir enciclopédias, dicionários e bibliotecas de software para uso em microcomputadores. Novas técni-
cas de compactação permitem condensar até 250.000 páginas de texto num único CD.






INFORMÁTICA

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ESQUEMA DE INTERCÂMBIO DE DADOS ENTRE A MEMÓRIA PRINCIPAL ( RAM ) E A MEMÓRIA AU-
XILIAR ( DISCOS E FITAS )


Unidade Central Periféricos de
U C P SAÍDA

- Unid. Disco
Unid. Unid. - Unid. Fita
Contr. Log.Arit. - Monitor
- Impressora
- Plotter
- Modem

MEMÓRIA


ROM RAM



MEMÓRIA AUXILIAR EM DISCO:

Em geral, os discos são mais utilizados e os preferidos, a menos que a relação custo/benefício justifique
outro dispositivo e para aplicações específicas com necessidades de backup.
Usualmente o sistema deve ter pelo menos dois dispositivos auxiliares de memória, idealmente do mes-
mo tipo, para permitir que se copie um do outro , isto é, se efetue cópias de reserva.
Nos micros o dispositivo padrão é o disquete, e fitas cassetes devem ser evitadas em aplicações que não
as de lazer barato, por serem freqüentes os problemas de leitura e gravação.
A dimensão típica do disquete é 5 1/4" ( cinco e um quarto de polegada ) ou 5,25", mas existem de 8" (
oito polegadas ) que estão em desuso - mais recentemente, os com invólucro rígido de 1,5", 3" e 3,5". A partir
de 1985, o padrão de disco flexível começou a se dividir entre de 5,25" slim (meia altura) e os de 3,5".
Capacidades de armazenamento dos disquetes:
- Disquete de 5,25" - 360KB (em dupla densidade - DD) e 1,2MB (em alta densidade - HD - High Den-
sity), ou 40 páginas de texto.
- Disquete de 3,5" - 720KB (em dupla densidade - DD) e 1,44MB (em alta densidade - HD), ou 48 páginas
de texto.
A título de comparação, um CD-ROM de 650 Mb armazena 21.667 páginas de texto.
Um drive (leitora/gravadora de disquetes) de alta densidade (1,2MB) lê disquetes entre 128KB e 1,2MB,
ou seja, da capacidade do drive para baixo. Já o drive de dupla densidade (360KB) lê disquetes entre 128KB e
360KB, não lendo, portanto disquetes de capacidade maior. O mesmo se aplica no caso do drive de 1,44 Mb de
alta densidade em relação aos disquetes de 1,44 Mb (HD) e de 720 Kb (DD). Atualmente em uso somente dis-
quetes de 1,44 Mb.

Os discos são divididos em trilhas concêntricas subdivididas por setores radiais. Essa divisão pode ser
feita, fisicamente, por furos no próprio disco flexível ou, como é muito mais usual, ser realizada de forma lógica
pelo sistema operacional.
O processo de divisão em setores e trilhas é chamado de formatação ou inicialização do disco. O pro-
grama que formata o disco, na realidade, apaga o conteúdo do disco, verifica se o disco está com defeitos que
impossibilitam ler ou gravar dados na sua superfície, e grava informações nos primeiros setores da primeira tri-
lha, que são reservadas para conter informações especiais sobre o conteúdo do disco.
A divisão lógica em trilhas e setores pode ser realizada em uma ou nas duas faces do disco e com dife-
rentes densidades.
Os discos são organizados pelo sistema operacional do computador em duas partes: uma pequena área
do sistema usada para cuidar da informação-chave sobre o disco, e a área de dados, a maior parte do disco,
onde são armazenados os arquivos.
A área do sistema divide-se em três partes, chamadas "boot" (autocarregador), a FAT (ou TAA, Tabela
de Alocação de Arquivos) e o diretório-raiz.
O "boot", ou registro de "boot", é a primeira parte de um disco, que contém um programa bem curto - al-
gumas centenas de bytes - que executa a tarefa de iniciar a carga do sistema operacional na memória principal
do computador.
A FAT (File Allocation Table ou TAA) é usada para gravar a situação em cada parte do disco. A fim de
gerenciar a parte de dados de um disco, o sistema operacional divide o espaço em unidades lógicas chamadas
clusters. Qualquer que seja o tamanho dos clusters, o sistema operacional utiliza esse espaço como unidade
para alocação de qualquer arquivo no disco. Essa alocação é manuseada pela FAT, que é a parte do disco que
mais precisa de proteção sendo gravada duas vezes pelo sistema operacional no mesmo disco.
A última parte da área do sistema é o diretório-raiz. Esse é o diretório de arquivo que todo disco possui.
O diretório contém o registro dos arquivos armazenados no disco.
Para cada arquivo, há uma entrada no diretório que contém o nome-do-arquivo em oito caracteres, a exten-
são (tipo) do nome em três caracteres, o tamanho do arquivo em bytes, a data e a hora da última alteração no
arquivo. Há mais duas partes de informação gravadas a respeito de um arquivo em sua entrada de diretório.
Uma é chamada cluster inicial (indica qual cluster contém a primeira parte do arquivo). A outra parte é chamada
atributo de arquivo onde são gravados as particularidades de cada arquivo: system (arquivos do sistema opera-
cional), hidden (arquivo encoberto para o usuário), read-only (arquivo apenas para leitura, não pode ser grava-
do) e finalmente archive (arquivos que já possuem ou precisam de cópias de reserva - backup).
Inúmeras tecnologias de controladoras de disco rígido estão em uso atualmente, entre elas:
- IDE - Intelligent Drive interface (interface de drive inteligente). Os drives IDE têm tecnologia eletrônica
de controle e conversão embutidas e não em placas separadas. Atualmente são comercializados dois padrões
IDE principais: drives compatíveis com AT e drives compatíveis com XT.
- ST-506/412 - a interface mais comum até agora é a original ST-506 agora aliada ao mais recente pa-
drão, a ST-412. Os mais novos computadores incluem interfaces embutidas que proporcionam uma melhor per-
formance.
INFORMÁTICA

- 6 -
- ESDI - Enhanced Small Device Interface é uma interface ST-506 melhorada que proporciona uma maior
performance, mais alta capacidade e, geralmente, maior custo.
- SCSI - Small Computer System Interface, geralmente conhecida como "scusi", é uma placa de E/S pa-
ralela de relativa alta velocidade, popular em estações de trabalho e outras máquinas mais poderosas.

DISPOSITIVOS DE ENTRADA:

a) Manuais:
* Teclado
* Digitalizador - mesa digitalizadora ou mesa gráfica, digitalizador de imagem ou dispositivo
de varredura manual
* Telas ou superfícies sensíveis ao toque
* Canetas luminosas ou eletrônicas
* Alavanca, bastão e/ou botão de controle - Joystick, Paddle
* Mouse ou dispositivo para apontar e posicionar
* Reconhecimento de voz
b) Automáticos:
* Dispositivos de Entrada/Saída:
Unidade de disco
Unidade de fita
Modem
Máquina Fotográfica
Unidades de CD-Recordable (gravadores e leitores de cd-r)
Digital Versatile Disk ( DVD )
* Dispositivos de varredura ótica - Scanners:
Leitora de caractere ótico impresso com tinta magnética - MICR
Leitora de caractere ótico - OCR
Leitora de códigos de barras
* Leitora de cartão perfurado
* Leitora de fita perfurada
* Sensores

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Teclado Mouse Terminal

Os dispositivos de entrada convertem dados e informações em sinais eletrônicos que o computador pode
utilizar, armazenar e processar. São divididos em manuais e automáticos.

DISPOSITIVOS DE SAÍDA:

Dispositivos de saída convertem sinais elétricos internos armazenados para formas úteis externamente.
A informação pode sair do sistema em cinco formas diferentes:
- Dados: caracteres alfanumérico arranjados na forma de dados.
- Texto: palavras, números e outros símbolos arranjados na forma de texto.
- Imagens: gráficos e figuras.
- Som: voz e música.
- Digital: forma que outro sistema pode ler.
Alguns dispositivos podem apresentar mais de uma forma de saída; outros são voltados para uma única
forma.

DISPOSITIVOS DE ENTRADA/SAÍDA:

- Modem
- Unidade de disco
- Unidade de fita

DISPOSITIVOS DE SAÍDA TEMPORÁRIO/VOLÁTIL

- Monitores de vídeo:
- Tubo
- Tela plana

DISPOSITIVOS DE SAÍDA PERMANENTE:

- Impressoras:
- De impacto:
* Matricial ou serial
* Margarida
* Linear
- Outras (não impacto ou de página):
* Jato de tinta
* Térmica
* Eletrostática
* Laser
- Traçadores de gráficos, plotters
- Impressão direta em filme:
- Micro filme
- Slide e filme fotográfico
- Cartão ou fita perfurada (obsoletos)
Em geral, os sistemas necessitam de dois dispositivos de saída: um rápido volátil para visualizar dados e
um permanente. Uma estatística global mostra que de 50% a 90% dos dados que saem do sistema só são lidos
uma vez, e a grande maioria só tem valor se visto ou lido no momento que é gerado. Ou seja, em média, bem
mais que a metade do que sai do sistema não tem sentido imprimir, pois é volátil por natureza.

MONITORES DE VÍDEO

Economizam tempo e despesa de papel, mas são muito voláteis. Recebem várias denominações como:
monitores, terminais CRT - Tubos de Raios Catódicos, telas, vídeo, display, terminal de vídeo etc.
São divididos em dois grandes grupos: os que usam tubos, semelhantes a um aparelho de TV e os que
utilizam uma tela plana. Em geral, mostram informações impressa ou gráfica.
Os monitores de vídeo, quanto à tecnologia utilizada, classificam-se em:
INFORMÁTICA

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- MDA - Monochrome Display Adapter, Adaptador de Vídeo Monocromático, foi o primeiro tipo para PC.
Exibe 80 caracteres por 25 linhas de texto de alta resolução, através de uma configuração de célula de 7 pontos
de largura por 11 pontos de altura. Não executa gráficos endereçáveis por ponto.
- Hércules - este adaptador de gráficos fornece dois modos de operação monocromática. Um modo é o
padrão de 80 por 25 de formato texto do MDA. O outro modo é um modo gráfico endereçável por pontos, de al-
ta resolução, de 720 pontos horizontais por 384 linhas.
- CGA - Color Graphic Adapter, Adaptador Gráfico Colorido, foi a primeira tentativa de exibição gráfica
colorida no IBM PC, em 1981. No modo texto ele pode exibir o padrão de 80 colunas por 25 linhas de texto; en-
tretanto, as células de texto são formadas por uma matriz de 8 por 8. Em relação às capacidades gráficas, exis-
tem dois modos: de baixa resolução (320 pontos x 200 linhas em 4 cores) e de alta resolução (600 pontos x 200
linhas em 2 cores).
- EGA - Enhanced Graphics Adapter, Adaptador Gráfico Melhorado, foi o primeiro passo em direção a
uma exibição gráfica decente de textos e cores, introduzido em 1985. Possui dois tamanhos de exibição de tex-
to e várias resoluções gráficas e coloridas.
- VGA - Video Graphics Array, Vídeo de Matriz Gráfica, faz tudo que os tipos anteriores fazem e ainda
mais. O texto usa matriz de 9 por 14, tem uma resolução de 640 pontos por 480 linhas, exibe 256 cores de uma
lista de 262.144 cores. Introduzido em 1987.
- SVGA - Super VGA, 800 pontos por 600 linhas, em 16m cores. Alguns modos apresentam-se com uma
resolução de 1.024 por 768 em 16m cores. Introduzido em 1989.
- XGA - Extended VGA, VGA Estendido, introduzido pela IBM em 1990, com resolução de 1.024 x 768
pontos (entrelaçado), em 256 cores. Em 1991 a VESA (Video Eletronic Standards Association, Associação de
Padronização de Video Eletrônico) lançou o XGA, com 1.024 x 768 (não entrelaçado) e maior resolução.

Dois outros fatores devem ser levados em consideração:
Dot Pitch – Cada ponto na tela é formado por outros três pontos e a distância entre um ponto e ou-
tro que formam o ponto da imagem é chamdado de dot pitch, quanto menor melhor, melhor definição da ima-
gem, expressos em mm e variam de .39mm a .25mm.
Entrelaçamento – A maneira como a imagem é formada é através de linha, um monitor entrelaça-
do a imagem é formada primeiro pelas linhas impares , voltando ao início para formar as linhas pares.
Não entrelaçado – A imagem é formada de maneira linear ou seja todas as linhas em sequência.

IMPRESSORAS

Existem muitos tipos diferentes de impressoras. Além de serem classificadas quanto ao modo de im-
pressão, também o são em função de outras características.
Características das impressoras:
Tipos de interface:
- Paralela - Centronics ou Dataproducts.
- Serial - RS 232C.
- Outros - Current loop, HP-IB, IEEE-488, etc.
Modo de impressão:
- Quantidade impressa:
* Serial - um caracter por segundo: uni ou bidirecional e procura otimizada, qualidade próxima car-
ta, velocidade nominal em CPS e rendimento: 40 a 90%.
* Linear ou de linhas - uma Linha Por Minuto - LPM.
* Uma folha por vez - Página Por Minuto - PPM.
- Mecanismo de impressão:
* Impacto: serial ou linear.
* Não impacto: jato de tinta, térmica, laser, led array, Líquido Cristal Digital e eletrostática.
- Tipo de caracteres impressos:
* Completos: margarida (Daise-Wheel) - ficando obsoletas, lineares, laser e eletrostática.
* Por matriz de ponto (agulhas) - matricial, com 9 ou 24 agulhas.
- Recursos:
- Tipo de caracteres: ASCII, maiúscula/minúscula, especial, expandido, comprimido etc.
- Função e caracteres por linha (80/132,132/240).
- Capacidade gráfica (matriciais) e número de cópias (1 a 6)
- Impressão a cores: jato de tinta e matriciais.
- Tipo de papel:
* Formulário contínuo; rolo; largura variável/folha solta.
- Alimentação do papel:
* Velocidade de avanço; tração e/ou fricção.
* Papel solto/envelopes; alimentação manual ou automática.
A velocidade da impressora linear ou de linha é especificada em LPM - Linhas Por Minutos, um vez que
ela imprime uma linha inteira de cada vez. A impressora serial imprime um caracter por vez (em série); assim,
CPS - Caracteres Por Segundo representa a sua velocidade de impressão.
Tipos de impressora segundo a tecnologia de impressão:
- Impressoras com qualidade de carta (margarida) - formam a imagem da mesma maneira que as má-
quinas de datilografia - impulsionando a imagem completa dos caracteres de encontro a uma fita e, assim,
transferindo a tinta para o papel. Chegam a imprimir 50 caracteres por segundo e não imprimem gráficos.
- Impressoras matriciais - formam a imagem golpeando uma série (ou matriz) de pinos de encontro a
uma fita entintada e transferindo a tinta para o papel. Os caracteres são formados por pontos e a impressão
tem aparência improvisada e pouco legível. As melhores matriciais são as de 24 pinos. São rápidas e atingem
mais de 100 caracteres por segundo. Têm diversas fontes e tamanhos, e todas conseguem imprimir gráficos.
- Impressoras jato de tinta - formam imagens jogando a tinta diretamente sobre o papel, produzindo os
caracteres que parecem contínuos. A velocidade nominal está entre 4 e 6 páginas por minuto, são lentas, po-
rém silenciosas. Possuem fontes internas e aceitam fontes via software e cartucho.
- Impressora a laser - utilizam a tecnologia das copiadoras para fundir tinta em pó no papel, produzindo
uma saída de alta qualidade e boa velocidade (a maioria das impressoras a laser tem uma velocidade nominal
na faixa de 8 ou mais páginas por minuto), usam folhas avulsas e funcionam em silêncio. Também possuem
fontes internas e aceitam fontes via software e cartucho.
- Impressoras de fotodiodos e impressoras de cristal líquido - se parecem muito com as impressoras la-
ser, exceto pelo fato de que não usam um raio laser para formar as imagens. As impressoras de fotodiodo utili-
zam uma matriz de fotodiodos (LEDs ou light-emitting diodes) com essa finalidade; as impressoras de cristal lí-
quido empregam uma luz de halogênio cujos feixes são distribuídos por obturadores de cristal líquido.
- Impressoras térmicas - funcionam sem ruído, porém esta é a sua única vantagem. Elas operam pres-
sionando uma matriz de pinos aquecidos contra um papel especial sensível ao calor, e isso significa que o usu-
ário precisa adquirir o papel certo. São muito lentas e são muito usadas em fax, calculadoras e computadores
portáteis.

OUTROS DISPOSITIVOS DE SAÍDA

Além de monitores de vídeo, impressoras e traçadores de gráficos, pode-se destacar mais três grupos de
dispositivos de saída: os obsoletos que usam papel perfurado, os que imprimem as saídas em filme e os que
produzem som.
Os outros dispositivos de saída são:
- Sinal Sonoro ou Audível:
* Alto-Falante dos micros; usualmente para produzir um sinal sonoro de alerta.
INFORMÁTICA

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* Sintetizador de voz e sistemas de resposta audível, exemplos de saldo por telefone, idem de pre-
ço, horário, mensagens em geral e como auxílio a deficientes visuais etc.
* Sintetizador de som para gerar sons de instrumentos musicais.
- Impressão direta em filme:
* Microfilme, COM - Computer Output MicroFilm.
* Slides e filme fotográfico em geral, exemplos: câmaras e dispositivos dedicados, para software
voltados a apresentações gráficas.
- Dispositivos obsoletos:
* perfuradores de fita de papel.
* perfuradores de cartões.


KIT MULTIMÍDIA

O termo multimídia define três elementos atuando simultaneamente e são eles:

a) Som
b) Imagem
c) Movimento

Os periféricos que são usados em multimída são os seguintes:

Placa de som, leitor de cd-rom, placas de video 3d , microfones, caixas acústicas, etc...


Placa de Som
Composta por circuitos sintetizadores e conversores de sinais digitais para analógicos, responsável pela en-
trada e saída de som no micro.
Atualmente temos placas com capacidade de reproduzir simultaneamente 16, 32 e 64 vozes.

A maioria da placas de som tem as seguintes entrada e saídas:

- Uma entrada de áudio onde podemos conectar qualquer fonte sonora para gravarmos. (line in )
- Uma entrada exclusiva para microfone, onde podemos gravar a voz do usuário. (mic in )
- Uma saída de audio sem amplificação, podemos conectar um sistema de grande potência a essa saí-
da ( amplificador ). (line out)
- Uma saída de audio com pequena potência ( + ou – 4 watts ), onde são conectadas as caixas acústi-
cas que acompanham o kit multimídia. (spk out)
- Uma entrada para Joystick ou teclado musical através de cabos especiais, o qual permite gravarmos
através do teclado musical. (joystick/midi).
- As placas mais antigas incorporam controle de volume, já as atuais esse controle é feito através de
software.
- A compatibilidade é determinada pela marca CREATIVE SOUNDBLASTER, ou seja, para uma perfeita
reprodução dos sons na maioria dos softwares, a placa de som deverá ser soundblaster ou 100% compatível
com a mesma.

Unidade de Cd-rom

Em multimídia o primeiro ítem que levamos em consideração é o espaço de armazenamento de dados, e
uma da alternativas é o cd-rom.

Antigamente os leitores de cd-rom eram utilizados apenas na leitura de dados, basicamente textos, po-
rém hoje o que temos é som, imagem e movimento aliados.
Então para uma perfeita sincronização entre esses elementos necessitamos de leitores cada vez mais
velozes:


Leitor cd-rom Taxa de transferência

1 x 150 kb/s
2 x 300 kb/s
4 x 600 kb/s
6 x 900 kb/s
8 x 1.200 kb/s
10 x 1.500 kb/s
12 x 1.800 kb/s
16 x 2.400 kb/s
18 x 2.700 kb/s
24 x 3.600 kb/s
32 x 4.800 kb/s

Já o tempo de acesso aos dados chega próximo de 150 ms para os mais rápidos.

Uma variação do cd-rom está sendo atualmente utilizada em aplicações multimídia, que é o cd-r :
Equipamento que permite além de ler, também gravar em uma mídia especial ( cd –gravável ), po-
rém os dados não pode ser apagados.

Surgindo também os chamados CD-RW, que com o uso de mídia específica permite gravar e apagar até
mil vezes.

O sucessor do cd-rom, atualmente é o DVD com capacidade de armazenamento seis vez mais , permi-
tindo assim termos até filmes inteiros armazenados neste tipo de mídia.


Placas de vídeo 3d

A arquitetura dessas placas proporcionam maior velocidade de apresentação da imagem no vídeo, re-
produzindo com maior fidelidade os objetos, tornando-os o mais próximo da realidade.


O responsável diretamente pelo movimento é o microprocessador, pois dele depende todo o sincronis-
mo.
A INTEL uma das maiores fabricantes de microprocessador, lançou no mercado um microprocessador
com funções específicas de multimídia ( MMX ).

MICROCOMPUTADORES

INFORMÁTICA

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São equipamentos baseados num microprocessador que é seu cérebro, integrado em um espaço reduzi-
do, capaz de dirigir, controlar e coordenar toda a atividade do sistema. Atualmente um equipamento padrão é
dotado de uma unidades de disquete flexível de 3,5 uma unidade de disco rígido - winchester ( com capacida-
de entre 1Gb e 2Gb) como memória auxiliar magnética, memória principal ( 16Mb ou 32 Mb) , vídeo colorido
(SVGA), unidade leitora de cr-rom ( 8x – 12x), impressora jato de tinta ou laser, mouse, etc.
Menos poderosos que os minicomputadores e os mainframes, os microcomputadores se transformaram,
mesmo assim, em máquinas poderosas capazes de executar tarefas complexas. A tecnologia está avançando
com tanta rapidez que os microcomputadores de topo de linha se tornaram tão poderosos quanto os mainfra-
mes de alguns anos atrás, a um custo muitíssimo menor.
Tipos de Microcomputadores quanto ao processador:
- PC - (Personal Computer) UCP modelo 8088, com dois drives de baixa densidade (128KB), com veloci-
dade de 4,77 MHz. Trabalham externamente com 8 bits, ou seja, 1 byte de cada vez. O Intel 8088 é um micro-
processador de 16 bits, lançado em 1978. Trabalha com um barramento interno de dados de 16 bits e um ex-
terno de 8 bits.
- PC XT - (Personal Computer eXtended Tecnology) UCP modelo 8088, com dois drives de baixa densi-
dade (360KB) e winchester de 10MB (por isso estendido), com velocidade de 4,77 MHz até 12 MHz (turbo).
- PC AT 80286 - (Personal Computer - Advanced Tecnology) usa o chip modelo 80286 e simula o chip
8088 no modo real, porém com velocidade entre 6 e 8MHz, sendo que uma operação básica é feita em 1/6 de
tempo do 8088. Permite ainda aumentar o número de programas que o computador pode trabalhar de uma só
vez, no modo protegido. Trabalha com 16 bits, lançado em 1984. Trabalha com um barramento de dados (in-
terno e externo) de 16 bits e tem capacidade de endereçar até 16 Mb de memória RAM.
- PC 80386 - Fabricado em dois modelos: o SX e DX. A diferença está na comunicação externa do pro-
cessador com os demais componentes da placa-mãe. O SX apesar de operar com 32 bits, no momento de co-
municar-se com a placa-mãe usa 16 bits. Já o DX opera todo em 32 bits ou 4 bytes por vez. Freqüência entre
20 e 40 MHz. É um microprocessador de 32 bits, lançado em 1986. Trabalha com um barramento de dados de
32 bits e tem capacidade de endereçar diretamente até 4 Gb de memória principal.
- PC 80486 - Lançado em 1989 com um barramento de dados de 32 bits reais e a capacidade de ende-
reçar diretamente 64 GB de memória principal. Freqüência entre 25 e 66 MHz. Trabalham com 32 bits.
- PC 80486 SX - Foi lançado em 1990 e é igual ao 486 DX, exceto por não incorporar o chip co-
processador.
- PC 80486 DX - O micro com este processador foi lançado em 1989. Trabalha em 32 bits reais e tem
mais poder e velocidade de processamento que os 386. Com mais de um milhão de transistores num único e
minúsculo chip de silício, ele incorpora o co-processador aritmético, que antes era um chip à parte.
- PC 80486 DX2 - Este processador opera com uma freqüência na CPU (50 Mhz) e com a metade desta (25
Mhz) no barramento externo. Tem memória cache interna na CPU de 8 Kb, a exemplo de todos os 486 DX.
Trabalha com 32 bits.
- PC 80486 DX4 - É a nova versão do chip 80486 da Intel. Este processador tem performance 50% supe-
rior que o 486 DX2, seu antecessor. Está disponível nas velocidades de 75MHz e 100MHz. Em breve chega a
versão com 83MHz.
- PC PENTIUM - É a quinta geração de microprocessadores lançada pela Intel em março de 1993. A In-
tel é o maior fabricante de chips do mundo, e responsável pela criação dos chips da família x86, que equiparam
os micros XT, ATs 286, 386 e 486. Este microprocessador é muito mais potente que seus antecessores e tem
versões nas velocidades de 75 MHz a 200MHz.
- Surgiram também os 586 fabricados pelos concorrentes da INTEL como a AMD e CYRIX.
- A AMD lançou em 1995 o K5, com velocidades de 100 mhz e 133 mhz
- PC PENTIUM-PRO, lançado pela INTEL com velocidade de 150 a 200 mhz
- PENTIUM MMX ( com 57 instruções específicas para multimídia e cache interna de 32 kb ), velocida-
de de 166mhz e 200 mhz.
- AMD K6, com velocidades de 180mhz e 233 mhz.
- PENTIUM II – Surgiu da união do Pentium-pro e o Pentium-MMX atingindo velocidades de 233, 266,
300, 350 e 400 mhz.

INSTALAÇÕES FÍSICAS


Nos casos mais simples a preparação do local e a sua organização pode envolver apenas um pequeno es-
paço numa escrivaninha, mas geralmente exige mais. Para um PC recomenda-se uma mesa apropriada para o
computador (CPU, teclado e vídeo) e outra para a impressora e, em determinados casos, até instalações elétri-
cas adequadas.
Para sistemas maiores, outras preparações podem ser necessárias na preparação do local:
- Em geral, seguir as especificações do fabricante;
- Qualquer ambiente confortável para uma pessoa será adequado para um sistema pequeno;
- Energia elétrica, com circuitos separados que são os melhores;
- Pode-se necessitar condicionador e disjuntor de potência;
- Uma fonte de energia ininterrupta, no-break, pode ser exigida por questões de segurança;
- Aumento de ventilação ou ar-condicionado pode ser requisitado devido ao calor produzido pelo sistema;
usualmente só necessário para sistemas de maior porte;
- Os extremos de temperatura e umidade aumentam a taxa de mau funcionamento; mantenha o ambiente
dentro das especificações;
- Para facilitar a interligação e alimentação dos equipamentos, os sistemas médios e grandes precisam de
uma sala com um piso falso elevado;
- Prever ligações e cabos de comunicação em geral; atenção com os modems, linhas telefônicas diretas e
terminais locais;
- Espaço para armazenamento de determinados suprimentos e local especial para fitas ou discos é impor-
tante;
- Iluminação: cuidado com o excesso de claridade nas telas;
- Via de acesso: prever como será colocado o maquinário e equipamentos na sala;
- Ruído: impressoras matriciais podem ser extremamente aborrecedoras; usar revestimento e divisórias a-
propriadas;
- Equipamentos e dispositivos de segurança em geral, como os relacionados com energia elétrica, proteção
contra incêndio, extintores, etc.; o acesso à sala do equipamento deve ser controlado.

WINDOWS 98

Com o lançamento do Windows 98, sistema operacional sucessor do Windows 95, a proposta da Microsoft
foi de apresentar um sistema mais fácil de usar, mais confiável e também mais divertido.

Facilidade no uso
O uso do computador com este sistema operacional, tornou-se mais fácil:
Pois com um simples clique do mouse podemos abrir arquivos;
Uso de vários monitores, proporcionando um aumento no seu espaço de trabalho;
Instalação fácil de um novo hardware, com o uso do padrão USB ( Universal Serial Bus ), permitindo seu
uso imediatamente sem reiniciar o computador.

INFORMÁTICA

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Confiabilidade
Novas ferramentas que auxiliam no teste e na solução de problemas de arquivos e do disco rígido, as vezes
de maneira automática.

Diversão
O Windows 98, suporta DVD ( Digital Versátil Disk ), possibilitando a reprodução de filmes e jogos em DVD
com imagem e áudio digital.



Elementos da tela do Windows 98


ÁREA DE TRABALHO
A Área de Trabalho é o principal elemento da interface do windows98, pois tudo será feito dentro dela (exe-
cução de programas, desenho, texto, etc...).
A área de trabalho é como se fosse a nossa mesa, onde colocamos o material necessário para um determi-
nado trabalho.
A área de trabalho do Windows 98 contém os seguintes elementos:
Plano de fundo (papel de parede)
O plano de fundo pode ser personalizado pelo usuário, o padrão do Windows 98 é um plano de fundo na cor
verde, porém existem outras opções que acompanham o Windows ( esteira, ladrilhos, ondas ... ), pode-se tam-
bém adicionar uma foto digitalizada ou logotipo.
Para alterar o plano de fundo, basta um simples clique com o botão direito do mouse na área de trabalho e
escolher a opção propriedades, surgirá uma janela com a guia plano de fundo onde o usuário fará a alteração.
Ícones – pequenos desenhos representando um programa, pasta ou uma janela fechada a qual contém ou-
tros ícones. ( meu computador, lixeira, ...).
Barra de Tarefas – Essa barra contém botões que irão iniciar programas, alternar entre um programa e ou-
tro, botões de configuração ou simplesmente elementos informativos como hora, data, etc...
Janelas – Ao abrirmos um ícone, surge outro elemento denominado janela, que poderá conter outros ícones
e pastas.
As janelas podem ser redimensionadas, alterando-se assim o seu tamanho.
São três as opções de redimensionamento:
1 – Com o cursor na borda esquerda ou direita da janela, altera-se o tamanho da janela na horizontal.
2 – Com o cursor na borda superior ou inferior da janela, altera-se o tamanho da janela na vertical.
3 – Com o cursor em um dos cantos da janela, altera-se o tamanho da janela proporcional (horizontal e ver-
tical).
As janelas também podem ser movimentadas pela área de trabalho, com o arrastar do mouse sobre a barra
de título. ( ver figura área de trabalho ).
Os Elementos das janelas do Windows 98 são:
Barra de título – Barra superior da janela, identificando a janela ou o programa em execução.
Botões localizados na direita superior sendo eles:
Botão minimizar – torna a janela em seu tamanho mínimo, ou seja um ícone, não finalizando a execução do
programa, deixando-o disponível na barra de tarefas..
Botão maximizar – torna a janela em seu tamanho máximo, ocupando o tamanho total da área de trabalho.
Botão fechar – torna a janela em seu tamanho mínimo, terminando a execução do programa.
Menu de opções – Localizado abaixo da barra de título, exibe opções que proporcionarão ao usuário efetuar
operações com pastas, arquivos, acesso a internet e obtenção de ajuda.
Barra de rolagem – Quando o conteúdo das janelas forem maior do que possa ser visualizado, aparecerão
barras horizontais ou verticais denominadas barras de rolagem, permitindo ao usuário visualizar os demais e-
lementos.
Linha de status – localizada na parte inferior da janela, exibe informações ao usuário, tais como: número de
objetos dentro da janela, número de objetos selecionados, ...)
OPERAÇÕES EFETUADAS NAS JANELAS E ÁREA DE TRANSFERÊNCIA
Com o Windows 98, ficou mais fácil a operação com arquivos ou pastas, no que se refere a cópia ou movi-
mentação dos mesmos.

INFORMÁTICA

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Em qualquer janela, usando o menu de opção EDITAR – COPIAR, estaremos enviando o arquivo (s) ou pas-
ta (s) selecionados para a área de transferência.
Mudamos de janela ou pasta e usando o menu de opção EDITAR – COLAR, estaremos colocando nesta
nova janela ou pasta uma cópia do que foi selecionado no item anterior.
Se objetivo do usuário é trocar de lugar o arquivo ou pasta, usamos o menu de opção EDITAR – RECOR-
TAR no lugar de EDITAR – COPIAR.
Também podemos usar as combinações de teclas a seguir:
EDITAR – COPIAR - CTL + C
EDITAR – RECORTAR – CTL + X
EDITAR - COLAR - CTL + V

ÍCONES DA ÁREA DE TRABALHO
A área de trabalho poderá conter vários ícones, dependendo da quantidade de programas instalados no sis-
tema.
O padrão do Windows 98 são os seguintes ícones:

Meu Computador - Esse ícone ao ser acionado, abrirá uma janela a qual conterá informações do seu
sistema:
Número de unidades do equipamento (drives, cd-rom, rede, etc...)
Pasta painel de controle (configuração do equipamento)
Pasta impressoras (configuração de impressoras)
Acesso à rede dial-up ( configuração de conexão ao modem )
Além disso, a janela meu computador, nos dá acesso a todas essas unidades ou pastas descritas acima.
Meus Documentos – Pasta onde por padrão são armazenados os documentos elaborados pelo pacote Mi-
crosoft Office, facilitando a localização posterior.
Internet Explorer - Browser da Microsoft, incorporado ao Windows 98, permite o acesso a Internet ou In-
tranet
Lixeira – Local de armazenamento temporário para arquivos excluídos, permitindo uma restauração ou re-
moção permanente.
Outook Express – Permite o envio e recebimento de e-mail ( correio eletrônico ).
Ambiente de Rede – Exibe os recursos disponíveis na rede, caso seu computador esteja conectado a uma
rede.

Barra de Tarefas
A barra de tarefas padrão do Windows 98 contém:
Botão Iniciar – É através desse botão que temos acesso para executar programas, abrir documentos, mudar
configurações do sistema, executar comandos, obter ajuda, localizar arquivos e também finalizar o Windows
98.
Temos localizados a direita do botão iniciar os ícones de acesso imediato ao Internet Explorer, Outlook Ex-
press e Mostrar Área de Trabalho.
Na direita da barra de tarefas, temos o relógio que além de informar a data e hora, permite alterá-la.
Dependendo da configuração do equipamento, a barra de tarefas poderá conter mais ícones (som,video).

EXECUÇÃO DE PROGRAMAS DO WINDOWS 98 (EXECUTANDO UMA APLICAÇÃO, SISTEMA DE ME-
NUS)

O Botão iniciar é menu desdobrável contendo as seguintes opções:

INICIAR
PROGRAMAS
FAVORITOS
DOCUMENTOS
CONFIGURAÇÕES
LOCALIZAR
AJUDA
EXECUTAR

Algumas dessas opções são desdobradas em sub-opções como veremos a seguir

PROGRAMAS

ACESSÓRIOS

COMUNICAÇÕES
Acesso a rede dial-up - Configuração e acesso através de modem.
Discagem automática – permite ligação via telefone através do micro.

ENTRETENIMENTO
CD player – permite o uso de cd musical.
Controle de volume – alterar a intensidade sonora do micro.
Gravador de Som – Permite a gravação de sons, através de uma fonte externa (microfone).
Mídia Player – Programa responsável pela apresentação de multimídia no micro (vídeo clips).

FERRAMENTAS DO SISTEMA
Encontramos nesse sub-menu ferramentas como:
Backup – Faz cópia de segurança
Desfragmentador de Disco – Organiza o sistema para manter os arquivos em áreas contínuas, aumentando
assim a velocidade de acesso aos mesmos.
Agente de Compactação – Utilizado para aumentar o espaço de armazenamento através da compactação
de arquivos.
Scandisk – verifica e corrige erros no disco.
Informações do Sistema – exibe detalhadamente informações de todo o equipamento tanto na parte de
hardware como de software.

BLOCO DE NOTAS
Mini editor de texto, usado para rascunhos.


CALCULADORA
Acesso a calculadora, onde temos duas opções:
Calculadora padrão – para cálculos simples.
Calculador científica – para cálculos complexos tais como fatorial, seno, cosseno, etc...

MAPA DE CARACTERES
Exibe os caracteres existentes em um determinado tipo de fonte ( letras ), bem como a combinação de te-
clas para aqueles caracteres não impressos no teclado ( ¶ © ® ).

INFORMÁTICA

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PAINT
Editor gráfico do Windows 98, permite desenhar ou alterar uma imagem.

JOGOS
Incluído quatro jogos para as horas de lazer do usuário são eles: Paciência, Campo minado, Freecell e Co-
pas.

WORDPAD
Editor de texto que nos permite a confecção de documentos com certo grau de aprimoramento: alinhamen-
to, tipos de letra, etc...
Não podendo ser comparado a um editor de texto profissional onde temos corretor ortográfico ou gramático,
dicionário ou outros utilitários incorporados.

INICIAR
Nesse submenu é incluído aqueles programas que ao iniciar o Windows 98 já entram em funcionamento au-
tomaticamente;
Usado geralmente para antivírus, barra de atalhos e outros.

OUTLOOK EXPRESS
Acesso imediato ao programa responsável pelo envio e recebimento de e-mail.

PROMPT DO MS-DOS
Permite o acesso ao MS-DOS através de uma janela ou tela cheia para efetuarmos comandos do MS-DOS.

WINDOWS EXPLORER
Responsável por operações com arquivos e discos.
Ao usarmos esse menu, é aberto uma janela com menus e dividida em duas áreas:
Área da esquerda mostrando as unidades do sistema (disquete, cd-rom, rede, etc..), bem como os suas
pastas (diretório) e sub-pastas (sub-diretórios).
Área da direita onde é visualizado os arquivos pertencentes àquela pasta marcada na esquerda.

OPERAÇÕES COM ARQUIVOS E PASTAS
Através do Windows explorer podemos efetuar as seguintes operações com arquivos e pastas: cópia, sele-
ção, apagamento, troca de nome (renomear), movimentação, classificação, ocultação, procura, impressão, en-
vio e saber as propriedades (tamanho,tipo,data,etc...).

EXPLORANDO ARQUIVOS E PASTAS
Nesta lição, você aprenderá a visualizar os arquivos e pastas armazenados em seu computador. Além disso,
você aprenderá a utilizar o Windows para gerenciar seus arquivos e pastas.
Clique no botão Avançar, acima, para continuar. Utilizando Meu computador, aprenda a criar e organizar
arquivos e pastas. Clique duas vezes no ícone Meu computador em sua área de trabalho.
A janela Meu computador mostra o conteúdo de seu computador.
Clique duas vezes em (C:), na janela Meu computador para visualizar o conteúdo de seu disco rígido.
Clique duas vezes na pasta Meus documentos para abri-la e visualizar todos os arquivos ou pastas que ela
possa conter.
Crie uma nova pasta clicando no menu Arquivo na janela Meus documentos, apontando para Novo e cli-
cando em Pasta.
Sua pasta recém-criada, chamada Nova pasta, agora está na janela Meus documentos.
Utilizando o (botão direito) do mouse, clique no ícone Nova pasta e em Renomear no menu de atalho. Digi-
te Pasta de exemplo para substituir o nome padrão da pasta, Nova pasta, e pressione ENTER.
Você pode também criar um novo arquivo enquanto estiver em 'Meu computador'.
Para criar um novo arquivo, clique no menu Arquivo da janela Meus documentos, aponte para Novo e, em
seguida, clique em Documento do WordPad.
Clique com o botão direito do mouse no ícone Novo documento do WordPad e em Renomear. Digite Ar-
quivo de exemplo para substituir o nome padrão do documento e pressione ENTER.
Agora você criou um novo arquivo e uma nova pasta.
Agora que você aprendeu a criar arquivos e pastas, aprenderá a organizar seu trabalho colocando os arqui-
vos em pastas. Clique e mantenha pressionado o botão esquerdo do mouse sobre o ícone Arquivo de exem-
plo, mova o ponteiro para o ícone Pasta de exemplo e solte o botão do mouse. Esse procedimento é chamado
arrastar.
Seu arquivo agora está dentro de sua pasta.
Clique duas vezes no ícone Pasta de exemplo para visualizar o Arquivo de exemplo.
Para fechar a janela Pasta de exemplo, clique no botão Fechar da barra de título.
Agora você sabe como utilizar o Windows para gerenciar seus arquivos e pastas.

LOCALIZAR
Nesta lição, você aprenderá a usar o comando Localizar para localizar um arquivo em seu computador.
Se você não conseguir lembrar onde gravou um documento, o Windows torna fácil localizar um arquivo ou
uma pasta. Para criar um novo arquivo, clique no botão Iniciar na barra de tarefas do Windows, aponte para
Programas, para Acessórios e clique em WordPad.
Clique na grande área em branco da janela do WordPad e digite Relatório diário.
Na janela do WordPad, clique no menu Arquivo e clique em Salvar como... para salvar seu novo arquivo.
Clique na barra de título da caixa de diálogo Salvar como para torná-la ativa. Na caixa Nome do arquivo:,
clique duas vezes no nome padrão do arquivo, Documento, e digite um novo nome para o arquivo, Mariana Ri-
beiro.
Clique em Salvar para salvar seu documento recém-criado do WordPad, agora chamado Mariana Ribeiro.
Para fechar o documento, clique no botão Fechar da barra de título da janela do WordPad.
Para localizar o documento que você acabou de salvar, clique no botão Iniciar da barra de tarefas do Win-
dows, aponte para Localizar e clique em Arquivos ou pastas....
Clique na guia Nome e local para torná-la ativa. Clique na caixa Nome: e digite Mariana Ribeiro.
Clique na seta à direita da caixa Examinar: e selecione (C:) caso ainda não esteja selecionado.
Você talvez precise arrastar a caixa de diálogo Localizar: Todos os arquivos para ver a seta na caixa E-
xaminar:.
Clique em Localizar agora. Seu computador está examinando seu disco rígido para localizar o documento
recém-gravado, Mariana Ribeiro.
Seu documento do WordPad, Mariana Ribeiro, aparece na seção inferior da janela Localizar. Clique duas
vezes em Mariana Ribeiro para abrir o documento.
Agora você aprendeu a criar e localizar arquivos. Clique no botão Fechar nas barras de título da janela Ma-
riana Ribeiro e na caixa de diálogo Localizar para fechá-las.

OPERAÇÕES COM DISCOS
Com discos rígidos (winchester) podemos localizar arquivos, formatá-los e ver suas propriedades como ca-
pacidade total, utilizada e livre.
Já com os discos flexíveis além da opções acima também podemos copiar disco para disco, chamado de
cópia física.
INFORMÁTICA

- 13 -
O Windows explorer possui uma barra de ferramentas que contém ícones com as opções mais utilizadas,
agilizando assim o uso.

FAVORITOS – Exibe endereços da Internet selecionados pelo usuário como favoritos, permitindo um aces-
so rápido.

DOCUMENTOS – Exibe uma lista de documentos que foram utilizados, permitindo assim uma rápida reutili-
zação.

CONFIGURAÇÕES

PAINEL DE CONTROLE
Através dessa opção temos acesso a todos os itens de configuração do equipamento tais como:

ADICIONAR NOVO HARDWARE
Se foi adicionado fisicamente um novo periférico, usamos essa opção para que o Window 98 detecte de
maneira automática com sua tecnologia PLUG and PLAY, desde que o periférico adicionado siga a mesma
tecnologia, caso contrário teremos que configurar manualmente esta opção respondendo os itens.

ADICIONAR / REMOVER PROGRAMAS
Permite a instalação e desinstalação de programas desenvolvidos para Windows 98, ou então instalação de
ítens do Windows 98 que não foram instalados em um primeiro momento. Ex. Se ao instalarmos o Windows 98
não foi incluído o ítem jogos, podemos através dessa opção adicionar somente o ítem jogos sem ter que reins-
talar todo o Windows 98.
Esta opção também permite que se crie um disquete de inicialização do Windows 98, para dar acesso ao
equipamento caso haja qualquer problema com o sistema.

CONFIGURAÇÕES REGIONAIS
Nesta opção vamos configurar o idioma, sistema numérico,moeda, data e hora.

DATA E HORA
Serve para informar e alterar a data e hora, fornecendo informações completas como mês, ano, data, hora e
fuso horário utilizado.

FONTES
Permite a visualização, adição ou exclusão de fontes (tipos de letra).

IMPRESSORAS
Essa pasta permite operações referente a impressoras:
Adicionar ou excluir impressoras ao sistema, configurar a impressora e operações com documentos a serem
impressos como pausa, suspensão, etc...

OPÇÕES DA INTERNET
Configuração de itens referente a conexão com Internet.

CONTROLADORES DE JOGOS
Instalação e configuração de joystick, geralmente usado em jogos.

MODEMS
Instalação e configuração de modem internos ou externos, necessários para uma conexão via rede telefôni-
ca.

MOUSE
Configuração do mouse: alteração, estilos dos ponteiros, velocidade de operação, etc...
MULTIMÍDIA
Itens referente a configuração de som, apresentação do vídeo e configurações avançadas.

REDE
Visualização e instalação do ambiente de rede.

SENHAS
Permite que tenhamos várias configurações da área de trabalho em um mesmo equipamento de acordo
com os usuários, a qual é acessada através do nome do usuário e senha.

SISTEMA
Ítem de configuração avançada, permite a inclusão, atualização ou exclusão de drivers ( softwares gerencia-
dores dos periféricos ).
Fornece também o tipo de microprocessador utilizado, total de memória, nome do usuário registrado, núme-
ro de série do produto e ainda informações sobre o desempenho do sistema.

SONS
Podemos nesse item atribuir sons a determinados procedimentos no Windows 98.
Ex. Início do Windows 98, finalização do Windows 98, erro no Windows 98, etc...

TECLADO
É nesse item que vamos configurar o idioma utilizado e o tipo de teclado, que influenciará na elaboração de
textos.

Ex. Temos atualmente dois tipos de teclado no mercado, um com a tecla “Ç” e outro sem, o primeiro perten-
ce ao padrão ABNT2 e o segundo ao padrão Americano, então de acordo com esses padrões devemos confi-
gurar para obtermos o acentuação correspondente.

VÍDEO
Permite a configuração da resolução (matriz) de acordo com a placa de vídeo e tipo de monitor utilizado,
podendo assim termos uma maior ou menor resolução e número de cores utilizadas.

Atualmente temos resoluções variando de 640 colunas x 480 linhas até 1600 colunas x 1024 linhas e em
termos de cores de 16 cores até 16 milhões de cores, refletindo diretamente na qualidade da imagem visualiza-
da, um maior número de cores, melhor qualidade.

Podemos também configurar nossa área de trabalho quanto a aparência: tipo e tamanho de letra, cor , papel
de parede etc...
Outra utilidade disponível é a proteção de tela, usado para evitar uma imagem estática pôr um período de
tempo muito longo causando danos ao monitor.

IMPRESSORAS
Esse menu nos fornece as mesmas opções já referenciadas no item impressoras no painel de controle.

INFORMÁTICA

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BARRA DE TAREFAS E MENU INICIAR
Permite alterar os parâmetro da barra de tarefas tais como: visualização ou não do relógio, mudar o tama-
nho do ícones, parâmetros de visualização da barra ( sempre visível, auto ocultar ), adicionar ou remover pro-
gramas do menu iniciar.

OPÇÕES DE PASTA
Permite alterar o modo de funcionamento da área de trabalho sendo as seguintes opções:

1 – Estilo Web - A área de trabalho tem o mesmo funcionamento e aparência da Web.
O mouse passa a ser acionado com um simples clique.

2 – Estilo Clássico – A área de trabalho assume o padrão do Windows 98.
3 – Personalizado – O usuário especifica as alterações na área de trabalho.

ACTIVE DESKTOP
Alterna entre as opções acima.
Windows Update – Permite a atualização do sistema operacional Windows 98, através da Internet.

LOCALIZAR



ARQUIVOS OU PASTAS
Permite a localização de um ou mais arquivos ou pastas dentro da unidade especificada, caso localizado
podemos efetuar várias operações com os mesmo, tais como cópia, impressão, apagamento, etc...

NA INTERNET
Permite a localização de endereços na Internet.

PESSOAS
Permite localizar pessoas através do catálogo de endereços.

AJUDA
Auxilia o usuário a obter respostas para suas perguntas, ou simplesmente aprender mais sobre o Windows
98, através do manual online.
A localização pode ser feita através da escolha no menu de conteúdo ou através do índice, onde o usuário
digita uma palavra chave para que seja localizado os tópicos relacionados a palavra chave.

EXECUTAR - Permite executar um determinado comando ou programa.
DESLIGAR – Como padrão nos fornece quatro opções:

1 – Colocar o computador em modo de espera
Coloca o computador em Stand by, economizando energia, voltando ao modo normal ao simples toque de
qualquer tecla ou movimento do mouse.

2– Desligar o Computador ?
Opção que deverá ser usada toda vez que encerrarmos o uso do Windows 98.
Nos recentes computadores esta opção realmente desliga o sistema, sem a necessidade de pressionarmos
o botão ON / OFF.

3 – Reiniciar o Computador?
Reinicia o microcomputador, está opção é muito utilizada quando se faz alterações ou instalações de softwa-
res, que só tem efeito após o reinicio do sistema.

4 – Reiniciar o Computador em modo MS-DOS?
Encerra o ambiente gráfico do Windows 98, retornando ao modo texto ( MS-DOS), caso o usuário deseje re-
tornar ao ambiente gráfico, deverá executar o comando “EXIT”.

ATRIBUIÇÕES AO BOTÃO DIREITO DO MOUSE NO WINDOWS 98.
Os procedimentos executados através do botão direito do mouse, irá depender da localização do usuário
dentro do Windows 98, mas na maioria da vezes servirá como atalho, facilitando o uso de comandos sem a uti-
lização de menus ou sub-menus.

Ex. Na área de trabalho ao clicarmos o botão direito do mouse, podemos organizar ou alinhar ícones, criar
nova pasta ou atalho, bem como modificar as propriedades da área de trabalho (tela de fundo, aparência, pro-
teção de tela, etc...).
No exemplo acima se quisermos alterar a propriedade da área de trabalho sem o uso do botão direito do
mouse, teremos que usar a seguinte seqüência: iniciar, configurações, painel de controle, vídeo.

CONECTANDO-SE A REDE
Uma rede é composta por mais de um computador denominados de cliente e servidor.
O computador conectado a rede que utiliza recursos compartilhados é chamado de cliente, já o computador
central que contém estes recursos compartilhados é chamado de servidor.
Para compor uma rede o usuário necessita de hardware (placa de rede) e de software (Windows 98).

O Windows 98 oferece todo o software necessário para compor uma rede sendo os seguintes componen-
tes:
Software Cliente – Permite que os computadores clientes, se conectem ao servidor.
Protocolo – Linguagem que o computador utiliza para comunicar-se na rede.
Existem vários protocolos, mas para um computador se conectar ao outro, deverá usar o mesmo protocolo.
Software de Serviço – Permite o compartilhamento de recursos (compartilhamento de arquivos, impresso-
ras).

Outra possibilidade de conectar os computadores é através do cabo serial, paralelo e modem.

CONFIGURAÇÕES BÁSICAS DO WINDOWS

RESOLUÇÃO DE TELA

Para alterar o tamanho da área da tela
Clique para abrir a caixa de diálogo Propriedades de Vídeo na guia Configurações.
Em Área da tela, clique no tamanho da área de trabalho.
Observações
• Você pode também abrir a caixa de diálogo Propriedades de Vídeo na guia Configurações
clicando em Iniciar, apontando para Configurações, clicando em Painel de controle, clicando duas
vezes em Vídeo e, em seguida, clicando na guia Configurações.
• O monitor e o adaptador de vídeo determinam se você pode alterar a resolução de tela.
INFORMÁTICA

- 15 -

Para calibrar seu vídeo para as dimensões reais
Clique para abrir a caixa de diálogo Propriedades de Vídeo na guia Configurações.
Em Área da tela, certifique-se de que as configurações são maiores que 640 por 480 pixels. Se a
configuração 640 por 480 pixels for a única disponível, você não poderá calibrar sua exibição para as
dimensões reais.
Clique em Avançadas para abrir a folha de propriedades de seu computador.
Na guia Geral, em Tamanho da fonte, clique em Outras.
Segure uma régua próxima à régua da tela e arraste a régua da tela até que ela coincida com a que
você está segurando.
Observação
• Você pode também abrir a caixa de diálogo Propriedades de Vídeo na guia Configurações,
clicando em Iniciar, apontando para Configurações, clicando em Painel de controle, clicando duas
vezes em Vídeo e, em seguida, clicando na guia Configurações.

CORES

Para alterar a aparência dos itens da área de trabalho
Clique para abrir a caixa de diálogo Propriedades de Vídeo na guia Aparência.
Se você quiser alterar a aparência de somente um elemento da tela, clique no elemento em Item e,
em seguida, altere as configurações em Tamanho e Cor do item e de sua fonte.
Se você quiser alterar a aparência de todos os elementos da tela simultaneamente, clique em um
esquema de aparência em Esquema.
Observações
• Você pode também abrir a caixa de diálogo Propriedades de Vídeo na guia Aparência clican-
do em Iniciar, apontando para Configurações, clicando em Painel de controle, clicando duas vezes
em Vídeo e, em seguida, clicando na guia Aparência.
• Se você selecionar a Barra de título ativa ou a Barra de título inativa em Item, poderá alterar
o . O degradê não estará disponível caso seu computador esteja configurado para 256 cores.
• Se você alterar configurações individuais, poderá salvá-las clicando em Salvar como e, em se-
guida, digitando um nome para o esquema. Este nome aparecerá em Esquema para que você possa
facilmente restaurar estas configurações posteriormente.

FONTES

Para adicionar uma nova fonte a seu computador
Clique em Iniciar, aponte para Configurações, clique em Painel de controle e, em seguida, clique
duas vezes em Fontes.
No menu Arquivo, clique em Instalar fonte nova.
Clique na unidade e, em seguida, na pasta que contém as fontes que você deseja adicionar.
Clique na fonte que você deseja adicionar.
Observações
• Para selecionar mais de uma fonte a ser adicionada, mantenha pressionada a tecla CTRL e, em
seguida, clique em cada fonte desejada.
• Para as fontes TrueType, Raster ou Adobe Type 1, você pode também adicionar a fonte arras-
tando os arquivos apropriados para a pasta Fontes. Se desejar ver as extensões dos arquivos no Win-
dows Explorer, clique em Exibir, em Opções de pasta e, em seguida, na guia Modo de exibição. Cli-
que para desmarcar a caixa de seleção Ocultar extensões para os tipos de arquivos conhecidos.
Isso funciona somente para fontes que não estejam na pasta Fontes.
• Para adicionar fontes a partir de uma unidade de rede sem utilizar o espaço em disco de seu
computador, certifique-se de que a caixa de seleção Copiar fontes para a pasta Fonte da caixa de di-
álogo Adicionar fontes esteja desmarcada. Essa opção estará disponível somente quando você insta-
lar as fontes TrueType ou Raster do comando Instalar fonte nova.

SEGUNDO PLANO

Para alterar o segundo plano da área de trabalho
para abrir a caixa de diálogo Propriedades de Vídeo.
Em Papel de parede, clique no segundo plano que você deseja usar ou em Padrão para escolher
ou modificar o segundo plano .
Clique em Aplicar para ver as alterações antes de fechar a caixa de diálogo ou clique em OK para
aceitar as alterações e fechar a caixa de diálogo.
Observações
• Você pode também abrir a caixa de diálogo Exibir propriedades clicando em Iniciar, apontan-
do para Configurações, clicando em Painel de controle e, em seguida, clicando duas vezes em Ví-
deo.
• Você pode usar a maioria dos arquivos gráficos como imagens em bitmaps (.bmp), GIFs (.gif) e
JPEG (.jpeg) como .
• Para cobrir toda a tela com uma imagem pequena de papel de parede, clique em Lado a lado.
Para centralizar uma imagem de papel de parede, clique em Centralizado.
• Você pode usar padrões e papel de parede simultaneamente. Entretanto, se Lado a lado esti-
ver selecionado, você não verá o padrão.
• Como padrão, somente um conjunto limitado de papéis de parede é instalado durante a Instala-
ção do Windows. Para obter informações sobre como instalar outros papéis de parede, clique em Tó-
picos relacionados e, em seguida, clique em Para adicionar ou remover um componente do Win-
dows.

PROTETOR DE TELA

Para configurar uma proteção de tela
para abrir a caixa de diálogo Propriedades de Vídeo na guia Proteção de tela.
Em Proteção de tela, clique na proteção de tela a ser utilizada.
Para personalizar a proteção de tela, clique em Configurações.
Observações
• Você pode também abrir a caixa de diálogo Propriedades de Vídeo na guia Proteção de tela
clicando em Iniciar, apontando para Configurações, clicando em Painel de controle, clicando duas
vezes em Vídeo e, em seguida, na guia Proteção de tela.
• A proteção de tela será iniciada se o seu computador ficar ocioso durante os minutos especifi-
cados em Aguardar. Para desativar a proteção de tela depois que for iniciada, mova o mouse ou pres-
sione qualquer tecla.
• Como padrão, somente um conjunto limitado de proteções de tela é instalado durante a Instala-
ção do Windows. Para obter informações sobre como instalar proteções de tela adicionais, clique em
Tópicos relacionados.
INFORMÁTICA

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CONCEITOS E COMANDOS PARA EDIÇÃO DE TEX-
TOS (WORD, OPEN OFFICE OU EQUIVALENTE)

PROCESSADORES DE TEXTO - WORD 7

O computador, apesar de ter sido idealizado para executar cálculos matemáticos e operações lógicas
com velocidades extremamente altas, também pode ter sua capacidade de processamento canalizada para o
tratamento de palavras. Essa tarefa é realizada pelo processador de textos em conjunto com o equipamento e o
usuário.
Os processadores de texto, além de fáceis de usar, trazem enormes benefícios em termos de melhoria
de produtividade e eficiência na elaboração desde simples cartas até livros ou relatórios técnicos de todo tipo.
Esta é uma das ferramentas vitais para o escritório do futuro. O processador de texto permite elaborar, arma-
zenar, recuperar e editar a informação eletrônica.
Os processadores de texto podem ser delimitados entre duas fronteiras do conceito de tratamento da pa-
lavra. No extremo inferior estão os editores simples ou editores de linha, que são programas bem elementares
e não englobam muitos dos recursos dos processadores de texto propriamente ditos. No outro extremo, estão
os sistema dedicados, com equipamentos e os programas voltados exclusivamente ao processamento e até
composição de texto.
Os programas para processamento de textos podem ainda ser divididos em dois grupos. No primeiro,
estão os programas que atendem a aplicações mais simples, onde alguns deles procuram simular uma máqui-
na de escrever, cujo "papel" é tela do micro. O outro grupo, é voltado para textos mais complexos como a ela-
boração de artigos, relatórios técnicos e textos mais longos e possuem portanto recursos mais sofisticados que
os do primeiro.
A estrutura geral de funcionamento dos vários programas de processamento de texto é bastante simples.
A tela do microcomputador representa uma janela que percorre uma grande folha de papel eletrônica e, à me-
dida que o texto é digitado, o cursor se movimenta sobre o papel de maneira muito semelhante a uma máquina
de escrever convencional.
A grande vantagem é a facilidade de edição que os programas oferecem, já que o papel eletrônico pode
ser apagado, corrigido e reagrupado, permitindo que o texto seja modificado até a forma final, quando então
pode ser impresso em papel.
Freqüentemente, pensamos duas vezes antes de eliminar ou introduzir algumas linhas em um relatório
datilografado, tentando evitar, além de novos erros de datilografia, uma demora excessiva para redatilografar o
texto deslocado.
A principal diferença entre os editores e os processadores de texto é que, além dos recursos de edição,
eles apresentam funções e formatação do texto para impressão.
À medida que o número de recursos aumenta, cresce também a complexidade de utilização. Apesar dis-
so, os programas são, em geral, bastantes fáceis de operar.
Os mais completos contêm, internamente, uma descrição de todos os comandos e funções disponíveis:
acionando-se uma tecla, são mostradas na tela as funções e uma breve descrição de como utilizá-las, facilitan-
do, portanto, o seu uso.
Alguns programas oferecem recursos muito interessantes para aplicações mais complexas. Por exemplo:
o texto não ser limitado pela memória útil do micro. À medida que documento é digitado, o programa movimen-
ta automaticamente partes do texto para o disquete. Dessa forma, o usuário não tem que se preocupar em
segmentar o texto, o que seria necessário em outros programas.
A documentação que acompanha o programa é absolutamente essencial para seu uso. A clareza e deta-
lhamento podem, muitas vezes, compensar as possíveis falhas que o produto possa ter em termos de recur-
sos. Exemplos de programas de processamento de textos: Carta Certa, MS – Word, Fácil, Wordperfect,
Word Pro, Page Maker, etc...
O editor de texto mais utilizado a nível mundial é o MS - Word, desenvolvido pela Microsoft.
Sendo a versão 7 desenvolvida especialmente para ambiente windows 95, ou seja, esta versão opera
com 32 bits.com melhorias significativas em relação a versão anterior.
A seguir a tela principal do Word 7.

INFORMÁTICA

- 17 -


O Microsoft Word 7 é apresentado em uma janela padrão windows com os seguintes elementos:

Barra de título - Identifica o software em questão e além disso o nome do arquivo texto de duas manei-
ras:
a) Como documento1, para um documento novo e não salvo ( não gravado em qualquer meio de arma-
zenagem ) , e sucessivamente para novos documentos abertos, até que se encerre o Word 7.
b) Ao salvar o documento o Word 7 necessita de um nome para o arquivo que armazenará o conteúdo
do texto, passando a configurar o nome na barra de título.

Botão Minimizar - Este botão minimiza a janela do Word 7, permitindo o acesso a outros softwares, sem
a necessidade de sair do editor de texto, para retornar a situação anterior, basta clicar no Word na barra de ta-
refas do Windows 95.
Botão Maximizar - Permite obter o tamanho máximo da janela, tornando a área util maior, em conse-
quência, podemos visualizar uma quantidade maior de caracteres na tela.
Botão Fechar - Ao clicarmos neste botão, estaremos encerrando o Word 7.
Menu de opções - Através desse menu, teremos acesso a vários procedimentos referentes ao nosso
arquivo ( salvar, imprimir,etc...).
Barra de ferramentas padrão - A barra de ferramentas possui botões que servem de atalho para um de-
terminado procedimento, agilizando o trabalho do usuário.
Ex. Para imprimir um texto de maneira normal, os passos seriam os seguintes:
Menu de opções Arquivo, imprimir, surgindo então a tela referente a maneira como será impresso o nos-
so arquivo.
Utilizando a barra de ferramentas, simplesmente clicamos no botão identificado por uma impressora e já
surge a tela de impressão.
Caso o usuário não consiga associar o desenho do botão com a ação do mesmo, basta posicionar o indi-
cador do mouse no botão, permanecendo por alguns segundo que será visualizado para que serve aquele bo-
tão.
Barra de ferramentas de formatação - Esta barra refere-se diretamente a maneira como o usuário de-
seja o texto, tais como alinhamento, tamanho da fonte, estilo do parágrafo, etc...
No Word 7 existem outras barras de ferramentas, porém sem que seja definido pelo usuário somente a
barra de ferramentas padrão e a de formatação são visualizadas.
Área de trabalho - Esta área é o local onde o usuário abrirá o seu texto, não estando limitado a apenas
um texto por vez, possibilitando o usuário trabalhar com vários textos ao mesmo tempo, inclusive permutando
dados de um ou mais para outro.
O limite do número de textos abertos ao mesmo tempo está diretamente ligado a quantidade de memória
instalado no equipamento.
Cada texto aberto, obedece ao padrão windows, ou seja, cada texto é aberto em janela.
Sendo que se estivermos com mais de um texto aberto simultaneamente, àquele em que a barra de título
está com fundo azul, significa o documento que está sendo editado (modificado), para alternar-mos, basta cli-
car na janela do outro texto.
Linha de status - Localizada na parte inferior da janela do Word 7, tem como finalidade, informar ao u-
suário o número total de páginas do texto, bem como em que página está posicionado, posição do cursor tanto
na horizontal (colunas), como na vertical (linha), e o posicionamento das teclas de letras maiúsculas (CAPS),
teclado numérico (NUM) e tecla de inserção (INS).

A JANELA DO TEXTO

Além do elementos citados acima , a janela referente a cada texto possui em sua extremidade inferior e
direita, uma barra de rolagem horizontal e vertical, significando que existem mais texto tanto a direita como a-
baixo do que está sendo visualizado.
Para rolar o texto o usuário conta com setas na extremidade de cada barra de rolagem, permitindo avan-
çar gradualmente cada linha ou coluna, ou então um pequeno quadrado localizado dentro da barra de rolagem,
no qual o usuário posiona o mouse e arrasta, permitindo uma movimentação brusca, facilitando a movimenta-
ção, principalmente quando o usuário necessita mover-se de uma extremidade a outra no texto.
Um outro elemento pertinente a cada texto é a maneira como está sendo visualizado (layout), botões lo-
calizados a esquerda da barra de rolagem horizontal.
A área útil destinada a elaboração do texto já está descontada as margens de acordo com o tamanho da
INFORMÁTICA

- 18 -
folha utilizada.

MS - Margem superior
MI - Margem inferior
ME - Margem esquerda
MD - Margem direita
O usuário poderá definir o tamanho de cada margem, até mesmo colocar um valor nulo ( 0 ).
O cabeçalho está localizado no intervalo da margem superior e o início da área útil, bem como o rodapé
no intervalo entre o fim da área útil e a margem inferior.
Em editoração eletrônica o termo fonte significa a tipologia de cada caracter ( letra ), ao instalarmos o
Word 7 acrescenta ao Windows dezenas de fontes.
Um outro elemento que serve de auxílio é a régua horizontal, permitindo a visualização e alteração de
posicionamento do texto diretamente na mesma, porém na está disponível sem que o usuário a habilite no me-
nu de opções exibir, régua.
O Word 7 possui assistente que permite ao usuário utilizar texto com modelos pré-definidos, necessitan-
do apenas alterar o conteúdo do mesmo. Ex currículos, faxes, etc...
O Word 7 possui um corretor ortográfico, bem como uma correção automática das palavras erradas com
frequência.
Além de texto, podemos acrescentar ao Word 7 tabelas, inclusive utilizarmos fórmulas nas tabelas.

ALINHAMENTOS

O Word 7 possui os seguintes alinhamentos referentes aos parágrafos:

ESQUERDA- O texto ou parágrafo é alinhado pela esquerda.
DIREITA - O texto ou parágrafo é alinhado pela direita.
CENTRALIZADO - O Word 7 alinha cada parágrafo centralizando-o na página.
JUSTIFICADO - O Word alinhará o texto ou parágrafo tanto na esquerda quanto a direita.

RECUO
Este é o nome definido para o espaço dado no ínicio da primeira linha do parágrafo, não confundir com
margem.

TABULAÇÃO

Espaço utilizado para início do parágrafo, a tabulação poderá ser normal ou decimal, sendo a segunda
utilizada quando temos texto em forma de moeda, alinhando vírgula abaixo de vírgula.

ESTILOS

O estilo da ao texto uma aparência profissional, o Word 7 apresenta vários estilos pré-definidos, não im-
pedindo do usuário criar o seu próprio estilo, definindo tipo e tamanho de fonte, cores, bordas, etc..
O usuário salva sua definição em um estilo, sendo assim, sempre que necessitar aplicar aquela formata-
ção, basta localizar o estilo pelo nome dado.

NOVIDADES DO WORD 7

- Assistente de resposta.
- Assistente de dicas.
- Fácil recuperação e gerenciamento de documentos.
- Trabalhando de maneira mais inteligente com recursos do Intellisense.
- Obtendo um início elaborado com novos modelos.
- Use o Word como editor de correio eletrônico.
- Bordas automáticas.
- Correção automática de texto.
- Títulos automáticos.
- Listas numeradas ou com marcadores automáticos.
- Números e fração ordinárias automáticas.

INTERCÂMBIO DE DADOS

O Word 7 possui um intercâmbio de dados na totalidade com outros softwares da Microsoft e até mesmo
com a maioria de softwares de outras empresas, desde que desenvolvidos para ambiente Windows, aumen-
tando assim a potencialidade do Word 7 na confecção de panfletos, revistas, etc...
MALA DIRETA

O Word 7 possui um gerenciamento de mala direta, permitindo ao usuário enviar um documento a vários
destinatários de maneira automática, sendo que o cadastro dos destinatários poderá ser criado no word ou en-
tão incorporado de outros softwares gerenciadores de banco de dados.

É adicionado também um gerenciador de etiquetas, funcionando de maneira análoga a mala direta, per-
mitindo imprimir etiquetas para ajudar o usuário no endereçamento da correspondência.

De acordo com a impressora utilizada, as opções em termos de papéis são diferentes ( A4, A3, Envelo-
pe, Legal, etc...)

APLICATIVOS INCORPORADOS AO WORD

O Word 7 possui alguns aplicativos incorporados que permitem um toque a mais no texto, por exemplo:
O WORDART, permite adicionar efeitos especiais ao texto tais como, inclinação, perspectiva, curva,
etc...
A BARRA FERRAMENTAS DE DESENHO, permite a criação de logotipos, desenhos, destaque no texto,
e muito mais.
Existem outros, sendo os citados acima os mais utilizados.

ORGANIZAÇÃO DO TEXTO EM LISTAS E COLUNAS

NÚMEROS E MARCADORES

Numeração
Selecione o texto que você deseja transformar em uma lista numerada.
Dê um clique no botão ( ) Numeração na barra de ferramentas Formatação.
Ex: Vencedores da promoção Apostilas
2000

1º César Jr.
2º Rafael Mello
3º Willy Wonka
INFORMÁTICA

- 19 -
4º Marcos Pedroso
5º Fernanda C. Dias

Para aumentar sua lista de numeração basta pressionar a tecla Enter no fim da última linha da numeração.

Marcadores
Selecione o texto que você deseja transformar em uma lista com marcadores.
Dê um clique no botão ( ) Marcadores na barra de ferramentas Formatação.
Ex: Para iniciar o Word 2000
Q Dê um clique sobre o botão iniciar da barra de tarefas
Q Posicione-se sobre o item Programas
Q Clique sobre Microsoft Word.

Para aumentar sua lista de marcadores basta pressionar a tecla Enter no fim da última linha da lista de mar-
cadores.
Dica: Você pode selecionar uma lista numerada ou de marcadores e clicar com o botão direito do mouse em
Marcadores e numeração e personalizar esta lista.


COLUNAS
Você pode exibir um texto em múltiplas colunas (Ex: Jornal) em uma página do documento do Word
Para isso selecione o texto que deseja transformar em colunas.
Clique no botão ( ) Colunas e selecione a quantidade de colunas desejado.

TABELAS - ESTILOS E MODELOS
Em vez de criar longas listas de informações e tentar fazer uma referência cruzada dessas listas você pode
simplesmente incluir uma tabela no seu documento. As tabelas podem ser usadas para organizar as informa-
ções e criar colunas de texto lado a lado para apresentar os dados de uma maneira fácil de ler.
Para criar uma tabela dê um clique no botão ( ) Inserir Tabela na barra de ferramentas Padrão e selecio-
ne o número de linhas e colunas que deseja.


Digite o texto que a primeira célula da tabela deve conter.
Pressione as teclas Tab e seta para cima ou seta para baixo para navegar na tabela e incluir o texto. As li-
nhas são redimensionadas para encaixar as informações digitadas

Ex: Tabela de Apostilas

APOSTILA TAMANHO EM KB PREÇO
CorelDRAW 125 R$ 35,00 reais
Html 90 R$ 22,00 reais
FrontPage 50 R$ 20,00 reais

Dica: Clique em qualquer célula da tabela.
Clique em Tabela/AutoFormatação da tabela... para abrir a caixa de diálogo AutoFormatação da Tabela, es-
colha uma opção na lista Formatos.



CABEÇALHO E RODAPÉ
Os cabeçalhos e rodapés são o texto que aprece impresso na parte superior e/ou inferior de cada página de
um documento.
Para inserir um cabeçalho e rodapé em seu documento clique em Exibir/Cabeçalho e rodapé para abrir a
barra de ferramentas Cabeçalho e Rodapé. O cursor será automaticamente posicionado na área de cabeçalho.
Digite o texto desejado para a parte superior da página
Dê um clique no botão Alterar Entre Cabeçalho e Rodapé.
Digite o texto desejado para parte inferior da página.
INFORMÁTICA

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Dica: Você pode também inserir números de páginas, horas, data, Autotexto e alinhar tanto o cabeçalho
como o rodapé utilizando os botões ( ) de alinhamento.

COMENTÁRIOS
Você pode deixar informações em um documento para lembrar um leitor de verificar algo em seu documen-
to.
Para isso selecione o texto onde você deseja inserir um comentário.
Clique em Inserir/Comentário para abrir a área de comentários na parte inferior da área de trabalho.
Digite o texto que você deseja mostrar no comentário.
Clique no botão Fechar para retornar ao documento
Ex: Comentário


















CONFIGURAÇÃO DE PÁGINA



DEFINA AS MARGENS

NUMERE AS PÁGINAS
INFORMÁTICA

- 21 -





ADICIONE CABEÇALHOS E RODAPÉS

COMBINE LAYOUTS EM UM DOCUMENTO

ADICIONE QUEBRA DE PÁGINAS

ALINHE O TEXTO VERTICALMENTE
INFORMÁTICA

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CONCEITOS E COMANDOS DE PLANILHA
ELETRÔNICA (EXCEL, OPEN OFFICE OU
EQUIVALENTE)

PLANILHAS ELETRÔNICAS - EXCEL 7

Existem muitos problemas ou tarefas que normalmente são resolvidos com a utilização
de quatro ferramentas universais: papel, lápis, borracha e uma calculadora.
A planilha combina a conveniência e facilidade do uso de uma calculadora com a capacidade de armaze-
nar (memória) e mostrar (tela) eletronicamente dados em microcomputador. A tela do micro torna-se uma jane-
la, através da qual o usuário visualiza parte de uma folha muito grande que é sua planilha eletrônica.
Com a planilha eletrônica o microcomputador substitui com grandes vantagens as quatro ferramentas
tradicionais. A tela e a memória substituem o papel; o teclado e o cursor substituem o lápis e a borracha; e o
próprio micro substitui a calculadora.
Em suma, a manipulação de informações numéricas se torna mais fácil e mais rápida com um micro do
que com as ferramentas tradicionais.
Uma planilha é uma matriz composta por linhas e colunas. A intersecção de uma linha e uma coluna
chama-se célula, que é utilizada para guardar informação (uma fórmula matemática, um valor, uma data, um tí-
tulo, etc).
Sendo assim, uma planilha eletrônica ou planilha de cálculos é um programa de computador pré-elaborado,
utilizado para facilitar a construção de matrizes, tabelas, previsões, etc que possam ser usadas em qualquer
ramo de atividade.
Por suas características, as planilhas eletrônicas recebem uma série de denominações como: linguagem
de altíssimo nível, linguagem ferramenta, programa ou pacote de planejamento e ferramenta ou programa de
suporte ou apoio a decisão. Todas essas denominações são na realidade nomes diferentes para uma classe de
software, que incluem, além das linguagens como VisiCalc e o Lotus, muitas outras como WordStar e o Word
para processamento de textos, dBASE para gerenciamento de banco de dados dentre outras, também chama-
das de linguagens aplicativas, pela sua proximidade com certas aplicações. Em suma, as planilhas eletrônicas
são linguagens (software básico) bem mais próximas das aplicações e do usuário que as linguagens conven-
cionais ditas de alto nível. São linguagens de quarta geração.
A planilha eletrônica é um programa que transforma o micro em uma ferramenta para planejamento, pre-
visão e manipulação numérica em geral. Teve a sua origem e tem sido, particularmente, muito utilizada para
planejamento e previsão financeira, mas tem muitas outras aplicações potenciais. É uma linguagem sofisticada,
complexa internamente, porém muito fácil de usar e com uma estrutura muito intuitiva.
Uma planilha pode, por exemplo, ser usada para desenvolver todo o orçamento de uma companhia, para
organizar o orçamento doméstico de uma família, para planejar e controlar a utilização de mão-de-obra em um
projeto, para previsão de vendas, em síntese, para coletar, analisar e manipular dados em geral, em especial
os numéricos.
A lista das possíveis utilizações é muito extensa e está relacionada com os recursos que o programa ofe-
rece que, apesar de serem de natureza simples, são os convencionalmente usados para a solução de uma in-
finidade de problemas comuns do dia-a-dia das empresas e dos profissionais liberais.
O programa pode ser usado por qualquer pessoa que necessite de uma ferramenta analítica que lhe
possibilite mais tempo para análises e tarefas mais úteis do que ficar fazendo cálculos repetitivos.
Exemplos de programas de planilhas:
Lotus 1-2-3, Excel, Quattro Pro.

Alguns anos atrás o lotus 123 era a planilha de cálculo mais utilizada, mas foi perdendo espaço para o
excel, que atualmente domina o mercado.
A cada versão que surge, praticamente todo o ano, a Microsoft vem aperfeiçoando cada vez mais.

Analisaremos a versão Excel 7, mas a exemplo do Word 97 também já existe no mercado a versão Excel
97.


















INFORMÁTICA

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A seguir a tela do Excel 7:



Assim como o Word 7, o Excel 7 é apresentado em janela, contendo os mesmos elementos já citados no
Word 7.
N a área de trabalho do Excel 7 podemos ter mais de uma planilha aberta ao mesmo tempo, sendo limi-
tada pela quantidade de memória ram do equipqmento.

A planilha Excel 7 é composta por 16.384 linhas e 256 colunas, sendo as linhas numeradas de 1 até
16.384 e as colunas designadas pelas letras de A até IV.
Temos então uma matriz, e a intersecção entre uma coluna e uma linha forma o que chamamos de célu-
la, que será o espaço onde o usuário armazenará os seguintes elementos:


Caracter = A,B,C...
Números = 1,2,3....
Fórmulas= =A3+A5 toda a fórmula começará com o sinal de ( = ).
Formatos= Moeda R$ 1,00
Nota= Nota explicativa
Estes elementos poderãoser separados ou consecutivos.

Se multiplicarmos 256 colunas por 16.384 linhas, teremos aproximadamente 4 milhões de células.

Abaixo da segunda barra de ferramentas, denominada barra de formatação temos uma linha dividida em
três partes:
1) A esquerda - serve para orientar o usuário a posição do cursor, ou seja, a célula onde esta posiciona-
do o cursor.
Sendo a referência sempre primeiro a coluna, após a linha.
Ex: A1 significa que o cursor está posicionado na célula cuja intersecção é feita pela coluna A e linha 1.

2) Quase na posição central da referida linha, temos um pequeno quadro que em um primeiro momento
aparece totalmente vazio, ao entrar com qualquer um dos elementos citados acima ná célula, aparecerá três
símbolos: O símbolo de correto na cor verde, o qual confirmará a entrada do dado
O símbolo X na cor vermelho, o qual apagará a entrada do dado
O símbolo FX, permitindo o usuário utilizar o auxiliar de função

3) A direita, é a área que denominamos de linha de edição, pois é neste espaço que o usuário efetuará
qualquer correção no dado colocado na célula.

Na parte inferior do Excel 7, temos orelhas identificadas por Plan1, Plan2 ..., significando que temos uma
pasta de trabalho contendo várias planilha.
O padrão é de 16 planilha por pasta, valor este que poderá ser alterado pelo usuário para mais ou para
menos, de acordo com a necessidade.
Para tornar ativa uma ou outra planilha, basta clicar na orelha da planilha correspondente.

E o último elemento da janela do Excel 7 é a linha de status, que indicará na esquerda a ação do excel e
na direita o posicionamento da teclas de caps lock, num lock, insert, etc...

SELEÇÃO DE CÉLULAS

Temos três maneiras para selecionar células:

1) Seleção Simples

Ao clicarmos em uma determinada célula, estaremos selecionando esta célula, se clicarmos em outra, a
anterior é desmarcada, passando a corrente a seleção.

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2) Seleção Múltipla em sequência

Se quisermos selecionar cinco células em sequência, basta clicar na primeira, manter pressionada a te-
cla Shift e clicar na quinta célula, feito isto todas as cinco células estarão selecionadas.

3) Seleção Múltipla aleatória

Seleciona-se a primeira com o click do mouse e mantem-se pressionada a tecla Ctrl ao clicar nas outras
células fora da sequência.

Poderemos adicionar todos os métodos anteriores para seleção em mais de um bloco.
A movimentação entre as células selecionadas é feita através da tecla Tab.

FORMATOS DO CURSOR DO MOUSE

O formato do cursor do mouse irá nos orientar para o procedimento que deverá ser executado e são:

Uma cruz grossa, utilizado na seleção de células, posicionando o cursor no centro da célula .
Uma seta, serve para mover uma célula para outra, posicionando o cursor em qualquer uma das bordas
da célula.
Uma seta acompanhada do sinal +, serve para copiar uma célula para outra. Este procedimento é feito
mantendo-se pressionada a tecla Ctrl no teclado e posicionando o mouse em qualquer uma das bordas da célu-
la.
Uma cruz fina, serve para o auto preenchimento da célula. Ex. Ao colocarmos na célula A1 o dado Janei-
ro, no canto inferior direito da célula aparecerá um pequeno quadrado, posicionando-se o mouse dentro deste
quadrado, o cursor mudará para uma cruz fina, com o arrastar do mouse para a direita ou para baixo, será efe-
tuado de maneira automática o auto preenchimento com os dados fevereiro, março e assim por diante.
Existe uma lista pré-definida no Excel 7, porém o usuário poderá modificar ampliando ou reduzindo.

O EXCEL 7 É DIVIDIDO EM TRÊS ÁREAS:

1) Planilha de cálculo

Serve para automatizar um determinado cálculo, modificando-se qualquer um dos valores pertinen-
tes a operação, o resultado será atualizado automático.
Dentro desta filosofia existe pré-definido no excel fórmulas que agilizam determinados cálculos,
chamadas de funções ( financeiras, estatísticas, lógicas, etc...)

2) Banco de dados

Traduz-se grosseiramente um banco de dados como sendo um cadastro qualquer, e o excel tem
um potencial no gerenciamento de banco de dados.
No excel, as linhas quando referenciadas a banco de dados são chamadas de registros, já as co-
lunas são denominadas de campos.
Ex. Em um cadastro temos a seguinte informação:

Nome Cidade
João da Silva Novo Hamburgo
Pedro Souza Caxias
Cada linha forma um registro, e as colunas nome e cidade formam os campos.
O excel tem a capacidade de importação de banco de dados de outros softwares: Dbase, Fox-pró, Clipper,
etc...

3) Gráficos

Para melhor representarmos uma situação de uma planilha, nada melhor do que um gráfico.
O excel é capaz de gerar gráficos, quase que instantâneamente, possuindo dezenas de tipos e
uma variedade enorme dentro de cada tipo.

Além disso o excel possui incorporado uma linguagem de programação, denominada de MACRO, tor-
nando quase que ilimitado as possibilidades de uso do excel.

NOVIDADES NO EXCEL 7

Assistente de resposta
Autocálculo
Autoconclusão
Autocorreção
Autofiltro - 10 primeiros
Data Map
Dicas de células e dicas de rolagem
Fácil formatação numérica
Fácil gerenciamento e recuperação de documentos
Listas compartilhadas
Melhor recurso arrastar-e-soltar
Modelos e o assistente de modelos.

MICROSOFT EXCEL

Introdução:

Uma planilha é simplesmente um conjunto de linhas e colunas, e cada junção de uma linha com uma co-
luna chama-se célula, que é a unidade básica da planilha, onde ficam armazenados os dados. Cada célula pos-
sui um endereço próprio, formado pela letra da coluna e pelo número de linha.

Exemplo: A1 identifica a célula da coluna A com a linha 1.

Uma planilha é dita eletrônica por permitir a construção e gravação em meios magnéticos, o que possibi-
lita a recuperação e alteração eficiente, confiável e veloz, além de impressão.

As planilhas ficaram na história como umas das que levaram a microinformática para frente, Sendo que
as planilhas foram um dos motivos que levou o sucesso dos microcomputadores no início da década de 1980,
onde a principal representante foi a Visicalc, depois o Lotus 123, que foi a planilha mais utilizada nos últimos
tempos. E com a criação do ambiente gráfico Windows, foi lançado o Excel, o qual já dominou o mercado, ago-
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ra com o lançamento do Windows 95, veio uma versão atualizada do Excel.

Uma planilha tem como função substituir o processo manual ou mecânico de registrar contas comerciais
e cálculos, sendo mais utilizadas para formulações de projeções tabelas, folhas de pagamento, etc.

O que o MICROSOFT EXCEL:

Microsoft Excel é ma poderosa planilha eletrônica que pode ser imaginada como uma grande folha de
papel dividida em 256 colunas e 16.384 linhas nas quais podemos armazenar textos e números. Mas a grande
vantagem do Excel está no fato de que os valores e textos armazenados nele pode ser manipulados da forma
que o usuário achar melhor para o seu propósito, através de um grande número de fórmulas disponíveis para
serem usadas a qualquer momento que se fizer necessário.

A tela do Excel é composta pela barra de título, que contém o nome do programa, o nome do arquivos e
os botões que fecham, maximizam e minimizam a janela. Logo a seguir, estão a barra de menus, a barra de
ferramentas padrão e a barra de formatação.
Logo abaixo da barra de formatação está a barra de fórmulas que é dividida em três partes: a primeira
parte contém a indicação do endereço atual do ponteiro de células; a segunda parte contém os botões de en-
trada e cancelamento que são reconhecidos respectivamente por um “tique” (√ ) e por um xís (X), que só apa-
recem no momento da digitação; e a terceira parte está sempre mostrando o conteúdo da célula atual que tam-
bém é usada para a digitação ou alteração de um valor ou texto para um célula.

A baixo da barra de fórmulas está a janela da planilha na qual criamos nossas tabelas. Ela é composta
por barras de rolagem e horizontal, além da indicação do nome de cada uma das colunas e o número de cada
uma das linhas.

Um pouco mais abaixo está a barra de status que exibe informações sobre os estado atual do programa.
A parte esquerda desta barra apresenta mensagens indicando a atividade em curso, ou o último comando sele-
cionado na barra de menus do Excel. Já o lado direito da bar a de status contém uma série de quadros que a-
brigam indicadores de teclas, como por exemplo, Num Lock, Caps Lock e Scroll Lock, se estão ou não ativas.

Como acessar o Excel:

Estando com o computador ligado e usando o Windows 95, clique Inicar, Programas e Microsoft Excel.

Como sair do Excel:

Para sair do Excel, você pode fechar a janela, conforme visto no Windows 95, ou selecionar a opção Sair
do menu Arquivo.
- Saia do Excel.
- Entre no Excel novamente.

O que é uma Célula:

Célula é o nome dado ao retângulo que se forma no cruzamento de uma coluna com uma linha. Cada cé-
lula tem o seu endereço particular que é formado pela letra da coluna mais o número da linha que a originou.
Por exemplo, a célula que se forma com o cruzamento da coluna “A” com a linha 10 é reconhecida pela ende-
reço “A10”.
O ponteiro de célula nada mais é do que aquele retângulo formado por linhas mais grossas e que está
sempre indicando a célula onde estamos trabalhando no momento.

Como mover o ponteiro de célula da planilha:

Há duas alternativas: ou usa-se o mouse ou usa-se o teclado.
- Com o mouse é possível rolar o texto horizontal ou verticalmente movendo-se os ponteiros das barras
de rolagem e clicando diretamente sobre a célula desejada.
- Com o teclado podemos usar as seguintes teclas:

Tecla Movimentação
Seta para baixo uma célula abaixo
Seta para cima uma célula acima
Seta para direita uma célula à direita
Seta para esquerda uma célula à esquerda
Home célula na coluna A da linha atual
Ctrl + Home primeira célula da planilha (A1)
PgUp uma tela acima na mesma coluna
PgDn uma tela abaixo na mesma coluna
Ctrl + PgUp uma tela à esquerda na mesma linha
Ctrl + PgDn uma tela à direta na mesma linha
Ctrl + → primeira célula ocupada à direita na mesma linha
Ctrl + ← primeira célula ocupada à esquerda na mesma li-
nha
Ctrl + ↑ primeira célula ocupara acima na mesma coluna
Ctrl + ↓ primeira célula ocupada abaixo na mesma coluna

Para que possamos introduzir informações em uma célula, temos que torná-la ativa. Para identificar a cé-
lula ativa é só observar aquela que tem a sua borda mais grossa. Sendo que esta também pode ser identificada
ao lado esquerdo da barra de fórmulas. A notação A1 representa a célula ativa. Todas as informações que você
introduzir serão apresentadas na Barra de Fórmulas.
Para que uma célula se torne ativa, dê um clique com o botão esquerdo do mouse ou use as teclas de di-
reção, até que a borda da célula esteja destacada.
É muito simples inserir conteúdo em uma célula. Para isso você precisa torná-la ativa, em seguida, basta
digitar o conteúdo.
O Excel sempre classificará tudo que está sendo digitado dentro de uma célula em quatro categorias:
1. um número
2. um texto ou um título
3. uma fórmula
4. um comando
O Excel consegue diferenciar um número de um texto, pelo primeiro caractere que está sendo digitado.
Como padrão, ele alinha um número à direita e um texto à esquerda da célula.
Construa a planilha abaixo:

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Para inserir número com valores fracionários, você deve usar a vírgula como separador se o Windows
estiver configurado para o português, ou então, o ponto decimal se o Windows estiver configurado para inglês.
Como o Windows que usamos esta configurado para português, se tivéssemos, por engano, usado o ponto de-
cimal, o Excel consideraria que estava sendo digitado um texto e não um número, alinhando-o pelo lado es-
querdo da célula.
Obs.: Observe que ao começar a digitar, a Barra de Fórmulas muda e exibir três botões, sendo que tudo
que você digita aparece ao lado destes botões.

EXERCÍCIOS:

1) Posicione o ponteiro de células na célula A1 e digite o seu nome completo nela.
2) Posicione o ponteiro de células na célula B4 e digite o valor 10000 nela.
3) Posicione o ponteiro de células na célula K50 e digite Curso de Excel nela.

Entrada de Texto:

Um texto no Excel é a combinação de letras, números e símbolos que não seja identificados por ele co-
mo outra categoria de dados. Independentemente da largura da célula, se o texto digitado for maior do que a
largura da célula, ele ultrapassará para a célula da direita.
Veja o exemplo abaixo:


Observe que no exemplo acima, o texto “Média dos alunos da 1° série”, está digitado somente na célula
A1, mas o texto é maior que a largura da célula, assim ele se apropria da célula vizinha para ser totalmente exi-
bido. Se a célula B1 tivesse algum conteúdo, o texto exibido pela célula A1 seria apenas aquele que cabe na
largura da célula. Neste caso, você teria que aumentar a largura da célula A1 para que seja exibido todo o texto
ou usar o recurso Retorno Automático de Texto.

Retorno Automático do Texto:

Esse recurso faz com que a célula seja tratada como uma linha de um processador de textos, ou seja, ao
atingir a margem direita da célula, a palavra é deslocada para alinha seguinte, mudando a altura da célula de
forma que acomode mais de uma linha de texto. Para utilizar este recurso, selecione a célula em que você de-
seja digitar o texto, e ative o comando “formatar/células”, como mostra a figura abaixo:



Este comando abre uma caixa de diálogo referente a formatação do conteúdo de uma célula. Dê um cli-
que sobre a guia Alinhamento, e marque a opção “Retorno automático de texto” e pressione o botão de Ok.
Veja a figura abaixo:

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Digite o mesmo texto do exemplo acima na célula que você selecionou e observe que ,a medida que o
texto é digitado, as palavras são deslocadas, veja o exemplo abaixo:



Quando for pressionado a tecla Enter, observe que a altura de todas as células daquela linha serão alte-
radas, mas elas não possuem o recurso de ajuste automático de texto. Você pode utilizar este recurso para
uma faixa de células. Utilize a ferramenta pincel para copiar o formato de uma célula, para várias outras células.

Texto de Número:

Muitas vezes você precisa digitar um texto que na verdade é um número. Se o número for digitado dire-
tamente, ele será alinhado pela direita. Para que o número seja alinhado pela esquerda diretamente na digita-
ção, você deve pressionar o acento agudo (‘) antes de digitar o número.


Veja o exemplo abaixo:



Observe que o número que está na célula A1 foi digitado diretamente e foi alinhado pela direita, e o que
foi digitado com o sinal de acento agudo (célula A2), como você pode ver na barra de fórmulas, foi alinhado pe-
la esquerda. Portanto, quando você precisar alinhar um número pela esquerda, antes de digitar o número digite
o sinal do acento agudo (‘).

Como alterar o conteúdo de uma célula:

Primeiramente, é preciso posicionar o ponte sobre a célula a ser alterada. Em seguida, ou você digita o
valor/texto novamente, ou você edita a célula em questão para alterar o seu conteúdo. Caso opte pela edição,
pressione a tecla F2, ou clique na barra de fórmulas sobre o conteúdo da célula que ali está sendo mostrado e
altere-o. Para confirmar a alteração, você deve pressionar a tecla ENTER ou clicar no botão de entrada (√ ) na
barra de fórmulas.

EXERCÍCIOS:

1. Altere o valor digitado na célula B4 para 150000;
2. Altere o conteúdo da célula K50 para Curso de Computação - Excel;
3. Apague o último sobrenome da célula A1;
4. Digite na célula A5 o valor 154896000000.

Como alterar a largura de uma coluna e a altura de uma linha:

Posicione o ponteiro do mouse na moldura da planilha (onde estão as letras das colunas), sobre a borda
direita da coluna cuja largura você deseja modificar. Quando o ponteiro assumir o
formato de uma seta de duas pontas apontando para a direita e para a esquerda, clique
e arraste a borda direita da coluna até ajustá-la à largura que você deseja.

Para alterar a largura através da caixa de diálogo, selecione o número da coluna e vá até o menu forma-
tar, clique na opção coluna e aparecerá outra caixa de diálogo, escolha a opção “largura”.

Veja afigura abaixo:


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Esta opção exibe mais uma caixa de diálogo, onde você deve informar a largura da coluna, observe a
caixa de diálogo abaixo:



Pressione o botão de Ok e as colunas irão automaticamente para a nova largura.

O recurso Auto Ajuste é a forma mais rápida e prática de ajustar a largura de uma coluna. Este recurso
ajusta a largura da coluna baseando-se na largura do maior elemento contido em uma célula da coluna. Para
utilizar este recurso, selecione a coluna dando um clique sobre a sobre a sua letra e ative o comando de menu
“formatar/coluna/auto ajuste de seleção”.



Obs.: Para voltar à largura padrão, ative o menu “formatar”, comando “Coluna/Largura Padrão” e a largu-
ra da coluna voltará ao normal.
Alterando a Altura da Linha:

Para você alterar a altura da linha, o processo é semelhante com a alteração da largura da coluna.

EXERCÍCIOS:

1. Altere a largura da coluna A de modo que caiba o valor contido na célula A5.
2. Digite XLK INFORMÁTICA na célula C1.
3. Altera a largura da coluna C de modo que ela acomode completamente a frase XLK INFORMÁTICA.
4. Altere a altura da linha 3 até mais ou mesmo o tripulo de sua altura normal.
5. Altere a altura da linha 5 até mais ou menos o dobro da sua altura normal.

Como alterar o tamanho da fonte de letra:

Clique sobre o botão, ao lado do campo que indica o tamanho atual da letra, para
abrir a lista com os tamanhos. Esta lista você deve selecionar um item, conforme o ta-
manho desejado.


EXERCÍCIOS:

1. Altere o tamanho da fonte de letra da célula A1 para 18.
2. Altere o tamanho da fonte de letra da célula K50 para 16.
3. Altere o tamanho da fonte de letra da célula A5 para 6.

Como alterar o tipo da fonte de letra:

Clique sobre o botão, ao lado do campo que indica o tipo atual da letra,
para abrir a lista com os tipos. Desta lista você deve selecionar um item,
conforme o tipo desejado.

EXERCÍCIOS:

1. Altere o tipo de fonte de letra da célula A1 para Arial.
2. Altere o tipo da fonte de letra da célula B4 para Currier New.
3. Altere o tipo da fonte de letra A4 para Modern.

Como alterar o estilo da fonte:

Existem quatro estilos de fontes disponíveis para serem usados no Excel:

NEGRITO, ITÁLICO e SUBLINHADO

Para usar um deste estilos em uma célula, basta posicionar o ponteiro de células desejada e clicar nos
respectivos ícones da barra de formatação.



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EXERCÍCIOS:

1. Altere o estilo da fonte da célula A1 para Negrito.
2. Altere o estilo da fonte da célula B4 para Itálico.
3. Altere o estilo da fonte da célula A4 para Sublinhado.

Como alinhar os dados dentro das células:

Ao digitar uma informação para uma célula, o Excel usa o alinhamento pa-
drão para aquele tipo de dado. Para alterar o alinhamento, posicione o ponteiro na
célula a ser alterada e clique em um dos botões de alinhamento: ou à esquerda,
ou à direita, ou ao centro. Células do tipo numérico que ainda não tenham sido formatadas também podem ser
modificadas no seu alinhamento.

EXERCÍCIOS:

1. Altere o alinhamento da célula A1 para o centro;
2. Altere o alinhamento da célula C1 para à direita;
3. Altere o alinhamento da célula K50 para o centro;
4. Altere o alinhamento da célula K50 para à esquerda.

Como Desfazer e Repetir alterações:

Quando você quiser desfazer a sua última entrada de dados ou o último comando executado, selecione o
comando “Editar/voltar” na barra de menu ou dê um clique sobre o botão Voltar, que está localizado na Barra de
Ferramentas padrão. O comando voltar mostra a última ação executada, que pode ser desfeita. Para utilizar o
comando voltar, você deve ativá-lo logo após a operação que deseja desfazer.

Se você quiser repetir o último comando executado, selecione o comando “Editar/Repetir” na barra de
menu ou dê um clique sobre o botão Repetir, que está localizado na Barra de Ferramentas padrão ao lado do
botão Voltar.

Excluindo Planilha da Pasta de Trabalho:

Para apagar uma planilha da pasta de trabalho, você deve selecioná-la, dando um clique sobre a guia
que corresponde a planilha que você deseja excluir, e ativar o comando de menu “Editar/Excluir Planilha”.

Como mostra a próxima figura:



Após a exclusão de uma planilha, as demais que estavam à sua direita tomam o seu lugar, sem mudar o
nome.

Criando uma nova planilha:

Se você quiser iniciar uma nova planilha, acabou de entrar no Excel e ainda não abriu nenhuma planilha
do disco, pode começar a criar. Se você já iniciou ou abriu uma planilha existente no disco e quiser começar
uma nova, clique no botão Abrir Planilha Nova. Se houver na planilha atual algo que ainda não tenha sido gra-
vado, o Excel perguntará se deseja salvar as alterações.

Centralizando o título da planilha:

Certifique-se de que o título foi digitado na primeira coluna da planilha. Depois destaque a partir da célula
onde está digitado o título até a extremidade direita da planilha, mas somente a linha do título. A seguir, clique
no botão de Centralizar.

Centralize o título e o subtítulo da planilha.



Selecionando Intervalos (Grupos) de células:

Muitas vezes você pode precisar realizar uma mesma operação para um agrupamento de células, ao in-
vés de uma célula, somente. Para evitar ter que aplicar a operação para cada célula individualmente, você pode
destacar todas as células e fazê-la para o grupo todo. É um processo bastante simples que, no entanto, poupa
muito do seu trabalho.

Para selecionar células utilizando o mouse:
Primeiro, posicione o ponteiro de células na célula mais a esquerda e mais acima do grupo a ser selecio-
nado. Depois, clique o botão esquerdo do mouse e, mantendo pressionado, arraste-o na diagonal até chegar à

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célula mais a direita e mais abaixo do grupo a ser selecionado, e então solte o botão do mouse. Pronto, está fei-
ta a seleção do grupo de células.
Usando o teclado:
Primeiro, usando as teclas de seta, posicione o ponteiro de células na célula mis a esquerda e mais aci-
ma do grupo a ser selecionado. Depois, pressione a tecla Shift e não solte. A seguir, usando as teclas de seta
desloque o ponteiro de células até a célula mais a direita e mais abaixo do grupo de células a ser selecionado.
Então solte a tecla Shift e o grupo estará selecionado.

Obs.: Para cancelar a seleção basta selecionar uma outra célula isolada com o mouse ou com o teclado.

EXERCÍCIOS:

1. Digite para as seguintes células os seguintes valores:

A1 : 100 B1 : 200 C1 : 300
A2 : 50 B2 : 150 C2 : 250
A3 : 150 B3 : 250 C3 : 300

2. Selecione o grupo de células A1 : A3 com o mouse.
3. Selecione o grupo de células B1 : B3 com o mouse.
4. Selecione o grupo de células C1 : C3 com o mouse.
5. Selecione o grupo de células A1 : B3 com o mouse.
6. Selecione o grupo de células B1 : C3 com o mouse.
7. Selecione o grupo de células A1 : C3 com o mouse.
8. Selecione o grupo de células B1 : B3 com o mouse.
9. Selecione o grupo de células A1 : A3 com o teclado.
10. Selecione o grupo de células C1 : C3 com o teclado.
11. Selecione o grupo de células A1 : B3 com o teclado.
12. Selecione o grupo de células B1 : C3 com o teclado.
13. Selecione o grupo de células A1 : C3 com o teclado.

Movendo células ou faixas de células:

Para movimentação ou cópia de grupos de células, você pode usar tanto os botões da barra de ferra-
mentas padrão, como as opções do menu Editar e as opções do menu de Atalho, que pode ser acessado com
um clique no botão direito do mouse sobre a área da planilha. Nós usaremos os botões da barra de ferramentas
padrão por ser de fácil assimilação e padrão para todos os programas do Windows.

Para mover células, ou seja, tirar de onde está e colocar em outro lugar, você deve primeiramente sele-
cioná-las da maneira que foi vista anteriormente. Em seguida, clique no botão Recortar, para passar o grupo
para a área de transferência. Uma moldura de tracinhos luminosos envolverá a área selecionada. Depois, cli-
que na célula a partir da qual o grupo terá que ser movido. Em seguida, clique no botão Colar e o grupo de célu-
las será transferido para a nova posição.

Obs.: Após ter clicado no botão Recortar, pressione Esc, se quiser cancelar o processo.

Copiando células ou faixa de células:

Para copiar, ou seja, manter onde está mas também colocar em outro lugar, selecione primeiro o grupo
de células a ser copiado. Em seguida clique no botão Copiar para passar para a área de transferência. Uma
moldura com tracinhos luminosos envolverá a área selecionada. Depois, clique na célula a partir da qual o gru-
po deverá ser copiado. Em seguida, clique no botão Colar e o grupo de células será copiado na nova posição.

recortar copiar colar

É possível, também, copiar o conteúdo de apenas uma célula para uma faixa com várias células, utili-
zando o mesmo procedimento. A única diferença é que você selecionará apenas uma célula para copiar e uma
faixa com várias células para Colar.

Obs.: Após ter clicado no botão Copiar, pressione Esc, se quiser cancelar o processo.

EXERCÍCIOS:

1. Copie o grupo de células A1 : A3 para A5.
2. Copie a célula B1 para a faixa B5 : B10.
3. Copie o grupo de células A1 : C2 para C7.
4. Copie o grupo de células B1 : C3 para C10.
5. Copie o grupo de células A1 : C3 para E1.

A alça de preenchimento:

Alça de preenchimento é aquele pequeno pontinho preto que existe no canto inferior direito da célula se-
lecionada. Ela é bastante útil em muitas tarefas. Dentre elas:
Copiar: Selecione a célula (ou grupo de células) que deseja cópias, clique na alça de preenchimento e
arraste na direção desejada indicando o número de cópias.

Seqüências: Você pode poupar muito trabalho em criação de seqüências de datas, números, meses, etc.
fazendo uso da alça. Para isso, digite os dois primeiros valores da seqüência (um ao lado do outro ou um sobre
o outro) por exemplo: A1 = janeiro A2 = Fevereiro. Depois selecione as duas células e arraste a alça de preen-
chimento indicando a direção e a extensão da seqüência.
Obs.: Caso queira seqüências não consecutivas (1, 2, 4, 6 ou janeiro, abril, julho, outubro) deve digitar os
dois primeiros valores com a diferença desejada entre cada item da seqüência.

Como Programar o Auto Preenchimento:

O Auto Preenchimento nada mais é que uma lista de seqüências pré-programadas que o Excel possui,
sendo que você também pode acrescentar listas ou seqüências próprias que costuma utilizar no seu dia a dia.
Par utilizar este recurso oferecido pelo Excel, ative no menu “ferramentas” o comando “opções”, note a
abertura da caixa de diálogo Opções. Dê um clique sobre a guia “listas” para ativá-la. Veja a figura abaixo:

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Na área listas personalizadas você vê as listas que já está incluídas e nota que os dias da semanas e
meses estão lá. No item Nova lista, que já vem selecionado quando você ativa esta pasta, que é utilizado para
você criar uma nova lista, pressionando o botão adicionar. Na caixa Entradas da Lista, você deve digitar a série
de entradas, separando-as com vírgula.
Após terminar de digitar a lista, pressione o botão de Ok e você já poderá utilizar a nova lista no auto pre-
enchimento.

EXERCÍCIOS:

1) Crie a seguinte tabela, sendo que as seqüências deverão ser criadas pela alça de preenchimento.
Vendas
Código Nome Janeiro Fevereiro Março Abril
101 João Bertoldo 500 600 700 800
201 Arnoldo Ribafrades 100 200 300 400
301 Osmaralho Felisberto 1 5 9 13
401 Marivaldina Esquinigrena 14 23 32 41
501 Juvenaldo Ostrogofrindo 10 12 14 16
601 Esmerlindo Jubaribi 4 8 12 16
Apagando células ou faixa de células:

Para apagar o conteúdo de células, selecione a célula ou o grupo de células e pressione a tecla Delete
(ou Del). O conteúdo das células é imediatamente apagado.

EXERCÍCIOS:

1. Apague o conteúdo das células da faixa A5 : A8.
2. Apague o conteúdo das células da faixa B5 : B10.
3. Apague o conteúdo das células da faixa C7 : E8.
4. Apague o conteúdo das células da faixa C10 : D12.
5. Apague o conteúdo das células da faixa E1 : G3.


EXERCÍCIOS:

1) Crie a Planilha a seguir:




Formatação de Células:



Para que os números sejam mostrados com um ponto a cada três dígitos e a vírgula decimal, é preciso
formatá-los. Você pode aplicar o formato moeda (R$ 950.340,00), percentual (50,00%) ou o separador de mi-
lhares (847.873,88). Para formatar uma célula, clique na célula mais acima e mais à esquerda e araste até a
Aumenta Nr. de casas decimais
Diminui Nr. de casas decimais
Separador de milhares
Formato Percentual
Formato moeda
INFORMÁTICA

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célula mais abaixo e mais à direita do grupo. Em seguida, clique no botão do formato desejado.
Formate as células da planilha que contém valores com o Separador de Milhares.
Construindo uma planilha:

Analise a seguinte planilha:



Para construir acima, siga os passos a seguir:

1) Coloque o ponteiro de células na célula A1 e digite o título todo em maiúsculo;
2) Coloque o ponteiro de células na célula A3 e digite o subtítulo também em maiúsculo;
3) Digite na célula A6 a palavra DEPARTAMENTO 1, e nas células A7, A8, A9, A10 e A11, os departa-
mentos 2, 3, 4, 5, e 6;
4) Digite nas células B5 a palavra JANEIRO, na célula C5 a palavra FEVEREIRO e na célula D5 a pala-
vra MARÇO, todas as linhas à direita;
5) Digite os valores nos seus devidos lugares;
6) Altere a largura das colunas até que elas fiquem do tamanho adequado;
7) Posicione o ponteiro de células na célula A1 e aumente o tamanho da fonte para 16;
8) Posicione o ponteiro de células na célula A3 e aumente o tamanho da fonte para 14;
9) Posicione o ponteiro de células na célula A1 e coloque o seu conteúdo em negrito;
10) Posicione o ponteiro de células na célula A3 e coloque o seu conteúdo em itálico.

Correção Ortográfica:

O Excel tem um corretor ortográfico, o funcionamento dele é semelhante ao corretor ortográfico do Word
for Windows.

Para utilizar o corretor ortográfico, selecione uma única célula se você quer verificar a ortografia da pasta
inteira; selecione uma faixa se você quer verificar uma parte da planilha, como por exemplo um gráfico; ou ain-
da, selecione uma única palavra ou expressão na barra de fórmulas para verificar palavras individuais.
Depois de selecionada a planilha, a faixa ou a palavra que você deseja, pressione o botão Verificar Orto-
grafia ou use no menu Ferramentas o comando Verificar Ortografia.
Se o verificador de ortografia encontrar algum erro, ele, lhe apresentará a seguinte caixa de diálogo:



Na caixa de diálogo acima você pode optar pela opção ignorar o erro, usando o botão Ignorar. Substituí-
lo pela ortografia correta mostrada na caixa sugestões, usando o botão alterar, ou incluir a palavra no dicioná-
rio, usando o botão adicionar.
Depois de terminada a correção ortográfica, o verificador ortográfica apresenta a seguinte caixa de diálo-
go:


Pressione o botão de Ok, e a ortografia da sua planilha ou célula está pronta.

Salvando a Planilha:

Todo o complexo e delicado trabalho que se realiza em uma planilha permanece sob risco de ser perdido
até o documento ser gravado no disco. Se faltar energia ou se o computador entrar em pane, adeus. Você terá
que recomeçar tudo de novo, desde o princípio. Para se manter afastado de catástrofes desse tipo, é suficiente
adotar uma regra muito simples: salve a sua planilha imediatamente após ter introduzido nela qualquer informa-
INFORMÁTICA

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ção valiosa.
Para gravar a planilha, clique no botão do disquete ou selecione a opção Salvar do menu Arquivo. Sem-
pre que você grava uma planilha pela primeira vez, o Excel exibe uma caixa de diálogo chamada Salvar Como.
Selecione o diretório onde deseja salvar e no campo Nome do Arquivo digite TABELA. Depois é só clicar sobre
o botão Ok e a planilha será salva no diretório selecionado com o nome de TABELA. Depois da primeira vez, o
Excel não mais exibe a caixa de diálogo Salvar Como. Se desejar salvar a planilha com outro nome, selecione a
opção Salvar Como do menu Arquivo.



Abrindo uma planilha já existente:

Sempre que você desejar fazer alterações em uma planilha criada anteriormente e armazenada em dis-
co, será necessário primeiro abrí-la, ou seja, trazê-la para a tela do Excel. Para fazer isto, clique no botão Abrir
Planilha Existente ou selecione a opção abrir do menu Arquivo. A seguir, o Excel exibe a caixa de diálogo Abrir
Planilha, muito semelhante à caixa de diálogo Salvar Como. Nesta caixa você deve selecionar o diretório e in-
formar o nome da planilha a ser recuperada ou selecioná-la na lista de planilhas mostradas na tela. Em segui-
da, clique no botão Ok para que a planilha seja trazida para a tela do Excel.

Abra a planilha de nome TABELA gravada anteriormente.

EXERCÍCIOS:

Construa a planilha a seguir:



Usando fórmulas no Excel:

As fórmulas constituem a genuína força motriz de uma planilha. Se você definir adequadamente uma
fórmula, ela calculará a resposta correta quando for introduzida em uma célula, e daí por diante se manterá
sempre atualizada, recalculando os resultados sempre que qualquer um de seus valores for modificado. É co-
mo dispor de um batalhão de escravos dóceis, rápidos e, o que é melhor, inteligente. Sempre que você for digi-
tar uma fórmula em uma célula, obrigatoriamente ela deve começar com um sinal de igual (=). As fórmulas se
constituem de endereços de células, operadores aritméticos e, ocasionalmente, valores.

Os operadores aritméticos que podem ser usados em uma fórmula são os seguintes:

+ (Sinal de mais) para adição;
- (Sinal de menos ou hífen) para subtração;
* (Asterisco) para multiplicação;
/ (Barra) para divisão ;
^(Acento circunflexo) para potenciação;

Digite para a célula A1 o valor 100, para a célula B1 o valor 150 e para a célula C1 o valor 50. Para criar
uma fórmula na célula A3 que some os três valores, digite em A3 o seguinte: = A1 + B1 + C1.

Outros exemplos de fórmulas:
Para a célula A4 : = A1 * B1 / C1
Para a célula A5 : = (B1 + C1)*A1
Para a célula A6 : = (B1 - A1)^C1
Fórmulas especiais pré-definidas pelo Excel (Funções):

Uma função nada mais é do que uma fórmula pré-definida que efetua um tipo de cálculo específico. Tudo
o que você precisa para utilizar uma função é fornecer a ela os valores apropriados para efetuar esses cálculos.
Tal como as fórmulas criadas pelo usuário, as funções devem começar com um sinal de igual (=) para que o
Excel saiba interpretá-las como fórmulas e não como texto. É aconselhável digitar o nome da função e o nome
das células em maiúsculo.

= SOMA() : Soma todos os valores do grupo ou células indicadas. Ex.: =SOMA(A1 : C1) ou =SOMA (A1 ;
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B1 ; C1)
= MÉDIA() : Calcula o valor médio do grupo ou célula indicadas. Ex.: =MÉDIA(A1 : C1) ou =MÉDIA (A1 ;
B1 ; C1)
= Raiz(): Calcula a raiz quadrada da célula indicada. Ex.: = RAIZ(A1)











EXERCÍCIOS:

Construa a planilha a seguir:



Para a célula F8, digite a seguinte fórmula: =D8 * E8
Copie a fórmula da célula F8 para o grupo F9 : F12
Para a célula F14, digite a seguinte fórmula: =SOMA(F8 : F12)

Embelezando suas planilhas:



As linhas de grade exibidas na sua planilha são simplesmente referências, que têm por objetivo auxiliar o
usuário a se situar enquanto trabalha na planilha. Mas você pode optar por imprimi-las ou não junto com os da-
dos da planilha. Para destacar seções específicas da planilha, você pode acrescentar bordas ou sombreados a
suas células. Não confunda as linhas das bordas, acrescentadas para realçar uma determinada faixa de célu-
las, com as linhas de grade utilizadas para definir as bordas das células na planilha. As bordas acrescentadas
com propósitos estéticos serão impressas mesmo que você decida não imprimir as linhas da grade da planilha.
Para poder visualizar melhor as bordas acrescentadas às células, remova as linhas de grade da planilha.
Para remover as linhas de grade da planilha, basta abrir o menu Ferramentas, clicar sobre a opção Opções e,
na caixa de diálogo que será aberta, desativar a opção Linhas de Grade. Caso deseje colocar novamente as li-
nhas de grade é só repetir o processo e ativar a opção linhas de grade.
Para envolver um grupo de células com bordas, destaque o grupo e clique no botão Tipos de Bordas. Se-
lecione o tipo de borda desejado.

EXERCÍCIOS:

1. Construa a planilha a seguir, mas só desative as linhas de grade quando for inserir as bordas.

Alteração da Cor do Texto:

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Outro recurso usado para melhorar o visual de sua planilha é a utilização de cores. A alteração da cor do
texto de uma célula é feita por meio do botão Cor da Fonte, que está localizado na barra de formação. A letra T
indica que ele altera a cor do texto e o quadrado sobreposto ao T mostra a cor atual da fonte, que é preta como
padrão. Para selecionar outra cor, dê um clique sobre a seta que está ao lado do botão para abrir a caixa de se-
leção de cores.

Alteração da Cor de Fundo da Célula:

Para mudar a cor de fundo de uma célula é preciso usar o botão cor, que possui a figura de um balde.
Selecione a faixa de células B5 até E13 e dê um clique sobre a seta ao lado do botão Cor.

Saiba que as cores utilizadas na planilha apenas serão impressas se você estiver usando uma impresso-
ra colorida.

Como Centralizar um Texto nas Células:

Com este botão você pode centralizar colunas selecionadas, ou seja, centralizar títulos em várias células.
Para utilizá-lo escreva o título, selecione as células na qual você deseja que o título seja centralizado e pressio-
ne o botão centralizar nas colunas. Pronto! O título da sua planilha já está centralizado.

Caixa de diálogo Formatar Células:

Alem da barra de ferramentas de formatação que é a forma mais rápida de fazer a formatação de uma
célula ou uma faixa de células, o Excel lhe oferece outro recurso, que por meio do menu Formatar comando cé-
lulas. Veja a figura seguinte:



Após utilizar este comando, o Excel lhe apresentará uma caixa de diálogo com cinco pastas, sendo as
mais utilizadas a de formatação de números e a de formatação de texto.

Veja abaixo a pasta fontes que será a primeira que veremos:



Para alterar o formato dos dados contidos em uma célula ou uma faixa de células através da caixa de di-
álogo formatar células, selecione a célula ou a faixa de células que você deseja formatar. Na pasta fontes você
pode alterar a apresentação dos caracteres que estejam na área selecionada. Na lista fontes selecione a fonte
que você quer usar, se é normal, itálico, negrito ou ainda negrito e itálico. Na lista tamanho, você escolhe o ta-
manho da fonte. Na lista sublinhado, selecione o tipo de sublinhado, que pode ser nenhum, simples, duplo, con-
tábil simples e contábil duplo. Na lista cor, selecione uma cor, se a sua impressora é em preto e branco, sele-
cione a opção automática. No grupo efeitos, ative qualquer combinação, tachado, sobrescrito, subscrito. E por
último, visualize sua opção na área de visualização para verificar se o seu texto “amostra” está como você de-
seja, se não estiver, escolha outras opções. Dê um clique sobre o botão de Ok ou pressione a tecla Enter.

Obs.: O modo mais rápido de se formatar uma célula ou uma faixa de célula é pela barra de ferramentas
formatação.

Veja abaixo a pasta de Alinhamento:

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Esta pasta é ma das mais utilizadas. Para utilizar os recurso que esta pasta possui, selecione, uma célula
ou uma faixa de células e escolha a opção que você deseja aplicar. Na lista horizontal, você escolhe como você
quer que saia o seu texto na horizontal. Na área Vertical também, você escolhe como você quer que saio o tex-
to na vertical. Na área Orientação, você escolhe como você quer que o texto seja visualizado.

Agora veremos a pasta número, observe a figura abaixo:



Nesta pasta você escolhe opções para a formatação de números, contidos em uma célula ou em uma
faixa de células. Para utilizar esta pasta, selecione uma célula ou uma faixa de células que contenha números.
Na lista categorias, selecione o tipo de número que você deseja formatar. Na lista códigos de formatação esco-
lha um código e observe que irá aparecer um exemplo abaixo da área código. Na área código você digita, ou
modifica um código. Pressione o botão de Ok e sua formatação de números está concluída.

Obs.: Para formatação de números rápida, utilize os botões que estão na barra de ferramentas formata-
ção.







Vamos ver agora a pasta padrões:

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Nesta pasta você escolhe a cor que você quer aplicar em uma célula ou em uma faixa de células. Para
utilizar este recurso, selecione a célula ou a faixa de células e escolha a cor desejada.

Obs.: Um modo mais rápido de utilizar este recurso é utilizando os botões Cor e Cor da fonte na barra de
ferramentas formatação.

Na pasta bordas, escolha o tipo de borda que você deseja introduzir na sua célula ou em sua planilha.

Para utilizar este recurso, selecione a célula ou a faixa de células que você deseja colocar uma borda e
na área borda escolha qual o lado que a borda será introduzida. A área estilho, o tipo de borda e na área cor a
cor da borda. Pressione o botão de Ok, ou a tecla Enter e a borda que você escolheu será colocada na céula ou
faixa de células que você selecionou.

Obs.: Este recurso você poderá utilizar pelo botão Tipos de Bordas na Barra de ferramentas formatação.



Imprimindo uma planilha:

Depois de construída a planilha, completada com dados e fórmulas ajustada esteticamente, é natural que
você queira imprimi-la. Antes, porém, de iniciar a impressão, é necessário checar como que ela sairá no papel.
O Excel possui um recurso chamado ajustar as margens e ver na tela como será a impressão no papel.

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Para imprimir usando todas as definições padrões do Excel, você pode clicar no botão Imprimir, ou sele-
cionar a opção Imprimir do menu Arquivo e clicar Ok.

Para imprimir mais de uma cópia da planilha, na caixa de diálogo Imprimir, digite a quantidade desejada.
Para imprimir somente algumas páginas, selecione a opção Páginas e digite a página inicial e final nas caixas
de texto de e até. Em seguida, clique no botão Ok.

Para ver na tela como sairá a impressão antes de imprimir a planilha, clique no botão Visualizar Impres-
são. Para alterar as margens, clique sobre o botão Margens e arraste as linhas que aparecem delimitando as
margens esquerda, direita, superior e inferior. Para alterar outros detalhes como cabeçalho e rodapé, por e-
xemplo, devemos clicar sobre o botão Configurar para abrir a caixa de diálogo Configurar Página, onde pode-
remos optar por clicar os botões Cabeçalho ou Rodapé para defini-los ou excluí-los. Para definir se a impressão
será no estilo retrato ou paisagem, se a largura e altura da planilha deverão ser ajustadas para uma página ou
se deverá ser impressa no seu tamanho normal, sendo partida em páginas, basta selecionar os referidos bo-
tões. Depois de tudo alterado, não esqueça de clicar o botão Ok da caixa de diálogo Configurar Página.

Para visualizar diversas páginas, caso sua planilha seja bastante grande, clique os botões Anterior ou
Próximo da janela da Impressão Prévia.

Depois é só clicar o botão Imprimir e sua planilha será enviada para a impressora.

Obs. 1: Caso sua planilha seja muito grande e não caiba em uma única folha, o Excel a dividirá em pági-
nas da seguinte forma: primeiro para baixo e depois para o lado.

Obs. 2: Caso deseje imprimir apenas um pedaço da planilha você terá que clicar no botão Configurar Pá-
gina da Janela Imprimir e, na janela Configurar Página, clicar o botão Planilha. Na caixa de texto área de Im-
pressão informe a área a imprimir no formato célula superior e esquerda: célula superior direita (por exemplo:
B5 : D10). Clique Ok para voltar á janela Imprimir.

Obs. 3: Caso deseje verificar se você não errou nada durante a digitação dos títulos e de qualquer texto
que você tenha digitado, basta posicionar o ponteiro de células no célula A1, abrir o menu Ferramentas e clicar
sobre a opção Verificar Ortografia. O Excel irá parar na primeira palavra desconhecida que ele encontrar, dando
possibilidades para você de trocar a palavra por uma outra sugerida, ou corrigir à que está errada e colocá-la de
volta na planilha, ou ainda ignorá-la caso esteja correta. Sempre antes de imprimir uma planilha é bom verificar
a ortografia.



















EXERCÍCIOS:

1. Construa a planilha a seguir:

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Méd. Bim. 1 = Média (N1 : N3)
Méd. Bim. 2 = Média (N1 : N3)
Méd. Final = Média(Bim1;Bim2)

2. Faça a correção ortográfica e depois Imprima esta planilha.
3. Construa mais esta planilha:



Valor Juros = (Dias atrasados *Perc.Juros) * Valor
Valor a pagar = Valor + Valor Juros

4. Faça a correção ortográfica e depois imprima também esta tabela.

Criando um gráfico para uma planilha:

Todos sabemos que nossas mentes registram mais facilmente uma imagem do que texto ou números. É
também muito mais fácil analisar um gráfico do que uma planilha. Através de um gráfico obtêm-se, rapidamen-
te, uma idéia dos números que ele representa. Numa planilha, ao contrário, é preciso comparar cada número
com outros para, só depois, saber o que eles realmente significam.
Acrescentar gráficos às planilhas, ao contrário do que você possa pensar, é relativamente simples. O Ex-
cel oferece diversos tipos de gráficos pré-definidos, o que simplifica o nosso trabalho a apenas informar alguns
detalhes tais como: a faixa de células onde estão as informações que serão usadas no gráfico, o tipo de gráfico,
os títulos principal, do eixo x, do eixo y e alguns outros.
Construa a pequena planilha a seguir:

Para criarmos um gráfico devemos seguir alguns passos, os quais serão descritos a seguir:

- A primeira coisa a fazer é selecionar a faixa de células que contém as informações que deverão ser re-
presentadas o gráfico. Selecione a faixa A1:D4.
- Clique o ícone Auxiliar Gráfico que irá iniciar a criação do gráfico.
- Pressione o botão esquerdo do mouse para confirmar a faixa selecionada.
- Logo após você ter soltado o botão do mouse o Excel exibirá a caixa de diálogo Auxiliar Gráfico - Etapa
1 de 5. Neste momento o Excel está pedindo para você conferir a faixa de células usadas para criar o gráfico.
Caso esteja errado arrume-o. Clique o botão Próximo ou pressione ENTER para confirmar e passar à próxima
etapa.
- O Excel passará à etapa 2 de 5, na qual você deverá escolher o tipo de gráfico que deseja usar. Para
isto, basta clicar no quadro referente ao gráfico desejado. Depois de escolhido o tipo de gráfico não esqueça de
clicar o botão Próximo ou pressionar ENTER para seguir adiante.
- Agora o Excel está na etapa 3 de 5, onde você deverá escolher uma das possíveis variações do tipo de
gráfico escolhido no passo anterior. Depois de escolher uma das variações confirme a operação passando à
próxima etapa clicando o botão Próxima.
- Neste momento estamos na etapa 4 de 5, onde o Excel exibe uma prévia do gráfico. Normalmente o
Excel converte cada linha de valores da tabela selecionada em uma série de dados separada no gráfico. A le-
genda identifica cada uma das séries de dados do gráfico. Como o gráfico representa as séries de dados atra-
vés de colunas, o Excel utiliza os dados da primeira linha para rotular o eixo X. Os dados da primeira coluna
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são usados como os itens de legenda. Se quiser, você pode trocar as séries de dados selecionando a opção
colunas ao invés de linhas, o que irá inverter a representação no gráfico. Não esqueça de confirmar esta etapa
clicando o botão Próxima.
- Agora o Excel se encontra na etapa 5 de 5. Neste momento você deve introduzir o título principal, o do
eixo X e o do eixo Y. Coloque como título principal a frase “Contas do Trimestre”. Para título do eixo X, digite
“Meses” e, para o título do eixo Y, digite “Contas”. Você pode pressionar o botão Finalizar ou teclar ENTER para
que o gráfico esteja terminado e visível na tela.

Uma vez criado o gráfico, é fácil movê-lo ou dimensioná-lo. Basta dar um clique sobre ele e, em seguida,
aparecerão vários quadrinhos sobre as bordas do gráfico. A partir daí, é só arrastar um dos quadrinhos para
aumentar ou diminuir o seu tamanho. Para movimentar o gráfico, basta posicionar o ponteiro do mouse sobre
ele e arrastá-lo para a nova posição.

Alterando o aspecto do gráfico:

Além de modificar o tipo de gráfico e acrescentar ou remover linhas de grade com os botões da barra de
ferramentas gráficas, você também poderá fazer modificações em partes específicas do gráfico (tais como se-
lecionar uma nova fonte de letra para os títulos, ou reposicionar a legenda). Para isso será preciso selecionar o
gráfico a modificar dando um duplo clique sobre ele.

Agora o que você tem a fazer é selecionar a parte do gráfico que será alterada. Basta clicar sobre o local
desejado e este ficará cercado com os famosos quadrinhos, o que indica que está selecionado. Para abrir a ja-
nela de formatação, clique duplo sobre a área da gráfico a ser modificada. Qualquer parte do gráfico você pode-
rá selecionar e alterar, dependerá apenas da sua criatividade.



Imprimindo um gráfico:

Para imprimir o gráfico de uma planilha, temos duas formas:

- Imprimir somente o gráfico: para isto é necessário clicar duplo sobre o gráfico para que ele seja sele-
cionado, abrir o menu arquivo e escolher a opção imprimir. As opções para a impressão do gráfico são quase
iguais às usadas para imprimir a planilha, portanto, você não terá dificuldade em entendê-las.
- Imprimir o gráfico junto com a planilha: basta imprimir a planilha que o gráfico é impresso junto, logo
abaixo da planilha. Mas se você for imprimir apenas uma faixa de células, para que o gráfico seja impresso, se-
rá necessário selecionar a faixa de células onde o gráfico está posicionado. Tirando este detalhe usa-se o pro-
cesso normal de impressão.

Corrija e imprima a planilha.

EXERCÍCIOS:

Construa a planilha abaixo:



Faça a correção ortográfica e imprima a planilha.

Construa um gráfico para esta planilha seguindo os seguintes passos:
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- Destaque a faixa de células A3 : H9.
- Clique sobre o botão Auxiliar Gráfico.
- Na caixa de diálogo Etapa 1 de 5 verifique se a faixa de células está correta. Caso não esteja, arrume-a
e depois clique sobre o botão Próxima.
- Na caixa de diálogo Etapa 2 de 5 selecione o tipo de gráfico de colunas e confirme a operação pressio-
nando a tecla ENTER.
- Na caixa de diálogo Etapa 3 de 5 selecione uma das variações do gráfico de colunas e depois confirme
a operação pressionando a tecla ENTER.
- Na caixa de diálogo Etapa 4 de 5 apenas clique o botão Próxima para passar à próxima etapa.
- Na caixa de diálogo Etapa 5 de 5 digite os seguintes títulos para o gráfico: principal - DEMONSTRATI-
VO DE VENDAS, eixo X - FILIAIS, eixo Y - VENDAS. Após ter digitado os títulos, confirme a operação
pressionando a tecla ENTER.

B
I
M
1
B
I
M
3
B
I
M
5
TUBARÃO
LAGUNA
PALHOÇA
0,00
5.000,00
10.000,00
15.000,00
DEMOSTRATIVO DE VENDAS
TUBARÃO
CRICIÚMA
LAGUNA
IMBITUBA
PALHOÇA
SÃO JOSÉ


Escondendo uma coluna ou uma linha:

Carregue a planilha da Indústria Construtora Civil Ltda.

Muitas vezes em uma planilha existem informações que são vitais para o cálculo das fórmulas, mas ou
outro lado, você não gostaria que estas informações chegassem ao conhecimento de qualquer pessoa. Como
por exemplo, o valor dos salários dos diversos funcionários de uma empresa, é vital para o cálculo da folha de
pagamento, porém, não seria ético que os funcionários tomassem conhecimento dos salários de seus colegas.

Felizmente o Excel tem um recursos que resolve este problema. É possível, através dele, esconder uma
ou mais linhas e/ou colunas da planilha.

Para esconder uma coluna ou uma linha, siga os passos abaixo:

- Clique sobre a letra da coluna ou número da linha para selecioná-la. Isto deve ser feito sobre a borda da
área de planilha.
- Clique sobre a linha ou coluna com o botão direito do mouse para chamar o menu de atalho.
- Clique o botão ocultar e a coluna ou linha desaparecerá.
- Esconda as colunas C e G e as linhas 4 e 8.

Reexibindo uma coluna ou linha escondida:

Para reexibir a coluna ou linha escondida, siga os seguintes passos:

- Com o ponteiro do mouse sobre a borda selecione duas linhas ou colunas, a que está a esquerda e a
que está à direita da coluna escondida, se for coluna; ou a que está abaixo e a que está acima da linha
escondida, se for linha.
- Clique com o botão direito do mouse sobre as linhas ou colunas selecionadas.
- No menu Atalho, escolha a opção Reexibir e a sua linha ou coluna estará visível novamente.
- Reexiba as colunas C e G e as linhas 4 e 8.

Inserindo linhas ou colunas inteiras:

Para inserir linhas ou colunas inteiras:

Para inserir uma linha em branco ou uma coluna em branco, clique, na borda da área de planilha, sobre a
linha ou a coluna que deverá se deslocar para dar espaço à nova linha ou coluna. Então clique no botão direito
do mouse e, no menu Atalho, selecione a opção Inserir. Uma nova linha ou coluna aparecerá em branco na
planilha.

- Insira colunas novas em C e F.
- Insira linhas novas em 3 e 7.

Apagando linhas ou colunas inteiras:

Para apagar linhas ou colunas inteiras:

Para apagar uma linha ou coluna, clique, na borda da área de planilha, sobre a linha ou coluna que deve-
rá ser apagada. Então clique no botão direito do mouse e, no menu Atalho, selecione a opção Excluir. A linha
ou coluna selecionada é apagada, puxando a seguinte para seu lugar.

- Apague as colunas em branco inseridas;
- Apague as linhas em branco inseridas;

Dividindo a planilha na horizontal ou vertical:

Muitas vezes, ao trabalhar com planilha muito grandes, no sentido horizontal e/ou vertical, tem-se a ne-
cessidade de repartir a tela em duas para poder ver duas partes da mesma planilha ao mesmo tempo.

Para repartir a planilha é muito simples, seja na horizontal ou vertical. Basta posicionar o ponteiro do
mouse sobre uma pequena folha visível na extremidade superior da barra de rolagem vertical ou sobre a ex-
tremidade esquerda da barra de rolagem horizontal, quando o mouse estiver posicionando, ele assumirá a for-
ma de uma cruz dividida ao meio e com flechas em duas direções. Nesse momento, você deve pressionar o
botão esquerdo do mouse e arrastar a linha que divide a planilha para a posição desejada.

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Para voltar a planilha ao normal, basta arrastar a divisão de volta ao seu lugar de origem.

Trabalhando com dados de outras planilhas

O Excel dispõe de até 16 planilhas por arquivo. Isto é, você pode criar uma planilha de compras, de ven-
das, de estoque, de preços, etc. em apenas um arquivo. Para tanto, na parte inferior da tela do Excel, existem
guias, cada qual representando uma planilha do arquivo atual (Plan1, Plan2, Plan3 ...). Para começar uma pla-
nilha nova em seu arquivo, clique em um dos Plans e crie-a.

A parte mais interessante do uso de várias planilhas em um mesmo arquivo, é que você pode relacioná-
las, isto é, trabalhar com valores de planilhas diferentes, bastando para isso, em suas fórmulas, indicar a plani-
lha a que a célula pertence. Exemplo:

=Plan2!G8 + Plan4!D15

No exemplo acima, a fórmula retornaria o valor da soma entre a célula G8 da Plan2 e a célula D15 da
Plan4.

EXERCÍCIOS:

1) Crie as seguinte tabelas:

Plan1
D4=C4+(C4*C$2)




Tabela de Preços reajustados
Reajuste para venda: 25%
Código Descrição Custo Venda
15 Beringela R$4,00 R$5,00
20 Goiaba R$3,00 R$3,75
25 Maçã R$8,00 R$10,00
30 Laranja R$6,00 R$7,50
35 Uva R$7,00 R$8,75
40 Manga R$9,00 R$11,25
45 Mamão R$3,00 R$3,75

Plan2
A4=Plan1!A4
B4=Plan1!B4
D4=Plan1!D4*C4

Vendas do Mês
Código Descrição Quantidade Total
15 Beringela 35 R$ 175,00
20 Goiaba 48 R$ 180,00
25 Maçã 93 R$ 930,00
30 Laranja 21 R$ 157,50
35 Uva 63 R$ 551,25
40 Manga 46 R$ 517,50
45 Mamão 87 R$ 326,25

Plan3
A4=Plan1!A4
B4=Plan1!B4
D4=Plan1!D4*C4

Compras do Mês
Código Descrição Quantidade Total
15 Beringela 60 R$ 240,00
20 Goiaba 53 R$ 159,00
25 Maçã 120 R$ 960,00
30 Laranja 35 R$ 210,00
35 Uva 89 R$ 623,00
40 Manga 62 R$ 558,00
45 Mamão 98 R$ 294,00

Plan4
A4=Plan1!A4
B4=Plan1!B4
C4=Plan3!C4-Plan2!C4
D4=Plan2!D4-(Plan2!C4*Plan1!C4)
E4=SE(C4<=15; “Produto em falta!!!”; “O estoque está em ordem”)

Lucros e Estoque
Código Descrição Estoque Lucro Observação
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15 Beringela 25 R$ 35,00 O estoque está em ordem
20 Goiaba 5 R$ 36,00 Produto em falta!!!
25 Maçã 27 R$ 186,00 O estoque está em ordem
30 Laranja 14 R$ 31,50 Produto em falta!!!
35 Uva 26 R$ 110,25 O estoque está em ordem
40 Manga 16 R$ 103,50 O estoque está em ordem
45 Mamão 11 R$ 65,25 Produto em falta!!!


A função SE que você utilizou na última planilha, tem as seguintes opções:

SE (expressão; valor se verdadeiro; valor se falso)

A expressão é qualquer expressão que retorne um valor verdadeiro ou falso. Por exemplo, numa função
“A5=1” se A5 for igual a 1 então a célula possuirá o texto ou valor inserido em Valor se verdadeiro, pelo con-
trário retornará o Valor se falso.

REFERÊNCIA ABSOLUTA E RELATIVA

Uma referência identifica uma célula ou um intervalo de células em uma planilha e informa ao Microsoft Ex-
cel onde procurar valores ou dados que você deseja usar em uma fórmula. Com as referências, você pode usar
os dados contidos em outras partes de uma planilha em uma fórmula ou usar o valor de uma célula em diver-
sas fórmulas. Você também pode fazer referência a células em outras planilhas na mesma pasta de trabalho, a
outras pastas de trabalho e a dados em outros programas. As referências às células em outras pastas de traba-
lho são denominadas referências externas. As referências aos dados em outros programas são denominadas
referências remotas.
Por padrão, o Microsoft Excel usa o estilo de referência A1, que rotula colunas com letras (A a IV, para um
total de 256 colunas) e rotula linhas com números (1 a 65536). Para fazer referência a uma célula, insira a letra
da coluna seguida do número da linha. Por exemplo, D50 refere-se à célula na interseção da coluna D e linha
50. Para fazer referência a um intervalo de células, insira a referência da célula no canto superior esquerdo do
intervalo, dois-pontos (:) e depois a referência da célula no canto inferior direito do intervalo. A seguir estão e-
xemplos de referências.

Para fazer referência Use
À célula na coluna A e linha 10 A10
Ao intervalo de células na coluna A e linhas 10 a 20 A10:A20
Ao intervalo de células na linha 15 e colunas B a E B15:E15
A todas as células na linha 5 5:5
A todas as células nas linhas 5 a 10 5:10
A todas as células na coluna H H:H
A todas as células nas colunas H a J H:J

Uma referência de célula como, por exemplo, A1, que informa ao Microsoft Excel como encontrar outra célu-
la partindo daquela que contém a fórmula. Usar uma referência relativa é o mesmo que oferecer orientações de
direção que explicam onde ir a partir do ponto onde a pessoa se encontra ¾ por exemplo “siga duas quadras à
frente e depois uma quadra à esquerda” .

SERVIÇOS DE INTERNET (CORREIO ELETRÔNICO,
NAVEGAÇÃO E BUSCA)

INTERNET

CONCEITOS BÁSICOS

Resultou da evolução de um sistema criado em 1969 para facilitar a troca de informações militares entre
cientistas e pesquisadores localizados em diversas partes do mundo.
Uma rede simples de apenas quatro computadores foi então desenvolvida, chamada de DARPANET.
O sistema obteve sucesso, em 1972 contava com 37 computadores, tendo mudado de nome para AR-
PANET, e sua utilização não era somente para informações importantes, os usários começaram a enviar men-
sagens eletrônicas por meio de caixas de correio pessoais.
Em 1983, a rede cresceu tanto, que o setor militar mudou-se para uma rede exclusiva, chamada MIL-
NET.
Em 1984, uma empresa governamental americana ( Fundação Nacional de Ciências ), criou a NSFNET
capaz de interligar cinco centros de supercomputadores e tornar suas informações disponíveis a toda instala-
ção educacional, que já era uma idéia da ARPANET.
O sistema foi eficiente a ponto de ser preciso sofrer uma reforma de infraestrutura em 1987, devido ao
grande número de pessoas que utilizavam a NSFNET.
Passou a ser acessível para qualquer instituição educacional, pesquisador acadêmico, funcionário do go-
verno ou organização internacional de pesquisa.
Durante muito tempo permaneceu restrita à comunidade acadêmica, sendo liberada nos últimos três a-
nos ao público em geral.
No Brasil, a rede chegou em 1988 para uso de pesquisadores, em seguida espalhando-se pelas univer-
sidades.
Mas foi em 1995, que diversas empresas passaram a vender o acesso à rede, possibilitando assim a co-
nexão dos consumidores.
Atualmente a Internet é uma grande teia, que integra equipamentos de todos os tipos e tamanhos, multi-
plicando o poder de cada um por milhares de vezes.
Não se pode quantificar com precisão o número de usuários, estima-se em torno de 60 milhões, cres-
cendo dia após dia.





FORMAS DE CONEXÃO

Os computadores da Internet ( chamados Servidores ), não são microcomputadores e sim computado-
res de grande porte, tendo como base os sistemas operacionais UNIX ou AIX.
INFORMÁTICA

- 44 -
Dessa maneira a conexão de um microcomputador com um servidor Internet deverá ser feita através de
um intermediário que possui equipamento capaz de conversar ( conectar ) com o sistema operacional de
grande p orte ( chamado de Provedor Internet ).
Para conectar-se a um provedor de Internet é necessário um linha telefônica convencional ( de preferên-
cia uma linha digital ) e um modem, a conexão provedor – servidor Internet é feita através de cabos, conhecida
como Link ou Canal.
A velocidade do Link é muito importante, pois dela dependerá a velocidade de comunicação entre o pro-
vedor Internet e o servidor o qual está conectado.
Um provedor Internet fornece acesso simultâneo a diversos usuários, isto significa que quanto maior o
número de usuários, maior o número de informações que circulam pelo link ( Canal ), tornando lenta a conexão
individual, pois a velocidade do Link será dividida.
Outro fator que deve ser levado em consideração é a velocidade do modem que fará a conexão com o
provedor Internet, atualmente variando de 28.800 bps a 33.600 bps ou maior.

A velocidade de comunicação é muito importante, e depende do tipo de cabo de conexão e velocidade do
canal.
Os cabos de conexão podem ser comuns, tornando a navegação lenta, ou de fibra ótica para uma nave-
gação mais rápida.
A velocidade do canal tem valores de 64 kbps, 128 kbps, 256 kbps, 512 kbps e 1Mbps.
Sabendo-se a quantidade de usuários simultâneos que o provedor pode ter, obteremos a relação li-
nha/link que determinará a rapidez do provedor Internet.

É necessário o software de comunicação Internet ( Trumpet Winsock ) e o software de navegação cha-
mado de browser ( Netscape, Mosaic, Internet Explorer, etc... )

RECURSOS DA INTERNET

TELNET

Telnet é a ferramenta que permite aos usuários conectar-se a outro computador na internet e usá-lo co-
mo se estivesse diretamente conectado a ele.
Para usar o telnet é necessário ter permissão de acesso, geralmente na forma de uma conta no sistema
em questão.

FTP ( FILE TRANSFER PROTOCOL – Protocolo de Transferência de Arquivo )

Troca de arquivos entre dois computadores ligados na Internet.
Esses arquivos podem ser programas shareware, atualizações de produtos, sendo que alguns são permi-
tidos apenas a usuários autorizados.
Esse ato de busca de arquivo é chamado de Download.

E-MAIL

Utilizado para troca de mensagens particulares com qualquer pessoa que faça parte da rede mundial,
sendo que somente o destinatário poderá ler, pois cada computador tem um endereço na rede.
O sistema utilizado é o de caixa postal, portanto a mensagem ficará em uma caixa postal no provedor In-
ternet do destinatário.

USENET

Usenet é outra maneira de trocar mensagens, porém abertas a todos os usuários.
Contém diversas áreas chamadas de newsgroups ou conferência

As conferências são classificadas em 6 tipos:
ALT – Alternativas
COMP – Computadores
NEWS – Notícias
REC – Lazer em geral
SCI – Ciências
SOC – Sociedade

IRC – ( INTERNET RELAY CHAT )

Permite o bate-papo ao vivo entre usuários da Internet, sendo dividido em áreas de conversação chama-
das de canais, onde usuários com interesses comuns se comunicam.

WWW ( WORLD WIDE WEB – TEIA MUNDIAL )

Sistema gráfico utilizado na Internet, onde o acesso é feito através de páginas interativas conduzindo o
usuários a outras páginas e assim por diante.
Essas páginas são chamadas de “ Home Pages “ ou “ Páginas HTML “
Atualmente na Internet diversas instituições possuem páginas WWW, como bibliotecas, museus, univer-
sidades e até mesmo usuários.

Os servidores WWW são diferentes em termos de estrutura dos servidores Internet, pois possuem um
endereço diferente, todo os endereços de WWW ( páginas gráficas ) começam com http://, também conheci-
dos como endereços URL
Há vários servidores WWW responsáveis por “índices” das home pages, facilitando assim a localização
de uma determinada página com a função procura ( Net Search ) por uma palavra chave ou tópico de assunto.
O acesso a páginas WWW é feita através de programas chamados de browser tais como:
Mosaic, Netscape, Internet Explore, devendo ser utilizado um ambiente gráfico tipo Windows, OS2, etc...

INTERNET EXPLORER




Barra de Título

INFORMÁTICA

- 45 -








O Explorer é um programa (navegador, Browser ) usado para visualizar documentos no formato HTML.
Ele é capaz de interpretar os documentos HTML, exibindo-os de maneira interativa com o usuário.
Possui recursos específicos para facilitar e agilizar a navegação na WWW.

Descrição do ícones da barra de ferramentas:

Botões Voltar e Avançar
Permite avançar para a página seguinte ou retornar para a anterior.

Botão Parar
Cancela o carregamento da página.

Botão Atualizar
Carrega novamente a página exibida.

Botão Página Inicial
Retorna para a página definida como inicial.

Botão Localizar
Acessa programas de busca.

Botão favoritos
Permite o acesso aos sites definidos como favoritos, agilizando a busca.

Botão Imprimir
Imprime a página atual.
Botão fonte
Permite alterar o tipo, tamanho e estilo de letra evisualizada.

Botão Correio
Para acessar mensagens de e-mail e newsgroups.

Botão Editar
Permite a alteração ou criação de páginas WEB.

Outros Elementos da tela do Explorer.

Barra de Título
Indica o nome da página aberta e do programa.

Barra de Menu
Contém os menus das funções do programa.

Barra de Rolagem
Permite acessar áreas não visíveis na tela, através da rolagem da página.

Barra de Status
Indica o andamento das operações, bem como o seu término.

Hyperlink
Através de uma palavra ou símbolo destacado, permite o acesso rápido a outras páginas.
Ao passar com o mouse em cima do hyperlink, este assume a forma de mãozinha.

INFORMÁTICA

- 46 -

UTILIZAÇÃO DE CORREIO ELETRÔNICO

O que é correio eletrônico?

O correio eletrônico surgiu com o objetivo de facilitar a comunicação e a troca de idéias entre as pessoas
que estavam construindo e experimentando a Internet. Os documentos e mensagens eram distribuídos via cor-
reio tradicional, mas esta forma era, sem dúvida, mais demorada. Depois que o e-mail ou correio eletrônico
começou a ser utilizado, a velocidade da comunicação aumentou sensivelmente.

O correio eletrônico é um tipo de correio disponível pela Internet.

Você usa uma caixa postal eletrônica simbolizada por um endereço do tipo seuno-
me@nomedoseuprovedor.com.br.

Esta caixa postal eletrônica é equivalente à caixa postal tradicional: você escreve uma "carta" e a envia a al-
guém. Conhecendo o endereço eletrônico da sua caixa postal, qualquer pessoa poderá enviar uma mensagem
(e-mail) para você.

Todas as mensagens enviadas para você ficam armazenadas nos servidores de e-mail do seu provedor até
a hora em que você acesse a Internet (você precisa estar conectado à Internet para receber seus e-mails) e dê
o comando para recebê-las em seu computador.

Outlook Express

O Outlook Express é um programa, dentre vários, para a troca de mensagens entre pessoas que tenham
acesso à Internet.

Por meio dele você poderá mandar e receber mensagens (incluindo os e-mails com imagens, música e di-
versos efeitos) e também ingressar em grupos de notícias para trocar idéias e informações.

Para adicionar uma conta de e-mail, isto é, para criar sua caixa de correio eletrônico no Outlook Express,
você precisa do nome da conta, da senha e dos nomes dos servidores de e-mail de entrada (geralmente POP3
- Post Office Protocol versão 3 - que é o servidor onde ficam armazenadas as mensagens enviadas a você, até
que você as receba) e de saída (geralmente SMTP - Simple Mail Transfer Protocol - que é o servidor que arma-
zena as mensagens e as envia, após você escrevê-las.).

Estas informações são fornecidas pelo seu provedor de serviços de Internet ou do administrador da rede lo-
cal.

Para adicionar um grupo de notícias, você precisa do nome do servidor de notícias ao qual deseja se conec-
tar e, se necessário, do nome de sua conta e senha.

Abrir o Outlook

Para abrir o Outlook Express, clique no ícone que está em sua Área de Trabalho, ou na Barra de
Tarefas.

Você pode também clicar em Iniciar/Programas/Outlook Express.
O programa será aberto e você pode começar a ler, redigir e responder seus e-mails.
Verificar novas mensagens

Para saber se chegaram novas mensagens, faça o seguinte:

Com seu Outlook aberto, clique em Enviar/receber na barra de ferramentas.



Lembre-se de que todas as mensagens da caixa de saída serão enviadas também.



Se preferir apenas receber ou apenas enviar mensagens, você pode usar o seguinte recurso:

Clique em Ferramentas / Enviar e receber, escolha a opção que deseja e clique nela.

Painel de visualização e lista de mensagens

Aqui você encontra uma imagem que mostra onde fica a lista de mensagens (local em que as mensagens
aparecem em seu Outlook) e o painel de visualização (local em que as mensagens são exibidas).

INFORMÁTICA

- 47 -


Você pode deixar acionado um "alarme" que avisa quando chegaram novas mensagens.

Navegar pelo Outlook

Usando a lista de mensagens e o painel de visualização, você pode exibir a lista de mensagens e ler men-
sagens individuais ao mesmo tempo.

A lista Pastas contém pastas de e-mail, servidores de notícias e grupos de notícias e você pode alternar fa-
cilmente entre eles.
Você também pode criar novas pastas para organizar e classificar suas mensagens e configurar regras de
mensagens para colocar automaticamente em uma pasta específica o e-mail de acordo com o assunto, reme-
tente, grupo, enfim, da forma mais prática para seu uso.

Você também pode criar seus próprios modos de exibição para personalizar a maneira como visualiza suas
mensagens.

Barra de Ferramentas

A Barra de ferramentas do Outlook Express (estou mostrando aqui imagens da versão 6.0) apresenta basi-
camente os itens que numerei na figura abaixo:



1. Criar email: aqui você clica quando quer redigir um e-mail e uma nova mensagem se abre.

2. Responder: quando você recebe uma mensagem e quer mandar uma resposta, basta clicar aqui e escre-
ver sua resposta.

3. Responder a todos: quando você recebe um e-mail que foi endereçado a você e a outras pessoas (você
INFORMÁTICA

- 48 -
pode saber se isto ocorreu olhando para o campo Cc que aparece em seu painel de visualização) e quer man-
dar uma resposta para todos que também receberam esta mensagem, basta clicar em "responder a todos".

4. Encaminhar: quando você recebe um e-mail e quer mandá-lo para outra (s) pessoa(s), basta clicar em
"encaminhar" e essa mensagem será enviada para o(s) destinatário(s) que você endereçar.

5. Imprimir: quando você quiser imprimir um e-mail, basta clicar nesse botão indicado que uma nova janela
se abre e nela você define o que deseja que seja impresso.

6. Excluir: quando você quiser excluir uma mensagem, basta clicar na mensagem (em sua lista de mensa-
gens) e usar o botão excluir da barra de ferramentas. Sua mensagem irá para a Pasta Itens excluídos.

7. Enviar e receber: clicando nesse botão, as mensagens que estão em sua Caixa de Saída serão enviadas
e as mensagens que estão em seu servidor chegarão a seu Outlook.

8. Endereços: este botão faz com que seu Catálogo de Endereços (seus contatos) se abra.

9. Localizar: este botão é útil quando você quer encontrar uma mensagem que esteja em seu Outlook. Ao
clicar em "Localizar", uma nova janela se abre e você pode indicar os critérios de sua busca, preenchendo os
campos que estão em branco e clicando em "localizar agora".



Se você quiser localizar uma mensagem em uma pasta ou uma pessoa que faça parte de seu catálogo de
endereços, pode clicar na setinha que está ao lado da pasta e alguns itens específicos aparecem, como você
pode ver na imagem abaixo:



Basta indicar o que você quer localizar e uma nova janela se abre e você preenche com os dados que inte-
ressam para sua busca.

Obs.: Se você passar o mouse sobre cada um dos botões da barra de ferramentas, poderá ver uma caixa
de diálogo que descreve a função do botão, conforme imagem abaixo:



Pastas Padrões

As pastas padrões do Outlook não podem ser alteradas. Você poderá criar outras pastas, mas não deve
mexer nas seguintes pastas:

INFORMÁTICA

- 49 -


1. Caixa de Entrada: local padrão para onde vão as mensagens que chegam ao seu Outlook. (Você pode
criar pastas e regras para mudar o lugar para o qual suas mensagens devam ser encaminhadas.).

2. Caixa de Saída: aqui ficam os e-mails que você já escreveu e que vai mandar para o(s) destinatário(s).

3. Itens Enviados: nesta pasta ficam guardados os e-mails que você já mandou.

4. Itens Excluídos: aqui ficam as mensagens que você já excluiu de outra(s) pasta(s), mas continuam em
seu Outlook.

5. Rascunhos: as mensagens que você está escrevendo podem ficar guardadas aqui enquanto você não as
acaba de compor definitivamente.

Ícones de listas de mensagens do Outlook Express

Os ícones a seguir aparecem nos e-mails e indicam a prioridade das mensagens, se as mensagens possu-
em arquivos anexados ou ainda se as mensagens estão marcadas como lidas ou não lidas.

Veja o que eles significam:



Como criar uma conta de e-mail

Para adicionar uma conta de e-mail em seu Outlook faça o seguinte:

1. Entre em contato com seu provedor de serviços de Internet ou do administrador da rede local e informe-
se sobre o tipo de servidor de e-mail usado para a entrada e para a saída dos e-mails.

2. Você precisará saber o tipo de servidor usado : POP3 (Post Office Protocol), IMAP (Internet Message Ac-
cess Protocol) ou HTTP (Hypertext Transfer Protocol). Precisa também saber o nome da conta e a senha, o
nome do servidor de e-mail de entrada e, para POP3 e IMAP, o nome de um servidor de e-mail de saída, ge-
ralmente SMTP (Simple Mail Transfer Protocol)

Vamos à configuração:

3. No menu Ferramentas, clique em Contas.

INFORMÁTICA

- 50 -


4. Irá se abrir uma nova janela chamada Contas na Internet, clique em Adicionar.



5. Clique em Email e o Assistente para conexão com a Internet irá se abrir. Basta seguir as instruções para
estabelecer uma conexão com um servidor de e-mail ou de notícias e ir preenchendo os campos de acordo
com seus dados.

Observação:

Cada usuário pode criar várias contas de e-mail, repetindo o procedimento descrito acima para cada conta.

Mais de um a pessoa usando o Outlook

Se mais de uma pessoa usar o mesmo computador para ler e enviar mensagens de e-mail, cada uma pode-
rá ter uma caixa de correio separada no Outlook Express. Isto significa que cada pessoa pode também ter suas
configurações pessoais separadas. Isso é possível por meio da criação de várias identidades.

A criação de identidades é uma forma de várias pessoas usarem o Outlook Express e o catálogo de endere-
ços no mesmo computador. Por exemplo, você e um parente podem compartilhar um computador. Se cada um
criar uma identidade, vocês poderão ver o próprio e-mail e seus contatos ao fazer logon com suas identidades.

Uma vez criadas as identidades, você poderá alternar entre elas sem precisar desligar o computador ou
perder a conexão com a Internet.
Para adicionar uma nova identidade faça o seguinte:

1. No menu Arquivo, clique em Identidades e, em seguida, em Adicionar nova identidade.

INFORMÁTICA

- 51 -


2. Uma nova janela se abre. Digite no espaço específico o nome do novo usuário.



3. Se desejar incluir uma senha para essa identidade, clique em Exigir senha e insira uma senha.

4. O programa irá perguntar se você deseja fazer logon como o novo usuário.

Se você responder que sim, o programa solicitará informações sobre sua conexão com a Internet.

Se você responder que não, o usuário atual permanecerá conectado.

Excluir usuário do Outlook

Para excluir uma identidade:

1. No menu Arquivo, clique em Identidades e, em seguida, em Gerenciar identidades.


2. Selecione um usuário e, em seguida, clique em Remover.

INFORMÁTICA

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Observe que você não pode excluir a identidade atual, isto é, a pessoa que está usando o Outlook no mo-
mento.

Quando você exclui uma identidade, as configurações correspondentes são excluídas, mas os dados não.

Escrever e enviar um e-mail

Como fazer para enviar uma mensagem de e-mail:

1. Na barra de Ferramentas, clique no botão Criar email (Outlook Express 6.0) ou Nova Mensagem (Outlook
5)



( Se preferir, clique em Mensagem/ Nova Mensagem)











2. Uma nova janela se abre:

INFORMÁTICA

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Observe que o campo De já vem preenchido com seu endereço eletrônico.

3. Na caixa Para, digite o endereço de e-mail do destinatário. (algo do tipo: nomedestinatá-
rio@provedor.com.br)

Se você quiser mandar um mesmo e-mail para várias pessoas, clique em CC (cópia com) se você quiser
que os endereços de todas as pessoas apareçam, isto é, que todos saibam para quem você está mandando
este e-mail ou, clique, preferencialmente, em CCo (Cópia Oculta com).

Para que apareça esta caixa CCO, clique em Exibir (nessa sua mensagem aberta) e deixe clicado em To-
dos os cabeçalhos.



4. Para adicionar nomes que já estejam em seu Catálogo de endereços, clique no ícone livro na janela Nova
mensagem próximo a Para, Cc e Cco e, em seguida, selecione os nomes.




5. Na caixa Assunto, digite um título para a mensagem.

6. Digite a mensagem e clique em Enviar na barra de ferramentas.

INFORMÁTICA

- 54 -


Observações:

Se você tiver mais de uma conta de e-mail configurada e desejar usar uma conta diferente da padrão, clique
na caixa De e, em seguida, clique na conta de e-mail desejada.

Se você estiver digitando uma mensagem off-line, isto é, sem estar conectado à Internet, sua mensagem se-
rá salva na Caixa de saída. Ela será enviada automaticamente quando você estiver on-line.

Ler um e-mail

Para ler suas mensagens de e-mail, faça o seguinte:

1. Clique em Ferramentas e depois em Enviar/receber e suas mensagens irão chegar e aparecer em sua
Caixa de Entrada ou em alguma pasta que você especificou.



2. Você pode ler suas mensagens em uma janela separada ou no painel de visualização.

3. Clique no ícone Caixa de entrada na barra do Outlook ou na lista Pastas.

INFORMÁTICA

- 55 -


4. Para exibir a mensagem no painel de visualização, clique na mensagem na lista de mensagens.

5. Para exibir a mensagem em uma janela separada, clique duas vezes na mensagem na lista de mensa-
gens.



Observações

Para exibir todas as informações sobre uma mensagem (como a data de envio), no menu Arquivo, clique em
Propriedades.

Para salvar a mensagem em seus arquivos, clique em Salvar como e selecione um formato (email (eml);
texto (txt); ou ainda no formato HTML) e a pasta na qual você quer salvar a mensagem.

CONCEITOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO - Definições

TECNOLOGIA

Confundida com ciência, a tecnologia é compreendida por alguns autores, como Ribault, Martinet e Lebidois
como o conjunto formado pelos conhecimentos, meios e habilidades, capacidade de realizar algo, colocados a
serviço da fabricação de um produto final.

A tecnologia não pode ser reduzida à máquinas, deve ser entendida como certos tipos de conhecimentos
dos quais parte pode estar incorporado nas máquinas, o restante está inserido na inteligência das pessoas, nas
estruturas organizacionais e nos padrões de comportamento. (Dicter e O'Connor).

A tecnologia é a arte de colocar em prática, dentro de um determinado contexto e para um propósito especí-
fico, todas as ciências, técnicas e regras consideradas fundamentais à concepção de produtos, procedimentos
INFORMÁTICA

- 56 -
de fabricação, métodos de gestão ou sistemas de informação da empresa. (Morin).
TECNOLOGIA E CIÊNCIA

Distingue-se a tecnologia da ciência no momento em que coloca a primeira utilizando conhecimentos, que
podem estar na forma de processos ou métodos, em condições industriais. A ciência, busca o aprimoramento e
sistematização dos conhecimentos, não sendo condição essencial sua utilização industrial.

DEFINIÇÕES DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

Tecnologia da Informação (TI) é definida como as capacidades oferecidas por computadores, aplicativos
(softwares) e telecomunicações. (Davenport, Short e Ernst e Young).
Tecnologias e aplicações que combinam o processamento e armazenamento de dados com a capacidade
de transmissão à distância das telecomunicações. (Child).
Um novo paradigma tecno-econômico que envolve o gerenciamento e controle de sistemas de produção e
serviço, baseado em um conjunto de inovações em computadores eletrônicos, engenharia de software, siste-
mas de controle, circuitos integrados e telecomunicação, os quais tem reduzido drasticamente o custo de arma-
zenar, processar, comunicar e disseminar informação. (Dicter e O'Connor).
Sua utilização pode ser direcionada para liberar a produtividade e criatividade pessoal e corporativa ou para
manter as estruturas existentes e inibir a liberdade individual. Neste contexto, o valor do ativo intelectual das or-
ganizações vem sendo cada vez mais valorizado. Importante:

O grande desafio, na utilização da Tecnologia da Informação, é possibilitar condições que poderão maximi-
zar a distribuição e o uso do conhecimento.

A Tecnologia da Informação, ao possibilitar apoio a qualquer estrutura organizacional, torna-se um fator
chave à descentralização das atividades enquanto mantêm a capacidade em coordenar e controlar estas.

POSSIBILIDADES ORGANIZACIONAIS DA TI

Não derivam apenas da crescente economia e facilidade de uso. Elas estão principalmente nas formas atra-
vés das quais permite-se que a informação seja alcançada. As facilidades de comunicação disponíveis atual-
mente através da TI possibilitam a escolha de diversos modos de processamento de informação e transmissão
tornando a TI um elemento catalisador das capacidades de informações da organização.

SOCIEDADE BASEADA NA INFORMAÇÃO

O gerenciamento deve buscar obter vantagens oferecidas pela TI. Segundo Frenzel, a TI vem alterando o
modo como muitas pessoas fazem seu trabalho como também tem modificado a própria natureza deste, de
forma que a prática da gerência vem sendo grandemente afetada.

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO - MERCADO e COMPETITIVIDADE

Historicamente, as organizações, por muito tempo, estruturaram-se sobre duas dimensões: baixo custo e di-
ferenciação (Piore e Sabel). Atualmente, o ambiente competitivo atual está modificando-se em duas direções
(Boynton): mercado e demanda e capacidade de processamento


Mercado e demanda - as organizações estão percebendo que necessitam ser capazes de desenvolver e
fornecer produtos e serviços customizados de alta qualidade buscando minimizar os respectivos custos (Der-
touzos et al);

Capacidade de processamento - que dependem de mudanças nas tecnologias de processos e no gerencia-
mento do know-how dos processos. Estas mudanças baseiam-se na tecnologia da informação que possibilita
que as organizações construam uma base estável de capacitação de processos que seja, ao mesmo tempo,
flexível, eficiente e duradoura.
Para a organização, a informação é vista como matéria-prima e produto acabado do sistema ao qual está
pertence.

Sob este enfoque, sua importância e a própria concepção vem sendo alterada no decorrer dos anos.

POTENCIAL DA COMPETITIVIDADE TECNOLOGICA

Competências essenciais

As tecnologias são elementos das competências essenciais das organizações, para que estas organizações
sejam competitivas faz-se necessário distribuir e compartilhar as tecnologias bem como a experiência adquirida
com seu uso.

A utilização contínua de uma determinada tecnologia poder gerar uma vantagem decisiva que pode ser su-
cumbida pela atitude de empresas que não possuam tal vantagem mas possuem a capacidade de desenvolver
uma nova tecnologia ou colocar em prática a mesma tecnologia a serviço de outros produtos.

Melhoria das formas organizacionais

As organizações estão percebendo que suas respostas estratégicas ao ambiente competitivo no qual se in-
serem requerem a melhoria das formas organizacionais, ultrapassando a combinação de estruturas que eram
apropriadas as estratégias de baixo custo e diferenciação.

Verifica-se então que um recurso importante, freqüentemente associado a nova organização que se forma, é
determinado pela tecnologia de informação (Boynton).

Desafios previstos para as empresas nos próximos anos, são necessidade de:

processos de tomada de decisão mais freqüentes e mais rápidos;
inovação organizacional mais freqüente e mais rápida;
formas contínuas de aquisição de informação pelas empresas;
adquirir e distribuir as informações adquiridas e distribuídas de forma mais rápida e eficaz.

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO - CONCLUSÕES

Inserido no amplo conjunto de exemplos de aplicação da Tecnologia da Informação, os sistemas de infor-
mação existentes nas organizações apresentam-se como fatores fundamentais para a consecução dos objeti-
vos da organização bem como para a melhoria de sua performance.
Dessa forma, o processo de desenvolvimento de sistemas de informação necessita de maiores estudos ten-
do em vista seu papel relevante no produto - sistema de informação - gerado.
A competitividade organizacional, decorrente do desenvolvimento de competências essenciais que possibili-
tam a organização a posicionar-se eficazmente em seu ambiente, baseia-se na arquitetura de informação exis-
INFORMÁTICA

- 57 -
tente nas organizações. Desta forma, o gerenciamento da informação apresenta-se como fator chave na me-
lhoria da competitividade organizacional. A Tecnologia da Informação vem assumindo um papel cada vez mais
relevante nas organizações.

Num cenário globalizado e competitivo, a utilização inadequada dos recursos tecnológicos e das informa-
ções, representa uma ameaça à sobrevivência das organizações

CONSIDERAÇÕES

Competência essencial - conjunto de habilidades e tecnologias que permite a uma organização oferecer de-
terminados benefícios a seus clientes representados pelo valor percebido por estes.

competitividade - é uma variável dependente dos fatores do meio ambiente a que a organização pertence.
As estratégias organizacionais adotadas - na busca da competitividade - devem levar em consideração as ca-
racterísticas deste meio ambiente.

Organizações competitivas - são definidas como aquelas que além de serem eficientes na produção de ino-
vações aceitas pelo mercado, também possuem uma capacidade contínua de resposta a qualquer tipo de mu-
dança em seu meio ambiente.

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO - UM ENFOQUE GERENCIAL

Esse sumário tem base no livro SISTEMAS DE INFORMAÇÃO - UM ENFOQUE GERENCIAL, de Sérgio
Rodrigues Bio e discute a influência da tecnologia de Processamento de Dados na Empresa.

CAP. I - A EMPRESA VISTA COMO UM SISTEMA

Um sistema é um conjunto de várias complexidades. Estas complexidades, cada qual com suas funções,
trabalham em harmonia entre si, de modo que o conjunto trabalha como uma entidade única. Sistemas abertos
possuem entradas para receber, processar e devolver algo ambiente externo. Sistemas fechados não recebem
qualquer informação do ambiente externo, como um relógio, por exemplo.

A empresa também é um sistema aberto, que sente pressões externas e reage conforme elas, como a con-
corrência, por exemplo.

CAP.2-CONCEITO BÁSICO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

O sistema de informação é parte integrante do sistema empresa, e conta com recursos humanos e tecnoló-
gicos. Analogamente, os sistemas de informações são subdivididos em vários módulos, como os sistemas con-
tábil e financeiro.

O Sistema Total é integração de todos os subsistemas de uma empresa em um sistema integrado de infor-
mações. A integração desses subsistemas têm sido um grande desafio para os analistas.

Cada subsistema, no seu menor nível de desdobramento, segue três etapas: a coleta de dados, processa-
mento e saída de informações geradas a partir dos dados de entrada. Esses subsistemas, portanto, dependem
de recursos, humanos ou não, guiados por procedimentos que possam lhes trazer dados de entrada e retirar in-
formações de saída.

Procedimento, segundo Senensieb, é uma série de passes lógicos dos quais todas as ações repetitivas nu-
ma organização são iniciadas, executadas, controladas e finalizadas.

Os sistemas podem ser divididos em duas categorias básicas: Os Sistemas de Apoio à Gestão e os Siste-
mas de Apoio as Operações. Os Sistemas de Apoio à Gestão geram informações de importância gerencial, de
relevância a alto administração. Já os Sistemas de Apoio as Operações são divididos em mais duas subcatego-
rias: Sistemas Processadores de Transações, que geram dados operacionais do dia a dia, e Sistemas Para
Tomada de Decisões Voltadas às operações, que administra dados gerenciais da área de operação.

CAP.3-SISTEMA DE INFORMAÇÃO E O PROCESSO DE GERÊNCIA

O processo de gerência conta com um planejamento para definir que resultados devem ser alcançados pela
empresa e de que forma.

Os Planos Operacionais definem objetivos e cursos de ação relacionados com as operações presentes. Os
Planos Estratégicos são destinados a definir as ações da empresa no meio ambiente, com o objetivo de orien-
tá-la para uma posição futura.

A essência do planejamento e do controle é a tomada de decisões que, por sua vez, depende de informa-
ções oportunas, de conteúdo adequado e confiável. O Sistemas de Informação provê essas informações por-
que ele é capaz de controlar e acompanhar detalhadamente as operações de diversos departamentos da em-
presa, e, com base nesses dados operacionais, é capaz de gerar informações estatísticas estimativas para o
auxílio no planejamento.

Em tese o planejamento exige um sistema que retrate o ambiente externo, as condições de mercado e as
condições internas.
O projeto de um Sistema de Informação que apoie o planejamento e o controle exige do profissional de sis-
temas a compreensão das necessidades de informações e dos processos decisórios praticados pela empresa.

CAP.4- POLÍTICA E SUA INFLUÊNCIA NOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

As Políticas de uma empresa são orientações pré estabelecidas para tomada de decisões futuras. As políti-
cas filtram opções de decisão àquelas que estão no sentido dos objetivos da organização. Elas proporcionam
decisões mais econômicas em termos de tempo e outros recursos, facilidade de comunicação de orientações,
uniformidade e coerência entre os administradores, e maior propagação dos pontos de decisão pela organiza-
ção.

Políticas operacionais orientam decisões sobre transações do dia a dia. Políticas estratégicas referem-se a
um conjunto mais restrito de questões que envolvem o comportamento da empresa como um todo. Tanto as
operacionais como as estratégicas tem forte influência sobre os sistemas de informação. Uma política mal defi-
nida ou a sua ausência pode significar uma redução na vida útil de um sistema, ou no mínimo mal aproveita-
mento de suas funções.

Um número considerável de exceções às políticas exigirá que essas políticas sejam redefinidas. Os siste-
mas devem ser construídos com base em políticas bem definidas. Se caso não houver, é dever do profissional
INFORMÁTICA

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de sistemas de cobrar da organização definições bem claras dessas políticas.

CAP.5- ESTRUTURAS ORGANIZACIONAIS E O SISTEMA DE INFORMAÇÃO

Quando uma empresa cresce, existe a necessidade de restruturação, de criar novas áreas e desdobrar de-
partamentos em outros novos, a fim de otimizar os esforços no alcance aos objetivos da organização.

Essa divisão dos departamentos se dá de uma forma diferenciada. Uma indústria têxtil, por exemplo pode
empenhar a maioria do seu pessoal na área de produção, ao passo que uma indústria alimentícia deve ter um
empenho não só em produção mas também em um controle de materiais perecíveis. Uma empresa, no qual a
preservação do material é importante, deve ter um departamento de gerência de materiais bem estruturado.

A restruturação de uma empresa tem forte influência nos sistemas de informação porque pode exigir que es-
te último também seja estruturado. A deficiência de alguns sistemas é que eles não acompanham o ritmo de
evolução de uma empresa. Isso gera problemas, como a redundância de relatórios pouco úteis para diversos
departamentos e a existência de aplicações que eram úteis para departamentos que já se dissolveram e não
existem mais.

Esses problemas, principalmente no Brasil, se devem ao fato de que as redefinições dos sistemas e da es-
trutura da organização não são feitos simultaneamente. Outro fator é a falta de política de restruturação. Torna-
se necessária uma solução integrada entre políticas, o sistema e a organização para a resolução de problemas
quanto a restruturação da empresa.

CAP.6-IMPACTOS DO PROCESSAMENTO ELETRÔNICO DE DADOS NOS SISTEMAS DE INFORMA-
ÇÃO

Um sistema de informação eficaz, deveria produzir informações realmente necessárias em tempo hábil e
confiáveis, ter por base políticas capazes de assegurar o atingimento dos objetivos e integrar-se a uma estrutu-
ra e auxiliar a coordenação entre as diferentes unidades, além de ter um fluxo racional, integrado, rápido e de
menor custo possível e conter dispositivos de controle que garantam a confiabilidade.

O uso do computador é recomendado quando há um grande volume de transações, ou quando há repetitivi-
dade das tarefas; quando existem muitos cálculos; há necessidade de um tempo de resposta reduzido, etc.

HARDWARE: Podemos dizer que é a parte física do computador.

SOFTWARE E PROGRAMAS: Trata-se da parte lógica do computador.

ALTERNATIVAS DE RECURSOS OFERECIDOS PELA TECNOLOGIA DE PROCESSAMENTO DE DADOS

1. PROCESSAMENTO EM LOTE (Batch)

2. APLICAÇÕES EM TEMPO REAL / TELEPROCESSAMENTO

As formas de utilização do teleprocessamento são:

Time Sharing (tempo compartilhado): Uso simultâneo de um computador por vários usuários;
Batch Remote: Os dados são acumulados para processamento posterior.
Atualização/consulta: Atualiza constantemente as dados dos arquivos.
Processamento distribuído: O processamento é distribuído entre vários equipamentos.

3. ADMINISTRAÇÃO DE DADOS / BANCO DE DADOS

A administração de dados procura identificar e "modelar" (estruturar) as dados que representam a empresa.
Cabe ao Administrador de Dados identificar, descrever e estruturar os dados. Por outro lado, cabe ao Adminis-
trador de Banco de Dados cuidar das adaptações impostas pelas restrições do software e dos aspectos de de-
sempenho e de segurança.



Banco de Dados

Em síntese, o banco de dados pode ser entendido como uma coleção de arquivos estruturados, não redun-
dantes e inter-relacionados, que proporciona uma fonte única de dados para uma variedade de aplicações.

4. CENTROS DE INFORMAÇÕES / SISTEMAS DE SUPORTE A DECISÕES

Centro de Informações: satisfação das necessidades de informações diretamente pelos próprios usuários,
de forma rápida e com utilização de linguagens adequadas.

Sistemas de Suporte a decisões: Exemplo: Simulações ou modelos.

5. PACOTES

São programas padrão, desenvolvidos para determinada aplicação (contabilidade, folha de pagamento,
etc.). Vantagens: custo de aquisição mais baixo, menor prazo de implantação e segurança de estar utilizando
algo já testado em instalações anteriores. Desvantagem: dificilmente atendem a todas as necessidades.

6. MINI e MICROCOMPUTADORES

Enquanto as grandes empresas empenham-se em disseminar o use de mini e microcomputadores, em rede
ou não, atualmente as pequenas empresas têm tido maior acesso aos recursos de informática.

TECNOLOGIAS DE PD e TECNOLOGIAS PARA SUA UTILIZAÇÃO

Devido à variada gama de capacidades, recursos, alternativas técnicas de hardware e software que temos
atualmente, podemos supor que eventuais maus desempenhos estejam na "tecnologia de utilização". Muitos
problemas generalizados como "problemas de processamento de dados" são, na verdade, deficiências do mo-
delo de gestão. Porém, este fato, não exclui os profissionais de PD de sua parcela de responsabilidade.

CAP.7-VALOR DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO PARA A EMPRESA

Nos capítulos 1 e 2 foram destacados os problemas de eficácia e de eficiência empresarial e verificado que
os sistemas de informação tem certo papel nesse sentido;
No capítulo 3 enfatizou-se a relevância da informação no processo gerencial;
Nos capítulos 4 e 5 focalizou-se que para garantir o máximo proveito de um estudo de sistema é preciso
considerar as políticas e as estruturas organizacionais em conexão com o desenvolvimento do sistema;
No capítulo 6 foram avaliados alguns dos principais impactos positivos que o computador pode provocar nos
INFORMÁTICA

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sistemas.
Sistemas Naturais - são sistemas que vão surgindo aos pedaços pela elaboração de processos isolados.

Informação Gerencial - crescimento da empresa X dificuldade de controle da informação X Sist. Eficiente.

Caso da Empresa XYZ - acervo de informações deficientes prejudicando a análise dos dados e formação no
processo decisório.

Características da Informação Gerencial - confiável, comparativa, gerada em tempo hábil, ressaltar as rele-
vâncias.

Informação Operacional - medida do que foi realizado.

Racionalização de Sistemas - Destacar a necessidade de interação dos sistemas entre si. Sistemas simples
com o mínimo de formulários.

Controle Interno - retaguarda em relação ao processamento de uma empresa.

Controle de Auditoria - examinar as demonstrações de uma empresa com um propósito de expressar uma
opinião sobre a justeza com que as mesmas apresentam a situação financeira da empresa e o resultado das
operações no período contábil.

CAP. 8 - PL-ANO DIRETOR DE SISTEMAS

O plano diretor de sistemas é um conjunto de discussões para construção ou manutenção de sistemas, co-
ordenado com o planejamento geral da empresa, e define a filosofia, o enfoque e os objetivos alcançados, pro-
jetos a serem desenvolvidos, estudos de recursos humanos e de processamento de dados. O plano diretor de
sistemas também define o estudo dos custos para sua execução, o controle de desenvolvimento, cargos e car-
reiras para sua equipe, estrutura e instalação dos equipamentos.

Em grandes corporações o desenvolvimento do P. D. S. exige, na maioria dos casos, um pessoal específico
para o planejamento. Os modelos de metodologia são os mais variados e não devem ser seguidos a risca, de-
vem apenas servir de orientação aos passos do planejador. Sérgio Rodrigues Bio expõe um modelo simples e
mais usado, que consiste em cinco passes principais:

1 - Levantamento genérico e definição do projeto, que busca conhecimentos sobre o mercado da empresa,
seus produtos, seus objetivos, etc.

2 - Levantamento e análise dos sistemas existentes, que analisa condições dos sistemas atuais, seus relató-
rios e seus problemas.

3 - Desenvolvimento do modelo global do sistema de informação, onde se começa a desenhar o novo sis-
tema num esquema Top-Down: Define-se primeiro as possíveis interações entre os principais departamentos
de uma empresa num Diagrama de Estrutura, chegando até um nível mais detalhado dos subsistemas.

4 - Modelo do sistema para tomada de decisões, onde busca-se saber quais as informações básicas que os
administradores precisam dos futuros sistemas para a tomada de decisões, quais as principais questões nas
decisões chave, quais informações são necessárias e quais subsistemas irão gerar essas informações.

5 - Avaliação dos recursos de processamento de dados existentes ou requeridos, sejam esses recursos
humanos ou tecnológicos, onde se estuda qual ferramenta é a mais adequada para o desenvolvimento do sis-
tema, onde se faz cotação de preços, se estuda a viabilidade de pacotes fechados, contratação de profissio-
nais, e se define prioridades de construção de projeto (cronogramas).

O plano diretor, por sua vez, também é submetido por um controle que avalia se o próprio plano diretor está
alcançando os objetivos esperados. O plano diretor também é passivo de correções e não é linear. O novo sis-
tema é submetido a testes e é sujeito a erros, fazendo com que o plano diretor seja redefinido para a manuten-
ção e melhoramentos desse sistema.

CAP. 9 - ASPECTOS COMPORTAMENTAIS E POLÍTICOS NO DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS

Introdução

No campo de sistemas de informação, o que se observa é que todos os problemas tendem a ser analisados
e interpretados à luz de conceitos e técnicas de sistemas. Mas inevitavelmente terão conteúdos psicológicos,
sociais e políticos.

O sistema de informação, como uma configuração sociotécnica

Se de um lado as tarefas têm determinados requisitos de quantidade, qualidade, tempo, especialização, etc.,
vendo por outro ângulo, o social, tais relações têm também características externas ( cultura, famílias, comuni-
dades, etc. ) que também fazem parte das pessoas. Isto é o que se chama configuração sociotécnica.

As dimensões Psico-Sócio-Políticas nos grupos humanos

Examinando um sistema social, por exemplo, esse que acabamos de citar, verifica-se que comporta dimen-
sões psicológicas, sociais e políticas. Cada uma das pessoas tem suas próprias características.

No aspecto psicológico, as pessoas que viveram experiências diferenciadas na vida, e sentiram tais experi-
ências de maneira diferente. Isso irá causar reações diferentes nas situações de trabalho, como: maior ou me-
nor interesse, motivação, agressividade, etc.

No aspecto social, os grupos são formados de forma espontânea e natural, sem regras formais.

O que se considera são afinidade, simpatia, apreço, para a formação ou não de grupos.

Existem basicamente os seguintes grupos: o par, a tríade, o grupo primário e o de resistência.

No aspecto político, pessoas e grupos têm diferentes concepções sobre quais são os problemas, e sobre
como resolve-los. Entra então o Poder como parte da relação. O Poder é a capacidade de converter idéias em
realizações. As "fontes do poder são as seguintes:

Informações: pessoas mais bem informadas têm maior capacidade de influenciar.

Apoio: se o indivíduo A percebe que B tem maior apoio, tende a levar esse fato em consideração.

Competência: um grande especialista, tende a ser visto com respeito entre os demais.

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Recursos: a posse de recursos é frequentemente usada para reforçar o poder.

Autoridade Formal: a posição hierárquica e o status a ela associado tem influência numa relação.

Liderança Pessoal: Um líder, tende a ter presença forte nas discussões e decisões.

O processo de mudança na implantação de um novo sistema

O projeto de um sistema, embora possa ter-se apoiado em concertos, metodologias e técnicas adequadas,
acaba por representar muito mais que uma mudança meramente técnica, pois, na prática, as tarefas são exe-
cutadas por um grupo de pessoas. A concretização da mudança resulta de duas variáveis: as técnicas e as
humanas. Essa convivência não pode se claramente conscientizada pela equipe técnica, mas existe, e deve ser
levada em consideração.

O profissional de sistemas como um agente de mudanças

O profissional de sistemas é pago para ajudar a promover mudanças.

Deve portanto, perceber e estar sensível, não apenas aos aspectos técnicos, mas também às dimensões
humanas. Talvez assim, passe a considerar como ingredientes naturais do processo, fatores humanos, do tipo:
ansiedade, insegurança, desqualificações, conflitos e disputas políticas em torno das mudanças. O mínimo ne-
cessário é não adotar posições simplistas, preconceituosas ou distorcidas quanto ao comportamento humano,
mas desenvolver sua habilidade em lidar com essas questões.


INTRODUÇÃO E CONCEITOS BÁSICOS DE SEGURANÇA DA
INFORMAÇÃO

Ditado popular: “nenhuma corrente é mais forte do que seu elo mais fraco”.
Segurança no ambiente de informações: “eliminar o máximo possível de pontos fracos ou garantir o máximo
de segurança possível para os mesmos.”

1. O Valor das Informações

Informação: acima de tudo, o bem mais valioso de uma organização.
Busca pelo controle das informações: sempre houve, ao longo da história; o que mudou foram as formas de
registro e de armazenamento das informações;
Nos últimos dois séculos: informações passaram a ter uma importância crucial para as organizações huma-
nas, devido à popularização da alfabetização.
Atualmente, não há organização humana que não seja altamente dependente de tecnologia de informações,
em maior ou menor grau;
Informática: o meio de registro é, ao mesmo tempo, meio de armazenamento, meio de acesso e meio de di-
vulgação.
Essa característica acarreta conseqüências graves para as mesmas organizações, por facilitar os ataques
de pessoas não autorizadas.
As informações estão relacionadas com os processos de produção e de negócios, políticas estratégicas, de
marketing, cadastro de clientes, etc. São, enfim, de valor inestimável não só para a organização que as gerou,
mas, eventualmente, para seus concorrentes.
As organizações costumam dedicar grande atenção à proteção dos seus ativos físicos e financeiros, mas
pouca ou nenhuma atenção aos ativos de informação.
O ambiente de informações não está restrito à área de informática. As informações estão armazenadas na
área de informática, mas fora desse ambiente as informações estão representadas ainda em grande parte na
forma impressa, portanto mais tangível e acessível por seres humanos.
Muitas empresas não sobrevivem mais do que poucos dias a um colapso do fluxo de informações. Os riscos
são agravados á medida que informações essenciais ao gerenciamento dos negócios são centralizadas. Porém
as vantagens da centralização ainda são maiores.
Solução: “cercar o ambiente de informações com medidas que garantam a segurança efetiva a um custo
aceitável”. As medidas devem estar claramente definidas na política global de segurança, sustentada pela alta
administração.
“Por política de segurança entende-se política elaborada, implantada e em processo contínuo de revisão, vá-
lida para toda a organização, com regras o mais claras e simples possível e estrutura gerencial e material de
suporte a essa política, claramente sustentada pela alta administração.”
A política de segurança deve ser enunciada apenas nos seus aspectos gerais, menos sujeitos às rápidas
mudanças que sofrem as atividades de processamento de informações.
“Não existe política de segurança certa ou errada: não há política de segurança pronta para uso. Cada orga-
nização deve ter uma solução única e adequada para o seu caso, para a sua cultura.”

2. Conceitos Gerais Sobre Segurança
2.1 Acesso Lógico

Está relacionado com o acesso ao conteúdo da informação. Abrange aspectos como acesso de pessoas a
terminais e outros equipamentos de computação, manuseio de listagens (uma questão também de acesso físi-
co), funções autorizadas dentro do ambiente informatizado (transações e programas que pode executar), arqui-
vos aos quais tenham acesso, etc.
Mesmo que as informações não estejam armazenadas em computadores, valem os mesmos conceitos de
segurança de acesso lógico.

2.2 Propriedade da Informação

O conceito deriva do direito de posse direta ou delegada sobre os ativos de informações, exercido em nome
da organização. Em princípio, a propriedade de um ativo pertence a quem dele faz uso em função de uma ne-
cessidade funcional; normalmente, quem faz uso de um determinado ativo é o seu criador, o pessoa que rece-
beu autorização do mesmo.
Também recebe o nome de gestão, sendo o responsável pela administração das informações conhecido
também como gestor.

2.3 Custódia da Informação

Refere-se à pessoa ou organização responsável pela guarda de um ativo de propriedade de terceiros, sendo
o conceito estendido ao domínio das informações.
A área de informática, ao contrário da visão clássica ainda bastante aceita, é custodiante dos ativos de in-
formações das áreas usuárias, os legítimos proprietários dos mesmos.
Geralmente, uma vez recebida do proprietário, a custódia não pode ser delegada.
Implica a responsabilidade do receptor quanto à integridade dos ativos custodiados.
INFORMÁTICA

- 61 -

2.4 Controle de Acesso

Está relacionado diretamente ao acesso concedido. Sua função é garantir que o acesso seja feito somente
dentro dos limites estabelecidos. Esse controle é exercido por meio de mecanismos como senhas, listas de a-
cesso, categorias, níveis de acesso, privilégios de acesso, etc.
a) Senhas
Constituem o mecanismo de controle de acesso mais antigo usado pelo ser humano para impedir acessos
não autorizados. Foram e ainda são muito usadas como forma de se controlar o acesso a recursos de informa-
ção.
Modernamente, tendem a ser usadas apenas como mecanismo de autenticação de identidade de usuários,
através da atribuição de uma senha exclusiva para cada chave de acesso ou identificação de usuários individu-
ais.
Á medida que evolui a tecnologia, as senhas tendem a ser substituídas por alguma característica físico-
biométrica do usuário, como a imagem da íris, a impressão digital, a voz, etc.
b) Chaves de acesso ou identificações
Códigos de acesso atribuídos a usuários; cada um recebe uma chave de acesso única e individual. A cada
chave de acesso é associada uma senha destinada a autenticar a identidade do usuário que possui essa cha-
ve.
c) Listas de acesso
Constitui uma espécie de tabela onde constam o tipo e o nome do recurso, ao qual são associadas as identi-
ficações de usuários com os tipos de operações permitidas aos mesmos.
d) Operações
Determinam o que cada usuário pode fazer em relação a determinado recurso. Normalmente, consistem no
seguinte:
Leitura - o usuário pode somente consultar informações;
Gravação - o usuário pode incluir informações;
Alteração - o usuário pode alterar informações existentes;
Exclusão - o usuário pode excluir informações existentes;
Eliminação - o usuário pode eliminar o meio físico de suporte das informações;
Execução - em ambientes informatizados, permite que o usuário possa executar comandos ou programas
contidos em arquivos.

2.5 Acesso Físico

Acesso ou posse de um ativo do ponto de vista físico é o uso que se faz de determinado recurso. No caso
de informações, está representado pelo acesso ao meio de registro ou suporte que abriga as informações;
Normalmente, os riscos relacionados com o acesso físico afetam os meios de registro e suporte das infor-
mações, ao passo que os riscos relacionados com o acesso lógico afetam o conteúdo.

2.6 Plano de contingência

Um plano global destinado a manter o ambiente de informações da organização totalmente seguro contra
quaisquer ameaças a sua integridade e disponibilidade.
Consiste em procedimentos de recuperação pré-estabelecidos, com a finalidade de minimizar o impacto so-
bre as atividades da organização no caso de ocorrência de um dano ou desastre que os procedimentos de se-
gurança não conseguiram evitar.
Estatísticas européias demonstram que mais de três quartos das empresas que sofreram um desastre en-
volvendo a perda de seu ambiente de informações fecham imediatamente ou no máximo em dois anos.

2.7 Preservação e recuperação de informações

O conceito de preservação está ligado à necessidade de sobrevivência dos acervos de informações, evitan-
do eventos que causem sua destruição.
O conceito de recuperação aplica-se a recursos que tenham sido destruídos ou danificados, permitindo que
os mesmos sejam novamente disponibilizados para uso.

3. “Mitos” (Concepções Errôneas) Sobre Segurança

Uma vez implantada a segurança, as informações estão seguras.
A segurança nunca é um produto acabado; reflete o ambiente altamente dinâmico das informações. Precisa,
portanto, ser constante revista e trabalhada.

A implantação da segurança é um processo simples.
A implantação da deve ser um processo gradual. Grande parte do esforço interno recai sobre os usuários,
que precisará de todo apoio possível da área de informática, que é tão somente custodiante dos ativos de in-
formações, porém não da totalidade desses ativos.

A segurança é um assunto de exclusiva responsabilidade da área de informática ou da área de segurança.
O conhecimento do que é importante para a organização reside na área que é proprietária das informações
e não nas áreas de informática ou de segurança. Além disso, segurança é um assunto que é de responsabili-
dade compartilhada de todos na organização.

A estrutura de segurança é relativamente estática.
Da mesma forma que as estruturas internas das organizações humanas não são estáticas, ocorre com a
segurança.

Tal qual uma máquina que precisa de constantes ajustes e cuidados de manutenção para funcionar de ma-
neira confiável, a estrutura de segurança também sofre um processo de envelhecimento normal a qualquer es-
trutura dinâmica e, atualmente, poucas coisas são mais dinâmicas que o ambiente de informações nas organi-
zações modernas.







ACESSO A REDES DE COMPUTADORES

COMUNICAÇÃO DE DADOS

INFORMÁTICA

- 62 -
FUNDAMENTOS

TELECOMUNICAÇÃO:

É a ciência e a técnica de transmissão e ou recepção de qualquer informação à distância.
A informação é representada por sinais elétricos e através das radiações eletromagnéticas propagam-se
por diversos meios de condução. Os sinais utilizados em telecomunicações podem ser de telefonia (voz), tele-
grafia, telex, rádio, TV ou dados.
Para que estes sinais alcancem o destino proposto, interligando dois ou mais pontos, isto é, podendo e
permitindo realizar a essência das telecomunicações, são necessários os meios, nos quais se propagam estes
sinais.

Meios mais utilizados em telecomunicações:
- Par de fios - 2 condutores
- Cabo de pares - até 3600 pares
- Cabos coaxiais - freqüências altas
- baixa atenuação
- blindagem
- 10800 canais/par de tubo
- Fibras óticas - freqüência na faixa de 10
15
Hz (luz)
- atenuação baixa
- Ar - rádio enlace
- Satélite - capacidade: 24 mil canais

TELEPROCESSAMENTO:

É a utilização dos recursos computacionais à distância para processamento de informações através de
um meio de transmissão qualquer.
As principais fatores que levam à utilização do teleprocessamento:
- Grandes comunidades de usuários necessitam fazer uso dos dados e dos recursos computacionais à
distância.
- Órgãos vitais de uma empresa estão situados geograficamente distantes.
- Aproveitamento do tempo ocioso do computador.
- Partilhamento do processador através da técnica de multiprogramação.
Tipos de teleprocessamento:
- ON-LINE: os terminais remotos estão conectados diretamente à configuração central e tendo acesso a
programas ou informações em tempo real;
- OFF-LINE: as transmissões são feitas entre terminais e unidades periféricas, sendo os dados acumula-
dos para posterior processamento.

TRANSMISSÃO DE DADOS:

O sinal de dados é do tipo binário digital, desta forma assume dois valores: 0 = zero ou
1 = um.
A unidade de informação é o BIT - Binary digit.

Nível 1


Nível 0



Bit 1 Bit 0


Duas unidades são normalmente utilizadas para medir a velocidade de transmissão dos sinais digitais:
- Baud: é o número de sinais transmitidos em uma linha de comunicação em 1 segundo, ou ainda, é o
número de estados do sinal por segundo. Quando o sinal é codificado em quatro estados 1 baud será igual a 2
bits por segundo.
- BPS: é o número de bits transmitidos por segundo. Pode ser de 300, 1200, 4800, 9600 BPS.


MODULAÇÃO

É o processo pelo qual se imprime uma informação em uma onda portadora pela variação de um de seus
parâmetros - amplitude, freqüência ou fase. O processo de retirar a informação da onda portadora é a demodu-
lação.
- Amplitude: intensidade da onda em seu máximo. A amplitude da onda portadora é modificada de acordo
com a variação do sinal da informação. O sinal resultante é um tom interrompido de acordo com a informação
modulada. O bit 1 corresponde ao tom e o bit 0 à ausência do tom. É pouco usada por ser sensível a ruídos e
interferências.
- Freqüência: número de ciclos que ocorrem por unidade de tempo. Medida em Hertz (HZ). A freqüência
da onda portadora é modificada de acordo com a variação do sinal de informação, ou seja, freqüência superior
para bit 0 e inferior para 1. Resiste bem a ruídos, tem alto rendimento e exige equipamentos pouco sofisticados.
- Fase: relacionada com quando os ciclos ocorrem. Medida em graus. A fase da portadora varia de acor-
do com os dados a serem enviados. Ao bit 1 corresponde a fase de referência e ao bit 0, a fase oposta à fase
de referência. Tem custo de implementação alto, porém tem boa tolerância a ruídos.

Esquema de tipos de modulação da onda portadora:

INFORMÁTICA

- 63 -

+ + + +

Troca de fase em 180°

CARACTERÍSTICAS DE TRANSMISSÃO

Pelo tipo de canal utilizado:
- Simplex: o canal leva informações em apenas um sentido de transmissão, como o teletipo.
- Semi-duplex ou Half-Duplex: o canal transmite a informação em ambas as direções mas não simulta-
neamente, como nos terminais de vídeo.
- Duplex ou Full-Duplex: o canal transmite a informação em ambas as direções simultaneamente.

Pelo modo de transmissão:
- Serial: os bits que compõem a informação são transmitidos um a um.
- Paralela: cada elemento de um caracter é transmitido ao longo de seu próprio canal, de
modo que o caracter é transmitido instantaneamente.

Pela forma de transmissão:
Assíncrona: ou start-stop, é utilizada em terminais sem buffer. É caracterizada por velocidades baixas,
até 1200 bps, de baixo custo, onde cada caracter é enviado um por vez. É orientada a byte.


Start Caracter Stop

Bit 0 Bit 1

Síncrona: os bits de um caracter são seguidos imediatamente pelo próximo, não havendo elementos
start-stop. É enviado um ou mais caracteres de sincronismo no início do bloco, e um caracter indicando fim de
bloco. A detecção de erro é executada ao final de cada bloco.


Sincronismo Bloco de Informação Fim de bloco Check


MEIOS DE TRANSMISSÃO

Meio de transmissão é a conexão física entre as estações da rede. Geralmente eles diferem com relação
à faixa passante, potencial para conexão ponto a ponto ou multiponto, limitação geográfica devido à atenuação
característica do meio, imunidade a ruído, custo, disponibilidade de componentes e confiabilidade.
A escolha do meio de transmissão adequado às aplicações é extremamente importante não só pelos mo-
tivos mencionados acima, mas também pelo fato de que ele influencia diretamente no custo das interfaces com
a rede.
Qualquer meio físico capaz de transportar informações eletromagnéticas é possível de ser usado em re-
des locais. Os mais comumente utilizados são:
- Par trançado: dois fios são enrolados em espiral de forma a reduzir o ruído e manter constantes as pro-
priedades elétricas do meio através de todo o seu comprimento. A transmissão pode ser tanto analógica quanto
digital. A faixa passante é notavelmente alta, podendo as taxas de transmissão chegar até a ordem de alguns
poucos megabits por segundo, dependendo da distância, técnica de transmissão e qualidade do cabo. Um pa-
ra trançado pode chegar até várias dezenas de metros com taxas de transmissão de alguns megabits por se-
gundo. A desvantagem é sua susceptibilidade à interferência e ruído, incluindo “cross-talk” de fiação adjacente.
Em sistemas de baixa freqüência a imunidade é tão boa quanto a do cabo coaxial. Muito utilizado em rede de
anel. Outra aplicação típica é a ligação ponto a ponto entre terminais e computadores e entre estações da rede
e o meio de transmissão.
- Cabo coaxial: é uma forma de linha de transmissão que possui um condutor interno circundado por um
condutor externo; tendo, entre os condutores, um dielétrico, que os separa.
O condutor externo é por sua vez circundado por outra camada isolante. Existe uma grande variedade de cabos
coaxiais, cada um com características específicas. Alguns são melhores para transmissão em alta freqüência,
outros têm atenuação mais baixa, outros são mais imunes a ruídos e interferência, etc. Os cabos de mais alta
qualidade não são maleáveis e são difíceis de instalar, mas cabos de baixa qualidade podem ser inadequados
para altas velocidades e longas distâncias. O cabo coaxial, ao contrário do par trançado, mantém uma capaci-
tância constante e baixa independente do comprimento do cabo, evitando assim vários problemas técnicos, po-
dendo oferecer velocidades da ordem de megabits por segundo, sem necessidade de regeneração de sinal e
sem distorções ou ecos. Pode ser usado em ligações ponto a ponto ou multiponto. A maioria dos sistemas com
transmissão em banda básica utilizam o cabo com impedância característica de 50-ohm, ao invés do cabo de
75-ohm utilizado em Tvs a cabo e nas redes em banda larga. É o meio mais utilizado em redes locais.
INFORMÁTICA

- 64 -
- Fibra Ótica: a transmissão é realizada pelo envio de um sinal de luz codificado, dentro do domínio de
freqüência do infravermelho, 10
14
a 10
15
Hz, através de um cabo ótico. O cabo consiste de um filamento de síli-
ca ou plástico, por onde é feita a transmissão da luz. Ao redor do filamento existe uma outra substância de bai-
xo índice de refração, que faz com que os raios sejam refletidos internamente, minimizando assim as perdas de
transmissão. É imune a interferência eletromagnética e a ruídos e, por não irradiar luz para fora do cabo, não se
verifica “cross-talk”. Ela vai permitir uma isolação completa entre o transmissor e o receptor, fazendo com que
o perigo de curto elétrico entre condutores não exista. Apresenta uma atenuação independente da freqüência,
permitindo assim uma velocidade de transmissão bastante alta (virtualmente ilimitada). Em laboratório já foram
obtidas taxas de alguns gigabits por segundo. Pode ser usada tanto em ligações ponto a ponto quanto em liga-
ções multiponto.
- Outros: radiodifusão, infra-vermelho e microondas, sob circunstâncias especiais.

EQUIPAMENTOS DE UMA REDE DE DADOS

MEIOS FÍSICOS:

Os meios físicos incorporam diferentes tecnologias, principalmente em função do avanço e do desenvol-
vimento das telecomunicações:
- linhas metálicas abertas;
- cabos de pares;
- cabos coaxiais;
- fibras óticas.
ONDAS HERTZIANAS:

Proporcionam uma variedade significativa de meios de transmissão. As diferentes formas e maneiras de
como se comportam as ondas no espectro de freqüências determinam essa pluralidade de formas. Mesmo as-
sim pode-se definir dois tipos globais de sistemas:
- Sistema terrestre;
- Sistema Global.

HOST:

A CPU ou Host torna-se um componente da rede quando o computador central dispõe de hardware para
as funções de controle da comunicação de dados.

FRONT-END:

É um processador voltado especificamente ao controle de comunicação da rede, ele assume esta função
no lugar da CPU central (Host). Nos sistemas de grande porte situa-se próximo às CPU´s e é interligado atra-
vés de canais especiais onde a transmissão é paralela.
O Front-end é comumente chamado de UCC (Unidade de Controle de Comunicação). As UCC´s possu-
em memória e software especializado que na maioria dos casos é carregado pelo sistema operacional da CPU
central.

MODEM:

Modem é a contração de modulador e demodulador. É o equipamento responsável pela modulação do
sinal de dados criando um sinal analógico compatível com a rede telefônica. É conectado ao equipamento ter-
minal de dados através da interface RS-232. Esses modems podem ser analógicos ou digitais.
Características:
- Síncronos ou assíncronos;
- 2 ou 4 fios;
- Semi-duplex ou duplex;
- Velocidade de 300 a 19200 BPS;
- Com DRA (Dispositivo de Resposta Automática).


CONCENTRADORES OU MULTIPLEXADORES:

Normalmente os concentradores remotos atuam como um derivador do sinal que chega da CPU. Já os
concentradores inteligentes identificam no sinal da CPU o endereço correspondente ao terminal que está sendo
requisitado e entrega a informação à saída secundária correspondente. Estes concentradores fazem em alguns
casos o papel de UCC remota. Já o multiplexador distribui fatias de tempo só aos terminais ativos, é endereçá-
vel, possui memória e bufferiza os dados do terminal.

TERMINAL:

É o dispositivo periférico mais comum. Permite a interface entre o usuário e a CPU. Suas características
variam em função do tamanho da tela, disposição do teclado e velocidade de operação. A quantidade de fun-
ções executadas por um terminal é que determina sua inteligência. Os terminais dividem-se em duas categori-
as, mais comumente usadas em teleprocessamento:
- Teleimpressoras;
- Vídeos alfanuméricos.
As teleimpressoras são terminais de baixa velocidade cuja função única é a saída de dados. As mais u-
sadas são matriciais e de linha. Os terminais podem possuir buffers e serem endereçáveis.
Os terminais de vídeo são compostos de teclado e vídeo, operam a uma velocidade de 600 a 4800 BPS
e dividem-se em:
- Terminais burros: não possuem buffer e não são endereçáveis;
- Semi-inteligentes: possuem buffer e são inteligentes;
- Terminais inteligentes: micros com interface de comunicação para ligação à rede.
- Terminais especializados: são aqueles projetados para aplicações científicas como controle de proces-
sos usados em siderurgia, terminais de caixa em bancos, etc.

PROTOCOLOS:

Protocolo é o conjunto de regras segundo as quais entidades de mesma natureza, fisicamente separa-
das, interagem-se.
Um protocolo de comunicação consiste basicamente de:
- sintaxe: estrutura dos comandos e respostas;
- semântica: conjunto de pedidos possíveis de serem formulados, ações a serem tomadas e respostas
válidas;
- seqüência em que os eventos podem ocorrer.
As entidades de mesma natureza podem ser:
- circuitos;
- modems;
- terminais;
- concentradores;
- computadores;
INFORMÁTICA

- 65 -
- processos;
- pessoas.
As funções básicas de um protocolo são:
- Controle de transferência de dados
- Verificação e recuperação de registros
- Códigos de informação e transferência
- Sincronização.
Os protocolos de linha apresentam características para se estabelecer uma comunicação entre dois pon-
tos computadorizados distintos. As suas funções básicas podem ser definidas como: endereçamento, estabele-
cimento da conexão entre dois pontos, controle de erro, retransmissão e controle de fluxo.
Os modernos sistemas de comunicação são projetados em forma de camadas ou modulares com o intui-
to de prevenir reprojetos de grandes sistemas quando partes do sistema são mudadas.
Anteriormente os protocolos eram feitos para aplicações específicas, hoje são estruturados em multiní-
veis com hierarquia, isto é, cada nível é transparente aos demais.
As vantagens de separar em multiníveis podem ser simplificadas abaixo:
- separação em funções: facilita a implementação de sistemas de comunicação grandes e complexos;
- divisão de responsabilidade: cada nível é responsável por uma classe de recurso, como, por exemplo:
canal, processador, etc.
- suporte evolucionário: cada nível é transparente ao outro, assim, uma mudança em um nível não requer
uma mudança em todo o sistema.

X-25

O protocolo X-25 do CCITT (Comitê Consultivo Internacional de Telefonia e Telegrafia) cobre as três
camadas do modelo de referência OSI da ISO. A camada 1 (camada física) do protocolo X-25 define as carac-
terísticas físicas, elétricas e mecânicas da interface terminal-rede.
A camada 2 (camada de enlace de dados) abrande os procedimentos de detecção e correção de erros no cir-
cuito de acesso. A camada 3 (camada de rede) é responsável pelo estabelecimento das chamadas e gerência
dos dados.
O X-25 incorpora três definições: a conexão elétrica entre o terminal e a rede, o protocolo de transmissão
ou ligação (link), e a implementação de circuitos virtuais entre os usuários da rede. Juntas, estas definições es-
pecificam uma conexão síncrona, full-duplex, entre os terminais e a rede. Os pacotes transmitidos desta forma
podem conter dados ou comandos de controle. O formato dos pacotes, os controles de erro, e outros recursos
são equivalentes às partes do protocolo HDLC (High-Level Data Link Control) definidas pela ISO.

TCP/IP

O TCP/IP (Transmission Control Protocol/Internet Protocol) foi desenvolvido para a rede ARPNET pelo
Departamento de Defesa Americano. Atualmente, tem sido utilizado com grande sucesso em uma série de apli-
cações comerciais, particularmente para interconexão de diferentes redes locais (LAN). Os protocolos TCP e IP
seguem os conceitos de redes em camadas, correspondendo aos níveis 4 (transporte) e 3 (rede) respectiva-
mente do modelo OSI.

BSC

O protocolo BSC (Binary Synchronous Communication) é um protocolo orientado a caractere (byte) de-
senvolvido pela IBM, operando no modo semi-duplex ou half-duplex. Esse protocolo pode operar basicamente
com três códigos: EBCDIC, ASCII e Transcode.
As mensagens podem ter qualquer tamanho, e são enviadas em unidades denominadas frames (qua-
dros) opcionalmente precedidos de um cabeçalho. Como o BSC utiliza a transmissão síncrona, na qual os ele-
mentos da mensagem são separados por um intervalo de tempo específico, cada quadro vem delimitado por
caracteres especiais que permitem aos equipamentos receptor e transmissor sincronizar seus clocks.

SDLC/HDLC

Os protocolos orientados a bit têm como característica, quanto aos controles, um tratamento a nível de
bit. São eles o SDLC (Synchronous Data Link Control) e o HDLC (High Level Data Link Control).
O SDLC é uma diretriz de comunicações que define o formato no qual as informações são transmitidas.
Como o próprio nome indica, ele se refere a transmissões síncronas; também é um protocolo baseado em bits
e organiza as informações em unidades rigidamente estruturadas denominadas frames (quadros).
O HDLC é um protocolo internacional muito utilizado para controle de transferência de informações, de-
senvolvido pela ISO. É um protocolo síncrono baseado em bits que se aplica à camada de link de dados (em-
pacotamento de mensagens) do modelo OSI do ISO, que trata das comunicações entre computadores. Com o
protocolo HDLC, as mensagens são transmitidas em unidades denominadas frames (quadros), cada um dos
quais podendo conter uma quantidade variável de dados sempre organizados da mesma forma.

REDES LOCAIS

O termo "Rede de Processamento de Dados" já é um conceito antigo na informática. O uso distribuído de
recursos de processamento de dados teve seu início há vários anos, quando o pesquisador norte-americano -
hoje considerado o pai da Inteligência Artificial, John McCarty - introduziu o conceito de Compartilhamento de
Tempo ou Timesharing. Em resumo, é a maneira de permitir que vários usuários de um equipamento o utilizem
sem, teoricamente, perceberem a presença dos outros. Com essa idéia, surgiram vários computadores que o-
peravam em rede ou com processamento distribuído. Um conjunto de terminais que compartilhavam a UCP -
Unidade Central de Processamento - e a memória do equipamento para processarem vários conjuntos de in-
formações "ao mesmo tempo".
Naturalmente esses conceitos evoluíram e as maneiras de utilização de recursos de informática se multi-
plicaram, surgindo os mais diversos tipos de uso compartilhado desses recursos.
O desenvolvimento das redes está intimamente ligado aos recursos de comunicação disponíveis, sendo
um dos principais limitantes no bom desempenho das redes.
Uma rede pode ser definida de diversas maneiras: quanto a sua finalidade, forma de interligação, meio
de transmissão, tipo de equipamento, disposição lógica etc.
Genericamente, uma rede é o arranjo e interligação de um conjunto de equipamentos com a finalidade
de compartilharem recursos. Este recurso pode ser de diversos tipos: desde compartilhamento de periféricos
caros até o uso compartilhado de informações (banco de dados etc.).
Rede de micro computadores é uma forma de se interligar equipamentos (micros e seus recursos) para
que seja possível a troca de informações entre os micros, ou que periféricos mais caros (como impressoras e
discos rígidos) possam ser compartilhados por mais de um micro.

TIPOS DE REDES

O conceito de rede de micros, mais que os próprios micros, é muito recente. No entanto, está começan-
do a crescer e já existem no mercado nacional vários sistemas para configurar redes de micros. Existem dois
tipos básicos principais, saber:
1. Redes estruturadas em torno de um equipamento especial cuja função é controlar o funcionamento da
rede. Esse tipo de rede tem, uma arquitetura em estrela, ou seja, um controlador central com ramais e em cada
ramal um microcomputador, um equipamento ou periférico qualquer.
2. A outra forma mais comum de estruturação da rede é quando se tem os equipamentos conectados a
INFORMÁTICA

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um cabo único, também chamada de arquitetura de barramento - bus, ou seja, os micros com as expansões
são simplesmente ligados em série por um meio de transmissão. Não existirá um controlador, mais sim vários
equipamentos ligados individualmente aos micros e nos equipamentos da rede. Em geral, trata-se de uma pla-
ca de expansão que será ligada a outra idêntica no outro micro, e assim por diante.
No primeiro caso básico, o hardware central é quem controla; no segundo caso, são partes em cada mi-
cro. Em ambas configurações não há limitação da rede ser local, pois a ligação entre um micro pode ser feita
remotamente através de modems.
Uma outra classificação de rede pode ser feita nos seguintes tipos:
LAN- Rede local ou Local Area Network é a ligação de microcomputadores e outros tipos de computado-
res dentro de uma área geográfica limitada.
WAN- Rede remota ou Wide Area Network, é a rede de computadores que utiliza meios de teleproces-
samento de alta velocidade ou satélites para interligar computadores geograficamente separados por mais que
os 2 a 4 Km cobertos pelas redes locais.
A solução por redes pode apresentar uma série de aspectos, positivos, como:
- comunicação e intercâmbio de informações entre usuários;
- compartilhamento de recursos em geral;
- racionalização no uso de periféricos;
- acesso rápido a informações compartilhadas;
- comunicação interna e troca de mensagem entre processos;
- flexibilidade lógica e física de expansão;
- custo / desempenho baixo para soluções que exijam muitos recursos;
- interação entre os diversos usuários e departamentos da empresa;
- redução ou eliminação de redundâncias no armazenamento;
- controle da utilização e proteção no nosso acesso de arquivos.
Da mesma forma que surgiu o conceito de rede de compartilhamento nos computadores de grande por-
te, as redes de micros surgiram da necessidade que os usuários de microcomputadores apresentavam de in-
tercâmbio de informações e em etapas mais elaboradas, de racionalização no uso dos recursos de tratamento
de informações da empresa - unificação de informações, eliminação de duplicação de dados etc.
Quanto ao objetivo principal para o qual a rede se destina, podemos destacar os descritos a seguir, ape-
sar de na prática se desejar uma combinação desses objetivos.
Redes de compartilhamento de recursos são aqueles onde o principal objetivo é o uso comum de equi-
pamentos periféricos, geralmente, muito caros e que permitem sua utilização por mais de um micro, sem preju-
dicar a eficiência do sistema como um todo. Por exemplo, uma impressora poderá ser usada por vários micros
que não tenham função exclusiva de emissão de relatórios (sistemas de apoio a decisão, tipicamente cujo rela-
tórios são eventuais e rápidos). Uma unidade de disco rígido poderá servir de meio de armazenamento auxiliar
para vários micros, desde que os aplicativos desses micros não utilizem de forma intensiva leitura e gravação
de informações.
Redes de comunicações são formas de interligação entre sistemas de computação que permitem a troca
de informações entre eles, tanto em tempo real (on-line) como para troca de mensagens por meio de um disco
comum. Esta Função é também chamada de correio eletrônico e, dependendo do software utilizado para con-
trole do fluxo das mensagem, permite alcançar grandes melhorias de eficiência nas tarefas normais de escritó-
rio como no envio de memorandos, boletins informativos, agenda eletrônica, marcação de reuniões etc.
Outro grupo é formado pelas redes remotas, que interligam microcomputadores não próximos uns dos
outros. Este tipo de rede é muito aconselhado a atividades distribuídas geograficamente, que necessitam de
coordenação centralizada ou troca de informações gerenciais. Normalmente, a interligação é feita por meio de
linhas telefônicas.
Ao contrário dos equipamentos de grande porte, os micros permitem o processamento local das informa-
ções e podem trabalhar independentemente dos demais componentes da rede. Pode-se visualizar, numa em-
presa, vários micros em vários departamentos, cuidando do processamento local das informações. Tendo as
informações trabalhadas em cada local, o gerenciamento global da empresa necessitaria recolher informações
dos vários departamentos para então proceder às análises e controles gerais da empresa.
Esse intercâmbio de informações poderá ser feito de diversas maneiras : desde a redigitação até a inter-
ligação direta por rede.
Além do intercâmbio de informações, outros aspectos podem ser analisados. Nesta empresa hipotética,
poderia haver em cada unidade geradora de informações todos os periféricos de um sistema (disco, impressora
etc.). Entretanto, alguns deles poderiam ser subutilizados, dependendo das aplicações que cada um proces-
sasse. Com a solução de rede, a empresa poderia adquirir menos equipamentos periféricos e utilizá-los de uma
forma mais racional como por exemplo: uma impressora mais veloz poderia ser usada por vários micros que ti-
vessem aplicações com uso de impressão.
As possíveis desvantagens são decorrentes de opções tecnicamente incorretas, como tentar resolver um
problema de grande capacidade de processamento com uma rede mal dimensionada, ou tentar com uma rede
substituir as capacidades de processamento de um equipamento de grande porte.
Essas possíveis desvantagens desaparecem se não existirem falhas técnicas, que podem ser eliminadas
por uma boa assessoria obtida desde os fabricantes até consultorias especializadas.

TOPOLOGIAS

Outra forma de classificação de redes é quando a sua topologia, isto é, como estão arranjados os equi-
pamentos e como as informações circulam na rede.
As topologias mais conhecidas e usadas são: Estrela ou Star, Anel ou Ring e Barra ou Bus.
A figura a seguir mostra os três principais arranjos de equipamento em redes.
INFORMÁTICA

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A primeira estrutura mostra uma rede disposta em forma de estrela, onde existe um equipamento (que
pode ser um micro) no centro da rede, coordenando o fluxo de informações. Neste tipo de ligação, um micro,
para "chamar" outro, deve obrigatoriamente enviar o pedido de comunicação ao controlador, que então passará
as informações - que poderá ser uma solicitação de um dado qualquer - ao destinatário. Pode ser bem mais e-
ficiente que o barramento, mas tem limitação no número de nós que o equipamento central pode controlar e, se
o controlador sai do ar, sai toda rede. A vantagem desse sistema é a simplificação do processo de gerencia-
mento dos pedidos de acesso. Por outro lado, essa topologia limita a quantidade de pontos que podem ser co-
nectados, devido até mesmo ao espaço físico disponível para a conexão dos cabos e à degradação acentuada
da performance quando existem muitas solicitações simultâneas à máquina centralizadora.
A segunda topologia mostrada na figura é uma rede em anel que pode ser considerada como uma rede
em bus, com as extremidades do cabo juntas. Este tipo de ligação não permite tanta flexibilidade quanto a liga-
ção em bus, forçando uma maior regularidade do fluxo de informações, suportando por um sistema de detec-
ção, diagnóstico e recuperação de erros nas comunicações. Esta topologia elimina a figura de um ponto centra-
lizador, o responsável pelo roteamento das informações. As informações são transmitidas de um ponto para ou-
tro da rede até alcançar o ponto destinatário. Todos os pontos da rede participam do processo de envio de uma
informação. Eles servem como uma espécie de estação repetidora entre dois pontos não adjacentes. Com van-
tagem, essa rede propicia uma maior distância entre as estações. Contudo, se houver um problema em um de-
terminado micro, a transmissão será interrompida.
A terceira topologia de rede mostrada na figura é denominada rede em bus ou barra, onde existe um sis-
tema de conexão (um cabo) que interligará os vários micros da rede. Neste caso o software de controle do fluxo
de informações deverá estar presente em todos os micros.
Assim, quando um micro precisa se comunicar com outro, ele "solta" na linha de comunicação uma mensagem
com uma série de códigos que servirá para identificar qual o micro que deverá receber as informações que se-
guem. Nesse processo, a rede fica menos suscetível a problemas que ocorram no elemento centralizador e
sua expansão fica bem mais fácil, bastando aumentar o tamanho do cabo e conectar a ele os demais pontos.
As formas analisadas são as principais em termos de conceito de formação da rede, porém, existe uma
série de tipos intermediários ou variações deles com estruturas diferentes das barras - de árvore, de estrela ou
anel.
Existem dispositivos que procuram diminuir alguns dos problemas relacionados acima, como meios físi-
cos de transmissão - desde par trançado até fibra ótica, passando por cabo coaxial e a utilização da infra-
estrutura de equipamento de comutação telefônica - PBX - para a interligação de equipamentos digitais.
As possibilidades de ligação de micros em rede são muitas e em diversos níveis de investimentos. Mes-
mo que haja equipamentos de tecnologias diferentes - famílias diferentes -, algumas redes permitem que eles
"troquem" informações, tornando-as mais úteis para a empresa como um todo.
Uma aplicação mais interessante para usuários de grandes sistemas é a possibilidade de substituir os
terminais burros por microcomputadores "inteligentes". Essa troca poderá trazer benefícios ao tratamento da in-
formação, pois o usuário acessa o banco de dados no mainframe e traz para o seu micro as informações que
necessita, processando-as independentemente, em certos casos com programas mais adequados ao tipo de
processamento desejado - planilha eletrônica, por exemplo.
Quando uma empresa mantém um precioso banco de dados num computador (de grande porte ou não),
ele somente será útil se as pessoas que dirigirem a empresa tiverem acesso a essas informações para que as
decisões sejam tomadas em função não de hipóteses mas sobre a própria realidade da empresa, refletida pe-
las informações contidas no banco de dados. Por exemplo, a posição do estoque de determinado produto pode-
rá levar a perdas de recursos quando esta informação for imprecisa; ou então, uma estimativa errônea de des-
pesas poderá comprometer decisões de expansão e crescimento da empresa.
Havendo possibilidade de comunicação entre um computador central e um micro de um gerente financei-
ro, os dados e informações podem ser usados com maior segurança e as decisões mais conscientes.
Para os PC existem uma tendência para uma arquitetura não - estrela com duas características impor-
tantes. Um ou mais dos micros da rede com maior capacidade, isto é, um equipamento baseado num 80286 ou
80386, que é chamado servidor da rede que normalmente é formado por 10 a 20 PC. Outra característica é o
surgimento dos PC sem unidades de disco (Diskless). Esta estação de trabalho com vídeo, memória, teclado e
conexão de rede terá um custo baixo e irá compartilhar os discos, impressoras e outros periféricos da rede.
As redes em estrela continuarão a ser importantes quando a aplicação exigir um compartilhamento multi-
usuário com uma concorrência de uso de arquivos centralizados intensa.

SERVIÇOS PÚBLICOS

RENPAC

Em operação desde 1985, a Rede Nacional de Comutação de Dados por Pacotes (RENPAC), da Embra-
tel, oferece ao mercado uma extensa gama de aplicações em comunicação de dados, tais como: ligação de
departamentos de processamento de dados de uma empresa e suas filiais, espalhadas na mesma cidade ou
em cidades de outros estados; formação de pequenas redes, como de hotéis para serviços de reserva e turis-
mo; acesso a bancos de dados; entre outras modalidades tradicionais de comunicação de dados.
INFORMÁTICA

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O uso da RENPAC é aberto ao público em geral. Todos os computadores, de micros a mainframes, po-
dem ligar-se à RENPAC, através da rede de telefonia pública. No caso dos micros, o usuário necessita de um
software de comunicação de dados com o protocolo TTY ou X-25 (protocolo interno da RENPAC) e modem.
Para os computadores de médio e grande porte, o usuário precisa, além do software específico de co-
municação de dados, de um conversor que transforme o padrão de comunicação de seu equipamento para o
protocolo X-25. O usuário pode se ligar à RENPAC utilizando, ainda, o acesso dedicado, ou seja, uma linha
privada em conexão direta com a Rede. Além da assinatura para utilização do serviço, o usuário paga, também,
uma tarifa pelo tempo de conexão à rede e pelo volume de informações trafegadas.

TRANSDATA

A Rede Transdata é uma rede totalmente síncrona para comunicação de dados abrangendo as maiores
cidades do Brasil. A técnica de multiplexação por entrelaçamento de bits (bit interleaving) é usada para a multi-
plexação dos canais e formar um agregado de 64 Kbps.
As velocidades de transmissão disponíveis para os usuários vão de 300 até 1200 bps (assíncrono) e
1200, 2400, 4800 e 9600 bps (síncronos). Os sinais gerados pelo Equipamento Terminal de Dados (ETD) são
convertidos pelo Equipamento de Terminação de Circuito de Dados (ECD) para a transmissão pela linha priva-
da de comunicação de dados. Esta transmissão é terminada no Centro de Transmissão ou no Centro Remoto
subordinado a este. Nestes centros os sinais são demodulados em sinais de dados binários de acordo com as
recomendações V.24 e V.28 do CCITT. Esses sinais são passados a equipamentos que fazem a multiplexação
até 64 Kbps.
A Transdata utiliza equipamentos de multiplexação por divisão de tempo (TDM) para multiplexação dos
canais dos assinantes, possibilitando, entre outros, que os códigos usados pelos equipamentos terminais de
dados seja transparente à rede.
É um serviço especializado de CD baseado em circuitos privativos que são interconectados em modems
instalados nas suas pontas pela Embratel e alugados (modem + linha) aos clientes.

Conceituações:
- configuração ponto-a-ponto a multiponto, local e interurbana;
- serviço compreende manutenção dos meios de transmissão e modems;
- inclui suporte técnico/comercial no dimensionamento, implantação, manutenção e ampliação.
Características:
- Circuitos dedicados:
- ponto-a-ponto;
- multiponto.
- Classes de velocidades:
- 300, 1200 bps - assíncrono;
- 2400, 4800, 9600 bps síncrono.
- Transparente a códigos e protocolos;
- Modems fornecidos pela Embratel;
- Abrangência maior que 1000 localidades.

DATASAT

Trata-se de um serviço de comunicação de dados de alta velocidade, via Brasilsat, que tanto pode distri-
buir dados emitidos de um ponto central para diversos pontos receptores, como a comunicação de dados pon-
to-a-ponto e multi-ponto que devem ser previamente identificados pelo gerador e o receptor de mensagem.

INTERDATA

Destinado a setores econômicos, financeiros, comerciais, industriais e culturais, permite o acesso de as-
sinantes no Brasil a bancos de dados no exterior, e vice-versa, bem como a troca de mensagens entre compu-
tadores instalados em diversos países, com formas de acesso e protocolos compatíveis com os equipamentos
existentes nas redes mundiais.

DEA

Através do DEA - Diretório de Assinantes da Embratel - o cliente tem acesso instantâneo, via telex ou mi-
crocomputador, a informações de mais de 50 mil empresas em todo o país. O DEA oferece vantagens para as
empresas que utilizam mala-direta como técnica de marketing ou para comunicados importantes que requerem
a garantia de endereços corretos.

DIGISAT

É um serviço internacional de aluguel de circuitos digitais via satélite em alta velocidade que permite o in-
tercâmbio de dados, entre computadores, voz digitalizada, áudio e videoconferência, teleprocessamento, fac-
símile, distribuição eletrônica de documentos e transferência de arquivos entre um ou mais pontos no Brasil e
no exterior.

FINDATA

Permite aos usuários estabelecidos no Brasil o acesso a informações sobre o mercado financeiro mundi-
al, armazenados nos bancos de dados Reuters no exterior.

STM 400

É o Serviço de Tratamento de Mensagens da Embratel. Permite a troca de mensagens e arquivos, em
qualquer ponto do País e do exterior, com segurança, rapidez e sigilo absolutos. Com o STM 400 é possível
enviar mensagens para mais de 100 destinatários, simultaneamente. Nas comunicações internacionais, pode-
se trocar informações com outros sistemas de tratamento de mensagens com os quais a Embratel mantém a-
cordo comercial. Assim , o usuário pode participar da rede mundial de mensagens.

AIRDATA

O Airdata é o serviço de comunicação de mensagens e dados aeroviários que possibilita às empresas
aéreas com escritórios no Brasil o intercâmbio de mensagens e dados com os seus escritórios, com outras
companhias aéreas, bases de dados e centros de processamento interligados à rede mundial da Sita, Socieda-
de Internacional de Telecomunicações Aeronáuticas.

DATAFAX

É um serviço de fac-símile que permite o envio e a recepção de mensagem em âmbito nacional e inter-
nacional. Interligado a outros serviços similares no exterior, forma uma rede de abrangência mundial. As Men-
sagens são encaminhadas através de circuitos de dados de alta velocidade e com controle de erro, em que a
qualidade do documento é verificada por toda a rede.


INTERBANK
INFORMÁTICA

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Serviço internacional de dados bancários restrito a bancos que operam no Brasil e são associados à
Swift, Society of Worldwide Interbank Financial Telecommunication.

ALUGUEL DE SERVIÇOS DE DADOS INTERNACIONAL

Trata-se de um serviço similar ao Transdata. Com sua utilização, as empresas podem interligar terminais
e computadores no Brasil a outros no exterior.

EXERCÍCIOS

Parte 1 - Equipamentos de Informática:
1. A unidade central do computador é composta de:
a( ) - Unidade Central de Processamento e Memória de Massa.
b( ) - Dispositivos ou Unidades de Entrada.
c( ) - Unidade Central de Processamento e Memória Principal.
d( ) - Unidade de Controle e Unidade de Lógica e Aritmética.
e( ) - Periféricos ou Unidades de Entrada/Saída

2. A unidade central de processamento (UCP) é composta de:
a( ) - Unidade Central de Processamento e Memória de Massa.
b( ) - Dispositivos ou Unidades de Entrada.
c( ) - Unidade Central de Processamento e Memória Principal.
d( ) - Unidade de Controle e Unidade de Lógica e Aritmética.
e( ) - Periféricos ou Unidades de Entrada/Saída

3 - Os periféricos do computador são as/os:
a( ) - Unidade Central de Processamento e Memória de Massa.
b( ) - Dispositivos ou Unidades de Entrada.
c( ) - Unidade Central de Processamento e Memória Principal.
d( ) - Unidade de Controle e Unidade de Lógica e Aritmética.
e( ) - Dispositivos ou Unidades de Entrada/Saída

4 - A memória principal divide-se basicamente em:
a( ) - Memória Volátil e Memória de Massa.
b( ) - Memória Magnética e Memória Secundária.
c( ) - Memória RAM e Memória ROM.
d( ) - Memória de Bolha e Memória de Massa.
e( ) - Memória Alta e Memória Baixa.

5 - São memórias auxiliares:
a( ) - Discos magnéticos e Memória EPROM.
b( ) - Discos rígidos e Fitas Magnéticas.
c( ) - Memória RAM e Memória ROM.
d( ) - Memória de Bolha e Memória Principal.
e( ) - Memória Alta e Memória Baixa.

6 - São periféricos somente de entrada:
a( ) - Teclado, scanner e leitora de código de barras.
b( ) - Discos rígidos e Fitas Magnéticas.
c( ) - Teclado, vídeo e impressora.
d( ) - Discos magnéticos e memória RAM.
e( ) - Scanner, plotter e leitora de cartão perfurado.

7 - São periféricos somente de saída:
a( ) - Teclado, scanner e leitora de código de barras.
b( ) - Discos rígidos e Fitas Magnéticas.
c( ) - Vídeo, impressora laser e plotter.
d( ) - Discos magnéticos e memória RAM.
e( ) - Scanner, plotter e leitora de cartão perfurado.

8 - São periféricos magnéticos de entrada/saída:
a( ) - Teclado, scanner e leitora de código de barras.
b( ) - Discos rígidos e Fitas Magnéticas.
c( ) - Vídeo, impressora laser e plotter.
d( ) - Discos magnéticos e memória RAM.
e( ) - Scanner, plotter e leitora de cartão perfurado.

9 - Genericamente pode-se classificar os computadores em:
a( ) - Grande porte, minis e mainframes.
b( ) - Minicomputadores e estações de trabalho.
c( ) - Analógicos e microcomputadores.
d( ) - Mainframes, minis e microcomputadores.
e( ) - Transistorizados, digitais e híbridos.

10 - A definição de um microcomputador é:
a( ) - Equipamento com grande capacidade de memória principal (`256 Megabytes), vários processadores,
alta velocidade de processamento.
b( ) - Equipamento usado geralmente em controle de processos, com potência e capacidade menor que os
mainframes.
c( ) - Equipamento baseado em um único processador, com média capacidade de armazenamento em disco
fixo (10 a 2 Gigabytes), com dimensões reduzidas.
d( ) - Equipamento com ou sem unidades de disquetes, com velocidade de processamento de 10 MIPS.
e( ) - Equipamento com três processadores em paralelo e média capacidade de armazenamento em disco
fixo.

Parte 2 - Ambiente de processamento:

1. Monoprogramação é:
a( ) - Execução de várias tarefas ao mesmo tempo.
b( ) - Execução de vários programas ao mesmo tempo.
c( ) - Execução de um programa de cada vez.
d( ) - Execução de vários programas em um computador com vários processadores.
e( ) - Execução com pouca ou nenhuma interação do usuário.
INFORMÁTICA

- 70 -

2. Multiprocessamento é:
a( ) - Execução de várias tarefas ao mesmo tempo.
b( ) - Execução de vários programas ao mesmo tempo.
c( ) - Execução de um programa de cada vez.
d( ) - Execução de vários programas em um computador com vários processadores.
e( ) - Execução com pouca ou nenhuma interação do usuário.

3 - Multiprogramação é:
a( ) - Execução de várias tarefas ao mesmo tempo.
b( ) - Execução de vários programas ao mesmo tempo.
c( ) - Execução de um programa de cada vez.
d( ) - Execução de vários programas em um computador com vários processadores.
e( ) - Execução com pouca ou nenhuma interação do usuário.

4 - Processamento em Lote ou Batch:
a( ) - Execução de várias tarefas ao mesmo tempo.
b( ) - Execução de vários programas ao mesmo tempo.
c( ) - Execução de um programa de cada vez.
d( ) - Execução de vários programas em um computador com vários processadores.
e( ) - Execução sequencial de serviços com pouca ou nenhuma interação do usuário.

5 - Processamento em Tempo Real ou On-Line:
a( ) - Execução de várias tarefas ao mesmo tempo.
b( ) - Execução com interação entre o computador e o usuário.
c( ) - Execução de um programa de cada vez.
d( ) - Execução de vários programas em um computador com vários processadores.
e( ) - Execução com pouca ou nenhuma interação do usuário.

6 - Processamento Monousuário:
a( ) - Execução de várias tarefas ao mesmo tempo.
b( ) - Execução com interação entre o computador e o usuário.
c( ) - Execução de um programa de cada vez por um único usuário.
d( ) - Execução de vários programas num computador com vários processadores.
e( ) - Execução com pouca ou nenhuma interação do usuário.

7 - Processamento multiusuário:
a( ) - Execução de várias tarefas ao mesmo tempo.
b( ) - Execução com interação entre o computador e o usuário.
c( ) - Execução de um programa de cada vez por um único usuário.
d( ) - Execução de vários programas com vários usuários.
e( ) - Execução com pouca ou nenhuma interação do usuário.

8 - Processamento Centralizado:
a( ) - Execução de várias tarefas ao mesmo tempo.
b( ) - Execução com interação entre o computador e o usuário.
c( ) - Execução de um programa de cada vez por um único usuário.
d( ) - Execução de vários programas com vários usuários.
e( ) - Execução por um computador central que atende a todos os usuários.

9 - Processamento Distribuido:
a( ) - Execução de várias tarefas ao mesmo tempo.
b( ) - Execução de parte de um programa em um computador e parte em outro.
c( ) - Execução de um programa de cada vez por um único usuário.
d( ) - Execução de vários programas com vários usuários.
e( ) - Execução por um computador central que atende a todos os usuários.

10 - Processamento Compartilhado é:
a( ) - Execução de várias tarefas ao mesmo tempo.
b( ) - Execução com interação entre o computador e o usuário.
c( ) - Execução de um programa de cada vez por um único usuário.
d( ) - Execução com fatiamento do tempo do processador entre vários usuários.
e( ) - Execução por um computador central que atende a todos os usuários.

Parte 3 - Software e aplicativos:

1. Softwares Aplicativos são:
a( ) - Os programas do Sistema Operacional.
b( ) - Os programas gravados pelo fabricante na ROM-BIOS.
c( ) - Os tradutores, compiladores e utilitários.
d( ) - Folha de Pagamento, Cadastro de Funcionários, Contas a Pagar.
e( ) - Planilhas Eletrônicas, Processadores de Texto..

2. Sistema Operacional é o software que:
a( ) - Permite somente a edição de textos.
b( ) - Permite criar uma planilha e imprimi-la.
c( ) - Traduz as instruções em ASCII para Linguagem de Máquina.
d( ) - Intrepreta os comandos escritos em ASCII e executá-os.
e( ) - Coordena detalhes internos do computador e gerencia a utilização do sistema.

3 - O Compilador:
a( ) - Permite somente a edição de textos.
b( ) - Permite criar uma planilha e imprimi-la.
c( ) - Traduz as instruções em ASCII para Linguagem de Máquina.
d( ) - Intrepreta os comandos escritos em ASCII e executá-os.
e( ) - Coordena detalhes internos do computador e gerencia a utilização do sistema.

4 - O interpretador:
a( ) - Permite somente a edição de textos.
b( ) - Permite criar uma planilha e imprimi-la.
c( ) - Traduz as instruções em ASCII para Linguagem de Máquina.
d( ) - Intrepreta os comandos escritos em ASCII e executá-os.
e( ) - Coordena detalhes internos do computador e gerencia a utilização do sistema.

5 - São Linguagens de Programação de baixo nível:
a( ) - Linguagem de Máquina e Linguagem Montadora, Assembler.
b( ) - CP/M, MS-DOS, MSX-DOS, TRSDOS, DRDOS e UNIX.
c( ) - ADA, BASIC, COBOL, MUMPS, PASCAL, SMALLTALK.
INFORMÁTICA

- 71 -
d( ) - LOTUS 1-2-3, WORDSTAR, CHART, SIDEKICK, WINDOWS.
e( ) - Processadores de texto, planilha eletrônica e banco de dados.

6 - Um programa de Edição de Texto ou Processador de Texto:
a( ) - Permite a edição de textos e sua posterior impressão.
b( ) - Permite criar uma planilha, manipulá-la e imprimi-la.
c( ) - Traduz as instruções em ASCII para Linguagem de Máquina.
d( ) - Permite o armazenamento de informações e sua posterior recuperação.
e( ) - Coordena detalhes internos do computador e gerenciam a utilização do sistema.

7 - Uma Planilha Eletrônica:
a( ) - Permite a edição de textos e sua posterior impressão.
b( ) - Permite criar uma planilha, manipulá-la e imprimi-la.
c( ) - Traduz as instruções em ASCII para Linguagem de Máquina.
d( ) - Permite o armazenamento de informações e sua posterior recuperação.
e( ) - Coordena detalhes internos do computador e gerenciam a utilização do sistema.

8 - Um banco de dados:
a( ) - Permite a edição de textos e sua posterior impressão.
b( ) - Permite criar uma planilha, manipulá-la e imprimi-la.
c( ) - Traduz as instruções em ASCII para Linguagem de Máquina.
d( ) - Permite o armazenamento de informações e sua posterior recuperação.
e( ) - Coordena detalhes internos do computador e gerencia a utilização do sistema.

Parte 4 - Comunicação de Dados:

1. São formas de modulação da onda portadora:
a( ) - Simplex, Semi-duplex ou Half-duplex e Duplex ou Full-duplex.
b( ) - Serial e paralela.
c( ) - Amplitude, Frequência e Fase.
d( ) - Síncrona e assíncrona.
e( ) - Bauds e BPS.

2. São modos de transmissão da informação:
a( ) - Simplex, Semi-duplex ou Half-duplex e Duplex ou Full-duplex.
b( ) - Serial e paralela.
c( ) - Amplitude, Frequência e Fase.
d( ) - Síncrona e assíncrona.
e( ) - Bauds e BPS.

3 - Os canais de transmissão de dados podem ser:
a( ) - Simplex, Semi-duplex ou Half-duplex e Duplex ou Full-duplex.
b( ) - Serial e paralela.
c( ) - Amplitude, Frequência e Fase.
d( ) - Síncrona e assíncrona.
e( ) - Bauds e BPS.

4 - As formas de transmissão da informação:
a( ) - Simplex, Semi-duplex ou Half-duplex e Duplex ou Full-duplex.
b( ) - Serial e paralela.
c( ) - Amplitude, Frequência e Fase.
d( ) - Síncrona e assíncrona.
e( ) - Bauds e BPS.

5 - São tipos de topologias de redes de computadores:
a( ) - Monousuário e Multiusuário.
b( ) - Host, front-end e modem.
c( ) - Locais e de longa distância.
d( ) - Anel, barra e estrela
e( ) - Privadas e públicas.

6 - As camadas do protocolo padrão ISO/OSI são:
a( ) - Quatro, sendo Aplicação, Sessão, Transporte e Física.
b( ) - Sete, sendo Aplicação, Apresentação, Sessão, Transporte, Rede, Enlace e Física.
c( ) - Duas, sendo Enlace e Física.
d( ) - Cinco, sendo Aplicação, Transporte, Rede, Enlace e Física.
e( ) - Três, sendo Aplicação, Sessão e Rede.

7 - Protocolo pode ser definido como:
a( ) - A ciência e a técnica de transmissão ou recepção de qualquer informação à distância.
b( ) - A utilização dos recursos computacionais à distância para processamento de informações através de
um meio de transmissão qualquer.
c( ) - Processo pelo qual se imprime uma informação em uma onda portadora.
d( ) - Interface que permite a interação entre o computador e o usuário.
e( ) - Conjunto de regras segundo as quais entidades de mesma natureza, fisicamente separadas, intera-
gem-se.

8 - São dispositivos de uma rede de dados:
a( ) - Host, Front-End, Concentradores, Multiplexadores e Modems.
b( ) - Impressoras de página e de linha.
c( ) - Cabos coaxiais, cabos de pares e fibras óticas.
d( ) - Mouse, scanner e impressora laser.
e( ) - Renpac, Transdata, Vídeo-Texto e CDD.

9 - Compõem a RENPAC da Embratel:
a( ) - Transdata, Vídeo-Texto e CDD.
b( ) - Redes Locais e de longa distância.
c( ) - Serviço 1000, 2000, 3025 e 3028.
d( ) - Modem, Mouse e Mux.
e( ) - Star, Bus e Ring.

10 - O Teleshopping é um serviço da(o):
a( ) - Transdata.
b( ) - CDD.
c( ) - CRT.
d( ) - Renpac.
e( ) - Vídeo-Texto.

INFORMÁTICA

- 72 -
GABARITO:
Parte 1: 1-c 2-d 3-e 4-c 5-b 6-a 7-c 8-b 9-d 10-c.
Parte 2: 1-c 2-d 3-b 4-e 5-b 6-c 7-d 8-e 9-b 10-d.
Parte 3: 1-d 2-e 3-c 4-d 5-a 6-a 7-b 8-d
Parte 4: 1-c 2-b 3-a 4-d 5-d 6-b 7-e 8-a 9-c 10-e.

EXERCÍCIOS

01- Preencha a lacuna com a expressão adequada.
é um periférico que pode funcionar como dispositivo de entrada e de saída .
a) O " drive"
b) O teclado
c) O " mouse"
d) A impressora
e) O " scanner"

02 - Assinale a opção que não corresponde a uma atividade realizada em uma Unidade Central de Proces-
samento.
a) Controle da transferência de dados entre dispositivos de entrada e a memória principal.
b) Cálculos aritméticos.
c) Controle da transferência de dados entre a memória principal e dispositivos de saída.
d) Controle de "no-break" visando evitar perda súbita de dados.
e) Execução de instruções.

03- A principal atividade realizada na unidade lógica e aritmética é o(a).
a) Cálculo de funções trigonométricas
b) Identificação do código de operação de uma instrução para utilizá-lo em operações aritméticas e lógicas.
c) Execução de operações aritméticas e lógicas.
d) Identificação do campo de operandos de uma instrução para utilizá-lo em operações aritméticas e lógicas.
e) Leitura de operandos e operadores.

04- O sistema operacional DOS não pode ser executado em microcomputadores do tipo.
a) PC-XT
b) Macintosh II
c) PC-AT
d) PC-386SX
e) PS/2

05- É vantagem do computador de grande porte em relação ao microcomputador:
a) Menor custo de aquisição.
b) Necessidade de pessoal especializado na operação.
c) Maior capacidade de processamento.
d) Menor custo de manutenção.
e) Maior disponibilidade de "software" de baixo custo.

06- O dispositivo de acesso físico aos dados de uma unidade de múltiplos discos magnéticos possui.
a) Apenas uma cabeça.
b) Apenas duas cabeças.
c) Uma cabeça para cada face de cada disco.
d) Duas ou mais cabeças para cada face de cada disco.
e) Um conjunto de cabeças que gira em torno do centro dos discos.

07- Em um microcomputador, os dados armazenados na pilha localizam-se fisicamente.
a) Na memória principal.
b) Na memória externa.
c) Na unidade central de processamento.
d) Na unidade lógica e aritmética.
e) Nos dispositivos de entrada e saída.

08- Assinale a opção incorreta.
a) Atualmente existem discos rígidos com capacidade de armazenamento da ordem de 200 Mbytes.
b) Um "drive" para discos de alta densidade consegue acessar disquetes de baixa densidade.
c) Atualmente, entre os dispositivos magnéticos para armazenamento, o que permite maior velocidade de
acesso é a RAM.
d) Os dispositivos magnéticos para armazenamento de dados permitem ao usuário as operações de leitura
e de escrita.
e) Os dispositivos magnéticos para armazenamento de dados são não-voláteis.

09- Os componentes indispensáveis ao funcionamento de um microcomputador são:
a) Processador gráfico, unidade central de processamento, disco "winchester", "drive", modem e unidade a-
ritmética.
b) Estabilizador de tensão, fonte "short-break", sistema operacional, memória principal e memória secundá-
ria.
c) Memória principal, memória secundária, sistema operacional, "software" aplicativo e fonte de energia es-
tabilizada.
d) Unidade central de processamento, memória principal, sistema operacional e fonte de energia elétrica.
e) Sistema operacional, "software" de comunicação, modem e fonte de energia.

10- Assinale a opção correta a uma possível especificação de um microcomputador.
Processador e Memória Disco Rígido "Drive"
a) Intel 386 DX(TM) de IDE de 5,5"-1,2Mb
33 MHz, 8b de cache 105000Kb 3,25"-1,44Mb
interno, 12,8 Kb de e 17ns
cache externo de
2,5s
b) Intel 486 DX(TM) de IDE de 5.1/4"-1,2Mb
25 MHz, 8Mb de cache 210 Mb e 3.1/2"-1,44Mb
cache externo de 17ns
25ms
c) Intel 486 DX(TM) de IDE de 5,25"-1,2Mb
33 MHz, 8Kb de cache 105Mb e 3,5"-1,44Mb
interno, 128Kb de 17ms
INFORMÁTICA

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cache externo de
25ns
d) Intel 486 DX(TM) de IDE de 5,25"-1,2Mb
3,3MHz, 8Kb de cache 105 Gb e 3,5"-1,44Mb
interno, 128Mb de 17ms
cache externo, de
25ns
e) Cache 486 DX(TM) de IDE de 5,25"-1,2Mb
33 MHz, 8Kb de 210Mb e 3,5"-1,44Mb
buffer interno, 128 Kb 17ns
de buffer externo de
25ms
11- Assinale a opção com uma correta especificação de uma estação de trabalho.

Performance Taxa de Monitor Alimentação
e memória transferên-
principal cia de da-
dos pela
interface
"ethernet"

a) 28,5MFLOPS 10 MHz/ms 1152 x 90 90-132VAC
4,2 mips pixel 47-63Hz
16 Mb RAM 1000 dots/pol



b) 28,5MIPS 10 Mb/s 1152 x 900 90-132VA
4,2MFLOPS pixel ou
16Mb RAM 100 dots/pol 180-264VA
47-63hZ

c) 28,5MIPS 10 Mb/s 1152 x 900 180-264VAC
4,2MFLOPS pixel 47-63Hz
16Kb RAM 100 dots/pol

d) 28,5MIPS 10 Mb/s 1152 x 900 90-132VAC
4,2MFLOPS pixel ou
16Mb RAM 100 dots/pol 180-264VAC
47-63Hz

e) 28,5MIPS 10 MHz/s 1152 x 1152 90-132VAC
4,2MFLOPS pixel 57-63Hz
16Mb RAM 100 dots/pol

12- Em um ambiente de processamento multiusuário.
a) Os usuários são atendidos, um de cada vez, pela unidade central de processamento
b) Cada usuário possui a sua própria unidade central de processamento
c) Uma mesma tarefa é executada por mais de uma unidade de processamento, em paralelo
d) O único terminal do sistema é compartilhado por mais de um usuário
e) As tarefas são executadas nos modos "background”, “foreground" e "underground".

13- Em um ambiente de processamento multitarefa,
a) Não é possível fazer multiprogramação
b) As tarefas que aguardam liberação da Unidade Central de Processamento ficam armazenadas na me-
mória principal
c) As tarefas são executadas integralmente, na ordem de chegada
d) A execução de uma tarefa começa após o término da execução das tarefas de maior prioridade
e) A maior parte das aplicações é desenvolvida utilizando-se técnicas de programação concorrente

14- Em um ambiente multiprocessado:
a) Quando frouxamente acoplado, há compartilhamento de memória e de dispositivos de entrada/saída
b) Há um único processador, que é compartilhado
c) A capacidade de processamento cresce linearmente com o número de processadores
d) Um dos principais objetivos é diminuir o tempo de resposta
e) A tolerância a falhas é inferior à de um ambiente monoprocessado.

15- Em um ambiente de processamento em lote é correto afirmar que:
a) O tempo de resposta é curto
b) As tarefas dos usuários são agrupadas fisicamente para posterior, processamento
c) A velocidade de processamento é lenta comparada à dos dispositivos de entrada / saída
d) Estes sistemas surgiram com os computadores de quarta geração
e) Quando o sistema é ligado, um programa denominado AUTOEXEC.BAT é acionado para executar um
conjunto de comandos definido pelo operador

16- Em relação aos sistemas distribuídos é incorreto afirmar que:
a) A comunicação entre nós de processamento é feita através de troca de mensagens
b) Incluem um número arbitrário de nós de processamento
c) São potencialmente mais confiáveis que sistemas centralizados
d) Permitem o compartilhamento de recursos de "software"
e) Inviabilizam o crescimento incremental

17- Um interpretador, a partir de um programa-fonte:
a) Gera um programa-objeto para posterior execução
b) Efetua a tradução para uma linguagem de mais alto nível
c) Interpreta erros de lógica
d) Executa instrução a instrução, sem gerar um programa-objeto
e) Não detecta erros de sintaxe

18- Através de um editor de texto não é possível:
a) Substituir palavras em um arquivo
b) Editar a árvore de diretórios vigente
c) Formatar parágrafos
d) Imprimir gráficos
e) Copiar blocos


19- Os comandos de repetição de uma linguagem de programação de alto nível têm a finalidade de imple-
mentar:
a) Macros
b) Estruturas de repetição em arquivos em lote
INFORMÁTICA

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c) Estruturas recursivas
d) Laços
e) "Boot records"

20- Assinale a opção correspondente ao aplicativo utilizado para realizar cálculos em planilhas eletrônicas.
a) Paintbrush
b) Netware Novell
c) Quattro Pro
d) OS-2
e) Windows

21- A operação de "spooling" não envolve a transferência de dados:
a) Do dispositivo de entrada para a unidade de discos magnéticos
b) Da unidade de discos magnéticos para a unidade central de processamento
c) Da unidade central de processamento para a unidade de discos magnéticos
d) Da unidade de discos magnéticos para o dispositivo de saída
e) Da unidade de discos magnéticos para o dispositivo de entrada

22- Uma região em uma planilha eletrônica
a) Corresponde a um conjunto retangular de células
b) É definida recursivamente
c) Corresponde a um conjunto de células impossibilitado de ser manipulado
d) Corresponde a um conjunto trapezoidal de células
e) Corresponde a um conjunto de células impossibilitado de ser deslocado

23- A tabela de símbolos associada a um programa-fonte
a) É gerenciada pelo sistema operacional
b) É criada durante a execução do mesmo
c) Destina-se ao dimensionamento do espaço em memória a ser reservado às variáveis dinâmicas
d) Armazena a estrutura lógica do mesmo
e) É criada durante a compilação

24- Na passagem de parâmetros por referência, o módulo chamador passa ao módulo chamado
a) O endereço do parâmetro real
b) O valor do parâmetro real para o parâmetro formal
c) O nome do parâmetro real
d) O nome do arquivo que contém o parâmetro real
e) A estrutura organizacional do parâmetro real

25- Uma linguagem de manipulação de dados não-procedimental requer do usuário
a) A especificação de quais dados são desejados e como chegar a eles
b) A estruturação dos dados e como chegar a eles
c) A definição da compilação de procedimentos relacionados a dados
d) A especificação de quais dados são desejados, sem especificar como chegar a eles
e) A modularização dos processos e procedimentos do diagrama de estrutura

26- A cláusula select em SQL
a) Corresponde à operação de projeção da álgebra relacional
b) Corresponde à operação de seleção da álgebra relacional
c) É uma lista de relações a serem varridas na execução da expressão
d) Corresponde ao predicado de seleção da álgebra relacional
e) Corresponde ao predicado de modularidade da álgebra relacional

27- Em uma consulta em SQL do tipo
Select P
From Q
Where R
Os símbolos P, Q e R significam

P Q R
a) Relações Condições Atributos
b) Atributos Predicado Relações
c) Atributos Predicado Predicado
Inicial Condicional
d) Condição Atributo Atributo
Inicial Condicional
e) Atributos Relações Predicado

28- Em relação ao cabo coaxial como meio de transmissão é incorreto afirmar que:
a) É adequado para ligações ponto-a-ponto e multiponto
b) É o meio mais utilizado em redes locais
c) Possui maior imunidade a ruídos que o par de fios trançado
d) Sua banda passante é da ordem de 3KHz
e) Necessita de amplificadores intermediários em ligações de longas distâncias


29- O serviço da EMBRATEL que permite o estabelecimento de comunicação entre dois assinantes, possi-
bilitando a transmissão simultânea de dados segmentados em pacotes em ambos os sentidos é denominado
a) Renpac
b) Transdata
c) Bitnet
d) Dataline
e) Interdata

30- Em relação às controladoras de comunicação é correto afirmar que
a) Apesar de economizarem tempo de CPU do "host", em geral aumentam o seu consumo de memória
b) A grande desvantagem destas controladoras é o alto nível de ressonância de sincronismo
c) As controladoras não programáveis permitem grande flexibilidade nas alterações da rede
d) Elas geram "clock” para sincronismo do "host"
e) As controladoras programáveis suportam vários protocolos, códigos e velocidades

31- Assinale a opção incorreta
a) As redes de longa distância utilizam serviços públicos de comunicação de dados.
b) Custo, desempenho, modularidade e confiabilidade são fatores considerados na avaliação de uma rede
local.
c) As comunicações nas redes de longa distância obedecem a regras e convenções denominadas protoco-
los de Genebra.
d) O número máximo de nós deve ser considerado na escolha do meio de transmissão e da topologia de
INFORMÁTICA

- 75 -
uma rede local.
e) Há redes de longa distância com dimensões intercontinentais.

32- Na Renpac, os tipos de acesso são
a) Síncrono e assíncrono
b) Serial e paralelo
c) "Half-duplex" e "full-duplex"
d) "Simplex" e "half-duplex"
e) Dedicado e comutado

33- No lançamento de cabos de comunicação de uma rede local deve-se
a) Utilizar a tubulação da rede elétrica
b) Utilizar a tubulação da rede telefônica
c) Aterrar a tubulação quando ela for de metal para proteção contra ruídos
d) Utilizar emendas cromadas sempre que o comprimento do cabo for insuficiente
e) Dar banho de óleo ou graxa nos cabos para diminuir a perda de energia por dissipação

34- Nas redes com topologia em anel
a) O tipo de ligação utilizado é multiponto
b) As configurações mais usuais são unidirecionais, apesar de ser permitida a transmissão e recepção em
ambas as direções
c) Não é permitido "broadcast", isto é, que um sinal seja enviado para múltiplas estações ao mesmo tempo
d) Não há possibilidade de crescimento incremental
e) A "quebra" de uma estação não interfere no funcionamento da rede

35- Durante o processo de contaminação o vírus de computador pode alojar-se
a) No segmento "debug"
b) Na área de disco onde estão armazenados os programas aplicativos
c) No monitor de vídeo, apresentando uma seqüência de caracteres que o identifica
d) No "hardware", gerador de impulsos acionadores dos periféricos
e) Nas áreas de memória ROM previamente contaminadas

36- A prevenção de ameaças à segurança física de um centro de processamento de dados resulta de
a) Sua localização distante das linhas de transmissão e dos dispositivos abaixadores de tensão
b) Abertura de vias públicas próximas à sua edificação, com transporte coletivo e de mercadorias freqüente
c) Sua localização em nível inferior ao das vias públicas próximas
d) Sua localização em ambiente próprio à concentração de manifestantes em assuntos de interesse da
classe
e) Manutenção de abundante reserva de combustível para fornecimento de energia elétrica de emergência
nas proximidades dos equipamentos

37- O criptograma é
a) Uma seqüência de instruções de cálculo destinadas a cifrar uma mensagem
b) Um conjunto de sinais ininteligíveis, obtidos a partir de um processo de cifragem
c) Um valor associado a determinada mensagem, que a garanta contra falsificação
d) O mesmo que assinatura digital
e) Uma mensagem não cifrada

38- São desvantagens da segurança centralizada:
I - Menor familiaridade com exigências locais
II - Maior sobreposição de estruturas de segurança
III - Maior suscetibilidade a pressões locais
IV - Maiores dificuldades de controle por parte da auditoria
V - Tempo de resposta mais lento

Aponte a opção que contém as afirmativas corretas
a) II,III,IV
b) I,IV,V
c) III,IV,V
d) I,II,III
e) I,V

39- Uma das formas de se evitar a contaminação por vírus de microcomputador é através de
a) Uso do comando ATTRIB para manutenção da localização do arquivo gerenciador do sistema operacional
b) Uso do comando ATTRIB para alterar os atributos dos arquivos com extensão EXE, COM, BIN e SYS
c) Não uso do comando LABEL do sistema operacional
d) Mudança da localização do arquivo gerenciador do sistema operacional, sem modificar o arquivo CON-
FIG.SYS
e) Manutenção da localização do arquivo gerenciador do sistema operacional, através do comando SHELL

40- Em segurança de informática, é verdadeiro:
a) O comando FORMAT é preferível aos comandos DEL e ERASE para limpeza de disquetes
b) A etiqueta de proteção de disquetes não é uma proteção segura contra sua contaminação
c) Disquetes de "software” contaminados, porém contendo etiqueta de proteção, não afetam a segurança
d) Os programas executáveis devem ser criptografados
e) A denominação do disco rígido não é alterável por vírus de computador

GABARITO COMENTADO

Questão No. 01:
Resposta certa letra a) o "drive" porque é o único que permite gravar e ler informações do disquete. Os outros são peri-
féricos somente de entrada (teclado, mouse, scanner) e de saída (impressora).
Questão No. 02:
Resposta certa letra d) Controle de "no-break"... pois este periférico é totalmente externo a Unidade Central de Proces-
samento. As opções a) e c) são desempenhados pela UC - Unidade de Controle e as opções b) e e) pela ULA - Unidade
de Lógica e Aritmética.
Questão No. 03:
Resposta certa letra c) execução de operações aritméticas... pois todas as outras funções são desempenhadas pela
UC - Unidade de Controle, com exceção da opção a) que depende do programa (Basic, C, Clipper) para executar esse
cálculo.
Questão No. 04:
Resposta certa letra b) Macintosh II por ser o único computador que utiliza outra tecnologia (no caso Apple) que não a
PC (Personal Computer). Todos os PCs rodam sistema operacional DOS. O Macintosh roda o sistema operacional System
7.
Questão No. 05:
Resposta certa letra c) maior capacidade de processamento. Mesmo que os microcomputadores atuais já apresentem
INFORMÁTICA

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um alto desempenho ainda estão longe dos mainframes (grande porte). As alternativas a), d) e e) dizem respeito ao mi-
crocomputador, sendo que a alternativa b) diz respeito ao mainframe, porém é uma desvantagem.
Questão No. 06:
Resposta certa letra c) uma cabeça para cada face do disco. Atualmente já existem discos em que há apenas duas fa-
ces (um disco) porém seis cabeças de leitura/gravação.
Questão No. 07:
Resposta certa letra a) na memória principal, pois a pilha ou "stack" é o local da memória principal onde a UCP coloca
os dados e os programas que estão aguardando processamento.
Questão No. 08:
Resposta certa letra c) pois a memória RAM não é um dispositivo magnético (memória auxiliar ou de massa) e sim
uma das partes da memória principal, juntamente com a ROM.
Questão No. 09:
Resposta certa letra d) pois todos esses componentes são realmente indispensáveis ao funcionamento do microcom-
putador. Na opção a) o modem e o processador gráfico são dispensáveis, na b) o estabilizador de tensão não é obrigató-
rio, na opção c) o software aplicativo é dispensável e na opção e) o software de comunicação e o modem são dispensá-
veis.
Questão No. 10:
Resposta certa letra c) pois nas letras a), b) e e) cita disco rígido com velocidade em ns (nanossegundos - medida de
memória) e não em ms (milissegundos), que é o correto. E na letra d) a capacidade de 105 GB só é atingida por computa-
dores de grande porte. Existem outros erros nas opções incorretas.
Questão No. 11:
Resposta certa letra d) pois a letra c) fala em memória de 16Kb de RAM (memória dos primeiros micros pessoais), as
letras a) e e) citam MHz (Mega Hertz) para taxa de transferência, quando esta é medida em Baud (bit-por-segundo), e fi-
nalmente a b) não fala em VAC (que é a medida geralmente aceita para voltagem de fontes - Volts Alternate Courrent,
Volts em Corrente Alternada) como as outras quatro opções.
Questão No. 12:
Resposta certa letra a) pois em um ambiente multiusuário há apenas um processador atendendo vários usuários, um
por vez, em fatias de tempo (time slice), embora pareça que estejam sendo atendidos ao mesmo tempo. A opção b) refere-
se a monousuário, a c) refere-se a multiprocessamento, a e) refere-se a multitarefa e a d) não é nenhum ambiente de pro-
cessamento.
Questão No. 13:
Resposta certa letra b) pois em multitarefa as tarefas aguardam na fila, armazenadas na pilha ou "stack" da memória
principal.
Questão No. 14:
Resposta certa letra d) pois com vários processadores trabalhando ao mesmo tempo no mesmo programa acarreta
uma redução no tempo de processamento ou de resposta.
Questão No. 15:
Resposta certa letra b) pois no processamento em lote ou batch ocorre o agrupamento ou enfileiramento das tarefas e
então estas são submetidas seqüencialmente ao processamento, sem intervenção intermediário do operador.
Questão No. 16:
Resposta certa letra e) pois os sistemas distribuídos podem crescer incrementalmente quase que indefinidamente, pois
não dependem somente do computador central para processar os dados.
Questão No. 17:
Resposta certa letra d) pois o interpretador lê o programa fonte e executa as instruções passo a passo, detectando er-
ros de sintaxe se houverem.
Questão No. 18:
Resposta certa letra b) pois o editor de textos permite acessar e editar os arquivos da árvore de diretórios vigente mas
não editar o próprio diretório.
Questão No. 19:
Resposta certa letra d) os laços são mais conhecidos no jargão de programação como "loops", que são estruturas de
repetição condicionais.
Questão No. 20:
Resposta certa letra c) o Quattro Pro é o único software dos listados que é uma planilha eletrônica. O Paintbrush é um
acessório de desenho do Windows ou do DOS, o Netware Novell é o sistema operacional da Novell, o OS-2 é o sistema
operacional da IBM e o Windows é o ambiente operacional da Microsoft.
Questão No. 21:
Resposta certa letra e) pois o spooling não pode enviar dados para um dispositivo de entrada, por exemplo, o teclado.
Questão No. 22:
Resposta certa letra a) pois a planilha eletrônica possui células (formada pelo encontro de linhas e colunas) e estas
formam regiões que podem ser retangulares ou quadradas.
Questão No. 23:
Resposta certa letra e) pois o compilador ao gerar o programa-objeto a partir do programa-fonte, lê a biblioteca de ins-
truções da linguagem que esta sendo compilada e cria a tabela de comandos e funções correspondente.
Questão No. 24:
Resposta certa letra a) a passagem de parâmetros ocorre em linguagens de programação, por exemplo, o Clipper, on-
de o módulo chamador (que está sendo executado) passa o endereço dos dados na memória ao módulo chamado (que
será executado).
Questão No. 25:
Resposta certa letra d) pois as linguagens de programação não-procedimentais não especificam os procedimentos ou
passos para a obtenção dos dados, mas sim especificam os próprios dados.
Questão No. 26:
Resposta certa letra a) na álgebra relacional a operação PROJECT gera um resultado vertical a partir da seleção de a-
tributos (colunas), exatamente como a instrução SELECT da SQL.
Questão No. 27:
Resposta certa letra e) pois a sintaxe da instrução SELECT especifica os atributos (colunas) a listar, através do FROM
a tabela (relação) de origem e o WHERE especifica a condição (predicado) a ser satisfeito.
Questão No. 28:
Resposta certa letra d) pois os cabos coaxiais são meios de transmissão de alta velocidade e alta freqüência (MHz).
Questão No. 29:
Resposta certa letra a) a RENPAC (Rede Nacional de Comutação de Dados por Pacotes) é o serviço da Embratel de
comunicação de dados que segmenta os dados a transmitir em pacotes, ou seja, em módulos de tamanho pré-
determinado que são enviados pela rede de telecomunicação.
Questão No. 30:
Resposta certa letra e) as controladoras de comunicação também são conhecidas como front-end e como geralmente
são controladoras de redes têm necessariamente que suportar vários protocolos, códigos (software) e velocidades devido
à grande diversidade de plataformas (hardware) e sistemas operacionais interligados.
Questão No. 31:
Resposta certa letra c) a única coisa que está errada na resposta é justamente a palavra Genebra, pois os protocolos
são padronizados pela ISO (International Standardization Organization) que é o padrão na comunicação de dados.
Questão No. 32:
Resposta certa letra e) acessos dedicado e comutado; a letra a) refere-se as formas de transmissão, a letra b) aos mo-
dos de transmissão, a letra c) e d) aos canais de transmissão.
Questão No. 33:
Resposta certa letra c) pois a tubulação metálica se não aterrada pode provocar ruído na transmissão de sinais da rede
de comunicação.
Questão No. 34:
Resposta certa letra b) na topologia em anel as estações são interligadas em série, e qualquer delas pode emitir ou re-
ceber para as duas estações adjacentes, ou seja para qualquer das duas direções.
Questão No. 35:
Resposta certa letra b) o vírus na contaminação aloja-se na área de boot do disco ou em qualquer arquivo que possa
ser executado e ainda na área de memória RAM.
Questão No. 36:
Resposta certa letra a) apesar de ser a única opção mais lógica em razão das outras alternativas. Na segurança física
devem ser observadas normas que preservem o CPD contra a natureza, acidentes e também acesso de pessoas estra-
nhas.
Questão No. 37:
Resposta certa letra b) a criptografia após executada sobre o texto simples (legível) gera um texto cifrado (ininteligível)
e este só pode ser descriptografado através de uma chave secreta.
Questão No. 38:
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Resposta certa letra e) pois a segurança centralizada tem como desvantagem a não preocupação com peculiaridades
locais e o tempo de resposta é bem mais lento pela distância geralmente percorrida pelas informações.
Questão No. 39:
Resposta certa letra b) o comando ATTRIB do DOS permite alterar os atributos (system, archive, hidden, read only) dos
arquivos, sendo que o último atributo (read only - apenas de leitura) não permite gravar um arquivo, o que é o que o vírus
faz para poder alojar-se na contaminação.
Questão No. 40:
Resposta certa letra a) pois o comando FORMAT limpa o disquete completamente, inclusive a área de boot, onde o vírus
geralmente se aloja. Os comandos DEL e ERASE apagam apenas os arquivos do diretório, não apagando os dados gra-
vados no disquete ou disco rígido.

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